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Adoçantes, bolos, biscoitos, panetones, achocolatados para atender diabéticos

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes existem cerca de 14 milhões de pessoas portadoras de diabetes, isso representa 6,9% da população. Em todo o mundo, há mais de 370 milhões de pessoas com diabetes e até 2025, esse número deverá chegar a 380 milhões, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF).

Para quem tem a doença, quer preveni-la ou possui restrições alimentares, a Lowçucar desenvolveu uma extensa linha de adoçantes e produtos zero açúcares aprovados pela Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) para tornar o dia a dia mais saudável e gostoso.

Confira alguns produtos que são práticos e podem ser utilizados no dia a dia:

Adoçantes

Lowçucar Plus Tradicional: a fórmula multiadoçante é composta por vários edulcorantes, associados em um único produto, oferecendo ao consumidor melhor dulçor e sabor aos seus alimentos e bebidas. Ele proporciona maior qualidade na sua alimentação diária, com menos calorias e sem o açúcar. Não contém sódio.

Lowçucar Plus com Stevia: combina três edulcorantes Sacarina Sódica, Ciclamato de Sódio e Glicosídeos de Steviol em um só adoçante. Oferecido nas opções pó e líquido, pode ser usado em bebidas e para preparar bolos, sobremesas etc.

Adoçante Lowçucar SóStevia: composto pelo edulcotante natural extraído das folhas da Stevia rebaudiana bertoni, conhecida como Stevia; Indicado a todos que precisam restringir ou substituir o açúcar por uma opção saudável e menos calórica; Aprovado pela ANAD; Indicado para todos, inclusive gestantes e diabéticos.

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Adoçante Culinária Lowçucar: substitui o açúcar nas preparações culinárias diet e light, adoçando na mesma proporção, proporcionando volume e maciez.

Frutose Lowçucar: duas vezes mais doce que o açúcar de cana e reduz 50% das calorias, quando usado no preparo de caldas, caramelos, bolos e doces. Disponível na em embalagem de 200 gramas.

Pó para Preparo de Sobremesa Sabor Leite Condensado Zero Açúcar Lowçucar: possui redução calórica de 40% em relação ao leite condensado comum e isenção de açúcar em sua formulação.

New Choco Lowçucar: isento de lactose, possui baixas calorias e é fonte de 7 vitaminas. New Choco Dark Lowçucar tem 40% de cacau, 43% menos calorias, zero adição de açúcar, lactose e glúten.

Doce de Leite Diet – Zero Açúcar Lowçucar: com sabor idêntico aos doces de leite tradicionais, pode ser utilizado como recheio de tortas, bolos e rocamboles, entre outras receitas.

Creme de Avelã com Chocolate Lowçucar Zero Adição de Açúcares: adoçado com sucralose, não contém glúten, possui consistência cremosa e uma porção de 20 gramas possui 96 kcal.

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Gelatinas Zero Açúcar Lowçucar: com oito sabores: Amora, Goiaba, Framboesa, Frutas Cítricas, Cereja, Abacaxi, Uva e Morango possuem redução calórica de 74%.

Misturas para Bolo Zero Açúcar Lowçucar: são oferecidas nas versões Laranja, Limão, Coco, Baunilha e Chocolate. Possuem redução de até 31% de calorias, não contém açúcar e gorduras trans. Podem ser feitas no micro-ondas.

Mousses Zero Açúcar Lowçucar: disponíveis nos sabores Morango, Chocolate, Limão e Maracujá tem redução de até 73% menos calorias. São fáceis de preparar, basta apenas adicionar água e bater no liquidificador.

Pó para Preparo de Pudins Zero Açúcar Lowçucar: nos sabores Chocolate, Coco, Leite Condensado e Baunilha pode ser utilizado como cobertura ou recheio de bolos.

Biscoitos e Wafers

A linha de Biscoitos Recheados Lowçucar é composta pelos sabores Chocolate, Morango e pelo exclusivo Dark Vanilla, elaborado com biscoito de chocolate e recheio de baunilha.

A linha de wafers zero açúcar é composta por cinco sabores: Choco e Coco, Chocolate com Avelã, Limão, Baunilha, Morango e Chocolate.

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Os panetones Zero Açúcares e Lowçucar são comercializados nas versões Frutas Cristalizadas e Gotas de Chocolate. Têm zero açúcares e redução de gorduras e calorias. Disponíveis em embalagens com 400 gramas.

Os produtos Lowçucar estão disponíveis nas principais redes de super e hipermercados do País e lojas especializadas em produtos naturais. Eles também podem ser adquiridos pelo site.

