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Diagnóstico precoce de Alzheimer garante bem-estar aos pets

Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais bichinhos de estimação apresentam a degeneração cognitiva, doença que causa mudança no comportamento

Os pets estão vivendo mais e enfrentam os riscos de doenças crônicas e degenerativas. A síndrome da disfunção cognitiva é um dos problemas que têm sido frequentes entre os cãezinhos idosos. Assim como o Alzheimer nos humanos, a doença é caracterizada pelo envelhecimento das células do cérebro.

“Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida aos bichinhos de estimação”, afirma a veterinária Carolina Dias Jimenez, especialista em neurologia da Petz.

Por isso, o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, comemorado hoje, 21 de setembro, é importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. Com o envelhecimento, ocorre a deposição de uma proteína chamada amiloide nos neurônios e em todo tecido cerebral, que causa a morte gradual das células.

Sinais

cachorro deitado doente

A doença se manifesta geralmente a partir dos dez anos, com a desorientação (envolve momentos de agitação e/ou de sonolência), redução de atividade física, mudanças no padrão do sono, perda de memória visual e alteração nos hábitos de higiene. “Eles começam a olhar para o nada, se perdem atrás de móveis, não reconhecem o dono, dormem mais tempo durante o dia e, à noite, ficam zanzando pela casa compulsivamente”, explica a veterinária.

Com a evolução do problema, eles passam a não saber mais como beber água ou comer, não conseguem mais deglutir, podem parar de andar, perder a atividade locomotora, com uma série de consequências à saúde.

Tratamento

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Além do acompanhamento veterinário, o tratamento é feito com antioxidantes, que vão retardar o envelhecimento celular e, consequentemente, a liberação da substância amiloide. Também é usada medicação que aumenta a vascularização no cérebro, melhorando o seu funcionamento. “É uma doença degenerativa, como no ser humano. O acompanhamento veterinário poderá retardar os sintomas e minimizar os efeitos, mas vai continuar evoluindo”, esclarece Carolina.

Quando o animal começa com os sinais neurológicos, é importante fazer uma ressonância magnética ou algum outro tipo de exame mais apurado para excluir problemas como tumor cerebral, que tem tratamento oposto ao Alzheimer. Mas o diagnóstico é clínico, pois nenhum exame mostra as alterações.

Prevenção

Além de ter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas frequentemente, a indicação é começar com antioxidantes e vitaminas o mais precoce possível, por exemplo, a partir dos 8 anos. Outra opção são rações ricas em antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres e, por sua vez, combatem o envelhecimento.

Normalmente, as raças pequenas como Yorkshire, Maltês e schnauzer são mais predispostas à doença, principalmente porque a expectativa de vida delas é maior. Para que o pet fique bem, no entanto, a compreensão e atenção dos donos são ótimos tratamentos. Veja abaixo algumas dicas da veterinária.

1 – Não deixar o pet sozinho por longos períodos, já que eles podem ficar confusos ao se enfiarem em lugares restritos da casa e não conseguirem sair, como embaixo de móveis, atrás de portas.

cachorro dormindo cama coberto

2 – Eles vão dormir por mais tempo. Isso acontece não só pela doença, como pelo envelhecimento. O ideal é levá-los mesmo dormindo para fazer as necessidades ou recorrer às fraldas descartáveis (mas nem todos se adaptam).

cachorro idoso

3 – Se possível, deixar o espaço livre onde eles ficam para que possam caminhar, quando desejarem, sem acidentes. Manter a caminha higienizada e respeitar a lentidão nos momentos de passeio.

cachorro comendo

4 – Como podem ocorrer também mudanças no apetite do pet, que troca o dia pela noite, deixe a ração disponível e a água por tempo indeterminado. Converse com o veterinário para indicar opções pastosas para facilitar a mastigação do cão.

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5 – Faça check-up e acompanhamento veterinário de seis em seis meses para garantir bem-estar e controlar os efeitos da doença.

