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ONG pretender tornar a cirurgia plástica mais acessível

Cobrindo alguns custos, organização consegue tornar sonhos em realidade

Diversas pessoas têm o sonho de realizar uma cirurgia plástica, algumas delas porque realmente necessitam, outras ainda porque não estão satisfeitas com o seu corpo. De fato, quem nunca quis mudar uma coisa ou outra para se sentir esteticamente mais bonito? No entanto, uma cirurgia plástica não é brincadeira! Depois de tomada a decisão, fica a pergunta: “E agora? Como poderei pagar? Quem devo procurar?”. Foi por causa desse “sonho” que surgiu a ONG Social Care.

Antigamente as cirurgias plásticas eram vistas como procedimentos de luxo, poucos podiam recorrer a elas. Nos dias atuais já existem facilitadores, devido ao crescimento da necessidade, do bem-estar social e da elevação da autoestima. A Social Care conseguiu então reunir diversos parceiros confiáveis e devidamente creditados perante a lei para propiciar o acesso de cirurgias plásticas aos menos favorecidos. “Buscamos parcerias no intuito de minimizar os custos do paciente, tornando-o o mais nulo possível”, afirma Sonia Inglat Acioli, presidente da ONG.

Atualmente, a Social Care, no que se refere aos procedimentos, oferece gratuitamente aos pacientes as consultas de avaliação e de pós-operatório (não importando a quantidade que seja necessária), os curativos do pós-operatório, os honorários do médico cirurgião, os honorários do assistente e da instrumentação cirúrgica.

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O cliente que for aprovado pela ONG deverá arcar ainda com os custos de exames laboratoriais, cinta pós-operatória, meia elástica compressiva, internação hospitalar e o honorário do anestesista. “Infelizmente ainda não conseguimos cobrir todas as despesas, mas já diminuímos bastante os custos e estamos buscando melhorar ainda mais estas condições”, afirma.

Os pacientes podem procurar a ONG para dar início ao seu cadastro e requerimento para participar da seleção e, após 20 dias da sua primeira consulta, a ONG retorna para ele para começar os procedimentos com os exames laboratoriais e a assinatura de um contrato.

Com os resultados dos exames, é feita uma nova avaliação e, por fim, será agendada a cirurgia, na qual o paciente deve ficar oito horas de jejum. Os materiais do pós-operatório que sejam necessários, como a cinta e a meia elástica, a ONG acredita ser melhor que o paciente as adquira no próprio local, para que tenham a certeza de que estão levando o que foi recomendado pelo médico-cirurgião.

Vale lembrar que a ONG trabalha com hospitais referenciados e médicos especialistas e credenciados, portanto são perfeitamente capacitados pela legislação a realizar estes tipos de procedimentos.

Informações: Social Care

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PMMA: entenda os riscos deste preenchimento

De tempos em tempos, este assunto volta ao noticiário: uma pessoa morre ao fazer um procedimento estético ou mesmo uma cirurgia plástica. O mais recente ocorreu com uma mulher de 46 anos que fez um procedimento com PMMA nos glúteos. Ela foi atendida na casa do médico, e não em uma clínica, o que seria o correto, teve complicações e acabou morrendo.

Conhecido por seus efeitos de preenchimento, modelagem facial e corporal, o PMMA (polimetilmetacrilato), que ganhou fama como bioplastia – a plástica sem bisturi – atrai mulheres pela proposta sedutora de propor resultados instantâneos, pode provocar danos à saúde de imediato ou em longo prazo se aplicado de maneira indevida.

Segundo o cirurgião plástico Giancarlo Dall´Olio, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o PMMA só pode ser utilizado em casos específicos e em pequenas quantidades: “Devido à baixa qualidade do produto existente no mercado nacional, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu o uso de diversas marcas dessa substância, mas há algumas que atendem as recomendações da agência nacional e são permitidas”.

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O PMMA é um produto composto por microesferas de um material muito parecido com um plástico acrílico e que se espalha pelo tecido da região após sua aplicação. “Este tipo de preenchimento não é recomendado principalmente porque o polimetilmetacrilato não é absorvido pelo corpo e automaticamente endurece dentro da região aplicada como um cimento, causando complicações pela rejeição do organismo”, alerta Giancarlo.

