Arquivo da categoria: leite

Intolerância ou alergia ao leite? Entenda a diferença

Profissional explica os sintomas da intolerância à lactose e da alergia à proteína do leite

Diversas dúvidas sobre o consumo do leite de vaca ainda rondam os consumidores. Muitas pessoas ainda confundem a lactose, que é o açúcar do leite, com a proteína. Nesse caso, é comum o conflito de informações sobre a intolerância à lactose e da alergia à proteína do leite, como a caseína, alfalactoalbumina e a betalactoglobulina. É o que explica a nutricionista Priscila Bergamin. “Primeiro é preciso esclarecer que a alergia à lactose não existe, visto que alergia é uma reação à proteína e a lactose é um açúcar”, detalha ela.

De acordo com a especialista, a intolerância é decorrente da dificuldade do organismo em digerir a lactose, açúcar presente no leite, devido à redução ou ausência da lactase – enzima que a digere. Entre os principais sintomas estão problemas gastrointestinais, como cólicas, gases, desconforto abdominal e diarreia, que podem ser apresentados logo após a ingestão de produtos com lactose. No entanto, há um nível de intolerância à lactose individual de cada pessoa.

Muslix Chocolate com IoIogurte Natural Mel e Morango

“Dessa maneira, é possível que o indivíduo possa ingerir leite e seus derivados até determinada quantidade sem apresentar os sintomas. Por isso, não é necessário excluir totalmente estes alimentos da alimentação”, afirma ela.

Já a alergia à proteína do leite é uma doença quase que exclusiva em crianças e promove sintomas diferentes dos apresentados aos intolerantes à lactose. Neste caso, o sistema de defesa reconhece a proteína como uma substância estranha e desencadeia uma série de reações alérgicas, como problemas de pele, respiratórios e gastrointestinais.

Segundo a nutricionista, após a consulta com um profissional médico e o diagnóstico correto, é necessário a exclusão de todos os alimentos que contenham proteínas do leite de vaca.

Para o diagnóstico correto, é necessária a observação dos sintomas associados à ingestão de produtos sem lactose, no caso dos intolerantes. Ou seja, se a troca de lácteos e derivados comuns por produtos sem lactose, resolver os sintomas há um indício, de que existe a intolerância. Já quando se trata de alergia, é preciso excluir alimentos com as proteínas do leite e o teste de provocação oral, solicitado por um especialista.

Consumo de leite e seus derivados

O acesso a produtos sem lactose, tais como leite UHT, iogurtes, queijos e demais derivados como requeijão e creme de leite aumentou nos últimos anos. Atualmente, os intolerantes à lactose possuem diversas opções para incluir em sua alimentação. Produtos sem lactose são 100% livres do açúcar do leite e assim, podem ser consumidos sem restrição.

Já os alérgicos à proteína do leite não podem fazer o uso destes produtos, justamente por se tratar de uma doença que limita o consumo de derivados do leite de vaca.

“Encontramos hoje diferentes tipos de produtos como a linha LacFree, que agradam todos os paladares e faz com que o intolerante continue consumindo alimentos que gosta, de forma saudável e sem os desagradáveis sintomas comuns a produtos com lactose”, ressalta a Priscila.

lacfree

A exclusão do leite da alimentação em função da intolerância já não é necessária e pode contribuir com a deficiência de nutrientes, uma vez que o leite e seus derivados são ótimas fontes de proteínas, vitaminas, cálcio e outros minerais. “É importante ressaltar o papel essencial do cálcio, responsável pela formação dos ossos, construção muscular, crescimentos e desenvolvimento, principalmente quando falamos da alimentação infantil”, explica.

Fonte: Verde Campo

Anúncios

A versatilidade do doce de leite

Queridinho pelos brasileiros, o doce está presente em três diferentes sabores da Freddo Gelateria

Segundo o relatório do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae, o doce de leite é um dos produtos com a melhor aceitação entre os brasileiros, ou seja, quem é que não gosta, não é mesmo? Além disso, o doce é também uma ótima opção para diversificar os negócios no setor lácteo.

