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O que ocasiona a queda de cabelos?

A queixa de queda de cabelos é a mais comum no consultório dermatológico. É importante lembrarmos que nem sempre isso é sinônimo de doença. Pode simplesmente ser parte do ciclo natural do pelo, que consiste em fases de crescimento (anágena), transição (catágena), repouso e queda (telógena). Após essa queda “esperada” do fio de cabelo outro é reposto no lugar com as mesmas características (espessura, tamanho final, consistência).

Então, quando devemos nos preocupar com a queda? Quando houver aumento na queda, diminuição no volume dos cabelos, afinamento dos fios, presença de cabelos fracos e quebradiços, inflamações do couro cabeludo e áreas sem fios. Existem fatores internos e externos que podem ocasionar um aumento na queda capilar.

Dentre os fatores internos, destacam-se alterações nutricionais como carências alimentares, regimes prolongados e restritivos, alterações emocionais, como ansiedade e depressão, alterações hormonais, como em doenças da tireoide, alterações genéticas, como a calvície, alterações inflamatórias como a dermatite seborreica (a famosa caspa) e outras inflamações do couro cabeludo e dos cabelos.

Dentre os fatores externos, estão as agressões físicas ao fio de cabelo, desde a exposição ao sol, poluição, o desgaste natural das lavagens e secagens do cabelos, chapinhas, alguns alisamentos e agressões químicas como tinturas e alisamentos.

cabelo

Nas mulheres, a calvície feminina acomete cerca de 80% após a puberdade e pode passar despercebida pela paciente por muitos anos. Nas pacientes portadoras do gene da calvície, a doença começa a se manifestar na adolescência; lenta e progressivamente os cabelos vão afinando. Depois de alguns anos começa uma queda mais intensa de cabelos que, associada a uma reposição anormal dos fios, leva a uma diminuição drástica da quantidade e volume capilar.

Esse quadro começa logo após a puberdade. Porém, as alterações clínicas só são percebidas – em geral – após os 30 anos. Clinicamente, uma rarefação dos cabelos só é observada quando a paciente já perdeu cerca de 30% de seus fios.

Alguns sinais indiretos de uma calvície inicial são: o afinamento progressivo, que pode ser notado visualmente nos cabelos que caem, na diminuição progressiva do rabo de cavalo e do tempo de secagem dos fios. Após a menopausa esse quadro tende a acelerar.

Por meio da clínica e um conjunto de exames – chamado de Estudo Tricológico – é possível um diagnóstico precoce, que possibilita tratamento adequado a cada caso e muito mais eficaz. O diagnóstico precoce e o início do tratamento são importantes para evitar a progressão da doença.

Perguntas mais frequentes sobre a queda de cabelo:

Quais atitudes das mulheres podem piorar a queda de cabelos?

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É muito comum, com o aumento da queda de cabelos, a interrupção na lavagem, pois as pacientes ficam preocupadas com a quantidade que pode cair durante o banho. Essa atitude, associada ao estresse causado pelo aumento da queda, pode piorar a dermatite seborreica, proporcionando uma queda ainda mais acentuada.

E a quebra dos fios? Como ocorre e por quê?

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A quebra dos fios é consequência de uma agressão importante do cabelo. Normalmente não é causada por um agente somente. O desgaste natural (sol, frio, poluição, lavagens, secagens, ato de pentear) associados às agressões químicas – como tinturas e alisamentos – podem causar a quebra e enfraquecimento do cabelos, pois destroem a estrutura básica do fio. Isso resulta em um cabelo sem brilho, opaco, quebradiço e fraco. O mais importante é a interrupção imediata das agressões.

Qual a consequência do uso de chapinha, secadores e babyliss nos cabelos?

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O uso prolongado e exagerado pode causar desgaste e quebra do fio, deixando os cabelos sem brilho e fracos, podendo levar até a um aumento da queda e posteriormente a uma perda capilar irreversível.

Quais os piores danos causados pelo uso de química, coloração e outros produtos no cabelo?

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Os piores danos são a destruição do fio, quebra e enfraquecimento.

Existem remédios, xampus ou vitaminas que podem ser usados nesses casos e que realmente promovam melhora?

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Existem, sim. Após um exame clínico com o especialista, a investigação adequada e a descoberta da causa, os tratamentos são efetivos e promovem a melhora. O importante é a identificação da causa, pois o tratamento vai variar de acordo com o problema apresentado. Por exemplo, no caso da calvície, tanto masculina quanto feminina, podemos usar medicações especificas, por meio de loções, xampus e comprimidos. Em cabelos quebradiços e fracos, decorrentes de alterações nutricionais, por exemplo, o uso de vitaminas especificas e máscaras capilares hidratantes pode ajudar.

O que sugerir às mulheres que estão sofrendo com queda ou quebra do cabelo?