 

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Diabetes: saiba quais são e como evitar as consequências da doença nos pets

O diagnóstico do diabetes em cães e gatos tem crescido nos últimos anos. Por isso, o dia mundial da doença, em 14 de novembro, é uma data importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. “Caso não seja tratado adequadamente, o problema traz complicações que podem comprometer a vida dos pets”, afirma a Dra. Camila Canno Garcia, veterinária da Petz.

Ela explica que o diabetes tipo 1 é o mais comum em cães e está associado à destruição ou disfunção das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, hormônio que controla a taxa de glicose no sangue. Já em gatos, é o tipo 2, associado na maioria dos casos à obesidade, sedentarismo e uso de corticoides.

Causas

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Foto: Pixabay

Os cães de 5 a 15 anos de raças pequenas, como poodle, dachshund e yorkshire, têm mais predisposição a desenvolver a doença. Entre as causas estão a propensão genética, obesidade, uso contínuo de algumas medicações à base de corticoide, o hiperadrenocorticismo (doença hormonal), a pancreatite e a doença renal.

Mas a veterinária destaca que o aumento de casos também pode estar associado à dieta e aos hábitos dos tutores, que refletem na vida de seus bichinhos de estimação. As pessoas devem ficar atentas aos sintomas como o aumento da ingestão de água, da frequência urinária, do apetite e a perda de peso. O tratamento é realizado com aplicações diárias de Insulina, dieta adequada, atividades físicas e controle de possíveis complicações.

Prevenção

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Os check-ups semestrais são importantes para a prevenção e para o diagnóstico precoce, feito por meio de exames de sangue e urina. “O ideal é manter o peso adequado, a alimentação balanceada, estimular o pet a brincar e a praticar atividades físicas e levá-lo sempre ao veterinário”, orienta Camila. Veja a seguir as complicações que podem ocorrer caso a doença não seja tratada adequadamente:

Consequências

1 – Catarata – alteração muito comum que ocorre devido ao acúmulo de sorbitol (produto decorrente do excesso de glicose) no cristalino, dando um aspecto opaco nos olhos e levando até à cegueira. O tratamento cirúrgico é recomendado nestes casos, e o quanto antes diagnosticada a catarata maior a chance de sucesso.

2 – Infecções – causadas por bactérias ou fungos, são muito comuns nos pets diabéticos. Isso porque o alto teor de glicose no sangue favorece o crescimento desses microrganismos. Qualquer infecção detectada deve ser tratada adequadamente com acompanhamento do veterinário, e o não tratamento pode resultar em descontrole da glicemia.

3 – Cetoacidose diabética – complicação gravíssima do diabetes que pode levar à morte. Ocorre normalmente nos bichinhos não tratados (os tutores ainda não descobriram a doença) ou em pets instáveis (sem controle adequado). Requer internação e tratamento intensivo, e pode levar dias para estabilização do quadro.

4 – Hipoglicemia – diminuição da glicemia, podendo levar a alterações de comportamento, andar cambaleante, convulsão e até ao coma. Ocorre normalmente por aplicação errada de insulina ou alimentação em menor quantidade que a recomendada, e pode precisar de acompanhamento do veterinário e até internação em casos mais graves.

Fonte: Petz

Ações simples são importantes para manter os pés diabéticos saudáveis

Pessoas acima do peso ou obesas, sedentárias e geralmente acima dos 40 anos podem adquirir diabetes tipo 2. O pâncreas produz a insulina, mas as células não conseguem utilizá-la de forma adequada. É o tipo mais comum, acometendo de 90 a 95 % da população com diagnóstico de diabetes.

A doença cresce de forma alarmante e com o agravante de que metade das pessoas não sabe que tem. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, 415 milhões de pessoas no mundo têm a patologia. No Brasil, são mais de 14 milhões de pessoas com diabetes.

Diabetes é uma doença conhecida pela capacidade de desencadear agravos no organismo quando não é tratada e controlada adequadamente. Destacam-se as complicações nos pés, os quais são alvos de alterações nos vasos sanguíneos, sofrem diminuição da sensibilidade protetora e são mais susceptíveis a infecções, o que pode acarretar em feridas.

E o que fazer para evitar essas complicações? Primeiramente, é muito importante realizar o controle do nível de açúcar no sangue, pois em níveis elevados (hiperglicemia) é o principal responsável pelo surgimento de complicações, inclusive nos pés. Além disso, a prática de atividade física e uma alimentação saudável contribuem para o tratamento e controle da doença como um todo.