freddo doce de leite

Sempre à frente, a Freddo Gelateria aproveitou a variedade de tipos do produto e explorou o doce em três sabores de gelatos para compor seu cardápio. Cada um deles possui particularidades, em uma explosão de sabores, são eles: Dolci di latte, Magnífico, e Dolci di latte Brasile/Argentina. O Dolci di latte, o mais pedido, é um gelato feito com o doce de leite tradicional do sul do Brasil, o Magnífico segue a mesma linha de doce de leite e é mesclado com trufa.

freddo

Um dos mais novos adorados na lista de sabores da Freddo é o Dolci di latte Brasile/Argentina, feito com o melhor doce de leite argentino junto ao melhor brasileiro. Um gelato que explorou a iguaria hermana ao doce de leite brasileiro, decorado com raspas de caramelo. Buscando a proporção ideal entre os dois a fim de valorizar a característica de cada um tem-se no doce de leite brasileiro a predominância do gosto do leite e no argentino do gosto de caramelo.

Informações: Freddo

Baixo consumo de alimentos ricos em cálcio aumenta casos de osteoporose

Segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, com mais de 50 anos, sofrerá uma fratura devido à fragilidade óssea. No Brasil, estima-se que a osteoporose acometa cerca de 10 milhões de pessoas.

Relacionada ao envelhecimento, a doença atinge 25% das mulheres brasileiras acima de 50 anos e que já passaram pela menopausa. Por outro lado, 10% dos homens sofrem do problema, sendo a principal faixa etária a partir dos 65 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Considerada silenciosa, grave e progressiva, a doença só costuma ser percebida quando o paciente sofre uma fratura, geralmente no punho, na coluna ou no quadril. “Em alguns casos, uma leve queda pode fraturar o colo do fêmur (quadril), incapacitando a pessoa de andar. Por isso, a recomendação é se prevenir, especialmente pelo consumo de quantidades adequadas de cálcio, adequação de vitamina D, prática de atividade física e evitando fatores de risco para esta doença”, esclarece a ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro.

A importância do cálcio na prevenção da osteoporose

Osteoporosis 1a

Para prevenir a doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a IOF recomendam o consumo diário de pelo menos 1 grama de cálcio. Entretanto, a quantidade varia conforme a idade ou o período pelo qual a pessoa está passando.

De acordo com a especialista, na infância, quando a atenção está voltada para a taxa de aquisição óssea, a criança precisa ingerir entre 0,7 e 1 g/dia. Durante a adolescência, que é marcada pelo crescimento e mineralização dos ossos, a necessidade sobe para 1,3 g/dia.

Mulheres na 20ª semana de gestação precisam ingerir entre 1,5 e 2,0 g/dia de cálcio, enquanto na lactação o valor indicado é de 1,5 g/dia. Já na menopausa e terceira idade, quantidade diária de cálcio recomendada é de 1,2 g/dia.

Suplementação reforça quantidade ideal do mineral

getty images laticinios

Não basta ter uma dieta com alimentos ricos em cálcio, como leite e seus derivados: é preciso reduzir o consumo de substâncias que facilitam a eliminação do mineral pela urina, como sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Praticar atividades físicas ao ar livre, especialmente sob o sol, ajuda na sintetização da vitamina D e facilita a fixação do cálcio.

A médica aponta também a ingestão de suplementos de cálcio, especialmente quando há déficit do mineral no organismo. “O consumo de alimentos ricos em cálcio pela população brasileira é baixo, não atingindo nem metade da recomendação diária recomendada, por isso a suplementação é importante, especialmente a partir do período da menopausa”, pontua.

inelate.jpg

Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché Laboratórios Farmacêuticos

Nova campanha de conscientização sobre intolerância à lactose

Um terço da população brasileira pode ter intolerância à lactose, mas apenas 4% das pessoas procuram um diagnóstico ou cortam o leite da alimentação, segundo estudo realizado pelo centro de pesquisas Data Folha.

Para conscientizar a sociedade sobre o tema e a importância do diagnóstico, a farmacêutica Eurofarma dobrou o investimento em marketing de Perlatte, a única enzima lactase com estudo clínico no Brasil, que já vem em comprimidos prontos para consumo.

Pesquisa

lactose.png

 

Segundo pesquisa conduzida pelo Data Folha, 35% da população com idade acima dos 16 anos, cerca de 53 milhões de pessoas, relatam algum tipo de desconforto digestivo após o consumo de derivados do leite. No mundo, estima-se que 60% a 70% da população apresenta algum nível de dificuldade de digestão ou debilidade da enzima lactase.

