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Conheça alternativas para evitar a utilização de animais em testes de cosméticos

Em 2019 entra em vigor a norma estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe a comercialização no Brasil de cosméticos e produtos de higiene pessoal que tenham sido testados em animais. “As empresas cosméticas deverão se adequar, dentro do prazo estabelecido, a fim de abolir totalmente os testes em animais. Dessa forma, será necessário que essas empresas se adaptem aos métodos alternativos reconhecidos para comprovar a segurança e eficácia do produto”, afirma Lucas Portilho, consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma.

Porém, com o final do prazo para adaptação cada vez mais próximo, começam a surgir dúvidas sobre como são realizados estes novos métodos. Segundo o especialista, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) é o órgão responsável pelo reconhecimento de métodos alternativos, que consistem em eliminar o uso de animais, reduzir a sua necessidade ou diminuir o seu sofrimento.

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“Atualmente, os métodos alternativos para substituir os animais na pesquisa estão cada vez mais viáveis e eficientes. Uma destas metodologias é a tecnologia in vitro, que tem se mostrado uma das alternativas mais acessíveis para evitar o uso de animais em laboratório. Nesta técnica, células e tecidos são criados artificialmente para estudo, manipulação e teste de eficácia”, explica Portilho.

Outros métodos são a criação de pele artificial, que reproduz os mesmos tecidos biológicos da pele humana e pode ser utilizada para avaliar a toxicidade e a eficácia de novos compostos nas indústrias de cosméticos, e a bioimpressão em 3D, que permite a reprodução automatizada de tecidos humanos que imitam a forma e a função dos tecidos originais do organismo.

“Além disso, é importante ressaltar que os testes em animais não são 100% seguros, uma vez que o organismo humano responde de forma semelhante ao dos animais, porém não de forma idêntica. Um exemplo disso é que os camundongos não apresentam resposta imunológica ao níquel, mas esse componente é um dos maiores causadores de alergias em humanos”, alerta o pesquisador.

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Para saber se o produto que você está adquirindo não é testado em animais é importante checar a lista das empresas “cruelty free”, que é disponibilizada por certas ONGs, como o PEA (Projeto Esperança Animal), que indica quais empresas nacionais não promovem testes em animais. Além disso, checar o rótulo e ligar para o SAC da empresa também são métodos que podem ajudar a identificar quais produtos não são testados em animais. “É preciso lembrar que a norma da Anvisa não gera qualquer impacto no desenvolvimento de medicamentos e vacinas, pois se restringe ao teste de cosméticos e produtos de higiene pessoal”, finaliza Portilho.

Fonte: Lucas Portilho é consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Formulações do ICosmetologia. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Mestrando na Unicamp em Proteção Solar. Possui 18 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional.

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Dove é certificada como cruelty free

Selo foi concedido pela Peta e é válido em todos os produtos da marca

Dove anuncia que acaba de conquistar sua certificação global pela Peta – People for the Ethical Treatment of Animals – como sendo uma marca cruelty free, ou seja, que não faz testes em animais em toda a cadeia de fabricação de seus produtos. A partir do início de 2019, o selo de cruelte free passa a fazer parte da comunicação e das embalagens dos produtos Dove.

“Por mais de 30 anos usamos abordagens não-animais para avaliar a segurança de nossos produtos e ingredientes. E, após Dove anunciar uma política que proíbe qualquer teste deste teor em todo o mundo, estamos muito satisfeitos em dizer que nossos produtos agora carregam o selo ‘livre de crueldade’ da PETA. Essa é mais uma forma de garantir aos consumidores que a marca não faz testes em animais”, explica Sophie Galvani, vice-presidente de Dove Global.

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A obtenção do selo cruelty free é um reconhecimento importante do compromisso de Dove em não apenas em cuidar da pele e dos cabelos de mulheres, homens e bebês, mas também em zelar pelo planeta e por todos os envolvidos, incluindo animais.

“Mais do que nunca, as pessoas querem, e merecem, clareza sobre a produção e composição dos produtos que usam e admiram. O selo Peta para Dove é parte disso, além de ser também um passo importante para inspirar outras marcas a atuarem sobre a questão dos testes em animais em toda a indústria de cuidados pessoais e beleza”, diz a Galvani.

