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Menopausa pode aumentar incidência de infecção urinária

Diminuição do estrogênio é o principal motivo para as mulheres ficarem mais suscetíveis ao problema nesse período. Uso de lubrificantes vaginais antes das relações sexuais e o consumo de extrato de cranberry são medidas preventivas eficazes

Durante a menopausa, que geralmente ocorre em mulheres na faixa etária entre 45 e 55 anos, o organismo reduz a produção do estrogênio. Com isso, a tendência é que as mucosas da vagina e da uretra fiquem finas e secas, tornando-se mais sensíveis. As consequências são dificuldade na relação sexual e infecções urinárias de repetição (ITUs).

A mulher fica mais suscetível às ITUs neste período justamente porque o estrogênio oferece proteção para todo o trato urinário. Com a diminuição desse hormônio, ocorrem a elevação do pH e alteração da flora vaginal. “Com a redução da quantidade de lactobacilos, bactérias que oferecem proteção natural, o organismo fica mais suscetível à Escherichia Coli (E. Coli), responsável por 80% dessas infecções”, explica a ginecologista Daniela Gouveia.

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Mulheres que têm histórico de ITU na juventude costumam apresentar a infecção de repetição durante a menopausa. Por isso, é importante tratar o problema o quanto antes e adotar medidas preventivas, como o uso de lubrificantes vaginais antes das relações sexuais, fazer reposição hormonal via vaginal, para reestabelecer o trofismo e a flora vaginal, e consumir extrato de cranberry.

Rico em proantocianidinas, conhecidas pelas propriedades antiadesivas que evitam a fixação das bactérias nas paredes do trato urinário, o cranberry atua como coadjuvante no tratamento e ajuda a bloquear a capacidade desses micro-organismos infectarem a mucosa da bexiga.

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O Aché Laboratórios reconhece as propriedades do extrato de cranberry e apresenta o nutracêutico Cisberry. Produzido a partir do fruto moído e desidratado, o produto é o único do mercado com formato de mini cápsula. Diferente dos sucos, Cisberry tem o rigor de manter em cada cápsula uma alta concentração de proantocianidinas, consideradas “o poder do cranberry”, além de ser muito mais prático.

Fonte: Aché

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Maca peruana: efeitos positivos para a fertilidade, a menopausa e a TPM

Porém, seu sucesso atual é graças aos seus efeitos positivos sobre a saúde; a planta, que conquistou os adeptos da boa forma, ganhou espaço entre aqueles que querem turbinar a dieta, fugir das doenças e melhorar até mesmo a libido

A maca peruana, tubérculo encontrado em abundância na região da Cordilheira dos Andes, no Peru, não era muito popular até pouco tempo atrás, mas, atualmente, vem chamando a atenção de estudiosos do mundo inteiro devido às suas propriedades nutricionais e potenciais efeitos terapêuticos. Para seus consumidores nativos, os incas, seus poderes milagrosos já eram explorados de geração em geração desde tempos milenares, mas, para o resto do mundo, os benefícios do consumo da raiz ainda são novidade.

Sua fama recente em países como Estados Unidos, Hong Kong, China, Japão e Brasil se deu graças a descoberta de seu efeito energizante, revigorante e, especialmente, afrodisíaco: de todas as qualidades associadas à maca, o aumento da potência sexual e da libido, tanto de homens quanto de mulheres, são os mais discutidos. Mas não para por aí, o crescente interesse em torno do alimento despertou a curiosidade da ciência, que passou a verificar seus efeitos e já aponta os benefícios de seu consumo, como a capacidade de promover o equilíbrio hormonal, melhorar o humor, regular o metabolismo, favorecer a fertilidade, combater a fadiga, e muitos outros.

Origem do superalimento

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Maca peruana é o nome popular da raiz da planta Lepidium meyenii com a indicação de sua origem. De gosto suave, o tubérculo in natura é semelhante a um rabanete, porém, sua cor pode variar entre bege amarelada e rubro-negra. Seu crescimento acontece em uma região andina isolada e cheia de intempéries do território peruano, por isso, encontrar a raiz em sua forma natural não é muito comum, ela só está presente em seu país de origem, já que depende do clima rigoroso e solo árido da região para se desenvolver.

