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Já é possível eliminar a papada sem cirurgia

A dermatologista Sumaya Mahon explica a eficácia do procedimento que elimina a gordura local por meio do congelamento

Temida por muitos, a papada pode ser provocada por acúmulo de gordura e, muitas vezes, não é eliminada apenas com o emagrecimento. O que muita gente ainda não sabe é que há uma alternativa não cirúrgica segura para tratar a área, o Coolsculpting.

“São muitas as vantagens de realizar o procedimento com Coolsculpting. A marca possui uma ponteira exclusiva para a região, ou seja, permite maior controle sobre a área tratada e resultado mais eficaz. Além disso, é um procedimento não invasivo, seguro, que permite que o paciente retome suas atividades no mesmo dia, sem a necessidade de repouso e cuidados especiais”, explica a dermatologista Sumaya Mahon.

Segundo a especialista, apenas uma sessão, com duração entre 35 e 60 minutos, já elimina cerca de 20% a 25% de tecido adiposo. Durante o procedimento, as células de gordura da área tratada são congeladas de forma controlada e eliminadas em um período de até 90 dias, quando é possível perceber um resultado significativo. Alguns pacientes precisam de mais sessões, mas isso será determinado em conjunto com o médico especialista, que sempre deve fazer uma avaliação prévia e oferecer as melhores possibilidades de tratamento.

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A médica alerta ainda para outra vantagem do Coolsculpting: “uma vez tratada, a área não terá mais acúmulo de gordura. No entanto, é preciso que o paciente mantenha uma dieta equilibrada e pratique exercícios regularmente”, destaca.

Sobre as sensações causadas pelo congelamento, a dermatologista esclarece que é normal que a região tratada fique sensível durante alguns dias ou semanas. No entanto, o desconforto é considerado bastante tolerável. O procedimento com Coolsculpting não é indicado para gestantes, lactantes e pacientes com intolerância ao frio.

Fonte: Allergan

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Risco de doenças cardíacas é maior em pacientes com dermatite atópica

Publicada no British Medical Journal em maio, pesquisa mostrou que indivíduos com a condição têm maiores chances de sofrer infartos, AVC e morte do que adultos sem dermatite

Sendo um dos tipos de dermatose mais comuns, principalmente em crianças, a dermatite, ou eczema, atópica é uma doença crônica que se caracteriza pela inflamação da camada superior da pele, com consequente formação de manchas avermelhadas e bolhas em áreas como face, dobras de braços e pernas. Geralmente associado a doenças como asma e rinite, um novo estudo publicado em maio desse ano no British Medical Journal (BMJ) apontou a dermatite atópica como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

“O estudo apontou que adultos com eczema atópico grave e predominantemente ativo têm maior risco de sofrer com doenças de origem cardiovascular, incluindo infarto e acidente vascular cerebral, em comparação com adultos sem eczema”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

Para o estudo, os autores compararam os históricos médicos de 387.439 adultos com eczema atópico, sendo que 66% dos pacientes eram mulheres com idade média de 43 anos. Os pesquisadores descobriram então que os pacientes com dermatite atópica grave tiveram um aumento de 20% no risco de derrame, 50% no risco de infarto e morte cardiovascular e 70% no risco de insuficiência cardíaca quando comparados a indivíduos que não sofrem com a condição.

“Os resultados do estudo contribuem para uma lista crescente de evidências que indicam que a inflamação sistêmica associada ao eczema atópico podem aumentar o risco de doença cardiovascular, colocando a doença na lista de condições inflamatórias ligadas ao risco cardiovascular, que inclui também a psoríase grave”, afirma a dermatologista.

Segundo a especialista, o estudo é importante para ajudar a compreender o aumento no risco cardiovascular entre os pacientes com dermatite atópica, já que a condição atinge cerca de 10% dos adultos em todo o mundo. “A partir dos resultados deste estudo, um próximo passo importante seria o desenvolvimento de estratégias de prevenção e conscientização dos riscos de doenças cardiovasculares entre aqueles pacientes com eczema atópico grave e predominantemente ativo”, completa a Dra. Valéria.

