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Oito sinais de desconexão em um relacionamento

Você já deve ter ouvido falar da importância da conexão para um casal. Estar conectado ao outro vai muito além de conversar no final do dia ou de dormir juntos. Quanto mais longo o relacionamento, maior a chance de desconexão. Isso porque a rotina, o trabalho, os filhos e a falta de tempo são fatores importantes que se não forem bem administrados contribuem para o distanciamento do casal.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, psicólogas, terapeutas de casais e fundadoras do Instituto do Casal, a conexão é algo muito particular de cada casal e pode ser afetada por diversos fatores, como pressão no trabalho, doenças na família de origem, entre outros.

“O importante é estar ciente de que há sinais que podem indicar que esse casal precisa melhorar a conexão e, na maioria dos casos, é possível. Entretanto, na correria diária pode ser difícil perceber com clareza que estamos nos distanciando do(a) parceiro(a)”, comentam.

Para ajudar os casais brasileiros, Denise e Marina listaram os oito principais sinais que podem demonstrar que é hora de se reconectar. Confira:

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1- Preferir usar o celular que conversar com o (a) parceiro (a): hoje, podemos dizer que o celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais. Damos atenção a quem ou ao que está longe e nos distanciamos de quem está ao nosso lado.
Como melhorar: estabeleça um tempo para usar o celular e faça um acordo com o (a) parceiro (a). Evite usar o celular quando estiverem juntos conversando ou fazendo outra atividade a dois.

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2- Fazer atividades isoladas durante uma viagem: viajar é o programa preferido de 75% dos casais brasileiros, segundo pesquisa do Instituto do Casal. Quem não gosta de viajar? Porém, se o casal viaja e cada um faz um programa diferente, é preciso atenção. Claro que não precisam fazer tudo juntos, mas na maior parte do tempo o ideal é aproveitarem o passeio para aumentar a conexão.
Como melhorar: realizar as refeições juntos, fazer caminhadas, programar passeios, namorar, dançar etc. Se um dos parceiros quiser fazer algo sozinho, sem crise. Mas, lembrando que a viagem é uma oportunidade incrível para melhorar a conexão, então atividades em conjunto podem ser mais interessantes.

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3- Ficar sem sexo por um período prolongado: cada casal tem seu tempo quando o assunto é sexo. Há casais que transam todo dia, outros uma vez por mês. O que vale é o acordo que existe. Entretanto, quando o sexo é praticamente inexistente ou ainda feito para “cumprir tabela”, é um claro sinal de desconexão.
Como melhorar: o primeiro passo é conversar abertamente. Algumas perguntas são importantes, como: você ainda sente desejo por mim? Você está com algum problema que eu não sei? Se há problemas físicos, o ideal é procurar um médico. Se a questão é emocional, a terapia pode ajudar.

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4- Não abrir-se com o(a) parceiro(a): meu melhor amigo é o meu amor! Para 81% dos casais brasileiros, essa afirmação é verdadeira. Então, nada mais normal que poder falar sobre seus problemas com o (a) parceiro (a). Se isso não está acontecendo, pode ser um sinal de falta de intimidade e vínculo, que leva à desconexão.
Como melhorar: O(a) seu(sua) parceiro(a) certamente é a pessoa mais indicada para entender e falar com você sobre um problema, afinal vocês estão intimamente ligados e envolvidos. No casamento, temos a chance de sermos verdadeiros e imperfeitos, essa é a mágica. Por isso, mais do que qualquer outra pessoa, o cônjuge deve ser capaz de nos ouvir e nos ajudar.

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Foto: FreeGreatPictures

5- Fazer programações sem incluir o parceiro: a individualidade é fundamental para a saúde de qualquer relacionamento. Porém, se o casal passa mais tempo fazendo atividades isoladas do que juntos, é preciso repensar.
Como melhorar: dedicação ao relacionamento é fundamental. Isso envolve fazer programas juntos, como sair, viajar, ver filmes, fazer esportes ou planos em conjunto. Quando se escolhe ter uma vida a dois, é preciso ceder o tempo todo em prol do relacionamento e isso envolve, inclusive, fazer mais atividades juntos do que separados.