O procedimento geralmente é utilizado na região da face, mas em raríssimos casos. “Hoje em dia há outras técnicas mais seguras como ácido hialurônico, por exemplo. O PMMA nunca pode ser utilizado como um substituto do silicone, como é o caso de pacientes que buscam a técnica para aplicação nos glúteos, coxas e panturrilhas, principalmente porque a dose utilizada é muito maior do que de um simples preenchimento”, esclarece.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica recomenda o PMMA apenas em plásticas reparadoras, como em pacientes com Aids com lipoatrofia facial, que causa a perda da gordura do rosto. De qualquer forma o médico especialista deve ter bom senso na quantidade aplicada.

É importante ressaltar que antes de qualquer procedimento o paciente deve ser avaliado clinicamente e o profissional escolhido, no caso de cirurgiões plásticos, seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Fonte: Giancarlo Dall’ Olio é cirurgião plástico formado pela Faculdade de Medicina do ABC. É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP, Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – CBC e de membro ativo da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética – ISAPS, como mentor e preceptor auxiliando na formação residentes de vários países

Estudo mostra que satisfação com próprio corpo é influenciada pela mídia

Pesquisadores da Universidade de Bristol descobriram que veiculação de imagens de ‘mulheres reais’ pode ajudar a reduzir a insatisfação corporal e risco de transtornos alimentares

Toda vez que você vê fotos de musas fitness no Instagram e de modelos magérrimas nas páginas das revistas, se sente insatisfeita com seu corpo? Além de você não ser a única pessoa a se sentir desta forma, visualizar estas imagens ainda pode fazer mal à saúde. Um estudo recente realizado por um grupo de pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido descobriu que há efeitos na própria percepção e satisfação corporal de acordo com o peso das pessoas que são expostas na mídia, especialmente nas mulheres.

Isso significa que quanto mais a mídia insiste em exibir corpos magérrimos como padrão de beleza, maior é o número de pessoas que desenvolvem transtornos alimentares.

Para chegar ao resultado, a pesquisa foi realizada com dois grupos separados. No primeiro, 90 mulheres entre 18 e 25 anos com IMC (Índice de Massa Corporal) normal, foram divididas aleatoriamente em três para completar, em 15 minutos, uma tarefa usando fotografias de mulheres com “peso normal” (IMC 22-23 kg por m²), ou alteradas para aparentar estar abaixo ou acima do peso.

O segundo foi idêntico, exceto que as 90 participantes apresentaram alta insatisfação corporal e elas foram avaliadas após 24 horas. Também foi realizada uma mega-análise combinando os dois grupos da pesquisa. As participantes avaliaram o tamanho dos corpos das outras, o próprio e sua satisfação com sua própria aparência antes e depois da tarefa.

As avaliações pós-tarefa foram comparadas entre os grupos, ajustando as classificações realizadas antes da tarefa. Participantes expostas a imagens com peso excessivo ou normal, perceberam os corpos das outras menores em comparação com aquelas mostrados abaixo do peso corporal. Elas também perceberam seus próprios corpos menores e se sentiram mais satisfeitas com seu corpo.

Este estudo sugere que um movimento da mídia no sentido de usar imagens de mulheres com um IMC na faixa saudável pode ajudar a reduzir a insatisfação corporal e o risco associado a transtornos alimentares.

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De acordo com médico cirurgião plástico Victor Cutait, o resultado do estudo pode ser facilmente compreendido com a questão corpo versus autoestima. “A partir do momento em que as mulheres passam a ter uma beleza real como referência, o nível de cobrança consigo mesmas diminui. Elas percebem que não precisam ser magérrimas com corpos esculturais e que é permitido serem simples mortais, por isso se sentem mais felizes com seus corpos, exatamente como devem ser”.

O Brasil é o segundo país no mundo que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Cutait acredita que, caso a mídia como um todo passasse a utilizar imagens de ‘mulheres reais’, os procedimentos estéticos desnecessários também diminuiriam drasticamente.

“A beleza não é um padrão, as pessoas precisam respeitar o seu próprio padrão, sua genética, não adianta querer ser o que não é, pois nenhum cirurgião plástico conseguirá fazer isso. A pessoa pode ser bonita sim sendo o que é. A cirurgia plástica não deve ser feita para se alcançar algo imposto pela sociedade, pelo marido, pelas amigas. É preciso fazer para satisfazer a si mesmo. Só assim a cirurgia é recomendada”, diz o médico.

A insatisfação corporal é um fator de risco para transtornos alimentares e, por isso, alterar a percepção sobre a aparência pode ser usado como uma forma de reduzir a insatisfação corporal e suas consequências negativas.

