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Dicas para parecer menos cansada do que você realmente está

Sua pele pode entregar vários sinais de cansaço: falta de viço, inchaço, desidratação e olheiras são alguns dos problemas mais comuns. Saiba algumas dicas para lidar com o problema

Você já ouviu a expressão TATT (tired all the time – cansado o tempo todo, em português)? Mesmo que o fim de ano já tenha passado, esse diagnóstico – muito utilizado por médicos americanos – ainda pode estar próximo. Pesquisas da Mintel mostram, por exemplo, que uma em cada três pessoas admite estar permanentemente exausta. Mesmo que estar cansado seja um efeito colateral inevitável da vida moderna, que é agitada o tempo todo, sua pele pode tentar esconder isso – dos males o menor, não é mesmo?

“Olheiras, inchaço, pele sem viço e desidratada são as características mais comuns desses pacientes”, afirma Claudia Marçal, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, que conta algumas dicas e o que há de novo para dar um up no visual:

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=Invista na Vitamina C: poderoso, o ingrediente deve ser usado de maneira tópica e oral: “O antioxidante é fundamental para a pele. Internamente, trabalha para apoiar o sistema imunológico, aumentar a absorção de ferro e reduzir os sinais de cansaço. Com ação tópica clareadora e antioxidante, a Vitamina C diminui as metaloproteinases que degradam colágeno”, diz a médica. Quer uma dica? Nos cremes, prefira as fórmulas com Vitamina E. “Associado à Vitamina E, tem papel hidratante e reverte os danos da pele inflamada e com perda de viço e densidade tissular”, afirma a médica. “Já com relação às cápsulas, a Vitamina C pode ser combinada com Bio-Arct e Glisodin para potencializar o reforço ao sistema imunológico”, diz.

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=Lave o rosto com água fria: assim que acordar, lave o rosto com água fria e com um sabonete específico para seu tipo de pele. “De preferência, esse sabonete deve contar com extratos botânicos com ação anti-inflamatória, calmante e descongestionante, como a camomila, erva doce, hamamélis e calêndula. Eles vão ajudar na diminuição do edema”, afirma Claudia.

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=Use água termal (gelada): na noite anterior, deixe sua embalagem de água termal com ativos calmantes na geladeira. Logo após lavar o rosto, borrife-a. “A temperatura fria do produto refresca e descongestiona a pele”, explica a dermatologista.

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=Lembre do seu cosmético para área dos olhos: a área dos olhos tem a pele mais fininha do nosso corpo, portanto, o cuidado diário é essencial, com produtos que tenham efeito contra rugas, desidratação, flacidez e olheiras, além das bolsas por inchaço e acúmulo de linfa. Uma boa pedida é USK Dual Eyes, um lançamento da Under Skin que promove um cuidado global com a área dos olhos.

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=Beba mais água e consuma menos sódio: a correria do dia a dia não pode ser desculpa para ingerir menos que dois litros de água por dia, pois isso é essencial para desinchar o corpo todo, afinal o inchaço entrega o cansaço. “Água de coco e chá verde também são opções. Mas sempre se lembre também de controlar a quantidade de sódio nas refeições, pois ele colabora na retenção de líquido. E fique de olho em sucos de caixinha, que também tem muito sódio”, afirma a médica. Além dele, prestar atenção também no consumo de carboidratos e açúcares.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

=Fique de olho na posição de dormir: deitar de bruços é a opção que mais favorece o inchaço matinal do rosto. Se possível, eleve a cabeça com mais de um travesseiro e durma de barriga para cima.

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=Atividade física e dieta: corpo em movimento é corpo saudável, então arrume um horário para sua atividade física durante o dia. “A própria contração muscular já contribui para a drenagem dos líquidos. Alie os exercícios com uma dieta equilibrada, aumentando o consumo de couve, brócolis, repolho, couve-flor assim como frutas vermelhas como berries, o abacaxi, suco natural de romã e gengibre, pois os vegetais e as frutas melhoram a eliminação de toxinas”, explica a médica.

Fonte: Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

 

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Férias: dermatologista das estrelas dá dicas de cuidados com a pele

Época das tão merecidas férias e a empolgação para viajar e curtir só aumenta, não é mesmo? Sair da rotina é muito bom, mas sabemos que são nesses momentos também que descuidamos da alimentação, dos exercícios, dos cuidados com a pele…

Pensando nisso, a Foreo aliou-se ao dermatologista queridinho das estrelas Thales Bretas e preparou um guia essencial de como manter a pele linda e saudável durante esse período de férias.

