Arquivo da categoria: Aedes aegypti

Penalty lança roupas com repelente

Com opções adulto e infantil, peças da linha Repellent prometem proteção contra os mosquitos Aedes aegypti

Em busca de uma solução para proteger as pessoas dos mosquitos transmissores da dengue, zika, chikungunya e da febre amarela, a Penalty, especializada em acessórios esportivos, apresenta a linha Repellent.

Testado pelo Instituto de Biologia da Unicamp, o tecido que compõe a coleção possui permetrina, substância usada como repelente de mosquitos. As peças com repelente são resistentes a lavagens e não agridem quem veste.

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Com opções adulto e infantil, as roupas são confeccionadas 100% em poliamida. Além do efeito repelente, as peças possuem proteção UV, e as exclusivas tecnologias Dry On, que oferece rápida absorção e transporte do suor para as camadas externas do tecido, garantindo uma secagem mais rápida da peça, e Nano Fresh, que previne a proliferação de bactérias responsáveis pelo surgimento de odores e permite a evaporação mais rápida do suor.

Para adultos, estão disponíveis camisas feminina e masculina em seis opções de cores e legging feminina na cor marinho. Para infanto-juvenil, as peças são unissex, disponíveis em quatro tamanhos (8, 10, 12 e 14) e em seis cores.

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A linha Repellent já pode ser encontrada nas lojas esportivas de todo o país. O preço sugerido é R$ 99,99 para as peças adulto e R$ 89,99 para as camisas infanto-juvenil.

Informações: Penalty

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Repelente corporal com Icaridina reforça proteção contra o Aedes aegypti

 

A SBP sempre protegeu a família em casa  e agora também vai acompanhar o consumidor em todos os lugares. É com este conceito que SBP entra no mercado de repelentes cosméticos com o lançamento de SBP Advanced Repelente com Icaridina, uma solução avançada e eficaz contra as picadas do mosquito Aedes aegypti e as doenças que ele transmite como zika, dengue e chikungunya.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, OMS, os repelentes à base do princípio ativo Icaridina são eficazes e garantem proteção de longa duração contra o Aedes aegypti.

SBP entra na categoria de repelente corporal como um estímulo adicional em um mercado em franco crescimento, especialmente durante o verão. As vendas no país cresceram 57% em 2016*. Os produtos estão disponíveis para suprir o mercado nacional.

O SBP Advanced Repelente com Icaridina foi aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é dermatologicamente testado e pode ser usado em gestantes1 e crianças a partir dos seis meses de idade.

A linha é composta por três versões (Gel, Spray e Spray Kids):

SBP Advanced (Spray e Gel): repelente corporal de longa duração com Icaridina, princípio ativo recomendado pelo OMS, em sua fórmula. Oferece proteção contra os insetos voadores, inclusive o mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. É à base de água, sem fragrância e testado dermatologicamente. Pode ser utilizado por toda a família, inclusive crianças a partir de 6 meses.

O produto está disponível em três versões:

Spray 100ml

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Spray Kids

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Gel 100ml

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Sobre a Icaridina
A icaridina é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como princípio ativo de repelentes eficaz para repelir o Aedes aegypti, evitando picadas de mosquitos por um longo tempo após a aplicação na pele. A icaridina é liberada para a aplicação na pele de crianças a partir dos seis meses de idade e em gestantes.

Informações: SBP

Pets agora têm bioprotetor contra insetos

Produto protege contra Aedes aegypti e Culex pipiens, transmissores da dirofilariose, a doença do “verme do coração”

Se você anda sofrendo com pernilongos e outros insetos que proliferam no verão, imagine seu pet – que mal sabe como reclamar dos zumbidos das pragas voadoras. Uma empresa de São Paulo está lançando uma solução de alta tecnologia para afastar insetos – inclusive o Aedes aegypti e o pernilongo Culex pipiens, que para os peludos são transmissores da temível dirofilariose – de gatos, cães, hamsters, aves e outros bichinhos.

