Arquivo da categoria: Aedes aegypti

Chega ao Brasil a Led Protect, lâmpada mata mosquito

O laboratório Bioworld, reconhecido por produzir uma linha antimosquitos, eficiente, como as mosqueteiras Sectotent sucesso em vendas no Brasil e Europa, inova ao expandir a sua linha e trazer para o mercado a lâmpada mata mosquito. Com tecnologia única e patenteada, A Led Protect possui iluminação UV, LED 9W – o que faz substituir as lâmpadas normais – e traz consigo a luz azul emitida por LED – essa luz atrai o mosquito para a rede de choques elétricos. Econômica e com duração de dez anos, a sua atividade é comprovada em teste nos USA, possui selo do Inmetro e outros certificados internacionais.

Por que optar por ter uma Lâmpada mata mosquito em casa?

Por conta da epidemia de dengue, zika, chikungunya, febre amarela as pessoas têm buscado cada vez mais alternativas eficazes para driblar este problema. O mercado por sua vez oferece uma variedade imensa de aparatos anti mosquitos. Os repelentes e inseticidas são os mais usados e, infelizmente, pode não ser uma alternativa tão saudável, visto que a maioria deles possuem DEET.

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O DEET, principal componente dos repelentes não são aconselháveis às crianças abaixo de dois anos de idade, alerta a Anvisa

O DEET é um composto químico que pode ser nocivo a saúde caso não seja usado a quantidade correta. A Academia Americana de Pediatria (AAP), recomenda que os repelentes com DEET não devem ser aplicados em bebês com menos de 2 meses de idade. Já a recomendação feita pela Anvisa é que só seja usado a partir dos 2 anos de idade, com concentração até 10%, não reaplicar mais que 3 vezes ao dia. Para se ter uma ideia no Canadá seu uso é restrito para crianças acima de 12 anos e desaconselhado para grávidas.

Um estudo publicado na revista BioMed Central Biologia, confirma que o DEET tem uma toxicidade para o sistema nervoso de mamíferos. A FDA Food and Drug Administration (órgão do governo dos Estados Unidos) declara que o uso de DEET é seguro “quando usado adequadamente”. O problema é que usar em crianças, várias vezes ao dia, todos os dias, não é considerado “adequado”. É ai que entra soluções como as lâmpadas mata mosquitos, elas prometem deixar o inseto longe. No entanto muitos dos modelos oferecidos no mercado não cumprem com o que prometem.

Os modelos de lâmpadas mata mosquito comercializados atualmente não são assertivos e possuem baixa qualidade e durabilidade. Além disso, o fato de a luz que emana da lâmpada não ser de LED faz com que se propicie um gasto maior de energia. Fora isso não possuem estudo de qualidade. O comprimento de ondas de luz/ frequência é essencial para garantir a atração porque não é qualquer luz que atrai o mosquito. A maioria dessas lâmpadas sequer possuem o selo do Inmetro .

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Ao verificar essa necessidade, já que a ideia de atrair o mosquito e matá-lo é muito positiva para a sociedade que enfrenta um problema tão grande de saúde pública, o laboratório Bioworld, decidiu expandir a sua linha e trazer para o mercado esta lâmpada mata mosquito. Testes foram feitos com o Led Protect que garantem sua eficácia e é o único a ter luz azul emitida por LED.

Preço: Entre R$ 80,00 e R$ 100,00.

Informações: Bioworld/Micrex

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Infectologista tira dúvidas sobre febre amarela

O que é; quais os tipos; como prevenir; e quem pode se vacinar estão entre as perguntas respondidas pela especialista

O número de casos confirmados de Febre Amarela disparou no Brasil no início deste ano, sendo considerado o maior surto desde o início dos anos 1980, segundo dados do Ministério da Saúde. Após a confirmação na última sexta-feira (20), de que um macaco encontrado morto no Horto Florestal, na zona norte de São Paulo, estava infectado pela febre amarela, a Secretaria de Estado da Saúde informou que pretende vacinar um milhão de pessoas que moram no entorno do parque.

O Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, está fechado desde quarta-feira e também foi recomendado à população que não utilize os parques lineares Canivete e Córrego do Bispo por tempo indeterminado.

Desde o dia 25, mais 19 Unidades Básicas de Saúde entraram no cronograma da vacinação preventiva contra a febre amarela na zona norte e até o fim da semana chegarão a 33 postos.

O órgão informa ainda que moradores de outras regiões devem evitar buscar a vacina se não forem viajar para áreas infectadas, até pelo risco de efeitos adversos, ainda que raros. “Mesmo que tenham ido ao parque não há motivo para pânico. Devem se imunizar apenas moradores dos bairros vizinhos ao horto já listados pela pasta”, orienta Regia Damous, infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, que responde ainda algumas questões mais comuns sobre o tema:

O que é a febre amarela?
Uma doença infecciosa transmitida pela picada de mosquitos contaminados. Não existe transmissão de pessoa para pessoa.

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Existem quantos tipos de febre amarela?
Dois: silvestre e urbano. O silvestre ocorre em áreas rurais e de mata por meio de um ciclo que envolve macacos e mosquitos, sendo o homem um hospedeiro acidental. Já o urbano, o homem é o único hospedeiro e a transmissão é feita exclusivamente pelo Aedes aegypti (mosquito vetor de outras doenças como dengue, chikungunya e zika vírus).

Quais são os sintomas?
Inicialmente, o paciente tem febre, dor de cabeça e no corpo, cansaço, falta de apetite, náuseas e vômitos. É importante ressaltar que não é necessário acumular todos os sintomas. Já nas formas graves podem ocorrer coloração amarelada na pele, hemorragias e insuficiência renal.

Qual é o ciclo da doença?
O Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, ficará fechado a partir desta quarta-feira e também foi recomendado à população que não utilize os parques lineares Canivete e Córrego do Bispo por tempo indeterminado. O período de incubação varia em média entre 3 e 6 dias e o vírus fica no corpo humano por no máximo 7 dias. Os sintomas só aparecem de um a dois dias após a incubação.

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Como prevenir?
A vacina é a principal forma de prevenção.

A vacina é segura?
A eficácia chega a 90% e é bastante segura. Pode causar reações adversas, como qualquer medicamento, mas casos graves são raros. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar até 5% dos imunizados.

A vacina dura quanto tempo?
A vacina dura a vida toda. A vacina começa a ser efetiva dez dias após a aplicação.

Quem deve se vacinar?
Crianças a partir de 9 meses e adultos até 59 anos. Pessoas que moram ou vão viajar para regiões rurais ou de mata dentro das áreas de risco apontadas pelo Ministério da Saúde, e as pessoas que moram nos arredores dos parques fechados na cidade de São Paulo.

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

Grávidas podem tomar a vacina?
Não. A vacina é feita com vírus vivo atenuado e é contraindicada tanto na gravidez quanto durante a amamentação. Se a mulher tiver se imunizado após o nascimento do bebê, ela precisa esperar 28 dias para retornar a amamentação, pois o vírus pode ser transmitido pelo leite.

Como as gestantes devem se proteger da febre amarela?
Usando roupas que cubram as áreas expostas, passando repelente na pele e sobre a roupa, além de evitar viajar para as regiões que têm casos da doença.

As crianças devem ser imunizadas quando e quantas vezes?
A vacinação deve ser feita a partir dos 9 meses. A dose única é válida para toda a vida.
Se a criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois. Outras vacinas em atraso podem ser administradas juntas coma vacina de febre amarela.

Todo mundo pode receber a vacina contra febre amarela?
A dose não está indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pessoas imunodeprimidas, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (portadores de Lúpus, por exemplo). Em caso de dúvida, é importante consultar o médico. Pessoas acima de 60 anos deverão ser vacinadas somente se residirem ou forem se deslocar para áreas com transmissão ativa da febre amarela e que não tiverem alguma contraindicação para receber a vacina.

