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Dezembro Laranja: um alerta contra o câncer de pele

Entenda melhor as variações da doença e os principais sintomas para detectar o problema

Com a chegada do verão, aumenta a necessidade de falar sobre a importância de se proteger dos riscos da exposição solar. A radiação ultravioleta, proveniente da exposição solar excessiva e do uso de câmeras de bronzeamento artificial, é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pele.

A campanha do Dezembro Laranja, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), pretende levantar um movimento de conscientização para alertar a população sobre o problema. Segundo a associação, a doença responde por 33% de todos os casos de câncer no Brasil.

O câncer de pele caracteriza-se por uma proliferação celular anormal e descontrolada, que apresenta diferentes variações: carcinoma basocelular (CBC) – que acomete as células da camada mais profunda da epiderme –, carcinoma espinocelular (CEC) – que se manifesta nas camadas mais superiores da pele – e melanoma – que tem origem nas células produtoras de melanina.

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“Os tipos mais comuns são o CBC e o CEC, sendo que o primeiro responde por 70-75% dos casos e o segundo por 15-20% dos casos. A incidência de ambos se deve sobretudo à exposição crônica aos raios solares e, portanto, acometem as partes mais expostas do corpo – como face, orelhas, couro cabeludo, pescoço, ombros e dorso”, explica a dermatologista da Cia. da Consulta Amanda Vieira.

A médica comenta que o CBC possui baixa letalidade e menor probabilidade de se espalhar para outros pontos do corpo, enquanto o CEC pode fazer com que as células migrem mais facilmente e existe maior risco da doença atingir outras regiões.

“O melanoma é o menos frequente, mas o tipo de câncer de pele de pior prognóstico e com o maior índice de mortalidade. Geralmente se inicia como uma pinta, acastanhada ou enegrecida, que pode mudar o tamanho, a cor e o formato, às vezes causa sangramento”, alerta Amanda.

Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, maiores serão as chances de cura. Alguns indícios que merecem atenção e podem ser sintomas da doença:

• Uma lesão na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangra facilmente;
• Uma pinta preta ou castanha, que muda sua cor ou textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
• Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer, apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.

Indivíduos com histórico da doença na família ou com presença de grande número de pintas no corpo devem ter cuidado redobrado, pois possuem maior probabilidade de desenvolver o câncer de pele. Ela ainda explica que alguns casos podem estar associados a cicatrizes crônicas, além de exposição ao tabagismo e radiação.

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É importante lembrar que somente um dermatologista é capaz de fazer o diagnóstico preciso. Além de visitar um especialista anualmente para um exame completo, existem medidas essenciais para prevenir o surgimento do câncer de pele. Fugir do horário de pico do sol (entre 10 e 16 horas), utilizar proteção diariamente – e não somente nos momentos de lazer – e escolher protetores solares (FPS) 30 que protejam contra a radiação UVA e UVA são algumas das maneiras de aproveitar a estação e manter a saúde em dia nesse verão.

 

Fonte: SBD

 

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Sintomas, incidência e tratamento da psoríase

No último domingo (29) foi comemorado o Dia Mundial da Psoríase, data criada em c2004 pela Organização Mundial de Saúde para difundir informações sobre a doença e melhorar a qualidade de vida dos portadores. A dermatologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção) Marli Manini aproveita a data para esclarecer mitos e verdades a respeito da enfermidade, que acomete cerca de 2% da população mundial.

Psoríase é contagiosa
Mito: trata-se de uma doença crônica inflamatória da pele, autoimune e não contagiosa.

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Foto: OnHealth

A doença se manifesta por meio de lesões avermelhadas e descamativas, normalmente em placas
Verdade: essas placas aparecem, em geral, no couro cabeludo ou em locais de atrito como cotovelos e joelhos. Mas há também uma forma conhecida como “gotada” por apresentar lesões pequenas e arredondadas, que aparece normalmente depois da ocorrência de infecção das vias respiratórias superiores.

Psoríase não tem cura
Verdade: o tratamento visa controlar a doença que, em alguns casos, pode ficar anos sem manifestar. A única forma que pode ter cura é psoríase “gotada”.

A doença não se manifesta em crianças
Mito: manifesta-se mais frequentemente na segunda e na quinta décadas de vida, mas em 15% dos casos pode aparecer ainda na infância.

A exposição ao sol é benéfica para o portador de psoríase
Verdade: fototerapia faz parte do tratamento e, assim como os raios solares, contém radiação UVA e UVB. Mas os pacientes que não têm acesso a esse tipo de tratamento podem substituí-lo por exposição ao sol com moderação – de 10 a 15 minutos por dia.