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Causas e tratamentos

A causa exata da dermatite atópica ainda é desconhecida, mas geralmente está ligada a uma combinação de fatores como predisposição genética, mau funcionamento no sistema imunológico do corpo e pele seca e irritável. “Por ser crônico, não há cura para o eczema atópico ainda. Por isso o tratamento consiste no uso de hidratantes, cremes com corticoides e anti-histamínicos orais visando o controle da coceira e a redução da inflamação da pele. Além disso, é importante também fortalecer a barreira da pele, evitando o contato com substâncias alergênicas como pólen, poeira, areia e produtos de limpeza”, explica a dermatologista.

“Porém, é fundamental que você consulte um dermatologista ao notar qualquer sinal de que algo está errado com sua pele. Apenas ele poderá realizar uma avaliação e indicar o melhor tratamento para o seu caso”, finaliza.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser

O que fazer ou evitar para manter a pele linda no inverno

Quer saber tudo que você não pode esquecer nos períodos mais frios do ano? Fique atento a esse check-list, que vai fazer você evitar os piores erros que podem detonar sua pele no frio.

A poluição, as baixas temperaturas e o tempo seco são características do inverno que influenciam no modo que a pele deve ser tratada. “Como a pele produz menos oleosidade natural, o ressecamento e a sensação de incômodo aparece principalmente na pele do rosto, que é a mais exposta ao vento e poluição”, explica a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

“A pele, quando não é cuidada de maneira propícia no inverno, reflete diretamente, ficando mais avermelhada e irritada, ressecada, pelo alto grau de poluição que temos neste período, sendo necessários cuidados especiais”, acrescenta Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos. Para evitar alguns problemas, as especialistas lembram os cuidados que você deve ficar atento:

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Aplique protetor solar — não tem jeito, o fotoprotetor é de uso diário e eterno: “A radiação ultravioleta, também no outono e inverno, provoca danos que comprometem a estrutura de sustentação da pele, causando o aparecimento precoce de rugas e flacidez, além das manchas como reação à fotoexposição. A orientação continua a ser a de reaplicar o fotoprotetor de quatro em quatro horas em ambientes fechados e de duas em duas horas em fotoexposição direta. O filtro deve ter dióxido de titânio ou óxido de zinco na formulação: esses são bloqueadores físicos importantes”, explica a Thais.

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Foto: Indian Express

Não use qualquer creme – nesse ponto, cabe um grande alerta: “Existem hidratantes que desidratam”, comenta Mika Yamaguchi. “Isso acontece em produtos que usam, na base, um tipo de tecnologia que ajuda a emulsionar (o etoxilado). Se eu tenho um emulsionante que tem essa capacidade de emulsionar água e lipídeo (os dois constituintes do nosso manto hidrolipídico) em um creme, na hora em que ele entra em contato com a pele, se ele for muito forte, vai emulsionar o meu manto hidrolipídico e, ao invés de hidratar, ele vai romper a função de barreira natural e vai começar a desidratar.” O ideal, para isso não acontecer, é buscar produtos cujos veículos sejam à base de fosfolipídeos que formam uma segunda pele e protegem a pele de forma mais efetiva diminuindo a perda de água por evaporação. Base Second Skin e agentes gelificantes como o Lecigel são exemplos.

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Invista nos hidratantes e reparadores — além de buscar produtos cujos veículos sejam à base de Fosfolipídeos, é ideal investir no ácido hialurônico de alto e baixo peso molecular associados. “Eles são indicados para estimular a produção de hidratação natural em todas as camadas da pele”, comenta a dermatologista. Dois ativos, nesse sentido, se dão muito bem juntos: Hyaxel e DSH CN. “O primeiro é um ácido hialurônico de baixo peso molecular e vetorizado ao silício orgânico, que tem a capacidade de aumentar a expressão gênica de proteínas como aquaporinas, filagrinas, loicrinas e outras importantes para aumentar a auto hidratação; já DSH CN, ácido hialurônico de alto peso molecular, forma um filme de retenção hídrica e devolve elasticidade ao tecido cutâneo”, explica Mika. Com relação aos cremes reparadores, a médica diz que eles são fundamentais e podem ser usados à noite para evitar os danos ambientais como a poluição. “São substâncias antioxidantes com capacidade de reparo celular e que atuam contra os radicais livres”, comenta Thais.

