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Os perigos da maquiagem vencida

Usar um cosmético cuja validade expirou pode ser perigoso. “No caso da maquiagem, a ameaça é ainda pior, porque a quantidade de corante potencialmente alergênica é maior. Esses cosméticos muitas vezes entram em contato com os lábios, uma área conhecida como epitélio de transição, sendo muito mais fina e delicada e por isso mais sujeita a agressões, irritação e infecção por fungos”, explica Rodrigo Kury, farmacêutico e diretor técnico da Ecenne.

Máscaras de cílios e cosméticos que têm proximidade com mucosas ou olhos são geralmente os mais perigosos e os campeões das queixas nos dermatologistas. “A pele já tem um sistema de defesa e uma microbiota muito eficaz de proteção contra bactérias e ácidos, mas os olhos e as mucosas são mais desprotegidos”. O uso de maquiagens vencidas na região dos olhos pode causar conjuntivite bacteriana.

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Foto: J. Durham/MorgueFile

Outra ameaça é a do uso do lápis de olho vencido, segundo o especialista. “Ele pode causar uma hipersensibilidade local que pode irritar a região e fazer com que a glândula tente se livrar daquele depósito de pigmento. Além disso, o lápis pode provocar um processo inflamatório pela presença da sujidade que obstrui o ducto de saída da glândula, criando uma inflamação como o terçol”, explica.

“Posteriormente, as bactérias da nossa própria pele podem contaminar a área e fazer o terçol propriamente dito, com um nódulo que inicialmente é inflamatório, mas pode vir a ser infeccioso”, completa.

Os perigos

“Quimicamente falando, as maquiagens vencidas podem, além de oxidar (começa a escurecer), separar a fase oleosa da aquosa, talhar, alguns ativos podem se depositar no fundo do recipiente e não se misturarem mais, formando uma placa sólida; o pH pode alterar drasticamente, queimando o local de aplicação; ou pode também haver contaminação bacteriana que, por sua vez, contamina o usuário. E tudo pode acontecer ao mesmo tempo”, alerta. Os processos alérgicos, acne, dermatites e até infecções graves podem acontecer quando se usa um cosmético vencido.

Nem sempre esse processo de contaminação é visível, pois quando é recente não altera cor nem odor do produto. “Mas, pode contaminar o usuário, mesmo com poucas colônias formadas. Deve-se lembrar que bactéria é microscópica! Quando o produto mudou de cor, o odor está bem alterado, então, é contaminação na certa. Por isso, não confie naquele blush lindo e com cara de novinho, ainda depois de vários meses”, explica.

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Como armazenar sua maquiagem

Algumas questões de armazenamento também são importantes para que o cosmético tenha eficácia durante o período de validade. O farmacêutico lista algumas:

*Não armazenar no banheiro: “Este é o pior lugar por causa da umidade. Maquiagem tem que ser guardada em lugar seco. Coloque em uma caixa ou frasqueira no closet ou armário, e leve para o banheiro quando for maquiar-se”.

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*Cole as datas de validade dos produtos para não esquecer de conferir periodicamente.

*Use sempre sua maquiagem, para quando chegar o dia de jogá-la fora você saber que aproveitou bem. Hoje em dia, as maquiagens de boa qualidade protegem e tratam a pele como se fossem bons cremes.

*Escolha tons apropriados para sua pele e seu estilo de vida. E não compre em excesso. Assim você usará constantemente e quase até o fim do produto.”

*Lave seus pincéis de quinze em quinze dias e seque-os com secador de cabelos. Muitas vezes são eles que contaminam a maquiagem.

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*A cada mês, passe aspirador de pó na gaveta ou necessaire de maquiagem. Note como ficam sujas de pó. Isto é uma grande fonte de alimentação para bactérias e ácaros.

