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ABTPé cria “Guia de Saúde dos Pés” com dicas e informações

Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé disponibiliza informações de especialistas em aba no site

Uma pessoa ativa dá, em média, 10 mil passos por dia. O pé, um membro vital para nossa locomoção diária, para ser forte e estável, precisa de atenção e cuidados específicos. Nossos pés são a base do nosso corpo e por conta disso, precisamos cuidar dele com atenção.

Foi pensando nisso que a Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé – ABTPé, criou uma aba no site da entidade com objetivo de prestar serviço de utilidade pública: o “Guia de Saúde dos Pés” está disponível para população fazer consulta sobre a saúde dos pés.

O conteúdo do guia que traz informações que vão desde cirurgia plástica dos pés, passando por traumas e fraturas do tornozelo e pé, até orientações a pacientes diabéticos.

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“Criamos esta parte do site com foco em atender aquelas pessoas que buscam informações sobre a saúde do pé. Acreditamos que a população já se atentou a importância dos cuidados com esse membro, e por isso, nosso intuito foi transmitir informações relevantes com subsídio de especialistas da própria área”, ressalta Marco Túlio Costa, presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé – ABTPé.

Para acessar o guia, clique aqui.

Diabetes: educação e informação são fundamentais para conviver com a doença*

A educação em diabetes visa orientar as pessoas portadoras da doença sobre como enfrentar os desafios e as eventuais dificuldades impostas. Para surtir efeitos, esse processo deve ser iniciado logo após o diagnóstico e mantido por toda a vida, passando por etapas que incluem a exposição ao conhecimento num momento inicial. Os resultados clínicos positivos serão uma consequência lógica dessa mudança, que pode ser denominada “cascata do conhecimento”.

Com frequência, o paciente mal informado e pouco motivado tende a encarar o diabetes como um castigo, principalmente quando é necessário tratamento com insulina. Assim, ao invés de aceitar o tratamento como uma opção salvadora para sua vida, acaba por achá-lo responsável direto por seus infortúnios. E fica a pergunta: alguém duvida que um programa bem estruturado de educação motivacional e adequada intervenção farmacológica poderiam aliviar grande parte desse desespero incontido?

A International Diabetes Federation (IDF) considera o diabetes uma condição “mortal” e estima que, em 2045, possa atingir até 629 milhões de pessoas no mundo. Atualmente, só no Brasil já são mais de 12 milhões de pacientes. O mau controle glicêmico é universal e se nada for feito para conter essa epidemia, a consequência será um impacto significativamente desastroso para o desenvolvimento econômico não só do Brasil, mas em todo o mundo.

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O farmacêutico bem treinado é uma figura de fundamental importância na promoção da educação em diabetes. No atendimento ambulatorial, o contato do paciente com o farmacêutico é bem mais expressivo do que com qualquer outro membro da equipe de saúde. A literatura internacional apresenta vários estudos que comprovam a importância e a efetividade da atuação farmacêutica nas atividades de educação e controle do diabetes, tanto em nível hospitalar como em nível comunitário e ambulatorial. Entretanto, ainda é relativamente reduzido o número de profissionais envolvidos no processo.

Apesar de ser um excelente investimento em saúde pública, a educação em diabetes não recebe o devido apoio das estruturas privadas e oficiais de saúde. As empresas farmacêuticas podem e devem implementar ações educacionais de maneira ética e sem interferir no tratamento médico, disponibilizando uma estrutura de educadores especialmente treinados para tentar suprir, pelo menos parcialmente, a deficiência reinante nesse setor. Além disso, tais empresas também poderiam implementar estratégias de manutenção da adesão a produtos de uso crônico, por meio de programas de redução de custos de medicamentos especiais.

A união de esforços entre iniciativa privada e governamental é uma postura altamente desejável para promover a educação adequada em diabetes, tanto do ponto de vista da informação como da facilitação do acesso a medicamentos especiais de uso crônico. E só há benefícios, principalmente para os pacientes, que poderão ter à disposição informação e apoio para entender que é possível conviver com o diabetes e ter uma vida saudável.

