Vegetarianismo na infância é possível?

A dieta vegetariana está a cada dia atraindo novos adeptos, pois além de oferecer uma alimentação saudável também contribui para o meio ambiente e respeita os direitos dos animais. Recentemente, a Universidade de Harvard (EUA) divulgou um estudo que avalia as causas de mortes por qualquer motivo e constatou que pessoas que consomem proteína animal, principalmente a carne vermelha, possuem até 2% a mais de chances de falecimento; se o indivíduo possuir doenças cardiovasculares, esse número aumenta para 8%. Já para quem escolhe proteínas vegetais, o risco de morte por qualquer causa cai até 12%.

Porém, apesar de diversos benefícios e da popularidade em alta, ainda existem muitas dúvidas relacionadas à dieta, principalmente quando se trata da alimentação das crianças. Um dos principais questionamentos é se a restrição de alimentos pode prejudicar o crescimento dos pequenos, contudo diversos médicos e estudiosos garantem que não existem riscos, desde que os pais contem sempre com o acompanhamento de um nutricionista.

Segundo Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, tirar a proteína e outros alimentos de origem animal da dieta das crianças só terá problemas se a substituição não for feita da maneira adequada: “Os pais têm um papel muito importante na alimentação dos pequenos. Crianças que conhecem alimentos variados tendem a manter uma alimentação mais rica em vitaminas e nutrientes ao longo da vida. Com o consumo de proteínas vegetais originárias apenas da natureza, a criança vegetariana terá uma alimentação mais saudável, favorecendo seu desenvolvimento em todos os âmbitos”.

A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) classifica quatro tipos de dieta vegetariana: ovolactovegetariana (sem carne, mas com ovos, leite e derivados); lactovegetariana: (sem carne e ovos, mas com leite e derivados); ovovegetariana (sem carne, leite e derivados, mas com ovos) ou vegetariana estrita (sem carne, leite e ovos). Para a consultora da Superbom, “se seguidas e acompanhadas por um médico ou nutricionista todas são recomendadas para as crianças”.

Abaixo, Cyntia pontua alguns nutrientes que demandam atenção especial na dieta das crianças vegetarianas, sendo estes importantes para o equilíbrio de suas necessidades:

• Ferro
O ferro é encontrado em vegetais verde-escuros como couve, espinafre e rúcula e em leguminosa, onde podemos citar os feijões, ervilha e a lentilha. Porém, é recomendado que este seja consumido associando-o uma fonte de vitamina C para que seja melhor absorvido.

rucula

• Proteínas
Dependendo da dieta incorporada, os vegetarianos podem encontrar proteínas em ovos, leites e derivados. No caso dos veganos, opções como tofu, soja, cogumelos, grãos e leguminosas podem ser ingeridos e irão compensar tranquilamente as proteínas animais.

cogumelos

• Zinco
Apesar de ser encontrado em abundância na carne, o zinco também está presente em grãos e leguminosas como o feijão, cereais integrais e castanhas. Uma dica que contribuir com a digestão destes, é deixá-los de molho antes do preparo, assim o fitato presente não prejudica sua assimilação pelo organismo.

frutas e castanhas

• Cálcio
Muitos acreditam que o leite é o alimento que possui maior quantidade de cálcio, mas este não é o melhor nem a principal fonte deste nutriente. Podemos encontrar cálcio em frutas como damasco, figo e tangerina e também em verduras verde-escuras como brócolis e, principalmente, a couve. Para saber o quanto a criança precisa, é necessário o acompanhamento regular de um nutricionista, pois alguns alimentos são mais absorvidos que outros.

Damasco

• Vitamina B12
A vitamina B12 está presente em todos os alimentos de origem animal, sendo, praticamente ausente em alimentos vegetais. Sendo assim, para crianças que seguem a dieta vegetariana estrita, é necessário o uso de suplementação específica prescrita unicamente por um pediatra ou nutricionista.

suplementos vitaminas Jeltovski
Foto: Jeltovski

Sugestões de produtos Superbom

Pratos prontos: aliar saúde e qualidades de vida a alimentos rápidos que a rotina atual nos impõe é um objetivo que a Superbom conseguiu atingir através da Soy Good com a utilização de produtos 100% naturais. Sua formulação inclui o óleo de canola (riquíssimo em ômega-3), ácido alfalinolênico e ácido linoléico. Estão disponíveis nas versões “Molho Bolonhesa Vegetariano”, “Medalhão ao Molho Madeira”, “Almôndega Vegetariana ao Sugo”, “Jardineira ao Molho”, “Cubinhos ao Molho Caseiro” e “Escalope ao Molho”.

Cream cheese vegano: produto apresentado em embalagens de vidro de 150g, nos sabores tradicional, azeitonas pretas, tomate seco e alho e salsa. Todas as versões não contêm glúten, lactose, colesterol ou qualquer ingrediente de origem animal na composição. A linha é produzida a partir de amido de batata, sem nenhuma adição de conservantes e corantes artificiais, além de utilizar o sal hipossódico, componente com teor menor de sódio em relação ao tradicional.

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Queijos veganos:  VeganCheese é um produto 100% vegano, sem lactose, sem colesterol, sem nenhum derivado de origem animal e sem nenhum tipo de conservante ou corante artificial. Seus principais ingredientes são amido de batata, óleo vegetal de palma, concentrado de cenoura e abóbora, sal marinho hipossódico, fatores que tornam o queijo uma alternativa saborosa para uma grande população de consumidores com restrições ao açúcar, lactose, gordura animal e muitos outros ingredientes alergênicos. O produto está disponível em seis versões: Mussarella, Prato, Provolone, Cheddar, Parmesão e Mussarella Light.

Mockup queijo_pratoMockup queijo_mussarela

Fonte: Superbom

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