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Imunoterapia tem resultados positivos em casos de tumor de mama agressivo

A imunoterapia já vem sendo apontada como o principal avanço no combate ao câncer, porém seus estudos clínicos no tratamento do câncer de mama até o presente momento ainda não indicavam resultados que pudessem torná-lo uma alternativa segura e eficaz nestes casos.

Recentemente, durante a Asco 2018(American Society of Clinical Oncology ), principal evento voltado à oncologia clínica, alguns estudos mostraram que em casos classificados como tumor de mama triplo-negativo, ao ser combinado com quimioterápicos, trouxe boas respostas aos pacientes no tratamento neoadjuvante oferecido antes da cirurgia.

Considerado um tipo de câncer agressivo e que afeta geralmente mulheres jovens, o câncer de mama triplo-negativo representa cerca de 20% de todos os casos da doença mundialmente. Se considerarmos que o Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) contará com cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama em 2018, esse percentual representa um universo de ao menos 12 mil pessoas.

“A denominação “triplo-negativo” é utilizada em casos em que o tumor não conta com nenhum dos três biomarcadores relacionados a classificação do câncer de mama: receptor de estrógeno, receptor de progesterona e proteína HER-2″, explica o oncologista Daniel Gimenes, do Centro Paulista de Oncologia ( CPO) – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas.

IMUNOTERAPIA CANCER the week
Imagem: The Week

Segundo o especialista, o câncer de mama triplo-negativo tem maiores chances de recorrência e em muitos casos acaba promovendo uma sobrevida menor em comparação a outros subtipos de tumores mamários. Por isso, a possibilidade de sucesso com a imunoterapia é animadora e abre novas frentes para o enfrentamento desta doença.

“Para esses casos de câncer especificamente houve poucos progressos terapêuticos nos últimos anos. Por isso, os estudos internacionais preliminarmente divulgados na ASCO são animadores por indicarem um novo caminho para tratar esse tipo de câncer de mama”, afirma Gimenes.

O médico menciona o estudo GeparNuevo que analisou 174 pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático ou localmente avançado Um grupo recebeu um tipo de imunoterápico associado à quimioterapia enquanto as demais pessoas utilizaram placebo. O resultado demonstra um aumento significativo na redução do tumor nos casos que receberam a combinação da imunoterapia com a quimioterapia.

“Apesar de ainda ser o uma primeira etapa de análises, esse avanço já pode ser entendido como um progresso terapêutico importante para médicos e pacientes. Essa combinação de imunoterapia com quimioterapia desconta como uma opção estratégica importante para mulheres com a doença em especial pelos benefícios a qualidade de vida dessas pacientes”, explica o médico.

Entenda a Imunoterapia

Na última década, a imunoterapia passou de um tratamento teórico promissor para um padrão de cuidados que está contribuindo para respostas positivas de pacientes oncológicos. Desde 2011, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou 15 novas drogas imunoterápicas para o tratamento do câncer, sendo cinco só no ano passado. No Brasil, a imunoterapia tem aprovação da Anvisa para uso em casos de melanoma, câncer de rim , câncer de pulmão e câncer de bexiga.

De forma simplificada, o nosso sistema imunológico é programado para combater quaisquer sinais que representem ameaças à saúde. Porém, para manter um equilíbrio que assegure plenamente o nosso bem-estar, o mecanismo de defesa do corpo também tem freios que impedem uma ação exagerada nesta resposta – caso contrário, ele pode desencadear as chamadas doenças autoimunes, como lúpus, esclerose múltipla e artrite reumatoide.

Contudo, quando ocorre uma falha nesse processo de combate ao inimigo e, em consequência, o surgimento de um tumor, a medicação imunoterápica pode ser adotada para inibir a ação desses freios e provocar a resposta necessária para combater as células malignas. “A imunoterapia cria uma memória imunológica no paciente contra o tumor. A concepção é gerar uma resposta imunológica exacerbada no paciente. Ao fazer isso, o sistema imunológico volta a reconhecer o tumor como um agente externo”, diz Gimenes.

