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Risco do ‘verme do coração’ em pets aumenta no verão

Veterinária da Petz orienta como prevenir a dirofilariose, doença transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, que provoca insuficiência cardíaca nos bichinhos de estimação e tem maior incidência nesta época do ano

Com o aumento dos mosquitos no verão, cresce o risco de transmissão de doenças. No caso dos pets, o mesmo mosquito que propaga a dengue entre os humanos pode transmitir a dirofilariose, conhecida como a doença do “verme do coração”. O parasita transmitido pela picada do mosquito se aloja no coração de cães e gatos, provocando lesões e até insuficiência cardíaca. A incidência é maior em regiões litorâneas, mas também há casos na capital paulista.

“Por isso, prevenir é fundamental, além do check-up antes e depois das viagens, para obter informações com os veterinários sobre a melhor forma de proteger e tratar dos pets”, afirma a veterinária e gerente de clínicas da Petz, Karina Mussolino. Ela explica que a prevenção deve ser feita com aplicação mensal de vermífugos ou com uma dose anual da vacina contra o parasita Dirofilaria immitis. Apesar de a doença afetar também os gatos, a vacina por enquanto só é indicada para cães a partir de nove meses de idade

O que é a doença

Além do Aedes aegypti, a doença pode ser transmitida pela picada dos mosquitos Culex e Anopheles infectados. Apatia, tosse, falta de ar, perda de peso, cansaço e dificuldade para se exercitar são alguns dos sinais da enfermidade, que vem se espalhando de forma silenciosa. “Pode ser detectada com um simples teste de sangue e, caso seja diagnosticada cedo, as chances de recuperação são maiores”, orienta Karina.

cachorro veterinário consulta pixabay
Pixabay

Como tratar

Quando instalada, a dirofilariose reduz expectativa de vida, pode deixar sequelas graves e até matar por insuficiência cardíaca súbita. O tratamento é voltado para acabar com as microfilárias (vermes jovens), evitando que novos parasitas cheguem à fase adulta e, com isso, se reproduzam e ocupem mais espaço no coração e nos vasos sanguíneos no pet. O tipo de medicamento, o período e a dosagem devem ser determinados pelo veterinário, pois podem variar pelo número de vermes, a duração da infecção e a resposta do organismo do pet.

Fonte: Petz

 

 

 

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Dicas para cuidar do coração do seu pet

Cães e gatos também podem ter doenças cardíacas, como hipertensão, doença cardiovascular e outras enfermidades sérias. No entanto, o tratamento farmacológico e uma dieta balanceada garantem qualidade de vida e longevidade para nossos melhores amigos.

Confira as dicas do médico veterinário da Max Premium Especial (Total Alimentos), Marcello Machado:

Cat at veterinarian

Leve-o ao veterinário: um animal de estimação também precisa de check up periódico, isso porque, só as visitas ao médico veterinário podem assegurar a boa saúde do pet e identificar enfermidades.

Cuidados com o coração do pet cachorro

Atenção aos sintomas: os sintomas mais comuns de doenças cardíacas são: dificuldade para respirar, alteração da cor da língua, rejeição a atividades físicas, sono demasiado fadiga, sede e tosse. Caso seu cãozinho apresente algum desses sinais, procure a orientação de um veterinário.

cachorro e gato comendo

Alimentação saudável e balanceada: é essencial que o pet consuma alimentos completos, cuja fórmula contenha ingredientes selecionados e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento ideal do animal. Por isso, recomenda-se evitar alimentos de consumo humano, que podem ter níveis elevados de sódio e não são indicados para a nutrição adequada do cão ou do gato.

mulher cachorro bicicleta

Atividade física: brincar, passear pelo bairro, pelo condomínio. Reserve um tempo para seu amigo de quatro patas para que ele gaste um pouco de energia e, claro, calorias. Até mesmo os gatos podem passear com você se acostumados precocemente. Mas, lembre-se: cães braquicefálicos, aqueles com focinho achatado, como o Bulldog Francês e Pug, precisam de mais atenção porque possuem mais dificuldade para respirar e se cansam muito mais facilmente.

gato comendo

Pets idosos: cães de raças pequenas são considerados maduros a partir dos oito anos de vida; os cães de raças médias, aos sete; e os grandes a partir dos seis anos. E os gatos a partir dos sete anos. Portanto, nessa fase da vida, os pets precisam consumir alimentos específicos, que não tenham adição de sal, que contribuam para articulações saudáveis e que ajudem no retardo da progressão da doença cardíaca, como a MAX Premium Especial Mature, indicada para animais idosos.