Em relação aos cuidados com os pés, ações simples são importantes para a manutenção dos pés saudáveis. A enfermeira estomaterapeuta Maria Lucoveis, diretora da Stay Care São Paulo e integrante da Sobest – Associação Brasileira de Estomaterapia: estomias, feridas e incontinências -, tem algumas dicas:

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Foto: Andreas160578/Pixabay

=Peça a um profissional de saúde para examinar os seus pés uma vez por ano e, caso já apresente alguma alteração solicite ser examinado com mais frequência.

=Se possuir restrição de movimentos que o impeçam de abaixar-se para examinar a planta dos pés e entre os dedos, utilize um espelho para facilitar a visualização.

=Não ande descalço, pois se você possuir diminuição ou ausência da sensibilidade nos seus pés poderá pisar em algum objeto que provoque feridas.

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Foto: EverydayHealth

=Verifique seus pés, diariamente, em busca de algum tipo de alteração (cortes, feridas, calos, bolhas, rachaduras, fissuras, olho de peixe, micose, mudança na cor e na temperatura, entre outros). Caso perceba quaisquer alterações acima, procure o quanto antes um profissional de saúde.

=Realize higiene regular dos pés, de preferência higienize as unhas com escova de cerdas macias, e proceda a secagem dos pés e das unhas, em especial entre os dedos, para evitar infecções.

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Foto: Werby Fabrik/Pixabay

=Apare suas unhas de forma reta para evitar que a unha fique encravada, as laterais salientes podem ser discretamente arredondadas. Utilize o cortador de unhas e a lixa para finalizar o acabamento. Evite o uso de tesoura ou alicates, pois se você possuir algum acometimento das vistas correrá o risco de se ferir. Se possuir dificuldades para aparar as suas unhas peça ajuda a um familiar, vizinho ou a de um profissional especializado.

=A pele pode tornar-se muito seca e com rachaduras, principalmente a planta dos pés, realize a lubrificação desta pele todos os dias com um hidratante que você esteja habituado a utilizar. Esta ação preserva a função de barreira da pele contra infecções. Mas, não aplique o hidratante entre os dedos.

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Foto: wikiHow

=Não faça uso de talco nos pés ou dentro dos calçados porque esse produto retém a umidade nos pés predispondo-os a possíveis infecções e a odores desagradáveis. Se preferir, faça uso de um talco do tipo spray.

=Dê preferência ao uso de meias de algodão e acolchoadas, pois permitem a transpiração da pele. Prefira cores claras para facilitar a visualização de possíveis sangramentos que possam ocorrer em seus pés por algum tipo de trauma. Não faça uso de meias com costuras internas ou externas e evite meias com o punho apertado, pois garroteiam a circulação sanguínea.

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Foto: Ana_M – Pixabay

=Na praia ou no campo também utilize calçados, de preferência fechado, para uma melhor proteção dos seus pés. Adote também o uso do protetor solar nos pés para evitar queimaduras.

=A presença de calos e calosidades pode aparecer com certa frequência devido às deformidades e alterações dos pontos de pressões nos pés, caso os apresente, não utilize agentes químicos ou mecânicos para removê-los. Procure um profissional de saúde para resolução do caso.

=Não realize escalda pés ou uso de bolsa térmica de água quente/gelada, pois poderá sofrer queimaduras graves, caso apresente alterações na sensibilidade dos pés.

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=Utilize calçados confortáveis, com solado espesso, de couro macio, e sem costuras internas. Aproveite para comprar os calçados ao final do dia, pois é neste período em que os pés podem apresentar-se inchados, propiciando a compra do calçado com o tamanho adequado para os pés. É importante verificar se há algum objeto estranho dentro dos calçados antes de calçá-los. Evite o uso repetido do mesmo calçado, pois é importante realizar a sua higiene periodicamente e colocá-los para arejar e secar.

=Se possuir deformidades nos pés, o ideal é ser avaliado por um profissional de saúde para verificar a necessidade de um calçado adequado ao formato dos seus pés, conferindo uma marcha mais segura e prevenção de futuras lesões.

Fonte: Stay Care

Dieta especial garante bem-estar para cão diabético

Cães diabéticos precisam de uma rotina diferente dos outros pets. Eles exigem cuidados especiais e muita dedicação do tutor. De acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá diabetes. Logo, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais qualidade de vida o pet terá.