De acordo com Kathy Guillermo, vice-presidente sênior da Peta, “a organização tem o prazer de certificar uma marca de cuidados pessoais globalmente reconhecida, como Dove, como livre de teste em animais. Sabemos que os consumidores apreciarão o compromisso de Dove de terminar permanentemente estes testes em todo o mundo e, embora ainda haja muito a ser feito, esperamos que essa conquista inspire outras empresas e marcas de beleza a seguirem o exemplo”.

Essa conquista é só o início de um compromisso ainda maior da Unilever, dona da marca, que confirma apoio à proibição mundial de testes em animais para cosméticos. “Esse método foi proibido na Europa desde 2013, e esperamos que a adoção global acelere a aceitação regulamentar de abordagens alternativas e, assim, remova requisitos para testes em animais para cosméticos em qualquer parte do mundo”, comenta David Blanchard, diretor de P&D da Unilever.

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O trabalho da companhia sobre alternativas a este método e seu objetivo de promover a adoção de cruelty free também foi reconhecido pela Peta, que passa a listar a Unilever como uma “empresa que trabalha para a mudança regulatória”. Ou seja, indica que a companhia não tem a prática de realizar testes em animais para suas demais marcas, exceto em países que seja exigido por lei.

Como parte de seu acordo de apoiar a causa, a Unilever também fará parceria com a Humane Society International (HSI), organização global de proteção animal, para reforçar a iniciativa #BeCrueltyFree, cujo objetivo é divulgar reformas legislativas no mercado de beleza, proibindo testes em animais. Para isso, a Unilever ajudará no desenvolvimento de ferramentas que serão utilizadas em tomadas de decisões sobre segurança de produtos, usando métodos nos quais esses testes não sejam necessários.

“Estamos muito esperançosos de que, por meio da colaboração entre empresas, ONGs e órgãos regulatórios, em breve será possível avaliar a segurança de todos os produtos e cosméticos, sem qualquer necessidade de testes em animais”, concluiu Blanchard.

The Body Shop entrega abaixo assinado contra testes em animais à ONU

A influenciadora e youtuber Nátaly Neri será a representante brasileira da The Body Shop para entregar hoje, 4 de outubro, Dia Mundial do Animal, um documento contendo oito milhões de assinaturas angariadas pela campanha Forever Against Animal Testing (Para Sempre Contra Testes em Animais) à Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Dinamarca, Cingapura e Inglaterra também enviarão representantes para a entrega das assinaturas.

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A campanha consiste em um abaixo assinado global, lançado pela marca em 2017, com o objetivo de banir, até 2020, testes em animais com finalidade cosmética em produtos e ingredientes em todo o mundo. O Brasil está entre os 10 países que mais colaboraram com a petição.

A iniciativa tem como objetivo influenciar a legislação dos 189 países signatários da ONU, levando em consideração que 80% do mundo ainda permite testes em animais na indústria cosmética, inclusive o Brasil, onde o processo para banir essa prática ainda está em tramitação.

A companhia espera que, com o documento em mãos, a ONU convoque uma convenção para discutir o tema. Em 2019 a expectativa é de que a organização promova uma aproximação com governos e agências internacionais para criar a lei.

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The Body Shop

Fundada em 1976 em Brighton, Inglaterra, a The Body Shop® é uma marca inglesa de cosméticos naturais que procura fazer a diferença positiva no mundo produzindo produtos para o corpo, rosto e fragrâncias de forma ética e sustentável. A The Body Shop foi pioneira na filosofia de que os negócios podem ser uma força para o bem e essa missão continua sendo a força central da marca. A rede, que nunca realizou testes em animais, conta com 3 mil lojas em 66 países e, junto com a Aesop e a Natura, integra a Natura & Co, grupo de cosméticos global, multicanal e multimarca que se compromete a gerar impacto econômico, social e ambiental positivo em todo o mundo.

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Natura conquista certificação da Cruelty Free International contra testes em animais

Selo Leaping Bunny reforça o compromisso da empresa contra testes em animais

A Natura anuncia que conquistou o selo “The Leaping Bunny” para seus produtos e ingredientes, após concluir o processo de certificação pelo não uso de testes em animais na avaliação da eficácia e segurança de seus produtos. O selo, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, uma das mais antigas e respeitadas organizações a trabalhar pelo fim dos testes em animais em todo o mundo, atesta o compromisso da Natura com a causa.

