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Dez mitos e verdades sobre a queda de cabelo

A queda capilar é hoje a sexta maior queixa de pacientes em consultórios de dermatologia. Mesmo assim, o assunto ainda é cercado de mitos relacionados às suas principais causas e tratamentos. O dermatologista Rafael Tomaz, gerente médico da Lupin, farmacêutica global que acaba de lançar no Brasil Recrexina – dermocosmético inovador que trata o afinamento e a queda capilar – esclarece 10 principais mitos e verdades relacionados ao problema, que tanto preocupa homens, quanto mulheres.

– O uso de apliques e mega hairs pode favorecer a queda capilar?

aplique de cabelo

Verdade: apliques e mega hairs, quando inseridos na raiz, pesam no fio e têm um efeito gravitacional, puxando os cabelos para baixo. Isso prejudica a saúde dos fios, que vão se destacando da raiz, podendo levar a uma queda de cabelo irreversível. No caso de pacientes que já têm uma diminuição da densidade capilar, o recomendado é deixar os fios soltos sempre que possível.

– Com o tratamento adequado, é possível perceber os resultados?

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Nu Hair

Verdade: hoje existem produtos e tecnologias que permitem resultados satisfatórios em grande parte dos pacientes. Com indicação médica, o uso de medicamentos, como a Finasterida e o Minoxidil, pode trazer benefícios no recrescimento capilar. Entretanto, alguns efeitos colaterais podem ser observados: Em alguns pacientes a Finasterida pode promover uma diminuição da libido e disfunção erétil. O Minoxidil, por outro lado, pode induzir o crescimento indesejado de pelos faciais em mulheres. Recentemente foi lançado o dermocosmético chamado Recrexina, que auxilia no aumento da densidade capilar, com resultados iniciais já observados após 2 meses de uso, tornando-se mais expressivos após quatro meses. Recrexina é uma formulação tópica inovadora e patenteada que possui resultados clínicos comprovados por meio de estudos científicos. Ela tem em sua composição moléculas capazes de estimular e ativar as células-tronco do couro cabeludo, promovendo o recrescimento e o fortalecimento do cabelo, além de potencializar a formação de queratina.

– A calvície é provocada exclusivamente pela idade e por fatores genéticos.

queda de cabelo

Mito: a herança genética e o envelhecimento são alguns dos fatores mais comuns que levam à queda capilar e até mesmo à calvície. No entanto, o problema tem diversas causas, podendo ser provocado por fatores como estresse, distúrbios hormonais, anemia, entre outros. É importante a avaliação do dermatologista para o correto diagnóstico da causa da calvície.

– O uso de anabolizantes e esteroides pode provocar queda de cabelo, favorecendo a calvície?

cabelo queda

Verdade: o excesso de testosterona é um dos principais vilões da queda de cabelo. Por isso, o uso do hormônio sexual masculino como anabolizante pode favorecer a perda dos fios. Muitos jovens procuram o consultório do dermatologista queixando-se de uma queda muito acentuada e, quando você investiga a história desse paciente, é comum que esse problema esteja associado ao uso de “bombas” de academia.

– A calvície pode ser totalmente revertida.

cabelos ao vento

Mito: não há cura para a calvície, no entanto existem tratamentos que ajudam a aumentar a quantidade de fios no couro cabeludo. É importante ressaltar que pacientes com queda capilar nos estágios inicial ou moderado responderão melhor ao tratamento. Por isso, recomenda-se tratar o quanto antes para se ter uma resposta mais expressiva.

– O uso de determinados medicamentos pode levar à queda?

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Verdade: há diversos medicamentos que têm como possível efeito colateral uma queda de cabelo transitória. Por outro lado, a dosagem errada do medicamento também pode ser prejudicial. Por isso, é importante que o paciente não faça uso de qualquer medicação sem orientação médica.

– O uso diário do secador pode ser prejudicial.

secador de cabelo

Mito: o secador não é vilão, mas é importante utilizar uma temperatura amena e manter determinada distância para não danificar o couro cabeludo. Já o uso da chapinha deve ser desencorajado como hábito, pois a temperatura elevada e o contato direto da prancha com a haste do fio podem provocar uma quebra.

– O uso de chapéus, bonés e tocas pode prejudicar os fios de cabelo.

mulher usando boina shutterstock
Shutterstock

Verdade: chapéus, boinas e bonés abafam o couro cabeludo, podendo causar a chamada dermatite seborreica e o excesso de oleosidade na raiz, que por sua vez favorecem a queda do cabelo.

– Os cabelos caem mais em determinadas estações do ano, geralmente no outono.

viver outonos

Verdade: há indícios de que os cabelos caem mais em algumas estações do ano, como no outono, porém os fatores associados a esta observação são pouco compreendidos. Em países como o Brasil, que não possui estações do ano tão marcadas, este efeito pode ser pouco expressivo.

Sobre a Lupin

A Lupin é uma companhia farmacêutica global que desenvolve e comercializa uma grande variedade de medicamentos de marca, genéricos, biotecnológicos e princípios ativos. Atua nos segmentos de dermatologia, cardiologia, saúde feminina, diabetes, asma, neurologia, gastrointestinal, anti-infectivos. A empresa atua em mais de 100 países e detém posições de liderança em diversos mercados. É o quarto maior fabricante de genéricos nos EUA em prescrições. No Brasil, a empresa possui uma unidade de negócios voltada genéricos e OTC (produtos isentos de prescrição médica), sob a marca Medquímica, e uma unidade de especialidades, com uma linha de produtos dermatológicos de prescrição médica.

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Mitos e verdades sobre alimentação no verão

Nutricionista e consultora da Superbom esclarece dúvidas sobre alimentação durante os dias mais quentes do ano

O verão faz com que muitas pessoas mudem alguns hábitos alimentares naturalmente, optando por refeições mais leves e menos calóricas. De acordo com Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, as altas temperaturas exigem mesmo certos cuidados com a alimentação para evitar desconfortos e até problemas de saúde.

Para auxiliar quem busca adequar os hábitos alimentares, a profissional esclarece abaixo cinco dúvidas comuns sobre alimentação no verão:

=É necessário manter-se mais hidratado do que em outras estações.

