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Cobertor ou edredom: qual escolher quando se é alérgico?

Quando as temperaturas caem é comum contrair alergias respiratórias. Isso se dá por conta do tempo seco, principalmente em regiões mais urbanizadas, como as grandes metrópoles. A baixa umidade, resfriamento do ar e falta de arborização permitem que o risco de contaminação aumente, já que as partículas poluentes estão dispersas no ar.

Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

Como forma de precaução, cuidados com o lar e principalmente na hora de dormir podem fazer a diferença. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da Quality Lavanderia destaca: “Quem possui alergia precisa estar sempre atento à peça escolhida para dormir, dependendo da escolha, pode-se intensificar ainda mais o problema alérgico”.

Monteiro aponta que o edredom é a peça ideal para quem tem alergia, pois seu tecido possui superfície plana e lisa, o que permite menor acúmulo de ácaros. Com isso, não prejudica a respiração e não ocasiona incômodos na pele. “Nos dias frios, a melhor escolha é o edredom, por ser menos alérgico, mais macio e causar menor incômodo na pele. Independente do cobertor ser sintético ou de lã, todos são mais felpudos, por isso acumulam maior número de ácaros que podem causar alergia, tanto de respiração quanto de pele”.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

“Além disso, a frequência e o cuidados com a lavagem também são fatores importantes, opte sempre por lavar antes de usar, principalmente se o edredom ficou guardado por muito tempo, com isso removem-se os ácaros e o possível odor de mofo, mantendo a peça mais apropriada para uso. Estando em uso, o ideal é lavar a cada dois meses. Outra dica importante é o cuidado com o uso do amaciante, quanto menos perfume tiver, menor a chance de provocar alergias. Para realizar a higienização completa, inclusive para peças infantis, que exigem um cuidado especial, é indicado que o serviço seja realizado de forma profissional, por exemplo, com ajuda de uma lavanderia, contribuindo para saúde da família”, conclui Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

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Pets não são os maiores vilões das rinites, mas levam a fama

Médica do Hospital IPO explica como isso ocorre e dá dicas de como conviver com os animais e prevenir as alergias

Os animais de estimação ganham cada vez mais espaço na vida dos brasileiros, tanto que já ultrapassaram a casa dos 52 milhões — segundo dados do IBGE– número que deixa o Brasil na quarta população mundial de pets, mas o que acontece quando seu animalzinho parece te fazer mal?

Espirar, sentir coceira no nariz e nos olhos são alguns dos incômodos mais comuns. “O importante é manter a calma e buscar um especialista para fazer os exames possíveis para poder fazer um diagnóstico correto”, orienta Renata Becker, otorrino do Centro de Rinites e Alergias do Hospital IPO.

Segundo a especialista, o número de pessoas que são alérgicas aos animais é menor do que se pensa. “Há diversos exames que podemos fazer quando detectamos que a rinite é provocada por animal, temos como opção fazer um tratamento com base em vacina, mas grande parte dos casos a rinite é provocada por ácaro. Acontece que a descamação da pele dos animais favorece a proliferação de ácaros, então os animais, muitas das vezes agem como catalizadores nesse processo”, frisa.

A médica preparou uma lista para que os amantes dos animais de estimação possam prevenir as alergias:

gato e cachorros na cama

1 – evite a entrada do pet nos quartos;

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2 – evite a permanência do pet em áreas de permanência, como o sofá;

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3 – depois de brincar com o pet, troque de roupa, lave bem as mãos, os olhos e o nariz com soro fisiológico para evitar o contato do alergeno com a mucosa;

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Foto: C_Scott/Pìxabay

4 – depois do banho, antes de ir para a cama, não brinque com o animal, principalmente se já estiver vestido para dormir;

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Foto: Pethealthzone

5 – verificar a indicação de banhos nos animais com o veterinário e segui-las à risca;

medico mulher teste pulmão

6 – busque auxílio de um otorrino para fazer o diagnóstico correto da rinite, para que, desta forma, se possa realizar os tratamentos necessários para ter um tratamento adequado.