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Foto: Is-Med.com

É muito importante descobrir o motivo da queda de cabelos para que seja iniciado o tratamento adequado o mais breve possível, além da interrupção das agressões químicas e físicas. Em ambos os casos é necessária a consulta com um dermatologista para o diagnóstico e tratamento adequado.

Fonte: Erick Omar é dermatologista especializado em Tricologia (o estudo das doenças do couro cabeludo), participa do grupo de pesquisas para o tratamento da calvície com células-tronco. Formado pela USP, adquiriu vasta experiência no assunto como médico colaborador no Ambulatório de Doenças dos Cabelos e Couro Cabeludo do Hospital Padre Bento, de Guarulhos.

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Estresse pode desencadear crises alérgicas

A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a algum agente externo, como ácaros, fungos, insetos, pelos de animais, pólen, alimentos e medicamentos. As doenças alérgicas (alimentares, dermatológicas ou respiratórias, por exemplo) podem ter vários gatilhos nos indivíduos predispostos geneticamente. O estresse pode ser um deles.

“Não é uma relação direta, mas o estresse pode mexer com o sistema imune e, eventualmente, piorar a crise ou deixar a pessoa mais suscetível. A causa não é o estresse, mas ele pode desencadear algo quando já havia uma predisposição genética”, diz Yara Arruda Mello, alergologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim.

Ela explica que, no caso da asma, o paciente acaba se sensibilizando com maior frequência aos ácaros, mas, em uma situação de estresse, ele pode ter os sintomas de crise ativados. Em todos os casos, porém, é essencial consultar o especialista para que os demais fatores alérgenos externos sejam descartados e se comprove que o estresse foi o gatilho.

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Foto: iStock

O alívio dos sintomas depende de cada doença, mas o recomendável, para qualquer pessoa em qualquer situação, é levar uma vida mais saudável para que todo o organismo funcione de maneira adequada. “Não só evitar o estresse, mas também ter um sono regulado e uma dieta balanceada. Atividade física também é bastante importante. Algumas pessoas gostam de dançar, outras preferem meditar. Cada um deve identificar qual atividade que funciona melhor”, afirma a médica.

Segundo a especialista, o mais importante é que as pessoas tenham consciência do que está acontecendo e sigam a orientação médica e o plano de ação feito com o alergologista. O diagnóstico correto e bem apurado dessas doenças é fundamental para saber como proceder no momento de cada uma das crises e em caso de emergência.

Fonte:  Hospital São Luiz

 

Acne adulta pode estar relacionada a alterações hormonais e estresse

Aparentemente comum na adolescência, a acne também pode surgir na fase adulta — mas atenção: nem os motivos, nem o modo de tratar são os mesmos. “Acne adulta é um quadro considerado uma entidade própria e não tem relação com a acne vulgar da adolescência. A acne da mulher adulta é caracterizada por lesões nodulares císticas, muitas vezes doloridas, que perduram por sete a dez dias”, explica a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

As lesões aparecem na região do queixo e lateral das bochechas, podendo também estar presentes na linha de implantação do cabelo. Resistentes e ligadas a hábitos de vida, a visita ao dermatologista é obrigatória.

Mas afinal: o que causa?

De acordo com a dermatologista, o quadro está relacionado com o estímulo inadequado dos receptores hormonais, como os masculinos, alterações relacionadas à tireoide e pelo estresse — que hoje é uma das principais causas que podem estimular o aumento do cortisol e adrenalina. “Quase sempre apresentam um indicativo de desconforto, com hipersensibilidade local e após três dias, em média, surgem os comedões inflamatórios — que estão relacionados ao período pré-menstrual, uso de contraceptivos de uso via oral ou na forma de adesivos ou ainda dispositivos intrauterinos”, comenta.

Com essas alterações, há um estímulo exagerado sobre as glândulas sebáceas com produção exagerada de sebo — o que provoca aumento da proliferação de bactéria Propionibacterium acnes. “Além disso, fatores como o uso de maquiagem muitas vezes não adequada, com veículos gordurosos, ou muito pesados, podem causar obstrução dos ductos das glândulas (poros). Devemos também prestar atenção no consumo exagerado de gorduras trans e saturadas e alimentos com alto índice glicêmico que provocam a piora da inflamação e da resistência à cicatrização e persistência do quadro”, comenta.

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Tratamento diferenciado

A acne adulta acomete mulheres na vida adulta entre 30 e 50 anos e apresenta resistência aos tratamentos convencionais para a acne da adolescência. “Quase sempre a pele apresenta a consequência clínica de uma alteração sistêmica, que pode ser devido a um processo hormonal ou hábitos de vida comprometidos com poucas horas de sono, estresse, tabagismo e cuidados inadequados com a pele e a alimentação”, explica. Por esse motivo, a dermatologista salienta que a paciente precisa ser investigada, com a realização de uma anamnese detalhada com investigação de toda a parte hormonal, hábitos de vida e situações de estresse. “A conduta deverá ser baseada no controle significativo destes fatores”, comenta.