Victor Cutait é médico cirurgião plástico e tem o Canal Energia da Beleza no Youtube

Reconstrução imediata da mama garante melhor qualidade de vida

Outubro rosa é um movimento importante para conscientizar, de forma exaustiva, os meios de prevenir e diagnosticar precocemente o câncer de mamas. “Com os recursos da medicina moderna, grande parte dos tumores são curáveis desde que diagnosticados precocemente”, analisa a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

“No caso das mamas, elas representam a feminilidade, conferindo contorno ao corpo da mulher ao mesmo tempo em que produz leite e aplaca a fome do filho. A retirada da mama implica na perda destas sensações e, consequentemente, de parte do poder feminino. A cirurgia de reconstrução de mamas devolve a anatomia, restabelece o contorno reabilitando a forma feminina da mulher e melhora a autoestima após a mutilação necessária para o tratamento do câncer”, acrescenta a médica.

De acordo com a especialista, estudos mostram que a sobrevida e a qualidade de vida da paciente são melhores quando a reconstrução é imediata, ou seja, quando é feita na mesma cirurgia da retirada da mama. “Porém, em alguns casos isso não é possível por estadiamento do tumor, ou condições clínicas da paciente para enfrentar cirurgia maior. A decisão é feita pela equipe médica visando o melhor à paciente”, comenta.

A médica argumenta que a simples retirada do tumor pode ser suficiente e, dependendo das células envolvidas, mesmo em tumores pequenos a retirada de toda a mama é necessária, ou ainda deve ser complementada com radioterapia, quimioterapia ou ainda hormonoterapia.

“Tumores maiores, diagnosticados mais tardiamente requerem tratamentos mais amplos, demorados e mais agressivos”, afirma. Como a mama não é um órgão vital, é possível viver funcionalmente sem mamas. Muitas pacientes, de acordo com a médica, optam por não reconstruir as mamas após o câncer, com medo da cirurgia, felicidade por ter sobrevivido e ou até mesmo por considerar as marcas da cirurgia como um troféu por terem sobrevivido à doença. “O que importa é a mulher sentir-se bem e feliz consigo mesma após o câncer de mama”, diz.

Para quem decide optar pela cirurgia,  Beatriz afirma que a reconstrução de mamas deve ser muito bem discutida e decidida em conjunto entre a equipe de mastologia, cirurgia plástica e a própria paciente. “Todos os riscos, expectativas, opções de tratamento precisam estar bem explicados para o sucesso do tratamento.”

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Opções de reconstrução das mamas

A especialista diz que tudo depende da quantidade de pele, gordura e glândula que precisou ser retirada na cirurgia. “O mastologista retira a quantidade de tecidos necessária para garantir a extirpação total do tumor com segurança. Se diagnosticado precocemente, um tumor pequeno e com diagnóstico histológico favorável, é feita retirada somente da parte afetada da mama – o que chamamos de quadrantectomia. Nestes casos uma cirurgia de modelagem da mama, com ou sem colocação de prótese mamária, deixando simétrica com o outro lado pode ser suficiente, ou então podemos reduzir a outra mama”, diz a médica.

Já em casos mais avançados, onde a mama toda é retirada, o nome do procedimento é mastectomia. “Se for possível preservar pele e músculo, uma prótese é colocada sob o músculo peitoral, se não há espaço suficiente, podemos colocar um expansor, que é uma prótese que será preenchida de soro, aos poucos, no consultório do cirurgião plástico para expandir gradualmente os tecidos e permitir a colocação de prótese de silicone com consistência e formato muito próximos ao de uma mama normal em outra cirurgia posteriormente”, conta.

O expansor pode também ser colocado se for necessária radioterapia pós-operatória. A radioterapia altera e deixa a pele muito frágil – e aumentam os riscos de complicações com as próteses.

Quando a retirada da pele também é necessária, é necessário utilizar tecidos de outros lugares para tratar. “Pode ser utilizada pele da região lateral do tórax, pele e músculo grande dorsal da região das costas, ou ainda pele da região inferior do abdome. A decisão vai depender levando em consideração a quantidade e qualidade dos tecidos da paciente associadas ao tamanho do tecido retirado pelo mastologista”, conta. “As opções são várias e o cirurgião plástico sempre vai optar pelo melhor possível a oferecer ao paciente. Muito difícil se obter um resultado ideal em apenas um procedimento, normalmente são necessárias duas ou mais cirurgias”, argumenta.

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As mamas ficam como eram antes?