1. Entenda o clima do seu destino de viagem

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Vai para uma praia ensolarada no nordeste? Ou prefere fugir do calor e ir esquiar em países frios? Cada destino possui características específicas que afetam diretamente sua pele.

“Lugares muito secos e frios exigem uma boa limpeza de pele, para que ela possa absorver melhor os produtos que irá receber em seguida. Opte por produtos mais emolientes e com propriedades hidratantes mais poderosas, como os que possuem ácido hialurônico, por exemplo”, explica o especialista.

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“Se você vai à praia ou ficará exposto ao sol, atenção redobrada com o protetor solar. Evite expor o rosto nos horários mais quentes e, ao fim do dia, não esqueça de limpar a pele para remover os resquícios de produtos que obstruem os poros e podem causar espinhas”, pontua.

2. Os cuidados começam dentro do avião

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Você já deve saber que o ar da cabine de um avião é extremamente seco e é possível sentir as consequências disso na sua pele. “Para evitar ainda mais ressecamento, evite viajar de maquiagem e capriche na hidratação, principalmente em áreas mais propensas a isso, como lábios, ponta do nariz e queixo”, explica . “E se sua pele é oleosa, nem pense que não é preciso hidratar!”, alerta. “Limpe bem a pele e aplique um hidratante oilfree”, indica.

E se você quer chegar ao seu destino com aquela carinha de descansada, uma dica: “antes de pousar, limpe novamente seu rosto utilizando um sabonete calmante e seu Luna go para estimular a pele e retirar o excesso de produto que usou durante o voo. Aplique seu hidratante diurno e protetor solar favoritos, um pouquinho de corretivo, blush e voilá”, brinca o especialista da marca.

3. De dentro para fora

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Um dos fatores que mais interfere na aparência da pele é a alimentação e, durante viagens, com ausência de rotina, isso fica evidente! “Já que é impossível deixar de comer as maravilhas gastronômicas de muitos destinos, não deixe de ingerir bastante água, para manter a hidratação”, recomenda Bretas. “E, se possível, tente ingerir frutas e folhas verdes, para manter funcionamento do intestino e eliminação de toxinas”, complementa o dermatologista.

4. Uma boa limpeza de pele vale muito

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Não adianta investir em produtos para o rosto e esquecer da limpeza de pele. Durante uma viagem, esse passo é ainda mais essencial, pois ajuda a manter o ph da pele estabilizado e os poros desobstruídos, prontos para receber outros produtos e maquiagem. “Utilize seu Luna go, da Foreo, que possui o tamanho ideal para sua necessaire de viagem, está disponível em quatro versões para atender todos os tipos de pele (normal, mista, sensível e oleosa), e propicia limpeza profunda, eliminando até 99,5% de toda a sujeira, oleosidades e outros resíduos”, completa o dermatologista.

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Luna go Preço sugerido: R$ 499,00

Onde encontrar: lojas físicas e online da Sephora, Época Cosméticos, The Beauty Box, Beleza na Web e Zattini.

Informações: Foreo

Efeito Red Carpet para as festas de fim de ano

Conheça os procedimentos capazes de deixar pessoas comuns com a pele igual a de atrizes de Hollywood

No meio da correria para o final do ano você lembra que sua pele carrega todas as marcas de cansaço e desgaste possíveis. Como chegar linda a um evento ou às festas como o esperado Réveillon?

A solução é simples: vá ao dermatologista. Pesquisas e novos aparelhos, cada vez mais modernos, além de produtos mais eficientes têm permitido que mulheres e homens ganhem o chamado “efeito Cinderela” em apenas alguns dias.

“Há procedimentos que podem ser feitos no dia anterior, ou até mesmo horas antes de um grande evento e continuar a agir nos dias seguintes”, conta Leila Cavalin Alves, dermatologista da Peleclin. Mas, para exibir aquele glow que só as divas de Hollywood têm, é importante procurar um profissional qualificado, que indique o melhor recurso para o tipo de pele e a expectativa que você tem do tratamento.

São diversas possibilidades, como combate a manchas, melhora da aparência, hidratação etc. Confira alguns tratamentos pouco invasivos e indicados para essa época do ano:

Tudo novo: para uma mudança grande, sem a necessidade de cirurgia, a indicação é o MD Codes. Ele promove um lifting facial com a aplicação de ácido hialurônico.

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Rugas e marcas de expressão: essas temidas podem dar o aspecto cansado à pele. A sugestão é aplicação de toxina botulínica, capaz de deixar o rosto com aparência relaxada. Outra opção é o preenchimento com ácido hialurônico, que recupera, com naturalidade, as marcas mais profundas e devolvem a juventude. O laser fracionado não ablativo melhora a superfície e a densidade da pele, dá firmeza e rejuvenesce sem descamação.

