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Casados têm índices menores de doenças cardiovasculares em comparação aos solteiros

Cardiologista do HCor analisa pesquisa sobre os benefícios do casamento para a saúde do coração; o ser humano é uma figura altamente social e viver com outra pessoa protege contra ocorrência de doenças como as cardiovasculares

Ao mesmo tempo em que o casamento é uma união, ele também é o início de uma nova etapa na vida. Os benefícios são muitos e vão desde o fato de contar com um apoio emocional, bem como poder recorrer nos momentos mais difíceis. Mas não é só isso. Pesquisadores da Michigan State University descobriram que o casamento está diretamente relacionado a um coração mais saudável.

Para chegar a esse valor, foram descartados outros fatores como o consumo de álcool ou remédios. Entre os motivos que poderiam explicar essa diferença, os pesquisadores elencaram a melhor saúde financeira dos casais e a maior atividade física de pais e mães nas brincadeiras com seus filhos.

Os pesquisadores hipotetizaram que a razão está no estilo de vida diverso. Pessoas casadas têm horários de sono mais regulares e atividades menos nocivas à saúde, além de um convívio social mais intenso – algo importante para manter uma boa saúde mental.

No estudo, publicado no Journal of Marriage and Family e conduzido nas últimas duas décadas com mais de dois milhões de pessoas entre 42 e 77 anos, mostrou, ainda, que na outra ponta, os divorciados, viúvos ou os nunca casados são 42% mais propensos a sofrer de males cardiovasculares e 16% mais chances de ter doenças coronárias, como obstrução das artérias. O risco de morrer também é elevado para os não casados em 42% de doença cardíaca coronária e em 55% de acidente vascular cerebral.

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De acordo com o cardiologista e coordenador do Programa de Infarto Agudo do Miocárdio do HCor (Hospital do Coração), Leonardo Piegas, o casamento garante suporte social, emocional e financeiro, fundamentais à saúde.

“O estudo reforça o que a gente já sabia: o ser humano é uma figura altamente social e viver com outra pessoa protege contra ocorrência de doenças como as cardiovasculares. É aquele parceiro que recomenda procurar um médico ou ajuda a identificar os sintomas de alguns males. Porém independentemente de ser casado ou solteiro, para garantir um coração saudável, o fundamental é evitar os principais fatores que causam as doenças cardiovasculares, como estresse, má alimentação e sedentarismo. A única relação da vida conjugal com a saúde do coração, é que pelo menos na teoria as pessoas casadas levariam uma vida mais regrada”, explica.

Diga sim e proteja o seu coração!

A pesquisa da Michigan State University descobriu que pessoas casadas são capazes de viver por mais tempo e as pessoas comprometidas produziram menores índices de cortisol, o hormônio que as deixa estressadas. De acordo com os cientistas, as pessoas que são casadas ou moram com namorados são mais felizes, e experimentam menos sintomas de pressão do que pessoas solteiras.

Os pesquisadores analisaram registros de um banco de dados de mais de 2 milhões de pessoas avaliadas para doenças cardiovasculares nos EUA, com o objetivo de obter informação demográfica de pacientes e fatores cardiovasculares de risco. Depois, eles estimaram a probabilidade de doença por estado civil e analisaram a presença de doença vascular em locais diferentes dos vasos sanguíneos, como as artérias coronárias, artérias carótidas e pernas, a aorta abdominal.

“Fatores de risco cardiovasculares tradicionais, como hipertensão, diabetes, tabagismo e obesidade foram semelhantes aos da população geral dos EUA, de acordo com os autores. Após o ajuste para idade, sexo, raça e outros fatores de risco cardiovasculares, os pesquisadores descobriram que o estado civil foi independentemente associado à doença cardiovascular. Estes resultados foram consistentes, tanto para homens e mulheres em todas as quatro condições”, analisa o cardiologista do HCor.