O que usar

O tratamento inicialmente deve ser instituído para o controle inflamatório com sabonetes calmantes à base de extratos anti-inflamatórios, loção tônica com função adstringente duas vezes ao dia. “De noite, o uso da vitamina A ácida é indicado, alternando com um nutritivo adequado à necessidade da paciente. A vitamina C como antioxidante potencializa a ação do retinoide (Vitamina A) e podemos ainda utilizar ácido salicílico, clindamicina e peróxido de benzoíla”, explica. Em alguns casos, máscaras à base de argila podem ser recomendadas para controle da oleosidade, eritema e inflamação.

Pela manhã, a dermatologista indica séruns leves que podem ser potencializados com boosters com ação calmante e de cicatrização como, por exemplo, zinco, cobre, magnésio, ouro e fatores de crescimento para cicatrização.

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O que ingerir para ajudar

Por via oral, a médica recomenda a utilização de antioxidantes e antiglicantes como o hidroxitirosol, pó de gengibre, FC Oral, zinco, piridoxina, niacinamida, carotenoides, extrato de chá branco, acido elágico entre outros. “Eles ajudam a manter o equilíbrio da flora microbiana e induzem o processo de cicatrização e ação anti-inflamatória”, explica.

Na clínica

Tratamentos em cabine também podem ajudar. “Em clínica, podemos promover a extração dos comedões, realizar peeling de cristal com retinoides e fazer uso da luz azul (que é bacteriostática) e posteriormente da red e infra red (com ação cicatrizante). Quando o quadro estiver controlado, podemos — se necessário para retirar as manchas ou cicatrizes — utilizar o microagulhamento de ouro com drug delivery com utilização de Fatores de Crescimento e peptídeos ou um laser ablativo fracionado como o CO2 combinado à radiofrequência”, finaliza.

Fonte: Claudia Marçal é dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, com especialização pela Associação Médica Brasileira (AMB), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da American Academy of Dermatology (AAD), CME (Continuing Medical Education) na Harvard Medical School.

Estresse crônico pode levar ao ganho de peso

A obesidade já é considerada uma epidemia mundial. Só no Brasil, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), mais da metade da população brasileira está com sobrepeso e a obesidade atinge 20% das pessoas adultas em nosso país.

Segundo Carolina Marques, psicóloga, neuropsicóloga e cofundadora da Clínica Estar, além da mudança dos hábitos alimentares e do sedentarismo, típicos da sociedade moderna, o estresse crônico vivido por boa parte da população é um fator importante para o ganho de peso.

“O nosso cérebro comanda todas as nossas funções, incluindo a produção e a secreção de hormônios. Entretanto, o órgão não consegue diferenciar uma situação real de uma imaginária. O estresse tem uma função importante de nos deixar prontos para enfrentar algum perigo. Mas, quando essa situação se prolonga, há produção aumentada de uma série de hormônios, como o cortisol, a noradrenalina, adrenalina e GH (hormônio do crescimento). Todos eles levam à redução do gasto calórico para poupar energia do organismo, favorecendo assim o ganho de peso ou a dificuldade em perder peso”, explica Carolina.

Entre todos os hormônios secretados em situações de estresse prolongado, o cortisol é o que tem mais relação com o ganho de peso. De acordo com a psicóloga, ele age no hipotálamo, área do cérebro envolvida no controle do apetite. Ele ainda ativa enzimas que levam à multiplicação das células de gordura, incentivam o depósito de tecido adiposo na região abdominal e promovem a produção de uma substância (neuropeptídeo Y),que incentiva a produção de tecido gorduroso.

Compulsão por alimentos calóricos

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Foto: Pixabay

Outro ponto importante é que o estresse aumenta o desejo por alimentos calóricos, ricos em carboidratos e gorduras. O carboidrato se transforma em energia rapidamente, aumentando a serotonina circulante, o que traz sensação de prazer. A gordura é fácil de ser armazenada para situações hipotéticas de perigo. “É como se o corpo quisesse, de algum jeito, compensar o sofrimento imposto pelo estresse”, explica Carolina.

Como ficar de bem com a balança

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O primeiro passo é gerenciar o estresse. “Estamos falando de uma consequência grave do estresse, pois o excesso de peso é um fator de risco importante para desenvolver outras doenças, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, depressão, ansiedade, etc. A boa notícia é que o estresse pode e deve ser controlado. Tudo é uma questão de hábito, ou seja, para termos mais qualidade de vida precisamos mudar nossos comportamentos e fazer escolhas melhores até que se tornem hábitos”, diz Carolina.

Para a psicóloga, o primeiro passo é identificar o que está causando o estresse. O trabalho? A família? Os estudos? O trânsito? Nem tudo pode ser resolvido, mas é possível encontrar meios de gerenciar as situações para diminuir o estresse. Quer um exemplo?