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A atriz Charlize Theron no tapete vermelho do Oscar 2010

Como uma noiva: um dos efeitos mais conhecidos é o “Véu de Noiva”. O nome vem do efeito causado pelo Fotona, laser de última geração, capaz de dar um “up” imediato no visual e deixar a pele com viço e textura melhores. O tratamento promove um micropeeling que remove as células mortas e estimula a renovação e a produção de colágeno. Nos dias seguintes à sessão continua agindo sobre as manchas. Sem contra indicação em praticamente todos os casos, ele pode ser realizado no dia anterior ou até 8 horas antes do grande evento. “Nos dois primeiros dias, o brilho e o viço são radiantes”, conta Cintia Calvet, também dermatologista da Peleclin.

Olheiras e bolsas: uma das opções é o microagulhamento de ouro, capaz de tratar flacidez, rugas e manchas. O Agnis, aparelho usado na Peleclin, tem avançada tecnologia em sistema de radiofrequência microagulhada e atua no estímulo natural da produção de colágeno e elastina no tecido.

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Vermelhidão: tecnologias como luz pulsada e LED ajudam a reduzir áreas avermelhadas da pele, seja por aumento de vasos sanguíneos ou por inflamações.

Cuidados importantes: de acordo com as médicas, a maioria das pessoas pode acessar os tratamentos acima. Eles são contraindicados para gestantes e lactantes. Ainda assim, a avaliação prévia, feita por um dermatologista, é fundamental.

“A pessoa pode ter alguma alergia, ou outro impeditivo para o tratamento. E isso só o médico pode avaliar”, afirma Leila, que aponta algumas complicações destes procedimentos.

Alguns exemplos são a obstrução dos vasos sanguíneos, que pode levar à necrose da pele e a embolia, que é o deslocamento do produto por um vaso sanguíneo até outro órgão, provocada por preenchimentos mal sucedidos. Tratamentos de manchas de pele podem virar um problema quando ela, na verdade, é um câncer de pele, e não uma mancha benigna. Os lasers e peelings também podem trazer maus resultados quando pioram manchas preexistentes ou provocam queimaduras.

Na foto Leila Cristina Cavalin Alves e Cíntia Andréa Cavalin de Magalhães Calvet
As dermatologistas Leila Cristina Cavalin Alves e Cíntia Andréa Cavalin de Magalhães Calvet

Fonte: Peleclin

Dezembro Laranja: foco na prevenção e combate ao câncer de pele

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), o ano deve terminar com mais de 170 mil novos diagnósticos

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Dezembro foi escolhido como mês de conscientização e prevenção ao câncer de pele, tipo mais comum no Brasil, respondendo a mais de 170 mil novos casos só para este ano, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). .

Fernanda Seabra, médica dermatologista e especialista em cirurgia dermatológica e mohs, da Aliança Instituto de Oncologia, explica que existem dois grupos principais de câncer de pele: o melanoma e o não-melanoma, responsável por 165.580 novos diagnósticos. Ela acrescenta que os carcinomas basocelular e espinocelular são os exemplos mais comuns desse grupo.

“O primeiro geralmente aparece como nódulo perolado que sangra facilmente ao trauma. O segundo muitas vezes é confundido com uma ferida, mas que nunca cicatriza e pode apresentar descamação e sangramento”, exemplifica a especialista.

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Segundo Fernanda, a exposição solar sem proteção e ter histórico de queimadura solar, principalmente na infância e adolescência, e ainda ter a pele clara são alguns fatores de risco para o câncer de pele. Ela destaca que esses são os pacientes que queimam e não bronzeiam. “É preciso atenção com alguns sinais. Cuidado com lesões recentes, que coçam ou sangram com facilidade, em áreas foto expostas como face, colo, orelha e membros”, aponta.

Já o câncer de pele melanoma aparece como uma pinta, sinal ou nevo. De acordo com a dermatologista, ele pode vir de um nevo anterior ou de uma área sem lesão precursora. Os fatores de risco para esse tipo da doença são os múltiplos nevos, história pessoal ou familiar de melanoma, queimadura solar, pele clara, e entre outros.

Como podemos identificá-lo?

Conforme a médica é de extrema importância ficar atento aos nevos, principalmente em regiões que prestamos menos atenção como orelhas, couro cabeludo, área da genitália, mãos, pés e unhas, além de qualquer sinal de mudança. Caso isso ocorra, deve-se procurar um dermatologista.

Para quem tem alguma dúvida, a médica deixa uma dica muito útil. A regra do ABCDE pode ajudar o paciente a identificar alterações antes não percebidas.