Trata-se de uma versão especial para pets do Aya Tech Protec, bioprotetor nanotecnológico desenvolvido a partir de compostos naturais e sem contraindicações. Já disponível em aerossol de 150 ml, o mais bacana do produto é que ele é aplicado apenas na casinha, colchão, roupinha ou coleira do pet – e protege por 60 dias ou 20 lavagens do tecido. Com solvente à base de água, o Protec não faz mal nem para os pets nem para humanos – mas espanta e mata os insetos. Se não encontrar o produto na sua petshop predileta, peça na loja online da Aya Tech.

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Eficaz, seguro e sustentável, inseticida biológico mata larvas do Aedes aegypti

 

O combate ao temido Aedes aegypti ganhou mais um aliado. DengueTech é o mais eficaz inseticida biológico contra o mosquito da Dengue, Zika e Chikungunya. Desenvolvido em parceria com a Fiocruz e 100% nacional, é feito a partir da bactéria BTI (Bacillus thurigiensis var. israelensis), pode ser usado em estratégias públicas e também em empresarial e casas. É 100% eficaz no combate às larvas do mosquito Aedes aegypti e seu efeito dura pelo menos 60 dias. Por ser o único bioinseticida do mercado em forma de minitablete, é fácil de aplicar e dispensa o uso de equipamentos de proteção.

Como funciona?

Logo que o tablete de DengueTech é colocado na água, começa a se dissolver e são liberados micro-organismos e proteínas que parasitam e matam as larvas dos mosquitos transmissores em até 24 horas. Seu efeito continua por pelo menos 60 dias, garantindo ainda mais proteção.

Pode ser usado em pratos de plantas e flores, bandejas de ar condicionado, ralos e vasos sanitários com pouco uso, calhas com água parada, fontes ornamentais, poças, espelhos d’água, obras civis em andamento com drenagem inacabada e em outros locais onde a água se acumula. A dose recomendada é de um mini tablete para até 50 litros de água.

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DengueTech é um produto 100% nacional eficaz, sustentável, prático e seguro para combater o Aedes aegypti. O potinho com 10 unidades pode ser encontrado nas lojas Alergoshop ou pelo site pelo valor sugerido de R$47,00.

Informações: Alergoshop SAC sac@alergoshop.com.br ou pelo 0800 122276, das 9h às 18h.

Médicos invadem Praia do Gonzaga para orientar mulheres sobre contracepção, DST e Zika

SOGESP e APM promovem atividade educativa e ações junto à comunidade sobre diversos temas de saúde feminina em 28 e 29 de janeiro, das 9h às 14h

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), em parceria com a Associação Paulista de Medicina (APM), promove um mutirão para orientar as mulheres sobre importantes temas de saúde feminina, na praia do Gonzaga, Santos, nos dias 28 e 29 de janeiro, das 9 às 14 horas.

Médicos especialistas e estudantes esclarecerão as dúvidas de participantes. Também haverá distribuição de camisinhas, folders explicativos, panfletos, brindes, água, suco, além de sorteio de livros, música ao vivo e zumba.

Batizada de Verão Mulher SOGESP, a ação receberá o público na tradicional barraca da APM, localizada próxima ao Canal 3. Haverá, de maneira gratuita e acessível a todos os banhistas, palestras curtas, com duração de dez a quinze minutos, que abordarão relação de zika, dengue e gravidez; higiene genital feminina; sífilis adquirida e congênita; gravidez não planejada; e mortalidade materna e infantil.

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia tem preocupação permanente com a saúde da mulher brasileira. É fundamental para nós a aproximação com a comunidade, a fim de tornarmo-nos ponto de referência para quem busca informação de qualidade.

Atividades como essa são idealizadas exclusivamente em prol do cidadão, daí a importância dessa união da APM com a SOGESP, pois transmitiremos conhecimento de excelência à saúde da mulher, em particular para a prevenção de doenças e cuidados pré-natal.

DST

O número de infecções sexualmente transmissíveis não para de crescer. Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que no Brasil há, por ano, 937 mil novos casos de sífilis, 1,5 milhão de gonorreia, 1,97 milhão de clamídia, 640 mil de herpes genital e 685 de HPV. Relatório emitido pelo Ministério da Saúde, em 2009, calcula que cerca de 10 milhões de brasileiros já apresentaram sintomas de alguma DST. “As pessoas acreditam que são imunes às doenças sexualmente transmissíveis e praticam sexo desprotegido. A sociedade construiu um preconceito perigoso ao redor das DST, acreditando que só acometem determinadas classes sociais, faixas etárias e orientação sexual. Isso não é verdade: todos podem ser infectados”, alerta Rose Luce Amaral, médica do Hospital da Mulher CAISM, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), responsável por palestra sobre o tema no Verão Mulher SOGESP.

