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Cães: entenda diferença entre intolerância e hipersensibilidade alimentar

Alguns cães podem apresentar sensibilidade digestiva ou de pele ao consumirem alimentos elaborados com carne bovina ou frango. “Quando o cão tem sensibilidade a qualquer uma dessas fontes proteicas, indica-se um alimento elaborado com ingredientes diferentes, como: cordeiro ou peixe, que também são proteínas de alta qualidade e que podem trazer benefícios e neste caso ”, afirma a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos Bárbara Benitez.

Segundo ela, raças como Pug, Shar Pei, Dachshund, Bulldog francês e Lhasa Apso estão entre as mais propensas a apresentar sensibilidade a algumas fontes proteicas de origem animal “Quando o cãozinho é sensível à determinada fonte proteica, ele pode apresentar sinais como pelo opaco, queda de pelo e sinais gastrintestinais”.

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Intolerância x Hipersensibilidade alimentar (HA) ou alergia

Existe diferença entre intolerância e hipersensibilidade alimentar, como explica a veterinária:

Alergia ou HA: resposta imunológica devido à ingestão de alérgenos específicos (proteínas de origem animal). As proteínas de origem animal são os principais causadores de alergia;

Intolerância alimentar: resposta fisiológica anormal não imunológica que ocorre por meio de um alimento. Como as proteínas de origem são os principais causadores de alergia e HA, nota-se que nas intolerâncias também há benefícios com a mudança da fonte proteica (cordeiro e peixe).

Como saber?

Em geral, a sensibilidade do cão é revelada por meio de sinais, como: pelo opaco, queda de pelo, descamação da pele e fezes diferentes do usual. Quando isso acontecer, é preciso que o animal seja avaliado pelo médico veterinário, para que o profissional verifique qual é o alimento correto indicado.

Recomendação

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Equilíbrio Sensitive Fish é elaborado com proteína de peixe para proporcionar alta digestibilidade e tem níveis balanceados de ômegas 3 e 6 para contribuir para nutrição da pele e beleza da pelagem. O produto é o lançamento da nova geração da Equilíbrio Cães, que já contava com um alimento para cães sensíveis, mas elaborado com cordeiro.

Fonte: Total Alimentos 

Principais perigos escondidos no tapete

Muitos não estão cientes de que a maioria das coisas que existe em nossa casa pode causar algum tipo de problema para a nossa saúde e para a saúde dos nossos familiares. Existem perigos que os nossos tapetes escondem e, por isso, devemos ficar muito atentos com alguns aspectos.

Pensando na sua saúde e de sua família, o Personal Clean preparou um infográfico bacana com os principais perigos escondidos em seu tapete, para que você possa observar e tomar as medidas preventivas e cuidar melhor do ambiente que reside. Não perca tempo, confira:

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Dicas de higienização para sobreviver ao tempo seco

A vinda do tempo seco estimula as doenças respiratórias, como rinite, sinusite e bronquite, entre outras. Para um ambiente mais úmido muitos optam pelo uso dos umidificadores, porém, aí mora o perigo. De acordo com a sócia proprietária da Natureza & Limpeza, Ana Paula Barcena, o excesso de umidificação no local pode ocasionar a proliferação de ácaros e bactérias.

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De acordo com a empresária, a higienização com produtos biodegradáveis é a melhor escolha, pois “o serviço deixa a casa limpa, com ar fresco e livre de ácaros e bactérias, contribuindo com o meio ambiente, além de gastar no máximo cinco litros de água”.

Neste caso de tempo úmido é indicada a limpeza de sofá, pufe, cadeiras, poltronas, carpetes, cortinas, edredom e colchões. Ela elimina ácaros, fungos e bactérias, além de poder ser realizada a impermeabilização, que também contribui para uma maior proteção dos estofados.

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“Pensando em aliviar a sensação de secura no ambiente, muitas vezes nos esquecemos que a falta de limpeza em nossos estofados pode colaborar para mais dificuldades respiratórias do que apenas o tempo seco. A higienização a parte colabora para a saúde de todos da casa”, finaliza Ana.