Quando a imunoterapia é a melhor opção?

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Apesar dos avanços promissores, o especialista explica que ainda é cedo para afirmar que a imunoterapia seria a chave para a cura do câncer de mama. De toda forma, os passos já trilhados são observados com otimismo e lançam boas perspectivas para tratamentos do câncer de mama triplo-negativo metastático e que não responde às medicações convencionalmente indicadas, tais como quimioterápicos e drogas alvo moleculares.

O que tem se observado de forma global no tratamento do câncer é que nos casos onde o médico pode optar pela imunoterapia, a resposta dos pacientes têm sido satisfatórias. “Ela tem alguns efeitos colaterais, porém o paciente tem melhor qualidade de vida. É um tratamento mais sustentável para a saúde do paciente, pois ataca diretamente o tumor. E uma das principais vantagens da adoção destes imunoterápicos da nova geração é que, mesmo após o fim do tratamento, a imunidade desse indivíduo pode continuar respondendo a células tumorais, diminuindo a recidiva de tumores e aumentando o tempo livre de progressão da doença”, conclui Gimenes.

Fonte:  Grupo Oncoclínicas

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Sete verdades que parecem mito sobre o câncer de mama

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma. Sua incidência responde por cerca de 28% do total de casos novos a cada ano, de acordo com o Inca. Já o câncer do colo de útero mata, em silêncio, cerca de 5 mil brasileiras anualmente.

Para levar informações confiáveis para as mulheres, o Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL) lançou a campanha Mulher por inteiro, que acontece durante a programação do Outubro Rosa. “Já faz alguns anos que alertamos as mulheres da importância de cuidar de sua saúde integralmente. O cuidado com as mamas é primordial pois sua incidência é cada vez maior, mas reforçamos também que o câncer de colo de útero pode ser evitado com prevenção e chamamos a atenção para o câncer de ovário, que é o mais difícil de ser diagnosticado e, por isso, requer cuidado redobrado”, revela Marlene Oliveira, presidente do LAL.

Como em todos os anos, a campanha prevê ações em espaços de grande circulação em várias cidades do país e também em empresas e escolas, com palestras e distribuição de materiais informativos.

Verdades sobre o câncer de mama

Por ser uma doença de alta incidência, há muitas informações desencontradas sobre o câncer de mama que acabam dificultando o seu diagnóstico. Por isso, o oncologista e membro do comitê científico do LAL, Marcelo Cruz, esclarece uma série de verdades que podem ser confundidas com mitos, mas que precisam ser levadas a sério.

Obesidade e sedentarismo aumentam as chances de ter a doença

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Pixabay

“O excesso de peso, principalmente após a menopausa, faz com que o tecido gorduroso que se acumula no corpo produza estrogênio e aumente as chances da doença”, afirma Cruz. Ele reforça que a falta de uma vida saudável, sem prática de exercícios também pode dar brechas para o desenvolvimento do tumor. “Além disso, consumir bebidas alcoólicas, mesmo que em pequenas quantidades, pode agravar as chances de ter a condição”, explica ele.

O autoexame deve ser feito após o período menstrual

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Durante a menstruação, as mamas ficam mais enrijecidas e doloridas, dificultando a identificação de eventuais lesões. Por isso, o autoexame precisa ser feito a partir dos 20 anos de idade, de seis a sete dias após o início do período menstrual, quando a mama está menos sensível e mais flácida.

Não é preciso ter histórico familiar para desenvolver o câncer de mama

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Mais de 90% dos casos de câncer de mama não têm relação com história familiar. Apenas o fato de ser mulher faz com que a chance de desenvolver o tumor seja de 12%, independente de ter casos na família. A estimativa é de que uma em cada oito brasileiras de até 70 anos terão a condição.

