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Petz e Bayer promovem maratona de saúde pet no Parque Villa-Lobos

Evento aberto ao público será amanhã, feriado da República, dia 15, das 10h às 14h, na área de recreação pet, com orientação veterinária e serviços gratuitos de vermifugação, limpeza de orelhas, corte de unhas e adestramento educativo, além de incentivar a adoção e doação de sangue pet

Além de brincar, os pets vão cuidar da higiene e da saúde durante o feriado da Proclamação da República, no parque Villa-Lobos. Realizada pela Petz e Bayer no dia 15 de novembro, das 10h às 14h, a maratona de saúde será abrigada no espaço de recreação para pets do parque, localizado na zona oeste de São Paulo.

Além de shows de agility com a Turma da Bayer, o evento vai oferecer orientação veterinária e serviços gratuitos de vermifugação, limpeza de orelhas, corte de unhas e adestramento educativo – incentivando a adoção e adoação de sangue pet em espaços distintos.

Para participar, basta comparecer ao local,pegar uma senha e aguardar o atendimento, que será feito por ordem de chegada. O adestramento educacional ficará a cargo da equipe do tapete higiênico Supersecão, enquanto as dicas sobre a hora correta de premiar com petiscos, e a importância da rotina nas refeições ficam por conta da equipe da Purina, que distribuirá amostras e brindes.

A vermifugação dos pets será feita pela Bayer, e as equipes veterinária e de estética da Petz oferecem, além das orientações de saúde, limpeza de orelhas e corte de unhas para os bichinhos.

Boa ação

Os pets que participarem do evento também poderão fazer uma boa ação ao colaborar na campanha de doação de sangue, realizada em parceria com o banco de sangue veterinário Sanimvet. A coleta será realizada em uma unidade móvel que estará no local.

Para doar, os cães precisam ser dóceis e saudáveis, tendo entre 1 a 7 anos de idade e, no mínimo, 25 quilos.Vacinação, vermífugação e o controle de carrapatos e pulgas também devem estar em dia.

Quem quiser encontrar um novo membro para a família poderá conhecer cães no evento de adoção em parceria com a ONG Cão Sem Dono. Todos os bichinhos têm certificado de saúde, atestando que são vermifugados, vacinados e castrados, e os frequentadores do parque poderão interagir com os pets para encontrar um novo amigo.

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Maratona de saúde pet
Quando: dia 15 de novembro, das 10h às 14h
Onde: espaço de recreação pet do Parque Villa-Lobos
Endereço: avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros
Entrada: gratuita (para os serviços é preciso pegar senha logo na chegada)

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Dieta especial garante bem-estar para cão diabético

Cães diabéticos precisam de uma rotina diferente dos outros pets. Eles exigem cuidados especiais e muita dedicação do tutor. De acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá diabetes. Logo, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais qualidade de vida o pet terá.

“A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios do diabetes mellitus e exigem a avaliação de um veterinário”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

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O tratamento pode ser realizado por meio da insulinoterapia e da prescrição de uma dieta específica para o cão diabético: “Alguns ingredientes são muito importantes para o auxiliar no tratamento, como o cromo, que é um mineral essencial para a absorção celular e de glicose. O cromo pode melhorar a sensibilidade à insulina e tem sido utilizado até no tratamento da diabetes mellitus nos seres humanos”, afirma Machado.

O profissional lembra ainda que o tutor tem um papel fundamental durante toda vida do cão diabético: “A maioria dos cães diabéticos pode ter uma vida relativamente normal, mas isso depende muito do comprometimento do tutor para tratar o animal”.

Predisposição ao diabetes

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As fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos e as raças mais predispostas incluem: Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Foz Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.

Veterinária dá dicas para a adaptação do bebê na rotina de família com cachorro

A convivência entre crianças e cães traz muitos benefícios aos pequenos. Além de contribuir para a melhora e proteção da saúde das crianças, ela auxilia no desenvolvimento da sociabilidade. Mas, para garantir um vínculo saudável, os pais precisam estar atentos a alguns cuidados desde a gravidez.