Fonte: Total Alimentos

Nutricionista orienta como prevenir doenças cardiovasculares em crianças

Obesidade, hipertensão e diabetes. Essas doenças, que estão cada vez mais presentes na vida da população adulta, também têm afetado as crianças, e os cuidados devem começar desde o nascimento do bebê. Nos seis primeiros meses de vida, o leite materno fornece todos os nutrientes que a criança precisa, sem a necessidade de alimentação complementar.

Dos seis meses em diante é hora de introduzir novos alimentos ao cardápio infantil. A dica é abusar dos alimentos naturais, como frutas, legumes, verduras, tubérculos e carnes, que devem ser introduzidos de forma lenta e gradual. Guloseimas e produtos industrializados estão fora da lista.

Mesmo com a alimentação complementar, a amamentação em livre demanda deve ser mantida até dois anos ou mais, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). A alimentação complementar oferecida de forma inadequada também pode resultar em problemas como anemia, excesso de peso e desnutrição.

“Alimentos com grandes quantidades de açúcar, gordura e corantes devem ser evitados, pois podem prejudicar a qualidade da dieta, resultando no aumento do peso e na ingestão deficiente de micronutrientes”, alerta Natane Souza, nutricionista da Cardiopediatria do HCor (Hospital do Coração).

Evite mel e embutidos

Apesar de suas excelentes propriedades medicinais, o mel também não deve ser consumido por crianças com menos de um ano. Se contaminado, ele pode levar ao botulismo, assim como o palmito e o picles em conserva, além de alimentos embutidos como salsichas, salames, presuntos e patês.

“Já o consumo de sal em excesso está associado ao aparecimento de hipertensão arterial, inclusive na infância e, consequente, ao aumento no risco de doença cardiovascular quando adulta. Há diversas opções de temperos que podem ser utilizados, como alho, cebola, ervas frescas, entre outros ingredientes”, orienta a nutricionista do HCor.

Cuidando dos pequenos corações

Para proteger o coração dos pequenos, é fundamental introduzir uma alimentação saudável desde cedo, começando com o aleitamento materno de forma exclusiva até o sexto mês, sem oferecer chás, sucos, água ou fórmulas artificiais.

Chegando ao sexto mês, deve-se introduzir a alimentação complementar, além de manter o aleitamento materno até os dois anos de idade ou mais. “A partir dos seis meses, atendendo ao desenvolvimento neuropsicomotor do lactente, é possível iniciar a introdução de outros alimentos de forma gradual (com todos os nutrientes) inteiros ou amassados, sob a forma de papas (alimentação de transição), oferecida com a colher”, esclarece Natane.

E a nutricionista completa: “Vale ressaltar que a preferência por determinados sabores (muito doce ou salgado, por exemplo) pode ser modificada pela exposição precoce a esse tipo de alimento. O sal não deve ser adicionado às papas, sendo suficiente o conteúdo de sódio intrínseco dos alimentos utilizados no preparo”.

Abuse da criatividade

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Foto: The Yummy Mummy Club

O período da primeira infância é o momento em que o visual da alimentação é de suma importância. Quanto mais estímulos uma atividade possui, seja cores, formas e sabores, melhor para os pequenos. Os pratos bem coloridos e divertidos são uma aposta incrível que pode transformar a hora das refeições.

Ingredientes saudáveis devem estar dentro dos pratos sempre. Por isso, o ideal é abusar da criatividade. Evite misturar uma variedade grande de alimentos, para não gerar confusão no paladar da criança. Seja para o lanche com frutas ou para as refeições principais com legumes e cereais. Montar um prato colorido e criativo vai conquistar os pequenos.

“A criança deve ser apresentada a uma grande diversidade de alimentos e preparações, priorizando os de boa qualidade nutricional como frutas, legumes, verduras e carnes magras. Neste momento não se deve oferecer alimentos industrializados ou ultra processados, pois estes irão prejudicar a introdução de alimentos saudáveis”, finaliza Natane.