“É muito importante discutir as expectativas. Nas mastectomias, a mama será substituída por prótese de silicone ou músculo ou tecido de outra parte do corpo. Nunca será como a mama anterior, composta de glândula e tecido gorduroso. Por mais que as próteses de silicone tenham evoluído e conferem aspecto o mais natural possível, sempre serão mais consistentes que a mama original. Além disso, não é possível preservar a sensibilidade da mama”, explica.

No caso da aréola e do mamilo, eles podem ser reconstruídos após obtido aspecto final das mamas. “Uma grande opção para restaurar a aréola é a pigmentação ou tatuagem na mesma cor e tamanho da aréola contralateral. O mamilo pode ser reconstruído com pele do próprio local ou enxerto de outras áreas como parte do mamilo da outra mama, pele da vulva ou região da virilha. Importante lembrar que a sensibilidade não é restabelecida.”

Existem riscos?

Os riscos são como qualquer outra cirurgia, de acordo com a médica: pré-operatório rigoroso com exames de sangue e avaliação cardíaca são importantes para minimizar esses riscos. Em relação ao local a ser operado, vai depender da técnica utilizada, importante discutir os riscos com o cirurgião. O importante é enfrentar o câncer de mama com a certeza que tudo vai dar certo, a equipe de médicos deverá estar sempre junto apoiando e garantindo que o melhor foi feito para que a paciente saia restabelecida e viva feliz.

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Prevenção do câncer de mamas

A médica diz algumas medidas podem ajudar a prevenir o câncer de mamas, baseado em importantes estudos científicos:

– Dieta balanceada: rica em frutas e vegetais e com pouca gordura;

– Evitar sobrepeso: obesidade está relacionada ao aumento do risco de vários canceres, incluindo o de mamas;

– Atividades físicas regulares: 1 hora, 3 dias por semana;

– Quando amamentar: fazê-lo pelo maior número de meses possível;

– Evitar: ingestão alcoólica excessiva.

“O diagnóstico de câncer, em qualquer origem ou local assusta e coloca o paciente numa sensação de impotência e fragilidade. É onde se dá conta que realmente somos mortais e não temos ninguém a quem culpar. Simplesmente aconteceu. O câncer de mama, em virtude de ser um órgão externo é de diagnóstico fácil. A simples palpação pela mulher na hora do banho ou ao se trocar, como amplamente divulgado por orientações do autoexame, é capaz de acender uma luz de alerta”, diz. Por fim, a médica reforça a importância de procurar regularmente o ginecologista para exames de prevenção como mamografia, ultrassonografia ou ressonância nuclear magnética de mamas.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL e é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery) e da American Society of Plastic Surgery (ASPS)

 

 

Alimentos que auxiliam na recuperação após uma cirurgia plástica

Carnes magras, peixes, vitamina C e beber bastante água são super importantes para um procedimento sem complicações e resultados satisfatórios

Uma alimentação balanceada sempre faz bem ao corpo. Na hora de realizar uma cirurgia plástica, isso se torna ainda mais importante. Um cardápio equilibrado fornece as ferramentas necessárias para a manutenção do sistema imunológico, deixando o corpo pronto para os métodos evasivos e um pós-operatório sem complicações e com melhores resultados.

De acordo com o cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Tiago André Ribeiro, a paciente deve mudar seus hábitos alimentares ao iniciar o pré-operatório. Fast-foods, refrigerantes, biscoitos, carnes gordas e frituras também estão fora de cogitação para quem vai passar por um procedimento cirúrgico.

“Alimentos que contenham níveis significativos de gordura saturada, açúcar refinado e industrializados devem ser evitados nesta fase. Eles interferem na cicatrização e no sistema imunológico da paciente”, alerta o cirurgião plástico.

O recomendado é ingerir carnes magras e peixes, que colaboram na produção de colágeno e auxilia na recuperação e cicatrização dos tecidos. Ainda assim, devem ser consumidas de forma equilibrada, tanto no pré-operatório quanto após.

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Alimentos ricos em ômega 3 e óleos vegetais também podem ser incluídos na dieta. Alimentos ricos em ferro também auxiliam na prevenção de anemia e cicatrização. A vitamina C também é um forte aliado para o bem estar da paciente”.

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Eles diminuem a chance de qualquer reação inflamatória que o organismo possa ter. Limão, acerola, laranja, vegetais verde-escuro, em geral, aumentam a imunidade, a absorção de ferro e a formação de colágeno no organismo”, explica doutor Tiago.

