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Risco do ‘verme do coração’ em pets aumenta no verão

Veterinária da Petz orienta como prevenir a dirofilariose, doença transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, que provoca insuficiência cardíaca nos bichinhos de estimação e tem maior incidência nesta época do ano

Com o aumento dos mosquitos no verão, cresce o risco de transmissão de doenças. No caso dos pets, o mesmo mosquito que propaga a dengue entre os humanos pode transmitir a dirofilariose, conhecida como a doença do “verme do coração”. O parasita transmitido pela picada do mosquito se aloja no coração de cães e gatos, provocando lesões e até insuficiência cardíaca. A incidência é maior em regiões litorâneas, mas também há casos na capital paulista.

“Por isso, prevenir é fundamental, além do check-up antes e depois das viagens, para obter informações com os veterinários sobre a melhor forma de proteger e tratar dos pets”, afirma a veterinária e gerente de clínicas da Petz, Karina Mussolino. Ela explica que a prevenção deve ser feita com aplicação mensal de vermífugos ou com uma dose anual da vacina contra o parasita Dirofilaria immitis. Apesar de a doença afetar também os gatos, a vacina por enquanto só é indicada para cães a partir de nove meses de idade

O que é a doença

Além do Aedes aegypti, a doença pode ser transmitida pela picada dos mosquitos Culex e Anopheles infectados. Apatia, tosse, falta de ar, perda de peso, cansaço e dificuldade para se exercitar são alguns dos sinais da enfermidade, que vem se espalhando de forma silenciosa. “Pode ser detectada com um simples teste de sangue e, caso seja diagnosticada cedo, as chances de recuperação são maiores”, orienta Karina.

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Pixabay

Como tratar

Quando instalada, a dirofilariose reduz expectativa de vida, pode deixar sequelas graves e até matar por insuficiência cardíaca súbita. O tratamento é voltado para acabar com as microfilárias (vermes jovens), evitando que novos parasitas cheguem à fase adulta e, com isso, se reproduzam e ocupem mais espaço no coração e nos vasos sanguíneos no pet. O tipo de medicamento, o período e a dosagem devem ser determinados pelo veterinário, pois podem variar pelo número de vermes, a duração da infecção e a resposta do organismo do pet.

Fonte: Petz

 

 

 

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Fácil de carregar, biorrepelente protege contra dengue, zika e febre amarela

A startup de alta tecnologia Aya Tech acaba de lançar a versão miniaerossol do biorrepelente Protec, solução inovadora em nível mundial desenvolvida com nanotecnologia pela pesquisadora brasileira Fernanda Checchinato para proteção contra o mosquito da dengue e transmissores do zica e chikungunya.

Diferente de outros protetores do mercado, cuja aplicação é na pele, o míni Protec é aplicado diretamente em roupas de adultos, crianças, bebês e pets, tecidos de cama e banho, tapetes, livros e cortinas – e protege por até 60 dias ou 20 lavagens contra o Aedes aegypti, baratas, percevejos, pulgas e outros mosquitos e insetos causadores de doenças.

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Inodoro, com toxicidade zero e longo período de proteção, o Protec é inovador não apenas na aplicação. Ele é feito a partir de compostos naturais extraídos da flor crisântemo e o solvente é à base de água, isto é, não agride seres humanos e o meio ambiente. A nova versão é fácil de carregar e cabe na bolsa, no bolso, no porta-luvas do carro, na mala do bebê, na mochila. É proteção sempre à mão – e em qualquer lugar.

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O míni Protec tem 50 ml e pode ser encontrado no e-commerce da Aya-Tech. A entrega é em nível nacional e há versões maiores para atacadistas e empresas.

 

 

Às vésperas do verão, especialistas tiram dúvidas sobre dengue, zika e chikungunya

Com a chegada do período de calor e de chuvas, aumenta a preocupação com o Aedes aegypti e especialistas alertam para as consequências alarmantes do alto número de criadouros do mosquito para a saúde da população, devido à intensificação das ocorrências da dengue, zika e chikungunya.