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As pessoas casadas apresentaram 5% menos probabilidade de ter uma doença vascular em comparação aos solteiros. Eles também tiveram 8%, 9% e 19% menos chance de aneurisma da aorta abdominal, doença cerebrovascular e doença arterial periférica, respectivamente. As chances de doença coronariana foram menores em indivíduos casados em comparação com os viúvos e divorciados.

“Por outro lado, ser divorciado ou viúvo foi associado a uma maior probabilidade de doença vascular em comparação com solteiros ou casados. Viúvos tiveram 3% mais risco de qualquer doença vascular e 7% mais de doenças nas artérias coronárias. O divórcio foi relacionado a uma maior probabilidade de qualquer doença vascular, aneurismas abdominais aórticos, doenças nas artérias coronárias e doença cerebrovascular. Para pessoas de 50 anos ou menos, o casamento está associado a 12% menos risco de doenças vasculares em geral, índice que cai para 7% em pessoas de 51 a 60 anos e apenas 4% para as de 61 anos ou mais”, conclui Piegas, do HCor.

Fonte: HCor

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Seleção de anéis Tiffany&Co inspirada no casamento real

Meghan Markle e o príncipe Harry anunciaram o seu noivado em novembro de 2017 e se casaram hoje (19). Com o casamento real, a Tiffany&Co aproveitou para selecionar algumas alianças inspiradas no modelo que a noiva ganhou do príncipe Harry.

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Tiffany Setting: verdadeira obra-prima do design, o Tiffany Setting é o anel de noivado mais emblemático do mundo. Com detalhes perfeitos, a cravação delicada com seis garras permite que o diamante brilhante flutue acima do aro e em direção à luz, resultando em um anel tão belo que tem sido o símbolo das maiores histórias de amor do mundo há mais de 130 anos. Preços a partir de R$ 71.000,00

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Tiffany Soleste: assim como os raios de sol irradiam luz em todas as direções, o anel de noivado Tiffany Soleste também. Rodeado por duas auréolas de diamantes brilhantes e uma pedra central com lapidação cushion marcante, a luz é reunida e espelhada com este design, resultando em uma exposição de brilho incrível. Preços a partir de R$ 78.000,00

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Tiffany Grace: uma faixa de platina com cintilantes brilhantes complementa o brilho puro de um diamante com lapidação princesa. Preços a partir de R$ 64.000,00

Informações: Tiffany&Co.

Tiffany & Co. celebra o poder do amor

O fotógrafo Conrado Carvalho (Conradis) é o primeiro brasileiro a participar da campanha Believe in Love, da Tiffany & Co.. A marca compartilhou a experiência dele com fotos do pedido no Stories da @tiffanyandco.

“Meu pedido de casamento foi no dia 23 de março de 2018, quando ele me levou para andar de helicóptero, tocou piano, fez a declaração mais linda que já ouvi e me deu uma aliança Tiffany para provar o seu amor”, conta Danilo Assis, noivo.

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A Tiffany & Co. apresenta sua campanha, Believe In Love, que homenageia o compromisso em suas mais diversas formas e apresenta diversos casais reais. Mostrando apenas mãos em momentos íntimos, gestos pessoais que captam a conexão emocional de cada casal, a campanha celebra conexões únicas entre duas pessoas, com seu desejo e crença do poder duradouro do amor.

“Como uma marca que celebra o amor verdadeiro em todas as suas formas, a Tiffany é a marca para símbolos icônicos de compromisso, que vão além do tradicional”, diz Reed Krakoff, diretor artístico da Tiffany&Co. “Esta campanha celebra o amor de uma forma única, que apenas a Tiffany consegue”.

A trilha musical é composta por uma versão a capella de “No One”, música de Alicia Keys vencedora do Grammy. “Amor e compromisso são os únicos, como nós somos, e toda relação merece ser reconhecida e celebrada”, diz Alicia Keys. “Nós precisamos de amor mais do que nunca, e estou orgulhosa de emprestar a minha voz para algo tão belo. Isto é o verdadeiro espírito da música”.