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Foto:OnHealth

Hidratantes vendidos em mercados não são eficientes no tratamento da doença
Mito: cremes e pomadas para lubrificar os locais atingidos pela psoríase são sempre bem-vindos. O ideal é que contenham ácido salicílico ou ureia em sua fórmula.

O tratamento da psoríase deve contemplar ao menos dois medicamentos
Verdade: há várias formas de tratamento, que incluem desde medicamentos corticoides até aqueles de última geração conhecidos como biológicos, passando pela fototerapia e substâncias retinoides. Mas, para que o corpo não se acostume ao remédio e este deixe de fazer o efeito esperado, é preciso combinar, no mínimo, duas terapias diferentes. Por isso, é importante procurar um médico aos primeiros sintomas. Ele avaliará o estágio da doença e definirá quais serão prescritas.

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Não há produtos específicos para tratar a doença quando ela se manifesta no couro cabeludo
Mito: existem xampus formulados com substâncias como corticoides e ácido salicílico que tratam a psoríase no couro cabeludo. São eficientes e não interferem no visual do paciente.

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Foto: OnHealth

É fácil encontrar remédio para psoríase na farmácia, não havendo necessidade de consultar um médico
Parcialmente verdade: existem medicamentos à venda que não exigem a apresentação de receita médica, mas os pacientes jamais devem seguir esse procedimento. A automedicação não é recomendada em nenhum caso, mas é mais grave no caso da psoríase. Por isso, é importante sempre consultar um profissional.

Fonte: Seconci-SP

 

Sol forte acelera preocupações com câncer de pele; saiba fazer autoexame

Dermatologista explica dicas para realizar o autoexame da pele e identificar lesões – caso haja dúvida um médico deve ser consultado imediatamente.

Ainda estamos na primavera, mas as temperaturas estão bem altas e o sol não dá trégua. Diante deste clima, é importante saber que o melanoma é o tipo de câncer de pele com o pior prognóstico e o mais grave com relação à possibilidade de metástase. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), apesar de não ser o mais frequente câncer de pele, no ano de 2016 foram 5670 casos no Brasil. A última estimativa do órgão sobre as mortes é de 2013, com 1547 casos.

Causas

Embora a principal causa do melanoma seja genética, a exposição solar também influencia no aparecimento da doença — principalmente com os elevados índices de radiação que atingem níveis considerados potencialmente cancerígenos, onde ocorre exposição à radiação UVA/UVB E IR (infravermelho).

“O filtro solar deve ser usado diariamente independentemente da estação do ano e de se está num dia nublado, chuvoso ou encoberto; a radiação UV mesmo em um dia 100% encoberto, ela só é barrada em 30% e 70% dessa radiação passa”, alerta a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Academia Americana de Dermatologia.

Esta fotoexposição, ao longo dos anos, pode gerar lesões novas ou modificar aquelas que já existiam previamente na pele de qualquer pessoa. Com uma exposição solar frequente, seja por lazer ou ocupacional, muitas vezes, as pessoas não percebem a medida da exposição ao sol silencioso no trabalho de campo, no dirigir ou andar na rua.

Diagnóstico Precoce: embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença, segundo a SBD. “Por isso, a realização do autoexame dermatológico é necessária”, explica a médica.

Autoexame: o autoexame deve ser realizado principalmente nas pessoas de pele clara, aquelas que possuem antecedentes familiares de câncer de pele, têm mais de 50 pintas, tomaram muito sol antes dos trinta anos e sofreram queimaduras. Quem tem lesões em áreas de atrito, como área da peça intima, sutiã, palma das mãos, planta dos pés e área do couro cabeludo, também deve seguir as instruções. A indicação também vale para as pessoas que apresentam muitas sardas e manchas por exposição solar anterior, já retiraram pintas com diagnóstico de atípicas, não se bronzeiam ao sol, e consequentemente acabam adquirindo a cor vermelha com facilidade e apresentam qualquer lesão que esteja se modificando. “Podemos realizar este procedimento com certa regularidade, uma vez por mês, na frente do espelho e de preferência com luz natural, para verificar o surgimento de alguma mancha, relevo ou ferida que não cicatriza”, indica Claudia.

As dicas para o autoexame são:

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-Examine seu rosto, principalmente o nariz, lábios, boca e orelhas.
-Para facilitar o exame do couro cabeludo, separe os fios com um pente ou use o secador para melhor visibilidade. Se houver necessidade, peça ajuda a alguém.

