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Mastologista esclarece mitos e verdades sobre câncer de mama

Considerado o tipo de câncer com maior incidência entre as mulheres no Brasil e no mundo, o câncer de mama ainda é cercado de dúvidas; a boa notícia é que com acompanhamento médico frequente e o avanço da medicina, as chances de cura chegam a 90%

O câncer de mama é responsável por cerca de 25% dos novos casos da doença entre mulheres todos os anos, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Só no Brasil, estima-se que neste ano, sejam diagnosticados quase 60 mil novos casos. “A principal mensagem para este público é sobre a necessidade de exames regulares. Quando a descoberta do tumor se dá logo no início, as chances de cura chegam a 90%”, comenta Afonso Nazário, mastologista do HCor – Hospital do Coração.

Campanhas mundiais como o Outubro Rosa são movimentos necessários para alertar as mulheres quanto aos riscos e a importância de exames de mamografia e ultrassonografia para detectar o câncer em uma fase precoce. A boa notícia é que a doença pode ser prevenida. O mastologista do HCor esclarece alguns mitos e verdades sobre a doença. Confira:

O câncer de mama é hereditário?

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Parcialmente verdade. Embora seja hereditário, sabe-se que o câncer herdado é responsável por cerca de 5% a 10% dos casos de câncer de mama. “É importante salientar que, mesmo que não haja casos na família, a partir dos 40 anos, é indicado que todas as mulheres façam o exame de rastreamento”, ressalta.

O autoexame só detecta o câncer de mama em um estágio mais avançado?

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Verdade. Normalmente, quando a mulher faz o autoexame, ela apalpa lesões já grandes, geralmente indolores, não passíveis de uma detecção precoce. O toque das mamas, segundo Dr. Nazário, é incentivado para que as mulheres possam conhecer melhor o próprio corpo, mas não deve ser considerado um método de prevenção.

Anticoncepcionais provocam o câncer de mama?

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Parcialmente verdade. Durante seu uso, as pílulas aumentam, discretamente, o risco de câncer de mama. Por outro lado, os anticoncepcionais diminuem o risco do câncer do endométrio e do ovário.

Mulheres obesas são mais propensas ao câncer de mama?

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Foto: Xenia/Morguefile

Parcialmente verdade. A obesidade é considerada um fator de risco para o câncer. Especificamente nos cânceres de mama, as chances aumentam no período pós-menopausa. Essa relação ocorre devido à produção de alguns hormônios que causam um processo inflamatório crônico, e que podem aumentar as chances de desenvolver a doença. “Por isso, é muito importante manter um peso saudável durante a vida inteira, principalmente após a menopausa”, recomenda o mastologista.

Prótese de silicone pode causar o câncer?

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Mito. As próteses em si não causam câncer. Mulheres com próteses podem, e devem, fazer o exame de mamografia normalmente. “Este é o método mais eficaz de diagnosticar precocemente o câncer de mama”, diz Dr. Nazário.

Menstruei cedo. Com isso, minhas chances aumentam?

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Foto: Amanda Taylor/Morguefile

Verdade. Quanto mais cedo for a primeira menstruação, maiores são as chances de desenvolver câncer de mama. A relação está associada, na verdade, com o ciclo ovulatório. Ou seja, quanto mais ciclos ocorrer ao longo da vida, mais predisposta a mulher estará.

Exercícios físicos ajudam na prevenção?

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Verdade. A American Cancer Society recomenda que pacientes que já tiveram câncer, e também como medida preventiva para a doença, pratiquem semanalmente alguma atividade aeróbica, como caminhada, bicicleta ou natação, por exemplo. Cerca de 30 minutos por dia já surtem ótimos benefícios.

Campanha Corte Solidário

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Para apoiar a causa, o HCor lançou a Campanha Corte Solidário. O objetivo desta ação social, que ocorrerá durante todo o mês, é convidar as pessoas a doarem 15cm de seus cabelos e, com isso, promover a autoestima de diversas mulheres. Os interessados em participar, devem entregar os cabelos diretamente à ONG Rapunzel Solidária, uma organização sem fins lucrativos que confecciona perucas para crianças e mulheres com câncer.

Para renovar o visual e ainda ajudar outras mulheres, acesse o site, e saiba como participar.

Fonte: HCor

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Cardiologista esclarece mitos e verdades da arritmia cardíaca

Caracterizada por provocar alterações no ritmo dos batimentos cardíacos ou na condução do estímulo elétrico, a arritmia cardíaca, em muitos casos, é capaz de desencadear problemas graves, como a parada cardíaca; palpitações, desmaios e tontura são alguns sintomas

Sentir o coração bater fora do ritmo, como se tivesse uma “batedeira” dentro do peito, pode ser sinal de arritmia cardíaca. A condição, que altera o ritmo dos batimentos cardíacos, é uma das principais causas de morte súbita no país. Estimativas mostram que cerca de 2 milhões de brasileiros sofram de arritmia. A partir de um diagnóstico adequado, é possível reduzir seus riscos. Para cada tipo de arritmia, há um tratamento diferente que aumenta as chances de cura do paciente.

