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do bem lança leites vegetais, ideais para quem tem restrições alimentares

A carioca do bem começa 2018 com o lançamento de uma linha de bebidas com leite vegetal. Desenvolvidos durante um ano, os leites do bem são verdadeiros aliados da nutrição, com cálcio, baixa caloria, sem lactose e sem glúten.

“Em 2009 mudamos o mercado de sucos no Brasil ao oferecer a primeira linha de sucos integrais sem conservantes em caixinhas. Agora, chegou a hora de ‘atualizar’, outro mercado: o de leite. A nossa fazenda são os coqueiros das praias”, conta Marcos Leta, idealizador da do bem.

A linha de leites vegetais do bem chega em quatro sabores: original, baunilha, chocolate e café com leite. Todas as bebidas da linha são feitas a partir do coco maduro, e por serem de origem vegetal são uma excelente alternativa natural ao leite de vaca.

“O leite vegetal é uma ótima opção que traz benefícios, concentrando nutrientes em quantidades adequadas. O destaque é para o cálcio, que em uma porção de 200 ml, a bebida vegetal fornece 300 mg de cálcio, valor semelhante a um copo de leite de vaca (250 mg aproximadamente)”, explica a nutricionista Fernanda Parziale, da E4 Consultoria.

Para apresentar os lançamentos aos consumidores, a do bem estreou uma campanha em suas mídias sociais que tem criação do estúdio Hardcuore. Com a assinatura, “Atualize o seu leite e dê férias para as vacas”, a campanha conta com vídeo de 40 segundos no formato de animação, que explora de maneira bem-humorada as diferenças entre o leite de vaca e o leite de coco do bem. Confira o vídeo clicando aqui.

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Além do filme, a do bem irá conectar os consumidores com a vaca, personagem central da campanha, por meio do perfil do Instagram @Vacation_dobem. Na página, será possível acompanhar as férias da personagem que irá registrar os lugares que irá conhecer, além de interagir com o público dando dicas e recebendo sugestões. ]

SAC: do bem – 21-2287-5767

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Mitos e verdades sobre o cálcio

Um dos minerais mais importantes para o organismo, o cálcio auxilia na formação e manutenção dos dentes e dos ossos. No entanto, ainda existem alguns mitos sobre o seu consumo

O cálcio é um nutriente fundamental para o organismo. Embora sua principal função esteja relacionada à formação e manutenção de dentes e ossos, ele também auxilia na contração muscular, na pressão arterial, na coagulação e na transmissão de mensagens no interior das células. E, apesar de sua importância ser amplamente divulgada, muitas informações que não são inteiramente verdadeiras também são difundidas.

A ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro, esclarece seis questões-chave sobre o cálcio e sua importância para o organismo:

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-É o mineral presente em maior quantidade no organismo? Verdade. Estima-se que 1% a 2% do peso de um adulto seja composto pelo nutriente, sendo que 99% está nos dentes e nos ossos.

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-O leite e seus derivados são as principais fontes de cálcio da dieta para o corpo humano? Verdade. O leite e seus derivados são as principais fontes de cálcio, representando 80% de uma alimentação adequada em cálcio, tanto que especialistas recomendam a quem tem osteopenia e osteoporose uma dieta rica nesses alimentos, com pelo menos três porções diárias.

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Foto: Jeltovski

-Suplementos de cálcio não contêm quantidades adequadas do mineral? Mito. Suplementos de cálcio contêm a quantidade necessária do mineral, tanto que muitos médicos prescrevem para pacientes que têm déficit da substância no organismo. Atualmente, há opções no mercado que oferecem quase a metade da ingestão diária recomendada em apenas um tablete ou comprimido.

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-Leite integral e desnatado têm o mesmo nível de cálcio? Verdade. Um litro de leite desnatado contém a mesma quantidade de cálcio do que a versão integral (1000 mg). Portanto, o fato de ter menos gordura não interfere no nível do mineral no alimento. Além disso, existem opções dietéticas de leite que são enriquecidas com cálcio.

