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Espaço Meio realiza workshop “(Re)Começar aos 50”

Objetivo é trabalhar, com pessoas dessa faixa etária, as dimensões que influenciam na elaboração de seus planos para o futuro

Algumas fases da vida costumam chegar trazendo muitos questionamentos, anseios, receios e expectativas. E os 50 anos talvez sejam aqueles que chegam trazendo mais dúvidas. A pessoa se questiona se ainda terá tempo de fazer o que gostaria, se fez as opções certas quando mais jovem, se está muito velha para isso ou nova para aquilo. Fica na dúvida se ainda é interessante para o mercado de trabalho, se deveria investir em uma outra carreira ou se vale a pena se tornar empreendedor nesta fase da vida.

Diante de tantas dúvidas tão comuns, o espaço meio resolveu organizar um workshop sobre a “virada dos 50”. O objetivo é trabalhar, com um grupo limitado de pessoas desta faixa etária, as dimensões que influenciam na elaboração de seus planos para o futuro.

“Dizem que idade é uma questão de opinião, pois pode mudar de acordo com o ponto de vista e o momento da vida de cada pessoa. Há bem pouco tempo, completar 50 anos significava iniciar a velhice. Hoje, pode ser uma data de transformações desejadas, planejadas e muito bem vividas. Passou a ser comum chegar aos 50 com uma grande disposição para realizar aquela aventura adiada há tempos, cursar outra faculdade, desenvolver um negócio, iniciar uma nova carreira, um novo romance e até ter filhos”, afirma um dos sócios do espaço meio, Edson Moraes.

“Para isto, é preciso se conhecer e reconhecer. Como estão meu corpo, minha mente, meus sentimentos, meus desejos e minha carreira? De onde parto e para onde irei?”, completa a também sócia Miriam Elias.

Para tentar jogar um pouco de luz sobre essas questões, que costumam surgir e tirar o sono de muita gente, as palestras abordarão não apenas o tema trabalho, mas também corpo, mente e sentimentos.

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Pixabay

Confira a programação:

9:00 às 9:30 Welcome Coffee
Abertura – Objetivos do workshop

9:30 às 11:00 Corpo
O corpo, seus mistérios e transformações
Dr. Ling Tung Yang – Médico Cirurgião Geral e Acupunturista

11:00 às 12:30 Mente
A meditação como um caminho para o autoconhecimento
Khalis Chacel – Biólogo Molecular e especialista em Técnicas de Regressão e Renascimento

12:30 às 14:00 Almoço

14:00 às 15:30 Sentimento
Como está minha vida afetiva, espiritual, sexual, comunitária?
“Olhar para fora e complementar o seu todo”
Gisela Turchetti – Executiva de Marketing e Psicanalista

15:30 às 16:45 Carreira
Transformações na carreira e novas oportunidades no trabalho
Edson S. Moraes – Consultor de Estratégia e Coach Executivo

16:45 às 18:00 O Mapa da Vida
Wrap-up & Avaliação
Miriam Elias – Mentora especializada em Serviços Odontológicos e Neurocoach

Data / Horário: sábado, 21 de outubro de 2017 – das 9h00 às 18h00
Local: Turma do Bem – Rua Sousa Ramos, 311 – Vila Mariana / SP
Investimento: R$ 350,00 (café da manhã e almoço inclusos)
Inscrições / Informações: Angela Rinaldi (11) 99993-2290 – contato@espacomeio.com.br
Organização: espaço meio 

 

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Saiba ler o futuro que alguns estão escrevendo agora*

As principais consultorias globais do mercado produzem, periodicamente, relatórios nos quais profetizam o futuro. São técnicos, analistas, acadêmicos e futuristas que se debruçam sobre os principais assuntos em discussão no mundo, as pesquisas em curso nas universidades e as necessidades da sociedade e, a partir dessas discussões, mapeiam as grandes tendências globais em diversos mercados e segmentos, arriscando seus palpites sobre o futuro no médio prazo. Dez anos, em média.

Em geral, esses relatórios acertam os seus prognósticos, reforçando o “dilema de Tostines”, no qual “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais”?

No caso das previsões das consultorias, a correlação existente entre causa e efeito é muito forte, uma vez que é difícil saber ao certo o que é fato gerador e o que é consequência. Afinal, o futuro se concretiza porque houve uma previsão acertada realizada por visionários ou ele ocorreu por conta dos trabalhos de consultoria que recomendaram que se seguisse aquilo que havia sido previsto e estava descrito nos trabalhos? Nunca saberemos e pouco importa saber, mas é certo que escrever o futuro é sempre mais interessante do que ficar à mercê dos acontecimentos.