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Foto: Birthorderplus

-Preste atenção nas mãos, também entre os dedos.
-Levante os braços, para olhar as axilas, antebraços, cotovelos, virando dos dois lados, com a ajuda de um espelho de alta qualidade.
-Foque no pescoço, peito e tórax. As mulheres também devem levantar os seios para prestar atenção aos sinais onde fica o sutiã. Olhe também a nuca e por trás das orelhas.
-De costas para um espelho de corpo inteiro, use outro para olhar com atenção os ombros, as costas, nádegas e pernas.

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-Sentada(o), olhe a parte interna das coxas, bem como a área genital.
-Na mesma posição, olhe os tornozelos, o espaço entre os dedos, bem como a sola dos pés.

De acordo com a dermatologista, este tipo de cuidado de rotina, principalmente para quem tem a pele muito clara e com muitas pintas, promove consciência e aguça o olhar sobre as lesões, aumentando a percepção de mudança ou seu crescimento. O passo seguinte, ou mesmo em caso de dúvida, é visitar o dermatologista.

Lesões preocupantes

Para saber se uma lesão é mais preocupante, normalmente é usada a regra do ABCD (área, borda, cor e diâmetro) sobre pintas com pigmentação. “Dividimos a lesão em quatro partes iguais e comparamos os quadrantes observando a simetria, avaliamos as bordas identificando irregularidade na forma de desenhos circinados, observamos a presença ou não de várias cores compondo esta figura e observamos se apresenta diâmetro acima de 6 mm”, comenta a dermatologista.

Quanto aos sinais clínicos, qualquer lesão que coce, doa ou sangre e que aumente de tamanho com rapidez ou apresente sensibilidade, precisa ser examinada por um dermatologista, que fará então uma dermatoscopia manual ou de preferência digital avaliando a necessidade da retirada cirúrgica.

Além de prevenir o surgimento do melanona, o autoexame, por ser uma avaliação em que o paciente começa a detectar precocemente lesões que apresentam sinais e sintomas diferentes dos habituais ou que estão crescendo, proporciona visitas precoces ao dermatologista que decidirá sobre o tratamento terapêutico em questão com chances maiores de cura.

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“Outra lesão que hoje é bastante comum, principalmente após a quinta e sexta década de vida são os carcinomas, tanto provenientes da camada basal, como da camada espinhosa da epiderme, que quando diagnosticados também com rapidez trazem 100% de cura ao paciente”, informa a dermatologista.

A grande maioria destas alterações tem componente genético, pelo tipo de pele herdada, mas tem como gatilho principal a exposição solar crônica sem a proteção solar adequada. “Todos os pacientes devem aplicar FPS diariamente antes de sair de casa, principalmente quando em contato com o meio e precisam reaplicar pelo menos mais uma ou duas vezes ao dia, evitando assim a perda da saúde e da beleza da pele”, recomenda Claudia.

Fonte: Claudia Marçal é dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialização pela AMB, Membro da American Academy of Dermatology e CME na Harvard Medical School.

Procedimento não invasivo melhora a flacidez e harmonização facial

Denominado Thermi Smooth, o tratamento utiliza o controle de temperatura na aplicação da radiofrequência para harmonizar pontos estratégicos do rosto e melhorar a flacidez da região dos olhos, boca e áreas menores

Fantasma que assombra dez entre dez mulheres, a flacidez faz parte do processo natural de envelhecimento da pele por conta da perda de colágeno, uma vez que depois dos 30 anos o corpo não produz mais essa proteína. Daí a importância de pensar em sua prevenção antes que o problema apareça.

Apesar da dificuldade em combater esse mal, a ciência nos dá uma “mãozinha” e não para de evoluir ao trazer tratamentos simples e eficazes. Já existem tratamentos não cirúrgicos que ajudam na produção do colágeno e na sustentação de pontos específicos da face.

O mais novo deles chama-se Thermi Smooth, uma aplicação de radiofrequência monopolar não invasiva que pode ser realizada na região dos olhos, boca e áreas menores para prevenir e melhorar a flacidez dessas áreas delicadas. Ele não apenas combate a flacidez por si só, mas também pode ser usado para harmonizar os traços do rosto, aplicando em pontos de sustentação da face e resultando em um aparência mais equilibrada, jovem e natural.

“A aplicação do Thermi Smooth é pontual e funciona por meio da emissão de calor controlada. Sendo assim, o médico pode chegar a uma temperatura mais alta que outros aparelhos sem incomodar o paciente, obtendo resultados melhores para tratamento de áreas menores, como olhos, boca, sobrancelha”, afirma a dermatologista Aurea Lopes, .

