Arquivo da categoria: Câncer de Pele

Você sabe a diferença entre filtros solar físico e químico?

O protetor solar é um produto que não pode faltar na rotina de cuidados com a pele de homens e mulheres – até por questões de saúde. Seu uso é essencial em qualquer estação do ano para blindar a pele contra os raios UVA e UVB, prevenindo manchas e doenças, como o câncer de pele. Seu uso é indicado inclusive no frio, estação em que as pessoas deixam de usar proteção solar por conta dos dias mais cinzas. Mas mesmo nas temperaturas mais baixas, nossa pele continua exposta e recebendo raios solares.

Mas você sabia que existe mais de um tipo de filtro? Ele pode ser encontrado nas fórmulas química e física.

O tipo mais popular é o protetor químico, que é composto de agentes químicos, os quais penetram em uma camada superficial da pele. Ele permite que os raios solares entrem na pele, mas não causem danos. Já o protetor físico é composto de óxido de zinco e/ou dióxido de titânio, ingredientes naturais que contam com proteção natural de amplo espectro, protegendo contra os raios UVA e UVB. Diferente do protetor químico, ele não penetra a pele, criando uma espécie de camada protetora por onde os raios solares são refletidos, um verdadeiro bloqueador solar.

Conheça abaixo algumas opções de protetores com filtros químico e físico e escolha o seu:

Protetor solar químico

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Protetor Solar Corporal Anthelios XL Protect FPS 30| La Roche-Posay – R$ 59,90 (200ml)promove uma alta proteção UVA/UVB, com uma textura ultraleve que garante uma hidratação por até oito horas.

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Idéal Capital Soleil FPS 50 | Vichy – R$ 64,90 (200ml): possui avançada tecnologia de filtros (MEXORYL XL+ SX) que garantem a máxima proteção contra raios UVA + UVB com ação hidratante intensiva de até oito horas. Com textura leve e de rápida absorção, Idéal Soleil Hydrasoft não deixa resíduos brancos na pele e possui ativos hidratantes como a glicerina e vitamina E, que garantem uma pele macia e aveludada e é enriquecido com água termal mineralizante de Vichy.

Protetor solar físico

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Physical Fusion UV Defense FPS 50 | SkinCeuticals – R$ 149,90 (50ml): ideal para todos os tipos de pele, inclusive as sensíveis, sensibilizadas por procedimentos dermatológicos, como peelings e lasers. Benefícios: proporciona alta proteção solar contra a radiação UVB (FPS 50) e UVA (PPD 21) + cor de base universal que se adapta aos diferentes tons de pele.

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Sheer Physical UV Defense FPS 50 | SkinCeuticals – R$ 149,90 (50ml): ideal para todos os tipos de pele, inclusive as sensíveis, sensibilizadas por procedimentos dermatológicos, como peelings e lasers. Benefícios: proporciona alta proteção solar contra a radiação UVB (FPS 50) e UVA (PPD 21).

Fonte: Provisa

 

 

Radiação UV também é perigosa no inverno, por Neto Lima*

Com a chegada do inverno, a preocupação que antes era em relação à proteção ao sol, passa a ser manter o corpo quentinho. Porém, é justamente durante esse período que as radiações ultravioletas podem ser ainda mais perigosas.

A ausência de sol engana e a baixa nebulosidade também pode provocar um aumento do índice de raios UV. Com menos nuvens para proteger, os raios ultravioletas acabam chegando com mais intensidade à superfície. Por isso mesmo, as pessoas não devem se descuidar.

O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD, são cerca de 176 mil novos casos por ano no país. Entre as principais causas estão justamente a exposição excessiva a esse tipo de radiação.

Sendo assim, além dos cuidados comuns, como evitar a exposição ao sol em determinados horários e usar protetores solares, uma alternativa que tem se mostrado cada vez mais eficiente é o uso de roupas e acessórios com proteção UV.

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Capazes de absorver até 90% dos raios solares, esses produtos ainda atendem a diferentes gostos e estilos. Muito além das opções praia e esportiva, atualmente, é possível encontrar roupas e acessórios que podem ser usados no dia a dia, sem abrir mão do gosto pela moda.

Contudo, para garantir a eficácia do material é importante comprovar a qualidade dos produtos comercializados pela marca que você escolher. Para isso, é essencial verificar se as roupas são certificadas pela Arpansa**, único órgão no mundo responsável por testar fator UV em roupas e acessórios.

