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Estressada? Dicas de como recarregar a energia em um fim de semana

Após um dia cansativo de trabalho, você chega em casa e ainda resta uma lista interminável de afazeres, crianças para cuidar e casa para limpar. Se identificou? É assim que se encontra a rotina dos brasileiros. As semanas estão parecendo cada vez mais rápidas e exigindo mais das pessoas para acompanhar essas mudanças. Além disso, não existe mais o momento de descanso, o uso de smartphones e fácil acesso à internet mantém as pessoas 24 horas do dia conectadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 70% dos brasileiros sofrem de esgotamento físico e mental, sendo que 30% chegam a ter níveis elevados de estresse. Se você se encontra nessa situação, o massoterapeuta Daltro Machado dá cinco dicas de como você pode relaxar e recarregar as baterias em apenas um fim de semana. Anote aí:

andar pé descalço grama pixabay
Pixabay

1. Andar com os pés na grama: também chamado de aterramento, é quando possuímos contato físico direto com a terra. Essa troca de energia com a energia natural elétrica da superfície da terra tem poder de estabilizar o sistema elétrico do nosso corpo, recarregando as energias e curando doenças físicas e mentais.

meditacao em grupo

2. Fazer meditação ao ar livre: meditar tem origem na cultura oriental milenar, mas a prática vem ganhando espaço na rotina dos ocidentais que vivem o dia em ritmo acelerado. O ato de meditar tem como proposta ser um momento de reflexão, reconexão e limpeza interior, prometendo atingir resultados que trazem equilíbrio. Realizar a meditação ao ar livre ganha um bônus nos resultados pois as energias trocadas com a natureza renovam o corpo e a mente.

mulher caminhando caminhada pixabay
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3. Fazer caminhadas: essa prática, na maioria das vezes, é associada apenas ao emagrecimento, mas seus benefícios vão muito além da estética. Caminhar 30 minutos tonifica os músculos, melhora a memória, alivia o estresse, previne doenças, estimula o funcionamento do organismo e melhora a aparência da pele.

hidromassagem fazzenda
Fazzenda Park

4. Tomar banhos nas hidromassagens: sessões de hidromassagem podem ser consideradas ótimas aliadas contra o estresse. Isso acontece porque o contato com a água quente e a pressão da massagem causam o estímulo da endorfina, promovendo a sensação de relaxamento. Para completar, a hidromassagem também contribui para tratamento de outros problemas de saúde como insônia, dores musculares, celulite, dores de cabeça e pressão alta.

massagem (Divulgação Fazzenda Park Hotel)
Fazzenda Park

5. Fazer massagens: a massagem é uma das técnicas mais antigas para driblar o estresse, mas isso não a transforma em menos importante. A combinação dos movimentos repetitivos em várias partes do corpo resulta em benefícios como melhora de sono e humor. Considerada também como uma medicina alternativa, a massagem é utilizada muitas vezes na cura de doenças.

Diversão para toda a família

Para você desligar e recarregar totalmente as energias, o ideal é encontrar um lugar que reúna atividades para entreter toda a família. O Fazzenda Park Hotel é considerado referência do segmento no país e lá você encontra todas as atividades citadas para relaxar.

Além disso, são mais de dois milhões de metros quadrados que garantem o contato com a natureza e com animais da fazenda. Cerca de 40 cavalos e 50 bicicletas estão à disposição dos hóspedes e combinam com os quilômetros de lagos com pedalinhos para pescaria. O local também possui trilhas ecológicas e atividades de aventura, como quadriciclo, tirolesa e arvorismo.

Fazzenda Park Hotel: Rua João Mathias Zimmermann, 2299 – Gasparinho – Gaspar (SC)

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Pele: estresse potencializa estado inflamatório fazendo surgir rugas, flacidez e manchas

Células imunológicas recebem descarga de hormônios do stress e potencializam estado inflamatório persistente na pele que culmina com o envelhecimento precoce do tecido cutâneo. Especialistas explicam o que ocorre

Várias doenças com sintomas físicos e psicológicos podem surgir por conta do stress e ansiedade; muitas delas você pode sentir na pele: eczemas, dermatites, psoríase, urticária, acne e até alopecia. Típica do mundo moderno com a velocidade da informação e a constante exigência por superação de metas (e de maneira rápida), a sensação de desconforto e irritação típicas do stress, se provoca ou piora doenças, também pode envelhecer precocemente a pele.