A veterinária do app de hospedagem para cães DogHero, Ingrid Stein, traz algumas dicas para preparar o ambiente para a chegada do pequeno – sem deixar o cãozinho de lado:

Todas as adaptações devem ser feitas gradualmente, sempre tomando o cuidado de inserir o peludo nas novas rotinas da casa. Procure não privar o cãozinho do acesso a locais aos quais ele está acostumado, para que ele não associe a criança a coisas negativas. Conforme o quarto do bebê for montado, deixe que o bichinho fareje e conheça o ambiente, sempre com sua presença.

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Pexels

Os cães costumam sentir que há algo diferente na mãe deles, então deixe que ele se aproxime da barriga e cheire. Aos poucos, ajuste os horários da comida e passeios dele para os mesmos de quando o bebê nascer.

Depois do nascimento, peça para alguém levar panos que tenham o cheiro do bebê para o cão, deixando-os perto de lugares que ele gosta (como o pote de comida) e onde se sente seguro (como a caminha). Quando estiver cuidando, brincando e alimentando o bebê, deixe que ele se aproxime e participe. Você também pode conversar com ele nessas horas para que ele saiba que continua sendo parte da família.

Uma das grandes vantagens de ter um animal de estimação em casa é inserir as crianças na rotina de cuidados. A interação cria nos pequenos um senso de responsabilidade e também fortalece vínculo entre humanos e cãezinhos.

Tarefas como passear, dar comida e ajudar na higiene do peludo podem ser delegadas a crianças com oito anos ou mais, mas a partir dos quatro ou cinco, elas já reconhecem o peludo como parte da família. Mesmo antes disso, funções mais simples podem ser delegadas, sempre com a supervisão dos pais.

criança com cachorro

Com o tempo, a nova rotina se ajeita e seu cachorrinho se acostuma a dividir as atenções com o novo irmão. Se todo o processo for feito com calma e tranquilidade, logo ele vai amar ter um bebê por perto para ajudar a cuidar e encher de amor — do jeitinho que só os cachorros conseguem fazer!

Desentendimentos

Se seu cachorro e seu filho se desentenderam, não quer dizer que o amor acabou. Tente entender o que aconteceu. Se você desviou o olhar por segundos, seu filho pode ter feito algo que representasse uma ameaça ao cãozinho. Mexer nas vasilhas de água e comida, nos brinquedos do cão, na cama…

Por isso é fundamental ensinar o bebê a respeitar o espaço e objetos do bichinho, assim como o peludo precisa entender seus limites com os humanos. Eles são seres vivos e precisam de respeito para que todos convivam em paz.

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Ter um cachorrinho em casa significa se comprometer a dar tudo que ele precisa para ter uma vida plena, feliz e saudável. Mas um novo bebê não é motivo para deixar seu cãozinho de lado. A presença deles diminui os níveis de estresse, aumenta os de alegria — e, de quebra, as crianças ganham um melhor amigo incondicional e para a vida toda.

Fonte: DogHero

Como se exercitar com seu cão de forma correta

Muitas pessoas usam a rotina agitada como desculpa para não praticar exercícios físicos. Mas e se aproveitar com o cachorro para malhar também? Caminhar, correr, jogar frisbee e bicicleta, são algumas maneiras de espantar a preguiça e praticar atividades físicas com seu companheiro de quatro patas.

Fazer exercícios físicos é sempre uma tarefa saudável, mas exige uma série de cuidados para que você e seu cão não sintam as dores depois. Antes de sair por aí correndo com o seu pet, é preciso que você saiba que cães têm limitações e precisam de cuidados.

Confira algumas dicas que o médico veterinário da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, dá sobre o assunto e que fazem a diferença para a saúde e segurança do seu cão.

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-Durante os exercícios de água ao seu cachorro, mas é importante que a quantidade de água durante os exercícios não seja alta, apenas o suficiente para hidratá-lo, para não causar nenhum desconforto no sistema digestivo do cão.