O último boletim da Secretaria Estadual de Saúde, do dia 4 deste mês, informa que Minas Gerais registrou 28.032 casos prováveis de dengue este ano, cerca de 17 mil casos prováveis de chikungunya e mais de 730 de zika vírus. Em Belo Horizonte, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (01/12), foram confirmados 867 casos de dengue e há 915 casos notificados pendentes de resultados. Foram mais de 75 casos de chikungunya e quase 20 confirmados de zika na capital.

Em Minas, em 2017, foram confirmados 14 óbitos por dengue, e outros 13 estão em investigação. Já a chikungunya teve 12 óbitos confirmados no Estado, e ainda tem outros 8 em investigação. “Apesar da gravidade da dengue, devido ao risco de hemorragia, as outras doenças também podem levar a problemas crônicos severos. No caso da zika, por exemplo, existe a preocupação com as grávidas devido à microcefalia, e a chikungunya pode resultar em dores articulares debilitantes, que exigem cuidados multidisciplinares e podem durar meses”, explica o infectologista da Unimed-BH, Estevão Urbano Silva.

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Esclarecendo dúvidas

As três doenças são transmitidas pelo Aedes Aegypti e têm sintomas similares. “No caso da dengue, há febre alta, acompanhada de dores de cabeça e no corpo. Assim como a Dengue, as pessoas com chikungunya possuem dores nas articulações, porém, mais intensas e geralmente em pulsos e tornozelos. Já as pessoas infectadas pelo vírus zika têm febre baixa, dores leves nas articulações e manchas vermelhas na pele. Não há tratamento específico para nenhuma das três enfermidades, sendo possível apenas aliviar os sintomas e monitorar possíveis complicações. Repouso e atenção à hidratação são também indicados, além de não tomar medicamentos por conta própria, como anti-inflamatórios e aspirina”, explica o infectologista da Unimed-BH, Adelino Melo Freire Jr.

Paralelamente às medidas preventivas, outras ações como o uso de repelentes, telas nas janelas e vacinação também são recursos disponíveis. Para Estevão Urbano Silva, a mobilização para o combate ao Aedes Aegypti precisa ser de todos, antes do verão, e não há como prever qual tipo será mais intenso.

“A dengue, por exemplo, possui quatro tipos de vírus e todos têm o mesmo grau de agressividade. A nossa capacidade imunológica adquirida para um tipo pode desacelerar o surto dele, mas a população fica susceptível aos outros. A prevenção é a melhor forma de lidar com as doenças. Evitar o acúmulo de água e reduzir a procriação do mosquito são fundamentais”, reforça o infectologista.

Fonte: Unimed-BH

Saúde e conservação: ameaças aos macacos também põem humanos em risco

Desmatamento e mudança climática estão entre os fatores que põem em risco mais da metade das espécies de primatas do mundo

Existem cerca de 500 espécies de primatas no planeta Terra e 60% delas correm risco de extinção. No Brasil, país com o maior número de espécies conhecidas, 35 das 139 são consideradas ameaçadas, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No entanto, as principais ameaças aos macacos também são grandes riscos para a humanidade, e a maior parte é gerada justamente pelo homem.

Um exemplo é o novo ciclo de febre amarela que preocupa o Estado de São Paulo. A morte de aproximadamente 300 macacos até o início de novembro provocou o fechamento de parques como o Horto Florestal e o Parque Ecológico do Tietê, entre outros. De acordo com o especialista em primatas e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN), Sérgio Lucena Mendes, o desenvolvimento da doença se torna mais propício pela redução das áreas silvestres e consequente avanço das cidades. Quando adicionamos outros fatores, como mudança climática, por exemplo, a equação se torna ainda mais complicada.