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Foto: Foundry/Pixabay

Verdade. Nos dias mais quentes, é importante aumentar o consumo de líquidos porque o organismo precisa de mais água para manter a temperatura corporal correta. Além disso, a desidratação pode provocar tontura, dor de cabeça e fadiga. Outra dica para manter a hidratação é incluir no cardápio alimentos que possuem bastante água em sua composição, como a melancia e o pepino.

=É permitido substituir um pouco da ingestão de água por sucos.

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pixabay

Mito. Para garantir o maior nível de hidratação possível é fundamental beber, pelo menos, dois litros de água indicados e incluir sucos saudáveis na dieta quando puder. Entre as opções, há as bebidas naturais ou os sucos 100% fruta, que além de hidratarem são bastante refrescantes.

=Ingerir alimentos muito calóricos nos dias mais quentes traz malefícios para o organismo.

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Pixabay

Verdade. A especialista explica que durante as altas temperaturas o organismo gasta menos energia para manter o bom funcionamento, ou seja, precisa de menos calorias. Por isso, alimentos com alto nível calórico, como frituras e lanches, ricos em gorduras saturadas, podem prejudicar funções importantes do organismo, como a digestão.

=Alguns alimentos podem ajudar a proteger a pele durante a exposição solar.

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Pixabay

Verdade. Frutas e legumes com alta concentração de vitaminas C e A, como a laranja e a cenoura, respectivamente, auxiliam no combate aos radicais livres, evitando o envelhecimento precoce da pele mesmo com a exposição ao sol. “O protetor solar não pode ser esquecido, pois somente uma alimentação adequada não é capaz de evitar queimaduras, manchas e descamação da pele. O ideal é combinar o uso de bons produtos com uma dieta que inclua esses alimentos”, alerta.

=Os alimentos típicos do verão não trazem benefícios para a saúde.

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Foto: Suju/Pixabay

Mito. Encontrados por um bom custo-benefício em feiras livres, hortifrútis e supermercados, as frutas da estação são excelentes para suprir as necessidades nutricionais durante os dias mais quentes. “A manga, por exemplo, melhora a digestão e o fluxo intestinal. O melão tem bastante água em sua composição, além de possuir poucos açúcares. Já a cereja é rica em fibras alimentares, importante fonte de energia para o organismo”, completa.

Sugestão de produto

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Sucos integrais (100% fruta) da Superbom são fonte de nutrientes como vitaminas e sais minerais, além disso não possuem adição de açúcar e nem conservantes. Disponíveis nos sabores Antiox, Maçã, Tangerina, Uva Branco e Uva Tinto.

Informações: Superbom

Dermatologista esclarece mitos e verdades mais comuns sobre câncer de pele

Dezembro Laranja é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre o câncer de pele. Neste período, dermatologistas e demais profissionais da saúde reforçam a importância da prevenção e diagnóstico da doença, além de esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. Com isso, a médica dermatologista chefe da Clínica Sitonio, Renata Sitonio, esclarece os mitos e verdades mais comuns sobre o câncer de pele. Confira:

“Nos dias nublados, não há necessidade de usar filtro solar”
Mito. Mesmo nesses dias, ocorre a radiação Ultravioleta. Ela danifica o DNA das células da pele, predispondo ao câncer de pele. Estações mais frias também oferecem riscos, diferente do que alguns acreditam. Portanto, o uso do protetor solar é imprescindível e deve ser diário.

“Pessoas com olhos e cabelos claros têm mais chances de ter câncer de pele”

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Verdade. Por ter menos proteção pela melanina, as pessoas claras estão mais sujeitas a ter câncer de pele. Em dias de exposição solar, é recomendado que, além do protetor solar, também use acessórios para proteção, como chapéus e óculos de sol.

“Cicatriz de queimadura pode se tornar câncer de pele”

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Foto: Justaboutskin

Verdade. É uma ocorrência rara, mas em grandes cicatrizes pode-se ter a formação de câncer de pele. Por isso, se houver alguma mudança da pele da cicatriz, procure um dermatologista.

“Áreas não expostas ao sol não estão sujeitas ao surgimento do câncer de pele”

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Mito. O câncer de pele tipo melanoma, por exemplo, tem um fator genético muito importante e pode surgir também em locais como nádegas, palmas e plantas, unhas e até nos olhos. Isso pode ser determinado por fatores genéticos de cada indivíduo.

“Pessoas de pele negra não têm câncer de pele”

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Mito. Apesar de mais resistente, a pele negra não está imune aos efeitos da radiação UV. Além disso, um estudo apresentado no XXI Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica revelou que as pessoas de pele negra podem desenvolver com maior intensidade a forma mais grave do câncer de pele, o melanoma nos pés, mãos, braços e pernas. Esse tipo de câncer é o menos frequente entre os melanomas (de 2% a 8% dos casos), no entanto, é o mais comum entre pessoas de pele negra.

“Quem possui muitas pintas ou histórico familiar de câncer de pele corre mais riscos”

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Foto: Indylasercenter

Verdade. Existem sim fatores genéticos que podem determinar a maior ou menor predisposição ao câncer de pele. Quanto às pintas, é importante considerar aspectos como quantidade, alterações na cor e formato ou se doem ou coçam, pois elas também podem ser indícios de câncer de pele.

“O protetor solar é a única forma de prevenção”

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Foto: Wikimedia

Mito. Apesar de ser o principal fator de proteção, o filtro solar deve ser aliado a outros cuidados, como o uso de acessórios de proteção, moderação na exposição solar a fim de evitar queimaduras e também por meio do autoexame. Uma dica para o autoexame é aplicar o método ABCDE (diferença na Assimetria, com Bordas desiguais, Coloridas, Diâmetro maiores que 5 mm, que Evoluem rapidamente de forma, espessura, tamanho e cor, são indicativos da doença).

Fonte: Renata Sitonio é médica dermatologista chefe da Clínica Sitonio, em São Paulo, e médica colaboradora no ambulatório de cosmiatria do Hospital do Servidor Público Municipal. Graduada pela Universidade Federal da Paraíba, Título de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialista em Dermatologia no Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira, Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD – e regional de São Paulo e Coautora do livro IPCA sobre técnicas cirúrgicas com agulhas. 