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Foto: FreeGreatPicture

6- Falta de tempo: 50% dos casais brasileiros afirmam que dedicar-se mais ao trabalho e a falta de tempo são os fatores que mais interferem negativamente no relacionamento. A distância é um prato cheio para a desconexão.
Como melhorar:  trabalho é fundamental, mas é preciso buscar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo dedicado ao relacionamento.

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Pixabay

7- Falta de toque, abraços e carícias: a conexão vai muito além do sexo. O casal desconectado é aquele que não se beija, não se abraça, não se toca, anda separado em público etc.
Como melhorar: Por mais longo que seja o relacionamento, não dá para abrir mão de conectar-se fisicamente com o outro. Portanto, beijar, abraçar, dar as mãos, tudo isso é fundamental para aumentar a conexão.

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8- Falta de diálogo:  comunicação é fundamental para qualquer relacionamento. Se o diálogo é inexistente ou se o casal “economiza” nas conversas, é preciso atenção.
Como melhorar:  casamento é um exercício diário de dedicação e investimento. A comunicação é a base da vida a dois. Falar sobre como foi o dia é importante, mas muito mais relevante é falar sobre o amor, sobre a relação, sobre os desejos, os sonhos, as emoções e pensamentos.

“O casamento deve ser um espaço seguro onde o casal possa experimentar amor, alegria e objetivos em comum. Mais do que em qualquer outro relacionamento humano, a vida a dois é uma incrível experiência de conexão. Embora em algumas situações possamos ficar um pouco mais distantes, é possível melhorar, basta querer. Então, mãos à obra”, concluem Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal

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Em caso de separação, quem fica com a guarda do animal de estimação?

Este assunto pode causar polêmica e confusão entre famílias; contratar um bom advogado pode resolver a questão; o ideal é que o tema seja tratado com harmonia

Quando casais se separam, ou até famílias se distanciam, mas a paixão pelo animal de estimação continua, é difícil decidir quem fica com a guarda do pet. Por isso, é necessário, muitas vezes, propor acordos de guarda compartilhada, algo que é cada vez mais adotado.

A prática do direito de família é estendida para os animais de estimação. Em casos extremos, o problema acaba sendo solucionado na Justiça. O advogado Paulo Bernardo Filho fala um pouco sobre sua experiência: “A recomendação é que as partes tentem buscar um acordo antes de entrar com ações. Até porque, nesse caso, recorrer à Justiça não garante que o problema seja solucionado. A minha intenção em abordar este assunto é exatamente fomentar a harmonia entre famílias e casais, pois, no final, quem acaba sofrendo são os animais”.

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Foto: InvestireOggi

Existe um projeto de lei no qual, em caso de separação, se estabelece a guarda pelo vínculo afetivo. As partes têm a chance de provar quem possui mais intimidade com o animal — por meio de fotos, por exemplo — e ganhar a guarda definitiva. Ou usufruir de guarda compartilhada. Embora não existam números oficiais, sabe-se que cada vez mais aumentam os casos de pessoas separadas que buscam na Justiça uma solução.

Sobra a polêmica, o advogado finaliza: “Bom senso e sensibilidade nunca são demais. Contar com o equilíbrio para solucionar o problema é a melhor maneira para que a vida do animal seja a melhor possível e dentro das melhores condições, sempre”.

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Fonte: Paulo Bernardo Filho formou-se Bacharel em Direito pela Fundação Álvares Penteado em 2012 e, desde então, atuou em casos que abrangem praticamente todo o Código Penal. Já defendeu os mais variados tipos de clientes e crimes. Possui pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, e é especialista em Crimes Dolosos Contra Vida pela Escola Superior de Advocacia (ESA). Atualmente iniciou um projeto com o intuito de colaborar com aqueles que não têm acesso a uma defesa de qualidade, trabalhando em seu escritório um caso na modalidade pro bono por mês, o que possibilita a defesa de muitos cidadãos que não têm acesso a este tipo de auxílio.

