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Pole dance se tornou o ‘queridinho’ da mulher moderna

Exercício físico, dança, esporte. Essas são as palavras que definem o pole dance, modalidade na qual são realizadas performances e movimentos com o corpo utilizando-se uma barra vertical como apoio.

Por muito tempo o pole dance foi visto apenas como dança sensual. Em 1996, o filme ‘Striptease’, estrelado pela atriz Demi Moore, trouxe cenas eróticas de sua personagem no pole dance, o que contribuiu para que a modalidade ficasse atrelada à sensualidade. Certamente ela não perdeu essa faceta, mas hoje é também encarada como esporte, com campeonatos de alto nível técnico, e como prática fitness.

A verdade é que o pole dance se consolidou no Brasil e caiu nas graças das mulheres, como no caso de Vanessa Esteves Reichert, professora de pole dance há oito anos e uma das sócias do estúdio V, localizado no bairro Vila Madalena, na capital.

Aberto há pouco mais de um ano, o estúdio nasceu de uma amizade com sua aluna e sócia, a publicitária Mayra Cordeiro. Elas e as praticantes de pole, Priscilla Lombardi e Kathia Calil, elencaram as cinco principais razões do pole dance ter se tornado o queridinho da mulher moderna:

1) Autoaceitação e relação positiva com o corpo

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Vanessa 

O pole tem efeitos incríveis na relação da mulher com o corpo, começando pelo uso de roupas bem curtas, que favorecem o atrito da barra com a pele. “Durante as aulas precisamos nos encarar em um espelho enorme com roupas pequenas, nos fazendo enfrentar nossos próprios preconceitos com o corpo”, explica Vanessa.

As aulas, portanto, acabam sendo um grande processo de autoaceitação. “As alunas passam a se gostar mais e percebem que são mais fortes e bonitas do que imaginavam”, acrescenta.

Para a gerente comercial e aluna de pole há um ano e meio, Priscilla Lombardi, de 29 anos, a prática acaba até sendo uma sessão de terapia. “Eu sempre fui muito magra e já sofri bullying por isso. No pole, você passa a se amar mais”, revela.

2) Pós-parto: reencontro com o corpo

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Kathia

A maioria dos médicos não recomenda o pole dance durante a gravidez, por ser uma atividade com alta probabilidade de queda. No entanto, a prática é recomendada no pós-parto, quando muitas mulheres buscam se reconectar com seu corpo.

É o caso da atriz de 31 anos, Kathia Calil. Praticante de pole dance há três anos, ela voltou às aulas um mês após o parto. “Fazer uma atividade que traz força corporal e emocional é muito importante porque eu preciso estar bem para poder fazer bem à minha filha”, relata ela que costuma levar sua filha, Morena de três meses, para as aulas.

O pole dance também pode ser um aliado se o foco for o resgate da sensualidade, muitas vezes deixada de lado com a maternidade. “O legal é que você coloca a sensualidade nos movimentos e na dose que quiser”, relata Priscilla.
Mulheres maduras, mães ou jovens: o pole ensina que todas podem ser sensuais.

3) Estresse e ansiedade: vilões da mulher moderna

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Priscilla

Com a dupla – ou até tripla jornada de trabalho – as mulheres têm enfrentado, com frequência, problemas emocionais como o estresse e ansiedade. A prática do pole ajuda a aliviar as tensões não só porque as alunas “se desligam” durante as aulas, mas porque o pole ensina a lidar com desafios e frustrações.

“Fazemos coisas incríveis: ficamos de ponta cabeça e dobramos o corpo de formas inimagináveis. Mas nada disso é fácil. Precisamos de treino e dedicação. Depois das aulas, essa força interior também é levada para as outras esferas da vida”, comenta Vanessa.

Para Kathia, força e equilíbrio são o que faz do pole uma modalidade fascinante. “Cada aula é um desafio do seu limite. A cada desafio superado, você se sente mais capaz e mais forte também”, finaliza.

4) Pole Fitness: alternativa à musculação

Nem todas as mulheres gostam das tradicionais academias de ginástica. Umas porque acham a atividade monótona, outras porque não gostam do ambiente, por considerarem-no competitivo. “Os estúdios de pole são um ambiente mais feminino e mais acolhedores”, comenta Priscilla.

No estúdio V, as aulas começam com aquecimento, seguido de uma série de fortalecimento, movimentos como giros e inversões, e termina com relaxamento. “O pole trabalha todos os músculos de uma vez só e as aulas são todas de nível misto, ou seja, cada aluna treina e se desenvolve no seu ritmo”, resume Vanessa.

Além disso, o pole dance é inclusivo, não havendo restrição de idade ou peso. Em dois meses, em média, as mulheres começam a fazer movimentos com maior exigência de força, e a ver resultados no corpo. “O primeiro mês é o mais difícil, mas é uma questão de treino. Cada pessoa evolui de forma diferente e todo mundo é capaz de aprender”, finaliza Vanessa.