*Anote as médias das datas de validade e guarde no fundo da sua gaveta ou na tampa da sua caixa de maquiagens:

* Rímel: 3 meses
* Base: 6 meses
* Corretivo: 8 meses
* Pó de rosto: 12 meses
* Sombras: 12 meses
* Gloss e batom: 12 meses
* Blush em creme: 12 meses
* Lápis de olhos, sobrancelhas e lábios: 12 meses
* Blush em pó: 24 meses
* Pó bronzeador: 24 meses
* Creme de olhos: 3 meses
* Cremes de rosto hidratantes, de limpeza e demaquilantes: 6 meses
* Tônicos de rosto: 12 meses
* Filtro solar: 12 meses
* Cosméticos naturais: duram muito menos tempo do que os cosméticos tradicionais

Fonte: Ecenne

 

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Estresse pode desencadear crises alérgicas

A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a algum agente externo, como ácaros, fungos, insetos, pelos de animais, pólen, alimentos e medicamentos. As doenças alérgicas (alimentares, dermatológicas ou respiratórias, por exemplo) podem ter vários gatilhos nos indivíduos predispostos geneticamente. O estresse pode ser um deles.

“Não é uma relação direta, mas o estresse pode mexer com o sistema imune e, eventualmente, piorar a crise ou deixar a pessoa mais suscetível. A causa não é o estresse, mas ele pode desencadear algo quando já havia uma predisposição genética”, diz Yara Arruda Mello, alergologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Ela explica que, no caso da asma, o paciente acaba se sensibilizando com maior frequência aos ácaros, mas, em uma situação de estresse, ele pode ter os sintomas de crise ativados. Em todos os casos, porém, é essencial consultar o especialista para que os demais fatores alérgenos externos sejam descartados e se comprove que o estresse foi o gatilho.

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Foto: iStock

O alívio dos sintomas depende de cada doença, mas o recomendável, para qualquer pessoa em qualquer situação, é levar uma vida mais saudável para que todo o organismo funcione de maneira adequada. “Não só evitar o estresse, mas também ter um sono regulado e uma dieta balanceada. Atividade física também é bastante importante. Algumas pessoas gostam de dançar, outras preferem meditar. Cada um deve identificar qual atividade que funciona melhor”, afirma a médica.

Segundo a especialista, o mais importante é que as pessoas tenham consciência do que está acontecendo e sigam a orientação médica e o plano de ação feito com o alergologista. O diagnóstico correto e bem apurado dessas doenças é fundamental para saber como proceder no momento de cada uma das crises e em caso de emergência.

Fonte:  Hospital São Luiz

 

Cuidados com os pets no inverno

Gripe, lesões na pele e dores nas articulações em animais são sintomas comuns durante a época mais fria do ano e exigem cuidados especiais

Com a chegada do inverno, o ar seco e as baixas temperaturas podem propiciar o surgimento de algumas enfermidades em pets ou agravar doenças já existentes. Por esse motivo, a DrogaVET, líder na manipulação de medicamentos veterinários no País, alerta os proprietários para que conheçam quais são elas, com o intuito de identifica-las precocemente, a fim de mitigar seu agravamento e até preveni-las, orientando-os também quanto às formas de tratamento.

Gripe Canina e Rinotraqueíte em felinos

É a doença respiratória mais comum do inverno, cujos sintomas são: tosse, coriza e espirros. Já a Rinotraqueíte afeta o sistema respiratório dos gatos, principalmente os filhotes, que, se contaminados, podem apresentar espirros, secreção nos olhos e dificuldades para respirar. “Ambas as enfermidades são contraídas por vírus e podem ser transmitidas de animal para animal”, explica a veterinária da DrogaVET, Farah de Andrade.

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Foto: Castlelass/Morguefile

Para evitar que os pets contraiam problemas respiratórios é necessário manter a vacinação do seu pet em dia, fortalecendo o sistema imunológico. Evitar passeios em dias muito frios, mantê-los hidratados com a ingestão de água e diminuir a frequência de banhos, principalmente nos animais mais idosos, são outros cuidados que contribuem na manutenção da saúde animal.

