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Alguns mitos e verdades sobre alimentação

Você sabe o que realmente faz bem para o seu organismo? Descubra os hábitos e alimentos que jogam a favor da sua saúde

No verão as pessoas começam a dar uma atenção especial no cardápio e inserir novos “hábitos saudáveis” no dia a dia. Mas nem tudo é o que parece. Carolina Mantelli, endocrinologista e especialista em metabologia, revela alguns mitos e verdades sobre os alimentos e como utilizá-los ao seu favor.

Chá verde é bom para digestão

chá verde japones tradicional louça pixabay
Pixabay

Verdade. Apesar de bom para digestão, o ideal é consumi-lo no meio da manhã ou depois de praticar atividades físicas, pois ajuda a eliminar as toxinas. Mate, chá preto e café devem ser evitados após o almoço e jantar, pois o consumo de cafeína logo após as refeições pode atrapalhar na absorção de alguns nutrientes (ex: cálcio, ferro, cobre, zinco e vitaminas). Além disso, acaba relaxando a musculatura que trabalha impedindo que os alimentos passem do estômago para o esôfago, o que pode acabar resultando num refluxo.

Ingerir líquido durante a refeição engorda

jantar almoço comida vinho mulher

Mito. O hábito não engorda, mas causa aumento do abdômen, ocupando o espaço da comida e, consequentemente, distendendo o estômago. O ideal é consumir no máximo até 100ml de água somente para auxiliar na digestão e ajudar na deglutição dos alimentos. Mais que isso, o excesso de líquido começa a atrapalhar o processo de absorção de nutrientes.

Azeite é saudável;

tomate azeite alimentação alimentos

Verdade. Ele ajuda a aumentar o colesterol bom, o HDL. Porém, não pode ser levado ao fogo, pois se transforma em gordura saturada.

Legumes sem casca são mais saudáveis;

alimentos

Mito. O ideal é fazer a higienização corretamente e cozinhar com casa para conservar as vitaminas, utilizando o mínimo de água possível. Para aproveitar todas as vitaminas e proteínas, use essa água para preparar arroz, feijão, lentilha e macarrão. Dica: utilizar iodo para retirar o agrotóxico da casca dos legumes e verduras.

Caminhar após as refeições ajuda na digestão;

andar caminhar

Mito. A caminhada logo após as refeições dificulta a absorção dos nutrientes no organismo, pode também causar refluxo ácido e indigestão. Depois de meia hora, uma voltinha está liberada, o que será bom para potencializar o metabolismo e queimar algumas calorias extras, além de auxiliar um sono mais rápido e profundo.

Beber muita água emagrece;

mulher bebendo agua pixabay
pixabay

Verdade. Durante toda dieta para perda de gordura (emagrecimento) ocorre um aumento da acidez do sangue devido à intensa quebra da gordura em energia. Sendo assim, a ingestão de muita água ameniza os sintomas decorrentes dessa acidez, como cefaleia, náuseas, enjoos, favorecendo todo este processo. Mesmo porque, o sangue ácido é extremamente maléfico e nos deixa abertos às doenças.

Fazer exercício físico em jejum ajuda a perder peso;

exercicio academia

Mito. Ao acordar, a quantidade de glicose e proteínas no sangue esta baixa devido ao jejum prolongado durante o sono. Ao exercitar sem se alimentar, o corpo vai quebrar massa muscular para produzir energia, gerando a glicose necessária para movimentar-se e manter o cérebro ativo, portanto, vai haver a perda da massa muscular, mas não da gordura. Além de sentir dor de cabeça, náuseas, enjoos e fraqueza, que vão impedir de se exercitar por um tempo adequado.

Substituir as refeições principais, como café da manhã, almoço e jantar, por sucos e chás traz benefícios;

suco-melancia

Mito. Sucos e chás não têm as quantidades adequadas de proteínas, vitaminas, sais minerais e fibras que os alimentos sólidos das refeições possuem, além de não produzirem saciedade, pois são de rápida digestão podendo provocar perda de massa muscular e problemas de saúde por falta de nutrientes.

