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Pálpebras viram preocupação mundial pela incidência de câncer de pele

Estudo da Universidade de Liverpool, apresentado na conferência anual britânica de dermatologistas, mostra que ao usar filtro solar no rosto, uma área de 10% (incluindo pálpebras e região entre olho e nariz) é negligenciada. Entre 5 e 10% dos cânceres de pele acontecem nas pálpebras

As pálpebras e toda região dos olhos viraram preocupação mundial pelo aumento da incidência de câncer de pele, que já chega a 10% nessas áreas frequentemente negligenciadas, segundo pesquisa da Universidade de Liverpool apresentada na conferência anual da Associação Britânica de Dermatologistas, no Reino Unido.  O estudo constatou que, ao passar filtro solar no rosto, a tendência é esquecer cerca de 10% da face – incluindo pálpebras e região entre o canto interno do olho e o nariz.

“Uma proteção solar adequada deve ser feita efetivamente com a cobertura de todo o rosto, além do uso de chapéus e principalmente óculos de sol, já que a área dos olhos tem uma pele extremamente fina e susceptível a danos, inclusive câncer”, explica a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Aliás, a preocupação com a região tem crescido pelo mundo: a Associação Canadense de Dermatologia, por exemplo, anunciou, em junho, parceria com a Sociedade Canadense de Oftalmologia para criar um nível de proteção UV oferecido pelos óculos de sol, a fim de garantir fotoproteção adequada para a região.

A pesquisa da Universidade de Liverpool foi feita com 57 participantes, do sexo masculino e feminino. Eles foram convidados a aplicar protetor solar no rosto sem mais informações ou instruções dadas pelos pesquisadores. Foram tiradas fotos de cada um dos participantes com uma câmera sensível ao UV antes e depois da aplicação de protetor solar; as áreas cobertas de protetor solar aparecem em preto devido à câmera UV. Essas imagens foram então segmentadas e analisadas por um programa personalizado para julgar o sucesso que cada pessoa estava em cobrir todo o seu rosto.

A dermatologista afirma que, como a aplicação de protetor solar nestas áreas não é necessariamente prática, é importante usar outras formas de proteção, como óculos de sol. “Como a pele da região dos olhos é muito delicada, alguns filtros podem causar irritação; dessa forma, o paciente deve priorizar produtos oftalmologicamente testados, protegendo a área sem correr risco de reação”, afirma.

“Mas o dado mais importante para tirar desta pesquisa é a importância de acessórios na proteção solar, como os óculos de sol, que não resguardam apenas os olhos e córneas; eles são importantes para proteger, também, a pele das pálpebras propensas a câncer “, afirma.

A cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery), já atendeu casos de reconstrução de pálpebras por motivos de câncer e acrescenta: “O procedimento de retirada do tumor e reconstrução é muito delicado, por ser uma região que pode comprometer a funcionalidade das pálpebras e prejudicar a visão”.

Recomendações para uso correto do fotoprotetor

Middle-aged woman applying anti-aging cream
Foto: Bigstock

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso de protetores solares de FPS mínimo de 30. “Em peles mais claras e em fotoexposição direta, o ideal é usar FPS 50”, explica Thais. Além disso, os filtros solares devem atender a legislação brasileira de apresentar proteção UVA (PPD) de no mínimo 1/3 do valor de FPS.

“A primeira aplicação do filtro deve ser feita com atenção e cuidado, pelo menos 15min antes da exposição, de preferência sem roupa, ou com a menor quantidade possível. É ideal aplicar em duas camadas cobrindo bem a superfície da pele, sendo que cada camada deve ser equivalente a uma colher de chá. O filtro deve ser realizado a cada duas horas ou após longos períodos de imersão”, acrescenta a dermatologista.

Raios UVA, UVB e IR

Os três principais promotores do envelhecimento precoce e que também favorecem o aparecimento do câncer de pele são os raios UVA, UVB e IR (Infravermelho A). A médica explica que UVA é o principal responsável pelo envelhecimento precoce (manchas e rugas), sendo um tipo de radiação que atravessa nuvens, vidro e epiderme, é indolor e penetra na pele em grande profundidade, até às células da derme — sendo o principal produtor de radicais livres.

“Já a radiação ultravioleta B deixa a pele vermelha e queimada, danificando a epiderme e é mais abundante entre as 10 da manhã e 4 da tarde. Seu grau de proteção é medido pelo FPS e é uma radiação que pode furar o bloqueio dos filtros químicos e aumentar o risco de cancerização”, comenta Thais.

mulher rosto médico palpebras

Por fim, o Infrared é sentido através do calor ou mormaço. “É uma radiação que acomete num comprimento de onda suficiente para atingir a derme mais profunda — a derme reticular — onde estão as fibras de ancoragem e sustentação da pele. E isso provoca um dano muito importante, com menor elasticidade, além de um maior potencial de cancerização”, completa.

Fontes:

Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

Beatriz Lassance é Cirurgiã Plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery (ASPS).

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Melanoma: lesões podem ser sinal de câncer de pele

Detecção precoce eleva chances de cura em 90% dos casos; especialista do Grupo Oncoclínicas alerta para as principais características da doença

Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma corresponde a 4% deste total, mas, apesar de ser um dos tipos de tumores que afetam o órgão com menor prevalência entre a população, é considerado o mais grave e com grande potencial metastático. Entretanto, a chance de cura é de mais de 90% se houver diagnóstico precoce.