Fonte: Hospital IPO

Dicas práticas para limpar a casa e prevenir alergias

Com o inverno em curso, a marca Arno reúne dicas para minimizar a presença de impurezas nos ambientes e, assim, evitar crises alérgicas

 

Quem nunca sentiu sensação de nariz entupido, coceira nos olhos, ressecamento das mucosas, garganta seca e tosse irritante? Os principais vilões normalmente são microscópicos e estão sempre por perto, em locais onde nem imaginamos. Mesmo que o ambiente esteja limpo, quem sofre com crises alérgicas precisa estar atento à higienização para evitar contato com microrganismos como ácaros e fungos.

Pensando em minimizar esse impacto, a Arno reúne dicas práticas para ajudar na rotina de limpeza doméstica – um auxílio à prevenção de alergias e doenças respiratórias –, no momento em que lança o primeiro modelo vertical de aspirador de pó: Arno Cyclonic Force Light, portátil, potente e eficiente.

Confira abaixo as dicas da marca

tapete cachorro personal clean

1. Aspire toda a casa de uma a duas vezes por semana. Se tiver pets, devido ao acúmulo de pelos, o uso do aspirador deve ser redobrado. Opte sempre por aspiradores, pois vassouras e espanadores fazem a poeira subir e espalhar-se pelo ar – o que prejudica os alérgicos. Após a aspiração, passe um pano úmido para finalizar a limpeza, tanto nos móveis quanto no chão.

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2. No quarto, mantenha as roupas de cama sempre limpas. O ideal é trocá-las uma vez por semana. Aproveite essas trocas para aspirar o colchão e deixá-lo ventilar por algumas horas.

travesseiro

3. Se possível, deixe os travesseiros no sol pelo menos uma vez por mês e lave-os a cada seis meses. O mesmo pode ser feito com as almofadas.

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Foto: Emily Beeson/Morguefile

4. Não se esqueça de aspirar os tapetes e tirar o pó das cortinas toda semana.

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5. Nos dias mais quentes e ensolarados, abra portas, janelas, guarda-roupas e gavetas para o ar circular. Aproveite essas ocasiões para tirar roupas, tapetes, edredons e cobertores guardados e expor tudo à luz solar, a fim de eliminar o mofo que possa estar presente.

A recomendação da Gerente de Marketing de Non-Food do Groupe SEB, Júlia Castro, é prestar atenção aos lançamentos do mercado de limpeza e distinguir bem as funcionalidades de cada utensílio doméstico. “Ter em casa um bom aspirador de pó é fundamental para facilitar a limpeza do dia a dia. A mais nova linha de aspiradores Arno Cyclonic Force, por exemplo, é eficiente e possui itens que permitem aspirar a poeira inclusive de locais difíceis de atingir, a que nem sempre damos atenção”, revela a executiva.

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O novo Arno Cyclonic Force Light certamente será um excelente companheiro para as limpezas rápidas do dia a dia porque oferece máxima autonomia e desempenho. É prático, superleve (2,3 kg), portátil e flexível para manobras. Por ser sem fio, possibilita mobilidade e autonomia a quem o manuseia. Tem máxima potência e poderosa bateria de lithium (14,4 V) de alta duração, com independência de até 30 minutos.

Possui a exclusiva tecnologia Cyclonic, com a força de sucção em forma de um ciclone, que potencializa o fluxo de ar e permite aspirar mais e melhor. Conta com duas velocidades, tem carregador de parede, elevada capacidade do reservatório para armazenar até 0,65 L de sujeira e escova com luz de LED que permite enxergar até as menores partículas de sujeira. E, para maior comodidade, pode ser guardado na posição vertical. Preço sugerido: R$ 599,99.

Outras opções de aspiradores Cyclonic Force

Com design moderno, a nova linha da Arno destaca a tecnologia Cyclonic, que potencializa o fluxo de ar para aspirar mais e melhor. Os lançamentos trazem o exclusivo e patenteado acessório Delta, que, em formato triangular, permite a remoção até mesmo da sujeira nos cantos.