“Uma pele que vive sobre descargas constantes de adrenalina e outros hormônios como cortisol e prolactina está mais propensa a ter rugas, pelo desequilíbrio em cascata, já que esses hormônios potencializam o estado inflamatório persistente no tecido cutâneo e fazem com que nossas células tenham um tempo de vida e atividade diminuídas, acarretando perda da longevidade”, explica a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

 

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Estudos recentes indicam que o estresse causa manchas e rugas, além de atuar como um gatilho importante no aparecimento de doenças como acne, eczema e queda de cabelo. Uma coisa é comum em todas as doenças e no processo de envelhecimento do tecido: a inflamação.

A dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, argumenta que muitos tipos de células da pele, incluindo células imunológicas e células endoteliais (células que alinham os vasos sanguíneos), podem ser reguladas por neuropeptídeos e neurotransmissores, que são substâncias químicas liberadas pelas terminações nervosas da pele.

“O estresse pode liberar um nível maior dessas substâncias e, quando isso ocorre, pode afetar o modo com o qual nosso corpo responde a muitas funções importantes, como sensação e controle do fluxo sanguíneo. Além disso, a liberação desses produtos químicos pode levar à inflamação da pele”, explica Thais.

Segundo o pesquisador em Cosmetologia Lucas Portilho, que é farmacêutico e diretor científico da Consulfarma, na maioria das vezes, os problemas ocorrem devido a liberação de mediadores inflamatórios e a ativação de mecanismos de defesa que atuam de forma negativa na pele.

“Por exemplo, hormônios como cortisol, são aumentados em pessoas com alto nível de estresse e podem impactar negativamente gerando manchas na pele. O cortisol está relacionado com um pró hormônio denominado POMC (pro-ópiomelanocortina) que induz a formação de melanina (pigmento que dá cor à pele)”, acrescenta Potilho. “O estresse também libera catecolaminas, como a adrenalina, conhecida como ‘hormônio da fuga’ que leva a aceleração dos batimentos cardíacos e na pele interfere na produção de melanina, podendo causar manchas e diminuição da produção de colágeno pelos fibroblastos”, pontua o pesquisador.

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Por fim, Portilho esclarece que a prolactina, um hormônio que tem principal função de estimular a produção de leite pelas glândulas mamárias, na pele pode causar aumento da produção de sebo pelas glândulas sebáceas e alterar a defesa natural da pele, além de causar desidratação.

“Por conta da inflamação causada pelo estresse, a pele perde elasticidade, torna-se mais seca, flácida, perde o brilho, aparecem as rugas e o processo de cicatrização fica mais lento”, acrescenta Jardis Volpe, dermatologista da Clínica Volpe (SP).

Thais também lembra que ao atuar nas células imunológicas e enfraquecendo a função de barreira da pele, o stress pode deixar a pele mais suscetível às ameaças ambientais relacionadas ao fotoenvelhecimento, como raios UV e poluição.

Cuidados com a pele “estressada”

Segundo a farmacêutica Mika Yamaguchi, diretora científica da Biotec Dermocosméticos, a chave da beleza da pele está no poder que se confere à imunidade. “Como o corpo, a pele também tem um sistema imune com as células de Langerhans, que são as responsáveis pela defesa da pele; mas suas funções decaem com o tempo, exposição solar e principalmente o estresse. O uso de probióticos como PGT1, que aumenta a imunidade da pele, é uma das novas abordagens para a diminuição da inflamação e também para restabelecer a função de barreira da pele”, sugere a especialista.

“As cápsulas de FC Oral e Bio-Arct também são importantes, uma vez que agem, consequentemente, na diminuição da inflamação (protegendo também as membranas celulares) e no aumento da produção de energia pela mitocôndria, o que tem efeitos no aumento da imunidade da pele e sua função de barreira”, completa.

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Já Portilho afirma que alguns cremes podem auxiliar no controle dos efeitos da ação dos hormônios na pele. “Um ativo chamado Neurolight, consegue diminuir a ação da POMC (pro-ópiomelanocortina) que induz a formação de melanina na pele. Isso faz com que a mancha causada pelo estresse diminua”, explica o especialista.

“Ativos que controlam oleosidade como Sebonormine também são indicados em pessoas que tem aumento da oleosidade por estresse. Outro ativo muito indicado é o Filmexel que impede que a pele sofra ação do estresse e agressão externa, que pode agravar ainda mais a condição da pele estressada”, conta.