Esse tipo de tumor surge por conta do crescimento anormal dos chamados melanócitos, células que produzem a melanina, dando cor e pigmentação à pele. Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo – podem apresentar manchas suspeitas.

De acordo com Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética do CPO, unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, é importante a avaliação frequente de um dermatologista para acompanhamento das lesões cutâneas. “As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce”.

Além dos cuidados gerais indicados à toda a população quando o assunto é câncer de pele, o que inclui o uso do protetor solar e atenção ao período de exposição solar prolongada, pessoas com propensão a desenvolver o melanoma devem estar constantemente mais atentas, pois ele pode surgir em áreas difíceis de serem visualizadas. “Uma lesão aparentemente inocente pode ser suspeita aos olhos do médico. Métodos diagnósticos auxiliares, como biópsia e dermatoscopia*, podem ser indicados. Além disso, pacientes que já tiveram um tumor de pele diagnosticado estão sob maior risco de apresentar uma recidiva, e devem ser submetidos a exames dermatológicos periódicos”, diz Garicochea.

Novos tratamentos dobram chances de cura

O melanoma é o tipo de câncer que apresenta o maior número de mutações genéticas no DNA do tumor. Essas mutações podem confundir o sistema imunológico do paciente e dificultar a ação de terapias tradicionais. Por isso, a imunoterapia é uma das grandes aliadas no tratamento da doença.

“A Imunoterapia é o tratamento que promove a estimulação do sistema imunológico por meio do uso de substâncias modificadoras da resposta biológica. Em resumo, trata-se de um grupo de drogas que, ao invés de mirar o câncer, ajuda as nossas defesas a detectá-lo e agredi-lo”, explica o oncogeneticista do CPO.

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De acordo com ele, 3% dos melanomas são hereditários. Ele indica alguns pontos de atenção que podem indicar propensão à doença:

-Pessoas que possuem uma grande quantidade de pintas escuras espalhadas pelo corpo;
-Incidência de melanoma em algum parente muito jovem (menos de 35 anos);
-Mais de dois casos de melanoma na família (em qualquer idade).

Nesses casos, há um teste genético capaz de identificar se há predisposição genética ao melanoma. O teste coleta uma amostra de saliva ou sangue para detectar a presença de genes ligados à doença. Já para quem não conta com um histórico ou indicação que justifique a realização do exame específico de analise do DNA, Garicochea recomenda que, em especial para áreas em que há mais dificuldade de visualização, seja solicitado a um familiar ou conhecido um apoio para a avaliação dos sinais existentes no corpo.

“Muitas das pintas suspeitas surgem nas costas e pescoço, lugares de difícil visualização. É muito importante também estar atento a manchas que surjam sob as unhas, na palma das mãos e planta dos pés”, finaliza o médico.

*Dermatoscopia é um método que utiliza o dermatoscópio, espécie de microscópio que aumenta a imagem da pele em 10 a 70 vezes e permite a visualização das estruturas cutâneas sem nenhum corte ou desconforto. As imagens colhidas ficam em computador e são regularmente comparadas a cada visita médica.

Fonte: Grupo Oncoclínicas

Dezembro Laranja: protetores solares para prevenção do câncer de pele

Dezembro é o mês da chegada do verão e, junto com ele, nos deparamos com diferentes tipos de agressões dos raios solares, que podem ser extremamente prejudiciais à pele. Em uma iniciativa para o combate ao câncer de pele e como forma de lembrete à população sobre a importância do uso do protetor solar, a Sociedade Brasileira de Dermatologia lançou a campanha “Dezembro Laranja”.

Com foco constante no bem-estar e em atender às mais variadas necessidades dos consumidores, a Shiseido, uma das empresas mais antigas de cosméticos do mundo, apoia a iniciativa ao trazer diversos produtos de proteção solar para o mercado brasileiro. A empresa, que se consagrou graças ao amplo portfólio que visa a saúde da pele, trazendo a beleza de dentro para fora, tem a filosofia de destinar anos e grande parte do seu investimento em pesquisas para a descoberta de novas tecnologias para o desenvolvimento de produtos capazes de atender a todos os púbicos.

shiseido verão 1

Em 1923, a Shiseido lançou o Uviolin no Japão, considerado o primeiro protetor solar do país. Avançando rapidamente no mercado, trouxe em 1980 fórmulas resistentes à água e em 1993 aconteceu o lançamento oficial da best-seller UV Protective Compact Foundation, que continua como um dos carros-chefes da marca, ao oferecer proteção solar de alto desempenho e um toque embelezador, graças à sua gama de cores que satisfazem a todas. No Brasil, virou um ícone dos nécessaires das mulheres, reconhecida por sua embalagem azul.

Entretanto, foi em 2015 que a Shiseido revolucionou o mercado de proteção solar ao lançar a tecnologia WetForce, que forma um filme que protege a pele contra os raios UV, e fica ainda mais forte quando entra em contato com a água ou o suor. Desde seu lançamento até o fim de 2016, os protetores enriquecidos com essa tecnologia ganharam 28 prêmios de beleza pelo mundo.