Fibras

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As fibras auxiliam na diminuição da constipação intestinal no pós-operatório, além de ajudarem na circulação sanguínea.

Iogurte e leite

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Consumir iogurte e leite equilibra a flora intestinal que facilitam a digestão e a absorção de nutrientes.

Líquidos

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Manter o corpo hidratado ajuda bastante a eliminar o inchaço do procedimento cirúrgico. Beber três litros de água por dia é algo primordial. O consumo de suco de frutas naturais e água de coco, um isotônico natural, ajudam o corpo a reter a água e o sódio no organismo. “Ao seguir este cardápio, seu organismo vai estar protegido contra infecções e ajudar na recuperação pós-cirúrgica”, finaliza Tiago Ribeiro.

Fonte: Tiago Ribeiro é cirurgião plástico especialista pelo Hospital Santa Marcelina, de São Paulo, Tiago André Ribeiro é graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atende nas cidades de: Toledo e Marechal Cândido Rondon

 

Silicone com chip é revolução na cirurgia de prótese de mama

Microchip pode armazenar informações importantes sobre a prótese de silicone como data da fabricação, além do número de série, formato, modelo, volume e data de colocação na paciente

Há 55 anos foi realizada a primeira cirurgia mamária de aumento relacionada à estética, nos Estados Unidos. Desde então, o número de cirurgias para colocar silicone só cresceu. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), divulgados no segundo semestre de 2016, no ano de 2015 foram realizadas mais de 2.577.810 cirurgias no mundo. No Brasil foram cerca de 358.655 mil intervenções cirúrgicas relacionadas à estética com objetivo de aumentar, suspender, corrigir a flacidez ou diminuir os seios.

“O Brasil avançou bastante em relação aos outros países, não apenas no aprimoramento técnico por parte dos cirurgiões, mas na assimilação de tecnologias de ponta. Atualmente, contamos com duas grandes novidades no setor de cirurgia plástica, são elas: o silicone com microchip e o Scanner 3D. Ambas têm finalidades diferentes, mas estão inseridas no contexto da plástica mamária”, explica o cirurgião plástico responsável pelo Centro de Referência em Cirurgia Mamária do Hospital Moriah, Alexandre Mendonça Munhoz.

O silicone com chip é um implante inteligente, pois o microchip armazena informações como número de série da prótese, tamanho, volume e data de colocação na paciente. Está inserido no conceito de segurança presente na maioria dos hospitais acreditados que é a segurança, identificação e rastreabilidade dos implantes/órteses. Isso evita problemas futuros como, por exemplo, a troca da prótese.

“As mulheres ficam anos com uma prótese, e os modelos mais modernos podem chegar a quase duas décadas. No momento da troca ela não se lembra de informações básicas para o cirurgião fazer o correto planejamento, ou as mesmas foram extraviadas, como volume, marca e tamanho. O microchip serve para esses casos que se perdem em nossa memória com o tempo, pois o chip agrupa e guarda esses dados, dentro da prótese, e ficam acessíveis por meio de um leito externo a qualquer momento”, completa Munhoz.

Microchip de 4 mm guarda informações como número de série da prótese tamanho volume e data de colocação na paciente

O chip, com 4 mm, conta com um armazenamento com longa duração, fica localizado dentro da prótese e permite a rastreabilidade de muitas referências. Após a cirurgia, esses dados são acessados por meio de radiofrequência, com um leitor externo. “Esta prótese é a primeira do mundo com revestimento construído por meio da nanotecnologia. Estudos relacionados demonstram maior durabilidade, resultados melhores a longo prazo, redução nos níveis de contratura muscular, entre outros benefícios”, detalha o cirurgião.

Munhoz também adianta que há pesquisas em andamento com microchips que fornecem informações como temperatura, pressão interna do implante e alterações químicas referentes ao silicone.

Fonte: Hospital Moriah

 

Depois da cirurgia, a cicatriz vai ficar para sempre?

Quem passa por uma cirurgia plástica, além de estar atento ao procedimento, fica preocupado com a marca que ela vai deixar, ou seja, a cicatriz. Em qualquer cirurgião, o especialista tem de cortar a pele. E, depois de realizado o procedimento, é hora de suturar (de costurar). Esta etapa é complexa, como o cirurgião plástico Alexandre Audi explica: “As células que formam a pele têm respostas que variam de acordo com cada área do corpo e com cada indivíduo”.