Fonte: Petz

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Guia informativo sobre o Alzheimer

Cora, Instituição de Longa Permanência para Idosos, em parceria com a Associação Brasileira de Alzheimer, também organiza grupos mensais de apoio sobre a doença

Esquecer um objeto, um compromisso, uma data ou um nome é algo normal e que pode acontecer com todos, mas quando se torna repetitivo e compromete o dia a dia do indivíduo pode ser sintoma de Alzheimer. A Cora Residencial Senior criou alguns guias informativos para esclarecer dúvidas sobre a doença, que atinge cerca de 10% das pessoas com mais de 65 anos e 25% com mais de 85 anos.

As duas primeiras publicações estão disponíveis para download clicando aqui. Em parceria com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), a Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) também organiza reuniões mensais de apoio às família e cuidadores. Neste mês, em comemoração ao Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, o encontro será realizado sábado (22), das 9h30 às 11h, na Cora Ipiranga (Rua Antônio Marcondes, 427).

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O que é

Um dos problemas neurológicos mais comuns entre a população acima de 60 anos, a doença de Alzheimer atinge 1,2 milhão de brasileiros e é responsável por 80% dos casos de demência. A morte gradual das células cerebrais provoca a perda de memória e de outras funções cognitivas, como capacidade de organização, orientação de tempo e espaço. Apesar de não ter cura, com acompanhamento médico e equipe multidisciplinar, é possível priorizar a qualidade de vida dos pacientes.

Alternativa

O diagnóstico feito na fase inicial permite que o idoso e a família se prepararem para lidar com a doença. Com cuidados e tratamento adequados, a evolução e os sintomas podem ser controlados. Por isso, a importância de um apoio profissional e especializado. Contar com uma ILPI bem preparada pode ser a melhor alternativa para cuidados de qualidade, atenção, socialização e estímulos cognitivos e físicos que preservem a independência funcional pelo maior tempo possível. Além de oferecer espaços que garantam a melhor mobilidade e segurança.

“O paciente precisa ter estímulos, ser bem tratado nos cuidados básicos do dia a dia, ter convívio social e de uma atenção multidisciplinar”, afirma o médico Jarbas José Salto Jr., diretor de operações da Cora Residencial Senior, ILPI com seis unidades em São Paulo que oferece um novo conceito de residencial. Como muitas vezes não é possível manter os cuidados em casa, tem sido cada vez mais frequente a decisão por uma Instituição.

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Além do acompanhamento médico, é importante o cuidado de uma enfermeira bem treinada, de um fonoaudiólogo para a melhora da fala e da deglutição, de um fisioterapeuta que estimule a parte motora, de um nutricionista que oriente a alimentação, promovendo um ganho energético e um suporte para formar proteína, evitando a desnutrição, além de terapeutas ocupacionais, que estimulem a parte cognitiva.

Fonte: Cora

 

Sete sinais que podem indicar a doença de Alzheimer

Celebrado hoje, 21 de setembro, o Dia Mundial do Alzheimer ressalta a importância da prevenção da doença

Considerada muito comum no Brasil, a doença de Alzheimer afeta 1,2 milhão de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). O problema é neurodegenerativo, o que significa uma diminuição gradativa de células e conexões nervosas. O principal sintoma do paciente é a perda de memória.

Portanto, quanto antes a doença for percebida, menos danos serão causados. É com o intuito de reforçar a importância da prevenção e procura pelo diagnóstico médico que foi estabelecido o Dia Mundial do Alzheimer em 21 de setembro.

Alguns sinais de que a pessoa está com a doença são mais precoces e, se reconhecidos, valem uma avaliação médica especializada. O neurologista do Hospital Santa Catarina, Maurício Hoshino, reuniu sete sinais típicos que podem indicar que a pessoa pode ser uma portadora de Alzheimer.