Linha completa Shiseido Suncare:

Bases solares:

compact foundation shiseido

UV Protective Compact Foundation SPF 35 – R$ 247,00

stick foundation shiseido
UV Protective Stick Foundation SPF 36 – R$ 259,00

liquid foundation shiseido
UV Protective Liquid Foundation SPF 43 – R$ 329,00

Com tecnologia WetForce:

aging protection shiseido 1

Shiseido Expert Sun Aging Protection Lotion SPF 30 – R$ 285,00

aging protection shiseido 2
Shiseido Expert Sun Aging Protection Lotion Plus SPF 50+ – R$ 319,00

aging protection cream
Shiseido Expert Sun Aging Protection Cream Plus SPF 50+ – R$ 285,00

 

expert sun
Shiseido Expert Sun Protection Lotion SPF50+ – R$ 319,00

sports bb
Shiseido Sports BB – R$ 329,00

sun protection spray

Shiseido Sun Protection Spray 3 Em 1 – Oil Free SPF 15 – R$ 249,00

Informações: Shiseido – SAC – 0800148023

Busca por corpo “perfeito” no verão exige cautela

Dermatologista aponta os principais cuidados que devem ser tomados na realização de procedimentos estéticos

Com a chegada do verão é comum que as pessoas busquem ainda mais por tratamentos estéticos que proporcionem bem-estar, autoestima e até mesmo a melhora nas condições de saúde, mas essa busca incessável pela estética exige alguns cuidados. Pensando nisso, os pilares da cosmiatria tornam-se essenciais para assegurar a realização destes procedimentos.

A cosmiatria foi um neologismo criado quando a especialidade da dermatologia começou a realizar procedimentos estéticos. “Para nós, dermatologistas, a cosmiatria envolve os tratamentos e procedimentos estéticos realizados com seriedade, ética e rigor científico” afirma Sabrina Talarico, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A dúvida de muitas pessoas, no entanto, é sobre a escolha do profissional que deve aplicar as técnicas estéticas. De acordo com a dermatologista, existem esteticistas competentes e que até mesmo atuam em parceria com os médicos, trazendo a multidisciplinaridade para a área, porém esses profissionais são capacitados para aplicarem técnicas específicas e não invasivas. Tratamentos invasivos e diagnósticos devem ser sempre realizados pelo médico dermatologista.

plástica procedimento corpo

Alguns desses tratamentos, quando não supervisionados por um profissional da área dermatológica, podem trazer complicações para a saúde. “Não é raro vermos erros diagnósticos, por exemplo, realização de peelings e clareamentos em uma ‘mancha’ que na realidade é um câncer de pele” relata a médica.

O fato do dermatologista ser indicado para a realização desses tratamentos, se deve ao cuidado com a saúde da pele, que muitas vezes pode apresentar patologias que são desconhecidas pelo esteticista ou fisioterapeuta. A recomendação de Sabrina é que a pessoa frequente regularmente o dermatologista a fim de realizar exames preventivos, um pequeno sinal manifestado pela pele, muitas vezes pode oferecer risco à saúde.

Entre os procedimentos estéticos mais procurados e aplicados por esteticistas, estão: limpeza de pele facial, drenagem linfática, massagem modeladora, massagem relaxante, hidratação facial e corporal. Já entre os procedimentos estéticos mais procurados e aplicados por Dermatologistas, estão: toxina botulínica, preenchimento, peelings, laser para rejuvenescimento, tratamentos para manchas (laser/clareadores peelings), criolipólise para gordura localizada, depilação a laser, laser para vasinhos e laser vaginal.

Como ainda não existe um órgão regulador para a realização de procedimentos estéticos, é fundamental que a pessoa opte por um profissional com qualificações adequadas, como por exemplo, saber se o Dermatologista é credenciado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Para que seu corpo esteja em dia, a saúde é um fator primordial e não deve ser esquecido. Cuide-se!

Fonte: Sabrina Talarico é graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro no ano de 2004. Seguiu a Residência de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro no ano de 2005 e posteriormente a Residência de Dermatologia do Hospital Celso Pierro da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, no período de 2006-2008. Desempenha função de médica colaboradora na Unidade de Cosmiatria, Cirurgia e Oncologia do Departamento de Dermatologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, como preceptora dos residentes do Departamento de Dermatologia no Setor de Dermatologia.

Árago participa de “Dezembro Laranja” na luta contra câncer de pele

O câncer de pele é o de maior incidência no Brasil, corresponde a 33% de todos os tumores malignos registrados no país. Para conscientizar e reforçar a importância da prevenção e diagnóstico precoce, a Sociedade Brasileira de Dermatologia promove neste mês a campanha Dezembro Laranja, com um alerta especial para quem se expõe constantemente ao sol na rotina profissional ou no dia a dia. Pelo quarto ano consecutivo, a Árago Dermocosméticos participa deste movimento, alertando parceiros e clientes sobre a importância do uso do protetor solar.