O cardiologista Enrique Pachón, responsável pelo Serviço de Arritmias Cardíacas do HCor – Hospital do Coração, alerta: “Apesar dos grandes progressos com o advento de novos medicamentos e com a evolução de medidas preventivas, no Brasil ocorrem cerca de 250 mil casos de morte súbita. Ou seja, a cada 2 a 5 minutos uma pessoa morre em decorrência da arritmia”, informa.

Confira alguns mitos e verdades da doença:

As arritmias podem ser prevenidas?
Verdade: é fundamental adotar hábitos de vida saudáveis, como ter uma dieta equilibrada, evitar o cigarro e o excesso de bebidas alcoólicas, além de fazer exercícios físicos regularmente. “O ideal é que, ao menos uma vez ao ano, sejam feitos exames preventivos. Palpitações ou batimentos irregulares são sinais de atenção”, explica Pachón.

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Foto: Imelechon

Há diferentes tipos de arritmia?
Verdade: existem arritmias benignas e malignas. As benignas, geralmente, provocam sintomas desagradáveis como palpitações, mas não colocam o paciente sob risco de vida. Já as malignas podem levar o paciente à morte súbita rapidamente. Ambas podem ocorrer também na total ausência de sintomas.

A palpitação é o único sintoma da arritmia?
Mito: além da palpitação, desmaios e tonturas, segundo Pachón, são os mais frequentes e devem servir de alerta. “Confusão mental, fraqueza, pressão baixa e dor no peito são menos comuns, mas podem se manifestar. No entanto, muitos casos são assintomáticos, o que aumenta o seu risco, pois, sem sintomas, o paciente não procura atendimento médico”, explica.

A morte súbita só ocorre se fizer muito esforço físico?
Mito: a doença acomete indivíduos independentemente da faixa etária ou sexo. A maior porcentagem de ocorrência está no grupo de pessoas que possuem doenças cardíacas, entre os que já sofreram parada cardíaca e naqueles que têm histórico familiar, como pais, avós, tios, irmãos etc. O exercício físico realizado corretamente e na quantidade adequada, é uma ótima forma de prevenir muitos problemas cardíacos.

A morte súbita pode ser evitada?
Verdade: em muitas vítimas, a morte súbita é reversível, se tratada rapidamente. Quando as manobras de ressuscitação cardiopulmonar são realizadas no período entre 5 a 7 minutos após a parada cardíaca, a chance de sobrevida é maior que 50%. O local onde mais ocorrem essas mortes são no domicílio do paciente e não nos hospitais. A população deveria estar preparada para atender uma parada cardíaca, o que é possível a partir de manobras muito simples. Isso evitaria a perda de muitas vidas diariamente.

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Arritmia em números
· 5% da população brasileira possui algum tipo de arritmia;
· 450 mil casos de morte súbita por ano ocorrem nos Estados Unidos;
· 250 mil casos de morte súbita por ano ocorrem no Brasil;
· A cada 2 minutos ocorre uma morte súbita no Brasil.

Fonte: Serviço de Arritmia Cardíaca do HCor

 

Mitos e verdades sobre o uso de sabonetes íntimos

Forte aliado na saúde da mulher, o sabonete íntimo merece algumas atenções para não ser utilizado de forma incorreta e causar problemas. Por ser um produto de uso específico, ele deve ter detergência suave, que remove restos de células, gorduras e sujidades da região vaginal sem atacar o manto lipídico, a camada de proteção que permite a transpiração e, ao mesmo tempo, preserva a pele hidratada.

Um produto com alta detergência não suave põe em risco o manto lipídico e, consequentemente, deixa a pele vulnerável a infecções e a situações como desconforto, irritação e coceira. Por isso, a mulher deve observar algumas caraterísticas importantes dos sabonetes íntimos, como a classificação de hipoalergênico e a informação de que é dermatologicamente testado.

“Os sabonetes íntimos são válidos porque possibilitam à mulher fazer uma higiene adequada na região vaginal, sem agressões. É interessante porque a água sozinha não retira toda a sujetividade nem a escamação de células, água é simplesmente água, não tem esse poder de detergência”, endossa a ginecologista Patrícia de Rossi, membro da Comissão Editorial da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp), que afirma ainda que o produto pode ser usado diariamente.

No período menstrual, Patrícia de Rossi diz que é até melhor que o uso do sabonete líquido seja intensificado. “Sabemos que só o papel higiênico não resolve, pois às vezes não limpa, apenas absorve. Os sabonetes íntimos oferecem uma sensação de frescor, de limpeza. Outro aliado da mulher são os lenços umedecidos, que servem para complementar essa higiene. É uma alternativa interessante, principalmente se estiver fora de casa e não tiver como se lavar. No entanto, é preciso prestar atenção no tipo de lenço que está sendo usado. Alguns não são indicados para a região vaginal e agridem demais a pele”, alerta a ginecologista.

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Em relação à menopausa, que tende a deixar a pele da vulva mais seca, Patrícia esclarece que a mulher ainda pode lançar mão de outro produto caso sinta uma sensação constante de pinicação: um creme hidratante. “Não há problema nenhum, desde que passe na região que tem pele (grandes lábios). Tanto o sabonete quanto o hidratante só devem ser passados na região externa. Algumas pessoas acham que esse tipo de produto é necessário para equilibrar o pH da vagina, mas isso não tem nada a ver. A vagina elimina naturalmente as células descamadas. Eles são apenas para tirar a sujetividade e descamação nas partes externas. É importante dizer que devem ser aplicados no mesmo sentido, primeiro na parte da frente, depois de trás”.