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Lembre dos pés, mãos e corpo — hidratar essas regiões é fundamental. “No caso dos pés, passar o hidratante à base de fosfolipídeos ou Nutriomega 3, 6, 7 e 9 e colocar uma meia de algodão ajuda a pele a absorver o produto mais facilmente. Nas mãos, invista nos ácidos hialurônicos. No corpo, a reposição lipídica deve ser eficiente, com opções como Dry Oil que tem na sua composição esteres de karité e purcelin que podem ser associados a outros óleos, restabelecendo a hidratação da pele”, indica a médica.

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Foto: Jeltovski

Beba água e tome vitaminas — a hidratação da pele deve ser dinâmica, por isso beber bastante água é importante independente da estação. “Beber água na medida certa nas estações mais frias ajuda a manter a pele hidratada”, comenta Mika. Além disso, alguns nutracêuticos também são recomendados para uma hidratação dinâmica (de dentro para fora): “FC Oral, ou as chamadas cápsulas de caviar, contém um componente importante, o ômega 3 vetorizado pelo fosfolipídeo, que possui uma identidade com a membrana celular. Dessa forma, o ativo promove uma hidratação de dentro para fora, restaurando os danos dessa membrana e também melhora a fluidez, isto é, permite que os nutrientes sejam absorvidos de uma forma mais plena, o que também traz resultados para a hidratação”, afirma a farmacêutica.

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Tenha cuidado com retinoides — para tratamento de acne, manchas e rejuvenescimento facial, os retinoides são excelentes opções — e geralmente são prescritos no outono e no inverno. “Mas eles devem ser usados com parcimônia e orientados por dermatologistas. Seu uso contínuo pode causar hipersensibilidade cutânea, vermelhidão e irritabilidade”, alerta Thais. Dependendo da sensibilidade da pele, algumas substâncias podem ser usadas como alternativas naturais ao retinol, como Lanablue, que possui elevados índices de vitaminas do complexo B, além de aminoácidos e tem ação similar aos retinoides na diferenciação dos queratinócitos — suaviza linhas, rugas e densifica a epiderme.

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Evite banhos muito quentes — ficar mais de 15 minutos em uma ducha quente é mais que o suficiente para comprometer a camada hidrolipídica da pele, que segura a hidratação. “Dessa forma, a pele perde água e lipídeos, o que compromete sua função de barreira. O ideal é banho morno e logo após o banho hidratar a pele”, finaliza a dermatologista.

Fonte: Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

Alterações nas unhas podem indicar problemas de saúde

Pode não parecer, mas as unhas não têm apenas função estética, sendo também extremamente funcionais. Além de oferecer proteção às pontas dos dedos, as unhas também servem para indicar quando algo pode estar errado em nosso organismo.

“O diagnóstico das unhas pode indicar desde doenças sérias até falta de vitaminas. Por exemplo, unhas quebradiças e com manchas brancas podem representar tanto uma simples alergia causada por produtos como esmaltes, detergentes e sabonetes, como podem ser indícios de problemas relacionados a carência de ferro, ácido fólico e vitamina B12″, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

Por isso, é sempre bom ficar de olho em mudanças na coloração, no formato e na textura das unhas, que devem permanecer sempre fortes, transparentes e lisas. Segundo a especialista, unhas alargadas, curvadas para baixo e com coloração arroxeada podem ser sinal, por exemplo, de doenças cardíacas e problemas que afetam a circulação, como asma e bronquite.

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Foto: Mouthhealthy.org

“Já unhas amareladas, grossas e com dificuldade de crescer podem ser sinal de doença pulmonar ou artrite reumatoide”, afirma a médica. “Além disso, mudanças como o descolamento da unha, coloração preto esverdeada, vermelhidão e inchaço podem ser resultados de uma infecção bacteriana ou fúngica grave.”

É possível ainda que as alterações nas unhas sejam sintomas de problemas mais sérios, como psoríase, se apresentarem depressões puntiformes, superfície rugosa e enfraquecimento, ou diabetes, quando as unhas se tornam grossas, avermelhadas e com pequenas veias ao redor, podendo ocasionar também micoses frequentes, engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.

