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Dieta especial garante bem-estar para cão diabético

Cães diabéticos precisam de uma rotina diferente dos outros pets. Eles exigem cuidados especiais e muita dedicação do tutor. De acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá diabetes. Logo, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais qualidade de vida o pet terá.

“A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios do diabetes mellitus e exigem a avaliação de um veterinário”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

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O tratamento pode ser realizado por meio da insulinoterapia e da prescrição de uma dieta específica para o cão diabético: “Alguns ingredientes são muito importantes para o auxiliar no tratamento, como o cromo, que é um mineral essencial para a absorção celular e de glicose. O cromo pode melhorar a sensibilidade à insulina e tem sido utilizado até no tratamento da diabetes mellitus nos seres humanos”, afirma Machado.

O profissional lembra ainda que o tutor tem um papel fundamental durante toda vida do cão diabético: “A maioria dos cães diabéticos pode ter uma vida relativamente normal, mas isso depende muito do comprometimento do tutor para tratar o animal”.

Predisposição ao diabetes

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As fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos e as raças mais predispostas incluem: Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Foz Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.

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“Diabetes do adulto” está cada vez mais frequente na infância e na adolescência

Fabiano Lago, médico no Spa Estância do Lago e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, aponta que o número de crianças e jovens com diabetes tipo 2 vem aumentando expressivamente, preocupando os especialistas

De acordo com a International Diabetes Federation, entidade ligada à ONU, são mais de 380 milhões de pessoas com diabetes no mundo. Somente no Brasil, esse número chega a 16 milhões e, segundo o Ministério da Saúde, a última década apresentou aumento de mais de 60% nos casos.

O endocrinologista do Spa Estância do Lago, Fabiano Lago – também membro da Sociedade Brasileira de Diabetes – ressalta que cada vez mais a patologia aparece mais cedo. “A diabetes adulta, do tipo 2, vem crescendo expressivamente na infância e adolescência”, ressalta o médico.

Na maioria dos casos, a doença está associada a condições como obesidade e sedentarismo, situações simples de serem revertidas na visão do endocrinologista. “A taxa de glicose no sangue pode ser reduzida com a perda de peso, que pode ser entre 5% e 10%. Ou seja, basta incorporar uma alimentação um pouco mais saudável aliada a atividades físicas prazerosas, especialmente em se tratando de criança e adolescente”, orienta Lago.

Pós-graduado em Biologia Molecular e Obesidade pela Laval Université em Quebec City, no Canadá, e considerado uma das maiores referências em emagrecimento pelo Spa Estância do Lago –localizado a 15 km de Curitiba, o médico aponta maneiras especiais para tratar a criança e o jovem.

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Foto: Hello Doktor

“Eu me torno amigo dos meus pequenos pacientes em fase de reeducação alimentar, e não alguém que impõe um sofrimento. Os pais precisam estar engajados no tratamento, evitando o termo dieta, falando em alimentação saudável para toda a família, mudando apenas um hábito por consulta, facilitando assim o processo de mudança”, ensina.

Em 2017, o tema para a campanha em prol do Dia Mundial do Diabetes, comemorado hoje, é “Mulheres e Diabetes: nosso direito a um futuro saudável”. E o especialista também comenta o comportamento da doença no público feminino. “As mulheres estão em maior risco de desenvolver diabetes na fase do climatério. A queda dos níveis hormonais femininos favorece o acúmulo de gordura abdominal, em especial gordura visceral, aumentando o risco de resistência à insulina e diabetes”.

Ainda para mensurar o cenário, segundo pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos, com um grupo de mil homens e mulheres, a diabetes tem mais prevalência nas mulheres, por fatores metabólicos, sedentarismo e aumento de gordura. O estudo revelou que pacientes femininos têm 44% mais chances de desenvolver doenças coronarianas.

Fonte: Fabiano Lago é médico endocrinologista do Spa Estância do Lago, graduado pela PUC Paraná; fez residência em Clínica Médica no Hospital de Clínicas da UFPR; residência em Endocrinologia e Metabologia no Hospital de Clínicas da UFPR. Membro da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade;  Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia;  Sociedade Brasileira de Tireoide e  Sociedade Brasileira de Diabetes.

