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Domindo com o inimigo: há mais de 1,5 milhão de seres invisíveis no seu colchão

A limpeza deve ser feita a cada seis meses e evita problemas respiratórios, além de prolongar a vida útil do colchão

Dormir bem depende de vários fatores: silêncio, pouca iluminação, temperatura agradável e, principalmente, um bom colchão. No entanto, além de adquirir um produto de boa qualidade, também é necessário investir na sua manutenção, se não quiser acabar dormindo com os inimigos – os ácaros.

Com o passar dos anos o colchão pode até dobrar de peso. Isso ocorre porque os ácaros podem estar vivendo e se proliferando no objeto. De acordo com pesquisadores da Unicamp, em 1 grama de poeira podem ser encontrados até 40 mil desses organismos. Em dois anos de uso, um colchão pode estar recheado com 1,5 milhão de ácaros. Mas como acabar com esses parasitas, responsáveis por doenças respiratórias e dermatológicas?

“Especialistas indicam a higienização dos colchões, pelo menos uma vez a cada seis meses, afinal, é em cima deste objeto que passamos cerca de oito horas do nosso dia”, explica Gerson Marçal, CEO da indústria alemã Pro-Aqua, que trouxe para o Brasil o smartcleaner Vivenso, um aspirador de pó capaz de remover 99% dos ácaros, fungos e bactérias do ambiente, incluindo em estofados. O produto não só é capaz de realizar uma limpeza profunda em colchões e almofadas, mas também permite que o usuário realize a purificação de estofados quantas vezes quiser, sem depender de terceiros.

smartcleaner vivenso limpeza

“Devido ao seu tamanho e fácil manuseio, o Vivenso pode ser facilmente incorporado à faxina da casa”, comenta Marçal. “Toda limpeza é feita a seco, evitando assim que a cama e travesseiros fiquem úmidos e acumulem novas bactérias e fungos”, finaliza.

Fonte: Pro-Aqua

 

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Verão: cães e gatos precisam de mais cuidados com alergias e hidratação

Os dias muito quentes já começaram e os cães e gatos sofrem com as temperaturas elevadas. É nesta época do ano que incidências, como doenças dermatológicas e alergias, aumentam consideravelmente.

Alguns cuidados especiais precisam ser tomados para que seu pet não sofra com o calor, por isso, o médico veterinário e gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, dá algumas orientações.
1. Alimentação

gato comendo pixabay

No verão, o metabolismo dos pets fica mais lento e ele gasta menos energia para o funcionamento do organismo. Logo, cães e gatos tendem a comer menos no calor. Mas não é só isso: os cães e gatos procuram as horas mais frescas do dia para se alimentar, por isso o ideal é que o tutor forneça o alimento pela manhã ou à noite.

Algumas pessoas, principalmente as que têm gatos, acreditam que o pet não está se alimentando, mas na verdade o gatinho está comendo durante a madrugada, pois tem hábitos noturnos e também prefere a temperatura mais baixa da noite para comer.
“É importante lembrar que, incentivar a alimentação não significa deixar a ração do pet disponível a todo o momento. O alimento exposto pode oxidar, por causa do calor e da umidade, e ficar rançoso”, orienta Machado.

2. Banho

cachorro banho amanda cullingford pixabay
Foto: Amanda Cullingford/Pixabay

No verão, o ideal é que o tutor dê banhos nos cães de 15 em 15 dias. Mesmo que seja refrescante, o excesso de banho retira a proteção natural da pele e os expõe à alergias, fungos e doenças dermatológicas, que são ainda mais frequentes nos períodos quentes. Se o animal estiver com mau odor, o banho até pode ser realizado semanalmente, mas é importante lembrar dos cuidados, como manter a água morna a fria, realizar num local sem vento e de preferência em dia de sol.

Já os gatos fazem a auto-higiene por meio de várias lambidas pelo corpo. “O que pouca gente sabe é que, ao lamber-se, os gatos também regulam a temperatura corporal. O problema é que este comportamento causa o acúmulo de pelos no trato digestivo, causando as bolas de pelos. A dica no calor é escovar mais o gato, para que ele evite ingerir tantos pelos ao lamber-se”, completa o médico veterinário.

3. Hidratação

ringo agua fonte

Cães e gatos precisam ter sempre água fresca. Os felinos precisam de mais atenção, pois, naturalmente ingerem menos água e são mais caprichosos. “Manter as vasilhas limpas, colocar gelo na água e oferecer água corrente são dicas importantes para atrair o seu animal de estimação e incentivá-lo a tomar água”, aconselha Marcello.