Fonte: Natureza & Limpeza

 

Os perigos da maquiagem vencida

Usar um cosmético cuja validade expirou pode ser perigoso. “No caso da maquiagem, a ameaça é ainda pior, porque a quantidade de corante potencialmente alergênica é maior. Esses cosméticos muitas vezes entram em contato com os lábios, uma área conhecida como epitélio de transição, sendo muito mais fina e delicada e por isso mais sujeita a agressões, irritação e infecção por fungos”, explica Rodrigo Kury, farmacêutico e diretor técnico da Ecenne.

Máscaras de cílios e cosméticos que têm proximidade com mucosas ou olhos são geralmente os mais perigosos e os campeões das queixas nos dermatologistas. “A pele já tem um sistema de defesa e uma microbiota muito eficaz de proteção contra bactérias e ácidos, mas os olhos e as mucosas são mais desprotegidos”. O uso de maquiagens vencidas na região dos olhos pode causar conjuntivite bacteriana.

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Foto: J. Durham/MorgueFile

Outra ameaça é a do uso do lápis de olho vencido, segundo o especialista. “Ele pode causar uma hipersensibilidade local que pode irritar a região e fazer com que a glândula tente se livrar daquele depósito de pigmento. Além disso, o lápis pode provocar um processo inflamatório pela presença da sujidade que obstrui o ducto de saída da glândula, criando uma inflamação como o terçol”, explica.

“Posteriormente, as bactérias da nossa própria pele podem contaminar a área e fazer o terçol propriamente dito, com um nódulo que inicialmente é inflamatório, mas pode vir a ser infeccioso”, completa.

Os perigos

“Quimicamente falando, as maquiagens vencidas podem, além de oxidar (começa a escurecer), separar a fase oleosa da aquosa, talhar, alguns ativos podem se depositar no fundo do recipiente e não se misturarem mais, formando uma placa sólida; o pH pode alterar drasticamente, queimando o local de aplicação; ou pode também haver contaminação bacteriana que, por sua vez, contamina o usuário. E tudo pode acontecer ao mesmo tempo”, alerta. Os processos alérgicos, acne, dermatites e até infecções graves podem acontecer quando se usa um cosmético vencido.

Nem sempre esse processo de contaminação é visível, pois quando é recente não altera cor nem odor do produto. “Mas, pode contaminar o usuário, mesmo com poucas colônias formadas. Deve-se lembrar que bactéria é microscópica! Quando o produto mudou de cor, o odor está bem alterado, então, é contaminação na certa. Por isso, não confie naquele blush lindo e com cara de novinho, ainda depois de vários meses”, explica.

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Como armazenar sua maquiagem

Algumas questões de armazenamento também são importantes para que o cosmético tenha eficácia durante o período de validade. O farmacêutico lista algumas:

*Não armazenar no banheiro: “Este é o pior lugar por causa da umidade. Maquiagem tem que ser guardada em lugar seco. Coloque em uma caixa ou frasqueira no closet ou armário, e leve para o banheiro quando for maquiar-se”.

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*Cole as datas de validade dos produtos para não esquecer de conferir periodicamente.

*Use sempre sua maquiagem, para quando chegar o dia de jogá-la fora você saber que aproveitou bem. Hoje em dia, as maquiagens de boa qualidade protegem e tratam a pele como se fossem bons cremes.

*Escolha tons apropriados para sua pele e seu estilo de vida. E não compre em excesso. Assim você usará constantemente e quase até o fim do produto.”

*Lave seus pincéis de quinze em quinze dias e seque-os com secador de cabelos. Muitas vezes são eles que contaminam a maquiagem.

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*A cada mês, passe aspirador de pó na gaveta ou necessaire de maquiagem. Note como ficam sujas de pó. Isto é uma grande fonte de alimentação para bactérias e ácaros.