A: assimetria – lesões assimétricas são mais preocupantes que as regulares

B: bordas – pintas com bordas irregulares merecem mais atenção

C: coloração – se o nevo tiver duas ou mais cores deverá ser examinado

D: dimensão – lesões maiores que 5 mm precisam ser avaliadas pelo dermatologista

E: evolução – essa parte, a percepção do paciente é indispensável. É o paciente que irá dizer se a lesão está mudando

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Mas qual o tratamento para o câncer de pele?

Segundo  médica, o tratamento para esse tipo da doença é apenas cirúrgico. “Procure um dermatologista. A detecção precoce do câncer de pele, salva vidas”, finaliza.

Fonte: Aliança Instituto de Oncologia

Dermatologista esclarece mitos e verdades mais comuns sobre câncer de pele

Dezembro Laranja é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre o câncer de pele. Neste período, dermatologistas e demais profissionais da saúde reforçam a importância da prevenção e diagnóstico da doença, além de esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. Com isso, a médica dermatologista chefe da Clínica Sitonio, Renata Sitonio, esclarece os mitos e verdades mais comuns sobre o câncer de pele. Confira:

“Nos dias nublados, não há necessidade de usar filtro solar”
Mito. Mesmo nesses dias, ocorre a radiação Ultravioleta. Ela danifica o DNA das células da pele, predispondo ao câncer de pele. Estações mais frias também oferecem riscos, diferente do que alguns acreditam. Portanto, o uso do protetor solar é imprescindível e deve ser diário.

“Pessoas com olhos e cabelos claros têm mais chances de ter câncer de pele”

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Verdade. Por ter menos proteção pela melanina, as pessoas claras estão mais sujeitas a ter câncer de pele. Em dias de exposição solar, é recomendado que, além do protetor solar, também use acessórios para proteção, como chapéus e óculos de sol.

“Cicatriz de queimadura pode se tornar câncer de pele”

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Foto: Justaboutskin

Verdade. É uma ocorrência rara, mas em grandes cicatrizes pode-se ter a formação de câncer de pele. Por isso, se houver alguma mudança da pele da cicatriz, procure um dermatologista.

“Áreas não expostas ao sol não estão sujeitas ao surgimento do câncer de pele”

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Mito. O câncer de pele tipo melanoma, por exemplo, tem um fator genético muito importante e pode surgir também em locais como nádegas, palmas e plantas, unhas e até nos olhos. Isso pode ser determinado por fatores genéticos de cada indivíduo.

“Pessoas de pele negra não têm câncer de pele”

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Mito. Apesar de mais resistente, a pele negra não está imune aos efeitos da radiação UV. Além disso, um estudo apresentado no XXI Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica revelou que as pessoas de pele negra podem desenvolver com maior intensidade a forma mais grave do câncer de pele, o melanoma nos pés, mãos, braços e pernas. Esse tipo de câncer é o menos frequente entre os melanomas (de 2% a 8% dos casos), no entanto, é o mais comum entre pessoas de pele negra.

“Quem possui muitas pintas ou histórico familiar de câncer de pele corre mais riscos”

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Foto: Indylasercenter

Verdade. Existem sim fatores genéticos que podem determinar a maior ou menor predisposição ao câncer de pele. Quanto às pintas, é importante considerar aspectos como quantidade, alterações na cor e formato ou se doem ou coçam, pois elas também podem ser indícios de câncer de pele.

“O protetor solar é a única forma de prevenção”

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Foto: Wikimedia

Mito. Apesar de ser o principal fator de proteção, o filtro solar deve ser aliado a outros cuidados, como o uso de acessórios de proteção, moderação na exposição solar a fim de evitar queimaduras e também por meio do autoexame. Uma dica para o autoexame é aplicar o método ABCDE (diferença na Assimetria, com Bordas desiguais, Coloridas, Diâmetro maiores que 5 mm, que Evoluem rapidamente de forma, espessura, tamanho e cor, são indicativos da doença).

Fonte: Renata Sitonio é médica dermatologista chefe da Clínica Sitonio, em São Paulo, e médica colaboradora no ambulatório de cosmiatria do Hospital do Servidor Público Municipal. Graduada pela Universidade Federal da Paraíba, Título de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialista em Dermatologia no Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira, Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD – e regional de São Paulo e Coautora do livro IPCA sobre técnicas cirúrgicas com agulhas. 