Dermatites

Problemas dermatológicos, como: dermatites e alergias também costumam surgir nesta época, causados por banhos quentes, secador em alta temperatura, tosa frequente e outros hábitos. A médica veterinária ressalta ainda que pets com dermatite atópica, suscetíveis a reações alérgicas fortes frente a diversas substâncias, podem apresentar uma piora no quadro devido aos mesmos fatores elencados acima. “Nestes casos, o ideal é diminuir a quantidade de banhos no inverno para uma frequência de 10 a 12 dias, sempre com água morna. Outra sugestão é optar pelo banho a seco nos dias mais frios, molhando os pets apenas nos dias mais quentes. E se mesmo com essas ações o pet desenvolver lesões na pele é possível manipular shampoos, condicionadores e cremes, com substâncias hidratantes para tratar o problema”, aponta Farah.

 

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Osteoartrose

Com as baixas temperaturas, os animais idosos acabam por sofrer mais em decorrência de doenças ortopédicas, com dores agudas nas articulações. “A osteoartrose é o caso mais comum em pets acima dos 7 anos. Ela afeta a cartilagem, diminui a capacidade locomotora e de absorver e distribuir impactos do corpo, causando dores articulares crônicas”, pontua a veterinária. Além de manter os mesmos cuidados com o banho e exposição à friagem, recomenda-se o uso de anti-inflamatório, glucosamina e condroprotetores, remédios que podem ser manipulados, na dose certa, de acordo com as necessidades de cada paciente, e na forma e sabores preferidos dos pets.

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Entre as formas dos medicamentos manipulados estão pastas orais – mais voltadas para gatos –, biscoitos – o preferido dos cães –, xaropes, suspensões e cápsulas, em sabores como: avelã, bacon, carne, chocolate, peixe, entre outros, o que possibilita um tratamento sem sofrimento e estresse. Além disso, o custo é menor, pois como o medicamento é feito na dose certa, não há desperdício. “Com a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento ideal, as chances de sucesso e de melhora ampliam consideravelmente, diminuindo os impactos da estação na saúde do pet”, finaliza.

Fonte: DrogaVET

 

 

 

Outono e inverno são as estações que mais desencadeiam rinite alérgica

A rinite é um processo inflamatório da mucosa nasal, que pode ser agudo quando se trata de infecções virais ou bacterianas. Já nos casos crônicos, destaca-se a rinite alérgica, que tem como sintomas o prurido nasal e/ou ocular, coriza, obstrução nasal e espirros, fora de períodos de resfriados. A rinite alérgica tem uma prevalência por volta de 20% na população brasileira (estudo populacional ISAAC). Como sintomas secundários estão os pruridos de palato de conduto auditivo. A inalação de poluentes por indivíduos com rinite alérgica potencializa o processo inflamatório preexistente na mucosa nasal.

As estações de outono e inverno são mais favoráveis à piora da rinite alérgica já que há um maior contato com alérgenos e com agentes infecciosos em ambientes internos e de poluentes em ambientes externos. Sabe-se da existência de inversão térmica e maior contato com poluentes nesta época do ano. Os poluentes inalados promovem uma inflamação em uma mucosa nasal previamente inflamada pelo processo da rinite.

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Por outro lado, as mudanças bruscas de temperatura, em especial do quente para o frio, ocasionam uma diminuição nos batimentos ciliares da mucosa nasal, o que favorece a penetração de agentes infecciosos. “Os vírus tem uma facilitação à penetração na mucosa nasal inflamada do paciente com rinite”, explica a especialista Maria Cândida Rizzo, coordenadora do Departamento Científico de Rinite da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Para tratar a rinite é preciso evitar o contato com os alérgenos inalados aos que o paciente apresenta sensibilização (aumento de IgE específico) e usar medicamentos que variam de acordo com a frequência e a gravidade de sintomas, além do uso de imunoterapia específica (vacinas contra os alérgenos que ocasionam sintomas). O tratamento, de modo global, visa a diminuição do processo inflamatório crônico que permeia os quadros de exacerbação de rinite alérgica.

Fonte: ASBAI

 

Dicas de como organizar e limpar o guarda-roupa para receber o inverno

A alguns dias do inverno, o frio já chegou e está cada vez mais difícil tirar o biquíni do armário, a sandália, o vestido… E a tendência é piorar. Então, para que ocupar espaço com o que você não vai usar pelos próximos meses? Foi pensando nisso que a personal organizer Carol Rosa* separou algumas dicas para fazer uma inversão no guarda-roupa e deixar à vista as malhas, calças e botas para facilitar na hora de sair de casa e não perder tempo procurando aquilo que você mais precisa.

