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Saiba como prevenir dores musculares e nas articulações durante o inverno

Além de favorecer o aumento dos casos de doenças respiratórias, o inverno costuma desencadear desconfortos físicos que vão muito além de tremores e calafrios. Nessa época do ano, um incontável número de pessoas também costuma sofrer com a sensação de fortes dores musculares ou nas articulações.

“O frio faz com que os nossos músculos e vasos sanguíneos se contraiam para diminuir os efeitos da queda de temperatura. E é justamente essa contração que costuma causar dores musculares e, em alguns casos, problemas de postura. Já as dores nas articulações, muito comuns entre os idosos, são provocadas quando o líquido sinovial – que auxilia a lubrificação das superfícies articulares – se torna mais espesso também em função do resfriamento corporal”, explica o fisiologista do HCor – Hospital do Coração, Diego Leite de Barros.

Para prevenir tais problemas, Barros explica que a melhor opção é não ficar parado. Segundo ele, muitas pessoas deixam de fazer exercícios com a chegada do frio. Porém, manter-se em movimento é justamente a melhor maneira de evitar os desconfortos físicos trazidos por esta época do ano.

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“Enquanto nos exercitamos, elevamos a nossa temperatura corporal – condição fundamental para a reversão dos processos que causam dores musculares e nas articulações. Além disso, fazemos com que o sangue seja bombeado com mais facilidade para locais onde costumamos ter mais frio – como as mãos e os pés –, o que também ajuda a nos manter aquecidos”, explica.

Para praticar atividade física nessa época do ano, porém, é preciso tomar algumas precauções. Pessoas idosas, sedentárias ou com mobilidade reduzida, por exemplo, devem optar por exercícios mais leves no início, como alongamentos, caminhadas ou, se possível, corridas em ritmo moderado. Pessoas que já praticam algum treino físico, devem continuar as suas atividades normalmente, porém, sem descuidar da hidratação, já que, no inverno, a sensação de sede tende a diminuir.

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“Em todos esses casos, também é importante fazer o aquecimento apropriado e sempre se agasalhar bem, principalmente, no caso de exercícios feitos ao ar livre. Contudo, é preciso evitar excessos. As roupas escolhidas para atividade física devem sempre favorecer a troca de calor com o ambiente”, recomenda. “Com todos esses cuidados é possível passar pelo inverno com disposição e de maneira ainda mais saudável”, conclui o fisiologista do HCor.

Fonte: HCor

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Saiba quais são os alimentos que ajudam no ganho de massa muscular

Segundo nutricionista do Clinic Check-up do HCor, adotar uma dieta equilibrada melhora o preparo físico e ainda ajuda o corpo a se recuperar depois da prática de musculação e na preservação dos músculos

A prática de atividade física é essencial para quem quer perder peso e ter um estilo de vida mais saudável. Mas engana-se quem acredita que o resultado pode ser obtido, apenas, ao se exercitar, e descuidar da alimentação. Uma dieta equilibrada faz toda a diferença. Estar bem nutrido é essencial para garantir o máximo de aproveitamento da malhação.

É importante ter em mente que sem uma alimentação adequada, o organismo não tem energia para praticar a atividade. “Alimentar-se corretamente antes e depois dos exercícios ajuda na redução da fadiga, na preservação e ganho de massa muscular, na recuperação do organismo como um todo, elevando a eficácia do treino, além de potencializar a perda de gordura extra”, informa Maria Fernanda D’Ottavio, nutricionista do Clinic Check-up do HCor – Hospital do Coração. “É importante frisar que a alimentação atua de forma diferente para cada pessoa. A única regra é que a dieta deve ser leve e balanceada”, completa.

Mas afinal, o que comer antes e depois dos treinos para garantir ganho de massa e melhor rendimento? Confira alguns dos nutrientes mais relevantes para uma boa performance e resultados nos exercícios.

