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Receita de smoothie de iogurte e frutas

A chef Iracema Bertoco, do Centro Europeu, uma das principais escolas de gastronomia do Brasil, preparou uma receita de smoothie saudável. Confira abaixo o passo a passo

Smoothie de iogurte e frutas

Ingredientes

– 200ml de iogurte natural
– 200g de fruta congelada (banana e manga)
– 2 castanhas do Brasil
– 1 folha de hortelã
– Mel (opcional)

Modo de preparo

Bata o iogurte com as frutas e com as castanhas no liquidificador. Quanto mais congelada estiverem as frutas, mais cremosa a bebida ficará.

Smoothie de Iogurte e Frutas-Iracema Bertoco

Rendimento: 2 copos

Fonte: Centro Europeu

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USP produz iogurte enriquecido com ômega-3 vegetal

Por Ivanir Ferreira – Editorias: Ciências da Saúde

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Alimento foi enriquecido com ômega-3, fitosteróis e ácido sinápico. Associação de componentes atua na redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos e auxilia na prevenção de diabete, alergias e doenças neurodegenerativas – Foto: Pixabay / CC0

Nutriente foi extraído do óleo da semente de echium, planta que tem se mostrado boa alternativa ao ômega-3 de peixes marinhos

A Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP produziu um iogurte de morango enriquecido com óleo de semente de echium. A planta originária da Europa, Ásia e África desponta como excelente alternativa às fontes de ômega-3 de peixes de águas marinhas, que apresenta aroma mais desagradável. Além de manter o sabor e a textura, o novo iogurte tem alto valor nutricional. O ômega-3 associado a outros componentes testados durante a pesquisa (fitosteróis e ácido sinápico) atua na redução dos níveis de colesterol, de triglicerídeos e auxilia na prevenção de diabete, alergias e doenças neurodegenerativas.

Apesar do elevado interesse industrial em alimentos enriquecidos com compostos bioativos, a obtenção do iogurte com ômega-3 só foi possível depois que a engenheira de alimentos Talita Aline Comunian, autora da pesquisa realizada na FZEA, pensou em uma solução tecnológica que permitisse a mistura dos compostos sem que houvesse alteração bioquímica das substâncias. Tanto o óleo de echium – fonte de ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 – quanto os outros compostos (fitosteróis e ácido sinápico) são instáveis e poderiam se oxidar em contato com oxigênio, luz e alta temperatura e perderem suas funções.

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Visão microscópica das microcápsulas – Foto: Talita Aline Comunian

Microencapsulação de substâncias

A solução veio de uma técnica chamada encapsulação por coacervação complexa, que utiliza biopolímeros (neste caso, a gelatina e a goma arábica) como parede das microcápsulas. A microencapsulação consiste na proteção de um ou mais compostos que precisam ser adicionados a produtos alimentícios, como compostos bioativos de probióticos, por exemplo.

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Talita Aline Comunian, autora da pesquisa – Foto: Arquivo pessoal

Resolvida esta questão, foram elaboradas três amostras de iogurte: na primeira, foram adicionados o óleo de echium, os fitosteróis e o ácido sinápico, sem encapsulação. Na segunda amostra, foram adicionadas as mesmas substâncias encapsuladas. A terceira amostra era controle, assim, nada foi acrescentado.

Depois de prontos, os três tipos de iogurtes foram armazenados a uma temperatura de 4 graus Celsius. Em seguida, passaram por diversos testes, entre eles uma análise sensorial com 120 provadores que avaliaram o produto em relação ao aroma, cor, textura, sabor e aceitação global.

Segundo a engenheira de alimentos, as propriedades físico-químicas, reológicas (como viscosidade, por exemplo) e sensoriais do iogurte adicionado de microcápsulas foram semelhantes ao iogurte comum e melhores do que o iogurte adicionado dos compostos bioativos não encapsulados. Assim, Talita pode concluir que a incorporação das microcápsulas de óleo de echium, dos fitosteróis e do ácido sinápico não interferiu na qualidade final do produto.

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Iogurtes enriquecidos com ômega-3, fitosteróis e ácido sinápico – Foto: Cedida pela pesquisadora

Questionada sobre a importação do óleo de echium, que poderia encarecer o iogurte em sua produção final, Talita explica que o investimento valeria pelos benefícios que o óleo proporciona à saúde humana. Sobre os fitosteróis e o ácido sinápico, a engenheira informou que são encontrados com facilidade em frutas e vegetais brasileiros como morango, limão, laranja, tangerina, manga, abacate, brócolis, cebola e alho, além de ervas e especiarias em geral.

A tese Simultaneous encapsulation of echium seed oil (Echium Plantagineum L.), phytosterols and phenolic compounds: characterizatrion and application of microcapsules foi defendida em outubro de 2017 na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, sob orientação da pesquisadora Carmen Silvia Favaro Trindade.

Fonte: Jornal da USP

Alguns fatos sobre intolerância à lactose

Segundo a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), estima-se que aproximadamente 22% da população brasileira tenha intolerância à lactose. Então, por que tantas pessoas ainda se apavoram e excluem os lácteos da dieta de forma desnecessária? Conheça 8 fatos sobre a intolerância à lactose que te ajudarão a compreender se você também faz parte desse grupo.

1- Uma reação alérgica é sempre mediada pelo sistema imunológico.

Os casos de alergias alimentares são quase sempre mediados pela imunoglobina da classe E (IgE), relacionadas às proteínas, que por sua vez podem ser de origem animal (caso de alergia ao ovo, por exemplo) ou origem vegetal (alergia ao amendoim ou trigo, por exemplo) e podem causar manifestações cutâneas ou digestivas.

2- As reações de intolerância estão quase sempre relacionadas a não assimilação de um carboidrato pelo organismo.

As pessoas que têm intolerância à lactose apresentam uma deficiência (que pode ser total ou parcial) da enzima lactase, que atua na digestão da lactose.

3- Não existe alergia a lactose.

A lactose é o açúcar do leite, um carboidrato (dissacarídeo) composto por glicose e galactose, e que fornece energia ao corpo. Considerando que são as proteínas as responsáveis por desencadear respostas imunológicas, a lactose não está, portanto, relacionada a nenhum processo alérgico, apenas à intolerância.

4- Inchaço e dor abdominal nem sempre significam intolerância a lactose.

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Os sintomas mais comuns são inchaço associado ao desconforto ou dor abdominal (cólicas) e diarreia, que pode se manifestar de forma leve e até mesmo de forma grave. Importante destacar que em qualquer processo digestivo, um inchaço leve é normal e faz parte do processo, uma vez que há aumento do volume do estômago pela própria presença do alimento e também produção de gases decorrentes de fermentação de alguns nutrientes pela microbiota intestinal.

5- A intolerância à lactose pode ser revertida.

É de extrema relevância, tanto por parte dos profissionais quanto da população, o conhecimento da condição digestiva, levando em consideração a severidade do caso, pois a intolerância à lactose pode ser momentânea e, em alguns casos, revertida.

6- A exclusão de lácteos da dieta não é a solução para intolerância.

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A exclusão dos lácteos da dieta, sem acompanhamento de um profissional, não é a solução, pois acarreta em prejuízos nutricionais. A American Academy of Pediatrics esclarece que a exclusão da dieta dificulta o atingimento do correto balanço nutricional, principalmente em cálcio. Os lácteos são excelentes fontes de cálcio e possuem bom percentual de absorção; além disso, a lactose e outros compostos melhoram a absorção de cálcio no intestino.

7- Europeus e africanos possuem maior tolerância a lactose.

Uma equipe de geneticistas da universidade de Maryland, EUA, estudou uma nova abordagem em que a tolerância à lactose pode ser vista como uma evolução genética da espécie humana, observada em povos europeus e recentemente identificada também em povos africanos. Acredita-se que a permanência do gene da lactase ativo seria uma evolução da espécie, uma vez que houve a necessidade de manter a lactase ativa para digerir o leite, alimento que começou a ser ingerido pelo homem em todas as fases de sua vida, após o advento da pecuária, há aproximadamente 9 mil anos.

8- Intolerantes à lactose podem consumir lácteos.

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Dependendo do grau de intolerância e do grau de severidade dos sintomas o consumo de lácteos é indicado. O iogurte possui sua carga de lactose reduzida, em torno de 25% a 50% (varia de acordo com o iogurte), devido ao processo de fermentação, em que as bactérias que o fermentam utilizam a lactose como matéria-prima para fermentação, produzindo o ácido láctico, responsável por conferir sabor ácido e consistência. Pesquisas recentes ainda mostram que durante o processo de fermentação do iogurte, a atividade das bactérias produz metabólitos e dentre estes, uma enzima chamada β-galactosidase, que auxilia na assimilação da lactose. Os queijos também são lácteos que apresentam baixo ou nenhum teor de lactose e possuem alto teor de cálcio.

Fonte: Viva Lácteos

Atilatte lança iogurte sem lactose

Produto é o único no mercado produzido com leite Tipo A

A busca por uma vida equilibrada tem se tornando uma pauta frequente. Praticar esportes e consumir alimentos orgânicos e menos industrializados são hábitos cada vez mais comuns. Para propor uma alimentação saudável e natural, a Atilatte traz diversas opções de iogurtes produzidos a partir do leite tipo A, os mais puros do mercado. E agora, a marca apresenta um novo lançamento: o Iogurte 0% Lactose.

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A intolerância à lactose é a reação adversa ao carboidrato do leite e que pode afetar pessoas de qualquer faixa etária. É causada por uma deficiência da lactase, enzima que digere o açúcar do leite. A gravidade dos sintomas de intolerância está associada à quantidade de lactose ingerida e ao grau de intolerância de cada indivíduo, variando desde um simples desconforto até reações alérgicas mais graves. Foi pensando nisso que a Atilatte criou o novo 0% Lactose, na linha natural, integral e desnatado.

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A Atillate é a única marca do mercado a produzir iogurtes sem lactose com leite tipo A, a classificação dada ao mais alto nível de pureza de um leite. Os iogurtes 0% lactose trazem uma composição natural de verdade, contendo apenas leite tipo A, fermento e lactase. A versão desnatada apresenta somente adição de gelatina e goma guar para manter a textura – sem conservantes.

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A qualidade do iogurte também é reforçada graças à qualidade, grau de pureza e procedência da enzima lactase, que garante que o produto final não perca suas características sensoriais, quando comparado com os iogurtes convencionais. Dessa forma, mantém-se no 0% Lactose o sabor, a textura e a cor semelhantes ao iogurte natural convencional. O altíssimo grau de pureza desta enzima garante também a inexistência de resíduos de outras enzimas adjuntas, evitando reações adversas no produto final, tais como: amargor, escurecimento do produto, menor tempo de validade e variações nos lotes.

Informações: Atilatte

Vigor aumenta sua linha de iogurtes com versões sem lactose

A Vigor tem novidades para quem, como eu, não pode consumir leite e seus derivados por ter intolerância à lactose. Trata-se das linhas de iogurte grego e iogurtes naturais sem lactose.

GREGO SEM LACTOSE

vigor sem lactose gregoSão quatro novas opções na versão sem lactose: Frutas Vermelhas, Limão Siciliano, Tradicional e Zero Gordura. Todas com a mesma riqueza de sabor e cremosidade já conhecidas pelo consumidor.

Preço sugerido: R$2,99

IOGURTES NATURAIS SEM LACTOSE
vigor sem lactose 3333Para a linha de iogurtes naturais, o portfólio sem lactose chega com os sabores já conhecidos e aprovados pelo consumidor brasileiro: Ameixa, Natural e Desnatado.

Informações: Vigor

Preço sugerido: R$2,29