“É preciso ver o surto com um olhar ecológico, além da preocupação com a saúde humana. Para controlar a febre amarela é preciso, necessariamente, preservar os habitats naturais e suas espécies nativas. Desflorestar e matar macacos não impede a circulação do vírus da doença e pode até piorar a situação”, analisa Mendes.

O especialista explica a relação entre a sobrevivência de humanos, dos primatas e o desmatamento: “Enquanto os macacos precisam da floresta para sobreviver e são afetados diretamente pelo desmatamento, nós humanos gostamos de acreditar que não sentimos os impactos tão rapidamente e invadimos o habitat deles para plantar ou para realizar obras. O que não percebemos é que os serviços ambientais prestados pelas florestas são essenciais para nós. Qualidade do ar, abastecimento e qualidade da água, manutenção da temperatura e do clima, entre outros, são vitais para a humanidade”.

Um estudo publicado em janeiro, na Revista Science Advances divulgou que, além das espécies ameaçadas, outras também devem desaparecer nos próximos 25 anos, a não ser que a conservação se torne uma prioridade. A expansão da humanidade pode ser citada como a principal causa para a redução que está sendo observada. A perda de habitat, causada pelo desmatamento, é uma das razões mais impactantes, explica o biólogo Fabiano Melo, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN).

“A redução de habitat é a principal causa de ameaça aos primatas há décadas, com a caça sendo um impacto decisivo nesses ambientes fragmentados”. O desmatamento que acontece em todo o país é consequência de grandes obras de infraestrutura, da ampliação do agronegócio e do crescimento humano desordenado, entre outras questões”, alerta o biólogo.

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Muriqui-do-norte está entre as espécies mais ameaçadas – Foto: Central Press

Planeta dos macacos em risco

A redução da população de primatas no Brasil e no mundo é um alerta importante por diversos aspectos. Além do desmatamento, uma ameaça mais visível, há também outros fatores relevantes, como o grau de conservação das florestas e questões de saúde tanto dos animais como da comunidade.

A bióloga Cecília Kierulff explica que a diversidade de animais também é importante para a manutenção da qualidade de vida das pessoas. “Além da preocupação com o desmatamento, também temos que garantir a presença de diferentes animais nessas áreas. Não basta ter uma floresta vazia, é preciso ter toda uma rede de animais que exercem diferentes funções na natureza, desde insetos polinizadores até animais como onças e gaviões que estão no topo da cadeia”, conta ela, que também faz parte da RECN.

A febre amarela é outro exemplo de como a degradação das florestas pode prejudicar o bem-estar da comunidade e colocar em risco as populações de primatas. No início do ano, milhares de mortes, tanto de humanos e muito mais de primatas, aconteceram devido à contaminação provocada por mosquitos dos gêneros Sabethes e Haemagogus, que vivem especificamente em ambientes florestais. A proximidade cada vez maior das áreas urbanas às florestas facilita a disseminação da doença, que é letal para os primatas e dizimou espécies nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte.

“A saúde humana está intimamente relacionada à saúde do meio ambiente. O controle da febre amarela inclui, necessariamente, a preservação dos habitats naturais e suas espécies nativas”, alerta Mendes, que também ressalta: “com a volta das temperaturas altas, a doença pode voltar a ter as mesmas consequências que vimos no início do ano. Alguns casos de morte de macacos em São Paulo já nos apontam nessa direção”.

Com a falta de vacinação, uma tragédia muito maior pode ocorrer, uma vez que o mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e da zika, conhecido como Aedes aegypti, também pode ser o vetor da febre amarela nas áreas urbanas, potencializando os riscos. Felizmente, isso não ocorre no Brasil desde 1942.

Conservação da saúde e do meio ambiente

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Vítimas fáceis da febre amarela, população de primatas está sendo reduzida pela doença – Foto: Theo Anderson

Como a conservação dos primatas e a preservação do habitat onde vivem são fatores intimamente ligados, pesquisadores de diferentes áreas do Brasil atuam em projetos que atuam em ambas as frentes.