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*Carlos Alberto M. Aita, é médico patologista clínico e possui mais de 15 anos de experiência em pesquisas científicas. Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria, com Residência Médica em Patologia Clínica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, possui Mestrado em Imunologia no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Doutorado em Bioquímica e Pós-Doutorado no Instituto de Química da USP.

Hoje é o Dia Mundial do Diabetes

A orientação nutricional e o estabelecimento de um plano alimentar para o controle dos indivíduos portadores de diabetes mellitus, associados a mudanças no estilo de vida, incluindo atividade física regular, são consideradas terapia de primeira escolha.

“Nos últimos anos, diversos produtos foram elaborados para tornar a vida dos diabéticos mais agradável e saborosa. Além disso, muitos tabus e determinações que o faziam ter que seguir uma alimentação extremamente restritiva, desapareceram. Atualmente sabe-se que esses indivíduos devem ter uma alimentação saudável com pouquíssimas restrições ou proibições”, explica a nutricionista Rosana Perim, gerente de nutrição assistencial do HCor.

Quem é diabético e pretende adotar um plano alimentar saudável, deve seguir algumas recomendações e adotar uma dieta com alimentos ricos em fibras, proteínas e gorduras boas, como:

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· Grãos integrais: farinha de trigo, arroz e macarrão integrais, aveia, pães e biscoitos integrais.
· Leguminosas: feijões, soja, grão-de-bico, lentilha, ervilha.
· Legumes em geral: exceto batata, batata doce, macaxeira ou mandioca e inhame, pois têm elevada concentração de carboidratos e devem ser consumidos em pequenas porções.

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· Carnes magras, aves e peixes em geral: exceto carnes processadas, como presunto, peito de peru, salsicha, linguiça, bacon, mortadela e salame.
· Gorduras boas: óleos vegetais (soja, milho, girassol, canola), azeite de oliva, abacate.
· Oleaginosas: castanhas, amendoim, avelãs, nozes e amêndoas.

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· Leite e derivados: devendo-se ter atenção para escolher iogurtes sem adição de açúcar.

“Vale lembrar que os tubérculos, como batata inglesa, batata doce, macaxeira e inhame, são alimentos saudáveis, mas por serem ricos em carboidratos, também devem ser consumidos em pequenas quantidades”, acrescenta Rosana.

As frutas, por terem seu açúcar natural, chamado de frutose, devem ser consumidas em pequenas quantidades pelos diabéticos. A recomendação é de uma porção de fruta por vez:

Frutas
· 1 unidade média de frutas inteiras, como maçã, banana, laranja, tangerina e pera.
· 2 fatias finas de frutas grandes, como melancia, melão, mamão e abacaxi.
· 1 mão cheia de frutas pequenas, dando cerca de 8 unidades de uvas ou cerejas.
· 1 colher de sopa de frutas secas, como uva passa, ameixa e damasco.

Além disso, é importante evitar o consumo de frutas juntamente com outros alimentos ricos em carboidratos, como tapioca, arroz branco, pão e doces.

Os alimentos “proibidos” são aqueles ricos em açúcar ou carboidratos simples, como:

· Açúcar e doces em geral.
· Mel, geleia de frutas adoçadas, compotas com açúcar.
· Farinha branca: produtos de confeitaria e pastelaria.
· Doces em geral, chocolates e guloseimas.
· Bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, achocolatados.
· Bebidas alcoólicas.

“É importante que o diabético aprenda a ler os rótulos dos produtos antes de consumir, pois o açúcar pode aparecer escondido sob a forma de glicose, xarope de glicose ou de milho, frutose, maltose, maltodextrina ou açúcar invertido”, alerta a nutricionista.

Diet x Light

A definição de alimento light deve ser direcionada aos produtos que apresentam redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias, quando comparado com alimento convencional. Diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. Portanto, a primeira diferença entre alimento diet e light está na quantidade permitida de nutriente.