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Para os próximos anos, as principais consultorias do mercado preveem, dentre diversas outras apostas, que:

· A automação, a robótica e a inteligência artificial serão intensificadas, permitindo interações simples e inteligentes, resultando em valor em cada conexão executada e facilitando a interação de clientes com marcas na mesma velocidade em que diminuirão a capacidade de empregabilidade das pessoas. Prepare-se para trabalhar ao lado de sistemas, robôs, chatbots e outros equipamentos mimetizados;

· Novos padrões e regras serão desenhados para funcionar em indústrias transformadas de acordo com as demandas da economia digital. O que isso significará, não se sabe. As regras ainda serão escritas;

· As plataformas operacionais das empresas deverão ser substituídas por ecossistemas robustos baseados em trabalho de equipes muitas vezes contratadas e organizadas de acordo com as demandas. Será uma grande transformação no emprego, pois o vínculo de trabalho temporário e por competências se intensificará. Em outras palavras, prepare-se para trabalhar a partir de projetos de curta duração;

· As pessoas deverão ser capacitadas para lidar com os ecossistemas na forma de parcerias. Não fará sentido a visão de cliente e fornecedor. As transformações nas relações internas deverão ser estendidas aos demais participantes externos. Ao ajudar as pessoas a alcançar seus objetivos, todos se ajudarão, mutuamente, a definir um lugar mais nobre na evolução da sociedade. A relação entre pessoas e os resultados, sejam financeiros ou sociais, serão mais expressivos. Portanto, amplie sua conexão com o mundo (literalmente), desenvolva um método de estudo continuado e prepare-se para, mesmo sendo um técnico, conectar-se a pessoas e seus ecossistemas.

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Pixabay

Este panorama permite observar que tanto os profissionais de hoje quanto as gerações que se formarão nos próximos anos e que buscam empreender ou trabalhar no terceiro setor, no governo ou nas corporações, deverão se preparar para desenvolver habilidades de adaptação e aprendizado contínuos, inclusive a capacidade de pensar diferente. Os mais vividos se lembrarão do profeta Raul Seixas, em Metamorfose Ambulante: “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Pois assim será o futuro, um lugar onde a mediocridade significará fazer o básico, pensar o mínimo e estar fora do mercado, qualquer que ele seja. Seja flexível e muito bom naquilo que se propuser a fazer.

Outro aspecto muito delicado será o crescimento da população nas grandes cidades, fato que deverá aumentar a concorrência por trabalho, ampliar o consumo de energia e água, complicar muito a mobilidade, aumentar a falta de segurança e gerar mais crises sociais, principalmente pela redução da classe média, afetada pela escalada da automação e pelo desemprego. O trabalho estará em qualquer lugar do mundo. Prepare-se para trabalhar anywhere e para concorrer com pessoas e máquinas de todas as partes do globo.

Estabelecer propósitos, desenvolver valores, manter-se atualizado, preparar-se para novas formas de pensar e abrir-se para maneiras não convencionais e flexíveis de desenvolvimento profissional serão o caminho para a inclusão e a manutenção da capacidade de trabalho em um futuro (muito) próximo. Trabalhar em algo que faça a diferença talvez faça mais sentido que desenvolver uma carreira.

Espero que este panorama não seja tão complicado como aparenta e que eu possa, no futuro, cantar: “Eu vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes / Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante”.

*Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Formado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/SP. É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos

 

Cuidado: você pode ser trocado por um robô – por Edson Moraes*

Não é preciso ser um expert em futurologia para saber que uma das relações que mais será mais afetada pela tecnologia, que não para de se superar, é a que temos com o emprego. Se por um lado podemos apostar na extinção de várias profissões, podemos nos surpreender com algumas que irão surgir.

Será que estamos próximos de um futuro como aquele apresentado pelo cinema em filmes como Blade Runner, Inteligência Artificial, Eu, Robô e Ex_Machina, entre outros?

Blade Runner, que completou 35 anos, mostra seres criados geneticamente para trabalhos forçados ou desprezados, chamados de replicantes. E eram tão perfeitos que se passavam facilmente por humanos. Tão humanos, que acabaram por se rebelar.

replicantes
Rutger Hauer e Daryl Hannah em cena da Blade Runner, no qual ambos são replicantes – Divulgação

Já em Ex_Machina, o mais recente dos citados (2015), um funcionário de uma empresa é recrutado para testar um robô, Ava, interpretado de forma perfeita por Alicia Vikander. Também criada para servir, inclusive sexualmente se necessário. Ava está bem além de ter “apenas” inteligência artificial. Ela é muito mais sofisticada e se mostra sedutora e manipuladora até conseguir o que secretamente queria.

Porém, saindo da ficção e sem entrar na questão ética, que também será algo a ser pensado quando robôs passarem a conviver mais intimamente com humanos, é claro que não apenas empresas, mas governos de todo o mundo estão interessados em desvendar um pouco do que está por vir.

Um exemplo foi a pesquisa encomendada pelo governo britânico para o grupo Fast Future: The Shape of Jobs to Come (A forma dos trabalhos que virão, em tradução livre). O intuito era descobrir as profissões que mais se destacariam nas próximas duas décadas. Entre elas estavam: consultor de bem-estar para idosos; agricultor vertical; nanomédico e especialista em reversão de mudanças climáticas.

Vale destacar que outras pesquisas apontaram duas novas ocupações que muitos sequer imaginariam: terapeuta de final de vida e conselheiro de robô.

Sonoya Mizuno and Alicia Vikander in 'Ex Machina'
As atrizes Sonoya Mizuno e Alicia Vikander, em cena de Ex_Machina, no qual ambas são robôs – Divulgação

Profissões que irão desaparecer

Também no Reino Unido, pesquisadores da Universidade Oxford responderam a questão ao contrário, ou seja, quais os empregos que estavam com seus dias contados. O estudo analisou 702 ocupações e fez a estimativa das chances dessas funções serem automatizadas nos próximos 20 anos.

Segundo eles, a profissão que mais corre riscos de ser extinta (99%), para a alegria de muita gente, é a de operador de telemarketing. Enquanto isso, a pesquisa mostrou que a tarefa que um robô jamais faria bem é a do assistente social na área de drogas e saúde mental.