Amamentar protege a mulher do câncer de mama

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Foto: Pixabay

Quanto menos a mulher for exposta às variações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual, menores são as chances de ter a doença. Mulheres gestantes e que amamentam seu filho, terão os ciclos interrompidos por longos períodos. Quanto maior o período de amamentação e o de número de filhos até 35 anos, maior é a prevenção. Além disso, quando o bebê mama, as células mamárias ficam ocupadas com a produção de leite e se multiplicam menos, o que reduz o risco de contrair a doença.

Gravidez antes dos 30 anos previne câncer de mama; gravidez tardia aumenta o risco

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

A gravidez previne o câncer de mama se ocorre antes dos 30 anos. Quanto menos a mulher menstruar menor é a chance de ter o câncer de mama. Ter filhos até essa idade e amamentar podem ajudar na prevenção.

Mulheres em tratamento contra o câncer de mama não podem amamentar

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Foto: Pixabay

Embora as células cancerosas não possam passar para o bebê por meio do leite materno, os médicos aconselham as mulheres que iniciam o tratamento com isótopos radioativos ou com quimioterapia parem de amamentar até que os elementos radioativos ou medicamentos sejam completamente eliminados do seu corpo.

Quando diagnosticada no início, a doença costuma ter cura

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Felizmente, é verdade. O diagnóstico precoce do câncer de mama pode aumentar consideravelmente as chances de cura em até 90%. A forma mais eficaz de evitar a evolução da doença é a realização de exames periódicos. O único exame capaz de diminuir a mortalidade pelo câncer de mama é a mamografia.

Fonte: Instituto Lado a Lado pela Vida

Balcão do Bar do Beco será ocupado por mulheres durante o Outubro Rosa

Festival com bartenders mulheres acontece de 18 a 21 de outubro com bate-papo sobre assédio no último dia

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Juliana Braga, bartender residente

O público do Bar do Beco é majoritariamente feminino. Seu staff é formado por mulheres e, de 18 a 21 de outubro, a casa vai abrigar um festival de bartenders, novamente, de mulheres em celebração ao Outubro Rosa; além de criar drinque e sanduíche para marcar o mês: Salmão do Beco (salmão com pão de beterraba) a R$ 28,00 e o Gin Tônica com Hibisco e Laranja (gin enfusionado com casca de laranja e tônica) a R$ 29,00. O festival será capitaneado por Juliana Braga, bartender residente.

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A cozinha trabalhará com o cardápio tradicional da casa durante o evento. As participantes desenvolverão alguns dos drinks que serão servidos das 19h às 22h e no domingo das 17h às 20h. Conheça a programação do festival:

Dia 18: Alice Guedes (Guarita Bar) e sua convidada

Dia 19 : Alessandra Forma (consultora) e Juliana Braga (Bar do Beco)

Dia 20: Stefani Marinkovic (Espaço Treze) e Jackie Dias (Trabuca)

Dia 21: Mateus Savastano (Drinks ‘n Drags) e Dudah Bonato (Antonietta Cucina)

No domingo, acontecerá também um bate-papo com as bartenders e os clientes da casa sobre assédio, a partir das 15h30.

Bar do Beco – Rua Aspicuelta, 17 – Vila Madalena. Horário de funcionamento: Quartas e quintas-feiras, das 17h às 24h; Sextas-feiras, das 15h às 24h; Sábados e feriados, das 12h às 24h; Domingos, das 12h às 22h.

Outubro Rosa: confira marcas engajadas com a causa do câncer de mama

Outubro é um mês superespecial no calendário, época de conscientização sobre o câncer de mama, movimento que começou na década de 1990 e ficou conhecido como Outubro Rosa. O câncer de mama é a maior causa de morte pela doença entre as mulheres e anualmente este é o mês destinado a realização de atividades para conscientizar e disseminar informações sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento. Inúmeras marcas e instituições aderem à causa, inclusive o Congresso Nacional recebe iluminação na cor rosa nesta época.