*Anote as médias das datas de validade e guarde no fundo da sua gaveta ou na tampa da sua caixa de maquiagens:

* Rímel: 3 meses
* Base: 6 meses
* Corretivo: 8 meses
* Pó de rosto: 12 meses
* Sombras: 12 meses
* Gloss e batom: 12 meses
* Blush em creme: 12 meses
* Lápis de olhos, sobrancelhas e lábios: 12 meses
* Blush em pó: 24 meses
* Pó bronzeador: 24 meses
* Creme de olhos: 3 meses
* Cremes de rosto hidratantes, de limpeza e demaquilantes: 6 meses
* Tônicos de rosto: 12 meses
* Filtro solar: 12 meses
* Cosméticos naturais: duram muito menos tempo do que os cosméticos tradicionais

Fonte: Ecenne

 

Estresse pode desencadear crises alérgicas

A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a algum agente externo, como ácaros, fungos, insetos, pelos de animais, pólen, alimentos e medicamentos. As doenças alérgicas (alimentares, dermatológicas ou respiratórias, por exemplo) podem ter vários gatilhos nos indivíduos predispostos geneticamente. O estresse pode ser um deles.

“Não é uma relação direta, mas o estresse pode mexer com o sistema imune e, eventualmente, piorar a crise ou deixar a pessoa mais suscetível. A causa não é o estresse, mas ele pode desencadear algo quando já havia uma predisposição genética”, diz Yara Arruda Mello, alergologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Ela explica que, no caso da asma, o paciente acaba se sensibilizando com maior frequência aos ácaros, mas, em uma situação de estresse, ele pode ter os sintomas de crise ativados. Em todos os casos, porém, é essencial consultar o especialista para que os demais fatores alérgenos externos sejam descartados e se comprove que o estresse foi o gatilho.

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Foto: iStock

O alívio dos sintomas depende de cada doença, mas o recomendável, para qualquer pessoa em qualquer situação, é levar uma vida mais saudável para que todo o organismo funcione de maneira adequada. “Não só evitar o estresse, mas também ter um sono regulado e uma dieta balanceada. Atividade física também é bastante importante. Algumas pessoas gostam de dançar, outras preferem meditar. Cada um deve identificar qual atividade que funciona melhor”, afirma a médica.

Segundo a especialista, o mais importante é que as pessoas tenham consciência do que está acontecendo e sigam a orientação médica e o plano de ação feito com o alergologista. O diagnóstico correto e bem apurado dessas doenças é fundamental para saber como proceder no momento de cada uma das crises e em caso de emergência.

Fonte:  Hospital São Luiz

 

Cuidados com os pets no inverno

Gripe, lesões na pele e dores nas articulações em animais são sintomas comuns durante a época mais fria do ano e exigem cuidados especiais

Com a chegada do inverno, o ar seco e as baixas temperaturas podem propiciar o surgimento de algumas enfermidades em pets ou agravar doenças já existentes. Por esse motivo, a DrogaVET, líder na manipulação de medicamentos veterinários no País, alerta os proprietários para que conheçam quais são elas, com o intuito de identifica-las precocemente, a fim de mitigar seu agravamento e até preveni-las, orientando-os também quanto às formas de tratamento.

Gripe Canina e Rinotraqueíte em felinos

É a doença respiratória mais comum do inverno, cujos sintomas são: tosse, coriza e espirros. Já a Rinotraqueíte afeta o sistema respiratório dos gatos, principalmente os filhotes, que, se contaminados, podem apresentar espirros, secreção nos olhos e dificuldades para respirar. “Ambas as enfermidades são contraídas por vírus e podem ser transmitidas de animal para animal”, explica a veterinária da DrogaVET, Farah de Andrade.

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Foto: Castlelass/Morguefile

Para evitar que os pets contraiam problemas respiratórios é necessário manter a vacinação do seu pet em dia, fortalecendo o sistema imunológico. Evitar passeios em dias muito frios, mantê-los hidratados com a ingestão de água e diminuir a frequência de banhos, principalmente nos animais mais idosos, são outros cuidados que contribuem na manutenção da saúde animal.