Com alta possibilidade de cura, quando detectado precocemente, o câncer de pele pode ser melanoma, mais agressivo e com maior taxa de mortalidade; ou não-melanoma, com maior incidência e com menos mortalidade. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), estima-se que, no Brasil, em 2017, houve mais de 175 mil novos casos, a maior parte deles em mulheres. Ligado diretamente à exposição solar, os sintomas estão presentes em uma pinta no corpo, onde se deve observar alguns sinais ABCDE: A – assimetria; B – bordas irregulares; C – cores diversas; D – diâmetro maior que seis milímetros e E – evolução (mudanças na pinta ou lesão).

De acordo com Elaine Verissimo, diretora de Pesquisa & Desenvolvimento da Árago Dermocosméticos, “uma das principais formas de prevenção é o uso constante de filtro solar e menor exposição aos raios solares nos horários mais críticos, entre 11h e 16h”. Engajada na campanha Dezembro Laranja, a empresa promoverá ações em torno do mote “Bye Bye Câncer de Pele”, como a distribuição de amostras de protetores solares e informativos nas cidades onde atua.

Tecnologia na proteção da pele

Entre as amostras que serão distribuídas, está a do protetor solar Bi-Gel, uma inovação que propicia o agrupamento de dois géis com filtros solares de alta performance, com excelente proteção UVA e UVB, sem a necessidade de um tensoativo – substância aplicada em produtos cosméticos para estabilizar a união água-óleo, fazendo com que os componentes da loção espalhem de forma mais uniforme –, o que proporciona um toque seco e um sensorial mais sofisticado que os outros produtos existentes no mercado.

Pretetor Solar Bi-Gel Bisnaga

Ideal para peles as oleosas e acneicas, o Protetor Solar Bi-Gel FPS 30 age na cicatrização da pele, aumentado a capacidade de retenção de umidade, e possui efeito amaciante e anti-irritante, tudo isso devido à ação da Alantoína. Contém ainda Vitamina E, com potente ação antioxidante e protetora do DNA celular.

Informações: Árago Dermocosméticos

 

 

 

Dezembro Laranja: um alerta contra o câncer de pele

Entenda melhor as variações da doença e os principais sintomas para detectar o problema

Com a chegada do verão, aumenta a necessidade de falar sobre a importância de se proteger dos riscos da exposição solar. A radiação ultravioleta, proveniente da exposição solar excessiva e do uso de câmeras de bronzeamento artificial, é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pele.

A campanha do Dezembro Laranja, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), pretende levantar um movimento de conscientização para alertar a população sobre o problema. Segundo a associação, a doença responde por 33% de todos os casos de câncer no Brasil.

O câncer de pele caracteriza-se por uma proliferação celular anormal e descontrolada, que apresenta diferentes variações: carcinoma basocelular (CBC) – que acomete as células da camada mais profunda da epiderme –, carcinoma espinocelular (CEC) – que se manifesta nas camadas mais superiores da pele – e melanoma – que tem origem nas células produtoras de melanina.

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“Os tipos mais comuns são o CBC e o CEC, sendo que o primeiro responde por 70-75% dos casos e o segundo por 15-20% dos casos. A incidência de ambos se deve sobretudo à exposição crônica aos raios solares e, portanto, acometem as partes mais expostas do corpo – como face, orelhas, couro cabeludo, pescoço, ombros e dorso”, explica a dermatologista da Cia. da Consulta Amanda Vieira.

A médica comenta que o CBC possui baixa letalidade e menor probabilidade de se espalhar para outros pontos do corpo, enquanto o CEC pode fazer com que as células migrem mais facilmente e existe maior risco da doença atingir outras regiões.

“O melanoma é o menos frequente, mas o tipo de câncer de pele de pior prognóstico e com o maior índice de mortalidade. Geralmente se inicia como uma pinta, acastanhada ou enegrecida, que pode mudar o tamanho, a cor e o formato, às vezes causa sangramento”, alerta Amanda.

Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, maiores serão as chances de cura. Alguns indícios que merecem atenção e podem ser sintomas da doença:

• Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente;
• Uma pinta preta ou castanha, que muda sua cor ou textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
• Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer, apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.

Indivíduos com histórico da doença na família ou com presença de grande número de pintas no corpo devem ter cuidado redobrado, pois possuem maior probabilidade de desenvolver o câncer de pele. Ela ainda explica que alguns casos podem estar associados a cicatrizes crônicas, além de exposição ao tabagismo e radiação.

melanoma pele exame medico

É importante lembrar que somente um dermatologista é capaz de fazer o diagnóstico preciso. Além de visitar um especialista anualmente para um exame completo, existem medidas essenciais para prevenir o surgimento do câncer de pele. Fugir do horário de pico do sol (entre 10 e 16 horas), utilizar proteção diariamente – e não somente nos momentos de lazer – e escolher protetores solares (FPS) 30 que protejam contra a radiação UVA e UVA são algumas das maneiras de aproveitar a estação e manter a saúde em dia nesse verão.

 

Fonte: SBD

 

Protetor solar colorido barra dano da luz visível à pele*

Há algo de errado em relação à exposição das pessoas ao sol. Mesmo com o aumento no consumo de protetores solares em todo o mundo, o número de casos de câncer de pele continua a crescer. Um dos principais motivos pode ser a ação da luz visível, que também causa danos à pele e não é bloqueada por protetores solares convencionais.