 

Dia Mundial do Diabetes: quase 9% da população é afetada pela doença

Em dez anos, número de casos cresceu quase 62% no Brasil. Endocrinologista do Hospital Santa Paula ressalta a importância da prevenção

Em 14 de novembro é comemorado o Dia Mundial do Diabetes, data criada em 1991 pela International Diabetes Foundation (IDF) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre a doença que afeta 8,9% de toda a população brasileira, segundo dados de 2016 divulgados pelo Ministério da Saúde.

Este número corresponde a mais de 18 milhões de pessoas e representa um crescimento de 61,8% em relação a 2006. De acordo com a endocrinologista do Hospital Santa Paula, Livia Faccine, o que pode ter provocado este aumento foi a falta de cuidados de rotina com a saúde e o estilo de vida cada vez mais acelerado nas cidades, com pouca atenção à alimentação.

“Os problemas decorrentes da urbanização, como estresse e falta de tempo, muitas vezes levam o indivíduo à má alimentação e ao sedentarismo que, somados à predisposição genética, podem resultar em sobrepeso/obesidade. Juntos, esses são fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes, uma doença crônica e silenciosa com a qual o paciente deverá conviver durante a vida toda”, relata a médica.

Existem diferentes tipos da doença, mas os mais conhecidos são o diabetes tipo 1 e o tipo 2. O diabetes tipo 1 é caracterizado pela falência das células beta no pâncreas e é mais comum em pessoas com idade abaixo dos 35 anos. Já o diabetes tipo 2 ocorre por resistência à ação da insulina, tendo a obesidade como um dos principais responsáveis.

A especialista explica que, no Brasil, o número de pessoas diagnosticadas com a doença é maior em faixas etárias mais altas. Além disso, entre a população com escolaridade baixa a incidência do diabetes é quase três vezes maior porque têm menor conhecimento sobre a doença.

O diabetes também é uma das principais causas de amputações no país, conforme dados da OMS. De todas as amputações que acontecem no Brasil, 70% são em decorrência da doença. E esse problema não se limita ao território brasileiro: a cada um minuto três pessoas ao redor do mundo são amputadas por causa de complicações do diabetes.

A IDF aponta que o Brasil é o quarto país com o maior número de adultos diabéticos. Isso resulta em um gasto anual de cerca de R$ 6,6 bilhões com pessoas com diabetes, valor 5,5 vezes maior que o custo da reforma do estádio do Maracanã.

Como identificar?

Livia explica que o diabetes tipo 1 pode incluir sintomas como excesso de sede, perda de peso repentina e acelerada, fome exagerada, cansaço, vontade de urinar com frequência, problemas na cicatrização, visão embaçada e, em alguns casos, vômitos e dores estomacais.

Já o diabetes tipo 2 é o tipo mais comum. A maioria dos casos não apresenta sintomas, exceto quando a glicemia está muito elevada, aí pode-se apresentar os mesmos sintomas do diabetes tipo 1.

Mulheres são mais suscetíveis

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Números divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o diabetes afeta mais mulheres do que homens. Enquanto 7,8% dos brasileiros foram diagnosticados com a doença, 9,9% das mulheres do País apresentam diabetes.

“O diabetes exerce um impacto maior nas artérias femininas do que nas masculinas. O fato é comprovado cientificamente, mas ainda não se sabe a razão”, relata a médica.

Impotência sexual masculina

O aumento da quantidade de açúcar no sangue, em médio prazo, pode causar lesões nos vasos sanguíneos e nervos, que são os principais elementos responsáveis pela ereção do pênis.

“O tratamento do diabetes, assim como o controle do peso e da pressão arterial, é muito importante para a melhora da ereção. Como em alguns casos a disfunção sexual de origem diabética pode apresentar também fatores psicológicos, torna-se necessário um apoio psicológico, inclusive de seu médico e da parceira.” explica Faccine.

O primeiro passo para o paciente diabético que esteja sofrendo com a impotência é controlar os níveis de açúcar no sangue de forma rápida e efetiva. Com medicamentos e mudança no estilo de vida o paciente pode reassumir a atividade sexual, diminuindo os sintomas da impotência.