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Compacto, forte e com alto poder de sucção, o novo aspirador Arno Cyclonic Force limpa a sujeira até nos cantos mais difíceis da casa. Com 1.400 W de potência, tem capacidade para armazenar até 1,2 L de sujeira. Preço sugerido: R$ 349,99.

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Já o Arno Cyclonic Force XL atrela alta performance a qualidade. Com potência de 1.400 W, tem capacidade para armazenar até 1,5 L de sujeira. Preço sugerido: R$ 369,99.

Ambos os produtos chegam com kit completo de acessórios, que inclui bocal para aspirar cortinas e estofados, bocal 2 em 1 com escovinha e de uso especial para cantos e frestas, dois tubos prolongadores, uma mangueira de sucção, um enrolador automático de fio (cada modelo possui uma metragem específica) e rodas emborrachadas que não riscam nem mesmo os pisos mais sensíveis.

Informações: Arno  – SAC (11) 2060-9777

 

Saiba como evitar doenças que afetam os olhos dos pets

Além da conjuntivite comum na época de tempo seco, veterinária da Petz explica sobre a importância do diagnóstico precoce para problemas como glaucoma e catarata, que podem cegar

Tropeçar e bater em objetos, olhos vermelhos e lacrimejantes, aumento de secreção, piscar compulsivamente e dores na região ocular são sinais de que alguma coisa não está bem com os pets. A veterinária Natalie Rodrigues, especialista em oftalmologia da Petz, explica que além da conjuntivite, comum nesta época de tempo seco, doenças graves como o glaucoma e catarata também afetam os pets. Por isso, a consulta veterinária todos os anos é essencial para a prevenção e o diagnóstico precoce.

“O glaucoma é a doença mais séria, porque normalmente o dono só consegue perceber quando o pet já está cego. Na maioria das vezes é uma doença dolorida na sua fase aguda e precisa ser diagnosticada e medicada o quanto antes. A catarata também pode cegar, porém na maioria das vezes, é resolvida com a cirurgia e o animal pode recuperar totalmente a visão. O quanto antes diagnosticada, melhor o sucesso da cirurgia”, afirma Natalie.

gato no veterinario pixabay

Para o diagnóstico de uma doença ocular, o veterinário oftalmologista precisa examinar e fazer todos os testes: teste de fluoresceína, teste de schirmer, fundo do olho, pressão ocular. Os tratamentos são vários, depende do problema que o pet apresenta. Muitas doenças são tratadas com antibióticos, lágrimas artificiais, outras com procedimentos cirúrgicos.

Entre as raças mais propícias a terem problemas estão as braquicefálicas, de focinho achatado, como pug, shih tzu e buldogues, por apresentarem o bulbo ocular maior e a órbita mais rasa.

Prevenção

Além da visita ao veterinário oftalmologista duas vezes ao ano, Natalie orienta o uso de xampu específico só na cabeça, para não arder os olhos. E quando for passear de carro, não deixar que o pet fique com a cabeça para fora da janela, assim evita um ressecamento da córnea e as úlceras. Manter os pelos ao redor dos olhos limpos e curtos, ou se forem longos, manter de forma que não entrem dentro dos olhos.

gato no veterinario colirio

Outra dica é acostumar desde cedo a limpeza dos olhos com gaze e água filtrada ou soro fisiológico. Assim, caso um dia precise usar colírio ou pomada, o pet já está adaptado com a manipulação nessa região.

As doenças oculares nos pets

1 – Úlceras de córnea são feridas que ocorrem por trauma, bactérias e fungos.

2 – Ceratoconjuntivite seca (CCS) é uma doença ocular comum em cães, caracterizada pela deficiência da parte aquosa do filme lacrimal, na qual resulta em ressecamento, inflamação da conjuntiva e até pigmentação da córnea.

veterinario olho oftalmo

3 – Distiquíase são cílios que nascem em lugar que não deveriam existir (rima palpebral) e podem ficar em contato com a córnea.

4 – Entrópio – inversão das pálpebras, que ficam em contato com a córnea, podendo causar úlceras.

5 – Glaucoma é uma neuropatia óptica que pode ocorrer o aumento da pressão intraocular.

6 – Catarata é a opacidade do cristalino, ou seja, da lente do olho que pode comprometer a visão.