No Peru, ela costuma ser consumida crua, cozida ou desidratada. Sua farinha também é utilizada para fazer pães e biscoitos, e sua torrefação permite o preparo de “café de maca”. Mas, ainda assim, é possível usufruir dos benefícios do seu consumo, mesmo distante de seu país, isso porque, atualmente, já é possível encontrar seu extrato em forma de farinha ou cápsulas no mercado nacional.

Potente afrodisíaco natural

A fama afrodisíaca do alimentou lhe rendeu seu maior título, o de “estimulante natural” e, para quem duvidava da crença popular, já pode voltar atrás, pois, atualmente os estudos científicos endossam tal efeito e apresentam ainda evidências que corroboram muitos outros benefícios associados à raiz. Sua ação sobre a saúde sexual é estimulante e potencializadora da libido, mas ao contrário dos fármacos comercializados com esse intuito, a maca não possui riscos colaterais à saúde.

Segundo o nutricionista Carolina Fajardo, do portal Ailo, tomar maca peruana, hoje em dia, é muito mais do que uma moda, é uma solução para quem busca uma série de benefícios para a saúde, inclusive a sexual.

“O consumo traz benefícios reais, para se ter ideia, o extrato do tubérculo contém uma boa dose de vitamina C, nutriente fundamental na síntese dos hormônios sexuais femininos que atuam na fertilidade, sexualidade e libido da mulher, e também apresenta a vitamina E, que aumenta o fluxo sanguíneo e a oxigenação dos órgãos sexuais de ambos os sexos, sem esquecer, é claro, do zinco, mineral que trabalha na produção da testosterona, hormônio com ação significativa sob o desejo e desempenho sexual”, afirma a nutricionista.

Eficácia comprovada cientificamente

Em um estudo publicado na Revista Peruana de Medicina Experimental e Saúde Pública, é possível observar que a ingestão de pequenas porções de maca por homens sadios durante oito semanas resultou no aumento do desejo sexual e ainda apontou uma melhora considerável em outros pacientes com disfunção erétil leve, causada por desequilíbrios hormonais, após a ingestão do extrato de maca seca por doze semanas. As pesquisas ressaltam que ainda é preciso aprofundar as avaliações, no entanto, conclui-se que o uso de maca para estes tratamentos é favorável, especialmente por não haver contraindicações conhecidas a respeito do alimento.

Já em relação às mulheres, uma pesquisa realizada pela BMC Complementary and Alternative Medicin, publicada em 2010 no jornal oficial da Sociedade Internacional de Pesquisa de Medicina Complementar (ICRM), demonstrou que a administração de maca também teve um efeito positivo sobre o desejo sexual de mulheres sadias em período de menopausa.

Mas isso não se aplica apenas a esse grupo, pois, outro estudo publicado na Revista Peruana de Medicina Experimental e Saúde Pública, afirma que o consumo de maca é capaz de elevar a produção de estradiol, um hormônio sexual feminino responsável pela lubrificação e vasodilatação vaginal, por isso, o extrato de maca favorece mulheres que vivenciam a diminuição da libido devido ao desequilíbrio hormonal.

Aumento da fertilidade

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Foto: Veggiegretz/Morguefile

A ação desse tubérculo tão poderoso é determinante, inclusive, sob a fertilidade. Publicado no mesmo periódico, outro estudo, conduzido em roedores, comprovou a influência da raiz sob a produção hormonal, demonstrando uma relação possível entre o aumento de progesterona e a diminuição da mortalidade de fetos nas fêmeas que receberam suplementação de maca peruana, apontando, inclusive, que, embora o número de óvulos por período fértil não tenha sofrido alterações, elas tiveram mais crias do que as cobaias do grupo de controle. Os machos também apresentaram melhora na produção de espermatozoides, após o período de duas semanas.

De acordo também com um estudo conduzido no Departamento de Ciências Fisiológicas, da Universidad Peruana Cayetano Heredia, na capital do Peru, a administração de maca a homens por um período de quatro meses aumentou o volume seminal e melhorou a produção de esperma. Segundo especialistas, a maca também tem a capacidade de reduzir a mortalidade dos óvulos femininos. Ou seja, seu consumo regular pode beneficiar homens e mulheres, sem apresentar riscos à saúde.

Importante agente na saúde feminina

Na idade fértil das mulheres, a raiz, além de influenciar positivamente na fertilidade, ainda pode ajudar a aliviar os sintomas da TPM e regular os níveis hormonais, devido aos seus componentes nutricionais, rico em vitaminas e antioxidantes, mas, com o passar do tempo, seus benefícios se tornam ainda mais acentuados, favorecendo as mulheres em duas das fases em que elas mais carecem de aportes que ajudem a estabilizar o organismo: a menopausa.