Mas os farmacêuticos pontuam que o paciente que sente que sua pele está respondendo negativamente ao estresse deve rapidamente buscar ajuda de um médico especialista que prescreverá o tratamento oral e tópico adequado.

Fontes:
Claudia Marçal – É médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD e da American Academy Of Dermatology – AAD. Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.
Jardis Volpe – Dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.
Thais Pepe – Dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.
Lucas Portilho – Consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós Graduações do IPUPO Educacional, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Formulações do IPUPO. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Possui 17 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. 
Mika Yamaguchi – Farmacêutica pela faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP – Universidade de São Paulo, é também cosmetóloga e diretora científica da Biotec Dermocosméticos, empresa fornecedora matérias primas para cosméticos.

Copa do Mundo: pets também ficam estressados

Cães, gatos, hamsters e porquinhos da índia podem ser tratados com fitoterápicos para evitar estresse e outras doenças decorrentes da exposição ao barulho excessivo

 

O principal evento de futebol se aproxima. De 14 de junho a 15 de julho, o mundo se concentrará nas habilidades técnicas das equipes de cada país, com destaque para o Brasil, que terá a incumbência de virar o jogo e reconstruir a fama de melhor seleção do mundo. Por outro lado, tutores de pets também devem entrar em campo para observar a mudança de comportamento de seus animais de estimação, dada a sequência frenética de jogos no período e, por consequência, o aumento do uso de fogos de artifício.

O alerta é dado pela veterinária da DrogaVET, Mariana Mauger. “Os animais podem sofrer com estresse, depressão, ansiedade e até hiperatividade, tudo pela exposição ao barulho alto e ao movimento intenso de diferentes pessoas na residência para a recepção em dia de jogo”, informa a especialista.

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Segundo Mariana, o uso de calmantes naturais é o mais indicado para evitar que essas doenças se desencadeiem, como os florais e alguns medicamentos fitoterápicos, porém, cada animal responde à situação de forma diferente. “É sempre importante receber uma avaliação de um médico veterinário para determinar como pode ser feita a prevenção e o tratamento”, ressalta a especialista da DrogaVET.

O alerta vale tanto para os animais mais dóceis e que rotineiramente não apresentaram sinais de ansiedade quando ocorre algum evento: aniversário, réveillon ou mesmo em festa junina, mas, sobretudo, aos animais que já têm pré-disposição a essas doenças, requerendo, consequentemente, cuidados extras. “A dica é mantê-los em ambientes familiares, ou seja, aqueles que eles já conhecem e onde se sentem seguros. Outro ponto importante é seguir com a rotina, levando-os para passear normalmente, mas alterando os horários se estes coincidirem com os dos jogos”, aconselha a veterinária.

Para a profissional, os animais filhotes ou idosos devem ser tratados com maior cautela para que não se machuquem. “Os filhotes requerem atenção para não desenvolverem traumas futuros. Já os idosos, para evitarem complicações em doenças pré-existentes, como: diabetes, cardiopatias e insuficiência renal, em decorrência do estresse”, orienta Mariana, enfatizando também que, no momento do desespero, é normal os pets procurarem abrigo em diversos locais, chegando a pular de alturas perigosas ou, ainda, a se esconder em locais de difícil acesso, podendo vir a se machucar gravemente.

A preocupação com a saúde dos animais está tão em evidência que no dia 23 de maio de 2018, na cidade de São Paulo, foi sancionada a Lei nº 16.897, que proíbe o manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de artifício, rojões ou qualquer artefato de efeito sonoro ruidoso. A multa para aqueles que descumprirem a determinação legal será de R$ 2 mil, podendo ser dobrada em caso de reincidência, se a mesma for cometida num prazo inferior a 30 dias.

Tratamentos por meio de manipulados

gato floral bach

Entre as soluções para os casos apontados anteriormente está a manipulação de medicamentos fitoterápicos e florais, que devem ser devidamente prescritos pelo médico veterinário do pet, tais como:

1. Para os animais de pequeno porte, cães, gatos ou outros, que, constantemente, sentem medo diante de eventos de longa duração, como o Mundial de Futebol ou longos dias festivos e de movimento intenso de pessoas, a veterinária da DrogaVET recomenda o uso de Passiflora, Valeriana, Melissa e Hypericum; no caso de Florais pode ser usado essências específicas para casos de emergência, como o Rescue.

floral para pets

2. Aos cães que, no dia a dia, não demonstram emoções fortes, mas que, diante de um evento pontual, às vezes apresentam sintomas de ansiedade leve ou medo, é possível a prescrição da Passiflora combinada com Triptofano ou com Valeriana. Contudo, para os gatos, a especialista não recomenda o uso da Valeriana, que pode causar, em alguns casos, o efeito inverso, como excitação e euforia.

