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Livro “Perdi minha mama e agora?” orienta sobre procedimentos e como retomar a autoestima

A falta de informação leva muitas mulheres a perderem a qualidade de vida após terem câncer de mama. Diante dessa realidade, a cirurgiã plástica Camila Naif, com o intuito de auxiliar milhares de pessoas que passam por esse difícil momento na vida, desenvolveu o livro “Perdi minha mama, e agora?”, em que compartilha seu conhecimento sobre reconstrução mamária.

Resultado da tese do Mestrado Profissional da Unifesp, a obra teve o auxílio e co-autoria das cirurgiãs plásticas e professoras Alessandra Haddad, Christiane Sobral e Lydia Masako Ferreira.

A edição ilustrada é um manual em versão impressa e também digital, que pode ser baixada gratuitamente clicando aqui, o primeiro site brasileiro, com este conteúdo informativo, feito em linguagem direta e acessível, para maior compreensão do leitor. As autoras explicam todas as etapas, os termos médicos, a lei, os tratamentos, os preparativos, as contraindicações cirúrgicas, os tipos de implantes, os cuidados e tudo que possa proporcionar segurança.

CAPA DO LIVRO

Além disso, a doutora Camila Naif orienta sobre a importância de conversar diretamente com o cirurgião plástico reconstrutor, seja do atendimento público ou privado, sem receio de tirar todas as dúvidas.

“Conforme uma lei já estabelecida no Brasil, a mulher tem direito a reconstrução mamária e simetrização após o tratamento cirúrgico de câncer de mama. Isso vale tanto para os tratamentos realizados pelo SUS, como também para os convênios médicos. Quando for indicada a cirurgia pela equipe de mastologia, o médico já encaminha a paciente para o serviço de cirurgia plástica que atende aquela região. No momento da consulta, a paciente deve questionar a possibilidade de cirurgia plástica reparadora para reconstrução mamária”, reforça a médica.

Sobre Camila Naif

FOTO CAMILA NAIF

Graduada em Medicina pela Universidade Metropolitana de Santos (2009). Concluiu a residência médica de Cirurgia Geral no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (2012). Concluiu a Residência Médica de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP ( fev/2015). Possui Título de Especialista em Cirurgia Plástica aprovado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pelo MEC e AMB. Possui pós graduação em Reconstrução de Mama pelo Hospital Pérola Byington (fev/2016). Possui pós graduação em Estética – Cosmiatria, Laser e procedimentos pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Atua na área de Cirurgia Plástica e Cosmiatria.

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Oncologista aponta dez dicas para prevenir principais tipos de câncer

A máxima “prevenir é melhor que remediar” não poderia se aplicar tão bem a outra doença quanto ao câncer. Estudos recentes mostram que até 40% dos casos de câncer e metade das mortes causadas pela doença são resultados de hábitos de vida que podem ser alterados e não causados por determinação genética, acaso ou contaminação química.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o câncer é a segunda maior causa de mortes no Brasil – sendo responsável por 15,6% dos óbitos -, perdendo apenas para doenças cardiovasculares (como infarto e hipertensão). Isso se deve, principalmente, à maior exposição aos fatores de risco, como o cigarro, alimentação inadequada e o abuso do álcool. Em contrapartida, quem segue uma vida mais saudável consegue prevenir-se e diminuir os riscos de ter a doença.

A prevenção dos diversos tipos de cânceres inclui, basicamente, a adoção de uma vida saudável, com bons hábitos alimentares e comportamentais. De acordo com o oncologista do HCor, Auro Del Giglio, os hábitos recomendados abaixo são fundamentais para se evitar diversos tipos de câncer:

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Não fume: segundo estatísticas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo é a principal causa de câncer evitável no mundo. Ao queimar o cigarro, as consequências são sentidas não apenas por quem fuma, mas também por todos ao seu redor. “Para se ter uma ideia, 90% dos casos de câncer de pulmão tem o cigarro como responsável – os outros 10% são decorrentes do fumo passivo. O tabagismo também é o grande culpado por 30% da ocorrência de outros tipos de câncer, como boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia”, esclarece Del Giglio.

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Não abuse de bebidas alcoólicas: o álcool aumenta a chance de desenvolvimento de alguns tumores, como intestino, esôfago e fígado. Mas o que mais se nota é que ele potencializa os efeitos do tabaco. “Além disso, estudos científicos têm relacionado o abuso do álcool com outros tipos de câncer. De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, a quantia de 18 gramas (aproximadamente duas doses) de álcool por dia eram suficientes para aumentar significantemente o risco de desenvolver câncer de mama”, aconselha o oncologista.