O selo “The Leaping Bunny” é um programa de certificação internacionalmente reconhecido, que permite aos consumidores identificar facilmente produtos que não são testados em animais. Com a certificação, a Natura se junta a mais de mil empresas que também já obtiveram esse reconhecimento, entre elas a The Body Shop, adquirida pela Natura em setembro do ano passado.

Todas as linhas da marca contam agora com a certificação. O portfólio da Natura abrange produtos para corpo, rosto, cabelos, além de perfumaria e maquiagem. Em suas fórmulas, a Natura tem em média 81% de ingredientes vegetais e muitos produtos podem ser considerados veganos, como os sabonetes em barra, cremes, shampoos e hidratantes da linha Ekos.

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“A Natura não realiza testes em animais desde 2006, parte da crença da empresa na valorização da vida. Com essa certificação, tornamos mais clara a comunicação para os consumidores que somos uma marca que defende o fim dos testes em animais na indústria cosmética no Brasil e no mundo. Estamos muito felizes com esse reconhecimento”, afirma Roseli Mello, diretora de Inovação e Segurança do Consumidor da Natura.

“Temos o prazer de conceder a certificação Leaping Bunny à Natura. Queremos parabenizar a Natura por demonstrar que é possível ser uma marca global e inovadora sem infligir sofrimento aos animais. O selo “The Leaping Bunny” torna mais fácil para os clientes tomarem uma decisão ética e informada sobre consumo”, afirma Michelle Thew, CEO da Cruelty Free International.

Desde 2006, a Natura não realiza testes de ingredientes ou produtos finais em animais, sem abrir mão de exigentes critérios de segurança e eficácia dos produtos. De lá para cá, a empresa desenvolveu mais de 67 metodologias alternativas para avaliar a segurança de seus produtos, em parceria com universidades e institutos de pesquisa brasileiros e internacionais.

Entre as principais inovações obtidas no período, destacam-se o uso de ferramentas in silico (softwares capazes de predizer qual o perigo do ingrediente, baseado na estrutura molecular) e modelos 3D de pele e córnea equivalentes, que possibilitam a investigação de irritação e alergia sem uso de testes em animais.

Nos últimos anos, os modelos de pele têm se tornado cada vez mais complexos e apresentado características mais próximas da pele humana em seu estado natural, permitindo avaliar a segurança e eficácia de ingredientes ativos e formulações, além de explorar novos mecanismos biológicos relacionados à saúde da pele e couro cabeludo.

Dando um passo além neste caminho, a Natura, em parceria com a Universidade de São Paulo, está trazendo para o Brasil a tecnologia de impressão 3D de tecidos, chamada de bioimpressora. Com essa tecnologia, é possível produzir modelos de peles com maior complexidade estrutural em condições mais padronizadas, elevando ainda mais a capacidade de análise de segurança e de eficácia dos ingredientes naturais usados pela empresa.

A impressora permite maior automatização do processo de produção da pele 3D com excelente acurácia, alta reprodutibilidade e fácil manuseio, contribuindo para maior disponibilidade de amostras de pele 3D na indústria cosmética.

A Natura também investe em novas técnicas de avaliação gênica em larga escala (OMICS), com uso de biologia computacional, que permite identificar a vocação dos ingredientes. Pelo mapeamento genético de determinado ativo da biodiversidade brasileira, como murumuru ou patauá, é possível, por exemplo, determinar o potencial hidratante ou antissinais daquele ingrediente. Desse modo, a empresa acelera a pesquisa para atestar a eficácia dos ativos usados em suas formulações.

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“Essa é uma causa importante para a Natura. Por isso, apoiamos abertamente a campanha da The Body Shop em parceria com a Cruelty Free International pelo fim dos testes em animais em toda a indústria cosmética”, complementa Roseli Mello. A petição global “Para Sempre Contra Testes em Animais” alcançou a meta de recolher mais de 8 milhões de assinaturas e será levada à Organização das Nações Unidas (ONU) em outubro.

Para encontrar a lista completa das empresas certificadas pelo Leaping Bunny, clique aqui.

Sobre a Cruelty Free International

A Cruelty Free International é uma das mais antigas e respeitadas organizações de protecção dos animais. É vista e reconhecida como uma autoridade no tema “experimentação animal”, sendo frequentemente chamada por governantes, media, empresas e organismos oficiais para aconselhamento e pareceres.