Para elaborar uma dieta balanceada e que seja adequada ao seu organismo, procure sempre um auxílio médico.

Fonte: Carolina Mantelli é médica, pós-graduada em Endocrinologia e Metabologia. Possui título de médica perito pela Universidade de São Paulo e conhecimentos específicos em metafísica e desenvolvimento mental, procurando tratar o ser humano como um todo

 

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Mitos e verdades sobre o cálcio

Um dos minerais mais importantes para o organismo, o cálcio auxilia na formação e manutenção dos dentes e dos ossos. No entanto, ainda existem alguns mitos sobre o seu consumo

O cálcio é um nutriente fundamental para o organismo. Embora sua principal função esteja relacionada à formação e manutenção de dentes e ossos, ele também auxilia na contração muscular, na pressão arterial, na coagulação e na transmissão de mensagens no interior das células. E, apesar de sua importância ser amplamente divulgada, muitas informações que não são inteiramente verdadeiras também são difundidas.

A ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro, esclarece seis questões-chave sobre o cálcio e sua importância para o organismo:

OSSOS

-É o mineral presente em maior quantidade no organismo? Verdade. Estima-se que 1% a 2% do peso de um adulto seja composto pelo nutriente, sendo que 99% está nos dentes e nos ossos.

mulher tomando leite

-O leite e seus derivados são as principais fontes de cálcio da dieta para o corpo humano? Verdade. O leite e seus derivados são as principais fontes de cálcio, representando 80% de uma alimentação adequada em cálcio, tanto que especialistas recomendam a quem tem osteopenia e osteoporose uma dieta rica nesses alimentos, com pelo menos três porções diárias.

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Foto: Jeltovski

-Suplementos de cálcio não contêm quantidades adequadas do mineral? Mito. Suplementos de cálcio contêm a quantidade necessária do mineral, tanto que muitos médicos prescrevem para pacientes que têm déficit da substância no organismo. Atualmente, há opções no mercado que oferecem quase a metade da ingestão diária recomendada em apenas um tablete ou comprimido.

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-Leite integral e desnatado têm o mesmo nível de cálcio? Verdade. Um litro de leite desnatado contém a mesma quantidade de cálcio do que a versão integral (1000 mg). Portanto, o fato de ter menos gordura não interfere no nível do mineral no alimento. Além disso, existem opções dietéticas de leite que são enriquecidas com cálcio.

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-A menopausa pode fazer com que os ossos das mulheres percam cálcio? Verdade. As alterações hormonais da menopausa levam à diminuição do nível de estrógeno, que ajuda a proteger os ossos de forma natural. Com isso, há uma desmineralização óssea mais acelerada. Para reduzir o risco de osteoporose, muitos médicos recomendam, além de uma dieta rica em cálcio, a ingestão de suplementos desse mineral e de vitamina D durante a terapia de reposição hormonal, principalmente para mulheres que não conseguem manter uma dieta com a quantidade necessária do nutriente.

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-Para manter bons níveis de cálcio no organismo, basta ingerir alimentos ricos no mineral? Mito. Além de incluir alimentos ricos em cálcio no cardápio, é preciso diminuir a ingestão de substâncias que facilitam sua eliminação pela urina. São eles: sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Outro hábito importante é praticar atividades físicas ao ar livre, já que o sol ajuda na sintetização da vitamina D, facilitando a fixação do cálcio.

Suplementação diária

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Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché

 

Alguns mitos e verdade sobre diabetes

Dados recém-publicados pelo Vigitel e divulgados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostram que o número de pessoas com diagnóstico de diabetes cresceu 60% nos últimos dez anos no Brasil. Entre os fatores envolvidos com o aumento estão: obesidade, alimentação errada e sedentarismo.

Para Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista formada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP),  a informação é a melhor forma de orientar a população e fazer a trocar do medo pela precaução e prevenção. A médica listou alguns dos principais mitos e verdades relacionados com a diabetes.