4. Exposição ao sol

cachorro jardim verao

Assim como os humanos, os pets não podem ficar expostos durante os horários mais quentes do dia. “O cuidado deve ser redobrado para animais de pelagem branca, clara ou sem pelo, pois, infelizmente, os raios ultravioletas também causam câncer de pele nos pets. Geralmente, a lesão ocorre nas áreas sem pelo, como barriga, ponta de orelhas, focinho e ao redor dos olhos”, explica Marcello.

Passear por um tempo prolongado e em horários quentes pode causar queimaduras sérias nos coxins de cães e gatos. O asfalto e calçadas são vilões, então, leve seu amigo para passear em gramados e evite sair entre às 10 e 16 horas. “Se perceber que os coxins ficaram vermelhos ou com bolhas, procure imediatamente um médico veterinário, pois esse quadro é doloroso para os pets. Uma dica é, antes de sair com o cão no asfalto, verifique com a mão qual é a temperatura do solo”, conclui o médico veterinário.

5. Alergias

gato coceira coçando

Alergias são causadas por vários motivos, principalmente por picada de pulgas e carrapatos, que são parasitas que ficam no ambiente durante bastante tempo. Se não forem controlados adequadamente, hibernam no inverno e no verão se multiplicam rapidamente atacando os pets.

Coceira e lambidas excessivas são os sinais mais frequentes, ao percebê-los o tutor precisar procurar um médico veterinário para que ele indique o melhor tratamento. “O especialista também pode indicar um produto para o ambiente: algumas fórmulas precisam ser pulverizadas no quintal ou na casa para pôr fim à infestação”, esclarece Machado.

No caso das alergias alimentares, os cães podem apresentar intolerância a algum tipo de proteína e precisar de alimentos específicos, coadjuvantes no tratamento de dermatopatias, mas só o médico veterinário poderá analisar o quadro para diagnosticar a causa da alergia.

Fonte: Total Alimentos

Quatro doenças causadas pelo ar condicionado sujo

Pouco tempo se passou desde o início do verão e os brasileiros já estão sentindo na pele o calor intenso e as altas temperaturas registradas nos termômetros. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC-Inpe) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet-Mapa), a temperatura média entre entre dezembro, janeiro e fevereiro no Brasil deve ser superior aos 31,5ºC.

No carro, em casa ou no trabalho, um item ajuda a população a amenizar o calor: o ar-condicionado. “Quando utilizado com frequência, o aparelho deve ser higienizado de maneira adequada e periodicamente. Caso contrário, pode causar danos à saúde”, comenta o médico microbiologista André Mário Doi.

“Um dos principais motivos que podem levar a agravos de saúde, principalmente doenças respiratórias, é o acúmulo de poeira, ácaros, fungos e algumas bactérias que podem se acumular nos filtros”, complementa o médico.

Confira algumas complicações à saúde que podem ser causadas pelo uso de ar-condicionado sem a correta higienização:

asma pulmão

Ressecamento do muco pulmonar – a mucosa nasal é revestida por cílios vibrantes, responsáveis por expulsar bactérias, fungos e vírus que entram no organismo pelo ar respirado. Como há o ressecamento da região, a chance de contrair infecções aumenta.

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Doença do Legionário – essa doença é ocasionada por uma bactéria (Legionella pneumophila), que pode se alocar nos dutos e filtros de equipamentos de ar-condicionado mal-higienizados. “A exposição a essas bactérias leva a um quadro respiratório de pneumonia grave. O diagnóstico precoce permite terapia antimicrobiana específica, reduzindo a gravidade e complicações do quadro”, menciona o médico.

usando bombinha asma mulher

Asma – alergias respiratórias, como a asma, são doenças inflamatórias crônicas que acometem as vias respiratória. A doença se manifesta clinicamente por crises de falta de ar ou cansaço, chiado e sensação de aperto no peito, geralmente acompanhadas de tosse. O médico alerta que cerca de 80% dos pacientes que têm asma apresentam também rinite. “A exposição aos alérgenos inalantes, como ácaros da poeira de casa, fungos, pelos de animais, baratas, bactérias e pólens, é o principal fator das crises de asma e rinite”, diz o especialista.

gripe espirro rinite

Rinite alérgica –  é uma infecção que ocorre na membrana nasal. É caracterizada por espirros repetidos, coriza líquida e abundante, olhos lacrimejantes, coceira (em nariz, olhos, garganta e ouvidos), congestão nasal, alteração do olfato e do paladar, olhos avermelhados e irritados.

