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Os efeitos silenciosos da hipertensão

Especialista alerta para a importância do tratamento da pressão arterial elevada, mesmo quando não há sintomas

A hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares. Trata-se de uma doença silenciosa e assintomática na maioria dos casos. Sintomas como dor de cabeça, dor na nuca, náuseas, tonturas e falta de ar são frequentemente associados a essa condição, mas podem estar relacionados a outras doenças associadas.

No Brasil, cerca de 30% dos pacientes apresentam elevação da pressão arterial e o número de pessoas diagnosticadas cresceu em quase 15% nos últimos dez anos, segundo dados do Ministério da Saúde. O tratamento inadequado pode levar a complicações cardiovasculares e a redução na expectativa de vida.

A elevação da pressão arterial causa alterações nos principais órgãos – coração, cérebro, olhos e rins – e nas artérias que os irrigam. Assim, o hipertenso sem tratamento está sujeito a sofrer uma série de consequências, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, aneurisma, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, alterações visuais, impotência sexual e até demência.

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“Como medida de prevenção, em pessoas que não são hipertensas, é importante a aferição da pressão arterial, por um profissional de saúde, pelo menos uma vez ao ano. Quando o paciente é hipertenso, a frequência da medida depende do valor da pressão e do risco de cada caso. O valor ideal para a redução do risco cardiovascular é de 120 por 80, ou menos. Quando superior, principalmente se isso ocorre com frequência, é importante procurar um médico. Por não apresentarem sintomas, muitos hipertensos só o fazem quando já ocorreu repercussão sobre algum órgão”, afirma o cardiologista Thiago Macedo, do Hospital TotalCor.

Mesmo quando o paciente não apresenta sintomas, o tratamento da hipertensão deve ser feito de forma contínua e com acompanhamento médico periódico, o que reduz consideravelmente o risco cardiovascular. Na consulta, o profissional pode avaliar se há necessidade de ajustes na medicação e pode fornecer orientações sobre alimentação e prática de exercícios físicos, assim como solicitar exames para verificar a evolução clínica.

Fonte: Hospital TotalCor

 

Consumo moderado de café protege contra doenças cardiovasculares

Puro ou com leite, expresso ou coado, café mantém concentração de substâncias cardioprotetoras

Por Ivanir Ferreira – Editorias: Ciências da Saúde – Jornal da USP

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O efeito ocorre apenas para os que têm uma ingestão moderada da bebida – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Estudos epidemiológicos mostram que o consumo de uma xícara de café por dia pode ser suficiente para trazer benefícios ao coração. O efeito protetor contra fatores de riscos para doenças cardiovasculares vem dos compostos fenólicos encontrados em quantidade razoável na bebida mais tradicional do desjejum dos brasileiros. Os resultados fazem parte de uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP com 550 pessoas que vivem na capital paulistana.

As doenças cardiovasculares são consideradas a principal causa de morte entre a população mundial. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que se não forem bem trabalhadas as políticas públicas de saúde e de prevenção, a estatística de mortalidade que hoje é de 17,3 milhões de pessoas passará para mais de 23,6 milhões em 2030.

As causas são multifatoriais e incluem as não modificáveis, como a hereditariedade e a idade, por exemplo, e as relacionadas ao comportamento do indivíduo, que podem ser alteradas, como o tabagismo, o sedentarismo e o consumo de alimentos com alto teor de sal, gordura e açúcares que estão associados ao aumento da obesidade. Já a ingestão de café, frutas e verduras, ricos em polifenóis, entram na contramão dos vilões do coração.

As razões que levaram a autora da pesquisa, Andreia Miranda, doutoranda da FSP, a escolher o café como objeto de sua pesquisa foram o fato de o café ter grande presença no dia a dia das pessoas. “Embora tenha teor semelhante de polifenóis ao das frutas e verduras, a bebida acaba tendo maior contribuição nutricional porque o consumo diário dele é mais frequente. Cerca de 70% dos polifenóis ingeridos dos alimentos pelos paulistanos têm como fonte o café.”

Como foi feita a pesquisa

Com dados obtidos do Inquérito de Saúde do Município de São Paulo (ISA-Capital 2008/09), estudo ligado à prefeitura da capital, o consumo diário de café e a ingestão de seus polifenóis foram avaliados em homens e mulheres com idade acima de 20 anos.