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Sífilis Congênita

Dados da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, divulgados em 2015, afirmam que, em seis anos, a sífilis congênita teve aumento de 135%; já em gestantes, o percentual chegou a 1.407%. Encarada como epidemia pelo Ministério da Saúde, é uma doença silenciosa, capaz de acarretar problemas sérios, como aborto, má formação do feto ou morte no nascituro.
Diante deste cenário preocupante, João Carlos Francez, especialista em Doenças Sexualmente Transmissíveis pela Sociedade Brasileira de DST, abordará a incidência, as formas de transmissão, os sintomas, o tratamento e, principalmente, a prevenção.
“Devido ao expressivo crescimento do número de infectados, é fundamental informar a comunidade a respeito da sífilis, tanto a adquirida quanto a congênita”, reforça.

Mortalidade materna

Levantamento da Secretaria Estadual de Saúde, desta vez conjunto à Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE), aponta que a Baixada Santista apresenta a maior taxa de mortalidade materna e infantil de São Paulo – os índices estão 36,4% acima da média. Este tópico será discutido em apresentação do professor do Centro Universitário Lusíada e diretor da Regional de Santos da SOGESP, Francisco Lázaro Pereira de Souza.
Segundo Souza, “os indicadores apontam as condições de saúde de uma população e o compromisso que a sociedade tem com o direito das mulheres. Estima-se que 90% dos óbitos de mulheres grávidas poderiam ser evitadas com atendimento adequado. A morte materna tem nome e história, não é apenas um número”.

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Contracepção

Jarbas Magalhães, vice-presidente da SOGESP, tratará dos principais métodos de contracepção. “No mundo, a taxa média de gravidez é de 133 a cada dez mil mulheres entre 15 e 44 anos. Destas, 40% não foi planejada. Em países em desenvolvimento, mais de 200 milhões desejam evitar a gestação, mas não fazem uso de contraceptivos”, informa.
Segundo Magalhães, o cenário é agravado pela falta e uso incorreto desses mecanismos. “Por isso, vamos desmitificar as opções de longa duração, como DIU e implante, que reduzem significativamente a ocorrência de gravidez não planejada”.

Zika

A falta de políticas públicas para saúde reprodutiva voltou a preocupar a população geral após a descoberta da relação da infecção por zika com a microcefalia. Estudo da Universidade de Brasília identifica que 50% das mães em potencial preferem evitar engravidar por medo do vírus. Sergio Floriano Toledo, diretor científico da Regional de Santos da SOGESP e professor mestre da Faculdade de Ciências Médicas de Santos, orientará sobre os perigos às gestantes ocasionados pela dengue e zika. “Também abordarei a proliferação de larvas do Aedes aegypti, que podem ficar em latência por até um ano. Repassarei dicas sobre proteção contra os mosquitos, com uso de repelentes e de roupas claras que cubram as pernas e braços – áreas mais suscetíveis às picadas. Não somente, grávidas devem sempre usar camisinha nas relações sexuais com os parceiros, uma vez que
a doença geralmente pode ser assintomática nos homens”, anuncia.

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Higiene íntima

Aliada à prevenção de doenças, a manutenção do microbioma feminino auxilia na preservação da saúde da mulher. Paulo Girado, presidente da SOGESP, apresentará aula referente à higiene íntima, destacando a utilização de produtos adequados, como absorventes, depilação e lingerie. “Manifestações consequentes à higienização incorreta podem ser confundidas com doenças como candidíase. O ideal é adotar uma limpeza que não peca por falta nem excesso e que remove a maior parte do material orgânico acumulado, além da aplicação de produtos que não agridam a pele e a mucosa vulvar”, diz. “Logo, dedicarei meu tempo para esclarecer mitos e verdades presentes no senso comum”.