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Mantenha hábitos de sexo seguro: hoje, sabe-se que o papiloma vírus humano (HPV) – doença sexualmente transmissível – é o principal responsável por alguns tipos de câncer como o câncer do colo do útero, vulva, pênis e orofaringe (garganta). “Por isso, a importância de praticar sexo seguro e sempre com o uso da camisinha – até mesmo para o sexo oral”, alerta.

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Proteja-se contra a hepatite: o sexo seguro também evita os vírus da hepatite B (para a qual há vacina) e da hepatite C, ambos com potencial para levar ao câncer de fígado. “O uso da camisinha, além de reduzir as chances de cânceres no sistema reprodutor e orofaringe, também pode proteger seu fígado. Isso porque a hepatite B também é sexualmente transmissível”, diz o médico.

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Evite o consumo excessivo de açúcares, gorduras, carne vermelha, de porco e das processadas: o açúcar não tem relação direta com os diversos tipos de câncer. No entanto, quando é consumido em excesso, faz o organismo liberar muita insulina para metaboliza-lo. “A insulina muito alta aumenta a produção de uma substância chamada citocina pró-inflamatória. E quanto maior a quantidade dessa substância, maiores as chances de câncer. Em relação as frutas, legumes e verduras, elas são ricas em fibras e protegem o intestino contra o câncer”, alerta.

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Evite o consumo de alimentos ricos em sódio e conservantes: os alimentos processados – o que incluem enlatados e embutidos como mortadela, presunto, salame, mortadela, bacon e salsicha -, são ricos em uma substância chamada nitrosamina, que é cancerígena. Por isso é importante que estes tipos de alimentos sejam evitados ao máximo, assim como fast foods que, em geral, são ricos em processados.

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Cuidado com o sol: use filtro solar diariamente e evite a exposição entre 10h e 16h – os raios UVA e UVB, emanados pelo sol, são os responsáveis pelas alterações celulares que levam ao câncer de pele. “Por isso proteger-se do sol é algo tão importante na luta contra o câncer. Além do protetor solar, que deve ter o mínimo de fator 20 -, é preferível tomar sol apenas antes das 10h e depois das 16h e não abrir mão de barreiras físicas, como chapéus, guarda-sol, bonés e óculos escuros”, explica Dr. Giglio.

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Pexels

Pratique atividades físicas todos os dias: a prática de atividades físicas promove um bem geral ao organismo e também protege contra o câncer. Isto se deve graças a capacidade, em especial de exercícios aeróbicos, de diminuir a circulação das citocinas pró-inflamatórias em nosso organismo.

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Mantenha-se atento a sua saúde: sabemos que o nosso corpo dá sinais quando algo não está certo. Isso também vale para casos de câncer. É importante que se preste atenção no corpo, pois só assim é possível notar a presença de algum caroço estranho, uma íngua, mancha na pele ou outro sinal.

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Faça um check-up anual: é importante realizar todos os exames de diagnóstico precoce indicados pelo seu médico. Existe uma série de exames que são fundamentais na hora de detectar os diversos tipos de cânceres. Entre eles a mamografia, que deve ser feita a partir dos 40 anos para detectar o câncer de mama ou a coleta do PSA – exame de sangue que pode detectar câncer de próstata”, finaliza o oncologista.

Fonte: HCor

Exames moleculares predizem o risco do desenvolvimento do câncer de mama

Com resultados precisos, é possível um tratamento preventivo, minimizando as chances de um mal prognóstico

O câncer de mama é uma doença que se manifesta pela proliferação de células tumorais, constituindo nódulos geralmente fixos e indolores. A doença, apesar de grave, costuma ter um desfecho favorável quando identificada precocemente. Nesse sentido, o autoexame realizado frequentemente pelas mulheres nas mamas, mamilos e axilas, além da mamografia, a principal forma de identificação destas anormalidades.

Entretanto, antes mesmo que sintomas se manifestem é possível predizer a probabilidade do seu desenvolvimento, graças aos testes moleculares. Altamente indicado para mulheres que têm histórico familiar da doença, este exame identifica mutações em genes fortemente associados à doença.

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Pixabay

Uma simples coleta de sangue, que analisa o DNA da paciente, basta para a pesquisa destas mutações. O resultado pode indicar ao médico informações sobre a probabilidade do desenvolvimento da doença. “Um diagnóstico precoce e abrangente, garante até 95% de chances de cura, “, informa o gerente geral do DB Molecular, laboratório de apoio focado em biologia molecular e genética, Nelson Gaburo, especialista em biologia molecular.

O teste mais conhecido para detectar as mutações que levam ao câncer de mama é a análise dos genes BRCA1 e BRCA2. Gaburo explica que esses genes protegem o organismo do câncer de mama. Quando há alteração em um deles, o corpo perde essa capacidade de reparo e se torna vulnerável e propenso a aparição da doença. “Mulheres que apresentam alguma mutação, principalmente no gene BRCA2, possuem cerca de 85% de chances de desenvolver um tumor”, explica o especialista.