“Todo homem deve ter em mente que o diabetes é uma doença silenciosa e quando começam a aparecer os sintomas de disfunção erétil é porque a doença já tem alguns anos de evolução. Após os 40 anos, é recomendável consultar regularmente um urologista. Se o médico detectar alguma alteração na glicemia, será solicitado um acompanhamento endocrinológico para iniciar um tratamento preventivo com o intuito de evitar transtornos no futuro” explica a endocrinologista do Hospital Santa Paula.

Estudos internacionais apontam que 50% dos homens relatarão algum episódio de impotência sexual nos seis primeiros meses após o diagnóstico de diabetes. Mesmo assim, a impotência sexual pode ser bem controlada em quase todos os homens portadores da doença.

Prevenção e tratamento

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O tratamento inclui medicações de uso oral e opções injetáveis, como a insulina. Há vários tipos de insulina no mercado, algumas de ação rápida, outras de ação lenta, e a combinação delas são necessárias em alguns casos. Associado ao uso das medicações, é preciso fazer uma dieta com carboidratos complexos (farinha integral e sem açúcar), perder peso quando for o caso e realizar atividades físicas, tanto aeróbicas quanto anaeróbicas.

Fonte: Hospital Santa Paula

Alguns mitos e verdade sobre diabetes

Dados recém-publicados pelo Vigitel e divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostram que o número de pessoas com diagnóstico de diabetes cresceu 60% nos últimos dez anos no Brasil. Entre os fatores envolvidos com o aumento estão: obesidade, alimentação errada e sedentarismo.

Para Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista formada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP),  a informação é a melhor forma de orientar a população e fazer a trocar do medo pela precaução e prevenção. A médica listou alguns dos principais mitos e verdades relacionados com a diabetes.

1- Comer muito doce causa diabetes

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Mito: 90% dos casos de diabetes é o do tipo 2, não existe só uma causa de diabetes tipo 2. São vários fatores que juntos desencadeiam a doença, e os principais são tendência genética, ganho de peso e vida sedentária. O ganho de peso ocorre pelo excesso de calorias. Lógico que o doce tem muita caloria, mas a pessoa pode nunca comer doce, mas se comer pão, arroz, massa ou até coisas saudáveis em excesso e engordar, tem o risco de desenvolver diabetes. Não é o fato de comer doce e, sim, qualquer alimento em excesso, junto com a tendência genética e o sedentarismo.

2- Diabetes tem causa genética

Verdade: já se sabe que há uma influência genética – ter um parente próximo com a doença aumenta consideravelmente as chances de você ter também.

3- Diabetes geralmente não causa sintomas. 

Verdade: sabemos ainda que muitos pacientes desconhecem este diagnóstico. Pois, na maioria das vezes, nas fases iniciais e intermediárias, trata-se de uma doença assintomática. É uma epidemia silenciosa.

4- Todo produto diet é liberado para os diabéticos. 

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Foto: Stux/Pixabay

Mito: quando se tem o diagnóstico de diabetes, a primeira ideia é que devemos usar a partir de então somente produtos dietéticos. Para isso é importante analisar se são mesmo indicados, até porque nem todos os alimentos diet são sem açúcar. Os produtos diet se destinam a grupos populacionais com necessidades específicas. O que significa que o produto é isento de um determinado nutriente. A maioria dos produtos diet são sem açúcar, mas é importante comprovar se o nutriente retirado foi mesmo o açúcar, e não gordura, sódio ou outro componente.

5- Diabetes emagrece.

Mito: apenas em fases iniciais graves, em que o pâncreas não está funcionando e não existe insulina no corpo. Mas, normalmente, não emagrece.

6- Estresse pode subir a glicose no diabético.

Verdade: estresse emocional aumenta o risco de desenvolver diabetes por várias razões. A primeira tem causa hormonal: o estresse crônico aumenta o nível do hormônio cortisol, que ocasiona entre outras coisas o aumento da gordura abdominal, o que, por sua vez, aumenta o risco de diabetes.