Dermatites

Problemas dermatológicos, como: dermatites e alergias também costumam surgir nesta época, causados por banhos quentes, secador em alta temperatura, tosa frequente e outros hábitos. A médica veterinária ressalta ainda que pets com dermatite atópica, suscetíveis a reações alérgicas fortes frente a diversas substâncias, podem apresentar uma piora no quadro devido aos mesmos fatores elencados acima. “Nestes casos, o ideal é diminuir a quantidade de banhos no inverno para uma frequência de 10 a 12 dias, sempre com água morna. Outra sugestão é optar pelo banho a seco nos dias mais frios, molhando os pets apenas nos dias mais quentes. E se mesmo com essas ações o pet desenvolver lesões na pele é possível manipular shampoos, condicionadores e cremes, com substâncias hidratantes para tratar o problema”, aponta Farah.

 

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Osteoartrose

Com as baixas temperaturas, os animais idosos acabam por sofrer mais em decorrência de doenças ortopédicas, com dores agudas nas articulações. “A osteoartrose é o caso mais comum em pets acima dos 7 anos. Ela afeta a cartilagem, diminui a capacidade locomotora e de absorver e distribuir impactos do corpo, causando dores articulares crônicas”, pontua a veterinária. Além de manter os mesmos cuidados com o banho e exposição à friagem, recomenda-se o uso de anti-inflamatório, glucosamina e condroprotetores, remédios que podem ser manipulados, na dose certa, de acordo com as necessidades de cada paciente, e na forma e sabores preferidos dos pets.

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Entre as formas dos medicamentos manipulados estão pastas orais – mais voltadas para gatos –, biscoitos – o preferido dos cães –, xaropes, suspensões e cápsulas, em sabores como: avelã, bacon, carne, chocolate, peixe, entre outros, o que possibilita um tratamento sem sofrimento e estresse. Além disso, o custo é menor, pois como o medicamento é feito na dose certa, não há desperdício. “Com a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento ideal, as chances de sucesso e de melhora ampliam consideravelmente, diminuindo os impactos da estação na saúde do pet”, finaliza.

Fonte: DrogaVET

 

 

 

Outono e inverno são as estações que mais desencadeiam rinite alérgica

A rinite é um processo inflamatório da mucosa nasal, que pode ser agudo quando se trata de infecções virais ou bacterianas. Já nos casos crônicos, destaca-se a rinite alérgica, que tem como sintomas o prurido nasal e/ou ocular, coriza, obstrução nasal e espirros, fora de períodos de resfriados. A rinite alérgica tem uma prevalência por volta de 20% na população brasileira (estudo populacional ISAAC). Como sintomas secundários estão os pruridos de palato de conduto auditivo. A inalação de poluentes por indivíduos com rinite alérgica potencializa o processo inflamatório preexistente na mucosa nasal.

As estações de outono e inverno são mais favoráveis à piora da rinite alérgica já que há um maior contato com alérgenos e com agentes infecciosos em ambientes internos e de poluentes em ambientes externos. Sabe-se da existência de inversão térmica e maior contato com poluentes nesta época do ano. Os poluentes inalados promovem uma inflamação em uma mucosa nasal previamente inflamada pelo processo da rinite.

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Por outro lado, as mudanças bruscas de temperatura, em especial do quente para o frio, ocasionam uma diminuição nos batimentos ciliares da mucosa nasal, o que favorece a penetração de agentes infecciosos. “Os vírus tem uma facilitação à penetração na mucosa nasal inflamada do paciente com rinite”, explica a especialista Maria Cândida Rizzo, coordenadora do Departamento Científico de Rinite da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Para tratar a rinite é preciso evitar o contato com os alérgenos inalados aos que o paciente apresenta sensibilização (aumento de IgE específico) e usar medicamentos que variam de acordo com a frequência e a gravidade de sintomas, além do uso de imunoterapia específica (vacinas contra os alérgenos que ocasionam sintomas). O tratamento, de modo global, visa a diminuição do processo inflamatório crônico que permeia os quadros de exacerbação de rinite alérgica.