Não se engane acreditando que só porque as temperaturas estão mais baixas sua pele está protegida. Estar exposto à radiação pode tanto provocar o envelhecimento precoce da pele, quanto fazer surgir pintas que, futuramente, podem propiciar o surgimento de câncer. Por isso, proteção nunca é demais.

*Neto Lima é Diretor Comercial da Litoraneus, referência nacional na fabricação de roupas e acessórios com proteção UV.

**Australian Radiation Protection and Nuclear Safety 

 

Verão exige cuidado redobrado com a pele e os cabelos

Especialista dá dicas fundamentais para a estação mais quente do ano

O verão e as férias têm levado inúmeras pessoas às praias do país. Porém, a diversão no litoral deve vir acompanhada de alguns cuidados com o sol para evitar problemas futuros. Para se ter uma ideia, o câncer de pele, ocasionado pela exposição excessiva ao sol, é o câncer mais frequente no Brasil, com 176 mil casos registrados ao ano. Por isso, os dermatologistas fazem algumas recomendações a fim de garantir a alegria constante nas férias.

O protetor solar deve ser o primeiro item a ser colocado na mala. Mas, para garantir sua eficácia é necessário escolher o tipo certo. Para isso, é importante entender alguns fatores a respeito das emissões solares. “O sol emite dois tipos principais de radiação que prejudicam a pele, a UVA (Ultravioleta A) e UVB (Ultravioleta B). O UVA está presente durante todo o dia e é o principal responsável pelo bronzeamento tardio. Já o UVB é o principal responsável pelas queimaduras solares e manchas, com maior incidência das 10h às 16h ”, explica o médico dermatologista André Lauth.

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Sabendo disso, ao escolher o protetor alguns critérios precisam ser observados. Por exigência da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), todo protetor solar deve conter em sua embalagem o FPS (que mede a proteção contra UVB) e o PPD (que mede a proteção contra UVA). Segundo Lauth, o ideal é que o protetor solar tenha um FPS 30 ou maior. “Já o PPD, pode estar na embalagem como um número, que deve ser pelo menos 1\3 do FPS, ou em sinais de positivo (+). Um sinal significa baixa proteção UVA e três, alta proteção UVA”, explica.

A escolha deve levar ainda em consideração o tipo de pele de cada um. Peles secas, geralmente, aceitam bem a maioria dos produtos disponíveis no mercado. Entretanto, as pessoas com pele mistas e oleosas devem escolher protetores com toque seco, oil control (com controle de oleosidade) ou oil free (livre de óleo), informações que devem estar presentes nos rótulos dos produtos. Em relação à quantidade a ser aplicada para que o filtro forneça a proteção descrita na embalagem, os dermatologistas orientam o uso de 1 a 1,5 grama de protetor solar, o que equivale a uma colher de chá, isso apenas no rosto.

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“A maioria das pessoas tem por hábito usar menos que 0,5, grama, o que faz com que o filtro não proteja de acordo com as informações do rótulo. Por esse motivo, nós dermatologistas, indicamos o uso de protetores com FPS acima de 50. O produto deve ser aplicado 15 a 30 minutos antes do início da exposição ao sol, devendo ser reaplicado a cada 2 horas e/ou após banhos de ducha, mar e piscina”, detalha Lauth.

O sol é ainda um grande vilão para os cabelos e lábios. No caso dos cabelos, o ideal é usar produtos leave in (cremes sem enxágue) com protetor solar e ao fim do dia lavar bem para retirar todo o creme, o excesso de oleosidade e/ou resíduos da água do mar/piscina. O uso de uma máscara hidratante de acordo com o tipo de cabelo também é recomendado.

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“Os cabelos com química devem receber ainda mais cuidado, pois já estão parcialmente danificados. Já os lábios, devem ser protegidos com protetores específicos. Estes devem ser aplicados pelo menos a cada duas horas ou antes, caso tenham sido removidos por bebidas e saliva, por exemplo”, completa o especialista.

Fonte: André Lauth é formado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná. É membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia Clinicocirurgíca.