“A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios do diabetes mellitus e exigem a avaliação de um veterinário”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

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O tratamento pode ser realizado por meio da insulinoterapia e da prescrição de uma dieta específica para o cão diabético: “Alguns ingredientes são muito importantes para o auxiliar no tratamento, como o cromo, que é um mineral essencial para a absorção celular e de glicose. O cromo pode melhorar a sensibilidade à insulina e tem sido utilizado até no tratamento da diabetes mellitus nos seres humanos”, afirma Machado.

O profissional lembra ainda que o tutor tem um papel fundamental durante toda vida do cão diabético: “A maioria dos cães diabéticos pode ter uma vida relativamente normal, mas isso depende muito do comprometimento do tutor para tratar o animal”.

Predisposição ao diabetes

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As fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos e as raças mais predispostas incluem: Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Foz Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.

“Diabetes do adulto” está cada vez mais frequente na infância e na adolescência

Fabiano Lago, médico no Spa Estância do Lago e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, aponta que o número de crianças e jovens com diabetes tipo 2 vem aumentando expressivamente, preocupando os especialistas

De acordo com a International Diabetes Federation, entidade ligada à ONU, são mais de 380 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Somente no Brasil, esse número chega a 16 milhões e, segundo o Ministério da Saúde, a última década apresentou aumento de mais de 60% nos casos.

O endocrinologista do Spa Estância do Lago, Fabiano Lago – também membro da Sociedade Brasileira de Diabetes – ressalta que cada vez mais a patologia aparece mais cedo. “A diabetes adulta, do tipo 2, vem crescendo expressivamente na infância e adolescência”, ressalta o médico.

Na maioria dos casos, a doença está associada a condições como obesidade e sedentarismo, situações simples de serem revertidas na visão do endocrinologista. “A taxa de glicose no sangue pode ser reduzida com a perda de peso, que pode ser entre 5% e 10%. Ou seja, basta incorporar uma alimentação um pouco mais saudável aliada a atividades físicas prazerosas, especialmente em se tratando de criança e adolescente”, orienta Lago.

Pós-graduado em Biologia Molecular e Obesidade pela Laval Université em Quebec City, no Canadá, e considerado uma das maiores referências em emagrecimento pelo Spa Estância do Lago –localizado a 15 km de Curitiba, o médico aponta maneiras especiais para tratar a criança e o jovem.

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Foto: Hello Doktor

“Eu me torno amigo dos meus pequenos pacientes em fase de reeducação alimentar, e não alguém que impõe um sofrimento. Os pais precisam estar engajados no tratamento, evitando o termo dieta, falando em alimentação saudável para toda a família, mudando apenas um hábito por consulta, facilitando assim o processo de mudança”, ensina.

Em 2017, o tema para a campanha em prol do Dia Mundial do Diabetes, comemorado hoje, é “Mulheres e Diabetes: nosso direito a um futuro saudável”. E o especialista também comenta o comportamento da doença no público feminino. “As mulheres estão em maior risco de desenvolver diabetes na fase do climatério. A queda dos níveis hormonais femininos favorece o acúmulo de gordura abdominal, em especial gordura visceral, aumentando o risco de resistência à insulina e diabetes”.

Ainda para mensurar o cenário, segundo pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos, com um grupo de mil homens e mulheres, a diabetes tem mais prevalência nas mulheres, por fatores metabólicos, sedentarismo e aumento de gordura. O estudo revelou que pacientes femininos têm 44% mais chances de desenvolver doenças coronarianas.

Fonte: Fabiano Lago é médico endocrinologista do Spa Estância do Lago, graduado pela PUC Paraná; fez residência em Clínica Médica no Hospital de Clínicas da UFPR; residência em Endocrinologia e Metabologia no Hospital de Clínicas da UFPR. Membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade;  Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia;  Sociedade Brasileira de Tireoide e  Sociedade Brasileira de Diabetes.

 

Dia Mundial do Diabetes: quase 9% da população é afetada pela doença

Em dez anos, número de casos cresceu quase 62% no Brasil. Endocrinologista do Hospital Santa Paula ressalta a importância da prevenção

Em 14 de novembro é comemorado o Dia Mundial do Diabetes, data criada em 1991 pela International Diabetes Foundation (IDF) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre a doença que afeta 8,9% de toda a população brasileira, segundo dados de 2016 divulgados pelo Ministério da Saúde.

Este número corresponde a mais de 18 milhões de pessoas e representa um crescimento de 61,8% em relação a 2006. De acordo com a endocrinologista do Hospital Santa Paula, Livia Faccine, o que pode ter provocado este aumento foi a falta de cuidados de rotina com a saúde e o estilo de vida cada vez mais acelerado nas cidades, com pouca atenção à alimentação.