A médica acrescenta que esse tratamento não tem downtime, ou seja, tempo de recuperação e, por isso, as pessoas podem continuar suas atividades normalmente após o tratamento. “Para manter o resultado são necessárias algumas sessões e manutenção das mesmas a cada três meses e isso ocorre porque o rejuvenescimento é progressivo e cumulativo”, explica.

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1ª Imagem: antes do tratamento; 2ª imagem: duas semanas após o primeiro procedimento; 3ª imagem: três semanas após o segundo procedimento – Foto: Thermi Smooth

Diferente das demais radiofrequências existentes no mercado, a monopolar tem sido muito usada para rejuvenescimento de face e corpo desde 2003. Essa técnica apresenta resultados satisfatórios, pois permite a entrega de energia térmica na derme profunda, sem danos epidérmicos ou neurovasculares.

Assim, o aquecimento da derme promove três diferentes respostas terapêuticas:
· Contração imediata de colágeno
· Remodelação imediata de colágeno
· Estímulo de neocolagênese em longo prazo

Radiofrequência por controle de temperatura: uma entrega mais homogênea e eficaz de resultados

O Thermi Smooth tem como principal diferencial a utilização da radiofrequência monopolar com controle de temperatura, estimulando a produção de colágeno para a harmonização e rejuvenescimento do rosto de forma natural.

O Thermi Smooth é realizado por meio de um aplicador cuja amplitude de tratamento pode ser realizado de 35ºC a 47°C. “A emissão de energia é controlada, isso significa que regulamos a temperatura máxima da aplicação de forma igual durante todo o período do tratamento, o que torna o procedimento mais eficaz, seguro e confortável ao paciente”.

Segundo a dermatologista, o tratamento possui resultados garantidos porque o aquecimento significativo da derme promove a contração imediata do colágeno logo no primeiro momento, e em seguida, a sua remodelação é imediata. Em longo prazo, há um estímulo da produção de novas fibras de colágeno (neocolagênese).

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Imagens: Thermi Smooth

Além disso, esse equipamento permite tratar também cicatriz de acne, flacidez ao redor dos olhos, pálpebras e melhorar a textura da pele. Os resultados podem ser observados logo após a primeira aplicação. Tanto é verdade que já existe o famoso ‘tratamento party’ com esse aparelho, em que a pessoa faz o procedimento antes de ir para uma festa e tem um excelente resultado imediato de rejuvenescimento. Logo após a segunda sessão, já é possível observar uma melhora surpreendente.

Fonte: MedSystems

Tratamento promete acabar com a gordura do “tchauzinho”

Método com o CoolTech destrói a célula de gordura por congelamento; equipamento tem controle eletrônico de temperatura e dois aplicadores que podem ser usados juntos, otimizando o tempo da sessão

Não importa quantos exercícios de bíceps forem feitos, aparentemente para algumas pessoas eles nunca são suficientes para esculpir os braços e acabar com a gordura do “tchauzinho”. O ideal para essa gordura insistente é investir em tecnologias como a criolipólise do CoolTech, que apresenta como diferencial o controle eletrônico de temperatura, proporcionando mais segurança e melhores resultados.

“Estudos mostraram que os melhores resultados da técnica ocorrem quando a redução de temperatura é feita de forma lenta e constante, até chegar à temperatura mínima ideal”, esclarece a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. O controle eletrônico do CoolTech permite o monitoramento da temperatura em tempo real de cada um dos dois aplicadores.

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Técnica —  os aplicadores são acoplados à pele e através de uma leve sucção, este procedimento garante um tratamento uniforme em toda a área. “A partir deste momento, o controle de temperatura eletrônico inicia o processo de congelamento de forma gradativa. Estudos mostram que com a formação de cristais congelados a parede da célula de gordura (adiposa) é rompida, sendo eliminadas via sistema linfático. Após o término do tratamento (ciclo), retiramos os aplicadores e fazemos uma leve massagem na região”, explica.

Sensação — a sensação de frio é localizada e o tratamento é confortável. “Após o tratamento, a superfície da pele apresenta um leve eritema (vermelhidão). Fazemos uma leve massagem na região e logo o paciente pode voltar às atividades.”

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Resultados — os estudos para desenvolvimento do CoolTech apontaram para uma redução de 18% a 25% da gordura da área tratada, e o resultado é visível entre 30 e 60 dias após a primeira aplicação. Conjuntamente, sessões posteriores de radiofrequência podem ser feitas para potencializar a perda de gordura e atuar contra a flacidez.