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A campanha mostra as mãos dos casais e suas iniciais. Suas identidades serão reveladas posteriormente por meio de um layer digital da campanha, que conta a história de cada casal e convida o público a interagir e compartilhar por que eles também acreditam no amor. A campanha foi fotografada pelo icônico fotógrafo Cass Bird e produzido por Alex White. O filme foi dirigido por Darius Khondji.

Assista a um dos vídeos clicando aqui.

 

Romântica e sensual: coleção DeMillus para o Mês das Noivas

A DeMillus traz uma linha especialmente desenvolvida para exaltar o romantismo e a sensualidade da mulher, em um dos momentos mais especiais de sua vida. Tendo a lingerie um dos papéis de destaque no evento, todo cuidado é pouco na sua escolha.

A linha Di Carla DeMillus é romântica e sensual na medida certa, resultando em peças chiques, além de muito confortáveis.

Numa combinação de renda e tule elástico, na cor pérola, a camisola Di Carla tem taças forradas em tule contrastante e uma abertura sensual nas laterais e nas costas. O sutiã-top tem taças em espuma moldada de cor contrastante sob renda drapeada, aro e barbatana nas laterais. O fio-dental, todo em renda bem macia, vem com laterais reguláveis, em elástico contrastante.

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Preços: camisola R$ 53,00; sutiã R$ 50,00; fio-dental R$ 19,00.

Informações: DeMillus –  sac@demillus.com.br – Tel.: 21-3545-5000

 

Discutir e resolver os conflitos faz bem ao casamento, diz pesquisa

Há pessoas que detestam discussões e acabam protelando a solução, ou como diz o ditado popular, “jogam a sujeira para debaixo do tapete”. Por outro lado, há pessoas que querem resolver o problema na hora, mesmo que para isso seja preciso brigar ou discutir. Se você tem o segundo perfil, a boa notícia é que quem prefere negociar o conflito a adiar a discussão tem dez vezes mais chance de ser feliz em um relacionamento amoroso.

Essa foi a conclusão de uma pesquisa de opinião feita nos Estados Unidos, em fevereiro deste ano. A pesquisa mostrou que os casais que brigam com maior frequência são mais felizes do que aqueles que evitam os conflitos.

Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, ao contrário do que se possa pensar, discutir não é um sinal de que o relacionamento está indo mal, mas sim de que ambos estão dispostos a conversar para resolver situações que, no futuro, podem se tornar problemas. “O sinal de alerta é maior quando o casal não está disposto a negociar e procurar uma solução para seus conflitos. Isso pode indicar que falta vontade e disposição para investir no relacionamento”.

O poder das palavras

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Embora procurar solucionar os problemas da vida a dois seja importante, é preciso ter cuidado com o que se fala e de que maneira se fala. “Discussões saudáveis não têm espaço para comentários agressivos ou violentos. Partir para ofensas é um hábito que, em vez de colaborar para a construção de um relacionamento duradouro, acaba ferindo o/a parceiro (a) e provocando rachaduras na intimidade do casal”, comenta a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal,

Para tornar discussões passos importantes na construção da intimidade e na solidez do relacionamento, é fundamental pensar antes de falar, pois as palavras são reflexo de nossos sentimentos e pensamentos. “Normalmente, não mensuramos o impacto que uma palavra pode ter. Quando falamos sem pensar, podemos ferir e ofender o outro de forma irreversível, ou ainda gerar mágoas que podem durar muito tempo”, dizem as especialistas.

Como melhorar a comunicação na vida a dois

“Os casais precisam estar atentos em como apresentam os problemas durante a discussão. Existem alguns vícios que as pessoas têm na hora de discutir, como interromper o outro ou até mesmo tentar vencer uma discussão em vez de procurar uma negociação boa para o casal. É importante estar atento a isso para melhorar a comunicação na vida a dois”, orienta Denise.