Fonte: Hospital e Maternidade São Luiz Itaim

 

Penalty lança roupas com repelente

Com opções adulto e infantil, peças da linha Repellent prometem proteção contra os mosquitos Aedes aegypti

Em busca de uma solução para proteger as pessoas dos mosquitos transmissores da dengue, zika, chikungunya e da febre amarela, a Penalty, especializada em acessórios esportivos, apresenta a linha Repellent.

Testado pelo Instituto de Biologia da Unicamp, o tecido que compõe a coleção possui permetrina, substância usada como repelente de mosquitos. As peças com repelente são resistentes a lavagens e não agridem quem veste.

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Com opções adulto e infantil, as roupas são confeccionadas 100% em poliamida. Além do efeito repelente, as peças possuem proteção UV, e as exclusivas tecnologias Dry On, que oferece rápida absorção e transporte do suor para as camadas externas do tecido, garantindo uma secagem mais rápida da peça, e Nano Fresh, que previne a proliferação de bactérias responsáveis pelo surgimento de odores e permite a evaporação mais rápida do suor.

Para adultos, estão disponíveis camisas feminina e masculina em seis opções de cores e legging feminina na cor marinho. Para infanto-juvenil, as peças são unissex, disponíveis em quatro tamanhos (8, 10, 12 e 14) e em seis cores.

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A linha Repellent já pode ser encontrada nas lojas esportivas de todo o país. O preço sugerido é R$ 99,99 para as peças adulto e R$ 89,99 para as camisas infanto-juvenil.

Informações: Penalty

Repelente corporal com Icaridina reforça proteção contra o Aedes aegypti

 

A SBP sempre protegeu a família em casa  e agora também vai acompanhar o consumidor em todos os lugares. É com este conceito que SBP entra no mercado de repelentes cosméticos com o lançamento de SBP Advanced Repelente com Icaridina, uma solução avançada e eficaz contra as picadas do mosquito Aedes aegypti e as doenças que ele transmite como zika, dengue e chikungunya.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, OMS, os repelentes à base do princípio ativo Icaridina são eficazes e garantem proteção de longa duração contra o Aedes aegypti.

SBP entra na categoria de repelente corporal como um estímulo adicional em um mercado em franco crescimento, especialmente durante o verão. As vendas no país cresceram 57% em 2016*. Os produtos estão disponíveis para suprir o mercado nacional.

O SBP Advanced Repelente com Icaridina foi aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é dermatologicamente testado e pode ser usado em gestantes1 e crianças a partir dos seis meses de idade.

A linha é composta por três versões (Gel, Spray e Spray Kids):

SBP Advanced (Spray e Gel): repelente corporal de longa duração com Icaridina, princípio ativo recomendado pelo OMS, em sua fórmula. Oferece proteção contra os insetos voadores, inclusive o mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. É à base de água, sem fragrância e testado dermatologicamente. Pode ser utilizado por toda a família, inclusive crianças a partir de 6 meses.

O produto está disponível em três versões:

Spray 100ml

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Spray Kids

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Gel 100ml

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Sobre a Icaridina
A icaridina é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como princípio ativo de repelentes eficaz para repelir o Aedes aegypti, evitando picadas de mosquitos por um longo tempo após a aplicação na pele. A icaridina é liberada para a aplicação na pele de crianças a partir dos seis meses de idade e em gestantes.

Informações: SBP

Pets agora têm bioprotetor contra insetos

Produto protege contra Aedes aegypti e Culex pipiens, transmissores da dirofilariose, a doença do “verme do coração”

Se você anda sofrendo com pernilongos e outros insetos que proliferam no verão, imagine seu pet – que mal sabe como reclamar dos zumbidos das pragas voadoras. Uma empresa de São Paulo está lançando uma solução de alta tecnologia para afastar insetos – inclusive o Aedes aegypti e o pernilongo Culex pipiens, que para os peludos são transmissores da temível dirofilariose – de gatos, cães, hamsters, aves e outros bichinhos.

