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Novos 50: maturidade feminina em uma jornada sensorial

Plenitud promove evento gratuito com discussões sobre empoderamento e nova maturidade feminina com experiência sensorial única; evento traz Astrid Fontenelle para comandar conversas inspiradoras com Costanza Pascolato, Maria Ribeiro, a antropóloga Mirian Goldenberg e o ginecologista José Bento

A figura feminina não está mais relacionada apenas a falsa utopia de romantização da vida ideal. As mulheres vêm, cada vez mais, lutando para conquistar o seu espaço em sociedade, enfrentando as dificuldades e batalhas diárias. Em meio a um universo cercado pela feminilidade e assuntos pouco explorados como menstruação e menopausa, outras questões tornam-se silenciosas, assim como o escape de urina.

Isso atinge uma em cada quatro pessoas acima de 40 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (2013). As mulheres representam a maior parcela dos brasileiros afetados pela incontinência, muitas vezes sem conhecimento do assunto por conta dos tabus que o envolvem.

O seu comportamento e estilo de vida, porém, não cabem na má representação da figura feminina e o seu momento atual, pois tratam-se de mulheres em fase de reavaliação e reinvenção, se libertando de antigos rótulos e enfrentando paradigmas tanto do corpo como da sua figura na sociedade. Para abrir o diálogo com um público pouco abordado pela mídia e quebrar alguns tabus sobre a maturidade – entre eles, a incontinência – Plenitud promove o evento Novos 50: a maturidade feminina em uma jornada sensorial.

A apresentadora Astrid Fontenelle volta a ser a mediadora de mais um bate papo promovido pela marca, que este ano contará com três momentos. O evento começa com discussão intitulada “Gerações sem idade”, um bate papo bem-humorado com a participação de Costanza Pascolato, Maria Ribeiro e Astrid Fontenelle para mostrar como diferentes gerações estão redefinindo o que é amadurecer. Em seguida, a antropóloga Mirian Goldenberg e José Bento – ginecologista e obstetra, autor do livro recém-lançado A Saúde da Mulher – comandam o painel “Mulher: corpo, comportamento e saúde”, e quebram os tabus vividos desde a menopausa à incontinência urinária. Por fim, a Firmenich, maior empresa privada de fragrâncias e aromas do mundo, apresenta “A maturidade feminina em uma experiência sensorial”, mostrando a jornada da mulher de forma única.

“As mulheres 50+ de hoje passaram pela revolução feminina nos anos 1970, entraram no mercado de trabalho, escreveram e escrevem uma nova história. Nós, como marca, temos a missão de abordar os desafios destas mulheres em relação ao corpo e à sociedade, promovendo insights sobre uma nova reinvenção: a da maturidade”, declara Priya Patel, diretora de Cuidados Femininos e Adultos da multinacional Kimberly-Clark.

Promovido pela marca Plenitud, Novos 50: a maturidade feminina em uma jornada sensorial acontece no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, no dia 15 de agosto, às 18h, com vagas limitadas. A inscrição deve ser feita pelo Facebook da marca, em um post convidando as seguidoras para o evento.

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Serviço
Localização: Museu da Casa Brasileira, Av. Brig. Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP
Agenda:
18h| Coquetel de recepção
19h00 | Início do evento
Abertura com Astrid Fontenelle
Painel “Gerações sem idade”, com Costanza Pascolato e Maria Ribeiro
Painel “Mulher: corpo, comportamento e saúde”, com  José Bento e Mirian Goldenberg
Painel “A maturidade feminina em uma experiência sensorial”, com a Firmenich
Ativações especiais

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Vichy apresenta inovação no tratamento para pele madura

Esta novidade promete ser ótima para nós que estamos na casa dos 50, isso porque, claro, à medida que os anos passam, os sinais de envelhecimento se intensificam e os cuidados com a pele madura se tornam ainda mais essenciais.  O hormônio DHEA, conhecido como hormônio da juventude e produzido naturalmente pelo nosso organismo, apresenta visível redução a partir dos 45 anos, trazendo inúmeras consequências para a pele.