Outro exame básico para esse tipo de diagnóstico é o CA 15-3, que analisa no sangue da paciente os marcadores tumorais – macromoléculas presentes no tumor, cujo aparecimento indica a presença destas células tumorais em desenvolvimento. “Tanto marcadores sorológicos quanto genéticos, em conjunto com exames de imagem, fornecem resultados precisos, auxiliando para o tratamento adequado”, garante Gaburo.

Outubro Rosa

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A campanha Outubro Rosa visa conscientizar as mulheres sobre importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. No Brasil, a aderência à campanha aconteceu em 2002, no parque Ibirapuera, em São Paulo, quando o monumento Obelisco do Ibirapuera foi iluminado de rosa, para chamar atenção para a causa. A partir de 2008, a campanha foi se popularizando e várias entidades, empresas, ONGs, etc, fazem campanhas e as mais variadas ações para passar incentivar a prevenção, o cuidado e informar as mulheres.

Fonte: DB Molecular

 

Infográfico Outubro Rosa

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), quando o câncer de mama é diagnosticado precocemente, as chances de cura são superiores a 90%. No entanto, a taxa de mortalidade, ainda, é de 24%.

Pensando na conscientização do tema, a radiologista Carla Benetti, gerente médica do Centro Especializado em Mama do Salomão Zoppi Diagnósticos, elaborou um infográfico com os principais exames que devem ser realizados para prevenção do câncer de mama.

Mamografia

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– O que é o exame: trata-se de um exame de imagem que utiliza baixas doses de radiação para obtenção de radiografias da mama. Sendo o único de rastreamento com comprovação na redução da mortalidade por câncer de mama, através do diagnóstico precoce.
– Como realizar: esse exame é realizado por uma técnica de radiologia, que posiciona as mamas sobre uma espécie de bandeja acrílica. Após o posicionamento adequado, é realizada compressão da mama por uma outra bandeja, com o intuito de espalhar o tecido fibroglandular, permitindo a melhor visualização de possíveis lesões.
– Preparo: pede-se que a paciente não utilize desodorantes, cremes ou talcos no dia do exame tanto nas mamas como nas axilas.
– É dolorido? É invasivo?: trata-se de um exame não invasivo. A compressão necessária das mamas pode ser desconfortável para algumas mulheres, porém é rápida e bastante suportável.
– Existe indicação / contraindicação?: a mamografia é indicada para rastreamento de mulheres assintomáticas a partir dos 40 anos, segundo o Colégio Brasileiro de Radiologia. Em alguns casos específicos, esse rastreamento pode começar em idades mais jovens. Ela também pode ser indicada para avaliação de alterações palpáveis pelo médico ou mesmo pela paciente, após avaliação profissional. Esse exame não deve ser realizado por pacientes gestantes, salvo casos específicos quando indicados pelo médico.
– Duração do exame: cada compressão da mama dura segundos e são feitas, inicialmente quatro incidências mamográficas.
– Tempo do resultado: quatro dias

Tomossíntese

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– O que é o exame: também conhecida como Mamografia 3D, trata-se de um exame avançado, no qual são obtidas diversas imagens em série da mama em diferentes ângulos, de modo a se obter uma visão tridimensional do órgão, diminuindo os efeitos de sobreposição dos tecidos observada na mamografia 2D.
– Como realizar: assim como a mamografia, esse exame é realizado por uma técnica de radiologia. As imagens em série são obtidas em poucos segundos durante a mesma compressão da mamografia 2D. Após a aquisição, tais imagens são enviadas a uma estação de trabalho dedicada, onde serão analisadas por um médico especialista.
– Preparo: pede-se que a paciente não utilize desodorantes, cremes ou talcos no dia do exame tanto nas mamas como nas axilas.
– É dolorido? É invasivo?: trata-se de um exame não invasivo. A compressão necessária das mamas pode ser desconfortável para algumas mulheres, porém é rápida.
– Existe indicação / contraindicação?: a tomossíntese pode ser realizada em conjunto com a mamografia 2D por qualquer mulher que faz rastreamento, uma vez que é capaz de aumentar em até 30-40% as chances de detecção do câncer de mama, sobretudo tumores invasivos em mamas densas. Esse exame não deve ser realizado por pacientes gestantes, salvo casos específicos indicados pelo médico.
– Duração do exame: assim como na mamografia 2D, cada compressão da mama dura poucos segundos e a aquisição sequencial é feita em conjunto as incidências mamográficas convencionais.
– Tempo do resultado: quatro dias