A primeira delas é colocar para arejar as roupas de frio que estavam guardadas há muito tempo antes de reacomodá-las no guarda-roupa. Aqui, vale o cuidado para que as peças não fiquem ao sol! A ideia é que elas já tenham sido lavadas antes de serem guardadas. E, assim, não precisem passar pelo processo novamente. Mas, se ainda persistir aquele cheiro de armário, vale lavar a peça em casa ou mandar para a lavanderia mais uma vez.

“A recomendação de lavar antes de guardar é para evitar mofo ou alguma mancha definitiva. Se você não reparou que a peça estava suja e ela ficou guardada por muito tempo, a sujeira pode não sair mais. Por isso, na dúvida, lave sempre antes de guardar por um período maior”, aconselha Carol Rosa.

A segunda dica é olhar com calma para o armário e ver o que dali você não irá usar pelos próximos meses. Vale deixar uma ou duas peças de calor para uma possível virada no tempo, mas não precisa, por exemplo, manter todos os vestidos de verão, calças leves ou rasteirinhas “à mão”. É bom aproveitar o espaço que estão ocupando para vestidos de malha, calças de veludo ou camurça e botas.

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Os calçados de inverno ocupam mais espaço e, por isso, pode ser melhor colocar as sandálias ou plataformas em caixas próprias, com respiro. Elas podem ser acomodadas debaixo da cama ou na parte mais alta do armário. “Esses sapatos são diferentes dos de festa, por exemplo, que você pode, eventualmente, usar em qualquer estação. Eles, provavelmente, só serão necessários no fim de agosto, começo de setembro”, explica a personal organizer.

Já com as peças que serão colocadas no closet separadas e o espaço liberado, é hora da arrumação. A dica aqui é dobrar roupas de malhas, mais pesadas, que, se penduradas, podem danificar. As calças podem ser acomodadas em cabides. E as botas podem ser colocadas deitadas na sapateira ou, se houver espaço para ficarem de pé, mantidas dessa forma, com preenchimentos próprios para o calçado dentro para não abalar a estrutura.

A última dica é o cuidado com o que será guardado. Vale a repetição: tudo deve ser lavado antes de vedado. Depois, é possível colocar as roupas de verão em caixas de tecido, malas ou na parte mais alta do armário. Mas é importante que, independentemente do local, tudo seja embalado em saco de TNT ou plástico a vácuo. Também vale deixar um antimofo junto às roupas e até aos sapatos para protegê-los. Para finalizar, a Carol Rosa chama a atenção para os biquínis.

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Camicado

“É muito importante que eles estejam extremamente limpos quando forem guardados ou corre o risco de ficarem amarelados ou com o elástico esgarçado ao longo do tempo”, conclui.

Multicoisas dá dicas de como limpar e organizar roupas no inverno

A temperatura caiu! É hora tirar do guarda-roupas ou do closet todos casacos, malhas, cachecóis e luvas. E é nesse momento de reorganização e troca de ‘acervo’ que as pessoas percebem que algumas peças estão com pelos ou cheia de bolinhas. E, para ajudar no processo de limpeza, a Multicoisas, rede especializada em soluções para o dia a dia, indica o Papa Bolinha Ordene (R$ 22,90), que possui um sistema que elimina as bolinhas causadas pelo uso constante das peças.

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Já o Tira Pelo Scoth Brite 3M (R$ 12,90) é um rolo com folhas adesivas que retiram pelos e fiapos das roupas e têxteis em geral sem danificá-los.Outro problema da queda de temperatura, comum nesses meses mais frios do ano, é a umidade que fica dentro dos armários. Para prevenir e proteger as roupas que agora serão usadas, a dica é o Evita Mofo (R$ 34,90), que elimina a umidade e a formação de mofo e fungos.

