Nutricionista aponta benefícios do consumo de peixe e como escolhê-lo

Com baixo teor de gorduras saturadas e ricos em vitaminas, minerais e ácidos graxos, o peixe é fonte de nutrientes que auxiliam na prevenção de doenças; brasileiro consome apenas 7 kg por ano

Levados à mesa nas celebrações de Páscoa, principalmente na sexta-feira santa, os peixes são boas opções para refeições leves e saudáveis. Têm baixo teor de gorduras saturadas, são fontes de proteína e ricos em vitaminas, minerais e ácidos graxos como o ômega 3, que auxilia no controle de níveis de triglicérides e colesterol, principalmente o LDL, considerado um colesterol ruim.

De acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em média, o brasileiro consome por ano cerca de 7 kg de peixe, quase metade dos 12 kg recomendados pela OMS – Organização Mundial da Saúde.

Para a nutricionista da rede Hirota, Adriana Miyuki Koizumi, peixes são opções altamente saudáveis e deveriam ser mais consumidos pelos brasileiros. “Cada 100g de peixe contém, em média, 93,7 calorias, 1,7g de gorduras, 19,6g de proteínas, 27mg de cálcio, 197mg de fósforo, 0,8 de ferro, e boas quantidades de ômega3, principalmente em peixes de aguas frias e profundas como salmão, atum e sardinha, além de vitaminas A, B2, B3 e E. Sem dúvida é um alimento que deveria ser consumido quase todos os dias, pois auxiliam na prevenção de diversas doenças”, comenta a nutricionista.

Dicas para escolher o peixe*

Para qualquer espécie de peixe fresco, é necessário seguir algumas recomendações que auxiliam na escolha do melhor e mais adequado produto para qualquer tipo de preparo.

· É importante que o peixe esteja lavado e limpo, sem vestígios de areia, poeira, sabão qualquer outro tipo de material.

· Não deve ter marcas de furos, cortes ou manchas que não sejam características da espécie.

· As escamas precisam estar firmes e resistentes, além de parcialmente transparentes e brilhantes e a pele úmida e bem aderida ao peixe.

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· Os olhos devem estar brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos no centro.

· A membrana que reveste a guelra, conhecida como opérculo, tem que estar rígida e oferecer resistência a sua abertura. A parte interna deve estar brilhante e com os vasos sanguíneos cheios.

· É importante checar as brânquias que devem apresentar coloração de rosa a vermelho intenso, estarem úmidas e brilhantes, com ausência ou discreta presença de muco (líquido pastoso).

· Odor, sabor e cor devem ser característicos da espécie.

· No varejo devem ser expostos dentro de câmaras refrigeradas ou sobre uma espessa camada de gelo.

*Fonte – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO).
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