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Uma a três xícaras de café por dia é considerado um consumo moderado – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Além da dieta, o questionário aplicado aos entrevistados considerou informações sociodemográficas e de estilo de vida (idade, sexo, raça, renda familiar per capita, atividade física e tabagismo). Houve também coleta de sangue para referências bioquímicas (glicose, triglicérides, colesterol total, HDL e LDL, e a homocisteína, um aminoácido presente no sangue que está relacionado a riscos de eventos cardiovasculares), além de medição antropométrica (peso e altura) e aferição da pressão arterial.

O consumo de café foi dividido em três grupos: quem bebia menos de uma xícara de café por dia; os que tomavam de uma a três; e os que ingeriam três ou mais xícaras diariamente. Os indivíduos que consumiram de uma a três xícaras de café por dia reduziram em 55% a chance de ter pressão alta sistólica e em 56% pressão alta diastólica quando comparados aos indivíduos que consumiram menos de uma xícara. O mesmo se verificou com a homocisteína: houve uma redução em 68% de chance de ter níveis aumentados de homocisteína no sangue. O mesmo resultado não foi observado naqueles indivíduos que consumiram mais de três xícaras de café por dia.

Dessa forma, ficou demonstrado que o efeito protetor do café para o coração ocorreu apenas para aqueles que tiveram um consumo moderado, afirmou a pesquisadora. E independentemente da forma como é consumido (com leite, chá, ser expresso ou coado), as concentrações de polifenóis na bebida são mantidas.

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“Cerca de 70% dos polifenóis ingeridos nos alimentos pelos paulistanos têm como fonte o café”, relata a pesquisadora Andreia Miranda – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Os compostos fenólicos estão presentes nos alimentos de origem vegetal em geral – verduras, legumes, frutas, cereais e leguminosas, nas bebidas alcoólicas (vinho e cerveja) e não alcoólicas (chás, café, cacau, suco de frutas e de soja). Os polifenóis têm demonstrado ação protetora na prevenção de várias doenças crônicas como as cardiovasculares, alguns tipos de cânceres, osteoporose, doenças neurodegenerativas e diabetes mellitus.

O artigo Association between coffee consumption and its polyphenols with cardiovascular risk factors: a population – based study foi publicado em janeiro na revista Nutrients Open Access Human Nutrition Journal, Basel, da Suíça.

 

Cinco dicas para cuidar do coração do pet

Cães e gatos também podem ter doenças cardíacas, como hipertensão, doença cardiovascular e outras enfermidades sérias. Mas, o tratamento farmacológico e uma dieta balanceada garantem qualidade de vida e longevidade para nossos melhores amigos.

Confira as dicas do médico veterinário da Max Premium Especial e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado:

-Leve-o ao veterinário. Um animal de estimação também precisa de check up periódico, isso porque, só as visitas ao médico veterinário podem assegurar a boa saúde do pet e identificar enfermidades.

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-Atenção aos sintomas. Os sintomas mais comuns de doenças cardíacas são: dificuldade para respirar, alteração da cor da língua, rejeição a atividades físicas, sono demasiado fadiga, sede e tosse. Caso seu cãozinho apresente algum desses sinais, procure a orientação de um veterinário.

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-Alimentação saudável e balanceada. É essencial que o pet consuma alimentos completos, cuja fórmula contenha ingredientes selecionados e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento ideal do animal. Por isso, recomenda-se evitar alimentos de consumo humano, que podem ter níveis elevados de sódio e não são indicados para a nutrição adequada do cão ou do gato.

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-Atividade física. Brincar, passear pelo bairro, pelo condomínio. Reserve um tempo para seu amigo de quatro patas para que ele gaste um pouco de energia e, claro, calorias. Até mesmo os gatos podem passear com você se acostumados precocemente. Mas, lembre-se: cães braquicefálicos, aqueles com focinho achatado, como o Bulldog Francês e Pug, precisam de mais atenção porque possuem mais dificuldade para respirar e se cansam muito mais facilmente.

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-Pets idosos. Cães de raças pequenas são considerados maduros a partir dos oito anos de vida; os cães de raças médias, aos sete; e os grandes a partir dos seis anos. Os gatos a partir dos sete anos. Portanto, nessa fase da vida, os pets precisam consumir alimentos específicos, que não tenham adição de sal, que contribuam para articulações saudáveis e que ajudem no retardo da progressão da doença cardíaca, como a MAX Premium Especial Mature, indicada para animais idosos.