Enquanto o diet precisa ser isento, o light deve apresentar uma redução mínima de 25% de nutrientes ou calorias em relação ao alimento convencional. A segunda diferença, é que o alimento light não é, necessariamente, indicado para indivíduos que apresentem algum tipo de doença (diabetes, colesterol elevado, doença celíaca, fenilcetonúria).

“No caso dos indivíduos diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Antes de comprar algum alimento light é importante verificar os ingredientes descritos no rótulo se na composição tem açúcar ou não”, orienta Rosana.

Recomendações complementares:

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· Alimente-se a cada 4 horas para evitar picos de hipo e hiperglicemia.
· Tenha sempre disponíveis alimentos práticos para os intervalos das refeições como frutas, barra de cereais light ou biscoitos salgados com fibras.
· Leia os rótulos com atenção. Não confie apenas na denominação diet ou light. Observe atentamente a composição nutricional do produto, identificando a quantidade de cada nutriente (gordura, carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais).
· Procure manter o peso dentro da faixa de normalidade.
· Meça regularmente a glicose sanguínea.

Fonte: HCor

Às vésperas do Dia dos Pais, médicos alertam para a saúde masculina

Domingo, 12 de agosto, é o Dia dos Pais. Uma boa ocasião para se pensar na saúde do homem. Pegando carona no tema, entre homens e mulheres, quem se cuida mais? Além da expectativa de vida menor do que das mulheres (aproximadamente sete anos), os homens são mais propensos a ataques cardíacos e problemas de pressão, entre outras enfermidades. O diabetes, por exemplo, é uma doença que merece atenção: de acordo com o Ministério da Saúde, o número de homens diabéticos aumentou 54% no Brasil entre 2006 e 2017. Boa Vista, em Roraima, lidera o ranking de casos.

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Muitas vezes, a falta de cuidado com a saúde vem da infância: desde pequenos, os homens são ensinados que devem aguentar dores, serem mais fortes e “engolir o choro”. De acordo com a endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Paraná (SBEM-PR), Silmara Leite, é preciso mostrar a importância do “autocuidado” para esse público.

“Essa imagem de super-herói pode gerar graves problemas de saúde ao longo da vida. Aderir a uma vida mais saudável pode prevenir muitas dificuldades no futuro”, alerta a médica.

Doenças cardiovasculares, como ataques cardíacos e derrames cerebrais, são as principais causas de morte masculinas no Brasil. Apesar de serem desencadeada por fatores ambientais, biológicos, hereditários ou psicológicos, essas doenças tendem a ser desenvolvidas por meio de hábitos. Por isso, pressão arterial e obesidade são alguns dos fatores que aumentam os riscos.

O diabetes também influencia. “Muitos dos casos de diabetes estão relacionados com a obesidade. Mais da metade dos brasileiros estão acima do peso. Mudanças na alimentação e na prática de exercícios contribuem para prevenir a doença”, explica Silmara.

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Cegueira, insuficiência renal e perda de membros podem ser mais propensas em homens diabéticos. “A queda no hormônio masculino é mais comum em diabéticos e obesos. Nessa situação, os homens podem apresentar queda de desejo sexual, disfunção erétil, desânimo, cansaço, acúmulo de gordura no abdômen, entre outros problemas. O cuidado e o acompanhamento se faz extremamente necessário, pois permite melhor qualidade de vida”, finaliza a médica.

Fonte: SBEM-PR

Mudança no diagnóstico de diabetes pode ajudar no tratamento da doença

Prognóstico deve levar em conta idade, resistência à insulina e obesidade

Um estudo científico realizado na Suécia e na Finlândia propõe mudar a forma como o diabetes (elevação de glicose no sangue, que se não tratada, pode prejudicar o funcionamento de diversos órgãos como rins, olhos e coração) é classificado: hoje, a doença é dividida em apenas dois tipos, sendo o diabetes tipo 1, quando o paciente não consegue produzir insulina suficiente, e o tipo 2, quando o corpo produz menos insulina do que o necessário para atender à demanda imposta por fatores como resistência insulínica e obesidade.