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Ilustração: Pixabay

Repetições de falas e ações: devido aos problemas de memória, pessoas com Alzheimer tendem a repetir as mesmas frases e ações, já que a doença costuma afetar principalmente a memória recente.

Problemas para realizar atividades comuns: uma simples tarefa como fazer café pode se tornar um problema. Até mesmo a utilização dos utensílios corretos na cozinha passa a ser um obstáculo. Assim como ter dificuldade em manipulação do dinheiro, senhas e para elaborar as compras do supermercado ou padaria.

Esquecimento frequente de palavras: em um estágio um pouco mais avançado, o portador de Alzheimer passa a esquecer palavras básicas. A degeneração constante das células no cérebro leva a essa condição.

Mudança repentina de humor: é comum uma pessoa que tenha a doença de Alzheimer ficar facilmente irritada e chateada, com falta de confiança e sentindo-se frustrada.

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Não saber onde está ou o que está fazendo em determinada situação: é recorrente que o portador da doença neurodegenerativa perca a noção de onde está, esquecendo-se totalmente de seu propósito na situação e no local presente. É costume encontrar uma explicação para suas falhas, embora não justifique a frequência com que ocorrem.

Falta de higiene pessoal: algumas mudanças no comportamento são típicas do portador de Alzheimer, por exemplo, esquecer-se de tomar banho ou de fazer seus procedimentos básicos de higiene (e frequentemente argumentar que já o fez). Colocar as mesmas roupas também é habitual, assim como a falta de preocupação com a própria imagem.

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Mudança de linguagem e dificuldade na fala: a pessoa com Alzheimer tende a utilizar uma linguagem mais simplificada, utilizando cada vez menos palavras e apresenta nítida dificuldade de construir frases coesas. O vocabulário fica mais simplificado.

Fonte: Hospital Santa Catarina

Diagnóstico precoce permite mais qualidade de vida ao paciente de Alzheimer

Diretor médico da Cora Residencial Senior fala sobre a importância do diagnóstico precoce para o controle da evolução e dos sintomas da doença

A doença de Alzheimer é uma das causas de demência que mais atingem as pessoas acima de 60 anos. Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida ao paciente.

O comprometimento da memória e de outras funções cognitivas são alguns dos sintomas iniciais da doença, provocada pela morte gradual dos neurônios. Além do esquecimento de informações recentes, o idoso perde a orientação do tempo e espaço, tem dificuldade para tomar decisões, apresenta mudança de humor e depressão.

O problema atinge 1,2 milhão de pessoas no Brasil e 35,6 milhões no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e a tendência é aumentar ainda mais esses números por causa do envelhecimento da população. O Dia Mundial do Alzheimer, em 21 de setembro, marca a importância da conscientização da doença.

“Quanto mais cedo começarem os cuidados e um tratamento multidisciplinar, melhor será o controle da evolução do Alzheimer. Com as medicações introduzidas no momento certo, a evolução pode ser mais lenta, menos agressiva ao paciente”, afirma o médico Jarbas José Salto Jr., diretor de operações da Cora Residencial Senior, Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) com seis unidades em São Paulo, que oferece um novo conceito de residencial para a terceira idade.

O Alzheimer não acomete só os idosos, mas envolve também seus familiares e cuidadores. Muitas vezes não é possível manter os cuidados em casa. Por isso, tem sido cada vez mais frequente a procura por residenciais que contam com profissionais para atender essas necessidades. O trabalho multidisciplinar desenvolvido em instituições, como a Cora, oferece todo apoio e segurança aos pacientes e suas famílias.

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Com suporte de geriatras, enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, educadores físicos e nutricionistas, a instituição oferece cuidados específicos, atenção, socialização e estímulos cognitivos e físicos para preservar a independência funcional pelo maior tempo possível. Além de contar com espaços que garantem a melhor mobilidade, segurança e bem-estar do idoso.

