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Hoje é o Dia Mundial da Menopausa

A Sociedade Internacional de Menopausa (International Menopausa Society – IMS), em colaboração com a Organização Mundial de Saúde (OMS), designou 18 de outubro como o Dia Mundial da Menopausa

A menopausa é um acontecimento normal e natural. É definida como a última menstruação, geralmente confirmada após doze meses consecutivos sem a ocorrência de um período menstrual, a não ser que haja outras causas aparentes.

A menopausa decorre do esgotamento da função dos ovários, que acompanha a idade e que resulta na diminuição dos níveis de estrogênio e outros hormônios. Segundo o ginecologista e obstetra Luciano de Melo Pompei, secretário-geral da Sogesp e presidente da Sobrac (Associação Brasileira de Climatério), geralmente ocorre por volta dos 50 anos. Com a chegada da menopausa, a mulher já não pode mais engravidar de forma natural – é o fim de seu período reprodutivo.

Durante a transição desde os anos reprodutivos,  da menopausa, até os estágios posteriores, a mulher passa por muitas alterações físicas e também emocionais, causadas tanto pela deficiência hormonal que caracteriza a menopausa, como pelo avanço da idade. Algumas são os fogachos (calorões), a dificuldade para dormir, alterações de humor e secura vaginal.

Outras mudanças que podem ocorrer como consequência da idade incluem diabetes, distúrbios da tireoide, hipertensão arterial, aumento do risco cardiovascular. Para mulheres com um estilo de vida pouco saudável, um alto nível de estresse, ou uma genética desfavorável, as alterações da menopausa e do avanço da idade podem ser particularmente desafiadoras.

A experiência da menopausa varia pelo mundo e entre grupos étnicos, o que sugere que a cultura e a genética influenciam a experiência. A mulher pode ver o fim da fertilidade como uma libertação das preocupações com controle de natalidade, ou pode lamentar pelo fim da sua capacidade reprodutiva. Certas mulheres terão sintomas incômodos, enquanto outras podem ter poucos ou, até mesmo, nenhum sintoma.

Menopausa ou climatério

Diferentemente do que muita gente pensa, climatério não é sinônimo de menopausa, que se refere somente à última menstruação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), climatério é uma fase biológica da vida da mulher, que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo. Inicia-se, em geral, por volta dos 45 anos, como consequência do esgotamento da função ovariana.

Para esclarecer dúvidas:

1- Não existe idade padrão para o início do climatério, a despeito de ser mais comum entre os 40 anos e os 45 anos.

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2- Entre os sintomas usuais, estão o distanciamento entre os ciclos menstruais, ocorrência de fogachos e suores noturnos e alterações do sono.

3- Em algumas mulheres, ocorrem alterações psicológicas, como irritabilidade, insônia, depressão, perda de memória e mudanças de humor.

4- Para diagnosticar o climatério a mulher deve procurar o seu médico e, eventualmente se submeter a exames clínicos e laboratoriais.

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5- Mamografia, papanicolau, ultrassom transvaginal e densitometria óssea são exames complementares que podem ser solicitados com regularidade durante o climatério.

6- Manter uma dieta saudável, rica em cálcio e vitamina D é muito importante neste período.

7- A desidratação pode afetar o sistema nervoso, o que estimula as ondas de calor. Hidrate-se com mais frequência.

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8- Praticar exercícios físicos ajuda a melhorar a densidade óssea, evitar fraturas e também ajuda na flexibilidade e no equilíbrio.

9- A Terapia Hormonal (TH) é o tratamento mais indicado para aliviar fogachos, suores noturnos advindos das ondas de calor, sintomas psicológicos e melhorar a qualidade de vida da mulher, todavia, existem opções não-hormonais.

10- Há algumas contraindicações para a TH. Portanto, é essencial consultar um médico que irá avaliar o histórico da paciente para indicar o tratamento adequado.

Fonte: Sogesp

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“The Women”: nova proposta de autoconhecimento para mulheres

Lançado neste ano, projeto inovador propõe eventos para as mulheres com conteúdo sobre desenvolvimento pessoal, troca de informações e experiências inusitadas

A criação de conexões reais com outras pessoas e a absorção de conteúdo realmente enriquecedor e que promova desenvolvimento pessoal e profissional são buscas que fazem muito sentido na realidade que vivemos. Ainda mais se for algo voltado para o universo feminino. Por isso, acaba ser lançada em São Paulo uma proposta inovadora, o projeto “The Women”, da TKM Business Advisory, pensada exclusivamente para proporcionar essas experiências a mulheres de diferentes perfis.

