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Desvende os mitos e verdades sobre máquinas de lavar roupa

A tecnologia está presente em nosso cotidiano, modernizando desde o modo como nos comunicamos até como lidamos com as tarefas domésticas. Entre elas, lavar roupas é uma das mais complicadas. Muitas informações foram passadas de geração para geração e a maioria delas ficou ultrapassada com a chegada das inovações tecnológicas.

Para desvendar os mitos e verdades sobre a tarefa de lavar roupas, a Samsung preparou um guia simples para que você gaste menos tempo lavando roupas e ganhe mais tempo para si. Confira:

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1) É necessário usar mais detergente e amaciante em roupas mais sujas, certo?
Mito: os fabricantes das máquinas e a indústria de detergentes indicam a quantidade adequada de insumos, de acordo com o nível de água usado para lavar roupas. Usar detergente em excesso pode danificar a lavadora ou até mesmo manchar as roupas.

2) Lavar roupas regularmente garante que minha máquina esteja sempre limpa?
Mito: a maioria das pessoas acha que ao lavar roupas também estão lavando as lavadoras, mas essa é uma ideia equivocada. Recomenda-se limpar a máquina com alguma frequência para eliminar sobras de detergente e amaciante, além de fiapos dos filtros. Isto é essencial para garantir que a máquina continue a funcionar de forma eficiente e as roupas fiquem limpas e cheirosas. A Samsung tem máquinas de lavar que oferecem a máxima comodidade com a função de limpeza automática (auto-clean). A lavadora e secadora Samsung WD7000, por exemplo, oferece a função de notificar automaticamente o usuário quando o compartimento precisa ser limpo.
Outra dica é limpar frequentemente a borracha da porta com um pano úmido, mantendo-a limpa e seca, evitando mofo e mau cheiro na máquina. Deixar a porta aberta por um tempo após o uso também ajuda a reduzir a umidade no interior do produto.

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3) As roupas duram mais com o uso da função de secagem da máquina, já que secá-las ao sol faz com que as cores desbotem.
Verdade: deixar as roupas ao sol pode torná-las rígidas e até mesmo desbotadas, especialmente as escuras, cujo desbotamento é acelerado pelos raios solares. De acordo com especialistas, roupas brancas e claras podem ficar expostas ao sol por tempo moderado, para evitar que o tecido fique seco excessivamente.

4) Não é possível adicionar uma peça de roupa após o início do ciclo de lavagem.
Mito: com a lavadora AddWash da Samsung é possível pausar o ciclo de lavagem a qualquer momento e acrescentar uma peça que foi esquecida. O usuário também pode adicionar mais insumos (sabão ou amaciante) ou colocar uma peça de roupa que tenha sido lavada à mão para enxaguar e centrifugar.

5) É necessário encher a máquina com roupas até o topo antes de iniciar um ciclo de lavagem.
Mito: não é necessário encher completamente a máquina com roupas para usá-la, mas, por questões de sustentabilidade, não é recomendável desperdiçar água e energia elétrica lavando apenas uma pequena quantidade de roupa. As máquinas de lavar roupa da Samsung adicionam automaticamente a quantidade correta de água, de acordo com a quantidade de roupas que será lavada, evitando assim o desperdício e maximizando a economia de energia.

6) Lavadoras e secadoras eletrônicas usam muita eletricidade.
Mito: além de utilizar motores com a tecnologia Digital Inverter, que asseguram maior economia que os motores convencionais, com garantia de 10 anos, os produtos Samsung também oferecem a exclusiva tecnologia Ecobubble. Com esse recurso, sabão, ar e água são misturados previamente antes que entrem em contato com as roupas. As bolhas da espuma geradas são absorvidas pelos tecidos mais rapidamente aumentando a eficiência da limpeza, além de requerer menor quantidade de detergente por ciclo de lavagem. O uso de água quente torna-se desnecessário, resultando em uma lavagem eficiente e mais econômica. Esse recurso permite economizar produtos (detergente e amaciante) e eletricidade – cerca de 60% se comparado a ciclos de lavagem que exigem água quente para uma limpeza adequada das roupas.

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7) As máquinas de lavar convencionais com abertura superior usam mais água que as máquinas com abertura frontal.
Verdade: máquinas de lavar modernas com abertura frontal, como as lava e seca Samsung, usam até 50% menos água no processo de lavagem porque não enchem completamente o tambor em nenhum ciclo e oferecem economia de produtos (detergente e amaciante) quando comparadas a máquinas com abertura superior de mesma capacidade.

8) Usar a máquina no programa errado pode resultar em roupas mal lavadas.
Verdade: essa é uma regra básica, mas muitas pessoas se esquecem. É importante usar o programa correto para o tipo específico de roupa ou nível de sujeira. A lavadora AddWash WF15K6500 da Samsung possui 13 ciclos de lavagem que facilitam muito o dia a dia do usuário. No ciclo “Super Rápido” é possível lavar até 5 kg de roupas em apenas 59 minutos. Seis modos também podem ser combinados com os ciclos de lavagem por meio de um simples toque de botão, como os modos “Manchas Difíceis” e “Passa Fácil”.

Fonte: Samsung

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Mitos e verdades sobre o ômega 3

Todos os peixes são ricos em ômega 3? Gestantes precisam incluí-lo na dieta? A alimentação consegue suprir as necessidades do nutriente? Confira as respostas para essas e outras dúvidas

Quando se fala em gordura, é comum associá-la a algo negativo, como a gordura corporal, problemas no coração e obesidade. Aliás, gordura é um nome genérico usado em referência aos lipídeos, nutrientes essenciais para manutenção do bom funcionamento do organismo, devendo fazer parte do cardápio.

Por isso, vale conhecer os tipos de gordura e escolher as mais benéficas. Os ácidos graxos poli-insaturados da série ômega 3, por exemplo, auxiliam na saúde do coração, além de serem importantes durante a gravidez.

A gerente nutricionista do Núcleo Médico Científico do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Anna Lacerda, esclarece os principais benefícios dessa “gordura do bem” e explica alguns mitos sobre o nutriente, ajudando a compreender a importância de inseri-lo na dieta alimentar.

Existe mais de um tipo de ômega 3?