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Fonte: Total Alimentos

Enfermeiros ensinam população a salvar vidas no Parque do Ibirapuera

Além de treinamento de primeiros socorros em reanimação cardiopulmonar,
haverá demonstração de UTI Móvel e aulas de ginástica para a população

O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) encerra em 31 de maio as atividades da Semana da Enfermagem 2017. E para comemorar, oferece à população uma importante prestação de serviço em saúde pública, com um treinamento em massa de Primeiros Socorros em Parada Cardíaca (RCP).

Batizado de “Anima São Paulo”, será realizado no Parque do Ibirapuera, com apoio do Serviço de Atendimento Médicos de Urgência (SAMU), da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), do Conselho Regional de Educação Física (CREF4) e da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

O “Anima São Paulo” será um momento de interação entre os profissionais e a sociedade, por meio de treinamento prático gratuito de ressuscitação cardiopulmonar, mostrando como lidar com vítimas de ataques cardíacos. Os bonecos para simulação foram gentilmente cedidos pela SOCESP que também disponibilizará alguns instrutores.

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Dados de óbitos por eventos cardíacos no Brasil

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares
estão entre as principais causas de óbitos no país. Foram responsáveis por
3.153.175 mortes entre 2004 e 2013. Cerca de 52% dos óbitos ocorrem antes de
a vítima chegar ao hospital ou de receber pré-atendimento. Estudos também
indicam que o tempo entre a chamada e a chegada da equipe de resgate ao
local da emergência é de alguns minutos.

Ou seja, nestes primeiros instantes após o colapso as chances de sobrevivência da vítima estão nas mãos de pessoas “leigas”. Em todo o mundo, as estatísticas comprovam que uma comunidade devidamente treinada aumenta em 50% as chances de sobrevivência das vítimas de acidentes cardiovasculares.

Haverá também, a exposição de uma UTI Móvel, a entrega de material sobre primeiros socorros e a orientação dos instrutores do SAMU sobre como utilizar corretamente o 192. Um levantamento feito nos Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Alto Tietê revela que 50% das ligações direcionadas ao serviço são desnecessárias. Algumas não têm caráter de emergência e outras são trotes que, na maioria das vezes, são feitos por crianças.

Dia 31 também é o Dia do Desafio (Challenge Day). Criado no Canadá, o evento é difundido mundialmente pela The Association For International Sport for All (TAFISA), entidade de promoção do esporte para todos, sediada na Alemanha. Foi criado nos anos 80 e propõe uma competição amistosa entre cidades, cujo objetivo é incentivar a prática regular de atividade física e esportiva para manutenção da saúde. No desafio, a população deve realizar atividade física por no mínimo 15 minutos. E para mostrar o nosso engajamento no Dia do Desafio, lembrando dos benefícios da atividade física ao coração, convidamos o Conselho Regional de Educação Física (CREF4) para ministrar aulas de aeróbica e alongamento.

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Data: 31/05/17, das 8h às 14h
Local: Parque do Ibirapuera – Praça da Ponte de Ferro
Evento Gratuito e Aberto ao Público
Entrada pelo Portão 10
Estacionamento para a imprensa mediante credenciamento
Aulas de Ginástica: às 8h, 9h, 10h, 11, 12 e 13.
Aulas de Reanimação Cardíaca: às 8h30, 9h30, 10h30, 11h30, 12h30 e 13h30.

9 verdades e 1 mentira sobre doenças cardiovasculares

Inspirado na corrente “9 verdades e 1 mentira”, que circula pelo Facebook, a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) elenca alguns fatores de risco para doenças cardíacas

Em 2016, ocorreram 349 mil óbitos por doenças cardiovasculares no Brasil, um aumento de 1,39% em relação a 2015. Mesmo sabendo da importância da prevenção e sobre os fatores de risco que desencadeiam doenças cardiovasculares, algumas pessoas não conseguem aderir uma rotina e hábitos alimentares mais saudáveis.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas falecem em todo o mundo vítimas de doenças cardiovasculares. A estimativa para 2030 é preocupante, pois o total de óbitos deverá chegar a 23,6 milhões.

