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O que você pode comer após uma colonoscopia

O cólon ou intestino grosso é uma parte vital do trato digestivo que necessita de exames periódicos em adultos mais velhos. A colonoscopia é um procedimento que é realizado para detectar qualquer anormalidade no cólon, como câncer colorretal ou pólipos que podem evoluir para câncer.

Antes de uma pessoa fazer uma colonoscopia, ela precisa seguir uma dieta restrita para que o cólon esteja vazio. Também não é recomendado comer nada nas primeiras horas após uma colonoscopia, e as pessoas também devem seguir as instruções do médico sobre o que podem comer nos próximos dias.

É importante que uma pessoa coma alimentos que darão ao sistema digestivo tempo para começar a trabalhar normalmente de novo.

Alimentos para comer

Para facilitar o funcionamento do aparelho digestivo e ajudar a evitar a irritação do sistema digestivo, os médicos recomendam que as pessoas comam alimentos macios e fáceis de digerir após uma colonoscopia.

Uma prioridade após uma colonoscopia é reidratar. As pessoas podem fazer isso bebendo água ou outras bebidas e comendo alimentos à base de líquido como sopa.

Após uma colonoscopia, o médico provavelmente recomendará o seguinte:

1. Água

A água é essencial para ajudar as pessoas a se reidratarem. Algumas podem achar que precisam de mais líquido do que o habitual após uma colonoscopia.

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2. Bebidas com eletrólitos

É importante substituir os eletrólitos quando desidratados. Para ajudar a restauração, as pessoas podem preferir tomar uma bebida esportiva. Muitos isotônicos que contêm eletrólitos estão disponíveis.

3. Suco de vegetais ou frutas

Há uma grande variedade de vegetais, frutas e bebidas combinadas que as pessoas podem escolher. Esses sucos também contêm eletrólitos e nutrientes adicionais.

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4. Chá de ervas

Chá de ervas muitas vezes contêm ingredientes que podem aliviar o trato digestivo.

5. Picolés

Picolés contêm bastante açúcar e líquido. Ambos são importantes após uma colonoscopia para ajudar a aumentar os níveis de energia.

6. Bolachas

Saltines e bolachas são fáceis de digerir. Ambas são boas escolhas após uma colonoscopia.

7. Manteiga de noz suave

Manteigas de nozes são geralmente fáceis de digerir. As pessoas devem evitar estilos pesados ​​e escolher as variedades suaves.

8. Purê de batatas

Purê de batata é um alimento mole que é uma boa opção alimentar após uma colonoscopia.

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9. Peixe branco

O peixe branco é tipicamente macio, o que o torna uma boa escolha após uma colonoscopia. É melhor evitar o peixe com muita espinha ou gorduroso.

10. Compota de Maçã

Compota de maçã contém fibra que é facilmente digerível e não irritará o trato digestivo. Também contém açúcares e carboidratos que ajudarão a restaurar os níveis de energia. Além disso, contém pectina, que pode ajudar a prevenir a diarreia.

11. Sopa

Frango e outras sopas suaves são uma boa escolha. As pessoas devem evitar sopas picantes ou contendo cevada.

12. Gelatina ou pudim

Gelatina e pudim são alimentos recomendados após uma colonoscopia.

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Fotos: FreeFoodPhotos

13. Ovos Mexidos

Ovos mexidos são macios, além de ser uma boa fonte de proteína. As pessoas devem evitar adicionar leite, pimenta ou queijo para não irritar o trato digestivo.

14. Conservas ou frutas em pedaços

Frutas enlatadas, como pêssegos ou abacaxis, são bons alimentos moles. Fruta em conserva ou em pedaços costuma estar descascada, o que é ideal, pois as pessoas devem evitar a casca da fruta.

15. Torrada ou pão branco

Semelhante ao cracker, o pão branco é um alimento muito brando que é bom consumir por alguns dias após uma colonoscopia.

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16. Legumes cozidos

Legumes bem cozidos, assados ou salteados, até ficarem macios, são uma boa escolha após uma colonoscopia.

Alimentos para evitar

Embora um procedimento de colonoscopia não demore muito, o cólon precisa de tempo para se recuperar do procedimento em si e da preparação para o mesmo. Assim, por um dia ou mais após uma colonoscopia, é aconselhável evitar alimentos que são difíceis de digerir, como fibras e condimentos. Também é uma boa ideia evitar alimentos pesados ​​e gordurosos, pois podem causar náuseas e vômitos após a anestesia.

Se outro procedimento, como a remoção de um pólipo, também tiver ocorrido, o médico pode recomendar restrições alimentares adicionais. Estas incluem alimentos contendo pequenas sementes, grãos e nozes, pois essas pequenas partículas duras podem ficar presas na ferida cicatrizante e causar infecção.

Durante uma colonoscopia, o gás é soprado no cólon para abri-lo e permitir uma melhor visibilidade durante a colonoscopia. Após o procedimento, esse excesso de gás pode ser desconfortável, e uma pessoa pode sentir a necessidade de eliminar gases com mais frequência.

Por causa disso, melhor optar por evitar alimentos que causem gases adicionais, como feijões ou bebidas carbonatadas.

Evite estes alimentos após uma colonoscopia:

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-condimentos ou comida bem condimentada
-nozes inteiras ou picadas
-álcool
-pipoca
-coco
-alimentos fritos, como frango empanado e batata frita
-milho
-vegetais crus ou mal cozidos
-arroz integral
-leguminosas
-pão integral e produtos assados
-proteínas difíceis, como bife
-fruta com pele, como maçãs
-especiarias

Dicas para ter um cólon saudável

O cólon é uma parte essencial do trato digestivo. A partir dos 50 anos, as pessoas devem fazer colonoscopias a cada dez anos para garantir que não tenham nenhum problema. Alguns casos podem exigir exames adicionais.

É importante que uma pessoa cuide bem da saúde do cólon. O câncer de cólon raramente é hereditário e, em muitos casos, uma pessoa pode preveni-lo ao:

-fazer escolhas de estilo de vida saudáveis
-manter um baixo índice de IMC
-comer alimentos saudáveis

Segundo pesquisa, os seguintes fatores contribuem para que uma pessoa desenvolva câncer de cólon:

-altos níveis de insulina
-dietas ricas em açúcares refinados
-obesidade
-gordura abdominal
-dietas com baixo teor de fibra

açúcar

As pessoas devem evitar alimentos que contenham:

-gordura saturada alta
-grandes quantidades de açúcar
-carnes vermelhas
-carnes processadas

As pessoas devem fazer escolhas saudáveis de estilo de vida. Fumar e beber muito álcool podem contribuir para o câncer de cólon. Exercício físico é uma parte importante da saúde geral e pode ter um impacto significativo na redução do risco de câncer de cólon.

As pessoas também devem ter uma dieta rica em:

Frutas

-grãos integrais
-frutas e vegetais
-proteínas magras
-produtos à base de leite com baixo teor de gordura

Panorama geral

A colonoscopia é uma forma comum, curta e principalmente segura de investigação. Deve ser realizada regularmente para todas as pessoas com mais de 50 anos. É importante lembrar que a preparação e a recuperação podem levar tempo, embora o procedimento em si não demore muito.

É essencial seguir as recomendações de um médico após uma colonoscopia. Potencial desconforto e dor após o procedimento podem ser evitados comendo alimentos recomendados.

Fonte: MedicalNewsToday

 

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Restaurante: as melhores escolhas para cada situação

Do italiano ao japonês: aprenda a fazer boas escolhas para não atrapalhar o processo de emagrecimento

Para quem deseja perder peso, sair de casa para ir ao restaurante sempre é um teste para o autocontrole. São nesses momentos que perdemos o controle da situação e nos rendemos às tentações que estão bem ali à nossa disposição. Por outro lado, o segredo do emagrecimento saudável está justamente em aderir a hábitos saudáveis de longo prazo – a famosa reeducação alimentar.

O primeiro passo é ter determinação para querer de fato transformar seus hábitos alimentares. Sabe aquele ditado de que quantidade não é qualidade? “Essa frase resume o conceito básico da reeducação alimentar, pois se trata de escolher nutrir o corpo com alimentos de qualidade, e não em quantidade” resume Juliana Mauri, nutricionista da Cia. da Consulta.

O processo exige uma mudança no estilo de vida, motivo pelo qual muitas pessoas desistem no meio do caminho. “Não é fácil, mas contribui para a perda de peso e ainda traz inúmeros benefícios para sua saúde”, completa a especialista. A causa para a demora em obter resultados pode estar na presença de hábitos inofensivos do nosso dia a dia, mas que são capazes de sabotar o processo de emagrecimento. Além disso, não podemos nos isolar totalmente de uma vida social e o segredo é saber fazer boas escolhas independentemente da situação. Confira a seguir as dicas da nutricionista:

No restaurante Italiano

Hábito ruim:
· Comer massas com recheios.
· Optar por molhos gordurosos, como o de queijo e o branco.
· Utilizar queijo ralado em excesso.

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Solução
Prefira as massas sem recheio.
Priorize pratos com molho vermelho.
Controle o consumo de queijo ralado.

Na churrascaria

Hábito ruim:
· Comer carnes gordurosas e em excesso, mesmo que já esteja satisfeito.

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Solução
· Fuja da típica frase “vamos fazer valer o dinheiro que foi pago pelo rodizio”.

Inicie a refeição pela salada.
Prefira as carnes magras com menor teor de gordura, como maminha ou alcatra.
Opte também por peixes e peito de frango sem pele.
Evite alimentos fritos.
Peça uma salada de fruta para a sobremesa.

Na hamburgueria

Habito ruim:
· Pedir lanche com mais de um hambúrguer.
· Incluir condimentos, como queijo e molhos.
· Optar por acompanhamentos como batata frita e refrigerante.

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McDonalds

Solução
Peça sanduíche de frango ou peixe.
Evite molhos e queijos.
Prefira tomar água.

No restaurante japonês

Hábito ruim:
· Consumir arroz em excesso, pois o arroz japonês pode conter açúcar em seu preparo.
· Optar por frituras em excesso.
· Tomar suco de fruta durante ou após a refeição.

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Solução
Prefira consumir o temaki sem arroz.
Priorize o sushi de peixe, pois o de camarão é gorduroso e mais calórico.
Evite as frituras.
Peça um picolé de fruta para a sobremesa.
Beba água para acompanhar a refeição, pois os sucos são calóricos.

Fonte: Cia da Consulta é uma clínica que oferece serviços médicos de alta qualidade a preços acessíveis. Disponibiliza consultas em mais de 32 especialidades, entre elas clínica geral, cardiologia, ginecologia, oftalmologia, além de check ups, exames e cirurgias

 

 

Por que a fome aumenta quando a temperatura cai?

A nutróloga especialista em emagrecimento Ana Luisa Vilela, da Clínica Slim Form, conta porque é tão comum acabar comendo mais e sentindo vontade daquelas delícias mais calóricas durante o inverno. E, afinal, por que isso acontece?

“O gasto energético nesta época do ano é maior, já que o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal estável. Esse aumento de apetite é uma resposta do corpo que solicita mais energia, e a resposta disso é a ingestão de mais alimentos que, muitas vezes, são mais calóricos”, explica a nutróloga.

Mas se a vontade de comer vem à tona, com certeza não é de alimentos crus e frios, Por isso a ingestão de saladas, legumes e frutas, diminui nessa época e dá espaço para as gorduras e açúcares. “Os excessos nas gorduras são resultado da necessidade do organismo de produzir serotonina: um neurotransmissor que promove a sensação de bem-estar, que é diminuído principalmente em pessoas que não se sentem confortáveis com as temperaturas mais baixas”, fala a médica.

Os descontos na comida, além de engordarem, podem ainda desenvolver doenças como hipertensão e obesidade, além de contribuir para o aumento dos níveis de colesterol e triglicéride – que elevam os riscos de problemas cardiovasculares – é o que alerta da médica que deixa algumas dicas para os dias mais frios:

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– Aumente o consumo de proteínas, que demoram mais para serem metabolizadas e liberadas, assim a sensação de saciedade aumenta;

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– Evite os excessos de carboidratos, pães, bolos e massas brancas;

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– Evite as sopas tipo creme;

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Pixabay

– Abuse de chás que, além de esquentar o corpo, aumentam sensação de bem estar e diminuem a vontade de doces e açúcares;

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– Prefira as frutas típicas desta época que ainda são ricas em vitamina C, como: morangos, limão e maracujá;

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– Na hora de consumir chocolate em barra ou em pó para as bebidas quentes, use a versão 70% cacau.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, está à frente da rede da Clínica Slim Form

 

Os gatilhos da síndrome do intestino irritável e como evitá-los

Quando você conhece as coisas que podem fazer com que seus sintomas de SII se manifestem, os chamados gatilhos, você pode fazer um plano para evitá-los. Dessa forma, pode trabalhar para manter os problemas como constipação, diarreia, dor de barriga e inchaço no nível mínimo.

A síndrome do Intestino Irritável é diferente para todos, mas acompanhar como você reage aos gatilhos dos sintomas mais comuns pode ajudar a aprender a evitá-los.

1. Fatores desencadeantes de constipação na SII

Alguns alimentos podem piorar a constipação relacionada à SII, incluindo:

=Pães e cereais feitos com grãos refinados (não inteiros)
=Alimentos processados, como chips e biscoitos
=Café, refrigerantes e álcool
=Dietas de alta proteína
=Produtos lácteos, especialmente queijo

Melhores escolhas de dieta para a constipação:

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=Aumente gradualmente o consumo de fibras em 2 a 3 gramas por dia até comer 25 (para mulheres) ou 38 (para homens) gramas por dia. Boas fontes incluem pão integral e cereais, feijão, frutas e legumes.
=Coma uma quantidade moderada de alimentos que contenham sorbitol, como ameixas secas e suco de ameixa.
=Beba muita água pura todos os dias.
=Experimente linhaça moída. Você pode polvilhar em saladas e legumes cozidos.

2. Fatores desencadeantes de diarreia na SII

Os alimentos que podem piorar a diarreia relacionada à síndrome para algumas pessoas incluem:

=Excesso de fibra, especialmente o tipo insolúvel que encontramos na casca de frutas e legumes
=Alimentos e bebidas com chocolate, álcool, cafeína, frutose ou sorbitol
=Refrigerantes
=Grandes refeições
=Alimentos fritos e gordurosos
=Produtos lácteos, especialmente em pessoas que não conseguem digerir a lactose do açúcar do leite, a chamada intolerância à lactose
=Alimentos com trigo para pessoas que são alérgicas ou têm uma reação ruim ao glúten

Melhores escolhas de dieta para diarreia:

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Foto: Haaijk/Pixabay

=Coma uma quantidade moderada de fibra solúvel. Adiciona volume a suas fezes. Boas fontes são pães integrais, aveia, cevada, arroz integral, massa integral, frutas (não a casca) e frutas secas.
=Não coma alimentos em temperaturas opostas, como água gelada e sopa quente, na mesma refeição.
=Fique longe de brócolis, cebola e repolho. Eles causam gases, o que pode fazer você se sentir pior.
=Coma porções menores.
=Beba água uma hora antes ou depois das refeições, não enquanto você comer.
=Converse com seu médico ou nutricionista se você acha que pode ter uma alergia ao trigo.
=Para aliviar os sintomas de inchaço e gases, tente evitar alimentos gasosos, como feijão, couve de Bruxelas, germe de trigo, passas e aipo.

3. Estresse e ansiedade, gatilhos da SII

Estresse e ansiedade podem piorar os sintomas da SII. As preocupações podem vir de muitas fontes, incluindo:

=Trabalho
=Trânsito/transporte
=Problemas em casa
=Problemas financeiros
=Uma sensação de que as coisas estão fora de controle

Como gerenciar o estresse:

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Foto: Philly

-Tenha hábitos saudáveis. Mantenha uma dieta bem equilibrada que funcione para a SII. Faça exercícios regulares e durma o suficiente.
-Faça algo divertido quantas vezes você puder. Ouça música, leia, faça compras ou caminhe.
-Aprenda maneiras melhores de se acalmar com a terapia comportamental. Existem alguns tipos: terapia de relaxamento, biofeedback, hipnoterapia, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia.
-Se você se sentir à vontade, converse com familiares, amigos íntimos, seu chefe ou colegas de trabalho sobre a síndrome. Quando eles sabem o que está acontecendo, podem apoiá-lo e entender melhor como isso afeta você.

4. Drogas que podem desencadear SII

Algumas drogas podem desencadear constipação ou diarreia. Pessoas com a síndrome podem ter problemas com:

  • Antibióticos
  • Alguns antidepressivos
  • Remédios feitos com sorbitol, como xarope para tosse

Como escolher melhores medicamentos:

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Converse com seu médico sobre a mudança para uma droga que não fará com que seus sintomas aumentem. Mas pergunte antes de parar de tomar seus remédios.
Escolha antidepressivos com sabedoria. Os mais antigos, chamados antidepressivos tricíclicos, podem causar constipação. Os convencionais, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem) e a sertralina (Zoloft), podem causar diarreia. Trabalhe com o seu médico para encontrar o caminho certo.

5. Gatilhos da menstruação na SII

Mulheres com a síndrome tendem a ter os sintomas piorados durante a menstruação. Não há muito o que fazer para evitar isso, mas você pode aliviar a dor e o desconforto durante esse período do mês.

Como se sentir melhor:

Pense em tomar pílulas anticoncepcionais. Elas podem tornar as menstruações mais regulares. Mas podem causar efeitos colaterais, como dores de estômago, vômitos, cólicas estomacais ou inchaço, diarreia e constipação. Trabalhe com o seu médico para encontrar algo que funcione sem causar outros problemas. Trate a TPM grave. Algumas drogas que tratam a depressão podem ajudar, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem), a paroxetina (Paxil) e a sertralina (Zoloft).

6. Outros gatilhos

-Comer enquanto você trabalha ou dirige
-Comer muito rapidamente
-Goma de mascar
-Exercício insuficiente

O que fazer:

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-Corte as distrações enquanto você come.

-Tente fazer pelo menos 30 minutos de exercício por dia. Pode ajudar a prevenir a constipação e aliviar o estresse.

-Além disso, certifique-se de conversar com seu médico sobre todas as suas opções de tratamento para a síndrome com constipação e/ou com diarreia.

Referência Médica WebMD Revisado por Minesh Khatri, MD em 25 de março de 2018

Kit de sobrevivência para quem tem síndrome do intestino irritável

1-Esteja preparado

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Síndrome do intestino irritável (SII) pode ser um desafio para conviver. Estar fora de casa traz desafios maiores. Se você pensa no futuro e mantenha alguns suprimentos de emergência à mão, assim poderá lidar melhor com os sintomas.

2-Saiba para onde ir

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Qualquer pessoa com SII precisa mapear os caminhos a seguir se uma emergência ocorrer. Como chego ao banheiro mais próximo? Qual é a saída mais rápida, mais fácil e menos visível? Se você tiver um plano, as coisas correrão muito melhor quando surgirem problemas.

3-Confira o menu

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Sair para comer pode ser assustador para alguém com a síndrome. Algo que pode acioná-la pode estar escondido sob um pedaço de alface ou uma fatia de queijo. A maioria dos restaurantes tem um menu que você pode ler online antes de ir. Se você tiver dúvidas ou preocupações, ligue para o local. É melhor descobrir as coisas antes que ter que improvisar mais tarde.

4-Coma antes de sair

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Todo mundo vai a um restaurante italiano e você sabe que não pode comer isso? Às vezes, é melhor fazer uma refeição antes de sair para evitar problemas. Se todo mundo está comendo e você não quer se sentir excluído, coma algo que você sabe que não vai acionar a SII. Também beba água e diga que você comeu mais cedo, e tudo bem.

5-Atenção ao que você come

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Só porque frutas e vegetais parecem inofensivos, não significa que eles não possam desencadear um episódio. Carboidratos de difícil digestão em algumas frutas, vegetais, feijões e trigo podem ser um problema. Não é preciso banir esses alimentos. Apenas saiba quais são os problemáticos para você. Cebola e alho também podem ser complicados.

6-Aprenda a relaxar

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Se você está fora de casa e sente que sua SII está piorando, pode ser útil ter um apaziguador do estresse. Técnicas de relaxamento como mindfulness, yoga ou relaxamento muscular progressivo podem ajudar. Converse com seu médico.

7-Saia e se exercite

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A pesquisa diz que a atividade física reduz os sintomas da SII. Portanto, alguma atividade física pode ajudar a reduzir o estresse e manter tudo sob controle. Converse com seu médico sobre o que seria bom para você.

8-Limite os longos passeios

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Uma viagem diária. Um encontro. Um passeio. Quando você tem SII, você sabe que pode ser difícil ficar longe de sua zona de conforto – para não mencionar um banheiro. Tente reduzir o tempo que você está no carro ou em uma sala de conferência ou longe do banheiro. Quanto mais tempo você estiver preso em algum lugar, maior a probabilidade de problemas.

9-Deixe (algumas) pessoas saberem

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Você não precisa contar a todos sobre o seu problema. Porém, pode ser útil ter alguém no trabalho, em casa ou em uma viagem que saiba e que possa cobrir você quando os sintomas o afastarem.

10-Tenha remédio à mão

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Funciona para muitos sofredores da SII: a loperamida (Imodium) trata diarreia súbita e retarda os músculos do intestino. Mantenha alguns comprimidos (e também a forma líquida) consigo ou perto de você o tempo todo. Pode colocá-los no bolso, no carro e na mesa de trabalho. Uma boa regra: tome 20 minutos antes de ir para algum lugar onde possa enfrentar um problema.

11-Mantenha os gases controlados

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As pílulas para gases, como a simeticona ou o carvão ativado, também podem ajudar no inchaço. Eles podem ser aliados em situação crítica, como em público, onde os sintomas da SII podem ser um problema.

12-Tome o que funciona para você

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Óleo de hortelã pode ajudar com as dores e inchaços. E se você tiver outros remédios – qualquer coisa que ajude, mesmo que ocasionalmente -, guarde-os no seu kit. Não vai fazer mal.

13-Roupas sobressalentes

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Um kit de emergência não é completo sem underwear e roupa extra. Mantenha um par sobressalente de cada em uma mochila ou algo semelhante, e certifique-se de que você pode chegar a ela quando precisar.

14-Tenha lenços umedecidos

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Papel higiênico e lenços umedecidos são obrigatórios. Ambos em tamanho para viagem estão disponíveis. Certifique-se de que o papel higiênico permaneça seco e limpo no kit e que os lenços umedecidos fiquem úmidos no pacote. Carregue o máximo que puder em seu kit.

15-Desinfetar as mãos também ajuda

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O gel antisséptico é uma boa opção. As embalagens de tamanhos menores, para viagem, provavelmente são melhores do que os maiores e difíceis de manusear. O álcool gel para as mãos é essencial para o seu kit. Mantenha alguns no carro e no escritório também.

Fonte: WebMed

Fotos: Getty Images

Sugestões de dietas para quem tem síndrome do intestino irritável

Síndrome do intestino irritável (SII) é uma desordem desconfortável caracterizada por mudanças dramáticas nos movimentos intestinais. Algumas pessoas experimentam diarreia, enquanto outras têm constipação ou, ainda, ambas intercaladas. Cãibras e dores abdominais podem tornar as atividades cotidianas insuportáveis.

Intervenção médica é importante no tratamento da SII, mas você sabia que certas dietas podem melhorar seus sintomas? Explore as dietas mais comuns disponíveis para reduzir os sintomas desconfortáveis e trabalhe para levar uma vida saudável.

1. Dieta rica em fibras

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A fibra adiciona volume às suas fezes, o que ajuda nos movimentos. O adulto médio deve ingerir 20 a 35 gramas de fibra por dia. Enquanto isso parece bastante simples, o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos EUA estima que a maioria das pessoas só come 5 a 14 gramas por dia.

Alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e grãos integrais são nutritivos e ajudam a prevenir a constipação. No entanto, se você sentir inchaço devido ao aumento da ingestão de fibras, tente se concentrar apenas na fibra solúvel encontrada em frutas e vegetais, em vez de grãos.

2. Dieta pobre em fibras

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Foto: Jan Fidler

Embora a fibra possa ajudar algumas pessoas com a síndrome, o aumento da ingestão de fibras pode piorar os sintomas se você tiver gases e diarreia com frequência. Antes de eliminar completamente a fibra de sua dieta, concentre-se nas fontes de fibras solúveis encontradas em itens de produção, como maçãs, frutas vermelhas, cenouras e farinha de aveia. A fibra solúvel se dissolve na água em vez de adicionar volume extra associado à fibra insolúvel. Fontes comuns de fibra insolúvel incluem grãos integrais, nozes, tomates, passas, brócolis e repolho.

Você também pode considerar tomar medicamentos antidiarreicos 30 minutos antes de ingerir fibras para reduzir os efeitos. Esse método é especialmente útil quando se come em restaurantes e fora de casa. No entanto, você não deve se habituar a isso.

3. Dieta sem glúten

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Foto: Shutterstock

O glúten é uma proteína encontrada em produtos feitos de grãos, como pão e macarrão. A proteína pode danificar os intestinos naqueles que são intolerantes ao glúten. Algumas pessoas com sensibilidade ou intolerância ao glúten também apresentam SII. Em tais casos, uma dieta sem glúten pode reduzir os sintomas.

Elimine cevada, centeio e trigo da sua dieta para ver se os problemas gastrointestinais melhoram. Se você é fanático por pão e massas, ainda há esperança. Você pode encontrar versões sem glúten de seus produtos favoritos em lojas de alimentos saudáveis e muitas mercearias.

4. Dieta de eliminação

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Uma dieta de eliminação se concentra em evitar certos alimentos por um período prolongado de tempo para ver se os sintomas da SII melhoram. A Fundação Internacional para Distúrbios Gastrointestinais Funcionais (IFFGD) recomenda cortar esses quatro “culpados” comuns: café, chocolate, fibra insolúvel e nozes.

No entanto, você deve renunciar a qualquer alimento que você achar suspeito. Elimine completamente um alimento de sua dieta por 12 semanas de cada vez. Anote quaisquer diferenças nos sintomas da SII e passe para a próxima comida da sua lista.

5. Dieta com baixo teor de gordura

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Alimentos ricos em gordura são conhecidos por contribuir para uma variedade de problemas de saúde, como a obesidade. No entanto, eles podem ser especialmente difíceis para aqueles que têm SII, agravando os sintomas. Alimentos ricos em gordura são geralmente pobres em fibras, o que pode ser problemático para a constipação relacionada à SII. De acordo com a Cleveland Clinic, alimentos gordurosos são particularmente ruins para pessoas com SII mista, que é caracterizada por uma combinação de constipação e diarreia.

Embarcar em uma dieta com baixo teor de gordura é bom para o coração e pode melhorar os sintomas intestinais desconfortáveis. Em vez de comer frituras e gorduras animais, concentre-se em carnes magras, frutas, legumes, grãos e laticínios com baixo teor de gordura.

6. Baixa dieta Fodmap

Fodmaps são carboidratos difíceis de serem digeridos pelo intestino. Uma vez que esses carboidratos puxam mais água para o intestino, as pessoas com SII podem sentir mais gases, inchaço e diarreia depois de ingerir esses alimentos. A sigla significa “oligossacarídeos fermentáveis, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis”. Restringir temporariamente ou limitar sua ingestão de alimentos ricos em Fodmap por seis a oito semanas pode melhorar os sintomas da SII.

É importante notar que nem todos os carboidratos são Fodmaps. Para um melhor resultado, você tem que remover os tipos certos de alimentos.

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Alimentos para evitar incluem:

-Lactose (leite, sorvete, queijo, iogurte)
-Certas frutas (pêssegos, melancia, peras, mangas, maçãs, ameixas, nectarinas)
-Legumes
-Xarope de milho rico em frutose
-Edulcorantes
-Pão à base de trigo, cereais e massas
-Castanha de caju e pistache
-Certos legumes (alcachofra, aspargos, brócolis, cebola, couve de bruxelas, couve-flor, cogumelos)

Tenha em mente que, embora essa dieta elimine algumas frutas, nozes, verduras e laticínios, ela não elimina todos os alimentos dessas categorias. Se você beber leite, escolha leite sem lactose ou outras alternativas, como arroz ou leite de soja. Para evitar refeições excessivamente restritivas, fale com um nutricionista antes de começar esta dieta.

Sua melhor dieta

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Certos alimentos podem ajudar a melhorar a relação com a SII, mas as pessoas são diferentes. Examine seus sintomas e converse com seu médico antes de iniciar uma nova dieta. Fique em sintonia com a forma como o seu corpo reage a certas dietas, pois poderá ter de ajustar os alimentos que ingere. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, você deve beber muita água, fazer exercícios regularmente e diminuir sua ingestão de cafeína para promover a regularidade e minimizar os sintomas da SII.

Fonte: HealthLine

Os gases e a síndrome do intestino irritável

Muitas pessoas com a síndrome do intestino irritável dizem que também têm muitos gases. Não está claro o motivo. Elas não parecem produzir mais gases do que qualquer outra pessoa, porém, isso as incomoda ainda mais. Estudos descobriram que as pessoas com SII têm problemas para se livrar dos gases, possivelmente devido a problemas com a forma como os nervos e os músculos do intestino funcionam. Os intestinos também podem ser mais sensíveis, assim, mesmo uma quantidade normal de gases pode causar dor.

Lidar com a SII e gases é difícil. Os sintomas variam muito de uma pessoa para a outra, e nenhum tratamento único funciona para todas. O que incomoda uma pessoa pode não incomodar outra. O que traz alívio para um pode não afetar outra pessoa. Existem muitas estratégias diferentes que você pode tentar. A maioria tem a ver com o que você come.

Alimentos que produzem gases

Como a SII é diferente para todos, o ideal é ajudar a manter um diário alimentar para ver o que desencadeia seus sintomas. Uma vez que você conheça os alimentos que causam problemas, você poderá evitá-los.

Alimentos que a maioria das pessoas excluem:

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-Feijões e outras leguminosas como ervilhas, amendoim e lentilhas
-Repolho
-Brócolis e couve-flor cru
-Cebolas
-Couve de Bruxelas
-Uva passa

Fibras

“Consuma mais fibras” é um conselho padrão para pessoas com SII, especialmente se você tem constipação. Porém, às vezes as fibras podem piorara situação. O tipo e a quantidade de fibras que você adiciona são importantes. Assim como você incluir fibras à sua dieta.

A fibra insolúvel, encontrada no trigo integral, tende a produzir mais gases. Dois tipos de fibras parecem reduzir os gases: metilcelulose e policarbofil. Eles podem ser encontrados em alguns suplementos de fibras. Aumente o consumo de fibras gradualmente. Pode ser que elas causem mais gás no início, mas isso deve melhorar se o seu corpo se acostumar.

Carboidratos

Alguns carboidratos, os chamados FODMAPs, são um problema para pessoas com a síndrome. Esses carboidratos não são absorvidos pelo intestino delgado. Quando eles atingem o intestino grosso, rapidamente se dissolvem e produzem gases. Isso acontece com todos, mas pode ser um problema para pessoas com SII.

Esses alimentos são altos em FODMAPs. Cientistas da Austrália criaram uma dieta para evitá-los. Isso mostra bons resultados, especialmente com redução de gases. Mas os alimentos que deve cortar são bons para você, em geral. Então deve tentar por mais de dois meses, mas apenas com a aprovação do seu médico.

A dieta sugere que você pare de comer:

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 =Maçãs (fruta e suco), peras (frutas e suco), melancia, mangas, cerejas, pêssegos, ameixas, damascos, nectarinas e amoras

=Espargos, alcachofras, legumes como feijões e lentilhas, ervilhas, ervilhas, cebolas, alho, alho-poró, couve-flor, cogumelos, aipo e milho
Leite, iogurte, queijos moles como ricota,  cottage e creme de queijo e sorvete
=Mel, xarope de milho com alto teor de frutose e certas gomas de mascar e doces sem açúcar
=Trigo e centeio
=Castanhas de caju e pistache

Probióticos e antibióticos

mulher tomando probiotico foto alamy

Uma teoria sobre a síndrome é que a mistura normal de bactérias úteis que vivem nos intestinos foi interrompida. Algumas delas produzem mais gases do que outras, pois ajudam a digerir a comida. Pessoas com SII podem ter muitos desses tipos de bactérias.

Os probióticos são suplementos que adicionam bactérias ao sistema digestivo para trazer de volta o equilíbrio. Estudos  demonstraram ser promissor o consumo de probióticos nos casos da SII.

Algumas pessoas com a síndrome relataram menos gases depois de tomar antibióticos. Isso pode ocorrer porque a droga matou as bactérias produtoras de gases no intestino.

Medicamentos

Alguns suplementos dietéticos sem receita ajudam seu corpo a fazer menos gases. A enzima lactase ajuda a digerir leite e produtos lácteos. Pode ser comprado como suplemento e é adicionado a alguns produtos lácteos para pessoas com intolerância à lactose. A alfagalactosidase, enzima encontrada em algumas medicações voltadas ao excesso de gases, ajuda o corpo a quebrar o açúcar presente em grãos e outros vegetais.

Outras dicas

copa canudo

Uma das principais causas de produção de gases é engolir o ar. Isso pode ocorrer quando você mastiga chiclete, come ou bebe muito rápido ou usa canudos. O ar que você não se livra por meio dos arrotos acaba indo parar em seu intestino.

Qualquer coisa que mantenha a síndrome sob controle também pode ajudar com os gases. Comer refeições menores e regulares pode reduzir o inchaço. Você também pode fazer exercícios regularmente. Dormir o suficiente e cuidar da sua saúde mental também ajudam. Enquanto o estresse e a ansiedade não causam a síndrome, gerenciá-los pode melhorar os sintomas.

Referência Médica WebMD Avaliado por Minesh Khatri, MD 

A volta da marmita: maioria dos brasileiros aposta na alimentação caseira

Mais do que uma estratégia para reduzir gastos, hábito ajuda a melhorar a saúde e a boa forma, afirma especialista. Tendência para alguns, resgate de um velho costume para outros, a boa e velha marmita voltou com tudo e está cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros.

E, embora sua maior vantagem seja a economia, a famosa quentinha não voltou para o cardápio somente em virtude do orçamento apertado: com a crescente onda fitness e maior preocupação com a qualidade da alimentação, levar comida caseira para o trabalho, faculdade ou academia tem sido uma alternativa para melhorar a saúde.

É o que aponta uma pesquisa exclusiva, realizada pela Banca do Ramon, um dos empórios mais tradicionais do Mercado Municipal de São Paulo. De acordo com seu levantamento, mesmo entre aqueles que possuem maior poder aquisitivo, a alimentação caseira é apontada como a escolha mais benéfica. E, segundo especialistas, quando bem elaborada a estratégia pode, de fato, dar aquela forcinha na dieta.

Mais que economia

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Fotomontagem: Mamitalks

É indiscutível que muitas vezes a marmita volta para o cardápio devido ao orçamento apertado. Números do último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF 2008-2009) indicam que as refeições fora de casa representam mais de 25% dos gastos com alimentação. Logo, em tempos nos quais a inflação afeta, principalmente, o preço dos alimentos, buscar formas de cortar gastos é essencial.

Contudo, atualmente, apostar na alimentação caseira não tem sido exclusividade daqueles que desejam economizar: de acordo com a pesquisa “Do essencial ao Gourmet – O que os brasileiros pensam sobre alimentação saudável e produtos premium”, mesmo entre aqueles que ganham acima de cinco salários mínimos, o hábito (fazer refeições no lar/levar marmita de casa) não só é predominante como também é apontado como a escolha mais saudável por quase 40% dos entrevistados com renda familiar elevada. No geral, considerando todos os 1360 participantes, mais de 85% aponta esse tipo de refeição como a mais frequente e também como a melhor pedida.

Comida de verdade

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Fotomontagem: Mamitalks

Agora, deixando de lado o fator “orçamento”, existem outros pontos que podem explicar o ressurgimento das marmitas: a preocupação com a saúde e, claro, o paladar exigente desses consumidores. De acordo com a pesquisa, os brasileiros não só priorizam o sabor na hora de escolher alimentos (60%) como consideram a alimentação caseira, do dia a dia, como a verdadeiramente saudável.

Seu principal diferencial? A variedade, segundo os entrevistados. E, mesmo que muitos acreditem que não dá para ganhar da diversidade dos self services, a nutricionista Juliana Tomandl explica porque essa aposta pode, de fato, ser mais vantajosa.

“Quando bem elaborada, a refeição caseira ou a marmita pode ter um valor nutricional muito mais elevado do que os alimentos oferecidos nos buffets de restaurantes. Embora muitos estabelecimentos também ofereçam “comida no estilo caseiro”, quando as refeições são preparadas e levadas de casa, é possível controlar muito melhor a ingestão de sal, de temperos industrializados, de carboidratos e de gorduras, por exemplo. Além disso, a pessoa evita as tentações típicas dos self services como frituras, salgadinhos, molhos… itens que, de pouquinho em pouquinho, vão deixando o prato mais calórico”, afirma a profissional.

Outro aspecto relevante, de acordo com a consultora da Banca do Ramon, é que dessa forma o indivíduo pode se reaproximar da “comida de verdade”, ou seja, diminuir o consumo de fast foods e alimentos altamente processados.

“Com a marmita sempre à mão é possível ter uma alimentação nutritiva mesmo nos dias mais corridos. Assim, evita-se consumir refeições “industrializadas” que, embora muito práticas, são repletas de ingredientes nocivos à saúde, capazes de propiciar o ganho de peso, aumentar a inflamação do organismo e até mesmo elevar o risco de diabetes”, lembra a nutricionista.

Marmita fitness

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Pegando carona na preocupação com a saúde, as famigeradas “marmitas fitness” também têm contribuído para que esse hábito esteja mais forte do que nunca. Popularizada pelos adeptos da malhação, seu conceito pode até ser o mesmo da quentinha convencional, mas o cardápio é bem diferenciado: ao invés da lasanha que sobrou do domingo ou do tradicional arroz com feijão, só entram alimentos estratégicos: funcionais, termogênicos, detox, de baixo índice glicêmico, vegetarianos e por aí vai…

Além disso, ficam de fora ingredientes gordurosos, alergênicos ou pouco tolerados (glúten, lactose, carboidratos e até mesmo algumas proteínas), tudo em nome da boa forma. E seu público alvo é grande – a pesquisa rastreou, inclusive, que quase 18% dos entrevistados consideram este tipo de alimentação a mais saudável.

Contudo, embora a “marmita fitness” possa, de fato, ser uma aliada do plano de emagrecimento, é preciso ter cuidado antes de seguir esse estilo: “Atualmente, com um apelo tão grande para a perda de peso, as pessoas buscam soluções prontas e esse tipo de marmita se tornou até mesmo um negócio. Mas, geralmente, elas se atentam somente para a quantidade de calorias, sem verificar o valor nutricional das refeições. Como a necessidade nutricional pode variar muito de pessoa para pessoa, é fundamental buscar orientação médica antes de fazer mudanças bruscas na dieta, pois um cardápio pode até ser fit, mas se não for equilibrado não promoverá uma perda de peso saudável e muito menos sustentável”, explica Juliana.

Segredo é o equilíbrio

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E se a marmita voltou em nome da saúde, a nutricionista afirma que a fórmula para não errar é buscar sempre o equilíbrio “É a mesma regra do prato saudável: a refeição deve ser colorida e contar com todos os macronutrientes, ou seja, deve ser composta por carboidratos, proteínas, gorduras boas e fibras. Um bom exemplo é o clássico: arroz com feijão, uma porção de carne e uma saladinha – esse prato oferece praticamente todas as vitaminas e sais minerais que o corpo precisa”.

E se a preocupação é com a balança, Juliana complementa: “Se o objetivo é reduzir calorias, por exemplo, basta diminuir a porção ingerida e atentar para o modo de preparo: priorizar alimentos cozidos no vapor ou assados, evitar as frituras, os cortes de carne gordurosos ou a utilização de temperos prontos, que “incham” o corpo. Dessa forma é possível ter uma alimentação balanceada, saborosa e ainda seguir firme na dieta sem grandes restrições”.

Fonte: Banca do Ramon

Qual dieta escolher: low carb ou low fat?

Você sempre seguiu a dieta da moda? Dê adeus aos mitos e saiba se vale a pena cortar carboidratos ou se é melhor consumir alimentos com baixo teor de gordura.

Esqueça a ideia de que comer a cada três horas emagrece. Certamente você já deve ter ouvido falar que se alimentar várias vezes ao dia com pequenas porções é a fórmula mágica para emagrecer. “Mito”, afirma o nutrólogo e especialista em medicina esportiva Flavio Madruga.

O hábito tem uma relação muito mais próxima ao senso comum do que à uma recomendação médica. “Na verdade, esse mito de comer de 3 em 3 horas, além de não auxiliar no emagrecimento, não sacia o organismo e acaba deixando a pessoa com mais fome durante todo o dia e aumenta as chances de que desenvolva uma compulsão alimentar, afirma Madruga.

Acelerar o metabolismo está muito mais relacionado ao tipo de alimento ingerido do que ao período entre as refeições. O ideal é fazer uma alimentação completa, com boas fontes de gorduras, proteínas e vitaminas (dos vegetais) para se sentir saciado por mais tempo, ao invés de almoçar já pensando no café da tarde. Que tal comer bem, direito, saudável e não ficar pensando em comida o dia inteiro?

Uma dieta que teve seu auge nos anos 2000 e hoje é muito estudada e indicada por grande parte dos nutrólogos, é a low carb. Uma dieta que está apresentando resultados surpreendentes e que visa o emagrecimento saudável e o aumento de qualidade de vida por meio da baixa ingestão de carboidratos e o aumento do consumo de proteínas e gorduras boas.

De acordo com o nutrólogo, existem comprovações científicas sobre a eficiência da dieta low carb e os vários benefícios que ela pode trazer para a saúde como: o emagrecimento, baixa dos triglicerídeos, do colesterol LDL, da pressão arterial, além de melhorar a glicemia e, em alguns casos, até curar a diabetes tipo 2.

“Óleos, que têm triglicerídeos de cadeia média, como o óleo de coco, deixam a pessoa bem saciada, sem causar os impactos que os carboidratos em excesso costumam ter no organismo: engordar ou aumentar a insulina”, enfatiza o nutrólogo.

Você deve estar pensando: como vou emagrecer ingerindo gorduras?

A obesidade sempre teve uma ligação direta ao consumo de gorduras, porém inúmeras pesquisas que estão sendo realizadas nos últimos anos apontam os carboidratos e açúcares como os verdadeiros vilões. A gordura boa, a ingerida na dieta low carb, é a gordura saudável e não a que entope veias e artérias. Já o açúcar e o excesso de carboidrato podem fazer esse papel, pois eles se transformam em gordura localizada e desregulam o índice glicêmico e isso dificulta o emagrecimento.

Cortar carboidratos simples como pães, massas, tudo que contenha farinha branca, ajuda o corpo a queimar a gordura em excesso, regula os níveis de insulina e diminui os índices de triglicérides e colesterol.

Por que é preciso reduzir a insulina no organismo?

A insulina é um hormônio anabólico (hormônio de “construção”- leva nutrientes para ser armazenado nos tecidos), secretado pelo pâncreas, principalmente após o consumo de carboidratos. Quanto maior o consumo de alimentos ricos em carboidratos, maior a quantidade de glicose na corrente sanguínea e maior a secreção de insulina para levar a glicose para as células e menor a utilização da gordura como fonte energética no tecido adiposo. A insulina também estaria relacionada ao aumento da fome.

Calma, os carboidratos não estão totalmente proibidos.

“A primeira pergunta que meus pacientes fazem quando eu indico a dieta low carb é: ‘eu tenho que cortar os carboidratos totalmente? ’. A resposta é: não! O ideal é investir em carboidrato com baixo índice glicêmico, como batata doce, inhame e mandioca em quantidade adequada. A dieta low carb, cujo nome significa baixo carboidrato, é uma dieta com baixo consumo de carboidrato. Geralmente, começamos com a ingestão máxima de 100g de carboidratos por dia, porém pacientes que precisam reduzir muitos números na balança podem chegar a consumir no máximo 10 gramas. O importante é que os pacientes sigam sempre as orientações, pois cada dieta é desenvolvida de acordo com as necessidades e restrições de cada paciente’, afirma o especialista.

Por que não devo seguir a dieta low fat?

A dieta low fat, que restringe a gordura de origem animal, foi muita famosa no final da década de 1980 e início de 1990. Ela consiste na redução da ingestão da carne, e outros produtos de origem animal, como manteiga, queijo e até o leite. Surgiu a partir da descoberta do grande vilão do coração e artérias – o colesterol. Daí surgiu um modismo alimentar, dos alimentos com baixo teor de colesterol ou livres de gordura trans, e com eles os produtos denominados ´Light´ e ´Diet´. Produtos que perderam o sabor e ganharam sódio e açúcar. Como resultado, podemos analisar a porcentagem de pessoas obesas nos dias de hoje.

A dieta de restrição de alimentos de origem animal, reduz os níveis de colesterol, mas não é eficaz na redução de peso e gordura localizada, devido à grande ingestão de carboidratos, que são armazenados em forma de gordura corpórea. Aos poucos percebemos que o colesterol, não era o único vilão, mas tínhamos um ´trio´ de vilões compostos por gorduras ruins, carboidratos e açúcares. De acordo com o Dr. Flavio Madruga, a melhor escolha é diminuir os carboidratos e seguir as recomendações de um profissional da área.

Madruga preparou uma lista dos alimentos mais indicados para quem quer seguir a dieta low carb. Fica a dica:

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Verduras e legumes: não são todas as verduras e legumes que são low carb. As principais que se caracterizam pela baixa quantidade de carboidratos são: abobrinha, brócolis, couve-flor, acelga, cogumelos, aipo, tomate cereja, couve, agrião, pimentão, aspargos, abobrinha, berinjela, espinafre, pepino, cebola, chuchu, vagem, rúcula, escarola, alho-poró, aipo e alface. Já a abóbora e a batata doce, apesar de parecerem low carb, não são. Isto porque apesar de contar com um baixo índice glicêmico, ou seja, os açúcares entram aos poucos no organismo, eles têm alta carga glicêmica, ou seja, muitos carboidratos.

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Pixabay

Frutas: nem todas as frutas são low carb, isto porque algumas delas possuem grande quantidade de frutose, uma fonte de carboidrato. As principais frutas low carb são: abacate, morango, pêssego, melão e coco. A forma de consumo das frutas também interfere na dieta. É importante reduzir a velocidade com que essa fonte de carboidrato irá entrar no organismo. Procure comer furtas acompanhadas com uma fonte de fibras, como por exemplo, semente de chia ou linhaça. Também é bom consumir a fruta com o bagaço, como no caso da mexerica ou laranja.

salmão

Proteínas: os alimentos ricos em proteínas como carnes, peixes, ovos, leite e derivados, soja e quinoa, também são low carb. As proteínas são nutrientes importantes ao organismo, uma vez que fornecem ao nosso corpo aminoácidos e estes são importantes para funções estruturais, motoras e metabólicas. Eles também são componentes essenciais dos músculos e da formação de colágeno.

Além disso, as proteínas auxiliam na produção de hormônios, enzimas e na regulação das funções imunológicas (células imunes). Os alimentos mais ricos em proteínas e que apresentam todos os aminoácidos essenciais são os de origem animal como peixes, aves, carne bovina, ovos e laticínios. Devemos dar preferência às proteínas mais magras como peixes e aves sem pele, carnes magras como patinho, filé mignon, alcatra, leites desnatados e queijos brancos.

Não confunda Síndrome do Intestino Irritável com Doença Inflamatória Intestinal

Quando se trata do mundo das doenças gastrointestinais, você pode ouvir muitas siglas, como SII e DII. Doença inflamatória intestinal (DII) é um termo amplo que se refere ao inchaço crônico (inflamação) dos intestinos. Muitas vezes, é confundida com a condição não inflamatória conhecida como síndrome do intestino irritável (SII). Embora os dois distúrbios compartilhem nomes semelhantes e alguns dos mesmos sintomas, eles apresentam diferenças distintas. Saiba as principais lendo este texto. E certifique-se de discutir suas preocupações com um gastroenterologista.

Prevalência

SII é extremamente comum. Na verdade, a Fundação Internacional para Transtornos Gastrointestinais Funcionais estima que ela afete até 15% da população em todo o mundo. De acordo com o Cedars-Sinai (EUA), cerca de 25% dos americanos reclamam dos sintomas da síndrome. Essa é também a razão mais comum pela qual os pacientes buscam um gastroenterologista.

SII é uma condição distintamente diferente da DII. Ainda assim, uma pessoa que tenha sido diagnosticada com DII pode apresentar sintomas semelhantes à SII. Também é importante saber que você pode ter ambas as condições ao mesmo tempo, já que as duas são consideradas condições crônicas (em curso). 

Características principais

Alguns tipos de DII incluem:

-Doença de Crohn
-colite ulcerativa
-colite indeterminada

Ao contrário da DII, a SII não está classificada como uma doença verdadeira. Em vez disso, é conhecida como um “transtorno funcional”. Isso significa que os sintomas não têm uma causa identificável. Outros exemplos de distúrbios funcionais incluem dores de cabeça de tensão e síndrome de fadiga crônica (SFC).

Contrariamente à crença popular, a síndrome não é uma condição psicológica. SII tem sintomas físicos, mas não há uma causa conhecida. Às vezes, os sintomas são chamados de colite mucosa ou colite espástica, mas esses nomes são tecnicamente incorretos. A colite é uma inflamação do cólon, enquanto a SII não causa inflamação.

Pessoas com SII não apresentam sinais clínicos de uma doença e muitas vezes têm resultados de testes normais. Embora ambas as condições possam ocorrer em qualquer pessoa de qualquer idade, a SII surge em mais de uma pessoa da família.

Sintomas

homem dor estomago barriga

A SII é caracterizada por uma combinação de:

dor abdominal
cólica
prisão de ventre
diarreia

DII pode causar os mesmos sintomas, bem como:

inflamação ocular
fadiga extrema
cicatriz intestinal
dor nas articulações
desnutrição
sangramento retal
perda de peso

Ambas podem causar evacuações urgentes.

Os pacientes com a síndrome podem experimentar uma sensação de evacuação incompleta também. A dor pode ser experimentada em todo o abdômen. A maioria das vezes se manifesta no lado inferior direito ou inferior esquerdo. Algumas pessoas também experimentam dor abdominal do lado direito superior sem outros sintomas.

A SII difere na quantidade de fezes produzidas. Elas podem ser soltas, mas o volume realmente estará dentro dos limites normais. (A diarreia é definida por volume, não necessariamente por consistência.)

Os sofredores da SII com constipação normalmente têm tempos normais de trânsito colônico – a quantidade de tempo que leva para que as fezes viajem do cólon para o reto – também. Dependendo do sintoma principal, os pacientes são classificados como predominantes em constipação, predominantes em diarreia ou predominantes em dor.

O papel do estresse

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Uma vez que a inflamação da DII está ausente em pessoas com SII, é difícil para os pesquisadores entenderem as causas precisas da última condição. Uma diferença notável é que a SII é quase sempre exacerbada pelo estresse. Técnicas de redução de estresse podem ajudar. Considere tentar:

-meditação
-exercício regular
-terapia de conversa
-ioga

Já a DII pode ser deflagrada em situações de baixo e alto estresse.

De acordo com o médico Fred Saibil, autor do livro “Crohn’s Disease and Ulcerative Colitis”* (Doença de Crohn e Colite Ulcerativa em tradução livre), muitas pessoas não sentem que possam discutir SII por causa de estigmas sociais: “Você não ouve muita gente falar sobre seus ‘vômitos de tensão’ ou ‘diarreia por tensão’ou ‘dores de tensão’, mesmo que sejam tão comuns quanto”.

Saibil também observa que ainda há alguma confusão sobre a DII porque os médicos já acreditavam que a condição era causada pelo estresse. Não há provas de que esse seja o caso. No entanto, os pacientes não devem, de modo algum, sentir que eles provocaram a condição em si mesmos.

Tratamentos

A SII pode ser tratada com certos medicamentos, como antiespasmódicos intestinais, como a hiosciamina (Levsin) ou a diciclomina (Bentyl). Alterações na dieta e no estilo de vida parecem ajudar mais. Pessoas com SII devem evitar agravar sua condição com alimentos fritos e gordurosos e bebidas com cafeína.

Já o tratamento da DII depende da forma diagnosticada. O principal objetivo é tratar e prevenir a inflamação. Ao longo do tempo, isso pode danificar os intestinos.

Quais remédios naturais ajudarão a aliviar os sintomas da SII e da DII?**

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Existem vários remédios naturais e mudanças de estilo de vida que podem melhorar os sintomas da SII, como aumentar lentamente a fibra em sua dieta, beber muitos líquidos, evitar alimentos que pioram os sintomas, como chocolate, produtos lácteos e adoçantes artificiais, álcool, cafeína e itens picantes. Exercitar-se regularmente, comer em horários regulares e ter cuidado com laxantes e medicamentos antidiarreicos.

As recomendações diferem um pouco para os pacientes com DII. Se você tem esta doença, talvez seja necessário evitar produtos lácteos, álcool, cafeína e alimentos picantes e também é necessário limitar a ingestão de fibras e evitar alimentos gordurosos. Ainda é importante beber bastante líquido. Você também deve comer refeições menores e considerar tomar um multivitamínico. Finalmente, deve evitar fumar e reduzir seu nível de estresse com técnicas como exercício, biofeedback ou técnicas de relaxamento e respiração regulares.

Dr. Graham Rogers
**As respostas representam as opiniões de nossos especialistas médicos. Todo o conteúdo é estritamente informativo e não deve ser considerado um conselho médico.

Panorama

DII e SII aparentam compartilhar sintomas semelhantes, mas essas são duas condições diferentes com requisitos de tratamento muito diferentes. Com a DII, o objetivo é reduzir a inflamação que causa os sintomas. Já a SII, por outro lado, pode não ser tratável com medicamentos porque não há uma causa identificável. Um gastroenterologista pode ajudar a determinar sua condição específica e oferecer o melhor plano de tratamento e recursos para ajudá-lo a gerenciar os sintomas.

 *Livro não publicado no Brasil

Fonte: HealthLine