Verdade: os principais representantes do ômega 3 são: ácido docosahexaenoico (DHA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido alfa-linolênico (ALA).

Todos os peixes são ricos em ômega 3?

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Pixabay

Mito: a concentração de ômega 3 varia de acordo com a temperatura da água onde os peixes marinhos habitam. Aqueles que vivem em ambientes frios tendem a acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, principalmente ômega 3, como o arenque, a sardinha, o salmão e o atum, entre outros.

O organismo humano não consegue produzir ômega 3?

Verdade: necessários em determinados processos biológicos, os ácidos graxos da série Ômega 3 devem ser adquiridos por meio da dieta alimentar, uma vez que os seres humanos não são capazes de produzi-los. Aliás, eles são denominados essenciais justamente por isso.

O único benefício do ômega 3 é a saúde cardiovascular?

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Mito: o principal benefício desse ácido graxo está relacionado ao coração, atuando na redução de triglicerídeos. Porém, por conter EPA e DHA, ele também está associado à melhora da sensibilidade à insulina e risco de diabetes tipo 2; ajuda no tratamento da depressão, aumentando a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina; e ameniza os sintomas da artrite reumatoide, bloqueando as enzimas responsáveis pela inflamação.

Gestantes precisam incluir o ômega 3 na dieta?

Verdade: além de contribuir na redução do risco de nascimento de crianças prematuras e abaixo do peso, o ácido graxo participa na formação de neurônios, no crescimento e desenvolvimento do cérebro e no fortalecimento da retina dos bebês. Isso ocorre graças ao DHA, um dos representantes da série ômega 3.

A alimentação consegue suprir as necessidades de ômega 3?

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Mito: o consumo de peixes pela população brasileira é baixo, atingindo em média, cerca de 9 kg/habitante/ano, sendo que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Mundial da Saúde recomendam 12 kg/habitante/ano. Além disso, nem todos os peixes contêm as mesmas quantidades de ômega 3: de acordo com um estudo publicado pelos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os peixes brasileiros e o salmão de cativeiro apresentam baixos teores dessa gordura. Portanto, a suplementação torna-se necessária para atingir os níveis ideais de ômega 3 no organismo, aproveitando todos os seus benefícios para a saúde. Vale destacar que especialistas recomendam o consumo de até 1 g de ômega 3 ao dia.

Todas as suplementações de ômega 3 são iguais?

Mito: a concentração adequada de ômega 3 (DHA e EPA) nos suplementos é importante para que se consuma a quantidade ideal do nutriente. No entanto, como a concentração nos suplementos disponíveis no mercado brasileiro varia, é preciso estar atento à quantidade de DHA e EPA na formulação de uma única cápsula. Por isso, não deixe de ler as informações nas embalagens e lembre-se de que é preciso tomar a suplementação diariamente.

Suplementações

Proepa Uni é um nutracêutico com 90% de ômega 3 concentrado EPA (500 mg) e DHA (400 mg) em apenas uma cápsula gelatinosa ao dia, auxiliando na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos.

proepa uni

Já Proepa Gesta possui concentração de DHA de 250 mg atendendo a recomendação do nutriente para as gestantes. Sua administração é recomendada também durante a amamentação, já que o nutriente será ingerido pelo bebê por meio do leite, e para mulheres que planejam engravidar, para que possam ter reservas adequadas do nutriente.

O consumo de ácidos graxos ômega 3 auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

Fonte: Aché

 

Mitos e verdades sobre a tireoide são temas de campanha

Os hormônios tri-iodotironina (T3) e tiroxina (T4), produzidos pela tireoide, desempenham papel de suma importância ao longo da vida – da formação de órgãos fetais (principalmente o cérebro), ao crescimento, reprodução e até o envelhecimento. Influenciam o sono, o raciocínio, a memória, os batimentos cardíacos, a temperatura corporal, o funcionamento intestinal e o metabolismo.

Com tantas funções importantes, a tireoide e seus hormônios tornaram-se alvo de diversos mitos que, se não esclarecidos, podem causar sérios danos à saúde. Por isso, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) aproveita o Dia Internacional da Tireoide, celebrado hoje, 25 de maio, para divulgar uma campanha sobre os principais mitos e verdades sobre essa glândula.

Principais dúvidas da população:

O hipotireoidismo é comum, causa cansaço e pode ser diagnosticado por exames de sangue.

sangue

Verdade: as doenças de tireoide são mais comuns em mulheres e aumentam a prevalência com o envelhecimento. São mais raras em crianças mas, em qualquer faixa etária, o hipotireoidismo é a disfunção tireoidiana mais comum, afetando entre 8% e 12% dos brasileiros. Os principais sintomas são a sonolência excessiva, o cansaço, a falta de disposição, lentidão, dificuldades para exercer tarefas, esquecimento fácil, tristeza, intestino preso, ressecamento da pele e cabelos, unhas fracas e pequeno ganho de peso inexplicável. “Esses sinais aparecem também em diversas doenças, por isso, é fundamental realizar exames para diagnosticar a verdadeira causa”, alerta o endocrinologista Cleo Otaviano Mesa Junior, diretor da SBEM-PR. As dosagens do TSH e do T4 livre avaliam a função tireoidiana. Porém, outros exames podem ser solicitados. Quem apresenta sintomas ou possui histórico familiar de doença tireoidiana deve consultar um médico. Já para mulheres que pretendem engravidar, estão no início da gestação ou mulheres com mais de 60 anos, o recomendado é realizar os exames, mesmo sem sintomas.

O hipotireoidismo causa obesidade e tomar hormônio para tireoide emagrece.

obesidade

Mito: quando não tratado, o hipotireoidismo pode gerar um leve ganho de peso, cerca de 2 ou 3 quilos, geralmente devido à retenção de líquidos. Já o hipertireoidismo emagrece – porém, a perda é de massa magra – e não de gordura. “Utilizar hormônios tireoidianos para emagrecer é totalmente contraindicado, pois provoca perda de massa muscular às custas de um hipertireoidismo induzido por medicamento. Ou seja, uma doença é provocada na tentativa de resolver outra”, alerta o médico. “Além disso, podem causar sérios problemas, como arritmias e hipertensão, e também acabam provocando um efeito rebote – o paciente volta a ganhar peso assim que para de utilizar os hormônios”, completa.