Fonte: ASBAI

 

Dicas de como organizar e limpar o guarda-roupa para receber o inverno

A alguns dias do inverno, o frio já chegou e está cada vez mais difícil tirar o biquíni do armário, a sandália, o vestido… E a tendência é piorar. Então, para que ocupar espaço com o que você não vai usar pelos próximos meses? Foi pensando nisso que a personal organizer Carol Rosa* separou algumas dicas para fazer uma inversão no guarda-roupa e deixar à vista as malhas, calças e botas para facilitar na hora de sair de casa e não perder tempo procurando aquilo que você mais precisa.

A primeira delas é colocar para arejar as roupas de frio que estavam guardadas há muito tempo antes de reacomodá-las no guarda-roupa. Aqui, vale o cuidado para que as peças não fiquem ao sol! A ideia é que elas já tenham sido lavadas antes de serem guardadas. E, assim, não precisem passar pelo processo novamente. Mas, se ainda persistir aquele cheiro de armário, vale lavar a peça em casa ou mandar para a lavanderia mais uma vez.

“A recomendação de lavar antes de guardar é para evitar mofo ou alguma mancha definitiva. Se você não reparou que a peça estava suja e ela ficou guardada por muito tempo, a sujeira pode não sair mais. Por isso, na dúvida, lave sempre antes de guardar por um período maior”, aconselha Carol Rosa.

A segunda dica é olhar com calma para o armário e ver o que dali você não irá usar pelos próximos meses. Vale deixar uma ou duas peças de calor para uma possível virada no tempo, mas não precisa, por exemplo, manter todos os vestidos de verão, calças leves ou rasteirinhas “à mão”. É bom aproveitar o espaço que estão ocupando para vestidos de malha, calças de veludo ou camurça e botas.

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Os calçados de inverno ocupam mais espaço e, por isso, pode ser melhor colocar as sandálias ou plataformas em caixas próprias, com respiro. Elas podem ser acomodadas debaixo da cama ou na parte mais alta do armário. “Esses sapatos são diferentes dos de festa, por exemplo, que você pode, eventualmente, usar em qualquer estação. Eles, provavelmente, só serão necessários no fim de agosto, começo de setembro”, explica a personal organizer.

Já com as peças que serão colocadas no closet separadas e o espaço liberado, é hora da arrumação. A dica aqui é dobrar roupas de malhas, mais pesadas, que, se penduradas, podem danificar. As calças podem ser acomodadas em cabides. E as botas podem ser colocadas deitadas na sapateira ou, se houver espaço para ficarem de pé, mantidas dessa forma, com preenchimentos próprios para o calçado dentro para não abalar a estrutura.

A última dica é o cuidado com o que será guardado. Vale a repetição: tudo deve ser lavado antes de vedado. Depois, é possível colocar as roupas de verão em caixas de tecido, malas ou na parte mais alta do armário. Mas é importante que, independentemente do local, tudo seja embalado em saco de TNT ou plástico a vácuo. Também vale deixar um antimofo junto às roupas e até aos sapatos para protegê-los. Para finalizar, a Carol Rosa chama a atenção para os biquínis.

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Camicado

“É muito importante que eles estejam extremamente limpos quando forem guardados ou corre o risco de ficarem amarelados ou com o elástico esgarçado ao longo do tempo”, conclui.

Multicoisas dá dicas de como limpar e organizar roupas no inverno

A temperatura caiu! É hora tirar do guarda-roupas ou do closet todos casacos, malhas, cachecóis e luvas. E é nesse momento de reorganização e troca de ‘acervo’ que as pessoas percebem que algumas peças estão com pelos ou cheia de bolinhas. E, para ajudar no processo de limpeza, a Multicoisas, rede especializada em soluções para o dia a dia, indica o Papa Bolinha Ordene (R$ 22,90), que possui um sistema que elimina as bolinhas causadas pelo uso constante das peças.