Concebido por Theka Moraes, empreendedora que possui mais de 15 anos na área de negócios, o projeto “The Women” realiza um encontro mensal com 20 a 30 mulheres na capital paulista. Os temas dos eventos exclusivos podem ser uma aula de gastronomia, um coquetel ou um bate-papo com coach e especialistas sobre assuntos relevantes do dia a dia.

Experiências e networking

Cada experiência proporcionada pelo “The Women”, qualquer que seja o formato proposto, é feita para a mulher se desconectar das atribulações diárias, que podem estar relacionadas a emprego, família, relacionamento, maternidade e outras vivências do ser feminino, e se permitir fazer parte de um momento de descontração, troca de conhecimento e networking com outras mulheres.

“São reuniões mensais entre mulheres que têm como propósito manter conversas mais abertas sobre carreira, sentimentos e questões do universo feminino. O que o ‘The Women’ faz é atender a esse público que sente a necessidade de ter uma experiência de mais leveza e troca”, comenta Theka, fundadora do projeto.

Dois formatos de encontro dão cara ao “The Women”: o The Women Knowledge, com foco em conteúdo, autoconhecimento e networking, e o “The Women Tasty”, voltado para a experiência inusitada e o relacionamento, ou seja, um momento para bate-papos, descontração e relaxamento.

The Women

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O conceito inovador do “The Women” atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional. Nas reuniões e eventos já promovidos pela empresa, o público foi formado por profissionais como executivas, consultoras de imagem, empreendedoras, advogadas, professoras e psicólogas.

Experiência com jantar harmonizado

Além de todo o conhecimento promovido pelo “The Women Knowledge”, esse encontro será um momento exclusivo para as participantes se desconectarem das atribulações diárias e saborearem de um jantar feito pela personal Chef Luciane Cataneo, harmonizado com espumante oferecido pela Freixenet.

Como participar

O próximo evento abordará a imagem sustentável. O jantar acontecerá no dia 25 de outubro, das 19h30 às 22 horas, na Casa Miracolli, em São Paulo (SP). Para mais informações e reserva de vaga, as interessadas devem consultar o perfil no Instagram ou acesse aqui.

A promoção dos eventos é feita com patrocínio e apoio de empresas, como: Movida, Amilla, Dress & Go, Estética Santa Beleza, Luciane Cataneo personal chef, Cris Lopes, Suely Chapiro consultoria de imagem, Freixenet e Marcos Mesquita. A organização é feita pela TKM Business Advisory.

Quem participa do ‘The Women’

O conceito inovador do “The Women” atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional.

Sobre Theka Moraes

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Formada em Gestão Comercial na Anhembi Morumbi, de São Paulo, Theka Moraes possui ampla experiência no mercado de negócios e relacionamentos conquistados ao longo dos últimos 15 anos, com passagem pela área de negócios da revista Cool Magazine, da plataforma de networking Experience Club, da AEG World Wide, entre outras.

Salvar

Pole dance se tornou o ‘queridinho’ da mulher moderna

Exercício físico, dança, esporte. Essas são as palavras que definem o pole dance, modalidade na qual são realizadas performances e movimentos com o corpo utilizando-se uma barra vertical como apoio.

Por muito tempo o pole dance foi visto apenas como dança sensual. Em 1996, o filme ‘Striptease’, estrelado pela atriz Demi Moore, trouxe cenas eróticas de sua personagem no pole dance, o que contribuiu para que a modalidade ficasse atrelada à sensualidade. Certamente ela não perdeu essa faceta, mas hoje é também encarada como esporte, com campeonatos de alto nível técnico, e como prática fitness.

A verdade é que o pole dance se consolidou no Brasil e caiu nas graças das mulheres, como no caso de Vanessa Esteves Reichert, professora de pole dance há oito anos e uma das sócias do estúdio V, localizado no bairro Vila Madalena, na capital.

Aberto há pouco mais de um ano, o estúdio nasceu de uma amizade com sua aluna e sócia, a publicitária Mayra Cordeiro. Elas e as praticantes de pole, Priscilla Lombardi e Kathia Calil, elencaram as cinco principais razões do pole dance ter se tornado o queridinho da mulher moderna:

1) Autoaceitação e relação positiva com o corpo

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Vanessa 

O pole tem efeitos incríveis na relação da mulher com o corpo, começando pelo uso de roupas bem curtas, que favorecem o atrito da barra com a pele. “Durante as aulas precisamos nos encarar em um espelho enorme com roupas pequenas, nos fazendo enfrentar nossos próprios preconceitos com o corpo”, explica Vanessa.