Fonte: Cora

Doença de Alzheimer: o que é e como prevenir

Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, progressiva e sem cura, que causa o declínio das funções cognitivas como a memória, a linguagem e a percepção, alterando a independência do paciente para realizar tarefas cotidianas. Na quinta-feira desta semana, 21 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

Mudanças de comportamento, de personalidade e de humor também comumente fazem parte da evolução da doença que pode ser dividida em pelo menos três estágios: leve, moderado e avançado.

No início, os sintomas de esquecimento são geralmente pouco percebidos e comumente atribuídos ao envelhecimento. Aos poucos, há piora da memória, com repetitividade excessiva, dificuldade de guardar recados e de se manter atualizado com notícias e acontecimentos. Também, surgem mais dificuldades para realização de tarefas complexas, como cuidar de finanças.

Na fase moderada, é necessário auxílio em atividades corriqueiras como se vestir e sair de casa. Na etapa final, quando o Alzheimer está em estado avançado, o paciente já não consegue mais tomar banho, comer sozinho ou cuidar da própria higiene.

Por ser uma doença sem cura, as formas de tratamento são indicadas para controlar e melhorar temporariamente os sintomas. Existem diferentes opções de tratamento, que incluem medicamentos, reabilitação cognitiva, terapia ocupacional, controle de pressão alta, diabetes e colesterol, além de atividade física regular.

A principal recomendação é que se a pessoa, ou alguém que lhe seja íntimo, perceber que a memória piorou em um intervalo de seis meses a um ano, procure um especialista para que possa ser feita uma avaliação, principalmente se notar dificuldades e declínios que interfiram no dia a dia. No Brasil, estima-se que existam cerca de 1,2 milhão de pessoas com Alzheimer – são cerca de 100 mil novos casos por ano.

Como prevenir

• Tenha uma vida ativa e com objetivos;

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• Pratique atividade física regular por pelo menos por 150 minutos por semana (preferencialmente aeróbica);

• Controle os fatores de risco cardiovascular, como a hipertensão e diabetes;

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• Procure estudar e adquirir conhecimento;

• Trabalhe sua capacidade de concentração;

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

• Durma bem.

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Fonte: Academia Brasileira de Neurologia

Atividades que ajudam a combater o avanço da doença de Alzheimer

Videogame, teatro, dança e música são algumas das dinâmicas da Cora Residencial Senior que, junto com os cuidados, promovem qualidade de vida e contribui no controle de sintomas da doença

Atividades físicas e mentais estimulam o cérebro e ajudam a controlar o avanço da doença de Alzheimer, um dos problemas neurológicos mais comuns entre a população acima de 60 anos, que atinge 1,2 milhão de brasileiros e é responsável por 80% dos casos de demência. Enquanto se exercitam, os idosos aprendem algo novo, têm convívio social e superam desafios, o que provoca novas conexões cerebrais e a melhora cognitiva.

A doença é caracterizada pela morte gradual das células cerebrais, com a perda de memória e de outras funções, como capacidade de organização, orientação de tempo e espaço. Apesar de não ter cura, com acompanhamento médico e equipe multidisciplinar, é possível priorizar a qualidade de vida dos pacientes.

A Cora Residencial Senior, rede de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), desenvolve ações para promover a autonomia e preservar as habilidades cognitivas dos residentes. Neste mês, em que é celebrado no dia 21 o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, a instituição realiza atividades específicas para os pacientes.

Estímulos

Jogos no videogame, dominó, caça-palavras, leitura, dança sênior, teatro, ginástica em grupo, musicoterapia e oficinas manuais de culinária, pintura e jardinagem são algumas das práticas realizadas que estimulam o movimento, a memória e a socialização.

“Além da medicação adequada e dos cuidados do dia a dia, o paciente precisa ter estímulos, convívio social e uma atenção multidisciplinar”, afirma o médico Jarbas José Salto Jr., diretor de operações da Cora. “Esses estímulos auxiliam no controle da evolução do Alzheimer, que pode ser mais lenta, menos agressiva. Percebemos os resultados na rotina dos idosos”.