5) Mulheres unidas… jamais serão vencidas

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Mayra

A união e amizade que nascem entre as praticantes de pole ganhou um apelido carinhoso: pole friends. “Todas têm objetivos em comum: se desafiar, se superar e se amar. Por ser difícil no começo, elas se unem e comemoram juntas um giro ou movimento novo”, conta Vanessa.

A empresária e publicitária, Mayra Cordeiro frequentou as aulas de Vanessa por um ano e meio, período que transformou seu estilo de vida. “Emagreci dez quilos e fiquei mais leve de corpo e espírito”, resume.

A relação de amizade com sua professora também fez nascer uma sociedade entre elas. “Queria o pole mais presente na minha vida. Ao mesmo tempo, acreditava que era preciso eliminar o preconceito e disseminar o quanto o pole é tudo de bom: emagrece e é divertido”, lembra Mayra.

Foi quando convidou Vanessa para montar o estúdio V, que já está em seu segundo ano de funcionamento e que, a cada dia, cativa mais mulheres com seu universo mágico e saudável. “Lá eu esqueço dos problemas que uma mulher do mundo moderno tem com casa, empresa, família, saúde etc.. Lá é o meu – e só meu – momento”, finaliza Mayra.

Informações: Estúdio V

 

 

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Dia Nacional de Combate ao Colesterol: confira dicas para evitar esse mal

Os hábitos alimentares têm impacto direto no envelhecimento. Por isso, os cuidados com o colesterol devem ser tomados em todas as fases da vida, pois a deposição de placas de gordura nas artérias começa na infância, mas só vão se manifestar em idade avançada. Para as pessoas acima de 60 anos, colesterol elevado é o principal fator de risco para ocorrência de eventos cardiovasculares, que são consideradas maior causa de mortalidade e morbidade na velhice.

Para conscientizar sobre o problema, é celebrado hoje, 8 de agosto, o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. A nutricionista Milena Maffei Volpini, coordenadora de nutrição da Cora Residencial Senior, explica que hábitos alimentares incorretos, influenciados pelo consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, são algumas das causas do colesterol elevado. Nesses casos, o controle e prevenção podem ser feitos por meio de uma alimentação balanceada, pobre em gorduras saturadas, equilibrada em gorduras poli-insaturadas (tais como óleo de milho, canola, girassol) e com adição de fibras.

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“Além de uma dieta balanceada, com frutas, verduras, legumes e cereais integrais, associar alimentos com fibras também é muito importante, já que, no intestino, reduzem a absorção de colesterol sérico provenientes de fontes alimentares. Estudos mostram, por exemplo, que uma colher de sopa de aveia com frutas ou mingau diariamente reduz consideravelmente o colesterol”, afirma a nutricionista.

Ela explica que a maior fonte de colesterol está presente em produtos de origem animal (carnes, leite, ovos e seus derivados), uma vez que não é encontrado nos de origem vegetal. Alguns alimentos contêm teor mais alto de colesterol, como os frutos do mar (camarão, polvo, lula, marisco, caranguejo e ostra) e as vísceras (miolo, fígado e miúdos).

A genética pode determinar um colesterol alto mesmo em pessoas que tenham hábitos saudáveis. Nesses casos, é importante verificar regularmente as taxas de gordura no sangue e, se necessário, utilizar medicamentos sob prescrição e acompanhamento médico.

O que é

O colesterol é uma substância necessária para o organismo exercer algumas funções, como a produção de determinados hormônios. Apenas 30% do total é proveniente do consumo de alimentos de origem animal (origem exógena). Os outros 70% são fabricados pelo próprio organismo (origem endógena).

O LDL, chamado de colesterol mau, se estiver em excesso, pode se acumular nas paredes das artérias, impedindo a passagem do sangue, aumentando o risco de infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Enquanto o HDL, o colesterol bom, funciona como um sistema de limpeza nas artérias e ajuda a manter a saúde do coração.

5 Dicas contra o aumento do colesterol

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1 – Manter a dieta saudável e equilibrada, associando alimentos com fibras, como aveia e linhaça que ajudam a minimizar os efeitos do colesterol no organismo.

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2 – Exercícios e atividades físicas ajudam a manter o peso saudável, pois o excesso pode contribuir com o maior acúmulo de colesterol nas artéria e veias e provocar um evento cardiovascular.

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3 – Consultas regulares ao médico são essenciais e, em alguns casos, medicamentos para controle do colesterol.

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4 – O que pode comer: verduras, legumes e frutas; cereais integrais; aveia; laticínios desnatados; peixes – de preferência salmão, sardinha, anchova e atum –; azeite de oliva; azeitona; óleos vegetais de soja, milho, girassol ou canola; e oleaginosas, como castanhas, nozes, amêndoas; carnes magras (lagarto e coxão duro sem a capa de gordura, coxão mole, patinho) e aves sem a pele.