As aulas, portanto, acabam sendo um grande processo de autoaceitação. “As alunas passam a se gostar mais e percebem que são mais fortes e bonitas do que imaginavam”, acrescenta.

Para a gerente comercial e aluna de pole há um ano e meio, Priscilla Lombardi, de 29 anos, a prática acaba até sendo uma sessão de terapia. “Eu sempre fui muito magra e já sofri bullying por isso. No pole, você passa a se amar mais”, revela.

2) Pós-parto: reencontro com o corpo

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Kathia

A maioria dos médicos não recomenda o pole dance durante a gravidez, por ser uma atividade com alta probabilidade de queda. No entanto, a prática é recomendada no pós-parto, quando muitas mulheres buscam se reconectar com seu corpo.

É o caso da atriz de 31 anos, Kathia Calil. Praticante de pole dance há três anos, ela voltou às aulas um mês após o parto. “Fazer uma atividade que traz força corporal e emocional é muito importante porque eu preciso estar bem para poder fazer bem à minha filha”, relata ela que costuma levar sua filha, Morena de três meses, para as aulas.

O pole dance também pode ser um aliado se o foco for o resgate da sensualidade, muitas vezes deixada de lado com a maternidade. “O legal é que você coloca a sensualidade nos movimentos e na dose que quiser”, relata Priscilla.
Mulheres maduras, mães ou jovens: o pole ensina que todas podem ser sensuais.

3) Estresse e ansiedade: vilões da mulher moderna

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Priscilla

Com a dupla – ou até tripla jornada de trabalho – as mulheres têm enfrentado, com frequência, problemas emocionais como o estresse e ansiedade. A prática do pole ajuda a aliviar as tensões não só porque as alunas “se desligam” durante as aulas, mas porque o pole ensina a lidar com desafios e frustrações.

“Fazemos coisas incríveis: ficamos de ponta cabeça e dobramos o corpo de formas inimagináveis. Mas nada disso é fácil. Precisamos de treino e dedicação. Depois das aulas, essa força interior também é levada para as outras esferas da vida”, comenta Vanessa.

Para Kathia, força e equilíbrio são o que faz do pole uma modalidade fascinante. “Cada aula é um desafio do seu limite. A cada desafio superado, você se sente mais capaz e mais forte também”, finaliza.

4) Pole Fitness: alternativa à musculação

Nem todas as mulheres gostam das tradicionais academias de ginástica. Umas porque acham a atividade monótona, outras porque não gostam do ambiente, por considerarem-no competitivo. “Os estúdios de pole são um ambiente mais feminino e mais acolhedores”, comenta Priscilla.

No estúdio V, as aulas começam com aquecimento, seguido de uma série de fortalecimento, movimentos como giros e inversões, e termina com relaxamento. “O pole trabalha todos os músculos de uma vez só e as aulas são todas de nível misto, ou seja, cada aluna treina e se desenvolve no seu ritmo”, resume Vanessa.

Além disso, o pole dance é inclusivo, não havendo restrição de idade ou peso. Em dois meses, em média, as mulheres começam a fazer movimentos com maior exigência de força, e a ver resultados no corpo. “O primeiro mês é o mais difícil, mas é uma questão de treino. Cada pessoa evolui de forma diferente e todo mundo é capaz de aprender”, finaliza Vanessa.

5) Mulheres unidas… jamais serão vencidas

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Mayra

A união e amizade que nascem entre as praticantes de pole ganhou um apelido carinhoso: pole friends. “Todas têm objetivos em comum: se desafiar, se superar e se amar. Por ser difícil no começo, elas se unem e comemoram juntas um giro ou movimento novo”, conta Vanessa.

A empresária e publicitária, Mayra Cordeiro frequentou as aulas de Vanessa por um ano e meio, período que transformou seu estilo de vida. “Emagreci dez quilos e fiquei mais leve de corpo e espírito”, resume.

A relação de amizade com sua professora também fez nascer uma sociedade entre elas. “Queria o pole mais presente na minha vida. Ao mesmo tempo, acreditava que era preciso eliminar o preconceito e disseminar o quanto o pole é tudo de bom: emagrece e é divertido”, lembra Mayra.