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Foto: Warren Photographic

7 – Conjuntivite – com o tempo seco, os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejar e coçar. Isso pode fazer com que eles tentem aliviar a coceira com as patinhas, provocando lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a infecção chamada de conjuntivite.

Fonte: Petz

Como prevenir pulgas, carrapatos e sarnas em cães

Pulgas, carrapatos e parasitas que provocam sarnas podem proliferar rapidamente nos cães, prejudicando sua saúde e bem-estar. Além da coceira causada pela picada, pulgas e carrapatos podem transmitir doenças como erliquiose, babesiose e verminoses, além de causarem dermatites.

“As dermatites, em particular as alérgicas, trazem grande desconforto ao animal e podem levar a complicações como feridas na pele, queda de pelo e vermelhidão no local”, alerta Alexandre Merlo, médico veterinário e Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada de Animais de Companhia da Zoetis.

Outras parasitoses que podem prejudicar a saúde dos animais de estimação são as sarnas, que provocam coceira intensa, inflamação na pele e queda de pelos. Os três tipos de sarnas mais comuns são a sarcóptica, demodécica e otodécica, sendo que a primeira também pode ser transmitida para o ser humano (zoonose). Por isso, um tratamento antiparasitário duradouro e eficaz é essencial para manter o bem-estar não apenas dos pets, mas de toda a família.

A Zoetis oferece o antiparasitário em comprimido mastigável Simparic, que atua contra carrapatos, pulgas e o único que possui em bula indicação para o tratamento de três tipos de sarnas (sarcóptica, otodécica e demodécica).

cachorro zoetis

Contra pulgas, o medicamento começa a agir em 3 horas, com efeito máximo em até 8 horas. Já os carrapatos são eliminados a partir de 8 horas, sendo completamente eliminados em até 24 horas. A ação ocorre tão rapidamente que as pulgas não conseguem procriar – um fator importante, já que elas começam a produzir ovos 24 horas após subirem em um animal. Todos esses benefícios perduram por até 35 dias.

Uma pesquisa publicada na revista científica Veterinary Parasitology também mostrou que o Simparic é altamente eficaz na eliminação da sarna demodécica e sinais clínicos da doença em cães infectados, utilizando-se doses mensais. “Em 44 dias de tratamento, nenhum animal estudado apresentava ácaros nos raspados de pele, o que representa uma velocidade de efeito surpreendente no tratamento deste tipo de sarna”, finaliza Merlo.

Fonte: Zoetis

Médica alerta sobre algumas doenças comuns no inverno

O inverno chegou e, com ele, as doenças características do frio aparecem: resfriados, gripe, rinite e asma, entre outras. O motivo? Segundo Priscila Moraes, médica especialista em alergia e imunologia do Docway, baixas temperaturas e o ar seco fazem com que os poluentes e micro-organismos permaneçam mais tempo suspensos no ar. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo fechadas, sem ventilação adequada, o que favorece o aparecimento tanto de doenças respiratórias infecciosas como alérgicas.

Um cuidado especial deve ser dado às pessoas mais suscetíveis a complicações por vulnerabilidade do sistema imunológico, como crianças, idosos e aquelas com doenças crônicas. Saiba reconhecer as principais doenças do inverno:

1) Resfriado x Gripe

gripe mulher

Popularmente, as infecções virais de vias aéreas superiores são chamadas, de modo generalizado, de gripe. No entanto, são doenças diferentes. Ambas são causadas por vírus, porém se apresentam de maneiras distintas. O resfriado é provocado por adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório. Em geral, provoca sintomas mais brandos, com coriza, tosse, congestão nasal, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre, quando presente, costuma ser baixa. Normalmente, os sintomas duram até três dias e apresentam melhora espontânea.

Já a gripe, provocada pelos vírus Influenza, entre eles o H1N1, provoca sintomas mais intensos, como febre alta, calafrios, dor muscular, dor de cabeça, coriza e, algumas vezes, pode evoluir com complicações respiratórias. A duração é mais prolongada, podendo chegar a 7 dias, com melhora espontânea. Em alguns casos, pode ter como consequências infecções bacterianas, como pneumonia e sinusite.