Maquiagem: falta de higienização de acessórios pode causar dermatites e infecções

O compartilhamento de pincéis e o uso de maquiagem vencida também favorecem o desenvolvimento de bactérias e fungos. Dermatologista Thais Pepe dá dicas para evitar o problema

No nécessaire de grande parte das mulheres a maquiagem é o item número um para camuflar imperfeições e embelezar o rosto. Porém, para evitar que as maquiagens acabem piorando a situação da pele, alguns cuidados são necessários.

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Pixabay

“A higienização dos pincéis e das esponjas que auxiliam na aplicação da maquiagem é fundamental para a saúde da pele, pois estas ferramentas acumulam resíduos ao longo do tempo, como restos dos produtos e poeira”, explica a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

“Estes instrumentos contaminados, além de influenciarem no acabamento, textura e até na cor de sua maquiagem, podem causar alergias, irritações ou dermatites na pele, chegando até a contribuírem para a formação de cravos e espinhas”, acrescenta.

Para evitar este problema, o ideal é sempre limpar os pincéis e esponjas após o uso ou, pelo menos, a cada duas semanas, esfregando as cerdas de trás para frente com delicadeza, para não embaraçar os fios, e deixando os utensílios, de cabeça para baixo, para secar ao sol. Para isso, você pode usar produtos específicos ou água morna e xampu neutro, e, em caso de pincéis de cerdas naturais, pode utilizar também condicionador.

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“Além disso, na hora de se maquiar, opte pelos pincéis, pois as esponjas acumulam mais bactérias. Também é necessário armazenar seus produtos em ambientes limpos, evitando contato com itens que tornam a contaminação mais fácil, como dinheiro e documentos”, completa a médica.

Outro cuidado importante a ser tomado é evitar o uso de maquiagens e pincéis de outras pessoas, pois este hábito aumenta o risco de transmissão de doenças como conjuntivite, herpes e foliculite.

“Quando seu uso não é estritamente individual, as maquiagens que têm proximidade com mucosas ou olhos são as mais perigosas. Nos batons, por exemplo, há o risco de transmissão do vírus do herpes. Já as maquiagens para os olhos, como rímel e delineador, podem transmitir conjuntivite, terçol e até tracoma”, afirma a especialista. “Se você vai se maquiar no salão e não confia nos produtos que serão utilizados, o ideal é que você leve seus pincéis ou até mesmo suas próprias maquiagens.”

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De acordo com Thais, o risco de contaminação é ainda maior se o cosmético estiver fora do prazo de validade, pois as substâncias presentes na maquiagem que evitam a proliferação de bactérias e fungos perdem a sua eficácia quando o produto vence. Geralmente, além da data de validade, um símbolo de pote aberto com um número seguido pela letra M indica a validade do produto em meses após aberto. “Caso note alguma alteração em sua pele devido ao uso da maquiagem, procure imediatamente um dermatologista”, finaliza.

Fonte: Thais Pepe é dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

Café pode reduzir sintomas de rosácea e suavizar vermelhidão, sugere estudo

Artigo publicado nesse mês de outubro no pretigiado Jama Dermatology revela que o café, em vez de piorar, pode até ajudar a reduzir os sintomas da rosácea, doença que deixa a pele sensível, geralmente mais seca e com facilidade para ficar vermelha (com eritema). Mas cuidado: ele não pode estar quente.

Pacientes com rosácea precisam adequar a alimentação e, no geral, devem evitar os desencadeantes alimentares e nesse grupo entram várias especiarias, molho picante, chocolate ao leite e branco, frutas cítricas, álcool (incluindo vinho e bebidas destiladas), além de bebidas quentes como o chá e, até então, o café. Mas em um novo artigo publicado em outubro no Jama Dermatology, pesquisadores do Departamento de Dermatologia da Brown University descobriram que, além de não trazer malefícios para a vermelhidão da pele, o café pode até reduzir os sintomas e suavizar o eritema.

“A rosácea é uma doença vascular inflamatória e crônica que deixa a pele sensível e reativa, de forma que ela fica vermelha facilmente, e ainda podem aparecer vasos finos, pápulas e pústulas que lembram a acne. O que se descobriu nessa pesquisa foi que, como o café contém altos níveis de cafeína, ele pode ser útil para contrair vasos sanguíneos para melhorar a aparência da vermelhidão, um quadro que frequentemente aparece em pacientes com rosácea. Mas é importante que novas pesquisas sejam realizadas”, pondera a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

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Os pesquisadores descobriram que as mulheres que consumiam quatro ou mais xícaras de café por dia tinham um risco menor de apresentar sintomas de rosácea. Segundo a pesquisa, não é qualquer alimento com cafeína que pode ajudar, já que por exemplo o chá com altas doses de cafeína não influenciou nos sintomas e o chocolate (que contém cafeína) é um fator de risco para a rosácea.