3. Outro ponto importante é deixar os manipulados com um paladar mais atraente. “No caso do gato, recomendamos o uso da pasta oral, com sabor de peixe ou leite condensado. Em relação aos cachorros, os fitoterápicos podem ser manipulados no formato de biscoitos medicamentosos, sendo a carne, o bacon e a picanha os sabores preferidos deles”, detalha Mariana.

4. Quanto aos pets de menor porte, como hamster e porquinho da índia, a recomendação é para o uso dos manipulados em xaropes adociacados, no sabor avelã ou maçã, administrados em gotas. “Aqui também aconselhamos que fiquem num ambiente familiar sempre dentro da gaiola, já que os fogos podem assustá-los, levando-os a fugir da residência”, finaliza a veterinária da DrogaVET.

Fonte: DrogaVET

 

O estresse pode ser um bom amigo por Lucas Medola*

Antes de partir para a vitória (afinal, era quase sempre o desfecho de suas aparições nas pistas pelo mundo afora), Usain Bolt dava sinais de estresse. Sim, apesar do que o semblante bem-humorado pudesse suscitar nos milhões de espectadores que sempre o acompanharam, o maior velocista de todos os tempos ficava estressado antes do tiro de largada – mesmo depois de oito medalhas de ouro olímpicas. E tinha de ser assim. Mas na dose certa.

Acredite, o estresse não é necessariamente um inimigo – nem nas raias do atletismo nem nas raias da vida corporativa. Ele é uma defesa natural aos estímulos externos e também essencial para o conjunto de ações conhecidas como “instinto de sobrevivência”. Diante de uma situação de perigo, por exemplo, produzimos adrenalina e cortisol, substâncias que nos deixam em situação de alerta, prontos para reagir, independentemente do cenário no qual estamos inseridos.

No mundo corporativo, o estresse está presente em boa parte do tempo dos executivos – mais do que isso, parece fazer parte de nosso job description, tratado quase como um status dos cargos de chefia. Só que isso pode gerar diversos problemas de saúde, dentre os quais quadros de hipertensão, cardíacos, ansiedade e insônia (em casos extremos, até quadros de depressão) – só para citar os mais comuns.

A questão, aqui como em qualquer instância da vida (tanto a pessoal quanto a profissional), é bom senso. Ou seja, também é preciso estabelecer momentos dedicados à desaceleração durante o expediente, momentos em que você precisa relaxar, a despeito do turbilhão que possa estar ocorrendo à sua volta. Não é simples, claro, mas esse autocontrole fará com que você consiga atravessar os desafios mais rapidamente, de forma mais estruturada, sem emoção, e de modo mais saudável.

É fundamental também incluir na sua rotina, não apenas diária, mas durante as férias, alguma atividade que te gere prazer (pode ser física ou não), bem-estar e o famoso “desligar do mundo”. Esses momentos são essenciais para a saúde mental e física, além de parte do processo que leva ao sucesso profissional.

Mas não se acalme tanto assim! É o estresse na medida correta que pode fazer a diferença entre fracasso e sucesso.

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Um dos fatores mais interessantes do “bom” estresse (ou estresse controlado) é que ele melhora o desempenho intelectual e a capacidade da memória. Há estudos que garantem até uma facilidade maior de aprendizado em homens e mulheres que vivem com nível de estresse controlado. Para um executivo que depende de seus neurônios a cada segundo de seu dia de trabalho, trata-se de uma notícia e tanto. Isso porque o estresse é capaz de estimular a produção das chamadas proteínas regenerativas, que favorecem o surgimento de novas conexões cerebrais.

Segundo consta, pesquisadores alemães da Universidade de Freiburg descobriram que o estresse pode ser também um motivador de novas amizades. O estudo demonstrou que pessoas expostas a situações estressantes tendem a socializar com mais facilidade, compartilhando suas ideias e experiências.