Cecília, por exemplo, comemora a ampliação da Reserva Biológica União, criada em 1998 na região de Rio das Ostras, no estado do Rio de Janeiro. O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) estava extinto no local, mas, em 1994, Cecília remanejou 42 micos-leões-dourados para a área por meio de um projeto apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Hoje há mais de 300 micos-leões na Reserva. Além do benefício para o meio ambiente, que ganhou mais uma área de proteção ambiental, que beneficia todas as espécies que ali existem, os micos puderam passar de “Criticamente em Perigo”, de acordo com a classificação da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, a chamada Lista Vermelha, para “Em Perigo”. Apesar de continuar ameaçado, a situação de conservação do mico-leão-dourado melhorou.

Na região Sudeste, o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), uma das espécies de primatas mais ameaçadas do mundo, está sendo beneficiado por dois projetos apoiados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Um no Espírito Santo, que prevê a elaboração de um plano de manejo e maior conhecimento da população de muriquis na região serrana do estado, além de ações de conscientização e engajamento da comunidade. Em Minas Gerais, a conservação do muriqui-do-norte ganhou apoio tecnológico inédito, com o desenvolvimento de um drone com câmera ultra HD e termal para monitoramento da espécie.

O mesmo acontece com o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides). Uma pequena população da espécie, que era considerado extinto no Paraná há décadas, foi encontrada em fragmentos florestais, em 2002, em uma região com baixa densidade populacional. Esse fato ressaltou a importância da conservação dessas áreas em que a espécie ainda sobrevive.

Carlos Hugo Rocha, engenheiro agrônomo, professor da UEPG e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, conduz o projeto para caracterização socioeconômica da região, no Vale do Ribeira, no Paraná. O objetivo é apoiar estudos para a criação de uma área protegida associada à definição de políticas públicas para a conservação do muriqui-do-sul, que é considerado “em Perigo”, pelo ICMBio.

Sobre a Rede de Especialistas de Conservação da Natureza

Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

As sete dúvidas mais frequentes sobre a febre amarela

A vacinação continua sendo a melhor prevenção contra a doença, mas é necessário atenção para os sintomas que se assemelham a uma gripe comum

A febre amarela está gerando preocupação para os paulistanos desde que foi confirmada a morte de macacos contaminados pela doença no parque Horto Florestal, na zona norte da cidade. Menos de dois meses atrás o Ministério da Saúde havia anunciado o fim do surto da doença no Brasil (até então nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia), que agora atinge a cidade de São Paulo.

Mais de 400 mil pessoas já foram vacinadas na zona norte da cidade, mas o receio da doença atinge a todos os moradores de São Paulo. Marcus Vinicius Gimenes, médico e CEO do Consulta do Bem, e Carlos Ballarati, especializado em patologia clínica e sócio-fundador do Consulta do Bem, explicam tudo o que é necessário saber sobre a doença, desvendando alguns mitos e compartilhando dicas sobre prevenção.

1) Existe mais de uma febre amarela?
Sim, existe a febre amarela silvestre e a febre amarela urbana, sendo que a única diferença entre as duas são os mosquitos transmissores da doença. O vírus continua sendo o mesmo, por isso ambas apresentam os mesmos sintomas e a mesma evolução da doença. A febre amarela silvestre é transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, que estão presentes nas matas e na beira dos rios. Já a febre amarela urbana é transmitida pelo famoso mosquito, o Aedes aegypti, que é também responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya. Mas vale esclarecer que esse tipo da doença não existe no Brasil desde 1942.

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2) Macacos infectados com febre amarela transmitem a doença aos humanos?
A doença é transmitida apenas pela picada do mosquito que carrega o vírus, por isso não há necessidade de exterminar os macacos doentes, que também são vítimas. Para os paulistanos, a confirmação da febre amarela nos macacos do parque funcionou como um alerta para antecipar a prevenção da doença antes que chegasse à cidade.