É fundamental esclarecer que os sabonetes íntimos não tratam infecções. Portanto, se a mulher sofrer de algum problema, a recomendação é que procure um médico. “Neste caso específico, ela deve tratar a infecção e suspender o uso do sabonete. Se tiver corrimento, pode continuar usando para ajudar a manter a higiene,mas precisa saber que apenas o sabonete não vai resolver o problema. Inclusive, se a vulva estiver muito irritada, ela não irá conseguir manter o uso dele por estar com a pele muito sensível”, orienta a especialista.

Patrícia de Rossi explica ainda que existem alternativas naturais aos sabonetes íntimos industrializados. “O problema das alternativas naturais é que a pessoa não vai saber se tem as características certas. Mas, atualmente, há até versões de cosméticos veganos assim como sabonetes artesanais. Porém, é preciso tomar cuidado e saber direito qual foi a matéria prima utilizada e todos os componentes. Quanto menos componentes, menor é a chance de causar alergia.”

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Dicas
• Optar por sabonete líquido, que não possa ser compartilhado com outras pessoas, pois, no caso dos produtos em barra, é normal ficar resíduos do local onde foi usado;
• Existem alguns sabonetes com perfumes ou neutralizador de odores. Se não causar irritação, não há problema algum em usá-los;
• Utilizar sempre sabonetes íntimos e lenços umedecidos que não contenham álcool;
• Saber se o produto é específico para a região genital. Se a mulher utilizar produtos que não seguem a formulação correta, estará mais suscetível a ter problemas, uma vez que a pele estará menos protegida;
• Evitar produtos bactericidas.

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Foto: Alamy

Fonte: Sogesp

 

 

Conheça alguns mitos e verdades sobre o mel

Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, esclarece algumas das principais dúvidas sobre o alimento

O mel, além de saboroso, possui diversos nutrientes essenciais para a saúde do nosso corpo, entre eles, proteína e sais minerais. Elaborado pelas abelhas a partir do néctar coletado das flores, o mel ainda conta com vitaminas A, B1, B2, B3, B5, B6, C e biotina.

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre os benefícios e supostos malefícios que o alimento traz à saúde. Para esclarecer algumas questões, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, listou os mitos e verdades sobre o mel. Confira:

Mel é um ótimo substituto para o açúcar

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Verdade. Para quem procura uma vida saudável e evita comer alimentos com açúcar, trocá-lo pelo mel é uma ótima opção, já que o mesmo possui alto valor energético e é rico em frutose e glicose. “O mel é um composto de baixo índice glicêmico, mas deve ser consumido com cautela. O consumo de duas colheres diárias do alimento é ideal”, conta a especialista.

Não pode ser consumido todos os dias

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Mito. Ingerir a quantidade ideal de mel por dia pode trazer muitos benefícios tanto à saúde, quanto para a pele. O alimento é um dos responsáveis pelo bom funcionamento das nossas células nervosas, essenciais para a realização de diversos processos em nosso corpo. “É extremamente importante que o mel seja o mais natural e puro possível. Os alimentos com aditivos extras de sacarose não trazem os mesmos efeitos positivos ao nosso organismo”, explica.

Atua contra o envelhecimento e doenças

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Woman drinking tea – Jennifer Orkinlewis – Pinterest

Verdade. O mel é uma das principais fontes de antioxidantes. Essas substâncias, além de minimizar o impacto que os radicais livres causam nas células do nosso corpo, previnem o envelhecimento e o aparecimento de doenças como o Alzheimer, por exemplo. “Para não perder essa ação, o ideal é consumir um mel de qualidade e que não endureça quando conservado. Se possível, saiba a procedência deste. Também vale destacar que o cozimento do alimento pode eliminar o seu trabalho antioxidante”, pondera a nutricionista.

Não pode ser consumido durante a menopausa

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Foto: Gudrun Sjïdén

Mito. O consumo do mel é indispensável para as mulheres que estão no período da menopausa. “Nessa fase, elas sofrem com queda de estrógeno e cálcio. O alimento, então, contribui para a reposição desses elementos tão importantes para a saúde feminina”, pondera.

É um ótimo aliado para os problemas de garganta

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Verdade. A tradicional receita da nossa avó para amenizar essa dor ainda é a melhor. O mel age diretamente nas mucosas e lubrifica a garganta, ajudando a reduzir a irritação e as dores. Ele é extremamente eficaz quando se trata de resfriados e inflamação. “É importante ressaltar que o alimento alivia os sintomas, mas não cura efetivamente as doenças”, comenta a consultora da Superbom.

Sugestão de produto

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Além do mel orgânico, a Superbom também oferece a opção orgânica, com própolis, com geleia real ,com eucalipto e natural.