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Água: a hidratação é um fator importante para o desempenho da atividade física. É fundamental se manter hidratado antes, durante e depois do treino. Por isso, tenha uma garrafinha sempre à disposição para evitar a desidratação e o comprometimento do desempenho físico.

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Carboidrato: quanto maior a intensidade dos exercícios, maior será a participação dos carboidratos como fornecedores de energia. Para uma melhor performance, é essencial consumi-los no pré-treino. Eles são ótimos também no pós-treino, pois ajudam a otimizar a recuperação muscular. Batata doce, pães e biscoitos integrais são boas fontes de energia.

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Cafeína: apesar da contraditória eficácia da utilização de cafeína, essa substância é conhecida como por potencializar o desempenho físico, quando ingerida antes do treino. No entanto, é importante frisar que em excesso pode causar efeitos colaterais e prejudicar a saúde. Além do café, é possível encontrar quantidades significativas de cafeína no chá preto e no chá verde, por exemplo.

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Proteína: é considerada essencial no reparo de micro lesões musculares decorrentes da prática esportiva e para o ganho de massa muscular. Exercícios de força exigem maior consumo de proteína, mas a ingestão excessiva não garante aumento adicional de massa magra. Boas fontes alimentares são: frango, carne vermelha (cortes magros, como patinho e músculo), peixe e ovos.

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Creatina: especialmente para praticantes de exercícios de força e potência, a creatina é associada ao aumento da massa magra, à melhora da recuperação e ao retardo do processo de fadiga, o que permite maior carga de treinamento e adaptações. São facilmente encontradas em carnes magras e peixes.

Fonte: HCor

 

Dicas para “desenvelhecer” antes de chegar à terceira idade

Para chegar à terceira idade com saúde e disposição, a sugestão é a de começar a pensar nela aos 30 anos. “Para ter qualidade de vida após os 60 anos ,precisamos nos preparar com antecedência quando estamos no auge do nosso vigor, já que a proposta é a de manter a vitalidade e a saúde física e mental no nível mais alto possível durante toda essa fase”, afirma Daniel Alan Costa, naturopata especialista em bases de Medicina Integrativas do Hospital Albert Einstein.

Então se você é jovem, siga as dicas do especialista para ter uma velhice com qualidade, adotando um estilo de vida natural que pode preservar e muito a saúde.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

1-) Pratique exercícios físicos todos os dias. Você conhece as práticas corpóreas orientais? Tai Chi Chuan, Yoga, Qi Gong, Lian Gong entre outras são excelentes para o corpo e para a mente. O governo chinês tem um programa nacional destas práticas e com isto reduziu drasticamente os gastos com saúde. Outra opção é a musculação, sempre com a orientação de um profissional capacitado. Depois dos 30 anos a perda de massa muscular se intensifica, chegando a 40%.

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2-) Não fume e evite a ingestão de carne, pois ambos liberam substâncias produtoras de envelhecimento precoce.

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3-) Durma cedo e bem, pois o hormônio do crescimento atinge seu pico de produção antes da meia-noite.

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4-) Dê preferência aos alimentos que contêm antioxidantes naturais que previnem doenças, rugas e flacidez, como os carboidratos integrais, frutas e verduras.

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5-) Revitalize suas células sempre que possível: tome sol diariamente nas primeiras horas da manhã, ande descalço sobre a grama molhada de orvalho, vá a praia andar na areia e na beira do mar sempre que possível, banhe-se nas águas de uma cachoeira, caminhe em um parque arborizado e respire profundamente, abuse do repouso para restabelecer as células, pois elas amam um repouso restaurador, valorize a amizade, o sorriso, o abraço, a gratidão, a alegria, pois tudo isso produz endorfina, hormônio capaz de reenergizar as células de defesa.

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Foto: Cohdra/Morguefile

6-) Mantenha a curiosidade intelectual aprendendo uma nova atividade para conservar a mente lúcida e alerta. Viaje, estude um novo idioma, faça algo que nunca fez, abuse das palavras cruzadas pois assim a mente permanece jovem e o cérebro bem irrigado.