Somado a isso, temos a chegada da menopausa que por si só gera uma série de mudanças no organismo feminino. O resultado é a perda de firmeza da pele, o aumento do ressecamento, a falta de viço, as rugas mais acentuadas e o afinamento da espessura cutânea.

No entanto, à noite, a pele madura apresenta características ainda mais particulares como o aumento da sudorese, alterações na microcirculação e a diminuição da drenagem, que causa os temidos inchaços matinais e as rugas de travesseiro.

Por conhecer a necessidade feminina em cada etapa da vida, a Vichy buscou entender a origem dos problemas da pele madura e trouxe uma solução para a mulher brasileira: Neovadiol Noite Cuidado Densificador. O produto ajuda a combater os fenômenos causados na pele pela menopausa e pela redução do DHEA.

Trata-se de uma inovação no tratamento noturno da pele madura com um cuidado que a densifica e atua como um complexo substitutivo nas principais queixas da mulher madura. Neovadiol Noite Cuidado Densificador reduz linhas finas melhora a hidratação, recupera a firmeza e densidade da pele. Além disso, o produto ainda devolve o viço, suaviza os sinais de fadiga, proporciona sensação imediata de frescor e absorve a umidade e suor em excesso.

Fórmula inovadora unem dois complexos:

Complexo Substitutivo Noturno
· Pro-xylane, Hepes, Ácido Hialurônico, entre outros – ativos já consagrados na formulação do Neovadiol Concentrado
· Booster noturno: Cafeína (drenante e descongestionante) e Eperulina (ação calmante).

Juntos, esses ativos têm eficácia clinicamente comprovada na redução de linhas finas e na recuperação da firmeza da pele com ação preenchedora e hidratante.

Exclusivo Complexo Refrescante
· Aquakeep: sensação de frescor imediato e hidratação
· Airlicium e Perlita: equilíbrio da absorção do suor e da umidade em excesso

Juntos esses ativos entregam uma agradável cosmeticidade já que ajudam a compor a textura gel creme ultraleve, que proporciona efeito refrescante imediato, e não deixa aspecto pegajoso apesar de seu alto poder de hidratação.

Neovadiol Noite teve eficácia clínicamente comprovada por meio de um estudo realizado com aplicação apenas uma vez ao dia. Os estudos comprovam que após 8 semanas de uso, Neovadiol Noite contribui para uma redução significativa e clínica da ptose (flacidez) da parte inferior da face, aumento da densidade cutânea do pescoço e colo, melhora do viço, tonicidade e elasticidade da pele como um todo.

*O estudo clínico foi realizado com avaliação de um dermatologista, em mulheres de 54 a 67 anos, que apresentavam pele sensível, menopausa há pelo menos três anos. O produto foi aplicado uma vez à noite na face, contorno facial e pescoço, durante oito semanas.

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Indicação: pele madura e/ou menopausada. Modo de uso: Uma vez ao dia, à noite.

Preço: R$ 264,90 – 50ml

Informações: Vichy

Reposição hormonal com implantes: é preciso critério

A reposição hormonal com implantes é um tipo de tratamento que deve ser feito com muita parcimônia. Atualmente, existem no mercado diversos métodos que são adotados para a Terapia de Reposição Hormonal. Cada um desses métodos possui pontos positivos e pontos negativos, que devem estar sempre bem claros para a paciente.

Segundo o Comitê de Nomenclaturas da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, a menopausa é a fase em que a mulher passa do estágio reprodutivo para o não reprodutivo e há uma queda natural nos níveis hormonais. Os implantes são uma forma de reposição de hormônios como o estradiol, testosterona ou progestágeno.

“Estes hormônios podem ser utilizados de forma associada ou não, de acordo com a necessidade de cada paciente, verificada em exames específicos”, acrescenta o especialista.

Os hormônios são liberados gradativamente na corrente sanguínea por um tempo de seis a 12 meses e a grande vantagem é que este tipo de reposição não causa picos hormonais e nem flutuações nas doses, proporcionando uma reposição muito próxima da fisiológica, além da comodidade da reposição. A reposição de alguns hormônios é indicada também para mulheres que ainda não chegaram na menopausa.