Um estudo clínico, que avaliou os efeitos da maca sobre os sintomas climatéricos de mulheres com menopausa precoce, em comparação a um placebo, apontou um aumento significativo da sensação de bem-estar, causado por um nível maior de energia e menos ocorrências de episódios de dormência muscular, dores de cabeça reduzidas e diminuição da sudorese noturna nas mulheres que usaram a maca.

A raiz amiga das dietas

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Embora este não seja seu apelo principal, a raiz peruana também caiu no gosto da galera fitness. Com 59% de carboidratos, o tubérculo é uma fonte natural e poderosa de energia, tornando-se um ótimo aliado para os amantes de exercícios e academia que desejam potencializar a boa forma. Já sua alta concentração de fibras também promove mais sensação de saciedade por um período prolongado, levando o indivíduo a comer menos, além de facilitar o processo digestivo, fazendo o intestino funcionar corretamente e eliminando o inchaço corporal. Além desses efeitos, que favorecem o emagrecimento, a maca peruana ainda tem pouquíssimas calorias: duas colheres de chá da farinha, por exemplo, possuem apenas 30 calorias. Suas fibras são capazes de reduzir a absorção de gorduras no organismo.

Outros benefícios do tubérculo

Os benefícios da maca peruana não se limitam apenas a saúde sexual, seus nutrientes básicos promovem uma gama de vantagens ao nosso metabolismo. Segundo a nutricionista, além das fibras, sua composição também é rica em nutrientes como Cálcio, Ferro, Ômega 3 e 9, Potássio, Selênio, Vitaminas do Complexo B, C e E, além de Zinco e Aminoácidos.

Carolina reforça que a maca não é somente um estimulante sexual, ela é considerada um superalimento justamente pela sua riqueza nutricional, que promove mais saúde, agindo, por exemplo, contra o envelhecimento precoce, trabalhando para fortalecer o sistema imunológico, auxiliando no emagrecimento, entre outras funções.

A especialista explica que o tubérculo ainda tem um potencial energético capaz de promover mais vigor e ganho de massa muscular “O uso regular da maca também pode resultar em um aumento da resistência física e melhora do desempenho em exercícios e atividades esportivas. A fadiga também é reduzida sob o uso deste alimento”, aponta a profissional.

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“Como é extremamente difícil de encontrar a raiz natural fora do Peru, a maneira mais segura de consumir é por meio  do uso de farinhas, suplementos e comprimidos do extrato da maca peruana, que oferece praticidade, sem alterar suas propriedades nutricionais. Vale lembrar que é essencial consultar um especialista habilitado antes de iniciar qualquer mudança na dieta, especialmente no caso de idosos, gestantes, lactantes, crianças e nutrizes”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Ailo

 

Menopausa pode aumentar incidência de infecção urinária

Diminuição do estrogênio é o principal motivo para as mulheres ficarem mais suscetíveis ao problema nesse período. Uso de lubrificantes vaginais antes das relações sexuais e o consumo de extrato de cranberry são medidas preventivas eficazes

Durante a menopausa, que geralmente ocorre em mulheres na faixa etária entre 45 e 55 anos, o organismo reduz a produção do estrogênio. Com isso, a tendência é que as mucosas da vagina e da uretra fiquem finas e secas, tornando-se mais sensíveis. As consequências são dificuldade na relação sexual e infecções urinárias de repetição (ITUs).

A mulher fica mais suscetível às ITUs neste período justamente porque o estrogênio oferece proteção para todo o trato urinário. Com a diminuição desse hormônio, ocorrem a elevação do pH e alteração da flora vaginal. “Com a redução da quantidade de lactobacilos, bactérias que oferecem proteção natural, o organismo fica mais suscetível à Escherichia coli (E. Coli), responsável por 80% dessas infecções”, explica a ginecologista Daniela Gouveia.

Mulheres que têm histórico de ITU na juventude costumam apresentar a infecção de repetição durante a menopausa. Por isso, é importante tratar o problema o quanto antes e adotar medidas preventivas, como o uso de lubrificantes vaginais antes das relações sexuais, fazer reposição hormonal via vaginal, para reestabelecer o trofismo e a flora vaginal, e consumir extrato de cranberry.