“Outra coisa importante que devemos ter em mente é que beber café não é considerado um tratamento de primeira linha para a rosácea e esse paciente deve tomar muito cuidado com bebidas quentes”, diz a médica. “Então, se você adicionar café a sua rotina diária, certifique-se de que não está muito quente”, acrescenta.

Causas e tratamentos

Ainda com causa desconhecida, sabe-se que a rosácea tem forte predominância hereditária, mas há uma piora da doença relacionada com alguns hábitos, como o consumo de bebida alcoólica, alimentos quentes e comidas com temperos picantes. “O próprio estresse, com situações de raiva ou constrangimento, exercícios físicos intensos, sauna, banhos quentes e exposição excessiva ao sol também influem, assim como o uso de cortisona e de alguns medicamentos, como antidepressivos. Histórico de acne grave é outro fator que pode intensificar os sintomas,” esclarece a médica.

De acordo com a médica, apesar de ser mais frequente em mulheres, a condição também atinge muitos homens e, neles, o quadro tende a ser mais grave, evoluindo continuamente com rinofima (aumento gradual do nariz por espessamento e dilatação folículos).

“A origem da rosácea ainda não é conhecida. Há uma predisposição individual (mais comum em brancos e descendentes de europeus) que pode ser familiar (30% dos casos têm uma história familiar positiva), evidenciando uma possível base genética. Os fatores psicológicos têm forte influência no agravamento dos casos. Além disso, hoje já se considera importante a participação de um ácaro da flora normal da pele chamado de Demodex folliculorum, e da bactéria Bacillus oleronius, que colonizam esse fungo”, explica.

O diagnóstico, de acordo com a médica, é feito com facilidade na presença de eritemas e telangiectasias na região central da face, acompanhadas de pápulas e pústulas. Os sintomas e sinais típicos são: flushing facial (períodos de sensação abrupta de vermelhidão e calor na pele como se fosse um surto de vasodilatação); telangiectasias (dilatação de pequenos vasos permanentes); persistente eritema facial com possível edema facial; pápulo-pustulosas (podem ocorrer nódulos e as pápulas podem, eventualmente, quando numerosas, formar placas granulomatosas, no caso da rosácea lupoide); rinofima (espessamento irregular e lobulado da pele do nariz, dilatação folicular, levando ao aumento e deformação do nariz); alterações oculares (ocorrem em 50% dos casos com irritação, ressecamento, blefarite, conjuntivite e ceratite).

Embora a rosácea não tenha cura, seu tratamento ajuda muito a controlar contra os sintomas. “Tudo depende da fase clínica que o paciente está. Mas em primeiro lugar todos os agravantes ou desencadeantes devem ser afastados ou controlados, como bebidas alcoólicas, exposição solar, vento, frio e ingestão de alimentos quentes. O tratamento se inicia com sabonetes adequados; protetor solar com elevada proteção contra UVA e UVB e com veículo adequado à pele do paciente; e uso de antimicrobianos tópicos (metronidazol) e antiparasitários (ivermectina)”, explica.

Dependendo dos casos medicações orais podem ser prescritas. O laser ou a luz pulsada são excelentes para tratamento das telangiectasias. “Para o rinofima, a abordagem pode ser cirurgia, radiofrequência, dermoabrasão ou laser. O médico dermatologista avalia o grau, a fase e a pessoa como um todo para indicar o melhor tratamento”, afirma.

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Adobe/Stock

“A luz intensa pulsada é extremamente interessante para o controle da vermelhidão e da formação das pápulas e pústulas (lesões avermelhadas e que muitas vezes tem presença de pus) e hoje mais recentemente nós temos um controle muito interessante da rosácea com microdoses de toxina botulínica aplicada na região onde o paciente apresenta rosácea. Isso faz com que, além do tratamento tópico para casa e via oral, no consultório o paciente receba mais conforto e um controle mais prolongado. A toxina botulínica é aplicada em doses dérmicas, então ela não é muscular, com microdoses diluídas. Com isso, há a diminuição tanto do processo inflamatório como a secreção sebácea e pode ser usada no rosto todo. Intercalando as microdoses da toxina botulínica com a luz intensa pulsada, conseguimos um controle interessante e prolongado”, afirma a médica.

Além disso, alguns equipamentos home device com LEDs (tecnologia LLLT), lasers de baixa intensidade no comprimento red (650), podem ser usados, pois têm característica anti-inflamatória.