Verão Mulher SOGESP

O evento Verão Mulher SOGESP faz parte de um amplo projeto da SOGESP para todo estado com atividades mensais, cujo objetivo é aproximar a instituição da população, priorizando assuntos pertinentes à saúde das mulheres.

Programação 28/01

Horário Atividades
09h00 – 10h00 Abertura do evento
Atividades física integrada Profª Camila Geanoni
10h00 – 10h40 Mortalidade materna e infantil – Dr. Francisco Lázaro Pereira de Sousa
10h40 – 11h20 Sífilis Adquirida / Congênita – Dr. João Carlos Francez
11h20 – 12h00 DST – Dra. Rose Luce Gomes do Amaral
12h00 – 12h40 Zika / Dengue e gestação – Dr. Sérgio Floriano de Toledo
13h00 – 14h00 Apresentação da bateria (Estudantes de Medicina do Centro Univers. Lusíada)

Programação 29/01

Horário Atividades
09h00 – 10h00 Abertura do evento
Atividades física integrada Profª Camila Geanoni
10h20 – 10h40 Higiene Genital Feminina – Dr. Paulo Cesar Giraldo
10h20 – 10h40 Gravidez não planejada – Dr. Jarbas Magalhães
10h40 – 11h00 DST – Dra. Rose Luce Gomes do Amaral
11h00 – 12h00 Sorteio de Brindes e Livros
12h00 – 12h20 Zika / Dengue e gestação – Dr. Sérgio Floriano de Toledo
12h20 – 12h40 Sífilis Adquirida / Congênita – Dr. João Carlos Francez
12h40 – 13h00 Mortalidade materna e infantil – Dr. Francisco Lázaro Pereira de Sousa
13h00 – 14h00 Apresentação Dr. Ronaldo/Encerramento

Como se prevenir de doenças causadas por mosquitos

De um lado a população, do outro, mosquitos transmissores de doenças que continuam tirando o sono. Diferente do que aconteceu em 2016, quando houve um surto de casos de zika vírus, este ano a preocupação das autoridades de saúde é com o chikungunya. As duas doenças, assim como a dengue, são transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Além disso, São Paulo e Minas Gerais enfrentam casos de febre amarela silvestre, doença infecciosa, de curta duração e gravidade variável. Neste caso, os vilões são mosquitos do tipo Haemagogus e Sabethes. O Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas que moram ou têm viagens planejadas para áreas silvestres, rurais ou de mata verifiquem se estão vacinadas contra a febre amarela. A vacina passa a fazer efeito após um período de dez dias. Já no caso do Aedes aegypti, o ideal é não descuidar e evitar deixar água parada.

Em ambas as situações, é importante usar diariamente um bom repelente. Existem inúmeras opções disponíveis no mercado, mas, para maior proteção e segurança, os repelentes feitos à base de icaridina são os mais indicados já que oferecem ação prolongada, por até sete horas. Abaixo, Julinha Lazaretti, bióloga com pós-graduação em Imunologia e Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos da Alergoshop, respondeu algumas dúvidas frequentes com relação ao uso do produto. Confira:

Como funciona o repelente? Ele repele devido ao cheiro?
Sim os repelentes agem formando uma “nuvem” de odor repulsivo aos insetos.

Tenho que passar de quanto em quanto tempo?
Como a eficácia depende de muitas variáveis, o ideal é que se use na frequência do menor tempo indicado no rótulo, pois os testes são feitos em ambientes controlados, diferente do que encontramos no dia a dia. Para os repelentes com Icaridina, o ideal é que reaplique a cada sete horas nas temperaturas abaixo de 30ºC e a cada quatro horas nas temperaturas acima de 30ºC.

Existe um horário do dia que preciso dobrar a atenção e não ficar sem repelente?
Cada inseto possui um hábito diferente do outro. O Aedes aegypt, por exemplo, tem o hábito de se alimentar mais ao amanhecer ou ao entardecer, e costuma agir a meia altura, ou seja, nas pernas de um indivíduo em pé.

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Sobre usá-lo por cima da roupa, até que ponto isso é necessário? O mosquito pode picar por cima da roupa?
Existe uma polêmica sobre este assunto. Alguns especialistas afirmam que os mosquitos podem picar por cima da roupa sim, portanto, na dúvida é recomendado o uso do repelente sobre a roupa também, principalmente as que possuem tecidos com tramas mais largas, por onde o inseto possa picar.