 

Aspirador promete eliminar ácaros e dar mais qualidade de vida a alérgicos

Com tecnologia alemã, o limpador inteligente Vivenso remove os principais vilões das doenças alérgicas, como ácaros, fungos e bactérias

De acordo com uma pesquisa revelada pelo Ibope, cerca de 44% dos brasileiros afirmaram sofrer com condições como asma, bronquite, sinusite e rinite, sendo as duas primeiras as mais comuns. A maioria dos entrevistados revelam que o impacto desses males no dia a dia é significativamente negativo, causando desde indisposição para a prática de exercícios físicos, até dificuldade de respirar e dormir.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), se essas enfermidades não forem devidamente tratadas, agravam-se para um quadro crônico, quando não há mais cura, e podem comprometer as vias respiratórias.

Embora existam vários fatores que contribuem para os problemas respiratórios, o principal deles é, sem dúvida, os ácaros, seres microscópicos que vivem em locais úmidos e pouco arejados, como colchões, almofadas e travesseiros. E como se atacar as vias que levam ar aos pulmões fosse pouco, eles também são responsáveis por alergias cutâneas, como a dermatite atópica.

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Para evitar todos estes transtornos, a solução, então, é investir na limpeza profunda de móveis e objetos que servem como habitat para os micro-organismos. Foi pensando nisso que a empresa alemã Pro-Aqua trouxe para o Brasil o limpador inteligente Vivenso, um aspirador de pó que remove 99% das bactérias, fungos e ácaros dos ambientes.

A tecnologia do smartcleaner possibilita a limpeza de toda a casa com a utilização de apenas três litros de água e é capaz de higienizar estofados, colchões e cortinas, além de remover sujeiras e impurezas de paredes, vidros e pisos. Apesar de não ser de conhecimento geral, a utilização de aspirador de pó comum desencadeia o efeito contrário do que se espera.

No método convencional, a poeira é atraída pela diferença de pressão que ocorre dentro do aparelho quando ligado à corrente elétrica, mas que não é suficientemente capaz de reter no filtro cheio de poros todas as partículas, principalmente as menores, que são as mais nocivas à saúde. Também remove do ambiente todo os pelos do seu bichinho de estimação, já purificando e aromatizando.

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“Vivenso, com tecnologia de limpeza a vácuo que utiliza água como filtro, contém um separador de partículas que faz com que o pó e a sujeira aspirada sejam aprisionados na água e não voltem ao local higienizado. O ar sai lavado e purificado do aparelho. É como respirar o ar após a chuva”, afirma Gerson Marçal, CEO da Vivenso Brasil.

Com essa tecnologia, é possível não apenas aposentar o antigo aspirador de pó, como também todo o arsenal da limpeza, como vassouras, rodos, panos de chão e produtos químicos.

“Desenvolvemos um aparelho que supera as expectativas de quem faz a limpeza, já que também possibilita tirar manchas de estofados e até mesmo desentupir a pia. Além disso, também conta com a função de ‘purificação do ar’; função esta que permite utilizar fragrâncias naturais enriquecidas com florais, aromatizando os cômodos”, finaliza o executivo.

O Vivenso pode ser adquirido pelo site pelo valor de R$ 5.990,00

 

 

As causas mais frequentes das alergias crônicas

Sabe aquela alergia que já parece de estimação, que você trata, trata e que continua aparecendo? Pois as causas dela podem ser bem mais profundas do que você imagina. E só curando essas causas é que ela tende a desaparecer.

Viver sem alergia é um sonho, certo? Errado! Segundo o fisioterapeuta com foco em saúde integrativa Sergio Bastos Jr, é possível viver com menos reações alérgicas e até zerar a doença, e essa realidade está mais perto do seu alcance do que você imagina. “Geralmente, as causas das alergias crônicas estão muito mais relacionadas ao histórico emocional da pessoa do que a um processo clínico. E encontrar essas causas, e ajudar a eliminá-las, pode ser a melhor forma de levar a uma realidade saudável”, explica o especialista.

Segundo ele, as alergias, no geral, estão ligadas a conflitos de separação, ao medo de se separar de quem é importante para você. Entretanto, alergias em diferentes partes do corpo e com diferentes sintomas podem ter diferentes causas: “para entender de onde vem a alergia, é preciso trilhar o caminho do conflito, entender qual é a causa primordial e a quem ou a que situações ela está conectada. Aí, sim, é possível gerar um tratamento que tenda a fazer os sintomas desaparecerem. Muitas vezes, por completo”, enfatiza.