A pesquisa mostra que entre pessoas que relataram algum tipo de desconforto gastrointestinal, 88,2%, jamais receberam um diagnóstico médico, a maioria homens com mais de 35 anos. Apenas 4% das pessoas relatam terem ido procurar ajuda médica e, dentre esses, 1% foi diagnosticado com Intolerância à lactose, o que corresponde a 1,5 milhão. As mulheres apresentam maior incidência da doença, correspondendo a 59% dos casos.

Campanha

Idealizada pela agência Santa Clara, a campanha lançou durante o carnaval de Salvador a música “Pode ter”, interpretada pela cantora Claudia Leitte. A música é um hino da tolerância, incentivando o respeito às diferenças. Não por acaso, o clipe “Pode Ter” foi gravado em Los Angeles, que é considerada a capital mundial da tolerância. A produção foi feita pela Produtora Movie3 Filmes e teve a direção de Mess Santos, que já dirigiu Claudia nos clipes “Baldim de Gelo”, “Taquitá” e “A Bela do Baile”.

As ações se estenderão ao longo do ano. A campanha entrará em uma fase educativa, usando a mensagem-chave “Será que você pode ter intolerância à lactose?”. “O mote é ‘Pode Ter’ porque pode ter intolerância à lactose, basta ter tratamento adequado para aliviar os sintomas sem ter que cortar o leite e seus derivados. O objetivo é incentivar as pessoas que desconfiam ser intolerantes a procurar um médico para o diagnóstico correto”, diz Roberta Junqueira, diretora de marketing da Eurofarma.

Além da música e do clipe, a campanha inclui anúncios em mídias como GNT, rádio CBN, Band News FM e rádio Globo, sempre focando nos diferenciais do produto e de esclarecimentos sobre a intolerância à lactose. “Perlatte é a única do mercado com estudo clínico no Brasil e com comprimidos prontos para consumo que aliviam os sintomas do intolerante. Nosso objetivo é levar informação e desmistificar o uso do leite no dia a dia” ressalta Roberta.

perlatte.jpg

Fonte: Perlatte

 

 

 

 

 

 

Síndrome do intestino irritável e outros problemas de saúde: qual o link?

Pessoas que têm síndrome do intestino irritável (SII) tendem a ter outras condições. Os médicos não sabem por que isso acontece, mas, na maioria das vezes, há coisas que você pode fazer para aliviar seus sintomas, seja qual for a causa.

Veja o que você precisa saber sobre essas doenças relacionadas e o que você pode fazer para se sentir melhor.

mulher tomando leite

Problemas para digerir leite: uma em cada três pessoas com SII não se sente bem depois de ingerir produtos lácteos, a chamada intolerância à lactose. Eles podem ter diarreia, inchaço e gases. Pode ser que esses alimentos irritem os já sensíveis intestinos das pessoas com SII. Se você não se sentir bem entre 30 minutos e 2 horas depois de consumir leite, queijo ou iogurte, converse com seu médico. Ele pode pedir exames para ver como seu corpo lida com a lactose, o açúcar nos alimentos lácteos. Você pode precisar reduzir os produtos lácteos, mas também pode tentar tomar comprimidos ou gotas de lactase para ajudá-lo a digeri-los.

OSSOS

Problemas com articulações, músculos e ossos: duas em cada três pessoas com SII também têm condições que afetam essas partes do corpo, chamadas doenças reumáticas. Os sintomas podem variar, mas você pode ter erupções cutâneas, dores musculares e dores de cabeça. Dependendo do problema que você está enfrentando, diferentes tipos de tratamentos podem ajudar. Converse com seu médico ou consulte um reumatologista para descobrir o que pode ajudá-lo mais.

iStock- dor nas costas mulher
Foto: iStock

Fibromialgia: até 60% das pessoas com a síndrome têm esse distúrbio, que causa dor duradoura, rigidez muscular e manchas sensíveis ao redor do corpo. As pessoas também se sentem muito cansadas e têm dificuldade em dormir. Os médicos suspeitam que SII e fibromialgia têm uma causa comum, mas não sabem o que é ainda. Para ajudá-lo a se sentir melhor, seu médico pode prescrever medicamentos para dor, antidepressivos ou auxiliares de sono. Exercícios leves e moderados, alongamentos e massagens também podem ajudar.