Trata-se de uma versão especial para pets do Aya Tech Protec, bioprotetor nanotecnológico desenvolvido a partir de compostos naturais e sem contraindicações. Já disponível em aerossol de 150 ml, o mais bacana do produto é que ele é aplicado apenas na casinha, colchão, roupinha ou coleira do pet – e protege por 60 dias ou 20 lavagens do tecido. Com solvente à base de água, o Protec não faz mal nem para os pets nem para humanos – mas espanta e mata os insetos. Se não encontrar o produto na sua petshop predileta, peça na loja online da Aya Tech.

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Eficaz, seguro e sustentável, inseticida biológico mata larvas do Aedes aegypti

 

O combate ao temido Aedes aegypti ganhou mais um aliado. DengueTech é o mais eficaz inseticida biológico contra o mosquito da Dengue, Zika e Chikungunya. Desenvolvido em parceria com a Fiocruz e 100% nacional, é feito a partir da bactéria BTI (Bacillus thurigiensis var. israelensis), pode ser usado em estratégias públicas e também em empresarial e casas. É 100% eficaz no combate às larvas do mosquito Aedes aegypti e seu efeito dura pelo menos 60 dias. Por ser o único bioinseticida do mercado em forma de minitablete, é fácil de aplicar e dispensa o uso de equipamentos de proteção.

Como funciona?

Logo que o tablete de DengueTech é colocado na água, começa a se dissolver e são liberados micro-organismos e proteínas que parasitam e matam as larvas dos mosquitos transmissores em até 24 horas. Seu efeito continua por pelo menos 60 dias, garantindo ainda mais proteção.

Pode ser usado em pratos de plantas e flores, bandejas de ar condicionado, ralos e vasos sanitários com pouco uso, calhas com água parada, fontes ornamentais, poças, espelhos d’água, obras civis em andamento com drenagem inacabada e em outros locais onde a água se acumula. A dose recomendada é de um mini tablete para até 50 litros de água.

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DengueTech é um produto 100% nacional eficaz, sustentável, prático e seguro para combater o Aedes aegypti. O potinho com 10 unidades pode ser encontrado nas lojas Alergoshop ou pelo site pelo valor sugerido de R$47,00.

Informações: Alergoshop SAC sac@alergoshop.com.br ou pelo 0800 122276, das 9h às 18h.

Médicos invadem Praia do Gonzaga para orientar mulheres sobre contracepção, DST e Zika

SOGESP e APM promovem atividade educativa e ações junto à comunidade sobre diversos temas de saúde feminina em 28 e 29 de janeiro, das 9h às 14h

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), em parceria com a Associação Paulista de Medicina (APM), promove um mutirão para orientar as mulheres sobre importantes temas de saúde feminina, na praia do Gonzaga, Santos, nos dias 28 e 29 de janeiro, das 9 às 14 horas.

Médicos especialistas e estudantes esclarecerão as dúvidas de participantes. Também haverá distribuição de camisinhas, folders explicativos, panfletos, brindes, água, suco, além de sorteio de livros, música ao vivo e zumba.

Batizada de Verão Mulher SOGESP, a ação receberá o público na tradicional barraca da APM, localizada próxima ao Canal 3. Haverá, de maneira gratuita e acessível a todos os banhistas, palestras curtas, com duração de dez a quinze minutos, que abordarão relação de zika, dengue e gravidez; higiene genital feminina; sífilis adquirida e congênita; gravidez não planejada; e mortalidade materna e infantil.

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia tem preocupação permanente com a saúde da mulher brasileira. É fundamental para nós a aproximação com a comunidade, a fim de tornarmo-nos ponto de referência para quem busca informação de qualidade.