Benefícios

-100% natural
-Não contém conservantes
-Equilibra a flora intestinal
-Excelente para cuidar da pele, pois possui ação anti age
-Ajuda no combate à insônia
-Reduz o colesterol
-Fonte de minerais, como ferro e potássio prevenindo a anemia
-Fonte energética
-Rico em vitamina A, B, C e E

Fonte: Superbom

Quatro mitos que impedem as pessoas de consumir vinho

Sommelier internacional e especialista em harmonizações explica as mentiras que foram criadas sobre o vinho e prova que a bebida milenar pode ser mais popular do que a maioria pensa

Muitas pessoas mantêm em casa apenas uma ou duas garrafas de vinho para beber em ocasiões especiais, mas o especialista em harmonizações Rodrigo Bertin, explica que o vinho não precisa ser uma bebida exclusiva para estes momentos.

“Ao contrário do que a maioria pensa, o vinho pode ser uma bebida barata que combina com todas as refeições e ocasiões”, explica o especialista. “Mas ao longo dos anos, foram criados alguns mitos sobre o vinho que precisam ser rebatidos”, conta, antes de listar os 4 mitos mais comuns que impedem as pessoas de aproveitarem melhor os pequenos momentos de prazer da vida.

Mito 1: vinho é uma bebida cara

Prova de vinhos no Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

Segundo Rodrigo Bertin, consumir vinho pode ter um custo mais baixo que outras bebidas. Levando em consideração que o consumo médio por pessoa em uma refeição, por exemplo, é de meia garrafa, o especialista conta que o custo fica bastante acessível. “Se considerarmos que existem opções muito interessantes e de boa qualidade por menos de R$ 30,00, então, um casal pode apreciar um vinho com apenas R$ 15,00”, explica, destacando que o preço do vinho não precisa ser caro para que ele seja bom.

Mito 2: beber vinho é uma atividade complexa e cheia de regras

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Contrariando o conceito de que é necessário entender de vinho para consumir, Rodrigo Bertin ensina que a melhor forma de definir se um vinho é bom ou ruim é experimentando. “A partir do momento em que você abre a garrafa e gosta, consumir é o mais fácil: é só beber”, brinca. “As pessoas acham que precisam seguir muitas regras, e que vão estragar a experiência se não consumirem o vinho do jeito certo. Mas na verdade, grande parte dos vinhos do mercado são versáteis e podem ser consumidos de várias maneiras, e combinam com comidas simples do nosso dia a dia”, completa.

Mito 3: vinho é uma bebida para ocasiões especiais

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Mais uma vez, Rodrigo Bertin contraria a ideia de que a garrafa de vinho deve ser aberta apenas naquele jantar especial ou na festa para celebrar algo importante. “Quem gosta de vinho consegue incluí-lo em ocasiões simples e do cotidiano, como o passeio na praia ou o churrasco com os amigos, ou até mesmo assistindo a um filme”, provoca o especialista. “Carne, petiscos e pipoca são alguns dos alimentos que harmonizam perfeitamente com diferentes tipos de vinho”.

Mito 4: consumir vinho dá dor de cabeça e ressaca

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Vinho não dá ressaca e nem dor de cabeça. É o que afirma o sommelier. “O que dá ressaca são aqueles vinhos muito suaves e muito doces, porque eles geralmente recebem um acréscimo de açúcar que vai além do que já está presente na uva”, explica. Segundo o especialista, vinhos com muito açúcar também tendem a ser consumidos em maior quantidade. “As pessoas também não tem o costume de beber água junto com o vinho, e esse é o segredo: intercalar com alguns goles de água”, sugere.

 

 

10 Mitos e verdades sobre asma

A Gina no Brasil está realizando uma campanha de conscientização sobre os riscos da asma, que mata três pessoas por dia no Brasil.

O mote do vídeo da campanha da Gina no Brasil faz um alerta: “Asma não é brincadeira. Não é frescura. Não tem cura.” Somente quem já passou por uma crise sabe o que é “sentir que um elefante sentado sobre o peito”, diz o vídeo. Um dos destaques da campanha são os depoimentos reais de pessoas falando sobre o que sentem durante uma crise.

“Quem apresenta sintomas, é fundamental procurar ajuda médica fazer um diagnóstico correto e um tratamento adequado”, afirma o pneumologista do Hospital das Clínicas Rafael Stelmach, coordenador da GINA no Brasil e um dos principais especialistas no assunto. “O mais alarmante é que as mortes e muitas das internações poderiam ser evitadas”.

Quem quiser mais informações ou enviar seu depoimento, basta acessar a página da Gina no Facebook, clicando aqui. O vídeo da campanha pode ser visto aqui.  Abaixo estão listados 10 mitos e verdades que os papais e mamães deveriam saber:

1 – Crianças asmáticas podem fazer atividade física?
Sim. Desde que os sintomas estejam controlados com o tratamento adequado, a criança pode ter uma vida normal, incluindo atividades esportivas como jogar bola e natação. É recomendável que familiares e mesmo o professor de educação física na escola seja orientado a oferecer um atendimento adequado em caso de crises de asma, como o uso de broncodilatores.

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2 – Atividade física cura asma?
Não. Asma não tem cura. O uso de remédios contínuos (bombinha de corticoide) é imprescindível no tratamento. Mas a prática de atividades físicas quando a doença está controlada, ajuda a melhorar a capacidade pulmonar, sendo um importante auxiliar no tratamento. Vale lembrar que campeões olímpicos como Gustavo Borges e Fernando Scherer são exemplos de que asmáticos podem ter uma vida normal.