Essa foi a conclusão de uma equipe do Centro de Pesquisa em Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fapesp. Os pesquisadores descreveram, em artigo publicado no Journal of Investigative Dermatology, o mecanismo dos efeitos combinados do dano provocado pelos raios UVA e pela luz visível nas células que produzem queratina.

“Sabia-se que a luz visível provocava dano na pele, porém avançamos no entendimento dos mecanismos ao demonstrar que os raios UVA estimulam o acúmulo de um pigmento chamado lipofuscina, que atua depois como fotossintetizador da luz visível na epiderme”, disse Maurício Baptista, professor do Instituto de Química da USP e membro do Cepid Redoxoma, à Agência Fapesp.

“Basicamente, o UVA causa um dano na pele e a luz visível amplifica”, disse. De acordo com Baptista, para se proteger da luz visível seria necessário usar uma barreira física, como o uso de roupas e panos, ou um protetor solar colorido.

“O protetor colorido não deve ser de qualquer cor. A ideia é que seja da tonalidade da pele de cada pessoa. Desenvolvemos um produto que contempla a proteção dos raios UVA, UVB e também da luz visível. Ele usa nanopartículas revestidas com filme fino de melanina. Este invento está patenteado [em nome da USP, com apoio da FAPESP] e estamos buscando parcerias para produzi-lo”, disse.

O mecanismo de dano da luz visível é parecido com o dos raios UVA. Ambos atuam por meio da excitação luminosa e da promoção de estados excitados nas células da epiderme.

O mecanismo é completamente diferente, por exemplo, do encontrado nos raios UVB, que são absorvidos diretamente pelo DNA das células da epiderme, tendo resposta muito mais rápida – inicialmente a vermelhidão para quem produz menos melanina – e um maior dano à pele. O infravermelho tem o efeito de uma radiação de calor que expande os vasos e provoca uma inflamação.

“É preciso saber que a maneira como estamos nos protegendo do sol está errada. Além de exagerada, pois os índices de vitamina D estão cada vez mais baixos na população brasileira, porque não pegamos um mínimo de sol necessário sem protetor. Não estamos evitando a luz visível, que também causa dano na epiderme e não é barrada pelo filtro solar”, disse Baptista.

Por outro lado, proteger-se dos raios UVB é fundamental. “Outra interpretação errada de nosso estudo seria dizer que não é preciso usar protetor solar. Não é isso. O UVB é muito mais tóxico do que o UVA e do que a luz visível. Só que tem havido um aumento na ocorrência de cânceres mais profundos, até porque a população se protege do UVB há, pelo menos, 40 anos, mas por muito tempo não havia protetores contra o UVA. Contra o visível não tem até hoje”, disse.

protetor solar colorido fapesp
Estudo realizado no Cepid Redoxoma esclarece mecanismo de ação da luz visível na epiderme e põe em questão o modo como os protetores solares são utilizados pela população (foto: Wikimedia)

Lesão nos queratinócitos

A radiação UVA penetra de maneira mais profunda na epiderme e provoca outro tipo de dano, que é perceptível no longo prazo. “Acreditamos que os tipos de câncer de pele caracterizados pela exposição ao UVA devem ter muito da ação da luz visível, que nunca foi contabilizada. Os danos do UVA e da luz visível são parecidos, eles agem em conjunto. Tanto o dano oxidativo do UVA quanto do visível causam oxidação no DNA”, disse Baptista.

A equipe do Redoxoma já havia estudado, em 2014, como as células produtoras de melanina, os melanócitos, respondiam à luz visível. O novo trabalho vai além e analisa como as células produtoras de queratina (queratinócitos), que correspondem a maior parte das células da epiderme, são lesionados pela luz visível.

Baptista conta que os queratinócitos sofrem primeiro o dano pela radiação UVA, fazendo com que essas células produzam lipofuscina, um fotossensibilizador de luz visível – célula que absorve e destrói pigmentos. Quando isso ocorre, os queratinócitos se tornam sensíveis à luz visível. “Vimos que não é só o melanócito da epiderme que sofre com os efeitos da luz visível, o queratinócito também”, disse.

A luz visível tem um efeito menor de dano à pele em comparação a outros tipos de raios solares, mas a resposta na epiderme é amplificada quando a pele não é mais saudável e sofreu dano por radiação UVA. Além disso, 45% da radiação solar que atinge a pele é composta de luz visível e somente 5% de ultravioleta.

“Avançamos na compreensão sobre o dano na pele causado pelos tipos de radiação, mas é preciso alertar que tomar sol é importante. A pele fica mais saudável em quem toma um pouco de sol por uma série de fatores. O principal é a produção de vitamina D, que só ocorre se a pele é exposta sem o protetor solar. Quanto é esse pouco de sol? Depende muito do tipo de pele e de onde a pessoa está no planeta, da latitude, da altitude. Infelizmente, não existe uma tabela dizendo quanto a pessoa precisa tomar de sol”, disse Baptista.

O artigo Lipofuscin generated by UVA turns keratinocytes photosensitive to visible light (doi: 10.1016/j.jid.2017.06.018), de Paulo Newton Tonolli, Orlando Chiarelli-Neto, Carolina Santacruz-Perez, Helena Couto Junqueira, Ii-Sei Watanabe, Felipe Gustavo Ravagnani, Waleska Kerllen Martins, Maurício S. Baptista, pode ser lido no Journal of Investigative Dermatology.