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Realizado com mais de 14 mil pessoas recém-diagnosticadas, o estudo indica que a classificação em cinco modalidades seria mais indicada por levar em consideração características como idade, IMC (índice de massa corporal) e a quantidade de insulina produzida.

Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Paraná (SBEM-PR), Silmara Leite, a nova classificação deve ajudar os médicos a tomarem melhores decisões terapêuticas. “Um paciente que desenvolveu a doença com a idade e um paciente mais jovem, porém sem quadro de obesidade, eram visualizados da mesma maneira. Entretanto, são situações totalmente diferentes, que demandam cuidados direcionados”, complementa.

Na nova classificação, o diabetes tipo 1 permanece inalterado, com a divisão do atual tipo 2, que corresponde a aproximadamente 90% dos casos, em quatro categorias. Silmara complementa: “Agora, o diabetes de severa resistência à insulina, o relacionado à idade e o relacionado à obesidade são visualizados separadamente. A deficiência de insulina acaba sendo classificada de maneira diferente de quando o paciente é autoimune”.

Obesidade é a grande culpada pelo aumento de diabetes

Mature Woman Doing Blood Sugar Test at home.

O aumento da incidência do diabetes em todo o mundo – segundo a Organização Mundial da Saúde, há 422 milhões de pessoas com a doença – está relacionado com a obesidade e o sedentarismo. Na última década, o número de casos subiu em 61,8% no Brasil – e a obesidade aumentou em 60% entre 2007 e 2016. Sobre o assunto, Silmara adiciona: “Hoje, mais da metade dos brasileiros está acima do peso. Se não houver uma conscientização e uma mudança na alimentação, é possível que tenhamos cada vez mais casos de diabetes precoces”.

A presidente da SBEM-PR ainda destaca que há outros tipos de diabetes que podem ser relacionados a doenças ou a momentos de vida, como o diabetes gestacional. Apesar desse tipo normalmente desaparecer após o nascimento da criança, pode aumentar as chances da mulher desenvolver doenças cardiovasculares. “O bebê ainda pode desenvolver a doença no futuro. É mais um motivo para que as mulheres prestem mais atenção em como se alimentam e se exercitam durante sua gestação”, complementa.

Fonte: SBEM-PR

Diabetes em animais de estimação é mais comum do que se imagina

Diabetes, ou Diabetes Melitus, é uma doença comum em cães e gatos; sua incidência entre essa população tem aumentado cada vez mais e, por isso, a atenção dos tutores deve ser redobrada

Diabetes ocorre por uma falha na produção de insulina, um hormônio gerado no pâncreas que é responsável por processar a glicose que entra no sangue. A consequência é a impossibilidade do organismo processar, da forma certa, a glicose e outros compostos orgânicos presentes nos alimentos e necessários para garantir a reprodução saudável das células e a obtenção de energia.

Os cães, independentemente da raça, são suscetíveis ao diabetes – sendo mais comum entre cães de meia idade, idosos e cadelas. Os gatos também estão sujeitos a desenvolverem a doença, entretanto, a sua incidência é maior entre os machos castrados.

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A manifestação de diabetes em animais é bem parecida com a dos humanos e exige cuidados e tratamentos específicos. A doença é caracterizada por dois tipos:

Tipo 1 – (Dependente de Insulina): ocorre quando o próprio organismo se responsabiliza por destruir os depósitos onde produz a insulina. Os cães apresentam, na maioria dos casos, a Diabetes tipo 1;

Tipo 2 – O pâncreas consegue liberar insulina, mas o organismo resiste a ela, não permitindo ao hormônio exercer suas funções corretamente. Este é o tipo mais frequente nos gatos.

O sintoma mais comum é a poliúria, ou excesso de urina, pois os rins não conseguem mais absorver a glicose e o animal passa a urinar mais que o normal. Outra característica dos pets com diabetes é a maior ingestão de água e em casos mais extremos, o animal pode apresentar muito cansaço e fadiga.