Confira, a seguir, as verdades e a mentira sobre doenças cardiovasculares:

Etnia – existem fatores de risco não evitáveis, controláveis ou tratáveis, como a etnia. Certos grupos étnicos têm maior risco para desenvolver doenças cardiovasculares.

Hipertensão – a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ou Pressão Alta (PA), sozinha, é a principal causa de doenças do coração, dos rins, de Acidente Vascular Cerebral, de comprometimento das artérias e dos olhos, além de matar mais que doenças como câncer e até mesmo a AIDS.

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História familiar – se familiares próximos, como pais e irmãos, têm ou tiveram problemas do coração, as pessoas têm mais chances de desenvolver as mesmas doenças. Este é mais um fator de risco não evitável, controlável ou tratável, mas serve de alerta para os membros da família.

Idade – com o envelhecimento, aumentam os problemas que afetam a saúde do coração e, consequentemente, os riscos de desenvolver doenças também aumentam. Outro fator de risco não evitável, controlável ou tratável, mas serve de alerta para os membros da família.

Estresse excessivo – consequência do ritmo da vida moderna, o estresse é inevitável e é preciso aprender a conviver porque também está relacionado ao aumento do risco cardíaco.

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Bebida alcoólica –  consumo excessivo de álcool pode ser danoso à saúde do coração e está relacionado ao desenvolvimento de hipertensão, alteração no ritmo do coração e aumento de peso.

Colesterol elevado – elemento importante para vários processos orgânicos, entre eles, a formação das células, a produção de hormônios, de vitamina D e de ácidos que ajudam a digerir as gorduras. O problema é que o ser humano necessita apenas de uma pequena quantidade de colesterol no sangue, produzida quase que totalmente pelo fígado. O excedente acaba se acumulando nas paredes das artérias, aumentando o risco de problemas cardiovasculares, como infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

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Sedentarismo – a falta de atividade física é importante fator de risco para as doenças cardiovasculares. O sedentarismo contribui para o desenvolvimento de hipertensão arterial, obesidade, diabetes, colesterol elevado e outras doenças.

Tabagismo – a maior causa evitável de mortes no mundo é o tabagismo. Os fumantes têm o risco de morte súbita até quatro vezes maior do que não fumantes. O vício do cigarro aumenta as chances de ter infarto do miocárdio, Acidente Vascular Cerebral, conhecido como derrame, angina e outras doenças, como câncer.

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Banco de imagens/Google

Apenas obesos têm problemas no coração – obesidade é apenas um dos fatores que fazem acelerar o processo de aterosclerose coronária, podendo aumentar a chance de o indivíduo desenvolver hipertensão arterial, diabetes e doença cardíaca, mas as pessoas magras também podem ser afetadas, principalmente se tiverem fatores de risco.

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Fonte: SOCESP

Incor e da ViaQuatro orientam população no combate à hipertensão

Campanha acontece nesta quarta-feira (26), das 9 às 17 horas, na Estação Butantã da Linha 4-Amarela de metrô

A pressão alta é a origem de 40% dos infartos, 80% das ocorrências de AVC (acidente vascular cerebral) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal, alerta o Dr. Luiz Bortolotto, diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP). A prevenção, de acordo com ele, é a maneira mais segura de combater esse mal que acomete 30% da população adulta brasileira. As pessoas na faixa etária acima de 60 anos formam o grupo mais vulnerável: mais de 50% têm a doença. Nem os mais jovens estão seguros: 5% das crianças e adolescentes brasileiros são hipertensos.

E a situação só tende a piorar, se nada for feito. Segundo dados do Relatório de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, divulgado no início de abril de 2017, houve aumento nos casos de obesidade na população, que é um dos principais fatores de risco para a hipertensão. O excesso de peso no Brasil cresceu 26% nos últimos dez anos, passando de 42% em 2006 para 54% em 2016, com possível impacto no aumento da hipertensão, sobretudo entre os mais jovens.

Pressão arterial é medida em apenas 29% das consultas

O quadro é ainda mais grave porque a hipertensão é uma “inimiga silenciosa”: o doente não sente qualquer sintoma dela até que surja algo mais grave, como o infarto. “As pessoas acabam confundindo as manifestações mais comuns da hipertensão, como dor de cabeça, cansaço, tonturas e sangramento pelo nariz, a outros fatores que não a doença e acabam por não procurarem o médico para diagnóstico e tratamento”, explica o médico.