Como deve ser usado em relação ao protetor solar, hidratante e maquiagem?
Os repelentes de Icaridina devem sempre ser usados por último, pois sua ação se dá pela vaporização do princípio ativo que forma uma “nuvem” sobre a pele e assim repele os insetos. O ideal é que seja utilizado 15 ou 20 minutos após a aplicação de outro produto (protetor solar, hidratante ou maquiagem).

Como o repelente deve ser aplicado (em quais partes do corpo) e qual a sua durabilidade na pele?
O repelente deve ser aplicado uniformemente nas áreas expostas do corpo. Vale ressaltar que sua ação só é observada muito próxima ao local aplicado, por isso é muito importante que a aplicação seja uniforme. Para evitar a inalação direta do repelente, nas partes altas do corpo como braços, colo, pescoço e rosto, recomenda-se que a aplicação do spray seja feita primeiro na mão e depois espalhada nestas regiões. A repelência em testes variou em torno de sete horas, mas esta eficácia depende da temperatura ambiente já que quanto mais alta menor o tempo de repelência. É recomendado que a gestante, por exemplo, reaplique no máximo 3 vezes ao dia com intervalos de quatro horas. É muito importante utilizar outros métodos de proteção como ficar longe dos focos de mosquito e o uso de roupas compridas. Sempre antes da utilização de qualquer produto a gestante deve consultar seu médico para que ele faça uma avaliação e recomende a melhor dosagem e cuidados.

O uso diário desse tipo de repelente durante toda a gestação pode acarretar em quais problemas para a mãe e para o bebê?
As grávidas devem evitar qualquer tipo de repelente caseiro, pois além de não terem passado por nenhum tipo de teste de segurança como os comercializados podem não ser eficientes, deixando a gravida exposta aos riscos de contaminação pelo zika. Os repelentes de mercado são obrigados a passar por testes de segurança e são avaliados pela Anvisa. Os à base de Icaridina podem ser utilizados em crianças acima de dois anos e, portanto, são os que conseguem oferecer a melhor eficiência com menor risco. Embora este tipo de repelente já seja usado há mais de 20 anos na Europa e venha apresentando excelentes resultados e baixíssimos riscos, não há testes realizados em grávidas, por isso o uso deve ser criterioso e acompanhado pelo obstetra.

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Alergoshop

A Alergoshop, marca especializada em produtos hipoalergênicos e responsáveis, é uma das únicas que disponibiliza repelente a base de icaridina no mercado. O repelente da Alergoshop possui 20% de concentração de icaridina e repele 100% dos mosquitos da dengue nas primeiras 7h de exposição, de acordo com testes realizados em laboratórios especializados. O produto é livre de DEET e parabenos, substâncias usadas nos repelente comuns e que devem ser evitadas por grávidas e crianças. O Repelente Hipoalergênico Alergoshop afasta carrapatos e insetos, incluindo o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya e deve ser reaplicado ao longo do dia.

O Repelente Hipoalergênico pode ser encontrado nas lojas Alergoshop ou pelo site, no valor de R$ 59,90 (120ml).

Luminária elimina mosquitos por meio de lâmpada LED

Ideal para o quarto das crianças, a luminária combate pernilongos, Aedes aegypti, Zika Vírus e outros insetos voadores

Chega o calor e a história se repete. A temporada mais quente do ano atrai insetos indesejáveis seja pela temperatura, suor ou pela umidade. Para combatê-los de forma prática e sem o uso de venenos, nocivos à saúde das crianças, a Multicoisas, rede especializada em soluções para o dia a dia, apresenta a Luminária Pega Mosquito em formato de sapinho.

A função do produto é simples. Os mosquitos são atraídos pela luz do aparelho, capturados e eliminados por reação fotocatalítica, ou seja, o calor da lâmpada de LED causa a desidratação e eliminação dos insetos voadores. Além disso, devido ao design diferenciado, a luminária ajuda a decorar ambientes.