*Maria Fernanda Ziegler | Agência Fapesp

Sol forte acelera preocupações com câncer de pele; saiba fazer autoexame

Dermatologista explica dicas para realizar o autoexame da pele e identificar lesões – caso haja dúvida um médico deve ser consultado imediatamente.

Ainda estamos na primavera, mas as temperaturas estão bem altas e o sol não dá trégua. Diante deste clima, é importante saber que o melanoma é o tipo de câncer de pele com o pior prognóstico e o mais grave com relação à possibilidade de metástase. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), apesar de não ser o mais frequente câncer de pele, no ano de 2016 foram 5670 casos no Brasil. A última estimativa do órgão sobre as mortes é de 2013, com 1547 casos.

Causas

Embora a principal causa do melanoma seja genética, a exposição solar também influencia no aparecimento da doença — principalmente com os elevados índices de radiação que atingem níveis considerados potencialmente cancerígenos, onde ocorre exposição à radiação UVA/UVB E IR (infravermelho).

“O filtro solar deve ser usado diariamente independentemente da estação do ano e de se está num dia nublado, chuvoso ou encoberto; a radiação UV mesmo em um dia 100% encoberto, ela só é barrada em 30% e 70% dessa radiação passa”, alerta a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Academia Americana de Dermatologia.

Esta fotoexposição, ao longo dos anos, pode gerar lesões novas ou modificar aquelas que já existiam previamente na pele de qualquer pessoa. Com uma exposição solar frequente, seja por lazer ou ocupacional, muitas vezes, as pessoas não percebem a medida da exposição ao sol silencioso no trabalho de campo, no dirigir ou andar na rua.

Diagnóstico Precoce: embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença, segundo a SBD. “Por isso, a realização do autoexame dermatológico é necessária”, explica a médica.

Autoexame: o autoexame deve ser realizado principalmente nas pessoas de pele clara, aquelas que possuem antecedentes familiares de câncer de pele, têm mais de 50 pintas, tomaram muito sol antes dos trinta anos e sofreram queimaduras. Quem tem lesões em áreas de atrito, como área da peça intima, sutiã, palma das mãos, planta dos pés e área do couro cabeludo, também deve seguir as instruções. A indicação também vale para as pessoas que apresentam muitas sardas e manchas por exposição solar anterior, já retiraram pintas com diagnóstico de atípicas, não se bronzeiam ao sol, e consequentemente acabam adquirindo a cor vermelha com facilidade e apresentam qualquer lesão que esteja se modificando. “Podemos realizar este procedimento com certa regularidade, uma vez por mês, na frente do espelho e de preferência com luz natural, para verificar o surgimento de alguma mancha, relevo ou ferida que não cicatriza”, indica Claudia.

As dicas para o autoexame são:

mulher espelho pele

-Examine seu rosto, principalmente o nariz, lábios, boca e orelhas.
-Para facilitar o exame do couro cabeludo, separe os fios com um pente ou use o secador para melhor visibilidade. Se houver necessidade, peça ajuda a alguém.

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Foto: Birthorderplus

-Preste atenção nas mãos, também entre os dedos.
-Levante os braços, para olhar as axilas, antebraços, cotovelos, virando dos dois lados, com a ajuda de um espelho de alta qualidade.
-Foque no pescoço, peito e tórax. As mulheres também devem levantar os seios para prestar atenção aos sinais onde fica o sutiã. Olhe também a nuca e por trás das orelhas.
-De costas para um espelho de corpo inteiro, use outro para olhar com atenção os ombros, as costas, nádegas e pernas.

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-Sentada(o), olhe a parte interna das coxas, bem como a área genital.
-Na mesma posição, olhe os tornozelos, o espaço entre os dedos, bem como a sola dos pés.

De acordo com a dermatologista, este tipo de cuidado de rotina, principalmente para quem tem a pele muito clara e com muitas pintas, promove consciência e aguça o olhar sobre as lesões, aumentando a percepção de mudança ou seu crescimento. O passo seguinte, ou mesmo em caso de dúvida, é visitar o dermatologista.

Lesões preocupantes

Para saber se uma lesão é mais preocupante, normalmente é usada a regra do ABCD (área, borda, cor e diâmetro) sobre pintas com pigmentação. “Dividimos a lesão em quatro partes iguais e comparamos os quadrantes observando a simetria, avaliamos as bordas identificando irregularidade na forma de desenhos circinados, observamos a presença ou não de várias cores compondo esta figura e observamos se apresenta diâmetro acima de 6 mm”, comenta a dermatologista.

Quanto aos sinais clínicos, qualquer lesão que coce, doa ou sangre e que aumente de tamanho com rapidez ou apresente sensibilidade, precisa ser examinada por um dermatologista, que fará então uma dermatoscopia manual ou de preferência digital avaliando a necessidade da retirada cirúrgica.

Além de prevenir o surgimento do melanona, o autoexame, por ser uma avaliação em que o paciente começa a detectar precocemente lesões que apresentam sinais e sintomas diferentes dos habituais ou que estão crescendo, proporciona visitas precoces ao dermatologista que decidirá sobre o tratamento terapêutico em questão com chances maiores de cura.