Para obter sucesso no tratamento é imprescindível que o tutor compreenda suas responsabilidades. Investir tempo suficiente em uma explicação cuidadosa da terapia é altamente recomendável. A terapia com uma insulina idêntica a insulina canina é recomendada e constitui um dos pilares do tratamento do diabetes, mas a dieta e o estilo de vida (incluindo exercício) também influenciam no controle glicêmico.

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O tratamento do diabetes pode ser dividido em duas etapas:

Estabilização: determinada a dose correta de insulina e uma rotina diária adequada para o animal de estimação.

Manutenção: o pet é monitorado regularmente para acompanhar a evolução do diabetes para determinar as mudanças necessárias em seus requisitos de insulina.

“A meta do tratamento do diabetes é minimizar os sinais clínicos da doença, o risco de hipoglicemia e o desenvolvimento de complicações em longo prazo”, afirma Daniela Baccarin, médica veterinária, associada da Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindan – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal) e gerente de Produtos da unidade Pet da MSD Saúde Animal.

Os sintomas associados ao diabetes são diversos, mas o mais importante é observar qualquer alteração de comportamento do animal. Ao menor sinal de que algo vai errado, leve-o imediatamente ao médico veterinário. Quanto mais cedo for o diagnóstico, mais chances de sucesso terá o tratamento.

Fonte: Comac

Pascoa cuidado com excessos: 50% das pessoas que têm diabetes não controlam glicemia

Monitorar diabetes em casa é simples os cuidados que o diabético e gestante devem ter para aproveitar a Páscoa e ficarem com a saúde em dia.

Monitorar a Glicemia e Corpos Cetônicos, proteger bem os pés, tomar os medicamentos nos horários indicados e a higiene na hora de aplicar a insulina são cuidados essenciais que os diabéticos tipo I ou II devem tomar nesta época que se come muitos chocolates.

Durante Páscoa, ou mesmo nos feriados prolongados, alguns cuidados são importantíssimos para aqueles que não perdem esses momentos de diversão. Porém, é sempre bom lembrar que alguns cuidados são importantes e devem ser lembrados e realizados criteriosamente pelos diabéticos. Por isso, Adriana Juliani, farmacêutica responsável pela Confirme Testes preparou algumas dicas importantes.

Todos nós sabemos que as mulheres com diabetes correm maiores riscos na gravidez de terem bebês com problemas cardíacos. E um simples teste caseiro pode detectar a quantidade de açúcar no sangue, durante o início da gravidez, e evitar que o bebê corra riscos graves.

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Publicado on-line no Journal of Pediatrics, um estudo com 19.171 pessoas (mãe-filho), realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, mostraram que o aumento do nível de açúcar no sangue, no início da gravidez, amplia o risco do bebê nascer com problema cardíaco congênito.

Lembrando que, algumas mulheres que não têm diabetes podem apresentar a doença só durante a gestação – diabetes gestacional. Portanto, as gestantes devem tomar cuidado nesta época monitorando a glicemia frequentemente e não abusarem dos doces e chocolates.

Proteja seu pé

O pé do diabético necessita de cuidados constante, pois a glicemia mal controlada pode causar danos irreversíveis, levando à insensibilidade e podendo chegar até a amputação. Um simples machucado ou calo podem virar uma infecção grave. Portanto, verifique os pés detalhadamente, pare e descanse sempre que puder.

“Cuidado com a alimentação, pois a hipoglicemia também pode ocorrer. Dançar, andar demais e comer de menos pode causar uma diminuição considerável nas taxas de glicose. A hipoglicemia pode levar à perda de consciência e até crises convulsivas. Siga sempre as orientações do seu médico, não deixe de ficar atento aos sinais e monitore frequentemente com o teste caseiro Confirme Glicose + Corpos Cetônicos”, comenta Adriana.