Bazar anual de vestidos de noiva Marie Toscano

Vestidos de noiva deslumbrantes com 50% a 70% de desconto

Esta é uma superdica que podemos dar às amigas, filhas, sobrinhas, irmãs e, claro, para nós mesmas. Afinal, a escolha do vestido de noiva é um dos momentos mais marcantes na preparação do casamento. Mas, nem sempre o modelo dos sonhos é fácil de encontrar. E muitas vezes, pode ser preços salgados.

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A dica imperdível é aproveitar o tradicional bazar anual de vestidos de noiva da estilista Marie Toscano. Famosa por vestir as noivas mais elegantes, Marie Toscano promove de 24 a 26 de agosto uma venda promocional de seus vestidos. Todas as peças do mostruário, confeccionadas em materiais nobres como seda pura e rendas francesas, entram no bazar.

A maioria das peças está com descontos de 50%, mas é possível encontrar peças com até 70%. E o melhor: as costureiras do ateliê fazem ajustes e barra, sem custos extras. Vale lembrar que, por serem peças de mostruário, os manequins variam entre 36 e 40.

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Alguns exemplos:
· Vestido de alcinha com babados de mousseline e renda soutache no busto. De R$ 9.000 por R$ 3.600 (60% de desconto).
· Vestido tomara que caia todo em renda, bolero avulso de mangas longas também em renda e aplique de bordado na cintura. De R$ 15.500 por R$ 6.200 (60% de desconto).
· Vestido tomara que caia em zibeline de seda pura com aplicação de flores de organza de seda e bordado de folhas. De R$ 14.100 por R$ 7.050 (50% de desconto).
· Vestido em mousseline de seda, busto com trabalho de tomas em cetim de seda pura e friso bordado. De R$ 8.800 por R$ 3.500 (60% de desconto).

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Bazar anual de vestidos de noiva Marie Toscano – Descontos de 50% a 70%

24, 25 e 26 de agosto (quinta, sexta e sábado), das 10 às 19hs. Ajustes e barra feitos na loja.

Ateliê Marie Toscano – Rua Dr. Mario Ferraz 510, Itaim. Estacionamento no local.

Informações: (11) 3079-0953 ou atendimento@marietoscano.com.br

 

Ficar viúvo é o segundo maior medo do brasileiro

A morte é um assunto do qual ninguém gosta de falar, mas é um fato inevitável do ciclo vital e também dentro de um relacionamento afetivo. A viuvez é tão assustadora que na pesquisa feita ano passado pelo Instituto do Casal, ocupou o segundo lugar no ranking dos principais medos das pessoas que são casadas ou têm um relacionamento estável.

Perder o(a) parceiro(a) faz parte da história de quem vive um relacionamento estável ou é casado. Porém, a viuvez é uma situação não planejada que leva a vários desdobramentos e mudanças. Uma das mais importantes é a perda do suporte afetivo e quebra da unidade, que já não existe mais.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo, psicóloga, terapeuta de casal e cofundadora do Instituto do Casal, a viuvez pode representar, para muitas pessoas, a perda de um grande amor, de um bom amigo, do suporte financeiro, de um pai ou de uma mãe, de um confidente, enfim, da pessoa que foi escolhida para compartilhar a vida.

“Isso leva ao sofrimento, ao luto e a emoções ligadas ao distanciamento e à sensação de separação. Além disso, ficar viúvo(a) representa, de certa forma, perder parte de si mesmo, daí os sentimentos de solidão e vazio, que são comuns em quem passa por isso. Mas, é justamente esse processo de lidar com a perda que dá a sensação de ser capaz de recomeçar ou de continuar a viver”, comenta a psicóloga.