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-A menopausa pode fazer com que os ossos das mulheres percam cálcio? Verdade. As alterações hormonais da menopausa levam à diminuição do nível de estrógeno, que ajuda a proteger os ossos de forma natural. Com isso, há uma desmineralização óssea mais acelerada. Para reduzir o risco de osteoporose, muitos médicos recomendam, além de uma dieta rica em cálcio, a ingestão de suplementos desse mineral e de vitamina D durante a terapia de reposição hormonal, principalmente para mulheres que não conseguem manter uma dieta com a quantidade necessária do nutriente.

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-Para manter bons níveis de cálcio no organismo, basta ingerir alimentos ricos no mineral? Mito. Além de incluir alimentos ricos em cálcio no cardápio, é preciso diminuir a ingestão de substâncias que facilitam sua eliminação pela urina. São eles: sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Outro hábito importante é praticar atividades físicas ao ar livre, já que o sol ajuda na sintetização da vitamina D, facilitando a fixação do cálcio.

Suplementação diária

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Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché

 

Cerveja Pingado pode ser finalizada com leite vaporizado

A inovadora Pingado, disponível no Brasil e nos EUA, leva café maturado em barril de cachaça e lactose em sua composição

Dificilmente encontraremos um brasileiro que não conheça o tradicional “pingado”, bebida muito popular nos botecos e padarias espalhados pelo Brasil. Servido geralmente em um copo conhecido como “americano”, é uma mistura de café com um pingo de leite. Inspirada por esse clássico nacional, a cervejaria paranaense Way Beer acaba de lançar a cerveja Pingado, disponível em chope e latas de 473ml não pasteurizadas.

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Um dos grandes destaques da Pingado, cerveja do estilo Hazy Brown Ale que apresenta 5,2% de teor alcoólico e 18,8 de IBU, fica por conta da utilização do café Acaiá Vermelho, produzido pela Franck’s Ultra Coffee. Os grãos foram maturados em barris de cachaça da Cachaçaria Porto Moretes. A cerveja recebeu, também, a adição de lactose, açúcar presente no leite. Por não ser consumida pelas leveduras que fermentam a cerveja, a lactose trouxe corpo para a bebida, além de um pequeno dulçor e a sensação da presença do leite.

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Querendo proporcionar uma experiência única para os consumidores, a Way Beer pensou, até mesmo, em uma forma nova e curiosa para servir a cerveja. Seguindo dicas de baristas e mestres cervejeiros, a Pingado pode ser finalizada com uma camada de leite vaporizado sobre a cerveja, mescla que resulta em uma combinação perfeita e com sabores bem brasileiros. Assista ao vídeo demonstrativo clicando aqui. 

Informações: Way Beer

Pet Milk agora com maior concentração de proteínas, lipídios e prebióticos

A Vetnil relançou o Pet Milk, produto indicado para alimentação e suplementação de filhotes órfãos recém-nascidos, ou quando a mãe fica impossibilitada de amamentar, o que pode ocorrer por diversas causas como ninhadas numerosas, mastites, traumas etc.

“Adequamos os níveis de garantia do Pet Milk em virtude de novas pesquisas, incluindo um maior teor de proteínas brutas (que também estão mais biodisponíveis), mais lipídios (garantindo energia) e menos fibras (para evitar constipações). Também equilibramos os níveis de cálcio e fósforo, aumentando a solubilidade no preparo com água, além de ampliarmos a quantidade de vitaminas, especialmente de ácido fólico, para tratar adequadamente dos filhotes de cães e gatos”, explica Fernanda Cioffetti Marques, médica veterinária da Vetnil.

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Ela destaca, ainda, a ausência de lactose na formulação do produto, importante para evitar distúrbios intestinais dos pequenos. “O filhote somente está apto à digestão da lactose após 21 dias de vida, então o Pet Milk é extremamente seguro em qualquer idade, inclusive recém-nascidos (neonatos). Outro benefício da nova formulação é a presença de prebióticos (FOS), que contribuem para uma digestibilidade adequada”, complementa.