2) Rinite x Sinusite

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Rinite é uma inflamação da mucosa nasal, caracterizada por dois ou mais destes sintomas: coriza, espirros, nariz entupido e coceira. Ela pode ser de causa alérgica ou não alérgica. Os principais desencadeantes da rinite alérgica são os ácaros presentes na poeira doméstica, seguidos por pelos de cão e gato, mofo e pólen. Entre as não alérgicas, as de maior importância no inverno são as infecciosas, provocadas por vírus, e as irritativas, provocadas pela poluição. O tratamento inicial deve ser com antialérgicos e, dependendo de cada caso, pode ser necessário corticoide local.

A sinusite pode ser uma consequência tanto da rinite alérgica como da não alérgica. Os principais achados são secreção nasal esverdeada, nariz entupido e dor de cabeça/face. Muitas vezes, só melhora após tratamento com antibiótico.

3) Bronquite x Asma

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A bronquite é uma doença aguda, provocada pela inflamação das vias aéreas inferiores (brônquios) e tem como principal causa as infecções virais. Além da tosse, quase sempre presente, também pode apresentar febre e falta de ar. Tem duração de poucos dias e a melhora costuma ser espontânea, com auxílio de medicamentos sintomáticos.

A asma é uma doença inflamatória crônica, na maioria das vezes de causa alérgica, que provoca sintomas de falta de ar, chiado no peito e tosse. Quase sempre os sintomas melhoram após o uso de medicamentos para aumentar o espaço da passagem do ar, os broncodilatadores. Dependendo da frequência e gravidade dos sintomas, é necessário usar corticoide oral ou inalatório.

4) Bronquiolite

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Pixabay

Bronquiolite é a infecção dos bronquíolos dos bebês causada por vírus, normalmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É mais comum até 3 anos de idade e costuma ser o primeiro episódio de chiado na infância. Provoca tosse, respiração ofegante, queda da saturação de oxigênio no sangue e é motivo comum de internação nessa faixa etária. Em geral, melhora espontaneamente, com medicamentos sintomáticos; em alguns casos, há necessidade de suporte respiratório com oxigênio.

5) Pneumonia

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Pixabay

É a infecção que se instala nos pulmões. Pode ser causada por vários micro-organismos diferentes (bactérias, vírus, fungos) e provoca tosse, dor no tórax, mal-estar, falta de ar e, ainda, pode apresentar secreção amarela ou esverdeada. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com antibiótico.

As medidas de prevenção que devem ser tomadas:

=Manter vacinas em dia, a da gripe deve ser aplicada anualmente e é gratuita para grupos de risco.
=Lavar bem as mãos sempre que possível e, indispensavelmente, antes de se alimentar, após espirrar ou tossir, e depois de usar o banheiro.
=Proteger com o braço (e não com as mãos) quando espirrar ou tossir
=Fazer higiene da casa adequadamente, de maneira que diminuam os alérgenos do ambiente, como ácaros da poeira
=Evitar lugares com aglomerados de pessoas e/ou sem ventilação adequada
=Em locais com ambiente seco, é recomendável o uso de um umidificador de ar no ambiente, desde que usados por poucas horas e com saída de vapor de até 60%.
=Beber muita água

Fonte: Docway

Tempo seco pode agravar as crises alérgicas

O inverno chegou, o ar está mais seco, e, em São Paulo, por exemplo, não chove há muitos dias. Com essa junção, os quadros alérgicos pioram. Difícil não coçar o nariz ou espirrar durante esse período e, segundo a alergologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Yara Mello, o agravamento da alergia está relacionado a diferentes fatores existentes na estação mais fria do ano.

O primeiro fator agravante do inverno é o tempo seco, que apresenta uma quantidade maior de partículas suspensas e, consequentemente, acaba sendo prejudicial ao alérgico. Yara explica que além desta característica, a secura do ar pode “sugar” com mais facilidade a água do organismo, o que potencializa a irritabilidade do trato respiratório.

