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Chocolate manipulado ajuda a repor vitamina D

A vitamina D é importante para o fortalecimento dos ossos e previne doenças. Segundo a OMS, ela pode ser obtida com exposição solar e consumo de alimentos com o nutriente. Em muitos casos, é necessária a suplementação, com ingestão de cápsula ou de forma mais prazerosa: com chocolate manipulado

A Organização Mundial de Saúde, em dados recentes, divulgou que mais de 50% da população mundial sofre de insuficiência ou deficiência da vitamina D, um nutriente essencial para o funcionamento e equilíbrio do organismo, sendo importante para o fortalecimento dos ossos, coração, cérebro e prevenção de osteoporose, dentre outros benefícios.

Para conter essa carência, é importante seguir algumas regras: se expor ao sol (mas de forma responsável, antes das 10 horas e por um tempo curto), consumir alimentos ricos em Vitamina D (peixes, ovos e fígado etc.) e até fazer uso do suplemento oral (líquido ou cápsulas). Hoje, felizmente, esses suplementos podem ser substituídos por um chocolate manipulado com vitamina D.

“Para muitas pessoas pode ser incômodo tomar uma cápsula todos os dias, durante um longo período de tempo. Então, a Pharmapele oferece a opção de manipulação no veículo chocolate, que pode ser consumido de uma forma gostosa. Aquela vontade de comer um docinho após o almoço pode ser saciada com o chocolate com vitamina D, que além de suplementar, ainda ajuda a manter a dieta sem exageros”, afirma a farmacêutica Luisa Saldanha, diretora da rede de farmácias de manipulação.

O chocolate manipulado conta com esses benefícios da vitamina e também do próprio cacau. “Sabemos que o cacau é rico em polifenóis – que possuem propriedades antioxidantes, combatendo a enxurrada de radicais livres que o organismo produz todos os dias”, declara Luisa.

Baixo teor de gordura, sem lactose e glúten — o chocolate com vitamina D tem 70% de cacau, além de conter baixo teor de gordura e carboidratos, que são, inclusive, um dos principais responsáveis pelo aparecimento de acne. “Em relação aos impactos do chocolate à pele, há menor chance de gerar mudanças na epiderme, mas a reação à absorção do produto depende de cada organismo”, afirma.

O alimento também não possui lactose, nem glúten e apresenta baixas calorias. “O produto é basicamente amargo, mas sua formulação possui adoçantes naturais como sucralose. Ele tem um gostinho bem agradável e um amargor mais leve”, destaca.

Outros ativos que podem ser adicionados

Luisa Saldanha explica que além da vitamina D, o chocolate manipulado da Pharmapele pode conter outros ativos, como vitamina B12, whey, colágeno, carbonato de cálcio, 5HTP, chá verde, diversos fitoterápicos emagrecedores, entre outros. “Além do chocolate, podemos também manipular esses ativos em gomas, shakes, sopas e iogurte. Todas as formas deliciosas de suplementar uma dieta, sem cair na rotina”, destaca.

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Consumo 

Indicado para pessoas de todas as idades, o chocolate pode ser consumido por diabéticos, por quem apresenta intolerância à lactose e aqueles que têm doença celíaca. “Recomendamos uma porção diária, com a dosagem de vitamina D recomendada pelo médico. É possível, por exemplo, numa barrinha de 4g de chocolate ter uma dose de até 50 mil UI [sigla para unidade de medida], que é considerada uma concentração bem elevada”, afirma. A farmacêutica lembra que o chocolate pode substituir uma sobremesa, mas não substitui uma refeição completa, que no caso, requer uma composição com mais nutrientes.

Aos interessados em adquirir o produto, basta entrar em contato com algumas das lojas da rede e falar com um dos farmacêuticos. “O profissional está apto a prescrever a dosagem indicada para cada paciente”, declara. Luisa afirma que é possível comprar o chocolate manipulado sem receita, mas a recomendação é sempre consultar o médico.

Informações: Pharmapele

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Você sabe como o cálcio trabalha no organismo?

Confira como o mineral age no corpo em infográfico especial

Para o bom desenvolvimento, manutenção dos ossos e a formação dos dentes é essencial que o organismo receba a quantidade ideal de cálcio desde a infância. A principal fonte do mineral é o leite e seus derivados. Porém, uma pesquisa do Instituto Brazos (Brazilian Osteoporosis Study) mostrou que grande parte da população brasileira (99%) ingere menos de 1,2g de cálcio por dia. A ingestão média nos 27 estados da federação e é de 448mg diários, ou seja, 1/3 do consumo diário recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Isso sem contar as pessoas que têm intolerância à lactose e que também precisam abrir mão de alguns itens que levam leite em sua receita.