3) Pessoas doentes podem transmitir o vírus da febre amarela?
Não. A única forma de transmitir a doença é pela picada do mosquito que carrega o vírus.

4) Todos os paulistanos devem tomar a vacina da febre amarela?
Como os mosquitos Haemagogus e Sabethes, responsáveis pela transmissão da febre amarela silvestre, só conseguem voar por até 500 metros de distância, não é possível eles chegarem muito longe. É por isso que só quem mora na zona norte de São Paulo e nas proximidades deve, obrigatoriamente, receber a vacina, caso um destes mosquitos contaminados saia da área do parque.

5) Como prevenir a febre amarela?
A melhor opção preventiva contra a doença continua sendo a vacina, que é indicada para bebês com mais de 9 meses e adultos de até 60 anos. O mais recomendado às crianças é tomar a primeira dose da vacina aos 9 meses e um reforço aos 4 anos de idade. Já no caso de adultos, é necessário tomar duas doses com um intervalo de 10 anos. As duas doses são suficientes para imunizar o organismo. Já os bebês com menos de 9 meses, as gestantes, as lactantes, as pessoas com mais de 60 anos e aqueles que possuem HIV ou doenças autoimunes devem receber indicação médica para a vacina. Vale ressaltar que os especialistas indicam um prazo de 10 dias até a vacina ter efeito.
Outras formas de prevenção são o uso de repelentes e também evitar deixar em casa lixo ou recipientes que possam acumular água. Mas é importante dizer que quem já teve a doença, fica imune para o resto da vida. “A prevenção é sempre o melhor caminho. No caso da febre amarela, a vacinação das pessoas que moram nas proximidades da zona norte de São Paulo cria um ‘cinturão’ de proteção contra o avanço da doença na cidade”, explica Gimenes.

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Foto: Portal Brasil

6) Como ter certeza do diagnóstico?
Como os sintomas da febre amarela se assemelham muito com uma gripe comum – febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, vômitos e, às vezes, diarreia – é necessário estar atento e procurar um médico logo no primeiro sinal de mal-estar, principalmente os moradores da região próxima ao Horto Florestal. Geralmente, depois de 24h até 48h, as pessoas podem começar a melhorar naturalmente ou a doença pode evoluir para formas mais graves, afetando os rins e o fígado. É apenas nessa fase que o sintoma mais conhecido da doença, a icterícia (também conhecida pelo “amarelão” dos olhos), aparece.

7) Como funciona o tratamento da doença?
O tratamento para a febre amarela é sintomático, ou seja, ele ajuda a aliviar os sintomas da doença. Porém a principal preocupação é sempre manter a pessoa hidratada para que os rins e o fígado não entrem em falência.

Fonte: Consulta do Bem

 

 

Chega ao Brasil a Led Protect, lâmpada mata mosquito

O laboratório Bioworld, reconhecido por produzir uma linha antimosquitos, eficiente, como as mosqueteiras Sectotent sucesso em vendas no Brasil e Europa, inova ao expandir a sua linha e trazer para o mercado a lâmpada mata mosquito. Com tecnologia única e patenteada, A Led Protect possui iluminação UV, LED 9W – o que faz substituir as lâmpadas normais – e traz consigo a luz azul emitida por LED – essa luz atrai o mosquito para a rede de choques elétricos. Econômica e com duração de dez anos, a sua atividade é comprovada em teste nos USA, possui selo do Inmetro e outros certificados internacionais.

Por que optar por ter uma Lâmpada mata mosquito em casa?

Por conta da epidemia de dengue, zika, chikungunya, febre amarela as pessoas têm buscado cada vez mais alternativas eficazes para driblar este problema. O mercado por sua vez oferece uma variedade imensa de aparatos anti mosquitos. Os repelentes e inseticidas são os mais usados e, infelizmente, pode não ser uma alternativa tão saudável, visto que a maioria deles possuem DEET.