“Os problemas decorrentes da urbanização, como estresse e falta de tempo, muitas vezes levam o indivíduo à má alimentação e ao sedentarismo que, somados à predisposição genética, podem resultar em sobrepeso/obesidade. Juntos, esses são fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes, uma doença crônica e silenciosa com a qual o paciente deverá conviver durante a vida toda”, relata a médica.

Existem diferentes tipos da doença, mas os mais conhecidos são o diabetes tipo 1 e o tipo 2. O diabetes tipo 1 é caracterizado pela falência das células beta no pâncreas e é mais comum em pessoas com idade abaixo dos 35 anos. Já o diabetes tipo 2 ocorre por resistência à ação da insulina, tendo a obesidade como um dos principais responsáveis.

A especialista explica que, no Brasil, o número de pessoas diagnosticadas com a doença é maior em faixas etárias mais altas. Além disso, entre a população com escolaridade baixa a incidência do diabetes é quase três vezes maior porque têm menor conhecimento sobre a doença.

O diabetes também é uma das principais causas de amputações no país, conforme dados da OMS. De todas as amputações que acontecem no Brasil, 70% são em decorrência da doença. E esse problema não se limita ao território brasileiro: a cada um minuto três pessoas ao redor do mundo são amputadas por causa de complicações do diabetes.

A IDF aponta que o Brasil é o quarto país com o maior número de adultos diabéticos. Isso resulta em um gasto anual de cerca de R$ 6,6 bilhões com pessoas com diabetes, valor 5,5 vezes maior que o custo da reforma do estádio do Maracanã.

Como identificar?

Livia explica que o diabetes tipo 1 pode incluir sintomas como excesso de sede, perda de peso repentina e acelerada, fome exagerada, cansaço, vontade de urinar com frequência, problemas na cicatrização, visão embaçada e, em alguns casos, vômitos e dores estomacais.

Já o diabetes tipo 2 é o tipo mais comum. A maioria dos casos não apresenta sintomas, exceto quando a glicemia está muito elevada, aí pode-se apresentar os mesmos sintomas do diabetes tipo 1.

Mulheres são mais suscetíveis

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Números divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o diabetes afeta mais mulheres do que homens. Enquanto 7,8% dos brasileiros foram diagnosticados com a doença, 9,9% das mulheres do País apresentam diabetes.

“O diabetes exerce um impacto maior nas artérias femininas do que nas masculinas. O fato é comprovado cientificamente, mas ainda não se sabe a razão”, relata a médica.

Impotência sexual masculina

O aumento da quantidade de açúcar no sangue, em médio prazo, pode causar lesões nos vasos sanguíneos e nervos, que são os principais elementos responsáveis pela ereção do pênis.

“O tratamento do diabetes, assim como o controle do peso e da pressão arterial, é muito importante para a melhora da ereção. Como em alguns casos a disfunção sexual de origem diabética pode apresentar também fatores psicológicos, torna-se necessário um apoio psicológico, inclusive de seu médico e da parceira.” explica Faccine.

O primeiro passo para o paciente diabético que esteja sofrendo com a impotência é controlar os níveis de açúcar no sangue de forma rápida e efetiva. Com medicamentos e mudança no estilo de vida o paciente pode reassumir a atividade sexual, diminuindo os sintomas da impotência.

“Todo homem deve ter em mente que o diabetes é uma doença silenciosa e quando começam a aparecer os sintomas de disfunção erétil é porque a doença já tem alguns anos de evolução. Após os 40 anos, é recomendável consultar regularmente um urologista. Se o médico detectar alguma alteração na glicemia, será solicitado um acompanhamento endocrinológico para iniciar um tratamento preventivo com o intuito de evitar transtornos no futuro” explica a endocrinologista do Hospital Santa Paula.

Estudos internacionais apontam que 50% dos homens relatarão algum episódio de impotência sexual nos seis primeiros meses após o diagnóstico de diabetes. Mesmo assim, a impotência sexual pode ser bem controlada em quase todos os homens portadores da doença.

Prevenção e tratamento

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O tratamento inclui medicações de uso oral e opções injetáveis, como a insulina. Há vários tipos de insulina no mercado, algumas de ação rápida, outras de ação lenta, e a combinação delas são necessárias em alguns casos. Associado ao uso das medicações, é preciso fazer uma dieta com carboidratos complexos (farinha integral e sem açúcar), perder peso quando for o caso e realizar atividades físicas, tanto aeróbicas quanto anaeróbicas.