 

Protetor solar não faz milagre: use corretamente para proteger sua pele

Para aproveitar o verão é preciso ter alguns cuidados com a pele. Afinal, o protetor solar, usado de forma isolada, não faz milagre. “Ele bloqueia os raios ultravioletas, mas não basta. Algumas pessoas podem fazer o seu uso de forma incorreta e, desta forma, não alcançam a proteção adequada”, afirma a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos Márcia Grieco.

Segundo a especialista, o protetor deve ser aplicado em quantidade generosa, sendo uma colher de sobremesa para cada área do corpo e reaplicado a cada duas horas e sempre que sair do mar ou da piscina, mesmo para os resistentes à água. Já os protetores em spray são ideais, principalmente, para áreas com pelo, como couro cabeludo e pernas (de homem), mas, se não forem bem aplicados podem deixar as áreas desprotegidas. Também é importante atentar ao horário de exposição ao sol, que deve ser até às 11 horas e após as 17 horas (horário de verão).

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

Os produtos devem ser adequados ao tipo de pele. Para adolescentes e adultos jovens que costumam ter pele oleosa, o mais indicado é o uso de protetor à base de gel, fluidos ou oil free, que são menos gordurosos e não comedogênicos, que não bloqueiam os poros, evitam a produção de óleo na pele e a formação de acnes.

Mulheres na menopausa podem usar em formato de creme, pois a pele é mais seca. Para quem tem melasma (manchas escuras na pele ocasionadas pela exposição solar) ou manchas por alterações hormonais na gravidez ou uso de anticoncepcionais devem usar protetores com fator mais alto, e, se possível, também se proteger com chapéu, boné, óculos.

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De acordo com a médica, o protetor solar com cor, usado como base para o rosto, protege mais do que os comuns, pois seu pigmento funciona como uma barreira contra os raios solares, além de esconder manchas e imperfeições da pele. Mas, não ache que, por isso, pode usar maquiagem na praia. “Nunca vá para a praia ou piscina com algum tipo de cosmético, seja batom ou perfume, pois pode causar uma reação alérgica”, explica a especialista.

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Pinterest

Para crianças de até seis anos, prefira filtros solares em cremes ou em loções com dióxido de titânio, que pode ser usado sem risco de toxicidade. “Também recomendo roupas com FPS 50, que protegem da radiação ultravioleta, sendo necessário apenas aplicar o protetor nas regiões expostas ao sol”, explica. Feitas de tecidos especiais quimicamente tratados com componentes fotoprotetores, as roupas são leves, não incomodam e podem ter alta durabilidade, conforme cuidados indicados por cada fabricante.

“O mais importante para qualquer tipo de protetor solar é estar atento ao rótulo, checar se tem FPS acima de 30 e se possui selo de qualidade atestado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) ou pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois significa que foram testados e aprovados para o uso”, alerta a médica.

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A especialista ainda afirma que, após o banho, é importante passar hidratante ou óleo corporal à base de ureia e ceramidas, para que o bronzeado fique com uma cor mais bonita e duradoura. Para queimaduras e vermelhidões, são indicados produtos pós-sol, águas termais, cremes calmantes ou chá de camomila frio, que aliviam e refrescam a pele. Em casos mais graves, quando a pessoa sente muitas dores, calafrios, calor excessivo no local ou tem febre e formação de bolhas é preciso procurar um médico, pois é sinal de insolação e queimaduras mais profundas.

Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcellos

Câncer de pele é o mais comum no Brasil

Segundo a Organização Mundial de Saúde, até 2030, serão mais de 27 milhões de novos casos e 17 milhões de mortes causadas pela patologia

Cuidar da pele não é meramente vaidade, é questão de saúde. “Quando alertamos os pacientes para usar protetor solar é, exatamente, para prevenção das doenças causadas pela exposição sem devida proteção. O uso do produto independe da idade ou sexo da pessoa”, explica o dermatologista Bruno Vargas.

Atualmente, o câncer de pele não melanoma é o tipo da doença mais comum no país e, só em 2016, atingiu 175 mil pessoas, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). O fato de o Brasil ser um país tropical faz com que a incidência de raios UV seja intensa o ano todo, por isso, é preciso estar sempre atento aos cuidados com a saúde da pele. “Grande parte das pessoas pensa que só devemos nos proteger do sol quando vamos à praia ou à piscina, e esse é um hábito perigoso, pois estamos suscetíveis aos danos dos raios UV em todas as estações”, explica Vargas.