Dicas da nutricionista da Cardiopediatria do HCor para uma alimentação saudável (crianças menores de 2 anos):

-Oferecer somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos;

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Foto: Beautiful Breastfeeding

-A partir dos seis meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo-se o leite materno até os dois anos de idade ou mais;

-Após os seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia se a criança receber leite materno e cinco vezes ao dia se estiver desmamada;

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Bundoo

-A alimentação complementar deverá ser oferecida nos horários de refeição da família, em intervalos regulares, respeitando-se sempre a vontade da criança;

-A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida com colher. Começar com consistência pastosa (papas/purês) com alimentos amassados e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família;

-Oferecer à criança diferentes alimentos todos os dias. Uma alimentação variada é, também, uma alimentação colorida;

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-Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições;

-Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação;

-Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos e garantir armazenamento e conservação adequados;

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Foto: Philmech

-Estimular a criança doente a se alimentar, oferecendo a alimentação habitual e seus alimentos preferidos e respeitando sua aceitação.

Fonte: HCor

 

 

 

 

Campanha Mulher Coração recebe Cláudia Raia como nova madrinha

Cláudia Raia, consagrada artista da TV, do teatro e do cinema, é a nova estrela da Campanha Mulher Coração. Conhecida por diversos trabalhos, a atriz e dançarina tem participação em novelas de sucesso como Sassaricando, Beijo do Vampiro, A Favorita, Salve Jorge e A Lei do Amor, no programa humorístico TV Pirata, nos filmes Kuarup e Boca de Ouro, e nas peças teatrais A Chorus Line, onde despontou para a fama, Não Fuja da Raia, Cabaret e Cantando na Chuva, entre muitos outros.

Até pouco tempo havia o mito de que problemas do coração eram próprios dos homens, uma realidade que se alterou bastante nas últimas gerações. Com a mudança no estilo de vida, as mulheres passaram a exercer um novo papel, que representa importante conquista histórica. Por outro lado, também altera hábitos de vida, eleva o estresse e afeta a saúde do coração, com o consequente aumento do risco de problemas cardíacos.

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Estimativas apontam 350 mil óbitos no Brasil em 2016 em consequência de males do coração. No planeta, 23 mil mulheres morrem diariamente vítimas de doenças cardiovasculares, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Diante dessa preocupante situação, a Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM) lançou, em 2016, a campanha permanente Mulher Coração, a fim de orientar e alertar as mulheres de todo o Brasil sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

“A ideia nasceu da necessidade de informarmos as mulheres sobre a prevenção de doenças cardiovasculares. Na maioria das vezes, elas não sentem os sintomas comuns, como dores no peito, e, por conseguinte, não valorizam os sinais de possíveis problemas. Aproximadamente 30% dos acidentes cardiovasculares acontecem entre a população feminina no Brasil, assim, é de nossa responsabilidade divulgar as formas de identificar e evitar estes casos”, afirma o presidente da SBCM, o professor Antônio Carlos Lopes.

O especialista reforça que as mulheres estão mais expostas aos fatores de risco, como pílulas anticoncepcionais, menopausa e tabagismo. “A falta de sintomas característicos deixam-nas mais vulneráveis a relacionar cansaço, náusea, dores na parte superior do abdome, nas costas e no pescoço aos reflexos de seus estilos de vida agitados e estressantes”, alerta o especialista.

A recomendação é que a visita ao médico cardiologista seja feita o quanto antes para saber se há algum fator familiar de risco cardíaco e, após os 40 anos, precisa ser periódica. A prevenção deve começar desde cedo, a partir de hábitos saudáveis como boa alimentação, atividades físicas e lazer. Além de reduzir o risco de doenças cardíacas, essas práticas auxiliam na qualidade de vida, física e mental.

Fatores de risco
Chegada da menopausa
É o período no qual a mulher para de fabricar o estrogênio, hormônio responsável pela manutenção do revestimento dos vasos sanguíneos.

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Uso de pílulas anticoncepcionais
Sua ingestão, que em geral acontece desde a adolescência, pode aumentar os riscos de trombose, ou seja, entupimento de veias ou artérias.

Terapia de reposição hormonal
O procedimento pode ajudar na prevenção dos principais sintomas da menopausa, como falta de desejo sexual e alteração de humor, mas se torna importante fator de risco para a saúde cardíaca.

Doenças pré-existentes
Mulheres com diabetes, hipertensão e alteração nas taxas de colesterol têm maior predisposição para o desenvolvimento das cardiopatias.

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Maus hábitos
Má alimentação, falta de atividade física regular e tabagismo também são condutas que ameaçam a saúde do coração.

