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Copa do Mundo no Piselli tem caipirinhas feitas com Gin Silver Seagers

Em época de Copa do Mundo todos ficam focados nos jogos para acompanhar de perto cada vitória dos países no torneio, mas o ideal é aproveitar o momento para celebrar com os amigos e familiares, para isso o restaurateur do Piselli, Juscelino Pereira, firmou uma parceria com o Gin Silver Seagers com três opções de caipirinhas que homenageiam as seleções campeãs das Copas anteriores.

Como as duas casas (Piselli Jardins e SUD) estarão abertas para acompanhar os jogos, o restaurateur Juscelino separou algumas sugestões de petiscos para harmonizar com os novos drinques: Calamari Fritti con Salsa Alla Pizzaiola (R$ 49,00) – Lulas a dorê acompanhadas de molho frio pizzaiola. Bruschetta Caprese (R$ 39,00) – Bruschetta com mussarela de Búfala, tomate e manjericão, Arancini (R$ 37,00) – Bolinhos de risoto recheados com mussarela de Búfala.

Até 31 de julho nas casas, os drinques feitos à base de Gin Silver Seagers serão vendidos por R$ 33,00 com os seguintes nomes e sabores:

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Alemanha – 2014: Gin Silver Seagers, Cerveja Barco Thai, Infusão de cardamomo e zimbro e Kaly Gengibre;

Itália – 2006: Gin Silver Seagers, Kaly Maçã Verde, Hibisco, Schweppes Citrus;

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França – 1998: Gin Silver Seagers, Fever Tree Mediterrâneo, Hibisco, Stock Curaçau blue.

Piselli Sud Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro. Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP. Horário de funcionamento: segunda a quinta –  das 11:30 às 23h. Sexta – das 11:30 às 24h. Sábado –  das 12h às 24h. Domingos e feriados –  das 12h às 24h.

Piselli Jardins – Rua Padre João Manuel, 1.253, Jardins, São Paulo – SP. Horário de funcionamento: segunda a quinta – das  12h às 16h e das 19 às 24 h. Sexta e sábado – das 12h à 1h (direto sem intervalo). Domingos e feriados – das 12h às 23h (direto sem intervalo).

Informações: Piselli

 

 

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Ano de Copa do Mundo: como o futebol pode ajudar as crianças na escola?

Não é segredo que a criançada ama futebol e quase todos eles sonham em ser um grande jogador. O desafio é aproveitar essa paixão para dentro das salas de aula, inclusive nas aulas de matemática.

Certa vez, um famoso professor disse que o brasileiro está no século XXI, mas que nossas escolas ainda estão presas ao século XIX, defasadas em técnicas de ensino e conteúdo que desperta pouco interesse dos alunos.

De fato, a sociedade mudou muito de meados dos anos 1800 até os dias atuais. Passamos por duas Revoluções Industriais, pelo fim da escravidão, o Brasil deixou de ser uma monarquia e transformou-se em República; tivemos ainda, o Estado Novo, os anos de chumbo da ditadura militar, a volta do processo democrático e das liberdades individuais mas, a escola continua presa aos moldes de dois séculos atrás.

O formato das aulas – cansativamente expositivas, sem participação ativa do aluno que, é meramente tido como um receptor-passivo – pouco desperta interesse e, frequentemente, o aluno tem sua atenção voltada para atividades paralelas (em geral brincadeiras). Por muitas vezes cessa o equilíbrio da sala de aula, exigindo do professor a interrupção da aula até voltar a ter o controle sobre a classe.  Aí, o tempo de aula que já é curto (40 minutos), pode cair para apenas 20, dependendo de cada caso.

É preciso que a escola atualize seu modo de ensinar (também das matérias) para ir além de criar interesse em sala de aula, mas engajamento entre os estudantes e o conteúdo. Mas, como isso pode ser feito?

Uma abordagem que surte muitos resultados é a chamada “gameficação” (do termo em inglês gamefication, que quer dizer inserir o conteúdo de jogo em atividades cotidianas), que desperta maior interesse e envolve a todos pela motivação de participar ativamente.

robo infantil
Robi – Robô Infantil, que tem sido uma ferramenta de suporte à sala de aula eficiente no aprendizado dos alunos do ensino infantil e fundamental – Foto: Divulgação

Indo neste propósito de tornar as aulas mais divertidas e proveitosas, uma startup dedicada ao desenvolvimento de jogos educativos, a Roblocks, tem se destacado nas escolas infantis e de ensino fundamental por meio da plataforma Robi (acrônimo para robô infantil). Robi é um simpático robô que é programado pela criança para cumprir determinadas “missões” que estão diretamente vinculadas ao conteúdo ensinado em aula.

“Um dos propósitos do robi é tornar as aulas mais interessantes e fazer com que os alunos retenham até 90% do conteúdo ensinado porque se motivaram e participaram ativamente da atividade”, destaca o neuropsicopedagogo Wilson Bueno que é o criador da solução.

Usando o Futebol Como Estímulo

Este ano, além dos habituais torneios estaduais, Brasileirão e Libertadores, teremos a Copa do Mundo na Rússia. E o selecionado brasileiro estará em campo, com seus ícones mundialmente conhecidos e tudo isso aguça ainda mais o interesse das crianças pelo tema futebol.

Pensando nisso, a Roblocks desenvolveu um interessante estratagema para a sala de aula. Aproveitando toda essa vontade pelo esporte, a Roblocks criou um tapete lúdico da temática futebolística para ser jogado com dois robôs programáveis entre oito crianças (quatro em cada time), orientadas por um professor.

Tapete - Futebol - AMOSTRA
Tapete lúdico com a temática futebolista que tem encantado as crianças e animado as aulas. Foto: Divulgação

A dinâmica do jogo é que o robô tem de tocar a bola e conduzi-la em direção ao gol. Ganha a partida quem marcar o maior número de gols. Até aí, não há nenhuma novidade, mas a graça está na condição de que cada jogador só pode realizar o movimento após responder corretamente à pergunta do professor. Aí, a situação muda de figura.

Os alunos desejam controlar o robô e querem ganhar a disputa do jogo, mas, para isso, devem resolver problemas matemáticos e acertar. “O envolvimento do time é total. Todos ajudam na resolução do problema em uma verdadeira esfera de colaboracionismo, enquanto o outro time (que aguarda sua vez) analisa atentamente e discute entre si a resolução do exercício, antecipando para si o resultado, caso eles errem, vão até o quadro” – explica Bueno.

Errar a resposta, significa perder a vez no jogo e dar duas chances de sucesso ao grupo adversário, o que não é admitido por ninguém. E nessa atmosfera de gincana do conhecimento, fazendo uso de um recurso tecnológico que trabalha as funções executivas cerebrais, além da resolução do problema, desenvolvem-se aprimoramento de habilidades de raciocínio, lógica computacional, pensamento crítico, dentre outros aspectos importantes para o desenvolvimento da criança.

alunos brincam
Alunos desenvolvem atividades de sala de aula com o Robi, estratégia de gameficação da Roblocks – Foto: Divulgação

A estratégia da gameficação em sala de aula tem sido uma estratégia pedagógica adotada por inúmeros colégios da Região Metropolitana de Campinas, colecionando importantes resultados no desenvolvimento e rendimento escolar dos alunos do ensino infantil e fundamental.

“Está na hora das escolas entrarem definitivamente no Século XXI e integrarem a tecnologia como ferramenta ativa no desenvolvimento educacional”, finaliza.

Sobre a Roblocks

A Roblocks é uma startup de tecnologia, localizada em Americana-SP (RMC), desenvolvedora de jogos educacionais e tecnologia assistiva. Congressista da Campus Party em 3 edições, é a criadora da Robótica Infantil e Robótica Inclusiva.
Wilson Bueno é neuropsicopedagogo, analista de sistemas e especialista em robótica. Fundou a Roblocks em 2015 e lançou-a comercialmente em abril de 2017, tendo coletado diversos casos de sucesso no uso do Robi em escolas de educação infantil, APAEs, colégios e consultórios de psicologia, psicopedagogia, neuropsicopedagogia, pedagogia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.