1- Comer muito doce causa diabetes

mulher doces shutt

Mito: 90% dos casos de diabetes é o do tipo 2, não existe só uma causa de diabetes tipo 2. São vários fatores que juntos desencadeiam a doença, e os principais são tendência genética, ganho de peso e vida sedentária. O ganho de peso ocorre pelo excesso de calorias. Lógico que o doce tem muita caloria, mas a pessoa pode nunca comer doce, mas se comer pão, arroz, massa ou até coisas saudáveis em excesso e engordar, tem o risco de desenvolver diabetes. Não é o fato de comer doce e, sim, qualquer alimento em excesso, junto com a tendência genética e o sedentarismo.

2- Diabetes tem causa genética

Verdade: já se sabe que há uma influência genética – ter um parente próximo com a doença aumenta consideravelmente as chances de você ter também.

3- Diabetes geralmente não causa sintomas. 

Verdade: sabemos ainda que muitos pacientes desconhecem este diagnóstico. Pois, na maioria das vezes, nas fases iniciais e intermediárias, trata-se de uma doença assintomática. É uma epidemia silenciosa.

4- Todo produto diet é liberado para os diabéticos. 

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Foto: Stux/Pixabay

Mito: quando se tem o diagnóstico de diabetes, a primeira ideia é que devemos usar a partir de então somente produtos dietéticos. Para isso é importante analisar se são mesmo indicados, até porque nem todos os alimentos diet são sem açúcar. Os produtos diet se destinam a grupos populacionais com necessidades específicas. O que significa que o produto é isento de um determinado nutriente. A maioria dos produtos diet são sem açúcar, mas é importante comprovar se o nutriente retirado foi mesmo o açúcar, e não gordura, sódio ou outro componente.

5- Diabetes emagrece.

Mito: apenas em fases iniciais graves, em que o pâncreas não está funcionando e não existe insulina no corpo. Mas, normalmente, não emagrece.

6- Estresse pode subir a glicose no diabético.

Verdade: estresse emocional aumenta o risco de desenvolver diabetes por várias razões. A primeira tem causa hormonal: o estresse crônico aumenta o nível do hormônio cortisol, que ocasiona entre outras coisas o aumento da gordura abdominal, o que, por sua vez, aumenta o risco de diabetes.

Fonte: Tassiane Alvarenga

 

Nutricionista desvenda alguns mitos e verdades da alimentação

O papel da banana na redução da câimbra e das fibras no emagrecimento, além de indicações de uso do óleo de coco, são respondidas pela profissional do Cejam

Acreditar em dietas malucas e receitas suspeitas é mais comum do que se imagina, assim como seguir dicas lidas nas redes sociais ou confiar em boatos milagrosos. Esses perigos são frequentes no dia a dia de quem busca uma alimentação saudável ou perder alguns quilos.

Para sanar as dúvidas sobre os benefícios e nocividade de certos alimentos, Raira Oliveira Santos, nutricionista do Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim), desvenda alguns mitos e verdade de certos alimentos comuns na mesa dos brasileiros.

Comer banana reduz câimbra?

banana

Verdade: a câimbra tem muitas causas. Pode ser por falta de cálcio ou acido lácteo ou por esforço muscular. Se a causa da câimbra for a falta de potássio, a banana consegue suprir esse papel.

Comer fibras ajuda no emagrecimento?

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Pixabay

Verdade: as fibras, em contato com a água, formam uma espécie de gel no estômago, e essa mistura dá uma sensação de dilatação, o que aumenta a saciedade e diminui a fome. Fontes de fibras são encontradas em frutas, verduras e cereais integrais, e previnem doenças. Por isso, devem ser consumidas regularmente.

Óleo de coco é indicado para emagrecimento?

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Mito:  é uma fonte natural de gordura saturada, que aumenta o colesterol e as triglicérides. Porém, não é proibido consumi-lo, desde que em pequenas quantidades ou em uma preparação culinária, por exemplo. Mas não deve ser usado em tratamento de colesterol alto ou contra a obesidade.

Margarina é mais saudável que manteiga?