Outro motivo que não é nada favorável aos alérgicos, são as infecções das vias aéreas. “Nesta época do ano, as pessoas costumam deixar os ambientes mais fechados, o que facilita o contagio, tanto das infecções virais quanto as bacterianas é também um gatilho para a crise alérgica”, endossa a especialista.

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Apesar das alergias respiratórias possuírem sinais semelhantes aos de uma gripe, a confusão é rapidamente desfeita, como explica a médica. “Os sintomas iniciais podem ser confundidos, já que o espirro e coceira no nariz estão presentes nos dois casos. Porém, com a evolução, é possível diferenciar, pois quem está com gripe apresentará outros sinais, como febre, mal-estar e dor muscular”.

Para sofrer menos com as crises não só durante o inverno, o tratamento é indispensável e, o primeiro passo, é o diagnóstico correto. “A prevenção é iniciada com o diagnóstico correto, que inclui saber qual é o tipo de sensibilidade que a pessoa tem. Após isso, é possível usar duas formas de controle, uma é cuidar do ambiente, principalmente do quarto e outra, associada à primeira, o tratamento de imunoterapia, conhecida como vacina para alergia”, enfatiza a alergologista.

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O cuidado com o ambiente, citado por Yara Mello, inclui ações simples que ajudam a contornar o problema – como tirar do local, principalmente do quarto, objetos que acumulem pó – manter colchões e travesseiros encapados com tecidos específicos, a fim de impedir a saída do pó, lavar os casacos e cobertores antes de usar e deixar as roupas arejando no sol.

Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Festa Junina: maquiagem em crianças pode causar reações alérgicas

Pele dos pequenos é mais sensível, sendo assim mais suscetível a irritações e dermatites. Saiba que cuidados tomar para evitar estas complicações

Cuidado com a temporada de festas juninas e a hora de preparar o seu caipirinha para dançar a quadrilha. Bigodes nos meninos e a bochechas pintadas nas meninas são marcas registradas dessa época, mas, segundo a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD), é importante que os pais fiquem alerta na hora de maquiar seus filhos.

“A pele das crianças é mais sensível e fina e, por esse motivo, as substâncias químicas presentes nas maquiagens cosméticas são absorvidas com maior intensidade”, explica. De acordo com a especialista, ao utilizar maquiagem comum ou produtos não apropriados para crianças, o maior risco é o dos pequenos desenvolverem algum tipo de irritação ou reação alérgica, que podem aparecer em até 24h depois da exposição ao produto.

“Já que não existe maquiagem 100% segura para as crianças, o recomendado para proteger a pele dos pequenos é a utilização de produtos hipoalergênicos, com baixa concentração de álcool e que podem ser retirados facilmente”, destaca. “Além disso, opte por maquiagens aprovadas dermatologicamente e sempre observe a validade dos produtos”, completa.

E os cuidados devem ir além da escolha dos produtos. Antes da maquiagem, por exemplo, o ideal é proteger a pele das crianças com um hidratante também hipoalergênico. “Na hora de maquiar, utilize esponjas e pincéis macios, para não machucar os pequenos, e evite as áreas muito próximas aos olhos, que são mais sensíveis. Depois da festa, realize a higienização da pele assim que possível, utilizando demaquilantes cremosos que sejam oil free, hipoalergênicos e não contenham álcool em sua composição”, aconselha a dermatologista.

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Quanto mais cedo a criança entra em contato com esses produtos químicos, maiores são as chances de o organismo se sensibilizar e desenvolver alergias. Por isso, se seu filho já apresenta alguma sensibilidade, não insista na aplicação da maquiagem. “Caso você note alguma alteração na pele dos pequenos, interrompa imediatamente o uso do produto e consulte um dermatologista para que ele indique o tratamento adequado, evitando assim maiores complicações”, finaliza Valéria.

Fonte: Valéria Marcondes é Dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser

Saiba mais sobre as doenças que pulgas e carrapatos podem transmitir aos pets

Além da coceira causada pela picada de pulgas e carrapatos, esses parasitas podem transmitir aos animais de estimação algumas doenças como erliquiose, babesiose, verminoses, além de causarem dermatites. Algumas dessas também podem ser transmitidas a humanos, por isso é importante proteger os pets para evitar contaminação.