Ultrassom das Mamas

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– O que é o exame: trata-se de um exame muito conhecido, que se utiliza de ondas sonoras para a obtenção de imagens do parênquima mamário.
– Como realizar: no nosso laboratório, exame é realizado por um(a) médico(a) especialista, que avaliará suas mamas e axilas com um moderno equipamento de ultrassonografia. Ele é realizado com a paciente deitada em decúbito dorsal (barriga para cima), com as mãos sob a cabeça e aplicado gel sobre as mamas para que o transdutor deslize e seja possível a obtenção de imagens.
– Preparo: não é necessário preparo. No entanto, para pacientes com pedidos médicos de mamografia e ultrassonografia, é desejável que os exames sejam feitos em conjunto ou, sem em dias distintos, que a ultrassonografia seja feita após a mamografia, para análise conjunta e, dessa maneira, exames mais acurados.
– É dolorido? É invasivo?: trata-se de um exame não invasivo e indolor.
– Existe indicação / contraindicação?: a ultrassonografia pode ser utilizada para avaliação complementar de alterações ao exame clínico do médico, assim como avaliação de lesões observadas na mamografia ou Ressonância das Mamas. Ela também pode ser útil em casos de mamas densas, com o intuito de aumentar a sensibilidade da detecção de lesões da mama assim como método para direcionamento de certos tipos de biópsia. Não há contraindicações.
– Duração do exame: o exame dura, habitualmente, cerca de 15 minutos.
– Tempo do resultado: dois dias

Ressonância nas Mamas

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– O que é o exame: trata-se de um exame de imagem que não utiliza radiação ionizante, com sensibilidade muito alta, indicações precisas e habitualmente utilizado como método diagnóstico auxiliar nas doenças da mama.
– Como realizar: esse exame é realizado por um biomédico e a paciente ficará em decúbito ventral (barriga para baixo), com as mamas encaixadas em uma bobina dedicada.
– Preparo: a paciente deve estar em jejum de 3 horas e não fazer uso de cremes, desodorantes ou talcos nas mamas e axilas. Para pacientes com mais de 60 anos, cirurgia renal ou alteração da função renal, é necessário resultado recente de creatinina.
– É dolorido? É invasivo?: trata-se de um exame indolor e não invasivo, com necessidade de injeção de contraste endovenoso (gadolínio). A única indicação de exame de Ressonância das mamas sem contraste é avaliação de próteses mamárias.
– Existe indicação / contraindicação?: a RM das mamas tem como indicações principais: rastreamento em pacientes de alto risco para câncer de mama; avaliação de próteses de silicone; avaliação em pacientes com diagnóstico recente de câncer de mama e avaliação da resposta em pacientes com câncer de mama submetidas à quimioterapia neoadjuvante (antes da cirurgia). As contraindicações incluem àquelas para quaisquer exames de Ressonância Magnética, tais como marca-passo cardíaco, implantes oculares, cocleares, clipes de aneurisma cerebral, claustrofobia. Pacientes gestantes podem realizar o exame, porém deverão comunicar a equipe.
– Duração do exame:  dura cerca de 20 minutos.
– Tempo do resultado: sete dias

Fonte: SalomãoZoppi Diagnósticos

Imunoterapia tem resultados positivos em casos de tumor de mama agressivo

A imunoterapia já vem sendo apontada como o principal avanço no combate ao câncer, porém seus estudos clínicos no tratamento do câncer de mama até o presente momento ainda não indicavam resultados que pudessem torná-lo uma alternativa segura e eficaz nestes casos.

Recentemente, durante a Asco 2018(American Society of Clinical Oncology ), principal evento voltado à oncologia clínica, alguns estudos mostraram que em casos classificados como tumor de mama triplo-negativo, ao ser combinado com quimioterápicos, trouxe boas respostas aos pacientes no tratamento neoadjuvante oferecido antes da cirurgia.

Considerado um tipo de câncer agressivo e que afeta geralmente mulheres jovens, o câncer de mama triplo-negativo representa cerca de 20% de todos os casos da doença mundialmente. Se considerarmos que o Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) contará com cerca de 60 mil novos casos de câncer de mama em 2018, esse percentual representa um universo de ao menos 12 mil pessoas.

“A denominação “triplo-negativo” é utilizada em casos em que o tumor não conta com nenhum dos três biomarcadores relacionados a classificação do câncer de mama: receptor de estrógeno, receptor de progesterona e proteína HER-2″, explica o oncologista Daniel Gimenes, do Centro Paulista de Oncologia ( CPO) – unidade de São Paulo do Grupo Oncoclínicas.

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Imagem: The Week

Segundo o especialista, o câncer de mama triplo-negativo tem maiores chances de recorrência e em muitos casos acaba promovendo uma sobrevida menor em comparação a outros subtipos de tumores mamários. Por isso, a possibilidade de sucesso com a imunoterapia é animadora e abre novas frentes para o enfrentamento desta doença.