O radio-oncologista, Leonardo Chamon, explica que são vários os fatores de risco. “O sol, com certeza é o principal causador da doença e, como seu efeito é acumulativo, é mais comum a incidência da doença em indivíduos com mais de cinquenta anos”, afirma. Ainda segundo o especialista, quando se tem antecedentes familiares, é preciso estar ainda mais atento e fazer acompanhamento mais frequente.

Estudos feitos recentemente na Universidade Yale, nos Estados Unidos, sobre a melanina, pigmento que dá coloração e ajuda na proteção à pele, apontam que, ao contrário do que se pensava, não só pessoas com a pele clara (com menor quantidade de melanina) estão suscetíveis à doença. Isso acontece porque os danos causados pelos raios UV ao DNA dos melanócitos (células produtoras de melanina), fazem com que os prejuízos à pele continuem se agravando durante horas, mesmo quando a pessoa já não está exposta ao sol.

Quando se preocupar

É muito comum aparecerem manchas e irritações na pele, quando os devidos cuidados não são tomados. Então, como saber o que pode ser sintoma de um câncer? “Grande parte dos brasileiros possui pintas ou manchas e nunca procurou avaliar com um dermatologista se há algum risco. O ideal é visitar um especialista regularmente ou quando observar quaisquer anormalidades, já que a chance de cura sobe para 90%, quando diagnosticado precocemente”, aconselha Vargas.

Existem tipos diferentes de câncer de pele, os principais deles o Carcinoma basocelular (CBC), o Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. “Nos dois primeiros casos (CBC e CEC), o câncer atinge camadas da epiderme (camada superior da pele) e apresenta mais chances de eficácia no tratamento, que pode ser feito por meio de cirurgia ou radioterapia”, conta Chamon. Ele completa que no caso do melanoma, camadas mais profundas da pele são atingidas e, consequentemente, o tratamento mais intenso e invasivo.

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Tratamento

“É preciso estar em dia com as consultas de rotina, porque quanto mais cedo for diagnosticado, maiores as chances de cura, assim como em outros tipos de câncer”, pondera o radio-oncologista. Apesar de muito se ouvir a respeito do melanoma, ele é o tipo menos frequente de câncer de pele, e também o mais grave.

Segundo o especialista, a radioterapia é um dos tratamentos indicados em casos de câncer, podendo ser utilizado como forma exclusiva de combate ou combinado a outros métodos como cirurgia e quimioterapia. “Na maioria dos casos, os efeitos da radioterapia são bem tolerados pelos pacientes, desde que a dosagem indicada para o tratamento seja respeitada”, explica.

Saiba mais sobre as manchas

Normalmente, o câncer de pele apresenta formas de manchas rosadas, pintas pretas/ castanhas ou feridas. “Elas podem surgir em diversas regiões do corpo, porém, locais mais expostos ao sol têm incidência mais frequente, como orelhas, pescoço, face, couro cabeludo, ombros e costas”, pontua o dermatologia Bruno Vargas. Caso apresente alguma das características a seguir, é preciso procurar um especialista.

• Coceira;
• Mudança da coloração da pele;
• Bordas irregulares;
• Aumento de tamanho;
• Sangramento.

Mitos e verdades sobre a exposição solar

Com a chegada do verão, dermatologista dá dicas sobre como se proteger do sol

No Brasil, o câncer mais frequente é o da pele. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), o câncer da pele corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Como o seu maior agente etiológico é a radiação ultravioleta natural, proveniente do sol, a dermatologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), Jussara Gasparotto, ajuda a desvendar os mitos e verdades a respeito da exposição solar.

1-O protetor solar só deve ser usado em dias de sol, na praia ou na piscina

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MITO. O hábito de se proteger contra o sol deve ser como o de escovar os dentes, frequente e contínuo. Os raios solares continuam agindo mesmo em dias de mormaço ou chuvosos. Além disso, luzes artificiais como a do computador também danificam a pele.

2-Quem quer “pegar uma cor” deve usar bronzeador após o protetor solar

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MITO. Os bronzeadores têm como função acelerar o processo de bronzeamento apenas com a ajuda da penetração dos raios solares na pele. E como os raios UVA e UVB são altamente cancerígenos, nenhum tipo de bronzeador é recomendado.

3-Negros, mulatos e pardos também devem usar protetor solar

I can't believe I'm finally on holiday!