Fonte: Hospital Santa Paula

Alguns mitos e verdade sobre diabetes

Dados recém-publicados pelo Vigitel e divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostram que o número de pessoas com diagnóstico de diabetes cresceu 60% nos últimos dez anos no Brasil. Entre os fatores envolvidos com o aumento estão: obesidade, alimentação errada e sedentarismo.

Para Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista formada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP),  a informação é a melhor forma de orientar a população e fazer a trocar do medo pela precaução e prevenção. A médica listou alguns dos principais mitos e verdades relacionados com a diabetes.

1- Comer muito doce causa diabetes

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Mito: 90% dos casos de diabetes é o do tipo 2, não existe só uma causa de diabetes tipo 2. São vários fatores que juntos desencadeiam a doença, e os principais são tendência genética, ganho de peso e vida sedentária. O ganho de peso ocorre pelo excesso de calorias. Lógico que o doce tem muita caloria, mas a pessoa pode nunca comer doce, mas se comer pão, arroz, massa ou até coisas saudáveis em excesso e engordar, tem o risco de desenvolver diabetes. Não é o fato de comer doce e, sim, qualquer alimento em excesso, junto com a tendência genética e o sedentarismo.

2- Diabetes tem causa genética

Verdade: já se sabe que há uma influência genética – ter um parente próximo com a doença aumenta consideravelmente as chances de você ter também.

3- Diabetes geralmente não causa sintomas. 

Verdade: sabemos ainda que muitos pacientes desconhecem este diagnóstico. Pois, na maioria das vezes, nas fases iniciais e intermediárias, trata-se de uma doença assintomática. É uma epidemia silenciosa.

4- Todo produto diet é liberado para os diabéticos. 

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Foto: Stux/Pixabay

Mito: quando se tem o diagnóstico de diabetes, a primeira ideia é que devemos usar a partir de então somente produtos dietéticos. Para isso é importante analisar se são mesmo indicados, até porque nem todos os alimentos diet são sem açúcar. Os produtos diet se destinam a grupos populacionais com necessidades específicas. O que significa que o produto é isento de um determinado nutriente. A maioria dos produtos diet são sem açúcar, mas é importante comprovar se o nutriente retirado foi mesmo o açúcar, e não gordura, sódio ou outro componente.

5- Diabetes emagrece.

Mito: apenas em fases iniciais graves, em que o pâncreas não está funcionando e não existe insulina no corpo. Mas, normalmente, não emagrece.

6- Estresse pode subir a glicose no diabético.

Verdade: estresse emocional aumenta o risco de desenvolver diabetes por várias razões. A primeira tem causa hormonal: o estresse crônico aumenta o nível do hormônio cortisol, que ocasiona entre outras coisas o aumento da gordura abdominal, o que, por sua vez, aumenta o risco de diabetes.

Fonte: Tassiane Alvarenga

 

Diabéticos: nutricionista explica a importância de uma alimentação saudável

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pessoas com diabetes vem crescendo devido aos maus hábitos alimentares e rotina sedentária. A diabetes é uma doença crônica em que a quantidade de glicose (açúcar) no sangue é muito elevada, já que o pâncreas não produz ou produz pouca insulina. A insulina é um hormônio que tem como papel permitir a entrada da glicose nas células do corpo para se metabolizarem em energia.

“Existem dois tipos de diabetes: a tipo I, que é quando o organismo não produz insulina, mais comum na infância ou adolescência; e a tipo II, quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, mantendo o nível de glicose no sangue elevado. Normalmente a tipo II é desenvolvida na vida adulta e por conta da má alimentação”, explica a nutricionista do São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves da Silva.

Para controlar o nível de glicemia (quantidade de glicose no sangue), a nutricionista aconselha distribuir a ingestão de alimentos em várias refeições diárias para minimizar os picos glicêmicos (alta taxa de glicose no sangue ou baixa taxa) e otimizar a produção de insulina.

“Para o diabético tipo I que está dentro do peso, ele precisa de carboidratos complexos (integrais), como o amido da batata, do arroz e do feijão. A única restrição é para a oferta de glicose e de sacarose, açúcares rapidamente absorvidos pelo organismo. Já para o tipo II, que costumam ser pessoas com sobrepeso, o ideal é uma dieta de emagrecimento. Portanto, além de evitarem açúcares, também devem evitar gorduras, as quais são responsáveis pelo aumento de peso e por alterações no colesterol e triglicérides”, comenta.