Este ano, muitas marcas estão engajadas com produtos na temática, com ações revertidas para a causa. A marca Live! de fitness e beachwear, se uniu à ONG Vilma Kano, da artista plástica que empresta seu nome à organização. A artista enfrenta a doença pela segunda vez e ressignifica esse difícil momento através da sua arte, estampada de forma exclusiva na camiseta e lenço com sua obra Cicatrizes. 100% do lucro na venda dos produtos será revertido à instituição.

A Dimy terá camiseta com a frase ‘fight for life’, e a Tufi Duek que, em parceria com a Faculdade Santa Marcelina, lança um body desenhado pela aluna Ludmila Obrigon, cujo lucro total das vendas será revertido para a Unaccam.

Já a marca sustentável Bléque conta com opções de bolsas e rasteiras no tom rosa millennial, e a parte do lucro irá para a ONG Rosa e Amor, de Campinas.

 

A marca de beauté francesa Guerlain reverterá 20% de todas as vendas da fragrância Mon Guerlain para a Abrale.

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A Grand Cru, maior rede de lojas de vinhos do país, apresenta a campanha Outubro Rosé e durante todo o mês, os vinhos rosés vendidos nas lojas físicas e e-commerce terão 5% da verba revertida à Fundação Laço Rosa, que luta para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil.

E a joalheria Pandora, reverterá R$ 10,00 a cada R$ 599,00 em compras da linha Pandora Rose para a Femana.

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Exames de mamografia gratuitos e oficinas de beleza na Praça da República

Campanha realizada em prol do Outubro Rosa também contará com dicas de moda da digital influencer Gi Charaba, bate papo com especialistas e oficinas de maquiagem e lenço

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi) – responsável pelos exames de imagem em 85 unidades públicas de saúde na capital – realizará entre os dias 16 e 19 de outubro, das 10h às 18h, a campanha “Todos pelo Rosa” (#TodosPeloRosa), na esplanada da Praça da República, na região central de São Paulo. A ação especial e gratuita, realizada em prol do Outubro Rosa, contará com diversas atividades, entre elas, exames de mamografia, oficinas de maquiagem e de lenço e bate papo com especialistas sobre prevenção.

Durante o período, todos os dias serão distribuídas 50 senhas para a realização de exames de mamografia em mulheres a partir dos 35 anos. Para isso, basta levar cartão do SUS, RG e CPF. As mulheres serão atendidas em uma Unidade Móvel, fornecida pela Truckvan, líder brasileira no mercado de soluções sobre rodas e apoiadora da ação. Caso os médicos detectem alguma alteração, o ultrassom será feito na hora. Além disso, as pacientes serão encaminhadas ao Hospital Pérola Byington.

Para estimular doação de cabelo entre os participantes, serão disponibilizados diariamente cabeleireiros profissionais para realizarem o corte. Além disso, a digital influencer, modelo e Miss Acre Gi Charaba estará no evento para compartilhar sua experiência e dar dicas de moda para as mulheres presentes.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Desde 2014, a Fidi realiza um levantamento do número de pacientes encaminhados para exames complementares por achados suspeitos ou altamente suspeitos. O número de casos cresceu 25% no período, com cerca de 2,8 mil pacientes encaminhadas no último ano.

Vivian Milani, radiologista da Fidi, explica que o câncer de mama tem até 95% de chances de cura se for precocemente detectado: “A melhor forma de se fazer essa prevenção é com a realização do exame de mamografia. Por isso é muito importante que as mulheres respeitem o período de retorno prescrito no laudo médico”.

A coordenadora de projetos sociais da Fidi, Cristiane Claro Monzani, afirma que o objetivo do evento é evidenciar a importância da prevenção e promover momentos de lazer para mulheres que já passaram ou ainda enfrentam a doença.