“Para esses casos de câncer especificamente houve poucos progressos terapêuticos nos últimos anos. Por isso, os estudos internacionais preliminarmente divulgados na ASCO são animadores por indicarem um novo caminho para tratar esse tipo de câncer de mama”, afirma Gimenes.

O médico menciona o estudo GeparNuevo que analisou 174 pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático ou localmente avançado Um grupo recebeu um tipo de imunoterápico associado à quimioterapia enquanto as demais pessoas utilizaram placebo. O resultado demonstra um aumento significativo na redução do tumor nos casos que receberam a combinação da imunoterapia com a quimioterapia.

“Apesar de ainda ser o uma primeira etapa de análises, esse avanço já pode ser entendido como um progresso terapêutico importante para médicos e pacientes. Essa combinação de imunoterapia com quimioterapia desconta como uma opção estratégica importante para mulheres com a doença em especial pelos benefícios a qualidade de vida dessas pacientes”, explica o médico.

Entenda a Imunoterapia

Na última década, a imunoterapia passou de um tratamento teórico promissor para um padrão de cuidados que está contribuindo para respostas positivas de pacientes oncológicos. Desde 2011, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou 15 novas drogas imunoterápicas para o tratamento do câncer, sendo cinco só no ano passado. No Brasil, a imunoterapia tem aprovação da Anvisa para uso em casos de melanoma, câncer de rim , câncer de pulmão e câncer de bexiga.

De forma simplificada, o nosso sistema imunológico é programado para combater quaisquer sinais que representem ameaças à saúde. Porém, para manter um equilíbrio que assegure plenamente o nosso bem-estar, o mecanismo de defesa do corpo também tem freios que impedem uma ação exagerada nesta resposta – caso contrário, ele pode desencadear as chamadas doenças autoimunes, como lúpus, esclerose múltipla e artrite reumatoide.

Contudo, quando ocorre uma falha nesse processo de combate ao inimigo e, em consequência, o surgimento de um tumor, a medicação imunoterápica pode ser adotada para inibir a ação desses freios e provocar a resposta necessária para combater as células malignas. “A imunoterapia cria uma memória imunológica no paciente contra o tumor. A concepção é gerar uma resposta imunológica exacerbada no paciente. Ao fazer isso, o sistema imunológico volta a reconhecer o tumor como um agente externo”, diz Gimenes.

Quando a imunoterapia é a melhor opção?

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Apesar dos avanços promissores, o especialista explica que ainda é cedo para afirmar que a imunoterapia seria a chave para a cura do câncer de mama. De toda forma, os passos já trilhados são observados com otimismo e lançam boas perspectivas para tratamentos do câncer de mama triplo-negativo metastático e que não responde às medicações convencionalmente indicadas, tais como quimioterápicos e drogas alvo moleculares.

O que tem se observado de forma global no tratamento do câncer é que nos casos onde o médico pode optar pela imunoterapia, a resposta dos pacientes têm sido satisfatórias. “Ela tem alguns efeitos colaterais, porém o paciente tem melhor qualidade de vida. É um tratamento mais sustentável para a saúde do paciente, pois ataca diretamente o tumor. E uma das principais vantagens da adoção destes imunoterápicos da nova geração é que, mesmo após o fim do tratamento, a imunidade desse indivíduo pode continuar respondendo a células tumorais, diminuindo a recidiva de tumores e aumentando o tempo livre de progressão da doença”, conclui Gimenes.

Fonte:  Grupo Oncoclínicas

Sete verdades que parecem mito sobre o câncer de mama

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma. Sua incidência responde por cerca de 28% do total de casos novos a cada ano, de acordo com o Inca. Já o câncer do colo de útero mata, em silêncio, cerca de 5 mil brasileiras anualmente.

Para levar informações confiáveis para as mulheres, o Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL) lançou a campanha Mulher por inteiro, que acontece durante a programação do Outubro Rosa. “Já faz alguns anos que alertamos as mulheres da importância de cuidar de sua saúde integralmente. O cuidado com as mamas é primordial pois sua incidência é cada vez maior, mas reforçamos também que o câncer de colo de útero pode ser evitado com prevenção e chamamos a atenção para o câncer de ovário, que é o mais difícil de ser diagnosticado e, por isso, requer cuidado redobrado”, revela Marlene Oliveira, presidente do LAL.

Como em todos os anos, a campanha prevê ações em espaços de grande circulação em várias cidades do país e também em empresas e escolas, com palestras e distribuição de materiais informativos.

Verdades sobre o câncer de mama

Por ser uma doença de alta incidência, há muitas informações desencontradas sobre o câncer de mama que acabam dificultando o seu diagnóstico. Por isso, o oncologista e membro do comitê científico do LAL, Marcelo Cruz, esclarece uma série de verdades que podem ser confundidas com mitos, mas que precisam ser levadas a sério.