Veja abaixo algumas dicas das especialistas:

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=Estilo de comunicação: procure conhecer o estilo de comunicação de seu(sua) parceiro (a) e tenha consciência de qual é o seu. Cada um tem um jeito de se expressar, especialmente durante discussões. Saber qual é a sua própria tendência colabora para tornar suas ideias mais claras.

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

=Clareza: antes de começar uma discussão, tenha clareza sobre o que vai dizer. Discussões proveitosas são as que têm um objetivo claro. Expressar ideias com clareza é um aspecto importante para deixar os conflitos mais saudáveis.

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=Empatia: entenda as necessidades do outro ou ainda do que o(a) parceiro(a) precisa para se sentir seguro(a). Todas as pessoas têm necessidades emocionais que precisam ser atendidas para que o relacionamento continue a funcionar. Alguns precisam de contato físico, por exemplo, enquanto outros precisam de palavras positivas e elogios. Conhecer a necessidade do outro ajuda a colocar um fim em brigas e discussões de uma maneira saudável.

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=Respeito: priorize respeito, o carinho e valide os sentimentos e frustrações do outro. Reconhecer os sentimentos da outra pessoa é uma parte importante de uma discussão evoluída. “Esse exercício também ajuda a manter o respeito. Reconhecer um sentimento de frustração ou de tristeza em outra pessoa colabora para que o casal trabalhe junto para solucionar problemas”, explica Marina. Responder com respeito e carinho também demonstra que, apesar dos problemas, o amor ainda está acima de tudo.

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=Meça suas palavras: pratique o autocontrole, respire fundo. Busque dizer a si mesmo o que diria ao outro. Evite criticar o outro. Pratique a escuta ativa. Use palavras amáveis, que possam construir e não destruir ou acarretar em mágoas ou em mais conflitos.

“Como dizia o poeta Victor Hugo, ‘as palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade’, portanto, o casal precisa investir para melhorar a comunicação, principalmente nos momentos de conflito”, concluem Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal

Cerimonialista fala como harmonizar bolo e espumante no casamento

Todo mundo adora brindes de casamento: eles são muito bonitos e emocionantes. E, para tornar esse momento ainda mais inesquecível, nada melhor do que ter um espumante que harmonize bem com o cardápio e, principalmente, com o bolo.

Porém, essa é uma combinação que gera muitas dúvidas entre os casais. A cerimonialista Shalimar Catramby, que está a frente da equipe da casa de festas Casuarinas há mais de 10 anos, explica que harmonizar o espumante com o bolo é uma tradição bem antiga e que ajuda a deixar o cardápio mais coerente.

“Existe um monte de teorias para explicar porque determinados sabores combinam mais com outros, mas no que diz respeito a espumantes e bolos fazer essa combinação é bem simples. Quanto mais doce o bolo, mais o espumante parecerá seco. Partindo daí, fica bem fácil escolher tanto o sabor do bolo quanto a opção de espumante que será servido no evento”, explica Shalimar.

Ela conta que o espumante do tipo brut é a opção mais popular para casamentos, pois apesar de seco, ainda tem um pouco de açúcar, o que agrada a maioria das pessoas. “Eles ficam ótimos com praticamente todo tipo de bolo, mas combinam especialmente bem com sabores frutados e menos doces”.

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A cerimonialista conta que os espumantes tipo demi-sec também são opções populares para casamentos. “Eles têm uma boa quantidade de açúcar, harmonizando bem não só com bolo e doces, como também com a maioria dos cardápios. É comum oferecer um demi-sec quando a festa é do estilo bolo com espumante”.

Já os espumantes extra-brut ou nature são os mais secos, não tendo praticamente nada de açúcar. Essa ausência de doçura faz com que esses espumantes não combinem muito bem com doces em geral. “Em geral, apesar de elegantes, eles não deixam a boca com um sabor agradável quando combinados com bolo”.