Doenças da tireoide afetam crianças e a gravidez.

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Foto: MammaPourFemme

Verdade: “Tanto o hipotireoidismo, como o hipertireoidismo podem afetar a fertilidade, causar parto prematuro, abortamento de repetição e doença hipertensiva gestacional”, alerta o endocrinologista. O hipertireoidismo pode ainda causar morte fetal – e inclusive materno, em casos extremos. No feto, também pode causar retardo de crescimento intrauterino e déficit cognitivo e intelectual. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental. Nas crianças mais jovens e recém-nascidos, o mais comum é o hipotireoidismo congênito – que, se não tratado, pode causar prejuízos no processo de aprendizagem e crescimento dos ossos e dentes.

O T3 (tri-iodotironina) trata estresse, cansaço e desânimo e pode ser formulado com segurança.

mulher garganta pescoço tireoide

Mito: “O T3 não deve ser usado para tratamento desses sintomas ou para doenças da tireoide, inclusive podendo causar riscos à saúde”, alerta o médico. Além disso, como não há disponibilidade de medicamentos industrializados e o hormônio é manipulado em microgramas, e não em miligramas como a maioria dos medicamentos, a manipulação com precisão é difícil.

O iodo faz bem para a tireoide e deve ser administrado durante a gestação.

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

Mito: diversos vídeos na internet estão induzindo o consumo de iodo por gotas de Lugol, com a falsa ideia de acelerar o metabolismo e auxiliar no emagrecimento. “A concentração de iodo no Lugol é altíssima e, mesmo uma gota, possui uma quantidade de iodo muito maior que a necessidade diária, o que, na verdade, faria muito mal à tireoide”, enfatiza Mesa Junior. No Brasil, há suplementação de iodo no sal de cozinha, geralmente suficiente para a produção dos hormônios tireoidianos. Já para as gestantes, a indicação de suplementação deve ser individualmente avaliada pelo médico endocrinologista, levando em conta diversos fatores, incluindo os hábitos alimentares. Alguns dos suplementos vitamínicos indicados às gestantes contêm pequenas quantidades de iodo, suficientes para grande parte dos casos.

O ultrassom de tireoide é importante para detecção de nódulos.

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Mito: a prevalência de nódulos de tireoide pode chegar a mais de 40% da população, dependendo do sexo e idade. A imensa maioria desses nódulos é benigna e não representa problema para o paciente. “Por isso, não é indicado fazer ecografia em pacientes que não apresentam sintomas”, justifica o endocrinologista. A ecografia é indicada quando o médico identifica, na palpação, alguma alteração na tireoide. Nestes casos, o exame confirma a existência e características do nódulo e orienta a necessidade de realização de algum procedimento.

A campanha da SBEM-PR acontece por meio de vídeos e postagens nas suas redes sociais e uma ação, no dia 26 de maio, na Boca Maldita, no Centro de Curitiba, onde os médicos conversam diretamente com a população e distribuem materiais informativos.

Campanha SBEM-PR – Dia Internacional da Tireoide
Orientações sobre a saúde da tireoide com endocrinologistas
Quando: Sábado, 26 de maio, das 8h às 16h
Local: Boca Maldita – Curitiba – PR
Entrada: gratuita

Mitos e verdades da alimentação durante o frio*

Estimuladas pelo sol e o calor, as pessoas costumam intensificar a preocupação com a alimentação durante o verão. Porém, mesmo que seja algo óbvio, é importante lembrar que as refeições refletem diretamente na saúde durante todo o ano.

Então, que tal aproveitar a chegada do outono e do inverno para ter atenção com a alimentação nos períodos mais frios do ano? Abaixo, selecionei alguns mitos e algumas verdades que as pessoas propagam nessa época. Confira:

Com a chegada do frio, é necessária uma maior ingestão de alimentos.

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Verdade. Principalmente, no inverno, o nosso corpo gasta mais energia para manter a temperatura estável. Para compensar essa perda energética, precisamos consumir mais calorias.

Nesta época, podemos reduzir o consumo de líquidos.

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Foto: Seemann / Morguefile

Mito. A hidratação do corpo também é muito importante nos períodos mais frios. Manter o organismo hidratado é essencial para que ele tenha um bom funcionamento, principalmente no inverno, quando a pele sofre agressões do vento e do tempo gelado. A quantidade de água recomendada por dia é de dois litros.

As mudanças dos hábitos alimentares podem elevar o colesterol “ruim”.

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Pixabay

Verdade. Esse aumento pode estar relacionado ao consumo de alimentos gordurosos e à diminuição da prática de atividade física, já que no frio as pessoas tendem a se exercitar menos. Além disso, a redução da exposição ao sol diminui os níveis de Vitamina D, podendo afetar indiretamente os níveis de colesterol.

Frutas, verduras e salada não fazem falta no frio.

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Mito. Com certeza, o estímulo para a ingestão desses alimentos diminui. Porém, as vitaminas, fibras e os sais minerais que eles proporcionam são importantes durante todas as estações.

Chás e sopas podem auxiliar na substituição de alimentos muito calóricos

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Verdade. Consumir chás de frutas ou chás claros e alimentos quentes, como as sopas, é uma ótima alternativa. O calor desses líquidos e pratos ajuda a manter a temperatura do corpo. Dessa forma, é possível evitar, muitas vezes, o consumo de calorias extras para nos aquecermos.

*Patrícia P. S. Oliveira é nutricionista do HSANP, centro hospitalar de alta complexidade localizado na zona norte de São Paulo.

Especialista alerta para mitos e verdades sobre pipoca de micro-ondas

Nos últimos anos, o Brasil vem se tornando uma grande potência do setor fitness: é o segundo maior mercado global de academias (mais de 30 mil unidades), atrás apenas dos EUA¹. Essa preocupação com o corpo se reflete também na alimentação; no entanto, é preciso estar atento aos riscos de modismos e mitos relacionados aos alimentos e dietas.