Uma equipe formada por enfermeiro, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, educador físico e nutricionista é responsável por criar um plano de treinamento das habilidades cognitivas prejudicadas, com exercícios de associações verbais, tarefas de memorização, de linguagem e de planejamento. A seguir, as atividades que proporcionam, junto com a medicação e os cuidados, qualidade de vida aos pacientes:

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Foto: MedicalNewsToday

Dança sênior – desenvolve equilíbrio, força muscular e flexibilidade, auxiliando na prevenção de quedas e na postura. Além de aprimorar a capacidade de raciocínio e trazer ganhos de ordem emocional relacionados à alegria que ela proporciona aos idosos.

Teatro – trabalha imaginação, histórias que reavivam a memória, estimula a criatividade, combate à depressão, incentiva a interação social e facilita a respiração, além de melhorar o humor.

Musicoterapia – desperta emoções e lembranças. Ao ouvir uma canção que está ligada a alguma época ou fato da vida, a pessoa consegue trazer de volta essas memórias.

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Foto: MedicalNewsToday

Videogame – contribui para o aumento da concentração, melhora a capacidade motora e cognitiva para entender, assimilar e relacionar-se com o mundo ao redor.

Oficina de culinária – nomes dos utensílios exercitam a memória. O passo a passo, a lista de ingredientes e quantidades ajudam a praticar o raciocínio. O aroma dos alimentos estimula a memória olfativa. As receitas trazem lembranças, histórias e estimulam troca de experiências.

Leitura – jogos de raciocínio como xadrez, sudoku e palavras-cruzadas estimulam a memória, assim como se manter atualizado com jornais, revistas e livros.

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Free Images

Pintura – ajuda na concentração, na expressão, autoestima e a exercitar a parte motora, além de resgatar lembranças.

Fonte: Cora

Longametragem “Alzheimer na Periferia” estreia em São Paulo

Documentário retrata o dia a dia do portador da doença de Alzheimer

Estreia, nesta terça-feira, 4 de setembro, o longametragem Alzheimer na Periferia, um projeto da Malabar Filmes, com patrocínio exclusivo do Aché Laboratórios Farmacêuticos, que nasceu com o propósito de desmistificar a evolução e o tratamento da doença de Alzheimer, principalmente em famílias que vivem em condição de vulnerabilidade social.

O documentário destaca a realidade de cinco núcleos familiares que residem em bairros carentes, localizados nas extremidades da cidade de São Paulo, e retrata as dificuldades enfrentadas no dia a dia tanto pelos portadores da doença quanto pelos cuidadores.

Segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer, cerca de 50 milhões de pessoas sofrem com a doença em todo o mundo, sendo 1,2 milhão apenas no Brasil. Além disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de casos da doença deve aumentar 500% na América Latina até 2050.

“Esse cenário está sendo impulsionado pelo aumento da expectativa de vida da população, principalmente em países mais pobres. Outros fatores, como obesidade, colesterol alto e diabetes também podem estar associados ao desenvolvimento de demência”, explica Eduardo Motti, diretor do Núcleo Médico do Aché.

Apesar de existirem tratamentos que prolonguem e garantam mais qualidade de vida aos pacientes, ainda não há cura para o Alzheimer. “O filme é um instrumento para conscientizar as pessoas sobre os principais sintomas da doença. É também uma forma de mostrar a realidade de famílias que apesar de poucos recursos, não desistem de lutar por seus familiares”, finaliza Albert Klinke, diretor do filme.

O filme Alzheimer na Periferia estará em cartaz nos cinemas da cidade de São Paulo.

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Confira o trailer clicando aqui

Fonte: Aché

Jogo de palavras cruzadas personalizado com as memórias de quem tem Alzheimer

Desenvolvido pela agência Mirum, novo site da A Recreativa tem o objetivo de reconectar os portadores deste mal com a sua família

Jogos de palavras cruzadas são indicados por alguns neurologistas para quem tem Alzheimer, doença neurológica e degenerativa, pois ajudam a manter a mente ativa. Mas, além dos sintomas mais conhecidos, essa doença ainda causa isolamento social e familiar, o que pode piorar o quadro ou até levar à depressão.