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Um ponto que chama a atenção é a diferença na vivência de uma viuvez precoce, ainda na juventude, e uma viuvez mais tardia. Ambas são experiências difíceis, mas cada uma tem suas particularidades. Para Marina Simas de Lima,psicóloga, terapeuta de casal e cofundadora do Instituto do Casal, a viuvez que atinge pessoas mais novas, com filhos ainda pequenos, pode ser muito desafiadora.

“Quem fica vai precisar lidar com várias situações ao mesmo tempo: a perda do (a) parceiro (a), a criação dos filhos, o sustento da casa, a vida profissional e a própria saúde física e mental para lidar com tudo isso. Por outro lado, quem fica viúvo mais tarde tem mais tempo para se recuperar, mas pode se sentir muito mais sozinho e fragilizado, já que em muitos casos os filhos já saíram de casa e vivem suas próprias vidas”, explica Marina.

Em uma idade mais avançada nem sempre é fácil investir em um novo relacionamento, por exemplo. Com isso, o isolamento social é mais comum e acarreta em uma piora do estado de saúde em pessoas que enviúvam mais tarde.

Viver o luto é fundamental

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Independente da idade em que se ficou viúvo (a), o luto precisa ser vivenciado para ressignificar a vida. Viver o luto é importante para reconstruir a vida sem o (a) parceiro (a). Não há um período pré-definido. Cada pessoa terá seu próprio tempo para gerenciar suas emoções e aceitar a perda. É um tempo para se reorganizar e se reestruturar, para chorar, para ficar triste, para recordar e para dar um novo significado a essa nova fase da vida.

Seguindo em frente

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“Gosto muito de pensar que perdemos coisas e não pessoas. As pessoas partem, mas as memórias ficam. A morte faz parte da vida, é inevitável. A viuvez é um convite a repensarmos nossas escolhas, para criarmos novas realidades e testarmos nossa capacidade de resiliência. As lembranças devem sim permanecer de forma saudável para honrar a pessoa que se foi, mas quem fica precisa continuar. Não é um processo fácil, por isso a psicoterapia é muito importante para ajudar a superar esse tipo de acontecimento”, diz Denise.

“A verdade é que ninguém está preparado para a morte e em geral o assunto ainda é um tabu. Cada um vai lidar de uma maneira particular com a viuvez. O importante é viver cada momento de nossas vidas como se fossem os últimos, isso ajuda a superar a perda, pois há menos chance de arrependimentos ou culpa. Sabe aquela frase: não deixe pra amanhã o que você pode fazer hoje? Precisamos pensar mais em ser do que ter, precisamos dedicar mais tempo ao nosso(a) parceiro(a), cultivar os sentimentos e viver bons momentos ao lado de quem amamos, isso é o que realmente importa”, finalizam as psicólogas.

Fonte: Instituto do Casal

Lingerie para o mês das noivas

O cuidado com cada detalhe do casamento exige especial atenção à lingerie. Afinal, não há momento mais propício para que a underwear entre em cena com tudo o que tem direito. Além de proporcionar conforto durante a cerimônia e a festa, é ela, a lingerie que vai atrair toda a atenção no final. E lembrando que nada como uma lingerie certa para fazer com que a mulher se sinta mais poderosa e confiante!

A DeMillus desenvolveu a coleção Tatiana, pensando no durante e no após a cerimônia. Numa combinação de elastano com tule bordado, cor pérola, as peças vêm para agradar aquela noiva que quer esbanjar sofisticação e sensualidade, com muita elegância. Sem esquecer o conforto, primordial para que a noite possa curtida do começo ao fim.

O sutiã top Tatiana traz beleza, sofisticação e conforto. Tem taças moldadas e suporte, além de barbatanas nas laterais. Preço sugerido: R$ 55,00. Tamanhos: 42 a 48. A calça de cintura baixa tem forro em malha 100% algodão e frente toda bordada. (R$ 20,00; tamanhos P a EG).

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Para a noite de núpcias, a camisola Tatiana, em jersey de microfibra e alças finas que se cruzam nas costas, é a opção para fechar com muito estilo um dia intenso e tão especial. Preço sugerido: R$ 60. Tamanhos: P a XG.