“É importante consultar fontes de notícias e profissionais confiáveis. Baseadas em informações equivocadas que circulam na internet, algumas pessoas deixam de consumir certos produtos, como a pipoca de micro-ondas, por exemplo”, afirma Fernanda Leme, nutricionista da Equilibrium, consultoria especializada em nutrição.

Em parceria com a Equilibrium, a Yoki – a primeira marca a trazer a pipoca de micro-ondas ao país e líder no segmento –, reuniu uma equipe de especialistas para realizar um estudo sobre o tema e desmistificar boatos sobre as propriedades do alimento junto ao consumidor. “A pipoca nada mais é do que o milho que mudou de estado após ser aquecido em altas temperaturas”, afirma a especialista.

Mesmo tendo origem em um grão com grandes benefícios para a saúde (o milho é uma importante fonte de fibras para o organismo) ainda há muitos mitos em torno do consumo da pipoca, e os rumores se intensificam ainda mais quando o tipo de preparo é no micro-ondas. Por isso, segundo Fernanda, é importante conhecer as propriedades do alimento e entender o que, de fato, é real ou não:

O milho da pipoca de micro-ondas é transgênico

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Verdade: mais de 80% da produção de milho no Brasil é transgênica, ou seja, geneticamente modificada. No entanto, de acordo com a Portaria Nº 2658,de 22 de dezembro de 2003 e o Decreto Nº 4.680, de 24 de abril de 2003, todos os produtos com ingredientes transgênicos em sua composição devem registrar essa informação, além de símbolo padronizado (um triângulo amarelo com T preto), em suas embalagens. Portanto, as pipocas de micro-ondas que se declaram livres de transgênicos ou que não possuam essas informações em seus saquinhos, são de fato, feitas com milho natural.

O sódio da pipoca de micro-ondas é muito alto

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ThinkstockPhotos

Parcialmente verdade: segundo a Organização Mundial de Saúde, o consumo recomendado de sal por dia é de 2 gramas de sódio, o equivalente a cerca de 5g de sal de cozinha (5 sachês de sal). Entre as pipocas de micro-ondas, há uma variação nessa quantidade de acordo com os diferentes sabores, mas a média é de menos de 1 grama de sal por porção. Além disso, atualmente as marcas vêm investindo em opções mais naturais, sem sal e com 0% sódio.

Pipoca de micro-ondas dá câncer

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Mito: o mito surgiu em torno do diacetil, uma substância comumente utilizada, no passado, como flavorizante para as pipocas de manteiga. Ele está associado à propensão do desenvolvimento de doenças respiratórias, e espalhou-se um boato de que seria cancerígeno. No entanto, as grandes companhias já retiraram a substância de suas composições. Na dúvida, basta conferir a lista de ingredientes da sua pipoca. Além disso, algumas pessoas acreditam que a utilização do micro-ondas é prejudicial à saúde, mas já foi demonstrado em pesquisas que o equipamento não altera alimentos e não oferece riscos aos consumidores.

Pipoca de micro-ondas tem muita gordura

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Mito: a maior parte da gordura da pipoca é proveniente do óleo utilizado em seu preparo. É comum que, em casa, as pessoas acabem utilizando mais óleo do que o que as marcas colocam nos saquinhos prontos.

[1] Fonte: International Health, Racquet & Sportsclub Association (IHRSA).

Fonte: General Mills Brasil

 

Salvar

Oito mitos sobre a gripe

Embora as doenças sejam uma parte natural da infância – o sistema imunológico deve aprender a combater as infecções – a gripe pode ser um problema sério

Neste ano, a temporada de gripe, nos EUA, já causou a morte de 60 crianças. Uma das razões pelas quais a temporada de gripe 2017-2018 está fora de controle é que a vacina deste ano é menos efetiva, devido à prevalência da estirpe evasiva H3N2. Mas vários outros equívocos – incluindo a crença generalizada de que as vacinas contra a gripe não valem a pena – provavelmente pioraram as coisas. Listamos outros mitos sobre a gripe que colocam todos em perigo:

Mito # 1: Você pode se proteger da gripe com um estilo de vida saudável
“Lavar as mãos e comer direito são excelentes defesas de primeira linha contra a gripe, mas você não pode parar um vírus sem uma vacina. Você e sua família precisam de uma melhor proteção do que manter hábitos saudáveis ​​- especialmente porque alguns estudos sugerem que a lavagem das mãos nem sempre o protegerá da gripe”, explica o pediatra e homeopata Moises Chencinski .

Mito # 2: Se você ficar afastado de todos, você não deixará as pessoas doentes
“O isolamento por conta própria, uma quarentena, pode fazer você se sentir como um herói (ou um mártir), mas é possível transmitir o vírus antes que os sintomas apareçam. Então esconder-se quando estiver doente não é uma estratégia infalível, embora seja certamente uma boa ideia ficar afastado dos outros, uma vez que os sintomas já tenham aparecido”, explica Chencinski.

Mito # 3: Se você ficar doente, a única coisa a fazer é tomar um medicamento
Uma vez que a gripe é uma infecção viral, os antibióticos não farão nada além de matar as bactérias boas do intestino. “E, embora o Oseltamivir seja comercializado como uma opção de tratamento para reduzir a duração da gripe e aliviar seus sintomas, a droga não é efetiva para todos, não é uma cura. Por causa de seu alto custo, para não mencionar a fraca oferta e eficácia, se não administrado logo no início do quadro, muitos médicos não o consideram uma solução para a gripe”, explica o pediatra.

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Mito # 4: Vacinas da gripe podem causar a gripe
Não é possível pegar a gripe por meio da vacina. As vacinas atuais contra a gripe contém vírus inativados ou “mortos”. “É verdade que algumas pessoas contraem a gripe pouco depois de receberem as vacinas, mas é só porque já estavam doentes e assintomáticas quando se vacinaram. Também é possível que os sintomas gripais – cefaleias, náuseas e até mesmo febre de baixo grau – possam ser causados ​​pela produção de anticorpos contra a vacina. Mas certamente esses sintomas não são piores que uma gripe”, destaca Chencinski.