Shalimar lembra que há também o espumante moscatel, o mais doce de todos, o que o faz combinar muito bem com todo tipo de bolo de casamento. “O espumante moscatel faz muito sucesso, principalmente entre as mulheres, devido a sua doçura. Porém, é também esse motivo que faz muita gente evitá-lo. Portanto, é bom pensar bem antes de optar por este tipo de bebida”.

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Foto: Casuarinas Casa de Festas

A cerimonialista finaliza lembrando que pode ser uma boa ideia fazer a prova do bolo junto com alguns sabores de espumante antes de se decidir. “Dessa forma, fica bem mais fácil saber o que fica mais saboroso, evitando desperdícios tanto de bolo quanto de bebidas na festa”.

Fonte: Casuarinas Casa de Festas

 

Oito sinais de desconexão em um relacionamento

Você já deve ter ouvido falar da importância da conexão para um casal. Estar conectado ao outro vai muito além de conversar no final do dia ou de dormir juntos. Quanto mais longo o relacionamento, maior a chance de desconexão. Isso porque a rotina, o trabalho, os filhos e a falta de tempo são fatores importantes que se não forem bem administrados contribuem para o distanciamento do casal.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, psicólogas, terapeutas de casais e fundadoras do Instituto do Casal, a conexão é algo muito particular de cada casal e pode ser afetada por diversos fatores, como pressão no trabalho, doenças na família de origem, entre outros.

“O importante é estar ciente de que há sinais que podem indicar que esse casal precisa melhorar a conexão e, na maioria dos casos, é possível. Entretanto, na correria diária pode ser difícil perceber com clareza que estamos nos distanciando do(a) parceiro(a)”, comentam.

Para ajudar os casais brasileiros, Denise e Marina listaram os oito principais sinais que podem demonstrar que é hora de se reconectar. Confira:

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1- Preferir usar o celular que conversar com o (a) parceiro (a): hoje, podemos dizer que o celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais. Damos atenção a quem ou ao que está longe e nos distanciamos de quem está ao nosso lado.
Como melhorar: estabeleça um tempo para usar o celular e faça um acordo com o (a) parceiro (a). Evite usar o celular quando estiverem juntos conversando ou fazendo outra atividade a dois.

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2- Fazer atividades isoladas durante uma viagem: viajar é o programa preferido de 75% dos casais brasileiros, segundo pesquisa do Instituto do Casal. Quem não gosta de viajar? Porém, se o casal viaja e cada um faz um programa diferente, é preciso atenção. Claro que não precisam fazer tudo juntos, mas na maior parte do tempo o ideal é aproveitarem o passeio para aumentar a conexão.
Como melhorar: realizar as refeições juntos, fazer caminhadas, programar passeios, namorar, dançar etc. Se um dos parceiros quiser fazer algo sozinho, sem crise. Mas, lembrando que a viagem é uma oportunidade incrível para melhorar a conexão, então atividades em conjunto podem ser mais interessantes.

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3- Ficar sem sexo por um período prolongado: cada casal tem seu tempo quando o assunto é sexo. Há casais que transam todo dia, outros uma vez por mês. O que vale é o acordo que existe. Entretanto, quando o sexo é praticamente inexistente ou ainda feito para “cumprir tabela”, é um claro sinal de desconexão.
Como melhorar: o primeiro passo é conversar abertamente. Algumas perguntas são importantes, como: você ainda sente desejo por mim? Você está com algum problema que eu não sei? Se há problemas físicos, o ideal é procurar um médico. Se a questão é emocional, a terapia pode ajudar.