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E a lua de mel, como será?

Lingerie já escolhida para a cerimônia? É hora de pensar no que vem depois

Quer ocasião melhor para a lingerie assumir seu protagonismo do que durante a lua de mel? É quando ela pode exibir toda a sua sensualidade e beleza e fazer a diferença… Então, todo o capricho na escolha!

DeMillus traz várias novidades para noivas e para toda mulher que gosta de se sentir sexy e poderosa. O que dizer do sutiã Negri com costas estilo nadador com um bem planejado decote? É confeccionado em renda elástica com desenho de zebra, na cor preta. Tem taças em espuma moldada e suporte (R$ 45,00).

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Acompanha o biquíni em tule levemente transparente (R$ 18,00), além da camisola Negri, também levemente transparente com alças finas cruzadas nas costas (R$ 50,00).

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Pura sensualidade é o que sugere o sutiã Aubade, em renda elástica, com decote diferenciado nas costas (R$ 42,00). Para acompanhar, fio-dental Aubade, leve e aderente (17).

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Para finalizar, o sutiã Iridien é todo sofisticação. Confeccionado em renda elástica com taças em espuma moldada e suporte (R$ 50,00). O biquíni Iridien vem com costas em microfibra elástica e detalhe em renda na frente (R$ 18).

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Informações: DeMillus – SAC: 21 3545-5000 – sac@demillus.com.br

Faça uma Festa de Divórcio e deixe a tristeza de lado com o fim do casamento

Comemorar o fim do relacionamento, para algumas pessoas pode ser bem estranho, para outras nem tanto. O tema que já é bem comum em outros países, especialmente nos Estados Unidos, está ganhando força no Brasil, fazendo com que o término não seja tão doloroso e sofrido.

A Festa de Divórcio assemelha-se a uma de casamento, porém, a diferença fica por conta da temática, com os rituais e itens peculiares, como bolo dividido ao meio, doce “bem-separado”, ao invés do bem-casado, atrações divertidas, a aliança é martelada, o buquê queimado, entre outros.

“Depois de fazer em 2009 a minha festa de divórcio neste formato, as pessoas começaram a me procurar para fazer também. Para mim, foi uma forma de seguir em frente e não ficar amargurada, mostrar para minha família e amigos que não queria sofrer. E o melhor de tudo, ainda fiz dessa comemoração um negócio”, diz a empresária Meg Sousa.

Utilizada como um “rito de passagem”, no país ainda são poucos os casais que comemoram juntos como no exterior, a maioria dos adeptos são mulheres, que fazem da Festa de Divórcio uma forma de libertação.

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Meg explica que eventos desse tipo podem ser simples, para até 20 convidados, ou grandiosas, para 200 convidados. E que é um evento divertido, que serve para quebrar o tabu que diz que esse momento deve ser sempre triste.

Informações: Festa de Divórcio

Sete passos para superar uma separação conjugal

A separação de um casal, depois de algumas tentativas, às vezes é inevitável. Não é porque o relacionamento chegou ao fim que não deu certo. Muito pelo contrário, pode ter dado muito certo, pois há casais que viveram felizes por anos, construíram uma família, criaram os filhos juntos e agora cada um buscará novos rumos.

“Precisamos estar abertos para a nova fase e, consequentemente, darmos uma nova chance de felicidade. Afinal dor de amor se cura com outro amor”, afirma psicanalista Lelah Monteiro, terapeuta familiar e educadora sexual.

Segundo a especialista, o grande erro de algumas recém-separadas é buscar amores casuais quando ainda estão fechando uma ferida. Relacionamento sem compromisso não pode ter cobrança no início, tem que começar aos poucos, conhecer as pessoas e, principalmente, se redescobrir. Há tempos em uma relação, a pessoa acaba se anulando, não fazendo o que gosta por causa do outro.

