O frio e o aumento das dores, por Fábio Akiyama*

O clima tem grande influência sobre nosso corpo. Assim como utilizamos diferentes temperaturas de forma terapêutica, a variação no tempo influencia todo o nosso organismo, inclusive agravar o quadro de dores crônicas, como aquelas que acometem o joelho e a coluna, que aumentam consideravelmente.

A baixa temperatura consegue alterar a nossa capacidade de lidar com a dor, mudando a percepção dos nossos nervos, fazendo com que enviem a informação do incômodo para o nosso cérebro com maior facilidade. Outro ponto agravante: ocorre a alteração da rigidez do nosso corpo, o que é uma porta aberta para qualquer probleminha se tornar um “ problemão”.

Para se ter uma ideia deste quadro, como o frio altera inclusive a pressão atmosférica e a porcentagem de umidade no ar, essa diferença faz com que o organismo reaja com dores e aumentando a sensação de rigidez muscular. A baixa temperatura também altera a sensibilidade, então qualquer desconforto, já se torna algo mais insistente.

dor no joelho
Foto: chicagostemcelltherapy

Porém, há quem consiga se manter longe desses desconfortos. Basta observarmos os atletas. Esse público possui uma estrutura melhor preparada para lidar com o frio e situações adversas, até porque eles sempre se aquecem bem antes da atividade física, além dos exercícios frequentes.

Idosos e crianças sofrem mais com a variação da temperatura, porque o corpo deles já tem uma fragilidade e uma certa rigidez. No caso das gestantes, a sensibilidade frente ao frio pode variar, mas se a futura mamãe faz atividade física, pode sofrer menos nessa época do ano.

A microfisioterapia, terapia que estimula a autocura através do toque, pode ajudar a diminuir o problema porque ajuda a manter a vitalidade dos tecidos e o movimento e ritmo vital deles, evitando com que essa rigidez altere esse o seu desempenho, e assim agravando os sintomas que essa falta de vitalidade pode trazer. A técnica pode trabalhar de maneira preventiva também evitando com que qualquer fragilidade desses tecidos virem sintomas ou doenças.

*Fábio Akiyama é fisioterapeuta e trabalha com microfisioterapia, terapia que estimula a autocura por meio do toque, ou seja, faz com que o corpo reconheça seu agressor e inicie o processo de reprogramação celular. É pós-graduando em técnicas osteopáticas e terapia manual, além da formação em osteopatia visceral, posturologia clinica e equilíbrio neuromuscular. Possui curso na área de tratamento da articulação temporomandibular (ATM) e introdução ao Método Rosen

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