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“Um destes hormônios é a gestrinona, que é um antiprogestageno. Sua indicação clínica, além da contracepção, é de tratar alguns distúrbios menstruais como dismenorreia (dor durante a menstruação) e endometriose, que é uma patologia responsável por uma grande número de casos de infertilidade”, informa o médico.

Para as mulheres que retiraram o seu útero, não há necessidade da reposição da progesterona. As pacientes que não fizeram esse procedimento devem receber, além do estrogênio, a progesterona ou um progestágeno sintético. A ação do hormônio, em alguns casos, pode trazer benefícios na composição corporal da mulher; as que geralmente alcançam estes objetivos são aquelas que já são adeptas de um estilo de vida saudável com dieta balanceada e atividade física regular. Não há consenso quanto ao tempo que deve ser mantida a terapia hormonal, que deve ser decidido caso a caso.

“É preciso muito cuidado com aquelas que buscam este tipo de tratamento apenas para melhorar o corpo e não estão aptas para recebê-lo. Ou seja, o mesmo hormônio que emagrece pode provocar aumento de peso, que nos leva a concluir que para alcançar uma composição corporal adequada, o fundamental é adotar um estilo de vida saudável e que a reposição de hormônios é indicada para corrigir déficits dos mesmos ou tratar determinadas patologias”, finaliza João Aguiar.

João Aguiar: é médico formado em 1994 pela Universidade Estadual do Pará com graduação em Endocrinologia Clínica, graduação em medicina do esporte e fisiologia do Exercício e residência médica em Ginecologia, obstetrícia e mastologia.

Como a atrofia vaginal pode afetar a vida das mulheres

Problema pouco conhecido, porém muito frequente na menopausa, deve ser levado a sério e tratado com médico

A menopausa chega para a mulher entre seus 45 e 55 anos, começando após o fim definitivo de seu ciclo menstrual e ovulatório. Esse processo é natural de todas as mulheres e ocorre devido a uma diminuição dos estrogênios – hormônios responsáveis por manter o pH da vagina estável e saudável – nessa fase. Essa redução de estrogênios pode levar à atrofia vaginal.

Para se entender melhor, o fim do ciclo reprodutivo é o principal fator de risco para os sintomas decorrentes da atrofia vaginal. Ela acontece após o agravamento do ressecamento da vagina, que ocorre durante a pré-menopausa. Quando a mulher chega definitivamente à menopausa, o problema pode piorar, pois há uma diminuição de 3% na produção dos estrogênios, em comparação ao período de início de sua vida reprodutiva. No pós-menopausa (três anos), nota-se um nível de ressecamento 47% maior em relação ao climatério (transição entre o período de menstruação para o de não menstruação), aumentando as chances de atrofia.

“Na prática, as mulheres sentem os efeitos da atrofia quando percebem que a região íntima está mais seca. As reclamações normalmente são sobre a falta da lubrificação natural da vagina no momento das relações sexuais, bem como a baixa da libido”, comenta Lucia Alves, coordenadora do Serviço de Medicina Sexual do setor de Reprodução Humana do departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FMRP/USP. No entanto os sintomas da atrofia vão além e podem afetar a rotina das mulheres na menopausa e na pós-menopausa. As principais consequências da atrofia vaginal são:

– Infeções e corrimentos: com a desregulação do pH vaginal, a região fica menos ácida. Isso torna o ambiente favorável para a proliferação de bactérias que causam infeções e corrimentos.

– Incontinência urinária e dor ao urinar: a atrofia vaginal pode vir acompanhada pela atrofia do sistema urinário, causando descontrole na vontade de urinar e também dores nesse momento.

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Foto: Shutterstock

– Coceira: a secura com a falta de secreção pode causar irritação e coceiras. Em caso de infecções, esse quadro pode piorar ainda mais.

– Ressecamento vaginal: quando há menos produção de estrogênio, ocorre diminuição da formação de células na parede da vagina, deixando-a mais fina, o que pode levar ao ressecamento vaginal. Assim, a região íntima fica menos lubrificada.