“Se o trânsito é o foco do problema, que tal praticar alguma atividade física depois do trabalho? Além de ser saudável, o exercício libera substâncias que trazem prazer e bem-estar e ajudam a perder peso. Voltar pra casa depois do horário de pico será mais rápido e a pessoa terá feito uma escolha saudável para passar o tempo. Se isso se tornar um hábito, melhor ainda”, conclui Carolina.

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Fonte: Clínica Estar

10 alimentos para aliviar os sintomas do estresse e da ansiedade

Nutricionista explica como itens comuns do dia a dia podem ser grandes aliados da saúde mental

Rotina agitada, falta de tempo, falta de exercício físico e a má alimentação são alguns dos motivos que acabam desencadeando o estresse e a ansiedade. Os sintomas são os mais variados e atingem pessoas de todas as classes e idades. E, o pior, em casos mais graves os dois problemas acabam interferido drasticamente na vida da pessoa.

Segundo a nutricionista Aline Quissak, especializada nas áreas de Oncologia, Síndrome Metabólica, Psicologia da Nutrição e Nutrição Esportiva, a má alimentação é um grande agravante do estresse e da ansiedade. “Com a rotina agitada, a grande maioria das pessoas acaba por optar pela praticidade e não pela qualidade do que está ingerindo. A alimentação interfere diretamente na rotina, não só na produtividade e disposição para o dia, como pode aumentar os níveis de estresse e ansiedade”, explica.

Segundo a nutricionista, existem alguns alimentos que, quando consumidos da maneira correta, auxiliam no combate ao estresse e a ansiedade:

1) Açafrão da Terra (cúrcuma)

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Nutrientes Fonte: Curcumina, ferro, manganês, potássio e vitamina B6.
Mecanismo Biológico: cúrcuma é o anti-inflamatório natural poderoso. Como consideramos o estresse uma inflamação, esse tempero se torna indispensável. A curcumina que é o composto ativo da cúrcuma, é de difícil absorção no corpo humano, mas se adicionada à pimenta do reino preta aumentamos em até 80x a absorção desse fotoquímico (composto com propriedades terapêuticas).
Sugestão de consumo: 1 colher de sopa por dia distribuída nas refeições, sempre combinada com 1/3 de colher de sopa de pimenta do reino (Pode já fazer um potinho e deixar pronto em casa com essa proporção 3:1 cúrcuma para pimenta do reino)

2) Brócolis

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Nutrientes Fonte: Cálcio, vitamina K, Potássio, vitamina C, sulfurafano (antioxidante) e Indol 3 Carbinol.
Mecanismo Biológico: O brócolis é um belo representante da família dos glicosinolatos, compostos para prevenção do câncer de intestino, de próstata e de mama, mas além disso é importante para o controle do estresse, uma vez que auxilia na regulação da pressão sanguínea (pessoas com nível alto de estresse sempre tem a pressão alterada), além de suas propriedades anti-inflamatórias que ajudam no relaxamento dos músculos do coração.
Sugestão de consumo: 1 xícara de brócolis cozido no vapor 3x na semana.

3) Salmão

salmão
Nutrientes Fonte: Ômega 3, vitamina D, vitamina B12, ferro, cálcio e selênio.
Mecanismo Biológico: Devido a união e sinergia do Ômega 3, Vitamina D e Selênio, o salmão promove uma diminuição do estresse já que esses compostos são importantes para a produção de hormônios anti-inflamatórios e desintoxicação, auxiliando na eliminação de toxinas e na desinflamação do organismo. A união entre o Ômega 3 e a Vitamina B12 produz uma camada protetora no cérebro permitindo uma diminuição da irritabilidade.
Sugestão de consumo: 150g de filé assado ou grelhado pelo menos 1x na semana (ideal 3x).

4) Semente de Abobora:

semente de abobora
Nutrientes Fonte: Triptofano, magnésio, rica em proteínas e ômega 3, fonte de zinco e ferro. Além dos fito-esteróis.
Mecanismo Biológico: O triptofano auxilia na diminuição da ansiedade e na modulação do sono, promovendo um relaxamento. Já o magnésio potencializa o relaxamento, além de atuar nas enzimas do corpo contribuindo para gerar a sensação de tranquilidade. Por também conter ferro e as proteínas, as sementes aumentam a disposição e a energia para o dia a dia.
Sugestão de consumo: 2 colheres de sopa por dia (torrada e sem casca).