VERDADE. Apesar de ter uma resistência maior aos danos causados pelos raios, devido à alta concentração de melanina, o protetor ainda se faz necessário por quem quer manter a saúde e a beleza da pele negra. Os cuidados devem ser os mesmos que se tem com a pele clara, com o uso de fator de proteção 30 ou maior.

4-Posso passar o protetor solar e, logo em seguida, dar um mergulho

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MITO. É muito importante seguir as instruções da embalagem e aplicar o produto de 15 a 30 minutos antes de se expor ao sol ou de entrar na água. Dar um mergulho logo depois de passar o produto pode fazer com que ele perca o efeito.

5-É necessário reaplicar o protetor solar após mergulhar ou transpirar muito

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

VERDADE. Um produto eficaz para proteção de queimaduras deve ter FPS 30, no mínimo, e ser reaplicado a cada 2 horas, ou após cada mergulho ou transpiração excessiva.

Fonte: Seconci

Dezembro Laranja alerta sobre o câncer de pele

63% dos brasileiros não usam protetor solar no seu dia a dia, afirma pesquisa da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Dezembro é o mês do Natal, da troca de presentes, do cuidado com o outro. E nada melhor do que lembrar carinhosamente dos cuidados com a própria saúde. A campanha Dezembro Laranja surgiu como uma iniciativa para a prevenção do câncer de pele por meio de medidas simples como uso de filtro solar, chapéu, boné e evitar a exposição excessiva ao sol.

O câncer de pele é o mais frequente no Brasil, porém apresenta altas taxas de cura quando detectado precocemente. Seus sintomas são facilmente reconhecidos. Dr. Alexandre Chiari, oncologista da Oncomed-BH, afirma que manchas, pintas e demora na cicatrização são indícios dos tumores.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) são estimados mais 175 mil novos casos, no Brasil, em 2016, sendo que existem duas variedades do câncer de pele: melanoma e não melanoma. O câncer de pele não melanoma é o que mais incide na população e também é o de menor taxa de mortalidade, correspondendo a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

Realizada neste ano, uma pesquisa inédita da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), junto com o DataFolha, revela dados alarmantes sobre o hábito de exposição solar do brasileiro. Foram avaliados os hábitos de fotoproteção de 2.069 lares, em 130 municípios.

• 106 milhões de brasileiros se expõem ao sol de forma intencional nas atividades de lazer – 70% da população acima de 16 anos;

• 63% dos brasileiros não usam protetor solar no seu dia a dia, o que significa que 95 milhões de brasileiros não se protegem de forma regular;

• 6 milhões de brasileiros adultos (mais de 4% da população) não se protegem de forma alguma quando estão na praia, piscina, cachoeira, banho de rio ou lago

• Dos entrevistados que têm filhos até 15 anos, 20% dessas crianças e adolescentes não se protegem de forma alguma nas atividades de lazer. Se a análise incluir as classes D/E, esse percentual sobe para 35%.

É preciso, também, ficar atento aos cuidados com a pele das crianças. Ainda de acordo com dados da SBD, a radiação solar é cumulativa ao longo da vida. Os primeiros 20 anos são responsáveis por 80% da radiação total a que o indivíduo se expõe, por isso é tão necessário que os pais fiquem atentos os cuidados com os filhos.

“Os cuidados com as crianças não são diferentes dos que os adultos devem ter. É preciso usar filtro solar todos os dias nas áreas expostas do corpo; evitar exposição ao sol entre os horários de 10h às 16h; usar boné ou chapéu com aba larga para proteção do rosto; e observar o aparecimentos de manchas e pintas”, finaliza o oncologista.

Fonte: Oncomed

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele

São Paulo é campeão de casos; Hospital das Clínicas e Heliópolis participarão

Pelo 17º ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove, em todo o Brasil, o Dia C – Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele. No dia 26 de novembro, de 9 às 15 horas, cerca de 3.000 dermatologistas voluntários, realizarão consultas gratuitas em 129 postos de atendimento, em 25 estados brasileiros. A previsão é que mais de 30 mil pessoas sejam atendidas durante a mobilização. O atendimento será restrito para análise, diagnóstico e tratamento do câncer da pele.