– Dor e ardência na relação sexual: por causa da falta de lubrificação causada pelo ressecamento, as relações sexuais podem se tornar mais dolorosas e até mesmo ocorrer ardência após o ato.

– Deslocamentos genitais: em casos mais graves, pode ocorrer a perda da sustentação mecânica que mantém no lugar o útero, a bexiga e o intestino, e seu consequente deslocamento para baixo e para fora da pelve.

Existem tratamentos para que a mulher sofra menos com as consequências da atrofia, que consistem em reposição de estrogênios. Segundo a Sociedade Americana de Menopausa (NAMS), o tratamento mais adequado para uso na atrofia genital é aquele que possui pouca ou nenhuma absorção sistêmica. A baixa absorção é importante para não correrem efeitos colaterais.

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O uso de promestrieno é um exemplo de tratamento com essa característica. Esse princípio ativo exerce papel semelhante ao estrogênio na região íntima, restaurando a nutrição das mucosas do trato genital feminino. Há outras opções de estrogênio vaginal para tratar a atrofia genital, como os estrogênios equinos conjugados e o estriol. “O importante é a mulher saber que os sintomas não são normais e precisam ser reportados ao ginecologista”, finaliza a ginecologista.

Promestrieno
O promestrieno trata determinados distúrbios da vulva e da vagina, causados pela redução ou falta de estrogênio no organismo, além de acelerar a cicatrização de lesões na vagina e no colo do útero. É apresentado em duas formas farmacêuticas: cápsula e creme. Exerce papel semelhante ao estrogênio no local, restaurando a nutrição das mucosas do trato genital feminino inferior. O tempo médio para início da ação do medicamento é de aproximadamente sete dias.

Fonte: Teva Famacêutica

 

Uso de hormônios pode curar a depressão?

Deficiências hormonais podem trazer muitos problemas físicos e psicológicos, como hipertensão, osteoporose, depressão e mau humor. O médico Marcos Natividade explica na obra “Reposição Hormonal”, publicada pela editora Pandorga, que essas complicações podem ser sanadas através do uso de hormônios.

Um trecho do livro alerta: “O tema reposição hormonal lhe parece antigo, e o que vem à sua cabeça são os efeitos colaterais como doenças cardiovasculares, obesidade e câncer. E se eu lhe afirmar que estes conceitos mudaram? O que falamos aqui é sobre a reposição hormonal que cura doenças cardiovasculares, emagrece e evita o câncer”.

Aliando a medicina ortomolecular ao tratamento hormonal de seus pacientes, Natividade explica nas páginas da obra diversos casos médicos, efeitos e funcionamentos dos hormônios no organismo. As explicações são simples e bem escritas, permitindo que até mesmo a pessoa mais leiga em biologia entenda como o corpo humano funciona e quais seriam os benefícios do uso dessas substâncias no corpo – desde que utilizadas corretamente.

Sobre o autor

Marcos Natividade é médico graduado pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro (Uberada – MG) em 1980. Fez residência em Cardiologia no Hospital das Forças Armadas (Brasília – DF) e é especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e Associação Médica Brasileira. Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia é pós-graduado em Terapia Ortomolecular no Curso de Medicina Ortomolecular pelo IBEHE-FACYCS; em Homeopatia pelo Instituto Brasileiro de Estudos Homeopáticos.

Membro da Associação Médica Brasileira de Oxidologia (AMBO) e Professor do curso de pós-graduação em Ortomolecular ministrado pela FAPES (Fundação de Apoio e Pesquisa na Área de Saúde). Fez curso de Modulação Hormonal pela Longevidade Saudável.Participante ativo dos Congressos da AMMG (Age Management Medicine Group) nos Estados Unidos da América há oito anos.

 

capa livro

Reposição Hormonal – Editora Pandorga
Autor: Marcos Natividade
Formato: 16x23cm
Páginas: 136
Preço: R$ 34,90

Entenda a importância do ressecamento vaginal e como se cuidar

Os sintomas podem afetar a qualidade de vida da mulher em algumas fases da vida

O ressecamento vaginal é enfrentado pelas mulheres em algumas fases de sua vida, podendo interferir diretamente em seu bem-estar emocional, físico e até social. Ele ocorre em momentos de queda na produção dos estrogênios, e a lubrificação da vagina torna-se muito baixa ou ausente.