Fonte: Tassiane Alvarenga

 

Diabéticos: nutricionista explica a importância de uma alimentação saudável

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pessoas com diabetes vem crescendo devido aos maus hábitos alimentares e rotina sedentária. A diabetes é uma doença crônica em que a quantidade de glicose (açúcar) no sangue é muito elevada, já que o pâncreas não produz ou produz pouca insulina. A insulina é um hormônio que tem como papel permitir a entrada da glicose nas células do corpo para se metabolizarem em energia.

“Existem dois tipos de diabetes: a tipo I, que é quando o organismo não produz insulina, mais comum na infância ou adolescência; e a tipo II, quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, mantendo o nível de glicose no sangue elevado. Normalmente a tipo II é desenvolvida na vida adulta e por conta da má alimentação”, explica a nutricionista do São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves da Silva.

Para controlar o nível de glicemia (quantidade de glicose no sangue), a nutricionista aconselha distribuir a ingestão de alimentos em várias refeições diárias para minimizar os picos glicêmicos (alta taxa de glicose no sangue ou baixa taxa) e otimizar a produção de insulina.

“Para o diabético tipo I que está dentro do peso, ele precisa de carboidratos complexos (integrais), como o amido da batata, do arroz e do feijão. A única restrição é para a oferta de glicose e de sacarose, açúcares rapidamente absorvidos pelo organismo. Já para o tipo II, que costumam ser pessoas com sobrepeso, o ideal é uma dieta de emagrecimento. Portanto, além de evitarem açúcares, também devem evitar gorduras, as quais são responsáveis pelo aumento de peso e por alterações no colesterol e triglicérides”, comenta.

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Ainda conforme Ana Paula, o cardápio de uma pessoa com diabetes não precisa ser tão restritivo como se imagina. O importante é não consumir açúcares refinados, doces, xaropes, geleias, sorvete, bolos, biscoitos recheados, refrigerante e leite condensado, devido à alta concentração de glicose nesses alimentos. “Também os carboidratos devem ser moderados, preferindo os integrais, que são digeridos mais lentamente pelo organismo, por isso liberam glicose em pequenas quantidades. Assim, não haverá picos de glicemia, pois esta oscilação de taxas de glicose no sangue faz muito mal ao paciente”, esclarece.

Caso haja alguma festa e a vontade por comer um doce seja incontrolável, é necessário reduzir o consumo de carboidratos (pães, massas, biscoitos, bolos, batatas, entre outros) para manter um equilíbrio glicêmico. Esse controle na alimentação, nos diabéticos tipo I, pode inclusive diminuir o uso de injeção de insulina.

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Há alguns alimentos que podem melhorar o quadro de diabetes, como os ricos em fibra (inhame, aipim, leguminosas, verduras, legumes e frutas), o que desacelera a digestão dos carboidratos; leites, iogurtes e laticínios lights com baixo teor de gorduras; e frutas com cascas, pois apresentam mais fibras. “Uma boa opção é o abacate, pois quase não apresenta açúcar e é muito rico em gordura que aumenta o bom colesterol, além de deixar o processo de absorção dos alimentos mais lento. Assim, automaticamente, temos um prolongamento de saciedade. Em contrapartida, a fruta é muito calórica e deve ser consumida com cautela, principalmente se estiver acima do peso”, indica a nutricionista.

Receita de Torta de Mousse de Maracujá para diabéticos

Ingredientes

Base
3 colheres (sopa) de margarina cremosa sem sal
1 colher (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão
1 colher (café) de essência de baunilha
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo integral
1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de leite desnatado

Recheio
1 xícara (chá) de leite desnatado
1 colher (sopa) rasa de amido de milho
1 envelope de gelatina em pó incolor sem sabor
4 colheres (sopa) de água
1/2 xícara (chá) de creme de leite light
1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
2 claras
4 colheres (sopa) de adoçante em pó, próprio para forno e fogão

Calda
1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
1 xícara (chá) de água
2 colheres (chá) de amido de milho
4 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão

Modo de Preparo

Massa
Misture os ingredientes da massa e forre apenas o fundo de uma forma de torta pequena. Asse em forno médio (180° C) até dourar. Reserve.

Recheio
Misture o leite e o amido de milho e leve ao fogo para engrossar. Dissolva a gelatina na água fria, mexa bem e adicione ao creme, mexendo bem para derreter. Acrescente o creme de leite e retire do fogo. Adicione o suco de maracujá e as claras batidas em neve com o adoçante. Coloque o recheio sobre a massa e leve à geladeira para firmar.

