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Abacate passa de vilão a mocinho das dietas de emagrecimento

Tido como alimento gorduroso e altamente calórico, o abacate encontra novas versões gastronômicas e entra de vez no cardápio de quem busca emagrecer

Durante muito tempo, qualquer pessoa que procurasse um nutricionista ou nutrólogo em busca de uma dieta para emagrecimento, certamente teria a recomendação de evitar o abacate. Isso porque a fruta era tida como calórica, além de gordurosa. De fato, o alimento possui estas características, mas, na medida em que foi se conhecendo mais sobre sua composição, foi-se percebendo que havia mais pontos positivos que negativos.

abacate

É o que defende Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego.

Hoje se sabe, por exemplo, que as gorduras naturalmente presentes nos alimentos podem, ao contrário do que se pensava, melhorar marcadores de saúde importantes como o colesterol e triglicerídeos, o que ajuda na prevenção de doenças cardíacas, por exemplo: “O abacate é saudável, tem baixo teor de açúcar, é rico em fibras, minerais, magnésio, potássio, ou seja, é uma ótima fonte de alimento”, defende Polesso.

A fruta também é rica em lipídeos: 77% das calorias no abacate são de gordura. No entanto, as gorduras que compõem a fruta são de alta qualidade, se assemelhando às propriedades do azeite de oliva. A maior parte da gordura presente no abacate é ácido oleico, um ácido graxo monoinsaturado, que tem sido associado à inflamação reduzida e tem demonstrado efeitos benéficos sobre os genes ligados ao câncer.

O problema dentro da dieta é que, principalmente no Brasil, o abacate é consumido com açúcar, ou o adoçante para quem está de dieta. “Nestes casos, porque ele fica hiperpalatável ao ser misturado com o adoçante, acaba virando uma sobremesa que passa a ser consumida em excesso, não por necessidade, mas porque a pessoa se habituou a comer aquela sobremesa. O abacate com leite de coco, por exemplo, é uma ótima combinação, com o adoçante idem, desde que não seja consumido em excesso”, explica o especialista.

O abacate também é fonte de ômega 6, ômega 7 e ômega 9, que auxiliam a manter o equilíbrio do organismo, ajudando na perda de gordura corporal. E por ser rico em fibras, é indicado a integrar dietas de emagrecimento por garantir o melhor funcionamento do intestino e proporcionar sensação de saciedade.

maionese de abacate california avocado commission
Foto: California Avocado Comission

Para quem treina, a fruta também ajuda a melhorar o rendimento, justamente por ser uma boa fonte de energia, o que já o colocou entre os alimentos que deveriam ser evitados por quem quisesse emagrecer.

“Quando alinhado a uma alimentação correta, ele ajuda a fornecer ao corpo níveis estáveis de energia ao longo do dia, o que pode beneficiar a performance no treino. Além disso, ajuda a repor sais minerais e prevenir cãibras em corredores por ser grande fonte de potássio. Aliás, o abacate tem o dobro de potássio presente na banana com a vantagem de não ser doce, ou seja, é um ótimo aliado das pessoas que estão em dieta para emagrecimento associada a exercícios físicos”, sugere o especialista.

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Foto: Science of Cooking

Para sair da tradicional vitamina de abacate e que tendemos a consumir em excesso, por conta de sua hiperpalatalidade, é possível experimentar novas formas de incorporar o fruto dieta. Um patê com dois abacates pequenos, limão, dois dentes de alho e sal fica bastante saboroso e foge ao convencional. Maionese verde feita com um abacate, suco de limão, uma colher de mostarda, ½ xícara de azeite e pimenta do reino também é uma maneira diferente de comer a fruta e aproveitar todas as suas propriedades.

Fonte: Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego

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Três perguntas para se fazer antes de começar uma dieta

Se a dieta fornece ao meu corpo todas as vitaminas e nutrientes necessários para que tenha boa saúde e se proporciona satisfação e disposição são alguns dos questionamentos

Para perder os quilos a mais e a barriga indesejada, muitas pessoas saem em busca de uma dieta “milagrosa”. Normalmente aquela que o vizinho, parente ou amigo fez e recomenda porque para ele deu certo. Há uma variedade de dietas, tais como: a que restringe a ingestão de carboidratos (chamada low carb): a que restringe a ingestão de gordura (low fat): a cetogênica, uma espécie de dieta low carb, mas com maior redução de carboidratos; a vegetariana; a vegana; e a dieta dos pontos etc. Uma questão, porém, permanece, essas dietas funcionam realmente?

Para o idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego, Rodrigo Polesso, em primeiro lugar se faz necessário definir o que é “funcionar” no caso em questão. “Uma dieta que funciona pode significar que ela é eficaz em fazer com que a pessoa perca peso temporariamente”, diz. No entanto, segundo ele, a maioria das pessoas não tem problema em perder peso e sim em não o ganhar novamente.

Desse modo, conforme o especialista, a validação de uma dieta deve passar por três questionamentos básicos:

1 – A dieta tem como foco o controle de insulina no sangue?