Embora a pressão alta não tenha cura, suas graves consequências podem ser evitadas, explica o médico do Incor. “Para isso é fundamental que, primeiro, os hipertensos conheçam sua condição e, segundo, mantenham-se em tratamento para o resto de suas vidas”.

As campanhas de conscientização da população são importantes, na visão do especialista, exatamente porque auxiliam na identificação dos hipertensos e das pessoas que têm risco elevado para desenvolver a doença, no curto e médio prazo. “No Brasil, em apenas 29% das consultas médicas se faz a medição da pressão arterial do paciente”, diz Bortolotto.

Depois do diagnóstico feito por uma simples medição da pressão tem início outra luta que é a de buscar a adesão do paciente ao tratamento. Essa batalha também está longe de ser fácil. Somente 23% dos hipertensos controlam corretamente a pressão; 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento logo depois da melhora inicial nos níveis de pressão arterial – “infelizmente esses pacientes confundem a hipertensão com uma doença aguda, como uma simples gripe, ou com um sintoma passageiro, como uma dor de cabeça”, lamenta o médico.

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Campanha Incor e ViaQuatro

Nesta quarta-feira (26), Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, o Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) e a ViaQuatro (concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo) realizarão campanha de conscientização da população, das 9h às 17h, na Estação Butantã de metrô, em Pinheiros (acesso pela Rua Pirajussara).

A equipe de médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos e assistentes sociais do Incor fará medição de pressão arterial, orientação de prática de atividade física e de alimentação saudável, combate ao stress, uso correto da medicação e direitos do paciente.

Os usuários também poderão participar de uma pesquisa, respondendo a questionário sobre qualidade de vida, atividade física, nível de estresse, alimentação consumida, perfil sociodemográfico, além da medição da pressão arterial, peso e circunferência abdominal. O objetivo é identificar a incidência dos fatores de risco associados à hipertensão nesse público.

A Campanha do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial do Incor e ViaQuatro tem apoio da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Serviço
Campanha de Combate à Hipertensão
Promoção: Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) e ViaQuatro
Quando: 26 de abril de 2017, das 9h às 17h.
Onde: Estação Butantã da Linha 4-Amarela de metrô de São Paulo (acesso pela Rua Pirajussara).
Capacidade de atendimento: as primeiras 250 pessoas que retirarem senha.

Hoje é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão

Hoje, 26 de abril comemora-se o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão. No Brasil, a data é promovida pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). O objetivo é mostrar à população a importância de aferir a pressão arterial com regularidade e incentivar hábitos de vida saudáveis.

Segundo a SBH, a doença acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Estima-se que a doença atinja em torno de 25% da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos, e 5% das crianças e adolescentes no Brasil. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

De acordo com o cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, Otavio Gebara, a pressão arterial se eleva por vários motivos, mas principalmente pela contração dos vasos sanguíneos. “A pressão alta compromete os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro. A doença atinge pessoas de qualquer idade ou peso, mas prevalece em adultos”, explica.

A pesquisa Vigitel divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde fez um levantamento com mais de 53 mil pessoas que vivem nas capitais e mostrou um aumento de 60% nos casos de obesidade entre 2006 e 2016. De acordo com a pesquisa, o Brasil viveu nos últimos dez anos uma transição de desnutrição para obesidade que contribuiu para o crescimento de 61% de incidência do diabetes e de 14% nos diagnósticos de hipertensão. Para conter esses números, uma das metas do Ministério da Saúde é a retirada de 14 mil toneladas de sódio dos alimentos industrializados em quatro anos.

Quando um indivíduo apresenta hipertensão arterial e não tem acompanhamento médico pode apresentar dores de cabeça, vômito, dispneia (falta de ar, dificuldade para respirar), agitação e visão borrada. A pressão alta não tem cura, mas deve ser tratada para evitar complicações. O tratamento engloba medidas gerais de reeducação no estilo de vida, como alimentação, prática de exercícios físicos e medicamentos.

Veja a seguir 10 dicas do cardiologista Otavio Gebara, do Hospital Santa Paula:

1) Reduza a quantidade de sal. Use no máximo 1 colher de chá para toda a alimentação diária. Não utilize saleiro à mesa e não acrescente sal no alimento depois de pronto. Dê preferência aos temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha.