Enquanto isso, na China, por exemplo, já há fábricas que trocaram 90% de seu quadro de funcionários por robôs. Na lista das funções que desaparecerão estão também: preparador de imposto de renda, reparador de relógios, corretor de seguros, agente de crédito, árbitro, trabalhadores rurais, operador de caixa, corretor de imóveis, digitador de dados, cartógrafo, arquivista, bibliotecário, estatístico, escrivão, garçom, taxista, carteiro, costureira, recepcionista, cozinheiro de fast food e vendedores porta a porta, entre outras.

Como, então, os jovens, que já não conseguem emprego agora, irão se empregar no futuro. Todos serão obrigados a estudar e ter uma formação superior? Já que os robôs serão a escolha mais óbvia para trabalhos comuns e braçais que ainda poderão existir.

Independentemente daquilo que possamos idealizar sobre o futuro, caberá a todos a busca incessante pelo aprendizado, em qualquer nível de educação ou idade. Provavelmente, não teremos mais empregos, mas atividades por tempo determinado, como já acontece em várias profissões. As pessoas deverão mudar de carreira diversas vezes ao longo da vida, e buscar um aprendizado contínuo, com períodos de trabalho mais intenso, atividades pontuais, além de um tempo para estudo ou mesmo sabático.

Aos jovens caberá avaliar com muita cautela as tendências das profissões e como poderão se manter atualizados e conectados com seus propósitos de vida. Atividades especializadas irão requerem aprendizado contínuo, pois o conjunto de habilidades exigido nas novas ocupações mudará continuamente na maioria das indústrias e transformará como e onde as pessoas trabalharão. Além do fato de que muitas escolhas se transformarão ou inexistirão depois de alguns anos.

Competências como autoconfiança, visão de negócios, trabalho em equipe, flexibilidade, resiliência, comunicação, compreensão e relacionamento interpessoal serão cada vez mais exigidas como uma complementariedade das habilidades técnicas da vez. Essas aptidões serão cada vez mais exigidas nos programas de formação, mesmo que a carreira escolhida para o ciclo da vez seja extremamente técnica.

O processo de educação exigirá um formato combinado entre plataformas online e espaços físicos que permitam interações sociais entre estudantes e mediadores de conhecimento, atualmente chamados de professores.

Não deixa de ser interessante pensar no clássico filme Tempos Modernos (1936), de Charles Chaplin, uma crítica mordaz à revolução industrial. Nele, vemos um funcionário de uma fábrica repetir o mesmo gesto, repetidamente, de apertar parafusos. Várias cenas do longametragem se tornaram antológicas, como aquela em que ele é arrastado para dentro de uma enorme engrenagem de uma máquina. Pelo que parece, ironicamente, agora serão máquinas “engolindo” máquinas.

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Charles Chaplin em uma cena antológica do filme Tempos Modernos – Divulgação

*Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Formado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/SP. É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos.

 

 

Crie possibilidades e se reinvente em momentos de crise

É muito comum nos depararmos com pessoas extremamente resistentes às mudanças e aos recomeços, pois a busca pela zona de conforto é uma das características essenciais do ser humano, independente da idade, sexo ou classe social. Porém, vivemos tempos conturbados, alto nível de desemprego, grande competitividade, incertezas, e muitas exigências no campo profissional e também pessoal, com uma procura desenfreada da felicidade a qualquer preço.

Esse excesso de expectativas faz com que o medo e as dúvidas impeçam a busca por novos desafios, oportunidade de empreender e até mesmo criar o seu próprio emprego. Para driblar esse cenário desafiador os autores do livro (Re) Start Me Up – Dê uma chance para sua carreira, trazem reflexões sobre sucesso individual e autoconhecimento. O projeto destaca a capacidade do ser humano de se reinventar diante das adversidades e inspira o leitor a autoanálise de sua vida pessoal e escolhas profissionais.

O objetivo é gerar uma profunda reflexão sobre vida, propósito, carreira, trabalho e ambições, com o apoio de insights e referências de grandes pensadores. A proposta é provocar o público a uma reflexão sobre seu momento de vida e profissional, dando estímulos para que ele seja protagonista de suas decisões, ao avaliar o momento em que está hoje e para onde quer ir. Os autores lançam um desafio ao incentivar o leitor a se tornar o protagonista da sua própria história, e a ter liberdade de fazer escolhas que lhe tragam felicidade e realização.

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“É tão importante o autoconhecimento para a obtenção do sucesso em sua carreira: somente sabendo o que você deseja e o que de fato você valoriza é que pode definir com mais clareza seus objetivos, correr atrás do sucesso e negociar fatores objetivos e subjetivos – que evidentemente podem coincidir-se.”, destaca trecho da obra. O livro está disponível nas principais livrarias do país.

Sobre os autores

Alexandre Campos – empreendedor, executivo e coach, com mais de 20 anos de experiência em gestão de pessoas. Ao longo de sua carreira atuou nos setores de Mídia, Tecnologia, Indústria, Financeiro e Serviços e, como Diretor de RH, em empresas como Grupo Abril, Whirlpool, Grupo O Estado de São Paulo e AXA Assistance. Bacharel em Administração de Empresas pela FAAP, pós-graduado em Psicodrama pela PUC, MBA Executivo pelo Insper e extensão no IESE – Espanha. Certificado pelo MRG – EUA (Management Research Group) e em outros diversos instrumentos de assessment como Hogan, LEA, TMP e Birkman.