SD Make•Up amplia portfólio com trio de lip balms com fragrância de frutas

O portfólio de maquiagem da SD Make•Up, marca de cosméticos do Grupo SD, passa a contar com trio de Lip Balms. Com textura cremosa e efeito natural, os sticks com fragrância das frutas uva, lichia e mandarina possuem funções que vão muito além de doar um aspecto saudável e natural aos lábios.

Tudo isso graças à composição enriquecida com vitaminas C e E, ingredientes considerados antioxidantes naturais. Assim, o produto é capaz de atuar na hidratação e prevenção do envelhecimento da região, que é uma das que mais sofre com a falta de cuidados.

“Trata-se de um cosmético que ajuda a manter a beleza e a saúde da região por mais tempo. Pensamos em uma formulação que fosse além da coloração, mas sim, atuasse na prevenção do envelhecimento e na hidratação”, destaca Fernanda Barriviera, diretora técnica do Grupo SD que, junto ao make up artist Duda Molinos, desenvolveru a linha de balms, focando em uma demanda do mercado que busca por uma beleza natural e multifuncional.

À base de cera, a fórmula é livre de parafinas, óleos minerais, ingredientes de origem animal (vegano), conservantes sintéticos, além de não ser testado em animais (cruelty-free).

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Lip Balm
Disponível em três versões: Mandarina, Lichi e Uva
Preço: R$ 38,00 (cada)
Informações: SD Make•Up – SAC: (85) 3077-2877 l

Ametsa, marca de make cruelty free, faz promoções no Instagram e no site

Ametsa, marca de maquiagem cruelty free, e que conta com produtos veganos, está realizando uma promoção para seus seguidores no Instagram.

A mecânica funciona assim: o(a) seguidor(a) deve curtir 10 posts e comentar cinco fotos publicadas pela marca. Após essas ações, basta enviar uma mensagem, via Direct, com a seguinte frase: “Completei a gincana Ametsa!”.

Com isso, o(a) seguidor(a) ganha um código promocional (cupom), que garantirá 60% de descontos em compras no site da Ametsa. Importante frisar que esta promoção vale apenas para a linha de batons sólidos e pincéis.

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A segunda promoção é válida apenas para os batons líquidos veganos. Na compra de um item pelo site, o segundo, em uma cor surpresa, sai de graça.

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Informações: Ametsa

 

Sakura No Ki é a nova fragrância da The Body Shop

Inspirada nas flores de cerejeira, símbolo do amor e da beleza, a The Body Shop, marca ativista de cosméticos naturais, amplia a linha Sakura No Ki e lança a fragrância. Com um toque delicado, romântico e jovem, garante refrescância e leveza para o dia a dia. O seu perfume floral, frutal amadeirado é ideal para mulheres modernas que desejam um toque especial à produção.

Desenvolvida dentro do universo de fragrâncias finas, sua composição combina o álcool proveniente do comércio com comunidades de Sertãozinho, interior de São Paulo, notas de flor de cerejeira, com fundo de âmbar e musk não animal, totalmente livre de crueldade. Pioneira no mercado de cosméticos naturais e vegetarianos, a marca inglesa inovou ao recusar o ingrediente padrão utilizado na fabricação de perfumes, recolhido de uma glândula do veado, e apostar no novo ativo, livre de qualquer matéria-prima animal. Hoje, toda a linha de fragrâncias musk da The Body Shop tem como base o almíscar não-animal e produtos de origem natural.

Conhecida no Japão como Sakura, a flor de cerejeira, apresenta delicadas pétalas rosadas e um significado repleto de simbolismo, que envolve amor, renovação e esperança. Considerada uma das flores mais belas do mundo, que floresce no fim do Inverno japonês e início da Primavera, representa um marco na cultura japonesa. É quando os amigos e familiares se reúnem para fazer piqueniques sob as árvores e contemplar a beleza das flores.

Os produtos da linha Sakura no Ki, apresentam uma composição jovem, leve e suave. O ritual de beleza começa com o sabonete, que possui a versão líquida e em barra. Eles limpam a pele das toxinas, deixando-a brilhante e saudável. O segundo passo envolve a Loção Hidratante, que protege a pele, deixando-a perfumada. Para finalizar o processo, a Fragrância garante um perfume suave e duradouro composto por notas florais e frutais.