Mitos e Verdades sobre o cuidado ao idoso

A tarefa de cuidar de um idoso nem sempre é fácil. Sentimentos de culpa, de sobrecarga e dúvidas de como cuidar bem são comuns para cônjuges, filhos, netos e sobrinhos que cuidam de seus familiares idosos. Por outro lado, cuidar com amor e compreensão pode ser também uma experiência transformadora na trajetória de vida das pessoas que buscam crescimento pessoal.

Para evitar que a rotina seja exaustiva é necessário que o familiar cuidador se mantenha bem informado. Dessa maneira, uma das fundadoras da plataforma Plug and Care e especialista na área de Gerontologia, Monica Perracini, tira dúvidas sobre dez Mitos e Verdades mais comuns no cuidado ao idoso. Confira:

1 – Idoso tem que tomar banho todo dia?

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Mito! É fundamental que seja realizada uma higiene íntima frequente, de forma a evitar infecções urinárias e mau cheiro. Porém, a necessidade diária de banho é relativa. “Sabemos que as pessoas idosas, especialmente em dias frios não gostam de tomar banho. Muitos não percebem que estão cheirando mal. Cerca de 75% dos idosos com 80 anos ou mais têm um declínio importante do olfato. Mas isso não justifica a pressão dos familiares para que os idosos tomem banho todos os dias. Aqui vale o bom senso e o hábito de cada um. O importante é manter a higiene íntima, que se mal feita pode ocasionar as infecções urinárias de repetição tão comum nas mulheres idosas”, explica Monica.

2 – É mais seguro calçar o idoso com tênis para evitar quedas?

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NicerShoes

Mito! O calçado deve ser o mais confortável ao idoso, de modo que ele sinta firmeza e segurança ao andar. Para aqueles que passaram muitos anos de sua vida utilizando outro tipo de calçado, o tênis pode não ser bem aceito, gerando constrangimento e dificuldade no caminhar. Nada de calçados largos que saiam facilmente do pé ou ainda chinelos e sandálias sem alça na parte de trás. Os familiares devem ficar atentos a sapatos com muitos anos de uso, pois além de largos podem ficar gastos na sola.

3 – Idosos não sentem tanta sede?

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Verdade! A desidratação ocorre com mais frequência com pessoas de idade avançada. Isso acontece, pois com o envelhecimento há um declínio na sensação de sede, e não por esquecimento. Segundo Monica, existem algumas mudanças fisiológicas no organismo do idoso que ficam menos eficientes, deixando-o mais vulnerável a ficar desidratado rapidamente. Idosos sentem menos sede e consequentemente bebem menos água por conta própria. É importante que o familiar estimule que eles se hidratem, bebendo água, chás, café ou sucos durante o dia. A desidratação pode ser a causa de muitos problemas e o seu cuidador nem sempre se dá conta que pode ser decorrente de desidratação, como boca seca, tontura, fraqueza e até aumento dos batimentos cardíacos.

4 – É normal um idoso ficar cansado e dormir a tarde inteira?

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Mito! Uma soneca de 30 minutos nas primeiras horas da tarde é até recomendada, porém durante muito tempo é sinal de alerta. O excesso de tempo sentado ou deitado é totalmente prejudicial à saúde, em qualquer idade. Ficar assistindo televisão e cochilar entre um programa e outro também deve ser evitado. Dormir de dia pode significar pior sono durante à noite. Uma forma de colocar a preguiça de lado e promover uma melhora na qualidade de vida é realizar pequenas caminhadas ao ar livre, benéfica tanto ao familiar cuidador quanto ao idoso.

5 – Tomar um remédio após/antes do horário estabelecido pelo médico é prejudicial?

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Verdade! É necessário respeitar o tempo do efeito do remédio, entre as doses recomendadas previamente pelo médico do idoso. Antecipar “somente uma hora” ou aguardar o horário da refeição para ingerir o remédio pode atrapalhar a sua absorção e o seu funcionamento. Atualmente, existem no mercado dispensadores de remédios e aplicativos que podem auxiliar na organização das tarefas relacionadas ao controle de remédios.

6 – Todo idoso com problema de equilíbrio deve usar bengala?

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Ilustração: Tumisu/Pixabay

Mito! A bengala deve ser indicada após avaliação de um fisioterapeuta, que inclusive o ensinará a caminhar com este novo instrumento. “Muitos idosos recebem orientação para comprar uma bengala por indicação de um médico ou por palpite de familiares e conhecidos. No entanto, uma bengala mal indicada pode ser muito prejudicial para o idoso, podendo ocasionar quedas. Não só a altura da bengala e o lado de uso são importantes. Questões relacionadas ao alinhamento do corpo, eficácia das reações de equilíbrio e aspectos cognitivos como memória visual e atenção precisam ser avaliados”, alerta a especialista.

7 – Canja é uma refeição ideal para o idoso?

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DailyCaring

Mito! Embora seja nutritiva, a tradicional canja de galinha precisa de cuidados adicionais ao ser oferecida para o idoso. Na verdade não é só a canja, mas qualquer prato que contenha muitos pedaços pequenos e diferentes consistências é perigoso. Os idosos com dificuldades de mastigação e de deglutição podem engasgar com maior frequência e com isso apresentar infecções respiratórias frequentes. O familiar deve ficar também ficar atento a pigarro e tosse durante as refeições, que também são sinais de problemas que devem ser investigados.

8 – Idoso saudável tem que fazer academia?

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Mito! É necessário respeitar a individualidade de cada um, e nem todos têm o perfil para frequentar uma academia. Fazer exercícios é importante, mas respeitando seus limites e atividades que proporcionem, principalmente, satisfação. Exercícios em academia feitos sem a supervisão próxima de um profissional podem causar lesões articulares e musculares.

9 – É verdade que idoso não precisa jantar todo dia?

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Verdade! Muitos idosos gostam de substituir o jantar por um lanche. Basta equilibrar os nutrientes que fazem parte desse lanche, evitando excesso de carboidratos e equilibrando com outros nutrientes necessários, como verduras, legumes e proteínas. O ruim é quando esse lanche é pobre em nutrientes. O idoso deve comer de forma equilibrada e saudável.