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Agora, as embalagens do novo Pet Milk estão disponíveis de maneira mais prática: em sachês zip lock (fecha fácil); em nova apresentação, com 100g, adequada a necessidades específicas para ninhadas pequenas, uso individual, experimentação, felinos e raças de pequeno porte; novo dosador, facilitando o preparo; uma tabela de doses e modo de preparo mais visíveis no rótulo do produto e informações fundamentais para garantir a sobrevivência dos recém-nascidos.

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Informações: Vetnil

Bob’s e Bauducco fazem parceria

Desde maio, a rede Bob’s incluiu novas delícias no menu: na linha de sobremesas, o exclusivo Milk-shake Nut’s com Cookies Bauducco, que inclui ainda na receita creme de avelã com chocolate. Já para o café da manhã, a linha de pães de queijo recheados, que contará com os sabores Creme de Avelã com Chocolate, Polenguinho, Cheddar e Queijo.

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Disponível em todas as lojas e quiosques do Brasil, o novo milk-shake é resultado de uma parceria entre o Bob’s e a marca Bauducco. A novidade trouxe mais crocância ao sabor de creme de avelã com chocolate.

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Os pães de queijo recheados vão deixar o café da manhã mais saboroso, com opções doces e salgadas, porém, estarão disponíveis exclusivamente nos pontos de venda que contam com café da manhã e serão servidos até às 11 horas.]

Informações: Bob’s

 

 

Três porções de lácteos por dia

Você sabe quais são todos os derivados do leite? O que são os lácteos? E quando recebemos a recomendação para ingestão de 3 porções de lácteos por dia? São todas iguais para cada tipo? Antes de mais nada, vale entender o que é uma porção.

Segundo a consultora da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) e nutricionista, Ana Paula Del´Arco, uma porção de qualquer alimento é calculada com base nas calorias que os alimentos oferecem em determinada quantidade. Depois que há definição calórica, se avalia a quantidade de nutrientes que a porção de determinado grupo alimentar entrega e então se define a quantidade de porções necessárias na dieta.

“Ou seja, para cada grupo alimentar o valor calórico é que define uma porção e os nutrientes entregues em cada porção são considerados no cálculo dietético de cada indivíduo”, explica a especialista.

No caso dos derivados do leite, por conta da importância nutricional ímpar deste grupo alimentar, e por ser a principal fonte de cálcio da dieta, quando estabelecidas as porções deste grupo alimentar, se considera as recomendações mínimas de ingestão de cálcio, que diferem para cada faixa etária.

Sendo assim, as porções de lácteos que devem ser consumidas no dia, devem suprir as necessidades de cálcio do indivíduo, respeitando um aporte calórico em torno de 100 a 120 calorias por porção.

Nutricionalmente falando, são considerados como 1 porção de lácteos aqueles derivados que entregam os requisitos nutricionais de cálcio e calorias: o próprio leite, o iogurte e os queijos. Os outros derivados são apenas variações na manufatura e não são equivalentes nutricionais de uma porção de lácteo.

Confira as características nutricionais daqueles alimentos que são considerados na recomendação de 3 porções de lácteos ao dia:

1 – Leite – o leite pode ser o alimento final (puro ou acrescido de outros ingredientes) ou a matéria-prima para a produção de outros alimentos. Um copo de 200 ml de leite integral puro entrega 115 calorias (kcal) e 246 miligramas (mg) de cálcio.

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2 – Iogurte –  é um produto derivado da fermentação do leite por duas bactérias (Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus) e que pode ser consumido puro, em sua forma natural ou acrescido de outros ingredientes. Um copo de 200 gramas de iogurte natural sem açúcar entrega 102 kcal e 286 mg de cálcio.

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Foto: Barista

3 – Queijo – o queijo é produzido a partir da coagulação do leite; primeiro pela acidificação bacteriana do leite e depois pela transformação enzimática do leite em coalhada e soro. Uma fatia de 50 gramas de queijo minas frescal entrega 123 kcal e 289,50 mg de cálcio.

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Já os outros derivados do leite, são variações na manufatura e devem compor a dieta, pois também oferecem cálcio. Este alimentos devem fazer parte da dieta (compor um plano dietético) sem levar em consideração o volume de uma porção de lácteo na perspectiva nutricional. São eles:

Requeijão – 3 colheres de sopa rasas (45 gramas) de requeijão cremoso entregam 115,65 kcal e 116,55 mg de cálcio.

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Foto: Pixabay

Manteiga – 1 colher de sopa rasa (15 gramas) de manteiga entrega 113,70 kcal e 0,6 mg de cálcio.

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Foto: FreeGreatPictures

Creme de Leite* – 1 colher de sopa cheia (20 gramas) de creme de leite entrega 44,20 kcal e 16,60 mg de cálcio.

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Foto: Cowgirl Creamery

Leite Condensado* – 1 colher de sopa cheia (20 gramas) de leite condensado entrega 62,60 kcal e 49,20 mg de cálcio.

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Foto: Pixabay

*Vale ressaltar que tanto creme de leite quanto leite condensado, são ingredientes de outras preparações e, em sendo assim, os valores de calorias e de cálcio são aqueles presentes em uma medida caseira (1 colher de sopa cheia) e não em 1 porção em si, pois estes alimentos não têm porções de consumo como alimento, apenas como ingrediente.

Fonte: Associação Brasileira de Laticínios

Três teorias que ajudam a explicar o papel positivo dos lácteos

Nenhum alimento deve ser vilão quando o assunto é emagrecimento. O que engorda é uma alimentação irregular e desequilibrada. A nutricionista e consultora da Associação Brasileira de Laticínios – Viva Lácteos, Ana Paula Del´Arco, faz o alerta e explica que a conta é simples: o que faz você ganhar ou perder peso é a falta de equilíbrio entre o que se come (calorias dos alimentos) e o que se gasta (calorias para sobreviver + calorias nas atividades diárias e atividades físicas).

A conta leva em consideração quantas calorias cada pessoa usa para sobreviver (metabolismo basal) + quantas calorias o organismo usa para fazer as atividades do dia-a-dia (estudar, andar, trabalhar) + quantas calorias são gastas nas atividades físicas. A partir desta informação, é possível avaliar para quantas calorias cada pessoa deve ingerir para manter a balança equilibrada.

E onde entram o leite e os derivados nesta história? Pois é, nenhum tipo de alimento entra nesta conta isoladamente e alguns deles podem dar uma ajudinha no metabolismo.

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Foto: ALLFOOD

Algumas evidências que mostram o papel positivo dos lácteos:

1 – Estudo publicado neste ano (1) investigou mais de 18 mil mulheres (idade superior a 45 anos) que não eram obesas ou apresentavam sobrepeso (tinham IMC normal). Durante 11 anos de estudo, em torno de 8 mil mulheres se tornaram obesas ou apresentaram sobrepeso. Os pesquisadores verificaram que um menor ganho de peso estava estatisticamente associado a uma maior ingestão de produtos lácteos integrais, ou seja, ricos em gordura. Portanto, há menor risco de sobrepeso e obesidade no grupo de mulheres com maior consumo de lácteos com gordura.

2 – Em outra publicação recente (2), uma metanálise de 10 estudos, com três anos de seguimento em média, envolvendo 46 mil crianças e adolescentes, verificou que crianças que tinham maior consumo de lácteos estavam 38% menos propensas a ter excesso de peso na infância.

3 – Este mesmo estudo mostra que pode haver redução do risco de sobrepeso e obesidade em 13% de crianças e adolescentes entrevistados, com o aumento do consumo de 1 porção de lácteo ao dia. O estudo conclui que há evidências robustas de que o consumo de leite está inversamente associado com o risco de excesso de peso (sobrepeso e obesidade) na infância (2).

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Foto: Profet77/Pixabay

Cientificamente falando, 3 são as razões de consumir lácteos para controle do peso:

1 – Pessoas que consomem lácteos mantêm uma dieta equilibrada, com variedade de grupos alimentares e, portanto, são mais saudáveis – estudo de Harvard, EUA, comprova que pessoa que consomem iogurte são mais magras. O que se observa é que as pessoas que consomem lácteos diariamente são aquelas que mantém uma vida saudável, que se preocupam mais com a alimentação, mantendo uma dieta equilibrada com variedade alimentar e, portanto, são mais saudáveis.

2 – A proteína presente nos lácteos, além de apresentar ótima qualidade biológica para o corpo, traz saciedade, diminuindo o impulso de comer a todo instante – Além de ter uma composição ideal de aminoácidos para o corpo e para a síntese de proteínas musculares, a proteína do leite traz saciedade, o que diminui o consumo excessivo de energia (alimentos). A proteína láctea é composta por 80% de caseína e 20% de proteína do soro (conhecidas como whey-protein) e cada uma tem característica de absorção diferente, sendo as proteínas do soro absorvidas mais rápido proporcionando uma saciedade a curto prazo, ao passo que as caseínas, por terem uma absorção mais lenta, contribuem para a saciedade a longo prazo.

3 – Os teores de cálcio dos produtos lácteos também têm efeito na adiposidade – a grande ingestão de cálcio contribui para regular a adiposidade. O que possivelmente acontece é que o aumento do consumo de cálcio dietético, induz (via paratormônio-PTH) a diminuição das quantidades de cálcio intracelular na célula de gordura (adipócito), aumentando assim a lipólise (que é a quebra da gordura corporal para fornecer energia ao corpo) e reduzindo a expressão da enzima que regula a deposição de gordura nos adipócitos (enzima ácido graxo sintetase) (3).

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Referências Bibliográficas:

1. Rautiainen S, Wang L, Lee IM, Manson JE, Buring JE, Sesso HD. Dairy consumption in association with weight change and risk of becoming overweight or obese in middle-aged and older women: a prospective cohort study. Am J Clin Nutr., 2016; 103(4):979-88.
2. Lu L, Xun P, Wan Y, He K, Cai W. Long-term association between dairy consumption and risk of childhood obesity: a systematic review and meta-analysis of prospective cohort studies. Eur J Clin Nutr., 2016; 70(4): 414-23.
3. Garcia AC, Roschel H, Del-Favero SM, Benatti FB. Cálcio e composição corporal. Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr. (J. Brazilian Soc. Food Nutr.), 2014; 39(1): 144-53.

1º Festival de American Milkshakes em Curitiba

Promovido pelo New York Cafe, o evento traz diversas opções da bebida com preços fixos em R$ 13,50 e R$ 15

Não há quem não se delicie provando um milk-shake. A bebida, que é a cara do povo norte-americano, é preparada a base de leite e sorvete e ganha sabores com os mais diversos tipos de caldas. Para quem é fã da mistura, o New York Cafe, estabelecimento que oferece o melhor da gastronomia e da cultura nova-iorquina na cidade de Curitiba, está promovendo, entre os dias 17 de março e 02 de abril, a primeira edição do Festival de American Milkshakes.

Durante o festival, o público tem a oportunidade de saborear diversas opções da bebida que já fazem parte da carta da casa com preço único de R$13,50: Strawberry shake (morango), Chocoshake (chocolate), Coffeeshake (café), Peanut butter chocoshake (milk-shake de manteiga de amendoim e chocolate), NY berries shake (frutas vermelhas), Dulce de leche shake (doce de leite), Bacon shake (bacon e banana), Yellow shake (frutas amarelas) e o Caramel apple shake (caramelo e maçã).

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Milk-shake Bacon

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Milk-shake Frutas Vermelhas

 

Além disso, o festival traz sabores inéditos com o preço único de R$15,00: NY Cheesecake-shake (Milk-shake de cheesecake de frutas vermelhas), Marshmallow and M&m’s shake (feito com Marshmallow e confeitos), Red Velvet shake (Milk-shake de calda de morango e red velvet cake), Chocolate Cookies and Caramel Shake (Biscoito de Chocolate e caramelo).

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Milk-shake Cheesecake

 

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Milk-shake Marshmallow M&M’s

 

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Milk-shake Red Velvet

De acordo com o chef e proprietário do estabelecimento, Luiz Santo, o preparo dos Milk-shakes do New York Cafe obedece às tradicionais receitas norte-americanas, dando destaque para os sabores e caldas. “Procuramos ser absolutamente fiéis ao preparo da bebida, obedecendo as porções de ingredientes, que fazem do Milk-shake uma das mais tradicionais bebidas norte americanas”, detalha o chef.

New York Cafe – Rua XV de Novembro nº 2916, Alto da XV, Curitiba. Horários: 15 às 23 horas, de segunda a sexta; e das 12 às 23 horas aos sábados e domingos.

 

Bebida de Leite de coco

Novidade no segmento de leites vegetais, produto é versátil e terá quatro versões

Depois conquistar o mercado com sua água de coco 100% natural, a Obrigado lançou uma linha de bebidas. Opção saudável para qualquer hora e local do dia como café da manhã, lanche da tarde, no trabalho e na escola, o leite de coco pronto para consumo, sem lactose, chega nas versões original, manga e maracujá, chocolate, e banana com morango e linhaça.

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O leite de coco da Obrigado traz dez vitaminas em sua composição, além do ácido láurico, uma poderosa substância natural, também encontrada no leite materno, com propriedades antivirais, antifúngicas, antibacterianas, digestivas, imunoestimulantes, antioxidantes e que ainda age regulando os hormônios da tireoide e acelerando o metabolismo.

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“Os leites vegetais vêm crescendo muito no Brasil por oferecerem alternativas saudáveis e serem ideais para os intolerantes à lactose. A missão da Obrigado foi encontrar a melhor matéria-prima para pessoas que buscam um leite saudável. A marca é comprometida em trazer sempre produtos de alta qualidade, diferenciados, saborosos e com muitos benefícios para a saúde, mostrando a diversidade e vantagens que o coco traz para o dia a dia” explica Roberto Lessa, vice-presidente da Obrigado.

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Segundo dados brasileiros, 70% dos adultos têm sintomas de intolerância após consumir leite de vaca ou derivados. “O leite de coco pode ser consumido por todos, principalmente pelos alérgicos e por quem tem qualquer nível de intolerância a lactose. Além disso, é sem conservantes, sem colesterol e sem glúten”, afirma Carolina Godoy – nutricionista da Consultoria Equilibrium.

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A bebida é fonte de cálcio e enriquecida com dez vitaminas – Vitamina A, Vitamina C, Vitamina D, Vitamina E, Vitamina B1, Vitamina B3, Vitamina B5, Vitamina B6, Vitamina H (Biotina), fornecendo carboidratos, que são macro nutrientes que levam energia para o corpo, gorduras boas que participam de vários processos do metabolismo e dão saciedade, fornecendo uma alimentação balanceada e nutritiva com preço acessível.

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As bebidas são encontradas em diversos pontos de vendas do país, de supermercados a empórios naturais e lojas de conveniência. Os produtos têm dois tamanhos: 350ml por R$ 8,90 e de 1L por R$ 11,90.

Informações: Obrigado

Alguns fatos sobre intolerância à lactose

Segundo a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), estima-se que aproximadamente 22% da população brasileira tenha intolerância à lactose. Então, por que tantas pessoas ainda se apavoram e excluem os lácteos da dieta de forma desnecessária? Conheça 8 fatos sobre a intolerância à lactose que te ajudarão a compreender se você também faz parte desse grupo.

1- Uma reação alérgica é sempre mediada pelo sistema imunológico.

Os casos de alergias alimentares são quase sempre mediados pela imunoglobina da classe E (IgE), relacionadas às proteínas, que por sua vez podem ser de origem animal (caso de alergia ao ovo, por exemplo) ou origem vegetal (alergia ao amendoim ou trigo, por exemplo) e podem causar manifestações cutâneas ou digestivas.

2- As reações de intolerância estão quase sempre relacionadas a não assimilação de um carboidrato pelo organismo.

As pessoas que têm intolerância à lactose apresentam uma deficiência (que pode ser total ou parcial) da enzima lactase, que atua na digestão da lactose.

3- Não existe alergia a lactose.

A lactose é o açúcar do leite, um carboidrato (dissacarídeo) composto por glicose e galactose, e que fornece energia ao corpo. Considerando que são as proteínas as responsáveis por desencadear respostas imunológicas, a lactose não está, portanto, relacionada a nenhum processo alérgico, apenas à intolerância.

4- Inchaço e dor abdominal nem sempre significam intolerância a lactose.

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Os sintomas mais comuns são inchaço associado ao desconforto ou dor abdominal (cólicas) e diarreia, que pode se manifestar de forma leve e até mesmo de forma grave. Importante destacar que em qualquer processo digestivo, um inchaço leve é normal e faz parte do processo, uma vez que há aumento do volume do estômago pela própria presença do alimento e também produção de gases decorrentes de fermentação de alguns nutrientes pela microbiota intestinal.

5- A intolerância à lactose pode ser revertida.

É de extrema relevância, tanto por parte dos profissionais quanto da população, o conhecimento da condição digestiva, levando em consideração a severidade do caso, pois a intolerância à lactose pode ser momentânea e, em alguns casos, revertida.

6- A exclusão de lácteos da dieta não é a solução para intolerância.

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A exclusão dos lácteos da dieta, sem acompanhamento de um profissional, não é a solução, pois acarreta em prejuízos nutricionais. A American Academy of Pediatrics esclarece que a exclusão da dieta dificulta o atingimento do correto balanço nutricional, principalmente em cálcio. Os lácteos são excelentes fontes de cálcio e possuem bom percentual de absorção; além disso, a lactose e outros compostos melhoram a absorção de cálcio no intestino.

7- Europeus e africanos possuem maior tolerância a lactose.

Uma equipe de geneticistas da universidade de Maryland, EUA, estudou uma nova abordagem em que a tolerância à lactose pode ser vista como uma evolução genética da espécie humana, observada em povos europeus e recentemente identificada também em povos africanos. Acredita-se que a permanência do gene da lactase ativo seria uma evolução da espécie, uma vez que houve a necessidade de manter a lactase ativa para digerir o leite, alimento que começou a ser ingerido pelo homem em todas as fases de sua vida, após o advento da pecuária, há aproximadamente 9 mil anos.

8- Intolerantes à lactose podem consumir lácteos.

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Dependendo do grau de intolerância e do grau de severidade dos sintomas o consumo de lácteos é indicado. O iogurte possui sua carga de lactose reduzida, em torno de 25% a 50% (varia de acordo com o iogurte), devido ao processo de fermentação, em que as bactérias que o fermentam utilizam a lactose como matéria-prima para fermentação, produzindo o ácido láctico, responsável por conferir sabor ácido e consistência. Pesquisas recentes ainda mostram que durante o processo de fermentação do iogurte, a atividade das bactérias produz metabólitos e dentre estes, uma enzima chamada β-galactosidase, que auxilia na assimilação da lactose. Os queijos também são lácteos que apresentam baixo ou nenhum teor de lactose e possuem alto teor de cálcio.

Fonte: Viva Lácteos