Arquivo da categoria: Mulheres

Fragrâncias Attractive da Água de Cheiro ganham novas embalagens

A Água de Cheiro está de cara nova após passar por um período de reformulação e reestruturação. Entre várias mudanças, a marca modificou seu portfólio unindo multimarcas e a própria em uma única rede, tornando-se ainda mais democrática.

Seguindo uma linha mais moderna após todo esse processo, a Água de Cheiro decidiu repaginar a embalagem de dois de seus best sellers. Os perfumes feminino e masculino da linha Attractive ganham um novo visual para reforçar seu conceito moderno, sexy e cosmopolita.

Os frascos surgem em novo formato, mas mantêm a identidade visual nos tons dos perfumes, sendo branco para a fragrância feminina e preto para a masculina. O design remete à lei da atração, ao magnetismo e à sintonia entre o casal que representa a linha Attractive.

Com 20 anos de história, a linha Attractive representa um casal urbano que tem afinidade e sintonia, e se conecta por meio das fragrâncias. A versão feminina pertencente à família olfativa floral frutal oriental e traz em sua composição notas de flor de maracujá combinadas com sândalo em um fundo adocicado radiante. Já a versão masculina vem da família olfativa aromático especiado e traz acordes de melão e bergamota, conduzindo notas de folhas verdes e fava tonka.

Attractive masc

Attractive Masculino – Família olfativa: Aromático Especiado
Notas de Saída: Melão, Bergamota e Flor de Menta
Notas de Corpo: Folhas Verdes, Damasco e Lavandin
Notas de Fundo: Baunilha, Cedro, Âmbar e Sândalo

Attractive fem

Attractive Feminino – Família olfativa: floral frutal oriental
Notas de Saída: Morango Silvestre
Notas de Corpo: Jasmim
Notas de Fundo: Baunilha

Os perfumes Attractive estão disponíveis em embalagens de 90 ml – Preço sugerido R$ 108,90 (100ml)

Informações: Água de Cheiro – SAC 0800 7235885

 

Anúncios

“Cabaré Solanas” ressalta poder e propõe domínio feminino

Espetáculo sugere mudança radical na sociedade em busca de justiça e poder para a mulher

Sete mulheres provocadas pelo manifesto SCUM (um manifesto feminista radical feito publicado em 1967), de Valerie Solanas, se unem para apresentar um cabaré/ato em busca de justiça para a condição da mulher na sociedade. Feminicídio, assédio, gaslighting, abuso e abandono são temas abordados em Cabaré Solanas, em cartaz até 8 de abril no Habitat Cultural, em São Paulo.

Com dramaturgia de Elle Henriques e Mario Spatizziani, que também assina a direção, o espetáculo convida a plateia a refletir sobre uma ficcional transformação radical do mundo centrada no poder da mulher. O manifesto feminista radical, publicado em 1967, é o condutor das cenas que dialogam com a realidade da mulher e inflamam impulsos que estão prestes a explodir.

As personagens que integram o “Cabaré Solanas” foram livremente inspiradas em mulheres que desafiaram padrões vigentes, como a escritora Patrícia Galvão (Pagu), a heroína francesa Joana d’Arc, a atriz norte-americana Frances Farmer, a dançarina Mata Hari, entre outras. As experiências reais vividas pelas atrizes que compõem o elenco e seus depoimentos pessoais também motivaram a criação de cenas e a composição de suas personagens.

Todas as músicas do espetáculo são interpretadas ao vivo com acompanhamento do pianista Murilo Emerenciano que também integra a cena. O repertório, idealizado pelo diretor, traz desde o clássico do cinema Love Is A Many Splendored Thing (do filme “A Colina da Saudade”, 1955), até sucessos de grandes nomes como Maysa e Os Mutantes, chegando à atualidade com a cantora Ekena e sua composição “Todxs Putxs”.

cabare2_baixa

O espetáculo está em cartaz aos sábados, às 20h30, e aos domingos, às 19h30, no Habitat Cultural, localizado no Jardim São Paulo, zona norte da capital.