Atividades como essa são idealizadas exclusivamente em prol do cidadão, daí a importância dessa união da APM com a SOGESP, pois transmitiremos conhecimento de excelência à saúde da mulher, em particular para a prevenção de doenças e cuidados pré-natal.

DST

O número de infecções sexualmente transmissíveis não para de crescer. Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que no Brasil há, por ano, 937 mil novos casos de sífilis, 1,5 milhão de gonorreia, 1,97 milhão de clamídia, 640 mil de herpes genital e 685 de HPV. Relatório emitido pelo Ministério da Saúde, em 2009, calcula que cerca de 10 milhões de brasileiros já apresentaram sintomas de alguma DST. “As pessoas acreditam que são imunes às doenças sexualmente transmissíveis e praticam sexo desprotegido. A sociedade construiu um preconceito perigoso ao redor das DST, acreditando que só acometem determinadas classes sociais, faixas etárias e orientação sexual. Isso não é verdade: todos podem ser infectados”, alerta Rose Luce Amaral, médica do Hospital da Mulher CAISM, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), responsável por palestra sobre o tema no Verão Mulher SOGESP.

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Sífilis Congênita

Dados da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, divulgados em 2015, afirmam que, em seis anos, a sífilis congênita teve aumento de 135%; já em gestantes, o percentual chegou a 1.407%. Encarada como epidemia pelo Ministério da Saúde, é uma doença silenciosa, capaz de acarretar problemas sérios, como aborto, má formação do feto ou morte no nascituro.
Diante deste cenário preocupante, João Carlos Francez, especialista em Doenças Sexualmente Transmissíveis pela Sociedade Brasileira de DST, abordará a incidência, as formas de transmissão, os sintomas, o tratamento e, principalmente, a prevenção.
“Devido ao expressivo crescimento do número de infectados, é fundamental informar a comunidade a respeito da sífilis, tanto a adquirida quanto a congênita”, reforça.

Mortalidade materna

Levantamento da Secretaria Estadual de Saúde, desta vez conjunto à Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE), aponta que a Baixada Santista apresenta a maior taxa de mortalidade materna e infantil de São Paulo – os índices estão 36,4% acima da média. Este tópico será discutido em apresentação do professor do Centro Universitário Lusíada e diretor da Regional de Santos da SOGESP, Francisco Lázaro Pereira de Souza.
Segundo Souza, “os indicadores apontam as condições de saúde de uma população e o compromisso que a sociedade tem com o direito das mulheres. Estima-se que 90% dos óbitos de mulheres grávidas poderiam ser evitadas com atendimento adequado. A morte materna tem nome e história, não é apenas um número”.

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Contracepção

Jarbas Magalhães, vice-presidente da SOGESP, tratará dos principais métodos de contracepção. “No mundo, a taxa média de gravidez é de 133 a cada dez mil mulheres entre 15 e 44 anos. Destas, 40% não foi planejada. Em países em desenvolvimento, mais de 200 milhões desejam evitar a gestação, mas não fazem uso de contraceptivos”, informa.
Segundo Magalhães, o cenário é agravado pela falta e uso incorreto desses mecanismos. “Por isso, vamos desmitificar as opções de longa duração, como DIU e implante, que reduzem significativamente a ocorrência de gravidez não planejada”.

Zika

A falta de políticas públicas para saúde reprodutiva voltou a preocupar a população geral após a descoberta da relação da infecção por zika com a microcefalia. Estudo da Universidade de Brasília identifica que 50% das mães em potencial preferem evitar engravidar por medo do vírus. Sergio Floriano Toledo, diretor científico da Regional de Santos da SOGESP e professor mestre da Faculdade de Ciências Médicas de Santos, orientará sobre os perigos às gestantes ocasionados pela dengue e zika. “Também abordarei a proliferação de larvas do Aedes aegypti, que podem ficar em latência por até um ano. Repassarei dicas sobre proteção contra os mosquitos, com uso de repelentes e de roupas claras que cubram as pernas e braços – áreas mais suscetíveis às picadas. Não somente, grávidas devem sempre usar camisinha nas relações sexuais com os parceiros, uma vez que
a doença geralmente pode ser assintomática nos homens”, anuncia.