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“Outra lesão que hoje é bastante comum, principalmente após a quinta e sexta década de vida são os carcinomas, tanto provenientes da camada basal, como da camada espinhosa da epiderme, que quando diagnosticados também com rapidez trazem 100% de cura ao paciente”, informa a dermatologista.

A grande maioria destas alterações tem componente genético, pelo tipo de pele herdada, mas tem como gatilho principal a exposição solar crônica sem a proteção solar adequada. “Todos os pacientes devem aplicar FPS diariamente antes de sair de casa, principalmente quando em contato com o meio e precisam reaplicar pelo menos mais uma ou duas vezes ao dia, evitando assim a perda da saúde e da beleza da pele”, recomenda Claudia.

Fonte: Claudia Marçal é dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialização pela AMB, Membro da American Academy of Dermatology e CME na Harvard Medical School.

Moda e proteção solar juntas

Moda com proteção solar. Ao que tudo indica, essa é uma tendência que veio para ficar. Com a proximidade da primavera, as temperaturas se elevarão cada vez mais, e contar apenas com o protetor solar parece não ser a melhor solução. Foi pensando nisso que a Litoraneus, referência nacional na fabricação de roupas e acessórios com proteção UV, desenvolveu um tecido com tecnologia capaz de absorver até 90% dos raios solares.

A ideia surgiu em 2010, quando a família Lima, que trabalhava com confecção de roupas esportivas desde 1986, saía para velejar pelos mares de Recife, Pernambuco e  se preocupava com a exposição ao sol. “Percebemos que só o protetor solar não era suficiente. Como já tínhamos experiência em confecção, resolvemos desenvolver junto aos nossos fornecedores um tecido com FPU 50+ permanente, que não sai com as lavagens”, lembra Neto Lima, diretor comercial da marca.

A preocupação faz todo sentido. O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), são cerca de 176 mil novos casos por ano no país. Entre as principais causas estão a exposição excessiva à radiação ultravioleta do sol, e, em menor escala, até a lâmpadas fluorescentes, em ambientes fechados.

Sabendo disso, a família se dedicou a desenvolver roupas e acessórios com proteção, mas sem abrir mão do gosto pela moda. “Nossos produtos são desenvolvidos pensando no dia a dia das pessoas, e não apenas no momento em que elas estão na praia ou praticando atividades físicas a céu aberto. Unimos os benefícios da proteção UV ao nosso antigo gosto pela confecção”, destaca Neto.

Um dos maiores diferenciais da marca é que todos os produtos possuem laudos e são certificados pela Arpansa, o único órgão no mundo responsável por testar fator UV em roupas e acessórios, que fica na Austrália. Dermatologistas se unem aos estilistas para participar do desenvolvimento das coleções, garantindo uma harmonia perfeita entre as duas áreas.

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Os produtos atingem tanto as classes sociais A e B quanto a C. “O cliente se sente atraído pela beleza das peças e, não se importa em pagar um pouco mais caro pela proteção UV. Ele compra um plus”, confirma Neto. Além disso, há os que compram por necessidade, de acordo com recomendações médicas.

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Todo esse cuidado tem impulsionado fortemente a expansão da rede, que atua por meio da licença de marca. Atualmente, são cerca de 80 unidades espalhadas pelas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Os produtos são encontrados exclusivamente nas lojas da rede.

Informações: Litoraneus

 

 

Setembro Lilás: mês de combate e prevenção do câncer em animais

Prevenção e combate ao câncer. Nos últimos anos a doença se tornou uma das mais temidas. Segundo o INC (Instituto Nacional do Câncer) a previsão é que surjam cerca de 596 mil novos casos da doença neste ano no país, no entanto, o que muitos desconhecem é que a relação entre homens e animais vai além da amizade e afeto. E enfermidades, como o câncer, têm se tornado cada vez mais frequentes também em nossos amigos de quatro patas.

Por isso, a Fórmula Animal, especializada em oferecer medicamentos manipulados a animais em formas e sabores diferenciados, promove a ação Setembro Lilás, que tem como objetivo diminuir os diagnósticos da doença em animais, prolongando sua qualidade de vida, enfatizando aos donos a importância de levar o bichinho ao veterinário para consultas de rotina.

A novidade para a campanha 2017 é que a Fórmula Animal irá disponibilizar durante o mês de setembro cursos ao vivo em sua página do Facebook, abordando informações e novidades sobre o câncer nos animais com profissionais renomados da área veterinária para falar sobre o tema.

O calendário engloba as palestras do Dr. Paulo Jark, mestre em Clínica Médica com enfoque em Oncologia Veterinária (UNESP – Jaboticabal-SP), Professor de Clínica Médica de Pequenos Animais da Universidade Brasil e membro da Comissão Científica da Sociedade Latino Americana de Oncologia Veterinária – SLOVET, que ministra, ao vivo, o Webinar sobre Tumores Mamários, uma das principais causas de câncer nos animais, voltado para veterinários.