cabare_baixa

Sinopse: sete mulheres provocadas pelo manifesto SCUM, de Valerie Solanas, se unem para apresentar um cabaré/ato em busca de justiça para a condição da mulher na sociedade. Feminicídio, assédio, gaslighting, abuso e abandono são temas abordados nas cenas que inflamam impulsos radicais que estão prestes a explodir. Em um mundo que precisa de transformações radicais, é possível promover mudanças sem ações radicais?

cabare3_baixa

Sobre o SCUM: manifesto feminista radical escrito por Valerie Solanas e publicado em 1967. Nele, a autora argumenta que os homens têm arruinado o mundo e que cabe às mulheres corrigi-lo. Para atingir este objetivo, sugere a formação da “SCUM”, uma organização dedicada a dominar a sociedade e eliminar o sexo masculino.

cabare1_baixa

Ficha Técnica
Concepção Geral e Direção: Mario Spatizziani
Dramaturgia: Elle Henriques e Mario Spatizziani
Elenco: Bianca da Costa, Cynthia Azevedo, Denise Muramatsu, Drika Nascimento, Elle Henriques, Julia Mafra e Kellen Rodrigues
Piano: Murilo Emerenciano
Iluminação: Mario Spatizziani
Fotos: Adrianne Henriques
Produção: Alex Olobardi e Kellen Rodrigues.

Local: Habitat Cultural – Rua Capitão Rabelo, 279 – Jardim São Paulo.
Próximo à estação Jardim São Paulo/Ayrton Senna do metrô
Informações e reservas: (11) 98050-7777
Capacidade: 40 lugares
Data: Até 8 de abril. Sábados, 20h30. Domingos, 19h30.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Duração: 75 min
Classificação: 16 anos

 

 

 

Obra feminista-vegetariana relaciona consumo de carne com violência contra mulher

A política sexual da carne relaciona o consumo de carne e a matança de animais com a violência contra a mulher; Carol J. Adams aborda a semelhança entre o abuso de mulheres e a exploração dos animais em uma sociedade patriarcal

A Editora Alaúde lança a segunda edição, revista e ampliada, do best-seller A política sexual da carne, no qual a autora Carol J. Adams apresenta as estreitas ligações entre os movimentos sociais feministas e as práticas vegetarianas, temas que têm conquistado cada vez mais a atenção e o interesse do público em geral. Na obra, Carol mostra que, ao compreendermos a existência dos pontos de intersecção entre a forma com que as sociedades patriarcais tratam a mulher e os animais, perceberemos também que combater a violência praticada contra esses dois grupos é o único caminho para uma sociedade mais igualitária.

A nova edição traz um posfácio comemorativo do 25º aniversário de lançamento da obra com imagens de propagandas e outras ilustrações, muitas delas enviadas por antigos leitores da obra, que ajudam a sustentar a ideia defendida por Carol, à qual é impossível ficar indiferente!

O livro leva o leitor a avaliar situações comuns no dia a dia que mascaram certos preconceitos contra a mulher e contra o corpo feminino. Fazer associações entre a masculinidade e o consumo de carne e reforçar a tese de que verduras e legumes, considerados “sem graça”, seriam comida de mulher são, para Carol, formas clássicas utilizadas pela sociedade patriarcal para subjugar mulheres e animais.

Amparada por pesquisas de renomados estudiosos sobre o tema, entre eles a feminista e também vegetariana Agnes Ryan, a autora desenvolve ampla discussão sobre o que exatamente vem a ser a política sexual da carne. Segundo a estudiosa, trata-se de um comportamento que reúne todas e quaisquer atitudes que, direta ou indiretamente, animalizam mulheres e, ao mesmo tempo, sexualizam e efeminam os animais. Ainda de acordo com Carol, tal cultura também resulta na forma arrogante com a qual os homens costumam encarar sua necessidade de comer carne.