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Higiene íntima

Aliada à prevenção de doenças, a manutenção do microbioma feminino auxilia na preservação da saúde da mulher. Paulo Girado, presidente da SOGESP, apresentará aula referente à higiene íntima, destacando a utilização de produtos adequados, como absorventes, depilação e lingerie. “Manifestações consequentes à higienização incorreta podem ser confundidas com doenças como candidíase. O ideal é adotar uma limpeza que não peca por falta nem excesso e que remove a maior parte do material orgânico acumulado, além da aplicação de produtos que não agridam a pele e a mucosa vulvar”, diz. “Logo, dedicarei meu tempo para esclarecer mitos e verdades presentes no senso comum”.

Verão Mulher SOGESP

O evento Verão Mulher SOGESP faz parte de um amplo projeto da SOGESP para todo estado com atividades mensais, cujo objetivo é aproximar a instituição da população, priorizando assuntos pertinentes à saúde das mulheres.

Programação 28/01

Horário Atividades
09h00 – 10h00 Abertura do evento
Atividades física integrada Profª Camila Geanoni
10h00 – 10h40 Mortalidade materna e infantil – Dr. Francisco Lázaro Pereira de Sousa
10h40 – 11h20 Sífilis Adquirida / Congênita – Dr. João Carlos Francez
11h20 – 12h00 DST – Dra. Rose Luce Gomes do Amaral
12h00 – 12h40 Zika / Dengue e gestação – Dr. Sérgio Floriano de Toledo
13h00 – 14h00 Apresentação da bateria (Estudantes de Medicina do Centro Univers. Lusíada)

Programação 29/01

Horário Atividades
09h00 – 10h00 Abertura do evento
Atividades física integrada Profª Camila Geanoni
10h20 – 10h40 Higiene Genital Feminina – Dr. Paulo Cesar Giraldo
10h20 – 10h40 Gravidez não planejada – Dr. Jarbas Magalhães
10h40 – 11h00 DST – Dra. Rose Luce Gomes do Amaral
11h00 – 12h00 Sorteio de Brindes e Livros
12h00 – 12h20 Zika / Dengue e gestação – Dr. Sérgio Floriano de Toledo
12h20 – 12h40 Sífilis Adquirida / Congênita – Dr. João Carlos Francez
12h40 – 13h00 Mortalidade materna e infantil – Dr. Francisco Lázaro Pereira de Sousa
13h00 – 14h00 Apresentação Dr. Ronaldo/Encerramento

Como se prevenir de doenças causadas por mosquitos

De um lado a população, do outro, mosquitos transmissores de doenças que continuam tirando o sono. Diferente do que aconteceu em 2016, quando houve um surto de casos de zika vírus, este ano a preocupação das autoridades de saúde é com o chikungunya. As duas doenças, assim como a dengue, são transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Além disso, São Paulo e Minas Gerais enfrentam casos de febre amarela silvestre, doença infecciosa, de curta duração e gravidade variável. Neste caso, os vilões são mosquitos do tipo Haemagogus e Sabethes. O Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas que moram ou têm viagens planejadas para áreas silvestres, rurais ou de mata verifiquem se estão vacinadas contra a febre amarela. A vacina passa a fazer efeito após um período de dez dias. Já no caso do Aedes aegypti, o ideal é não descuidar e evitar deixar água parada.

Em ambas as situações, é importante usar diariamente um bom repelente. Existem inúmeras opções disponíveis no mercado, mas, para maior proteção e segurança, os repelentes feitos à base de icaridina são os mais indicados já que oferecem ação prolongada, por até sete horas. Abaixo, Julinha Lazaretti, bióloga com pós-graduação em Imunologia e Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos da Alergoshop, respondeu algumas dúvidas frequentes com relação ao uso do produto. Confira:

Como funciona o repelente? Ele repele devido ao cheiro?
Sim os repelentes agem formando uma “nuvem” de odor repulsivo aos insetos.