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2) Diminua drasticamente o consumo de açúcar.

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3) Mantenha um peso saudável. Também é importante avaliar a medida da circunferência abdominal (cintura). O homem não deve ultrapassar 102 cm e a mulher 88 cm. Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde aponta que a obesidade atinge 18,1% da população da capital de São Paulo. A obesidade é um fator que predispõe a hipertensão. A perda de peso ajuda a controlar os níveis.

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4) Pratique atividades físicas pelo menos 5 dias por semana entre 30 e 50 minutos. Faça caminhadas, substitua o elevador pela escada, ande de bicicleta, nade, dance, etc.

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5) Evite o consumo de bebidas alcoólicas.

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6) Não fume.

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7) Procure manter a mente tranquila para controlar o estresse.

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8) Preste atenção: a pressão ideal é 12 x 8. Abaixo de 14 x 9 é aceitável. Se existe a presença de diabetes ou doença renal esse nível é mais baixo. Em idades acima de 70 anos pode-se aceitar níveis até 15 x 8.

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9) A hipertensão é uma doença com herança genética. Quem tem pais hipertensos deve se atentar para as medidas desde jovem.

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Imagem: Pixabay

10) A Síndrome da Apneia do Sono (despertares noturnos, ronco e sonolência durante o dia), predispõe a hipertensão. Se a apneia for tratada, a pressão pode normalizar.

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Fonte: SBH

 

Amanhã tem campanha de hipertensão arterial na Avenida Paulista

Medição de pressão arterial, dicas de nutrição e atividades físicas serão oferecidas à população, gratuitamente, junto da campanha Menos Pressão

No Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, comemorado amanhã, 26 de abril, a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) vai realizar, das 8às 17 horas, no Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073), a campanha gratuita “Menos Pressão”. Médicos e outros profissionais de saúde vão alertar e conscientizar as pessoas sobre os cuidados com a hipertensão arterial, um problema de saúde pública que hoje atinge 32,5% da população adulta brasileira, que deve ser bem diagnosticado e controlado.

Durante esse dia, orientações com profissionais de saúde vão acontecer e toda a população poderá medir a pressão arterial gratuitamente, se informar e obter orientações nutricionais e de atividades físicas. Essa ação também acontece em outros locais, inclusive ao longo do mês, e são realizadas pela Sociedade Brasileira de Hipertensão e a embaixadora desse ano é a atriz Luma Costa.

O principal objetivo dessa campanha da Sociedade Brasileira de Hipertensão é levar informação adequada, direcionar as pessoas para serviços de saúde e evitar que tantos problemas relacionados à hipertensão arterial ocorram. Com essa campanha, a SBH procura fazer um alerta geral e, se a hipertensão for bem tratada junto de outras medidas, pode ser devidamente controlada, sempre com o devido acompanhamento médico.

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O que é Hipertensão?

Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.

A pressão alta é uma doença “democrática”, atingindo homens e mulheres, idosos e crianças, obesos e magros, pessoas calmas e nervosas. De acordo com a SBH, a estimativa é de 32,5% de adultos que convivem com o problema e é responsável 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais (derrames) e 25% dos casos de insuficiência renal.

Sobre a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH)

A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) foi criada em 1991 com o objetivo de estimular o intercâmbio de informações e pesquisas sobre hipertensão arterial, educar médicos e profissionais da saúde e promover a detecção, controle e prevenção da doença na população brasileira.

Datas e locais das ações:

26/4 – Metrô Butantã (das 9h às 17h)

5/5 – Centro Universitário São Camilo (das 14h às 17h)

10/5 – Universidade Presbiteriana Mackenzie (das 9h às 16h30)

17/5 – Terminal Metropolitano Jabaquara (das 9h às 16h30)

24/5 – Universidade Uninove/Campus Memorial (16h às 19h)

31/5 – Terminal Metropolitano São Mateus (das 9h às 16h30)

Alimentação: mudanças podem evitar metade das mortes por doenças do coração

Segundo Sociedade Brasileira de Cardiologia, mais de 70 mil brasileiros já morreram por conta de problemas cardiovasculares em 2017

O mês de março é apenas o terceiro do ano e mais de 70 mil brasileiros já morreram de doenças cardiovasculares, segundo o “Cardiômetro” da Sociedade Brasileira de Cardiologia. E a grande causa pode ser a má alimentação.