Informações: Skintec

Dermatite atópica: poeira e tempo seco aumentam incidência

Apesar de não ser uma doença contagiosa, a incidência da dermatite atópica vem aumentando em ambientes urbanos, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Em algumas localidades, com muita poeira e tempo seco, uma em cada cinco pessoas já desenvolveram erupções e coceira pelo corpo, sendo recém-nascidos de até um ano o principal grupo de risco.

“Crianças apresentando lesões vermelhas em pele, com prurido, descamação, e localizadas preferencialmente na face, nas dobras dos braços e nas pernas, temos que pensar no diagnóstico de dermatite atópica. Não existe nenhum exame específico para o diagnóstico, que é clínico e realizado por dermatologista durante a consulta”, explica Andrea Karla Cavalcanti, dermatologista associada a SBD.

A farmacêutica e diretora técnica Luisa Saldanha, da Pharmapele – rede de farmácias de manipulação com sede em Recife, acrescenta que os distúrbios causados pela dermatite atópica estão relacionados à disfunção da barreira cutânea, o que propicia o desequilíbrio das ceramidas da pele.

De acordo com a médica, a dermatite atópica manifesta-se, então, em áreas na pele com falha na proteção (barreira cutânea), preferencialmente em zonas extensoras e flexoras, como: a dobra dos braços e atrás do joelho, além do pescoço, mãos e tornozelo. “Mas pode acometer qualquer área de pele e em casos raros e graves quase todo o corpo. A localização preferencial varia de acordo com a idade de acometimento da doença”, completa. As crises tendem a melhorar com o decorrer do tempo e em apenas 25% dos casos persistem na idade adulta.

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Causas principais: a médica pontua que a dermatite atópica é uma doença precoce, de início geralmente no primeiro ano de vida (60% dos casos), genética, hereditária, não contagiosa, mas que pode afetar a qualidade de vida dos seus portadores. “Alguns fatores desencadeiam a crise e devem ser evitados como: pele seca, poeira, excessos de produtos químicos na pele, ambientes com pouca umidade, extremos de temperatura, roupas com tecidos grossos ou sintéticos. A pele seca é a manifestação mais comum e que mais contribui para aparecimento e/ou piora das lesões”, destaca.

Como combater; quanto ao tratamento, a dermatologista explica que a primeira abordagem é afastar os fatores desencadeantes e irritantes, sendo o principal deles a pele seca. “Manter a pele bem hidratada, livre do ressecamento é um fator chave, para isso usa-se hidratantes específicos, além de cuidados de higiene como evitar banhos quentes e demorados, evitar excessos de sabonetes no banho. Outro pilar do tratamento é controlar a inflamação e dessa maneira o prurido, com uso de cremes ou pomadas e até medicações por via oral”, completa.

Um fator-chave no tratamento, segundo a farmacêutica da Pharmapele, é restaurar a barreira cutânea. “O ideal é fazer uso de formulações manipuladas. Na fase mais aguda da doença, por exemplo, é indicado utilizar componentes como Cetirizina, um antialérgico, que pode ser utilizado em produtos que estejam em formato de xarope. Também é ideal fazer uso de creme/pomada com Tacrolimus, um componente com características anti-inflamatórias”, ressalta Luisa.

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Já Andrea analisa que, como medicamentos por via oral em crianças são difíceis de manejar, uma das opções são os medicamentos manipulados, como no caso do xarope.

Luisa enfatiza, também, a necessidade de higienização e hidratação profunda. “As formulações mais indicadas são: sabonetes com Niacinamida e Óleo de Semente de Uva e reparadores de barreira cutânea com Niacinamida, Vitamina B12 e D-Pantenol, que ajudam a redução dos sintomas”, indica. Para prevenir a inflamação e reforçar a imunidade, a indicação é fazer uso de produtos que contenham Glutamina.

Para reforço de imunidade contra a doença, a Pharmapele disponibiliza fórmulas especiais para criança, como Omekids CGN. Para os adultos, é indicado usar Supraômega. O uso das chamadas “bactérias do bem” (probióticos) também é bem-vindo, de acordo com a farmacêutica. “Além tratamentos tópicos já bem estabelecidos, alguns estudos comprovam a relação benéfica do uso de probióticos por via oral na melhora do quadro clínico, bem como uma ajuda para controle das crises da dermatite atópica. Em crises moderadas a graves pode-se lançar mão de antialérgicos ou até antibióticos por via oral”, finaliza a médica dermatologista.