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Foto: Doornekamph / Pixabay

Mito: margarina é uma fonte de gordura trans. A margarina passa por um processo de hidrogenação que transforma a gordura insaturada, até então boa, em trans. Já a manteiga é gordura saturada, porque vem de origem animal. A gordura saturada não é proibida para consumo, mas deve ser ingerida em pequena quantidade.

Fonte: Cejam

 

Mitos e verdades sobre o uso de banheiro público

Muitas vezes estamos na rua e precisamos usar um banheiro, e a única saída é mesmo o público. Neste mesmo momento, nos lembramos de que não existe lugar como o banheiro de casa, afinal, nela sabemos a frequência com que ele é limpo e como esta limpeza é feita. Isso nos faz sentir mais seguros.

Só que não temos garantias quando precisamos usar um banheiro de rua. Assim, foram criados muitos mitos sobre usar banheiros públicos e como garantir a saúde. A seguir, um infográfico – feito pela empresa Personal Clean RJ – tenta desmistificar algumas dessas ideias tão presentes no senso comum.

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Mastologista esclarece mitos e verdades sobre câncer de mama

Considerado o tipo de câncer com maior incidência entre as mulheres no Brasil e no mundo, o câncer de mama ainda é cercado de dúvidas; a boa notícia é que com acompanhamento médico frequente e o avanço da medicina, as chances de cura chegam a 90%

O câncer de mama é responsável por cerca de 25% dos novos casos da doença entre mulheres todos os anos, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Só no Brasil, estima-se que neste ano, sejam diagnosticados quase 60 mil novos casos. “A principal mensagem para este público é sobre a necessidade de exames regulares. Quando a descoberta do tumor se dá logo no início, as chances de cura chegam a 90%”, comenta Afonso Nazário, mastologista do HCor – Hospital do Coração.

Campanhas mundiais como o Outubro Rosa são movimentos necessários para alertar as mulheres quanto aos riscos e a importância de exames de mamografia e ultrassonografia para detectar o câncer em uma fase precoce. A boa notícia é que a doença pode ser prevenida. O mastologista do HCor esclarece alguns mitos e verdades sobre a doença. Confira:

O câncer de mama é hereditário?

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Parcialmente verdade. Embora seja hereditário, sabe-se que o câncer herdado é responsável por cerca de 5% a 10% dos casos de câncer de mama. “É importante salientar que, mesmo que não haja casos na família, a partir dos 40 anos, é indicado que todas as mulheres façam o exame de rastreamento”, ressalta.

O autoexame só detecta o câncer de mama em um estágio mais avançado?

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Verdade. Normalmente, quando a mulher faz o autoexame, ela apalpa lesões já grandes, geralmente indolores, não passíveis de uma detecção precoce. O toque das mamas, segundo Dr. Nazário, é incentivado para que as mulheres possam conhecer melhor o próprio corpo, mas não deve ser considerado um método de prevenção.

Anticoncepcionais provocam o câncer de mama?

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Parcialmente verdade. Durante seu uso, as pílulas aumentam, discretamente, o risco de câncer de mama. Por outro lado, os anticoncepcionais diminuem o risco do câncer do endométrio e do ovário.

Mulheres obesas são mais propensas ao câncer de mama?

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Foto: Xenia/Morguefile

Parcialmente verdade. A obesidade é considerada um fator de risco para o câncer. Especificamente nos cânceres de mama, as chances aumentam no período pós-menopausa. Essa relação ocorre devido à produção de alguns hormônios que causam um processo inflamatório crônico, e que podem aumentar as chances de desenvolver a doença. “Por isso, é muito importante manter um peso saudável durante a vida inteira, principalmente após a menopausa”, recomenda o mastologista.

Prótese de silicone pode causar o câncer?

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Mito. As próteses em si não causam câncer. Mulheres com próteses podem, e devem, fazer o exame de mamografia normalmente. “Este é o método mais eficaz de diagnosticar precocemente o câncer de mama”, diz Dr. Nazário.

Menstruei cedo. Com isso, minhas chances aumentam?