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5 – O que deve ser evitado: queijos amarelos (muçarela, prato, provolone, parmesão); carnes gordas de boi e porco (contrafilé, picanha, costela, acém), aves com pele; frios e embutidos (salsicha, linguiça, mortadela, presunto), bacon; manteiga, margarina duras, banha, gordura vegetal hidrogenada.

Fonte: Cora

Cardiologista alerta para riscos da atividade física durante baixas temperaturas

Durante o inverno, doenças cardiovasculares como o infarto do miocárdio podem ter um aumento de até 30%, de acordo com dados da American Heart Association

Quem sofre de problemas no coração ou pressão alta precisa de cuidados especiais para a prática de atividades físicas, principalmente durante o inverno. Nos dias frios, os vasos sanguíneos tendem a ficar naturalmente mais contraídos, o que pode dificultar a circulação. Durante os exercícios, a demanda por oxigênio dos tecidos aumenta, fazendo com que o músculo cardíaco precise trabalhar mais para cumprir sua função de maneira adequada. Com vasos mais estreitos aumenta também a pressão arterial, sobrecarregando ainda mais o coração.

No inverno ocorre um aumento significativo da incidência de algumas doenças. Em geral são as chamadas infecciosas (por vírus e bactérias), pois há maior vulnerabilidade do organismo em consequência do frio. Elas são consideradas perigosas para as crianças, idosos e também para os portadores de doenças do aparelho circulatório como pressão alta, doenças das coronárias (angina, infarto, cirurgias cardíacas ou angioplastias), além de doenças crônicas, como o diabetes, por exemplo.

Para o supervisor de cardiologia do HCor (Hospital do Coração), Ricardo Pavanello, o ideal é iniciar os exercícios no meio da manhã. Nas primeiras horas do dia, com as baixas temperaturas, o risco de infarto aumenta. “Acredita-se que o ritmo circadiano, que determina as variações de sono, apetite e liberação hormonal, seja um dos mecanismos responsáveis. Entre  quatro e nove horas da manhã há maior liberação de cortisol, hormônio secretado pela glândula suprarrenal, que tem relação com frequência cardíaca, diâmetro dos vasos sanguíneos e aumento da pressão”, aconselha Pavanello.

Baixas temperaturas e atividade física supervisionada

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Em dias frios, a fim de minimizar a perda de calor pelo corpo, o organismo sofre um processo chamado vasoconstrição, ou seja, há diminuição de seu diâmetro. “Se temos vasoconstrição, também podemos ter aumento da pressão arterial e aumento do esforço do coração. No inverno pode ocorrer aumento da viscosidade sanguínea por conta da menor ingestão de líquidos. Assim, temos uma situação mais propícia a alterações de coagulação, facilitando a formação de trombos (coágulos) e obstruções”, esclarece o cardiologista.

Durante o inverno, as complicações das doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio podem ter um aumento de até 30%, de acordo com dados da American Heart Association. Nesta época do ano aumentam as chances de desencadear problemas cardíacos, e o coração trabalha em um ritmo mais acelerado. Por isso é fundamental que os praticantes de atividades físicas, que possuem fatores de riscos para doenças cardiovasculares como tabagismo, pressão alta, diabetes e colesterol alto tenham cuidados redobrados nesta estação.

De acordo com Pavanello, antes de iniciar a prática esportiva, os exames cardiológicos devem ser feitos, em qualquer época do ano, pois estes exames ajudam a prevenir doenças cardiovasculares. “Quando já existem fatores de risco como obesidade, diabetes ou em fumantes é aconselhado que sejam realizados exames para observar se existe algum problema no coração”, afirma.

Exercite-se e proteja o seu coração

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O esportista que se exercita no inverno deve saber que no rosto, mãos e pés estão os mais sensíveis sensores de temperaturas, justamente onde devemos nos proteger mais das baixas temperaturas. “No inverno, exercícios físicos são recomendados mas devem ser feitos com alguns cuidados especiais. Pelas possíveis dificuldades respiratórias das baixas temperaturas e vento frio, recomendamos o aquecimento muscular, intensificando os exercícios progressivamente. O ideal é utilizar as vestimentas adequadas (mãos, pés e rosto) para se proteger da perda rápida de calor que ocorre durante a atividade física, além da ingestão de líquidos”, finaliza o cardiologista do HCor.

Fonte: HCor

Quatro chaves para mudar hábitos e emagrecer de vez, por Bibi Grantham*

O tema que eu trouxe hoje é a respeito de um ciclo que é repetido rotineiramente por você e por repeti-lo, ele tornou-se hábito. Vamos falar sinceramente? Existem hábitos que você não gosta de ter. Quero explicar porquê, por consequência desses hábitos, a dieta não está funcionando mais para o seu emagrecimento. Mas fique tranquila. Se você está passando por essa cilada, eu vou te ajudar. Eu afirmo que só com dietas e exercícios físicos você não vai conquistar o seu sonhado peso magro.