10 – Pijama é a roupa ideal para o idoso?

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Foto: MedicalNewsToday

Mito! O ideal são roupas confortáveis. É preciso entender que manter uma autoestima elevada é bom para saúde e importante para nosso bem-estar. O idoso deve se manter confortável e, sobretudo, feliz. “Normalmente, usamos pijama durante o dia quando estamos doentes. Essa memória é parte da experiência vivida de muitos idosos e alimenta sintomas depressivos e apatia. É importante que o familiar ajude o idoso a manter o cuidado com sua aparência e o estimule a escolher que roupa vestir-se todos os dias”, esclarece Monica.

Fonte: Plug and Care

 

Desvendando mitos e verdades sobre fragrâncias

Ricardo Assi, sommelier de fragrâncias da divisão de luxo do grupo L’Oréal, responde as principais dúvidas que as consumidoras apresentam quando o assunto é fragrância e desvenda os mitos e verdades sobre os perfumes. Confira abaixo:

Café limpa o olfato?

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Isso é um mito, o café não limpa o odor das fragrâncias já sentidas. A melhor maneira de aliviar o olfato é sentir cheiros que a própria pessoa reconhece como seus, como sua pele, cabelos e roupas. Isso porque o cheiro do café expõe a pessoa a uma nova onda olfativa, como se estivesse sentindo mais uma fragrância, que, ao invés de ajudar, pode acabar confundindo ainda mais.

Quais são os melhores lugares para guardar os perfumes?

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Existem duas condições ideais que são fundamentais para armazenar e manter a qualidade das fragrâncias: lugares longe de luz e longe de calor. Ambos podem oxidar a fragrância, alterando suas notas se expostos a essas duas principaiscondições.

Curiosidade: você sabia que o lugar ideal para guardar as fragrâncias seria a geladeira? Pois é por conta da baixa temperatura e baixa incidência de luz seria de fato o lugar ideal, já pensou que loucura?

O que são fixadores?

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Pinterest

Não existem fixadores em fragrâncias. O que determina a durabilidade de uma fragrância é a concentração de notas de fundo, onde temos moléculas maiores e mais pesadas do que as notas de saída ou as notas de coração, que pela sua menor volatilidade demora mais a evaporar. Notas amadeiradas, animálicas, resinosas e especiarias, são alguns exemplos das que possuem uma volatilidade mais lenta, ou seja, são moléculas com uma densidade mais pesada, que evitam que o perfume evapore mais fácil garantindo assim maior fixação. Uma boa dica para quem gosta de fragrâncias de longa duração, apostem nas que levam a concentração “Eau de Parfum”, “Parfum Intense”, ou somente “Parfum”.

Dicas para a primavera

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Para a estação, Assi indica fragrâncias florais mais frescas, como o La Vie Est Belle L’Eclat Eau de Toilette, que possui uma explosão cítrica nas notas de topo (bergamota, mandarina, raspas de tangerina). Nas notas de coração o destaque é o Neroli Solar, uma flor que traz uma faceta fresca, além do floral feminino e delicado. Já na base da fragrância está a principal flor DNA da família La Vie Est Belle, a Iris – flor da felicidade, que traz uma característica sofisticada e única, com um acorde almiscarado para trazer o conforto o frescor e a sofisticação.

 

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A segunda indicação é Miracle Eau de Parfum, um floral fresco e especiado, com notas de lichia no topo, que evocam a vivacidade do acorde frutal e jovem, um coração quente e feminino de peônia, pimenta rosa e gengibre, e nas notas de base o jasmim e o almíscar trazem o frescor e a radiância, uma fragrância luminosa e divertida para um dia de primavera.

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Polo Ultra Blue Eau de Toillet é um indicação de fragrância masculina nessa primavera, já que suas notas de topo são de Limão Cedrat, bergamota e o manjericão que trazem essa faceta ultra cítrica que traz frescor nesses dias mais quentes, além das notas de coração que são duas moléculas, a Artical & Ambertonic, uma invenção e patente da marca Ralph Lauren, que usadas pela primeira vez juntas trazem um lado mais gelado e uma ultrafixação para a fragrância, e as notas de base com o acorde de sal mineral que evocam um acorde salgado e marinho para trazer frescor.

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Outra indicação para os homens é Acqua Di Gio Eau de Toillet, um amadeirado aquático, uma fragrância que se tornou um mito, verdadeiro sucesso, traz aí nas notas de topo a bergamota da Calábria e o caqui que explodem em frescor, um coração oceânico com acordes marinhos, e as notas de base com acordes de madeira de cedro, uma fragrância atemporal, sofisticada com essa assinatura que evoca o encontro do homem com o mar.

Onde encontrar:
Lancôme: Site / SAC 0800 701 7323
Ralph Lauren Fragrances: SAC 0800 701 7323
Giorgio Armani Beauty: SAC 0800 701 7323

 

Conheça as dez maiores mentiras já contadas sobre o vinho

Material especial preparado pela Evino tem como objetivo desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e verdades sobre o universo da bebida

As maravilhas do universo do vinho são quase equivalentes às lorotas que o povo espalha por aí. Com o passar do tempo, foram criados muitos rituais e mitos que transformaram o feliz momento de aproveitar uma taça de vinho num acumulado de regras que, na maior parte dos casos, são dispensáveis ou simplesmente desnecessárias. Isso faz com que muitas pessoas se afastem da bebida medo de passar vergonha ou por achá-la complicada demais.

Já pensou que pecado perder a chance de provar um bom vinho porque um dia alguém te falou uma besteira? Para desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e as verdades sobre o universo da bebida, a Evino, um dos maiores e-commerces de vinho do Brasil, identificou alguns tabus conhecidos pela população e reuniu um material especial com dicas da sommelière Natália Cacioli.