A revista da Academia Americana de Medicina publicou recentemente um estudo apontando que a deficiência ou ingestão exagerada de alguns grupos nutritivos, como carne vermelha e sódio, pode ser responsável por quase 50% dos mais de 700 mil óbitos por infarto, derrame e diabetes registrados nos Estados Unidos em 2012. As duas primeiras causas figuram no topo do ranking da mortalidade global, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

No caso dos brasileiros, os hábitos alimentares têm como forte característica o consumo de quantidades desnecessariamente grandes de sal, carboidratos e gorduras, conforme explica Luiz Velloso, cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. “Seria um grande avanço para a saúde de nossa população se as novas gerações fossem habituadas a uma alimentação mais saudável, com maior consumo de fibras, substituindo boa parte do sal pelas variadas ervas e condimentos de que dispomos, e os carboidratos por vegetais e legumes.”

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Como se sabe, o consumo de sal tem forte correlação com os níveis de pressão arterial. No indivíduo hipertenso, a diminuição da ingestão de sal muitas vezes é o bastante para que a pressão arterial volte a níveis adequados. “Esta correlação sal/hipertensão também tem expressão populacional e é bastante conhecida a observação de que grupos como os índios Yanomami, cujos hábitos alimentares não incluem o sal nos alimentos, e que têm uma prevalência desprezível de hipertensão arterial.”

A hipertensão arterial é, via de regra, assintomática. No entanto, seus efeitos prejudiciais à saúde vão se instalando de forma lenta e progressiva. “Os vasos vão sofrendo alterações degenerativas, até que a doença se manifeste por meio de suas mais temidas consequências, como o acidente vascular – derrame – e o infarto do miocárdio”, detalha o médico. Graças à ausência de sintomas, a hipertensão deve ser pesquisada em todos, por medições periódicas da pressão arterial, como nos exames admissionais e de rotina trabalhista. E o fato ilusório de não provocar sintomas durante muitos anos não quer dizer que não deva ser tratada tão logo seja diagnosticada.

Diagnóstico e acompanhamento

O estudo hemodinâmico, realizado através do cateterismo cardíaco, é uma das formas de diagnosticar problemas relacionados à saúde do coração, tais como obstruções das artérias coronárias, doenças do músculo cardíaco, da aorta, dos vasos pulmonares, lesões das valvas cardíacas e também cardiopatias congênitas. Além de fornecer diagnósticos específicos e precisos, a Hemodinâmica permite numerosas intervenções terapêuticas.

Na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo o serviço de Hemodinâmica conta com uma sala híbrida, integrada ao Centro Cirúrgico do hospital, que permite a realização de procedimentos com interação entre as abordagens cirúrgica e hemodinâmica, conforme explicou Velloso. “Para o tratamento de insuficiência coronariana, a área também tem disponível, 24 horas por dia, angioplastia coronariana, cirurgias cardíacas, ultrassom intracoronário e balão farmacológico para casos especiais.”

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Para o tratamento de insuficiências cardíacas avançadas, o departamento oferece suporte circulatório com dispositivos externos de circulação assistida (Impella e CentriMag) e terapêutica de ressincronização ventricular (CRT). Para atender pacientes com arritmias, o Hospital São Camilo tem disponíveis eletrofisiologias diagnósticas com mapeamento de superfície, ablação de circuitos arritmogênicos e de fibrilação atrial por radiofrequência, implante de cardioversor/desfibrilador (CDI) e oclusão percutânea do apêndice atrial esquerdo para prevenção de eventos cardioembólicos na fibrilação atrial permanente.

No tratamento da dissecção ou aneurismas da aorta, a Equipe de Cirurgia Cardíaca, que possui expertise em tratamento percutâneo (endopróteses) e cirúrgico, fica disponível 24 horas por dia. No atendimento a pacientes que sofrem com doenças das valvas cardíacas, além do tratamento cirúrgico convencional, o São Camilo oferece procedimentos de valvoplastia mitral percutânea com cateter-balão, tratamento percutâneo da estenose aórtica por via endovascular (TAVI) com dispositivos CoreValve ou Edwards-Sapiens, tratamento percutâneo da estenose aórtica por via transapical e tratamento percutâneo da insuficiência mitral com dispositivo MitraClip. Para cuidar das cardiopatias congênitas, são disponibilizados serviços de oclusão percutânea de comunicação interatrial e de forame oval patente.