Segundo o Ministério da Saúde, é comprovado que o número de pessoas com a doença aumenta a cada dia. Além disso, 75% dos brasileiros não têm a doença controlada. A melhor forma de prevenção é detectar o problema precocemente, evitando maiores complicações à saúde, como infarto, insuficiência renal, derrame cerebral e problemas visuais.

O indicado para os diabéticos e para quem faz dietas restritivas aliadas a exercícios físicos é o monitoramento constante com o autoteste, realizado por meio da urina, o Confirme Glicose+Corpos Cetônicos. O exame consiste em tiras com membranas reagentes para glicose e cetonas afixadas numa das extremidades. A amostra e os resultados são obtidos comparando as cores desenvolvidas nas membranas com a tabela de cores no rótulo da embalagem.

A detecção da glicose é baseada na reação cromogênica de oxidase-peroxidase. A detecção das cetonas é baseada no princípio no qual o ácido acetoacético e cetona formam com o nitroprussiato de sódio em meio alcalino, um complexo de cor violeta. Pode ser feito a qualquer hora e em qualquer lugar, porém o ideal é que seja realizado antes das principais refeições ou duas horas após.

Glicosuria positiva, ou seja, presença de glicose na urina juntamente com cetonuria positiva indica uma situação de descontrole do metabolismo. Orientação médica o mais rápido possível é fundamental. Glicosuria negativa com cetonuria positiva indica tempo de jejum prolongado e caso a cetonuria for muito alta é recomendável uma consulta médica para averiguação.

Entendendo a doença

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Diabetes é um problema metabólico que eleva as taxas de açúcar no sangue, pois o corpo deixa de converter a glicose em energia. O tipo 2 é mais comum e possui um fator hereditário maior do que o tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas.

Controlar o nível de glicose no sangue é algo muitas vezes desagradável e incômodo, e quem tem diabetes sabe muito bem disso. Normalmente são realizados exames doloridos, precisando sempre colher sangue do paciente que, muitas vezes, precisa estar em jejum por pelo menos oito horas. Além de enfrentar filas nos laboratórios para fazer esses exames, hoje em dia as pessoas não têm muito tempo para isso.

Fonte: Confirme Testes

Pesquisa mostra que sorgo é alimento regulador de glicemia

Dentre inúmeras vantagens, o Sorgo Marsala pode contribuir para uma alimentação com baixa produção de glicose, de acordo com a Embrapa Milho e Sorgo (MG)

Considerado um superalimento com alto valor nutricional, o sorgo oferece diversos benefícios para nossa saúde. A mais recente descoberta, de acordo com estudos realizados pela Universidade Federal de Viçosa, junto com a Embrapa Milho e Sorgo (MG), é que a inclusão do grão na dieta pode contribuir para a manutenção do índice glicêmico.

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A pesquisa sugere que o consumo constante de bebidas que contenham sorgo extrusado proporciona uma redução na resposta glicêmica, isso devido ao fato deste grão ser um alimento rico em fibras, o que permite uma lenta absorção de glicose e por consequência, um melhor metabolismo da mesma.

Pioneira no cultivo do sorgo aqui no Brasil, a Farovitta oferece uma versatilidade deste grão que contém alta concentração de tanino, uma vez que a ingestão regular desse tipo de sorgo pode ajudar a prevenir o envelhecimento, controlar o peso, a glicemia e o nível do colesterol ruim, prevenindo doenças crônicas como diabetes, hipertensão, obesidade, câncer e outras, graças a ação sinérgica de seus nutrientes (como cálcio, magnésio, zinco e amido resistente), fibras e compostos bioativos, especialmente os taninos.

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Entre os inúmeros benefícios do sorgo é que ele não contém glúten e é livre de qualquer tipo de contaminação cruzada, além do alto poder antioxidante, os taninos, presentes no Sorgo Marsala, interagem com o amido, formando o amido resistente, composto que não é metabolizado pelo corpo e assim reduz a ingestão calórica. Cada vez mais o grão tem se destacado em pesquisas pela sua força no combate a doenças crônicas.