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O DEET, principal componente dos repelentes não são aconselháveis às crianças abaixo de dois anos de idade, alerta a Anvisa

O DEET é um composto químico que pode ser nocivo a saúde caso não seja usado a quantidade correta. A Academia Americana de Pediatria (AAP), recomenda que os repelentes com DEET não devem ser aplicados em bebês com menos de 2 meses de idade. Já a recomendação feita pela Anvisa é que só seja usado a partir dos 2 anos de idade, com concentração até 10%, não reaplicar mais que 3 vezes ao dia. Para se ter uma ideia no Canadá seu uso é restrito para crianças acima de 12 anos e desaconselhado para grávidas.

Um estudo publicado na revista BioMed Central Biologia, confirma que o DEET tem uma toxicidade para o sistema nervoso de mamíferos. A FDA Food and Drug Administration (órgão do governo dos Estados Unidos) declara que o uso de DEET é seguro “quando usado adequadamente”. O problema é que usar em crianças, várias vezes ao dia, todos os dias, não é considerado “adequado”. É ai que entra soluções como as lâmpadas mata mosquitos, elas prometem deixar o inseto longe. No entanto muitos dos modelos oferecidos no mercado não cumprem com o que prometem.

Os modelos de lâmpadas mata mosquito comercializados atualmente não são assertivos e possuem baixa qualidade e durabilidade. Além disso, o fato de a luz que emana da lâmpada não ser de LED faz com que se propicie um gasto maior de energia. Fora isso não possuem estudo de qualidade. O comprimento de ondas de luz/ frequência é essencial para garantir a atração porque não é qualquer luz que atrai o mosquito. A maioria dessas lâmpadas sequer possuem o selo do Inmetro .

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Ao verificar essa necessidade, já que a ideia de atrair o mosquito e matá-lo é muito positiva para a sociedade que enfrenta um problema tão grande de saúde pública, o laboratório Bioworld, decidiu expandir a sua linha e trazer para o mercado esta lâmpada mata mosquito. Testes foram feitos com o Led Protect que garantem sua eficácia e é o único a ter luz azul emitida por LED.

Preço: Entre R$ 80,00 e R$ 100,00.

Informações: Bioworld/Micrex

Infectologista tira dúvidas sobre febre amarela

O que é; quais os tipos; como prevenir; e quem pode se vacinar estão entre as perguntas respondidas pela especialista

O número de casos confirmados de Febre Amarela disparou no Brasil no início deste ano, sendo considerado o maior surto desde o início dos anos 1980, segundo dados do Ministério da Saúde. Após a confirmação na última sexta-feira (20), de que um macaco encontrado morto no Horto Florestal, na zona norte de São Paulo, estava infectado pela febre amarela, a Secretaria de Estado da Saúde informou que pretende vacinar um milhão de pessoas que moram no entorno do parque.

O Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, está fechado desde quarta-feira e também foi recomendado à população que não utilize os parques lineares Canivete e Córrego do Bispo por tempo indeterminado.

Desde o dia 25, mais 19 Unidades Básicas de Saúde entraram no cronograma da vacinação preventiva contra a febre amarela na zona norte e até o fim da semana chegarão a 33 postos.

O órgão informa ainda que moradores de outras regiões devem evitar buscar a vacina se não forem viajar para áreas infectadas, até pelo risco de efeitos adversos, ainda que raros. “Mesmo que tenham ido ao parque não há motivo para pânico. Devem se imunizar apenas moradores dos bairros vizinhos ao horto já listados pela pasta”, orienta Regia Damous, infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, que responde ainda algumas questões mais comuns sobre o tema:

O que é a febre amarela?
Uma doença infecciosa transmitida pela picada de mosquitos contaminados. Não existe transmissão de pessoa para pessoa.