Além disso, a Cardiologia Clínica da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo oferece atendimento em Cardiologia Geral, Coronariopatias, Valvopatias, Arritmias Cardíacas, Insuficiência Cardíaca, Hipertensão Arterial e Avaliação de Marcapasso, além de prestar suporte cardiológico a pacientes de outras especialidades, em internações clínicas e cirúrgicas. “Além dos grupos especializados em Cirurgia Cardíaca e Hemodinâmica Intervencionista, contamos também com profissionais que nas áreas de Eletrofisiologia, Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica”, finaliza o cardiologista.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

Pesquisa inédita releva como a brasileira cuida do coração

Sociedade Brasileira de Clínica Médica mapeia histórico da saúde de mulheres e seus hábitos, a partir de levantamento com 692 mulheres

A Sociedade Brasileira de Clínica Médica está empenhada a mudar o estarrecedor panorama da incidência de problemas cardíacos entre as mulheres brasileiras. Por meio da campanha Mulher Coração, cuja embaixadora é a diretora do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, realiza ações permanentes de conscientização sobre a importância da prevenção e redução dos altos índices de mortalidade.

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Uma das ações da campanha será a divulgação de frases de alerta e esclarecimento em todos os painéis das estradas do sistema ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo neste dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Paralelamente, a SBCM apresenta aqui dados de uma pesquisa inédita realizada com 692 brasileiras, mapeando o histórico de saúde, seus hábitos de vida, fatores de estresse e rotina profissional, relacionando o conjunto dessas informações aos riscos de eventos cardiovasculares.

Quadro atual

Atualmente as doenças cardíacas na mulher já ultrapassam as estatísticas dos tumores de mama e útero. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), respondem por um terço das mortes no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil mulheres por dia. Entre as brasileiras, principalmente acima dos 40 anos, as cardiopatias chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.

A campanha Mulher Coração responde assim à demanda surgida em virtude de um novo estilo de vida da mulher, cujo acúmulo de funções eleva o risco de problemas cardiovasculares. O foco principal é conscientizar quanto aos sintomas, que são diferentes do que acontece com os homens e pouco divulgados na mídia.

A campanha Mulher Coração visa alertar autoridades, gestores e comunidade sobre o aumento significativo dos eventos cardiovasculares entre o gênero feminino. Veja mais clicando aqui.

Dados da pesquisa

Diante de tal realidade, alguns dados coletados pela pesquisa da campanha Mulher Coração são alentadores. Em primeiro lugar, mais da metade das mulheres pesquisadas está na faixa de 36 a 55 anos, uma fase em que há mais preocupação com mudança de hábitos, busca pela vida mais saudável e cuidados preventivos. Porém, essa faixa etária também é a que as mulheres têm a vida mais ativa, ou seja, trabalham e cuidam da família e dos filhos.

Quase 55% das mulheres pesquisadas trabalham mais de 8 horas por dia, sem contar a rotina familiar e doméstica, que geralmente é bastante estressante e cansativa.

Cerca de 70% delas acredita que o estresse é causado pelo trabalho. Depois aparecem ansiedade, família, violência e trânsito, respectivamente, como fatores adicionais.

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Quase 80% possuem histórico de hipertensão na família e cerca de 70% histórico de doenças cardiovasculares que são importantes fatores de risco. Felizmente, mais de 70% delas já consultaram um clínico geral ou cardiologista sobre a saúde de seu coração. Praticamente 70% delas têm o costume de ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano.

Pouco mais da metade faz quatro ou mais refeições por dia, o que é uma das principais recomendações dos nutricionistas e profissionais da saúde para manutenção de um bom hábito alimentar. Apenas 15% se declararam fumantes ou ex-fumantes e mais de 60% pratica atividades físicas de uma a duas vezes por semana o que, apesar de parecer pouco, traz grandes benefícios ao corpo. Quase 80% das mulheres fazem atividades de lazer de 1 a 2 vezes por semana.

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Conheça a íntegra da pesquisa clicando aqui / ou aqui.