“Como instituição preocupada com o bem-estar da população, a Fidi deseja disseminar informações sobre o câncer e conscientizar as pessoas sobre a importância dos exames preventivos. Além disso, ao promover oficinas, também queremos ajudar no processo de elevação da autoestima da mulher. Nosso maior intuito é unir a sociedade em torno de uma causa nobre”, ressalta.

Segundo o Colégio Brasileiro de Radiologia, a mamografia de rotina deve ser realizada anualmente a partir de 40 anos de idade. No caso das mulheres com histórico familiar, mãe, filha ou irmã, a orientação é que iniciem esse rastreamento o mais rápido possível.

O autoexame é muito importante para que a mulher conheça bem o seu corpo e perceba com facilidade qualquer alteração nas mamas e assim procure rapidamente um médico. Vale lembrar que o autoexame não substitui a mamografia e deve ser realizado mensalmente, logo após a menstruação. Nas pacientes que não menstruam mais, devem escolher um dia no mês, para realizar o autoexame.

Para examinar a mama esquerda, coloque a mão esquerda atrás da cabeça e apalpe com a mão direita. Para examinar a mama direita, faça o movimento inverso, colocando a mão direita atrás da cabeça e apalpe com a mão esquerda. Já no mamilo, faça pressão suave e verifique se há alguma secreção. As axilas também podem omitir pequenas alterações, portanto, após examinar as mamas, apalpe toda a área debaixo dos braços.

Mais informações sobre a Fidi podem ser obtidas no site clicando aqui.

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Programação completa:

16/10 – Terça-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Hinode
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – Bate papo: “O câncer de Mama”, com Rosana Midori
13h às 14h – Oficina de Maquiagem – Hinode
14h às 15h – Oficina de Lenço (ONG Leva Estilo)
15h às 16h – Oficina de Maquiagem – Hinode
16h às 17h – Oficina de Lenço (ONG Leva Estilo)
17h às 18h – Oficina de Maquiagem – Hinode

17/10 – Quarta-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Mary Kay
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – Bate papo “Sinais e Sintomas do Câncer de Mama”, com Vivian Milani
13h às 14h – Oficinas de Moda e Maquiagem (AMT Assessoria de Beleza / Akassi Estúdio de Estilo)
14h às 15h – Oficinas de Moda e Maquiagem (AMT Assessoria de Beleza / Akassi Estúdio de Estilo)
15h às 16h – Oficinas de Moda e Maquiagem (AMT Assessoria de Beleza / Akassi Estúdio de Estilo)
16h às 17h – Oficina de Lenço (ONG Leva Estilo)
17h às 18h – Oficina de Maquiagem – Mary Kay

18/10 – Quinta-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Hinode
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – BATE PAPO “Mitos e Verdades da Mamografia”, com Simone Caetano
13h às 14h – Oficina de Lenço (ONG Viva Melhor)
14h às 15h – Oficina de Maquiagem – Hinode
15h às 16h – Mini Aula Prevenção (ONG Viva Melhor)
16h às 17h – Oficina de Maquiagem – Hinode
17h às 18h -Oficina de Lenço (ONG Viva Melhor)

19/10 – Sexta-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Hinode
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – Bate Papo: “Prevenção do câncer de mama”, com Cristiana Costacurta
13h às 14h – Oficina de Lenço (ONG Viva Melhor)
14h às 15h – Workshop de Moda – Marci Marciano
15h às 16h – Workshop de Moda – Marci Marciano
16h às 17h – Workshop de Moda – Marci Marciano
17h às 18h – Oficina de Maquiagem – Hinode

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Informações importantes

Durante todos os dias de evento, haverá um cabeleireiro à disposição para doação de cabelo para perucas.

Só serão atendidas mulheres a partir dos 35 anos, com documento de identidade com foto, CPF e cartão do SUS. Não é necessário ter pedido médico.