Pensando nesse público, os passatempos da editora de palavras cruzadas mais antiga do Brasil – A Recreativa, que já auxiliavam a exercitar o cérebro, também vão poder ajudar a reconectar os pacientes com as suas famílias a partir do lançamento do projeto “Memórias Cruzadas: as palavras cruzadas feitas com as memórias de quem tem Alzheimer”.

O novo site da editora, que foi desenvolvido pela agência digital Mirum, em parceria com a Asteroide, na produção dos filmes, e da Canja Audio Culture, no sound design, é indicado às pessoas que tenham alguém em sua família que sofra da doença. Esses parentes podem acessar a página e responder perguntas sobre a vida e a história do paciente e gerar um esquema personalizado de palavras cruzadas, com a possibilidade de baixá-lo para a impressão também. Ao responderem juntos, criam uma nova conexão com seu familiar conversando sobre as histórias do passado.

O filme de lançamento mostra a importância da presença e compreensão dos familiares para a qualidade de vida do paciente a partir da história da Maria e o relato de sua filha, Berenice. Com uma família presente e interessada em buscar meios de proporcionar seu bem-estar, a Maria ganhou mais uma ferramenta para reforçar essa conexão e trazer benefícios para ambas as partes: paciente e seus entes queridos.

Estima-se que há mais de 1.2 milhão de casos de Alzheimer no Brasil. “O que percebemos ao longo do processo é que o Alzheimer impacta também a vida de familiares e amigos, que sentem dificuldade em se conectar com o paciente. Isso aumenta o sofrimento e a dificuldade em lidar com a doença. Por isso, nosso objetivo é proporcionar um momento de interação de qualidade entre eles, usando a tecnologia aliada à criatividade para criar uma solução simples, mas com força para causar um impacto positivo na vida dos pacientes e suas famílias”, comenta Filipe Matiazi, Diretor de Criação da Mirum.

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O projeto “Memórias Cruzadas” está disponível online para todo o Brasil e ainda estão previstas versões do site em inglês e espanhol. Veja mais detalhes no site Memória Cruzadas e o vídeo de seu lançamento clicando aqui.

 

 

Alzheimer e longevidade são temas de palestras gratuitas no BarraShopping

O Centro Médico BarraShopping realiza na próxima terça-feira (12), das 14h30 às 17h30, um evento gratuito e aberto ao público em homenagem ao Mês Mundial de Conscientização da Doença de Alzheimer. No dia, haverá uma mesa-redonda para debater sobre conceitos básicos, cuidados e avanços científicos da doença, além de questões como longevidade, qualidade de vida, alimentação e boas práticas envolvendo o tema envelhecimento saudável.

O encontro terá como mediadora Maria da Luz Miranda, jornalista e autora do blog ‘Depois dos 50’, do jornal O Globo; e contará com a participação do endocrinologista Paulo Roberto Alves de Pinho, da clínica Pró-Vídeo Endoscopia Digestiva; do médico Fernando Pinto, especialista em neurocirurgia; de Maria Aparecida Guimarães, presidente da Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer do Rio de Janeiro (APAZ); do consultor em medicina da saúde, gestão do estresse e longevidade Paulo Pegado; e de Lino Piñon, autor do perfil no twitter Alzheimerebook.

O evento é uma parceria do Centro Médico BarraShopping com o blog Alzheimerebook e conta com o apoio da APAZ (Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer). A inscrição deverá ser feita no local no dia do evento.

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Ilustração: Pixabay

Alzheimer

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas no mundo apresentam algum nível de Alzheimer. Até 2050, de acordo com o estudo, esse número pode chegar a 132 milhões.