Saiba mais sobre os produtos:

Fragrância Sakura no Ki – 100ml – R$ 155,00

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Com nota floral frutal amadeirada e álcool proveniente do Comércio com Comunidades de Sertãozinho, interior de São Paulo, a Deo Fragrância Sakura no Ki tem notas de flor de cerejeira, fundo de âmbar e musk não animal. Desenvolvida dentro do universo de fragrâncias finas, possui um toque delicado, romântico e jovem. Ideal para mulheres que buscam trazer refrescância e leveza para as suas vidas.

Shower Gel Sakura no Ki – 250ml – R$ 45,00

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Shower gel corporal com fragrância de flor de cerejeira que limpa a pele deixando-a perfumada.

Sabonete em barra Sakura no Ki – 100g – R$ 18,90

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Sabonete de base vegetal orgânica com fragrância de flor de cerejeira e manteiga de karité proveniente da Comunidade de Gana, que limpa a pele deixando-a hidratada e delicadamente perfumada. Indicado para todos os tipos de pele.

Loção Hidratante Sakura no Ki – 250ml – R$ 59,00

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Loção desodorante hidratante corporal com manteiga de karité proveniente da Comunidade de Gana e fragrância de flor de cerejeira que hidrata e protege a pele deixando-a perfumada.

Informações: The Body Shop

Cosméticos: quais os itens que veganos devem redobrar a atenção

Todo mundo sabe que carne, mel, leite e ovos vêm dos bichos e, por isso, são proibidos no veganismo. O termo, que surgiu oficialmente na Inglaterra em 1944, se difere do vegetarianismo justamente nesse ponto, pois enquanto as restrições dos vegetarianos param na dieta, as dos veganos vão além, e não são voltadas somente à alimentação.

Quem segue essa filosofia exclui qualquer bem de consumo obtido através da exploração animal. A lista é grande e inclui roupas, cosméticos e, até mesmo, medicamentos.

Em suma, o modo de vida vegano tem sua ideologia fundamentada em respeito aos direitos dos animais e rejeita absolutamente todos os itens que contenham seus derivados. No entanto, no mercado atual, há uma infinidade de produtos industrializados que levam ingredientes de origem animal e o consumidor nem desconfia, especialmente no setor de estética. Por isso, é preciso redobrar a atenção antes de encher o carrinho de compras.

Estilo de vida vegano desperta interesse dos consumidores

De acordo com uma pesquisa especializada, realizada pelo portal Use Orgânico, embora apenas 18% dos brasileiros se autodeclarem vegetarianos ou veganos, mais de 60% afirmam ser simpatizantes de causas sustentáveis, como a defesa dos animais e do meio ambiente. De acordo com o levantamento, que ouviu mais de 1.500 participantes de todas as regiões do país, esse fator, associado à preocupação com a saúde, influencia diretamente nas formas de consumo, inclusive quando se trata de cosméticos.

O estudo revela ainda que, na busca por alternativas mais qualificadas, os produtos com apelo “natural” saem na frente e chamam a atenção deste público. Para 21% dos entrevistados um item de beleza tem mais valor quando sua fórmula contém menos aditivos químicos. Além disso, 26,2% considera um cosmético sustentável quando o mesmo possui o selo cruelty free (não testado em animais), inclusive a presença do selo é verificada por 67% dos consumidores antes de efetuarem a compra.

Segundo o levantamento, atualmente, ainda que haja uma maior conscientização do consumo impulsionada pela filosofia desses movimentos, são os efeitos benéficos que essas práticas proporcionam, devido aos ativos naturais em detrimento dos químicos, que ganham destaque e levam os consumidores a se interessarem por produtos de origem orgânica e/ou exclusivamente vegetal.

Cruelty free e Vegano são categorias distintas

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A expressão inglesa cruelty free quer dizer “sem crueldade” e refere-se aos testes realizados em animais. Quando uma marca apresenta esse selo – emitido pelo PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), significa que seus cosméticos não são testados nos bichos. Mas, ao contrário do que algumas pessoas pensam, isso não é sinônimo de um produto livre de componentes de origem animal em sua composição. Ou seja, é possível ser cruelty-free e, ainda assim, conter esses derivados. Diferente das linhas veganas, que, além de não realizarem esse tipo de teste, também não utilizam nenhuma matéria-prima de origem animal.

Natural ou sintético?