Sem falar nos benefícios ao sistema imunológico (o estresse, em níveis saudáveis, leva o corpo a produzir anticorpos com maior velocidade e mantém o indivíduo em estado de alerta). Entretanto se você ultrapassa essa medida, as funções de seu corpo sofrem. Motivo? A adrenalina se junta ao cortisol, “fabricando” uma mistura tóxica no organismo, capaz de causar lapsos de memória, taquicardia, pressão alta, alergias, tensão muscular, irritação sem motivo aparente, falta de concentração e até… medo.

Ao perceber sinais de que está se aproximando de seu limite, pare o que estiver fazendo – sim, permita-se uma pausa. Afinal, como diria o filósofo William James, “a maior arma contra o estresse é nossa habilidade de escolher um pensamento ao invés de outro”. Portanto, respire ou exercite-se, ouça uma música ou leia o capítulo de um livro que não tenha nada a ver com o que você está fazendo, dê uma “volta” pelas redes sociais (sem compromisso) ou jogue online por 10 minutos. Aposte nisso no ambiente de trabalho, mantenha seu índice de estresse na coleira e você colherá bons resultados.

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Foto: Erik van Leeuwen/Wikipedia

Os especialistas são unânimes: momentos de hiperatividade devem ser sempre curtos, jamais duradouros. Como o jamaicano Usain Bolt costumava demorar menos de 10 segundos (nos 100 metros rasos, sua prova mais forte) para cruzar a linha de chegada e abocanhar a medalha de ouro – de novo e de novo e de novo! -, a teoria parece mesmo fazer sentido.

*Lucas Medola é CFO do PayPal para a América Latina

Os gatilhos da síndrome do intestino irritável e como evitá-los

Quando você conhece as coisas que podem fazer com que seus sintomas de SII se manifestem, os chamados gatilhos, você pode fazer um plano para evitá-los. Dessa forma, pode trabalhar para manter os problemas como constipação, diarreia, dor de barriga e inchaço no nível mínimo.

A síndrome do Intestino Irritável é diferente para todos, mas acompanhar como você reage aos gatilhos dos sintomas mais comuns pode ajudar a aprender a evitá-los.

1. Fatores desencadeantes de constipação na SII

Alguns alimentos podem piorar a constipação relacionada à SII, incluindo:

=Pães e cereais feitos com grãos refinados (não inteiros)
=Alimentos processados, como chips e biscoitos
=Café, refrigerantes e álcool
=Dietas de alta proteína
=Produtos lácteos, especialmente queijo

Melhores escolhas de dieta para a constipação:

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=Aumente gradualmente o consumo de fibras em 2 a 3 gramas por dia até comer 25 (para mulheres) ou 38 (para homens) gramas por dia. Boas fontes incluem pão integral e cereais, feijão, frutas e legumes.
=Coma uma quantidade moderada de alimentos que contenham sorbitol, como ameixas secas e suco de ameixa.
=Beba muita água pura todos os dias.
=Experimente linhaça moída. Você pode polvilhar em saladas e legumes cozidos.

2. Fatores desencadeantes de diarreia na SII

Os alimentos que podem piorar a diarreia relacionada à síndrome para algumas pessoas incluem:

=Excesso de fibra, especialmente o tipo insolúvel que encontramos na casca de frutas e legumes
=Alimentos e bebidas com chocolate, álcool, cafeína, frutose ou sorbitol
=Refrigerantes
=Grandes refeições
=Alimentos fritos e gordurosos
=Produtos lácteos, especialmente em pessoas que não conseguem digerir a lactose do açúcar do leite, a chamada intolerância à lactose
=Alimentos com trigo para pessoas que são alérgicas ou têm uma reação ruim ao glúten

Melhores escolhas de dieta para diarreia:

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Foto: Haaijk/Pixabay

=Coma uma quantidade moderada de fibra solúvel. Adiciona volume a suas fezes. Boas fontes são pães integrais, aveia, cevada, arroz integral, massa integral, frutas (não a casca) e frutas secas.
=Não coma alimentos em temperaturas opostas, como água gelada e sopa quente, na mesma refeição.
=Fique longe de brócolis, cebola e repolho. Eles causam gases, o que pode fazer você se sentir pior.
=Coma porções menores.
=Beba água uma hora antes ou depois das refeições, não enquanto você comer.
=Converse com seu médico ou nutricionista se você acha que pode ter uma alergia ao trigo.
=Para aliviar os sintomas de inchaço e gases, tente evitar alimentos gasosos, como feijão, couve de Bruxelas, germe de trigo, passas e aipo.

3. Estresse e ansiedade, gatilhos da SII

Estresse e ansiedade podem piorar os sintomas da SII. As preocupações podem vir de muitas fontes, incluindo:

=Trabalho
=Trânsito/transporte
=Problemas em casa
=Problemas financeiros
=Uma sensação de que as coisas estão fora de controle

Como gerenciar o estresse:

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Foto: Philly

-Tenha hábitos saudáveis. Mantenha uma dieta bem equilibrada que funcione para a SII. Faça exercícios regulares e durma o suficiente.
-Faça algo divertido quantas vezes você puder. Ouça música, leia, faça compras ou caminhe.
-Aprenda maneiras melhores de se acalmar com a terapia comportamental. Existem alguns tipos: terapia de relaxamento, biofeedback, hipnoterapia, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia.
-Se você se sentir à vontade, converse com familiares, amigos íntimos, seu chefe ou colegas de trabalho sobre a síndrome. Quando eles sabem o que está acontecendo, podem apoiá-lo e entender melhor como isso afeta você.

4. Drogas que podem desencadear SII

Algumas drogas podem desencadear constipação ou diarreia. Pessoas com a síndrome podem ter problemas com:

  • Antibióticos
  • Alguns antidepressivos
  • Remédios feitos com sorbitol, como xarope para tosse

Como escolher melhores medicamentos:

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Converse com seu médico sobre a mudança para uma droga que não fará com que seus sintomas aumentem. Mas pergunte antes de parar de tomar seus remédios.
Escolha antidepressivos com sabedoria. Os mais antigos, chamados antidepressivos tricíclicos, podem causar constipação. Os convencionais, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem) e a sertralina (Zoloft), podem causar diarreia. Trabalhe com o seu médico para encontrar o caminho certo.

5. Gatilhos da menstruação na SII

Mulheres com a síndrome tendem a ter os sintomas piorados durante a menstruação. Não há muito o que fazer para evitar isso, mas você pode aliviar a dor e o desconforto durante esse período do mês.

Como se sentir melhor:

Pense em tomar pílulas anticoncepcionais. Elas podem tornar as menstruações mais regulares. Mas podem causar efeitos colaterais, como dores de estômago, vômitos, cólicas estomacais ou inchaço, diarreia e constipação. Trabalhe com o seu médico para encontrar algo que funcione sem causar outros problemas. Trate a TPM grave. Algumas drogas que tratam a depressão podem ajudar, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem), a paroxetina (Paxil) e a sertralina (Zoloft).

6. Outros gatilhos

-Comer enquanto você trabalha ou dirige
-Comer muito rapidamente
-Goma de mascar
-Exercício insuficiente

O que fazer:

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-Corte as distrações enquanto você come.

-Tente fazer pelo menos 30 minutos de exercício por dia. Pode ajudar a prevenir a constipação e aliviar o estresse.

-Além disso, certifique-se de conversar com seu médico sobre todas as suas opções de tratamento para a síndrome com constipação e/ou com diarreia.

Referência Médica WebMD Revisado por Minesh Khatri, MD em 25 de março de 2018

O estresse, a ansiedade e a síndrome do intestino irritável

Não está totalmente claro como o estresse, a ansiedade e a síndrome do intestino irritável estão relacionados – ou qual vem primeiro -, mas estudos mostram que podem surgir juntos.

Quando um médico conversa com pessoas com este distúrbio digestivo “o que você descobre é que cerca de 60% dos pacientes com SII atenderão aos critérios para um ou mais transtornos psiquiátricos”, diz Edward Blanchard, PhD, professor de psicologia da Universidade Estadual de New York em Albany.

A doença mental mais comum que as pessoas com síndrome do intestino irritável possuem é transtorno de ansiedade generalizada, diz Blanchard. Ele acha que mais de 60% dos pacientes com a Síndrome do Intestino Irritável e com uma doença psiquiátrica têm esse tipo de ansiedade. Outros 20% têm depressão e o restante tem outros distúrbios.

mulher ansiedade

Independentemente de ter a síndrome do intestino irritável, as pessoas com ansiedade tendem a se preocupar muito com questões como saúde, dinheiro ou carreiras. Outros sintomas incluem dor de estômago, tremores, dores musculares, insônia, tonturas e irritabilidade.

Existem várias teorias sobre a conexão entre SII, estresse e ansiedade:

=Embora problemas psicológicos como a ansiedade não causem desordem digestiva, as pessoas com SII podem ser mais sensíveis a problemas emocionais.

=O estresse e a ansiedade podem tornar a mente mais consciente dos espasmos no cólon.

=SII pode ser desencadeada pelo sistema imunológico, que é afetado pelo estresse.

Formas de lidar com o estresse e a ansiedade

Há provas de que manter o estresse sob controle pode ajudar a prevenir ou aliviar os sintomas da síndrome. Você pode aprender sobre técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou visualização, onde imagina uma cena pacífica. Ou você pode deletar a tensão simplesmente fazendo algo divertido – converse com um amigo, leia, ouça música ou faça compras.

Também é uma ótima ideia se exercitar, dormir o suficiente e fazer uma boa dieta para evitar a SII.

Experimente diferentes técnicas de redução do estresse para ver quais podem ajudar a aliviar seus sintomas.

Se você ainda continuar tenso e ansioso, fale com seu médico. Certifique-se de obter o tratamento certo para a sua constipação ou diarreia. Em seguida, discuta se fazer terapia também pode ajudar.

Pessoas com síndrome do intestino irritável “devem realmente começar com os cuidados com um médico de cuidados primários”, diz Blanchard. “Eles devem seguir o próximo passo [cuidado psicológico] se o tratamento médico não estiver funcionando sozinho”.

Blanchard diz que dois terços das pessoas com SII melhoram com as mudanças na dieta e com a medicação. O restante, pessoas com sintomas mais graves, pode se beneficiar de ajuda psicológica. “Sem isso, eles não parecem sair do problema em que estão”, diz o especialista.

A pesquisa mostra que a terapia pode ajudar alguns sintomas da síndrome em muitas pessoas. As opções incluem terapia de relaxamento, biofeedback, hipnose, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia tradicional.

A terapia tem limitações, porém. Alguns estudos descobriram que não ajuda a constipação ou dores de barriga constantes que acompanham a SII.

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Foto: Shutterstock

Você pode participar de um grupo de autoajuda para pessoas com síndrome do intestino irritável ou outros distúrbios digestivos. Os membros desses grupos sabem o que é viver com a SII. Às vezes, podem oferecer suporte mais significativo do que você poderia obter, mesmo com seus amigos mais próximos.

“Você não está sozinho tentando lidar com tudo”, diz Lynn Jacks, fundadora de um grupo de apoio à SII em Summit, Nova Jérsey.

Existem grupos de apoio em todo o mundo. Uma opção é o Grupo de Suporte de Distúrbios Digestivos da WebMD (nos EUA), que está disponível 24 horas por dia.

Referência Médica WebMD Avaliado por Jennifer Robinson, MD em 21 de janeiro de 2017

Fonte: WebMD

Depressão e estresse: os ladrões da libido feminina

Para um dos maiores estudiosos da mente humana da história, Sigmund Freud, a libido é a força motriz da vida sexual. Para ele, inclusive, o desejo sexual é o que nos motiva e nos dá forças para nossas tarefas diárias. Porém, para uma boa parcela das brasileiras, incluindo as mais jovens, nada anda mais em baixa do que a libido. Segundo o estudo Mosaico 2.0, do Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (SP), uma em cada três entrevistadas tem dificuldade em se interessar pelo sexo.

De acordo com psicóloga e neuropsicóloga, Carolina Marques, cofundadora da Estar Saúde Mental, atualmente a falta de desejo sexual atinge mulheres e homens. Entretanto, a mulher apresenta algumas peculiaridades que faz com que a prevalência da queda ou da ausência da libido seja mais alta nelas do que neles.

Montanha-russa hormonal

“As mulheres são marcadas pela oscilação dos hormônios sexuais durante toda a vida. Além das mudanças hormonais típicas do ciclo menstrual, há aquelas que ocorrem durante a gravidez, no pós-parto e na menopausa. Até mesmo o anticoncepcional, dependendo do tipo, pode reduzir a libido”, explica Carolina.

Além de lidar com a montanha-russa hormonal, as mulheres têm duas vezes mais risco de desenvolver o estresse, a ansiedade e a depressão, transtornos que mexem muito com o desejo sexual. “Aliado a esses dois fatores, precisamos levar em conta que a mulher moderna, em geral, trabalha fora, cuida dos filhos e do lar, numa tripla jornada exaustiva. Portanto, a chance de pensar em sexo no final do dia, pode ser realmente mínima”, conta a especialista.

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Como a depressão afeta o sexo

A depressão afeta 11,5 milhões de brasileiros, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo o Brasil o país com maior prevalência da doença na América Latina e nas Américas só perde mesmo para os Estados Unidos. Um dos sintomas da depressão é justamente a queda ou a perda da libido.

“A depressão afeta o funcionamento normal da mente e isso se reflete na vontade de fazer sexo de várias maneiras. Uma delas é que para despertar o desejo sexual precisamos usar a imaginação, ter fantasias, ideias ou lembranças. Além disso, exige uma disponibilidade para a estimulação dos sentidos, do contato com o outro. Mas, as pessoas deprimidas tendem a se isolar socialmente e ficar mais apáticas, o que também impacta na libido. Sem contar que o efeito colateral mais comum de vários antidepressivos é justamente a perda da libido ou a dificuldade de se atingir o orgasmo”, explica Carolina.

Estresse crônico afeta sexualidade

Outro fator que pode detonar a vida sexual é o estresse, presente em 70% da população economicamente ativa no Brasil. Um estudo mostrou que o aumento dos níveis do cortisol, o hormônio do estresse, interfere na resposta sexual das mulheres.

lareira inverno casal

Sexo alivia o estresse

Os motivos para a baixa da libido, como vimos, são quase óbvios. Porém, a pergunta que fica é: será que tem solução? “Uma vida sexual saudável é um dos pilares da qualidade de vida. Mas, a sexualidade é muito individual. Há pessoas que não sentem necessidade ou falta de manter relações sexuais e convivem muito bem com isso. Já para quem gosta de sexo e enfrenta problemas nessa área, o ideal é procurar ajuda”, comenta Carolina.

Descartados os problemas físicos, a psicoterapia pode ajudar muito a recuperar o desejo sexual e ter mais alegria debaixo dos lençóis. Carolina explica que para recuperar a libido é preciso identificar o que a está afetando, como depressão, estresse, insônia, cansaço, pós-parto etc. A partir disso, é possível tratar a condição e melhorar a sexualidade.

Além do tratamento por meio da psicoterapia, por exemplo, é bom lembrar que o sexo é uma ótima maneira de relaxar, já que libera neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer. Então, depois de um dia estressante, fazer sexo pode ser, sim, uma boa ideia.

Fonte: Estar Saúde Mental

À flor da pele: dez sinais que mostram os efeitos do estresse

O estresse é um dos problemas que mais afetam as pessoas no mundo, e como os brasileiros não é diferente. Causas como dívidas e relação com o público são apontados como os principais motivos desse mal tão comum na vida.

Problemas dermatológicos, como acne, herpes e micose estão entre os mais listados,  mostrando evidências de como o estresse se manifesta no corpo humano. Pensando nisso, a Clínica Sadeb preparou um infográfico com os dez sinais que mostram o efeito do estresse na pele. Confira abaixo e, claro, evite se estressar!

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Como lidar com o estresse do pet com a chegada de outro animal

O ato de adoção requer coragem e exige atenção e carinho do tutor. No caso de uma família que já possui um pet, mas pensa em adotar um novo membro, é preciso tomar alguns cuidados. De acordo com o veterinário e fundador da Animal Place, Jorge Morais, toda mudança, estrutural ou principalmente com a presença de um novo animal, pode causar estresse. “Problemas psicológicos e, inclusive, alterações que causam baixa resistência, podem levar o pet a desenvolver alguma patologia”, explica.

Em felinos as alterações de humor são notadas com mais facilidade. “De modo geral, os gatos são territorialistas. Desta forma, a introdução de um novo membro à família deve ser feita de forma cautelosa”, orienta Morais.

cachorro e gato brincando

Além disso, reações de agressividade, mudança de comportamento, diminuição na ingestão de alimento, marcação excessiva de território e diminuição da ingestão de água são sintomas do ciúme animal.

O profissional ainda explica que, para evitar acidentes e até mesmo fatalidades, o ideal é observar e até separá-los quando o velho morador é maior, mais agressivo ou pode atacar o novo membro. E, para evitar atritos na adaptação do novo pet, a dica é que a inclusão seja feita de forma gradativa.

casal de gatos

“O monitoramento realizado por um especialista é necessário para que ele se sinta bem-vindo ao novo lar”, finaliza Morais.

Fonte: Animal Place