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*Carol Rosa é formada em Administração de Empresas. Atuou na área financeira por sete anos, até que descobriu que a paixão por organização poderia se tornar profissão. Ela, que sempre ajudou as pessoas a fazer mudanças e a organizar o dia a dia, resolveu investir na própria empresa. Especializou-se como personal organizer pela OZ, filiada à National Association of Professional Organizers (NAPO), referência mundial na área. Mais do que organizar a casa das pessoas, Carol Rosa acredita em melhorar a qualidade de vida, a gestão do tempo e o conforto dos seus clientes.

 

 

Tosse serve de alerta para uma eventual infecção ou alergia

A tosse é um reflexo natural do sistema respiratório e decorre de qualquer processo irritativo. Maura Neves, otorrinolaringologista da Clínica MedPrimus, explica que a função da tosse é remover agentes irritantes, limpar a via respiratória e defender o organismo de agentes nocivos inalados.

“A tosse pode ser seca ou produtiva. A diferença entre elas é a presença de muco. Na tosse produtiva há presença de secreção, que pode ser de pequena a grande quantidade, de clara a mais escura e até com laivos de sangue. A cor da secreção é um dos indicativos da causa”, explica.

.Secreção: clara ou transparente está associada a alergias ou gripes e resfriados. Já a secreção amarelada ou esverdeada sugere infecção. A presença de secreção sanguinolenta está associada à pneumonia, bronquite ou situações mais graves como tuberculose e câncer.

.Tosse seca: não tem secreção e muitas vezes está associada à “coceira” na garganta. Nesses casos, a tosse causa irritação na garganta. E quanto mais irritação mais tosse, e quanto mais tosse mais irritação.

.Tosse aguda: a médica explica que a tosse também é dividida por sua duração. Uma tosse aguda, habitualmente, é de curta duração. Muitas vezes apresenta outros sintomas como obstrução nasal, dor de garganta, rouquidão etc. Já os sintomas crônicos duram mais de oito semanas e tem causas diversas.

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Foto: Wallsdesk

Se a tosse persistir, um médico deve ser consultado. O diagnóstico da causa é fundamental para guiar o tratamento correto e pode ser feito por meio de exame, história clínica, exames laboratoriais e de imagem.

Para amenizar os sintomas e se prevenir da tosse nos dias mais frios, Maura Neves listou algumas medidas práticas e eficientes:

-Hidratação: beber água ajuda na fluidificação de secreções e hidratação de toda a via área.

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-Lavagem nasal com soro fisiológico: rinites e sinusites são causas muito frequentes de tosse. Manter uma boa respiração nasal sem acúmulo de secreções ajuda a controlar a tosse;
-Evite comer muito antes de deitar;
-Evite café, chá preto ou mate, chocolate e alimentos condimentados: eles podem piorar sintomas de refluxo;
-Umidificador ou vaporizador nos dias mais secos ajudam a aumentar a umidade do ar;
-Mantenha o ambiente ventilado.

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Foto: Emily Beeson/Morguefile

Fonte: Maura Neves é graduada em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência médica em Otorrinolaringologia no Hospital das Clinicas Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP
Fellowship em Cirurgia Endoscópica Nasal no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Título de especialista pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial – ABORL-CCF
Doutorado pelo Departamento de Otorrinolaringologia do Hospital das Clinicas Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP. Faz parte da Clínica Medprimus.

 

Dicas de Inverno do Dr. Bactéria

O inverno não traz somente o frio. Há um verdadeiro pavor da possibilidade de um caminhão de doenças que pode vir com ele. Na tentativa de evitar, ou pelo menos minimizar seus efeitos, há uma gama de procedimentos que nossas mães vivem nos dizendo como “mantenha tudo bem fechado” e “não tome soverte”. Mas essas informações são baseadas em crendices ou na ciência. Se forem totalmente erradas, apesar das intenções, podem resultar em problemas de saúde.