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-O cachorro nunca pode se exercitar após a alimentação, pois pode ocorrer uma torção gástrica. Espere de uma a duas horas para praticar a atividade.

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-Não passeie com seu cão quando estiver muito quente, pois pode prejudicar a respiração devido a temperatura do ar e machucar os cochins (almofadinhas das patas).

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Pixabay

-Roupas de plástico não são muito boas para os cães durante os exercícios, pois podem aumentar a temperatura corporal e ficar desconfortáveis para o cão se locomover.

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Foto: Taliesin

-Ande sempre lado a lado com o cachorro, assim você evita machucá-lo ao puxar sem querer a coleira.

Agora que você já tem as dicas, já pode se aquecer para se exercitar com o seu companheiro.

Fonte: Total Alimentos

 

Vacina ajuda no combate da Leishmaniose em cães

A Leishmaniose é uma zoonose com grande poder endêmico. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente cerca de 2 milhões de pessoas são contaminadas com a doença.

Porém, a enfermidade não afeta somente os humanos, os cães também podem ser infectados. A doença é transmitida para os animais por meio da picada de um flebótomo (mosquito palha) infectado. Os cães são os principais reservatórios de transmissão no ciclo urbano.

Para ajudar no controle dessa zoonose e proteger os cães, a Ceva Saúde Animal desenvolveu em parceria com a Universidade Federal do Estado de Minas Gerais (UFMG), a Leish-tec, única vacina recombinante do mercado contra a Leishmaniose.

A vacina foi desenvolvida a partir da proteína A2, classificada como um dos melhores antígenos capazes de induzir resposta imune celular porque é específica e protetora contra a Leishmania.

Presente no mercado há 10 anos, a vacina passou por uma série de estudos. “ Os estudos mostram que a Leish-Tec induz resposta protetora em 96,41% dos cães vacinados. Além disso, os animais vacinados apresentam anticorpos anti-A2, demonstrando um alto nível de proteção individual”, informa Diretor da Unidade de Negócios Pet da Ceva, Leonardo Brandão.

Por ser uma vacina recombinante, que une modernos processos de desenvolvimento e a tecnologia de DNA recombinante, a Leish-Tec apresenta uma série de vantagens, como produção de reposta imunológica altamente específica e segura, redução das reações pós-vacinais, entre outros.

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A Leish-tec é recomendada para cães a partir de 4 meses de idade, clinicamente sadios e sorologicamente negativos contra a Leishmaniose. “O animal deve ser vacinado com três doses em intervalos de 21 dias e a revacinação é anual”, finaliza Brandão.

A vacinação dos cães é uma ferramenta importante na luta contra a leishmaniose. Devemos lembrar que além da vacinação, a proteção dos cães com um produto tópico repelente contra mosquitos é de suma importância para manter esses vetores afastados. Vectra 3D é uma proteção tópica para os cães, com ação repelente de mosquitos a partir de 1 hora após a aplicação e proteção por 1 mês.

Fonte: Ceva Saúde Animal

Saiba mais sobre a doença hepática em cães

Você sabia que seu melhor amigo também pode ter doença hepática? Saiba mais sobre este problema como quais os sintomas e como tratar com a ajuda do veterinário Marcello Machado:

1. Causas: a maioria dos casos de hepatite primária canina tem origem idiopática, isto é, surgem espontaneamente. Mas também há hepatopatias causadas por micro-organismos, toxinas, drogas, reações imunomediadas, distúrbios hereditários relacionados ao metabolismo de cobre, alterações metabólicas raciais, além de neoplasias.

2. Predisposição: a idade média de animais acometidos está entre 4 e 7 anos, mas não há predileção sexual. As raças mais predispostas são: Dobermann, Pinscher, West Highland White Terrier, Scottish Terrier, Labrador Retriever, Cocker Inglês e Cocker Americano.