Calda
Misture os ingredientes e leve ao fogo para engrossar. Depois de frio, decore a torta.

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Foto meramente ilustrativa / Pinterest

Dica: se quiser, prepare a receita com o maracujá azedo fresco. Retire a polpa de 2 maracujás e bata no liquidificador, na tecla pulsar, com 1 xícara (chá) de água. Guarde as sementes para enfeitar.

Fonte: São Cristóvão Saúde

 

 

Dia Mundial do Diabetes: campanha leva cabine de fotos ao Parque Ibirapuera

Para alertar sobre as consequências do diabetes tipo 2 ao coração, ação presenteia população com um retrato fotográfico em clima vintage numa Kombi original dos anos 1970

Para conscientizar a população em relação aos cuidados com o diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares, a Boehringer Ingelheim e a Eli Lilly participam de ação especial organizada pela Sociedade Brasileira de Diabetes, que acontece hoje, 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Quem circular pelo tradicional parque poderá não só obter mais informações sobre a doença, como conhecer e participar da campanha “Junto Ao Seu Coração”, que, baseada na ideia de que queremos ter próximo ao coração as pessoas que nos fazem bem, estimula a importância do cuidar do outro.

Isso significa lembrar, alertar e incentivar as pessoas queridas a adotarem hábitos saudáveis de vida, estratégias que auxiliam na luta contra o diabetes tipo 2, doença que acomete 14 milhões de brasileiros e faz do país o quarto no ranking mundial da patologia.

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As pessoas, que circularem próximo à marquise do parque, vão ganhar um retrato fotográfico feito na hora, dentro de uma Kombi vermelha, e poderão marcar alguém querido nas redes sociais nessa foto – uma forma de lembrar e cuidar daquela pessoa especial, usando a hashtag #JuntoaoSeuCoração.

Diretamente relacionado à obesidade e ao sedentarismo, o diabetes tipo 2 corresponde a 90% dos casos da doença diagnosticados no mundo². Sem cura, mas com opções de tratamento, o diabetes tipo 2 ainda é subestimado pelas pessoas. Entre as principais complicações da patologia estão as doenças cardiovasculares, mas pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência indicou que menos da metade dos entrevistados (42%) citou as doenças cardíacas como as consequências mais relevantes do diabetes — e, mesmo entre os diabéticos, elas só foram mencionadas por 56%.

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Serviço
14/11 – Dia Mundial do Diabetes, das 10h às 16h
Na marquise e estacionamento do Parque Ibirapuera

Pés diabéticos requerem calçados e palmilhas apropriados

Loja Perere tem opções específicas para esse consumidor com necessidades especiais, e alerta sobre características importantes que os sapatos devem ter em diferentes fases da doença

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 70% das amputações realizadas no Brasil são decorrentes de diabetes. Em números, são aproximadamente 55 mil procedimentos cirúrgicos por ano, três pessoas a cada minuto. Por isso, é extremamente importante a atenção com os pés, uma das partes do corpo que mais sofre com a perda da sensibilidade e dificuldade de cicatrização.

Para o impacto com o chão, os pés devem estar protegidos com calçados especiais, indicados para “pés diabéticos”, como são chamados. É fundamental que o sapato seja, além de confortável, com características adequadas para esse consumidor, como: ser totalmente livre de costuras e nervuras na parte interna, ter palmilha e tamanho que acomodem perfeitamente os dedos e planta dos pés, e tenha solado rígido ou semi-rígido para a distribuição correta do peso do corpo.

“A cada fase da doença, desde prevenção de lesão até algum cuidado mais avançado, é importante optar por um tipo de calçado apropriado, prevenindo machucados sérios que podem levar à amputação”, alerta a enfermeira e especialista em ‘pés’, Patricia Guedes, proprietária da loja Perere, pioneira em comfort shoes no país.