Falta de sintomas
O infarto está entre os principais problemas cardíacos e, devido à falta de sintomas típicos do organismo feminino, pode causar o dobro de mortes em comparação com os homens.

“A mulher muitas vezes não sente a dor característica no peito. Sente apenas cansaço, náuseas, dor na parte superior do abdome, nas costas e no pescoço. Isso dificulta o diagnóstico, fazendo com que o problema cardiovascular passe facilmente despercebido”, afirma Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica

Como cuidar
Pequenas mudanças na rotina da mulher são capazes de evitar oito em cada dez casos de doenças cardíacas.

Alimentação
Busque uma dieta equilibrada e saudável. Prefira alimentos ricos em fibras e gorduras mono e poli-insaturadas que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL). São eles: soja, feijão, lentilha, grão de bico, tomate, peixes, azeite, alho, aveia, banana, castanhas. Evite sanduíches fast-food, frituras, embutidos, alimentos industrializados e carnes gordas.

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Peso
Mantenha o peso ideal.

Atividade física
Pratique exercícios físicos regularmente.

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Foto: UC Health

Acompanhamento médico
Faça acompanhamento periódico dos índices de colesterol e da pressão arterial.

Fonte: SBCM

 

 

Dia Nacional da Saúde Bucal: HCor alerta para riscos da endocardite bacteriana

A falta de higiene bucal pode afetar a saúde do coração, principalmente em pacientes com histórico de doenças cardíacas; Estima-se que a infecção afete, anualmente, cerca de 150 mil brasileiros; febre, suor noturno, palidez, tosse constante e perda de peso repentina são alguns dos principais sintomas

Nesta quarta-feira, 25 de outubro, é comemorado o Dia Nacional de Saúde Bucal. O objetivo da data é conscientizar a população de que escovar bem os dentes ao acordar e logo após as refeições é extremamente importante, pois, além de ajudar a prevenir mau hálito, gengivite, placas bacterianas e cáries, evita também complicações cardíacas. Mas, afinal, qual é a relação entre a saúde bucal e as doenças do coração?

Na boca vivem milhões de bactérias. Para se ter uma ideia, em apenas 1ml de saliva há mais de 150 milhões delas, que podem cair na corrente sanguínea. Se no percurso elas encontrarem tecidos do revestimento interno do coração (miocárdio) danificados ou válvulas cardíacas anormais, podem se multiplicar livremente, causando uma infecção chamada endocardite. Anualmente, são diagnosticados cerca de 150 mil novos casos da doença, acometendo duas vezes mais homens do que mulheres. Destes, cerca de um quarto dos casos acontece entre pessoas com mais de 60 anos. E o principal grupo de risco são pacientes com cardiopatia congênita e os portadores de lesões valvares.

Ao apresentar os primeiros sinais, e considerando a gravidade da doença, o paciente precisa ser internado para iniciar o tratamento, feito à base de antibióticos. “Dor torácica, perda de peso repentina, sangue na urina, febre persistente, fraqueza, frequência cardíaca oscilando entre moderada e acelerada, suor noturno e tosse constante são sintomas clássicos da endocardite que, em 40% dos casos têm origem bucal”, elenca a cirurgiã-dentista Valéria Souza, especialista em cirurgia buco-maxilo-facial do HCor – Hospital do Coração. “Em situações mais graves, há o risco da perda das válvulas cardíacas e infecção generalizada, além de outras consequências como insuficiência cardíaca, AVC e infarto.”

Para ficar longe de qualquer risco, é fundamental manter uma rotina rigorosa de higienização bucal, com o uso frequente de fio dental, limpadores de língua e, ainda, antisséptico bucal. “Gengivas vermelhas, inchadas, que sangram com frequência, dentes sensíveis e mau hálito, consequências da má escovação, são os gatilhos para a infecção”, alerta Dra. Valéria. Se um ou mais sintomas forem frequentes, é hora de procurar um profissional para realizar o tratamento adequado e os exames preventivos. “É importante sempre lembrar que a saúde começa pela boca”, enfatiza.

Medidas preventivas

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· Escove os dentes de três a quatro vezes ao dia;

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· Troque a escova de dente a cada dois meses;

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Ilustração: Westfrisco/Pixabay

· Utilize fio dental e antissépticos bucais pelo menos uma vez ao dia;

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· Diminua o consumo de alimentos doces;

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· Evite o consumo excessivo de frutas ácidas, como laranja e limão;

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Foto: Zahnreinigung/Pixabay

· Vá ao dentista a cada seis meses;

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Ilustração: Pixabay

· Em caso de alguma doença cardíaca pré-existente, procure um especialista.