São Paulo, campeão de casos

A Regional São Paulo da SBD estará envolvida com a campanha. Na campanha o ano passado, realizada em 7 de novembro de 2015, contou com a participação de três mil dermatologistas voluntariados e uma procura significativa da população. Cerca de 20 mil pessoas buscaram atendimento gratuito, e 13,28% (2.651) delas apresentaram lesões de câncer da pele.

O público feminino buscou mais assistência médica que os homens, com a participação de 58,98%. O estado e a cidade com maiores registros de câncer da pele foram São Paulo e sua capital, com 1.566 e 4.870 casos, respectivamente. A cidade com menor quantidade de registros de câncer de pele foi Macaé (RJ), com 11. O estado da Paraíba apresentou a menor quantidade de registros (88).

Para as pessoas terem acesso aos locais de atendimento, tanto na capital quanto no interior do estado, basta acessar aqui.

Alguns dos locais de atendimento na capital:

-Ambulatório de Dermatologia da Faculdade de Medicina da USP – Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 – 5º andar – Bloco 2B – Prédios dos Ambulatórios – Cerqueira César

-Ambulatório de Dermatologia do Hospital Heliópolis – Rua Cônego Xavier, 276 – Cidade Nova – Heliópolis

-Hospital AC Camargo Câncer Center – Rua Antonio Prudente, 211 – Liberdade

-Ambulatório – IBCC – Instituto Brasileiro de Controle do Câncer – Hospital João Sampaio Góes Jr. Ambulatório do SUS – Av. Alcântara Machado, 2.576 – Moóca

2015

Na edição de 2015, 23 estados contaram com a participação de mais de 3 mil dermatologistas voluntários e uma procura significativa da população. Cerca de 20 mil pessoas tiveram atendimento gratuito e 13,28% (2.651) delas apresentaram lesões de câncer na pele, sendo já encaminhadas para tratamento.

– O Dia C é um dia de voluntariado no qual queremos mostrar que a identificação precoce do câncer na pele evita danos ou mutilações mais profundas. É importante também reforçar a importância de usar o protetor solar durante todos os dias do ano, independente da estação. A atitude preventiva ao câncer da pele deve ser diária, uma atitude de responsabilidade. – afirma o Dr. Emerson Lima, coordenador da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Desde a sua implementação, em 1999 a campanha da SBD atingiu 538.687 pessoas. Em 5 de dezembro de 2009, a SBD recebeu a certificação do Guinness World of Records por ter promovido a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia, e a maior campanha mundial de prevenção ao câncer da pele, com mais de 34 mil atendimentos em diferentes regiões do Brasil.

O Dia C conta com o patrocínio das marcas Episol, Sunmax, La Roche Posay, Vichy, Adcos e Sundown.

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Sobre o câncer da pele

O câncer da pele pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como também uma ferida que não cicatriza. A regra do ABCDE ajuda na suspeita de uma lesão maligna e sinaliza que um dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia deve ser procurado.

A= lesão assimétrica
B= bordas irregulares
C= alteração de cor
D= diâmetro maior que 6 mm
E= evolução ou modificação da lesão

Outra forma de avaliar o risco da doença é através da “Calculadora de Risco para Câncer da Pele”, também disponível no site.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia orienta que as pessoas se examinem com periodicidade, consultando um dermatologista em caso de suspeita. Também é importante que se examine familiares, pois muitas vezes os cânceres podem aparecer em regiões que não conseguimos ver sozinhos. Ao se expor, é importante que se use o protetor solar nas áreas expostas, mesmo em dias frios e nublados, reaplicando o produto a cada quatro horas no dia a dia e a cada duas horas nos períodos de maior exposição solar.

A SBD lembra que a melhor forma de evitar a doença é a prevenção! Vale reforçar que nem o autoexame, nem a calculadora de risco, substituem a consulta ao dermatologista da Instituição.

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#DezembroLaranja

No próximo mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia promove o Dezembro Laranja, que objetiva alertar a população para a prevenção ao câncer da pele. A ação prevê um alerta ao tipo de câncer mais incidente no Brasil, com 176 mil novos casos ao ano. Encontre aqui um associado da SBD.

Câncer em animais de estimação é tema de palestra em Curitiba

A Universidade Positivo (UP) recebe nesta quinta-feira, 27 de outubro, a palestra de conscientização sobre o câncer em animais de estimação, com os médicos veterinários Thaís Andrade Costa Casagrande e Robson Pasquale, da Oncovet.