3. Cirrose: é o estágio terminal da hepatite crônica e é caracterizada por fibrose do fígado e mudança da arquitetura hepática, entre outras características.

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4. Sintomas: dependem da gravidade e progressão da doença e só são observados quando a enfermidade esgota as reservas hepáticas. Os pacientes podem apresentar quadros gastrintestinais inespecíficos, como hiporexia, perda de peso, náusea, êmese e diarreia.

5. Dieta específica: a doença hepática é agravada pela falta de apetite do animal. Por isso, o alimento precisa ser bastante palatável e muito digestível, para reduzir o estado catabólico. É preciso oferecer uma dieta de manutenção que utilize proteínas em quantidade suficiente para atender a regeneração, reparação e manutenção hepática, reduzindo ao mínimo os produtos nitrogenados resultantes do catabolismo das proteínas.

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Equilíbrio Veterinary Hepatic –HE possui 14% de proteína e sua fonte é de origem vegetal (proteína hidrolisada de soja), auxiliando o metabolismo proteico sem exceder a capacidade do fígado. Possui teores reduzidos de cobre, zinco quelatado e garante energia metabolizável adequada (3963 kcal/kg)

Fonte: Médico veterinário da Equilíbrio (Total Alimentos) e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado

 

Florianópolis recebe ações de conscientização sobre Leishmaniose Visceral

Uma ação na Avenida Beira Mar de Florianópolis irá movimentar os arredores do Trapiche Municipal no dia 28 de outubro, sábado, das 8 às 12 horas. Recentemente, Santa Catarina teve a primeira notificação de Leishmaniose Visceral em humanos e, para conscientizar a população sobre os riscos da doença, que é causada por um protozoário (a Leishmania) que acomete cães e gatos e pode ser transmitida dos animais ao ser humano que for picado pelo mosquito-palha e vice versa, a área de Saúde Animal da Bayer trará um espaço dedicado ao conhecimento.

As pessoas que passarem pelo local da ação com um pet utilizando Seresto – coleira que protege cães e gatos contra a Leishmaniose, além de pulgas e carrapatos por até oito meses -, ganharão brindes especiais como caixas de transporte e comedouros-brinquedos interativos para animais (sujeito à disponibilidade de estoque). Além disso, veterinários estarão à disposição da população para sanar dúvidas sobre a doença, assim como abordarão temas como métodos de prevenção, em um bate-papo com os transeuntes, que também receberão material informativo para consulta.

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“A ação de intervenção tem o objetivo de informar a população sobre o potencial de transmissão e contágio da Leishmaniose e, com isso, alertar sobre a necessidade de proteger os pets, sua família e, consequentemente, toda a comunidade”, afirma Ana Letícia Gulin, gerente de produto da Saúde Animal da Bayer.

Ação de conscientização sobre a Leishmaniose
Data: 28 de outubro, sábado, das 8h às 12h.
Local: Avenida Beira Mar, próximo ao Trapiche Municipal – Florianópolis (SC).

Especialista recomenda oito cuidados para cães com dermatite atópica

Cães com dermatite atópica são aqueles alérgicos a proteínas presentes no ambiente, como ácaros, pólen, bolores etc. A doença, que se manifesta principalmente por meio do prurido (coceira) e lesões de pele, não tem cura.

Por conta disso, é fundamental que os tutores tenham cuidados especiais no manejo destes animais e procurem o tratamento médico mais eficiente e com os menores efeitos colaterais possíveis.

A médica veterinária Flávia Clare, da Universidade Severino Sombra e da Clínica VetCare, do Rio de Janeiro, faz oito recomendações para cães com este tipo de alergia:

1. Banhe o seu cãozinho apenas com produtos prescritos e não utilize perfumes. Evite água muito quente e o seque em temperatura ambiente ou com secador morno a frio.

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2. Ao tosar, não utilize máquina. Corte os pelos com tesoura.

3. Limpe o ambiente onde o animal costuma ficar com sabão ou detergente neutro e enxague abundantemente.

4. Não deixar o cão em locais onde há acúmulo de poeira. Lave a caminha do animal uma vez por semana. Se possível, remova tapetes, carpetes e objetos onde o pó possa se acumular.