Fonte: HCor

 

Conheça os alimentos orientais aliados do coração

A dieta equilibrada é fundamental para a saúde cardiovascular. Junto com um estilo de vida saudável, a boa alimentação ajuda a prevenir o risco de infarto, acidente vascular cerebral, arritmias cardíacas, isquemias ou anginas, principais causas de morte da população brasileira. A rede de supermercados Hirota dá algumas dicas sobre os produtos orientais aliados no combate às doenças cardiovasculares e à hipertensão.

“Considerada pela ONU modelo global de dieta saudável, a cultura alimentar dos japoneses valoriza o equilíbrio nutricional, além da variação de alimentos e forma de preparo”, afirma a nutricionista do Hirota, Adriana Miyuki. “Para seguir o exemplo e evitar problemas no coração, é importante reduzir o consumo de sal, comer ao menos três porções de frutas e três porções de verduras e legumes diariamente, e limitar a ingestão de gorduras, especialmente as saturadas.”

O Hirota estimula o estilo de vida japonês, em ações para desmistificar o preparo das receitas orientais, divulgar os benefícios dos alimentos, além de oferecer um mix de produtos com mais de mil itens. Veja a seguir os produtos aliados do coração:

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Gengibre – possui potentes antioxidantes no combate de doenças cancerígenas e também provoca efeitos que reduzem a pressão arterial.

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Foto: Szafirek

Inhame – rico em dioscorina, proteína antioxidante que age sobre as enzimas responsáveis e auxilia contra o aumento a pressão arterial pelo organismo.

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Soja – é uma fonte importante de fitosterol e ácido linolênico, substâncias que reduzem o colesterol.

chá verde japones tradicional louça pixabay
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Chá verde – as catequinas e flavonoides encontrados em quantidades significativas são antioxidantes ideais para reduzir risco de ataque cardíaco.

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Bardana, broto de bambu e konhaku – essas raízes auxiliam no controle das gorduras sanguíneas e pressão arterial.

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Algas – fontes de iodo, vitaminas do complexo B (B1, B2, B12) e fibras, que ajudam a reduzir a absorção de gordura pelo organismo.

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Pixabay

Peixes (arenque, sardinha, salmão, atum, bacalhau, linguado e pescadinha) – ricos em ômega-3, diminuem os níveis de colesterol ruim enquanto aumentam o bom.

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Gergelim – tem lecitina, que facilita a dissolução das gorduras, regulando os níveis de colesterol e triglicérides, evitando doenças cardiovasculares.

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Chá de hibisco – com propriedades que ajudam a reduzir a pressão. O hibisco tem efeito forte para algumas pessoas e por isso deve ser consumido com moderação.

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Pixabay

Shitake e shimeji – com uma substância chamada lentinan, auxilia na redução das taxas de colesterol.

Fonte: Hirota

 

Quem tem problema cardíaco deve dar mais atenção à saúde bucal

O Instituto do Coração (Incor) realizou uma pesquisa em São Paulo e constatou que 45% das doenças cardíacas tinham origem na cavidade bucal. Isso devido a caries profundas com comprometimento do canal, gengivas inflamadas, restos de dente e abscessos

Apesar de parecerem distantes, boca e coração estão bem ligados, principalmente para quem tem algum problema cardíaco. O motivo são as bactérias causadoras das doenças gengivais (gengivite e periodontite), que são também responsáveis pela endocardite – uma infecção no tecido interno do coração, o endocárdio.

O veículo das bactérias da boca ao coração é o sangue, e a higiene bucal é capaz de impedir que esse processo se inicie. O mais comum é que as bactérias consigam entrar na corrente sanguínea devido a má higienização dos dentes e da boca. Elas se aproveitam de pequenos ferimentos na gengiva para ir para o sangue e se espalham pelo corpo.

Pessoas com problemas cardíacos, como alguma doença nas válvulas do coração ou uma válvula artificial, estão mais propensas a contrair a endocardite: “As bactérias encontram no coração, que já tenha essas condições, um ambiente mais propício para fazer suas colônias e desenvolver a infecção”, explica o cirurgião-dentista Marcelo Kyrillos, sócio do Ateliê Oral.