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Preço médio: R$ 159,90

Informações: Multicoisas

Repelente promete 10 horas de proteção contra Aedes aegypti

Com tecnologia alemã e fabricação brasileira chega ao mercado novo repelente contra dengue, zika vírus e chikungunya

O repelente tem sido um importante aliado para a população brasileira, principalmente com a epidemia de dengue e o crescente número de casos de microcefalia associada à ocorrência do zika vírus, sem falar nos milhares de casos de chikungunya.

Como a melhor opção de custo benefício, chega ao Brasil o NON Aedes repelente, aprovado e testado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o produto garante total eficácia, com ação comprovada de 10 horas por aplicação.

A diretora comercial da empresa, Gisely Farias, comenta: “Temos o único repelente no mundo em matéria de IR 3535, com 10 horas de proteção”. Ela ainda comenta: “Além das doenças já conhecidas, desenvolvemos um produto totalmente inovador que garante também a proteção contra a nova doença descoberta, o Marvin Recinos /AFP”.

O NON Aedes repelente vem em spray e conta com duas embalagens, uma infantil e outra para família nos formatos de 100 ml e 200 ml. Sua exclusiva formula é à base de IR 3535 (Ethyl Butylacetylaminopropionate) VP/VA Copolymer propilene glycol, álcool e água. O repelente NON AEDES foi dermatologicamente testado e pode ser usado por crianças acima de seis meses, grávidas e lactantes.

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Neste verão

A promessa dos pesquisadores e empresários é que o novo produto, NON Repelente, esteja disponível no mercado ainda neste verão. A expectativa do lançamento rápido é levada por conta do grande desenvolvimento das doenças causadas, sequelas e o pânico que está causando na população, principalmente nas gestantes. Por ser um produto recém-chegado ao mercado, o NON Aedes repelente deve chegar às prateleiras gradativamente, porém pode ser adquirido pela loja virtual.

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A sugestão de preço para venda ao consumidor é de R$ 43,00 para o de 100 ml e de R$ 80,00 para o de 200 ml, que é fabricado no interior de São Paulo e possui tecnologia alemã, existe há mais de 30 anos, é um ativo produzido pela Merck chamado IR 3535 (Ethyl Butylacetylaminopropionate).

A estrutura de IR 3535 , baseia-se na alanina e na beta-alanina . O EPA (Environmental Protection Agency) Classificou o IR 3535 como uma substância bioquímica com base de ela ser funcionalmente idêntica a beta-alanina: Ambas possuem a característica principal de repelir insetos, além de que os grupos finais de IR 3535 não são susceptíveis de contribuir para a toxidade.

Informações: NON Aedes

Veja alguns cuidados para combater o mosquito da dengue

A proliferação da doença aumenta consideravelmente no verão

A dengue é um dos maiores problemas da saúde pública no país. A doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypt, matando milhares de pessoas por ano. Aqui no Brasil, o verão é a época do ano em que os casos da doença aumentam e é preciso estar alerta e combater o mosquito. O Aedes aegypt se reproduz em poças de água parada: ele coloca seus ovos e, após algumas semanas, as larvas começam a aparecer. Nos meses mais quentes, em que as chuvas são abundantes, os cuidados devem ser redobrados.

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) quatro bilhões de pessoas vivem em áreas com risco de infecção pela doença. Anualmente, 3,2 milhões de casos são registrados no mundo, sendo que 500 mil são considerados graves, e 21 mil resultam em morte. A dengue afeta mais de 120 países e é considerada uma doença negligenciada pelo órgão.

Como explicado, a dengue é uma doença viral, transmitida pela picada do mosquito com os mais variados sintomas e prognóstico incerto. Depois que a pessoa é infectada pela doença, ela demora de quatro a dez dias para apresentar sintomas, que geralmente são parecidos com uma gripe. “Apesar de já termos criado uma consciência maior sobre a doença, tem muito a ser feito. É importante que a população esteja atenta, no verão os casos da doença tendem a aumentar e muito”, comenta Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway.

Para o especialista, o que muitas vezes dificulta o tratamento adequado da doença são os sintomas semelhantes com os da gripe. “Como os sintomas iniciais são parecidos com os de uma gripe ou resfriado, a maioria da população demora a procurar atendimento, isso pode ter graves consequências e levar a morte. Aos primeiros sinais de suspeita de dengue o paciente deve procurar imediatamente um médico”, explica.