3 – Asma se manifesta somente em criança?
Não. A asma atinge pessoas de 0 a 100 anos. Como 80% dos casos de asma são hereditárias, as crianças estão entre os principais atingidos pela doença.

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4 – Asma cura quando o paciente fica adulto?
Não. Asma não tem cura. É possível que um adulto deixe de ter os sintomas da asma porque não tem mais contato com os agentes que causam alergia (poeira, poluição, pelo de animais). Não significa que esteja curado. Caso o asmático entre em contato com agente que provoca a alergia, os sintomas podem voltar.

5 – A bombinha de corticoide (usado para o tratamento preventivo de longo prazo) engorda?
Não. Como o corticoide inalado tem uma dosagem muito menor que a do comprimido e uma ação de curta duração, não entra na corrente sanguínea. Mas é bom lembrar que os corticoides em comprimido e injetável, usados em tratamentos mais severos, engordam, pois entram na corrente sanguínea e nos tecidos.

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6- Asma é mais comum em meninos?
Sim. Até os 10 anos de idade, os meninos têm mais chances de ter asma do que as meninas. Um dos principais motivos é que eles têm vias aéreas mais estreitas. Mas os cuidados com as crianças não dependem do gênero. Asma não é frescura, não tem cura e tem tratamento.

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Foto: AsthmaHelpingCentre

7 – Grávidas podem tomar remédios para asma?
Sim. A asma não poupa nenhuma das idades e nem os ciclos da vida. Em 70% dos casos, as grávidas que já eram asmáticas, continuam com os sintomas da doença durante a gestação. “Caso a asma não esteja bem controlada, os bebês podem nascer com baixo peso ou prematuras”, afirma o pediatra Paulo Carmargos. As grávidas podem continuar usando os medicamentos, que praticamente não apresentam riscos para o feto.

8 – Asma piora no inverno?
Em termos. No inverno são registrados aumentos nos casos de internação devido à doença. Tempo seco, variação brusca de temperatura e poluição podem irritar os brônquios e piorar inflamação dos portadores de asma. No Brasil, mesmo no Norte e Nordeste, o período de outono e inverno, de abril a setembro, mostra um aumento das internações e mortes por asma. “O ideal é que o paciente comece a se tratar antes desta época para evitar um agravamento do quadro”, explica o pneumologista do Hospital das Clínicas Rafael Stelmach, coordenador da GINA no Brasil.

9 – A obesidade pode agravar casos de asma?
Sim. Asma pode estar relacionada à obesidade. O excesso de gordura no corpo leva a altos níveis de leptina e citocina inflamatórias, que estão ligadas ao surgimento da asma. Além disso, a obesidade altera propriedades mecânicas do sistema respiratório.

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10 – O asmático pode ter vida normal?
Sim. Se o paciente fizer o tratamento adequado, ele pode ter uma qualidade de vida praticamente normal. Ter asma não é sinônimo de nunca sair de casa, não poder se divertir ou se isolar do convívio social. Viver bem e ser asmático é possível: vá às consultas, medique-se somente sob orientação, não se exponha a ambientes empoeirados e a produtos químicos com forte odor. Acima de tudo, respeite os limites do seu corpo.

Campanha quer zerar mortes por asma no Brasil

A asma, inflamação crônica das vias respiratórias, mata três pessoas por dia no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. É a quarta causa de hospitalizações do SUS, com 100 mil internações. Estima-se que até 40 milhões de pessoas (20% da população) apresentem alguns dos sintomas da doença: falta de ar, chiado e aperto no peito, tosse seca e/ou persistente.

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Dessas, estima-se que até 10 milhões de pessoas não têm sequer diagnóstico médico para confirmar ou não se são portadores de asma. A organização Iniciativa Global Contra Asma no Brasil (GINA no Brasil) lança campanha para aumentar a conscientização sobre riscos à saúde e erradicar as mortes provocadas pela doença.
“Quem apresenta sintomas, é fundamental procurar ajuda médica fazer um diagnóstico correto e um tratamento adequado”, afirma o pneumologista do Hospital das Clínicas Rafael Stelmach, coordenador da GINA no Brasil e um dos principais especialistas no assunto. “O mais alarmante é que as mortes e muitas das internações poderiam ser evitadas”.

O mote do vídeo da campanha da Gina no Brasil faz um alerta: “Asma não é brincadeira. Não é frescura. Não tem cura.” Somente quem já passou por uma crise sabe o que é “sentir que um elefante sentado sobre o peito”, diz o vídeo. A intenção é conscientizar que a asma é uma doença crônica que precisa de atenção permanente por parte dos pacientes. Um dos destaques da campanha são os depoimentos reais de pessoas falando sobre o que sentem durante uma crise.

Sobre a Gina no Brasil

A Iniciativa Global Contra Asma (GINA) é uma ONG internacional, com sede nos Estados Unidos, que reúne os principais especialistas da doença no mundo para apresentar as estratégias de combate mais eficazes e comprovadas cientificamente. No Brasil, é formada por profissionais de saúde voluntários que pretendem divulgar o conhecimento sobre asma entre profissionais de saúde que atuam no tratamento da doença, além de oferecer aos pacientes e seus familiares acesso a importantes informações que lhes auxiliem no controle da doença.