André Chaves – publicitário, coach, 24 anos de experiência em comunicação, marketing, inovação e tecnologia. Formado em Marketing e Publicidade, pós-graduado em Administração de Empresas e E-Commerce na ESPM (SP). Trabalhou na área comercial e marketing de empresas como: Editora Abril, Valor Econômico, FLAGCX, participou do lançamento de startups como Abril.com, Gizmodo, Cadreon e foi responsável por turn-arounds e M&A em portais como Bolsa de Mulher e IG, onde cumpriu as funções de COO/CEO. Atualmente é Head Digital e Gerente Geral de um grande grupo de comunicação.

Marcio Ogliara – administrador formado pela FEA-USP trabalhou na área de Recursos Humanos em grandes empresas como o Grupo Bunge e Grupo Abril – onde ocupou a Vice-Presidência de Recursos Humanos e Desenvolvimento Organizacional. Com especialização no INSEAD, mestrado em Administração de Empresas na EAESP/FGV e doutorando pela FEA-USP, é consultor e professor dos programas de pós-graduação da FGV Management e da EAESP/FGV.

capa

(Re) Start me Up
Editora Évora
152 páginas
Formato: 16x23cm.
Preço: R$ 39,90

Networking, você sabe como fazer? por Edson Moraes

O desemprego, que sempre assustou a maioria dos profissionais, se torna aterrorizante em momentos de crise econômica. E, raramente, nos preparamos para momentos de transição na carreira. Se muitas vezes é difícil pedir demissão ao conseguir outro emprego, o que dizer daquele momento em que a decisão do rompimento contratual foi uma deliberação do empregador, restando na sensação de surpresa indesejada, vazio e falta de chão?

Muitas vezes, é somente nesse momento que percebemos o quanto ficamos distantes do mercado e das pessoas, afundados nas tarefas cotidianas e acreditando que isto bastaria para mantermos uma segurança inexistente e uma estabilidade impossível no mundo corporativo, ao menos para aqueles que optaram pela carreira em empresas privadas.

Até mesmo os empreendedores ficam mergulhados nas atividades necessárias para manter sua empresa em operação e se esquecem de manter sua rede de relacionamentos ativa.

Pois é, a rede de relacionamentos, mais conhecida como networking, que garantirá, na maioria das vezes, um novo ciclo na carreira, seja emprego, projeto, consultoria, cliente ou mesmo atividade voluntária. Mas como manter aberto esse canal com o mundo quando nos permitimos ficar enclausurados na atividade da vez, seja esta qual for?

estudante laptop computador

Antes de qualquer coisa, networking deve ser entendido como uma forma de se conectar ao mundo, ao mesmo tempo em que é uma forma de se perceber no mundo, uma vez que nada daquilo que fazemos pode ser executado sem alguma ajuda, explícita ou implícita, de alguém. Não somos sozinhos no universo. Como se diz no budismo: intersomos.

Mesmo para quem pretenda viver solitariamente, será necessário um lugar para morar, que foi construído por alguém, comida para se alimentar, que tenha sido plantada, colhida, transportada e vendida por “vários alguéns”, além de toda uma série de produtos e serviços necessários para a sobrevivência.

E neste interser devemos perceber o outro como uma extensão de nossas capacidades e necessidades, de forma a nos colocarmos à disposição, da mesma forma que um dia poderemos precisar do auxílio de alguém próximo para desempenhar alguma atividade.

O networking começa na família, passa pelos amigos próximos, por pessoas com as quais mantivemos algum contato, com quem tenhamos estudado ou trabalhado em algum momento da vida e, até mesmo, por aquelas com as quais eventualmente trocamos cartões e poucas palavras.

O segredo está na manutenção destes contatos, o que requer muito cuidado, pois isso poderá ser importante em um momento de reposicionamento no mercado, na busca de uma nova colocação, na oferta de serviços ou na estruturação de uma empresa.

Não há momento certo para se praticar o networking. Estejamos empregados ou procurando alguma atividade, a prática deve ser a mesma, pois será importante em qualquer circunstância. Seja buscando alguma satisfação pessoal, como uma dica de viagem; fazendo uma transição na carreira, divulgando para a rede pessoal que deseja mudar de atividade ou empresa; solucionando problemas no dia a dia do trabalho; compartilhando com colegas de profissão, mesmo que em outras empresas, um problema que se está enfrentando com um fornecedor ou produto; ou procurando conhecer novas pessoas. Não importa, o networking servirá como um grande instrumento para atingirmos os objetivos.

smartphone celular networking

Para quem ainda se sente tímido para começar sua rede de relacionamentos, saiba que nunca é tarde para retomar ou iniciar essa prática. Comece pelos contatos mais próximos, família e amigos, e siga ampliando sua rede de forma disciplinada. Ofereça sempre algo, pois o networking começa quando colaboramos com alguém – e não o contrário –, conduza as relações de forma genuína, respeite sempre a agenda do outro, torne o processo lúdico e, o mais importante, mantenha a sua rede de relacionamentos viva.

Mensagens por aplicativos e redes sociais, ligações telefônicas periódicas, convites para cafés, almoços, happy hours e jantares, sempre de forma descompromissada e sem interesses implícitos, farão com que sua rede siga forte e divertida. Afinal, é sempre prazeroso passar algum tempo de forma despretensiosa em companhia de pessoas inteligentes e simpáticas. O benefício poderá vir depois, na medida em que cada um doe a sua parte na relação. Afinal, intersomos.

*Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas).

Dicas para lidar melhor com os medos

Psicoterapeuta e líder-coach Maura de Albanesi estabelece quatro dicas para lidar com os nossos medos mais introspectivos, aqueles que nos paralisam na hora de tomar uma decisão. “Não esqueça que a diferença de um homem corajoso para um homem medroso é simplesmente a ação”, afirma a especialista

Quantas vezes você sonhou em ter um emprego melhor, mas recebe uma proposta e junto com ela vem o medo para acompanhar? Quantas vezes você teve medo de ficar sem dinheiro? Quantas vezes você preferiu não se envolver com alguém com medo de se machucar emocionalmente? Quantas vezes você quis construir uma relação com qualquer pessoa apenas pelo medo de ficar só? Aliás, além desses, qual o seu medo?

“Todos nós temos medos. Mas alguns medos, os mais introspectivos, paralisam nossa alma. E todo medo tem uma consequência, por exemplo, o medo do novo, de ficar sem dinheiro, faz com que a gente fique em um trabalho mesmo sem gostar”, esclarece a psicoterapeuta e líder-coach Maura de Albanesi.

Segundo a psicoterapeuta, o medo surge nas mais diversas situações. “E, se não estivermos vigilantes, ele pode ceifar nossa capacidade realizadora com uma maestria incrível”, afirma. “O medo é a falta de confiança em si mesmo para realizar algo. É quando não sabemos que somos bons o suficiente para lidar com alguma coisa; quando nos falta firmeza em saber que vamos dar conta de qualquer situação”, explica.

Maura esclarece que todos nossos medos têm um símbolo, algo por detrás que nos faz sentir isso. “Nunca é a coisa por si só que nos faz sentir medo, porque essa coisa não é apavorante. O significado do medo vai além do fato em si. Descobrir esse significado é o que te faz cortar o cordão do medo”, orienta a líder-coach.

“O medo dá uma palpitação, uma aceleração no coração. É porque já achamos que algo não vai dar certo”, comenta. Mas segundo a psicoterapeuta, quem nunca perdeu não é um homem de sucesso: “Quando você está no fundo do poço, você consegue se lançar novamente com uma força que se inicia”. Para ajudar nesse processo de superação do medo, a psicoterapeuta listou quatro dicas para lembrar quando sentir medo:

1) Pensar demais não resulta em nada

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“O medo nos paralisa pela análise exacerbada. A nossa mente rodopia em cenas e previsões infundadas e não nos deixa agir. Quando surge algo novo, nos cercamos de um monte de lamentações: ‘não vai dar, não tenho tempo, não tenho condições, vai ser difícil’.” E qual seria a solução? “Pare de pensar e comece a agir independente do resultado final. Não esqueça que a diferença de um homem corajoso para um homem medroso é simplesmente a ação!”

2) O medo é um claro sinal de que você precisa ficar atento a algo

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“O medo não significa — de forma alguma — que tem algo de errado com você. O coração pode palpitar, respiração pode acelerar, mas está tudo certo com o seu corpo, isso é algo da sua cabeça — literalmente.” E como resolver isso? “Respire fundo e foque novamente na sua verdade e no cuidado real que a situação exige, para buscar a ação.”

3) Você é bom o suficiente

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“O medo é perspicaz em trazer a sensação de fraqueza: ‘e se eu não for bom o suficiente?’, ‘e se não for forte?’… E se, e se, e se… Nós temos medo que descubram quem somos verdadeiramente. Isso são impressões que demos ao nosso inconsciente e que são diariamente fortalecidas pela mente consciente. Reprograme-se! O que passou trouxe a experiência necessária ao nosso crescimento!” Como enfrentar: “Vire a chavinha! Ninguém — nem nada — pode fazer você se sentir inferior a não ser você mesmo!”

4) O medo nos humaniza

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Há várias situações que qualquer um sentiria uma pitada de medo e isto não é motivo para se envergonhar. Há um instinto natural dentro de nós de proteção. Como lidar com isso? “Aceite o medo como uma defesa natural e transforme a proteção em atos de coragem. A grande sacada do medo é tomá-lo como exímio sinalizador que aponta o caminho do sucesso recheado com atos de coragem”, finaliza.

Fonte: Maura de Albanesi é mestre em Psicologia e Religião pela PUCSP, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica, atua com o ser humano há mais de 30 anos. 

E De Repente 50 procura parceiros e anunciantes

Olá, queridos. Este post é diferente dos outros por um motivo especial. Quero dizer a todos que me leem que este blog está aberto a parcerias. E por parcerias pode se entender, por exemplo, o recebimento de produtos para serem sorteados entre internautas.

Também temos espaço para propagandas de itens e assuntos que tenham a ver com o perfil do blog como:

  • Alimentação / gastronomia / culinária;
  • Beleza;
  • Saúde / Bem-estar;
  • Decoração;
  • Moda;
  • Comportamento;
  • Pets / meio ambiente / ecologia / sustentabilidade (no dia a dia das pessoas);
  • Turismo.