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A médica Maria Clara Couto afirma que, pelo fato de ser vegano, muitas pessoas associam os produtos à categoria “natural”, no entanto não significa a mesma coisa: “São classificações diferentes, com normas específicas. Os produtos naturais precisam ter 95% do total das suas matérias-primas provenientes da natureza, já para os veganos o principal requisito é o respeito aos direitos dos animais, excluindo testes e ingredientes relacionados a eles. Portanto, um cosmético vegano pode ser inteiramente sintético e, ainda assim, continuar sendo vegano” – explica Couto – especialista em dermatologia.

Lista negra
Nas últimas décadas a indústria cosmética ampliou o leque de produtos oferecidos para atender a demanda crescente do mercado, especialmente em relação aos produtos naturais. No entanto, em meio às inovações para satisfação dos clientes, alguns componentes da fórmula costumam passar despercebidos pelos consumidores.

Confira a seguir algumas das substâncias de origem animal que podem estar camufladas em diversos produtos de beleza:

Ácido Esteárico:  de origem animal, esse ácido, geralmente, é proveniente da banha do porco ou do sebo, retirado da gordura do boi ou carneiro. Mas também é possível encontra-lo em alguns óleos vegetais, como o óleo de coco. É utilizado como agente ligante e espessante em produtos cosméticos, loções e sabonetes.

Ácido hialurônico: de origem aviária, derivado da crista de galo, esse ácido é muito utilizado na área estética como material para o preenchimento de rugas e linhas de expressão. Mas também existe a versão bacteriana. Por isso, antes de realizar qualquer procedimento desse tipo, deve ser consultada a origem dessa matéria-prima.

Almíscar: essa substância, obtida a partir dos órgãos genitais de animais, como castores, lontras, veados, entre outros, já foi amplamente utilizada em perfumarias como nota de base e fixador. Mas, atualmente, diversas marcas já substituíram essa matéria-prima por almíscares sintéticos em suas fragrâncias.

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Pixabay

Carmim: corante avermelhado, conhecido também como cochonilha, é extraído dos corpos secos das fêmeas – especialmente durante a gravidez – de determinados insetos que se alimentam da seiva das plantas. De acordo com a médica, o pigmento é muito usado em cosméticos, especialmente na coloração de batons e outros produtos para a maquiagem em tons de rosa e vermelho: “Entre as principais alternativas veganas para substituir o carmim, encontramos o suco de beterraba e de urucum, que possuem uma pigmentação acentuada”.

Colágeno e elastina: encontradas no tecido conjuntivo dos animais, essas proteínas são amplamente utilizadas ​​em produtos hidratantes, devido à função estrutural, que confere elasticidade e sustentação aos tecidos, especialmente à derme. Vale lembrar que, atualmente, também existem versões sintéticas do colágeno e da elastina. Em caso de dúvidas sobre a origem é possível entrar em contato diretamente com os fabricantes.

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Lanolina: composta por ácidos graxos, a lanolina é uma substância de textura cerosa secretada na pele das ovelhas, como proteção e emoliente para o corpo. A substância possui ampla utilização industrial, como um agente de hidratação em cosméticos, produtos para cabelos, unhas e pele em geral. O mercado vegano já oferece opções com componentes de origem vegetal para substituir a substância

Queratina: um dos ingredientes mais famosos para os cuidados do cabelo, a queratina é facilmente encontrada na composição de condicionadores e shampoos, mas poucos sabem que sua origem é animal. A substância é extraída da juba, chifres, cascos, pelos e penas de vários animais e trata-se de uma proteína insolúvel constituinte da epiderme, unhas, tecidos córneos e esmalte dos dentes. Entre as principais alternativas para substituí-la estão o óleo de amla e a proteína da soja.

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Tutano e placenta: tecido que envolve o feto ou embrião, a placenta, geralmente é derivada do útero de animais sacrificados. Já o tutano trata-se da medula óssea do boi e é rico em sais minerais, carboidratos e proteínas. Esses dois ingredientes já estão caindo em desuso, mas, até algum tempo atrás, eram componentes comuns em cosméticos, especialmente nos produtos para os cabelos, como shampoos, tinturas e cremes.

De olho no rótulo

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Quem segue um estilo de vida livre de derivados animais se depara com uma infinidade de ingredientes para conferir e, para não ter erro, os rótulos são os principais aliados. Mas, de acordo com a médica, no caso dos veganos é preciso um cuidado ainda maior, já que as restrições vão além da dieta.