1. Quanto mais velho o vinho, melhor.

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Provavelmente você já ouviu aquela frase “assim como o vinho, fico melhor com o passar dos anos”. Algumas pessoas, de fato, melhoram, já outras viram vinagre. Brincadeiras à parte, a maior parte da produção de vinho é pensada para atender à demanda de consumo imediato. São vinhos de safras mais recentes (de até cinco anos), frutados, macios, fáceis de beber. Uma parcela bem pequena de vinhos é feita para envelhecer, como os famosos Barolo, Brunello de Montalcino ou um Pinot Noir de um grande produtor da Borgonha. São vinhos bem caros e que precisam de um longo tempo de amadurecimento para atingir seu ápice. Esses vinhos encarecem com o passar dos anos e tem quem ganhe dinheiro com isso. Portanto, se você está interessado em beber e não em investir, pode ficar com os vinhos mais jovens sem medo de ser feliz.

2. Se a garrafa é pesada, o vinho é bom

vinho tinto taças shutterstock

Se a garrafa é pesada é porque o vidro é mais espesso. Ou seja, foi gasto mais material e a garrafa é, consequentemente, mais cara. Vinhos de guarda usam garrafas espessas para reduzir a incidência de luz (sim, isso influencia o processo de envelhecimento) e para ter uma garrafa mais resistente, já que o vinho ficará guardado por muito tempo. Para vinhos de consumo imediato a espessura da garrafa faz alguma diferença? Não. O produtor pode escolher uma garrafa mais simples para reduzir o custo final do produto. E se gostamos de vinho mais barato? Ah sim, gostamos muito.

3. O fundo da garrafa côncavo indica qualidade. Esse furo deve ser usado para colocar o dedo na hora de servir

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Pixabay

Mesma história da garrafa pesada. Sinceramente? Não sei de onde saiu o mito do fundo côncavo – mas ele existe. Já perguntei para diversos produtores de Itália, Chile e Argentina o que isso significa e todos eles me disseram: nada. É apenas uma característica da linha de produção, mas seguramente não é para colocar o dedo. Ao segurar a garrafa por ali, ela pode escapar da mão e fazer um estrago. Segure com firmeza, pelo corpo da garrafa, mesmo. Isso não é suficiente para fazer o vinho esquentar, como algumas pessoas justificam.

4. Se o vinho é fechado com rosca ou rolha sintética ele não presta

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Foto: NHPR

Dá para escrever uma tese de mestrado sobre esse assunto. Cortiça é um material natural, retirado de uma árvore chamada Sobreiro, presente principalmente em Portugal e que precisa de 25 anos para estar pronta para a primeira extração da cortiça. Ou seja, é um recurso caro e finito. Mas e o que isso tem a ver com o vinho? A cortiça é um tipo de material que permite uma pequena troca de oxigênio entre o líquido na garrafa e o ambiente externo, processo importante para vinhos de guarda. Se você comprou o vinho e vai tomá-lo hoje ou semana que vem, a cortiça não faz diferença. Rolhas sintéticas e tampas de rosca são mais sustentáveis e baratas. E já falamos que gostamos de vinho barato?

5. Vinho meio-seco é doce e não é bom

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Vinho meio-seco não é doce ou mais-ou-menos-doce. A nomenclatura não ajuda – mas a verdade é que os vinhos etiquetados como meio-seco têm, na maioria dos casos, a mesma percepção em boca de um vinho seco. Mas por que isso acontece? Por uma questão de legislação. Quem define se o vinho será etiquetado como “seco” ou “meio-seco” no Brasil é o Ministério da Agricultura. Aqui, a legislação leva em conta apenas a quantidade de açúcar residual, enquanto que, na Europa, é feita uma relação entre açúcar e acidez. Isso faz com que muitos vinhos considerados “secos” na Europa sejam classificados como “meio-secos” no Brasil.

6. Vinho tinto é mais complexo que vinho branco

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São estilos diferentes mas cada um com suas maravilhas e momentos. A principal diferença do vinho tinto para o vinho branco é que o primeiro tem propriedades que vêm da casca da uva: cor e tanino – aquela sensação de adstringência que “seca” a boca. Tanino é um conservante natural e, por isso, é um fator importante para a longevidade do vinho. Os brancos se destacam pela refrescância (tecnicamente chamada de acidez) e, apesar de serem vinhos majoritariamente feitos para consumo rápido, alguns têm grande potencial de guarda. E mais: a vida é mais feliz acompanhada dos deliciosos aromas de um vinho branco.

7. Vinhos com mais de 13% (ou coloque o número de sua preferência aqui) de álcool são superiores

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Foto: Vinhosegins

Tem muita gente que usa o teor alcoólico como indicativo de qualidade, mas sem entender de onde vem esse número. O álcool é resultado da fermentação, que tem origem na transformação do açúcar das uvas pelas leveduras. Ou seja, quanto mais açúcar tem o fruto, maior o potencial alcoólico daquele vinho. Lembrando que o açúcar é da uva – não há adição. Regiões quentes produzem frutos com maior concentração de açúcar e, portanto, seus vinhos têm mais álcool. Vinho tintos variam, normalmente, entre 12% e 15%, enquanto os brancos ficam, na maior parte dos casos, entre 10% e 13%. Mas o fato é que a percepção do álcool na boca depende de muitos outros fatores, que vão além do número estampado no rótulo.

8. Vinho tinto é com carne vermelha e vinho branco é com peixe

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Harmonização é muito pessoal. Existem orientações básicas, mas não regras. Vinhos tintos têm taninos (aquela sensação de adstringência) e a gordura ajuda a disfarçar essa sensação, daí a harmonização com carnes vermelhas. Já vinhos brancos e rosés costumam ser mais leves, por isso normalmente são indicados para carnes brancas e outros pratos igualmente leves. Agora imagine um frango à parmegiana: fritura, queijo, molho vermelho – um tinto vai cair muito bem. Outra situação: pleno verão brasileiro, churrasco à beira da piscina e, em vez de um Malbec encorpadão, que tal um espumante geladinho? Resumindo: harmonização não é ciência exata e você pode comer/beber o que tiver vontade.

9. No restaurante o garçom coloca um pouco de vinho na taça para você analisá-lo e decidir se gostou

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Na verdade, a proposta desse ritual em restaurantes é verificar se o vinho tem algum defeito. A degustação é feita rapidamente e não há necessidade (na verdade pega mal) de ficar cinco minutos analisando o vinho e dissertando sobre aromas e sabores. Se você não se sente confortável para fazer essa avaliação, peça ao sommelier do restaurante – faz parte da função dele. E mais: a etiqueta não manda servir o vinho para degustação ao homem da mesa e sim para quem fez o pedido.