Informações: Farovitta Superfoods

 

Adoçantes, bolos, biscoitos, panetones, achocolatados para atender diabéticos

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes existem cerca de 14 milhões de pessoas portadoras de diabetes, isso representa 6,9% da população. Em todo o mundo, há mais de 370 milhões de pessoas com diabetes e até 2025, esse número deverá chegar a 380 milhões, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF).

Para quem tem a doença, quer preveni-la ou possui restrições alimentares, a Lowçucar desenvolveu uma extensa linha de adoçantes e produtos zero açúcares aprovados pela Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) para tornar o dia a dia mais saudável e gostoso.

Confira alguns produtos que são práticos e podem ser utilizados no dia a dia:

Adoçantes

Lowçucar Plus Tradicional: a fórmula multiadoçante é composta por vários edulcorantes, associados em um único produto, oferecendo ao consumidor melhor dulçor e sabor aos seus alimentos e bebidas. Ele proporciona maior qualidade na sua alimentação diária, com menos calorias e sem o açúcar. Não contém sódio.

Lowçucar Plus com Stevia: combina três edulcorantes Sacarina Sódica, Ciclamato de Sódio e Glicosídeos de Steviol em um só adoçante. Oferecido nas opções pó e líquido, pode ser usado em bebidas e para preparar bolos, sobremesas etc.

Adoçante Lowçucar SóStevia: composto pelo edulcotante natural extraído das folhas da Stevia rebaudiana bertoni, conhecida como Stevia; Indicado a todos que precisam restringir ou substituir o açúcar por uma opção saudável e menos calórica; Aprovado pela ANAD; Indicado para todos, inclusive gestantes e diabéticos.

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Adoçante Culinária Lowçucar: substitui o açúcar nas preparações culinárias diet e light, adoçando na mesma proporção, proporcionando volume e maciez.

Frutose Lowçucar: duas vezes mais doce que o açúcar de cana e reduz 50% das calorias, quando usado no preparo de caldas, caramelos, bolos e doces. Disponível na em embalagem de 200 gramas.

Pó para Preparo de Sobremesa Sabor Leite Condensado Zero Açúcar Lowçucar: possui redução calórica de 40% em relação ao leite condensado comum e isenção de açúcar em sua formulação.

New Choco Lowçucar: isento de lactose, possui baixas calorias e é fonte de 7 vitaminas. New Choco Dark Lowçucar tem 40% de cacau, 43% menos calorias, zero adição de açúcar, lactose e glúten.

Doce de Leite Diet – Zero Açúcar Lowçucar: com sabor idêntico aos doces de leite tradicionais, pode ser utilizado como recheio de tortas, bolos e rocamboles, entre outras receitas.

Creme de Avelã com Chocolate Lowçucar Zero Adição de Açúcares: adoçado com sucralose, não contém glúten, possui consistência cremosa e uma porção de 20 gramas possui 96 kcal.

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Gelatinas Zero Açúcar Lowçucar: com oito sabores: Amora, Goiaba, Framboesa, Frutas Cítricas, Cereja, Abacaxi, Uva e Morango possuem redução calórica de 74%.

Misturas para Bolo Zero Açúcar Lowçucar: são oferecidas nas versões Laranja, Limão, Coco, Baunilha e Chocolate. Possuem redução de até 31% de calorias, não contém açúcar e gorduras trans. Podem ser feitas no micro-ondas.

Mousses Zero Açúcar Lowçucar: disponíveis nos sabores Morango, Chocolate, Limão e Maracujá tem redução de até 73% menos calorias. São fáceis de preparar, basta apenas adicionar água e bater no liquidificador.

Pó para Preparo de Pudins Zero Açúcar Lowçucar: nos sabores Chocolate, Coco, Leite Condensado e Baunilha pode ser utilizado como cobertura ou recheio de bolos.