Mito # 5: Grávidas e crianças não devem receber vacinas contra a gripe
Toda a família precisa da vacina, a menos que um médico indique o contrário. O CDC recomenda que todas as mulheres grávidas recebam a vacina contra a gripe, excluindo complicações específicas, e os estudos sugerem que essa vacina realmente reduz o risco de abortos espontâneos e o nascimento de natimortos. Enquanto isso, há evidências de que a vacina é até 83% efetiva na redução do risco para crianças pequenas.

Mito # 6: Vacinas de gripe causam narcolepsia, doença de Alzheimer etc.
É verdade que uma vacina europeia contra a gripe suína esteve ligada à narcolepsia, em 2009, mas isso nunca se aplicou à vacina contra a gripe sazonal. Também não existe uma relação cientificamente comprovada entre vacinas contra a gripe e a doença de Alzheimer – uma falácia que é especialmente perigosa para idosos, que estão em maior risco de complicações relacionadas à gripe. “Outros incidentes, por exemplo, um caso amplamente divulgado de uma mulher que afirmou que ela só poderia caminhar para trás depois de se vacinar contra a gripe, provou ser puramente psicológico. Apenas para registro, as vacinas nunca causaram problemas de saúde ou deficiência mental, incluindo o autismo”, diz o médico.

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Mito # 7: É muito tarde para se vacinar
É verdade que a vacina da gripe pode demorar até duas semanas para imunizar o organismo. Mas é preciso enfatizar, uma vez mais, que as pessoas devem receber a vacina anualmente.

Mito # 8: A gripe é uma doença benigna
Gripe não é resfriado. São duas doenças diferentes. A gripe mata mais pessoas nos Estados Unidos, todos os anos, do que o vírus Ebola matou na história do mundo. No ano passado, 34 milhões de americanos pegaram gripe, 710 mil foram hospitalizados e cerca de 56 mil morreram – 148 deles eram bebês e crianças. “E, embora as crianças e os idosos estejam em maior risco, adultos perfeitamente saudáveis ​​podem morrer da gripe. A gripe não é um rito de passagem do inverno, e certamente não é uma doença benigna. A melhor maneira de se proteger é tomar a vacina contra a gripe”, orienta o pediatra.

Fonte: Moisés Chencinski é formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com título de especialista em pediatria pela Associação Médica Brasileira (AMB). Formado pelo CEPAH – Centro de Pesquisa e Aperfeiçoamento em Homeopatia com título de especialista em homeopatia pela Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB). Presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo (2016 / 2019).Membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo

 

 

 

 

Vinho: alguns mitos e verdades

Degustar uma boa taça de vinho é quase um ritual, seja para enófilos ou apreciadores ocasionais da bebida. No entanto, muitas dúvidas ainda pairam sobre suas qualidades, formas de apreciar e benefícios. Por isso, Joca Ururahy, sócio-fundador da House of Wine, desvenda alguns mitos e verdades sobre a bebida.

1- Vinho é bom para a saúde bucal?mulher bebendo vinho
Verdade. A bebida é boa para dentes e gengiva ajudando a combater as bactérias da boca que podem causar cáries e doenças periodontais.

2- Uma taça de vinho por dia faz bem para a saúde?

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Foto: FreeFoodPhotos

Verdade. Estudos comprovam que o consumo de uma taça de vinho por dia traz inúmeros benefícios como melhora da função cardíaca, prevenção para complicações cardiovasculares, auxílio na estimulação da circulação sanguínea, o que mantém a pele mais elástica e vitaminada, além de reduzir a obesidade e o sobrepeso ao envelhecer. Isso se deve por conta do Resveratrol, que é uma fitoalexina, encontrada em maior quantidade em vinhos tintos. Esse antioxidante natural, presente no vinho, tem como propriedade neutralizar os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento que seria a oxidação das células da pele. Mas vale lembrar que a diferença entre o veneno e o remédio é a dose, portanto, é recomendado moderação.

3- Os melhores vinhos são os mais caros?

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Concha y Toro

Parcialmente verdade. Não necessariamente. O valor da bebida se deve por conta da adega ou produtor que criou o vinho, ou seja, quanto mais prêmios e notoriedade maior o preço da garrafa. Também encarece o vinho o investimento realizado no processo de fabricação, como os de guarda, que utilizam barrica de carvalho de primeiro uso para sua fabricação. No entanto, existem vinhos mais baratos produzidos por produtores não tão conhecidos, com processos inovadores, que agreguem técnica no processo de envelhecimento, que conseguem ser tão qualificados quanto os mais caros.

4- Vinhos que contêm no rótulo “Colheita Selecionada”, “Seleção Especial”, “Reserva” ou que estão em garrafas pesadas são melhores?

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Mito. Tanto no caso da garrafa quanto no caso das mensagens do rótulo são utilizadas mais como chamariz para atrair o público do que propriamente um indicador da qualidade da bebida. O que acontece é que, especialmente no caso do peso, ela pode ser considerada uma estratégia de marketing para mostrar um produto visualmente mais atrativo, passar uma nomenclatura que faça o público reconhecer o produto ou política de produção com aquele estilo de garrafa. Sobre o rótulo, na verdade, ele difere de País para País, onde possuem denominação de origem mas uma legislação que difere, como no caso Chile onde o vinho tem que passar tantos meses em barrica para envelhecer.

5- Países quentes não produzem vinho?

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Mito. O que a uva precisa mesmo é de amplitude térmica, dias quentes e noites frias para ficar boa. Brasil, Israel e Marrocos são alguns dos locais que colocam fim a esse mito. O grande diferencial é a produção em terras áridas que precisam de uma boa irrigação para dar bons vinhos.

6- Os melhores vinhos estão vedados em rolha de cortiça?

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Parcialmente verdade. É inegável que abrir uma garrafa de rolha de cortiça é quase um ritual sagrado para os enófilos, mas isso não significa que os vinhos vedados desta forma são melhores. Os produtores de vinho buscaram alternativas que não interferissem na qualidade e que fosse sustentável, no caso, a tampa de rosca (screwcap). Um dos motivos é o TCA (tricloroanisol) um defeito que ocorre nas rolhas de cortiça quando atacadas por um fungo que provoca aromas desagradáveis na bebida. No entanto, estudos comprovam que a tampa de rosca (screwcap) possui vedamento melhor que a rolha, por isso, é mais recomendada para vinhos mais jovens, para consumo rápido. Já a rolha é mais indicada para vinhos mais envelhecidos por conta da micro-oxigenação, que faz a bebida evoluir.