O médico revela que casos específicos de alergias podem ter causas diferentes, embora sempre conectadas ao conflito de separação:

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Rinite – relacionada à ideia de farejar o perigo;

Brônquios – vontade de gritar e espantar o perigo;

Pulmão – muito relacionada ao medo da morte;

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Dermatite – relaciona a contato-separação de alguém com que tenho contato físico e me separei ou quero me separar, mas não tenho coragem. Geralmente, a dermatite, nesse último caso, aparece onde eu tenho mais contato com a pessoa.

“Para entendermos a complexidade das conexões da alergia, podemos citar exemplos de pessoas que têm rinite em um determinado local, por exemplo, a casa dos pais, mas não têm em outros locais que, em um primeiro momento, poderiam ser acusados de grandes causadores de alegrias. Uma casa com poeira, por exemplo, tapetes, cortinas, que poderiam causar uma rinite fortíssima, mas onde isso não acontece. Podemos presumir que a causa não está ali, mas na casa dos pais. O problema não são os ácaros, mas, sim, o conflito”, explica o fisioterapeuta.

E é preciso entender, em casos como esses, se o medo é da separação dos próprios pais, de ser separado, de ser julgado e de, portanto, ser considerado diferente (o que seria uma separação).

“As possibilidades são muitas e, ao mesmo tempo, únicas, porque conectadas com a realidade da pessoa. Por isso, o tratamento precisa ser personalizado, especial e pode, sim, reverter até os casos mais graves de alergias”, finaliza Sergio.

Fonte: Biointegral Saúde

Nebulizador ajuda a driblar problemas respiratórios

Estamos na primavera e logo chegará o verão. Épocas de problemas respiratórios. Para minimizar esses incômodos, a G-Tech apresenta um novo aliado da saúde nesse período: o Nebulizador G-Tech Nebmesh1.

Durante a primavera, segundo o clínico geral Alexander Gomes de Azevedo, as pessoas podem apresentar um aumento dos sintomas de vários tipos de doenças respiratórias, pois estão mais sensíveis ao pólen. Alterações climáticas que acontecem na passagem do inverno para a primavera são fatores que também desencadeiam crises respiratórias.

“Podemos citar casos como rinite alérgica, asma, conjuntivite alérgica, entre outras doenças respiratórias. Uma boa saída, nessa época, principalmente para quem tem problemas respiratórios, é o uso de um nebulizador” destaca o especialista.

Mas o que esse produto traz de diferente?

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O Sistema Mesh ou de Rede Vibratória é o que há de mais avançado em tecnologia de nebulização, pois gera uma finíssima névoa, que penetra mais profundamente nos pulmões, aumentando a eficácia do tratamento.

Com zero ruído de funcionamento, a novidade, que funciona com apenas duas pilhas (alcalinas), promove um melhor aproveitamento do medicamento. E mais: não necessita de copinho, é extremamente portátil, fácil de utilizar e ainda vem com máscaras macias (adulto e infantil), que realizam uma melhor vedação e menor incômodo ao usuário.

O Nebulizador G-Tech Nebmesh1 tem a tela em liga de paládio, mais resistente e com maior capacidade de gerar partículas uniformes. Além disso, permite a nebulização em diversas posições, dispensando o uso de cabos ou tubos.

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A linha de produtos G-Tech pode ser encontrada nas maiores redes farmacêuticas, lojas especializadas em material médico e em lojas de departamento como Casa&Video e Lojas Americanas, além das grandes redes de e-commerce do país.

Informações: Accumed

Crescer com animais pode tornar uma pessoa mais resiliente quando adulta

Uma educação rural com muito contato com animais pode garantir o sistema imunológico e a resiliência mental ao estresse de forma mais eficaz do que a criação em uma cidade e sem animais de estimação.

Essa foi a conclusão de uma pesquisa liderada por profissionais da Universidade de Ulm na Alemanha e agora publicada na revista PNAS. Esse estudo não é de forma alguma o primeiro a propor que crescer em ambientes urbanos sem diversidade de micróbios pode prejudicar a saúde física.

A esse respeito, acrescenta-se à crescente evidência em apoio às teorias que se desenvolveram a partir da “hipótese da higiene”. Porém, o estudo é o primeiro a sugerir que um risco maior de transtornos psiquiátricos – provavelmente devido a uma “resposta imunológica exagerada” – pode ser outra consequência inesperada do crescimento em um ambiente com menos oportunidades de interagir com uma variedade de micróbios.