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4- Não abrir-se com o(a) parceiro(a): meu melhor amigo é o meu amor! Para 81% dos casais brasileiros, essa afirmação é verdadeira. Então, nada mais normal que poder falar sobre seus problemas com o (a) parceiro (a). Se isso não está acontecendo, pode ser um sinal de falta de intimidade e vínculo, que leva à desconexão.
Como melhorar: O(a) seu(sua) parceiro(a) certamente é a pessoa mais indicada para entender e falar com você sobre um problema, afinal vocês estão intimamente ligados e envolvidos. No casamento, temos a chance de sermos verdadeiros e imperfeitos, essa é a mágica. Por isso, mais do que qualquer outra pessoa, o cônjuge deve ser capaz de nos ouvir e nos ajudar.

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Foto: FreeGreatPictures

5- Fazer programações sem incluir o parceiro: a individualidade é fundamental para a saúde de qualquer relacionamento. Porém, se o casal passa mais tempo fazendo atividades isoladas do que juntos, é preciso repensar.
Como melhorar: dedicação ao relacionamento é fundamental. Isso envolve fazer programas juntos, como sair, viajar, ver filmes, fazer esportes ou planos em conjunto. Quando se escolhe ter uma vida a dois, é preciso ceder o tempo todo em prol do relacionamento e isso envolve, inclusive, fazer mais atividades juntos do que separados.

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Foto: FreeGreatPicture

6- Falta de tempo: 50% dos casais brasileiros afirmam que dedicar-se mais ao trabalho e a falta de tempo são os fatores que mais interferem negativamente no relacionamento. A distância é um prato cheio para a desconexão.
Como melhorar:  trabalho é fundamental, mas é preciso buscar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo dedicado ao relacionamento.

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Pixabay

7- Falta de toque, abraços e carícias: a conexão vai muito além do sexo. O casal desconectado é aquele que não se beija, não se abraça, não se toca, anda separado em público etc.
Como melhorar: Por mais longo que seja o relacionamento, não dá para abrir mão de conectar-se fisicamente com o outro. Portanto, beijar, abraçar, dar as mãos, tudo isso é fundamental para aumentar a conexão.

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8- Falta de diálogo:  comunicação é fundamental para qualquer relacionamento. Se o diálogo é inexistente ou se o casal “economiza” nas conversas, é preciso atenção.
Como melhorar:  casamento é um exercício diário de dedicação e investimento. A comunicação é a base da vida a dois. Falar sobre como foi o dia é importante, mas muito mais relevante é falar sobre o amor, sobre a relação, sobre os desejos, os sonhos, as emoções e pensamentos.

“O casamento deve ser um espaço seguro onde o casal possa experimentar amor, alegria e objetivos em comum. Mais do que em qualquer outro relacionamento humano, a vida a dois é uma incrível experiência de conexão. Embora em algumas situações possamos ficar um pouco mais distantes, é possível melhorar, basta querer. Então, mãos à obra”, concluem Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal

Em caso de separação, quem fica com a guarda do animal de estimação?

Este assunto pode causar polêmica e confusão entre famílias; contratar um bom advogado pode resolver a questão; o ideal é que o tema seja tratado com harmonia

Quando casais se separam, ou até famílias se distanciam, mas a paixão pelo animal de estimação continua, é difícil decidir quem fica com a guarda do pet. Por isso, é necessário, muitas vezes, propor acordos de guarda compartilhada, algo que é cada vez mais adotado.

A prática do direito de família é estendida para os animais de estimação. Em casos extremos, o problema acaba sendo solucionado na Justiça. O advogado Paulo Bernardo Filho fala um pouco sobre sua experiência: “A recomendação é que as partes tentem buscar um acordo antes de entrar com ações. Até porque, nesse caso, recorrer à Justiça não garante que o problema seja solucionado. A minha intenção em abordar este assunto é exatamente fomentar a harmonia entre famílias e casais, pois, no final, quem acaba sofrendo são os animais”.