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Foto: Amanda Taylor/Morguefile

Verdade. Quanto mais cedo for a primeira menstruação, maiores são as chances de desenvolver câncer de mama. A relação está associada, na verdade, com o ciclo ovulatório. Ou seja, quanto mais ciclos ocorrer ao longo da vida, mais predisposta a mulher estará.

Exercícios físicos ajudam na prevenção?

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Verdade. A American Cancer Society recomenda que pacientes que já tiveram câncer, e também como medida preventiva para a doença, pratiquem semanalmente alguma atividade aeróbica, como caminhada, bicicleta ou natação, por exemplo. Cerca de 30 minutos por dia já surtem ótimos benefícios.

Campanha Corte Solidário

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Para apoiar a causa, o HCor lançou a Campanha Corte Solidário. O objetivo desta ação social, que ocorrerá durante todo o mês, é convidar as pessoas a doarem 15cm de seus cabelos e, com isso, promover a autoestima de diversas mulheres. Os interessados em participar, devem entregar os cabelos diretamente à ONG Rapunzel Solidária, uma organização sem fins lucrativos que confecciona perucas para crianças e mulheres com câncer.

Para renovar o visual e ainda ajudar outras mulheres, acesse o site, e saiba como participar.

Fonte: HCor

Cardiologista esclarece mitos e verdades da arritmia cardíaca

Caracterizada por provocar alterações no ritmo dos batimentos cardíacos ou na condução do estímulo elétrico, a arritmia cardíaca, em muitos casos, é capaz de desencadear problemas graves, como a parada cardíaca; palpitações, desmaios e tontura são alguns sintomas

Sentir o coração bater fora do ritmo, como se tivesse uma “batedeira” dentro do peito, pode ser sinal de arritmia cardíaca. A condição, que altera o ritmo dos batimentos cardíacos, é uma das principais causas de morte súbita no país. Estimativas mostram que cerca de 2 milhões de brasileiros sofram de arritmia. A partir de um diagnóstico adequado, é possível reduzir seus riscos. Para cada tipo de arritmia, há um tratamento diferente que aumenta as chances de cura do paciente.

O cardiologista Enrique Pachón, responsável pelo Serviço de Arritmias Cardíacas do HCor – Hospital do Coração, alerta: “Apesar dos grandes progressos com o advento de novos medicamentos e com a evolução de medidas preventivas, no Brasil ocorrem cerca de 250 mil casos de morte súbita. Ou seja, a cada 2 a 5 minutos uma pessoa morre em decorrência da arritmia”, informa.

Confira alguns mitos e verdades da doença:

As arritmias podem ser prevenidas?
Verdade: é fundamental adotar hábitos de vida saudáveis, como ter uma dieta equilibrada, evitar o cigarro e o excesso de bebidas alcoólicas, além de fazer exercícios físicos regularmente. “O ideal é que, ao menos uma vez ao ano, sejam feitos exames preventivos. Palpitações ou batimentos irregulares são sinais de atenção”, explica Pachón.

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Foto: Imelechon

Há diferentes tipos de arritmia?
Verdade: existem arritmias benignas e malignas. As benignas, geralmente, provocam sintomas desagradáveis como palpitações, mas não colocam o paciente sob risco de vida. Já as malignas podem levar o paciente à morte súbita rapidamente. Ambas podem ocorrer também na total ausência de sintomas.

A palpitação é o único sintoma da arritmia?
Mito: além da palpitação, desmaios e tonturas, segundo Pachón, são os mais frequentes e devem servir de alerta. “Confusão mental, fraqueza, pressão baixa e dor no peito são menos comuns, mas podem se manifestar. No entanto, muitos casos são assintomáticos, o que aumenta o seu risco, pois, sem sintomas, o paciente não procura atendimento médico”, explica.

A morte súbita só ocorre se fizer muito esforço físico?
Mito: a doença acomete indivíduos independentemente da faixa etária ou sexo. A maior porcentagem de ocorrência está no grupo de pessoas que possuem doenças cardíacas, entre os que já sofreram parada cardíaca e naqueles que têm histórico familiar, como pais, avós, tios, irmãos etc. O exercício físico realizado corretamente e na quantidade adequada, é uma ótima forma de prevenir muitos problemas cardíacos.