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Existem quantos tipos de febre amarela?
Dois: silvestre e urbano. O silvestre ocorre em áreas rurais e de mata por meio de um ciclo que envolve macacos e mosquitos, sendo o homem um hospedeiro acidental. Já o urbano, o homem é o único hospedeiro e a transmissão é feita exclusivamente pelo Aedes aegypti (mosquito vetor de outras doenças como dengue, chikungunya e zika vírus).

Quais são os sintomas?
Inicialmente, o paciente tem febre, dor de cabeça e no corpo, cansaço, falta de apetite, náuseas e vômitos. É importante ressaltar que não é necessário acumular todos os sintomas. Já nas formas graves podem ocorrer coloração amarelada na pele, hemorragias e insuficiência renal.

Qual é o ciclo da doença?
O Parque Anhanguera, na zona norte de São Paulo, ficará fechado a partir desta quarta-feira e também foi recomendado à população que não utilize os parques lineares Canivete e Córrego do Bispo por tempo indeterminado. O período de incubação varia em média entre 3 e 6 dias e o vírus fica no corpo humano por no máximo 7 dias. Os sintomas só aparecem de um a dois dias após a incubação.

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Como prevenir?
A vacina é a principal forma de prevenção.

A vacina é segura?
A eficácia chega a 90% e é bastante segura. Pode causar reações adversas, como qualquer medicamento, mas casos graves são raros. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar até 5% dos imunizados.

A vacina dura quanto tempo?
A vacina dura a vida toda. A vacina começa a ser efetiva dez dias após a aplicação.

Quem deve se vacinar?
Crianças a partir de 9 meses e adultos até 59 anos. Pessoas que moram ou vão viajar para regiões rurais ou de mata dentro das áreas de risco apontadas pelo Ministério da Saúde, e as pessoas que moram nos arredores dos parques fechados na cidade de São Paulo.

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

Grávidas podem tomar a vacina?
Não. A vacina é feita com vírus vivo atenuado e é contraindicada tanto na gravidez quanto durante a amamentação. Se a mulher tiver se imunizado após o nascimento do bebê, ela precisa esperar 28 dias para retornar a amamentação, pois o vírus pode ser transmitido pelo leite.

Como as gestantes devem se proteger da febre amarela?
Usando roupas que cubram as áreas expostas, passando repelente na pele e sobre a roupa, além de evitar viajar para as regiões que têm casos da doença.

As crianças devem ser imunizadas quando e quantas vezes?
A vacinação deve ser feita a partir dos 9 meses. A dose única é válida para toda a vida.
Se a criança que não recebeu a vacina para febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar a situação vacinal, a orientação é receber a dose de febre amarela e agendar a proteção com a tríplice viral ou tetra viral para 30 dias depois. Outras vacinas em atraso podem ser administradas juntas coma vacina de febre amarela.

Todo mundo pode receber a vacina contra febre amarela?
A dose não está indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pessoas imunodeprimidas, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (portadores de Lúpus, por exemplo). Em caso de dúvida, é importante consultar o médico. Pessoas acima de 60 anos deverão ser vacinadas somente se residirem ou forem se deslocar para áreas com transmissão ativa da febre amarela e que não tiverem alguma contraindicação para receber a vacina.

Fonte: Hospital e Maternidade São Luiz Itaim

 

Penalty lança roupas com repelente

Com opções adulto e infantil, peças da linha Repellent prometem proteção contra os mosquitos Aedes aegypti

Em busca de uma solução para proteger as pessoas dos mosquitos transmissores da dengue, zika, chikungunya e da febre amarela, a Penalty, especializada em acessórios esportivos, apresenta a linha Repellent.

Testado pelo Instituto de Biologia da Unicamp, o tecido que compõe a coleção possui permetrina, substância usada como repelente de mosquitos. As peças com repelente são resistentes a lavagens e não agridem quem veste.