Caxumba: confira mitos e verdades deste vírus típico do inverno

Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade orienta sobre a doença viral, típica do inverno que tem sintomas que podem ser confundidos com gripe e dengue

A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) esclarece as principais dúvidas sobre a doença viral, que geralmente é transmitida em locais com aglomeração de pessoas e, assim, como a gripe, por gotículas de saliva ou secreção respiratória.

“Existem diversos mitos e verdades que envolvem a caxumba, principalmente quando se fala em esterilidade, que é muito rara nos pacientes. Outro fato é a vacinação, já que mesmo as pessoas vacinadas na infância podem contrair novamente o vírus, pois nenhuma vacina tem 100% de eficácia, porém continua sendo a melhor forma de prevenção”, explica Rodrigo Lima e diretor da SBMFC.

Ele reforça o papel do médico de família e comunidade quando se trata de caxumba que é recomendar a vacinação, orientar as medidas preventivas, acompanhar as pessoas doentes para manejo adequado dos sintomas e identificação precoce de complicações que recomendem medidas mais intensivas em ambiente hospitalar.

Confira os principais mitos e verdades sobre a caxumba:

1. A caxumba pode ter sintomas parecidos com os da gripe ou dengue.

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Foto: Wallsdesk

Verdade: como a maioria das doenças virais, a caxumba pode cursar com sintomas gerais e inespecíficos como febre, dor de cabeça, dor muscular, dor no corpo, e pode ser confundida com a gripe ou a dengue, por exemplo.

2. Os períodos de maior propagação são inverno e outono.

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Verdade:  por ser um vírus, a caxumba tem a propagação facilitada por aglomerados de pessoas. Os períodos de maior incidência, como o inverno, favorecem o surgimento de surtos.

3. O paciente não precisa ficar isolado, a partir da confirmação de diagnóstico.

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Foto: ShareCare

Mito: é necessário isolamento do paciente alguns dias para evitar a propagação da doença.

4. Objetos utilizados pela pessoa contaminada precisam ser desinfetados.

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Verdade: para evitar a transmissão da doença à pessoas que convivem com o paciente, utensílios, como talheres, pratos e copos, devem ser lavados com água e sabão. Não são necessárias medidas adicionais aos cuidados de higiene que são recomendados habitualmente.

5. Todas as pessoas que foram vacinadas estão prevenidas da contaminação.

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Mito: nem toda vacina é 100% eficaz e mesmo pessoas vacinadas podem adoecer. Porém, a vacinação é a melhor estratégia para evitar a contaminação pelo vírus.

6. Crianças estão mais vulneráveis a contrair o vírus.

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Verdade: pessoas de todas as idades podem ser contaminadas, mas crianças são pacientes mais frequentes.

7. Lugares com aglomerados de pessoas são propícios de contaminação.

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Pixabay

Verdade: aglomerados humanos, como escolas, creches, abrigos, transporte público etc. Assim como a gripe e outras doenças virais transmitidas por gotículas de saliva ou secreção respiratória.

8. Existe um grupo de risco.

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Mito: não existem grupos de risco mas, sim, a exposição a fatores de risco. A gravidade da doença se estabelece com as complicações possíveis, como a orquite (inflamação dos testículos), oforite (inflamação dos ovários) ou inflamações do sistema nervoso central como a encefalite. Felizmente todas são raras.

9. Existe tratamento específico.

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Pixabay

Mito: não existe tratamento específico para a infecção viral e como a doença regride espontaneamente, medidas de controle dos sintomas são suficientes.

10. E possível evitar consequências graves da caxumba como surdez, meningite e até esterilidade.

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Pixabay

Mito: uma vez estabelecida a doença não existem medidas que evitem complicações. A esterilidade é muito rara, mesmo entre os casos que apresentam orquite, que já são bem pouco frequentes.

Quem é o médico de família e comunidade (MFC)?

A medicina de família e comunidade é uma especialidade médica, assim como a cardiologia, neurologia e ginecologia. O MFC é o especialista em cuidar das pessoas, da família e da comunidade no contexto da atenção primária à saúde. Ele acompanha as pessoas ao longo da vida, independentemente do gênero, idade ou possível doença, integrando ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde. Esse profissional atua próximo aos pacientes antes mesmo do surgimento de uma doença, realizando diagnósticos precoces e os poupando de intervenções excessivas ou desnecessárias.

É um clínico e comunicador habilidoso, pois utiliza abordagem centrada na pessoa e é capaz de resolver pelo menos 90% dos problemas de saúde, manejar sintomas inespecíficos e realizar ações preventivas. É um coordenador do cuidado, trabalha em equipe e em rede, advoga em prol da saúde dos seus pacientes e da comunidade. Atualmente há no Brasil mais de 3.200 médicos com título de especialista em medicina de família e comunidade.

Fonte: SBMFC

Mitos e verdades sobre água e pets

Água fresca e de boa procedência é essencial, junto à ração de qualidade, para que a nutrição do animal esteja completa. O organismo do seu animalzinho não funcionará corretamente se ele não fizer a ingestão necessária de líquidos durante o dia, explica Laís Alarça, veterinária da Hercosul Alimentos.