7- Vinho branco é produzido com recursos de outras uvas, além da branca?

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Verdade. A bebida pode ser produzida com uvas tintas, isso porque, a parte da uva que dá cor ao vinho é a casca. Basta no processo de maceração quando é extraído o suco da fruta, que é incolor, a casca não ficar em contato com o líquido e o resultado será um vinho branco.

8- Qualquer vinho pode ser envelhecido?

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Mito. A frase “Quanto mais velho melhor” nem sempre pode ser aplicada. Atualmente, são poucos os vinhos que se aprimoram com o tempo na adega, a maioria deve ser consumida de dois a cinco anos. Os pilares para um bom envelhecimento são os taninos, acidez e a fruta. Normalmente, são os vinhos tintos de grandes vinícolas ou os Premium que ganham qualidades com o tempo.

9- Vinho tinto deve ser ingerido em temperatura ambiente?

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Mito. Cada vinho tem sua temperatura ideal, portanto, não existe uma regra. Uma sugestão é quanto mais fresco mais gelado deve ser servido, assim como, ingeri-lo na temperatura ambiente se for mais encorpado. A indicação é consumir espumantes de 4° a 6°, brancos de 8° a 10° e tintos 15° a 18°.

10- A melhor forma de armazenar um vinho é por meio de caves?

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Mito. O importante ao armazenar um vinho é não ter incidência de sol, além de o local não ter grandes variações de temperatura e umidade. A alternativa para quem busca ter a bebida em casa são as adegas que podem ser das mais simples até as mais elaboradas. No caso, algumas funcionam como reguladores de temperatura externa, as do tipo “geladeira” com regulagem mais precisa e termostato mais fiel e as que fazem controle de temperatura e umidade, mais indicada para os vinhos chamados de guarda, auxiliando a rolha a ficar em condições apropriadas para manter o líquido perfeito ao longo dos anos.

11. O vinho pode ser falsificado?

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Verdade. O vinho pode ser adulterado de duas formas, por meio da re-rotulagem, que consiste em tirar o rótulo de um vinho de renome e colocar em um outro qualquer com uma garrafa similar, e por reciclagem, que é manter toda a identidade de um vinho de qualidade (garrafa, rótulo) apenas preenchendo a mesma com um líquido de qualidade inferior.

 

 

Mitos e verdades sobre cães e pele

Cuidados e produtos adequados evitam problemas de saúde

Assim como nos humanos, a pele é o maior órgão do corpo dos cães e funciona como uma barreira de proteção. Na maioria das raças, a pele é quase totalmente coberta por pelos, a principal proteção do animal contra o sol e o frio. Ou seja, a pele e sua pelagem têm papel importante na saúde dos bichinhos.

Entretanto, muitos tutores possuem dúvidas sobre os cuidados com a pele e pelagem, acreditando em mitos que podem prejudicar a saúde dos cães. Por isso, confira os alertas da médica veterinária especialista em dermatologia veterinária e professora do Mestrado em Biotecnologia da Universidade Positivo (UP), Camila Miranda de Carvalho, e da farmacêutica Sandra Schuster, da docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets.

Xampus neutros para humanos podem ser usados em cães

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Mito: muitas pessoas imaginam que shampoos neutros, desenvolvidos para humanos, não fazem mal aos cães. Porém, isso não é verdade porque o pH (nível de acidez ou alcalinidade) da pele dos humanos e animais é diferente. “O pH da pele humana varia entre 4,3 e 5,9, e a dos cães, entre 6,3 e 7,5. Ou seja, um shampoo para humanos é muito ácido para os cães e pode causar ressecamento, coceira, irritações e dermatite”, explica a professora Camila Miranda de Carvalho. A premissa também é válida para shampoos com pH neutro para recém-nascidos, já que eles não são neutros para os animais.

Segundo Sandra Schuster, que também é fundadora da DrogaVET, farmácia de manipulação veterinária, há um grande percentual de pets que necessitam de tratamento para a pele. Esse foi um dos motivos que a docg. decidiu investir em produtos com pH balanceado, livres de parabenos, vaselina e óleos minerais. Ela complementa: “Pensamos em atuar na prevenção de boa parte dos problemas de pele, trazendo para o universo pet produtos desenvolvidos com fórmulas mais naturais e de melhor qualidade”.

Xampus para pets são todos iguais

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Mito: é importante adequar o shampoo e condicionador escolhidos ao tipo de pelo do animal. As variações, que incluem opções para pelos curtos, longos, claros, escuros, com tendência à oleosidade ou mais ressecados, pode até parecer exagero de uma geração que inseriu os pets como membros da família, mas não é. Utilizar shampoo e condicionador direcionados ajuda a prevenir alguns problemas. Pelos longos, por exemplo, tendem a embaraçar com maior facilidade e ficarem quebradiços. Algumas raças possuem pelagem mais oleosa e, o produto adequado pode ajudar a reduzir essa possibilidade. Pelos escuros perdem o brilho com mais facilidade e, os claros, podem manchar. E, assim como nos humanos, a pele dos bebês caninos também são mais sensíveis e precisam de formulações especiais.

Já vitaminas e leave-in, por exemplo, podem ser utilizados para melhorar a aparência dos pelos, fortalecendo e evitando pontas duplas. Mas vale ressaltar que, caso o animal tenha sido diagnosticado com doenças de pele ou alergias, é importante que utilize shampoos de tratamento, conforme indicação do veterinário.

Quanto mais banhos, mais limpo

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Mito: embora pareça contraditório, não é a quantidade de banhos que deixará seu cão mais limpo e cheiroso. “Dar banho com muita frequência pode prejudicar a pele do animal. Banhos muito seguidos podem, inclusive, aumentar a oleosidade da pele, o que causa mau odor”, alerta a professora Camila Miranda de Carvalho. “O ideal seria dar banho uma vez ao mês ou a cada 15 dias, no máximo. Mas como os pets estão muito próximos a nós, dividindo sofá e cama, vale uma conversa com o veterinário para chegar à melhor solução”, completa. Uma dica que é muito importante, principalmente para quem dá banho em casa, é que a secagem dos pelos e subpelos deve ser total, pois a umidade também causa mau odor e pode gerar fungos na pele.