Obesidade e sedentarismo aumentam as chances de ter a doença

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Pixabay

“O excesso de peso, principalmente após a menopausa, faz com que o tecido gorduroso que se acumula no corpo produza estrogênio e aumente as chances da doença”, afirma Cruz. Ele reforça que a falta de uma vida saudável, sem prática de exercícios também pode dar brechas para o desenvolvimento do tumor. “Além disso, consumir bebidas alcoólicas, mesmo que em pequenas quantidades, pode agravar as chances de ter a condição”, explica ele.

O autoexame deve ser feito após o período menstrual

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Durante a menstruação, as mamas ficam mais enrijecidas e doloridas, dificultando a identificação de eventuais lesões. Por isso, o autoexame precisa ser feito a partir dos 20 anos de idade, de seis a sete dias após o início do período menstrual, quando a mama está menos sensível e mais flácida.

Não é preciso ter histórico familiar para desenvolver o câncer de mama

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Mais de 90% dos casos de câncer de mama não têm relação com história familiar. Apenas o fato de ser mulher faz com que a chance de desenvolver o tumor seja de 12%, independente de ter casos na família. A estimativa é de que uma em cada oito brasileiras de até 70 anos terão a condição.

Amamentar protege a mulher do câncer de mama

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Foto: Pixabay

Quanto menos a mulher for exposta às variações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual, menores são as chances de ter a doença. Mulheres gestantes e que amamentam seu filho, terão os ciclos interrompidos por longos períodos. Quanto maior o período de amamentação e o de número de filhos até 35 anos, maior é a prevenção. Além disso, quando o bebê mama, as células mamárias ficam ocupadas com a produção de leite e se multiplicam menos, o que reduz o risco de contrair a doença.

Gravidez antes dos 30 anos previne câncer de mama; gravidez tardia aumenta o risco

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

A gravidez previne o câncer de mama se ocorre antes dos 30 anos. Quanto menos a mulher menstruar menor é a chance de ter o câncer de mama. Ter filhos até essa idade e amamentar podem ajudar na prevenção.

Mulheres em tratamento contra o câncer de mama não podem amamentar

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Foto: Pixabay

Embora as células cancerosas não possam passar para o bebê por meio do leite materno, os médicos aconselham as mulheres que iniciam o tratamento com isótopos radioativos ou com quimioterapia parem de amamentar até que os elementos radioativos ou medicamentos sejam completamente eliminados do seu corpo.

Quando diagnosticada no início, a doença costuma ter cura

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Felizmente, é verdade. O diagnóstico precoce do câncer de mama pode aumentar consideravelmente as chances de cura em até 90%. A forma mais eficaz de evitar a evolução da doença é a realização de exames periódicos. O único exame capaz de diminuir a mortalidade pelo câncer de mama é a mamografia.

Fonte: Instituto Lado a Lado pela Vida

Balcão do Bar do Beco será ocupado por mulheres durante o Outubro Rosa

Festival com bartenders mulheres acontece de 18 a 21 de outubro com bate-papo sobre assédio no último dia

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Juliana Braga, bartender residente

O público do Bar do Beco é majoritariamente feminino. Seu staff é formado por mulheres e, de 18 a 21 de outubro, a casa vai abrigar um festival de bartenders, novamente, de mulheres em celebração ao Outubro Rosa; além de criar drinque e sanduíche para marcar o mês: Salmão do Beco (salmão com pão de beterraba) a R$ 28,00 e o Gin Tônica com Hibisco e Laranja (gin enfusionado com casca de laranja e tônica) a R$ 29,00. O festival será capitaneado por Juliana Braga, bartender residente.

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A cozinha trabalhará com o cardápio tradicional da casa durante o evento. As participantes desenvolverão alguns dos drinks que serão servidos das 19h às 22h e no domingo das 17h às 20h. Conheça a programação do festival:

Dia 18: Alice Guedes (Guarita Bar) e sua convidada

Dia 19 : Alessandra Forma (consultora) e Juliana Braga (Bar do Beco)

Dia 20: Stefani Marinkovic (Espaço Treze) e Jackie Dias (Trabuca)

Dia 21: Mateus Savastano (Drinks ‘n Drags) e Dudah Bonato (Antonietta Cucina)

No domingo, acontecerá também um bate-papo com as bartenders e os clientes da casa sobre assédio, a partir das 15h30.

Bar do Beco – Rua Aspicuelta, 17 – Vila Madalena. Horário de funcionamento: Quartas e quintas-feiras, das 17h às 24h; Sextas-feiras, das 15h às 24h; Sábados e feriados, das 12h às 24h; Domingos, das 12h às 22h.