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Nossa audiência vem crescendo dia a dia. E apesar do nome do blog e de ele ser direcionado mais a mulheres, atraímos internautas de várias faixas etárias e também de gêneros diferentes. Isso porque os assuntos abordados são universais. Afinal, se arriscar fazendo uma receita, comprar uma calça jeans, se alimentar de forma saudável, trocar as cortinas de casa ou adotar um pet… para isso não é preciso ter uma idade ou gênero definido, não é mesmo?

Nosso público tem se mostrado curioso, mas também antenado ao que acontece no mundo. São pessoas de bom gosto, bom nível cultural e com poder aquisitivo variável, como, enfim, é a sociedade no geral. Assim, as postagens também acompanham essas variações, apresentando desde um item de luxo até um mais acessível, de uma fast fashion, por exemplo, mas sempre privilegiando o que é bonito e criativo, tem qualidade e é interessante.

Para fazer contato ou solicitar mídia kit, escreva para carmentg@terra.com.br ou deixe seu comentário/recado aqui na página mesmo. Será um prazer, para mim, conversar sobre isso. Obrigada.

 

Descubra maneiras de combater a ansiedade de forma saudável

A ansiedade tem por característica o excesso de preocupação, o que muitas vezes pode fugir do controle da situação, seja ela no ambiente profissional ou pessoal. Muitas vezes as pessoas ficam ansiosas por algo que ainda não aconteceu. Ficam imaginando coisas sobre tal situação e então caí naquela lenda do “e se…”.

A ansiedade também pode significar que algo bom irá acontecer com você, como a chegada de um novo membro na família ou então uma sonhada viagem, mas não podemos ficar somente nessa projeção. Temos que viver o hoje e presente nesse momento, para que quando eu chegar lá esteja tudo sob controle, conforme imaginado.

“Independentemente do que está causando a sua ansiedade, essas sensações podem não ser tão favoráveis, por isso, é importante saber reconhecer estes sinais”, afirma a coach de realização pessoal e profissional, Luciane Cadan.

Pode parecer estranho, mas o que caracteriza uma pessoa ansiosa é o fato de pensar. Pensar demasiadamente no futuro. Ansiando por coisas boas ou ruins, os ansiosos pensam demasiadamente, o que os coloca em um eterno labirinto principalmente projetando os acontecimentos futuros, seja de forma negativa ou positiva. É a vontade de saber e controlar o futuro o que, normalmente, vem em conjunto a pensamentos negativos e projeções de situações. ​

​Segundo Luciane, preocupar-se com o futuro é importante, mas a partir do momento em que essa preocupação lhe causa incômodos, é necessário dar uma atenção maior para que esse sentimento angustiante seja cessado. ​

Antes de qualquer coisa, o mais importante é:

-Encontrar a raiz do problema. O que está, de fato, causando a ansiedade. Pare de tentar controlar o futuro. A solução só existe a partir do momento que existe um problema. Se o problema não existe, ainda não existe a possibilidade de solução. É importante se programar? Sim, mas aceite que existem situações que estão fora do seu controle. Além disso, se estiver passando por algum problema, muitas vezes não terá a possibilidade de mudar a sua situação, mas você tem o poder de mudar a sua postura e o modo de encará-la. Pergunte-se se suas preocupações são realmente necessárias.

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-Valorize o presente e o dia de hoje, viva-o e aproveite-o a cada instante. Medite, esvazie a sua mente, corrija a sua respiração e permita as energias positivas entrarem, libere as negativas.

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Foto: Pinterest

-Organize-se. A ansiedade também é causada pela preocupação com tarefas do dia a dia, e se você adia sempre estas tarefas, acaba se estressando pensando no que deveria ter feito e deixou para depois. Se você é uma pessoa metódica e se preocupa com o futuro, crie uma agenda e anote todos os compromissos e tarefas, isso ajudará a ter uma melhor visibilidade dos seus dias.

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-Valorize-se. A ansiedade faz com que acreditemos que não somos capazes de conseguir realizar nossos objetivos e sonhos. Você é capaz, sim. Acredito em você mesmo.

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-Pratique exercícios físicos. Além de ser uma distração, o hormônio da endorfina liberado após uma atividade física traz a sensação de bem-estar, o que aliviará o sentimento de angústia causado pela ansiedade. Além disso, a partir do exercício físico, a norodrenalina e a serotonina, que auxiliam no equilíbrio do humor, são estabilizadas. E alimente-se bem.

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-Converse com alguém. Pessoas que enxergam as situações de um ângulo diferente podem te mostrar como a sua perspectiva sobre tal coisa pode estar sendo distorcida por você mesmo. Cultive o hábito de pensar positivo.

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A ansiedade somente será positiva caso te ajude a resolver algum problema. Caso contrário, só lhe trará angústia, palpitações, insônia e doenças crônicas. Para livrar-se da “doença do século”, como alguns especialistas a apelidaram, em primeiro lugar você deve observar-se, e a partir do momento em que nota que os seus pensamentos negativos e os problemas são projetados por você mesmo, é hora de mudar os hábitos e cuidar da sua saúde física e principalmente a mental. Equilíbrio é tudo.

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Fonte: Luciane Cadan atua como Coach de Realização Pessoal e Profissional. Certificada e credenciada pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching com as seguintes titulações: Professional and Self Coach, Coaching Ericksoniano, Analista Comportamental, Avaliação 360°, Coaching Assessment. Curso Profissão Coach com certificação pela Florida Christian University e Certificação Internacional de Coaching para Pais pela The Parent Coaching Academy, Inglaterra.