Tenho que passar de quanto em quanto tempo?
Como a eficácia depende de muitas variáveis, o ideal é que se use na frequência do menor tempo indicado no rótulo, pois os testes são feitos em ambientes controlados, diferente do que encontramos no dia a dia. Para os repelentes com Icaridina, o ideal é que reaplique a cada sete horas nas temperaturas abaixo de 30ºC e a cada quatro horas nas temperaturas acima de 30ºC.

Existe um horário do dia que preciso dobrar a atenção e não ficar sem repelente?
Cada inseto possui um hábito diferente do outro. O Aedes aegypt, por exemplo, tem o hábito de se alimentar mais ao amanhecer ou ao entardecer, e costuma agir a meia altura, ou seja, nas pernas de um indivíduo em pé.

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Sobre usá-lo por cima da roupa, até que ponto isso é necessário? O mosquito pode picar por cima da roupa?
Existe uma polêmica sobre este assunto. Alguns especialistas afirmam que os mosquitos podem picar por cima da roupa sim, portanto, na dúvida é recomendado o uso do repelente sobre a roupa também, principalmente as que possuem tecidos com tramas mais largas, por onde o inseto possa picar.

Como deve ser usado em relação ao protetor solar, hidratante e maquiagem?
Os repelentes de Icaridina devem sempre ser usados por último, pois sua ação se dá pela vaporização do princípio ativo que forma uma “nuvem” sobre a pele e assim repele os insetos. O ideal é que seja utilizado 15 ou 20 minutos após a aplicação de outro produto (protetor solar, hidratante ou maquiagem).

Como o repelente deve ser aplicado (em quais partes do corpo) e qual a sua durabilidade na pele?
O repelente deve ser aplicado uniformemente nas áreas expostas do corpo. Vale ressaltar que sua ação só é observada muito próxima ao local aplicado, por isso é muito importante que a aplicação seja uniforme. Para evitar a inalação direta do repelente, nas partes altas do corpo como braços, colo, pescoço e rosto, recomenda-se que a aplicação do spray seja feita primeiro na mão e depois espalhada nestas regiões. A repelência em testes variou em torno de sete horas, mas esta eficácia depende da temperatura ambiente já que quanto mais alta menor o tempo de repelência. É recomendado que a gestante, por exemplo, reaplique no máximo 3 vezes ao dia com intervalos de quatro horas. É muito importante utilizar outros métodos de proteção como ficar longe dos focos de mosquito e o uso de roupas compridas. Sempre antes da utilização de qualquer produto a gestante deve consultar seu médico para que ele faça uma avaliação e recomende a melhor dosagem e cuidados.

O uso diário desse tipo de repelente durante toda a gestação pode acarretar em quais problemas para a mãe e para o bebê?
As grávidas devem evitar qualquer tipo de repelente caseiro, pois além de não terem passado por nenhum tipo de teste de segurança como os comercializados podem não ser eficientes, deixando a gravida exposta aos riscos de contaminação pelo zika. Os repelentes de mercado são obrigados a passar por testes de segurança e são avaliados pela Anvisa. Os à base de Icaridina podem ser utilizados em crianças acima de dois anos e, portanto, são os que conseguem oferecer a melhor eficiência com menor risco. Embora este tipo de repelente já seja usado há mais de 20 anos na Europa e venha apresentando excelentes resultados e baixíssimos riscos, não há testes realizados em grávidas, por isso o uso deve ser criterioso e acompanhado pelo obstetra.

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Alergoshop

A Alergoshop, marca especializada em produtos hipoalergênicos e responsáveis, é uma das únicas que disponibiliza repelente a base de icaridina no mercado. O repelente da Alergoshop possui 20% de concentração de icaridina e repele 100% dos mosquitos da dengue nas primeiras 7h de exposição, de acordo com testes realizados em laboratórios especializados. O produto é livre de DEET e parabenos, substâncias usadas nos repelente comuns e que devem ser evitadas por grávidas e crianças. O Repelente Hipoalergênico Alergoshop afasta carrapatos e insetos, incluindo o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya e deve ser reaplicado ao longo do dia.