“É importante ainda que você fique atento a formação de manchas escuras sob as unhas. Isso por que, além de estarem relacionadas a micoses, uso de alguns medicamentos e pequenos traumatismos nas regiões, essas faixas negras podem indicar, em casos mais graves, câncer do tipo melanoma, o mais grave câncer de pele”, alerta a médica.

Mas nem todas as mudanças nas unhas são realmente perigosas, podendo ser causadas, por exemplo, por pequenos traumas, como roer as unhas, ou pelo uso constante de produtos de limpeza sem a proteção de luvas. Para evitar este problema, é importante tomar alguns cuidados como adotar uma alimentação saudável, de preferência rica em proteínas, ingerir de 2 a 3 litros de água por dia, fazer uso diário de hidratantes e evitar a exposição prolongada à água e detergentes.

“O ideal é que você evite também retirar completamente as cutículas. Isso por que elas têm função de proteção e impedem a passagem de água e outras substâncias nocivas para dentro da matriz da unha, favorecendo o crescimento de fungos responsáveis por alterações passageiras”, destaca a dermatologista.

De qualquer forma, é interessante sempre observar o estado de suas unhas. Para isso, o recomendado é não utilizar esmaltes por, pelo menos, 10 dias no mês, sendo assim possível acompanhar qualquer tipo de alteração.

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“Porém, dificilmente uma doença será descoberta somente por conta dessas mudanças nas unhas. É importante que a suspeita de doenças sérias seja avaliada com diferentes tipos de exame até o diagnóstico final. Por isso, você deve consultar um dermatologista regularmente e relatar para ele sempre que você notar qualquer mudança em suas unhas. Assim, ele poderá diagnosticar o problema e indicar o melhor tratamento para cada caso”, finaliza Valéria.

Fonte: Valéria Marcondes é Dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser

Técnica pode proporcionar efeito lifting sem intervenção cirúrgica

Uma das grandes novidades do momento, o MD Codes pode prevenir e tratar o envelhecimento e a flacidez da pele

Uma das áreas da medicina que não para de crescer, sem dúvidas, é a da estética. Dentre métodos, procedimentos, protocolos e produtos que são criados e aperfeiçoados dia após dia, o campo do rejuvenescimento se destaca. Uma das últimas novidades da área foi o método de preenchimento e reestruturação facial MD Codes. A técnica pode proporcionar um lifting facial sem intervenção cirúrgica.

A técnica se baseia no tratamento global da face, desde as camadas mais profundas de suporte até o refinamento de rugas em camadas mais superficiais da pele, e vem sendo utilizada há mais ou menos três anos. “As aplicações de preenchimento com ácido hialurônico são feitas em pontos estratégicos do rosto, que possibilitam excelentes resultados. Ou seja, mapeamos a face do paciente e, ao definir o objetivo junto a ele, aplicamos nos pontos selecionados”, explica Teresa Noviello, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Por ser um tratamento não cirúrgico, o método possibilita que o paciente não comprometa sua vida pessoal e profissional. Apesar de ainda ter que seguir as recomendações normais como qualquer outro procedimento estético – como não se expor ao sol, por exemplo – o paciente não precisa submeter-se à um repouso quase absoluto. Além do mais, o método MD Codes possibilita o profissional otimizar as características e traços faciais do paciente de uma maneira efetiva.

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“Com infinitas possibilidades de tratamentos é essencial que entendamos como atingir os melhores resultados para os nossos pacientes”, pontua Teresa.

A profissional explica que uma das queixas mais comuns é o temido bigode chinês (sulco nasolabial), que é uma consequência da flacidez e perda de estrutura facial com o processo do envelhecimento. A técnica de preenchimento MD Codes permite um tratamento de reestruturação e harmonização global da face, que suaviza o processo do envelhecimento e valoriza a beleza natural de cada um.

“Cada caso é um caso e cada pele tem sua particularidade. Mesmo sabendo os pontos listados pelo MD Codes é necessário o conhecimento médico da anatomia facial, o senso estético do profissional e a técnica de aplicação bem apurada. É sempre importante a avaliação médica e um plano de tratamento individualizado para cada paciente”, afirma.