Fonte: Pharmapele

Sérum recupera a volumetria e age como ‘detox’ facial

A pele madura exige cuidados especiais por enfrentar dificuldades fisiológicas de reparação. O envelhecimento cutâneo é um processo natural, influenciado geneticamente e epigeneticamente (fatores ambientais, sociais e comportamentais) pelo encurtamento dos telômeros, o acúmulo de toxinas, estresse oxidativo, dentre outros motivos.

Para reverter esse processo e conferir à pele uma aparência saudável e renovada, a Under Skin — marca brasileira de dermocosméticos com centro de pesquisa e desenvolvimento italiano — traz para o mercado o U.SK Desire Sculpt Serum, produto revitalizante que promove redensificação do relevo cutâneo. O produto faz parte da coleção U.SK Revitalizing, que conta com dois séruns e quatro elixires — usados sozinhos ou em combinações para promover renovação, remineralização, reposição e regeneração cutânea.

Segundo a gerente de desenvolvimento da marca, Silvana Masiero, U.SK Desire Sculpt Serum conta com a tecnologia DensylRepair, um complexo exclusivo de ativos com ação redensificante, capaz de recuperar a volumetria e hidratar a pele. “Essa tecnologia associa oligogalactomananas purificadas da semente da figueira do Egito, extrato de algas vermelhas, detoxificante celular, hidroximetionina cálcica e homotaurina, poliosídeos reversos da semente do linho, peptídeos neuroprotetores, aminoácido essencial encapsulado e biopolímero flexível obtidos pela tecnologia cross-linking, explica Silvana.

A dermatologista e diretora científica da marca, Cláudia Marçal, argumenta que o uso diário do sérum é capaz de reestruturar a derme através da redensificação das fibras de sustentação, assim como os elementos da matriz extracelular. “Esse sérum apresenta como destaques os ativos: Celldetox (detoxificante que sequestra o que retira o lixo da pele); Essenskin (restaura as principais funções celulares como diferenciação, proliferação celular, síntese proteica e lipídica); Sculptessence (remodelador cutâneo natural); e Instensyl (cross-linking)”, destaca.

A diretora científica ainda enfatiza a presença do ativo Telosomyl. “Ele é capaz de estimular a expressão das proteínas telossômicas, limitando o encurtamento dos telômeros (estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA) e mantendo a longevidade celular, já que a cada nova divisão celular, os telômeros são encurtados e como eles não se regeneram, em determinado momento a célula perde sua capacidade de divisão e morre”, explica. Além disso, o ácido hialurônico está presente em alta concentração na formulação e é capaz de conferir maciez, elasticidade, tonicidade e hidratação à pele.

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Quanto ao modo de uso, Claudia salienta que a aplicação deve ser de duas gotas do produto sobre a região facial, massageando suavemente com movimentos circulares. “O sérum também pode ser combinado com uma gota de um dos elixires da linha, ou até mesmo mais de um, e a mistura deve ser feita na palma da mão do paciente antes da aplicação”. A fragrância da peônia e cereja-negra é a identidade olfativa dos produtos Under Skin.

Informações: Under Skin

Nova tecnologia para esculpir pescoço

Esqueça a ideia de rosto sem nenhuma ruga, de falta de expressão e do uso excessivo de toxina botulínica. A tendência hoje é, mais do que nunca, a beleza natural e verdadeira. Exemplo disso é que durante o AAD Meeting 2017 muito se foi discutido sobre as novas tecnologias que não demandam downtime, ou seja, tempo logo de recuperação, dor, vermelhidão e que possam ser feitos em períodos curtos de tempo para que o paciente possa retornar às suas atividades o mais breve possível.

O recém-lançado NeckSculpting,tratamento realizado na área seguinte ao queixo, conhecida como “papada” e também do contorno do rosto, segue exatamente essa tendência.

A técnica é realizada com a pioneira tecnologia robótica, que conta com um scanner, o qual utiliza um sensor térmico que permite, com segurança, alcançar as temperaturas desejadas, como também programar previamente a potência a ser depositada na área tratada. Regulando a potência e a temperatura é possível alcançar o efeito tensor, conferindo uma melhora da flacidez local.

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No caso da redução de gordura localizada são necessárias temperaturas mais elevadas, seguramente adquiridas com a tecnologia robótica. O resultado é uma redução natural da “papada” e melhora do contorno do rosto. Um dos grandes diferenciais do tratamento é justamente esse resultado em conjunto para flacidez e gordura, pois somente a diminuição da gordura pode deixar uma pele mais flácida.