Rico em proantocianidinas, conhecidas pelas propriedades antiadesivas que evitam a fixação das bactérias nas paredes do trato urinário, o cranberry atua como coadjuvante no tratamento e ajuda a bloquear a capacidade desses micro-organismos infectarem a mucosa da bexiga.

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O Aché Laboratórios reconhece as propriedades do extrato de cranberry e apresenta o nutracêutico Cisberry. Produzido a partir do fruto moído e desidratado, o produto é o único do mercado com formato de mini cápsula. Diferente dos sucos, Cisberry tem o rigor de manter em cada cápsula uma alta concentração de proantocianidinas, consideradas “o poder do cranberry”, além de ser muito mais prático.

Fonte: Aché

Especialista alerta: isoflavona não trata os sintomas da menopausa

A isoflavona é um composto orgânico natural presente na soja e alimentos derivados dela. Sua estrutura química se assemelha à dos estrógenos, que são os hormônios femininos. Por isso, muitas mulheres acreditam que o consumo deste composto pode ajudar nos sintomas da menopausa, mas é preciso atenção.

“A isoflavona e os produtos da sua metabolização se ligam a receptores dos estrógenos específicos, com ‘potencial’ efeito benéfico nos sintomas da menopausa. Entretanto, os resultados de estudos da eficácia da isoflavona nos sintomas da menopausa como ondas de calor, melhora do perfil de colesterol, quando comparada com placebo, não são consistentes”, explica Larissa Gomes Garcia, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, SBEM-SP.

Segundo a médica, não existem alimentos que, comprovadamente, melhorem as ondas de calor. Todas as mulheres na peri e pós-menopausa devem ser aconselhadas a adotar uma alimentação saudável e manter o peso normal. “A obesidade está associada ao aumento dos sintomas dos fogachos, e a perda de peso pode atenuar esses sintomas”, acrescenta ela.

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E as mulheres que não podem fazer a reposição hormonal, como devem tratar dos incômodos trazidos pela menopausa? A adoção de um estilo de vida saudável, que inclui alimentação adequada, atividade física regular, restrição de álcool e cigarro deve ser sempre estimulada para manutenção do peso, composição corporal e massa óssea adequadas.

“Os sintomas vasomotores da menopausa podem ser atenuados com medicações antidepressivas como fluoxetina, paroxetina, venlafaxina e desvenlafaxina, além de anticonvulsivantes como gabapentina e pragabalina. Sintomas de secura e atrofia vaginal podem ser atenuados com lubrificantes vaginais, mas sempre por indicação médica”, alerta Larissa.

As pacientes com câncer de mama e útero prévio devem optar pela terapia não hormonal. Já para as diabéticas não existe contraindicação para reposição hormonal com estrógenos e progesteronas, mas cada caso deve ser avaliado individualmente.

Fonte: SBEM-SP

Alimentação saudável diminui transtornos causados pela menopausa

A menopausa consiste em um estado hipoestrogênico (pobre em estrógeno), e que pode afetar adversamente o cérebro, o esqueleto, a pele e os sistemas cardiovasculares e genitourinários, resultando no aumento da severidade e da frequência dos sintomas climatéricos, impactando de forma negativa a produtividade e a qualidade de vida das mulheres.

Um dos sintomas mais conhecidos, o fogacho, por exemplo, é uma sensação subjetiva de calor associada aos sinais de vasodilatação cutânea e queda subsequente da temperatura corporal. Sudoreses diurnas e noturnas, rubor, cansaço, palpitações, ansiedade, irritabilidade e, até mesmo, transtorno do pânico podem acompanhar esse transtorno.

Mas a nutricionista Sabina Donatelli traz uma boa notícia para o universo feminino. Segundo a especialista, os sintomas desagradáveis podem ser amenizados por meio de uma alimentação saudável.

“Tudo que contém açúcar e farinha tem que ser evitado. A alimentação deve ter 65% verduras, legumes e frutas, ou seja, o que sai da terra e os outros 35% devem ser direcionados para carnes, proteínas, gorduras e o tal carboidrato, proveniente de mandioca, cará, inhame e batata-doce são muito mais indicados do que os oriundos dos grãos “, afirma.

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Seguindo essa conduta de consumo, é possível ter uma menopausa sem transtornos. Sabina também afirma que álcool e todo tipo de xenobióticos, como remédios, temperos artificiais, refrigerantes e alimentos industrializados de maneira geral e embutidos não são bem-vindos. “Inclua nesta lista pizza, pão, bolachinhas e macarrão”, aconselha.