Boca limpa, perigo afastado

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Quem tem predisposição à endocardite bacteriana precisa, portanto, ter uma higiene bucal impecável. Kyrillos orienta: “A escovação deve ser correta, para manter o periodonto [conjunto de tecidos envolvidos na fixação dos dentes aos ossos] saudável e livre das doenças gengivais”.

As consultas com o dentista de confiança, para limpezas profissionais, complementam os cuidados. “Não tem como esses pacientes não visitarem o dentista regularmente. É no consultório que eles poderão fazer as sessões de limpeza e raspagem necessárias para evitar as inflamações que possam levar bactérias à corrente sanguínea”, diz

E mesmo quem não possui dentes naturais está sujeito à endocardite. “Os implantes podem sofrer peri-implantite, que é semelhante à gengivite. E pacientes totalmente sem dentes podem também ter endocardite se houver fungos na prótese e eles entrarem na corrente sanguínea”, revela o cirurgião-dentista.

Na cadeira do dentista

Além das precauções para evitar a contaminação do sangue pelas bactérias gengivais, o paciente cardíaco deve manter sempre atualizada a conversa com o dentista sobre os tratamentos a que se submete. “Os medicamentos comumente usados pelo dentista para fazer uma restauração ou um tratamento de canal, por exemplo, podem alterar a ação dos remédios tomados por quem tem problemas nas válvulas”, afirma o especialista.

Também é importante que o dentista esteja ciente da condição cardíaca desse paciente para poder fazer uma profilaxia antibiótica pré-procedimento. Marcelo conta que a recomendação da American Heart Association é que sejam medicados 2g de amoxilina uma hora antes de começar qualquer trabalho bucal. Isso impede que algum sangramento abra caminho para a entrada de bactérias bucais na corrente sanguínea.

Fonte: Ateliê Oral

 

Campanha do Dia Mundial do Coração incentiva mudança de hábitos

Defendendo que pequenas mudanças podem fazer uma poderosa diferença, a campanha para o Dia Mundial do Coração, organizada pela Federação Mundial do Coração, pretende inspirar as pessoas a adotarem hábitos de vida mais saudáveis. Comemorada hoje, a data marca um momento para conscientizar e disseminar os meios de combater a maior causa de mortes prematuras, que vitima mais de 17 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares são responsáveis por quase 30% do total de mortes.

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Entre os principais fatores de risco para o infarto e outras doenças relacionadas ao coração estão o tabagismo, obesidade, hipertensão, diabetes, colesterol e a vida sedentária. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, mudanças no estilo de vida são fundamentais para reduzir o risco de doenças cardíacas: praticar atividades físicas, evitar a obesidade, reduzir o consumo de álcool, abandonar o tabagismo, diminuir o estresse, destinar mais tempo para o lazer, família e amigos, além de melhorar a alimentação. Reduzir o sal, eliminar frituras, consumir mais frutas, verduras e legumes são mudanças para tornar a alimentação mais saudável.

Alguns nutrientes também são importantes aliados na prevenção das doenças cardíacas. As diretrizes atuais da Sociedade Europeia de Arteriosclerose e da Sociedade Europeia de Cardiologia sinaliza como medidas eficazes a substituição de gorduras saturadas e gorduras trans por gorduras mono- e poli-insaturadas, o aumento no consumo de fibras alimentares, ácidos graxos, ômega 3 e fitoesterol.

O mercado de alimentos saudáveis vem crescendo, de acordo com uma maior busca por saúde e qualidade de vida. A BASF oferece ingredientes como o fitoesterol, ômega 3, licopeno, betacaroteno, luteína, vitaminas, entre outros elementos que trazem benefícios diretos à saúde.

Os fitoesteróis podem beneficiar pessoas que tem colesterol elevado no sangue, além de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares incluindo aterosclerose, problemas coronários e infarto do miocárdio. Eles podem contribuir para a redução de 6% a 12% do colesterol total, incluindo os níveis de colesterol LDL, conhecido como colesterol “ruim”, que pode se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento. Também diminuem efetivamente os triglicerídeos.

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Pixabay

Os fitoesteróis ou esteróis vegetais são componentes de gordura natural de todas as plantas, incluindo sementes de óleo, grãos, nozes, legumes, vegetais e sementes de frutas. Tem estrutura semelhante à do colesterol, porém metabolizados de forma diferente, resultando em lipídios sanguíneos melhorados. As dietas regulares normalmente não garantem a ingestão suficiente de fitoesteróis e a preferência por alimentos altamente refinados e processados também compromete essa ingestão.