“O estilo de vida vegano requer mais atenção, especialmente em relação aos produtos industrializados, seja de limpeza, higiene ou beleza. Para se ter ideia, um cosmético pode ser natural ou orgânico e, ainda assim, conter ingredientes de origem animal em sua fórmula, além de realizar testes em animais. Já aqueles que recebem o selo cruelty free podem estar, ou não, livres desses derivados. Portanto é necessário se atentar aos componentes do produto, especialmente quando a fórmula apresentar um ingrediente que pode ser de origem animal ou vegetal. Nesses casos vale a pena entrar em contato com a marca. No começo parece uma tarefa complexa, mas depois de algum tempo é possível se familiarizar e identificar facilmente os componentes da lista negra. Outra opção também, que pode facilitar ainda mais, é se guiar pelos selos certificadores de agências regulamentadoras que comprovam a qualidade e procedência do produto”, finaliza a especialista.

Fonte: Use Orgânico

The Body Shop realiza ato contra testes em animais no domingo na Paulista

The Body Shop, em parceria com a Ampara Animal, promove um ato público seguido de caminhada na Avenida Paulista, no dia 29 de julho, domingo, a favor da proibição de testes em animais na indústria cosmética.

A concentração do ato será no Masp a partir das 11 horas, e a caminhada, que terá como ponto final o Hotel Ibis na Consolação, está prevista para iniciar às 12 horas.

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No ponto final do ato haverá feira de adoção de pets promovida pela Ampara Animal, além da confecção de pinturas de arte urbana com as artistas Amanda Pankill e Cleo Moreira, que apresentam como principal identidade visual o grafitti. As pinturas serão leiloadas e o valor arrecadado será direcionado à ONG.

Assine a petição

Além de chamar atenção para a causa, a ação também tem como objetivo angariar assinaturas para a campanha Forever Against Animal Testing (Para Sempre Contra testes em Animais), lançada pela The Body Shop em parceria com a Cruelty Free Internacional. A iniciativa consiste em um abaixo assinado, cuja meta é coletar 8 milhões de assinaturas globalmente.

O documento será submetido à ONU ainda este ano e a expectativa é banir, até 2020, testes em animais com finalidade cosmética em produtos e ingredientes em todo o mundo. A petição online pode ser assinada clicando aqui.

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Serviço:
Local: Concentração no vão do MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista
Dia: 29 de julho
Horário: das 11h às 13h

Maquiador desenvolve linha de maquiagem de cinema para o dia a dia

A maquiagem faz parte do dia a dia das mulheres. E as mais exigentes desejam realçar a beleza com praticidade e produtos de alta qualidade e que tenham boa pigmentação, sejam leves e resistentes. Pensando nisto, o maquiador Fernando Andrade desenvolveu a linha de produtos Make Movie.

Andrade atua como maquiador profissional desde o final dos anos 80 e já atuou nas mais diversas áreas nas quais a maquiagem profissional faz toda a diferença, como cinema, filmes publicitários, editoriais de moda e desfiles. Com toda expertise e realizando um sonho,  criou a linha de maquiagem que atende as necessidades de filmes e fotos feitas em estúdio e, que, ao mesmo tempo, é perfeita também para a maquiagem diária.

A Make Movie by Fernando Andrade traz como principal diferencial a formulação especial que é resistente às altas temperaturas da iluminação de estúdios, evitando que a maquiagem derreta ou escorra. Ao mesmo tempo, o acabamento é leve e natural, com cobertura de alta precisão e durabilidade.

Todos os produtos contam com formulação especial com componentes ricos em vitamina E e um complexo antioxidante. Já estão no mercado os seguintes produtos: batons, máscara para cílios e paleta de corretivos.

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Batons – com alta fixação e pigmentação. O complexo antioxidante deixa os lábios macios e previne o envelhecimento da pele. A essência de cream vanilla proporciona toque leve. São sete opções de cores – tons de vinho, rosas e nude.

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Máscara para cílios – com fórmula alemã 100% vegana, a máscara para cílios é swim proof (a prova d’ água e resistente a piscina) e é a primeira máscara à prova d’ água vegana no mercado brasileiro, pode ser usada com lentes de contato, alonga os fios e dá volume extra.

Paleta de corretivos – com cobertura de alta precisão, extremamente leve e com acabamento matte. Pode ser usada sem a necessidade de passar pó facial para finalizar.

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A Make Movie by Fernando Andrade é cruelty free, ou seja, não testa seus produtos em animais, e pretende se tornar em breve uma marca de maquiagem 100% vegana.

Informações: Make Movie