10. Vinho rosé é feito da mistura de branco com tinto

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Foto: Kaboompics/Pixabay

Mito. Rosé, na verdade, é um vinho produzido com uvas tintas. Durante a vinificação, o mosto das uvas (ou seja, o suco antes de ser fermentado) fica em contato com as cascas por um breve período para extrair apenas um pouco de cor e aromas.

Fonte: Evino

 

 

Desvende os mitos e verdades sobre máquinas de lavar roupa

A tecnologia está presente em nosso cotidiano, modernizando desde o modo como nos comunicamos até como lidamos com as tarefas domésticas. Entre elas, lavar roupas é uma das mais complicadas. Muitas informações foram passadas de geração para geração e a maioria delas ficou ultrapassada com a chegada das inovações tecnológicas.

Para desvendar os mitos e verdades sobre a tarefa de lavar roupas, a Samsung preparou um guia simples para que você gaste menos tempo lavando roupas e ganhe mais tempo para si. Confira:

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1) É necessário usar mais detergente e amaciante em roupas mais sujas, certo?
Mito: os fabricantes das máquinas e a indústria de detergentes indicam a quantidade adequada de insumos, de acordo com o nível de água usado para lavar roupas. Usar detergente em excesso pode danificar a lavadora ou até mesmo manchar as roupas.

2) Lavar roupas regularmente garante que minha máquina esteja sempre limpa?
Mito: a maioria das pessoas acha que ao lavar roupas também estão lavando as lavadoras, mas essa é uma ideia equivocada. Recomenda-se limpar a máquina com alguma frequência para eliminar sobras de detergente e amaciante, além de fiapos dos filtros. Isto é essencial para garantir que a máquina continue a funcionar de forma eficiente e as roupas fiquem limpas e cheirosas. A Samsung tem máquinas de lavar que oferecem a máxima comodidade com a função de limpeza automática (auto-clean). A lavadora e secadora Samsung WD7000, por exemplo, oferece a função de notificar automaticamente o usuário quando o compartimento precisa ser limpo.
Outra dica é limpar frequentemente a borracha da porta com um pano úmido, mantendo-a limpa e seca, evitando mofo e mau cheiro na máquina. Deixar a porta aberta por um tempo após o uso também ajuda a reduzir a umidade no interior do produto.

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3) As roupas duram mais com o uso da função de secagem da máquina, já que secá-las ao sol faz com que as cores desbotem.
Verdade: deixar as roupas ao sol pode torná-las rígidas e até mesmo desbotadas, especialmente as escuras, cujo desbotamento é acelerado pelos raios solares. De acordo com especialistas, roupas brancas e claras podem ficar expostas ao sol por tempo moderado, para evitar que o tecido fique seco excessivamente.

4) Não é possível adicionar uma peça de roupa após o início do ciclo de lavagem.
Mito: com a lavadora AddWash da Samsung é possível pausar o ciclo de lavagem a qualquer momento e acrescentar uma peça que foi esquecida. O usuário também pode adicionar mais insumos (sabão ou amaciante) ou colocar uma peça de roupa que tenha sido lavada à mão para enxaguar e centrifugar.

5) É necessário encher a máquina com roupas até o topo antes de iniciar um ciclo de lavagem.
Mito: não é necessário encher completamente a máquina com roupas para usá-la, mas, por questões de sustentabilidade, não é recomendável desperdiçar água e energia elétrica lavando apenas uma pequena quantidade de roupa. As máquinas de lavar roupa da Samsung adicionam automaticamente a quantidade correta de água, de acordo com a quantidade de roupas que será lavada, evitando assim o desperdício e maximizando a economia de energia.

6) Lavadoras e secadoras eletrônicas usam muita eletricidade.
Mito: além de utilizar motores com a tecnologia Digital Inverter, que asseguram maior economia que os motores convencionais, com garantia de 10 anos, os produtos Samsung também oferecem a exclusiva tecnologia Ecobubble. Com esse recurso, sabão, ar e água são misturados previamente antes que entrem em contato com as roupas. As bolhas da espuma geradas são absorvidas pelos tecidos mais rapidamente aumentando a eficiência da limpeza, além de requerer menor quantidade de detergente por ciclo de lavagem. O uso de água quente torna-se desnecessário, resultando em uma lavagem eficiente e mais econômica. Esse recurso permite economizar produtos (detergente e amaciante) e eletricidade – cerca de 60% se comparado a ciclos de lavagem que exigem água quente para uma limpeza adequada das roupas.

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7) As máquinas de lavar convencionais com abertura superior usam mais água que as máquinas com abertura frontal.
Verdade: máquinas de lavar modernas com abertura frontal, como as lava e seca Samsung, usam até 50% menos água no processo de lavagem porque não enchem completamente o tambor em nenhum ciclo e oferecem economia de produtos (detergente e amaciante) quando comparadas a máquinas com abertura superior de mesma capacidade.

8) Usar a máquina no programa errado pode resultar em roupas mal lavadas.
Verdade: essa é uma regra básica, mas muitas pessoas se esquecem. É importante usar o programa correto para o tipo específico de roupa ou nível de sujeira. A lavadora AddWash WF15K6500 da Samsung possui 13 ciclos de lavagem que facilitam muito o dia a dia do usuário. No ciclo “Super Rápido” é possível lavar até 5 kg de roupas em apenas 59 minutos. Seis modos também podem ser combinados com os ciclos de lavagem por meio de um simples toque de botão, como os modos “Manchas Difíceis” e “Passa Fácil”.

Fonte: Samsung

Mitos e verdades sobre o ômega 3

Todos os peixes são ricos em ômega 3? Gestantes precisam incluí-lo na dieta? A alimentação consegue suprir as necessidades do nutriente? Confira as respostas para essas e outras dúvidas

Quando se fala em gordura, é comum associá-la a algo negativo, como a gordura corporal, problemas no coração e obesidade. Aliás, gordura é um nome genérico usado em referência aos lipídeos, nutrientes essenciais para manutenção do bom funcionamento do organismo, devendo fazer parte do cardápio.