É comum neste período a obesidade se manifestar. Caso isso ocorra, recomenda-se promover uma mudança radical, consciente e aliada a uma dieta consistente. Caso a mulher já possua hábitos saudáveis, mesmo não estando próxima da menopausa, vai passar pelo processo sem sofrimento.

“Com um índice de massa corportal dentro do padrão, praticantes regulares de atividade física e com baixa ingestão de açúcares e xenobióticos são candidatas naturais a não sofrerem tanto quando chegam a este período delicado. O recomendável é começar a se preocupar com este assunto a partir dos 35 anos, independente se é mãe ou não”, avalia a nutricionista.

Mesmo que alguns suplementos ou hormônios possam auxiliar nesta jornada, a resposta para o bem-estar ainda está na alimentação saudável. ” Os alimentos ajudam, quando não, resolvem. Conheço mulheres que simplesmente passaram pela menopausa sem ressecamento vaginal. Trata-se de um desafio e requer maturidade diante de si, da vida, do próprio corpo e das outras pessoas”, destaca Sabina.

Mudar hábitos significa escolher o caminho mais difícil. Mas, em contrapartida, é por meio desse novo olhar que se chega a uma velhice muito mais saudável e com disposição sem precedentes.

A nutricionista separou cinco alimentos que devem ser consumidos e que conduzem para uma menopausa saudável. “Aspargos, cogumelos, beterraba, abacate e derivados de soja são excelentes opções”, conclui.

Fonte: Sabina Donatelli é formada e pós-graduada em Nutrição, a profissional alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana

Quando a mulher perde o desejo

O Cresex (Centro de Referência e Especialização em Sexologia), do Hospital Pérola Byington, de São Paulo, revela que mais de 48% das mulheres atendidas ali se queixam de falta ou diminuição do desejo sexual. Esse problema pode ter origem orgânica, mas a maioria dos casos é mesmo emocional e pode ser resolvido.

“Entre os fatores físicos da falta de desejo podemos citar os períodos fisiológicos da gestação, puerpério e amamentação. Após o parto, a mulher leva ao menos 40 dias para voltar à rotina sexual, necessitando readaptar o corpo às modificações sofridas durante à gestação e ao parto. A prolactina, hormônio da amamentação, inibe o desejo e afeta a lubrificação feminina. Outra época mais complicada é o período da menopausa, cujas alterações hormonais determinam interferências na resposta sexual natural, desde o desejo sexual (que pode ser reduzido), até a própria lubrificação, sensibilidade do clitoris e intensidade do orgasmo”, explica a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, membro da Sogesp (Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo) e coordenadora da Ginecologia do ProSex do HCFMUSP.

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Ela cita ainda doenças que podem interferir no desejo.

“Diabetes, hipertensão e hipotireoidismo podem reduzir a libido, assim como os maus hábitos, sedentarismo, alcoolismo, uso de drogas e medicamentos psiquiátricos como antidepressivos e ansiolíticos. Todos dificultam a libido.”

A perda ou reduçāo do desejo sexual também pode ser psicológica e estar ligada a problemas como cansaço, estresse, depressão, baixa autoestima e insatisfação com o corpo.

“São questões que tiram o foco da mulher em relação ao desejo sexual e diminuem a libido. No relacionamento, a infidelidade, brigas e discussões com o parceiro, e outros problemas também afetam negativamente a sexualidade.”

O tratamento depende da causa e cada paciente precisa ser diagnosticada individualmente: “O médico deve tratar as questões médicas gerais e ginecológicas, além de resolver os fatores clínicos e fisiológicos, mas é preciso inserir a terapia sexual. Aliás, o tratamento adequado requer, muitas vezes, uma equipe multidisciplinar com participação do ginecologista, psiquiatra, fisioterapeuta e psicólogo.”, informa Flávia.

Vale ressaltar que, se os fatores são hormonais, as terapias de reposição poderão trazer benefícios. Quando emocionais ou psicológicos, o acompanhamento com psicólogos e terapeutas darão o suporte. “No caso de mulheres casadas ou que possuam um parceiro fixo, é importante o diálogo e a sinceridade”, adverte. “Muitos relacionamentos se fortalecem quando ambos os membros se envolvem no tratamento”.

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Se a mulher não está satisfeita com a aparência de sua região íntima, a plástica genital poderá ajudar quando a estética afeta o psicológico.