Nenhuma dieta ou método que não controle a insulina no sangue irá funcionar em longo prazo. “Para que os hormônios que queimam a gordura – como as enzimas HSL e Glucagon – funcionem, a insulina precisa atuar de forma natural. Ou seja, se houver muita insulina correndo no sangue, o organismo não vai queimar gordura”, explica Polesso.

pães

Carboidratos densos (pães, massas, batatas, arroz, doces etc) são os responsáveis pelos picos de insulina no sangue. Então esses alimentos precisam ser controlados. Por outro lado, destaca Polesso, se a dieta em questão corta os carboidratos totalmente e restringe a sua alimentação à somente poucos alimentos, isto também pode ser um problema. Passa-se, dessa forma, ao segundo questionamento:

2 – A dieta fornece ao corpo todas as vitaminas e nutrientes necessários para que tenha boa saúde?

“É preciso que a dieta promova o consumo de alimentos ‘de verdade’, ou seja, carnes, legumes, ovos, folhas, frutas (com moderação)”, afirma Polesso. Ele destaca que produtos derivados de farinhas (de trigo, principalmente), como pães, massas, mesmo que integrais; iogurtes artificiais; suplementos; e shakes não se enquadram entre esses alimentos.

Espetinho de carne Legumes

“Se a tal dieta limitar seu consumo de alimentos ‘de verdade’, levante a bandeira vermelha”, destaca o especialista. No que diz respeito ao emagrecimento precisamos lembrar que, ao contrário do que dizem, não precisamos emagrecer para ficarmos saudáveis, mas, sim, ficarmos saudáveis para podermos emagrecer. Isto porque, além do emagrecimento sustentável, o objetivo com a dieta é a melhora da saúde e o fortalecimento interno, com ganho de disposição. O que leva à última pergunta:

3 – A dieta proporciona satisfação, disposição e é simples?

“Se a dieta o deixar com fome durante o dia ou à noite, isto não é um bom sinal. Possivelmente o metabolismo de seu organismo será afetado negativamente, mais cedo ou mais tarde por conta disso”, diz o especialista. Segundo Polesso, o corpo tende a adaptar-se a estes novos hábitos e atingir o chamado “efeito platô”, ou seja, parar de emagrecer.

Polesso mostra-se contrário também a dietas que se baseiam no cálculo de calorias. A simplicidade deve dar o tom. “O corpo humano é muito mais capaz e inteligente do que podemos imaginar. Quando se fornece os alimentos corretos, ele mesmo faz o trabalho de se livrar da gordura extra e de se estabilizar no peso ideal”, argumenta.

Não obstante, na opinião de Polesso, a solução para o emagrecimento e para a manutenção do peso ideal não se encontra na dieta x ou y, mas na adoção de um estilo de vida saudável “verdadeiramente embasado no que a ciência sabe atualmente sobre nutrição, emagrecimento e boa forma”.

O especialista destaca artigo publicado pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, que mostra estudos que analisaram 14 tipos de dietas. “O artigo conclui que os benefícios das dietas são muito pequenos e os potenciais danos causados muito grandes para que sejam recomendas como tratamento seguro e eficaz para a obesidade”, afirma.

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Conforme Polesso, o próprio conceito de dieta está equivocado, pois, grosso modo, entende-se dieta como uma intervenção de curto prazo para resultados em curto prazo. “Nenhuma mudança de vida, nenhum corpo que pretende se manter em forma durante muito tempo vai ser construído por meio de intervenção dietética”, diz. De acordo com o especialista, novo hábitos de saúde diários devem ser adquiridos para que se possa criar um novo estilo de vida e manter-se em forma permanentemente.

“Ninguém merece sofrer a vida inteira, por isso, um estilo de vida saudável de verdade precisa ser saboroso, flexível, fazer com que você se sinta bem. De outra forma, você não viverá uma vida, mas um martírio por muitos anos”, conclui.

Dicas para quem faz uso de shakes para emagrecer

É cada vez mais comum os jovens e adultos que desejam e necessitam perder peso, fazerem uso dos chamados shakes para emagrecer. Geralmente estes produtos visam substituir uma refeição do dia com o objetivo de diminuir a quantidade de calorias consumidas diariamente.

No entanto, o consumo excessivo de produtos que prometem o emagrecimento rápido, como os shakes para emagrecer e chás diuréticos, podem oferecer risco à saúde por reduzir o nível de vitaminas e minerais do corpo.

Para esclarecer qual a função dos shakes e o que um bom suplemento alimentar deve conter em sua composição, o Farmácias APP – marketplace que reúne ofertas de diversas farmácias, drogarias e lojas de suplementos e cosméticos de todo o Brasil -, separou algumas dicas para ter um emagrecimento saudável:

depositphotos mulher diet shake
Depositphotos

1. Calorias: em primeiro lugar, é importante frisar que os shakes podem possuir menos calorias do que uma refeição normal, mas nem sempre satisfazer as necessidades nutricionais do corpo. Portanto, ele deve ser encarado como um alimento nutritivo, mas que precisa estar associado a outros para que o organismo receba tudo o que necessita diariamente.

shake diet pixabay
Pixabay

2. Nutrientes: falando em nutrientes, é fundamental que o shake traga uma grande variedade, similar à quantidade que seria consumida na refeição em questão. Isso inclui vitaminas, minerais, fibras, carboidratos de lenta absorção e gorduras saudáveis.

Woman Drinking Fruit and Protein Shake

3. Rotina: profissionais indicam que o consumo do shake deve ser feito em até duas vezes por dia, não mais do que isso. A ideia é que nenhuma refeição seja “sacrificada”, ou seja, ela deve ser substituída pelo shake mais em casos raros, de imprevistos, e não como uma rotina.

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4. Personalização:  cada organismo reage de uma maneira. Portanto, o melhor shake ou suplemento alimentar é aquele que mais se adequa ao seu estilo de vida, suas necessidades e paladar. Os shakes, então, devem fazer parte de um cardápio. Reflita também sobre a necessidade de mudar o padrão alimentar, pesquise sobre os alimentos consumidos em suas refeições e experimente pratos novos.

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5. Instrução: por fim, fazer um acompanhamento médico é imprescindível. Dietas de baixas calorias feitas por conta própria, principalmente quando incluem o uso de shakes para emagrecimento, não são recomendadas de forma alguma sem o apoio de profissionais da saúde.

Fonte: Farmácias APP

Salvar

As dietas da moda: saiba os riscos e os cuidados

Em busca de soluções imediatistas, quase que milagrosas para a conquista “do corpo perfeito” (perda de peso), muitas pessoas optam por fazer as famosas “dietas da moda”. Essas dietas não respeitam a individualidade nutricional e prometem resultados rápidos com restrições alimentares que podem ser perigosas para a saúde.

Todas as pessoas têm a mesma necessidade nutricional? Adotar essas “modinhas” é seguro? Até que ponto a saúde pode ser afetada? “A saúde atrelada a uma dieta saudável, balanceada e diversificada é algo que não sai de moda”, esclarece Ana Paula Del’Arco, nutricionista e consultora da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos).

Modismos à mesa

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As dietas da moda quase sempre recomendam a exclusão de algum grupo alimentar e, consequentemente, de nutrientes, o que fatalmente afeta o desempenho do organismo, que necessita de todos os nutrientes em equilíbrio para o seu adequado funcionamento.

Sem lactose

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Modismo que já teve mais adeptos, retirar a lactose da dieta não emagrece, explica Ana Paula. A lactose é um nutriente, é o açúcar do leite, que deve fazer parte de uma dieta balanceada. A lactose não traz nenhum malefício para a saúde, salvo para aquelas pessoas com intolerância à lactose diagnosticada.

Os principais atributos nutricionais do leite e seus derivados se destacam por estes alimentos serem fontes importantes de proteína de alto valor biológico, por serem a principal fonte de cálcio na alimentação, além de conterem minerais e vitaminas em abundância.

Dentro de uma dieta balanceada, os lácteos contribuem para a manutenção do peso saudável, sendo seu consumo recomendado para todas as fases da vida do ser humano, desde crianças, adolescentes, adultos, praticantes de atividade física, gestantes, lactantes e idosos.

Gluten Free

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Nos últimos anos, levadas por noções equivocadas, relatos de celebridades ou simplesmente por modinha do momento, muitas pessoas passaram a excluir glúten da sua alimentação.

O glúten é a fração proteica do trigo e não faz nenhum mal para a saúde, exceto para aqueles com doença celíaca. Remover ou reduzir drasticamente o glúten da dieta para quem não tem doença celíaca é incorrer no erro de fazer substituições que podem prejudicar a saúde, além de desenvolver uma sensibilidade antes inexistente.

Low Carb

verduras legumes frutas

As dietas de emagrecimento rápido são os modismos mais frequentes e a queridinha da vez é a Low Carb, a famosa dieta de Atkins, agora repaginada, onde frutas e legumes são bem-vindos e representam as únicas fontes de carboidratos da dieta. “Nesta dieta a monotonia alimentar é bastante forte, acarretando na privação de diversos nutrientes para o adequado funcionamento do corpo”, alerta Ana Paula.

Sucos detox

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Os sucos detox já estiveram mais em alta, mas ainda são adotados por muitas pessoas no intuito de desintoxicar, desinchar ou de “purificar o organismo”. Entretanto, a privação de nutrientes e de fontes consistentes de energia para o corpo, acabam intoxicando ainda mais o organismo, dado que o corpo aumenta a produção de hormônios relacionados ao estresse quando está em estado de privação energética. E os efeitos não param por aí, tomar apenas sucos por 2 ou 3 dias, diminui a frequência intestinal, aumentando o acúmulo de toxinas no intestino, prejudicando a frequência de evacuação.

Realizar dietas de emagrecimento ou para ganho de peso, sem a devida orientação, pode causar sérias complicação para o organismo. Cada pessoa tem necessidades específicas e individuais, e por isso, o acompanhamento de um nutricionista é fundamental. “A exclusão e/ou a restrição de grupos alimentares da dieta afeta diretamente a saúde. O equilíbrio e a variedade na dieta são fundamentais para garantir a adequada nutrição do organismo, sem deficiências e sem excessos nutricionais”, finaliza Ana Paula.

Fonte: Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos)

Conheça algumas das dietas mais absurdas da história

Dieta do Martini, do ovo cozido, do cubo de gelo… Conheça algumas das dietas mais malucas e quais são os perigos por trás de tantas restrições

Estar dentro da faixa de peso recomendada para sua idade, sexo e tipo físico não é apenas uma questão estética, mas também uma das principais medidas para evitar muitas doenças, incluindo diabetes, síndrome metabólica e alguns tipos de câncer.

Porém, o emagrecimento obtido a qualquer custo, como a perda de peso promovida pelas “dietas malucas”, não é um processo saudável. Pode até ser que a pessoa perca alguns quilos temporariamente, mas também se perde saúde.

Dietas restritivas não são sustentáveis, o que significa que o corpo sofre com a privação, fica suscetível a doenças e entra em um modo de economia de energia que fará a pessoa engordar assim que voltar a comer normalmente.

Pensando nisso,  uma lista com as dietas mais absurdas de que se tem notícia, mas avisamos desde já: você não deve segui-las, pois elas não ajudam a emagrecer e ainda oferecem riscos para a saúde! Saiba quais são:

Dieta do cubo de gelo

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Foto: Bosela

Vamos começar com uma das mais absurdas, que consiste em colocar cubos de gelo na boca quando se sente fome. Sim, a água é essencial para o bom funcionamento do organismo, o emagrecimento e a saciedade, mas não dessa forma! Ao tentar se “alimentar” de água, o corpo pode entrar em colapso pela mais absoluta falta de proteínas, carboidratos, vitaminas e outros nutrientes – e é muito mais provável que você fique doente do que realmente consiga seguir essa dieta por muito tempo.

Dieta Master Cleanse

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Foto: Medium

Essa dieta de nome sofisticado se propõe a fazer um detox por meio do consumo de uma limonada preparada com pimenta-caiena e xarope de bordo (maple) em substituição às refeições, água com sal pela manhã e laxantes antes de dormir. A cantora Beyoncé teria feito essa dieta por 14 dias, mas ela não deve servir de exemplo: depois de tanta privação, seu corpo pode entrar em um modo de economia de energia e, quando você voltar a se alimentar, tudo será armazenado na forma de gordura.

Dieta do Martini

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Se você está pensando que esta dieta envolve tomar vários drinques feitos com gim e vermute seco, calma que não é bem assim. Na verdade, a proposta seria fazer três refeições por dia, sendo que cada uma delas deve caber em uma taça de Martini, de 90 ml. Dizem os boatos que as atrizes Eva Longoria e Kate Beckinsale já foram adeptas, mas só o que podemos ter certeza é que ela não é nada saudável. Afinal, seria muito difícil fornecer ao corpo tudo o que ele precisa dessa maneira.

Dieta da papinha de neném

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Essa dieta segue o princípio da Dieta do Martini por impor um limite no volume de comida por refeição: neste caso, trata-se de um daqueles potes de papinha. A diferença é que a comida será sempre a própria papinha. Aparentemente, as atrizes Reese Whiterspoon e Jennifer Aniston já seguiram essa dieta, mesmo já estando bem crescidinhas para que a alimentação indicada para um bebê fosse suficiente para elas. Vale lembrar que muitas papinhas são riquíssimas em carboidratos e pobres em proteínas, e elas podem causar pico glicêmico pelo excesso de açúcar no sangue, o que dá ainda mais fome.

Dieta do ovo cozido

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Foto: Gimme Some Oven

O ovo é um alimento muito nutritivo devido ao seu conteúdo de proteínas de alta qualidade, vitamina A, E e do complexo B e minerais como cálcio, ferro e zinco. Inclusive, ele é indicado em várias dietas de emagrecimento, mas algumas passam dos limites. Nicole Kidman, por exemplo, alimentou-se apenas de ovos cozidos para perder o máximo de peso possível para o filme “Cold Mountain”, sendo uma unidade no café da manhã e duas ou três no almoço e no jantar. Um dos principais problemas é que um ovo cozido tem cerca de 200 mg de colesterol, enquanto o limite diário saudável seria de 300 mg. Assim, ao fim do dia, você acabaria ingerindo até 1.400 mg dessa gordura!

Dieta da banana

banana

A banana é rica em fibras, potássio, magnésio e vitamina A, por isso ela é muito saudável. O problema é quando as pessoas resolvem se alimentar exclusivamente dessa fruta em todas as refeições! Além do risco de perda muscular e anemia devido à falta de vitamina B12, os adeptos dessa dieta podem não emagrecer em função da alta quantidade de carboidratos, que favorecem o acúmulo de gordura na região abdominal.

Dieta do passarinho

sementes comida de passarinho pixabay
Pixabay

Se você não é uma ave, não vai ser muito bom para o seu organismo ter uma alimentação baseada apenas em grãos e sementes como soja, gergelim e linhaça. Por mais que eles ofereçam benefícios, seu consumo exclusivo não é algo saudável. A ex-Spice Girls e hoje estilista Victoria Beckham, que vive chamando atenção por sua magreza excessiva, teria seguido essa dieta. Porém, como o regime é pobre em proteínas e vitaminas, ela acabou perdendo massa muscular e ficando muito fraca.

Emagrecimento saudável

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Se você gostaria de perder alguns quilos por questão de saúde ou estética, saiba que não existe solução milagrosa. Assim, em vez de seguir uma dieta restritiva, o mais indicado é associar uma reeducação alimentar com os exercícios físicos. Reduzir o consumo de doces, frituras, alimentos gordurosos e produtos industrializados e dar preferência a frutas, verduras, legumes, cereais integrais e carnes magras é a base de qualquer dieta saudável.

Recomenda-se buscar o auxílio do nutricionista para conhecer o cardápio mais apropriado para suas necessidades e um profissional de Educação Física para acompanhar seus exercícios. Vale lembrar que nem mesmo a cirurgia plástica faz milagre. Embora a lipoaspiração, a lipoescultura, a abdominoplastia e outros procedimentos ajudem a redesenhar os contornos corporais, eles não são indicados para a perda de peso.

Para obter os melhores resultados, é necessário que o paciente já esteja dentro de uma faixa de peso saudável (ou pouco acima dela). Por isso, o primeiro passo é sempre a adoção de hábitos que visam uma melhora na saúde, combinado?

Fonte: Luciana Leonel Pepino é formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Fez residência médica em cirurgia geral pelo Hospital Universitário São José, em Belo Horizonte. É membro especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Atualmente, atende em São Paulo, na clínica que leva seu nome.

Dietas milagrosas: como não cair nessa armadilha

Todo mundo conhece alguém que emagreceu fazendo uma dieta extremamente restritiva, mas a maioria das pessoas não sabe dos malefícios que as limitações ao se alimentar podem trazer para seu organismo. Em algumas dietas, é comum a deficiência de nutrientes, o que pode causar problemas como baixa imunidade, sensação de cansaço, dor de cabeça, irritabilidade, noites de sono mal dormidas e até o mau funcionamento do intestino.

O carboidrato, por exemplo, um dos primeiros itens a serem riscados nas dietas de emagrecimento, é muito importante, pois fornece energia para o corpo, e não é recomendado simplesmente abrir mão desse nutriente. A nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria e consultora do Sabe Portal, recomenda que quem deseja emagrecer opte por uma reeducação alimentar que tenha quantidades equilibradas de nutrientes e que ao mesmo tempo seja adequada à rotina e aos hábitos de cada um. Para não cair em armadilhas, a profissional dá as dicas:

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Foto: Woman’s Day

1. Consulte sempre um profissional de saúde: é indicado que toda reeducação alimentar ou mudança no estilo de vida seja acompanhado por um nutricionista ou um médico.

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2. Hidrate-se: se não tiver facilidade em beber bastante água, opte por saborizá-la com frutas, por exemplo. Isso pode ajudar na sensação de sabor.

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Foto: Stocksnap/Pixabay

3. Experimente alimentos novos: não é porque você provou uma vez e não gostou que deve desistir daquele ingrediente, principalmente quando se trata de vegetais e verduras. Se o sabor não te agradou da primeira vez, procure preparar de maneiras diferentes ou junto com algum outro alimento que goste de consumir para acostumar o paladar.

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4. Tenha sempre em mente que restrição severa na alimentação não é saudável: podemos consumir todos os alimentos, desde que em quantidades adequadas e sem excessos.

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5. Tenha paciência, porque dietas restritivas não são a melhor solução: estudos variados com pessoas com excesso de peso ou obesas mostram que aqueles que realizam um emagrecimento lento e com mudanças para hábitos alimentares mais saudáveis têm maior redução da circunferência da cintura e do quadril, além de perderem mais gordura corporal. Já quem emagrece muito em pouco tempo apresenta maior redução de água no corpo e de massa magra. Isso mostra que emagrecimentos de longo prazo são mais saudáveis e apresentam uma perda efetiva de gordura.

Brasileiros estão entre os que mais se preocupam com os ingredientes daquilo que consomem

Análise da GfK revela que gordura trans, gordura saturada, conservantes, corantes, açúcar branco e sal/sódio estão entre os principais vilões para os consumidores.

O Brasil é um dos países onde a preocupação com a saúde é altíssima e crescente. Talvez por conta de alguns índices extremamente preocupantes. Entre eles, que 25% dos brasileiros sofrem de hipertensão arterial e este percentual sobe a partir dos 55 anos, 40% tem problemas com colesterol alto, 8% tem diabetes e um a cada três adultos com mais de 18 anos está com excesso de peso e 10% é considerado obeso. Sem dúvida, são números alarmantes.

E podem ser a explicação de porque os brasileiros, cada vez mais, preocupam-se com os ingredientes daquilo que consomem. É o que revela o mais recente estudo da GfK, uma das mais respeitadas empresas globais de pesquisa, sobre os ingredientes que os brasileiros consideram serem as maiores ameaças à sua saúde.

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Na comparação com o resto do mundo, o consumidor brasileiro, em média, tem um interesse por alimentos saudáveis 9% acima da média global: 70% no Brasil, contra 61% no resto do mundo e 66% na América Latina. 86% dos brasileiros dizem evitar alimentos processados, no resto do mundo esse número é de 73% e na América Latina 82%. Ainda na liderança da média global, 73% dos consumidores do Brasil dizem buscar alimentos nutritivos contra 63% da média global e 72% dos latino-americanos.

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Outra conclusão que o estudo revelou foi que o brasileiro se julga consciente dos ingredientes que são potencialmente prejudiciais dos alimentos e bebidas que tenham em casa. “Porém, mesmo que avaliem a tabela nutricional dos produtos em seus rótulos, ainda tem duvidas como Até quanto de carboidrato/açúcar é nocivo, por exemplo”, afirma Renato Oliveira, diretor da GfK e coordenador do estudo.

Na mesma direção, ainda segundo a GfK, 66% dos brasileiros consideram importante que as informações dos rótulos sejam fáceis de ler e entender, contra 58% da média global. “Na opinião dos entrevistados, um produto saudável é caracterizado pela redução de ingredientes considerados prejudiciais à saúde” pondera Renato. Entre os maiores vilões, lideram a lista, pela ordem das citações, as gorduras trans ou hidrogenadas para 65% dos ouvidos, a gordura saturada para 64%, conservantes 64%, corantes 58%, açúcar branco 54% e sal/sódio também 54%.

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Entre os alimentos e bebidas considerados mais prejudiciais à saúde, os refrigerantes são os mais citados pelos entrevistados com um percentual de 36%, com a justificativa de conter açúcar, gás, conservantes, corantes e aromas. Logo em seguida, citada por 34% dos consultados vem as bolachas doces e para 33% as salgadas, ambas pela presença de carboidratos, corantes, conservantes, gorduras e glúten. No caso das doces, os consumidores também citaram a presença de açúcar como item presente e prejudicial. Os salgadinhos vem logo a seguir como produto prejudicial para 32% dos consultados pelo estudo.

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Já entre os produtos que as famílias mais citaram terem reduzido o consumo em suas casas, a lista é encabeçada pelos refrigerantes, seguidos por frituras, sucos em pó, embutidos, fast foods, congelados, e sopas industrializadas. A principal razão para a redução destes (e de outros) produtos foi a presença, pela ordem, de gorduras (trans e saturadas), açúcar e sódio especialmente.

O estudo também identificou quais os principais efeitos negativos de cada ingrediente, na opinião dos consumidores brasileiros. A gordura saturada é citada por 80% dos respondentes como associada a aumentar o colesterol, por 67% como um ingrediente que engorda e por 61% que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão. Já o açúcar branco é citado por 80% dos consultados como um produto que engorda, por 71% que aumenta o risco de diabetes e por 62% que produz cárie. O sódio é citado por 79% dos respondentes como um produto que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão.

“Por outro lado, o adoçante, que em países desenvolvidos é considerado um temido vilão, aqui no Brasil é citado por apenas 35% dos ouvidos como um produto que aumenta o risco de diabetes e por outros 35% de que aumenta o riso de câncer”, finaliza Oliveira.

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GfK

A GfK é uma corporação global nascida na Alemanha em 1934. Listada na bolsa de valores de Frankfurt, há mais de 80 anos é fonte confiável de informações relevantes sobre mercados e consumidores, permitindo que seus clientes – varejo e indústria – tomem decisões mais assertivas em seu cotidiano. Conta com mais de 13 mil especialistas em pesquisa de mercado que combinam a paixão pelo que fazem com uma longa e vasta experiência em ciência de dados. Isso permite que a GfK forneça insights globais, combinados à inteligência de mercado local, em mais de 100 países. Por meio de tecnologias inovadoras e da interpretação de dados, a GfK transforma o big data em dados inteligentes, possibilitando que seus clientes alavanquem sua vantagem competitiva, enriquecendo suas experiências, b em como as escolhas dos consumidores.

Dietas restritivas podem contribuir para ganho de peso

Muitas pessoas ficam preocupadas com o ganho excessivo de peso. Independente da dieta restritiva que for adotada, o importante é manter uma alimentação balanceada e muita hidratação, não só durante o período de dieta, mas durante todo o ano.

Para chegar ao peso desejado, algumas pessoas apostam em dietas da moda, longos períodos de jejum, que restringem certos alimentos. Contudo, especialistas orientam que a má alimentação e a falta de hidratação podem trazer problemas para a saúde.

As dietas restritivas são aquelas que reduzem a quantidade de calorias ingeridas, variando de 600 a 800 calorias ao dia. Essas restrições geralmente são feitas às custas da remoção de um ou outro nutriente da dieta diária, como a exclusão dos carboidratos.

Uma pessoa saudável gasta em torno de 22 a 35 calorias por quilo ao dia para realizar suas atividades normais, sem contar os 15% a mais para as questões de sobrevivência. Considerando, por exemplo, um paciente com 80 quilos, sem contar atividade física, tem um gasto médio de duas mil calorias ao dia.

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Agora, imagine que esse paciente escolha fazer uma dieta que restrinja a quantidade de calorias ingeridas durante o seu dia. “Sem ser avisado, seu corpo continua gastando energia, o que de fato proporcionará uma perda de peso inicial considerável. Contudo, ao perceber esse menor aporte de calorias, o corpo começa a se defender e busca um modo mais econômico para viver. Por esse motivo perde-se de fato uma quantidade de peso maior, depois isso diminui gradativamente, porque o nosso corpo se adapta a nova rotina restritiva”, explica Celso Cukier, nutrólogo do Hospital São Luiz Morumbi.

Outro ponto importante contra as dietas restritivas está relacionado às células de gordura, pois, em um primeiro momento, elas apenas diminuem de tamanho e não são eliminadas. Após duas ou três semanas, o paciente volta a comer normal e as células, então, se enchem rapidamente de gordura. Ao atingirem seu tamanho máximo, automaticamente fabricam nova célula de gordura, o que pode terminar em um peso maior do que antes de iniciar a dieta.

Cukier explica que estudos das dietas restritivas concluem que todas funcionam para perda de peso, mas são prejudiciais à saúde. “É preciso ponderar que são, na sua grande maioria, deficientes em uma série de nutrientes, vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso corpo, principalmente se adotadas por uso prolongado”, orienta.

Para os que têm a intenção de interromper a dieta para “enfiar o pé na jaca”, o especialista reuniu algumas dicas importantes:

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– A principal dica é não exagerar nem para mais e nem para menos, mas pensar em estar bem para os próximos meses.

– O álcool é muito calórico e se deposita também como gordura, além de desidratar. Então, sempre que ingerir álcool, procure se hidratar com água na mesma ou em maiores proporções.

– Exagere nas frutas, elas também ajudam a manter o corpo saudável.

Fonte: Hospital São Luiz Morumbi

 

O que você pode comer após uma colonoscopia

O cólon ou intestino grosso é uma parte vital do trato digestivo que necessita de exames periódicos em adultos mais velhos. A colonoscopia é um procedimento que é realizado para detectar qualquer anormalidade no cólon, como câncer colorretal ou pólipos que podem evoluir para câncer.

Antes de uma pessoa fazer uma colonoscopia, ela precisa seguir uma dieta restrita para que o cólon esteja vazio. Também não é recomendado comer nada nas primeiras horas após uma colonoscopia, e as pessoas também devem seguir as instruções do médico sobre o que podem comer nos próximos dias.

É importante que uma pessoa coma alimentos que darão ao sistema digestivo tempo para começar a trabalhar normalmente de novo.

Alimentos para comer

Para facilitar o funcionamento do aparelho digestivo e ajudar a evitar a irritação do sistema digestivo, os médicos recomendam que as pessoas comam alimentos macios e fáceis de digerir após uma colonoscopia.

Uma prioridade após uma colonoscopia é reidratar. As pessoas podem fazer isso bebendo água ou outras bebidas e comendo alimentos à base de líquido como sopa.

Após uma colonoscopia, o médico provavelmente recomendará o seguinte:

1. Água

A água é essencial para ajudar as pessoas a se reidratarem. Algumas podem achar que precisam de mais líquido do que o habitual após uma colonoscopia.

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2. Bebidas com eletrólitos

É importante substituir os eletrólitos quando desidratados. Para ajudar a restauração, as pessoas podem preferir tomar uma bebida esportiva. Muitos isotônicos que contêm eletrólitos estão disponíveis.

3. Suco de vegetais ou frutas

Há uma grande variedade de vegetais, frutas e bebidas combinadas que as pessoas podem escolher. Esses sucos também contêm eletrólitos e nutrientes adicionais.

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4. Chá de ervas

Chá de ervas muitas vezes contêm ingredientes que podem aliviar o trato digestivo.

5. Picolés

Picolés contêm bastante açúcar e líquido. Ambos são importantes após uma colonoscopia para ajudar a aumentar os níveis de energia.

6. Bolachas

Saltines e bolachas são fáceis de digerir. Ambas são boas escolhas após uma colonoscopia.

7. Manteiga de noz suave

Manteigas de nozes são geralmente fáceis de digerir. As pessoas devem evitar estilos pesados ​​e escolher as variedades suaves.

8. Purê de batatas

Purê de batata é um alimento mole que é uma boa opção alimentar após uma colonoscopia.

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9. Peixe branco

O peixe branco é tipicamente macio, o que o torna uma boa escolha após uma colonoscopia. É melhor evitar o peixe com muita espinha ou gorduroso.

10. Compota de Maçã

Compota de maçã contém fibra que é facilmente digerível e não irritará o trato digestivo. Também contém açúcares e carboidratos que ajudarão a restaurar os níveis de energia. Além disso, contém pectina, que pode ajudar a prevenir a diarreia.

11. Sopa

Frango e outras sopas suaves são uma boa escolha. As pessoas devem evitar sopas picantes ou contendo cevada.

12. Gelatina ou pudim

Gelatina e pudim são alimentos recomendados após uma colonoscopia.

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Fotos: FreeFoodPhotos

13. Ovos Mexidos

Ovos mexidos são macios, além de ser uma boa fonte de proteína. As pessoas devem evitar adicionar leite, pimenta ou queijo para não irritar o trato digestivo.

14. Conservas ou frutas em pedaços

Frutas enlatadas, como pêssegos ou abacaxis, são bons alimentos moles. Fruta em conserva ou em pedaços costuma estar descascada, o que é ideal, pois as pessoas devem evitar a casca da fruta.

15. Torrada ou pão branco

Semelhante ao cracker, o pão branco é um alimento muito brando que é bom consumir por alguns dias após uma colonoscopia.

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16. Legumes cozidos

Legumes bem cozidos, assados ou salteados, até ficarem macios, são uma boa escolha após uma colonoscopia.

Alimentos para evitar

Embora um procedimento de colonoscopia não demore muito, o cólon precisa de tempo para se recuperar do procedimento em si e da preparação para o mesmo. Assim, por um dia ou mais após uma colonoscopia, é aconselhável evitar alimentos que são difíceis de digerir, como fibras e condimentos. Também é uma boa ideia evitar alimentos pesados ​​e gordurosos, pois podem causar náuseas e vômitos após a anestesia.

Se outro procedimento, como a remoção de um pólipo, também tiver ocorrido, o médico pode recomendar restrições alimentares adicionais. Estas incluem alimentos contendo pequenas sementes, grãos e nozes, pois essas pequenas partículas duras podem ficar presas na ferida cicatrizante e causar infecção.

Durante uma colonoscopia, o gás é soprado no cólon para abri-lo e permitir uma melhor visibilidade durante a colonoscopia. Após o procedimento, esse excesso de gás pode ser desconfortável, e uma pessoa pode sentir a necessidade de eliminar gases com mais frequência.

Por causa disso, melhor optar por evitar alimentos que causem gases adicionais, como feijões ou bebidas carbonatadas.

Evite estes alimentos após uma colonoscopia:

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-condimentos ou comida bem condimentada
-nozes inteiras ou picadas
-álcool
-pipoca
-coco
-alimentos fritos, como frango empanado e batata frita
-milho
-vegetais crus ou mal cozidos
-arroz integral
-leguminosas
-pão integral e produtos assados
-proteínas difíceis, como bife
-fruta com pele, como maçãs
-especiarias

Dicas para ter um cólon saudável

O cólon é uma parte essencial do trato digestivo. A partir dos 50 anos, as pessoas devem fazer colonoscopias a cada dez anos para garantir que não tenham nenhum problema. Alguns casos podem exigir exames adicionais.

É importante que uma pessoa cuide bem da saúde do cólon. O câncer de cólon raramente é hereditário e, em muitos casos, uma pessoa pode preveni-lo ao:

-fazer escolhas de estilo de vida saudáveis
-manter um baixo índice de IMC
-comer alimentos saudáveis

Segundo pesquisa, os seguintes fatores contribuem para que uma pessoa desenvolva câncer de cólon:

-altos níveis de insulina
-dietas ricas em açúcares refinados
-obesidade
-gordura abdominal
-dietas com baixo teor de fibra

açúcar

As pessoas devem evitar alimentos que contenham:

-gordura saturada alta
-grandes quantidades de açúcar
-carnes vermelhas
-carnes processadas

As pessoas devem fazer escolhas saudáveis de estilo de vida. Fumar e beber muito álcool podem contribuir para o câncer de cólon. Exercício físico é uma parte importante da saúde geral e pode ter um impacto significativo na redução do risco de câncer de cólon.

As pessoas também devem ter uma dieta rica em:

Frutas

-grãos integrais
-frutas e vegetais
-proteínas magras
-produtos à base de leite com baixo teor de gordura

Panorama geral

A colonoscopia é uma forma comum, curta e principalmente segura de investigação. Deve ser realizada regularmente para todas as pessoas com mais de 50 anos. É importante lembrar que a preparação e a recuperação podem levar tempo, embora o procedimento em si não demore muito.

É essencial seguir as recomendações de um médico após uma colonoscopia. Potencial desconforto e dor após o procedimento podem ser evitados comendo alimentos recomendados.

Fonte: MedicalNewsToday

 

Restaurante: as melhores escolhas para cada situação

Do italiano ao japonês: aprenda a fazer boas escolhas para não atrapalhar o processo de emagrecimento

Para quem deseja perder peso, sair de casa para ir ao restaurante sempre é um teste para o autocontrole. São nesses momentos que perdemos o controle da situação e nos rendemos às tentações que estão bem ali à nossa disposição. Por outro lado, o segredo do emagrecimento saudável está justamente em aderir a hábitos saudáveis de longo prazo – a famosa reeducação alimentar.

O primeiro passo é ter determinação para querer de fato transformar seus hábitos alimentares. Sabe aquele ditado de que quantidade não é qualidade? “Essa frase resume o conceito básico da reeducação alimentar, pois se trata de escolher nutrir o corpo com alimentos de qualidade, e não em quantidade” resume Juliana Mauri, nutricionista da Cia. da Consulta.

O processo exige uma mudança no estilo de vida, motivo pelo qual muitas pessoas desistem no meio do caminho. “Não é fácil, mas contribui para a perda de peso e ainda traz inúmeros benefícios para sua saúde”, completa a especialista. A causa para a demora em obter resultados pode estar na presença de hábitos inofensivos do nosso dia a dia, mas que são capazes de sabotar o processo de emagrecimento. Além disso, não podemos nos isolar totalmente de uma vida social e o segredo é saber fazer boas escolhas independentemente da situação. Confira a seguir as dicas da nutricionista:

No restaurante Italiano

Hábito ruim:
· Comer massas com recheios.
· Optar por molhos gordurosos, como o de queijo e o branco.
· Utilizar queijo ralado em excesso.

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Solução
Prefira as massas sem recheio.
Priorize pratos com molho vermelho.
Controle o consumo de queijo ralado.

Na churrascaria

Hábito ruim:
· Comer carnes gordurosas e em excesso, mesmo que já esteja satisfeito.

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Solução
· Fuja da típica frase “vamos fazer valer o dinheiro que foi pago pelo rodizio”.

Inicie a refeição pela salada.
Prefira as carnes magras com menor teor de gordura, como maminha ou alcatra.
Opte também por peixes e peito de frango sem pele.
Evite alimentos fritos.
Peça uma salada de fruta para a sobremesa.

Na hamburgueria

Habito ruim:
· Pedir lanche com mais de um hambúrguer.
· Incluir condimentos, como queijo e molhos.
· Optar por acompanhamentos como batata frita e refrigerante.

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McDonalds

Solução
Peça sanduíche de frango ou peixe.
Evite molhos e queijos.
Prefira tomar água.

No restaurante japonês

Hábito ruim:
· Consumir arroz em excesso, pois o arroz japonês pode conter açúcar em seu preparo.
· Optar por frituras em excesso.
· Tomar suco de fruta durante ou após a refeição.

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Solução
Prefira consumir o temaki sem arroz.
Priorize o sushi de peixe, pois o de camarão é gorduroso e mais calórico.
Evite as frituras.
Peça um picolé de fruta para a sobremesa.
Beba água para acompanhar a refeição, pois os sucos são calóricos.

Fonte: Cia da Consulta é uma clínica que oferece serviços médicos de alta qualidade a preços acessíveis. Disponibiliza consultas em mais de 32 especialidades, entre elas clínica geral, cardiologia, ginecologia, oftalmologia, além de check ups, exames e cirurgias