A Hercosul Alimentos vai esclarecer dúvidas sobre o assunto e revelar alguns mitos e verdades sobre a água na vida dos pets.

Os animais que não tomam muita água podem desenvolver problemas nos rins.

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Verdade: o jejum hídrico é uma das possíveis causas que ocasionam insuficiência renal nos animais. A falta de água pode diminuir a quantidade de urina produzida, que é essencial para carregar os metabólitos produzidos pelo organismo. Se isso acontecer, se o animal não ingerir água na quantidade adequada, os rins podem ser danificados por este jejum com o passar do tempo. Além de acarretar os rins, a falta de água na quantidade correta pode levar a um quadro de desidratação. Por isso, é extremamente importante que o animal sempre tenha água limpa e fresca ao seu alcance.

A água servida aos animais deve ser filtrada.

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Mito: porém, a água fornecida para os pets deve ser sempre tratada, de modo a garantir a qualidade e segurança para o animal, assim como para nós. A água da torneira, caso seja tratada, pode ser oferecida diretamente ao pet.

Tomar água em excesso pode ser um sinal de insuficiência renal.

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Verdade: dois sintomas da insuficiência renal são a polidipsia, o aumento do consumo de água, e a poliúria, aumento da micção. Porém, o aumento do consumo de água pode ser sinal de outros problemas de saúde.

Espalhar vários potes de água pela casa estimula o animal a consumir mais líquido.

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Foto: Pixabay
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Foto: Warren Photographic

Verdade: é aconselhável que seja fornecido vários potes de água em diferentes pontos da casa para os animais.

Comidas pastosas devem ser oferecidas com frequência, pois possuem grande quantidade de água em sua composição.

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Verdade: alimentos úmidos possuem alta quantidade de água na composição, ajudam no processo de hidratação e são extremamente palatáveis, por isso os animais adoram.

Meu pet não toma muita água. Se substituir a água por comida pastosa, ele vai ter ingerido a quantidade de líquidos necessários.

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Foto: Warren Photographic

Mito: pois as comidas pastosas não substituem o consumo de água em si, que deve ser estimulado do mesmo jeito.

Conheça os mitos e verdades dos suplementos

Para conseguir o corpo perfeito, muitos pensam automaticamente na dupla malhação e suplementos. Mas, antes de entrar em uma loja e comprar o primeiro produto que ver pela frente, é importante entender a função de cada um e a necessidade dele para o nosso corpo.

Pensando nisso, a LogFitness, plataforma omnichannel de vendas de suplementos, preparou uma lista com os mitos e verdades sobre o uso dessas substâncias:

Whey Protein engorda?

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Verdade: o whey protein é a proteína do soro do leite. Se inserido em um plano alimentar individualizado e correto contribui para o emagrecimento. Entretanto, o consumo indiscriminado e sem a orientação adequada pode ser prejudicial à saúde e gerar acúmulo de gordura corporal.

Suplementos são como placebo?

Mito: além da própria experiência obtida em consultórios com as avaliações e exames, existem diversos estudos científicos que comprovam a eficiência dos suplementos alimentares como meios para suprir deficiências nutricionais comuns na população. Os suplementos são, em geral, produtos constituídos por alta concentração de substâncias, que são destinadas a um fim específico.

Existem suplementos específicos para homens e mulheres?

Verdade: há substâncias que são mais favoráveis para um dos sexos. Mulheres grávidas, por exemplo, devem suplementar ácido fólico para prevenir lesões no tubo neural do bebê e outras doenças. Já para os homens são indicados suplementos que são compostos por zinco, magnésio e vitamina B6, que são nutrientes essenciais para a produção de testosterona. O resultado será de maior ganho de força, aumento de massa muscular, melhora na qualidade de sono e outros benefícios.

Uma boa alimentação dispensa suplementos?

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Mito: uma dieta balanceada é um bom começo, mas isso não significa que você está cumprindo todas as necessidades nutricionais que seu corpo precisa. Necessidades de nutrientes podem variar de acordo com idade, saúde, estresse e treinamentos intensos. Considere os suplementos uma apólice de seguro, que preenche as lacunas que você não consegue com uma boa alimentação.

Creatina é um esteroide?

Mito: creatina é um suplemento alimentar e não um esteroide anabolizante. Também não é considerado doping por nenhuma organização internacional, incluindo o Comitê Olímpico Internacional. A principal função da creatina é fornecer energia para a contração dos músculos. Ela é uma substância produzida a partir de três aminoácidos: arginina, glicina e metionina (frações da proteína). Nosso corpo, sejamos atletas ou não, produz creatina por meio de proteínas consumidas na alimentação e sintetizada nos rins e fígado, sendo então transportada e armazenada no tecido muscular;

Consumindo suplementos vou ficar musculoso mesmo sem treinar?

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Mito: não existe a possibilidade de desenvolvimento da massa muscular apenas com a suplementação. Os exercícios de resistência são fundamentais nesse processo, eles podem ser feitos com halteres, aparelhos de musculação, tubos elásticos ou bandas, blocos de concreto, o seu próprio peso do corpo (flexões, por exemplo), ou qualquer outro objeto que force os músculos a se contrair;

Suplementos causam efeitos colaterais?