“Já foi muito bem documentado”, diz Christopher A. Lowry, coautor do estudo, professor de fisiologia integrativa na Universidade do Colorado em Boulder, que “a exposição a animais e ambientes rurais durante o desenvolvimento físico é benéfica em termos de redução de riscos de asma e alergias mais tarde na vida “.

No entanto, ele acrescenta que seu estudo também “avança a conversa mostrando pela primeira vez em humanos que essas mesmas exposições provavelmente são importantes também para a saúde mental”.

Perdendo contato com micróbios coevoluídos

quarto hotel poluição cama computador

A existência humana está se tornando cada vez mais urbanizada. Em 1950, apenas um terço da população mundial vivia nas cidades. Em 2014, esse número subiu para 54% e deverá aumentar para 66% até 2050.

A ideia de que o aumento da urbanização e as mudanças no estilo de vida que o acompanham pode aumentar o risco de certas doenças, devido à redução da interação com uma variedade de micróbios, decorre da hipótese da higiene.

A teoria tem suas raízes em uma pesquisa de 30 anos que sugere que uma taxa mais baixa de infecção entre crianças pequenas foi o motivo pelo qual as taxas de asma e doenças relacionadas à alergia aumentaram no século XX. No entanto, tornou-se evidente que a interação com os micróbios ultrapassa esse escopo original, e até mesmo foi sugerido que o termo hipótese de higiene é um equívoco e deve ser abandonado.

Em seu estudo, o autor sênior Stefan O. Reber, professor de psicossomática molecular na Universidade de Ulm, e sua equipe usam o termo “velhos amigos” para se referir aos micróbios que coevoluíram com os humanos.

Lowry e colegas discutiram anteriormente como “a perda progressiva do contato com organismos com os quais coevoluímos” pode ser a culpado por “grande parte do fracasso da regulação de respostas imunes inflamatórias inapropriadas” visto em muitos habitantes urbanos modernos e habitantes de nações mais ricas.

Estudo testou homens com vários níveis de educação

cachorro homem beagle

O novo estudo investiga ainda mais esse elo comparando as respostas relacionadas ao estresse em adultos jovens que foram criados em ambientes rurais, onde tiveram muito contato com animais com pessoas criadas em áreas urbanas “na ausência de animais de estimação”.

Os investigadores inscreveram 40 voluntários masculinos saudáveis com idades entre 20 e 40 anos residentes na Alemanha. Metade tinha sido criada em fazendas onde eles frequentemente lidavam com animais, e a outra metade tinha sido criada em ambientes urbanos sem animais de estimação.

Para criar a condição de estresse, todos os participantes completaram duas tarefas. Na primeira, fizeram uma apresentação para uma audiência que não mostrou reação, e então, eles tiveram que resolver um problema de matemática difícil sob pressão de tempo. Os voluntários deram amostras de sangue e saliva 5 minutos antes do teste, e novamente 15, 60, 90 e 120 minutos depois.

“Resposta imunitária exagerada”

Os resultados mostraram que os homens jovens criados em cidades sem animais de estimação tiveram um “aumento pronunciado” nos níveis de “células mononucleares do sangue periférico”. Essas células formam uma grande parte do sistema imunológico.

Enquanto isso, membros do grupo educados na cidade também tiveram níveis mais altos de interleucina 6 e níveis “suprimidos” de interleucina 10. A interleucina 6 é um composto que promove a inflamação, enquanto a interleucina 10 é um composto que reduz a inflamação.

Lowry diz que esses resultados mostraram que “as pessoas que cresceram em um ambiente urbano tiveram uma indução muito exagerada da resposta imune inflamatória ao estressor, o que persistiu durante o período de duas horas”.

O que surpreendeu os pesquisadores foi que, embora seus corpos parecessem ter uma resposta mais sensível ao estresse, os homens criados em cidades e sem animal de estimação relataram sentimentos mais baixos de estresse do que seus colegas que foram criados em fazendas.

Lowry compara a “reação inflamatória exagerada” dos homens criados na cidade a “um gigante adormecido que eles desconhecem completamente”.

Contato com animais pode ser fator chave

homem brincando com gato

Ao discutir suas descobertas, os autores mencionaram pesquisas anteriores que mostraram que a forma como nosso sistema imunológico responde ao estresse é moldada na infância por nossas interações com os micróbios.