O Repelente Hipoalergênico pode ser encontrado nas lojas Alergoshop ou pelo site, no valor de R$ 59,90 (120ml).

Luminária elimina mosquitos por meio de lâmpada LED

Ideal para o quarto das crianças, a luminária combate pernilongos, Aedes aegypti, Zika Vírus e outros insetos voadores

Chega o calor e a história se repete. A temporada mais quente do ano atrai insetos indesejáveis seja pela temperatura, suor ou pela umidade. Para combatê-los de forma prática e sem o uso de venenos, nocivos à saúde das crianças, a Multicoisas, rede especializada em soluções para o dia a dia, apresenta a Luminária Pega Mosquito em formato de sapinho.

A função do produto é simples. Os mosquitos são atraídos pela luz do aparelho, capturados e eliminados por reação fotocatalítica, ou seja, o calor da lâmpada de LED causa a desidratação e eliminação dos insetos voadores. Além disso, devido ao design diferenciado, a luminária ajuda a decorar ambientes.

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Preço médio: R$ 159,90

Informações: Multicoisas

Repelente promete 10 horas de proteção contra Aedes aegypti

Com tecnologia alemã e fabricação brasileira chega ao mercado novo repelente contra dengue, zika vírus e chikungunya

O repelente tem sido um importante aliado para a população brasileira, principalmente com a epidemia de dengue e o crescente número de casos de microcefalia associada à ocorrência do zika vírus, sem falar nos milhares de casos de chikungunya.

Como a melhor opção de custo benefício, chega ao Brasil o NON Aedes repelente, aprovado e testado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o produto garante total eficácia, com ação comprovada de 10 horas por aplicação.

A diretora comercial da empresa, Gisely Farias, comenta: “Temos o único repelente no mundo em matéria de IR 3535, com 10 horas de proteção”. Ela ainda comenta: “Além das doenças já conhecidas, desenvolvemos um produto totalmente inovador que garante também a proteção contra a nova doença descoberta, o Marvin Recinos /AFP”.

O NON Aedes repelente vem em spray e conta com duas embalagens, uma infantil e outra para família nos formatos de 100 ml e 200 ml. Sua exclusiva formula é à base de IR 3535 (Ethyl Butylacetylaminopropionate) VP/VA Copolymer propilene glycol, álcool e água. O repelente NON AEDES foi dermatologicamente testado e pode ser usado por crianças acima de seis meses, grávidas e lactantes.

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Neste verão

A promessa dos pesquisadores e empresários é que o novo produto, NON Repelente, esteja disponível no mercado ainda neste verão. A expectativa do lançamento rápido é levada por conta do grande desenvolvimento das doenças causadas, sequelas e o pânico que está causando na população, principalmente nas gestantes. Por ser um produto recém-chegado ao mercado, o NON Aedes repelente deve chegar às prateleiras gradativamente, porém pode ser adquirido pela loja virtual.

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A sugestão de preço para venda ao consumidor é de R$ 43,00 para o de 100 ml e de R$ 80,00 para o de 200 ml, que é fabricado no interior de São Paulo e possui tecnologia alemã, existe há mais de 30 anos, é um ativo produzido pela Merck chamado IR 3535 (Ethyl Butylacetylaminopropionate).

A estrutura de IR 3535 , baseia-se na alanina e na beta-alanina . O EPA (Environmental Protection Agency) Classificou o IR 3535 como uma substância bioquímica com base de ela ser funcionalmente idêntica a beta-alanina: Ambas possuem a característica principal de repelir insetos, além de que os grupos finais de IR 3535 não são susceptíveis de contribuir para a toxidade.

Informações: NON Aedes