Foi quando convidou Vanessa para montar o estúdio V, que já está em seu segundo ano de funcionamento e que, a cada dia, cativa mais mulheres com seu universo mágico e saudável. “Lá eu esqueço dos problemas que uma mulher do mundo moderno tem com casa, empresa, família, saúde etc.. Lá é o meu – e só meu – momento”, finaliza Mayra.

Informações: Estúdio V

 

 

Academia Ecológica Ecofit Aclimação promove evento para público plus size

A Academia Ecológica Ecofit Aclimação será palco do 5° Wonder Day, no dia 25 de agosto, sábado, das 9 às 15 horas. O evento vai comemorar o primeiro aniversário da Wonder Size, marca de roupas que proporciona conforto e mobilidade para mulheres plus size.

“Estamos muito felizes em participar de forma tão próxima desta celebração. A Wonder Size identificou na Ecofit um espaço livre de preconceitos e padrões e é exatamente assim que nos enxergamos. Temos orgulho em oferecer ao público um ambiente democrático, que recebe de braços abertos todos os perfis de alunos que estiverem em busca de bem-estar e cuidados com a saúde”, afirma Karen Coutinho, gerente da Ecofit Aclimação.

A programação do Wonder Day contará com modalidades como Muay Thai, Funcional, Eco Dance e yoga, além de atividades voltadas para crianças a partir de três anos. O principal destaque será uma aula de dança especial com a Thais Carla, dançarina da cantora Anitta.

“Sabemos que a Ecofit é uma academia Plus Size Friendly e acreditamos que este seja o espaço ideal para comemorar nosso primeiro aniversário. Nossa missão é incentivar as mulheres a mostrar o que realmente importa: sua beleza e espontaneidade, e nos identificamos com o conceito da Ecofit e com suas preocupações”, explica Amanda Momente, uma das fundadoras da Wonder Size.

Com vendas online pelo site, a Wonder Size batiza suas principais criações com o nome de mulheres que mudaram o rumo da história, para mostrar que todas podem fazer a diferença.

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5° Wonder Day
Sábado, 25 de agosto, das 9h às 15h
Academia Ecológica Ecofit Aclimação – Rua Pires da Mota, 762, Aclimação – SP
Inscrições: clique aqui

Informações: wonderday@wondersize.com.br

Homens ainda têm dificuldades em lidar com sucesso profissional das parceiras

Hoje, vivemos um novo momento em que as pessoas costumam investir em diferentes aspectos da vida ao mesmo tempo e, isto, algumas vezes, pode significar priorizar a carreira em detrimento de um relacionamento amoroso, por exemplo, ou até mesmo dedicar mais tempo para vida profissional do que para a vida pessoal. Esse comportamento, inclusive, já foi até objeto de estudos que comprovaram que as mulheres brasileiras hoje casam e têm filhos mais tarde, em geral depois dos 35 anos.

Segundo as psicólogas e terapeutas de casal, Marina Simas de Lima e Denise Miranda de Figueiredo, fundadoras do Instituto do Casal, para quem já é casado pode ser um verdadeiro desafio conciliar a vida profissional e afetiva.

“Ultimamente, muitas mulheres comentam que se sentem sufocadas no casamento, por conta do controle que o parceiro exerce em relação à vida profissional delas, beirando, em alguns casos, uma espécie de ‘sabotagem’. Muitas mulheres precisam viajar constantemente por conta do trabalho, dedicar mais tempo para a vida profissional, fazer cursos, treinamentos, etc. Estes aspectos acabam virando motivo para brigas e discussões. Alguns homens sentem a necessidade de querer controlar ou restringir a vida profissional da mulher por conta do ciúme ou da insegurança, pois podem pensar que nestes momentos profissionais a parceira estaria mais exposta a conhecer outras pessoas, por exemplo”, comenta Marina.

Outro ponto, segundo as psicólogas, é que o modelo patriarcal que ainda existe no Brasil, pode fazer com que o homem se sinta ameaçado por ter ao seu lado uma mulher tão independente. Pode ainda se sentir deixado de lado ou pensar que o trabalho é mais importante para a parceira do que o relacionamento.

Conflito pode levar à separação

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“As mulheres hoje ocupam cargos de liderança, estão nas universidades, são atuantes e gostam de trabalhar, na maioria dos casos. A parceria no casamento também implica em que o casal incentive um ao outro a crescer profissionalmente e todo crescimento envolve certas perdas, a tal ‘dor do crescimento’”, diz Marina.