5) Ovo Inteiro (com a gema):

ovo café da manhã cozido
Nutrientes Fonte: Vitamina B6, B12, E, zinco, cobre e ferro.
Mecanismo Biológico: o ovo é rico em enxofre e vitaminas do complexo B que são esgotadas no nosso corpo durante os momentos de estresse e ansiedade. Além de contar com proteínas responsáveis para diminuir a compulsão por doces, a ansiedade e a vontade exagerada de petiscar/beliscar. O ovo é um alimento rico em 95% dos nutrientes da necessidade do ser humano, por isso é tão importante nesses momentos, já que nossa alimentação quase nunca é saudável quando esses sinais estão presentes.
Sugestão de consumo: 2 ovos por dia.

6) Coco seco:

coco
Nutrientes Fonte: TCM (gordura do bem), vitamina A, vitamina E e vitaminas do complexo B. Além de Potássio e magnésio.
Mecanismo Biológico: o TCM, uma das gorduras do coco, é responsável por diminuir a ansiedade por meio do controle hormonal. O potássio e o magnésio fazem a comunicação entre os neurônios responsáveis pelo pensamento e os neurônios motores, responsáveis pelos movimentos; dessa forma melhoram a agilidade nas atividades, diminuindo a fadiga e o cansaço crônicos.
Sugestão de consumo: 20g de coco seco antes de dormir.

7) Chocolate 70% cacau:

chocolate
Nutrientes Fonte: Magnésio, cafeína, ferro e Flavonoides do Cacau (antioxidantes).
Mecanismo Biológico: Os flavonoides do cacau são importantes para a proteção da saúde do coração e a prevenção de câncer neurológico, mama e leucemia. O cacau pode contribuir para diminuir o hormônio do estresse (Cortisol), principalmente das 16h às 18h, horário de pico do hormônio. Além disso, ele aumenta a rapidez de comunicação dos neurônios, permitindo mais foco e concentração, sintomas que são diminuídos nas pessoas com estresse e ansiedade.
Sugestão de consumo: 10g por dia entre das 16h às 18h.

8) Abacate:

abacate
Nutrientes Fonte: Vitamina E, A, B 1, B 2, glutationa (antioxidante), ferro, magnésio, ácido oleico, linoleico e palmítico.
Mecanismo Biológico: A gordura do abacate é uma gordura do bem, junto com seu poder antioxidante é responsável por promover a saúde do coração. Isso é importante pois o estresse em alto grau prejudica a funcionalidade do coração e do sistema cardiovascular, promovendo uma falta de regulação nos batimentos/aceleração. Além disso, o abacate diminui a produção de Cortisol (hormônio do estresse).
Sugestão de consumo: 3 colheres de sopa rasas antes de dormir.

9) Iogurte Natural:

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Nutrientes Fonte: Triptofano, Cromo, Probióticos (bactérias do bem) e fósforo.
Mecanismo Biológico: O triptofano é o ingrediente para formar o hormônio do prazer e bem-estar. O cromo diminui a vontade de comer doces, muito presente em pessoas estressadas e ansiosas. O fósforo auxilia na produção de energia pelas células, aumentando a disposição e diminuindo o cansaço. Os pró-bióticos são bactérias do bem que ajudam o intestino a absorver melhor os nutrientes da alimentação, melhoram a imunidade e auxiliam na produção do hormônio do bem-estar e da felicidade: Serotonina.
Sugestão de consumo: 1 potinho de 150g durante a manhã ou antes de dormir.

10) Aveia:

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Nutrientes Fonte: Fibra solúvel chamada Beta Glucana, vitaminas do complexo B, zinco e silício.
Mecanismo Biológico: Devido ao teor de fibra, a aveia diminui a concentração de açúcar no sangue, dessa forma por diminuir também o hormônio insulina. Ela sinaliza ao corpo para minimizar a produção do hormônio do estresse (Cortisol). Além de ser rica em vitaminas do complexo B, promove uma proteção contra o dano causado nos neurônios. Durante momentos emocionais conturbados, o corpo usa nosso estoque de zinco, e a aveia é uma ótima fonte. Seu carboidrato complexo promove energia de prazer ao cérebro, diminuindo a ansiedade.
Sugestão de consumo: 3 colheres de sopa por dia durante a tarde de preferência ou no café da manhã.

Para se ter uma ideia, o Brasil é o segundo país com o maior nível de estresse do mundo. Segundo pesquisa realizada pela International Stress Management Association (ISMA), mais de 70% da população brasileira sofre com algum tipo de estresse. De acordo com a especialista, o consumo dos alimentos citados pode dar início a uma mudança de vida. “O consumo desses alimentos, nas quantidades adequadas, alivia os sintomas gerados pelos altos níveis de estresse e ansiedade, prevenindo sintomas ainda mais graves e melhorando o dia a dia do paciente”, completa a especialista.

Fonte: Nutri Secrets

Psicóloga dá oito dicas para driblar o estresse do dia a dia

Adultos e jovens sofrem cada vez mais como o estresse causado pela correria cotidiana, pelo excesso de atividades que devem ser desenvolvidas no decorrer do dia.