Durante a conferência ele irá abordar temas como causa, prevenção, tratamento adequado, substâncias mais utilizadas no tratamento desse tipo de doença, entre outros assuntos. Com o objetivo de esclarecer dúvidas, tanto para veterinários como tutores dos pets, Anderson Rodrigues, médico veterinário (Universidade Norte do Paraná) com especialização em clínica médica e cirúrgica de pequenos animais (UNOPAR) e mestre em cirurgia e anestesiologia veterinária (UNIFRAN), comanda as palestras 4 sintomas que seu pet apresenta que podem diagnosticar o câncer animal e 5 passos para prevenir o câncer no seu pet.

Por meio de transmissões, ao vivo pela fanpage da Fórmula Animal, o veterinário foca em questões sobre a doença, sintomas, além de prevenção, de maneira didática e objetiva respondendo a pergunta dos internautas.

“Temos que propagar a cultura sobre a conscientização dos riscos e da importância para evitar esse tipo de enfermidade, especialmente em pets idosos que são mais propensos a terem algum tipo de tumor de mama, pele ou linfoma. Caso seja detectado em estágio inicial, ele pode ter uma vida longa, com excelente qualidade, podendo até mesmo chegar à cura. Desta forma, esperamos mostrar para as pessoas que ainda desconhecem a importância da prevenção levem seus bichinhos para realizar check-ups, garantindo assim sua saúde”, ressalta Renata Piazera, farmacêutica da rede.

A especialista aponta ainda algumas dicas sobre como minimizar o diagnóstico nos animais:

1. Uso de protetor solar
Para prevenir um possível surgimento de câncer de pele é recomendado aplicar protetor solar, principalmente em animais de pelagem clara, como Boxer, Dogo Argentino, Bull Terrier e Pit Bull. E em gatos brancos ou albinos, além de, é claro, evitar exposições prolongadas ao sol. A ocorrência de tumores é maior em regiões que são menos pigmentadas e possuem pouco pelo, como região abdominal, orelha e focinho.

2. Realizar exames de diagnóstico em fêmeas
Recomenda-se realizar um exame de palpação de mamas em cadelas e gatas para controlar e evitar o surgimento de tumores mamários. Todas as mamas devem ser palpadas cuidadosamente, inclusive o espaço existente entre elas. Vale lembrar que as cadelas possuem cinco pares de mamas e as gatas quatro pares. Ao localizar um nódulo é necessário procurar imediatamente um veterinário de confiança para realização de exames complementares e início do tratamento.

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3. Castração Precoce
As fêmeas castradas antes de um ano de idade têm chance reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. Além disso, a retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os seis anos de idade.

4. Fique atento à dieta do animal
A falta de nutrientes significa baixo teor de antioxidantes na dieta e esses componentes são responsáveis por prevenir o aparecimento de tumores. Por isso, a recomendação é alimentar os animais com ração própria para cães e gatos de boa qualidade, rica em ômegas 3 e 6 e outros antioxidantes, evitando oferecer restos de alimentos. A obesidade também é um risco para diabetes e doenças cardíacas.

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5. Cuidado na hora da reprodução*
Alguns tutores têm como hábito colocar seu bichinho para se reproduzir. Nesses casos é recomendado levar o pet ao veterinário para um check-up do sistema reprodutivo, assim como o parceiro dele. É recomendado evitar o cruzamento de animais domiciliados com animais de rua já que o contato sexual favorece o aparecimento de Tumor Venéreo Transmissível (TVT).

6. Pratique atividades físicas
Realizar atividades físicas leves ou moderadas diariamente com o animal, seja corrida ou caminhada, diminui os sintomas de estresse e o risco de desencadear o aparecimento de tumores nos órgãos.

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7. Sintomas
Os sintomas variam de acordo com o tipo de tumor e o estágio da doença. Entretanto, é preciso ficar atento em relação a sinais de emagrecimento, dificuldade ao se alimentar e/ou beber, cansaço em excesso, sangramentos sem motivo aparente e problemas ao urinar e defecar. Também é preciso considerar a possibilidade de câncer quando ferimentos cutâneos ou de mucosas não cicatrizam, mesmo diante de tratamento.

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Foto: Pixabay

8. Tratamento
Em alguns casos, a quimioterapia é o tratamento mais eficaz já que danifica as células cancerígenas que se multiplicam rapidamente, embora, ele seja agressivo ao paciente. No entanto, dependendo do estágio da doença e do tipo de câncer ele pode ser combatido pelo meio cirúrgico ou medicamentoso. Nesse caso, é importante tomar alguns cuidados ao manusear a medicação, como a utilização de luvas para administrar o medicamento e recolhimento dos dejetos evitando contato com os compostos.

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Programação
Data: 14 de setembro (quinta)
Serviço – Live – 4 sintomas que seu pet apresenta que podem diagnosticar o câncer animal
Horário: 12h30
Link: https://www.facebook.com/formulanimal/
Palestrante: Dr. Anderson Rodrigues, médico veterinário.

Data: 21 de setembro (quinta)
Serviço – Live – 5 passos para prevenir o câncer no seu pet
Horário: 12h30
Link: https://www.facebook.com/formulanimal/
Palestrante: Dr. Anderson Rodrigues, médico veterinário.

Fonte: Fórmula Animal Farmácia de Manipulação Veterinária