A morte súbita pode ser evitada?
Verdade: em muitas vítimas, a morte súbita é reversível, se tratada rapidamente. Quando as manobras de ressuscitação cardiopulmonar são realizadas no período entre 5 a 7 minutos após a parada cardíaca, a chance de sobrevida é maior que 50%. O local onde mais ocorrem essas mortes são no domicílio do paciente e não nos hospitais. A população deveria estar preparada para atender uma parada cardíaca, o que é possível a partir de manobras muito simples. Isso evitaria a perda de muitas vidas diariamente.

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Arritmia em números
· 5% da população brasileira possui algum tipo de arritmia;
· 450 mil casos de morte súbita por ano ocorrem nos Estados Unidos;
· 250 mil casos de morte súbita por ano ocorrem no Brasil;
· A cada 2 minutos ocorre uma morte súbita no Brasil.

Fonte: Serviço de Arritmia Cardíaca do HCor

 

Mitos e verdades sobre o uso de sabonetes íntimos

Forte aliado na saúde da mulher, o sabonete íntimo merece algumas atenções para não ser utilizado de forma incorreta e causar problemas. Por ser um produto de uso específico, ele deve ter detergência suave, que remove restos de células, gorduras e sujidades da região vaginal sem atacar o manto lipídico, a camada de proteção que permite a transpiração e, ao mesmo tempo, preserva a pele hidratada.

Um produto com alta detergência não suave põe em risco o manto lipídico e, consequentemente, deixa a pele vulnerável a infecções e a situações como desconforto, irritação e coceira. Por isso, a mulher deve observar algumas caraterísticas importantes dos sabonetes íntimos, como a classificação de hipoalergênico e a informação de que é dermatologicamente testado.

“Os sabonetes íntimos são válidos porque possibilitam à mulher fazer uma higiene adequada na região vaginal, sem agressões. É interessante porque a água sozinha não retira toda a sujetividade nem a escamação de células, água é simplesmente água, não tem esse poder de detergência”, endossa a ginecologista Patrícia de Rossi, membro da Comissão Editorial da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp), que afirma ainda que o produto pode ser usado diariamente.

No período menstrual, Patrícia de Rossi diz que é até melhor que o uso do sabonete líquido seja intensificado. “Sabemos que só o papel higiênico não resolve, pois às vezes não limpa, apenas absorve. Os sabonetes íntimos oferecem uma sensação de frescor, de limpeza. Outro aliado da mulher são os lenços umedecidos, que servem para complementar essa higiene. É uma alternativa interessante, principalmente se estiver fora de casa e não tiver como se lavar. No entanto, é preciso prestar atenção no tipo de lenço que está sendo usado. Alguns não são indicados para a região vaginal e agridem demais a pele”, alerta a ginecologista.

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Em relação à menopausa, que tende a deixar a pele da vulva mais seca, Patrícia esclarece que a mulher ainda pode lançar mão de outro produto caso sinta uma sensação constante de pinicação: um creme hidratante. “Não há problema nenhum, desde que passe na região que tem pele (grandes lábios). Tanto o sabonete quanto o hidratante só devem ser passados na região externa. Algumas pessoas acham que esse tipo de produto é necessário para equilibrar o pH da vagina, mas isso não tem nada a ver. A vagina elimina naturalmente as células descamadas. Eles são apenas para tirar a sujetividade e descamação nas partes externas. É importante dizer que devem ser aplicados no mesmo sentido, primeiro na parte da frente, depois de trás”.

É fundamental esclarecer que os sabonetes íntimos não tratam infecções. Portanto, se a mulher sofrer de algum problema, a recomendação é que procure um médico. “Neste caso específico, ela deve tratar a infecção e suspender o uso do sabonete. Se tiver corrimento, pode continuar usando para ajudar a manter a higiene,mas precisa saber que apenas o sabonete não vai resolver o problema. Inclusive, se a vulva estiver muito irritada, ela não irá conseguir manter o uso dele por estar com a pele muito sensível”, orienta a especialista.