microbiota intestino SII

Excesso de bactérias intestinais: bactérias fazem trabalhos importantes em nossos intestinos, como ajudar a digerir nossa comida e nos manter saudáveis. Mas as pessoas com SII são mais propensas a ter muitos desses germes, uma condição chamada supercrescimento bacteriano do intestino delgado (SCBID). Pode causar diarreia que não melhora, perda de peso e falta de vitaminas no corpo. O seu médico pode fazer alguns testes para verificar se a SCBID é a causa dos seus sintomas. Se for, os antibióticos podem matar as bactérias extras no seu intestino.

insonia cama mulher sono cansaço pixabay

Síndrome da fadiga crônica (SFC): essa condição é exatamente o que parece, uma sensação de exaustão que não melhora com o descanso. As pessoas que a têm geralmente estão muito cansadas para realizar tarefas simples e cotidianas. Alguns pesquisadores acham que a inflamação no cérebro e no intestino, ou problemas com as bactérias no intestino, podem impulsionar o SFC e a SII, o que poderia explicar por que às vezes as duas acontecem juntas. O tratamento varia dependendo dos seus sintomas. Você pode precisar de ajuda para dormir melhor, como manter bons hábitos ou tomar medicação. Se a dor é um problema, medicamentos, relaxamento, massagem e outras técnicas podem ajudar. Você também pode conversar com seu médico sobre tratamentos para depressão, ansiedade ou problemas de memória.

MULHER DOR ESTOMAGO COLICA

Endometriose: esse problema doloroso acontece quando o tecido que normalmente reveste o útero cresce fora dele. As mulheres que têm este problemas são mais propensos a ter sintomas de SII, como dor de barriga, constipação e inchaço. A inflamação pode estar na raiz de ambas as condições, embora os cientistas não tenham certeza se é por isso que elas acontecem juntas. Os médicos podem prescrever medicamentos para aliviar a dor e ajudar na fertilidade se você quiser ter filhos.

gluten free sem

Doença celíaca: a pesquisa sugere que uma em cada cinco pessoas com essa condição, na qual o corpo não consegue digerir uma proteína em trigo chamada glúten, também tem SII. A inflamação intestinal que adquirem quando comem alimentos como macarrão, pão e cerveja pode torná-las mais propensos a ter a síndrome. Os sintomas geralmente desaparecem quando você para de comer alimentos que contêm glúten.

tristeza dor depressão mulher pixabay

Ansiedade e depressão: alguns médicos acham que o estresse de lidar com os sintomas da SII pode ser difícil para sua saúde mental. Ou pode ser que suas emoções afetem os hormônios e os nervos podem afetar a atividade do seu intestino. Não está claro qual é o link, mas, para muitas pessoas, a síndrome anda de mãos dadas com depressão e ansiedade. O que você pode fazer sobre isso? Seu médico pode conversar com você sobre tomar antidepressivos ou medicamentos ansiolíticos. Mas você também pode encontrar alívio ao conversar com um terapeuta sobre como está se sentindo e aprender a substituir pensamentos negativos por positivos.

Referência Médica WebMD Analisado por Minesh Khatri, MD em 10 de setembro de 2017

 

Consumidores comprariam mais produtos zero lactose se houvesse mais oferta

Pesquisa, desenvolvida pela Novozymes em parceria com a MindMiners, retrata os desejos dos consumidores por novos produtos

Atualmente, cerca de 70% da população mundial possui algum grau de intolerância à lactose. Esse crescimento movimentou diversos mercados a se adaptarem para atender esse público, com isso, os produtos lácteos com lactose reduzida estão em expansão. Líder no mercado de enzimas, a Novozymes no Brasil apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o mercado de produtos zero lactose “Um relato da percepção do consumidor”.

Em 2016, aproximadamente, 2.700 mil toneladas de produtos com lactose reduzida foram vendidas em todo o mundo segundo dados da Euromonitor. A América Latina (AL), por exemplo, foi responsável por uma quantidade expressiva, algo em torno de 29% deste total. Esse mercado também representou, naquele ano, 6,1 bilhões de dólares em vendas. De 2012 a 2016, 12% dos produtos lácteos vendidos da AL resultaram em 12% do volume, em toneladas, produzidos, refletindo em 11% do faturamento das empresas do setor.

No contexto global, a Finlândia lidera o consumo per capita, com 107,5, seguida pela Suécia (16,8), Noruega (15,9), Itália (9,6), Espanha (8,3), Austrália (5,4), Alemanha (4,9), Colômbia (4,8), Áustria (3,8) e México (3,6). O Brasil aparece em 26º lugar, com 0,40 USD per capita.

No Brasil, uma grande quantidade de lançamentos de produtos 0% lactose é oferecida pelo mercado. O ano de 2016 é o que mais se destacou em lançamentos de produtos, encabeçando a lista estão os queijos, representando aumento de 115% das novidades do mercado, os iogurtes (91%), leites (72%), e outros produtos, como creme, sorvete, alimentos infantis, bebidas energéticas, bebidas lácteas, achocolatado, manteiga, doce de leite (53%) etc.

A pesquisa

produtoc lacteos leite queijo lactose

Em parceria com a empresa MindMiners, a Novozymes entrevistou 500 pessoas no período de 13 a 15/12/2017, com 20 perguntas, por meio de um aplicativo, com 58,4% de participação feminina e 41,6% masculina. Aproximadamente 30% dos participantes representam a classe B2, 23% na C1, 18% na B1, 15% na A e 14% na C2. Cinquenta e sete por cento deles possuem ensino superior, 40% ensino médio e 3% o ensino fundamental, com idades entre 18 e 41 anos.

Dos participantes, 61% afirmam consumir produtos 0% lactose, pois buscam por produtos mais saudáveis. Já outros 55% deles consideram que os produtos auxiliam na redução do desconforto gástrico e outros 52% consideram a menor formação de gases intestinais como um fator decisivo para a opção de produtos zero lactose.

Como fator para não consumir produtos tradicionais com lactose, 27% deles a consideram prejudicial à saúde e outros 37% têm alguém na família que é intolerante. Dos 500 participantes, 42% é intolerante à lactose e 27% deles acreditam na melhor qualidade dos produtos sem lactose.

Já os meios de informação sobre intolerância à lactose, o Google está com 59,6% entre os participantes, os médicos representam 58,8%, revistas de saúde e nutrição (35,4%), amigos (27,8%), Facebook/Instagram (18,4%). Entre as palavras mais pesquisadas por eles estão “produtos, alimentos, sintomas, lactose, saúde, causas, efeitos, leite, intolerância e medicamentos”.

Entre os produtos lácteos mais consumidos no país estão o iogurte, com 72,2%, leite longa vida (68%), sorvete (66,4%), manteiga (66,4%), leite condensado (61%), creme de leite (60,4%), leite em pó (56,2%), queijo mozarela e prato (52,8%), bebidas lácteas como achocolatados (45,8%), queijo minas (42,4%), outros queijos (37,4%), sobremesas lácteas (26,4%), leite pasteurizado (16,2%).

sem lactose.jpg

Relacionado também ao consumo, 37% dos participantes disseram estar dispostos a pagar mais por produtos 0% lactose em relação aos produtos lácteos em geral, indo de 10% a 40% a mais, representando 16% dos entrevistados.

Depois do primeiro consumo, a experiência positiva com os produtos 0% lactose geraram um grau de satisfação de 34% entre os entrevistados que, nessa média, afirmam que aumentaram o consumo para 50%.

Sobre a facilidade de encontrar produtos 0% lactose nos supermercados, leite em pó (37,6%), queijo minas (24,8%) e queijo mozarela e prato (27%) sempre encontram. Mas os iogurtes zero lactose são os mais encontrados e consumidores (50%). 21,4% dos participantes consumiriam sorvetes 0% lactose se encontrassem com mais facilidade. O mesmo vale para as sobremesas lácteas como petit suisse.

Oportunidades para novos produtos 0% lactose

leite biscoito mertilo morango.jpg

Os participantes questionados reforçaram que aumentariam seus consumos se houver uma maior variedade de produtos disponíveis de alguns lácteos, como iogurte (67,4%), sorvete (60%), leite condensado e manteiga (61,8%).

Aproximadamente 75,4% dos entrevistados afirmam serem influenciados com frequência – ou sempre – pela confiança que têm na marca. Outros 72,2% se preocupam com a garantia de que o produto é realmente 0% lactose e 72% também disseram atentar-se ao sabor do leite.

Outras questões, como versões desnatado ou semidesnatado não são a prioridade desse público e apenas 27,6% presta atenção na disponibilidade da versão pasteurizada do leite.

O preço é o que mais influencia na hora da escolha da marca do leite 0% lactose consumido (44,4%). E entre as características que mais desagradam os consumidores participantes estão o sabor diferente do leite padrão (47,6%), cor ligeiramente escura (38,0%), sabor adocicado (29,2%).

Entre os desejos dos consumidores estão produtos com redução de açúcares (65,6%), fortificado em cálcio (57,0%), sem aditivos (53,8%), fortificados com vitaminas e minerais (51,2%), com ômega 3 (50,4%), com fibras (48,0%), com alto conteúdo de proteína (47,8%), fórmula especial para mulheres (29,6%), fórmula especial para homens (20,8%), fórmula especial para adolescentes (19,4%).

Fonte: Novozymes

 

Arabesco ensina receita de coalhada fresca

Coalhada fresca ou seca podem ser consumidas puras ou como acompanhamento de pratos; versátil e saborosa, a coalhada pode ser saboreada pura, com azeite e pão sírio ou até como acompanhamento de pratos

Com apenas 103 calorias em 100 gramas, a coalhada pode, além de conferir um sabor especial, agregar às receitas, nutrientes como cálcio e proteína. Aliada da alimentação saudável, tanto as frescas, como a em pasta, podem ajudar a restaurar a flora intestinal, auxiliar no combate à osteoporose e ainda contribuir no ganho de massa muscular.

A coalhada nada mais é do que o leite fermentado, bem semelhante ao processo de produção do iogurte. No processo de fermentação, a gordura, os minerais e as vitaminas são preservados, mas a lactose, açúcar do leite, é reduzida, melhorando sua digestão.

O tradicional restaurante sírio-libanês Arabesco, localizado em Perdizes, conta com várias sugestões de pratos como, por exemplo, a coalhada com pepino e kibe assado (R$ 29,50). A coalhada fresca pura e gelada, servida com mel de laranjeira sai por (R$ 10,50) e a coalhada seca, acompanhada de pão sírio (R$ 26,95).

De acordo com Beto Isaac, restauranteur da casa, “a coalhada fresca pode substituir o leite em todas as vitaminas com frutas e em algumas receitas de bolos e massas”. Veja como fazer a coalhada em casa:

coalhada 2

Coalhada Fresca

Ingredientes
1 litro de leite integral
2 colheres (de sopa) de coalho

Modo de preparo
Colocar o leite numa panela, levar ao fogo até ferver. Retirar do fogo e deixar amornar até atingir, aproximadamente, 45º C (trata-se de uma temperatura quente, quase morna, porém suportável). Este será o ponto ideal para fazer a coalhada. À parte, diluir o coalho em um pouco de leite morno e, posteriormente, juntar ao restante. Mexer bem com uma concha da seguinte forma: mergulhar a concha no leite, levantá-la e, do alto, verter o leite de modo a fazer espuma e oxigenar. Repetir o procedimento algumas vezes. Repouse a vasilha da coalhada, em local protegido do vento, preferencialmente embrulhada em uma toalha, até o dia seguinte ou por 8 horas.

coalhada

Rendimento: 1 Litro – 4 porções

Tempo de preparo: 8 horas

Dificuldade: Fácil

Fonte: Arabesco

Lactose: mitos e verdades sobre o açúcar do leite

Pesquisas feitas em todo o mundo mostram que quase três em cada quatro pessoas no planeta (75%) reagem mal aos derivados do leite. No Brasil, estima-se que este percentual atinja 40% da população. A deficiência primária ocorre com a diminuição da produção da lactase como consequência do envelhecimento.

Esse fato é mais evidente em algumas etnias como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos). Estima-se que a intolerância à lactose atinja 6% das crianças com menos de três anos de idade e 3,5% em adultos, segundo levantamento do Ministério da Saúde.

Você sabe o que é a lactose? A nutricionista Priscila Bergamin, profissional parceira da Verde Campo, empresa referência e pioneira no mercado de produtos sem lactose, esclarece os principais mitos e verdades sobre ela.

A intolerância acontece pela incapacidade do organismo de digerir o açúcar do leite.

mulher bebendo leite

Verdade – a intolerância à lactose acontece por causa da deficiência de lactase, responsável por quebrar as moléculas de lactose e convertê-las em glicose e galactose, dois tipos de açúcar que geram energia para o organismo.

A lactose está presente em todos os alimentos derivados do leite.

pate lacfree

Mito – existem alguns queijos de fermentação longa, como o parmesão que, devido ao seu processo fermentativo, toda a lactose presente é metabolizada pelo fermento. “Encontramos produtos cuja lactose é hidrolisada por meio da adição da enzima lactase durante o processo produtivo, como os produtos LacFree, da Verde Campo, que oferece iogurtes, queijos e requeijão sem lactose”, complementa Priscila.

Produtos sem lactose são frutos de um processo químico que transforma a lactose em lactase.

freegreatpicture-leite

Mito – produtos sem lactose são frutos do processo bioquímico da hidrólise da lactose, ou seja, a lactose é “quebrada” por meio de uma reação enzimática da lactase.

Produtos sem lactose são pobres em cálcio.

mulher tomando leite

Mito – o teor de cálcio não depende do teor de lactose no produto.

A retirada da lactose da alimentação ajuda no emagrecimento.

barriga emagrecer

Mito –  toda dieta com a finalidade de emagrecimento deve ser orientada por um nutricionista. De maneira geral, para obter o emagrecimento, o indivíduo deve ingerir menos calorias do que gasta; a retirada da lactose não necessariamente diminuirá a ingestão calórica nem aumentará o gasto energético de uma pessoa.

Retirar a lactose do dia a dia diminui o inchaço abdominal.

barriga

Mito – o inchaço abdominal de um indivíduo pode ter diversos motivos. Nas pessoas com intolerância à lactose, o inchaço pode ser devido ao acúmulo de gases e líquidos no intestino.

Intolerantes à lactose não podem consumir produtos enriquecidos com whey protein.

verde campo lacfree

Mito – devido às tecnologias atuais, o teor de proteínas do soro (whey protein) não tem relação ao teor de lactose no produto. Se na embalagem do produto que contém whey protein contiver a informação “zero lactose”, o produto será seguro para o indivíduo com intolerância.

Todo mundo tem um desconforto com produtos com lactose.

homem dor estomago barriga

Mito – a lactose causa desconforto em quem é intolerante a ela ou se o consumo for excessivo.

Leites UHT sem lactose apresentam um sabor adocicado.

milkshake verde campo

Verdade – o poder de adoçar da lactose é inferior ao somatório do poder de doçura da glicose e galactose. Consequentemente, ao hidrolisarmos a lactose, é possível obter um produto com sabor mais adocicado, sem aumentar seu valor calórico original.

O leite de búfala tem menos lactose do que o de vaca.

leite

Mito – a quantidade de lactose é similar de ambos os tipos de leite.

A lactose só deve ser consumida durante a infância.

iogurte lacfree

Mito – a lactose é um carboidrato capaz de nutrir, que pode ser consumido durante toda a vida do ser humano, desde que esse não apresente intolerância à lactose.

Iogurtes têm baixa lactose, por isso são seguros para pessoas com intolerância.

verde campo iogurte

Mito – o único tipo de iogurte seguro para as pessoas com intolerância à lactose são os iogurtes zero lactose.

Fonte: Verde Campo

Não confunda intolerância à lactose com síndrome do intestino irritável

A síndrome do intestino irritável (SII) e a intolerância à lactose podem parecer semelhantes. Isso porque os sintomas de ambos os problemas são quase idênticos. Mas há diferenças distintas no porquê elas acontecem e como você lida com elas.

Se você tem intolerância à lactose é porque seu corpo não digere um tipo específico de alimento: o açúcar no leite. Se você tem SII, por outro lado, muitas coisas podem estar por trás de seus sintomas. Você pode ter ambas as condições ao mesmo tempo, mas são dois problemas separados.

Quais são os sintomas?

SII e intolerância à lactose podem causar:

-Inchaço ou aumento da barriga
-Dores
-Diarreia
-Gases

SII também pode causar constipação. Você pode ter muco em suas fezes ou sentir que não pode esvaziar completamente seu cólon. Os sintomas podem mudar ao longo do tempo e irrompem, melhoram ou desaparecem.

Junto com os outros sintomas, a intolerância à lactose pode causar náuseas. Você geralmente começa a se sentir mal entre 30 minutos e duas horas depois de tomar leite ou ingerir outros produtos lácteos.

homem dor estomago barriga

Quais são as diferenças?

Não está claro o que causa a síndrome. Alguns médicos acham que ela ocorre quando os músculos ao redor do cólon não funcionam corretamente para mover os resíduos. Problemas com os sinais entre o cérebro e os nervos no intestino também podem desempenhar um papel importante. Isso também pode acontecer quando alguém é muito sensível a gatilhos como alguns alimentos ou estresse.

Embora a causa ainda seja um mistério, os médicos sabem algumas coisas que podem aumentar o risco para SII, incluindo:

-Genes
-Infecções nos intestinos
-Estresse prolongado ou trauma emocional

A intolerância à lactose é melhor compreendida: o corpo não pode digerir o açúcar no leite, chamado lactose. Isso acontece quando o corpo não produz o suficiente da enzima lactase, que o intestino usa para quebrar a lactose. Não é uma condição nociva, mas pode evitar que você obtenha a quantidade certa de nutrientes importantes como o cálcio e a vitamina D, que a maioria das pessoas obtêm dos produtos lácteos.

O problema pode ser encontrado em famílias. Também é mais provável se a pessoa tiver outra doença digestiva, como:

-Colite ulcerativa
-Doença de Crohn
-Doença celíaca

mulher deitada na cama dor doente

Qual é o tratamento?

Apenas um médico pode dizer se os sintomas são provenientes da SII ou da intolerância à lactose. Eles geralmente diagnosticam SII com base nos sintomas que são descritos. Para intolerância à lactose, você precisará fornecer mais informações, como:

-O seu histórico familiar
-Um exame físico
-Um teste de respiração de hidrogênio. A lactose não digerida pelo corpo provoca altos níveis de hidrogênio. Durante o teste, a pessoa bebe algo com lactose e, em seguida, assopra em um “saco especial”. Um laboratório testa a respiração para encontrar o gás.

Os sintomas da SII podem ir e vir, mas é uma condição que você terá para o resto da vida. Não há cura para isso. Mas você pode usar algumas estratégias diferentes para gerenciar como se sente. Alterações na sua dieta e ferramentas para lidar com o estresse podem ajudar a aliviar seus sintomas. Medicamentos como antidiarreicos ou laxantes podem fazer você se sentir melhor. É importante consultar um médico para encontrar a abordagem que funcionará para você.

Também não há cura para a intolerância à lactose, mas, geralmente, o que ajuda é evitar o leite, o queijo e outros produtos lácteos. Algumas pessoas com essa condição podem lidar com pequenas quantidades desses alimentos e outras têm que cortá-las completamente. Um médico ou nutricionista pode ajudá-lo a descobrir a dieta certa e sugerir suplementos que possam ajudar. Existem substituições de enzimas lactase disponíveis que podem ser tomadas com alimentos, mas há diferentes graus de benefício.

Fonte: WebMD Medical Reference Avaliado por Minesh Khatri, MD em / 2, 18

 

 

Receita de sorvete caseiro para refrescar

O verão está terminando, mas o calor não está dando trégua na maior parte do país. Então, que tal uma receita de sorvete caseiro para refrescar ? A receita é da chef Luiza Zaidan

Ingredientes
1 lata de leite condensado Itambé
1 lata de leite Itambé (a mesma medida do leite condensado)
1 lata de creme de leite Itambé
3 ovos
6 colheres de sopa de açúcar
1 colher de café de raspas de limão
6 gotas de essência de baunilha
2 colheres de sopa de chocolate em pó

Modo de preparo
1 Em uma panela, coloque o leite condensado, o leite e as gemas peneiradas. Misture até dar ponto de creme e coloque para esfriar.
2 Bata as claras em neve e acrescente o açúcar e as raspas de limão.
3 Quando o creme estiver frio, misture com as claras em neve e o creme de leite sem soro e a essência de baunilha.
4 Em uma forma de furo no meio, dissolva o chocolate com duas colheres de sopa de água e despeje sobre ele o creme pronto.
5 Leve ao freezer por cinco horas.
6 Para desenformar, retire do freezer um pouco antes de servir.

sorvete caseiro gde.jpg

Fonte: Itambé