Ele acrescenta que outros fatores também interferem nesses “cortes e costuras”. “É preciso realizar o repouso após todas as cirurgias. Os esforços e as tensões na cicatriz, antes da cicatrização completa, podem levar a cicatrizes alargadas e mesmo deiscências, que são os rompimentos dos pontos.”

Ainda influenciam alterações genéticas, no caso dos negros e orientais, por terem maior predisposição a desenvolver cicatrizes hipertróficas e queloides. “Quando o nosso tecido é cortado ou ferido, imediatamente, se inicia o processo de crescimento de novas células na região. Não há o controle de quantas células deverão ser fabricadas para preencher aquela área cortada, podendo produzir mais que o necessário, o que faz com que as cicatrizes, às vezes, se tornem altas, endurecidas, avermelhadas e até dolorosas, o que, infelizmente, foge do controle do cirurgião”, comenta Audi.

Muitas pessoas se baseiam na cicatriz anterior de uma cirurgia para imaginar como ficará a cicatriz da próxima operação. Isso nem sempre funciona, porque os procedimentos são diferentes assim como a pele de determinadas regiões do corpo. Não dá para se comparar a cicatrização em uma abdominoplastia ou mamoplastia, onde se irá retirar excesso de pele, esticar e dar pontos, com à de uma cesariana em que sobra muita pele e não resta nenhuma tensão.

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“Na abdominoplastia, em vez de tirar a tensão como no parto, estaremos gerando muita tensão, traremos a pele desde a região do umbigo para uma nova posição. Vamos esticá-la bem e prendê-la na região do púbis”, pontua o cirurgião.

Uma cicatriz é formada por células novas com um colágeno diferente do qual nascemos, por isso ela nunca irá sumir, mas poderá ficar bem discreta, assim como todos os cortes profundos, marcas de vacina e outras existentes no seu corpo.

Existem vários tratamentos para as cicatrizes inestéticas, que vão desde pomadas, adesivos, injeções, placas de silicone, betaterapia, que é uma radioterapia específica na região da cicatriz, para inibir o crescimento de um queloide, até a necessidade de uma nova cirurgia plástica no local.

Fonte: Alexandre Audi é cirurgião plástico, formado pela Faculdade de Medicina da USP, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, cirurgião plástico do Hospital da Aeronáutica de São Paulo e do Núcleo de Feridas Complexas do Hospital Sírio-Libanês

 

Celulite: conheça procedimentos estéticos que ajudam na eliminação

Atualmente, aproximadamente 85% das mulheres têm celulite. Muitas horas sentadas, uma fugida da dieta e até mesmo a genética podem ser a causa deste problema de beleza que as mulheres tanto temem. Esta inflamação acontece em três graus. No primeiro nível, a celulite aparece quando a pele é pressionada. Já no nível dois, não é necessária nenhuma pressão na pele para que o problema seja percebido. No terceiro nível, além dos furos mais profundos, pode haver sensação de dor.

A formação das marcas ocorre devido ao acúmulo de gordura por baixo da pele. “As células linfáticas congestionam o local, dificultando a circulação sanguínea, a oxigenação das células e a eliminação de gordura, resultando no inchaço local, seguido de ondulações na pele”, explicou o cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Tiago André Ribeiro.

Por estar ligada a hábitos físicos e alimentares, a celulite é um problema difícil de eliminar por completo. Na maioria das vezes, os tratamentos estéticos melhoram o aspecto da pele apenas de forma momentânea. De acordo com o cirurgião plástico, os procedimentos obtêm melhores resultados caso a paciente siga uma dieta de reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos.

“É preciso reduzir o consumo de açúcar e gordura, e o mais importante, beber bastante água. Exercícios aeróbicos ajudam na queima de gordura localizada, enquanto a musculação torna a pele mais firme. Caso, não haja mudança no comportamento, os furinhos voltarão a aparecer”, afirmou o cirurgião plástico.

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Como eliminar a Celulite

De forma geral, para eliminar a celulite é preciso movimentar a gordura até que ela seja eliminada do corpo. Para isso, há algumas técnicas. Enquanto uns procedimentos deslocam as células de forma manual, outros aquecem ou esfriam o local, fazendo com que a gordura se desprenda das travas fibrosas e seja expelida pelo organismo.

Tratamentos

Massagens modeladoras

Este é um dos tratamentos mais eficazes na redução da celulite. De forma manual, o profissional faz uma massagem profunda no paciente, movimentando as células de gordura e melhorando a circulação do sangue. “Assim, a gordura localizada vai diminuindo e as toxinas são eliminadas pela urina. A massagem ainda reduz as medidas e melhora a flacidez da pele”, complementou o cirurgião plástico.