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5. Não deixe o cão por perto quando você utilizar desodorante ou perfumes.

6. Controle mensalmente a infestação de ectoparasitas (pulgas, carrapatos etc).

7. Evite alterações de dieta e petiscos. Consulte sempre o médico veterinário quanto a mudanças alimentares.

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8. Ao menor sinal de aumento da coceira ou aparecimento de lesões de pele, procure o médico veterinário.

Medicamento age na fonte da coceira e agrada tutores

Uma terapia inovadora tem contribuído de forma significativa para recuperar a saúde dos cães com dermatite atópica e outras dermatites alérgicas que causam coceira. Trata-se do Apoquel, da Zoetis, companhia líder em saúde animal. É o único tratamento desenvolvido para agir diretamente na fonte da coceira.

O medicamento tem efeito rápido e é seguro para o uso prolongado, pois tem a eficácia e a rapidez de ação dos corticoides, porém sem causar os efeitos colaterais desta categoria.

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Foto: Warren Photographic

Os impactos positivos gerados por Apoquel são reconhecidos pelos tutores, como demonstra estudo internacional¹:

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Considerando os benefícios do medicamento, 83% dos tutores que participaram da pesquisa consideram a experiência com Apoquel “excelente” ou “muito boa” e 62% afirmam que a qualidade de vida dos seus cães melhorou “extremamente”. A grande maioria dos tutores (94%) também reconhece melhorias para a própria qualidade de vida por conta da eficácia do tratamento de seus animais de estimação.

1Cosgrove SB, Cleaver DM, King VL, Gilmer AR, Daniels AE, Wren JA, Stegemann MR. Long-term compassionate use of oclacitinib in dogs with atopic and allergic skin disease: safety, efficacy and quality of life. Veterinary Dermatology, 26:171-e35, 2015

Fonte: Zoetis


	

Cerveja e vinho para cães

Produtos humanos desenvolvidos especialmente para animais é grande aposta do Grupo Ipet

 

Trazer o melhor da vida para o seu animal de estimação. Esse é o lema do Grupo Ipet, uma das holdings mais promissoras do segmento pet, que está sempre surpreendendo os clientes com lançamentos, como a cerveja e o vinho para cães. Atuando tanto na fabricação quanto na distribuição de produtos para esse mercado, a marca tem apostado alto na criação de um verdadeiro lifestyle pet, onde os bichinhos podem acompanhar seus donos em ocasiões sociais sem correr riscos de saúde.

A história da empresa não é recente. O CEO, Lucas Marques, teve o seu primeiro contato com o segmento aos sete anos na avícola do pai. O amor pelos bichos e a paixão pelos negócios fizeram a empresa crescer junto com ele. Ainda criança, ajudava o pai na limpeza da loja e no trato com os produtos. Aos 14, passou os atender clientes, fazendo o que mais gostava: vender. “Quando ganhei a maioridade passei a vender os acessórios para pássaros de porta em porta, estreitando relacionamentos e ampliando os negócios”, lembra.

Não demorou para que vislumbrasse a oportunidade de atuar no ramo de distribuição, passando a vender produtos nacionais e importados para todos os tipos de pet. Ali, em vez de vender apenas outras marcas, decidiu criar a própria, a Ipet Products, que dispõe de uma vasta linha de bebidas, snacks, molhos, rações úmidas, acessórios, brinquedos e produtos para higiene e limpeza. Entre os destaques estão a coxinha, linguiça, bolinho de carne e picanha. Um sucesso nas festas pet. Além das vendas diretas, em 2009, decidiu apostar na tecnologia e criou um e-commerce, aumentando assim a capilaridade de sua atuação.