Um estudo realizado pela International Stress Management Association (Associação Internacional do Controle do Estresse) aponta o Brasil como o segundo colocado no ranking de países com o maior nível de estresse no mundo. Segundo o levantamento, de cada dez trabalhadores, três pelo menos sofrem da doença. E esses números não estão relacionados apenas aos trabalhadores e jovens, as crianças também são acometidas pelo problema.

Para a coordenadora de Psicologia do Hospital VITA Batel, Luciane Bozza Bertoncello, é necessário buscar alternativas para manter o bom humor e a qualidade de vida. “Assim como diz a música, é preciso saber viver. A pessoa tem que procurar atividades para driblar o mau-humor e ter uma vida leve e mais agradável”, aconselha Luciane.

Confira as dicas da psicóloga para combater o estresse e melhorar a qualidade de vida:

1 – Comece o dia desejando “bom dia” a todos que encontrar, seja no elevador, no trabalho, na academia, mesmo que a pessoa não lhe responda. Devemos ser persistentes, um dia o cumprimento será retribuído.

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2 – Conheça pessoas e faça novas amizades, aumente o seu círculo de amigos.

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3 – Viaje: seja para longe ou perto, com dinheiro ou sem dinheiro, sozinho ou acompanhado, o importante é sair da rotina por, pelo menos, um período no ano.

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4 – Tenha um hobby: para o homem acaba sendo mais fácil ter um amigo para ir pescar, jogar ou assistir partidas de futebol, torcer por um time ou andar de moto. Já as mulheres quando não estão trabalhando e são mães, tendem a encontrar atividades que envolvam os filhos ou, até mesmo, limitam-se a dar um jeito na casa. Por incrível que pareça, isso é mais frequente do que se pensa e não é saudável. Ela precisa encontrar um hobby somente dela. Trabalhos manuais são excelentes opções, assim como a dança, esportes ou mesmo um jantar entre amigas regularmente. Não podemos esquecer que o ideal é que o hobby não tenha semelhança com a profissão e com as obrigações do cotidiano.

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5 – Boas noites de sono: se é algo que afeta o humor é o sono. Por isso, além das oito horas indicadas pelos especialistas, é preciso manter o ambiente com carinho. Colchão e travesseiros de boa qualidade, assim como uma roupa de cama limpa e cheirosa darão o aconchego necessário. Esses cuidados vão deixar o sono muito melhor. Vale o investimento!

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6 – Alimentação adequada: tenha uma dieta composta por alimentos saudáveis e que façam bem ao intestino. Buscar o auxílio de um nutricionista poderá ajudar.

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7 – Brinque! Lembre-se: adultos também brincam.

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Imagem: Pixabay

8 – Busque atividades que lhe façam bem e divirta-se!

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Fonte: Hospital VITA

Fim de ano: seu pet tem medo de fogos de artifício?

Confira como medicamentos veterinários manipulados e pequenas adaptações podem ajudar durante as festas

O final de ano é marcado por confraternizações e, consequentemente, o aumento do barulho. Além das caixas de som, os fogos de artifício utilizados no Ano Novo preocupam os donos de animais de estimação. A sensibilidade da audição dos cães e gatos faz com que eles escutem até quatro vezes mais do que o homem e, consequentemente, se assustem com facilidade durante as comemorações.

Para ajudar a tratar as condições de estresse e ansiedade dos animais no período, os tutores podem fazer uso da Valeriana, um fitoterápico com propriedades calmantes, que pode ser manipulado em formato de biscoito, xarope, gel ou sachê.

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Traumas emocionais, quedas, ataques e paradas cardiorrespiratórias são alguns dos problemas que podem afetar os animais durante uma queima de fogos. Segundo a veterinária da DrogaVET, Farah Ramalho de Andrade, a Valeriana pode aliviar a irritação e as mudanças rápidas de humor. “Além do uso para inquietação decorrente dos fogos, o medicamento pode ser utilizado em viagens, internações e até mesmo na chegada de um novo membro da família, que muda o temperamentos dos pets. O ideal é que ele comece a ser utilizado com pelo menos uma semana de antecedência”, argumenta.

De acordo com a veterinária, a principal vantagem da manipulação da Valeriana é que a formulação oferece a dose certa que o pet precisa. A DrogaVET, maior rede de farmácias de manipulação veterinária do Brasil, possui várias opções, que vão desde as tradicionais cápsulas até os biscoitos medicamentosos. “A Valeriana é vendida somente com receita, podendo ser formulada em qualquer uma das apresentações e no sabor de preferência do bichinho de estimação”, explica Farah.

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Além disso, o tutor pode usar outras soluções para diminuir o barulho e, consequentemente, o estresse do pet. Um deles é revestir com espuma a casinha, caso o animal possua. Fechar as janelas e portas do ambiente no qual está o bichinho também pode ajudar, assim como ligar a televisão com vídeos que tenham sons mais agradáveis que os estampidos dos fogos.