“Mas claro que isso não significa que o casamento deve ser deixado de lado por conta do trabalho e nem que o homem deve restringir ou colocar barreiras na vida profissional da mulher. Infelizmente, os comportamentos dos homens podem impactar nas escolhas das mulheres no futuro profissional delas, assim como no futuro da vida da dois”, reflete Denise.

Como resolver este impasse?

A questão é que os casais precisam ter bom senso, de ambos os lados, e isso nem sempre ocorre. “O que mais acontece são atitudes como chantagem emocional, excesso de ciúmes ou controle excessivo sobre as atividades profissionais do outro. E isso é mais comum nos homens em relação às mulheres”, diz Denise. Porém, as terapeutas lembram que isso pode acontecer também com casais do mesmo sexo ou ainda com a mulher em relação ao homem.

Na recente pesquisa feita pelo Instituto do Casal, o excesso de tempo dedicado ao trabalho ocupou o 12º lugar no ranking dos 35 motivos que levam os casais brasileiros a brigarem. “Embora não esteja entre as principais razões das famosas ‘DRs’, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e ao relacionamento”, dizem as especialistas.

Quem ama quer ver o outro crescer

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Sem dúvida, o amor é importante é pode ser o fator decisivo para continuar na relação ou para seguir a vida sozinho. “Quem ama quer ver o bem do outro, quer ver o crescimento do outro, quer participar do sucesso do outro. O amor também é feito de flexibilidade, compreensão e incentivo”, diz Denise.

“Por outro lado, quem precisa de mais tempo para se dedicar à vida profissional também necessita investir tempo no casamento. O segredo, portanto, é encontrar o ponto de equilíbrio e desempenhar todos os papéis que a vida exige. Não é fácil, mas é preciso e é possível”, encerram Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal

 

Elas promove workshops gratuitos para mulheres nos dias 21 e 28

Primeira Escola de Liderança Feminina e Desenvolvimento, Elas, promove uma vivência única para despertar a autoconfiança das mulheres

Focada em mulheres que desejam assumir posições de destaque em empresas e na sociedade, a Elas, primeira Escola de Liderança Feminina e Desenvolvimento, promove nos próximos dias 21 e 28 de agosto, o workshop gratuito “Autoconfiança Para Conquistar o Mundo” no inovaBra habitat e no Spaces Berrini.

Com três horas de duração em cada um dos eventos, os encontros têm o objetivo de preparar as mulheres para se posicionarem com mais segurança no ambiente profissional e pessoal. Carine Roos e Amanda Gomes, cofundadoras da Elas, pretendem gerar reflexões, aumentar o poder pessoal e gerar novos comportamentos nas participantes a partir de debates e atividades práticas.

A Elas – Exercendo Liderança com Assertividade e Sabedoria – tem como propósito fortalecer a liderança feminina e evidenciar a importância da equidade de gênero dentro das empresas. Segundo dados do Instituto Ethos, as mulheres são maioria nos cargos de estágio e aprendiz, mas perdem força em funções maiores e de liderança que oferecem os melhores salários.

Outro estudo que chama atenção das cofundadoras da Elas é uma pesquisa recente da consultoria McKinsey, a qual reiterou a importância da igualdade entre homens e mulheres dentro do universo corporativo. O levantamento realizado com mais de 1.000 empresas em 12 países do mundo, mostrou que dar oportunidades de cargos de chefia às mulheres, aumenta em 21% a probabilidade de uma empresa ter performance financeira acima da média.

Batalhar para minimizar efeitos psicológicos pode ser uma poderosa ferramenta na luta por mais equidade de gênero no ambiente corporativo.

Desde agosto de 2017, o Programa Elas já formou 100 mulheres e mais de 1.800 vivenciaram a experiência de seus workshops e tiveram resultados importantes em suas vidas, tanto pessoal quanto profissional.

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Sobre os eventos

Dia: 21 de Agosto de 2018
Horário: 18h às 21h
Local: inovaBra habitat – Av. Angélica, 2529 – Bela Vista, São Paulo – SP
*Vagas limitadas
Inscrições para o workshop gratuito clique aqui

Dia: 28 de Agosto de 2018
Horário: 18h às 21h
Local: Spaces Berrini – Rua Irmã Gabriela, 51 – Brooklin, São Paulo – SP
*Vagas limitadas
Inscrições para o workshop gratuito clique aqui

Informações: Programa Elas

 

Madonna faz 60 anos e o Spotify comemora a rainha do pop

São Paulo é a quarta cidade onde mais se ouve Madonna no mundo e “Like a Prayer” é o hit mais ouvido do planeta

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Uma vez rainha, sempre rainha! Madonna está completando 60 anos hoje, dia 16 de agosto, e nada mais justo que provarmos que uma das maiores estrelas do pop mundial de todos os tempos segue brilhando como nunca nos palcos e, principalmente, no universo do streaming de música. Atualmente a diva pop possui nada mais nada menos que 9 milhões de ouvintes mensais (262º do mundo) no Spotify em todo planeta, com 2.4 milhões de seguidores na plataforma.