Os principais sintomas da doença são a febre elevada, fortes dores de cabeça e nos olhos, além de dores musculares e nas articulações. A doença possui três fases: febril, crítica e de recuperação. A fase mais delicada é a critica, já que com ela podem surgir manifestações clínicas da complicação da doença chamada dengue grave, que aparecem por cauda do aumento da permeabilidade vascular e da perda de plasma, o que pode levar ao choque irreversível e à morte.

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O médico explica que se o paciente sentir sintomas como dor abdominal intensa e contínua; vômitos persistentes; hipotensão postural e/ou tonturas e desmaios; hepatomegalia dolorosa; sangramento na gengiva e no nariz ou hemorragias; sonolência; hipotermia; e desconforto respiratório. Deve procurar imediatamente um hospital. “A dengue tem cura, tratada a tempo e adequadamente. Mas que já teve a doença deve ficar atento, já que em caso de um novo contágio os sintomas são mais intensos e o risco de desenvolver a dengue grave é mais alto”, finaliza.

Confira algumas dicas para adotar em casa e evitar a dengue:

– Não deixar água parada: todo mundo já está cansado de ler em notícias, assistir nos jornais e ouvir isso em todos os lugares, mas é sempre importante lembrar. A água da chuva se acumula em diversos objetos, como garrafas, pneus, entre outros. Por isso, após a chuva, verifique se não há água acumulada em nenhum desses reservatórios e procure deixá-los sempre de cabeça para baixo;

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– Areia nos vasos de plantas: antes colocar a água nos vasos, preencha-os com areia ou pó de café. Em seguida, pode colocar a água. A quantidade é suficiente para manter as plantas vivas. Assim, você evita que a água fique parada e se torne um depósito para os ovos do mosquito da dengue;

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– Furos nos pneus velhos: se você ainda utiliza o pneu velho para alguma coisa, então faça furos nele. Assim, quando chover, a água irá escorrer e evitar que o mosquito se reproduza. Já se você não usa o pneu, se desfaça dele o quanto antes;

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– Caixa d’água: mantenha-a sempre fechada e limpe com frequência utilizando produtos específicos para esse tipo de reservatório. A mesma regra se aplica a cisternas, poços e caçambas;

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– Calhas: importante dar uma atenção especial às calhas, procurando sempre remover folhas, galhos e outros objetos que impedem que a água escoe. O ideal é fazer a verificação em calhas, ralos e canos pelo menos uma vez por semana;

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– Piscina: outro local muito propício para a proliferação do mosquito da dengue. Se você não está utilizando a piscina, deixe-a coberta com uma lona. A água desse reservatório deve ser tratada com cloro e produtos desinfetantes que impedem que o mosquito deixe seus ovos.

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Foto: Hilary CL/Morguefile

Fonte: Docway

Doenças de verão: conheça as mais comuns e saiba como se prevenir

A estação mais quente e úmida do ano é ideal para a ocorrência de desagradáveis enfermidades como dengue e conjuntivite

Dados do Ministério da Saúde divulgados recentemente revelam que os casos de chikungunya tiveram um crescimento de 850% em 2016. Foram mais de 251 mil ocorrências da doença, que resultaram em 138 óbitos. Em 2015, foram 26 mil ocorrências e somente seis óbitos. No ano de 2017, o crescimento deverá ser ainda maior, segundo projeções internas.

Faltando pouco menos de vinte dias para o início do verão, a estação mais quente e úmida do ano, são necessários maiores cuidados com a saúde, uma vez que as temperaturas elevadas proporcionam condições ideais para a ocorrência destas desagradáveis doenças virais como dengue, chikungunya, zika e até mesmo conjuntivite. Além destas, é preciso se atentar também a problemas como desidratação, insolação, micoses e intoxicação alimentar.

José Ribamar Branco, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que a alta incidência solar, falta de higiene e de saneamento são os principais responsáveis pelo crescimento de casos das chamadas doenças de verão. “O calor e a umidade facilitam a proliferação dos vírus e bactérias responsáveis por essas enfermidades. Com isso em vista, tanto a higiene pessoal quanto alimentar merecem atenção redobrada nesta época do ano.”