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Fonte: DrogaVet

 

Snack ameniza estresse e ansiedade dos cães em viagens

Snack Super Premium Equilíbrio Freeze Dried proporciona tranquilidade e ameniza estresse e agitação de cães de pequeno porte

Está pensando em viajar com seu cachorro de carro ou avião? Mas tem receio do seu pet ficar estressado e ansioso durante a viagem? Pensando nisso e no bem-estar do animal, a Total Alimentos, por meio da linha Super Premium Equilíbrio, desenvolveu um alimento de agrado para auxiliar na redução do estresse e ansiedade do pet.

O petisco é livre de corantes artificiais e possui componentes especiais e escolhidos para proporcionar tranquilidade para os cães: “O snack Super Premium Equilíbrio Freeze Dried Nutrition Calm contém extrato de chá-verde, que possui ação antioxidante, e triptofano, um componente que proporciona calma ao animal”, explica a gerente de produto da Equilíbrio, Érika Miklos.

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Os snacks Super Premium são elaborados pelo processo de Freeze Drying, também conhecido como liofilização, o mesmo usado por astronautas, além disso são feitos com carne fresca e ingredientes de alta qualidade.

De acordo com Érika, a novidade não é um calmante: “O Freeze Dried Nutrition Calm tem propriedades que atenuam o estresse e a excitação do cão, mas não se trata de um medicamento, é um agrado muito nutritivo e desenvolvido para propiciar bem-estar ao animal”, reforça Érika.

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O que é Freeze Dried?

Freeze dried surgiu para atender às necessidades nutricionais dos astronautas, pois passa por um processo de liofilização, que conserva as propriedades nutricionais dos ingredientes, inclusive as vitaminas e os minerais. O snack Super Premium Eqyulíbrio Freeze Dried Nutrition oferece aos pets sabores mais legítimos e garante nutrição de excelência aos cães. A novidade apresenta três versões: Calm, Vitality e Dermato.

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Informações: Total Alimentos

Estresse ocupacional: conheça e combata

As exigências e o ritmo de trabalho atuais, assim como a falta de autonomia ou um ambiente profissional ruim podem estar por trás do estresse ocupacional, um dos principais problemas atuais dos trabalhadores e empresas.

No Brasil, segundo dados da Isma-BR (International Stress Management Association), 9 entre 10 pessoas que estão no mercado de trabalho têm sintomas de ansiedade e 47% da população sofre de depressão. Complicações cardiovasculares e transtornos do sono são algumas consequências do estresse ocupacional na saúde, assim como o isolamento social e produtividade baixa no trabalho.

Este tipo de estresse é um dos desafios que a grande maioria dos trabalhadores têm de enfrentar atualmente, já que seus efeitos acontecem no local de trabalho, mas também podem repercutir no ambiente social e familiar. Blanca Usoz, especialista em Medicina Ocupacional e Familiar da Doctoralia, relata abaixo os principais fatores que levam ao estresse em ambientes profissionais.

Quais fatores estão por trás do estresse ocupacional?

Blanca Usoz – Os fatores causadores do estresse ocupacional são chamados de “riscos psicossociais”, e são: falta de controle ou autonomia sobre os processos, carga de trabalho excessiva, baixo apoio social, horário de trabalho incompatível ou pouco flexível, compensação insuficiente, entre outros.

Como o estresse ocupacional afeta a saúde?

BU – O estresse ocupacional é um tipo de estresse crônico, por isso tende a afetar a saúde das pessoas, contribuindo para o surgimento de transtornos ou doenças cardiovasculares, doenças musculoesqueléticas, síndrome de “burnout” (esgotamento) e depressão. Também pode levar à adoção de um estilo de vida pouco saudável: má alimentação, transtornos do sono e, inclusive, maior consumo de tabaco e álcool. Estes transtornos estão relacionados de tal forma ao estresse ocupacional que alguns países chegaram a incluí-los em listas de patologias do trabalho.

prawny mulher com raiva

O estresse ocupacional pode afetar a vida social e o trabalho?

BU – No ambiente social, o estresse ocupacional pode provocar isolamento e negligência pelas relações sociais (família, amigos, cônjuge…). No ambiente ocupacional, essa situação pode levar falta de engajamento, diminuição de motivação e satisfação, rendimento reduzido, entre outros, afetando a produtividade e a competitividade da empresa.

Não tenho excesso de trabalho. Posso estar estressado?

BU – Mesmo que tudo indique que o estresse ocupacional venha a ser consequência de excesso de trabalho, nem sempre é assim. Uma atividade ocupacional pouco exigente, sem conteúdo, na qual o trabalhador não possa desenvolver suas capacidades pessoais pode ser igualmente causadora de estresse.

Quais medidas podem ser adotadas para controlar e prevenir o estresse ocupacional?