Um dos principais problemas causados pela picada desses parasitas é a dermatite. Ela pode aparecer por causa da coceira excessiva causada pelas picadas e também pelo fato de alguns cães e gatos serem alérgicos à saliva de pulgas e carrapatos.

“As dermatites trazem grande desconforto ao animal e podem levar a complicações como feridas na pele, queda de pelo e vermelhidão no local”, exemplifica Alexandre Merlo, médico veterinário e Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada de Animais de Companhia da Zoetis.

Pulgas

cachorro zoetis

Elas podem pôr até 2 mil ovos durante a sua existência e sobrevivem por cerca de 100 dias sem alimentação. Por isso, aparecem com frequência nos animais, principalmente naqueles que não tomam qualquer tipo de medicamento antipulgas com regularidade.

Quando ingeridas pelo cão ou gato ao se coçarem, as pulgas podem transmitir um verme intestinal chamado Dipylidium caninum. A infecção pode acarretar diarreia e perda de peso, entre outros problemas. Pedaços do verme também podem migrar para o final do intestino, levando o animal a esfregar o ânus para tentar eliminá-lo.

“Uma dúvida recorrente dos tutores é se há diferença entre as pulgas de cães e de gatos. A espécie mais comum (C. felis) acomete igualmente cães e gatos, podendo passar de um animal para o outro. Outra peculiaridade é que as pulgas de animais, em locais onde coexistam seres humanos e animais, geralmente não vão picar os humanos – elas preferem os animais porque eles têm sangue mais quente”, esclarece o médico veterinário.

Carrapatos

Existem várias espécies de carrapatos; os dois gêneros que mais acometem os animais domésticos no Brasil são Rhipicephalus e Amblyomma.

“Esses parasitas passam por quatro estágios: ovo, larva, ninfa e adulto. Em todas essas fases, eles se alimentam de sangue do hospedeiro”, explica Alexandre.

Os carrapatos podem transmitir erliquiose e babesiose. A erliquiose é transmitida por meio do carrapato Rhipicephalus sanguineus, popularmente chamado de carrapato marrom. Na fase aguda da doença, o animal acometido com esse mal apresenta febre, falta de apetite e fraqueza muscular. Ela também pode ser transmitida por meio de transfusões de sangue. Já a babesiose é transmitida pelo carrapato marrom infectado. Seus sintomas incluem febre, anorexia, urina escura, mucosas pálidas e amareladas. Além disso, o animal se isola e não interage com o tutor ou com outros cães.

“No caso de sintomas como os descritos em um animal parasitado por carrapatos, é extremamente importante levar ao médico veterinário, que poderá fazer uma avaliação e solicitar exames complementares para confirmar as doenças”, afirma Alexandre.

Prevenção

gato antipulga pepeta

Como as pulgas e os carrapatos proliferam de forma rápida e são de fácil transmissão, a prevenção é a melhor opção. “A Zoetis oferece os antiparasitários Revolution e Simparicpara ajudar a manter o animal protegido e livre de parasitas”, reforça Fabiana Avelar, gerente de Produto de Animais de Companhia da Zoetis.

O Revolution vem em forma de pipetas que devem ser aplicadas no pescoço tanto do cão como do gato. O produto é de fácil e rápida absorção.

Já o Simparic, indicado somente para cães, é apresentado como comprimido palatável. O medicamento atua em carrapatos, pulgas e três tipos de sarnas, mantendo alta eficácia por até 35 dias.