Uma opção para ajudar os tutores na tarefa de manter o pet limpo por mais tempo são os banhos secos. Segundo Sandra Schuster, um dos diferenciais do banho seco e shampoos da docg. é a utilização do deoplex, um ativo que auxilia na neutralização dos odores dos animais. “Esse ativo realmente oferece ‘mais durabilidade’ ao banho e está agradando tutores e tosadores, que são os verdadeiros especialistas no assunto”, comenta.

Escovar com frequência faz bem para o pelo

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Verdade: há quem pense que somente a escovação durante o banho no pet shop seja suficiente. Entretanto, escovar o pet com frequência é fundamental para retirar o excesso de poeira, evitar nós, retirar pelos mortos e estimular os folículos da pele a liberarem óleos hidratantes. Sem falar que é um momento de atenção e carinho.

A pelagem dos cães divide-se em 2 tipos: o pelo principal e o subpelo. O principal, presente em todos os cães, tem uma estrutura mais lisa, brilhante e áspera, e é sempre mais longa que o subpelo. Já o subpelo é mais curto e macio e, nas raças provenientes de regiões mais frias, tem a função de ajudar a proteger o animal do frio e umidade.

É importante conhecer as características da raça de seu cão para realizar a escovação da melhor forma e com os acessórios corretos. Cães com muito subpelo, por exemplo, podem ser beneficiados com escovas próprias para a retirada dos subpelos mortos, evitando pelagem embolada e excesso de pelos perdidos pelo chão.

Fonte: docg.

Nove mitos da síndrome do intestino irritável revelados

Por Camille Noe Pagán

Ainda há muita confusão sobre a síndrome do intestino irritável (SII), incluindo o que é e a melhor maneira de tratá-la. Portanto, é fácil que os equívocos sobre a condição pareçam fatos. Se você ou alguém que conhece bem tem o problema, deve saber a verdade sobre nove dos mitos mais comuns.

Mito Nº 1: SII não é grande coisa

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SII pode afetar sua carreira, seus relacionamentos e quase todas as partes da sua vida. “Muitos dos meus amigos e até muitos médicos que vi agiram como se meus sintomas não fossem nada”, disse Barbara N., 61, de Nova Jersey, que pediu que não usássemos seu sobrenome completo. “No entanto, vivi com gases e dores terríveis por mais de uma década antes de ter visto um especialista da SII”.

Ela diz que o progresso que fez com a ajuda de um gastroenterologista e um nutricionista foi a prova de quão grave era sua condição. “É como noite e dia”, diz ela. “Meus sintomas estão muito melhores e a vida muito mais agradável. Eu realmente posso brincar com meus netos sem precisar parar porque estou com dor”.

Mito Nº 2: Obter diagnóstico ou tratamento envolve muitos testes

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Foto: Hioahelsefag/Pixabay

A principal maneira de um médico diagnosticar a síndrome é por meio dos sintomas que você descreve. “Muitas pessoas com sintomas do SII deixam de ver um médico porque acham que terão de fazer um monte de exames caros ou invasivos”, diz Eamonn Quigley, um gastroenterologista e especialista em fígado no Houston Methodist Hospital.

Mas a maioria das pessoas não precisa de testes. “O que mais importa é como você sente que os sintomas estão afetando sua vida”, diz Quigley. Porém, se você tem sinais sérios, como sangue nas fezes, seu médico pode solicitar testes, como exames de sangue ou uma colonoscopia.

Mito Nº 3: Estresse ou ansiedade causam SII

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Os especialistas não sabem como as pessoas desenvolvem a doença. Mas está claro que a causa não está na sua cabeça. “Embora o estresse e a depressão possam piorar os sintomas, a SII não é uma doença psiquiátrica. Não é causada por emoções ou pensamentos”, diz Arun Swaminath, diretor do programa de doenças inflamatórias do intestino no Lenox Hill Hospital, na cidade de Nova York.

Peguemos o caso de Julianna Corso Eldemire, de Boca Raton, Flórida, que foi diagnosticada em 2012. “Foi-me dito sempre que a SII só afeta pessoas que estão muito nervosas ou com alta ansiedade, o que faz os órgãos reagirem de forma dolorosa”, declarou, acrescentando: “Como tenho uma personalidade livre de estresse e não suporto baixa qualidade, no início não gostei de ser colocada nessa categoria”. Agora ela conta que entende que a SII é uma condição médica real,  e não algo que está na cabeça dela.

Mito Nº 4: Somente uma dieta drástica pode aliviar os sintomas de SII

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Foto: JPPI

As mudanças na dieta, às vezes, podem fazer a diferença. Mas não podem curar o problema, e elas não funcionam para todos. “Durante anos, pessoas bem-intencionadas recomendaram todos os diferentes tipos de alimentação para mim”, diz Barbara N.. “Foi um alívio quando meu médico e meu nutricionista me explicaram que, no meu caso, a comida não era a culpada dos meus sintomas”.

Fale com o seu médico sobre possíveis mudanças de dieta que possam funcionar para você. Algumas pessoas com SII acham que isso é fácil em relação a alimentos como feijão; vegetais como brócolis, repolho e couve; e os substitutos do açúcar, como o xilitol. Tirá-los da alimentação pode aliviar os gases, o inchaço e a dor.

Mito Nº 5: SII e intolerância à lactose são a mesma coisa

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A intolerância à lactose significa que seu corpo não pode digerir a lactose, um açúcar natural encontrado no leite e nos produtos lácteos. Provoca problemas digestivos como gases. Mas com a SII, não há uma comida única que seja a culpada.

“Reduzir ou eliminar a lactose reduz os sintomas da SII para algumas pessoas – mas não para todos”, afirma Desiree Nielsen, uma dietista registrada em Vancouver, Canadá, que se concentra na saúde digestiva. Evitar a lactose geralmente só ajuda a SII quando você faz outras mudanças de dieta, como comer menos feijão e mais fibras.