Segundo Pasquale, que atua na área de oncologia desde 2006, “o diagnóstico tardio, infelizmente, ainda é um desafio enfrentado na rotina da oncologia veterinária, especialmente pela falta de cuidado do proprietário que busca o atendimento quando a doença já está bastante avançada”. Por isso a necessidade de conscientização sobre a relevância de exames periódicos e de diagnóstico precoce da patologia, período em que normalmente não há sinais de desconforto ou dor.

O câncer pode acontecer em qualquer região do corpo do animal, da ponta do focinho à ponta da cauda. Entre as neoplasias mais comuns destacam-se os tumores de mama, os tumores de pele e o linfoma. Assim como nos humanos, a idade ou propensão genética podem ser desencadeadores de neoplasia. Mas os distúrbios também podem ser influenciados por questões hormonais, ambientais e fatores de risco como a exposição à radiação solar.

Entre os cães mais propensos ao desenvolvimento de neoplasias estão os das raças Rottweiler, Golden Retriever e Boxers. Os sintomas mais comuns são perceptíveis visualmente como o aumento de volume em regiões como a face, pele, ossos e abdômen. Em alguns casos os sintomas são inespecíficos e podem ser confundidos com outras doenças pois acarretam perda de peso e apetite, tosse e sangramentos na região nasal ou genital.

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Foto: Mika Morrow

O evento acontece a partir das 19 horas, no auditório do Bloco Azul do câmpus Ecoville. A entrada é gratuita, com vagas limitadas.

Serviço
Palestra de conscientização sobre o câncer em animais de estimação
Data: 27 de outubro, quinta-feira, às 19h
Local: Universidade Positivo – Câmpus Ecoville – Auditório Bloco Azul | Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Ecoville
Investimento: gratuito

Hospital oferece dicas de nutrição e preparo de alimentos a pacientes com câncer

Alguns efeitos colaterais frequentes às sessões de quimioterapia ou radioterapia são os enjoos, vômitos, perda de apetite e dificuldade para mastigar e engolir os alimentos. Profissionais ensinam como preparar os alimentos do jeito certo para facilitar a mastigação e a deglutição

O Instituto de Oncologia Santa Paula (IOSP) promove no dia 27 de outubro, das 14 às 16 horas, uma roda de conversas para falar da rotina do tratamento de câncer. Neste primeiro encontro, o tema em destaque será câncer e alimentação. O objetivo é mostrar que é possível contornar os efeitos colaterais do tratamento, como falta de apetite e náuseas, sem prejudicar a rotina alimentar.

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Foto: SDRandCo/Morguefile

Destinado a pacientes oncológicos (do hospital ou não) e seus acompanhantes, o evento é uma iniciativa do IOSP em parceria com a equipe de assistência nutricional da Sodexo On-site. Visando atender às necessidades do paciente oncológico, uma equipe multidisciplinar da Sodexo On-site desenvolveu uma receita para oferecer uma refeição sem odor e de fácil deglutição.

“O tratamento do câncer pode provocar efeitos colaterais que interferem na alimentação do paciente. Os sintomas mais comuns são perda de apetite, falta de salivação, alteração no paladar, dificuldade na mastigação e náuseas”, explica Juliana Sallum Caffagni, nutricionista responsável pelo serviço de nutrição e dietética do Hospital Santa Paula.

O resultado foi o Budine, uma solução que estimula o apetite, facilita a deglutição e aumenta a aceitação e ingestão calórica do paciente, contribuindo para sua recuperação e bem estar. Os Budines podem ser feitos tanto em pratos doces quanto salgados, com a vantagem da ausência de odor. O IOSP foi o primeiro hospital em São Paulo a aderir à solução.

Na ocasião, um dos chefes de cozinha da Sodexo On-site irá explicar a técnica dos Budines e ensinar algumas receitas práticas. A mediação do encontro será do coordenador de psicologia do IOSP, Luiz Gonzaga Leite.

Serviço:
Roda de conversas sobre câncer e alimentação
Local: Auditório do Instituto de Oncologia Santa Paula (IOSP)
Endereço: Av. Santo Amaro, nº 2382 – Vila Olímpia
Vagas: 45 lugares (sujeito à lotação)
Evento gratuito destinado a pacientes oncológicos e acompanhantes.