Esse problema está relacionado à saúde íntima, que muitas vezes, ainda é um tabu e que afeta diretamente a qualidade de vida da mulher, que pode se sentir desconfortável em diversos momentos com os sintomas causados pelo ressecamento.

As consequências da falta de lubrificação causada pelo ressecamento são: sensação de irritação ou queimação, coceira, diminuição da elasticidade da vagina e dor durante a relação sexual. Esses sinais atrapalham a autoestima da mulher, que passa a se sentir menos segura para enfrentar o dia a dia. É importante que a mulher saiba que nenhum desses sintomas são normais, e precisam ser levados ao médico.

“O ressecamento vaginal é notado também pelas mulheres no momento das relações sexuais, quando falta lubrificação e o ato torna-se difícil e doloroso. Elas relatam que isso afeta o relacionamento com seus parceiros e causa certa insegurança”, comenta o médico ginecologista Ricardo Bruno, da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de Rio de Janeiro.

Geralmente o ressecamento vaginal ocorre durante o pós-parto, a amamentação e a menopausa, quando o organismo reduz naturalmente a produção de estrogênio. Para entender melhor, no pós-parto essa diminuição acontece porque há o aumento na produção de prolactina (hormônio da produção do leite). Assim, o organismo bloqueia boa parte da produção dos estrogênios para se concentrar na produção da prolactina.

Já na menopausa, há uma diminuição no estímulo para fabricação dos estrogênios, em comparação ao período da puberdade. O ressecamento vaginal pode começar na pré-menopausa e vai aumentando até alcançar seu ápice na pós-menopausa, período em que o nível de ressecamento é 47% maior em relação ao climatério (transição em que a menstruação fica mais espaçada até parar de vez).

“Há muitas queixas das mulheres, na fase de climatério, de dores durante a relação sexual, ardência após o término e outros sintomas como coceira e dificuldade para urinar. Esses são os momentos em que as mulheres mais sentem o ressecamento vaginal”, ressalta o ginecologista. “As mulheres que acabaram de ser mães costumam perceber o ressecamento após 30 dias do parto, porém as queixas são menores do que as das mulheres na menopausa”, complementa.

Outra razão para ocorrer o ressecamento vaginal é o tratamento do câncer. Tanto a radioterapia quanto a quimioterapia podem causar a diminuição da produção de hormônio feminino responsável pela lubrificação vaginal e assim causar o ressecamento.

Muitas mulheres utilizam lubrificantes vaginais para aliviar os sintomas de dor e ardência durante a relação sexual. Porém, isso pode quebrar a espontaneidade da relação, deixando a mulher tensa e muitas vezes ansiosa. Além disso, ele não resolve os outros problemas causados pelo ressecamento. Segundo Ricardo Bruno, quando o lubrificante utilizado não é à base de água e, sim, de petróleo e óleo, o ressecamento vaginal pode se agravar após a relação sexual. Assim, é preciso ficar atenta à composição do produto e sempre conversar com o médico.

Assim, um hidratante intravaginal surge como uma opção mais adequada para quem procura um efeito de longa duração. Livre de hormônios, age no aumento do volume de água no tecido celular vaginal e restaura o pH da região. Esse processo proporciona maior lubrificação, aliviando os sintomas do ressecamento, não apenas a dor na relação sexual.

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A mulher pode utilizar o hidratante em qualquer hora do dia, antes de dormir ou ao acordar, quando for se sua preferência. Ele manterá a região hidratada por até três dias, proporcionando conforto, qualidade de vida e espontaneidade nos momentos íntimos. Além disso, pode ser usado com preservativos, não contém fragrância, parabenos, sabor ou elementos agressivos.

Assim, a mulher se sente mais preparada para a relação e mais segura no dia a dia após o alivio dos problemas do ressecamento. “O benefício do uso do hidratante vaginal é uma região íntima mais lubrificada, protegida de bactérias externas e pronta para relações sexuais prazerosas”, finaliza o médico.

Fonte: Vagidrat