Mito Nº 6: Fibras podem curar SII

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Fibra, a parte dos carboidratos que o corpo não consegue digerir, pode ajudar a aliviar a constipação relacionada à SII.  Mas isso ainda não é uma cura. Algumas pessoas com a doença acham que fibras, em primeiro lugar, causam dor e pioram o inchaço. Se sua condição lhe dá constipação, adicione mais fibras à sua dieta lentamente para que seu corpo tenha tempo de se acostumar.

Mito Nº 7: Levedura provoca SII

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Alguns acreditam que o problema está ligado a leveduras, especialmente um tipo chamado cândida. Todo mundo tem esse germe crescendo naturalmente em seus intestinos, mas alguns especialistas pensam que em excesso ele pode levar à síndrome. Corte fermento e açúcar de sua dieta, eles argumentam, e você pode reduzir a cândida e melhorar seus sintomas.

Até agora, a ciência diz o contrário. “Não há pesquisas para provar que uma sensibilidade ao fermento [em alimentos como pão e cerveja] cause SII”, diz Arun Swaminath. Se você acha que fermento ou carboidratos pioram a sua condição, fale com seu médico ou com um nutricionista especializado em saúde intestinal para descobrir o que pode ser feito.

Mito Nº 8: SII pode levar a sérios problemas de saúde, como câncer

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“SII não tem relação com o câncer”, diz Swaminath. E enquanto alguns de seus sintomas são semelhantes à doença inflamatória do intestino (DII), elas são duas condições diferentes. “SII e DII podem estar relacionadas de alguma forma, mas uma não causa a outra”, diz Swaminath.

Mito Nº 9: Você nunca se livrará da SII

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“Sintomas variam”, diz Swaminath. “Vale a pena trabalhar com seu médico para gerenciar sua síndrome. Você pode achar que quando você trata, você tem menos sintomas ou mesmo nenhum”. Na verdade, os especialistas estimam que os problemas da SII desaparecem em cerca de 10% das pessoas por ano.

Fonte: WebMD

 

 

 

Alguns mitos e verdades sobre alimentação

Você sabe o que realmente faz bem para o seu organismo? Descubra os hábitos e alimentos que jogam a favor da sua saúde

No verão as pessoas começam a dar uma atenção especial no cardápio e inserir novos “hábitos saudáveis” no dia a dia. Mas nem tudo é o que parece. Carolina Mantelli, endocrinologista e especialista em metabologia, revela alguns mitos e verdades sobre os alimentos e como utilizá-los ao seu favor.

Chá verde é bom para digestão

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Verdade. Apesar de bom para digestão, o ideal é consumi-lo no meio da manhã ou depois de praticar atividades físicas, pois ajuda a eliminar as toxinas. Mate, chá preto e café devem ser evitados após o almoço e jantar, pois o consumo de cafeína logo após as refeições pode atrapalhar na absorção de alguns nutrientes (ex: cálcio, ferro, cobre, zinco e vitaminas). Além disso, acaba relaxando a musculatura que trabalha impedindo que os alimentos passem do estômago para o esôfago, o que pode acabar resultando num refluxo.

Ingerir líquido durante a refeição engorda

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Mito. O hábito não engorda, mas causa aumento do abdômen, ocupando o espaço da comida e, consequentemente, distendendo o estômago. O ideal é consumir no máximo até 100ml de água somente para auxiliar na digestão e ajudar na deglutição dos alimentos. Mais que isso, o excesso de líquido começa a atrapalhar o processo de absorção de nutrientes.

Azeite é saudável;

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Verdade. Ele ajuda a aumentar o colesterol bom, o HDL. Porém, não pode ser levado ao fogo, pois se transforma em gordura saturada.

Legumes sem casca são mais saudáveis;

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Mito. O ideal é fazer a higienização corretamente e cozinhar com casa para conservar as vitaminas, utilizando o mínimo de água possível. Para aproveitar todas as vitaminas e proteínas, use essa água para preparar arroz, feijão, lentilha e macarrão. Dica: utilizar iodo para retirar o agrotóxico da casca dos legumes e verduras.

Caminhar após as refeições ajuda na digestão;

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Mito. A caminhada logo após as refeições dificulta a absorção dos nutrientes no organismo, pode também causar refluxo ácido e indigestão. Depois de meia hora, uma voltinha está liberada, o que será bom para potencializar o metabolismo e queimar algumas calorias extras, além de auxiliar um sono mais rápido e profundo.

Beber muita água emagrece;

mulher bebendo agua pixabay
pixabay

Verdade. Durante toda dieta para perda de gordura (emagrecimento) ocorre um aumento da acidez do sangue devido à intensa quebra da gordura em energia. Sendo assim, a ingestão de muita água ameniza os sintomas decorrentes dessa acidez, como cefaleia, náuseas, enjoos, favorecendo todo este processo. Mesmo porque, o sangue ácido é extremamente maléfico e nos deixa abertos às doenças.

Fazer exercício físico em jejum ajuda a perder peso;

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Mito. Ao acordar, a quantidade de glicose e proteínas no sangue esta baixa devido ao jejum prolongado durante o sono. Ao exercitar sem se alimentar, o corpo vai quebrar massa muscular para produzir energia, gerando a glicose necessária para movimentar-se e manter o cérebro ativo, portanto, vai haver a perda da massa muscular, mas não da gordura. Além de sentir dor de cabeça, náuseas, enjoos e fraqueza, que vão impedir de se exercitar por um tempo adequado.

Substituir as refeições principais, como café da manhã, almoço e jantar, por sucos e chás traz benefícios;

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Mito. Sucos e chás não têm as quantidades adequadas de proteínas, vitaminas, sais minerais e fibras que os alimentos sólidos das refeições possuem, além de não produzirem saciedade, pois são de rápida digestão podendo provocar perda de massa muscular e problemas de saúde por falta de nutrientes.

Para elaborar uma dieta balanceada e que seja adequada ao seu organismo, procure sempre um auxílio médico.

Fonte: Carolina Mantelli é médica, pós-graduada em Endocrinologia e Metabologia. Possui título de médica perito pela Universidade de São Paulo e conhecimentos específicos em metafísica e desenvolvimento mental, procurando tratar o ser humano como um todo