Dog's Wine

Contudo, a grande virada veio em 2015, aos 35 anos, quando decidiu investir em uma fábrica de bebidas pet. Nascia ali a primeira cervejaria pet da América Latina, sob a marca DogBeer. Em 2016, inovou mais uma vez, lançando agora o Dog´s Wine, um vinho para cães. Mais recentemente, foram lançados quatro molhos saborizados, o Barbecão, Barbecat, Cãotchup e Catchup e uma linha de molhos tradicionais. Para 2018, a empresa visa a ampliação do portfólio com o lançamento de outras bebidas humanizadas para animais.

E as novidades não vão parar por aí. Em setembro, foi inaugurada a segunda unidade da Botecão Pet, uma espécie de bar, mas só para animais. A primeira, inaugurada em junho, na Cantareira e uma segunda unidade em Alphaville, já faz sucesso entre os moradores da região. Localizados dentro de pet shops, os espaços também costumam ser locados para festas. “Essa é uma das nossas grandes apostas. Estamos estudando formatos para expansão, entre eles o de franquias”, revela.

Dog Beer

Além da criatividade, um dos diferenciais da holding é a preocupação com a saúde dos pets. Todos os produtos possuem ingredientes de alta qualidade, sem a adição de alimentos nocivos à saúde dos animais, como tomates, álcool, uva e CO2. O vinho, por exemplo, é feito com extrato de carne, água e corante natural de beterraba. Já a cerveja é resultado de uma mistura de água, malte e extrato de carne. Os produtos são encontrados em pet shops e até em lojas especializadas em bebidas. Há ainda disponibilidade pelo site. “Nosso maior objetivo é proporcionar momentos de puro prazer e interação entre os pets e seus donos”, finaliza Marques.

Informações: Pet Virtual

 

Coprofagia: como resolver o problema de cães que comem fezes?

O médico veterinário da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, responde às dúvidas mais frequentes dos tutores, sobre o assunto:

Meu cachorro come cocô. E agora?

“A coprofagia, ou o ato de comer fezes, é mais comum do que a maioria dos tutores imagina. Esse hábito pode estar ligado a problemas pancreáticos, superalimentação (quando o animal é alimentado apenas uma vez ao dia com grande quantidade de ração), baixos níveis proteicos, ocorrência de vermes, ou alimentação insuficiente (fome) e, principalmente, tem um forte laço comportamental. Cães estressados, ansiosos, entediados, confinados em lugares fechados e que querem chamar atenção de seu tutor, podem desenvolver esse distúrbio ao longo do tempo”.

Qual a solução?

Para a solução desse problema, nem sempre são recomendados medicamentos. “Apenas uma mudança de comportamento é suficiente, por isso é importante buscar o médico veterinário de sua confiança, ele indicará o melhor tratamento”.

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Fezes amolecidas ou gelatinosas

Fezes pastosas não são causadas apenas pela alimentação, então é importante entender exatamente o que está acontecendo. Confira as dicas do veterinário:

–Verifique se a quantidade diária fornecida não está em excesso. A superalimentação também pode provocar fezes amolecidas e até diarreia;
–Descarte a possibilidade de verminoses e protozoários, como a giárdia;
–Veja se o pet está consumindo ou consumiu plantas com potencial tóxico, como o bico-de-papagaio;
–Também saiba se houve troca brusca de ração, de alimento de filhote para adulto, por exemplo, ou troca de marcas. Recomendo a troca gradual de 7 dias: no primeiro e segundo deve incluir 25% da nova ração e 75% do alimento antigo; no terceiro e quarto dia 50% de cada. No quinto e sexto dia 75% do novo alimento e 25% do antigo. No sétimo dia 100% do alimento novo.
–Intestino sensível ou intolerância: pode ser que o cãozinho tenha intestino sensível a uma determina fonte proteica ou até seja intolerante à proteína animal. No caso de sensibilidade, geralmente um alimento com uma proteína diferente da qual o animal está habituado ajuda a amenizar o problema. Mas, em casos mais graves de intolerância, é necessário oferecer alimento elaborados com proteína de soja, que tem baixo teor alergênico.

Fonte: Naturalis