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Foto: Pinterest

7-) Aprenda a meditar. A meditação, comprovada cientificamente, diminui a ansiedade, aumenta a estabilidade emocional, a criatividade, a alegria, desenvolve a intuição, diminui a pressão arterial, diminui qualquer tensão relacionada com a dor, como dores de cabeça, musculares, articulares, aumenta a produção de serotonina, melhorando o humor e o comportamento e melhora o sistema imunológico.

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Ilustração: Prawny/Morguefile

😎 Pratique o voluntariado. Já foi comprovado, por meio de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que quem faz trabalho voluntário é mais feliz e apresenta uma carga de stress muito menor em relação a quem não é adepto a prática. Além disso, foi comprovado que as pessoas que se dedicam ao voluntariado vivem em média quatro anos a mais. Isso porque ocorre a liberação de endorfinas que provocam em todo o corpo a sensação de prazer.

Fonte: Daniel Alan Costa é especialista em Bases de Medicina Integrativa do Albert Einstein, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e coordenador geral dos cursos do Sol Instituto Terapêutico/ INESP
 

Alerta: cães e gatos precisam de cuidados especiais no inverno

A queda abrupta nas temperaturas afeta também os pets que, além de sofrerem com o desconforto causado pelo frio, podem desenvolver sérios problemas de saúde. Para cuidar melhor de seu pet no inverno, confira as dicas da veterinária Djeniffer Navroski e da farmacêutica Sandra Schuster, da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

1 – Vacinação

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Foto: Doglistener

Estar com a vacinação em dia é fundamental para a saúde dos animais e isto inclui a vacina contra a “gripe dos cães” ou traqueobronquite infecciosa (Tosse dos canis), doença cujo risco aumenta no inverno devido ao clima mais frio e à consequente queda na imunidade. Já nos gatos a prevenção contra a rinotraqueíte é feita na vacina tríplice, quádrupla ou quíntupla, que também deve ser administrada anualmente.

Mas a veterinária alerta: “caso o animal esteja apresentando qualquer sintoma de gripe ou rinotraqueíte precisa ser tratado antes de ser vacinado”. Tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que cão está engasgado são sinais de gripe nos cães. Nos gatos, atenção a espirros, secreção nasal e febre.

A Tosse dos Canis pode ser causada, ainda, por diversos agentes infecciosos, entre eles a Bordetella bronchiseptica, que acomete também os humanos. Mais um motivo para investir na prevenção.

2 – Banho

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A temperatura da água e do ambiente deve ser adequada ao clima. Em casa ou no pet shop, a água deve ser morna e o ambiente aquecido. Para que o pet não sofra com a mudança brusca de temperatura, ao sair do pet shop, o tutor deve vesti-lo com uma roupa e cobri-lo com um cobertor ou manta, preferencialmente.

Com o frio é normal que a pele dos animais resseque com mais facilidade, por isso é importante estar atento à fórmula do xampu e condicionador. “Desenvolvemos produtos específicos para o tipo de pelagem dos pets e as fórmulas são livres de parabenos e óleos minerais, ajudando a manter a pele e a pelagem mais hidratadas. Além disso, todos os xampus contêm um ativo neutralizador de odores, que faz com que o banho ‘dure mais tempo’, ajudando a reduzir a frequência das lavagens”, comenta Sandra Schuster.

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Outra alternativa criada pela docg. é o banho seco. Nas versões em pó ou spray, é uma opção para manter o pet limpo reduzindo o número de banhos úmidos.

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Durante o inverno também é importante que o tutor opte por tosas mais altas para ajudar a proteger o pet. A tosa higiênica deve ser mantida, pois auxilia na higiene e evita que os pelos das patas fiquem úmidos por muito tempo.