Por isso, vale conhecer os tipos de gordura e escolher as mais benéficas. Os ácidos graxos poli-insaturados da série ômega 3, por exemplo, auxiliam na saúde do coração, além de serem importantes durante a gravidez.

A gerente nutricionista do Núcleo Médico Científico do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Anna Lacerda, esclarece os principais benefícios dessa “gordura do bem” e explica alguns mitos sobre o nutriente, ajudando a compreender a importância de inseri-lo na dieta alimentar.

Existe mais de um tipo de ômega 3?

Verdade: os principais representantes do ômega 3 são: ácido docosahexaenoico (DHA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido alfa-linolênico (ALA).

Todos os peixes são ricos em ômega 3?

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Pixabay

Mito: a concentração de ômega 3 varia de acordo com a temperatura da água onde os peixes marinhos habitam. Aqueles que vivem em ambientes frios tendem a acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, principalmente ômega 3, como o arenque, a sardinha, o salmão e o atum, entre outros.

O organismo humano não consegue produzir ômega 3?

Verdade: necessários em determinados processos biológicos, os ácidos graxos da série Ômega 3 devem ser adquiridos por meio da dieta alimentar, uma vez que os seres humanos não são capazes de produzi-los. Aliás, eles são denominados essenciais justamente por isso.

O único benefício do ômega 3 é a saúde cardiovascular?

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Mito: o principal benefício desse ácido graxo está relacionado ao coração, atuando na redução de triglicerídeos. Porém, por conter EPA e DHA, ele também está associado à melhora da sensibilidade à insulina e risco de diabetes tipo 2; ajuda no tratamento da depressão, aumentando a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina; e ameniza os sintomas da artrite reumatoide, bloqueando as enzimas responsáveis pela inflamação.

Gestantes precisam incluir o ômega 3 na dieta?

Verdade: além de contribuir na redução do risco de nascimento de crianças prematuras e abaixo do peso, o ácido graxo participa na formação de neurônios, no crescimento e desenvolvimento do cérebro e no fortalecimento da retina dos bebês. Isso ocorre graças ao DHA, um dos representantes da série ômega 3.

A alimentação consegue suprir as necessidades de ômega 3?

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Mito: o consumo de peixes pela população brasileira é baixo, atingindo em média, cerca de 9 kg/habitante/ano, sendo que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Mundial da Saúde recomendam 12 kg/habitante/ano. Além disso, nem todos os peixes contêm as mesmas quantidades de ômega 3: de acordo com um estudo publicado pelos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os peixes brasileiros e o salmão de cativeiro apresentam baixos teores dessa gordura. Portanto, a suplementação torna-se necessária para atingir os níveis ideais de ômega 3 no organismo, aproveitando todos os seus benefícios para a saúde. Vale destacar que especialistas recomendam o consumo de até 1 g de ômega 3 ao dia.

Todas as suplementações de ômega 3 são iguais?

Mito: a concentração adequada de ômega 3 (DHA e EPA) nos suplementos é importante para que se consuma a quantidade ideal do nutriente. No entanto, como a concentração nos suplementos disponíveis no mercado brasileiro varia, é preciso estar atento à quantidade de DHA e EPA na formulação de uma única cápsula. Por isso, não deixe de ler as informações nas embalagens e lembre-se de que é preciso tomar a suplementação diariamente.

Suplementações

Proepa Uni é um nutracêutico com 90% de ômega 3 concentrado EPA (500 mg) e DHA (400 mg) em apenas uma cápsula gelatinosa ao dia, auxiliando na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos.

proepa uni

Já Proepa Gesta possui concentração de DHA de 250 mg atendendo a recomendação do nutriente para as gestantes. Sua administração é recomendada também durante a amamentação, já que o nutriente será ingerido pelo bebê por meio do leite, e para mulheres que planejam engravidar, para que possam ter reservas adequadas do nutriente.

O consumo de ácidos graxos ômega 3 auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

Fonte: Aché

 

Mitos e verdades sobre a tireoide são temas de campanha

Os hormônios tri-iodotironina (T3) e tiroxina (T4), produzidos pela tireoide, desempenham papel de suma importância ao longo da vida – da formação de órgãos fetais (principalmente o cérebro), ao crescimento, reprodução e até o envelhecimento. Influenciam o sono, o raciocínio, a memória, os batimentos cardíacos, a temperatura corporal, o funcionamento intestinal e o metabolismo.

Com tantas funções importantes, a tireoide e seus hormônios tornaram-se alvo de diversos mitos que, se não esclarecidos, podem causar sérios danos à saúde. Por isso, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) aproveita o Dia Internacional da Tireoide, celebrado hoje, 25 de maio, para divulgar uma campanha sobre os principais mitos e verdades sobre essa glândula.

Principais dúvidas da população:

O hipotireoidismo é comum, causa cansaço e pode ser diagnosticado por exames de sangue.

sangue

Verdade: as doenças de tireoide são mais comuns em mulheres e aumentam a prevalência com o envelhecimento. São mais raras em crianças mas, em qualquer faixa etária, o hipotireoidismo é a disfunção tireoidiana mais comum, afetando entre 8% e 12% dos brasileiros. Os principais sintomas são a sonolência excessiva, o cansaço, a falta de disposição, lentidão, dificuldades para exercer tarefas, esquecimento fácil, tristeza, intestino preso, ressecamento da pele e cabelos, unhas fracas e pequeno ganho de peso inexplicável. “Esses sinais aparecem também em diversas doenças, por isso, é fundamental realizar exames para diagnosticar a verdadeira causa”, alerta o endocrinologista Cleo Otaviano Mesa Junior, diretor da SBEM-PR. As dosagens do TSH e do T4 livre avaliam a função tireoidiana. Porém, outros exames podem ser solicitados. Quem apresenta sintomas ou possui histórico familiar de doença tireoidiana deve consultar um médico. Já para mulheres que pretendem engravidar, estão no início da gestação ou mulheres com mais de 60 anos, o recomendado é realizar os exames, mesmo sem sintomas.