“Algumas queixas como vagina larga e crescimento excessivo dos pequenos lábios podem ser melhoradas com a cirurgia plástica genital, mas sempre temos uma conjunção de fatores envolvidos nas questões sexuais”, garante Flávia.

A perda do desejo pode causar sofrimento à mulher e ainda interferir na relação entre os parceiros. “Relacionamentos podem ruir pela indisponibilidade da parceira para o ato sexual, afetando a autoestima das mulheres e dos parceiros que se sentirão indesejados. Perder a qualidade de vida sexual pode afetar muito o dia a dia das mulheres, sejam casadas ou não. Manter-se sexualmente bem controla o estresse e pode fortalecer a autoimagem das mulheres em geral”, conclui.

Fonte: Sogesp (Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo)

Menopausa x libido: como driblar a falta de desejo sexual

A menopausa é um período desafiador na vida da mulher. Além das mudanças físicas que são próprias da idade madura, as alterações orgânicas e hormonais podem causar desconfortos, ressecamentos, unhas quebradiças, ganho de peso, ondas de calor e o campeão de dúvidas nos consultórios: diminuição da libido. Não tem como escapar, a menopausa é um estágio natural na vida da mulher que traz incertezas quanto ao futuro da vida sexual.

Para o médico ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior, o primeiro passo para não se deixar abater nesse período é buscar informações. “Deixar as crendices de lado e buscar informações junto com o seu médico é o primeiro passo. Mas sim, a menopausa diminui a libido. A causa principal para isso acontecer está na diminuição da lubrificação vaginal”, explica.

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Isso não significa o fim da atividade sexual. “Quando o corpo dá sinais de que algo está errado a medicina corre atrás e descobre mecanismos para driblar as falhas. Se o pâncreas falha, repõe-se insulina, por exemplo. Por que não repor o hormônio quando o ovário falha? A questão está mais ligada ao tabu do que à medicina propriamente dita”, comenta o médico.

Não se pode descartar fatores como alimentação saudável e atividade física para minimizar os sintomas da menopausa. “Não é o início da decadência. A reposição hoje pode ser feita por diversos métodos: spray, pílula, gel vaginal, adesivos. É só buscar o mais indicado para cada mulher e dar vasão à imaginação”, afirma o especialista.

O casal entra junto na menopausa, e não apenas a mulher. Nessa fase o homem acompanha lado a lado essa mudança feminina e precisa também aprender sobre as mudanças que ocorrem.

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“A libido é realmente uma das queixas mais frequentes, mas a redescoberta do sexo pelo casal, uma atenção maior às preliminares, novas fantasias sexuais e maior liberdade durante o sexo são fatores que compensam a falta natural dos hormônios sexuais femininos. Por isso, além da reposição hormonal, o uso de cremes vaginais é fundamental para esse novo estado sexual, que fará com que o casal, mesmo com anos de menopausa, ainda tenha uma libido satisfatória e atividade sexual prazerosa”, concluiu Floresti.

Fonte: Elvio Floresti Junior é ginecologista e obstetra formado pela Escola Paulista de Medicina desde 1984. Possui título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e título de especialista em colposcopia. Além disso, é especializado em histerectomia vaginal sem prolapso uterino (sem necessidade de corte abdominal) e está atualizado com as últimas técnicas cirúrgicas como sling vaginal.

 

Alimentação ajuda a combater sintomas da menopausa

A menopausa é um processo natural do organismo da mulher, no qual encerra-se o ciclo menstrual e ovulatório. Não há uma idade exata para o processo se iniciar, variando de mulher para mulher. Mas em média, ela ocorre entre os 40 e 55 anos. Segundo Talitha Melo, ginecologista da Clínica Penchel, que fica em Belo Horizonte, neste período, alguns sintomas característicos do climatério – período de transição para a menopausa – podem ser notados.

“Fluxo menstrual espaçado e irregular, ressecamento vaginal, intensas e repentinas ondas de calor, suor excessivo, insônia, diminuição da libido, cansaço e alterações de humor são as indicações mais claras que a menopausa está se aproximando”, afirma.

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“O estrogênio é um hormônio feminino responsável pelas características da mulher. Ele atua na multiplicação das células dos tecidos mamários e reprodutores, determina a distribuição da gordura corporal, prepara o corpo para uma gravidez e influência no comportamento. A falta dele, que acontece a partir do climatério, acentua os sintomas da menopausa”, completa a médica.