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Já o Tira Pelo Scoth Brite 3M (R$ 12,90) é um rolo com folhas adesivas que retiram pelos e fiapos das roupas e têxteis em geral sem danificá-los.Outro problema da queda de temperatura, comum nesses meses mais frios do ano, é a umidade que fica dentro dos armários. Para prevenir e proteger as roupas que agora serão usadas, a dica é o Evita Mofo (R$ 34,90), que elimina a umidade e a formação de mofo e fungos.

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*Carol Rosa é formada em Administração de Empresas. Atuou na área financeira por sete anos, até que descobriu que a paixão por organização poderia se tornar profissão. Ela, que sempre ajudou as pessoas a fazer mudanças e a organizar o dia a dia, resolveu investir na própria empresa. Especializou-se como personal organizer pela OZ, filiada à National Association of Professional Organizers (NAPO), referência mundial na área. Mais do que organizar a casa das pessoas, Carol Rosa acredita em melhorar a qualidade de vida, a gestão do tempo e o conforto dos seus clientes.

 

 

Tosse serve de alerta para uma eventual infecção ou alergia

A tosse é um reflexo natural do sistema respiratório e decorre de qualquer processo irritativo. Maura Neves, otorrinolaringologista da Clínica MedPrimus, explica que a função da tosse é remover agentes irritantes, limpar a via respiratória e defender o organismo de agentes nocivos inalados.

“A tosse pode ser seca ou produtiva. A diferença entre elas é a presença de muco. Na tosse produtiva há presença de secreção, que pode ser de pequena a grande quantidade, de clara a mais escura e até com laivos de sangue. A cor da secreção é um dos indicativos da causa”, explica.

.Secreção: clara ou transparente está associada a alergias ou gripes e resfriados. Já a secreção amarelada ou esverdeada sugere infecção. A presença de secreção sanguinolenta está associada à pneumonia, bronquite ou situações mais graves como tuberculose e câncer.

.Tosse seca: não tem secreção e muitas vezes está associada à “coceira” na garganta. Nesses casos, a tosse causa irritação na garganta. E quanto mais irritação mais tosse, e quanto mais tosse mais irritação.

.Tosse aguda: a médica explica que a tosse também é dividida por sua duração. Uma tosse aguda, habitualmente, é de curta duração. Muitas vezes apresenta outros sintomas como obstrução nasal, dor de garganta, rouquidão etc. Já os sintomas crônicos duram mais de oito semanas e tem causas diversas.

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Foto: Wallsdesk

Se a tosse persistir, um médico deve ser consultado. O diagnóstico da causa é fundamental para guiar o tratamento correto e pode ser feito por meio de exame, história clínica, exames laboratoriais e de imagem.

Para amenizar os sintomas e se prevenir da tosse nos dias mais frios, Maura Neves listou algumas medidas práticas e eficientes:

-Hidratação: beber água ajuda na fluidificação de secreções e hidratação de toda a via área.

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-Lavagem nasal com soro fisiológico: rinites e sinusites são causas muito frequentes de tosse. Manter uma boa respiração nasal sem acúmulo de secreções ajuda a controlar a tosse;
-Evite comer muito antes de deitar;
-Evite café, chá preto ou mate, chocolate e alimentos condimentados: eles podem piorar sintomas de refluxo;
-Umidificador ou vaporizador nos dias mais secos ajudam a aumentar a umidade do ar;
-Mantenha o ambiente ventilado.

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Foto: Emily Beeson/Morguefile

Fonte: Maura Neves é graduada em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência médica em Otorrinolaringologia no Hospital das Clinicas Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP
Fellowship em Cirurgia Endoscópica Nasal no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Título de especialista pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial – ABORL-CCF
Doutorado pelo Departamento de Otorrinolaringologia do Hospital das Clinicas Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP. Faz parte da Clínica Medprimus.