Patrícia de Rossi explica ainda que existem alternativas naturais aos sabonetes íntimos industrializados. “O problema das alternativas naturais é que a pessoa não vai saber se tem as características certas. Mas, atualmente, há até versões de cosméticos veganos assim como sabonetes artesanais. Porém, é preciso tomar cuidado e saber direito qual foi a matéria prima utilizada e todos os componentes. Quanto menos componentes, menor é a chance de causar alergia.”

banho

Dicas
• Optar por sabonete líquido, que não possa ser compartilhado com outras pessoas, pois, no caso dos produtos em barra, é normal ficar resíduos do local onde foi usado;
• Existem alguns sabonetes com perfumes ou neutralizador de odores. Se não causar irritação, não há problema algum em usá-los;
• Utilizar sempre sabonetes íntimos e lenços umedecidos que não contenham álcool;
• Saber se o produto é específico para a região genital. Se a mulher utilizar produtos que não seguem a formulação correta, estará mais suscetível a ter problemas, uma vez que a pele estará menos protegida;
• Evitar produtos bactericidas.

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Foto: Alamy

Fonte: Sogesp

 

 

Conheça alguns mitos e verdades sobre o mel

Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, esclarece algumas das principais dúvidas sobre o alimento

O mel, além de saboroso, possui diversos nutrientes essenciais para a saúde do nosso corpo, entre eles, proteína e sais minerais. Elaborado pelas abelhas a partir do néctar coletado das flores, o mel ainda conta com vitaminas A, B1, B2, B3, B5, B6, C e biotina.

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre os benefícios e supostos malefícios que o alimento traz à saúde. Para esclarecer algumas questões, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, listou os mitos e verdades sobre o mel. Confira:

Mel é um ótimo substituto para o açúcar

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Verdade. Para quem procura uma vida saudável e evita comer alimentos com açúcar, trocá-lo pelo mel é uma ótima opção, já que o mesmo possui alto valor energético e é rico em frutose e glicose. “O mel é um composto de baixo índice glicêmico, mas deve ser consumido com cautela. O consumo de duas colheres diárias do alimento é ideal”, conta a especialista.

Não pode ser consumido todos os dias

alimentos frutas mel pixabay
Mito. Ingerir a quantidade ideal de mel por dia pode trazer muitos benefícios tanto à saúde, quanto para a pele. O alimento é um dos responsáveis pelo bom funcionamento das nossas células nervosas, essenciais para a realização de diversos processos em nosso corpo. “É extremamente importante que o mel seja o mais natural e puro possível. Os alimentos com aditivos extras de sacarose não trazem os mesmos efeitos positivos ao nosso organismo”, explica.

Atua contra o envelhecimento e doenças

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Woman drinking tea – Jennifer Orkinlewis – Pinterest

Verdade. O mel é uma das principais fontes de antioxidantes. Essas substâncias, além de minimizar o impacto que os radicais livres causam nas células do nosso corpo, previnem o envelhecimento e o aparecimento de doenças como o Alzheimer, por exemplo. “Para não perder essa ação, o ideal é consumir um mel de qualidade e que não endureça quando conservado. Se possível, saiba a procedência deste. Também vale destacar que o cozimento do alimento pode eliminar o seu trabalho antioxidante”, pondera a nutricionista.

Não pode ser consumido durante a menopausa

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Foto: Gudrun Sjïdén

Mito. O consumo do mel é indispensável para as mulheres que estão no período da menopausa. “Nessa fase, elas sofrem com queda de estrógeno e cálcio. O alimento, então, contribui para a reposição desses elementos tão importantes para a saúde feminina”, pondera.

É um ótimo aliado para os problemas de garganta

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Verdade. A tradicional receita da nossa avó para amenizar essa dor ainda é a melhor. O mel age diretamente nas mucosas e lubrifica a garganta, ajudando a reduzir a irritação e as dores. Ele é extremamente eficaz quando se trata de resfriados e inflamação. “É importante ressaltar que o alimento alivia os sintomas, mas não cura efetivamente as doenças”, comenta a consultora da Superbom.