Veja as dicas do biomédico Roberto Martins Figueiredo, mais conhecido como o Dr. Bactéria:

Mantenha tudo bem fechado (janelas):

– Este ato pode acarretar na diminuição da aeração da casa, sobretudo dos quartos, com uma concentração de poeira. Sabemos que este material é constituído por 80% de pele humana, mais cabelos e pelos. Isso, aliado à umidade, pode servir como um verdadeiro banquete para ácaros que, ao se alimentar, liberam cápsulas microscópicas fecais que podem agravar ou causar processos relacionados a doenças respiratórias como a asma. Isso sem falar na concentração de esporos de fungos (bolores) que podem agravar estas situações.

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O que fazer?

Manter arejados os ambientes internos. Abrir as janelas entre dez da manhã e cinco da tarde.

Não tome sorvete ou gelado!

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Gelato do Paradiso

Realmente se trata de uma lenda. Sorvetes, sobretudo os mais calóricos (com chocolate ou leite condensado), não acarretam de maneira alguma em nenhum tipo de doença, nem infecções de garganta, resfriados ou gripes. Ao contrário, são alimentos que podem até evitar, quando integrantes de uma nutrição adequada, várias doenças, inclusive as citadas.

Coloque uma bacia de água no quarto para manter a umidade ambiente:

Esta informação é baseada na ideia que o ar seco pode implicar na suspensão de poeira na casa agravando processos respiratórios. Inicialmente, pode parecer até uma informação correta. Porém, sou totalmente contra este procedimento, pois um aumento da umidade ambiental pode acarretar em um aumento da população de ácaros (que adoram quartos úmidos). Esses, sim, podem aumentar a incidência de doenças respiratórias. Outras dicas:

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. O uso de aparelhos para purificação do ar é recomendado.
. Evitar carpetes ou cortinas que acumulem poeiras.
. Use aspiradores de pó que tenham um elemento filtrante do tipo HEPA.
. Passe no chão panos umedecidos com desinfetantes ou, então, em alguns casos, uma mistura de um copo de querosene para 10 litros de água.

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. Recobrir colchões, travesseiros e almofadas com sacos protetores que sejam permeáveis na parte superior e impermeável na parte interna e fechados por zíper. A cama deve estar afastada da parede. Coloque livros e objetos em armários fechados.

Outros procedimentos que devem ser efetuados para se evitar doenças:

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– Lave muito bem as mãos! Elas servem de vetores para muitos germes, são os verdadeiros responsáveis pela transmissão de gripes e resfriados, entre outras doenças. Somente o fato de lavar as mãos já reduz em 99% o índice de doenças hospitalares.

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– Não permitir que fumem em ambientes internos. Os fumantes passivos, sem falar nos ativos, podem apresentar agressão no epitélio e nos cílios existentes na traqueia. Isso acarreta em uma diminuição da capacidade de eliminação de substâncias estranhas como germes, poeira, fezes de ácaros entre outros elementos, podendo agravar ou trazer complicações e doenças respiratórias.

– Lavar os cobertores, pelo menos, de 10 em 10 dias, secar muito bem ao sol, colocar em sacos plásticos fechados e guardar. No caso da presença de pessoas com problemas respiratórios, levar os cobertores e agasalhos de lã até o freezer por 12 horas (dentro de sacos plásticos) – este procedimento mata os ácaros, que não aguentam o frio. Em seguida, guardá-los em armários protegidos.

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Foto: The SweetHome

Não podemos esquecer que no inverno temos uma quantidade de ar frio muito grande. Ele é mais pesado que o ar quente, o que implica em uma não renovação de ar e acúmulo de poluentes em locais de maior frequência de pessoas. Portanto, evite aglomerações. Nos casos de ônibus e metrôs, não esquecer de deixar algumas janelas abertas, por mais frio que pareça, isto implica em uma renovação de ar e diminuição da presença de poluentes.

Fonte: Roberto Martins Figueiredo, biomédico, conhecido como o Dr. Bactéria

Tem alergia? Semijoias e detector de níquel são aliados da saúde

Colar, pulseiras, brincos, anéis. Há uma infinidade de opções quando o assunto em questão é acessório. Mas e quando se tem alergia a bijuterias, ou melhor dizendo, a algumas substâncias presentes nelas?

O níquel, metal encontrado em diversas bijuterias, óculos, relógios, botão de calças e até misturado ao ouro, é o principal causador de coceiras, irritação e vermelhidão, sintomas mais comuns de uma reação alérgica.

