Dieta japonesa vira modelo para o mundo

A rede de supermercados Hirota promove o estilo de vida japonês em ações para desmistificar o preparo das receitas, divulgar os benefícios dos alimentos e com espaço especial para os produtos orientais, em um mix de mais de mil itens. Para confirmar essa tendência, a Organização das Nações Unidas elegeu recentemente o Japão como modelo global de dieta saudável.

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, disse que o país asiático tem “o nível mais baixo de obesidade entre as nações desenvolvidas, menos de 4%”. “ É uma cultura alimentar única e saudável que inclui vegetais, frutas e peixes”, afirmou. O objetivo da ONU é usar o exemplo japonês no combate a dietas inadequadas, que têm uma ligação direta com doenças crônicas como diabetes, câncer e ataques do coração e derrames.

Jeito japonês

“No Hirota, trabalhamos para divulgar os produtos, mostrando como consumir, como fazer as preparações e os benefícios nutricionais. A gente quer quebrar o tabu de que a comida japonesa é complicada. Muita gente acha que é difícil, mas não é, é muito simples, além de ser ótima para a saúde”, afirma Adriana Miyuki Koizumi, nutricionista da rede.

A maioria dos produtos orientais fica em uma gôndola do programa Muito Mais Vida, lançado pela empresa para promover o bem-estar entre os clientes. Baseado no jeito japonês de viver, que inclui uma série de práticas associadas à longevidade, qualidade de vida, equilíbrio e disposição, o Muito Mais Vida também oferece workshops e ações de saúde nas lojas. “Devemos aprender com eles, principalmente, como equilibrar a alimentação com a nossa rotina (trabalho, atividade física, estresse), a disciplina do equilíbrio da vida”, orienta Adriana.

Dicas orientais

1 – Equilíbrio nutricional: dieta à base de vegetais (ricos em fibras e antioxidantes), arroz (excelente fonte de carboidratos), peixes e soja (grande fonte de proteína).

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2 – Variação: consumo com preparações diversificadas (cozidos, ensopados, refogados, fritos, no vapor e cru) e variedade de alimentos (muitas frutas, legumes e verduras).

3 – Moderação: muitos usam a técnica chamada hara hachi bunme, que consiste em parar de comer quando estiver 80% satisfeito e não até ficar com a barriga estufada. Segundo estudos, o cérebro demora cerca de 20 minutos para registrar que o estômago está cheio.

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Foto: FreeGreatPicture

4 – Pequenas porções: alimentos servidos em pequenas porções ficam mais bonitos à mesa e evitam a ingestão de grandes quantidades.

5 – Experiência alimentar: refeições devem ser coloridas e agradáveis para proporcionar um momento de prazer.

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Fonte: Hirota

 

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