Peraí Bibi, você está maluca? Eu preciso comer direito e me exercitar se eu quiser emagrecer! É verdade, mas como disse no começo deste texto, para mudar sua alimentação e inserir o exercício ao seu cotidiano, você precisa de novos hábitos, concorda?

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Todo hábito é formado por quatro chaves que formam um ciclo, uma espécie de engrenagem em que cada uma delas é acionada e se move para a próxima engrenagem, formando um ciclo vicioso ou virtuoso. Se você está descontente com o seu peso hoje em dia é porque provavelmente você tem um ciclo vicioso, ou seja, hábitos ruins! Você é resultado das suas escolhas, concorda? Todos os dias você faz escolhas conscientes ou não. Ninguém te obriga a comer coxinha no lugar de uma maça à tarde. No entanto, mesmo sabendo quão prejudicial é, você continua escolhendo a coxinha.

Então deixa eu te explicar como é este ciclo vicioso. Ele é formado por: pensamento, emoção, comportamento e hábito.

Todo hábito que você possui algum dia começou com um pensamento. Os pensamentos geram sentimentos, esses sentimentos colaboram para que tenha uma atitude, e a repetição desses comportamentos vira um hábito. Se hoje seu hábito é comer comidas erradas e não pratica nenhum exercício físico, você realmente pretende mudar isso com uma dieta na mão ou uma matrícula na academia? Acredite, não vai funcionar!

Para colocar seus novos hábitos em prática, é preciso que abra a primeira chave desse ciclo que é o seu pensamento. O que pensa a respeito dessa nova dieta, desse novo exercício que quer inserir na sua vida? Pensa que é uma boa iniciativa ou tem pensado mais algo como: que saco! Odeio comer essas coisas! Vou passar fome! Vou acabar com a minha vida social! Corta a cena. O que esses pensamentos geram na segunda engrenagem? Sentimentos! Sentimentos como: impotência, desconfiança, descrença, desilusão, fraqueza, preguiça, desgosto etc.

E seguindo a linha de raciocínio, quem está se sentindo impotente, desconfiado, preguiçoso, fraco… É capaz de se comportar como deve uma pessoa que deseja emagrecer? Não, né! Ela vai ser tomada pela preguiça e arrumar alguma desculpa para comer errado e procrastinar os exercícios. E esses comportamentos repetidos e fortalecidos pelos pensamentos e sentimentos constantes e acabam por formar os hábitos não saudáveis.

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Vou dar um exemplo: você pensa ‘huuuum hoje o dia foi exaustivo, eu mereço chegar em casa tomar um copão de refrigerante e vou passar na padaria e comprar um lanche pra jantar. Eu mereço, meu dia foi ruim estou cansada, exausta!’. Esse pensamento (1ª chave) desencadeou o sentimento: eu mereço, nada mais justo, só assim meu dia vai valer a pena. Esse sentimento de merecimento de autocompaixão desencadeia qual comportamento? Passar na padaria para comprar o lanche e o refrigerante e, talvez, antes mesmo de chegar em casa você já tenha comido tudo no caminho. Só que amanhã os problemas do trabalho continuam lá, e seu cérebro achou você um gênio por ter encontrado uma solução tão boa ontem. Hoje você faz o quê? Pensa a mesma coisa, sente-se da mesma forma e tem o mesmo comportamento.

As sucessões desses comportamentos criam o hábito! É um verdadeiro vício. São essas quatro engrenagens que estão impedindo você de emagrecer, percebe? Não é a ausência de uma dieta, não é o tipo de exercício que você pratica. É seu padrão mental, que desencadeia sentimentos, atitudes, e por fim, hábitos.

Tenha absoluta certeza que mudando seus pensamentos ou seus sentimentos também vão mudar. Você vai parar de comer as suas emoções. Dê um basta nessa relação maluca que todos nós fazemos entre sentimento e comer exageradamente ou outras formas, como bebida. A repetição desse ciclo virtuoso de novos pensamentos, sentimentos de autoconfiança e comportamentos correto, você finalmente saberá como ter novos hábitos.

Bibi Grantham é idealizadora do “Emagreça pela Cabeça”. O método é um processo de coaching em grupo para ser aplicado ao emagrecimento, uma vez que ajusta e fortalece o padrão mental para quem quer ir além da perda de peso usando dieta composta por um cardápio e plano de exercícios. O Emagreça Pela Cabeça trabalha no ajuste do padrão mental para que as coaches emagreçam a partir de sua forma de pensar. Ou seja, elas se tornam responsáveis por suas escolhas e atitudes.

Saiba como prevenir dores musculares e nas articulações durante o inverno

Além de favorecer o aumento dos casos de doenças respiratórias, o inverno costuma desencadear desconfortos físicos que vão muito além de tremores e calafrios. Nessa época do ano, um incontável número de pessoas também costuma sofrer com a sensação de fortes dores musculares ou nas articulações.

“O frio faz com que os nossos músculos e vasos sanguíneos se contraiam para diminuir os efeitos da queda de temperatura. E é justamente essa contração que costuma causar dores musculares e, em alguns casos, problemas de postura. Já as dores nas articulações, muito comuns entre os idosos, são provocadas quando o líquido sinovial – que auxilia a lubrificação das superfícies articulares – se torna mais espesso também em função do resfriamento corporal”, explica o fisiologista do HCor – Hospital do Coração, Diego Leite de Barros.

Para prevenir tais problemas, Barros explica que a melhor opção é não ficar parado. Segundo ele, muitas pessoas deixam de fazer exercícios com a chegada do frio. Porém, manter-se em movimento é justamente a melhor maneira de evitar os desconfortos físicos trazidos por esta época do ano.

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“Enquanto nos exercitamos, elevamos a nossa temperatura corporal – condição fundamental para a reversão dos processos que causam dores musculares e nas articulações. Além disso, fazemos com que o sangue seja bombeado com mais facilidade para locais onde costumamos ter mais frio – como as mãos e os pés –, o que também ajuda a nos manter aquecidos”, explica.

Para praticar atividade física nessa época do ano, porém, é preciso tomar algumas precauções. Pessoas idosas, sedentárias ou com mobilidade reduzida, por exemplo, devem optar por exercícios mais leves no início, como alongamentos, caminhadas ou, se possível, corridas em ritmo moderado. Pessoas que já praticam algum treino físico, devem continuar as suas atividades normalmente, porém, sem descuidar da hidratação, já que, no inverno, a sensação de sede tende a diminuir.

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“Em todos esses casos, também é importante fazer o aquecimento apropriado e sempre se agasalhar bem, principalmente, no caso de exercícios feitos ao ar livre. Contudo, é preciso evitar excessos. As roupas escolhidas para atividade física devem sempre favorecer a troca de calor com o ambiente”, recomenda. “Com todos esses cuidados é possível passar pelo inverno com disposição e de maneira ainda mais saudável”, conclui o fisiologista do HCor.

Fonte: HCor

Saiba quais são os alimentos que ajudam no ganho de massa muscular

Segundo nutricionista do Clinic Check-up do HCor, adotar uma dieta equilibrada melhora o preparo físico e ainda ajuda o corpo a se recuperar depois da prática de musculação e na preservação dos músculos

A prática de atividade física é essencial para quem quer perder peso e ter um estilo de vida mais saudável. Mas engana-se quem acredita que o resultado pode ser obtido, apenas, ao se exercitar, e descuidar da alimentação. Uma dieta equilibrada faz toda a diferença. Estar bem nutrido é essencial para garantir o máximo de aproveitamento da malhação.

É importante ter em mente que sem uma alimentação adequada, o organismo não tem energia para praticar a atividade. “Alimentar-se corretamente antes e depois dos exercícios ajuda na redução da fadiga, na preservação e ganho de massa muscular, na recuperação do organismo como um todo, elevando a eficácia do treino, além de potencializar a perda de gordura extra”, informa Maria Fernanda D’Ottavio, nutricionista do Clinic Check-up do HCor – Hospital do Coração. “É importante frisar que a alimentação atua de forma diferente para cada pessoa. A única regra é que a dieta deve ser leve e balanceada”, completa.

Mas afinal, o que comer antes e depois dos treinos para garantir ganho de massa e melhor rendimento? Confira alguns dos nutrientes mais relevantes para uma boa performance e resultados nos exercícios.

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Água: a hidratação é um fator importante para o desempenho da atividade física. É fundamental se manter hidratado antes, durante e depois do treino. Por isso, tenha uma garrafinha sempre à disposição para evitar a desidratação e o comprometimento do desempenho físico.

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Carboidrato: quanto maior a intensidade dos exercícios, maior será a participação dos carboidratos como fornecedores de energia. Para uma melhor performance, é essencial consumi-los no pré-treino. Eles são ótimos também no pós-treino, pois ajudam a otimizar a recuperação muscular. Batata doce, pães e biscoitos integrais são boas fontes de energia.

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Cafeína: apesar da contraditória eficácia da utilização de cafeína, essa substância é conhecida como por potencializar o desempenho físico, quando ingerida antes do treino. No entanto, é importante frisar que em excesso pode causar efeitos colaterais e prejudicar a saúde. Além do café, é possível encontrar quantidades significativas de cafeína no chá preto e no chá verde, por exemplo.

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Proteína: é considerada essencial no reparo de micro lesões musculares decorrentes da prática esportiva e para o ganho de massa muscular. Exercícios de força exigem maior consumo de proteína, mas a ingestão excessiva não garante aumento adicional de massa magra. Boas fontes alimentares são: frango, carne vermelha (cortes magros, como patinho e músculo), peixe e ovos.

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Creatina: especialmente para praticantes de exercícios de força e potência, a creatina é associada ao aumento da massa magra, à melhora da recuperação e ao retardo do processo de fadiga, o que permite maior carga de treinamento e adaptações. São facilmente encontradas em carnes magras e peixes.

Fonte: HCor

 

Dicas para “desenvelhecer” antes de chegar à terceira idade

Para chegar à terceira idade com saúde e disposição, a sugestão é a de começar a pensar nela aos 30 anos. “Para ter qualidade de vida após os 60 anos ,precisamos nos preparar com antecedência quando estamos no auge do nosso vigor, já que a proposta é a de manter a vitalidade e a saúde física e mental no nível mais alto possível durante toda essa fase”, afirma Daniel Alan Costa, naturopata especialista em bases de Medicina Integrativas do Hospital Albert Einstein.

Então se você é jovem, siga as dicas do especialista para ter uma velhice com qualidade, adotando um estilo de vida natural que pode preservar e muito a saúde.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

1-) Pratique exercícios físicos todos os dias. Você conhece as práticas corpóreas orientais? Tai Chi Chuan, Yoga, Qi Gong, Lian Gong entre outras são excelentes para o corpo e para a mente. O governo chinês tem um programa nacional destas práticas e com isto reduziu drasticamente os gastos com saúde. Outra opção é a musculação, sempre com a orientação de um profissional capacitado. Depois dos 30 anos a perda de massa muscular se intensifica, chegando a 40%.

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2-) Não fume e evite a ingestão de carne, pois ambos liberam substâncias produtoras de envelhecimento precoce.

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3-) Durma cedo e bem, pois o hormônio do crescimento atinge seu pico de produção antes da meia-noite.

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4-) Dê preferência aos alimentos que contêm antioxidantes naturais que previnem doenças, rugas e flacidez, como os carboidratos integrais, frutas e verduras.

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5-) Revitalize suas células sempre que possível: tome sol diariamente nas primeiras horas da manhã, ande descalço sobre a grama molhada de orvalho, vá a praia andar na areia e na beira do mar sempre que possível, banhe-se nas águas de uma cachoeira, caminhe em um parque arborizado e respire profundamente, abuse do repouso para restabelecer as células, pois elas amam um repouso restaurador, valorize a amizade, o sorriso, o abraço, a gratidão, a alegria, pois tudo isso produz endorfina, hormônio capaz de reenergizar as células de defesa.

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Foto: Cohdra/Morguefile

6-) Mantenha a curiosidade intelectual aprendendo uma nova atividade para conservar a mente lúcida e alerta. Viaje, estude um novo idioma, faça algo que nunca fez, abuse das palavras cruzadas pois assim a mente permanece jovem e o cérebro bem irrigado.

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Foto: Pinterest

7-) Aprenda a meditar. A meditação, comprovada cientificamente, diminui a ansiedade, aumenta a estabilidade emocional, a criatividade, a alegria, desenvolve a intuição, diminui a pressão arterial, diminui qualquer tensão relacionada com a dor, como dores de cabeça, musculares, articulares, aumenta a produção de serotonina, melhorando o humor e o comportamento e melhora o sistema imunológico.

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Ilustração: Prawny/Morguefile

😎 Pratique o voluntariado. Já foi comprovado, por meio de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que quem faz trabalho voluntário é mais feliz e apresenta uma carga de stress muito menor em relação a quem não é adepto a prática. Além disso, foi comprovado que as pessoas que se dedicam ao voluntariado vivem em média quatro anos a mais. Isso porque ocorre a liberação de endorfinas que provocam em todo o corpo a sensação de prazer.

Fonte: Daniel Alan Costa é especialista em Bases de Medicina Integrativa do Albert Einstein, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e coordenador geral dos cursos do Sol Instituto Terapêutico/ INESP
 

Alerta: cães e gatos precisam de cuidados especiais no inverno

A queda abrupta nas temperaturas afeta também os pets que, além de sofrerem com o desconforto causado pelo frio, podem desenvolver sérios problemas de saúde. Para cuidar melhor de seu pet no inverno, confira as dicas da veterinária Djeniffer Navroski e da farmacêutica Sandra Schuster, da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

1 – Vacinação

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Foto: Doglistener

Estar com a vacinação em dia é fundamental para a saúde dos animais e isto inclui a vacina contra a “gripe dos cães” ou traqueobronquite infecciosa (Tosse dos canis), doença cujo risco aumenta no inverno devido ao clima mais frio e à consequente queda na imunidade. Já nos gatos a prevenção contra a rinotraqueíte é feita na vacina tríplice, quádrupla ou quíntupla, que também deve ser administrada anualmente.

Mas a veterinária alerta: “caso o animal esteja apresentando qualquer sintoma de gripe ou rinotraqueíte precisa ser tratado antes de ser vacinado”. Tosse seca, secreções nasais, espirros e a impressão de que cão está engasgado são sinais de gripe nos cães. Nos gatos, atenção a espirros, secreção nasal e febre.

A Tosse dos Canis pode ser causada, ainda, por diversos agentes infecciosos, entre eles a Bordetella bronchiseptica, que acomete também os humanos. Mais um motivo para investir na prevenção.

2 – Banho

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A temperatura da água e do ambiente deve ser adequada ao clima. Em casa ou no pet shop, a água deve ser morna e o ambiente aquecido. Para que o pet não sofra com a mudança brusca de temperatura, ao sair do pet shop, o tutor deve vesti-lo com uma roupa e cobri-lo com um cobertor ou manta, preferencialmente.

Com o frio é normal que a pele dos animais resseque com mais facilidade, por isso é importante estar atento à fórmula do xampu e condicionador. “Desenvolvemos produtos específicos para o tipo de pelagem dos pets e as fórmulas são livres de parabenos e óleos minerais, ajudando a manter a pele e a pelagem mais hidratadas. Além disso, todos os xampus contêm um ativo neutralizador de odores, que faz com que o banho ‘dure mais tempo’, ajudando a reduzir a frequência das lavagens”, comenta Sandra Schuster.

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Outra alternativa criada pela docg. é o banho seco. Nas versões em pó ou spray, é uma opção para manter o pet limpo reduzindo o número de banhos úmidos.

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Durante o inverno também é importante que o tutor opte por tosas mais altas para ajudar a proteger o pet. A tosa higiênica deve ser mantida, pois auxilia na higiene e evita que os pelos das patas fiquem úmidos por muito tempo.

3 – Hidratação

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Foto: Icon Home Design

Com temperaturas mais baixas, os animais tendem a ingerir menos água, o que pode prejudicar a saúde, principalmente dos gatos, que têm maior tendência a problemas renais. É importante estimular o consumo de água distribuindo mais potes pela casa e fazendo uso de fontes, que mantêm a água em movimento. Ofertar alimentos úmidos, como em pasta de alta qualidade e sachês, também auxilia a suprir parte da necessidade de líquidos.

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A pele das patas dos animais sofre bastante com as temperaturas baixas, principalmente nos dias de geada. Para reduzir os efeitos do frio, os cães podem usar sapatinhos quando saem para o passeio, mas são poucos os animais que se acostumam com o acessório. O ideal é evitar os horários mais frios e também usar um hidratante. “A docg. criou um creme para patas com D-pantenol e glicerídeos de soja, que hidrata profundamente a pele dos pets. Ele também está sendo muito utilizado nos focinhos, que igualmente sofrem com as baixas temperaturas”, revela a farmacêutica.

4 – Roupas

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Roupas não servem apenas para embelezar os animais, elas ajudam a manter o calor dos pets, principalmente dos animais com pelo curto ou que não possuem subpelo. “É importante tirar a roupa do pet e escovar os pelos todos os dias para que não embolem e causem desconforto ou, até mesmo, a proliferação de fungos”, alerta Djeniffer. “O ideal é trocar a roupa a cada dois dias, para evitar o acúmulo de sujeira e umidade”, complementa.

5 – Atividade física

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Foto: La Tienda de Frida

Assim como os humanos, os animais tendem a ficar menos ativos nos dias mais frios. Porém, os tutores devem manter o nível de atividade física dos animais, pois os exercícios evitam o ganho de peso e auxiliam na termorregulação (controle da temperatura corporal).

6 – Caminhas e casinhas

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Camas e cobertores ajudam a manter o pet aquecido no período de descanso. Há várias opções de camas, inclusive forradas com pelos, que ajudam a aquecer ainda mais o animal. Gatos também gostam muito de tocas, portanto avalie a possibilidade de comprar uma cama no formato iglu. Utilizar tapetes ou cobertores embaixo da caminha ou camas elevadas também é indicado. Outro cuidado é em relação a mudanças bruscas na temperatura. Se o pet estiver dentro de casa, em um ambiente aquecido, não deve sair diretamente para a parte externa. Além disso, aquecedores só devem ser usados junto com umidificadores de ar e os animais não devem ficar muito próximos dos equipamentos para evitar acidentes.

Para os animais que ficam no jardim, o ideal é que a casinha fique numa área coberta. As fabricadas com proteção térmica e portas ajudam a evitar a entrada de vento e amenizam o frio. Dentro das casinhas é recomendado o uso de caminhas e cobertores. Mas é fundamental cuidar da higiene do ambiente e acessórios e trocar sempre que estiverem úmidos.

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Com essas dicas seu pet estará pronto para enfrentar a estação mais fria do ano.

Fonte: docg.

 

 

Os melhores alimentos para se comer antes e depois do treino

Para você que faz academia e exercícios físicos, sabe o que comer antes do treino para melhorar seu desempenho? E depois, sabe quais alimentos pode comer, para que todo seu esforço não seja em vão? A Coordenadoria de Desenvolvimentos dos Agronegócios (Codeagro), da Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, possui os vídeos com a melhores dicas sobre o assunto, para que sua alimentação seja saudável e ao mesmo tempo deliciosa.

O ideal é que a alimentação pré-treino seja composta, basicamente, de carboidratos e proteínas. Existem dois tipos de carboidratos, os de baixo índice glicêmico, que liberam de forma mais lenta o açúcar para que o corpo possa usar como energia; e os de alto índice glicêmico, que liberam a glicose de forma mais rápida.

Os de baixo índice, como as frutas, que são ricas em fibras, o arroz integral e outros cereais como granola e aveia, devem ser consumidos de uma a duas horas antes do treino. Já os de alto nível, como pão integral, geleias de frutas sem açúcar, devem ser consumidos, aproximadamente, meia hora antes do treino, pois com a liberação rápida da glicose seu desempenho no começo da atividade será mais produtivo.

Para consumir proteínas, é necessário que se coma junto com o carboidrato de baixo índice glicêmico, pois com alimentos de alto índice podem causar desconforto abdominal e aquela sensação de estofamento, sendo que também impedem a liberação imediata de glicose no sangue, causando a falta de energia.

De acordo com Sizele Rodrigues, nutricionista da Codeagro, “o objetivo dessa alimentação pré-treino é para o estoque de energia, ou seja, guardar energia suficiente para utilizar durante a atividade física”.

Agora que o treino acabou, é necessário repor suas energias, mas sem exagerar. Assim como no pré-treino, é preciso comer alimentos fontes de carboidratos e proteína, se possível os dois juntos, como macarrão integral com filé de frango ou arroz, feijão e algum peixe com pouca gordura. “Sempre lembre de comer somente o necessário, sem exageros, pois você só quer repor as energias e não ganhar mais peso”, aconselha Sizele.

Pré-treino:

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– Frutas

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Foto: Jules -Stonesoup

– Arroz

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– Granola

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Foto: Haaijk/Pixabay

– Aveia

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– Pão integral

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– Geleias de frutas sem açúcar

Pós-treino:

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Foto: Nudnik/Pìxabay

– Macarrão integral

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Foto: FreeGreatPicture

– Filé de frango

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– Arroz

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– Feijão

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Foto: Tarasov/Pixabay

– Peixe com pouca gordura

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Petz e Parque Villa-Lobos promovem primeira Cãorrida

No dia 26 de maio, sábado, corredores e seus bichinhos de estimação poderão participar da Petzrun; para quem preferir passear, terá também a Cãominhada

As famílias vão correr, fazer exercício e se divertir junto com seus pets na primeira Cãorrida em um parque público da cidade. A Petz e o parque Villa-Lobos promovem no dia 26 de maio, a partir das 8h, a Petzrun, num circuito de 2 quilômetros. Para quem preferir só passear, terá ainda a Cãominhada.

Serão três categorias: elite, kids e fun. A primeira terá premiação para os três primeiros lugares masculinos e três femininos. Na kids, também os três primeiro lugares serão premiados. Já na categoria fun, para aqueles que querem só caminhar e curtir o passeio com seu bichinho de estimação, todos vão receber medalhas.

Para participar, basta fazer a inscrição pelo site e pagar a taxa de R$ 50,00. O aquecimento com o pessoal da revista Boa Forma começará às 8h30; a largada da corrida será às 9h30 e a da caminhada, às 10h15.

Woman and dog running on beach at sunset

Saúde dos pets

A atividade física para os pets faz bem para fortalecer a musculatura, aumentar a capacidade respiratória, controlar o peso e diminui o risco de doenças. “Os exercícios também ajudam a combater problemas comportamentais, como lambeduras excessivas de patas, mordeduras, ansiedade e agressividade. Mas sempre tomando alguns cuidados e sob orientação de um o veterinário”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz.

A dica de Karina é evitar os horários mais quentes, ficar atento à hidratação e às pausas para o descanso. Ela explica que é preciso ter cuidado com o padrão respiratório, principalmente nas raças que possuem o focinho achatado (raças braquicefálicas), e não indica o exercício para aqueles que tenham alguma doença pré-existente, que podem ter uma exaustão física, comprometendo e agravando o quadro. “As corridas ou caminhadas ao ar livre devem ser feitas de maneira tranquila, para que o momento seja um prazer para o tutor e seu pet.”

Serviço
Quando: 26 de maio
Horário: a partir das 8h
Onde: Parque Villa-Lobos (avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros)
Inscrições: Petzrun