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Patricia Guedes sugere sempre o acompanhamento por um médico ortopedista especialista na área, e explica como devem ser os calçados em cada fase de um pé diabético, orientações seguidas por toda a equipe de atendimento da loja Perere, que nasceu há 25 anos na capital paulista para atender especificamente as necessidades desse público:

-Fase inicial: quando ainda não apresenta deformidades importantes do pé ou dedos e a sensibilidade está razoavelmente preservada

Calçado: com a parte interior sem costuras e nervuras; parte anterior generosa, acomodando com largueza o antepé e sem contato com as pontas dos dedos; contraforte (parte de trás do sapato) firme, mas com o rebordo superior macio e forma adequada para não terminar na tuberosidade posterior do calcanhar (osso saliente); e palmilha sob molde feita de plastazote, que é fácil de lavar e secar.

-Fase intermediária: já com histórico de ferimentos anteriores, alteração importante da sensibilidade e deformidades leves dos dedos ou do pé.

Calçado: além das especificações da fase inicial, os sapatos devem ter palmilha especialmente moldada para os pés, o solado precisa ser mais rígido e com uma curvatura (rocker) para facilitar a marcha e que favorece o alívio da pressão nas cabeças dos ossos metatarsais.

-Estágio avançado de pé diabético: quando os pés têm deformidades importantes ou ulcerações.

Calçado: pode ser necessária a confecção do sapato sob molde, por profissional especializado neste trabalho, e o acompanhamento por médico especialista deve ser rigoroso.

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A Perere é referência por garimpar, no exterior e no País, calçados de conforto de confecções de renome para oferecer ao mercado nacional. Seu mix de produtos inclui as grifes Birkenstock, Arche, Arcopédico, Mephisto, Wolky, Moheda, Joules, Loints of Holland, Natural Step, Flexx, Skechers, e marca própria Perere.

A loja fica em um dos bairros mais charmosos e movimentados da capital paulista, a Vila Madalena, e preza pelo melhor atendimento, com instalações acolhedoras e uma equipe de profissionais que está há anos na loja, já conhece as preferências e necessidades de muitos clientes. Para quem não está em São Paulo ou não pode ir à loja, a Perere atende por e-mail e pelo WhatsApp, com abrangência nacional.

Informações: Loja Perere

Diabetes é tema de palestra educativa do H.Olhos Paulista

Evento acontece em função do Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro

Com objetivo de alertar a população sobre o diabetes, uma das principais causas de cegueira em adultos, em 11 de novembro, o H.Olhos Paulista, em parceria com o Instituto Verter, realizará uma palestra para conscientizar e informar sobre como os altos níveis de glicose no sangue podem levar ao surgimento de problemas oculares, como retinopatia diabética e catarata. Afinal, 40% dos diabéticos são acometidos por alterações oftalmológicas.

O palestrante, Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H.Olhos Paulista, abordará as causas, diagnóstico, tratamento e controle do diabetes, em busca da promoção de uma melhor qualidade de vida.

Os participantes poderão tirar dúvidas com o médico e, ao final do evento, será realizado gratuitamente o exame de fundo de olho, que consiste em examinar as artérias, veias e nervos da retina e identificar quaisquer tipos de alterações que possam indicar retinopatia diabética.

A palestra é gratuita e aberta ao público.

Confira a programação:

9h Recepção/Coffee
9h30 Palestra: Diabetes, do diagnóstico ao tratamento
10h

 

Bate-papo com Renato Magalhães Passos, especialista em retina do H.Olhos Paulista
10h45 Avaliação de fundo de olho
12h30 Encerramento

OFTALMOLOGISTA OLHOS EXAME

Ação Educativa – Dia Mundial do Diabetes

Data: 11/11 – Sábado
Horário: das 9h às 12h30
Local: Anfiteatro H.Olhos Paulista
Endereço: Rua Abílio Soares, 218 – Paraíso – São Paulo (SP)
Inscrições: secretaria@institutoverter.com.br até dia 10/11/17
Informações: (11) 3050-3342

 

Ação da Drogaria Onofre oferece aferição de pressão e teste de glicemia gratuitos

A Drogaria Onofre realiza, hoje (23), a ação “Saúde em Dia” que tem por objetivo oferecer ao público serviços gratuitos de aferição de pressão e teste de glicemia. Os testes são feitos durante o horário comercial e são conduzidos pelos farmacêuticos das próprias lojas. 26 unidades participam da iniciativa no Rio de Janeiro e em São Paulo

“Criamos o programa para mostrar aos nossos clientes e à população como podemos ajudá-los em seu caminho por uma saúde melhor. Além dos testes, oferecemos ainda um serviço de informação sobre doenças como hipertensão e diabetes”, afirma Mathias Adorno, Diretor de Expansão e Operações da Drogaria Onofre. “De março a agosto, foram realizados cerca de 3 mil atendimentos. A tendência é que o volume de pessoas e a procura pelos testes aumente conforme a ação ganhar mais visibilidade”, completa.

