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Sábado: Mãos que Acolhem promove feira de adoção no Campo Belo

Projeto em umano já fez a doação de 109 animais

O respeito e cuidado com os animais nos últimos anos ficou em mais evidência, as pessoas perceberam que os pets não devem ser vistos apenas como “guardiões da casa”, eles fazem parte da família, uma família que é amada e transmite amor.

Parece simples encontrar um pet, mas é uma ação que deve ser realizada com uma análise pessoal e de rotina para ver se essa recepção será boa para ambos os lados. É importante o candidato a tutor ter em mente que o animal necessita de cuidados e atenção, ao inserir o novo membro na vida, será exigida uma modificação em sua rotina.

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O projeto Mãos que Acolhem Bichos, que realiza ações para encontros entre pets e humanos, realizará neste final de semana uma feira de adoção em São Paulo. Além disso, o encontro permitirá socialização dos pets, troca de experiência entre tutores e diversão.

As atividades do Mãos que Acolhem são realizadas de forma independente por profissionais que atuam em áreas diversas. Assim, em todos os encontros, os responsáveis solicitam para quem puder, que doe ração.

“Nosso projeto é de muita seriedade. Durante o processo de adoção, realizamos uma entrevista com o candidato a tutor para entender se realmente está apto a adoção, e também podemos entender o perfil do animal indicado para o ambiente que vai recebê-lo. Aproveitamos a oportunidade também para dar instruções importantes para este início de relacionamento, no qual tanto o tutor quanto o pet estarão se conhecendo e adaptando manias e vontades”, declara Elis Pedro, da Mãos que Acolhem Bichos.

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Sobre o projeto:

Em 2016, após um a necessidade de ajudar 115 cães que estavam sob a responsabilidade de uma acumuladora em Embu Guaçu que havia falecido, profissionais liberais de áreas diversas, apaixonados pelo mundo animal, e buscando contribuir para o bem da sociedade, se uniram para encontrar lares com tutores adaptados para viver esse novo universo, a recepção de um membro de patas.

Hoje o projeto continua na ativa, com cães e gatos que são preparados para uma nova vida, para receberem e compartilhar amor e felicidades. O Mãos que Acolhem não é uma ONG, não possui abrigo, apenas desenvolve ações para contribuir para um mundo melhor entre humanos e pets.

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Feira de Adoção – Mãos que Acolhem
Data: 21/10/17, Sábado
Horário: das 11h às 16h
Local: Rua Vieira de Morais, 892 – Campo Belo

 

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Pistas para descobrir a idade de um gato

Você adotou ou por algum outro motivo está com um gato em casa e não sabe a idade dele? Confira as dicas do médico veterinário do Max em Ação e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado:

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Foto: Deemac1-Morguefile

Coto umbilical: “Se o gatinho ainda tiver o coto umbilical  (o que sobra do cordão umbilical quando a mãe o corta), significa que o animal tem até três dias de vida, pois, depois deste período, esse pedacinho do cordão umbilical, cai naturalmente”, explica o veterinário. Se o felino for bem pequeno, couber facilmente na palma da sua mão, tiver dificuldade para abrir olhos e estiver com as orelhas fechadas, ele deve ter apenas algumas semanas.

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Foto: Makakuki0/Pixabay

Abrindo os olhos: “Quando nascem, os gatos demoram de dez a 15 dias para abrir os olhos pela primeira vez. Se ele já abriu, mas os deixa fechado na maior parte do tempo, pode ser que o gatinho já tenha três semanas.”

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Pixabay

Cor dos olhos: quando nascem, os olhos de todos os gatos são azuis, sem exceção. “Se o tutor notar que a cor está mudando ao longo do tempo, poder ser que o felino esteja com seis ou sete semanas de vida, mas, é claro, essa dica não vale para os que continuarem com os olhos azuis.”

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Foto: Rebel1965/Pixabay

Pelos: “O pelo diz muito sobre o seu gato, principalmente nos primeiros cinco meses, pois é quando eles têm um manto interno felpudo que os protege do frio. Conforme os animais envelhecem, o brilho do pelo já não é o mesmo, isso deve acontecer por volta dos seis anos do felino. Depois dos 13 anos, muito provavelmente, o bichano já apresentará fios brancos no focinho.”

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Foto: Pitsch685/Pixabay

Dentes: “Os dentes dos filhotes começam a nascer na segunda semana de vida. A expectativa é de que todos nasçam até a sétima semana. No sétimo mês, os primeiros dentes caem e são trocados pelos permanentes. Além disso, a coloração dos dentes também ajuda aproximar a idade do animal: os primeiros dentes são muito brancos, como um grão de arroz. Os permanentes também, mas a partir dos dois anos, começam a amarelar”. Se perceber que os dentes traseiros estão mais amarelados e os demais ainda brancos, o gato pode ter entre 3 e 5 anos. Com o passar do tempo, os dentes também sofrem desgaste natural, que podem indicar que o gato está com mais de seis anos.

Fonte: Total Alimentos

Cuidados simples evitam elevação da temperatura corporal dos gatos

A primavera já começou no Brasil, mas as temperaturas já estão altas para esta época e o verão ainda nem chegou. Até lá, os termômetros podem atingir 40°C em algumas regiões do país. Se os humanos sofrem com as altas temperaturas, os gatos podem ter hipertemia (elevação corporal) com muito mais facilidade.

“O corpo do gato não tem a mesma capacidade que o nosso de liberar calor, então, aquece-se rapidamente. A hipertemia é um problema muito grave e que poder levar o felino até a óbito”, explica a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica, Bárbara Benitez.

Como evitar a hipertemia

“Nunca deixe seu gato em lugares fechados ou abafados por muito tempo. Se você mora em um apartamento, instale redes de proteção para poder manter sacadas ou janelas abertas durante sua ausência”.

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“Certifique-se de que seu animal tem um lugar escondido do sol para se abrigar. A temperatura ideal do corpo de um felino está entre 37,5°C e 39,5°C, mas pode variar de acordo com o ambiente”.

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“Hidratação é essencial. Sempre deixe vasilhas de água fresca em casa e mantenha seu felino interessado em consumi-la: vale colocar pedras de gelo ou até instalar bebedouros fontes, pois gatos adoram água corrente”.

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Sintomas:

“Os sintomas mais comuns de hipertemia são vômitos, desorientação, cansaço, respiração intensa e aumento da frequência cardíaca. Se em um dia de calor o tutor perceber esses sinais, deve levar o animal para um lugar ventilado, oferecer um pouco de água e refrescá-lo com uma toalha molhada. Depois, leve-o imediatamente para o veterinário”, finaliza a veterinária.

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Fonte: Total Alimentos

 

 

Meu novo livro: O Fantasma do Rock

A maioria dos seguidores do blog deve saber que eu sou jornalista, porém, também já escrevi livros como ghostwriter (quando seu nome não aparece, pois você escreve para alguém que tem a história/ideia, mas não sabe ou terá tempo de escrever) e um outro de contos com mais duas pessoas. Nós o bancamos e a edição foi pequena. Hoje, só tenho um exemplar.

Há três anos comecei a escrever um romance de ficção. Agora, só meu. Escrevia quando conseguia um tempo, por isso, demorou mais do que eu desejava. Em seguida, revisei e demorei – de novo – um pouco para registrá-lo, o que é importante para evitar plágios, por exemplo. E a maioria das editoras exige isso para avaliar a obra.

E eu enviei para algumas editoras, claro, pois quem não sonha em ver sua obra em grandes livrarias? O que só é possível quando uma editora está por trás para distribuir. Como não tive nenhum retorno, a não ser de algumas que se ofereciam para imprimir, mas comigo bancando, o que eu não tenho condições neste momento, resolvi publicá-lo em versão digital na Amazon.

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O tema? Bem, o título já entrega algumas coisas: O Fantasma do Rock. A trama mostra um vocalista de banda de rock que é encontrado morto e o ambiente e as condições levam a crer que ele tenha sofrido uma overdose. Porém, seu espírito não parte. Assim, ele acaba ficando “preso” em sua casa e tem a chance de descobrir o que as pessoas pensavam dele realmente ao ouvir suas conversas e comentários.

Graças a um casal de gatos, com o tempo, as pessoas mais próximas percebem que “ele continua” por por lá e, de alguma forma, buscam um jeito de se comunicar. Enquanto isso, ele relembra sua história com várias mulheres, a perda do filho, as mortes de pessoas queridas e seu relacionamento com os demais integrantes da banda.

É um livro para quem gosta de cultura pop, com muita, mas muita citação musical, e outras cinematográficas. Cada capítulo e subcapítulo traz como título o nome de alguma canção de rock. A história também tem alguns toques de espiritismo, apesar de eu não seguir essa religião. Portanto, espero não ter cometido alguma heresia.

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O Fantasma do Rock está à venda na Amazon e se você se interessar, clique aqui e irá para a página do site correspondente. 

Sabia que gatos podem desenvolver pneumonia?

Assim como os humanos podem desenvolver pneumonia por causa de uma gripe não tratada corretamente ou por imunidade baixa, com os gatos não é diferente. É preciso ficar atento às mudanças de hábitos dos bichanos para que a doença não passe despercebida, pois, quando não tratada rapidamente, as chances de recuperação diminuem, principalmente em filhotes, em animais de idade avançada ou em portadores de imunodeficiência felina (semelhante à Aids humana). A infecção nos pulmões dos felinos pode levar a óbito em poucos dias.

A pneumonia bacteriana felina geralmente é uma consequência de infecções causadas por vírus, como os da rinotraqueíte, calicivirose ou imunodeficiência. A rinotraqueíte lembra uma gripe, e é causada pelo herpesvírus. O animal pode se infectar por meio do contato direto com secreções do nariz ou dos olhos de um animal doente, ou também por partículas eliminadas na tosse ou espirros.

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Foto: Warren Photographic

Os sintomas principais da rinotraqueíte são secreção nasal e ocular, espirros, febre, tosse, tristeza e falta de apetite; nos casos mais graves, pode haver pneumonia bacteriana secundária. Já a imunodeficiência, por causar depressão do sistema imunológico, pode enfraquecer os gatos, o que aumenta as suas chances de contrair doenças pulmonares.

O animal com pneumonia apresenta cansaço, tosse, perda de peso, secreção nasal e respiração ofegante. Os sintomas podem ser muito parecidos com os da rinotraqueíte, mas em geral são mais intensos e perigosos. Por isso, é importante prestar atenção em qualquer mudança de comportamento do seu animal.

“Os gatos conseguem esconder bem quando estão doentes, então muitos tutores não percebem a doença ou só notam quando já é tarde demais. Preste atenção se ele está comendo normalmente, se está dormindo mais que o normal, se a respiração mudou e se há tosse, que muitas vezes é confundida com um engasgo ou vômito.”, orienta o médico veterinário e Gerente Técnico de Animais de Companhia da Zoetis, Alexandre Merlo.

Prevenção e tratamento

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Foto: Cityofchicago

Existem vacinas para prevenir doenças e assim reduzir as as chances de pneumonia felina. As vacinas da Zoetis, Felocell CRV e a Felocell-C, protegem os bichanos de diversos males que compõem o chamado complexo respiratório felino, como a rinotraqueíte, a calicivirose, além da panleucopenia, que é uma doença gastrointestinal. Felocell CRV – C também protege contra a clamidiose, uma doença viral que afeta principalmente os olhos, e pode levar à conjuntivite.

“Protegido contra essas doenças, as chances de o gato desenvolver uma pneumonia caem drasticamente, por isso recomendamos a prevenção por meio de vacinas”, explica Alexandre.

Caso o gato já tenha desenvolvido o problema, antibióticos como o Synulox, em forma de comprimidos palatáveis desenvolvidos pela Zoetis, podem ajudar o bichano a se recuperar.

“Ao perceber qualquer alteração no comportamento do seu animal de estimação, consulte sempre o seu médico veterinário”, finaliza o especialista.

Fonte: Zoetis

Bolas de pelos: entenda como resolver esse problema comum dos gatinhos

Os tutores de gatos, geralmente, são apaixonados por seus animaizinhos e todos dizem que cada um possui um comportamento diferente. E realmente é verdade. Os felinos são fascinantes, carinhosos, brincalhões, apegados ao dono e, ao mesmo tempo, independentes, possuindo natureza e comportamento diferentes dos cães.

Outra característica típica desses animais é que são extremamente limpos, passando a maior parte do seu tempo se auto-higienizando. Ao fazer isso, cerca de 2/3 dos pelos que caem de seu corpo acabam sendo ingeridos. Isso acontece porque os felinos possuem uma língua áspera, diferente da língua dos cães, colaborando com a ingestão desses pelos.

“Em condições normais, os gatos conseguem expelir os pelos por meio das fezes ou em episódios esporádicos de vômitos. No período de troca de pelagem que ocorre nos meses mais quentes do ano, o animal poderá ingerir uma quantidade maior de pelo e, nesse momento, há um risco maior de que se formem bolas de pelos. Gatos com problemas dermatológicos também podem apresentar esse tipo de problema. Nestes casos, o animal deverá ter um acompanhamento veterinário”, explica a médica veterinária da Hill’s Pet Nutrition, Sandra Nogueira.

Ela acrescenta que animais muito estressados podem desenvolver problemas comportamentais como as lambeduras compulsivas, podendo predispor ao aparecimento das bolas de pelo. “Engana-se quem acredita que somente animais de pelagem longa podem ter o problema de formação de bolas de pelos. Lógico que por apresentarem pelos de maior comprimento é mais comum, mas gatos com uma pelagem curta também podem apresentar”, diz.

GATO SE LAMBENDO PELO

Como resolver o problema

Uma ingestão excessiva de pelos, seja qual for a causa, pode levar a um problema mais sério como, por exemplo, a obstrução intestinal. Portanto, alternativas de como prevenir a bola de pelos são necessárias e todos os tutores devem se atentar.

“Para diminuir a ocorrência da formação de bolas de pelos deve-se fazer uma escovação diária com uma escova específica. Todos os pelos que estão na escova não chegarão ao estômago do felino. Esta, também, é uma ótima oportunidade para melhorar os laços entre o proprietário e o animal, pois é um momento exclusivo dos dois”, afirma Sandra.

Outra opção é a utilização de um alimento com um teor de fibra adequado. As fibras promovem a saúde gastrointestinal, podendo modificar trânsito e o tempo de permanência do alimento no trato gastrointestinal, além de reter água e normalizar a motilidade intestinal. Nutrientes como proteína de alta digestibilidade, vitaminas, minerais e ácidos graxos são importantes na manutenção do pelo e pelagem.

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A Hill’s Pet Nutrition possui um produto destinado ao controle de bolas de pelo em gatos, fornecendo uma nutrição precisamente equilibrada para ajudar na eliminação natural dos pelos ingeridos.

Fonte: Hill’s

Como cuidar do seu pet na primavera

Mudanças de estação requerem maior cuidado com os cães e gatos

O inverno mal se despediu este ano. O calor chegou antecipando a primavera e deixando o clima seco e mais quente que o normal nesse período, mudanças que afetam a saúde das pessoas e também dos animais.

Para cuidar melhor do seu cão ou gato nessa primavera, confira as dicas da médica veterinária do HiperZoo, megastore pet de Curitiba, Jaqueline Silveira, e da farmacêutica Sandra Schuster da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

1 – Pele e pelagem

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Mudanças de estação significam troca da pelagem. Quedas de pelos em maior quantidade são normais, desde que não apresentem falhas ou sinais mais graves. “Com a troca de pelos a pele fica mais sensível podendo desencadear, com maior facilidade, eritemas (vermelhidão), pústulas (infecção bacteriana secundária), prurido (coceira) ou outros sinais dermatológicos mais graves. Nesses casos deve-se consultar um médico veterinário imediatamente”, indica a veterinária Jaqueline.
Outra dica importante é realizar a escovação adequada.

A indicação é escovar os cães e gatos no mínimo três vezes por semana, principalmente os animais de pelos longos. Assim, evita-se que os pelos embolem e retira-se o excesso de resíduos da pelagem. Segundo a veterinária, existem escovas adequadas ao tipo e comprimento dos pelos e também aquelas que prometem retirar os sub pelos mortos, evitando assim que a pelagem embole e fazendo com a pele respire melhor.

Essa época do ano também pode ajudar a ressecar a pele e deixar os pelos dos pets mais opacos. Nesses casos pode-se fazer o uso de suplementos e produtos tópicos, além de aumentar a frequência de hidratações no banho. Para recuperar a hidratação dos pelos, os pets ganharam recentemente produtos semelhantes aos dos humanos, como leave-in e ampolas. “Desenvolvemos produtos que trazem resultados rápidos e são práticos de utilizar”, comenta a farmacêutica Sandra Schuster. O leave-in é composto por vitamina E, queratina e D-pantenol, que promovem a hidratação e restauração dos pelos. E a ampola fortalece, dá brilho e restaura as pontas duplas.

 – Banho e tosa

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As tosas também ajudam a refrescar os pets, mas deve-se atentar ao que é indicado para cada raça e cuidar para não deixar a pele do animal muito exposta, afinal a principal função dos pelos é justamente proteger a pele contra as agressões do clima e da exposição solar. Uma dica, segundo Jaqueline, é caprichar na tosa higiênica e estendê-la até o peito do animal. Dessa forma ele consegue se refrescar, principalmente quando se acomoda em superfícies mais frias.

Já para o banho, a dica é investir em produtos específicos para o tipo de pelo do animal. “Deve-se pensar no banho não apenas com o objetivo de limpeza, mas também de proporcionar hidratação, cuidado e prevenção de acordo com a pelagem do animal”, recomenda Sandra. “Cães com oleosidade excessiva ou pele com muitas dobras, por exemplo, requerem produtos específicos para evitar doenças dermatológicas futuras e prolongar os benefícios do banho. Assim como nós utilizamos produtos de acordo com nossas características, os pets merecem esse mesmo cuidado”, complementa.

3 – Proteção solar

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Algumas raças são mais sensíveis à exposição solar, como as de pelos curtos e pele branca. Os locais mais afetados são focinhos e orelhas, mas alguns pets são tão sensíveis que devem utilizar protetor na barriga e regiões com pouco pelo e, ainda, evitar o sol nos períodos mais intensos, para não correrem o risco de desenvolver lesões de queimadura solar e até mesmo melanoma (câncer de pele). Nesses casos, recomenda-se o uso do protetor solar veterinário, encontrado comercialmente pronto, com FPS 15 e 30, ou manipulado conforme prescrição.

4 – Ectoparasitas

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Os ovos dos ectoparasitas (pulgas, carrapatos, piolhos, moscas e mosquitos) eclodem nas épocas do ano mais quentes, fazendo com que as larvas precisem se alimentar para seu desenvolvimento e reprodução. Para proteger os pets devemos utilizar antipulgas e carrapaticidas durante o ano todo, mas o cuidado deve ser redobrado nos períodos de maior calor, afinal além do incômodo com coceiras, os ectoparasitas transmitem doenças e podem causar alergias como a dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP).

“Há uma grande diversidade de produtos no mercado veterinário, que variam conforme princípio ativo, forma de aplicação, tempo de duração e preço”, informa Jaqueline. Também é importante utilizar produtos de limpeza específicos para a casa e locais preferidos dos pets, como caminha, sofá, tapetes e poltronas.

5 – Doenças e vacinação

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Foto: Doglistener

A combinação calor e chuva, comum na primavera, contribui para a proliferação de doenças como a Leptospirose, uma doença bacteriana transmitida para os cães de forma direta, através do contato com o vetor – o rato e sua urina contaminada – e de forma indireta, através de tecidos, alimentos e água contaminados. Essa bactéria penetra a pele, em mucosas ou lesões, ou ainda pode ser inalada. É uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida para os humanos, e os cães podem ser transmissores mesmo não apresentando sinais clínicos.

A principal forma de prevenção se faz com a vacinação anual, ou semestral em locais de maior incidência e presença de ratos. As vacinas múltiplas para cães, como óctupla e déctupla apresentam proteção contra alguns sorovares (tipos) de leptospiras presentes no Brasil. Além disso é muito importante a higienização dos quintais e locais onde ficam os pets. “O principal cuidado é não deixar ração ou alimentos disponíveis nos canis e quintais, pois é essa a principal forma de contato do cão com o rato ou sua urina. Os ratos são atraídos pelo alimento e costumam urinar no local”, alerta Jaqueline. “O ideal é fornecer o alimento em horários específicos e retirar os pratos, mesmo que o pet não tenha ingerido tudo. Inclusive, a exposição da ração ao sol faz com essa fermente e, a posterior ingestão, pode causar problemas gástricos ao cão”, complementa.

Já a espécie felina é considerada resistente à infecção pois, mesmo quando entram em contato com a bactéria, não desenvolvem a doença. São raros os relatos de gatos positivos a Leptospirose, por isso não é necessária a imunização desses animais contra as leptospiras.

6 – Passeios

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Segundo a veterinária, deve-se evitar passear com os pets nos horários mais quentes do dia, das 10 às 16 horas, pois dessa forma reduz-se os riscos de queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas), desidratação, queimaduras solares na pele, dificuldades respiratórias e de troca de calor. Cães e gatos não possuem glândulas sudoríparas, fazem a troca de calor apenas via coxins, focinho e língua, por isso sofrem muito mais com os efeitos das altas temperaturas que os humanos.

As raças braquicefálicas (com focinhos achatados), como Pug, Shih Tzu, Pequinês, Buldogue Francês, Buldogue Inglês, Boston Terrier, Boxer, Dogue de Bordeaux e Persa, precisam de um cuidado ainda maior, pois a troca de calor é ainda mais dificultada pela sua anatomia.

Durante as caminhadas é indicado, além do uso do protetor solar, a utilização de sapatinhos e, até mesmo, bonés. Além disso, é necessário o uso de hidratantes veterinários específicos após o passeio, principalmente nas áreas dos coxins e focinho. “Essa também foi uma preocupação da docg. ao desenvolver sua linha de produtos”, esclarece a farmacêutica Sandra Schuster. “Criamos um creme para patas com D-pantenol e glicerídeos de soja que está fazendo sucesso”, revela.

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Com essas dicas seu pet estará pronto para enfrentar a primavera e se preparar para o verão.

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Fontes: docg. e HiperZoo

Cães, gatos e a hora do banho

Até mesmo na estação mais quente do ano alguns cuidados precisam ser tomados durante o banho de cães e gatos. O médico veterinário da Max Cat e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado dá algumas dicas, confira:

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Banho: o ideal é que no verão os animais sejam banhados de 15 em 15 dias – mesmo que seja refrescante, o excesso de banho retira a proteção natural da pele, expondo-o mais facilmente a alergias, fungos e doenças dermatológicas. Atenção também para não molhar os ouvidos do pet, coloque algodão para evitar umidade.

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Temperatura da água: nada de banhos frios, mesmo em dias quentes, a temperatura da água deve ser morna para fria. Realize o banho num lugar sem vento e, de preferência, num dia de sol.

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Raças peludas: cães e gatos com pelos longos podem tomar banho uma vez por semana no verão e precisam ser secos cuidadosamente.

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Escovação dos pelos: escove o pet regularmente, isso ajuda muito na saúde da pele, pois remove as células mortas e mantém a pelagem sempre bonita.

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Secar: use uma toalha felpuda; no caso de animais peludos, utilize um secador, mas deixe o aparelho distante da pele do animal para evitar queimaduras. Cuide das dobrinhas: em cães como os da raça sharpei, passe um óleo específico para evitar umidade entre as rugas. Os ouvidos também precisam de atenção, durante o banho coloque um pouco de algodão no ouvido do animal para ajudar a não entrar água.

Fonte: Total Alimentos

 

Meu novo livro, O Fantasma do Rock, está à venda no site Amazon

A maioria dos seguidores do blog deve saber que eu sou jornalista, porém, também já escrevi livros como ghostwriter (quando seu nome não aparece, pois você escreve para alguém que tem a história/ideia, mas não sabe ou terá tempo de escrever) e um outro de contos com mais duas pessoas. Nós o bancamos e a edição foi pequena. Hoje, só tenho um exemplar.

Há três anos comecei a escrever um romance de ficção. Agora, só meu. Escrevia quando conseguia um tempo, por isso, demorou mais do que eu desejava. Em seguida, revisei e demorei – de novo – um pouco para registrá-lo, o que é importante para evitar plágios, por exemplo. E a maioria das editoras exige isso para avaliar a obra.

E eu enviei para algumas editoras, claro, pois quem não sonha em ver sua obra em grandes livrarias? O que só é possível quando uma editora está por trás para distribuir. Como não tive nenhum retorno, a não ser de algumas que se ofereciam para imprimir, mas comigo bancando, o que eu não tenho condições neste momento, resolvi publicá-lo em versão digital na Amazon.

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O tema? Bem, o título já entrega algumas coisas: O Fantasma do Rock. A trama mostra um vocalista de banda de rock que é encontrado morto e o ambiente e as condições levam a crer que ele tenha sofrido uma overdose. Porém, seu espírito não parte. Assim, ele acaba ficando “preso” em sua casa e tem a chance de descobrir o que as pessoas pensavam dele realmente ao ouvir suas conversas e comentários.

Graças a um casal de gatos, com o tempo, as pessoas mais próximas percebem que “ele continua” por por lá e, de alguma forma, buscam um jeito de se comunicar. Enquanto isso, ele relembra sua história com várias mulheres, a perda do filho, as mortes de pessoas queridas e seu relacionamento com os demais integrantes da banda.

É um livro para quem gosta de cultura pop, com muita, mas muita citação musical, e outras cinematográficas. Cada capítulo e subcapítulo traz como título o nome de alguma canção de rock. A história também tem alguns toques de espiritismo, apesar de eu não seguir essa religião. Portanto, espero não ter cometido alguma heresia.

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O Fantasma do Rock está à venda na Amazon e se você se interessar, clique aqui e irá para a página do site correspondente. 

 

 

 

Alimentação vegetariana sem supervisão para pets pode causar doenças graves

Uma nova tendência no mundo pet tem chamado atenção de veterinários: a alimentação vegetariana para cães e gatos. Muitos tutores têm estendido seu estilo de alimentação para os animais e, de acordo com a professora de Medicina Veterinária da Unime, Aline Quintela, a mudança da dieta dos pets precisa ser acompanhada por um médico veterinário ou nutrólogo de animais, para que as exigências nutricionais sejam supridas e evite problemas mais graves.

“Qualquer alteração na alimentação de cães e gatos deve ser lenta e gradual. Cães e gatos que são submetidos a uma dieta vegetariana demonstram precocemente sinais de deficiência nutricional, como pelos opacos e quebradiços e menor disposição para brincadeiras e exercícios. Com o passar do tempo, estes animais podem demonstrar sinais clínicos mais graves, como anemia, hipoproteinemia e edema de membros”, alerta Aline.

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Ainda de acordo com a médica veterinária, que também é professora de Clínica Médica de Pequenos Animais, Oftalmologia Veterinária e Reprodução Animal na Unime, alimentação ideal para oferecer aos animais deve ser balanceada e de qualidade, já que cães e gatos foram ‘fabricados’ para uma dieta rica em carnes. Fibras vegetais devem fazer parte da dieta, mas jamais como componente exclusivo ou principal. “Temos muitas rações comerciais disponíveis no mercado que são completas”, afirma.

Para os tutores que pretendem fazer a transição de ração e alimentos processados para a alimentação natural, a especialista faz mais um alerta: “jamais retire ou substitua ingredientes sem orientação profissional. O acompanhamento clínico e a realização de exames são essenciais, pelo menos semestralmente”.

gato comendo legumes

A especialista complementa que, se a opção do tutor for a dieta caseira, esta deve ser prescrita por um médico veterinário: “A prescrição é baseada no estilo de vida do cão ou gato. Se é sedentário ou faz exercícios, se é castrado, se vive sozinho, dentre outras características, e deve conter os nutrientes essenciais a sua boa nutrição. O tutor deve ter em mente que, apesar de ser mais natural por não conter corantes e conservantes e ser mais atrativa para os animais, a dieta caseira tem que ser preparada diariamente, o que demanda tempo para comprar ingredientes e preparar a refeição. O preço costuma ser mais alto e há necessidade de suplementação com vitaminas, além de ser necessário acompanhamento veterinário constante”.

Fonte: Unime