Aliados naturais, alimentos ricos em isoflavonas, betacaroteno, vitaminas C e E, zinco, selênio, manganês, ácidos graxos insaturados, bem como antioxidantes são indicados à dieta da mulher como forma de prevenir e/ou tratar os sintomas.

De acordo com Lucas Penchel, médico, nutrólogo e diretor da Clínica Penchel, as marcas mais graves causadas pelo período da menopausa são a perda da proteção relativa às doenças coronárias e o aumento do risco de osteoporose. Entretanto, a qualidade de vida da mulher também é muito afetada.

“A menopausa ocasiona sinais e sintomas depressivos, baixo rendimento cognitivo, queda drástica no desejo sexual, ganho de peso, metabolismo lento, perda de massa muscular e flacidez, entre outros”, afirma o médico.

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Sendo assim, o indicado é a reposição, de alguma maneira, dos hormônios que o corpo para de produzir. “A soja e seus derivados possuem uma substância chamada isoflavona. A estrutura deste elemento é semelhante ao hormônio estrogênio. Ao ingerir os alimentos à base de soja, o organismo reconhece como o hormônio produzido naturalmente e age como tal. Desta forma, reduz os efeitos causados pela sua deficiência na menopausa”, explica Penchel.

O médico ainda comenta que, em alguns casos, não se pode abrir mão da reposição hormonal. “As reposições podem ser realizadas por meio de gel, adesivo, chip ou até hormônio sintético em cápsula. Entretanto é necessária uma avaliação médica e laboratorial para descartar possíveis contraindicações de acordo com cada caso”. Outra substância importante de ser reposta é o selênio, encontrado na castanha-do-pará; forte fonte oxidante para o organismo.castanha do brasil

Fonte: Clínica Penchel

Novos 50: maturidade feminina em uma jornada sensorial

Plenitud promove evento gratuito com discussões sobre empoderamento e nova maturidade feminina com experiência sensorial única; evento traz Astrid Fontenelle para comandar conversas inspiradoras com Costanza Pascolato, Maria Ribeiro, a antropóloga Mirian Goldenberg e o ginecologista José Bento

A figura feminina não está mais relacionada apenas a falsa utopia de romantização da vida ideal. As mulheres vêm, cada vez mais, lutando para conquistar o seu espaço em sociedade, enfrentando as dificuldades e batalhas diárias. Em meio a um universo cercado pela feminilidade e assuntos pouco explorados como menstruação e menopausa, outras questões tornam-se silenciosas, assim como o escape de urina.

Isso atinge uma em cada quatro pessoas acima de 40 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (2013). As mulheres representam a maior parcela dos brasileiros afetados pela incontinência, muitas vezes sem conhecimento do assunto por conta dos tabus que o envolvem.

O seu comportamento e estilo de vida, porém, não cabem na má representação da figura feminina e o seu momento atual, pois tratam-se de mulheres em fase de reavaliação e reinvenção, se libertando de antigos rótulos e enfrentando paradigmas tanto do corpo como da sua figura na sociedade. Para abrir o diálogo com um público pouco abordado pela mídia e quebrar alguns tabus sobre a maturidade – entre eles, a incontinência – Plenitud promove o evento Novos 50: a maturidade feminina em uma jornada sensorial.

A apresentadora Astrid Fontenelle volta a ser a mediadora de mais um bate papo promovido pela marca, que este ano contará com três momentos. O evento começa com discussão intitulada “Gerações sem idade”, um bate papo bem-humorado com a participação de Costanza Pascolato, Maria Ribeiro e Astrid Fontenelle para mostrar como diferentes gerações estão redefinindo o que é amadurecer. Em seguida, a antropóloga Mirian Goldenberg e José Bento – ginecologista e obstetra, autor do livro recém-lançado A Saúde da Mulher – comandam o painel “Mulher: corpo, comportamento e saúde”, e quebram os tabus vividos desde a menopausa à incontinência urinária. Por fim, a Firmenich, maior empresa privada de fragrâncias e aromas do mundo, apresenta “A maturidade feminina em uma experiência sensorial”, mostrando a jornada da mulher de forma única.

“As mulheres 50+ de hoje passaram pela revolução feminina nos anos 1970, entraram no mercado de trabalho, escreveram e escrevem uma nova história. Nós, como marca, temos a missão de abordar os desafios destas mulheres em relação ao corpo e à sociedade, promovendo insights sobre uma nova reinvenção: a da maturidade”, declara Priya Patel, diretora de Cuidados Femininos e Adultos da multinacional Kimberly-Clark.