“Autoestima é a palavra da vez nestes casos, ter amor próprio, quebrar seu próprio tabus e crenças antigas. Mas por medo de se machucarem, por outro lado, se fecham e não curtem as novas experiências”, explica Lelah.

Ela alerta para as culpas e preocupações excessivas, por exemplo, como filhos, casa e parentes. “A gente acaba se sabotando. Infelizmente é uma caraterística da mulher, que acha que vai fracassar outra vez”.

A seguir, a especialista sugere sete passos para superar uma separação conjugal:

1- Cuide de sua saúde física e mental. Que tal voltar a fazer aquela caminhada matinal ou entrar em uma aula de dança?

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2- Separe um tempo para sair com as amigas, ir ao shopping ou aquele barzinho para uma happy hour?

3- Mude a cor e modelo do cabelo. Um novo visual faz milagres.

4- Sabe aquela viagem que tanto queria fazer? Chegou a hora. Inspire-se no final do filme com a atriz Julia Roberts: Comer, Rezar e Amar!

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Javier Bardem e Julia Roberts em cena de Comer, Rezar e Amar

5- Tente conversar sempre francamente com seus filhos e parentes sobre a separação

6- Se puder, tenha uma relação amigável com seu ex-marido. Esse convívio social é importante para os filhos e netos.

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

7- Conheça seu corpo, se toque, saiba como ter prazer também sozinha. Por que não? Há no mercado muitos acessórios e brinquedos eróticos.

Fonte: Lelah Monteiro

 

Vestidos de noiva com até 50% de desconto na Emannuelle Junqueira

Emannuelle Junqueira, marca conhecida por seu trabalho rico e delicado com noivas e sua linha autoral prêt-à-porter, coloca seus vestidos de noiva de coleções anteriores com descontos de até 50%. O bazar acontecerá nos dias 2 e 3 de dezembro em São Paulo (SP), na loja da marca.

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Serviço:
Endereço: Rua Peixoto Gomide, 1805 – Jardim Paulista – São Paulo (SP)
Horário de Funcionamento: 2af a 6af das 10h às 19h e sábado das 10h às 17h.
Obs: vestidos à pronta-entrega. Ajustes poderão ser feitos, porém serão cobrados.

Acerte na escolha das bebidas do casamento

O que servir em um casamento e qual a quantidade certa de cada bebida são dúvidas bastante frequentes entre noivas e noivos. Afinal, muitos deles organizam o evento por conta própria e, por causa da inexperiência, acabam comprando bebidas demais (ou de menos). Por isso, a cerimonialista Shalimar Catramby ensina como acertar na escolha das bebidas do casamento.

Geralmente quem faz o cálculo de bebidas é o buffet responsável pelo casamento, pois é ele que serve os convidados. No entanto, se o buffet não fornecer as bebidas, ou parte delas, é preciso providenciar uma quantidade adequada de bebidas para a quantidade de convidados confirmados no evento. “Muita gente prefere até comprar um pouco a mais de bebidas, pois tem gente que não confirma presença mas resolve ir de última hora, e é sempre melhor sobrar um pouco de bebida do que faltar”, comenta Shalimar.

Para calcular a quantidade aproximada de bebida que cada convidado vai consumir, a cerimonialista diz que é preciso levar em conta o tipo de casamento, a duração do evento e o número de pessoas convidadas. “Em eventos no verão, as pessoas bebem muito mais água, refrigerante e cerveja. Já no inverno, preferem bebidas como vinho e uísque. Além disso, quanto mais longo o evento, mais as pessoas vão consumir”.

Para os noivos não fazerem feio no dia do casamento, Shalimar ensina como os buffets para casamento calculam as bebidas para um evento de 4 a 5 horas:

-Água: de 200 ml a 600 ml por pessoa, dependendo da época do ano;

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-Refrigerantes: 400 ml por pessoa se houver outras bebidas e 600 ml para eventos sem bebidas alcoólicas;

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Foto: Arker

-Cerveja: uma garrafa por convidado para festas sem outras bebidas alcoólicas. Em festas que também tenha vinho, 1 garrafa de cerveja para 4 pessoas basta. Para festas com cerveja, vinho e uísque, calcule 1 garrafa para 6 pessoas;

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-Uísque: cada garrafa possui 20 doses, servindo em média 10 pessoas.