Mais uma prova de sua presença marcante ao longo dos anos e de se reinventar na música a cada ano é que Madonna está presente em playlists como “All Out 80s”, “All Out 90s” e “All Out 00s” no Spotify, mostrando que sua música e seu talento é totalmente atemporal. Os grandes sucessos de Madonna você ouve no Spotify na playlist This Is Madonna.

Confira também outros dados interessantes da rainha do pop no Spotify.

– Top 10 músicas mais ouvidas de todos os tempos no Spotify:

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Like A Prayer
Material Girl
Like a Virgin
4 minutes (feat. Justin Timberlake & Timbaland)
Vogue
La Isla Bonita
Hung Up
Bitch I’m Madonna
Holiday
Into the Groove

– Top 10 álbuns mais ouvidos de todos os tempos no Spotify:

Rebel Heart
Confessions On A Dance Floor
Like A Virgin
MDNA
True Blue
Ray Of Light
Hard Candy
Like A Prayer
Music
Madonna

– Top 10 cidades que mais ouvem Madonna no Spotify:

Cidade do México
Londres
Santiago
São Paulo
Los Angeles
Paris
Estocolmo
Chicago
Buenos Aires
Nova York

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– Top 10 países que mais ouvem Madonna no Spotify:

Estados Unidos
Reino Unido
México
Brasil
Alemanha
Austrália
Argentina
Espanha
Canadá
Suécia

Fonte: Spotify

 

 

Olive Garden lança promoção para mulheres em seu happy hour

Toda quarta-feira o tradicional horário das 17 às 20 horas será estendido, para elas, até o fechamento do restaurante

Bater papo com as amigas, petiscar, fazer happy hour ou até mesmo desfrutar de um delicioso jantar. Seja qual for a intenção, se reunir com as companheiras é um dos programas favoritos das mulheres. Pensando nisso, a rede de restaurantes Olive Garden traz mais uma novidade, dessa vez voltada para elas.

Sob o nome “Quarta Delas”, até outubro, a casa estenderá sua oferta de happy hour (double chopp, double sangria e double drinks) para as mesas predominantemente de mulheres toda quarta-feira, das 17 horas até o seu horário de fechamento.

A rede, que busca oferecer por meio de pratos muito bem servidos e também da típica hospitalidade italiana uma experiência única e que garanta total satisfação ao público que frequenta a casa, está presente no MorumbiShopping, Shopping Center Norte, Aeroporto Internacional de Guarulhos, e no início de agosto inaugura a sua unidade no Parque D. Pedro Shopping, em Campinas.

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Entre as opções de bebidas que possuem oferta “leve 2 pague 1” no horário, os destaques ficam por conta da Sangria (R$ 23,00), Clericot (R$ 23,00), Caipirinha Premium (R$ 22,00), Aperol Spritz (R$ 25,00), Gin Tanqueray Tônica (R$ 25,00), além do chopp Stella Artois em dois tamanhos: 473ml (R$ 14,90) e 290ml (R$ 9,90).

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Já nas receitas mais pedidas estão o Chicken Parmigiana (R$ 56,00) – filé de frango à milanesa coberto com queijo mozzarella gratinado, servido com spaghetti Marinara; Steak Gorgonzola Alfredo (R$ 67,00) – escalopes de filé mignon grelhados, regados com redução de aceto balsâmico, servido sobre fettucine Alfredo, acrescido de espinafre, queijo gorgonzola e tomate seco.

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A casa também oferece opções vegetarianas, como o clássico Fettuccine Alfredo (R$ 49,00) e o Asparagus Risotto (R$ 61,00).

Todos os pratos acompanham free refil de salada ou sopas, além dos tradicionais pãezinhos breadsticks ilimitados.