Promovido pela marca Plenitud, Novos 50: a maturidade feminina em uma jornada sensorial acontece no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, no dia 15 de agosto, às 18h, com vagas limitadas. A inscrição deve ser feita pelo Facebook da marca, em um post convidando as seguidoras para o evento.

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Serviço
Localização: Museu da Casa Brasileira, Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP
Agenda:
18h| Coquetel de recepção
19h00 | Início do evento
Abertura com Astrid Fontenelle
Painel “Gerações sem idade”, com Costanza Pascolato e Maria Ribeiro
Painel “Mulher: corpo, comportamento e saúde”, com  José Bento e Mirian Goldenberg
Painel “A maturidade feminina em uma experiência sensorial”, com a Firmenich
Ativações especiais

Vichy apresenta inovação no tratamento para pele madura

Esta novidade promete ser ótima para nós que estamos na casa dos 50, isso porque, claro, à medida que os anos passam, os sinais de envelhecimento se intensificam e os cuidados com a pele madura se tornam ainda mais essenciais.  O hormônio DHEA, conhecido como hormônio da juventude e produzido naturalmente pelo nosso organismo, apresenta visível redução a partir dos 45 anos, trazendo inúmeras consequências para a pele.

Somado a isso, temos a chegada da menopausa que por si só gera uma série de mudanças no organismo feminino. O resultado é a perda de firmeza da pele, o aumento do ressecamento, a falta de viço, as rugas mais acentuadas e o afinamento da espessura cutânea.

No entanto, à noite, a pele madura apresenta características ainda mais particulares como o aumento da sudorese, alterações na microcirculação e a diminuição da drenagem, que causa os temidos inchaços matinais e as rugas de travesseiro.

Por conhecer a necessidade feminina em cada etapa da vida, a Vichy buscou entender a origem dos problemas da pele madura e trouxe uma solução para a mulher brasileira: Neovadiol Noite Cuidado Densificador. O produto ajuda a combater os fenômenos causados na pele pela menopausa e pela redução do DHEA.

Trata-se de uma inovação no tratamento noturno da pele madura com um cuidado que a densifica e atua como um complexo substitutivo nas principais queixas da mulher madura. Neovadiol Noite Cuidado Densificador reduz linhas finas melhora a hidratação, recupera a firmeza e densidade da pele. Além disso, o produto ainda devolve o viço, suaviza os sinais de fadiga, proporciona sensação imediata de frescor e absorve a umidade e suor em excesso.

Fórmula inovadora unem dois complexos:

Complexo Substitutivo Noturno
· Pro-xylane, Hepes, Ácido Hialurônico, entre outros – ativos já consagrados na formulação do Neovadiol Concentrado
· Booster noturno: Cafeína (drenante e descongestionante) e Eperulina (ação calmante).

Juntos, esses ativos têm eficácia clinicamente comprovada na redução de linhas finas e na recuperação da firmeza da pele com ação preenchedora e hidratante.

Exclusivo Complexo Refrescante
· Aquakeep: sensação de frescor imediato e hidratação
· Airlicium e Perlita: equilíbrio da absorção do suor e da umidade em excesso

Juntos esses ativos entregam uma agradável cosmeticidade já que ajudam a compor a textura gel creme ultraleve, que proporciona efeito refrescante imediato, e não deixa aspecto pegajoso apesar de seu alto poder de hidratação.

Neovadiol Noite teve eficácia clínicamente comprovada por meio de um estudo realizado com aplicação apenas uma vez ao dia. Os estudos comprovam que após 8 semanas de uso, Neovadiol Noite contribui para uma redução significativa e clínica da ptose (flacidez) da parte inferior da face, aumento da densidade cutânea do pescoço e colo, melhora do viço, tonicidade e elasticidade da pele como um todo.

*O estudo clínico foi realizado com avaliação de um dermatologista, em mulheres de 54 a 67 anos, que apresentavam pele sensível, menopausa há pelo menos três anos. O produto foi aplicado uma vez à noite na face, contorno facial e pescoço, durante oito semanas.

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Indicação: pele madura e/ou menopausada. Modo de uso: Uma vez ao dia, à noite.

Preço: R$ 264,90 – 50ml

Informações: Vichy