Fonte: Fidi

 

Outubro Rosa: Lenny Niemeyer em campanha de conscientização

Com a intenção de conscientizar e ajudar pacientes com câncer de mama, a Lenny Niemeyer se associa à Fundação Laço Rosa para ação com início no mês de outubro. A partir do dia 1º, parte das vendas do chapéu Dobra, da coleção de verão 2019, será revertida para a Instituição.

Ação que terá continuidade em futuras coleções com outras peças selecionadas pela marca. Além das doações, a Fundação Laço Rosa realizou um bate-papo com o objetivo de conscientizar os funcionários da empresa da importância da causa.

A Fundação Laço Rosa é uma instituição sem fins lucrativos, criada em 2011, com o intuito de conscientizar sobre o câncer de mama e atuar como um canal de ajuda aos pacientes e suas famílias, oferecendo auxílio psicológico e acesso a informação.

Lenny Niemeyer - Chapéu Dobra (1)Lenny Niemeyer - Chapéu Dobra (2)

Lenny Niemeyer - Chapéu Dobra _ R$ 298(3)

A Instituição possui, também, o programa Banco de Perucas Online, para pacientes com qualquer tipo de câncer e de qualquer lugar do Brasil solicitarem, gratuitamente, uma peruca. Para viabilizar o programa, a instituição conta com um projeto de capacitação em perucaria para moradores de áreas de vulnerabilidade social.

Informações: Lenny Niemeyer

Câncer de mama: testes genéticos contribuem para diagnóstico e tratamento

Estima-se que entre 5% e 10% dos casos de câncer têm um forte componente hereditário

Desde que a atriz norte-americana Angelina Jolie declarou, em 2013, ter realizado um exame que apontava um risco aumentado de desenvolver câncer de mama, muitas mulheres vêm considerando o teste genético que detecta alterações no DNA que podem levar ao surgimento de tumores malignos como uma espécie de pré-diagnóstico.

No caso da famosa, o resultado indicava uma mutação em genes especificamente relacionados ao câncer de mama, elevando em 87% a probabilidade de desenvolver a doença, o que levou Jolie a realizar uma mastectomia bilateral preventiva, que consiste na retirada de ambos os seios sem que haja todavia a presença de nódulos cancerígenos.

À época, a atriz declarou que contava com um histórico familiar de câncer de mama e que optou pela cirurgia com apoio de uma equipe médica qualificada, que a apoiou na tomada de decisão. A hereditariedade um dos fatores de risco para casos de câncer de mama, mas vale lembrar que a genética familiar representa um percentual baixo de todos os diagnósticos da doença.

“Estima-se que entre 5 e 10% dos casos de câncer têm um forte componente hereditário, quando uma mutação transmitida de geração para geração é responsável por aumentar as chances de uma pessoa desenvolver a doença. Vale ressaltar, contudo, que exames como o realizado por Angelina Jolie indicam uma alteração que aumenta à predisposição ao câncer de mama, mas isso não é um diagnóstico da doença em si. É um indicativo de probabilidade aumentada, que pode ou não se concretizar”, explica Raphael Parmigiani, biomédico e sócio-fundador do Idengene, laboratório de análises especializado em testes genéticos para ajudar no tratamento e prevenção de doenças.

Segundo o especialista, os testes genéticos são indicados apenas quando há um alto risco de mutações associadas ao histórico familiar de câncer de mama em parentes próximos (mãe e/ou irmã) e que tenham apresentado tumores com idade inferior aos 50 anos. Para se ter uma ideia, em 2017, o Brasil somou 60 mil novos casos de câncer, de mama entre mulheres.

“Isso quer dizer que de toda a população feminina diagnosticadas com a condição neste ano, em média seis mil contam com um proponente genético importante que poderia ser identificado de maneira precoce diante dos resultados dos estudos de DNA e, eventualmente, até evitado a partir de cirurgia preventiva”, pontua Parmigiani.