Mesa-redonda Dia Mundial do Alzheimer
Terça-feira, 12 de setembro, das 14h30 às 17h30
Centro Médico BarraShopping (Avenida das Américas, 4.666 – Barra da Tijuca)
Entrada gratuita

Palestra gratuita no Hospital Rios D´Or orienta sobre a doença de Alzheimer

Uma data para não esquecer: 21 de setembro é o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer

A memória vai enfraquecendo e o raciocínio já não é mais o mesmo. Fatores que para muita gente são características normais do envelhecimento são também os sintomas iniciais de uma das doenças mais comuns entre idosos no mundo todo: o Alzheimer.

A doença de Alzheimer ocorre em aproximadamente 60% dos casos de demência entre idosos. Estima-se que cerca de 35,6 milhões de idosos sofrem com o mal em todo o mundo, 1,2 milhão apenas no Brasil. Com o objetivo de esclarecer a população sobre a doença, o Hospital Rios D´Or oferece palestra aberta à população para orientar pacientes e familiares no Dia Mundial de Conscientização sobre a doença, na próxima segunda-feira (21 de setembro), das 13 às 15 horas.

Um número que só aumenta. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que o volume de casos de demência, e consequentemente, de Alzheimer, irá mais que dobrar até 2050. Na América Latina, esse aumento irá ultrapassar os 500%.

“Com o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população mundial, a projeção é que haja cada vez mais idosos e, consequentemente, mais demência”, analisa Paulo Mattos, psiquiatra e pesquisador do Centro de Neuropsicologia Aplicada, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, o IDOR.

O Alzheimer é uma doença degenerativa do cérebro que leva à perda progressiva de memória, especialmente a recente. Isso implica em uma dificuldade em se lembrar de coisas do cotidiano, como compromissos, conversas recentes, refeições etc.

O brasileiro com Alzheimer leva mais de três anos para obter o diagnóstico, já que seus sintomas são geralmente associados ao processo natural de envelhecimento. Com a evolução da doença, o idoso apresenta uma deterioração progressiva e irreversível de suas funções intelectuais, comunicação e capacidade de realizar suas tarefas.

Além da idade avançada, outros elementos relacionados ao estilo de vida são considerados fatores de risco, como obesidade, diabetes, hipertensão, sedentarismo e tabagismo. Estudos também revelam que a manutenção das atividades intelectuais e sociais, assim como o nível de escolaridade, reduzem os riscos de ter a doença.

A causa específica do Alzheimer ainda não é conhecida, assim como sua cura. O tratamento visa atenuar os sintomas e garantir um mínimo de qualidade da vida ao portador da doença. “Não é possível reverter o Alzheimer, mas há medicamentos que permitem uma melhor evolução da doença com o tempo”, explica o dr. Paulo Mattos.

Grupo de Apoio

O Hospital Rios D’Or, na Freguesia, Rio de Janeiro, mantém há cinco anos o seu Grupo de Apoio a Familiares de Pessoas com Alzheimer. Formado por uma equipe multidisciplinar, que inclui neurologistas, fonoaudiólogos, geriatras e psicólogos, o Grupo realiza encontros mensais sobre diversos assuntos relacionados ao Alzheimer e à melhoria do bem-estar do paciente.

Para comemorar o Dia Mundial da Conscientização da Doença de Alzheimer, na próxima segunda-feira (21 de setembro), a partir das 13 horas, o Grupo promove programação especial sobre o tema. Entre as palestras, os direitos assistenciais do paciente com Alzheimer e dicas de assistência à saúde destes indivíduos, além de debate sobre a doença com moderação da Dra. Mariana de Araújo Guedes, psicóloga do Hospital Rios D’Or.

O encontro será realizado no auditório do hospital (Estrada dos Três Rios, 1366 – Freguesia/Jacarepaguá). A entrada é franca e os interessados devem se inscrever pelo e-mail marketing@riosdor.com.br.