Livros inspiradores para estimular o empreendedorismo feminino

Empreender é, definitivamente, uma das palavras mais relevantes dos últimos meses. Seja por necessidade, por insatisfação com a carreira ou mesmo pela busca da realização pessoal e profissional, cada vez mais pessoas sonham em investir em um negócio próprio. De acordo com a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), realizada em 2015 e patrocinada pelo Sebrae, quatro em cada dez brasileiros adultos já possuem um negócio ou estão envolvidos com a criação de uma empresa.

Em 2015, a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,3%, o maior índice dos últimos 14 anos. E, com as mulheres, esse fenômeno também é relevante: já são mais de 5,7 empreendedoras no Brasil, o que significa aproximadamente 8% da população feminina segundo pesquisa realizada pela Serasa Experian.

Diante desse cenário, muito tem se falado sobre empoderamento e empreendedorismo feminino. Mas, para a maioria das mulheres, esse ainda é um caminho difícil, com muitos obstáculos, dúvidas e incertezas. E sempre ressurgem os sonhos, a vontade de mudar, a força e a coragem para traçar um novo projeto de vida. Para inspirar essa jornada de transformação, a coach Alessandra Fonseca, sócia-proprietária da ConsultaRH – Coaching e Treinamentos, lista alguns livros que podem servir como referências positivas, dando um norte inicial ou mesmo ajudando a superar adversidades para quem já está atuando com seu negócio próprio.

“Os primeiros meses do ano são uma excelente época para refletir sobre sonhos e traçar planos que definitivamente saiam do papel e se transformem em ação em 2017. Esses livros podem ajudar nessa caminhada incrível do empreendedorismo”, orienta Alessandra.

1. Girls Boss, Sophia Amoruso

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Referência em empreendedorismo feminino, esse livro conta a história de Sophia Amoruso, dona do Nasty Gal, um dos maiores e-commerces dos EUA. Sophia começou aos 20 anos com uma lojinha de roupas usadas no eBay e hoje comanda uma empresa que vale mais de 100 milhões de dólares e tem mais de 350 funcionários. Independente da área de atuação, é uma história inspiradora – há inclusive rumores de que a Netflix deve produzir uma série baseada no livro.

2. Trabalhe 4 horas por semana, Timothy Ferriss

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Apesar do título parecer improvável, esse livro ficou um ano na lista de best-sellers do The New York Times e é leitura obrigatória para quem está buscando um trabalho prazeroso e lucrativo. O autor mostra caminhos para ter uma vida mais feliz por meio de uma mudança radical no seu formato de trabalho, ensinando técnicas de gerenciamento de tempo e priorização e, assim, diminuindo o atual ritmo frenético. Tudo isso com base em sua própria experiência e com o simples, porém difícil, objetivo de trabalhar menos e produzir mais – condição relevante principalmente para as mulheres, diante de todos os seus papéis.

3. Elas – empreendedoras, Andréa Villas Boas

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Livro que traz a história e trajetória de mulheres empreendedoras de sucesso. O prefácio é escrito pela Luiza Trajano, do Magazine Luiza. Leitura indicada para quem deseja abrir um negócio, mas ainda não sabe muito bem por onde começar.

4. Pense bem: ideias para reinventar a vida, Manoel Thomaz Carneiro

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Aqui a dica foge um pouco da lista de livros mais técnicos, pois autoconhecimento também é essencial para quem quer uma vida realizada, inclusive profissional. Nesse livro, o autor apresenta maneiras para alcançar a mudança em direção à felicidade e bem-estar, buscando não só saber quem você é, mas principalmente quem você quer ser. Perguntas como “qual é meu verdadeiro desejo?” e “conheço todo o meu potencial?” levarão a reflexões para entender a natureza de seus desejos e o meio de alcança-los.

5. O segredo de Luísa, Fernando Dolabela

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Esse livro é campeão de vendas por ser uma referência de empreendedorismo no Brasil. São várias lições a partir da história de Luísa, uma jovem entusiasmada com a ideia de abrir uma empresa para vender as goiabadas que sua tia produz, e que vai – por meio da evolução das suas aventuras e aprendizados – do sonho à realidade, passando por todas as etapas necessárias à criação de uma empresa. O mais bacana é que o livro também inclui testes para ajudar a leitora a conhecer seu perfil e descobrir o potencial de seu futuro negócio, mesmo que não tenha nenhuma experiência anterior.

Dica bônus: O ano em que disse sim, Shonda Rhimes

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Mais um livro voltado ao comportamento pessoal: mostra como Shonda Rhimes, produtora executiva de sucessos televisivos como Grey’s Anatomy, Scandal e How to get away with Murder transformou sua vida ao passar a dizer sim a todas as oportunidades que surgiam durante um ano. É um bom exercício de motivação para um 2017 com mais possibilidades de resultados incríveis.

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Fonte: Alessandra Fonseca é formada em Psicologia pela Universidade de Brasília e especializada em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas, Consultora organizacional, instrutora e palestrante especializada em Gestão de Pessoas e Recursos Humanos. Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching – Executive Coach & Alpha Analist, Personal & Professional Coach e credenciada ao CouchSource (EUA). Além disso, é consultora do Fórum Permanente de MPEs/MDIC, instrutora-líder certificada para o Empretec – ONU, trainer credenciada do Coach Source (EUA) e professora da pós-graduação da FGV.