A quantidade mais efetiva e segura é de 2 gramas ao dia segundo a Sociedade Internacional de Aterosclerose (IAS). Para alcançar essa proporção, é preciso ingerir 800 g de óleo de soja, 4 Kg de farinha de trigo ou 5 Kg de brócolis, segundo o FDA Food Composition Data Base. Os alimentos fortificados com fitoesteróis, como margarinas ou a suplementação por cápsulas podem garantir essa quantia diária.

O ômega 3 também é necessário para o bom funcionamento de todas as células no corpo e outro aliado importante na prevenção de doenças cardiovasculares. Os dois ômega 3 mais relevantes para a saúde, DHA e EPA, são naturalmente encontrados apenas em espécies marinhas, não são produzidos pelo corpo humano.

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O EPA é importante para a função do coração, pois ajuda a regular a pressão arterial e frequência cardíaca, além de prevenir aterosclerose e infarto do miocárdio. Também tem impacto positivo sobre síndromes metabólicas e diabetes tipo 2. Para alcançar a quantidade diária, deve-se ingerir diariamente cerca de 50g de salmão cru, 25 g de arenque cru ou 17 ovos grandes, podendo também ser consumidos por meio de alimentos enriquecidos ou suplementos.

Já, o licopeno, é uma das mais poderosas substâncias antioxidantes, prevenindo assim o estresse oxidativo, condição biológica onde ocorre o desequilíbrio entre os radicais livres e o sistema antioxidante das células. Um suprimento adequado de licopeno é importante para evitar doenças cardiovasculares como a aterosclerose, lesão por isquemia, infarto do miocárdio, além de ajudar contra síndromes metabólicas, obesidade e diabetes mellitus.

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Foto: Max Straeten/Morguefile

O licopeno pode ser naturalmente encontrado no tomate, melancia, goiaba e mamão e também é aprovado para uso em suplementos voltados para saúde cardiovascular, saúde do fígado e proteção do sistema imunológico, como prevenção do câncer de próstata.

Fonte: Basf

Cia. da Consulta disponibiliza exames preventivos na Praça da Sé

Mutirão da saúde acontece até dia 29 de setembro em comemoração ao Dia Mundial do Coração

A Cia. da Consulta exalta o Dia Mundial do Coração, comemorado em 29 de setembro, com uma semana de serviços à população de São Paulo. De 25 a 29 deste mês, a clínica médica – localizada na Praça da Sé – disponibiliza exames com o objetivo de incentivar a prevenção de doenças e promover a conscientização de questões importantes relacionadas à saúde do órgão vital.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 30% das mortes no Brasil acontecem por conta de doenças cardiovasculares (doenças cardíacas que afetam o coração e os vasos sanguíneos). “Queremos mostrar às pessoas a importância de realizar exames regulares com o intuito de prevenir a ocorrência de problemas que poderiam ser facilmente solucionados com acompanhamento médico adequado”, comenta Victor Fiss, fundador da Cia. da Consulta.

O atendimento à população será realizado na clínica médica Cia. da Consulta, sempre das 7 às 18 horas, com os serviços de:

–Exame de glicemia capilar: teste que coleta uma amostra de sangue da ponta do dedo capaz de identificar o nível de glicose. Estudos mostram que o elevado nível de açúcar no sangue pode estar relacionado à maior incidência de doenças cardiovasculares.
–Medida de pressão arterial: importante para detectar a existência de hipertensão arterial, problema que aumenta a pressão nas artérias e não causa sintomas na maioria das vezes. Pode desencadear estreitamento, obstrução e entupimento dos vasos, além de ser fator de risco para doenças cardiovasculares.
–Cálculo do índice de massa corporal (IMC): cálculo realizado a partir do peso (em kg) dividido pela altura (em metros) ao quadrado, que permite identificar se a pessoa está com o peso ideal ou possui algum grau de obesidade ou desnutrição. O aumento do IMC indica sobrepeso, que por sua vez está relacionado ao maior risco de contrair doenças cardiovasculares.
–Oximetria: mede o nível de oxigênio no sangue através de um dispositivo chamado oxímetro. É importante para avaliar a qualidade do sistema cardiovascular e detectar doenças.
–Orientações nutricionais: os pacientes vão receber um material desenvolvido por nutricionista, que indica quais alimentos priorizar para manter uma alimentação saudável e prevenir doenças do coração. Ainda serão disponibilizadas receitas que contém vitaminas e nutrientes aliadas para manter a saúde do coração.