Fonte: Teresa Noviello é graduada em Medicina pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, com residência em Clínica Médica pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais – FHEMIG e em Dermatologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – Unirio. É Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD e Regional MG 

Mantenha sua pele saudável nos dias frios

A estação mais fria e charmosa do ano chegou, apesar de a temperatura não ter diminuído em todas as regiões, os dias mais frescos exigem que nossa pele receba cuidados especiais. Isso porque o ar seco e frio diminui a oleosidade natural da pele, fazendo também que o corpo diminua a quantidade de suor, provocando ressecamento que podem acarretar em coceiras, rachaduras e gerar muito desconforto. Para evitar esses problemas, o dermatologista Leonardo Andrade, da Docway, separou algumas dicas para aproveitar o melhor do inverno.

Mantenha o organismo hidratado

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Durante o inverno as pessoas tendem a consumir menos água, hábito que não deve ser seguido, pois água é fundamental para o funcionamento do organismo. “A água ajuda a manter a pele elástica e macia. O recomendado é ingerir, no mínimo, dois litros ao longo do dia”, explica o médico. Além disso, é importante usar cremes e óleos hidratantes mais potentes, pois eles conseguem repor a falta de hidratação da pele. “Uma boa dica é fazer a aplicação dos hidratantes após o banho, de preferência ainda dentro do banheiro, pois essa pratica otimiza as funções do produto”, esclarece.

Alimente-se de forma saudável

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“Alimentos ricos em vitaminas e minerais fornecem ao organismo substratos para a manutenção das reações químicas da própria pele”, conta Andrade. Por isso, a pele agradece o consumo de frutas e verduras ricas em vitamina C, como laranja, limão, morango, brócolis e cenoura, alimentos que são aliados ao combate aos radicais livres, prevenindo o envelhecimento da pele. “Castanhas, nozes, amêndoas, óleos vegetais, leite e ovos são ótimos também, pois possuem ação anti-inflamatória e antioxidante por causa da grande quantidade de vitamina E”, complementa o dermatologista.

Proteja-se e evite rachaduras

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Mãos, pés, cotovelos, joelhos e lábios são as áreas que mais sofrem com as rachaduras durante o inverno. Esse fenômeno ocorre, principalmente, pela desidratação local e perda da barreira cutânea. “Para evitar essas indesejáveis consequências, sugiro manter uma rotina de hidratação adequada com produtos específicos para cada área. Caso as rachaduras estejam persistindo ou se tornando muito proeminentes é sempre importante procurar o auxílio de um médico”.

Sabonete com glicerina, manteiga de cacau nos lábios e hidratantes corporais sempre são bem-vindos. O médico ainda alerta. “Protetor solar sempre, não é pelo fato de os dias estarem nublados ou o sol não tão forte que estamos livres dos raios nocivos a nossa pele”, completa o especialista.

Fonte: Leonardo Andrade, é médico dermatologista da Docway, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Pós-graduado pela Universidade Federal de São Paulo. Atua nas áreas de dermatologia clínica, cirúrgica e cosmiátrica

SBD lança campanha para valorizar papel do especialista nos cuidados com saúde da pele

Com mensagens bem-humoradas, a iniciativa propaga conhecimento e estimula população a refletir sobre a importância do dermatologista no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças da pele, cabelos e unhas

Buscando engajar todos os seguimentos da sociedade e a própria classe médica no reconhecimento do papel do médico dermatologista, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lança oficialmente sua nova campanha de valorização profissional.

Com a marca “Sua pele sua vida”, a iniciativa é mais um projeto da SBD para ressaltar a competência do médico para realizar diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças relacionadas à pele, cabelos e unhas, incluindo procedimentos cirúrgicos e estéticos, que nas mãos de profissionais não habilitados, podem expor pacientes a situações de risco.

Para promover esse esclarecimento, a SBD buscou popularizar, com toque de humor, a mensagem principal da importância de profissionais qualificados em sua campanha de comunicação. Expressões como “É sarna para se coçar”, “O barato pode sair caro” e “Pode dar zebra” são utilizadas nas peças de divulgação como consequências para pessoas que não marcaram consulta com um dermatologista ou compraram pacotes de beleza em sites de compras coletivas, por exemplo.