BU – As empresas e os trabalhadores têm responsabilidade sobre a prevenção e o controle do estresse ocupacional. É fundamental que as empresas percebam a importância desse assunto e adotem medidas para detectar possíveis riscos e preveni-los, tanto coletivamente dentro da organização, quanto individualmente. Entre as principais medidas, é preciso estimular a participação dos funcionários, para que todos se sintam envolvidos, ter uma boa comunicação dos objetivos da empresa e a adaptar a carga de trabalho, de acordo à aptidão de cada empregado. Por outro lado, entre as medidas de caráter individual, deve-se reforçar o estilo de vida saudável e a resiliência pessoal. Recomendo fazer pausas ou descansos no trabalho e praticar técnicas de relaxamento, pois são ações que ajudam a administrar melhor as pressões e exigências do trabalho causadoras do estresse ocupacional.

Fonte: Doctoralia

Lar para aliviar o estresse

A rotina do dia a dia nos deixa cada vez mais estafados e, por isso, a nossa casa precisa ser um refúgio de paz e tranquilidade

Hoje é o Dia do Combate ao Estresse. E nada melhor que começar a fazer isso dentro de casa! Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Internacional de Controle de Estresse, o brasileiro é o segundo povo que mais sofre de estresse no trabalho. Por conta disso, é imprescindível que a casa tenha a função de acolhimento e um poder relaxante para eliminar a exaustão cotidiana.

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Com plantas, pedras, luz natural, o arquiteto Júnior Piacesi criou um ambiente cheio de referências naturais e que é um verdade alívio ao estresses diário. Foto: Gustavo Xavier

Segundo o arquiteto Junior Piacesi, a casa precisa ter leveza para proporcionar ao morador um espaço onde descansar de fato. Para ele, a casa precisa desestressar, e ser um local para recarregar energias. “O ideal é que a casa te abrace e, para isso, os principais elementos a serem trabalhados são luz, verde, ventilação e cores. Cores bem claras conseguem deixar as pessoas mais tranquilas”, indica.

A integração com a natureza, visando o relaxamento, é uma das principais características de seu ambiente, “Suíte Master – Quarto de Hotel”, na Casa Cor 2016. O espaço conta com uma caixa de vidro, no box do banheiro, que vai do teto ao chão, permitindo a entrada de luz natural durante o dia. Além do uso de vidros, o arquiteto destaca a composição dos ambientes com flores, distribuídas dentro da casa, e o uso de materiais naturais, que ajudam a trazer boas sensações. “Materiais como pedras ou outros que fazem referência a natureza são tendências. Eles têm essa intenção de aproximar esse homem estressado da natureza. As cores também podem ser aliadas. A minha aposta é sempre no branco que é uma cor atemporal e que não cansa”, afirma Piacesi.

Para a designer de interiores Melina Mundim, é possível transformar os ambientes da casa em espaços voltados ao relaxamento, com um mobiliário adequado, que permite ao morador descansar e aproveitar o seu lar. Exemplo disso é o ambiente “Suíte Master”, projetado para a Casa Cor 2016, onde a profissional inseriu, elementos que ajudam a deixar o estresse bem longe de casa. “Ao mesmo tempo que é um ambiente cheio de concreto, contemporâneo, não quis deixar de lado essa questão de torna-lo um espaço de descanso. A poltrona ao lado da cama, como um puff, permite a pessoa relaxar no quarto, sem ser deitado na cama. O canto da poltrona, por exemplo, com a escrivaninha, proporciona um momento de relaxamento com leitura e escrita e, até mesmo, para um breve cochilo. A iluminação mais focada também cria um ambiente acolhedor”, descreve Melina.

Casa Cor 2016 - Suite Master
No charmoso cantinho de leitura da suíte, a designer Melina Mundim cria um local superagradável onde o usuário pode se encontrar consigo mesmo. Foto: Rodrigo Tozzi

Já a designer de interiores Iara Santos, afirma que é possível se desvincular do estresse que o trabalha traz, criando, em casa, um home office leve e acolhedor. Assim como sugere o seu espaço Home Oficce, projetado para a Casa Cor 2016. O ambiente não possui um layout de design corporativo, justamente para as pessoas que buscam trabalhar em casa com mais leveza. “O mobiliário (escrivaninha, cadeira, aparador) possui detalhes em couro, o que proporciona sensação deliciosa ao toque. O tapete de cor neutra, feito de lã, e a cortina de camurça, dão um toque acolhedor ao espaço. O divertido móvel volante com gavetinhas que giram, juntamente com as obras de arte, ajudam a criar uma atmosfera mais suave ao espaço destinado ao trabalho”, finaliza.

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Fugindo do ambiente frio das corporações, o home office da designer Iara Santos mostra como é possível trabalhar em casa de maneira mais relaxante. Foto: Daniel Mansur

Fonte: Mão Dupla Comunicação