Além dos serviços na área da saúde, os pacientes receberão um manual informativo detalhando os fatores de risco e dicas para prevenção de doenças cardíacas. Para aproveitar os serviços que serão disponibilizados na Semana do Coração, basta se cadastrar pelo site ou telefone da Cia. da Consulta.

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Serviço
Onde: Cia. da Consulta. Av. Rangel Pestana, 201 – Sé – São Paulo/SP
Quando: 29/09  das 7:00 às 18:00

 

Doenças cardiovasculares podem ser evitadas com alimentação saudável

Hoje, 29 de setembro, é celebrado o Dia Mundial do Coração e um dos objetivos da data é alertar a população sobre as doenças que colocam em risco a saúde cardiovascular, além de ensinar como preveni-las por meio de uma alimentação saudável e balanceada.

O consumo excessivo, de gordura de origem animal, frituras, alimentos industrializados feitos com gorduras trans e de carboidratos refinados podem favorecer o acúmulo de placas de gordura nas artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando, assim, o riscos de infartos e AVC.

A importância da alimentação adequada na redução do risco cardiovascular e no controle dos fatores de risco já está demonstrada por uma série de evidências científicas. Estudos demonstraram que as doenças cardiovasculares podem ser reduzidas em 30% com modificações no estilo de vida, e uma das melhores formas de evitar o problema é através da prevenção, que inclui uma alimentação saudável.

De acordo com a gerente de Nutrição do HCor (Hospital do Coração), Rosana Perim, a gordura saturada e a trans, os açúcares simples e o sal estão entre os nutrientes que aumentam o risco quando consumidos em quantidades excessivas, pois exercem efeito direto sobre a saúde do coração aumentando a incidência dos fatores de risco, como a hipertensão, a dislipidemia, a obesidade e o diabetes. “Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carnes magras e derivados de leite desnatados, são boas opções para manter o peso e controlar os fatores de risco”, alerta a nutricionista.

Para cuidar da saúde do coração, a gerente de Nutrição do HCor dá algumas dicas de alimentos que são amigos e os que são considerados “vilões” para o coração:

Amigos do coração:

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– Peixes: ricos em ômega-3, possuem ação anti-inflamatória e também auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e triglicérides e aumento do bom colesterol (HDL)

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– Azeite de oliva: o tipo extra virgem reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom. Dessa forma, previne doenças cardíacas e aterosclerose

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– Aveia: o farelo de aveia é o alimento mais rico em fibras solúveis e com maior capacidade de diminuir o colesterol sanguíneo, reduzindo a absorção de colesterol e retardando a digestão das gorduras

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– Soja: possui efeito em reduzir os níveis de colesterol sanguíneo, pela ação das proteínas da soja e das isoflavonas, classe de substâncias vegetais que têm funções semelhantes ao estrógeno humano. As principais fontes são o feijão de soja, o queijo de soja (tofu), o molho de soja (shoyo), a farinha e o leite de soja, dentre outros

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Foto: Site Plantei

– Suco de uva: os flavonoides presentes na uva podem agir como substâncias antioxidantes, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.

Vilões do coração:

  • Sal: em grandes quantidades, pode elevar a pressão arterial, contraindo as artérias e consequentemente aumentando as chances de infarto e derrame, além de comprometer o funcionamento dos rins. Atenção aos alimentos industrializados e processados, sopas instantâneas, temperos prontos, salgadinhos de pacote, enlatados, conservas e defumados
  • Açúcares: o excesso de açúcar na alimentação pode levar ao aparecimento da obesidade e diabetes. Não exagere no consumo de doces, chocolates, refrigerantes, massas e pães

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  • Gorduras saturadas, trans e colesterol: promovem o aumento dos níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue. Estão presentes na gordura animal, óleo e polpa de coco, dendê, banha, gema do ovo, frutos do mar (camarão, lula, marisco, polvo), vísceras (fígado, coração), leite e laticínios integrais, manteiga, queijos amarelos, frios e embutidos. Já as gorduras trans, aparecem em algumas bolachas recheadas, sorvetes cremosos, molhos prontos, folhados e alimentos com consistência crocante

Fonte: HCor