Segundo o vice-presidente da SBD, Sérgio Palma, “a informação de que o melhor é tratar com médico dermatologista está disseminada, mas ainda há parte da sociedade que precisa de uma mensagem mais direta e popular sobre o papel do especialista na atenção à saúde e beleza da pele em todas as fases da vida”.

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Com o intuito de reforçar e promover tais esclarecimentos, a campanha será apresentada ao longo do ano por ações sucessivas de crossmedia. As peças publicitárias da ação terão forte divulgação na internet, por meio das redes sociais e sites formadores de opinião, e nos veículos de comunicação impressos. Além disso, filmes serão exibidos em cinemas e anúncios veiculados em rádios nacionais.

“As diretrizes da campanha estimulam a reflexão do tema, ressaltando a qualificação, o profissionalismo e a competência do médico para realizar ações que, quando colocadas nas mãos de outros profissionais, podem expor pacientes a situações de risco, incluindo risco de vida”, afirma o presidente da SBD, José Antônio Sanches.

É válido lembrar que todos os profissionais da área da saúde, e de profissões regulamentadas, só podem realizar atos que são previstos em suas leis regulamentadoras. A Lei do Ato Médico (Lei Federal nº 12.842/2013) define os atos privativos de médico no seu art. 4º, entre eles a indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos.

Dessa forma, biomédicos, farmacêuticos, enfermeiros, fisioterapeutas e odontologistas não possuem em suas leis regulamentadoras autorização para a realização de procedimentos invasivos estéticos e não estão autorizados a realizar procedimentos invasivos como aplicação de ácido hialurônico, toxina botulínica, microagulhamento, peelings (médios e profundos) e laser, por exemplo.

A SBD reforça a importância da população certificar se o profissional escolhido para realizar procedimentos estéticos ou cuidar das doenças da pele, cabelos e unhas é médico e especialista capacitado. Também alerta para que tomem cuidado com os sites de compras coletivas e anúncios na internet, que oferecem pacotes baratos e promoções, e a desconfiarem dos locais que se dispõem a cobrar preços muito baixos – nem sempre possuem os melhores equipamentos e produtos.

Campanha de Valorização profissional

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) 

Festa Junina: maquiagem em crianças pode causar reações alérgicas

Pele dos pequenos é mais sensível, sendo assim mais suscetível a irritações e dermatites. Saiba que cuidados tomar para evitar estas complicações

Cuidado com a temporada de festas juninas e a hora de preparar o seu caipirinha para dançar a quadrilha. Bigodes nos meninos e a bochechas pintadas nas meninas são marcas registradas dessa época, mas, segundo a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD), é importante que os pais fiquem alerta na hora de maquiar seus filhos.

“A pele das crianças é mais sensível e fina e, por esse motivo, as substâncias químicas presentes nas maquiagens cosméticas são absorvidas com maior intensidade”, explica. De acordo com a especialista, ao utilizar maquiagem comum ou produtos não apropriados para crianças, o maior risco é o dos pequenos desenvolverem algum tipo de irritação ou reação alérgica, que podem aparecer em até 24h depois da exposição ao produto.

“Já que não existe maquiagem 100% segura para as crianças, o recomendado para proteger a pele dos pequenos é a utilização de produtos hipoalergênicos, com baixa concentração de álcool e que podem ser retirados facilmente”, destaca. “Além disso, opte por maquiagens aprovadas dermatologicamente e sempre observe a validade dos produtos”, completa.

E os cuidados devem ir além da escolha dos produtos. Antes da maquiagem, por exemplo, o ideal é proteger a pele das crianças com um hidratante também hipoalergênico. “Na hora de maquiar, utilize esponjas e pincéis macios, para não machucar os pequenos, e evite as áreas muito próximas aos olhos, que são mais sensíveis. Depois da festa, realize a higienização da pele assim que possível, utilizando demaquilantes cremosos que sejam oil free, hipoalergênicos e não contenham álcool em sua composição”, aconselha a dermatologista.