Biscoitos e Wafers

A linha de Biscoitos Recheados Lowçucar é composta pelos sabores Chocolate, Morango e pelo exclusivo Dark Vanilla, elaborado com biscoito de chocolate e recheio de baunilha.

A linha de wafers zero açúcar é composta por cinco sabores: Choco e Coco, Chocolate com Avelã, Limão, Baunilha, Morango e Chocolate.

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Os panetones Zero Açúcares e Lowçucar são comercializados nas versões Frutas Cristalizadas e Gotas de Chocolate. Têm zero açúcares e redução de gorduras e calorias. Disponíveis em embalagens com 400 gramas.

Os produtos Lowçucar estão disponíveis nas principais redes de super e hipermercados do País e lojas especializadas em produtos naturais. Eles também podem ser adquiridos pelo site.

 

Diabetes: saiba quais são e como evitar as consequências da doença nos pets

O diagnóstico do diabetes em cães e gatos tem crescido nos últimos anos. Por isso, o dia mundial da doença, em 14 de novembro, é uma data importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. “Caso não seja tratado adequadamente, o problema traz complicações que podem comprometer a vida dos pets”, afirma a Dra. Camila Canno Garcia, veterinária da Petz.

Ela explica que o diabetes tipo 1 é o mais comum em cães e está associado à destruição ou disfunção das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, hormônio que controla a taxa de glicose no sangue. Já em gatos, é o tipo 2, associado na maioria dos casos à obesidade, sedentarismo e uso de corticoides.

Causas

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Foto: Pixabay

Os cães de 5 a 15 anos de raças pequenas, como poodle, dachshund e yorkshire, têm mais predisposição a desenvolver a doença. Entre as causas estão a propensão genética, obesidade, uso contínuo de algumas medicações à base de corticoide, o hiperadrenocorticismo (doença hormonal), a pancreatite e a doença renal.

Mas a veterinária destaca que o aumento de casos também pode estar associado à dieta e aos hábitos dos tutores, que refletem na vida de seus bichinhos de estimação. As pessoas devem ficar atentas aos sintomas como o aumento da ingestão de água, da frequência urinária, do apetite e a perda de peso. O tratamento é realizado com aplicações diárias de Insulina, dieta adequada, atividades físicas e controle de possíveis complicações.

Prevenção

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Os check-ups semestrais são importantes para a prevenção e para o diagnóstico precoce, feito por meio de exames de sangue e urina. “O ideal é manter o peso adequado, a alimentação balanceada, estimular o pet a brincar e a praticar atividades físicas e levá-lo sempre ao veterinário”, orienta Camila. Veja a seguir as complicações que podem ocorrer caso a doença não seja tratada adequadamente:

Consequências

1 – Catarata – alteração muito comum que ocorre devido ao acúmulo de sorbitol (produto decorrente do excesso de glicose) no cristalino, dando um aspecto opaco nos olhos e levando até à cegueira. O tratamento cirúrgico é recomendado nestes casos, e o quanto antes diagnosticada a catarata maior a chance de sucesso.

2 – Infecções – causadas por bactérias ou fungos, são muito comuns nos pets diabéticos. Isso porque o alto teor de glicose no sangue favorece o crescimento desses microrganismos. Qualquer infecção detectada deve ser tratada adequadamente com acompanhamento do veterinário, e o não tratamento pode resultar em descontrole da glicemia.

3 – Cetoacidose diabética – complicação gravíssima do diabetes que pode levar à morte. Ocorre normalmente nos bichinhos não tratados (os tutores ainda não descobriram a doença) ou em pets instáveis (sem controle adequado). Requer internação e tratamento intensivo, e pode levar dias para estabilização do quadro.

4 – Hipoglicemia – diminuição da glicemia, podendo levar a alterações de comportamento, andar cambaleante, convulsão e até ao coma. Ocorre normalmente por aplicação errada de insulina ou alimentação em menor quantidade que a recomendada, e pode precisar de acompanhamento do veterinário e até internação em casos mais graves.

Fonte: Petz