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Ainda conforme Ana Paula, o cardápio de uma pessoa com diabetes não precisa ser tão restritivo como se imagina. O importante é não consumir açúcares refinados, doces, xaropes, geleias, sorvete, bolos, biscoitos recheados, refrigerante e leite condensado, devido à alta concentração de glicose nesses alimentos. “Também os carboidratos devem ser moderados, preferindo os integrais, que são digeridos mais lentamente pelo organismo, por isso liberam glicose em pequenas quantidades. Assim, não haverá picos de glicemia, pois esta oscilação de taxas de glicose no sangue faz muito mal ao paciente”, esclarece.

Caso haja alguma festa e a vontade por comer um doce seja incontrolável, é necessário reduzir o consumo de carboidratos (pães, massas, biscoitos, bolos, batatas, entre outros) para manter um equilíbrio glicêmico. Esse controle na alimentação, nos diabéticos tipo I, pode inclusive diminuir o uso de injeção de insulina.

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Há alguns alimentos que podem melhorar o quadro de diabetes, como os ricos em fibra (inhame, aipim, leguminosas, verduras, legumes e frutas), o que desacelera a digestão dos carboidratos; leites, iogurtes e laticínios lights com baixo teor de gorduras; e frutas com cascas, pois apresentam mais fibras. “Uma boa opção é o abacate, pois quase não apresenta açúcar e é muito rico em gordura que aumenta o bom colesterol, além de deixar o processo de absorção dos alimentos mais lento. Assim, automaticamente, temos um prolongamento de saciedade. Em contrapartida, a fruta é muito calórica e deve ser consumida com cautela, principalmente se estiver acima do peso”, indica a nutricionista.

Receita de Torta de Mousse de Maracujá para diabéticos

Ingredientes

Base
3 colheres (sopa) de margarina cremosa sem sal
1 colher (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão
1 colher (café) de essência de baunilha
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo integral
1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de leite desnatado

Recheio
1 xícara (chá) de leite desnatado
1 colher (sopa) rasa de amido de milho
1 envelope de gelatina em pó incolor sem sabor
4 colheres (sopa) de água
1/2 xícara (chá) de creme de leite light
1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
2 claras
4 colheres (sopa) de adoçante em pó, próprio para forno e fogão

Calda
1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
1 xícara (chá) de água
2 colheres (chá) de amido de milho
4 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão

Modo de Preparo

Massa
Misture os ingredientes da massa e forre apenas o fundo de uma forma de torta pequena. Asse em forno médio (180° C) até dourar. Reserve.

Recheio
Misture o leite e o amido de milho e leve ao fogo para engrossar. Dissolva a gelatina na água fria, mexa bem e adicione ao creme, mexendo bem para derreter. Acrescente o creme de leite e retire do fogo. Adicione o suco de maracujá e as claras batidas em neve com o adoçante. Coloque o recheio sobre a massa e leve à geladeira para firmar.

Calda
Misture os ingredientes e leve ao fogo para engrossar. Depois de frio, decore a torta.

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Foto meramente ilustrativa / Pinterest

Dica: se quiser, prepare a receita com o maracujá azedo fresco. Retire a polpa de 2 maracujás e bata no liquidificador, na tecla pulsar, com 1 xícara (chá) de água. Guarde as sementes para enfeitar.

Fonte: São Cristóvão Saúde

 

 

Dia Mundial do Diabetes: campanha leva cabine de fotos ao Parque Ibirapuera

Para alertar sobre as consequências do diabetes tipo 2 ao coração, ação presenteia população com um retrato fotográfico em clima vintage numa Kombi original dos anos 1970

Para conscientizar a população em relação aos cuidados com o diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares, a Boehringer Ingelheim e a Eli Lilly participam de ação especial organizada pela Sociedade Brasileira de Diabetes, que acontece hoje, 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Quem circular pelo tradicional parque poderá não só obter mais informações sobre a doença, como conhecer e participar da campanha “Junto Ao Seu Coração”, que, baseada na ideia de que queremos ter próximo ao coração as pessoas que nos fazem bem, estimula a importância do cuidar do outro.

Isso significa lembrar, alertar e incentivar as pessoas queridas a adotarem hábitos saudáveis de vida, estratégias que auxiliam na luta contra o diabetes tipo 2, doença que acomete 14 milhões de brasileiros e faz do país o quarto no ranking mundial da patologia.