Fonte:  Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

É possível ter a pele bonita e saudável em todas as estações do ano

A cada estação, um novo começo. A primavera é uma boa época para realizar procedimentos estéticos dermatológicos, como tratar olheiras, rugas ou flacidez, já que a recuperação é mais rápida neste período. Porém, devemos lembrar que a decisão mais importante ao fazer um procedimento é consultar o médico dermatologista, especialista indicado para fazer o diagnóstico de doenças da pele, cabelos e unhas e prescrever tratamentos específicos.

Alguns procedimentos são bastante comuns nesta época do ano. Os mais comuns são a aplicação de toxina botulínica, o preenchimento com ácido hialurônico, os tratamentos a laser, a radiofrequência, os peelings, o microagulhamento e o ultrassom microfocado, sendo que todo procedimento precisa de planejamento.

Portanto, levar em conta o tempo necessário para aguardar a recuperação da pele ou mesmo a época mais adequada para fazer tal procedimento, garantem um planejamento estético adequado e resultados mais seguros para o paciente e sua saúde.

Essa época também é indicada para realizar aplicação da toxina botulínica para hiperidrose (suor excessivo) nas axilas, mãos ou pés. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lembra que a rotina diária de cuidados com a pele envolve pelo menos três passos básicos: limpar, tratar e proteger.

“Não existe uma idade ideal para começar a cuidar da pele nem regra de tratamento para cada idade, mas de um modo geral, a partir dos 25 anos, medidas preventivas devem ser adotadas, usando produtos especializados para cuidados com a saúde da pele, além de tratamentos dermatológicos que induzem a produção de colágeno e reparam danos solares”, explica a dermatologista Sylvia Ypiranga.

Vale ressaltar que todo procedimento estético dermatológico deve ser acompanhado por um médico, para que eventuais complicações possam ser percebidas, diagnosticadas e tratadas.

Realizar uma visita ao consultório ou na clínica onde o procedimento será realizado, prestando a atenção aos detalhes, é um bom meio de saber se o local escolhido terá a estrutura e a segurança necessárias para iniciar o tratamento. Desconfie de locais que se dispõem a cobrar preços muito baixos, têm muita rotatividade de profissionais e não disponibilizam equipamentos e produtos de qualidade, por exemplo.

Verifique também se o local tem autorização de funcionamento expedida pela Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Sanitária e confira a higiene do espaço e se os materiais são descartáveis. Lembre-se de que casas e imóveis residenciais não devem ser considerados para a prática de procedimentos invasivos. No consultório é possível observar os quesitos de biossegurança dos procedimentos.

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O conhecimento das técnicas de aplicação e da anatomia local também são fundamentais para o bem-estar e segurança do paciente.

Para encontrar um dermatologista associado à SBD clique aqui.

Como evitar as crises de dermatite na primavera

Doença de pele tende a piorar na época mais florida do ano e, por isso, exige ainda mais cuidados durante a estação

Na primavera, a elevação da temperatura e da umidade relativa do ar favorecem a manutenção da hidratação da pele. Mas, por outro lado, a liberação do pólen pelas flores aumenta a incidência de diversos tipos de alergia, inclusive as dermatológicas. Para pessoas que apresentam certas doenças de pele, como a dermatite, caracterizada por lesões avermelhadas que causam coceira intensa, essa situação pode ser ainda pior nesta época do ano.

Segundo uma pesquisa publicada no Jornal da Academia Europeia de Dermatologia e Venereologia, a utilização de serviços de saúde por pacientes com dermatite atópica, um dos tipos mais comuns da doença, é mais frequente no inverno e na primavera do que no verão.

“Nesse período, além de ficar mais exposta às substâncias resultantes da polinização, a pele também começa a receber mais calor e umidade, fatores que podem causar irritações e processos inflamatórios. Para enfrentar essas e outras situações, é recomendável ao paciente com dermatite utilizar roupas leves e de tecidos que permitam uma boa transpiração, ingerir grande quantidade de água, utilizar filtro solar e um bom creme hidratante e evitar exposições prologadas ao sol”, explica Maria Inês Harris, consultora científica da Biobalance.

Além dos agravamentos causados pela polinização, na estação que antecede o verão, também costuma aumentar a frequência de banhos no chuveiro, fato que pode prejudicar a manutenção da camada de proteção natural da pele, formada pela oleosidade liberada pelos poros. Por isso, é recomendável evitar duchas excessivas ao longo do dia e a utilização de sabonetes não hidratantes ou muito perfumados e de esponjas, que podem irritar e agredir as regiões atingidas pela dermatite.