Outubro Rosa: confira marcas engajadas com a causa do câncer de mama

Outubro é um mês superespecial no calendário, época de conscientização sobre o câncer de mama, movimento que começou na década de 1990 e ficou conhecido como Outubro Rosa. O câncer de mama é a maior causa de morte pela doença entre as mulheres e anualmente este é o mês destinado a realização de atividades para conscientizar e disseminar informações sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento. Inúmeras marcas e instituições aderem à causa, inclusive o Congresso Nacional recebe iluminação na cor rosa nesta época.

Este ano, muitas marcas estão engajadas com produtos na temática, com ações revertidas para a causa. A marca Live! de fitness e beachwear, se uniu à ONG Vilma Kano, da artista plástica que empresta seu nome à organização. A artista enfrenta a doença pela segunda vez e ressignifica esse difícil momento através da sua arte, estampada de forma exclusiva na camiseta e lenço com sua obra Cicatrizes. 100% do lucro na venda dos produtos será revertido à instituição.

A Dimy terá camiseta com a frase ‘fight for life’, e a Tufi Duek que, em parceria com a Faculdade Santa Marcelina, lança um body desenhado pela aluna Ludmila Obrigon, cujo lucro total das vendas será revertido para a Unaccam.

Já a marca sustentável Bléque conta com opções de bolsas e rasteiras no tom rosa millennial, e a parte do lucro irá para a ONG Rosa e Amor, de Campinas.

 

A marca de beauté francesa Guerlain reverterá 20% de todas as vendas da fragrância Mon Guerlain para a Abrale.

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A Grand Cru, maior rede de lojas de vinhos do país, apresenta a campanha Outubro Rosé e durante todo o mês, os vinhos rosés vendidos nas lojas físicas e e-commerce terão 5% da verba revertida à Fundação Laço Rosa, que luta para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil.

E a joalheria Pandora, reverterá R$ 10,00 a cada R$ 599,00 em compras da linha Pandora Rose para a Femana.

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Exames de mamografia gratuitos e oficinas de beleza na Praça da República

Campanha realizada em prol do Outubro Rosa também contará com dicas de moda da digital influencer Gi Charaba, bate papo com especialistas e oficinas de maquiagem e lenço

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi) – responsável pelos exames de imagem em 85 unidades públicas de saúde na capital – realizará entre os dias 16 e 19 de outubro, das 10h às 18h, a campanha “Todos pelo Rosa” (#TodosPeloRosa), na esplanada da Praça da República, na região central de São Paulo. A ação especial e gratuita, realizada em prol do Outubro Rosa, contará com diversas atividades, entre elas, exames de mamografia, oficinas de maquiagem e de lenço e bate papo com especialistas sobre prevenção.

Durante o período, todos os dias serão distribuídas 50 senhas para a realização de exames de mamografia em mulheres a partir dos 35 anos. Para isso, basta levar cartão do SUS, RG e CPF. As mulheres serão atendidas em uma Unidade Móvel, fornecida pela Truckvan, líder brasileira no mercado de soluções sobre rodas e apoiadora da ação. Caso os médicos detectem alguma alteração, o ultrassom será feito na hora. Além disso, as pacientes serão encaminhadas ao Hospital Pérola Byington.

Para estimular doação de cabelo entre os participantes, serão disponibilizados diariamente cabeleireiros profissionais para realizarem o corte. Além disso, a digital influencer, modelo e Miss Acre Gi Charaba estará no evento para compartilhar sua experiência e dar dicas de moda para as mulheres presentes.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Desde 2014, a Fidi realiza um levantamento do número de pacientes encaminhados para exames complementares por achados suspeitos ou altamente suspeitos. O número de casos cresceu 25% no período, com cerca de 2,8 mil pacientes encaminhadas no último ano.

Vivian Milani, radiologista da Fidi, explica que o câncer de mama tem até 95% de chances de cura se for precocemente detectado: “A melhor forma de se fazer essa prevenção é com a realização do exame de mamografia. Por isso é muito importante que as mulheres respeitem o período de retorno prescrito no laudo médico”.

A coordenadora de projetos sociais da Fidi, Cristiane Claro Monzani, afirma que o objetivo do evento é evidenciar a importância da prevenção e promover momentos de lazer para mulheres que já passaram ou ainda enfrentam a doença.

“Como instituição preocupada com o bem-estar da população, a Fidi deseja disseminar informações sobre o câncer e conscientizar as pessoas sobre a importância dos exames preventivos. Além disso, ao promover oficinas, também queremos ajudar no processo de elevação da autoestima da mulher. Nosso maior intuito é unir a sociedade em torno de uma causa nobre”, ressalta.

Segundo o Colégio Brasileiro de Radiologia, a mamografia de rotina deve ser realizada anualmente a partir de 40 anos de idade. No caso das mulheres com histórico familiar, mãe, filha ou irmã, a orientação é que iniciem esse rastreamento o mais rápido possível.