Outros estudos sugeriram que uma resposta amplificada à inflamação está ligada a uma taxa mais alta de transtorno de estresse pós-traumático e depressão mais tarde. Eles também discutem como a presença ou a ausência de animais pode ser um fator importante nos resultados.

Eles observam como outros pesquisadores descobriram que “agricultura altamente industrializada com baixo contato com animais de fazenda” está mais ligada a condições relacionadas à desregulação imunológica – como asma e alergias – do que “agricultura tradicional com contato regular com animais de fazenda”.

Isso sugeriria, eles explicam, que o “efeito protetor” – de uma educação rural com animais em comparação a uma criação na cidade sem animais – venha mais provavelmente  do contato com animais do que a diferença entre os estilos de vida rural e urbana.

‘Tenha um animal de estimação e passe um tempo na natureza’

homem e cachorro docg
Foto: Docg

Os pesquisadores agora querem repetir o estudo com grupos maiores – tanto homens quanto mulheres – e com educação mais variada, a fim de desvendar os efeitos do contato com animais e do grau de urbanização.

Eles também reconhecem que o estudo não levou em conta outros fatores que podem afetar a exposição infantil à variedade de micróbios. Esses incluem, por exemplo, o tipo de parto ao nascer, a amamentação em comparação com a alimentação de outra forma, o uso de antibióticos e dietas.

Enquanto isso, os pesquisadores sugerem que os moradores da cidade se tornem um “animal de estimação peludo”, passem um tempo na natureza e comam alimentos que são “ricos em bactérias saudáveis”. Além de adotarem um animal de estimação.

“Muitas pesquisas ainda precisam ser feitas. Mas parece que gastar o máximo de tempo possível, de preferência durante a educação, em ambientes que oferecem uma ampla gama de exposições microbianas, tem muitos efeitos benéficos” afirmou o professor Stefan O. Reber.

Fonte: MedicalNewsToday

Asma X Rinite: apesar dos sintomas diferentes, doenças possuem mesmos gatilhos

Uma pesquisa realizada pelo Ibope apontou que 44% dos brasileiros convivem com doenças respiratórias¹. Entre elas, a asma e a rinite parecem ser as mais comuns e fazem parte da rotina de milhares de brasileiros por meio de crises que, por causarem falta de ar e espirros persistentes, atrapalham tarefas diárias e geram visitas ao médico, como aponta o Datasus. Segundo o departamento, a asma chega a ser a terceira causa de hospitalização pelo SUS em algumas faixas etárias².

A asma é uma doença comum das vias aéreas causada pela inflamação dos brônquios. A doença não tem cura e provoca sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, sensação de aperto do peito, chiado e tosse². Já a rinite alérgica é uma inflamação do nariz causada por alergias respiratórias que podem variar de causa. Entre os sintomas estão espirros persistentes, obstrução nasal, coriza e coceira no nariz, que também podem ser acompanhados de coceiras nos olhos, garganta e ouvidos³.

Embora seus sintomas sejam diferentes, a asma e a rinite possuem gatilhos em comum. Conheça algumas das principais causas de crises:

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Wikilmages/Pixabay

Ácaros, fungos e pólen – podem provocar crises de rinite porque estressam o sistema respiratório como um todo e, consequentemente, causam reações alérgicas. Já os asmáticos, sofrem com o aparecimento de sintomas, pois passam por um processo de aumento da inflamação dos brônquios. Os ácaros são comuns em locais com acúmulo de poeira, como colchões, travesseiros e carpetes; os fungos, comuns principalmente no fim do verão e outono, crescem em locais escuros e úmidos; já o pólen se torna mais intenso na primavera²,³.

gato e cachorros na cama

Animais de estimação – a pelagem dos animais é o principal vilão. Por si só provocam reações alérgicas, mas também contribuem para o acúmulo de ácaros. O que diferencia é que o grau e a frequência da exposição podem causar mais ou menos crises e também influenciar na intensidade delas².

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Banco de imagens/Google

Fumaça de cigarro e poluição – mesmo que o paciente com asma ou rinite não fume, o contato com a fumaça que sai da ponta do cigarro, bem como aquela dissipada no ar de grandes metrópoles, é suficiente para provocar crises e aumentar a gravidade e frequência delas².

Por serem manifestações de uma mesma doença, a alergia respiratória, é comum o aparecimento de sintomas tanto da asma quanto da rinite de forma simultânea. Por isso é preciso estar atento para saber diferenciar as doenças³.