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As pessoas, que circularem próximo à marquise do parque, vão ganhar um retrato fotográfico feito na hora, dentro de uma Kombi vermelha, e poderão marcar alguém querido nas redes sociais nessa foto – uma forma de lembrar e cuidar daquela pessoa especial, usando a hashtag #JuntoaoSeuCoração.

Diretamente relacionado à obesidade e ao sedentarismo, o diabetes tipo 2 corresponde a 90% dos casos da doença diagnosticados no mundo². Sem cura, mas com opções de tratamento, o diabetes tipo 2 ainda é subestimado pelas pessoas. Entre as principais complicações da patologia estão as doenças cardiovasculares, mas pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência indicou que menos da metade dos entrevistados (42%) citou as doenças cardíacas como as consequências mais relevantes do diabetes — e, mesmo entre os diabéticos, elas só foram mencionadas por 56%.

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Serviço
14/11 – Dia Mundial do Diabetes, das 10h às 16h
Na marquise e estacionamento do Parque Ibirapuera

Pés diabéticos requerem calçados e palmilhas apropriados

Loja Perere tem opções específicas para esse consumidor com necessidades especiais, e alerta sobre características importantes que os sapatos devem ter em diferentes fases da doença

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 70% das amputações realizadas no Brasil são decorrentes de diabetes. Em números, são aproximadamente 55 mil procedimentos cirúrgicos por ano, três pessoas a cada minuto. Por isso, é extremamente importante a atenção com os pés, uma das partes do corpo que mais sofre com a perda da sensibilidade e dificuldade de cicatrização.

Para o impacto com o chão, os pés devem estar protegidos com calçados especiais, indicados para “pés diabéticos”, como são chamados. É fundamental que o sapato seja, além de confortável, com características adequadas para esse consumidor, como: ser totalmente livre de costuras e nervuras na parte interna, ter palmilha e tamanho que acomodem perfeitamente os dedos e planta dos pés, e tenha solado rígido ou semi-rígido para a distribuição correta do peso do corpo.

“A cada fase da doença, desde prevenção de lesão até algum cuidado mais avançado, é importante optar por um tipo de calçado apropriado, prevenindo machucados sérios que podem levar à amputação”, alerta a enfermeira e especialista em ‘pés’, Patricia Guedes, proprietária da loja Perere, pioneira em comfort shoes no país.

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Patricia Guedes sugere sempre o acompanhamento por um médico ortopedista especialista na área, e explica como devem ser os calçados em cada fase de um pé diabético, orientações seguidas por toda a equipe de atendimento da loja Perere, que nasceu há 25 anos na capital paulista para atender especificamente as necessidades desse público:

-Fase inicial: quando ainda não apresenta deformidades importantes do pé ou dedos e a sensibilidade está razoavelmente preservada

Calçado: com a parte interior sem costuras e nervuras; parte anterior generosa, acomodando com largueza o antepé e sem contato com as pontas dos dedos; contraforte (parte de trás do sapato) firme, mas com o rebordo superior macio e forma adequada para não terminar na tuberosidade posterior do calcanhar (osso saliente); e palmilha sob molde feita de plastazote, que é fácil de lavar e secar.

-Fase intermediária: já com histórico de ferimentos anteriores, alteração importante da sensibilidade e deformidades leves dos dedos ou do pé.

Calçado: além das especificações da fase inicial, os sapatos devem ter palmilha especialmente moldada para os pés, o solado precisa ser mais rígido e com uma curvatura (rocker) para facilitar a marcha e que favorece o alívio da pressão nas cabeças dos ossos metatarsais.

-Estágio avançado de pé diabético: quando os pés têm deformidades importantes ou ulcerações.

Calçado: pode ser necessária a confecção do sapato sob molde, por profissional especializado neste trabalho, e o acompanhamento por médico especialista deve ser rigoroso.

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A Perere é referência por garimpar, no exterior e no País, calçados de conforto de confecções de renome para oferecer ao mercado nacional. Seu mix de produtos inclui as grifes Birkenstock, Arche, Arcopédico, Mephisto, Wolky, Moheda, Joules, Loints of Holland, Natural Step, Flexx, Skechers, e marca própria Perere.

A loja fica em um dos bairros mais charmosos e movimentados da capital paulista, a Vila Madalena, e preza pelo melhor atendimento, com instalações acolhedoras e uma equipe de profissionais que está há anos na loja, já conhece as preferências e necessidades de muitos clientes. Para quem não está em São Paulo ou não pode ir à loja, a Perere atende por e-mail e pelo WhatsApp, com abrangência nacional.

Informações: Loja Perere