Quando em contato com a pele, a bijuteria, ou qualquer outro objeto com níquel, se torna um corpo estranho para o organismo, que começa a produzir anticorpos e quando não são tratados, podem evoluir para casos mais graves, como sangramentos e infecções.

Normalmente, este tipo de reação alérgica não tem cura e, até então, a opção mais segura oferecida para as brasileiras era evitar o uso de peças com níquel, já que no contato com a pele as lesões reaparecem. É importante ressaltar que, para evitar a alergia ao níquel, antes é necessário conhecer os acessórios que contêm o metal em sua composição.

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Pensando nisso, a Alergoshop criou uma linha de semijoias hipoalergênicas. Elas recebem acabamento em verniz hipoalergênico, que não contém níquel, matéria-prima utilizada em quase todas as bijuterias e principal responsável pelo desencadeamento de alergias. Elas podem ser encontradas nas lojas Alergoshop ou pelo site, a partir de R$ 14,00.

Outra opção para dar fim as alergias ocasionadas pelo níquel das bijuterias é o Nicontrol, produto vegano produzido pela Alergoshop. O kit contém um detector de níquel e um isolante de metais que não permite o contato com a pele e assim minimiza as reações alérgicas.

Modo de usar:

Para usar o detector, basta aplicar o líquido contido em seu frasco em uma haste com algodão e esfregá-lo no acessório que desejar por 30 segundos. Se a peça tiver níquel o algodão apresentará uma coloração rosa. Neste caso, será necessário aplicar o isolante de níquel em todo o acessório ou na parte que ficará em contato com a pele e esperar 30 minutos antes de utilizá-lo. O detector deve ser reaplicado a cada 15 dias ou sempre que necessário.

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O Nicontrol  pode ser encontrado nas lojas Alergoshop ou pelo site  no valor de R$ 43,50.

Informações: Alergoshop – SAC sac@alergoshop.com.br ou pelo 0800 122 276, das 9h às 18h.

 

Como driblar doenças respiratórias que são comuns nesta época do ano

Uma em cada sete pessoas tem doenças respiratórias, inflamatórias e alérgicas que tendem a aumentar nesta época do ano, segundo a OMS

É só esfriar um pouco que os problemas respiratórios começam a aparecer. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, uma em cada sete pessoas sofre com doenças inflamatórias, alérgicas e respiratórias, que tendem a aumentar nesta época do ano. Mas o que muita gente não sabe é que gripe, rinite e outros problemas comuns – que aumentam com o frio – não são provocados por andar descalço no chão gelado ou pelo vento fresco, mas, principalmente, por infecções virais.

“Estas infecções muitas vezes acontecem por termos contato da pele e mucosas, como boca e nariz, com locais infectados. O frio faz com que fiquemos mais aglomerados em ambientes fechados, o que ajuda na proliferação dos vírus. Há grupos de risco como idosos, gestantes, portadores de doenças crônicas e crianças, que devem se vacinar contra a gripe, por exemplo”, explica Tally Aranha, cardiopediatra do CECAM – rede de clínicas de saúde.

A especialista orienta sobre os cuidados necessários para prevenção de três das doenças mais recorrentes no outono:

Gripe

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O principal sintoma da gripe é a febre alta, normalmente acima de 38ºC, acompanhada de dor muscular, dor de cabeça, dor de garganta, fadiga e tosse seca. A febre costuma durar em torno de três dias e a tosse seca tende a piorar com o progresso da condição. “É importante fazer um diagnóstico para evitar complicações como a pneumonia”. A melhor maneira de prevenir a gripe é estar com a vacina em dia. Além disso, é importante ter bons hábitos de higiene como lavar as mãos com sabão, evitar o contato com pessoas que estejam contaminadas e locais com muita aglomeração.