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Já entre os aperitivos, perfeitos para compartilhar em um happy hour, o destaque fica por conta do “Create Your Sampler”, no qual o cliente pode montar seu prato com duas opções de aperitivos (R$ 47,00) ou três (R$ 51,00). Entre as opções disponíveis estão: Lasagna Fritta, Calamari, Fried Mozzarella, Risotto Bites e Shrimp Scampi Fritta.

* A promoção não é válida na unidade do aeroporto.
** Preços descritos acima valem somente nas unidades localizadas em shopping.

Informações: Olive Garden

Ginástica íntima: exercícios que trabalham a saúde ginecológica feminina

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 5% da população brasileira sofre com problemas de incontinência urinária, e mais de 30% de alguma disfunção sexual, dados que refletem os hábitos da vida moderna ou simplesmente o fator cronológico. Esses e diversos outros casos também podem ocasionar alterações na região, seja pela anatomia do corpo, mudança de postura, perda de massa muscular, doenças crônicas e pós-operatório, entre outros fatores.

Considerada uma verdadeira malhação íntima, o pompoarismo é um verdadeiro exercício da musculatura íntima da mulher, para reforçar o assoalho pélvico, melhorando a percepção e fortalecer a região, além de aumentar o prazer na hora da relação, uma vez que atua em prol da recuperação e estímulo da libido, e trabalha as questões emocionais e físicas.

A técnica foi desenvolvida há mais de 1.500 anos e era conhecida pela população da
Índia, Tailândia, Indonésia e outros países do Oriente, e aplicada uma vez por
ano em rituais de fertilidade. Milenares, os movimentos foram passados de geração para geração, e ganharam espaço em países do Ocidente, sendo recomendados por ginecologistas e fisioterapeutas.

Segundo a fisioterapeuta Nazete Araújo, para praticar o pompoarismo é necessário que a mulher tenha percepção de sua região íntima, o que pode ser facilitado com uso de acessórios como o colar tailandês, Ben-Wa. “Esses acessórios podem ser associados a exercícios na academia, à dança e demais atividades diárias, e podem, ainda, ser utilizados em dias alternados”, revela a especialista.

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“São pequenas cápsulas de formato anatômico, contendo peças de pesos diferentes que, ao serem inseridos no canal vaginal, trabalham o estímulo necessário para a melhora da sensibilidade da estrutura pélvica”, acrescenta.

A fisioterapeuta comenta, ainda, que para praticar os exercícios com cones vaginais é necessário fazer avaliação fisioterapêutica preventiva, específica dos músculos do assoalho pélvico para indicar o treinamento funcional, mais recomendado para cada situação.

“Quando uma aluna vai à academia, precisa ser avaliada para sabermos a capacidade de carga que consegue carregar. Para uso dos cones vaginais, não é diferente, pois precisamos verificar a capacidade funcional muscular vaginal, uma vez que os acessórios têm pesos que variam de 20 a 70 gramas. Portanto, a avaliação fisioterapêutica preventiva para o treinamento dos músculos do assoalho pélvico e para a manutenção dos exercícios é primordial”, explica.

Indicação e benefícios

Os exercícios podem ser feitos por mulheres a partir de 18 anos. O acompanhamento é considerado preventivo. “Toda mulher ao atingir a maior idade precisa fazer a avaliação do assoalho pélvico, de forma preventiva, uma vez que é um conjunto de músculos que tem a função de auxiliar na sustentação de alguns órgãos da bexiga, útero e intestino, por isso, se a musculatura não for estimulada, vai ficando flácida”, revela Nazete.

Os exercícios dos músculos circunvaginais são trabalhados de forma voluntária, ou seja, a mulher pode pensar e executar o movimento, e é preciso estar concentrada na realização das contrações musculares, uma vez que isso pode ser executado com velocidade, coordenação e resistência diferentes, o que é benéfico para fortalecer e controlar a região, evitar flacidez, prevenir queda de bexiga e incontinência urinária e fecal, prolongar o prazer sexual do casal  e elevar a autoestima.

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“É preciso que esses músculos estejam preparados para suportar as pressões
e mudanças posturais, ou seja, tenham força, resistência e coordenação. Essas iniciativas só são possíveis por meio de treinamento”, conclui Nazete.

Fonte: Nazete Araújo é fisioterapeuta uroginecológica e especialista profissional em fisioterapia na saúde da mulher. Tem ampla experiência nos cuidados, prevenção e tratamento das disfunções do assoalho pélvico.