Mito: a maioria dos ingredientes contidos nos suplementos é encontrada naturalmente no corpo humano ou nos alimentos que comemos. A suplementação adequada pode causar menos efeitos colaterais que a alimentação;

O uso da creatina causa câimbras musculares?

Mito: a possibilidade de ocorrer câimbras pelo consumo de creatina tem sido atribuída a mudanças nas concentrações de água e sais minerais nas fibras musculares. Porém, nenhum estudo tem evidenciado que a creatina possa, de fato, ocasionar câimbras, desidratação ou mudanças nas concentrações intramusculares de eletrólitos. Estas situações podem estar relacionadas mais diretamente com a fadiga muscular e desidratação resultante do treinamento em clima quente. O organismo tem uma capacidade muito grande para eliminar o excesso de creatina do corpo;

Queimadores de gordura não funcionam?

Mito: alinhados à dieta e exercícios físicos, os queimadores de gordura são destinados a aumentar a energia, estimular o metabolismo ou suprimir o apetite. Existem diversos alimentos termogênicos utilizados por nutricionistas no controle da obesidade, auxiliando o tratamento dietético. É importante aliar o consumo dos alimentos termogênicos a um plano alimentar equilibrado, uma dieta hipocalórica, pobre em gorduras saturadas, incentivar os bons hábitos alimentares dos pacientes, além da prática frequente de atividade físicas;

Nosso corpo produz gorduras boas por conta própria?

Mito: os ácidos graxos essenciais, conhecidos como gorduras boas, devem ser consumidos por meio da alimentação, em proporções adequadas e com a devida orientação nutricional;

Posso comer qualquer coisa e tomar suplemento que estarei saudável?

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Getty Images

Mito: deficiências nutricionais podem provocar doenças ou disfunções, e o excesso, intoxicações. Por isso, a dieta deve ser sempre equilibrada e variada. Tomar suplementos não garante saúde. A base para um corpo saudável é a união da alimentação equilibrada conjugada com hábitos saudáveis e atividade física;

Há suplementos indicados para as pessoas que não treinam, ou não são atletas?

Verdade: grande parte dos suplementos alimentares apresentam-se de forma similar aos medicamentos, como cápsulas, sachês, comprimidos ou em pó. Estes produtos têm por finalidade complementar a alimentação de indivíduos saudáveis ou suprir carências nutricionais.

Fonte: LogFitness

Mitos e verdades sobre a alimentação de filhotes

Um filhote de cão ou de gato traz sempre muita alegria. Contudo, exige também muitos cuidados e a alimentação é, com certeza, uma das maiores preocupações para o pet crescer saudável. Para ajudar com as responsabilidades nutricionais dos filhotes, a Farmina Pet Foods, empresa italiana especializada em nutrição animal, desvenda os mitos sobre a alimentação dos pequenos pets.

Amamentação: cuidado necessário

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Foto: Mel Schmitz/Morguefile

Durante os primeiros 40 dias de vida, o pet recém-nascido será protegido, limpado e amamentado pela mãe. Esse período de amamentação é fundamental para o desenvolvimento dos filhotes. Para ajudar na recomposição dos nutrientes, recomenda-se trocar a ração da mãe por uma específica para filhotes, uma vez que esse alimento tem maior quantidade de calorias e oferecerá mais energia para o animal que está amamentando.

Leite de vaca: a última opção

Que o leite materno é fundamental para o desenvolvimento do filhote, ninguém tem dúvida. Mas na ausência da mãe, o que fazer? Entre as poucas alternativas, algumas saídas que ainda são bastante comuns são a diluição do leite de vaca em água ou o amolecimento de ração em um pouco de leite, deixando-a pastosa. Essas opções, porém, não são as mais indicadas para os pets.

O leite de vaca, além de não possuir todos os nutrientes necessários para o filhote, também pode causar diarreia e desidratação e a ração, por sua vez, não vai ser consumida pelos filhotes recém-nascidos, já que os primeiros dentes só começam a nascer a partir da 4º semana de vida, por isso essas medidas só devem ser tomadas como última opção.

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No caso de ausência da mãe, o adequado é que o dono procure um médico veterinário de confiança e substitua o leite materno por um leite próprio para a idade do animal e que pode ser preparado em casa. O profissional deve informar a receita para o preparo, a quantidade e a frequência diária a ser administrada.

Geralmente, na primeira semana de vida é oferecido uma menor quantidade de líquido, mas em maior frequência. Com o passar dos dias, aumenta-se a quantidade e reduz o número de vezes, sempre oferecendo ao pet o leite em uma seringa sem ponta. Outro ponto importante é nunca alimentar os filhotes deitados, como bebês, pois isso pode provocar um engasgamento severo e coloca em risco a vida do pet.

Ração para filhotes: mais energia e mais alegria

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Após as primeiras semanas de vida e a partir do surgimento dos dentes no pet, experimente trocar, aos poucos, o leite, por uma ração desenvolvida especialmente para filhotes. Animais nessa fase estão em constante crescimento e têm grande demanda energética, por isso precisam de uma alimentação com pelo menos 30% a mais de proteína que a dos adultos, além de outros importantes nutrientes, como cálcio, fósforo e diversas vitaminas.

Bem alimentado e saudável, o pet terá mais disposição para brincar e se divertir junto com o dono.

Fonte: Farmina