“Tanto a asma quanto a rinite são doenças crônicas que não têm cura. Algumas características que podem ajudar a identificar se a pessoa está tendo uma crise de asma ou de rinite são o chiado no peito e retrações intercostais, ou seja, a pele entre as costas repuxa durante a respiração”, explica o pneumologista Clystenes Odyr. “Já a rinite, embora possa produzir sintomas similares, desenvolve mais reações como espirros e coceira no sistema respiratório”, completa.

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O melhor a fazer é evitar o contato com esses gatilhos. Ácaros, fungos e pólen podem ser controlados com a limpeza e arejamento adequado do ambiente, bem como pela exclusão de tapetes, carpetes e objetos que favoreçam o acúmulo de poeira². Quanto aos animais de estimação, restrinja o contato a ambientes abertos e ventilados, evite dormir com os cães ou gatos na cama².

“O tabagismo é extremamente desencorajado para pacientes que convivem com essas doenças por motivos claros, já que o hábito sobrecarrega ainda mais o sistema respiratório. Já no caso da poluição, evite as janelas abertas no trânsito intenso e procure frequentar locais mais arborizados sempre que possível”, reforça o especialista.

Vale lembrar que manter a hidratação em dia, praticar atividades físicas regularmente e, mais importante, fazer o controle dessas doenças com o auxílio de um especialista, são medidas essenciais para manter a qualidade de vida².

Saiba mais sobre a asma

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Desenvolvida pela Chiesi, grupo farmacêutico que oferece soluções terapêuticas de ponta para o tratamento dos variados níveis de asma, a Campanha Você Sem Asma traz informações e conteúdos relevantes, compartilha dicas de controle da doença para que o paciente “dê um chega para lá na asma”. O espaço também oferece informações sobre a obtenção de medicamentos para asma de maneira gratuita via Farmácia Popular. Saiba mais por meio dos canais – website, fanpage e twitter.

Referências
1. https://veja.abril.com.br/saude/44-dos-brasileiros-sofrem-com-problemas-respiratorios/
2. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
3. Associação Brasileira de Alergia e Imunologia

Fonte: Grupo Chiesi

Epidemia de alergia após uso de unhas artificiais em gel e acrílico preocupa dermatologistas

Após estudo de vários casos, Associação Britânica de Dermatologistas emitiu um alerta de que produtos químicos acrílicos, os principais ingredientes em unhas de acrílico, unhas de gel e unhas de polimento de gel, estão causando uma epidemia de alergia de contato no Reino Unido e na Irlanda.

Produtos químicos metacrílicos, os principais ingredientes utilizados em unhas de acrílico, unhas de gel e unhas de polimento de gel, estão causando uma epidemia de alergia de contato no Reino Unido e na Irlanda, segundo comunicado da Associação Britânica de Dermatologistas após estudos de caso. A onda de alongar as unhas faz sucesso no Brasil e exige uma série de cuidados para se prevenir dos riscos de alergia, conforme explica a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“Nem todas as pessoas podem usar as unhas postiças: há pessoas com doenças na pele ou nas unhas que não devem usar. Por exemplo: alérgicos aos componentes do adesivo, pessoas com a pele sensível, com psoríase da unha e infecção devem evitar, pois o trauma pode piorar a doença da pele e unhas. Além disso, todas as formas de alongamento trazem algum dano à unha original”,afirma a médica.

As reações alérgicas podem envolver o afrouxamento das unhas ou uma vermelhidão com comichão, não apenas nas pontas dos dedos, mas potencialmente em qualquer parte do corpo que tenha entrado em contato com as unhas, incluindo as pálpebras, face, pescoço e região genital. Muito raramente, podem ocorrer sintomas como problemas respiratórios.

De acordo com a dermatologista, é muito importante que as pessoas saibam que podem desenvolver alergias de unhas artificiais. “A verdade é que muitas mulheres sofrem com essas alergias que permanecem sem diagnóstico, porque elas podem não vincular seus sintomas às unhas, especialmente se os sintomas ocorrerem em outras partes do corpo. É importante que eles obtenham um diagnóstico para que possam evitar o alérgeno, mas também porque o desenvolvimento de uma alergia a esses produtos químicos pode ter consequências ao longo da vida para tratamentos odontológicos e cirurgias onde dispositivos contendo esses alérgenos são de uso comum”, afirma a médica.

unhas rosa

A Associação baseou-se em um recente estudo que descobriu que 2,4% das pessoas testadas tinham alergia a pelo menos um tipo de químico metacrilato. O estudo da Associação analisou três tipos principais de aprimoramentos de unhas contendo metacrilatos: unhas de gel, unhas acrílicas e com polimento de gel.