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Foto: InvestireOggi

Existe um projeto de lei no qual, em caso de separação, se estabelece a guarda pelo vínculo afetivo. As partes têm a chance de provar quem possui mais intimidade com o animal — por meio de fotos, por exemplo — e ganhar a guarda definitiva. Ou usufruir de guarda compartilhada. Embora não existam números oficiais, sabe-se que cada vez mais aumentam os casos de pessoas separadas que buscam na Justiça uma solução.

Sobra a polêmica, o advogado finaliza: “Bom senso e sensibilidade nunca são demais. Contar com o equilíbrio para solucionar o problema é a melhor maneira para que a vida do animal seja a melhor possível e dentro das melhores condições, sempre”.

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Fonte: Paulo Bernardo Filho formou-se Bacharel em Direito pela Fundação Álvares Penteado em 2012 e, desde então, atuou em casos que abrangem praticamente todo o Código Penal. Já defendeu os mais variados tipos de clientes e crimes. Possui pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, e é especialista em Crimes Dolosos Contra Vida pela Escola Superior de Advocacia (ESA). Atualmente iniciou um projeto com o intuito de colaborar com aqueles que não têm acesso a uma defesa de qualidade, trabalhando em seu escritório um caso na modalidade pro bono por mês, o que possibilita a defesa de muitos cidadãos que não têm acesso a este tipo de auxílio.

Bazar anual de vestidos de noiva Marie Toscano

Vestidos de noiva deslumbrantes com 50% a 70% de desconto

Esta é uma superdica que podemos dar às amigas, filhas, sobrinhas, irmãs e, claro, para nós mesmas. Afinal, a escolha do vestido de noiva é um dos momentos mais marcantes na preparação do casamento. Mas, nem sempre o modelo dos sonhos é fácil de encontrar. E muitas vezes, pode ser preços salgados.

vestidos com mesa e cadeira ao fundo

A dica imperdível é aproveitar o tradicional bazar anual de vestidos de noiva da estilista Marie Toscano. Famosa por vestir as noivas mais elegantes, Marie Toscano promove de 24 a 26 de agosto uma venda promocional de seus vestidos. Todas as peças do mostruário, confeccionadas em materiais nobres como seda pura e rendas francesas, entram no bazar.

A maioria das peças está com descontos de 50%, mas é possível encontrar peças com até 70%. E o melhor: as costureiras do ateliê fazem ajustes e barra, sem custos extras. Vale lembrar que, por serem peças de mostruário, os manequins variam entre 36 e 40.

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Alguns exemplos:
· Vestido de alcinha com babados de mousseline e renda soutache no busto. De R$ 9.000 por R$ 3.600 (60% de desconto).
· Vestido tomara que caia todo em renda, bolero avulso de mangas longas também em renda e aplique de bordado na cintura. De R$ 15.500 por R$ 6.200 (60% de desconto).
· Vestido tomara que caia em zibeline de seda pura com aplicação de flores de organza de seda e bordado de folhas. De R$ 14.100 por R$ 7.050 (50% de desconto).
· Vestido em mousseline de seda, busto com trabalho de tomas em cetim de seda pura e friso bordado. De R$ 8.800 por R$ 3.500 (60% de desconto).

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Bazar anual de vestidos de noiva Marie Toscano – Descontos de 50% a 70%

24, 25 e 26 de agosto (quinta, sexta e sábado), das 10 às 19hs. Ajustes e barra feitos na loja.

Ateliê Marie Toscano – Rua Dr. Mario Ferraz 510, Itaim. Estacionamento no local.

Informações: (11) 3079-0953 ou atendimento@marietoscano.com.br

 

Ficar viúvo é o segundo maior medo do brasileiro

A morte é um assunto do qual ninguém gosta de falar, mas é um fato inevitável do ciclo vital e também dentro de um relacionamento afetivo. A viuvez é tão assustadora que na pesquisa feita ano passado pelo Instituto do Casal, ocupou o segundo lugar no ranking dos principais medos das pessoas que são casadas ou têm um relacionamento estável.