O autoexame é muito importante para que a mulher conheça bem o seu corpo e perceba com facilidade qualquer alteração nas mamas e assim procure rapidamente um médico. Vale lembrar que o autoexame não substitui a mamografia e deve ser realizado mensalmente, logo após a menstruação. Nas pacientes que não menstruam mais, devem escolher um dia no mês, para realizar o autoexame.

Para examinar a mama esquerda, coloque a mão esquerda atrás da cabeça e apalpe com a mão direita. Para examinar a mama direita, faça o movimento inverso, colocando a mão direita atrás da cabeça e apalpe com a mão esquerda. Já no mamilo, faça pressão suave e verifique se há alguma secreção. As axilas também podem omitir pequenas alterações, portanto, após examinar as mamas, apalpe toda a área debaixo dos braços.

Mais informações sobre a Fidi podem ser obtidas no site clicando aqui.

fidi

Programação completa:

16/10 – Terça-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Hinode
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – Bate papo: “O câncer de Mama”, com Rosana Midori
13h às 14h – Oficina de Maquiagem – Hinode
14h às 15h – Oficina de Lenço (ONG Leva Estilo)
15h às 16h – Oficina de Maquiagem – Hinode
16h às 17h – Oficina de Lenço (ONG Leva Estilo)
17h às 18h – Oficina de Maquiagem – Hinode

17/10 – Quarta-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Mary Kay
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – Bate papo “Sinais e Sintomas do Câncer de Mama”, com Vivian Milani
13h às 14h – Oficinas de Moda e Maquiagem (AMT Assessoria de Beleza / Akassi Estúdio de Estilo)
14h às 15h – Oficinas de Moda e Maquiagem (AMT Assessoria de Beleza / Akassi Estúdio de Estilo)
15h às 16h – Oficinas de Moda e Maquiagem (AMT Assessoria de Beleza / Akassi Estúdio de Estilo)
16h às 17h – Oficina de Lenço (ONG Leva Estilo)
17h às 18h – Oficina de Maquiagem – Mary Kay

18/10 – Quinta-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Hinode
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – BATE PAPO “Mitos e Verdades da Mamografia”, com Simone Caetano
13h às 14h – Oficina de Lenço (ONG Viva Melhor)
14h às 15h – Oficina de Maquiagem – Hinode
15h às 16h – Mini Aula Prevenção (ONG Viva Melhor)
16h às 17h – Oficina de Maquiagem – Hinode
17h às 18h -Oficina de Lenço (ONG Viva Melhor)

19/10 – Sexta-feira
10h às 11h – Oficina de Maquiagem – Hinode
11h às 12h – Dicas de Moda – Influenciadora Gi Charaba
12h às 13h – Bate Papo: “Prevenção do câncer de mama”, com Cristiana Costacurta
13h às 14h – Oficina de Lenço (ONG Viva Melhor)
14h às 15h – Workshop de Moda – Marci Marciano
15h às 16h – Workshop de Moda – Marci Marciano
16h às 17h – Workshop de Moda – Marci Marciano
17h às 18h – Oficina de Maquiagem – Hinode

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Informações importantes

Durante todos os dias de evento, haverá um cabeleireiro à disposição para doação de cabelo para perucas.

Só serão atendidas mulheres a partir dos 35 anos, com documento de identidade com foto, CPF e cartão do SUS. Não é necessário ter pedido médico.

Fonte: Fidi

 

Outubro Rosa: Lenny Niemeyer em campanha de conscientização

Com a intenção de conscientizar e ajudar pacientes com câncer de mama, a Lenny Niemeyer se associa à Fundação Laço Rosa para ação com início no mês de outubro. A partir do dia 1º, parte das vendas do chapéu Dobra, da coleção de verão 2019, será revertida para a Instituição.

Ação que terá continuidade em futuras coleções com outras peças selecionadas pela marca. Além das doações, a Fundação Laço Rosa realizou um bate-papo com o objetivo de conscientizar os funcionários da empresa da importância da causa.

A Fundação Laço Rosa é uma instituição sem fins lucrativos, criada em 2011, com o intuito de conscientizar sobre o câncer de mama e atuar como um canal de ajuda aos pacientes e suas famílias, oferecendo auxílio psicológico e acesso a informação.

Lenny Niemeyer - Chapéu Dobra (1)Lenny Niemeyer - Chapéu Dobra (2)

Lenny Niemeyer - Chapéu Dobra _ R$ 298(3)

A Instituição possui, também, o programa Banco de Perucas Online, para pacientes com qualquer tipo de câncer e de qualquer lugar do Brasil solicitarem, gratuitamente, uma peruca. Para viabilizar o programa, a instituição conta com um projeto de capacitação em perucaria para moradores de áreas de vulnerabilidade social.

Informações: Lenny Niemeyer