3 – Hidratação

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Foto: Icon Home Design

Com temperaturas mais baixas, os animais tendem a ingerir menos água, o que pode prejudicar a saúde, principalmente dos gatos, que têm maior tendência a problemas renais. É importante estimular o consumo de água distribuindo mais potes pela casa e fazendo uso de fontes, que mantêm a água em movimento. Ofertar alimentos úmidos, como em pasta de alta qualidade e sachês, também auxilia a suprir parte da necessidade de líquidos.

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A pele das patas dos animais sofre bastante com as temperaturas baixas, principalmente nos dias de geada. Para reduzir os efeitos do frio, os cães podem usar sapatinhos quando saem para o passeio, mas são poucos os animais que se acostumam com o acessório. O ideal é evitar os horários mais frios e também usar um hidratante. “A docg. criou um creme para patas com D-pantenol e glicerídeos de soja, que hidrata profundamente a pele dos pets. Ele também está sendo muito utilizado nos focinhos, que igualmente sofrem com as baixas temperaturas”, revela a farmacêutica.

4 – Roupas

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Roupas não servem apenas para embelezar os animais, elas ajudam a manter o calor dos pets, principalmente dos animais com pelo curto ou que não possuem subpelo. “É importante tirar a roupa do pet e escovar os pelos todos os dias para que não embolem e causem desconforto ou, até mesmo, a proliferação de fungos”, alerta Djeniffer. “O ideal é trocar a roupa a cada dois dias, para evitar o acúmulo de sujeira e umidade”, complementa.

5 – Atividade física

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Foto: La Tienda de Frida

Assim como os humanos, os animais tendem a ficar menos ativos nos dias mais frios. Porém, os tutores devem manter o nível de atividade física dos animais, pois os exercícios evitam o ganho de peso e auxiliam na termorregulação (controle da temperatura corporal).

6 – Caminhas e casinhas

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Camas e cobertores ajudam a manter o pet aquecido no período de descanso. Há várias opções de camas, inclusive forradas com pelos, que ajudam a aquecer ainda mais o animal. Gatos também gostam muito de tocas, portanto avalie a possibilidade de comprar uma cama no formato iglu. Utilizar tapetes ou cobertores embaixo da caminha ou camas elevadas também é indicado. Outro cuidado é em relação a mudanças bruscas na temperatura. Se o pet estiver dentro de casa, em um ambiente aquecido, não deve sair diretamente para a parte externa. Além disso, aquecedores só devem ser usados junto com umidificadores de ar e os animais não devem ficar muito próximos dos equipamentos para evitar acidentes.

Para os animais que ficam no jardim, o ideal é que a casinha fique numa área coberta. As fabricadas com proteção térmica e portas ajudam a evitar a entrada de vento e amenizam o frio. Dentro das casinhas é recomendado o uso de caminhas e cobertores. Mas é fundamental cuidar da higiene do ambiente e acessórios e trocar sempre que estiverem úmidos.

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Com essas dicas seu pet estará pronto para enfrentar a estação mais fria do ano.

Fonte: docg.

 

 

Os melhores alimentos para se comer antes e depois do treino

Para você que faz academia e exercícios físicos, sabe o que comer antes do treino para melhorar seu desempenho? E depois, sabe quais alimentos pode comer, para que todo seu esforço não seja em vão? A Coordenadoria de Desenvolvimentos dos Agronegócios (Codeagro), da Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, possui os vídeos com a melhores dicas sobre o assunto, para que sua alimentação seja saudável e ao mesmo tempo deliciosa.

O ideal é que a alimentação pré-treino seja composta, basicamente, de carboidratos e proteínas. Existem dois tipos de carboidratos, os de baixo índice glicêmico, que liberam de forma mais lenta o açúcar para que o corpo possa usar como energia; e os de alto índice glicêmico, que liberam a glicose de forma mais rápida.

Os de baixo índice, como as frutas, que são ricas em fibras, o arroz integral e outros cereais como granola e aveia, devem ser consumidos de uma a duas horas antes do treino. Já os de alto nível, como pão integral, geleias de frutas sem açúcar, devem ser consumidos, aproximadamente, meia hora antes do treino, pois com a liberação rápida da glicose seu desempenho no começo da atividade será mais produtivo.

Para consumir proteínas, é necessário que se coma junto com o carboidrato de baixo índice glicêmico, pois com alimentos de alto índice podem causar desconforto abdominal e aquela sensação de estofamento, sendo que também impedem a liberação imediata de glicose no sangue, causando a falta de energia.

De acordo com Sizele Rodrigues, nutricionista da Codeagro, “o objetivo dessa alimentação pré-treino é para o estoque de energia, ou seja, guardar energia suficiente para utilizar durante a atividade física”.

Agora que o treino acabou, é necessário repor suas energias, mas sem exagerar. Assim como no pré-treino, é preciso comer alimentos fontes de carboidratos e proteína, se possível os dois juntos, como macarrão integral com filé de frango ou arroz, feijão e algum peixe com pouca gordura. “Sempre lembre de comer somente o necessário, sem exageros, pois você só quer repor as energias e não ganhar mais peso”, aconselha Sizele.

Pré-treino:

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– Frutas

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Foto: Jules -Stonesoup

– Arroz

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– Granola

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Foto: Haaijk/Pixabay

– Aveia

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– Pão integral

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– Geleias de frutas sem açúcar

Pós-treino:

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Foto: Nudnik/Pìxabay

– Macarrão integral

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Foto: FreeGreatPicture

– Filé de frango

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– Arroz

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– Feijão

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Foto: Tarasov/Pixabay

– Peixe com pouca gordura

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Petz e Parque Villa-Lobos promovem primeira Cãorrida

No dia 26 de maio, sábado, corredores e seus bichinhos de estimação poderão participar da Petzrun; para quem preferir passear, terá também a Cãominhada

As famílias vão correr, fazer exercício e se divertir junto com seus pets na primeira Cãorrida em um parque público da cidade. A Petz e o parque Villa-Lobos promovem no dia 26 de maio, a partir das 8h, a Petzrun, num circuito de 2 quilômetros. Para quem preferir só passear, terá ainda a Cãominhada.

Serão três categorias: elite, kids e fun. A primeira terá premiação para os três primeiros lugares masculinos e três femininos. Na kids, também os três primeiro lugares serão premiados. Já na categoria fun, para aqueles que querem só caminhar e curtir o passeio com seu bichinho de estimação, todos vão receber medalhas.

Para participar, basta fazer a inscrição pelo site e pagar a taxa de R$ 50,00. O aquecimento com o pessoal da revista Boa Forma começará às 8h30; a largada da corrida será às 9h30 e a da caminhada, às 10h15.

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Saúde dos pets

A atividade física para os pets faz bem para fortalecer a musculatura, aumentar a capacidade respiratória, controlar o peso e diminui o risco de doenças. “Os exercícios também ajudam a combater problemas comportamentais, como lambeduras excessivas de patas, mordeduras, ansiedade e agressividade. Mas sempre tomando alguns cuidados e sob orientação de um o veterinário”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz.

A dica de Karina é evitar os horários mais quentes, ficar atento à hidratação e às pausas para o descanso. Ela explica que é preciso ter cuidado com o padrão respiratório, principalmente nas raças que possuem o focinho achatado (raças braquicefálicas), e não indica o exercício para aqueles que tenham alguma doença pré-existente, que podem ter uma exaustão física, comprometendo e agravando o quadro. “As corridas ou caminhadas ao ar livre devem ser feitas de maneira tranquila, para que o momento seja um prazer para o tutor e seu pet.”

Serviço
Quando: 26 de maio
Horário: a partir das 8h
Onde: Parque Villa-Lobos (avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros)
Inscrições: Petzrun

Síndrome do intestino irritável: como conseguir algum alívio

Dez anos atrás, Nikki Martinez vivia em constante dor. “Eu tinha cólicas, constipação, diarreia. Estava tão enjoada que quase não aguentava mais comer”. Ela, então com 30 anos, acabou sendo diagnosticada com síndrome do intestino irritável (SII), uma coleção de sintomas que afeta até uma em cada cinco pessoas.

“Nós não entendemos completamente o que causa a síndrome. Não há cura, mas sabemos muito sobre isso”, diz Yuri A. Saito Loftus, professora-assistente de Medicina na Mayo Clinic, nos EUA.

“Sabemos que existem diferentes gatilhos para diferentes pessoas”, admite a médica. Algumas pessoas têm sintomas mais leves que incluem dor de barriga, inchaço, diarreia, constipação e náusea – que vêm e vão. Outros, como Nikki, apresentam sintomas que interferem na vida cotidiana.

Veja como você pode encontrar alívio:

1. Encontre maneiras de relaxar.

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O estresse está fortemente ligado à SII, diz Yuri. Embora não cause a síndrome do intestino irritável, pode piorar os sintomas. Como diminuir os níveis de estresse? “Pode se simplesmente fazer algo de que se gosta ou atividade física”. Exercícios de relaxamento, atenção plena ou meditação geralmente ajudam também, afirma ela.

2. Acompanhe seus gatilhos.

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A maioria das pessoas com SII percebe uma ligação entre os alimentos que ingere e seus sintomas, diz a médica. “Para algumas pessoas, pode ser um grupo alimentar ou vários alimentos que desencadeiam os sintomas. Para outros, pode ser algo completamente diferente”.

Mantenha um diário no qual anote sintomas e dieta para identificar possíveis tendências, aconselha Yuri. Compartilhe seu diário com seu médico para ajudar a interpretar os resultados.

3. Repense sua dieta.

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Infelizmente, nenhum plano alimentar  pode ajudar com os sintomas da SII. “Eu geralmente recomendo uma dieta equilibrada e saudável”, indica a médica. E que seja baixa em cafeína, um estimulante intestinal, acrescenta ela. Outras coisas para evitar? Bebidas carbonatadas, bebidas açucaradas, doces e goma sem açúcar, que podem conter outros ingredientes que atuam como laxantes.

4. Siga em frente.

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Exercitar-se também pode aliviar a constipação, por exemplo, afirma Yuri. “O ato físico de ‘sacudir as coisas por dentro’ ajuda a movimentar a comida e os resíduos pelo corpo”. Tente se mover todos os dias, ela aconselha. Tente uma mistura de atividades. como caminhada, alongamento, ciclismo, ioga etc.

Quanto a Nikki, agora com 40 anos, ela está sem dor. “Mudar para uma dieta sem glúten certamente me ajudou. Eu definitivamente tenho um melhor equilíbrio entre vida e trabalho agora”, diz ela. E como psicóloga praticante que ensina técnicas de relaxamento, “aprendi a praticar o que prego. Eu raramente tenho um surto”.

WebMD Magazine – Feature Reviewed by Brunilda Nazario, MD

 

Alerta: mudanças nos hábitos são medidas urgentes para saúde dos brasileiros

Obesidade e sedentarismo estão entre as principais causas do aumento da incidência de doenças na população

Em 7 de abril é celebrad o o Dia Mundial da Saúde, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de manter a mente e o corpo saudáveis. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Paraná (SBEM-PR) aproveita a data para alertar sobre o aumento da incidência de doenças endócrinas e metabólicas.

Hoje, cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). Já a Pesquisa Nacional de Saúde de 2014 identificou 18,4 milhões de brasileiros com colesterol alto (cerca de 12,5% da população) e, na última década, o número de casos de diabetes no Brasil subiu 61,8%.

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Foto: Xenia/Morguefile

Na mesma direção, entre 2007 e 2016, a obesidade aumentou 60% no Brasil. Também, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2015, seis em cada dez brasileiros acima de 15 anos não praticam esporte ou atividade física – dados que justificam o aumento da prevalência de diversas doenças, como o diabetes por exemplo.

“Os recentes avanços no conhecimento, terapia e tecnologia aumentaram as possibilidades de cuidados com o paciente portador de diabetes, porém, a modificação comportamental é necessária para o controle efetivo da doença”, alerta Silmara Leite, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Paraná (SBEM-PR). “Dieta e atividade física são recomendações tão importantes quanto o uso correto dos medicamentos e o auto monitoramento da glicemia”, complementa.

A dupla dieta e atividade física também é fundamental quando o assunto é prevenção. A literatura médica mostra que é possível reduzir o risco de desenvolver diabetes em 42% a 63% dos casos de pacientes pré-diabéticos, quando há prática de atividade física regular e redução de peso corporal. Exercícios também colaboram com a redução dos níveis de colesterol, pois podem alterar a produção das enzimas que controlam os níveis de gordura no sangue.

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Já a osteoporose, doença que aparece quando o corpo não possui mais cálcio suficiente, tem na atividade física uma grande aliada. A pressão que os tendões exercem nos ossos durante os exercícios fazem com que estes se adaptem e se fortaleçam aumentando a massa óssea com maior absorção de minerais.

E até quem sofre com o hipotireoidismo, doença que aumenta o cansaço e desacelera o metabolismo, pode se beneficiar da atividade física, que ajuda a evitar o ganho de peso. “Essa é a fórmula mais simples e mais capaz de tratar e prevenir a maioria das doenças. Quem ainda não segue uma dieta saudável e não pratica atividades físicas precisa mudar de hábitos urgentemente”, alerta Silmara. “Independente dos avanços da medicina, essa dupla sempre será essencial na manutenção da saúde”, finaliza.

Fonte: SBEM-PR

Os benefícios da prática do agility para os cães

A atividade física realizada pelo cão junto ao tutor pode ser crucial para a qualidade de vida do animal

Cada vez mais comum no Brasil, o agility é uma atividade física desenvolvida exclusivamente para ser praticada por cães acompanhados de seus tutores. Baseada nas provas de hipismo, a atividade consiste em conduzir o animal a percorrer um circuito de obstáculos da maneira mais rápida e com a menor quantidade de faltas possível.

Ideal para ser executado ao ar livre, o agility proporciona diversos benefícios para o cão, “Assim como para os humanos, a prática de exercícios físicos reflete diretamente na saúde e bem estar dos cães, e o agility é uma ótima opção, pois estimula os músculos, gasta bastante energia e ajuda a manter o animal desestressado”, afirma Jueli Berger, médica veterinária da Esalpet em Curitiba.

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Praticado também como uma modalidade de adestramento, o agility colabora com o comportamento e relacionamento social dos cães, “Para realizar esta atividade com sucesso, é necessário que o cão conheça os comandos básicos de obediência como sentar, pular, ficar etc., o que cria uma sinergia com o condutor, deixando o cão mais disciplinado” explica Jueli.

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Embora seja um exercício de divertimento e distração para os cães, o agility também é um esporte oficial com diversos campeonatos internacionais e pode ser desempenhado por todas as raças e tamanhos de cachorros. “Há raças que naturalmente possuem mais habilidade e disposição física para este esporte, como os Border Collie por exemplo, que sempre se destacam em competições, mas no geral não há restrições para a prática”, garante a profissional.

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A sede da Esalpet na Rua Professor Sebastião Paraná nº 125, na Vila Izabel, possui uma área de convivência para pets e seus tutores com um circuito de agility ao ar livre. A Esalpet funciona de segunda a sábado, das 8 às 21 horas; e aos domingos, das 9 às 17 horas.

Informações: Esalpet 

 

Estilo de vida: dicas práticas para acelerar o metabolismo

Nutricionista e personal trainer dão sugestões de hábitos diários que influenciam na perda de gordura e bom funcionamento do corpo

Cada vez mais as pessoas procuram tomar decisões que influenciam no bom funcionamento do corpo e mente, sendo que um dos primeiros passos para atingir esse objetivo é manter o metabolismo equilibrado com a adoção de um estilo de vida saudável.

“Eu sempre digo aos meus pacientes que o peso adequado e a sensação de bem-estar são consequências de hábitos de vida equilibrados, mas é preciso ter alguns cuidados. O metabolismo de cada pessoa funciona de uma determinada maneira, por isso é importante sempre consultar um médico ou nutricionista para determinar qual a melhor conduta para cada um”, explica a Bianca Naves, nutricionista e sócia-diretora da clínica NutriOffice.

E se enganam aqueles que pensam que o ganho de peso é uma consequência. Pesquisadores da Universidade do Colorado¹, nos Estados Unidos, avaliaram 65 mulheres de diferentes idades e concluíram que aquelas que praticavam exercícios físicos conseguiam manter o metabolismo em sua velocidade adequada ao seu peso.

“O metabolismo nada mais é do que a forma como nosso organismo processa as calorias que ingerimos. E esse processo pode mudar ao longo dos anos, principalmente nas mulheres, cujo organismo costuma acumular, de maneira geral, mais gordura. Para não deixar o metabolismo ficar lento com a idade, deve-se estar sempre atento à alimentação e manter a prática de exercícios como rotina”, garante Manuella Rangel, nutricionista e personal trainer.

Descubra a seguir algumas dicas práticas para o bom funcionamento do metabolismo para um estilo de vida mais equilibrado:

Uma xícara de chá verde, por favor

chá verde

A presença natural de cafeína e teanina no chá verde ajuda a regular o metabolismo. “O chá verde pode ser um grande aliado para potencializar a queima de gordura. Ele pode ser consumido antes do treino ou até depois, para manter o metabolismo acelerado e é uma opção interessante para hidratar-se”, explica Manuella. Quem busca praticidade para incluir a bebida no dia a dia pode buscar as versões saborizadas de chá em sachê disponíveis no mercado, como as versões de Chá Verde com Frutas Vermelhas, com Laranja & Maracujá, ou ainda com Menta lançadas este ano no Brasil por Lipton Chá Quente.

Mexa-se

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E isso não quer dizer apenas musculação. “Deixar o carro de lado e fazer as coisas a pé também faz diferença. Além de estimular seu corpo para estar sempre em movimento, o metabolismo continua acelerado e queimando gordura. Aumentar a massa magra também ajuda nesse processo, porque o músculo é o tecido que mais precisa gastar energia para se manter ativo”, complementa Manuella.

Relaxe…

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Pesquisadores americanos da Universidade do Estado de Ohio² comprovaram que o metabolismo tende a diminuir quando estamos estressados. “Uma das minhas principais recomendações para meus pacientes é priorizar uma boa noite de sono todos os dias. Quando dormimos bem, a produção de cortisona diminui, reduzindo o estresse e aumentando a taxa metabólica”, explica Bianca.

Coma bem

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Uma alimentação equilibrada é a base para quem procura um estilo de vida mais saudável. Comer a cada três horas é uma forma simples de manter o metabolismo ativo porque, ao comer de forma fracionada. E nada de fazer jejum antes do treino! “Quando praticamos exercícios físicos sem comer, nosso corpo passa a estocar gordura e reduzir a taxa metabólica para reter energia”, alerta Bianca.

¹Artigo The journal of clinical endocrinology & metabolism, Volume 82, Issue 10, 1 October 1997, Pages 3208-3212
¹Artigo Metabolism Syndrome and Related Desorders. March 2005, Vol. 3, No. 1:8-13

Fonte: Lipton