Fatores positivos

pele rosto mulher

Se por um lado os fatores ambientais que caracterizam a primavera podem agravar os sintomas da dermatite, por outro, alguns desses fenômentos, com destaque para o aumento da temperatura, podem ajudar a pele a não sofrer com o ressecamento e risco de descamação.

“Nas estações mais quentes, a camada de gordura protetora da pele, também conhecida por manto hidrolipídico, fica naturalmente mais espessa. Dessa forma, ocorre uma ativação maior das células que produzem esta camada, essencial para a proteção corporal. Como consequência, a pele fica mais protegida contra o desenvolvimento de dermatites”, explica Maria Inês.

Além dos cuidados preventivos e fatores favoráveis ao controle da dermatite, no campo medicamentoso, existe uma substância que consegue estabilizar determinadas moléculas da pele, protegendo-a contra inflamações. Trata-se de Ectoin. “Ela também recupera o manto hidrolipídico, promovendo a hidratação de áreas ressecadas, acalmando e atenuando as vermelhidões”, explica a consultora da Biobalance.

Ectoin é o princípio ativo de EctoPURE, linha de cremes calmantes de uso tópico, cuja versão que apresenta concentração de 3,5% é indicada à amenização da dermatite em adultos. O produto auxilia na redução dos processos inflamatórios da patologia, sem o uso de corticoides.

Estudo

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Estudo realizado na Alemanha concluiu que o uso de cremes com Ectoin em pacientes com dermatite atópica de leve a moderada levou a uma redução significativa na gravidade do problema. A pesquisa realizada pelo Leibniz Research Institute for Environmental Medicine envolveu 65 pacientes, homens e mulheres, com idades entre 18 e 65 anos, provenientes de diversas cidades alemãs.

Os pacientes aplicaram um creme que continha Ectoin e outro produto anti-inflamatório não-esteroide, para controle. Os cremes foram aplicados em duas lesões simétricas duas vezes por dia, durante 28 dias.

As áreas da pele foram avaliadas pelos médicos, que utilizaram métodos instrumentais, e pelos próprios pacientes, no início da pesquisa e posteriormente, após 7 e 28 dias. A partir destas análises, os médicos forneceram provas de que a aplicação tópica do creme com Ectoin na pele lesionada dos pacientes com dermatite reduziu de forma significativa a gravidade das lesões.

Segundo os cientistas, os resultados obtidos no estudo e a noção de que o uso externo de Ectoin® na pele humana, basicamente, não apresenta efeitos colaterais, indicam que o uso deste tipo de creme é o tratamento ideal para pacientes com dermatite atópica, inclusive para evitar os efeitos colaterais, que podem ocorrer com o uso prolongado de corticosteroides.

Fonte: Biobalance Natural Immune Support –  SAC: sac@biobalance-nutraceuticals.com ou 0800-771-8438

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Já é possível eliminar a papada sem cirurgia

A dermatologista Sumaya Mahon explica a eficácia do procedimento que elimina a gordura local por meio do congelamento

Temida por muitos, a papada pode ser provocada por acúmulo de gordura e, muitas vezes, não é eliminada apenas com o emagrecimento. O que muita gente ainda não sabe é que há uma alternativa não cirúrgica segura para tratar a área, o Coolsculpting.

“São muitas as vantagens de realizar o procedimento com Coolsculpting. A marca possui uma ponteira exclusiva para a região, ou seja, permite maior controle sobre a área tratada e resultado mais eficaz. Além disso, é um procedimento não invasivo, seguro, que permite que o paciente retome suas atividades no mesmo dia, sem a necessidade de repouso e cuidados especiais”, explica a dermatologista Sumaya Mahon.

Segundo a especialista, apenas uma sessão, com duração entre 35 e 60 minutos, já elimina cerca de 20% a 25% de tecido adiposo. Durante o procedimento, as células de gordura da área tratada são congeladas de forma controlada e eliminadas em um período de até 90 dias, quando é possível perceber um resultado significativo. Alguns pacientes precisam de mais sessões, mas isso será determinado em conjunto com o médico especialista, que sempre deve fazer uma avaliação prévia e oferecer as melhores possibilidades de tratamento.

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A médica alerta ainda para outra vantagem do Coolsculpting: “uma vez tratada, a área não terá mais acúmulo de gordura. No entanto, é preciso que o paciente mantenha uma dieta equilibrada e pratique exercícios regularmente”, destaca.

Sobre as sensações causadas pelo congelamento, a dermatologista esclarece que é normal que a região tratada fique sensível durante alguns dias ou semanas. No entanto, o desconforto é considerado bastante tolerável. O procedimento com Coolsculpting não é indicado para gestantes, lactantes e pacientes com intolerância ao frio.

Fonte: Allergan