Universo Íntimo Boutique – Shopping Pátio Belém – Travessa Padre Eutíquio, 1078 – loja 139 

 

Mulheres que vivem relacionamentos abusivos não seguem padrão

Estudo que buscou o porquê de mulheres permanecerem nessas relações concluiu a impossibilidade de classificá-las

Por Ane Cristina

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Em 2014, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou erroneamente um dos resultados da pesquisa Tolerância social à violência contra as mulheres. Na época, o órgão federal informou que 65% dos entrevistados concordavam com a afirmação “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.

A veiculação da notícia gerou uma série de protestos nas redes sociais que denunciavam o machismo na sociedade brasileira, dentre eles a campanha Eu não mereço ser estuprada. Na semana seguinte o Ipea corrigiu o dado, informando que a porcentagem de 65% se referia à afirmação “Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”. A correção não gerou a mesma repercussão que a afirmação incorreta causou, mostrando o “pouco espanto” em relação à violência contra a mulher nas relações de conjugalidade.

Fabiana de Andrade pesquisou durante quatro anos o que faziam as mulheres que sofriam violência doméstica permanecerem ou saírem de uma relação violenta. Dentre suas conclusões, está a similaridade das narrativas de violência, a impossibilidade de classificar essas mulheres e a formulação de Pedagogias do Cuidado de Si, ferramentas de mudança de pensamento e de conduta.

Autora da tese de doutorado Mas vou até o fim: narrativas femininas sobre experiências de amor, sofrimento e dor em relacionamentos violentos e destrutivos, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, ela acompanhou e conversou com mulheres que passavam ou tinham passado por relacionamentos destrutivos em três locais diferentes. Ela esteve no Mulheres que Amam Demais (Mada), em Campinas, grupo de autoajuda formado por mulheres que sofrem por amar demais. O espaço existe há muito tempo e segue os moldes do Alcoólicos Anônimos (AA).

Também em Campinas, a pesquisadora conheceu o Centro de Referência e Apoio à Mulher (Ceamo), serviço fornecido pelo município que tem o objetivo “de acolher e prestar atendimento psicológico, social e orientação jurídica à mulher em situação de violência de gênero no âmbito doméstico, visando romper o ciclo da violência através de atendimento individual, familiar ou em grupo”. Ela também foi a Paris, onde seu objeto de estudo foi a associação francesa Libres Terres des Femmes (LTDF), que assim como o Ceamo acolhia mulheres em situação de violência, mas não fazia parte de uma política pública, sendo dependente de outras verbas.

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Pedagogias do Cuidado de Si

Fabiana selecionou as quatro principais ferramentas discutidas nos grupos que visavam à mudança de pensamento e de conduta, chamando-as de Pedagogias do Cuidado de Si. “Eu chamei dessa maneira porque entendi que esses grupos funcionavam como espaços pedagógicos de produção de um outro olhar sobre estar no mundo, de produção de desejos, de coisas que as mulheres queriam na vida delas, porque eu observei que nesses espaços muitas das mulheres tinham uma forma de viver e de estar no mundo que era voltado para o bem-estar do outro”, conta a pesquisadora.

Questionamento das normas de gênero e sexualidade

No Ceamo e no LTDF falava-se muito sobre a existência de papéis diferentes para homens e mulheres, que pode tornar aceitável uma situação de violência para a mulher. No Mada eram apresentadas as normas do homem como “príncipe encantado” e “provedor da casa”.

Controlar excessos

Principalmente no Mada existia a ideia de que o “excesso” de controle da conduta do outro era muito perigoso: querer saber onde o outro está, o que ele pensa, querer provas de amor, ligá-lo compulsivamente. “A ideia do controle dos excessos era começar a criar formas de aprender a estar sozinha, saber que o sucesso amoroso não depende que o casal seja uma pessoa só, a importância da liberdade do outro e delas” explica Fabiana.

Uma mulher empoderada empodera outra mulher

No Ceamo e no LTDF, o termo “sororidade” era muito utilizado, ressaltando a importância de que mulheres entendam que não são inimigas. No Mada, o termo usado era “irmandade”. Os três grupos tentavam passar a ideia de que mulheres não devem competir entre si, uma vez que tal competição é mais um resultado da cultura machista.

Autoconhecimento

As mulheres buscavam o autoconhecimento para entender qual seu lugar numa cultura machista e poder questionar essa cultura. Nos grupos, elas percebiam que não sabiam sequer do que gostavam de fazer, por não se conhecerem. O autoconhecimento produziria uma outra maneira de olhar para si mesmas e de estar no mundo.

Fonte: Jornal da USP