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Foto: Iván Melenchón / Morguefile

-Vinho branco e tinto: se o vinho for servido somente durante a refeição, uma garrafa serve 4 pessoas. Para festas em que o vinho será servido durante todo o evento, leve em conta uma garrafa para 2 pessoas.

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-Espumante: se for servido somente para um brinde, uma garrafa de espumante serve 8 pessoas. Em festas de casamento em que o espumante é servido durante todo o evento, uma garrafa serve 2 pessoas.

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A cerimonialista ainda ressalta que, em festas com open bar, em que o barman prepara drinks na hora, a quantidade de bebidas alcoólicas pode ser menor. “Muitos convidados acham muito mais interessante tomar caipirinhas e drinks do open bar, então essas quantidades podem diminuir um pouco. No entanto, calculando assim, é quase impossível faltar bebida e a sobra será mínima”, finaliza Shalimar.

Fonte: Casuarinas Casa de Festas

Saiba quais são as músicas mais dançadas nos casamentos

Especialista dá dicas sobre como escolher a Primeira Dança do casal

Seguido da cerimônia, a Dança dos Noivos é o momento mais aguardado pelos convidados. Tradicionalmente a música é um rito de apresentação social do casal, já como marido e mulher, um momento a dois diante da família provando, com a dança, o quanto estão prontos para serem um só. Com o tempo as músicas evoluíram junto com as linhagens de Valsa, e, hoje, existem diversas opções que combinam charme, elegância e romantismo de acordo com o estilo de cada contratante.

As modalidades de dança mais pedidas com base nas musicas são: Vienese Waltz, Foxtrot,Tango, Bolero e o eterno Classic Waltz. Músicas de coreografias temáticas e de filmes também são bem procuradas como: “Dirty Dancing”, “Vem Dançar”, “A Bela e a Fera”, “Encantada” e “Cindelera (2015)”, entre outros.

Sobre a escolha da música para a dança, o CEO do Núcleo de Dança dos Noivos, Bruno Arcanjo, afirma: “Apesar de fazerem tudo de comum acordo e em conjunto, a noiva é quem mais opina e sugere e, mesmo quando o noivo é bem participativo, é ela quem dá a ultima palavra na hora de decidir. O contrário raramente acontece”.

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A música mais tocada em 2015 foi “Thinking Out Loud”, de Ed Sheeran, em virtude de ter participado da trilha de uma novela de sucesso, ter uma letra marcante, romântica e, acima de tudo, pelo falo do videoclipe ter uma coreografia dançada pelo próprio cantor. “Em segundo lugar das músicas mais dançadas, podemos mencionar a eterna ‘Time of My life’ do filme Dirty Dancing”, declara Bruno.

Até o fim do primeiro semestre de 2016 as músicas mais pedidas pelos casais foram: “Everything” – Michael Buble, “Photografy” – Ed Sheeran, “A Thousend Years” – Cristina Perry, “You and Me” – Lifehouse e “Lucky” – Jason Mraz. “No Núcleo, os noivos escolhem a música, o estilo que quer dançar e o professor monta uma coreografia especial que represente o casal durante a dança realizada” explica Arcanjo.

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Para uma dança bem executada é necessário muito ensaio e dedicação por parte do casal, “Basicamente, os cursos podem ser definidos entre quatro até 30 horas, dependendo da escolha da música e do perfil do projeto, se envolve padrinhos ou pais, mas no geral, o prazo para que se tenha um bom resultado e uma dança bem realizada, é de 15 horas de ensaio” explica o CEO da empresa.

E você, qual música escolheu ou escolheria?

Informações: Núcleo de Dança dos Noivos