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Quanto mais cedo a criança entra em contato com esses produtos químicos, maiores são as chances de o organismo se sensibilizar e desenvolver alergias. Por isso, se seu filho já apresenta alguma sensibilidade, não insista na aplicação da maquiagem. “Caso você note alguma alteração na pele dos pequenos, interrompa imediatamente o uso do produto e consulte um dermatologista para que ele indique o tratamento adequado, evitando assim maiores complicações”, finaliza Valéria.

Fonte: Valéria Marcondes é Dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser

Dia Mundial do Vitiligo: conheça a doença que causa manchas brancas na pele

Hoje, 25 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Vitiligo, data criada para conscientizar a população e minimizar o preconceito sobre a doença que afeta 0,5% da população mundial e é caracterizada pela perda de pigmentação da pele.

“Apesar de ser uma doença benigna e não contagiosa, as lesões provocadas pelo vitiligo geram um impacto significante na qualidade de vida e na autoestima do paciente, atrapalhando-o tanto psicologicamente, quanto profissionalmente e socialmente”, afirma a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

De acordo com a especialista, o principal e único sintoma da doença apresentado pela grande maioria dos pacientes é o surgimento de lesões cutâneas de hipopigmentação, ou seja, manchas brancas de tamanho variado na pele que se formam devido a diminuição ou ausência de melanina, pigmento produzido pelos melanócitos, nos locais afetados.

“As causas do vitiligo ainda são desconhecidas, mas já se sabe que fenômenos autoimunes e alterações emocionais, como estresse, são fatores que estão relacionados com a doença, podendo desencadeá-la ou agravá-la. Além disso, pessoas com a pele mais escura e que possuem histórico de vitiligo na família têm mais chance de sofrer com a doença”, explica.

Devendo ser diagnosticado clinicamente por um dermatologista, o vitiligo pode ser classificado em dois tipos: segmentar ou unilateral e não segmentar ou bilateral. O primeiro, que normalmente aparece quando o paciente ainda é jovem, manifesta-se apenas em uma parte do corpo, podendo afetar também a coloração dos pelos e cabelos.

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“Já o vitiligo não segmentar ou bilateral é o tipo mais comum da doença e manifesta-se de forma generalizada, geralmente surgindo primeiro nas extremidades do corpo, como mãos e pés. Desenvolve-se em ciclos de perda de cor e estagnação que duram a vida toda e tendem a se tornar maiores com o tempo”, completa a dermatologista.

Quanto a prevenção, não há maneiras conhecidas ou cientificadas comprovadas que ajudem a evitar o surgimento do vitiligo. Porém, pacientes que têm tendência ou já sofrem com a doença devem evitar fatores que possam acelerar o aparecimento de novas lesões ou acentuar as já existentes, como a exposição solar prolongada e sem proteção e o uso de roupas apertadas que provoquem atrito ou pressão sobre a pele.

Já com relação ao tratamento, Valéria explica que, apesar de o vitiligo não ter cura, existem opções terapêuticas capazes de controlar e melhorar a doença, visando evitar o aumento das lesões e repigmentar da pele. “A fototerapia com radiação UVB-nb é indicada para quase todas as formas de vitiligo, promovendo ótimos resultados. Além disso, podem ser utilizadas outras tecnologias como a fototerapia PUVA, lasers, técnicas cirúrgicas e de transplante de melanócitos. Na maioria dos casos, recomenda-se também acompanhamento psicológico”, destaca.

“Mas é imprescindível que você consulte um dermatologista ao perceber os sintomas da doença, pois os resultados do tratamento podem variar entre cada caso e apenas um profissional qualificado poderá indicar a melhor opção de acordo com as características de cada paciente”, finaliza a médica.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser

 

‘Receitas da vovó’ podem trazer riscos à saúde da pele

Muitas receitas caseiras podem esconder problemas sérios e, em vez de oferecerem tratamento, podem irritar a pele

Receitas naturais ou caseiras são excelentes para a pele e não oferecem nenhum malefício, certo? Errado! “Muitas substâncias colocadas na pele podem provocar ou piorar alergias, irritações ou até mesmo a acne. É necessário sempre procurar ajuda de um dermatologista”, explica Jardis Volpe, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O médico analisa abaixo os mitos e verdades de algumas receitas caseiras no tratamento da pele:

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Pasta de dente nas espinhas – não é incomum encontrar pessoas que acreditam que a pasta de dente é um santo remédio contra a acne. “Realmente, ela pode até secar a acne, em função de alguns componentes: bicarbonato de sódio, peróxido de hidrogênio, álcool, mentol, óleos essenciais e triclosan. Mas ela traz alguns riscos, como vermelhidão, irritação e descamação – e em alguns casos, pode até queimar a pele”, afirma o médico. O melhor a fazer no caso de muitas espinhas é procurar um médico, mas no caso das isoladas uma receita caseira seria dissolver um comprimido de aspirina com um pouco de água até que se forme uma pasta e aplicar com um cotonete em cima da lesão de acne, deixando agir durante à noite. “O ácido salicílico é anti-inflamatório”, explica.

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Pixabay

Aplicar colírio na acne avermelhada – “O colírio para olhos vermelhos contém agentes vasoconstritores, que fecham os vasos, causando uma contração e melhorando a vermelhidão de uma espinha isolada. Não costumo recomendar porque esses agentes causam um efeito rebote grande e a vermelhidão pode voltar mais forte e o efeito é muito temporário”, explica. No caso de emergências, o médico dá outra receita: “Podemos utilizar aplicação de gelo envolto em um tecido ou bolsas pequenas de gelo, por alguns minutos. O gelo é anti-inflamatório e faz desinchar a espinha rapidamente, reduzindo o inchaço. Mas só funciona em espinhas isoladas, daquelas vermelhas e internas, sem coloração amarelada. Logo após, pode-se aplicar um creme com ácido salicílico ou peróxido de benzoíla.”

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Clara de ovo para diminuir as linhas de expressão – por conter albumina, a clara do ovo é utilizada em algumas receitas caseiras para promover efeito anti-idade. “A albumina tensiona a pele, com um efeito imediato, logo depois que seca, principalmente em peles oleosas. Muita gente retirava a clara com água morna e depois aplicava água bem gelada, para aumentar ainda mais a tensão da pele. Mas, não existe nenhuma evidência para tratamentos de linhas de expressão e o efeito tensor ocorre pontualmente, não funciona como tratamento”, garante o médico. Hoje em dia, uma boa aposta é o uso de produtos com ativos antioxidantes, tensores e vitamina C, capazes de promover uma renovação celular e diminuir as linhas de expressão – com efeito imediato e de tratamento. Outra aposta é o uso dos nutracêuticos que promove melhoria da qualidade do colágeno, como Exsynutriment e Bio-Arct.

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Açúcar com limão para esfoliar a pele – o açúcar deslizando com o limão na pele provoca a sensação de limpeza e esfoliação. Mas embora o limão tenha características adstringentes, em contato com o sol, o efeito pode ser desastroso e manchar a pele. “Além disso, pode causar ressecamento e alergias”, explica. A maneira mais segura para esfoliar a pele é utilizar produtos específicos, diz Jardis. “É importante saber que quem tem a pele mais fina e delicada deve optar por produtos mais suaves com grãos esfoliantes regulares em fórmulas com ativos calmantes. É fundamental que, logo após a esfoliação, a pele seja profundamente hidratada. Por isso, recomendo produtos com Ácido hialurônico, vitaminas C e E. Para diminuir as irritações, utilizar cosméticos à base de aloe vera e alphabisabolol que acalmam e hidratam.”

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Rodelas de pepino nos olhos para tirar olheiras – as pessoas acreditavam nesse tratamento porque o pepino não só tem efeito de resfriamento, mas também ajuda a melhorar a cor da pele ao redor dos olhos. “Funciona, sim. Mas é um efeito paliativo. O pepino também ajuda a aliviar os olhos depois de um longo dia de trabalho”, afirma. Embora não tenha risco, esse tratamento exige 15 minutos do seu dia e, hoje, já existem muitos cremes que, no caso de olheiras, podem tratar e camuflar a pigmentação.

Fonte: Jardis Volpe é dermatologista, diretor clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.