Além disso, o NeckSculpting apresenta três características muito buscadas pelos pacientes:

– O efeito tensor, que melhora a flacidez, pode ser percebido desde a primeira sessão, enquanto os outros tratamentos a percepção da melhora pode necessitar dois a três meses;

– O procedimento é indolor. Em outros tratamentos os pacientes relatam dor, seguido de dormência, que podem demorar horas ou dias para sair e podem necessitar o uso de analgésicos;

– Após a finalização do tratamento o paciente pode imediatamente retornar às suas atividades e com a aparência totalmente normal. Em outras tecnologias, após o final da sessão é necessário realizar uma massagem no local aumentando o tempo de permanência na clínica, e o aspecto da pele pode ficar com uma coloração arroxeada e demorando a voltar ao normal.

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São necessárias de quatro a seis sessões realizadas a cada duas semanas e que as sessões são rápidas com, no máximo, 30 minutos de duração. Esse é um tratamento extremamente preciso e seguro e os resultados são duradouros.

Fonte: Fotona

 

Acne adulta pode estar relacionada a alterações hormonais e estresse

Aparentemente comum na adolescência, a acne também pode surgir na fase adulta — mas atenção: nem os motivos, nem o modo de tratar são os mesmos. “Acne adulta é um quadro considerado uma entidade própria e não tem relação com a acne vulgar da adolescência. A acne da mulher adulta é caracterizada por lesões nodulares císticas, muitas vezes doloridas, que perduram por sete a dez dias”, explica a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

As lesões aparecem na região do queixo e lateral das bochechas, podendo também estar presentes na linha de implantação do cabelo. Resistentes e ligadas a hábitos de vida, a visita ao dermatologista é obrigatória.

Mas afinal: o que causa?

De acordo com a dermatologista, o quadro está relacionado com o estímulo inadequado dos receptores hormonais, como os masculinos, alterações relacionadas à tireoide e pelo estresse — que hoje é uma das principais causas que podem estimular o aumento do cortisol e adrenalina. “Quase sempre apresentam um indicativo de desconforto, com hipersensibilidade local e após três dias, em média, surgem os comedões inflamatórios — que estão relacionados ao período pré-menstrual, uso de contraceptivos de uso via oral ou na forma de adesivos ou ainda dispositivos intrauterinos”, comenta.

Com essas alterações, há um estímulo exagerado sobre as glândulas sebáceas com produção exagerada de sebo — o que provoca aumento da proliferação de bactéria Propionibacterium acnes. “Além disso, fatores como o uso de maquiagem muitas vezes não adequada, com veículos gordurosos, ou muito pesados, podem causar obstrução dos ductos das glândulas (poros). Devemos também prestar atenção no consumo exagerado de gorduras trans e saturadas e alimentos com alto índice glicêmico que provocam a piora da inflamação e da resistência à cicatrização e persistência do quadro”, comenta.

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Tratamento diferenciado

A acne adulta acomete mulheres na vida adulta entre 30 e 50 anos e apresenta resistência aos tratamentos convencionais para a acne da adolescência. “Quase sempre a pele apresenta a consequência clínica de uma alteração sistêmica, que pode ser devido a um processo hormonal ou hábitos de vida comprometidos com poucas horas de sono, estresse, tabagismo e cuidados inadequados com a pele e a alimentação”, explica. Por esse motivo, a dermatologista salienta que a paciente precisa ser investigada, com a realização de uma anamnese detalhada com investigação de toda a parte hormonal, hábitos de vida e situações de estresse. “A conduta deverá ser baseada no controle significativo destes fatores”, comenta.

O que usar

O tratamento inicialmente deve ser instituído para o controle inflamatório com sabonetes calmantes à base de extratos anti-inflamatórios, loção tônica com função adstringente duas vezes ao dia. “De noite, o uso da vitamina A ácida é indicado, alternando com um nutritivo adequado à necessidade da paciente. A vitamina C como antioxidante potencializa a ação do retinoide (Vitamina A) e podemos ainda utilizar ácido salicílico, clindamicina e peróxido de benzoíla”, explica. Em alguns casos, máscaras à base de argila podem ser recomendadas para controle da oleosidade, eritema e inflamação.

Pela manhã, a dermatologista indica séruns leves que podem ser potencializados com boosters com ação calmante e de cicatrização como, por exemplo, zinco, cobre, magnésio, ouro e fatores de crescimento para cicatrização.

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O que ingerir para ajudar

Por via oral, a médica recomenda a utilização de antioxidantes e antiglicantes como o hidroxitirosol, pó de gengibre, FC Oral, zinco, piridoxina, niacinamida, carotenoides, extrato de chá branco, acido elágico entre outros. “Eles ajudam a manter o equilíbrio da flora microbiana e induzem o processo de cicatrização e ação anti-inflamatória”, explica.