Como ter a autoestima inabalável em seis lições

Líder-coach dá dicas e propõe desafios de como se encher dessa sensação gostosa que é a autoestima

Ela muitas vezes faz falta. Mas seu excesso é visto como sinônimo de arrogância. Sabe de quem estamos falando? Da autoestima. “Todos nós temos, alguns equilibrados, outros em menor quantidade, outros mais exacerbado… mas a realidade é que todo ser humano possui essa sensação e o importante é mantermos o equilíbrio para garantir um bom andamento da vida, no relacionamento conosco e com os outros”, conta Maura de Albanesi, psicóloga e líder-coach. Mas para quem está com problemas de autoestima — e quer se encher dessa gostosa sensação —, a especialista organizou seis lições básicas:

1ª lição: Gostar de você por inteiro

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“Gostar de você é dar atenção tanto às suas qualidades positivas quanto às que ainda devem ser aperfeiçoadas. Neste período, deverá haver uma compreensão e aceitação de como você é e se gostar desta maneira”, afirma. Para conseguir, é necessário passar pelo 1º desafio: gostar de si mesmo. “Para gostar de si é preciso olhar-se por inteiro e afirmar “Eu sou assim” e depois vai dizer para as pessoas como você é, mas vai aprender a dizer com graça, com admiração por você mesmo, mesmo quando há parâmetros como ‘Eu sou uma pessoa muito alegre, mas de vez em quando eu me irrito…’. Quando você faz o comentário com naturalidade, sua autoestima já está se destacando.”

2ª lição: Respeitar a sua vontade

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

“Quando você não tem vontade própria, a vontade do outro prevalece, sem que você tenha a chance de colocar a sua vontade. O que queremos deve ser dito sem imposição e de forma suave – é o querer ou não querer, sem se omitir por agradar ou desagradar alguém”. Para chegar nessa etapa, Maura propõe mais um desafio: dizer sempre qual é a sua vontade. “Todas as vezes em que tiver uma opção, exponha a sua preferência, que pode ser simplesmente ‘Ir ao cinema ou não’. Faça sua vontade prevalecer e respeite a vontade do outro e, assim, ele respeitará as suas vontades. Dê sempre sua opinião, custe o que custar.”

3ª lição: Valorização

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“Qual é o seu valor? Que nota você dá a você mesmo? Veja que não será apenas uma nota, mas várias porque há a nota como marido/mulher, dona de casa, funcionário, homem/mulher… e assim por diante. Isso é extremamente importante porque é a partir deste valor que as pessoas vão te valorizar. É necessário dimensionar esse valor até mesmo para cobrar por um serviço”. O terceiro desafio é saber qual é a nota que você dá para aquilo que você faz. “Traga todas as funções que você tem e se dê um valor. Se você é uma amiga, que nota dá para essa amiga que você é? Pode ser que enquanto amizade seja uma pessoa nota 3, mas no trabalho pode ser uma nota 10.”

4ª lição: Autorreconhecimento

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“Trata-se de você reconhecer exatamente as suas qualidades e suas não qualidades, e não ficar vendido ao feedback da opinião do outro. Quando se pede uma opinião, ficamos vendidos pelo reconhecimento da outra pessoa…”. O quarto desafio é reconhecer-se. “Olhe no espelho e se elogie, dê sua opinião sobre si mesmo. Olhe para suas funções diárias e reconheça o que você faz de bom e quando as ideias e atitudes são suas.”

5ª lição: Autoconfiança

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“A autoconfiança vem quando se cumpre o que propôs a fazer, pois há um recado enviado para confiar. Ela faz com que você se sinta forte, comece a gostar de si…É o tecer o tapete da sua vida…pode ter um monte de defeitos, mas você sabe, ninguém precisa falar, há um recado de “É assim mesmo”. E é assim mesmo! Esses pontos vão se interligando e a autoestima vai sendo formada. A autoconfiança eleva a autoestima porque você começa a gostar de si mesmo, você se acha confiável, você te faz bem. O desafio agora é confiar em si mesmo. “Faça um plano e vá atrás para cumpri-lo. Mande o recado a sua mente inconsciente de que você é muito confiável e que vai atrás de seus objetivos.”

6ª lição: Autodeterminação

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“Quando você determina uma ação, determina o que vai fazer, faz um planejamento, a autodeterminação surge quando pode acontecer o que for porque ninguém vai te desviar do seu caminho. Isso vem com força, uma força de colocar no mundo o que se é e do que gosta, com opinião, confiança e reconhecimento de planejar e concluir uma tarefa. Não é uma delícia chegar ao fim do dia e ter concluído tudo que havia proposto? Esse bem-estar faz com que a pessoa se torne vigorosa”. Por fim, o último passo é: conclua do mínimo ao máximo. “Isso significa ser uma pessoa confiável em você mesmo, o confiar ou não no outro não é mais tão importante. Há uma determinação ao praticar a ação. E dê nota ao seu feito”, afirma.

Com estes passos, explica Maura, é possível tornar-se uma pessoa com autoestima elevadíssima, que não espera nada de ninguém, pois confia em si mesmo. “Somos seres humanos em evolução, não perfeitos, por isso ao longo do caminho é se grande estima a cada um de nós ir se elogiando, reconhecendo o que fazemos, nos aplaudindo antes do aplauso do outro”, finaliza.

Fonte: Maura de Albanesi é mestre em Psicologia e Religião pela PUCSP, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica, atua com o ser humano há mais de 30 anos.