ONG pretender tornar a cirurgia plástica mais acessível

Cobrindo alguns custos, organização consegue tornar sonhos em realidade

Diversas pessoas têm o sonho de realizar uma cirurgia plástica, algumas delas porque realmente necessitam, outras ainda porque não estão satisfeitas com o seu corpo. De fato, quem nunca quis mudar uma coisa ou outra para se sentir esteticamente mais bonito? No entanto, uma cirurgia plástica não é brincadeira! Depois de tomada a decisão, fica a pergunta: “E agora? Como poderei pagar? Quem devo procurar?”. Foi por causa desse “sonho” que surgiu a ONG Social Care.

Antigamente as cirurgias plásticas eram vistas como procedimentos de luxo, poucos podiam recorrer a elas. Nos dias atuais já existem facilitadores, devido ao crescimento da necessidade, do bem-estar social e da elevação da autoestima. A Social Care conseguiu então reunir diversos parceiros confiáveis e devidamente creditados perante a lei para propiciar o acesso de cirurgias plásticas aos menos favorecidos. “Buscamos parcerias no intuito de minimizar os custos do paciente, tornando-o o mais nulo possível”, afirma Sonia Inglat Acioli, presidente da ONG.

Atualmente, a Social Care, no que se refere aos procedimentos, oferece gratuitamente aos pacientes as consultas de avaliação e de pós-operatório (não importando a quantidade que seja necessária), os curativos do pós-operatório, os honorários do médico cirurgião, os honorários do assistente e da instrumentação cirúrgica.

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O cliente que for aprovado pela ONG deverá arcar ainda com os custos de exames laboratoriais, cinta pós-operatória, meia elástica compressiva, internação hospitalar e o honorário do anestesista. “Infelizmente ainda não conseguimos cobrir todas as despesas, mas já diminuímos bastante os custos e estamos buscando melhorar ainda mais estas condições”, afirma.

Os pacientes podem procurar a ONG para dar início ao seu cadastro e requerimento para participar da seleção e, após 20 dias da sua primeira consulta, a ONG retorna para ele para começar os procedimentos com os exames laboratoriais e a assinatura de um contrato.

Com os resultados dos exames, é feita uma nova avaliação e, por fim, será agendada a cirurgia, na qual o paciente deve ficar oito horas de jejum. Os materiais do pós-operatório que sejam necessários, como a cinta e a meia elástica, a ONG acredita ser melhor que o paciente as adquira no próprio local, para que tenham a certeza de que estão levando o que foi recomendado pelo médico-cirurgião.

Vale lembrar que a ONG trabalha com hospitais referenciados e médicos especialistas e credenciados, portanto são perfeitamente capacitados pela legislação a realizar estes tipos de procedimentos.

Informações: Social Care

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