Na clínica

Tratamentos em cabine também podem ajudar. “Em clínica, podemos promover a extração dos comedões, realizar peeling de cristal com retinoides e fazer uso da luz azul (que é bacteriostática) e posteriormente da red e infra red (com ação cicatrizante). Quando o quadro estiver controlado, podemos — se necessário para retirar as manchas ou cicatrizes — utilizar o microagulhamento de ouro com drug delivery com utilização de Fatores de Crescimento e peptídeos ou um laser ablativo fracionado como o CO2 combinado à radiofrequência”, finaliza.

Fonte: Claudia Marçal é dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, com especialização pela Associação Médica Brasileira (AMB), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da American Academy of Dermatology (AAD), CME (Continuing Medical Education) na Harvard Medical School.

Hora de tratar as manchas da pele

É no inverno, quando há baixa incidência dos raios de sol, a melhor época para investir em tratamentos para apagar as marcas do verão. Confira o que há de melhor – e de novo nesta área.

Boa parte das mulheres brasileiras sofre com manchas na pele. Em geral, elas ocorrem devido à excessiva exposição ao sol. Os raios solares incidem na pele e esta responde com ativação dos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele, com aumento de melanina. As manchas seriam, então, uma resposta à agressão dos raios solares. E há vários tipos, que podem aparecer no rosto e no corpo. Confira cada uma delas e os tratamentos mais indicados pela dermatologista Mônica Aribi, de São Paulo:

Melasma

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As chamadas “manchas da gravidez” em geral acontecem por conta das alterações hormonais, mas a sua causa ainda não está esclarecida. Hoje já sabe que inclusive as temperaturas altas podem causar o melasma. Essas manchas aparecem principalmente nas maçãs do rosto, buço e testa. Podem surgir ainda no colo, mas é raro.

“Ainda não há tratamento definitivo para o melasma, mas nós temos boas novidades, como o uso do ácido tranexâmico durante o microagulhamento com ‘drug delivery’, isto é, as pequenas perfurações feitas entregam o ácido aplicado na superfície da pele de forma mais direta e eficiente para sua profundidade”, diz Mônica. “Aplicações de laser com baixas energias também podem ajudar bastante”, completa.

O ácido tranexâmino funciona muito bem com todos os tipos de manchas, não só o melasma. “Nós observamos uma melhora na circulação da pele quando utilizamos esse ácido. Ele é um inibidor da tirosinase, enzima que age na formação da melanina e com isso a pigmentação diminui progressivamente, chegando até a desaparecer”, afirma Mônica. Além de clareador, ele previne a ativação do melanócito pela radiação solar. Por isso, é também indicado como suplemento, por via oral.

Melanoses solares ou manchas “senis”

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São as marcas que surgem com o tempo e indica o quanto a pessoa tomou de sol ao longo da vida. São escuras, arredondadas e podem surgir no corpo todo, mas mais comumente no dorso das mãos. Os tratamentos são feitos com laser Q-Switched preferencialmente, mas também pode ser usada a luz pulsada, dependendo do caso. “A tecnologia da luz intensa pulsada atinge dois níveis da pele, a profunda e a superficial. A aplicação superficial reduz manchas, sardas, pigmentações e pequenos vasos. A profunda estimula o colágeno, melhorando rugas, cicatrizes de acne. Por isso, este tratamento é chamado de fotorejuvenescimento”, diz Mônica.

Efélides ou sardas

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Acometem principalmente pessoas de pele clara. O fator genético também é importante. Podem aparecer desde a infância, tanto no corpo quanto no rosto. Laser e peelings de ácido retinoico ou glicólico são os tratamentos mais indicados para tratar as sardas.

Manchas de pós-acne

Este problema surge depois do processo inflamatório da acne e, portanto é chamado de hipercromia pós-inflamatória. “No início, são manchas avermelhadas que se tornam amarronzadas”, diz a dermatologista. Para tratar, temos atualmente peelings químicos especiais para esse problema, que contem clareadores e ácidos associados promovendo a melhora do problema após 4 sessões. Outro bom procedimento é a radiofrequência fracionada que melhora as cicatrizes e ainda servem como microagulhamento para o “drug delivery” de acido tranexâmico ou outros clareadores.

Fonte: Mônica Aribi é dermatologista e clínica cirúrgica. Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, International Fellow da Academia Europeia de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Além de ser Mestra em Ciências da Saúde pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE) e médica responsável pela Cosmiatria da residência médica do Hospital Ipiranga (SBD).