Fonte: Zoetis

 

‘Receitas da vovó’ podem trazer riscos à saúde da pele

Muitas receitas caseiras podem esconder problemas sérios e, em vez de oferecerem tratamento, podem irritar a pele

Receitas naturais ou caseiras são excelentes para a pele e não oferecem nenhum malefício, certo? Errado! “Muitas substâncias colocadas na pele podem provocar ou piorar alergias, irritações ou até mesmo a acne. É necessário sempre procurar ajuda de um dermatologista”, explica Jardis Volpe, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O médico analisa abaixo os mitos e verdades de algumas receitas caseiras no tratamento da pele:

mulher jovem acne espinha

Pasta de dente nas espinhas – não é incomum encontrar pessoas que acreditam que a pasta de dente é um santo remédio contra a acne. “Realmente, ela pode até secar a acne, em função de alguns componentes: bicarbonato de sódio, peróxido de hidrogênio, álcool, mentol, óleos essenciais e triclosan. Mas ela traz alguns riscos, como vermelhidão, irritação e descamação – e em alguns casos, pode até queimar a pele”, afirma o médico. O melhor a fazer no caso de muitas espinhas é procurar um médico, mas no caso das isoladas uma receita caseira seria dissolver um comprimido de aspirina com um pouco de água até que se forme uma pasta e aplicar com um cotonete em cima da lesão de acne, deixando agir durante à noite. “O ácido salicílico é anti-inflamatório”, explica.

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Aplicar colírio na acne avermelhada – “O colírio para olhos vermelhos contém agentes vasoconstritores, que fecham os vasos, causando uma contração e melhorando a vermelhidão de uma espinha isolada. Não costumo recomendar porque esses agentes causam um efeito rebote grande e a vermelhidão pode voltar mais forte e o efeito é muito temporário”, explica. No caso de emergências, o médico dá outra receita: “Podemos utilizar aplicação de gelo envolto em um tecido ou bolsas pequenas de gelo, por alguns minutos. O gelo é anti-inflamatório e faz desinchar a espinha rapidamente, reduzindo o inchaço. Mas só funciona em espinhas isoladas, daquelas vermelhas e internas, sem coloração amarelada. Logo após, pode-se aplicar um creme com ácido salicílico ou peróxido de benzoíla.”

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Clara de ovo para diminuir as linhas de expressão – por conter albumina, a clara do ovo é utilizada em algumas receitas caseiras para promover efeito anti-idade. “A albumina tensiona a pele, com um efeito imediato, logo depois que seca, principalmente em peles oleosas. Muita gente retirava a clara com água morna e depois aplicava água bem gelada, para aumentar ainda mais a tensão da pele. Mas, não existe nenhuma evidência para tratamentos de linhas de expressão e o efeito tensor ocorre pontualmente, não funciona como tratamento”, garante o médico. Hoje em dia, uma boa aposta é o uso de produtos com ativos antioxidantes, tensores e vitamina C, capazes de promover uma renovação celular e diminuir as linhas de expressão – com efeito imediato e de tratamento. Outra aposta é o uso dos nutracêuticos que promove melhoria da qualidade do colágeno, como Exsynutriment e Bio-Arct.

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Açúcar com limão para esfoliar a pele – o açúcar deslizando com o limão na pele provoca a sensação de limpeza e esfoliação. Mas embora o limão tenha características adstringentes, em contato com o sol, o efeito pode ser desastroso e manchar a pele. “Além disso, pode causar ressecamento e alergias”, explica. A maneira mais segura para esfoliar a pele é utilizar produtos específicos, diz Jardis. “É importante saber que quem tem a pele mais fina e delicada deve optar por produtos mais suaves com grãos esfoliantes regulares em fórmulas com ativos calmantes. É fundamental que, logo após a esfoliação, a pele seja profundamente hidratada. Por isso, recomendo produtos com Ácido hialurônico, vitaminas C e E. Para diminuir as irritações, utilizar cosméticos à base de aloe vera e alphabisabolol que acalmam e hidratam.”

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Rodelas de pepino nos olhos para tirar olheiras – as pessoas acreditavam nesse tratamento porque o pepino não só tem efeito de resfriamento, mas também ajuda a melhorar a cor da pele ao redor dos olhos. “Funciona, sim. Mas é um efeito paliativo. O pepino também ajuda a aliviar os olhos depois de um longo dia de trabalho”, afirma. Embora não tenha risco, esse tratamento exige 15 minutos do seu dia e, hoje, já existem muitos cremes que, no caso de olheiras, podem tratar e camuflar a pigmentação.

Fonte: Jardis Volpe é dermatologista, diretor clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.