Perder o(a) parceiro(a) faz parte da história de quem vive um relacionamento estável ou é casado. Porém, a viuvez é uma situação não planejada que leva a vários desdobramentos e mudanças. Uma das mais importantes é a perda do suporte afetivo e quebra da unidade, que já não existe mais.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo, psicóloga, terapeuta de casal e cofundadora do Instituto do Casal, a viuvez pode representar, para muitas pessoas, a perda de um grande amor, de um bom amigo, do suporte financeiro, de um pai ou de uma mãe, de um confidente, enfim, da pessoa que foi escolhida para compartilhar a vida.

“Isso leva ao sofrimento, ao luto e a emoções ligadas ao distanciamento e à sensação de separação. Além disso, ficar viúvo(a) representa, de certa forma, perder parte de si mesmo, daí os sentimentos de solidão e vazio, que são comuns em quem passa por isso. Mas, é justamente esse processo de lidar com a perda que dá a sensação de ser capaz de recomeçar ou de continuar a viver”, comenta a psicóloga.

Viuvez precoce x tardia

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Um ponto que chama a atenção é a diferença na vivência de uma viuvez precoce, ainda na juventude, e uma viuvez mais tardia. Ambas são experiências difíceis, mas cada uma tem suas particularidades. Para Marina Simas de Lima,psicóloga, terapeuta de casal e cofundadora do Instituto do Casal, a viuvez que atinge pessoas mais novas, com filhos ainda pequenos, pode ser muito desafiadora.

“Quem fica vai precisar lidar com várias situações ao mesmo tempo: a perda do (a) parceiro (a), a criação dos filhos, o sustento da casa, a vida profissional e a própria saúde física e mental para lidar com tudo isso. Por outro lado, quem fica viúvo mais tarde tem mais tempo para se recuperar, mas pode se sentir muito mais sozinho e fragilizado, já que em muitos casos os filhos já saíram de casa e vivem suas próprias vidas”, explica Marina.

Em uma idade mais avançada nem sempre é fácil investir em um novo relacionamento, por exemplo. Com isso, o isolamento social é mais comum e acarreta em uma piora do estado de saúde em pessoas que enviúvam mais tarde.

Viver o luto é fundamental

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Independente da idade em que se ficou viúvo (a), o luto precisa ser vivenciado para ressignificar a vida. Viver o luto é importante para reconstruir a vida sem o (a) parceiro (a). Não há um período pré-definido. Cada pessoa terá seu próprio tempo para gerenciar suas emoções e aceitar a perda. É um tempo para se reorganizar e se reestruturar, para chorar, para ficar triste, para recordar e para dar um novo significado a essa nova fase da vida.

Seguindo em frente

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“Gosto muito de pensar que perdemos coisas e não pessoas. As pessoas partem, mas as memórias ficam. A morte faz parte da vida, é inevitável. A viuvez é um convite a repensarmos nossas escolhas, para criarmos novas realidades e testarmos nossa capacidade de resiliência. As lembranças devem sim permanecer de forma saudável para honrar a pessoa que se foi, mas quem fica precisa continuar. Não é um processo fácil, por isso a psicoterapia é muito importante para ajudar a superar esse tipo de acontecimento”, diz Denise.

“A verdade é que ninguém está preparado para a morte e em geral o assunto ainda é um tabu. Cada um vai lidar de uma maneira particular com a viuvez. O importante é viver cada momento de nossas vidas como se fossem os últimos, isso ajuda a superar a perda, pois há menos chance de arrependimentos ou culpa. Sabe aquela frase: não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje? Precisamos pensar mais em ser do que ter, precisamos dedicar mais tempo ao nosso(a) parceiro(a), cultivar os sentimentos e viver bons momentos ao lado de quem amamos, isso é o que realmente importa”, finalizam as psicólogas.

Fonte: Instituto do Casal