Drenagem linfática

Outro método bastante conhecido, a ação consiste em uma mensagem que estimula o sistema linfático a trabalhar mais rápido. A técnica diminui o acúmulo de líquidos e melhora a circulação na área com celulite. “Depois de realizar os procedimentos, adotar hábitos de vida saudáveis é imprescindível Desta forma, os resultados são mais prolongados e evita o reaparecimento das marcas mais frequentes”, alerta o doutor Tiago Ribeiro.

Celulite

Subcision

Subcision, ou subcisão, é uma técnica para a correção de rugas e sulcos da face, cicatrizes deprimidas e outras alterações do relevo cutâneo, incluindo a celulite. Nestas condições, a pele encontra-se retraída por septos de fibrose subcutânea. Com a técnica, as traves fibróticas subcutâneas são seccionadas para liberar a tração que elas exercem sobre a pele.

“Antes do procedimento é preciso passar por uma avaliação clínica criteriosa onde é possível detectar condições que podem comprometer sua realização. É importante investigar distúrbios da coagulação, tabagismo, fatores nutricionais, infecção local e história de cicatrizes hipertróficas e/ou queloides. Além disso, determinar o número de sessões necessárias para o tratamento, que vai variar de acordo com o tamanho, profundidade, localização do defeito e a tendência individual à formação de colágeno”, explicou o médico.

O Subcision pode ser utilizado em conjunto com a lipoescultura, para o preenchimento cutâneo, corrigindo as depressões do relevo que aparecem após a lipoaspiração, nas cicatrizes deprimidas, nas áreas que sofreram trauma ou nas celulites. “Contudo, essa técnica não é indicada para a correção da celulite de graus mais leves, como os graus I e II, nem para o tratamento de flacidez de pele ou gordura localizada”, completou o Ribeiro. O procedimento é de pequeno porte, seguro e só pode ser realizado por médicos.

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Fonte: Tiago Ribeiro é cirurgião plástico especialista pelo Hospital Santa Marcelina, de São Paulo, Tiago André Ribeiro é graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atende nas cidades de: Toledo e Marechal Cândido Rondon. 

 

Labioplastia está tornando-se mais popular

As mulheres que procuram a labioplastia – cirurgia para reduzir o excesso de tecido vaginal – relatam uma ampla gama de sintomas físicos e funcionais, relata um estudo publicado na edição de abril da Plastic and Reconstructive Surgery, revista médica oficial da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos.

No estudo, quase todas as mulheres que consultaram um cirurgião plástico sobre a labioplastia tinham vários sintomas físicos, além de preocupações relativas à aparência de seus órgãos genitais. As mulheres que procuram a labioplastia sofrem de sintomas físicos e psicológicos relacionados que afetam sua qualidade de vida.

Aumento das cirurgias

Estatísticas sobre a labioplastia são coletadas, desde 2015, pela Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS). O relatório estatístico de 2016 mostrou que a labioplastia está mais popular do que nunca, com mais de 12.000 procedimentos realizados por cirurgiões plásticos americanos no ano passado (um aumento de 39%).

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O cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, esclarece pontos importantes sobre o procedimento. Confira:

O que é a labioplastia? Por que mais mulheres estão procurando esse procedimento?
Ruben Penteado – A labioplastia, ou ninfoplastia, é um procedimento de cirurgia plástica procurado por razões estéticas e funcionais. É uma cirurgia plástica que tem por objetivo diminuir os pequenos lábios vaginais, estruturas que protegem a entrada da vagina. Além disso, os pequenos lábios também têm a função de proteger a vagina. A cirurgia é feita, principalmente, em casos de incômodo estético ou até mesmo de dor durante a relação sexual. Quando indicado, a cirurgia íntima feminina também pode alterar o tamanho e formato dos grandes lábios.

A labioplastia é dolorosa?
Ruben Penteado – Embora esta parte do corpo feminino seja realmente sensível e delicada, a recuperação da labioplastia é simples. Medicação para a dor é geralmente necessária por alguns dias. Uma semana de afastamento do trabalho é recomendada para permitir a convalescênça tranquila em casa. Calças confortáveis ​​são sugeridas e um miniabsorvente pode ser usado para absorver as secreções dos pequenos lábios por alguns dias. São recomendados absorventes tradicionais em vez de tampões para o primeiro ciclo menstrual após a cirurgia. Contusões e inchaço se resolvem em alguns dias ou semanas e o retorno à maioria das atividades físicas pode ocorrer antes de um mês.