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Um dos pontos destacados pelo oncogeneticista neste sentido é que a análise de possíveis mutações genéticas hereditárias deva ser feita, preferencialmente, primeiro nas mulheres da família com diagnóstico efetivo de câncer de mama. Isso porque o material biológico coletado a partir do sangue ou da saliva do paciente em tratamento trará evidências mais precisas, que servirão de subsídios para outros membros da família caso ocorra a detecção de uma alteração hereditária. Para ele, a descoberta de um fator familiar do câncer deve ser entendida como mais uma aliada no aconselhamento preventivo da condição.

“Os benefícios são inúmeros, considerando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer. Ao identificarmos a presença de mutação em uma paciente com tumor de mama, tornamos muito mais preciso o direcionamento de medidas para detecção dessa mesma mutação em outras gerações da família”, diz Parmigiani.

Entenda o teste genético

A finalidade principal do exame genético é identificar mutações em alguns genes que ampliam as chances do paciente em desenvolver a doença. Entre eles, destacam-se o BRCA1 e BRCA2, envolvidos em até 80% dos casos de câncer de mama e ovário hereditários.

O exame é muito simples e funciona assim: a partir de uma amostra de sangue ou saliva, o laboratório extrai o DNA do paciente. Os genes então são comparados a uma amostra saudável e, a partir disso, é possível identificar se há evidências de mutação. Em caso positivo, o ideal é que seja buscado aconselhamento médico especializado para definição da estratégia de acompanhamento.

“Vale lembrar que a mutação, se identificada, não significa que esta mulher terá necessariamente câncer, mas sim é um indicio de predisposição maior ao risco de desenvolver futuramente um tumor. Por isso, essa é uma ferramenta que pode levar a uma indicação de realização de exames preventivos com maior constância”, reforça Parmigiani.

Quando o teste genético é recomendado

O exame é recomendado quando há um histórico familiar de câncer que sugira a possibilidade de mutação genética hereditária. O ideal é que pessoas de uma mesma família realize o teste após a identificação de mutação em parentes próximos (mãe ou irmã) que tenham sido diagnosticadas com a condição. Isso porque a análise se tornará muito mais assertiva.

“É importante que a paciente saiba que não basta ter o desejo de fazer o mapeamento genético. É preciso que um médico geneticista, ou mastologista, seja consultado previamente para que avalie a história familiar e com base nisso, se necessário, gere um pedido médico para realização do exame laboratorial”, explica Parmigiani.

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Segundo Parmigiani, alguns requisitos levam a um pedido de exame genético. Entre eles destacam-se:

– Familiares próximos com câncer de mama diagnosticado e que apresentaram mutação nos genes BRCA1 e BRCA2;
– Parentes de primeiro grau com histórico de câncer de mama antes dos 50 anos;
– Caso de câncer de mama masculino na família;

Informações: Idengene

Sóbrancelhas lança campanha Outubro Rosa

Rede doará parte do valor arrecadado de design de sobrancelhas para o INCA

Com o foco na conscientização contra o Câncer de Mama, a Sóbrancelhas lançou a campanha “Cuidar é uma forma de carinho” em todas as unidades. No dia 19 de outubro, parte do valor arrecadado do serviço carro-chefe da marca, o design de sobrancelhas, será doado para o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Em parceria com o INCAvoluntário, braço da instituição responsável pelo planejamento e promoção das ações voluntárias, a Sóbrancelhas estima gerar uma grande corrente do bem no dia considerado internacional contra o câncer de mama.

“Esse movimento vem ganhando força anualmente, e achamos muito importante conscientizar as mulheres sobre a prevenção e o diagnóstico precoce da doença com o autoexame por exemplo, quanto mais informações mais apoio e desmitificação do assunto teremos”, afirma Luzia Costa, fundadora da Sóbrancelhas.

Além da doação que o cliente contribuirá no dia 19 realizando o design de sobrancelhas, ganhará um informativo sobre o câncer de mama, contendo uma máscara facial exclusiva.