Rinite

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Inflamação crônica ou aguda da mucosa que reveste o nariz, a rinite é uma reação imunológica do corpo aos alérgenos – substâncias consideradas estranhas. Os sintomas mais comuns são: obstrução nasal, coriza, coceira no nariz, espirros e lacrimejamento nos olhos. “As principais causas, geralmente, estão presentes no ar. Mas poeira, bactérias, fungos e ácaros e até mesmo alguns tipos de alimentos como leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixes e crustáceos podem provocar rinite”. O diagnóstico é feito por exames de sangue e teste cutâneo e uma das melhores formas de prevenção contra a rinite é a higienização do ambiente, que deve estar sempre arejado. O uso de soro fisiológico para limpar as impurezas do nariz também ajuda a evitar uma crise de rinite alérgica.

Amidalite

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Trata-se de uma inflamação com inchaço nas amídalas, que são gânglios localizados na garganta e na parte de trás da garganta. Estes gânglios são importantes pois evitam o acúmulo de bactérias e germes em locais onde infecções podem aparecer. “A amidalite é uma doença normalmente causada por vírus ou bactérias. Os sintomas mais comuns são amídalas inchadas e vermelhas ou com placas brancas e amareladas, dor de garganta e dificuldade para ingerir alimentos”.

A prevenção pode ser complicada, uma vez que a amidalite causada por vírus não tem tratamento específico ou remédio que promova a cura. Os anti-inflamatórios são usados apenas para aliviar os sintomas e reduzir o inchaço. Por outro lado, é necessário um tratamento com antibióticos por cerca de 7 a 10 dias quando a amidalite é provocada por infecção bacteriana. Neste caso, atenção! Quando não tratada de forma correta, a infecção pode evoluir para febre reumática – doença grave que pode atingir o coração, destruindo suas válvulas –, além de possíveis problemas de audição.

Fonte: CECAM

 

Seu cão tem alergia? Saiba qual a ração ideal para ele

Animais de estimação também estão propensos a desenvolver algum tipo de alergia ao longo da vida – seja por fatores alimentícios e/ou ambientais. As reações alérgicas podem ocorrer por diversos motivos, como também podem atingir todas as raças de cachorro e em qualquer idade.

Entre as alergias mais comuns em cães, estão as alimentares, as que ocorrem por causa de picadas de pulgas e alérgenos inalantes, entre outros.

“É importante saber diferenciar a alergia de uma intoxicação alimentar, considerando que a intoxicação tem como sintomas o vômito, diarreia e a perda da vontade de comer. Já a alergia provoca coceira, arranhões, perda de pelos, problemas gastrointestinais e a dificuldade respiratória”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

A alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico do cão ao entrar em contato com uma substância que seu corpo rejeita. “Ela pode ser hereditária, como também propensa a raças específicas, como ocorre com o Lhasa Apso, Buldogue Inglês e Francês, Golden Retriever, Pastor Alemão, Yorkshire, Poodle e Boxer”, explica Machado.

Para isso, é sempre importante procurar um médico veterinário ao notar que o cachorro tem apresentado tais sintomas para que ele possa ser examinado e, então, descobrir as causas e aplicar o melhor tratamento para o animal.

O que pode desencadear a alergia no animal é a presença de alguns aditivos, corantes, grãos e proteínas que podem ter consequências alérgicas quando em contato com o organismo do cão.

A recomendação para controlar a alergia é realizar a troca da ração atual para uma específica, que não contenha o componente alérgico, ou uma dieta hipoalergênica.

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Equilíbrio Veterinary Hypoallergenic é a combinação de componentes que tendem combater os ativos antigênicos através da proteína vegetal hidrolisada, que é uma fonte proteica hipoalergênica, uma vez que apresenta baixo peso molecular.

Além disso, o complexo antioxidante que compõe a ração auxilia na proteção das células contra a ação dos radicais livres com a ajuda da vitamina E, selênio, vitamina C e betacaroteno. É recomendável para animais com alergias alimentares e dermatites alérgicas, por isso o uso só é possível após uma indicação de um médico veterinário.

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Já para alergias cujos sintomas estão em estágio menos avançado, a Equilíbrio Cães Sensíveis é uma indicação, pois contém, em sua composição, a proteína hidrolisada de soja que diminui a probabilidade de reação alérgica e aumenta a digestibilidade do alimento.

Fonte: Total Alimentos