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Com opções adulto e infantil, as roupas são confeccionadas 100% em poliamida. Além do efeito repelente, as peças possuem proteção UV, e as exclusivas tecnologias Dry On, que oferece rápida absorção e transporte do suor para as camadas externas do tecido, garantindo uma secagem mais rápida da peça, e Nano Fresh, que previne a proliferação de bactérias responsáveis pelo surgimento de odores e permite a evaporação mais rápida do suor.

Para adultos, estão disponíveis camisas feminina e masculina em seis opções de cores e legging feminina na cor marinho. Para infanto-juvenil, as peças são unissex, disponíveis em quatro tamanhos (8, 10, 12 e 14) e em seis cores.

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A linha Repellent já pode ser encontrada nas lojas esportivas de todo o país. O preço sugerido é R$ 99,99 para as peças adulto e R$ 89,99 para as camisas infanto-juvenil.

Informações: Penalty

Repelente corporal com Icaridina reforça proteção contra o Aedes aegypti

 

A SBP sempre protegeu a família em casa  e agora também vai acompanhar o consumidor em todos os lugares. É com este conceito que SBP entra no mercado de repelentes cosméticos com o lançamento de SBP Advanced Repelente com Icaridina, uma solução avançada e eficaz contra as picadas do mosquito Aedes aegypti e as doenças que ele transmite como zika, dengue e chikungunya.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, OMS, os repelentes à base do princípio ativo Icaridina são eficazes e garantem proteção de longa duração contra o Aedes aegypti.

SBP entra na categoria de repelente corporal como um estímulo adicional em um mercado em franco crescimento, especialmente durante o verão. As vendas no país cresceram 57% em 2016*. Os produtos estão disponíveis para suprir o mercado nacional.

O SBP Advanced Repelente com Icaridina foi aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é dermatologicamente testado e pode ser usado em gestantes1 e crianças a partir dos seis meses de idade.

A linha é composta por três versões (Gel, Spray e Spray Kids):

SBP Advanced (Spray e Gel): repelente corporal de longa duração com Icaridina, princípio ativo recomendado pelo OMS, em sua fórmula. Oferece proteção contra os insetos voadores, inclusive o mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. É à base de água, sem fragrância e testado dermatologicamente. Pode ser utilizado por toda a família, inclusive crianças a partir de 6 meses.

O produto está disponível em três versões:

Spray 100ml

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Spray Kids

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Gel 100ml

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Sobre a Icaridina
A icaridina é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como princípio ativo de repelentes eficaz para repelir o Aedes aegypti, evitando picadas de mosquitos por um longo tempo após a aplicação na pele. A icaridina é liberada para a aplicação na pele de crianças a partir dos seis meses de idade e em gestantes.

Informações: SBP

Pets agora têm bioprotetor contra insetos

Produto protege contra Aedes aegypti e Culex pipiens, transmissores da dirofilariose, a doença do “verme do coração”

Se você anda sofrendo com pernilongos e outros insetos que proliferam no verão, imagine seu pet – que mal sabe como reclamar dos zumbidos das pragas voadoras. Uma empresa de São Paulo está lançando uma solução de alta tecnologia para afastar insetos – inclusive o Aedes aegypti e o pernilongo Culex pipiens, que para os peludos são transmissores da temível dirofilariose – de gatos, cães, hamsters, aves e outros bichinhos.

Trata-se de uma versão especial para pets do Aya Tech Protec, bioprotetor nanotecnológico desenvolvido a partir de compostos naturais e sem contraindicações. Já disponível em aerossol de 150 ml, o mais bacana do produto é que ele é aplicado apenas na casinha, colchão, roupinha ou coleira do pet – e protege por 60 dias ou 20 lavagens do tecido. Com solvente à base de água, o Protec não faz mal nem para os pets nem para humanos – mas espanta e mata os insetos. Se não encontrar o produto na sua petshop predileta, peça na loja online da Aya Tech.

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