Saiba um pouco mais de algumas destas doenças e seus possíveis tratamentos:

Insolação: Ocorre mediante exposição prolongada a ambientes quentes e secos, envolvendo geralmente contato direto com a luz solar. O distúrbio provoca um mal-estar generalizado, febre alta, pele avermelhada e seca, pulsação acelerada, falta de ar, enjoos, tonturas e possíveis desmaios. Para evitar esses males, tome cerca de três litros de água por dia e aplique protetor solar antes de se expor ao sol, repassando, se possível, a cada duas horas, sempre com a pele seca.

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Desidratação: É quando o corpo perde, de forma excessiva, líquidos e sais minerais (mais de 2,5 litros de água por dia) por meio da saliva, suor, urina e fezes. Isso pode acontecer por meio de transpiração excessiva, diarreia ou vômitos. Quando desidratada, a pessoa sente uma sede intensa, fica com os olhos, mucosas e boca secas, passa longos períodos sem urinar e aumenta a irritabilidade. “Para evitar o problema, é importante consumir líquidos frescos, alimentos leves, vestir-se com roupas leves e ficar, preferencialmente, em ambientes com sombra e arejados”, explica o infectologista.

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Micoses: São infecções dermatológicas causadas pela proliferação de fungos em algumas partes do corpo. “As partes afetadas são geralmente as mais quentes e úmidas, uma vez que oferecem as condições ideais para a reprodução dos fungos. O verão favorece este processo, pois a temperatura corporal tende a aumentar e expõe-se mais a ambientes molhados”, comenta. As regiões comprometidas pelas micoses apresentam coceira constante, irritação, vermelhidão e ressecamento. Uma forma de evita-las é manter todas as dobras do corpo higienizadas e secas, não compartilhar toalhas e calçados com terceiros, não vestir sapatos fechados em dias muito quentes e não andar descalço em ambientes públicos.

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Dengue, chikungunya e zica: O Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão dos três vírus, se reproduz preferencialmente em ambientes quentes e úmidos, característicos do verão. “É preciso estar duas vezes mais atento a febres, manchas e dores no corpo, que podem ser sintomas de dengue, zika e chikungunya”, explica o médico. De forma a ficar longe deste risco, é importante acabar com todo foco de reprodução do mosquito. Além disso, o uso de repelentes contra insetos pode evitar picadas que possam transmitir o vírus.

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Intoxicação alimentar: As infecções gastrointestinais podem ter origem bacteriana ou viral e normalmente são originadas por conta da ingestão de comidas mal conservadas ou mal higienizadas. O médico explica que essas intoxicações costumam provocar náuseas, diarreias e vômitos. “Uma dica para se prevenir é consumir vegetais, carnes e peixes crus somente em locais confiáveis.”

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Conjuntivite: É a inflamação da conjuntiva – membrana que reveste o globo ocular. A doença pode ter como origem agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus. Durante o verão, a mais comum é a bacteriana, uma vez que as bactérias causadoras se propagam na água. “Os sintomas clássicos da conjuntivite são a vermelhidão, inchaço, ardência e a presença de secreção. Em dias muito quentes, tende a piorar. É muito importante não compartilhar com ninguém, enquanto estiver contaminado, objetos de higiene pessoal. Não é recomendável coçar os olhos. Lavar as mãos e o rosto com frequência também é essencial.”

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Conjuntivite – Fonte: WebMd

Branco lembra, ainda, que, caso sintomas destas ou de outras enfermidades apareçam e se intensifiquem, é necessário buscar cuidados médicos, sempre evitando a automedicação. As três unidades da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo possuem Pronto Socorro para adultos estruturados e equipados para atender, 24 horas por dia, casos de urgência e emergência nas diversas áreas médicas, como clínica geral, cirurgia geral e ortopedia.

“O atendimento é realizado de acordo com protocolos médicos e assistenciais gerenciados e as unidades seguem o modelo de classificação de risco de urgência e emergência, o que possibilita tratar com agilidade e rapidez os casos em que o tempo é um fator determinante na conduta a ser adotada”, conta o infectologista. Além disso, as unidades mantêm plantão permanente da equipe de Neurologia no PS, o que permite realizar com rapidez os atendimentos de emergências neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC) e traumatismos cranianos.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo