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Duas receitas com doce de leite uruguaio para arrasar na hora da sobremesa

Fruto da simples combinação de leite e açúcar e algumas técnicas mantidas sob sigilo de estado, o doce de leite é uma das iguarias mais aclamadas ao redor do globo. Patrimônio cultural gastronômico de países sul americanos, como a Argentina e o Uruguai, basta visitá-los para conferir de perto o protagonismo do doce em preparo de receitas e sobremesas.

Nos restaurantes do Enjoy Punta del Este não é diferente. O chef Nicolás Zunino, responsável pelos restaurantes do resort, elaborou duas receitas clássicas com o doce uruguaio que já figuram entre as mais pedidas de hóspedes e visitantes.

Confira abaixo as receitas:

Vulcão de doce de leite

Conrad Punta del Leste
St Tropez
Chef Eric Colomb
Vulcano di doce de leiteConrad Punta del Leste
St Tropez
Chef Eric Colomb
Vulcano di doce de leite

Ingredientes massa:
– 600g de doce de leite uruguaio
– 4 ovos inteiros
– 3 gemas
– 3 colheres de farinha de trigo
– uma pitada de sal

Ingredientes recheio:
500g de doce de leite uruguaio
250g de creme
250g de leite

Modo de preparo recheio:
Misture todos os ingredientes e coloque em recipientes pequenos, do tamanho de pastilhas, e leve ao congelador por 6 horas.

Modo de preparo massa:
Misture todos os ingredientes em uma tigela até formar uma massa uniforme e homogênea. Pegue pequenas formas de cupcake, devidamente untadas com manteiga e farinha, e coloque a massa até a metade. Pegue uma pastilha de recheio congelada e coloque no meio e complete com mais massa. Repita a operação nas demais formas e leve para assar com forno em temperatura de 180º por 12 minutos, desenformando e servindo ainda quente.

Mousse de doce de leite

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Ingredientes
– 700g de doce de leite uruguaio
– 600g de creme de leite
– 200g de clara de ovo
– 8 folhas de gelatina sem Sabor
– uma pitada de sal

Modo de preparo
Bata o creme de leite gelado em velocidade média por 5 minutos e reserve. Em outro recipiente, bata o doce de leite juntamente com as gelatinas já dissolvidas em água morna por 3 minutos em velocidade média e reserve. Pegue um terceiro recipiente e bata as claras até atingir o ponto de neve, em velocidade alta, e adicione delicadamente o doce de leite batido, mexendo com uma colher até incorporar bem. Por último adicione o creme de leite. Após esse processo, basta colocar o mousse em tigelas individuais e levar a geladeira por três horas antes de servir.

Fotos: Mauro Holanda

Fonte: Enjoy Punta del Este

 

 

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Leite de coco: opção para intolerantes à lactose e quem busca bebidas saudáveis

Leite vegetal é, mais do que nunca, tendência de consumo – tanto para os intolerantes à lactose e quem busca consumir menos gorduras. Pensando nesse público e em utilizar 100% de sua matéria-prima, a Obrigado, empresa baiana conhecida por sua água de coco, lançou uma linha de bebidas à base de leite de coco.

É uma opção versátil e saborosa para quem aprecia ou prefere leites vegetais e cansou da soja e derivados. Está disponível nos sabores Natural, Chocolate, Manga & Maracujá, Banana, Morango & Linhaça, nos tamanhos 200ml e 1L, Tetra Pak. Em breve será lançada no formado “on the go”, numa pet de 350ml, perfeita para ser vendida gelada.

Além de possuir um baixíssimo valor calórico comparado ao utilizado para cozinhar, a bebida é saudável de verdade – tem mais de dez vitaminas na composição e ácido láurico, uma substância natural também encontrada no leite materno, com propriedades antivirais, antifúngicas, antibacterianas, digestivas, antioxidantes e que ainda age regulando acelerando o metabolismo. Como a água de coco da marca, quase não recebe adição de conservantes, colesterol e glúten.

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Informações: Obrigado

 

 

 

Dia mundial do leite: dez razões para consumi-lo em todas as fases da vida

Ontem, 1º de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Leite. Alimento rico em nutrientes, como cálcio, vitamina D, fósforo, proteínas e gorduras que, além de promover o equilíbrio de outros nutrientes, comprovadamente fortalecem ossos e os dentes, músculos e vasos sanguíneos.

“O incentivo ao consumo de lácteos deve ocorrer em todas as fases da vida, uma vez que estes alimentos entregam vários benefícios para a saúde, além de preservar um padrão dietético mais saudável”, destaca Ana Paula Del’Arco, nutricionista e consultora da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos).

Não se alimente de mitos

O adulto não deve tomar leite. Isso é um mito. Os nutrientes do leite, proteínas, cálcio, vitaminas e outros minerais, são essenciais em todas as fases da vida. O consumo de cálcio é vital para manter seu nível estável no sangue, se não, o organismo consome o cálcio dos ossos, gerando osteoporose, por exemplo. O leite é considerado um alimento completo por conter proteínas, fósforo, potássio e zinco, ser a maior fonte de cálcio e importante fonte de vitaminas A ,D, B2 e B12. O leite pode contribuir ainda para prevenção de doenças do coração, diabetes e controla nível de colesterol no sangue. A recomendação da Organização Mundial de Saúde é de três porções por dia de lácteos.

Existem 10 razões para manter leite e seus derivados na dieta durante todas as fases da vida:

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1 – Reconhecimento mundial: os guias alimentares do Reino Unido e Estados Unidos reforçam a necessidade do consumo de lácteos. Além das refeições principais, o guia alimentar do Brasil traz a composição dos lanches intermediários ou pequenas refeições (como citado no guia), onde os lácteos recebem destaque, principalmente o leite e o iogurte natural.

2 – Alta concentração de nutrientes:  lácteos têm relevância como uma das principais fontes de cálcio na alimentação, quando consideradas as quantidades e percentual de absorção. O cálcio exerce papel fundamental na regulação de processos intracelulares, além de ser essencial para a saúde óssea.

3 – Cálcio para todas as fases da vida: é um importante destaque nutricional dos lácteos. Sua relevância como principais fontes de cálcio na alimentação, ou seja, exerce papel fundamental na regulação de processos intracelulares, além de ser essencial para a saúde óssea.

4 – E mais do que cálcio: leite é uma fonte importante de proteínas, vitaminas, gorduras, que compreendem uma gama riquíssima de nutrientes de alto valor biológico e fundamentais para o ser humano.

5 – Integra o rol de nutrientes necessários para o funcionamento do corpo humano: lácteos são reconhecidos pelos atributos nutricionais, por serem fontes importantes de proteína de alto valor biológico, com todos os aminoácidos essenciais, sendo as proteínas lácteas compostas pelas caseínas (que são proteínas altamente estáveis e não são facilmente alteradas pelo calor) e pelas proteínas do soro, que representam 20% das proteínas lácteas e se destacam por sua importância na síntese de proteínas sanguíneas e teciduais.

6 – Para a infância: desde o nascimento, o bebê inicia a fase láctea, já que a amamentação é a via de alimentação do bebê; seja amamentação com leite materno ou por meio de fórmulas lácteas. Estimular essa fase é muito importante, uma vez que qualquer deficiência nutricional pode ser grave e afetar o desenvolvimento de algum sistema orgânico.

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7 – Controle da obesidade: os lácteos ajudam na prevenção do ganho de peso desordenado. Uma revisão de 10 estudos sobre o tema, publicados com 3 anos de seguimento em média e envolvendo 46 mil crianças e adolescentes, verificou que aquelas com maior consumo de lácteos estavam 38% menos propensas a ter excesso de peso na infância. Ainda, este estudo verificou que pode haver redução do risco de sobrepeso e obesidade em 13%, com o aumento do consumo de 1 porção de lácteo ao dia. O desenvolvimento de hábitos saudáveis engloba uma alimentação saudável, qualidade de sono adequada e prática suficiente de atividade física na infância. Esta revisão de estudos foi realizada em 2016 pelo Departamento de Nutrição Clínica do Hospital Xin Hua Hospital, Faculdade de Medicina de Xangai e a Jiao Tong University em Xangai, China.

8 – Na adolescência: até a puberdade, durante a adolescência, o corpo requer o aporte adequado de nutrientes, sobretudo cálcio, pois os ossos continuam crescendo. Segundo as recomendações do Institute of Medicine (IOM) o cálcio é de fundamental importância e relevância nesta fase da vida, onde o ser humano completa sua formação biológica. “O consumo de lácteos é muito importante também na adolescência para o desenvolvimento e a consolidação da matriz óssea, que garante a dureza e o crescimento sadio dos ossos, reduzindo o risco de desenvolvimento de osteoporose e outras doenças ósseas no futuro”, alerta Ana Paula.

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Foto: Alamy

9 – No mundo, a população está envelhecendo: estima-se que em 2050, 20% a população mundial tenha mais de 60 anos. Para que o envelhecer venha junto com uma boa qualidade de vida, a alimentação equilibrada é fundamental. Sendo assim, os lácteos são ótimas opções de alimentos que entregam nutrientes e características sensoriais que são fundamentais e adequadas para os idosos.

10 – Produtos lácteos fermentados: têm papel importante no processo de prevenção de diabetes, por estarem relacionados com a microbiota intestinal, envolvida no contexto da síndrome metabólica e do diabetes.

Fonte: Viva Lácteos

 

 

 

 

Intolerância ou alergia ao leite? Entenda a diferença

Profissional explica os sintomas da intolerância à lactose e da alergia à proteína do leite

Diversas dúvidas sobre o consumo do leite de vaca ainda rondam os consumidores. Muitas pessoas ainda confundem a lactose, que é o açúcar do leite, com a proteína. Nesse caso, é comum o conflito de informações sobre a intolerância à lactose e da alergia à proteína do leite, como a caseína, alfalactoalbumina e a betalactoglobulina. É o que explica a nutricionista Priscila Bergamin. “Primeiro é preciso esclarecer que a alergia à lactose não existe, visto que alergia é uma reação à proteína e a lactose é um açúcar”, detalha ela.

De acordo com a especialista, a intolerância é decorrente da dificuldade do organismo em digerir a lactose, açúcar presente no leite, devido à redução ou ausência da lactase – enzima que a digere. Entre os principais sintomas estão problemas gastrointestinais, como cólicas, gases, desconforto abdominal e diarreia, que podem ser apresentados logo após a ingestão de produtos com lactose. No entanto, há um nível de intolerância à lactose individual de cada pessoa.

Muslix Chocolate com IoIogurte Natural Mel e Morango

“Dessa maneira, é possível que o indivíduo possa ingerir leite e seus derivados até determinada quantidade sem apresentar os sintomas. Por isso, não é necessário excluir totalmente estes alimentos da alimentação”, afirma ela.

Já a alergia à proteína do leite é uma doença quase que exclusiva em crianças e promove sintomas diferentes dos apresentados aos intolerantes à lactose. Neste caso, o sistema de defesa reconhece a proteína como uma substância estranha e desencadeia uma série de reações alérgicas, como problemas de pele, respiratórios e gastrointestinais.

Segundo a nutricionista, após a consulta com um profissional médico e o diagnóstico correto, é necessário a exclusão de todos os alimentos que contenham proteínas do leite de vaca.

Para o diagnóstico correto, é necessária a observação dos sintomas associados à ingestão de produtos sem lactose, no caso dos intolerantes. Ou seja, se a troca de lácteos e derivados comuns por produtos sem lactose, resolver os sintomas há um indício, de que existe a intolerância. Já quando se trata de alergia, é preciso excluir alimentos com as proteínas do leite e o teste de provocação oral, solicitado por um especialista.

Consumo de leite e seus derivados

O acesso a produtos sem lactose, tais como leite UHT, iogurtes, queijos e demais derivados como requeijão e creme de leite aumentou nos últimos anos. Atualmente, os intolerantes à lactose possuem diversas opções para incluir em sua alimentação. Produtos sem lactose são 100% livres do açúcar do leite e assim, podem ser consumidos sem restrição.

Já os alérgicos à proteína do leite não podem fazer o uso destes produtos, justamente por se tratar de uma doença que limita o consumo de derivados do leite de vaca.

“Encontramos hoje diferentes tipos de produtos como a linha LacFree, que agradam todos os paladares e faz com que o intolerante continue consumindo alimentos que gosta, de forma saudável e sem os desagradáveis sintomas comuns a produtos com lactose”, ressalta a Priscila.

lacfree

A exclusão do leite da alimentação em função da intolerância já não é necessária e pode contribuir com a deficiência de nutrientes, uma vez que o leite e seus derivados são ótimas fontes de proteínas, vitaminas, cálcio e outros minerais. “É importante ressaltar o papel essencial do cálcio, responsável pela formação dos ossos, construção muscular, crescimentos e desenvolvimento, principalmente quando falamos da alimentação infantil”, explica.

Fonte: Verde Campo

A versatilidade do doce de leite

Queridinho pelos brasileiros, o doce está presente em três diferentes sabores da Freddo Gelateria

Segundo o relatório do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae, o doce de leite é um dos produtos com a melhor aceitação entre os brasileiros, ou seja, quem é que não gosta, não é mesmo? Além disso, o doce é também uma ótima opção para diversificar os negócios no setor lácteo.

freddo doce de leite

Sempre à frente, a Freddo Gelateria aproveitou a variedade de tipos do produto e explorou o doce em três sabores de gelatos para compor seu cardápio. Cada um deles possui particularidades, em uma explosão de sabores, são eles: Dolci di latte, Magnífico, e Dolci di latte Brasile/Argentina. O Dolci di latte, o mais pedido, é um gelato feito com o doce de leite tradicional do sul do Brasil, o Magnífico segue a mesma linha de doce de leite e é mesclado com trufa.

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Um dos mais novos adorados na lista de sabores da Freddo é o Dolci di latte Brasile/Argentina, feito com o melhor doce de leite argentino junto ao melhor brasileiro. Um gelato que explorou a iguaria hermana ao doce de leite brasileiro, decorado com raspas de caramelo. Buscando a proporção ideal entre os dois a fim de valorizar a característica de cada um tem-se no doce de leite brasileiro a predominância do gosto do leite e no argentino do gosto de caramelo.

Informações: Freddo

Baixo consumo de alimentos ricos em cálcio aumenta casos de osteoporose

Segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, com mais de 50 anos, sofrerá uma fratura devido à fragilidade óssea. No Brasil, estima-se que a osteoporose acometa cerca de 10 milhões de pessoas.

Relacionada ao envelhecimento, a doença atinge 25% das mulheres brasileiras acima de 50 anos e que já passaram pela menopausa. Por outro lado, 10% dos homens sofrem do problema, sendo a principal faixa etária a partir dos 65 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Considerada silenciosa, grave e progressiva, a doença só costuma ser percebida quando o paciente sofre uma fratura, geralmente no punho, na coluna ou no quadril. “Em alguns casos, uma leve queda pode fraturar o colo do fêmur (quadril), incapacitando a pessoa de andar. Por isso, a recomendação é se prevenir, especialmente pelo consumo de quantidades adequadas de cálcio, adequação de vitamina D, prática de atividade física e evitando fatores de risco para esta doença”, esclarece a ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro.

A importância do cálcio na prevenção da osteoporose

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Para prevenir a doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a IOF recomendam o consumo diário de pelo menos 1 grama de cálcio. Entretanto, a quantidade varia conforme a idade ou o período pelo qual a pessoa está passando.

De acordo com a especialista, na infância, quando a atenção está voltada para a taxa de aquisição óssea, a criança precisa ingerir entre 0,7 e 1 g/dia. Durante a adolescência, que é marcada pelo crescimento e mineralização dos ossos, a necessidade sobe para 1,3 g/dia.

Mulheres na 20ª semana de gestação precisam ingerir entre 1,5 e 2,0 g/dia de cálcio, enquanto na lactação o valor indicado é de 1,5 g/dia. Já na menopausa e terceira idade, quantidade diária de cálcio recomendada é de 1,2 g/dia.

Suplementação reforça quantidade ideal do mineral

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Não basta ter uma dieta com alimentos ricos em cálcio, como leite e seus derivados: é preciso reduzir o consumo de substâncias que facilitam a eliminação do mineral pela urina, como sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Praticar atividades físicas ao ar livre, especialmente sob o sol, ajuda na sintetização da vitamina D e facilita a fixação do cálcio.

A médica aponta também a ingestão de suplementos de cálcio, especialmente quando há déficit do mineral no organismo. “O consumo de alimentos ricos em cálcio pela população brasileira é baixo, não atingindo nem metade da recomendação diária recomendada, por isso a suplementação é importante, especialmente a partir do período da menopausa”, pontua.

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Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché Laboratórios Farmacêuticos

Nova campanha de conscientização sobre intolerância à lactose

Um terço da população brasileira pode ter intolerância à lactose, mas apenas 4% das pessoas procuram um diagnóstico ou cortam o leite da alimentação, segundo estudo realizado pelo centro de pesquisas Data Folha.

Para conscientizar a sociedade sobre o tema e a importância do diagnóstico, a farmacêutica Eurofarma dobrou o investimento em marketing de Perlatte, a única enzima lactase com estudo clínico no Brasil, que já vem em comprimidos prontos para consumo.

Pesquisa

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Segundo pesquisa conduzida pelo Data Folha, 35% da população com idade acima dos 16 anos, cerca de 53 milhões de pessoas, relatam algum tipo de desconforto digestivo após o consumo de derivados do leite. No mundo, estima-se que 60% a 70% da população apresenta algum nível de dificuldade de digestão ou debilidade da enzima lactase.

A pesquisa mostra que entre pessoas que relataram algum tipo de desconforto gastrointestinal, 88,2%, jamais receberam um diagnóstico médico, a maioria homens com mais de 35 anos. Apenas 4% das pessoas relatam terem ido procurar ajuda médica e, dentre esses, 1% foi diagnosticado com Intolerância à lactose, o que corresponde a 1,5 milhão. As mulheres apresentam maior incidência da doença, correspondendo a 59% dos casos.

Campanha

Idealizada pela agência Santa Clara, a campanha lançou durante o carnaval de Salvador a música “Pode ter”, interpretada pela cantora Claudia Leitte. A música é um hino da tolerância, incentivando o respeito às diferenças. Não por acaso, o clipe “Pode Ter” foi gravado em Los Angeles, que é considerada a capital mundial da tolerância. A produção foi feita pela Produtora Movie3 Filmes e teve a direção de Mess Santos, que já dirigiu Claudia nos clipes “Baldim de Gelo”, “Taquitá” e “A Bela do Baile”.

As ações se estenderão ao longo do ano. A campanha entrará em uma fase educativa, usando a mensagem-chave “Será que você pode ter intolerância à lactose?”. “O mote é ‘Pode Ter’ porque pode ter intolerância à lactose, basta ter tratamento adequado para aliviar os sintomas sem ter que cortar o leite e seus derivados. O objetivo é incentivar as pessoas que desconfiam ser intolerantes a procurar um médico para o diagnóstico correto”, diz Roberta Junqueira, diretora de marketing da Eurofarma.

Além da música e do clipe, a campanha inclui anúncios em mídias como GNT, rádio CBN, Band News FM e rádio Globo, sempre focando nos diferenciais do produto e de esclarecimentos sobre a intolerância à lactose. “Perlatte é a única do mercado com estudo clínico no Brasil e com comprimidos prontos para consumo que aliviam os sintomas do intolerante. Nosso objetivo é levar informação e desmistificar o uso do leite no dia a dia” ressalta Roberta.

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Fonte: Perlatte

 

 

 

 

 

 

Síndrome do intestino irritável e outros problemas de saúde: qual o link?

Pessoas que têm síndrome do intestino irritável (SII) tendem a ter outras condições. Os médicos não sabem por que isso acontece, mas, na maioria das vezes, há coisas que você pode fazer para aliviar seus sintomas, seja qual for a causa.

Veja o que você precisa saber sobre essas doenças relacionadas e o que você pode fazer para se sentir melhor.

mulher tomando leite

Problemas para digerir leite: uma em cada três pessoas com SII não se sente bem depois de ingerir produtos lácteos, a chamada intolerância à lactose. Eles podem ter diarreia, inchaço e gases. Pode ser que esses alimentos irritem os já sensíveis intestinos das pessoas com SII. Se você não se sentir bem entre 30 minutos e 2 horas depois de consumir leite, queijo ou iogurte, converse com seu médico. Ele pode pedir exames para ver como seu corpo lida com a lactose, o açúcar nos alimentos lácteos. Você pode precisar reduzir os produtos lácteos, mas também pode tentar tomar comprimidos ou gotas de lactase para ajudá-lo a digeri-los.

OSSOS

Problemas com articulações, músculos e ossos: duas em cada três pessoas com SII também têm condições que afetam essas partes do corpo, chamadas doenças reumáticas. Os sintomas podem variar, mas você pode ter erupções cutâneas, dores musculares e dores de cabeça. Dependendo do problema que você está enfrentando, diferentes tipos de tratamentos podem ajudar. Converse com seu médico ou consulte um reumatologista para descobrir o que pode ajudá-lo mais.

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Foto: iStock

Fibromialgia: até 60% das pessoas com a síndrome têm esse distúrbio, que causa dor duradoura, rigidez muscular e manchas sensíveis ao redor do corpo. As pessoas também se sentem muito cansadas e têm dificuldade em dormir. Os médicos suspeitam que SII e fibromialgia têm uma causa comum, mas não sabem o que é ainda. Para ajudá-lo a se sentir melhor, seu médico pode prescrever medicamentos para dor, antidepressivos ou auxiliares de sono. Exercícios leves e moderados, alongamentos e massagens também podem ajudar.

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Excesso de bactérias intestinais: bactérias fazem trabalhos importantes em nossos intestinos, como ajudar a digerir nossa comida e nos manter saudáveis. Mas as pessoas com SII são mais propensas a ter muitos desses germes, uma condição chamada supercrescimento bacteriano do intestino delgado (SCBID). Pode causar diarreia que não melhora, perda de peso e falta de vitaminas no corpo. O seu médico pode fazer alguns testes para verificar se a SCBID é a causa dos seus sintomas. Se for, os antibióticos podem matar as bactérias extras no seu intestino.

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Síndrome da fadiga crônica (SFC): essa condição é exatamente o que parece, uma sensação de exaustão que não melhora com o descanso. As pessoas que a têm geralmente estão muito cansadas para realizar tarefas simples e cotidianas. Alguns pesquisadores acham que a inflamação no cérebro e no intestino, ou problemas com as bactérias no intestino, podem impulsionar o SFC e a SII, o que poderia explicar por que às vezes as duas acontecem juntas. O tratamento varia dependendo dos seus sintomas. Você pode precisar de ajuda para dormir melhor, como manter bons hábitos ou tomar medicação. Se a dor é um problema, medicamentos, relaxamento, massagem e outras técnicas podem ajudar. Você também pode conversar com seu médico sobre tratamentos para depressão, ansiedade ou problemas de memória.

MULHER DOR ESTOMAGO COLICA

Endometriose: esse problema doloroso acontece quando o tecido que normalmente reveste o útero cresce fora dele. As mulheres que têm este problemas são mais propensos a ter sintomas de SII, como dor de barriga, constipação e inchaço. A inflamação pode estar na raiz de ambas as condições, embora os cientistas não tenham certeza se é por isso que elas acontecem juntas. Os médicos podem prescrever medicamentos para aliviar a dor e ajudar na fertilidade se você quiser ter filhos.

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Doença celíaca: a pesquisa sugere que uma em cada cinco pessoas com essa condição, na qual o corpo não consegue digerir uma proteína em trigo chamada glúten, também tem SII. A inflamação intestinal que adquirem quando comem alimentos como macarrão, pão e cerveja pode torná-las mais propensos a ter a síndrome. Os sintomas geralmente desaparecem quando você para de comer alimentos que contêm glúten.

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Ansiedade e depressão: alguns médicos acham que o estresse de lidar com os sintomas da SII pode ser difícil para sua saúde mental. Ou pode ser que suas emoções afetem os hormônios e os nervos podem afetar a atividade do seu intestino. Não está claro qual é o link, mas, para muitas pessoas, a síndrome anda de mãos dadas com depressão e ansiedade. O que você pode fazer sobre isso? Seu médico pode conversar com você sobre tomar antidepressivos ou medicamentos ansiolíticos. Mas você também pode encontrar alívio ao conversar com um terapeuta sobre como está se sentindo e aprender a substituir pensamentos negativos por positivos.

Referência Médica WebMD Analisado por Minesh Khatri, MD em 10 de setembro de 2017

 

Consumidores comprariam mais produtos zero lactose se houvesse mais oferta

Pesquisa, desenvolvida pela Novozymes em parceria com a MindMiners, retrata os desejos dos consumidores por novos produtos

Atualmente, cerca de 70% da população mundial possui algum grau de intolerância à lactose. Esse crescimento movimentou diversos mercados a se adaptarem para atender esse público, com isso, os produtos lácteos com lactose reduzida estão em expansão. Líder no mercado de enzimas, a Novozymes no Brasil apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o mercado de produtos zero lactose “Um relato da percepção do consumidor”.

Em 2016, aproximadamente, 2.700 mil toneladas de produtos com lactose reduzida foram vendidas em todo o mundo segundo dados da Euromonitor. A América Latina (AL), por exemplo, foi responsável por uma quantidade expressiva, algo em torno de 29% deste total. Esse mercado também representou, naquele ano, 6,1 bilhões de dólares em vendas. De 2012 a 2016, 12% dos produtos lácteos vendidos da AL resultaram em 12% do volume, em toneladas, produzidos, refletindo em 11% do faturamento das empresas do setor.

No contexto global, a Finlândia lidera o consumo per capita, com 107,5, seguida pela Suécia (16,8), Noruega (15,9), Itália (9,6), Espanha (8,3), Austrália (5,4), Alemanha (4,9), Colômbia (4,8), Áustria (3,8) e México (3,6). O Brasil aparece em 26º lugar, com 0,40 USD per capita.

No Brasil, uma grande quantidade de lançamentos de produtos 0% lactose é oferecida pelo mercado. O ano de 2016 é o que mais se destacou em lançamentos de produtos, encabeçando a lista estão os queijos, representando aumento de 115% das novidades do mercado, os iogurtes (91%), leites (72%), e outros produtos, como creme, sorvete, alimentos infantis, bebidas energéticas, bebidas lácteas, achocolatado, manteiga, doce de leite (53%) etc.

A pesquisa

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Em parceria com a empresa MindMiners, a Novozymes entrevistou 500 pessoas no período de 13 a 15/12/2017, com 20 perguntas, por meio de um aplicativo, com 58,4% de participação feminina e 41,6% masculina. Aproximadamente 30% dos participantes representam a classe B2, 23% na C1, 18% na B1, 15% na A e 14% na C2. Cinquenta e sete por cento deles possuem ensino superior, 40% ensino médio e 3% o ensino fundamental, com idades entre 18 e 41 anos.

Dos participantes, 61% afirmam consumir produtos 0% lactose, pois buscam por produtos mais saudáveis. Já outros 55% deles consideram que os produtos auxiliam na redução do desconforto gástrico e outros 52% consideram a menor formação de gases intestinais como um fator decisivo para a opção de produtos zero lactose.

Como fator para não consumir produtos tradicionais com lactose, 27% deles a consideram prejudicial à saúde e outros 37% têm alguém na família que é intolerante. Dos 500 participantes, 42% é intolerante à lactose e 27% deles acreditam na melhor qualidade dos produtos sem lactose.

Já os meios de informação sobre intolerância à lactose, o Google está com 59,6% entre os participantes, os médicos representam 58,8%, revistas de saúde e nutrição (35,4%), amigos (27,8%), Facebook/Instagram (18,4%). Entre as palavras mais pesquisadas por eles estão “produtos, alimentos, sintomas, lactose, saúde, causas, efeitos, leite, intolerância e medicamentos”.

Entre os produtos lácteos mais consumidos no país estão o iogurte, com 72,2%, leite longa vida (68%), sorvete (66,4%), manteiga (66,4%), leite condensado (61%), creme de leite (60,4%), leite em pó (56,2%), queijo mozarela e prato (52,8%), bebidas lácteas como achocolatados (45,8%), queijo minas (42,4%), outros queijos (37,4%), sobremesas lácteas (26,4%), leite pasteurizado (16,2%).

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Relacionado também ao consumo, 37% dos participantes disseram estar dispostos a pagar mais por produtos 0% lactose em relação aos produtos lácteos em geral, indo de 10% a 40% a mais, representando 16% dos entrevistados.

Depois do primeiro consumo, a experiência positiva com os produtos 0% lactose geraram um grau de satisfação de 34% entre os entrevistados que, nessa média, afirmam que aumentaram o consumo para 50%.

Sobre a facilidade de encontrar produtos 0% lactose nos supermercados, leite em pó (37,6%), queijo minas (24,8%) e queijo mozarela e prato (27%) sempre encontram. Mas os iogurtes zero lactose são os mais encontrados e consumidores (50%). 21,4% dos participantes consumiriam sorvetes 0% lactose se encontrassem com mais facilidade. O mesmo vale para as sobremesas lácteas como petit suisse.

Oportunidades para novos produtos 0% lactose

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Os participantes questionados reforçaram que aumentariam seus consumos se houver uma maior variedade de produtos disponíveis de alguns lácteos, como iogurte (67,4%), sorvete (60%), leite condensado e manteiga (61,8%).

Aproximadamente 75,4% dos entrevistados afirmam serem influenciados com frequência – ou sempre – pela confiança que têm na marca. Outros 72,2% se preocupam com a garantia de que o produto é realmente 0% lactose e 72% também disseram atentar-se ao sabor do leite.

Outras questões, como versões desnatado ou semidesnatado não são a prioridade desse público e apenas 27,6% presta atenção na disponibilidade da versão pasteurizada do leite.

O preço é o que mais influencia na hora da escolha da marca do leite 0% lactose consumido (44,4%). E entre as características que mais desagradam os consumidores participantes estão o sabor diferente do leite padrão (47,6%), cor ligeiramente escura (38,0%), sabor adocicado (29,2%).

Entre os desejos dos consumidores estão produtos com redução de açúcares (65,6%), fortificado em cálcio (57,0%), sem aditivos (53,8%), fortificados com vitaminas e minerais (51,2%), com ômega 3 (50,4%), com fibras (48,0%), com alto conteúdo de proteína (47,8%), fórmula especial para mulheres (29,6%), fórmula especial para homens (20,8%), fórmula especial para adolescentes (19,4%).

Fonte: Novozymes

 

Arabesco ensina receita de coalhada fresca

Coalhada fresca ou seca podem ser consumidas puras ou como acompanhamento de pratos; versátil e saborosa, a coalhada pode ser saboreada pura, com azeite e pão sírio ou até como acompanhamento de pratos

Com apenas 103 calorias em 100 gramas, a coalhada pode, além de conferir um sabor especial, agregar às receitas, nutrientes como cálcio e proteína. Aliada da alimentação saudável, tanto as frescas, como a em pasta, podem ajudar a restaurar a flora intestinal, auxiliar no combate à osteoporose e ainda contribuir no ganho de massa muscular.

A coalhada nada mais é do que o leite fermentado, bem semelhante ao processo de produção do iogurte. No processo de fermentação, a gordura, os minerais e as vitaminas são preservados, mas a lactose, açúcar do leite, é reduzida, melhorando sua digestão.

O tradicional restaurante sírio-libanês Arabesco, localizado em Perdizes, conta com várias sugestões de pratos como, por exemplo, a coalhada com pepino e kibe assado (R$ 29,50). A coalhada fresca pura e gelada, servida com mel de laranjeira sai por (R$ 10,50) e a coalhada seca, acompanhada de pão sírio (R$ 26,95).

De acordo com Beto Isaac, restauranteur da casa, “a coalhada fresca pode substituir o leite em todas as vitaminas com frutas e em algumas receitas de bolos e massas”. Veja como fazer a coalhada em casa:

coalhada 2

Coalhada Fresca

Ingredientes
1 litro de leite integral
2 colheres (de sopa) de coalho

Modo de preparo
Colocar o leite numa panela, levar ao fogo até ferver. Retirar do fogo e deixar amornar até atingir, aproximadamente, 45º C (trata-se de uma temperatura quente, quase morna, porém suportável). Este será o ponto ideal para fazer a coalhada. À parte, diluir o coalho em um pouco de leite morno e, posteriormente, juntar ao restante. Mexer bem com uma concha da seguinte forma: mergulhar a concha no leite, levantá-la e, do alto, verter o leite de modo a fazer espuma e oxigenar. Repetir o procedimento algumas vezes. Repouse a vasilha da coalhada, em local protegido do vento, preferencialmente embrulhada em uma toalha, até o dia seguinte ou por 8 horas.

coalhada

Rendimento: 1 Litro – 4 porções

Tempo de preparo: 8 horas

Dificuldade: Fácil

Fonte: Arabesco