As mulheres que procuram a labioplastia são influenciadas pela pornografia?
Ruben Penteado – Normalmente, não. As pacientes interessadas ​​na labioplastia são mulheres que têm desconforto físico durante a prática esportiva ou sexual. Outras desejam se sentir mais confortáveis ao usarem um maiô ou uma calça de yoga. Elas não estão procurando uma “vagina perfeita”. Só querem se sentir mais confortáveis em situações íntimas e no vestiário da academia.

A labioplastia precisa ser refeita depois de ter filhos ou com a idade? Isso afeta a função ou a sensação sexual?
Ruben Penteado – Não. Os resultados da labioplastia persistem ao longo do tempo. A cirurgia não precisa ser refeita devido à idade, ao tempo, à gravidade, ao parto vaginal ou à menopausa. A cirurgia não interfere na capacidade sexual, nem na capacidade da mulher de atingir o orgasmo. As cicatrizes são bem toleradas devido à qualidade do tecido labial, conhecido como “mucosa”. Os resultados da labioplastia são naturais e as mulheres se beneficiam com um maior conforto, além de uma aparência estética melhor após a cirurgia. Esta é a razão pela qual as mulheres estão tão felizes com os resultados e a popularidade da cirurgia está aumentando.

mulher infecção urinaria

Fonte: Ruben Penteado é formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos; Residência em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo; Fellow da Clínica Planas, em Barcelona, Espanha; Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Diretor Clínico do Centro de Medicina Integrada

 

Por que fazer cirurgia plástica no inverno?

Inchaço e desconforto são menores na estação, as roupas são mais confortáveis e ainda tem a vantagem de recuperação antes do verão

Quem disse que no inverno as pessoas não pensam no verão? Para quem quer estar em forma e bonita na estação mais quente do ano, onde há maior exposição do corpo nas praias, e o uso de roupas que deixam os contornos a mostra, já é hora de se preparar. Esse é um dos motivos que levam muitos brasileiros – líderes na procura por tratamentos estéticos no mundo – aos consultórios dos cirurgiões plásticos nesta época do ano.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, no inverno a procura por procedimentos cirúrgicos estéticos tem um aumento de 50%. Junho e julho se tornam, então, “meses de cirurgia plástica”, mas justamente por ser a época de férias e, sobretudo do inverno, período propício para cirurgias.

Esta é a melhor estação para se fazer uma cirurgia, pois traz algumas vantagens, principalmente se comparada ao verão. Por ser mais frio, o inchaço pode ser menor, se comparado com dias mais quentes.

“Isso é mais evidente para cirurgias como lipoaspiração, abdominoplastia, cirurgia da face, em que o inchaço é mais acentuado. Outro ponto a considerar, segundo os médicos especialistas, é que muitas cirurgias plásticas necessitam da recuperação do uso de cintas elásticas por mais de um mês, o que é melhor tolerado em dias frios”, diz  Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica .

corpo cirurgia

Além disso, também são férias escolares – o que permite uma melhor programação da cirurgia com recuperação adequada, principalmente para aqueles que ainda não têm filhos e folgam nesta época. Logo, por estes motivos julho foi por muito tempo o mês mais procurado para cirurgias plásticas; mas claro que isso não é um fator decisivo para se escolher uma data. O mais importante é pesquisar um médico que seja especialista em cirurgia plástica (começando por investigar na internet) e buscar referências de outros pacientes.

“Outro fator essencial é que a pessoa tenha um determinado tempo para a recuperação; pois, se for malfeita, influenciará diretamente no resultado da cirurgia. Assim, é melhor se programar para que tenha tempo suficiente para a recuperação, sem ter que voltar ao trabalho antes do período ideal”, afirma o diretor.

Mas se o problema na programação da cirurgia é financeiro, não é necessário esperar o décimo terceiro, pois muitos especialistas trabalham com empresas que prestam serviços de assessoria administrativa e financeira – auxiliando, assim, o pagamento do procedimento em parcelas, como é o caso do Centro Nacional.

Só é necessário antecipar os preparativos e escolher bem o cirurgião pois, segundo SBCP, 94% dos procedimentos que têm complicações são realizados por profissionais que não são especialistas. O ideal é pesquisar no próprio site da entidade sobre o médico escolhido.