Veja o Infográfico abaixo:

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Manter os níveis adequados de cálcio é fundamental para a boa saúde do corpo, já que há constantes trocas do mineral entre os ossos e a corrente sanguínea, e quando não acontece a reposição necessária, a matriz esquelética fica enfraquecida. Esses problemas são sentidos com o passar da idade, principalmente em pessoas acima dos 50 anos, por conta da perda de densidade óssea.

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Inellare

Inellare é um tablete mastigável, que suplementa as quantidades de cálcio e vitamina D do organismo. O suplemento alimentar tem uma versão sem açúcar sabor chocolate, disponível em embalagens com 30 ou 60 tabletes mastigáveis, assim como as versões originais do produto, que são oferecidas nos sabores chocolate e caramelo. A tecnologia exclusiva de Inellare melhora expressivamente a dissolução do cálcio pelo organismo e, junto com a vitamina D, garante maior liberação de cálcio para o organismo, com efeitos colaterais reduzidos.

 

Especialista alerta para ter cuidado ao consumir suplemento de cálcio

Segundo especialistas, o cálcio proveniente de fontes minerais ou animais pode trazer riscos para o coração; o mais seguro é o cálcio oriundo das algas marinhas

Os minerais são tão fundamentais para o nosso organismo quanto as próprias vitaminas e proteínas. O cálcio, por exemplo, é um nutriente essencial para manter os ossos fortes por toda a vida, além de ter papel de destaque em outras funções vitais, como as batidas do coração.

O ritmo de vida corrido das grandes cidades e o alto consumo de alimentos processados e industrializados contribuem para uma alimentação acidificante que “rouba” o cálcio do organismo. Por isso, manter hábitos saudáveis e uma alimentação balanceada são excelentes maneiras de obter os minerais essenciais para o bom funcionamento do corpo. Isso, no entanto, não é suficiente.

O estudo “Concentrações de Cálcio e de Magnésio em Alguns Alimentos Consumidos no Brasil”, feito por Kátia Ferreira, nutricionista da Universidade Estadual do Norte Fluminense, concluiu que “os alimentos de origem vegetal, como tubérculos e raízes, com poucas exceções, apresentam teores de cálcio e de magnésio correspondentes a somente 10%, ou menos, da ingestão diária recomendada (IDR) para o ser humano”. Portanto, do ponto de vista nutricional, esses alimentos oferecem quantidades insuficientes de cálcio e outros minerais.

Deste modo, a suplementação é uma forte aliada à saúde, mas é preciso estar atento quanto à origem desse cálcio. Um estudo alemão mostrou que pessoas que tomam suplemento de cálcio têm 86% mais chances de apresentarem problemas cardíacos devido ao depósito nas artérias dos resíduos não absorvidos ou eliminados.

“É preciso cuidado! A maioria dos suplementos à venda no mercado traz o cálcio sintético ou cálcio de ostra, de origem animal. São produtos mais baratos e muito consumidos, que podem causar riscos à saúde sem que as pessoas saibam disso. Cálcio e outros minerais isolados inorgânicos, moleculares ou quelados podem provocar alergias e depósitos nas artérias e articulações”, explica o químico José Celso Guimarães, responsável técnico da Phosther Algamar.

Alguns médicos vêm até mesmo desencorajando a suplementação de cálcio por causa dos riscos cardíacos. A boa notícia é que existe uma alternativa saudável para a suplementação de cálcio e outros minerais, que é procedente das algas marinhas. Essa fonte de cálcio, ainda não muito conhecida, é 100% natural, não traz riscos à saúde e ainda tem maior poder de absorção no organismo.

Um outro estudo, este publicado na revista científica Agro-Food-Industry Hi-Tech, na França, comprovou os diferentes graus de absorção de cálcio. A pesquisa mostrou que o cálcio proveniente de algas marinhas, de origem vegetal, é 96% absorvido pelo corpo, contra 67% do cálcio da dolomita, de origem mineral; e 61% do cálcio de ostra, de origem animal.

“Há no mercado diversos tipos de suplementos de cálcio de origem animal, mineral, sintético e vegetal. Este último é extraído das algas e, por ser um repositor natural, é o único que oferece segurança à saúde porque seus elementos são organizados harmonicamente pela própria alga sem que haja conflito, sendo absorvido em sua quase totalidade pelo organismo humano”, explica o médico geriatra e endocrinologista Jorge Jamili.

O médico Jorge Jamili recomenda o consumo de suplemento de cálcio ao longo de toda a vida, uma vez que 90% dos ossos têm sua formação concluída na adolescência, e, a partir dos 35 anos, a perda do cálcio se torna mais intensa, levando a uma redução de até 8% da massa óssea a cada década. “Para as mulheres de 19 a 50 anos e homens de 19 a 70, a dose diária recomendada é de 1.000 mg/dia. Mulheres com mais de 50 anos e homens acima de 70 requerem 1.200 mg/dia”, conclui o especialista.

Fonte: Phoster Algamar