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Anote na agenda:

Quando? Dia 19 de Outubro de 2018.
Onde? Em qualquer unidade Sóbrancelhas.
informações: sobrancelhas

Terapias alternativas contribuem para o tratamento contra o câncer de mama

Outubro Rosa é um movimento que ocorre na maior parte do mundo durante todo o décimo mês do ano. O objetivo é alertar as mulheres e toda a sociedade sobre a importância da prevenção no diagnóstico.

Os cuidados com o próprio corpo são de extrema importância para o equilíbrio do organismo. As terapias alternativas ganham cada vez mais espaço em hospitais. Os médicos aprovam e indicam esses tratamentos para os seus pacientes, pois atuam como aliados na cura, equilibrando o físico e emocional dos pacientes.

A Lúcia Sandri, psicanalista transpessoal, terapeuta floral e mestre em Reiki, atua há mais de 50 anos no segmento de terapias alternativas e preparou algumas dicas de tratamentos terapêuticos para as mulheres que estão passando pelo tratamento do câncer de mama:

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– Meditação: contribui para o autoconhecimento, quando aplicada diariamente, atua sobre o emocional, trazendo equilíbrio. “Já existem diversas pesquisas que comprovam que a meditação traz benefícios no nível celular dos pacientes com câncer de mama. Segundo pesquisa realizada pelo Departamento de Oncologia da Universidade de Calgary, no Canadá, os complexos de proteína e cromossomos aumentam naturalmente nos pacientes que exercem a prática. Isso faz com que exista o equilíbrio celular, contribuindo positivamente para o tratamento”, comenta Lúcia.

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– Reiki: técnica que reduz o estresse e promove o relaxamento. O objetivo é fortalecer o fluxo de energia, diminuindo a dor e aumentando a capacidade natural do corpo para se fortalecer e equilibrar, pois fortalece o sistema imunológico.

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Foto:YogaInDailyLife

– Pranayamas: a respiração equilibrada exerce grande influência sobre o emocional, soma como importante instrumento para combater o estresse e atua com a expansão da bioenergia no corpo humano, pois orienta sobre técnicas respiratórias eficientes.

“Toda a doença surge inicialmente no campo mais sutil energético. Se você tem uma constância na prática de Reiki, meditação ou outra terapia alternativa que vise o equilíbrio das emoções, percebe que é possível promover o autoconhecimento e entender todos os sinais do corpo, além de manter-se em equilíbrio total”, afirma a especialista.

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Foto: HealthExtremist

Lucia orienta também uma receita caseira, o escalda-pés, que consiste em imersão dos pés em uma bacia de água quente, promovendo o relaxamento total do corpo.

Fonte: Lúcia Sandri é pós-graduada em Psicanálise Transpessoal, Terapeuta Floral e Mestre em Reiki, com especialização e cursos na Alemanha e Estados Unidos. A profissional também atua como professora de Hatha Yoga e é especialista em Yogoterapia Hormonal e Rejuvenescimento. Há mais de 50 anos no segmento de terapias alternativas, está apta para atender pessoas de todas as idades.

Maria Filó apresenta coleção Filozinha, especial para o Outubro Rosa

A Maria Filó lançou a coleção Filozinha, linha infantil especial para o Dia das Crianças. As peças seguem a mesma inspiração e é uma escolha perfeita para mãe e filha se vestirem em pura sintonia. A coleção é composta por seis peças, com opções de t-shirts, blusas estampadas e listradas.

A marca abraça a causa do Outubro Rosa e parte das vendas das t-shirts adultas será revertida para a Fundação Laço Rosa, que tem como objetivo orientar as pessoas e lutar diariamente para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil.

As peças estão disponíveis em todas as lojas da Maria Filó e também no e-commerce da marca.

Maria Filó – Rua Oscar Freire 732 – Jardins – São Paulo