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Ao participar da ação, as pessoas recebem uma carteirinha para fazer o acompanhamento mensal de seus resultados.

Confira abaixo as lojas participantes em São Paulo (capital, interior e Grande SP) e Rio de Janeiro

São Paulo – Capital

Angélica -Avenida Angélica, 1868

Augusta – Rua Augusta, 2450 – Cerqueira César

Brigadeiro – Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2183 – Bela Vista

Brooklin – Av. Padre Antônio José dos Santos, 281 – Brooklin Novo

Cachoeirinha – Praça Manuel da Costa Negreiros, 50 – Vila Nova Cachoeirinha

Campo Belo – Rua Demóstenes, 775

Granja Viana – Rua Ushima Kira, 485

Guaianazes – Rua Otelo Augusto Ribeiro, 164

Ipiranga – Rua Silva Bueno, 2106

Moema – Alameda dos Arapanés, 1179 – Moema

NhambiquarasAlameda dos Nhambiquaras, 393 – Indianópolis

Paulista – Avenida Paulista, 1257 – Bela Vista

Pedroso – Avenida Pedroso de Moraes, 1193

Portal do Morumbi – Rua Doutor Luiz Migliano, 977

SantanaRua Voluntários da Pátria, 1876

Santo Amaro – Rua 13 de Maio, 170 – Cantinho do Céu

Vila Mariana – Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, 48

Grande São Paulo

Alphaville – Alameda Rio Negro, 967 – Alphaville Industrial

Guarulhos – Rua João Gonçalves, 75 – Centro

Guarulhos – Bosque Maia – Avenida Paulo Faccini, 1411 – Macedo

São Bernardo do Campo – Av. Professor Francisco Prestes Maia, 947 – Centro

Diadema – Avenida São José, 67 – Centro

Interior de São Paulo

Campinas Centro – Avenida Andrade Neves, 2181 – Jardim Chapadão

Campinas Cambuí – Rua General Osório, 1895 – Centro

São José do Rio Preto – Rua Bernardino de Campos, 3730 – Centro

Rio de Janeiro

Barra Shopping – Avenida das Américas, 4666 – Barra da Tijuca

Informações: Onofre

Cão diabético: como identificar e quais raças são predispostas

A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios da diabetes mellitus

De acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá diabetes. Pesquisas apontam ainda que fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos.

Além desses fatores, também existem raças mais sujeitas à doença, como: Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Foz Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.

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Foto: Shutterstock

Diabetes

O médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, elenca alguns sintomas: “A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios da diabetes mellitus e exigem a avaliação de um veterinário”, explica.

Segundo Machado, o tratamento pode ser realizado por meio da insulinoterapia, ou não, e da prescrição de uma dieta específica para o cão diabético: “Alguns alimentos são muito importantes para o auxiliar no tratamento, como as rações que contêm cromo, um mineral auxiliar na absorção celular de glicose. O cromo pode melhorar a sensibilidade à insulina e tem sido utilizado até no tratamento da diabetes mellitus nos seres humanos”, afirma o médico veterinário da Equilíbrio.

Predisposição ao diabetes

As fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos e as raças mais predispostas incluem: Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Fox Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.

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Sugestão do Veterinário:

Equilíbrio Veterinary Obesity & Diabetic Cães é indicado para pacientes com sintomas de obesidade ou diabetes mellitus. Possui carboidratos, como a cevada e sorgo, que diminuem as variações de glicemia pós-prandial; contém teor elevado de fibras, contribuindo para regular a saciedade do animal; e picolinato de cromo.

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Fonte: Total Alimentos