Sugestão de produto

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Além do mel orgânico, a Superbom também oferece a opção orgânica, com própolis, com geleia real ,com eucalipto e natural.

Benefícios

-100% natural
-Não contém conservantes
-Equilibra a flora intestinal
-Excelente para cuidar da pele, pois possui ação anti age
-Ajuda no combate à insônia
-Reduz o colesterol
-Fonte de minerais, como ferro e potássio prevenindo a anemia
-Fonte energética
-Rico em vitamina A, B, C e E

Fonte: Superbom

Quatro mitos que impedem as pessoas de consumir vinho

Sommelier internacional e especialista em harmonizações explica as mentiras que foram criadas sobre o vinho e prova que a bebida milenar pode ser mais popular do que a maioria pensa

Muitas pessoas mantêm em casa apenas uma ou duas garrafas de vinho para beber em ocasiões especiais, mas o especialista em harmonizações Rodrigo Bertin, explica que o vinho não precisa ser uma bebida exclusiva para estes momentos.

“Ao contrário do que a maioria pensa, o vinho pode ser uma bebida barata que combina com todas as refeições e ocasiões”, explica o especialista. “Mas ao longo dos anos, foram criados alguns mitos sobre o vinho que precisam ser rebatidos”, conta, antes de listar os 4 mitos mais comuns que impedem as pessoas de aproveitarem melhor os pequenos momentos de prazer da vida.

Mito 1: vinho é uma bebida cara

Prova de vinhos no Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

Segundo Rodrigo Bertin, consumir vinho pode ter um custo mais baixo que outras bebidas. Levando em consideração que o consumo médio por pessoa em uma refeição, por exemplo, é de meia garrafa, o especialista conta que o custo fica bastante acessível. “Se considerarmos que existem opções muito interessantes e de boa qualidade por menos de R$ 30,00, então, um casal pode apreciar um vinho com apenas R$ 15,00”, explica, destacando que o preço do vinho não precisa ser caro para que ele seja bom.

Mito 2: beber vinho é uma atividade complexa e cheia de regras

vinho branco

Contrariando o conceito de que é necessário entender de vinho para consumir, Rodrigo Bertin ensina que a melhor forma de definir se um vinho é bom ou ruim é experimentando. “A partir do momento em que você abre a garrafa e gosta, consumir é o mais fácil: é só beber”, brinca. “As pessoas acham que precisam seguir muitas regras, e que vão estragar a experiência se não consumirem o vinho do jeito certo. Mas na verdade, grande parte dos vinhos do mercado são versáteis e podem ser consumidos de várias maneiras, e combinam com comidas simples do nosso dia a dia”, completa.

Mito 3: vinho é uma bebida para ocasiões especiais

jantar almoço comida vinho mulher

Mais uma vez, Rodrigo Bertin contraria a ideia de que a garrafa de vinho deve ser aberta apenas naquele jantar especial ou na festa para celebrar algo importante. “Quem gosta de vinho consegue incluí-lo em ocasiões simples e do cotidiano, como o passeio na praia ou o churrasco com os amigos, ou até mesmo assistindo a um filme”, provoca o especialista. “Carne, petiscos e pipoca são alguns dos alimentos que harmonizam perfeitamente com diferentes tipos de vinho”.

Mito 4: consumir vinho dá dor de cabeça e ressaca

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Vinho não dá ressaca e nem dor de cabeça. É o que afirma o sommelier. “O que dá ressaca são aqueles vinhos muito suaves e muito doces, porque eles geralmente recebem um acréscimo de açúcar que vai além do que já está presente na uva”, explica. Segundo o especialista, vinhos com muito açúcar também tendem a ser consumidos em maior quantidade. “As pessoas também não tem o costume de beber água junto com o vinho, e esse é o segredo: intercalar com alguns goles de água”, sugere.