“Unhas de gel são derivadas de metacrilatos que podem ser aplicadas sobre a unha natural ou usadas para esculpir extensões. O gel precisa ser endurecido sob uma lâmpada UV (ultravioleta). Não pode ser removido por imersão e deve ser cortado da unha”, explica. As unhas acrílicas são misturadas no salão; a pasta é aplicada sobre uma unha natural ou usada para criar comprimento adicionando pontas. Após isso, elas endurecem com a exposição do ar. As unhas acrílicas são recomendadas para serem removidas por imersão em acetona.

“Já as unhas de polimento de gel, ou gel polonês, têm se tornando o mais popular das três opções, é um produto pré-misturado e um híbrido de verniz de gel e unhas. Tem uma consistência semelhante ao esmalte e é aplicado de forma semelhante. Uma vez aplicado, também requer endurecimento com o uso de uma lâmpada UV. E deve ser removido por imersão em acetona”, diz.

As preocupações foram levantadas sobre as três opções, mesmo que aplicadas profissionalmente. Quando os produtos entram em contato com qualquer parte da pele pode ocorrer a sensibilização aos produtos químicos. Isso é muito provável quando as pessoas aplicam um produto por elas mesmas com kits caseiros ou aplicadas com profissionais sem treinamento suficiente. “É necessário ser extremamente cauteloso com kits caseiros, que podem aumentar o risco do paciente desenvolver uma alergia”, explica a médica.

De acordo com o estudo, o risco é particularmente alto para manicures, esteticistas e outros profissionais que trabalham com aprimoramentos de unhas. “Usar luvas de proteção não é suficiente, pois os metacrilatos passam diretamente através de muitos tipos de luvas. Os proprietários de salões precisam considerar o nível de treinamento que oferecem aos funcionários nessa área. Uma precaução importante é usar luvas de nitrilo que são substituídas e descartadas a cada 30 minutos e removidas com uma técnica ‘sem toque’. Os metacrilatos devem ser mantidos longe de todo contato direto com a pele. O treinamento também precisa reduzir as chances de iniciar uma alergia em seus clientes”, afirma a Associação.

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Por fim, a dermatologista Claudia lembra que as unhas que contêm acrilato também podem causar danos físicos às unhas e cutículas quando elas são removidas, seja por polimento, raspagem ou imersão em acetona. “Nunca retirar o material sozinha pois pode danificar ainda mais, então procure um profissional habilitado. Procure sempre um dermatologista caso perceba alguma alteração ou alergia”, finaliza.

Fonte: Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

Cobertor ou edredom: qual escolher quando se é alérgico?

Quando as temperaturas caem é comum contrair alergias respiratórias. Isso se dá por conta do tempo seco, principalmente em regiões mais urbanizadas, como as grandes metrópoles. A baixa umidade, resfriamento do ar e falta de arborização permitem que o risco de contaminação aumente, já que as partículas poluentes estão dispersas no ar.

Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

Como forma de precaução, cuidados com o lar e principalmente na hora de dormir podem fazer a diferença. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da Quality Lavanderia destaca: “Quem possui alergia precisa estar sempre atento à peça escolhida para dormir, dependendo da escolha, pode-se intensificar ainda mais o problema alérgico”.

Monteiro aponta que o edredom é a peça ideal para quem tem alergia, pois seu tecido possui superfície plana e lisa, o que permite menor acúmulo de ácaros. Com isso, não prejudica a respiração e não ocasiona incômodos na pele. “Nos dias frios, a melhor escolha é o edredom, por ser menos alérgico, mais macio e causar menor incômodo na pele. Independente do cobertor ser sintético ou de lã, todos são mais felpudos, por isso acumulam maior número de ácaros que podem causar alergia, tanto de respiração quanto de pele”.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

“Além disso, a frequência e o cuidados com a lavagem também são fatores importantes, opte sempre por lavar antes de usar, principalmente se o edredom ficou guardado por muito tempo, com isso removem-se os ácaros e o possível odor de mofo, mantendo a peça mais apropriada para uso. Estando em uso, o ideal é lavar a cada dois meses. Outra dica importante é o cuidado com o uso do amaciante, quanto menos perfume tiver, menor a chance de provocar alergias. Para realizar a higienização completa, inclusive para peças infantis, que exigem um cuidado especial, é indicado que o serviço seja realizado de forma profissional, por exemplo, com ajuda de uma lavanderia, contribuindo para saúde da família”, conclui Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia