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Brasileiros estão entre os que mais se preocupam com os ingredientes daquilo que consomem

Análise da GfK revela que gordura trans, gordura saturada, conservantes, corantes, açúcar branco e sal/sódio estão entre os principais vilões para os consumidores.

O Brasil é um dos países onde a preocupação com a saúde é altíssima e crescente. Talvez por conta de alguns índices extremamente preocupantes. Entre eles, que 25% dos brasileiros sofrem de hipertensão arterial e este percentual sobe a partir dos 55 anos, 40% tem problemas com colesterol alto, 8% tem diabetes e um a cada três adultos com mais de 18 anos está com excesso de peso e 10% é considerado obeso. Sem dúvida, são números alarmantes.

E podem ser a explicação de porque os brasileiros, cada vez mais, preocupam-se com os ingredientes daquilo que consomem. É o que revela o mais recente estudo da GfK, uma das mais respeitadas empresas globais de pesquisa, sobre os ingredientes que os brasileiros consideram serem as maiores ameaças à sua saúde.

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Na comparação com o resto do mundo, o consumidor brasileiro, em média, tem um interesse por alimentos saudáveis 9% acima da média global: 70% no Brasil, contra 61% no resto do mundo e 66% na América Latina. 86% dos brasileiros dizem evitar alimentos processados, no resto do mundo esse número é de 73% e na América Latina 82%. Ainda na liderança da média global, 73% dos consumidores do Brasil dizem buscar alimentos nutritivos contra 63% da média global e 72% dos latino-americanos.

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Outra conclusão que o estudo revelou foi que o brasileiro se julga consciente dos ingredientes que são potencialmente prejudiciais dos alimentos e bebidas que tenham em casa. “Porém, mesmo que avaliem a tabela nutricional dos produtos em seus rótulos, ainda tem duvidas como Até quanto de carboidrato/açúcar é nocivo, por exemplo”, afirma Renato Oliveira, diretor da GfK e coordenador do estudo.

Na mesma direção, ainda segundo a GfK, 66% dos brasileiros consideram importante que as informações dos rótulos sejam fáceis de ler e entender, contra 58% da média global. “Na opinião dos entrevistados, um produto saudável é caracterizado pela redução de ingredientes considerados prejudiciais à saúde” pondera Renato. Entre os maiores vilões, lideram a lista, pela ordem das citações, as gorduras trans ou hidrogenadas para 65% dos ouvidos, a gordura saturada para 64%, conservantes 64%, corantes 58%, açúcar branco 54% e sal/sódio também 54%.

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Entre os alimentos e bebidas considerados mais prejudiciais à saúde, os refrigerantes são os mais citados pelos entrevistados com um percentual de 36%, com a justificativa de conter açúcar, gás, conservantes, corantes e aromas. Logo em seguida, citada por 34% dos consultados vem as bolachas doces e para 33% as salgadas, ambas pela presença de carboidratos, corantes, conservantes, gorduras e glúten. No caso das doces, os consumidores também citaram a presença de açúcar como item presente e prejudicial. Os salgadinhos vem logo a seguir como produto prejudicial para 32% dos consultados pelo estudo.

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Já entre os produtos que as famílias mais citaram terem reduzido o consumo em suas casas, a lista é encabeçada pelos refrigerantes, seguidos por frituras, sucos em pó, embutidos, fast foods, congelados, e sopas industrializadas. A principal razão para a redução destes (e de outros) produtos foi a presença, pela ordem, de gorduras (trans e saturadas), açúcar e sódio especialmente.

O estudo também identificou quais os principais efeitos negativos de cada ingrediente, na opinião dos consumidores brasileiros. A gordura saturada é citada por 80% dos respondentes como associada a aumentar o colesterol, por 67% como um ingrediente que engorda e por 61% que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão. Já o açúcar branco é citado por 80% dos consultados como um produto que engorda, por 71% que aumenta o risco de diabetes e por 62% que produz cárie. O sódio é citado por 79% dos respondentes como um produto que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão.

“Por outro lado, o adoçante, que em países desenvolvidos é considerado um temido vilão, aqui no Brasil é citado por apenas 35% dos ouvidos como um produto que aumenta o risco de diabetes e por outros 35% de que aumenta o riso de câncer”, finaliza Oliveira.

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GfK

A GfK é uma corporação global nascida na Alemanha em 1934. Listada na bolsa de valores de Frankfurt, há mais de 80 anos é fonte confiável de informações relevantes sobre mercados e consumidores, permitindo que seus clientes – varejo e indústria – tomem decisões mais assertivas em seu cotidiano. Conta com mais de 13 mil especialistas em pesquisa de mercado que combinam a paixão pelo que fazem com uma longa e vasta experiência em ciência de dados. Isso permite que a GfK forneça insights globais, combinados à inteligência de mercado local, em mais de 100 países. Por meio de tecnologias inovadoras e da interpretação de dados, a GfK transforma o big data em dados inteligentes, possibilitando que seus clientes alavanquem sua vantagem competitiva, enriquecendo suas experiências, b em como as escolhas dos consumidores.

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Dietas restritivas podem contribuir para ganho de peso

Muitas pessoas ficam preocupadas com o ganho excessivo de peso. Independente da dieta restritiva que for adotada, o importante é manter uma alimentação balanceada e muita hidratação, não só durante o período de dieta, mas durante todo o ano.

Para chegar ao peso desejado, algumas pessoas apostam em dietas da moda, longos períodos de jejum, que restringem certos alimentos. Contudo, especialistas orientam que a má alimentação e a falta de hidratação podem trazer problemas para a saúde.

As dietas restritivas são aquelas que reduzem a quantidade de calorias ingeridas, variando de 600 a 800 calorias ao dia. Essas restrições geralmente são feitas às custas da remoção de um ou outro nutriente da dieta diária, como a exclusão dos carboidratos.

Uma pessoa saudável gasta em torno de 22 a 35 calorias por quilo ao dia para realizar suas atividades normais, sem contar os 15% a mais para as questões de sobrevivência. Considerando, por exemplo, um paciente com 80 quilos, sem contar atividade física, tem um gasto médio de duas mil calorias ao dia.

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Agora, imagine que esse paciente escolha fazer uma dieta que restrinja a quantidade de calorias ingeridas durante o seu dia. “Sem ser avisado, seu corpo continua gastando energia, o que de fato proporcionará uma perda de peso inicial considerável. Contudo, ao perceber esse menor aporte de calorias, o corpo começa a se defender e busca um modo mais econômico para viver. Por esse motivo perde-se de fato uma quantidade de peso maior, depois isso diminui gradativamente, porque o nosso corpo se adapta a nova rotina restritiva”, explica Celso Cukier, nutrólogo do Hospital São Luiz Morumbi.

Outro ponto importante contra as dietas restritivas está relacionado às células de gordura, pois, em um primeiro momento, elas apenas diminuem de tamanho e não são eliminadas. Após duas ou três semanas, o paciente volta a comer normal e as células, então, se enchem rapidamente de gordura. Ao atingirem seu tamanho máximo, automaticamente fabricam nova célula de gordura, o que pode terminar em um peso maior do que antes de iniciar a dieta.

Cukier explica que estudos das dietas restritivas concluem que todas funcionam para perda de peso, mas são prejudiciais à saúde. “É preciso ponderar que são, na sua grande maioria, deficientes em uma série de nutrientes, vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso corpo, principalmente se adotadas por uso prolongado”, orienta.

Para os que têm a intenção de interromper a dieta para “enfiar o pé na jaca”, o especialista reuniu algumas dicas importantes:

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– A principal dica é não exagerar nem para mais e nem para menos, mas pensar em estar bem para os próximos meses.

– O álcool é muito calórico e se deposita também como gordura, além de desidratar. Então, sempre que ingerir álcool, procure se hidratar com água na mesma ou em maiores proporções.

– Exagere nas frutas, elas também ajudam a manter o corpo saudável.

Fonte: Hospital São Luiz Morumbi

 

O que você pode comer após uma colonoscopia

O cólon ou intestino grosso é uma parte vital do trato digestivo que necessita de exames periódicos em adultos mais velhos. A colonoscopia é um procedimento que é realizado para detectar qualquer anormalidade no cólon, como câncer colorretal ou pólipos que podem evoluir para câncer.

Antes de uma pessoa fazer uma colonoscopia, ela precisa seguir uma dieta restrita para que o cólon esteja vazio. Também não é recomendado comer nada nas primeiras horas após uma colonoscopia, e as pessoas também devem seguir as instruções do médico sobre o que podem comer nos próximos dias.

É importante que uma pessoa coma alimentos que darão ao sistema digestivo tempo para começar a trabalhar normalmente de novo.

Alimentos para comer

Para facilitar o funcionamento do aparelho digestivo e ajudar a evitar a irritação do sistema digestivo, os médicos recomendam que as pessoas comam alimentos macios e fáceis de digerir após uma colonoscopia.

Uma prioridade após uma colonoscopia é reidratar. As pessoas podem fazer isso bebendo água ou outras bebidas e comendo alimentos à base de líquido como sopa.

Após uma colonoscopia, o médico provavelmente recomendará o seguinte:

1. Água

A água é essencial para ajudar as pessoas a se reidratarem. Algumas podem achar que precisam de mais líquido do que o habitual após uma colonoscopia.

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2. Bebidas com eletrólitos

É importante substituir os eletrólitos quando desidratados. Para ajudar a restauração, as pessoas podem preferir tomar uma bebida esportiva. Muitos isotônicos que contêm eletrólitos estão disponíveis.

3. Suco de vegetais ou frutas

Há uma grande variedade de vegetais, frutas e bebidas combinadas que as pessoas podem escolher. Esses sucos também contêm eletrólitos e nutrientes adicionais.

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4. Chá de ervas

Chá de ervas muitas vezes contêm ingredientes que podem aliviar o trato digestivo.

5. Picolés

Picolés contêm bastante açúcar e líquido. Ambos são importantes após uma colonoscopia para ajudar a aumentar os níveis de energia.

6. Bolachas

Saltines e bolachas são fáceis de digerir. Ambas são boas escolhas após uma colonoscopia.

7. Manteiga de noz suave

Manteigas de nozes são geralmente fáceis de digerir. As pessoas devem evitar estilos pesados ​​e escolher as variedades suaves.

8. Purê de batatas

Purê de batata é um alimento mole que é uma boa opção alimentar após uma colonoscopia.

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9. Peixe branco

O peixe branco é tipicamente macio, o que o torna uma boa escolha após uma colonoscopia. É melhor evitar o peixe com muita espinha ou gorduroso.

10. Compota de Maçã

Compota de maçã contém fibra que é facilmente digerível e não irritará o trato digestivo. Também contém açúcares e carboidratos que ajudarão a restaurar os níveis de energia. Além disso, contém pectina, que pode ajudar a prevenir a diarreia.

11. Sopa

Frango e outras sopas suaves são uma boa escolha. As pessoas devem evitar sopas picantes ou contendo cevada.

12. Gelatina ou pudim

Gelatina e pudim são alimentos recomendados após uma colonoscopia.

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Fotos: FreeFoodPhotos

13. Ovos Mexidos

Ovos mexidos são macios, além de ser uma boa fonte de proteína. As pessoas devem evitar adicionar leite, pimenta ou queijo para não irritar o trato digestivo.

14. Conservas ou frutas em pedaços

Frutas enlatadas, como pêssegos ou abacaxis, são bons alimentos moles. Fruta em conserva ou em pedaços costuma estar descascada, o que é ideal, pois as pessoas devem evitar a casca da fruta.

15. Torrada ou pão branco

Semelhante ao cracker, o pão branco é um alimento muito brando que é bom consumir por alguns dias após uma colonoscopia.

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16. Legumes cozidos

Legumes bem cozidos, assados ou salteados, até ficarem macios, são uma boa escolha após uma colonoscopia.

Alimentos para evitar

Embora um procedimento de colonoscopia não demore muito, o cólon precisa de tempo para se recuperar do procedimento em si e da preparação para o mesmo. Assim, por um dia ou mais após uma colonoscopia, é aconselhável evitar alimentos que são difíceis de digerir, como fibras e condimentos. Também é uma boa ideia evitar alimentos pesados ​​e gordurosos, pois podem causar náuseas e vômitos após a anestesia.

Se outro procedimento, como a remoção de um pólipo, também tiver ocorrido, o médico pode recomendar restrições alimentares adicionais. Estas incluem alimentos contendo pequenas sementes, grãos e nozes, pois essas pequenas partículas duras podem ficar presas na ferida cicatrizante e causar infecção.

Durante uma colonoscopia, o gás é soprado no cólon para abri-lo e permitir uma melhor visibilidade durante a colonoscopia. Após o procedimento, esse excesso de gás pode ser desconfortável, e uma pessoa pode sentir a necessidade de eliminar gases com mais frequência.

Por causa disso, melhor optar por evitar alimentos que causem gases adicionais, como feijões ou bebidas carbonatadas.

Evite estes alimentos após uma colonoscopia:

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-condimentos ou comida bem condimentada
-nozes inteiras ou picadas
-álcool
-pipoca
-coco
-alimentos fritos, como frango empanado e batata frita
-milho
-vegetais crus ou mal cozidos
-arroz integral
-leguminosas
-pão integral e produtos assados
-proteínas difíceis, como bife
-fruta com pele, como maçãs
-especiarias

Dicas para ter um cólon saudável

O cólon é uma parte essencial do trato digestivo. A partir dos 50 anos, as pessoas devem fazer colonoscopias a cada dez anos para garantir que não tenham nenhum problema. Alguns casos podem exigir exames adicionais.

É importante que uma pessoa cuide bem da saúde do cólon. O câncer de cólon raramente é hereditário e, em muitos casos, uma pessoa pode preveni-lo ao:

-fazer escolhas de estilo de vida saudáveis
-manter um baixo índice de IMC
-comer alimentos saudáveis

Segundo pesquisa, os seguintes fatores contribuem para que uma pessoa desenvolva câncer de cólon:

-altos níveis de insulina
-dietas ricas em açúcares refinados
-obesidade
-gordura abdominal
-dietas com baixo teor de fibra

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As pessoas devem evitar alimentos que contenham:

-gordura saturada alta
-grandes quantidades de açúcar
-carnes vermelhas
-carnes processadas

As pessoas devem fazer escolhas saudáveis de estilo de vida. Fumar e beber muito álcool podem contribuir para o câncer de cólon. Exercício físico é uma parte importante da saúde geral e pode ter um impacto significativo na redução do risco de câncer de cólon.

As pessoas também devem ter uma dieta rica em:

Frutas

-grãos integrais
-frutas e vegetais
-proteínas magras
-produtos à base de leite com baixo teor de gordura

Panorama geral

A colonoscopia é uma forma comum, curta e principalmente segura de investigação. Deve ser realizada regularmente para todas as pessoas com mais de 50 anos. É importante lembrar que a preparação e a recuperação podem levar tempo, embora o procedimento em si não demore muito.

É essencial seguir as recomendações de um médico após uma colonoscopia. Potencial desconforto e dor após o procedimento podem ser evitados comendo alimentos recomendados.

Fonte: MedicalNewsToday

 

Restaurante: as melhores escolhas para cada situação

Do italiano ao japonês: aprenda a fazer boas escolhas para não atrapalhar o processo de emagrecimento

Para quem deseja perder peso, sair de casa para ir ao restaurante sempre é um teste para o autocontrole. São nesses momentos que perdemos o controle da situação e nos rendemos às tentações que estão bem ali à nossa disposição. Por outro lado, o segredo do emagrecimento saudável está justamente em aderir a hábitos saudáveis de longo prazo – a famosa reeducação alimentar.

O primeiro passo é ter determinação para querer de fato transformar seus hábitos alimentares. Sabe aquele ditado de que quantidade não é qualidade? “Essa frase resume o conceito básico da reeducação alimentar, pois se trata de escolher nutrir o corpo com alimentos de qualidade, e não em quantidade” resume Juliana Mauri, nutricionista da Cia. da Consulta.

O processo exige uma mudança no estilo de vida, motivo pelo qual muitas pessoas desistem no meio do caminho. “Não é fácil, mas contribui para a perda de peso e ainda traz inúmeros benefícios para sua saúde”, completa a especialista. A causa para a demora em obter resultados pode estar na presença de hábitos inofensivos do nosso dia a dia, mas que são capazes de sabotar o processo de emagrecimento. Além disso, não podemos nos isolar totalmente de uma vida social e o segredo é saber fazer boas escolhas independentemente da situação. Confira a seguir as dicas da nutricionista:

No restaurante Italiano

Hábito ruim:
· Comer massas com recheios.
· Optar por molhos gordurosos, como o de queijo e o branco.
· Utilizar queijo ralado em excesso.

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Solução
Prefira as massas sem recheio.
Priorize pratos com molho vermelho.
Controle o consumo de queijo ralado.

Na churrascaria

Hábito ruim:
· Comer carnes gordurosas e em excesso, mesmo que já esteja satisfeito.

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Solução
· Fuja da típica frase “vamos fazer valer o dinheiro que foi pago pelo rodizio”.

Inicie a refeição pela salada.
Prefira as carnes magras com menor teor de gordura, como maminha ou alcatra.
Opte também por peixes e peito de frango sem pele.
Evite alimentos fritos.
Peça uma salada de fruta para a sobremesa.

Na hamburgueria

Habito ruim:
· Pedir lanche com mais de um hambúrguer.
· Incluir condimentos, como queijo e molhos.
· Optar por acompanhamentos como batata frita e refrigerante.

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Solução
Peça sanduíche de frango ou peixe.
Evite molhos e queijos.
Prefira tomar água.

No restaurante japonês

Hábito ruim:
· Consumir arroz em excesso, pois o arroz japonês pode conter açúcar em seu preparo.
· Optar por frituras em excesso.
· Tomar suco de fruta durante ou após a refeição.

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Solução
Prefira consumir o temaki sem arroz.
Priorize o sushi de peixe, pois o de camarão é gorduroso e mais calórico.
Evite as frituras.
Peça um picolé de fruta para a sobremesa.
Beba água para acompanhar a refeição, pois os sucos são calóricos.

Fonte: Cia da Consulta é uma clínica que oferece serviços médicos de alta qualidade a preços acessíveis. Disponibiliza consultas em mais de 32 especialidades, entre elas clínica geral, cardiologia, ginecologia, oftalmologia, além de check ups, exames e cirurgias

 

 

Por que a fome aumenta quando a temperatura cai?

A nutróloga especialista em emagrecimento Ana Luisa Vilela, da Clínica Slim Form, conta porque é tão comum acabar comendo mais e sentindo vontade daquelas delícias mais calóricas durante o inverno. E, afinal, por que isso acontece?

“O gasto energético nesta época do ano é maior, já que o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal estável. Esse aumento de apetite é uma resposta do corpo que solicita mais energia, e a resposta disso é a ingestão de mais alimentos que, muitas vezes, são mais calóricos”, explica a nutróloga.

Mas se a vontade de comer vem à tona, com certeza não é de alimentos crus e frios, Por isso a ingestão de saladas, legumes e frutas, diminui nessa época e dá espaço para as gorduras e açúcares. “Os excessos nas gorduras são resultado da necessidade do organismo de produzir serotonina: um neurotransmissor que promove a sensação de bem-estar, que é diminuído principalmente em pessoas que não se sentem confortáveis com as temperaturas mais baixas”, fala a médica.

Os descontos na comida, além de engordarem, podem ainda desenvolver doenças como hipertensão e obesidade, além de contribuir para o aumento dos níveis de colesterol e triglicéride – que elevam os riscos de problemas cardiovasculares – é o que alerta da médica que deixa algumas dicas para os dias mais frios:

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– Aumente o consumo de proteínas, que demoram mais para serem metabolizadas e liberadas, assim a sensação de saciedade aumenta;

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– Evite os excessos de carboidratos, pães, bolos e massas brancas;

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– Evite as sopas tipo creme;

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– Abuse de chás que, além de esquentar o corpo, aumentam sensação de bem estar e diminuem a vontade de doces e açúcares;

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– Prefira as frutas típicas desta época que ainda são ricas em vitamina C, como: morangos, limão e maracujá;

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– Na hora de consumir chocolate em barra ou em pó para as bebidas quentes, use a versão 70% cacau.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. Hoje, está à frente da rede da Clínica Slim Form

 

Os gatilhos da síndrome do intestino irritável e como evitá-los

Quando você conhece as coisas que podem fazer com que seus sintomas de SII se manifestem, os chamados gatilhos, você pode fazer um plano para evitá-los. Dessa forma, pode trabalhar para manter os problemas como constipação, diarreia, dor de barriga e inchaço no nível mínimo.

A síndrome do Intestino Irritável é diferente para todos, mas acompanhar como você reage aos gatilhos dos sintomas mais comuns pode ajudar a aprender a evitá-los.

1. Fatores desencadeantes de constipação na SII

Alguns alimentos podem piorar a constipação relacionada à SII, incluindo:

=Pães e cereais feitos com grãos refinados (não inteiros)
=Alimentos processados, como chips e biscoitos
=Café, refrigerantes e álcool
=Dietas de alta proteína
=Produtos lácteos, especialmente queijo

Melhores escolhas de dieta para a constipação:

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=Aumente gradualmente o consumo de fibras em 2 a 3 gramas por dia até comer 25 (para mulheres) ou 38 (para homens) gramas por dia. Boas fontes incluem pão integral e cereais, feijão, frutas e legumes.
=Coma uma quantidade moderada de alimentos que contenham sorbitol, como ameixas secas e suco de ameixa.
=Beba muita água pura todos os dias.
=Experimente linhaça moída. Você pode polvilhar em saladas e legumes cozidos.

2. Fatores desencadeantes de diarreia na SII

Os alimentos que podem piorar a diarreia relacionada à síndrome para algumas pessoas incluem:

=Excesso de fibra, especialmente o tipo insolúvel que encontramos na casca de frutas e legumes
=Alimentos e bebidas com chocolate, álcool, cafeína, frutose ou sorbitol
=Refrigerantes
=Grandes refeições
=Alimentos fritos e gordurosos
=Produtos lácteos, especialmente em pessoas que não conseguem digerir a lactose do açúcar do leite, a chamada intolerância à lactose
=Alimentos com trigo para pessoas que são alérgicas ou têm uma reação ruim ao glúten

Melhores escolhas de dieta para diarreia:

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Foto: Haaijk/Pixabay

=Coma uma quantidade moderada de fibra solúvel. Adiciona volume a suas fezes. Boas fontes são pães integrais, aveia, cevada, arroz integral, massa integral, frutas (não a casca) e frutas secas.
=Não coma alimentos em temperaturas opostas, como água gelada e sopa quente, na mesma refeição.
=Fique longe de brócolis, cebola e repolho. Eles causam gases, o que pode fazer você se sentir pior.
=Coma porções menores.
=Beba água uma hora antes ou depois das refeições, não enquanto você comer.
=Converse com seu médico ou nutricionista se você acha que pode ter uma alergia ao trigo.
=Para aliviar os sintomas de inchaço e gases, tente evitar alimentos gasosos, como feijão, couve de Bruxelas, germe de trigo, passas e aipo.

3. Estresse e ansiedade, gatilhos da SII

Estresse e ansiedade podem piorar os sintomas da SII. As preocupações podem vir de muitas fontes, incluindo:

=Trabalho
=Trânsito/transporte
=Problemas em casa
=Problemas financeiros
=Uma sensação de que as coisas estão fora de controle

Como gerenciar o estresse:

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Foto: Philly

-Tenha hábitos saudáveis. Mantenha uma dieta bem equilibrada que funcione para a SII. Faça exercícios regulares e durma o suficiente.
-Faça algo divertido quantas vezes você puder. Ouça música, leia, faça compras ou caminhe.
-Aprenda maneiras melhores de se acalmar com a terapia comportamental. Existem alguns tipos: terapia de relaxamento, biofeedback, hipnoterapia, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia.
-Se você se sentir à vontade, converse com familiares, amigos íntimos, seu chefe ou colegas de trabalho sobre a síndrome. Quando eles sabem o que está acontecendo, podem apoiá-lo e entender melhor como isso afeta você.

4. Drogas que podem desencadear SII

Algumas drogas podem desencadear constipação ou diarreia. Pessoas com a síndrome podem ter problemas com:

  • Antibióticos
  • Alguns antidepressivos
  • Remédios feitos com sorbitol, como xarope para tosse

Como escolher melhores medicamentos:

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Converse com seu médico sobre a mudança para uma droga que não fará com que seus sintomas aumentem. Mas pergunte antes de parar de tomar seus remédios.
Escolha antidepressivos com sabedoria. Os mais antigos, chamados antidepressivos tricíclicos, podem causar constipação. Os convencionais, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem) e a sertralina (Zoloft), podem causar diarreia. Trabalhe com o seu médico para encontrar o caminho certo.

5. Gatilhos da menstruação na SII

Mulheres com a síndrome tendem a ter os sintomas piorados durante a menstruação. Não há muito o que fazer para evitar isso, mas você pode aliviar a dor e o desconforto durante esse período do mês.

Como se sentir melhor:

Pense em tomar pílulas anticoncepcionais. Elas podem tornar as menstruações mais regulares. Mas podem causar efeitos colaterais, como dores de estômago, vômitos, cólicas estomacais ou inchaço, diarreia e constipação. Trabalhe com o seu médico para encontrar algo que funcione sem causar outros problemas. Trate a TPM grave. Algumas drogas que tratam a depressão podem ajudar, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem), a paroxetina (Paxil) e a sertralina (Zoloft).

6. Outros gatilhos

-Comer enquanto você trabalha ou dirige
-Comer muito rapidamente
-Goma de mascar
-Exercício insuficiente

O que fazer:

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-Corte as distrações enquanto você come.

-Tente fazer pelo menos 30 minutos de exercício por dia. Pode ajudar a prevenir a constipação e aliviar o estresse.

-Além disso, certifique-se de conversar com seu médico sobre todas as suas opções de tratamento para a síndrome com constipação e/ou com diarreia.

Referência Médica WebMD Revisado por Minesh Khatri, MD em 25 de março de 2018

Kit de sobrevivência para quem tem síndrome do intestino irritável

1-Esteja preparado

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Síndrome do intestino irritável (SII) pode ser um desafio para conviver. Estar fora de casa traz desafios maiores. Se você pensa no futuro e mantenha alguns suprimentos de emergência à mão, assim poderá lidar melhor com os sintomas.

2-Saiba para onde ir

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Qualquer pessoa com SII precisa mapear os caminhos a seguir se uma emergência ocorrer. Como chego ao banheiro mais próximo? Qual é a saída mais rápida, mais fácil e menos visível? Se você tiver um plano, as coisas correrão muito melhor quando surgirem problemas.

3-Confira o menu

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Sair para comer pode ser assustador para alguém com a síndrome. Algo que pode acioná-la pode estar escondido sob um pedaço de alface ou uma fatia de queijo. A maioria dos restaurantes tem um menu que você pode ler online antes de ir. Se você tiver dúvidas ou preocupações, ligue para o local. É melhor descobrir as coisas antes que ter que improvisar mais tarde.

4-Coma antes de sair

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Todo mundo vai a um restaurante italiano e você sabe que não pode comer isso? Às vezes, é melhor fazer uma refeição antes de sair para evitar problemas. Se todo mundo está comendo e você não quer se sentir excluído, coma algo que você sabe que não vai acionar a SII. Também beba água e diga que você comeu mais cedo, e tudo bem.

5-Atenção ao que você come

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Só porque frutas e vegetais parecem inofensivos, não significa que eles não possam desencadear um episódio. Carboidratos de difícil digestão em algumas frutas, vegetais, feijões e trigo podem ser um problema. Não é preciso banir esses alimentos. Apenas saiba quais são os problemáticos para você. Cebola e alho também podem ser complicados.

6-Aprenda a relaxar

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Se você está fora de casa e sente que sua SII está piorando, pode ser útil ter um apaziguador do estresse. Técnicas de relaxamento como mindfulness, yoga ou relaxamento muscular progressivo podem ajudar. Converse com seu médico.

7-Saia e se exercite

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A pesquisa diz que a atividade física reduz os sintomas da SII. Portanto, alguma atividade física pode ajudar a reduzir o estresse e manter tudo sob controle. Converse com seu médico sobre o que seria bom para você.

8-Limite os longos passeios

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Uma viagem diária. Um encontro. Um passeio. Quando você tem SII, você sabe que pode ser difícil ficar longe de sua zona de conforto – para não mencionar um banheiro. Tente reduzir o tempo que você está no carro ou em uma sala de conferência ou longe do banheiro. Quanto mais tempo você estiver preso em algum lugar, maior a probabilidade de problemas.

9-Deixe (algumas) pessoas saberem

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Você não precisa contar a todos sobre o seu problema. Porém, pode ser útil ter alguém no trabalho, em casa ou em uma viagem que saiba e que possa cobrir você quando os sintomas o afastarem.

10-Tenha remédio à mão

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Funciona para muitos sofredores da SII: a loperamida (Imodium) trata diarreia súbita e retarda os músculos do intestino. Mantenha alguns comprimidos (e também a forma líquida) consigo ou perto de você o tempo todo. Pode colocá-los no bolso, no carro e na mesa de trabalho. Uma boa regra: tome 20 minutos antes de ir para algum lugar onde possa enfrentar um problema.

11-Mantenha os gases controlados

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As pílulas para gases, como a simeticona ou o carvão ativado, também podem ajudar no inchaço. Eles podem ser aliados em situação crítica, como em público, onde os sintomas da SII podem ser um problema.

12-Tome o que funciona para você

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Óleo de hortelã pode ajudar com as dores e inchaços. E se você tiver outros remédios – qualquer coisa que ajude, mesmo que ocasionalmente -, guarde-os no seu kit. Não vai fazer mal.

13-Roupas sobressalentes

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Um kit de emergência não é completo sem underwear e roupa extra. Mantenha um par sobressalente de cada em uma mochila ou algo semelhante, e certifique-se de que você pode chegar a ela quando precisar.

14-Tenha lenços umedecidos

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Papel higiênico e lenços umedecidos são obrigatórios. Ambos em tamanho para viagem estão disponíveis. Certifique-se de que o papel higiênico permaneça seco e limpo no kit e que os lenços umedecidos fiquem úmidos no pacote. Carregue o máximo que puder em seu kit.

15-Desinfetar as mãos também ajuda

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O gel antisséptico é uma boa opção. As embalagens de tamanhos menores, para viagem, provavelmente são melhores do que os maiores e difíceis de manusear. O álcool gel para as mãos é essencial para o seu kit. Mantenha alguns no carro e no escritório também.

Fonte: WebMed

Fotos: Getty Images

Sugestões de dietas para quem tem síndrome do intestino irritável

Síndrome do intestino irritável (SII) é uma desordem desconfortável caracterizada por mudanças dramáticas nos movimentos intestinais. Algumas pessoas experimentam diarreia, enquanto outras têm constipação ou, ainda, ambas intercaladas. Cãibras e dores abdominais podem tornar as atividades cotidianas insuportáveis.

Intervenção médica é importante no tratamento da SII, mas você sabia que certas dietas podem melhorar seus sintomas? Explore as dietas mais comuns disponíveis para reduzir os sintomas desconfortáveis e trabalhe para levar uma vida saudável.

1. Dieta rica em fibras

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A fibra adiciona volume às suas fezes, o que ajuda nos movimentos. O adulto médio deve ingerir 20 a 35 gramas de fibra por dia. Enquanto isso parece bastante simples, o Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos EUA estima que a maioria das pessoas só come 5 a 14 gramas por dia.

Alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e grãos integrais são nutritivos e ajudam a prevenir a constipação. No entanto, se você sentir inchaço devido ao aumento da ingestão de fibras, tente se concentrar apenas na fibra solúvel encontrada em frutas e vegetais, em vez de grãos.

2. Dieta pobre em fibras

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Foto: Jan Fidler

Embora a fibra possa ajudar algumas pessoas com a síndrome, o aumento da ingestão de fibras pode piorar os sintomas se você tiver gases e diarreia com frequência. Antes de eliminar completamente a fibra de sua dieta, concentre-se nas fontes de fibras solúveis encontradas em itens de produção, como maçãs, frutas vermelhas, cenouras e farinha de aveia. A fibra solúvel se dissolve na água em vez de adicionar volume extra associado à fibra insolúvel. Fontes comuns de fibra insolúvel incluem grãos integrais, nozes, tomates, passas, brócolis e repolho.

Você também pode considerar tomar medicamentos antidiarreicos 30 minutos antes de ingerir fibras para reduzir os efeitos. Esse método é especialmente útil quando se come em restaurantes e fora de casa. No entanto, você não deve se habituar a isso.

3. Dieta sem glúten

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Foto: Shutterstock

O glúten é uma proteína encontrada em produtos feitos de grãos, como pão e macarrão. A proteína pode danificar os intestinos naqueles que são intolerantes ao glúten. Algumas pessoas com sensibilidade ou intolerância ao glúten também apresentam SII. Em tais casos, uma dieta sem glúten pode reduzir os sintomas.

Elimine cevada, centeio e trigo da sua dieta para ver se os problemas gastrointestinais melhoram. Se você é fanático por pão e massas, ainda há esperança. Você pode encontrar versões sem glúten de seus produtos favoritos em lojas de alimentos saudáveis e muitas mercearias.

4. Dieta de eliminação

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Uma dieta de eliminação se concentra em evitar certos alimentos por um período prolongado de tempo para ver se os sintomas da SII melhoram. A Fundação Internacional para Distúrbios Gastrointestinais Funcionais (IFFGD) recomenda cortar esses quatro “culpados” comuns: café, chocolate, fibra insolúvel e nozes.

No entanto, você deve renunciar a qualquer alimento que você achar suspeito. Elimine completamente um alimento de sua dieta por 12 semanas de cada vez. Anote quaisquer diferenças nos sintomas da SII e passe para a próxima comida da sua lista.

5. Dieta com baixo teor de gordura

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Alimentos ricos em gordura são conhecidos por contribuir para uma variedade de problemas de saúde, como a obesidade. No entanto, eles podem ser especialmente difíceis para aqueles que têm SII, agravando os sintomas. Alimentos ricos em gordura são geralmente pobres em fibras, o que pode ser problemático para a constipação relacionada à SII. De acordo com a Cleveland Clinic, alimentos gordurosos são particularmente ruins para pessoas com SII mista, que é caracterizada por uma combinação de constipação e diarreia.

Embarcar em uma dieta com baixo teor de gordura é bom para o coração e pode melhorar os sintomas intestinais desconfortáveis. Em vez de comer frituras e gorduras animais, concentre-se em carnes magras, frutas, legumes, grãos e laticínios com baixo teor de gordura.

6. Baixa dieta Fodmap

Fodmaps são carboidratos difíceis de serem digeridos pelo intestino. Uma vez que esses carboidratos puxam mais água para o intestino, as pessoas com SII podem sentir mais gases, inchaço e diarreia depois de ingerir esses alimentos. A sigla significa “oligossacarídeos fermentáveis, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis”. Restringir temporariamente ou limitar sua ingestão de alimentos ricos em Fodmap por seis a oito semanas pode melhorar os sintomas da SII.

É importante notar que nem todos os carboidratos são Fodmaps. Para um melhor resultado, você tem que remover os tipos certos de alimentos.

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Alimentos para evitar incluem:

-Lactose (leite, sorvete, queijo, iogurte)
-Certas frutas (pêssegos, melancia, peras, mangas, maçãs, ameixas, nectarinas)
-Legumes
-Xarope de milho rico em frutose
-Edulcorantes
-Pão à base de trigo, cereais e massas
-Castanha de caju e pistache
-Certos legumes (alcachofra, aspargos, brócolis, cebola, couve de bruxelas, couve-flor, cogumelos)

Tenha em mente que, embora essa dieta elimine algumas frutas, nozes, verduras e laticínios, ela não elimina todos os alimentos dessas categorias. Se você beber leite, escolha leite sem lactose ou outras alternativas, como arroz ou leite de soja. Para evitar refeições excessivamente restritivas, fale com um nutricionista antes de começar esta dieta.

Sua melhor dieta

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Certos alimentos podem ajudar a melhorar a relação com a SII, mas as pessoas são diferentes. Examine seus sintomas e converse com seu médico antes de iniciar uma nova dieta. Fique em sintonia com a forma como o seu corpo reage a certas dietas, pois poderá ter de ajustar os alimentos que ingere. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, você deve beber muita água, fazer exercícios regularmente e diminuir sua ingestão de cafeína para promover a regularidade e minimizar os sintomas da SII.

Fonte: HealthLine

Os gases e a síndrome do intestino irritável

Muitas pessoas com a síndrome do intestino irritável dizem que também têm muitos gases. Não está claro o motivo. Elas não parecem produzir mais gases do que qualquer outra pessoa, porém, isso as incomoda ainda mais. Estudos descobriram que as pessoas com SII têm problemas para se livrar dos gases, possivelmente devido a problemas com a forma como os nervos e os músculos do intestino funcionam. Os intestinos também podem ser mais sensíveis, assim, mesmo uma quantidade normal de gases pode causar dor.

Lidar com a SII e gases é difícil. Os sintomas variam muito de uma pessoa para a outra, e nenhum tratamento único funciona para todas. O que incomoda uma pessoa pode não incomodar outra. O que traz alívio para um pode não afetar outra pessoa. Existem muitas estratégias diferentes que você pode tentar. A maioria tem a ver com o que você come.

Alimentos que produzem gases

Como a SII é diferente para todos, o ideal é ajudar a manter um diário alimentar para ver o que desencadeia seus sintomas. Uma vez que você conheça os alimentos que causam problemas, você poderá evitá-los.

Alimentos que a maioria das pessoas excluem:

couve flor congerdesign pixabay

-Feijões e outras leguminosas como ervilhas, amendoim e lentilhas
-Repolho
-Brócolis e couve-flor cru
-Cebolas
-Couve de Bruxelas
-Uva passa

Fibras

“Consuma mais fibras” é um conselho padrão para pessoas com SII, especialmente se você tem constipação. Porém, às vezes as fibras podem piorara situação. O tipo e a quantidade de fibras que você adiciona são importantes. Assim como você incluir fibras à sua dieta.

A fibra insolúvel, encontrada no trigo integral, tende a produzir mais gases. Dois tipos de fibras parecem reduzir os gases: metilcelulose e policarbofil. Eles podem ser encontrados em alguns suplementos de fibras. Aumente o consumo de fibras gradualmente. Pode ser que elas causem mais gás no início, mas isso deve melhorar se o seu corpo se acostumar.

Carboidratos

Alguns carboidratos, os chamados FODMAPs, são um problema para pessoas com a síndrome. Esses carboidratos não são absorvidos pelo intestino delgado. Quando eles atingem o intestino grosso, rapidamente se dissolvem e produzem gases. Isso acontece com todos, mas pode ser um problema para pessoas com SII.

Esses alimentos são altos em FODMAPs. Cientistas da Austrália criaram uma dieta para evitá-los. Isso mostra bons resultados, especialmente com redução de gases. Mas os alimentos que deve cortar são bons para você, em geral. Então deve tentar por mais de dois meses, mas apenas com a aprovação do seu médico.

A dieta sugere que você pare de comer:

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 =Maçãs (fruta e suco), peras (frutas e suco), melancia, mangas, cerejas, pêssegos, ameixas, damascos, nectarinas e amoras

=Espargos, alcachofras, legumes como feijões e lentilhas, ervilhas, ervilhas, cebolas, alho, alho-poró, couve-flor, cogumelos, aipo e milho
Leite, iogurte, queijos moles como ricota,  cottage e creme de queijo e sorvete
=Mel, xarope de milho com alto teor de frutose e certas gomas de mascar e doces sem açúcar
=Trigo e centeio
=Castanhas de caju e pistache

Probióticos e antibióticos

mulher tomando probiotico foto alamy

Uma teoria sobre a síndrome é que a mistura normal de bactérias úteis que vivem nos intestinos foi interrompida. Algumas delas produzem mais gases do que outras, pois ajudam a digerir a comida. Pessoas com SII podem ter muitos desses tipos de bactérias.

Os probióticos são suplementos que adicionam bactérias ao sistema digestivo para trazer de volta o equilíbrio. Estudos  demonstraram ser promissor o consumo de probióticos nos casos da SII.

Algumas pessoas com a síndrome relataram menos gases depois de tomar antibióticos. Isso pode ocorrer porque a droga matou as bactérias produtoras de gases no intestino.

Medicamentos

Alguns suplementos dietéticos sem receita ajudam seu corpo a fazer menos gases. A enzima lactase ajuda a digerir leite e produtos lácteos. Pode ser comprado como suplemento e é adicionado a alguns produtos lácteos para pessoas com intolerância à lactose. A alfagalactosidase, enzima encontrada em algumas medicações voltadas ao excesso de gases, ajuda o corpo a quebrar o açúcar presente em grãos e outros vegetais.

Outras dicas

copa canudo

Uma das principais causas de produção de gases é engolir o ar. Isso pode ocorrer quando você mastiga chiclete, come ou bebe muito rápido ou usa canudos. O ar que você não se livra por meio dos arrotos acaba indo parar em seu intestino.

Qualquer coisa que mantenha a síndrome sob controle também pode ajudar com os gases. Comer refeições menores e regulares pode reduzir o inchaço. Você também pode fazer exercícios regularmente. Dormir o suficiente e cuidar da sua saúde mental também ajudam. Enquanto o estresse e a ansiedade não causam a síndrome, gerenciá-los pode melhorar os sintomas.

Referência Médica WebMD Avaliado por Minesh Khatri, MD 

A volta da marmita: maioria dos brasileiros aposta na alimentação caseira

Mais do que uma estratégia para reduzir gastos, hábito ajuda a melhorar a saúde e a boa forma, afirma especialista. Tendência para alguns, resgate de um velho costume para outros, a boa e velha marmita voltou com tudo e está cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros.

E, embora sua maior vantagem seja a economia, a famosa quentinha não voltou para o cardápio somente em virtude do orçamento apertado: com a crescente onda fitness e maior preocupação com a qualidade da alimentação, levar comida caseira para o trabalho, faculdade ou academia tem sido uma alternativa para melhorar a saúde.

É o que aponta uma pesquisa exclusiva, realizada pela Banca do Ramon, um dos empórios mais tradicionais do Mercado Municipal de São Paulo. De acordo com seu levantamento, mesmo entre aqueles que possuem maior poder aquisitivo, a alimentação caseira é apontada como a escolha mais benéfica. E, segundo especialistas, quando bem elaborada a estratégia pode, de fato, dar aquela forcinha na dieta.

Mais que economia

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Fotomontagem: Mamitalks

É indiscutível que muitas vezes a marmita volta para o cardápio devido ao orçamento apertado. Números do último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF 2008-2009) indicam que as refeições fora de casa representam mais de 25% dos gastos com alimentação. Logo, em tempos nos quais a inflação afeta, principalmente, o preço dos alimentos, buscar formas de cortar gastos é essencial.

Contudo, atualmente, apostar na alimentação caseira não tem sido exclusividade daqueles que desejam economizar: de acordo com a pesquisa “Do essencial ao Gourmet – O que os brasileiros pensam sobre alimentação saudável e produtos premium”, mesmo entre aqueles que ganham acima de cinco salários mínimos, o hábito (fazer refeições no lar/levar marmita de casa) não só é predominante como também é apontado como a escolha mais saudável por quase 40% dos entrevistados com renda familiar elevada. No geral, considerando todos os 1360 participantes, mais de 85% aponta esse tipo de refeição como a mais frequente e também como a melhor pedida.

Comida de verdade

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Fotomontagem: Mamitalks

Agora, deixando de lado o fator “orçamento”, existem outros pontos que podem explicar o ressurgimento das marmitas: a preocupação com a saúde e, claro, o paladar exigente desses consumidores. De acordo com a pesquisa, os brasileiros não só priorizam o sabor na hora de escolher alimentos (60%) como consideram a alimentação caseira, do dia a dia, como a verdadeiramente saudável.

Seu principal diferencial? A variedade, segundo os entrevistados. E, mesmo que muitos acreditem que não dá para ganhar da diversidade dos self services, a nutricionista Juliana Tomandl explica porque essa aposta pode, de fato, ser mais vantajosa.

“Quando bem elaborada, a refeição caseira ou a marmita pode ter um valor nutricional muito mais elevado do que os alimentos oferecidos nos buffets de restaurantes. Embora muitos estabelecimentos também ofereçam “comida no estilo caseiro”, quando as refeições são preparadas e levadas de casa, é possível controlar muito melhor a ingestão de sal, de temperos industrializados, de carboidratos e de gorduras, por exemplo. Além disso, a pessoa evita as tentações típicas dos self services como frituras, salgadinhos, molhos… itens que, de pouquinho em pouquinho, vão deixando o prato mais calórico”, afirma a profissional.

Outro aspecto relevante, de acordo com a consultora da Banca do Ramon, é que dessa forma o indivíduo pode se reaproximar da “comida de verdade”, ou seja, diminuir o consumo de fast foods e alimentos altamente processados.

“Com a marmita sempre à mão é possível ter uma alimentação nutritiva mesmo nos dias mais corridos. Assim, evita-se consumir refeições “industrializadas” que, embora muito práticas, são repletas de ingredientes nocivos à saúde, capazes de propiciar o ganho de peso, aumentar a inflamação do organismo e até mesmo elevar o risco de diabetes”, lembra a nutricionista.

Marmita fitness

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Pegando carona na preocupação com a saúde, as famigeradas “marmitas fitness” também têm contribuído para que esse hábito esteja mais forte do que nunca. Popularizada pelos adeptos da malhação, seu conceito pode até ser o mesmo da quentinha convencional, mas o cardápio é bem diferenciado: ao invés da lasanha que sobrou do domingo ou do tradicional arroz com feijão, só entram alimentos estratégicos: funcionais, termogênicos, detox, de baixo índice glicêmico, vegetarianos e por aí vai…

Além disso, ficam de fora ingredientes gordurosos, alergênicos ou pouco tolerados (glúten, lactose, carboidratos e até mesmo algumas proteínas), tudo em nome da boa forma. E seu público alvo é grande – a pesquisa rastreou, inclusive, que quase 18% dos entrevistados consideram este tipo de alimentação a mais saudável.

Contudo, embora a “marmita fitness” possa, de fato, ser uma aliada do plano de emagrecimento, é preciso ter cuidado antes de seguir esse estilo: “Atualmente, com um apelo tão grande para a perda de peso, as pessoas buscam soluções prontas e esse tipo de marmita se tornou até mesmo um negócio. Mas, geralmente, elas se atentam somente para a quantidade de calorias, sem verificar o valor nutricional das refeições. Como a necessidade nutricional pode variar muito de pessoa para pessoa, é fundamental buscar orientação médica antes de fazer mudanças bruscas na dieta, pois um cardápio pode até ser fit, mas se não for equilibrado não promoverá uma perda de peso saudável e muito menos sustentável”, explica Juliana.

Segredo é o equilíbrio

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E se a marmita voltou em nome da saúde, a nutricionista afirma que a fórmula para não errar é buscar sempre o equilíbrio “É a mesma regra do prato saudável: a refeição deve ser colorida e contar com todos os macronutrientes, ou seja, deve ser composta por carboidratos, proteínas, gorduras boas e fibras. Um bom exemplo é o clássico: arroz com feijão, uma porção de carne e uma saladinha – esse prato oferece praticamente todas as vitaminas e sais minerais que o corpo precisa”.

E se a preocupação é com a balança, Juliana complementa: “Se o objetivo é reduzir calorias, por exemplo, basta diminuir a porção ingerida e atentar para o modo de preparo: priorizar alimentos cozidos no vapor ou assados, evitar as frituras, os cortes de carne gordurosos ou a utilização de temperos prontos, que “incham” o corpo. Dessa forma é possível ter uma alimentação balanceada, saborosa e ainda seguir firme na dieta sem grandes restrições”.

Fonte: Banca do Ramon