O hipotireoidismo causa obesidade e tomar hormônio para tireoide emagrece.

obesidade

Mito: quando não tratado, o hipotireoidismo pode gerar um leve ganho de peso, cerca de 2 ou 3 quilos, geralmente devido à retenção de líquidos. Já o hipertireoidismo emagrece – porém, a perda é de massa magra – e não de gordura. “Utilizar hormônios tireoidianos para emagrecer é totalmente contraindicado, pois provoca perda de massa muscular às custas de um hipertireoidismo induzido por medicamento. Ou seja, uma doença é provocada na tentativa de resolver outra”, alerta o médico. “Além disso, podem causar sérios problemas, como arritmias e hipertensão, e também acabam provocando um efeito rebote – o paciente volta a ganhar peso assim que para de utilizar os hormônios”, completa.

Doenças da tireoide afetam crianças e a gravidez.

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Foto: MammaPourFemme

Verdade: “Tanto o hipotireoidismo, como o hipertireoidismo podem afetar a fertilidade, causar parto prematuro, abortamento de repetição e doença hipertensiva gestacional”, alerta o endocrinologista. O hipertireoidismo pode ainda causar morte fetal – e inclusive materno, em casos extremos. No feto, também pode causar retardo de crescimento intrauterino e déficit cognitivo e intelectual. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental. Nas crianças mais jovens e recém-nascidos, o mais comum é o hipotireoidismo congênito – que, se não tratado, pode causar prejuízos no processo de aprendizagem e crescimento dos ossos e dentes.

O T3 (tri-iodotironina) trata estresse, cansaço e desânimo e pode ser formulado com segurança.

mulher garganta pescoço tireoide

Mito: “O T3 não deve ser usado para tratamento desses sintomas ou para doenças da tireoide, inclusive podendo causar riscos à saúde”, alerta o médico. Além disso, como não há disponibilidade de medicamentos industrializados e o hormônio é manipulado em microgramas, e não em miligramas como a maioria dos medicamentos, a manipulação com precisão é difícil.

O iodo faz bem para a tireoide e deve ser administrado durante a gestação.

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Foto: Luciana Ferraz/Pixabay

Mito: diversos vídeos na internet estão induzindo o consumo de iodo por gotas de Lugol, com a falsa ideia de acelerar o metabolismo e auxiliar no emagrecimento. “A concentração de iodo no Lugol é altíssima e, mesmo uma gota, possui uma quantidade de iodo muito maior que a necessidade diária, o que, na verdade, faria muito mal à tireoide”, enfatiza Mesa Junior. No Brasil, há suplementação de iodo no sal de cozinha, geralmente suficiente para a produção dos hormônios tireoidianos. Já para as gestantes, a indicação de suplementação deve ser individualmente avaliada pelo médico endocrinologista, levando em conta diversos fatores, incluindo os hábitos alimentares. Alguns dos suplementos vitamínicos indicados às gestantes contêm pequenas quantidades de iodo, suficientes para grande parte dos casos.

O ultrassom de tireoide é importante para detecção de nódulos.

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Mito: a prevalência de nódulos de tireoide pode chegar a mais de 40% da população, dependendo do sexo e idade. A imensa maioria desses nódulos é benigna e não representa problema para o paciente. “Por isso, não é indicado fazer ecografia em pacientes que não apresentam sintomas”, justifica o endocrinologista. A ecografia é indicada quando o médico identifica, na palpação, alguma alteração na tireoide. Nestes casos, o exame confirma a existência e características do nódulo e orienta a necessidade de realização de algum procedimento.

A campanha da SBEM-PR acontece por meio de vídeos e postagens nas suas redes sociais e uma ação, no dia 26 de maio, na Boca Maldita, no Centro de Curitiba, onde os médicos conversam diretamente com a população e distribuem materiais informativos.

Campanha SBEM-PR – Dia Internacional da Tireoide
Orientações sobre a saúde da tireoide com endocrinologistas
Quando: Sábado, 26 de maio, das 8h às 16h
Local: Boca Maldita – Curitiba – PR
Entrada: gratuita

Mitos e verdades da alimentação durante o frio*

Estimuladas pelo sol e o calor, as pessoas costumam intensificar a preocupação com a alimentação durante o verão. Porém, mesmo que seja algo óbvio, é importante lembrar que as refeições refletem diretamente na saúde durante todo o ano.

Então, que tal aproveitar a chegada do outono e do inverno para ter atenção com a alimentação nos períodos mais frios do ano? Abaixo, selecionei alguns mitos e algumas verdades que as pessoas propagam nessa época. Confira:

Com a chegada do frio, é necessária uma maior ingestão de alimentos.

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Verdade. Principalmente, no inverno, o nosso corpo gasta mais energia para manter a temperatura estável. Para compensar essa perda energética, precisamos consumir mais calorias.

Nesta época, podemos reduzir o consumo de líquidos.

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Foto: Seemann / Morguefile

Mito. A hidratação do corpo também é muito importante nos períodos mais frios. Manter o organismo hidratado é essencial para que ele tenha um bom funcionamento, principalmente no inverno, quando a pele sofre agressões do vento e do tempo gelado. A quantidade de água recomendada por dia é de dois litros.

As mudanças dos hábitos alimentares podem elevar o colesterol “ruim”.

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Pixabay

Verdade. Esse aumento pode estar relacionado ao consumo de alimentos gordurosos e à diminuição da prática de atividade física, já que no frio as pessoas tendem a se exercitar menos. Além disso, a redução da exposição ao sol diminui os níveis de Vitamina D, podendo afetar indiretamente os níveis de colesterol.

Frutas, verduras e salada não fazem falta no frio.

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Mito. Com certeza, o estímulo para a ingestão desses alimentos diminui. Porém, as vitaminas, fibras e os sais minerais que eles proporcionam são importantes durante todas as estações.

Chás e sopas podem auxiliar na substituição de alimentos muito calóricos

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Verdade. Consumir chás de frutas ou chás claros e alimentos quentes, como as sopas, é uma ótima alternativa. O calor desses líquidos e pratos ajuda a manter a temperatura do corpo. Dessa forma, é possível evitar, muitas vezes, o consumo de calorias extras para nos aquecermos.

*Patrícia P. S. Oliveira é nutricionista do HSANP, centro hospitalar de alta complexidade localizado na zona norte de São Paulo.