Para a autora, a dominância masculina é exatamente um dos pontos-chave das questões ligadas a um comportamento que estimula o culto à carne de forma geral. “Em todo o mundo, ser homem é algo que está ligado a identidades que os próprios homens reivindicam ou negam. Os questionamentos são diversos: como se comporta um homem ‘verdadeiro’? O que ele faz ou não? O que ele come? Há, por exemplo, um mito de que um homem ‘de verdade’ não come quiche. Não se trata de uma questão de privilégio; é uma questão de simbolismo. Em parte, a masculinidade é construída por uma cultura que incentiva o consumo de carne e pelo controle masculino em relação a outros corpos”, argumenta a autora.

Obra referência para a compreensão das influências da sociedade patriarcal no comportamento humano, A política sexual da carne instiga e provoca o leitor a refletir e a considerar que a relação entre a matança de animais e a violência contra a mulher estão mais intrinsecamente ligadas do que se imagina.

Sobre a autora

Carol J. Adams é ativista, autora também de The Pornography of Meat e Living Among Meat Eaters, inéditos no Brasil. Palestrante de renome nos Estados Unidos e na Europa, já foi convidada a falar em mais de cem universidades sobre a teoria crítica apresentada neste A política sexual da carne, em palestras atualizadas constantemente para incluir representações culturais contemporâneas.

capa a politica sexual da carne.jpg

Título: A política sexual da carne
Autor: Carol J. Adams
Editora: Alaúde
Formato: 14 x 21 cm
Nº de Páginas: 352
Acabamento: brochura
Preço: R$ 44,90

Sintomas da síndrome do intestino irritável em mulheres e homens

A síndrome do intestino irritável (SII) pode afetar homens e mulheres, mas ocorre com mais frequência em mulheres. Os sintomas comuns em ambos os sexos incluem:

=aumento ou diminuição do número de movimentos intestinais
=fezes mais aquosas, duras, grumosas ou com muco
=diarreia, constipação ou alternância entre os dois
=sensação de que os movimentos intestinais estão incompletos
=inchaço abdominal, cãibras, gases e/ou dores
=azia
=sentir-se desconfortável ou enjoado depois de comer uma refeição normal
=emergências de banheiro frequentes
=dor nas costas
=sintomas que pioram após as refeições

Um estudo publicado pela Fundação Internacional para Distúrbios Gastrointestinais Funcionais (IFFGD) mostrou que os homens nas culturas ocidentais são muito menos propensos do que as mulheres a reportar sinais de SII para o médico. Portanto, não existem dados sobre sintomas específicos de gênero. Os sintomas podem ser constantes, mas para a maioria das pessoas eles vêm e vão em ciclos, ocorrendo pelo menos três dias por mês.

Sintomas nas mulheres

As mulheres geralmente são diagnosticadas com SII durante o período de idade fértil. Elas também tendem a relatar mais distúrbios ginecológicos.

MULHER DOR ESTOMAGO COLICA

Menstruação

Muitas mulheres com a síndrome dizem que seus sintomas variam de acordo com seus ciclos menstruais. Antes e durante o período,  podem relatar ter mais dor abdominal e diarreia. Após a ovulação (dia 14 de um ciclo), podem sentir mais inchaço e constipação.

As mulheres que têm SII são mais propensas a experimentar:

=fadiga
=insônia
=sensibilidade alimentar
=dor lombar
=menstruação dolorosa
=cólicas
=TPM

Gravidez

Cerca de um terço de todas as mulheres grávidas dizem ter aumentado a azia, náuseas e evacuações intestinais ou constipação em comparação com o período em que não estavam grávidas. Quando se trata de vincular a gravidez com um aumento nos sintomas da síndrome, nenhuma pesquisa foi realizada. Mais estudos são necessários para descobrir se esses sintomas são devidos à pressão física do feto nos órgãos internos ou à SII.

Endometriose

A endometriose é uma doença em que o tecido que normalmente alinha o interior do útero cresce fora dele. Alguns estudos indicam que as mulheres com endometriose apresentam maior incidência de sintomas relacionados à síndrome, de acordo com a IFFGD.

Relações sexuais

Se você tem SII, pode experimentar uma diminuição no desejo sexual. Também pode ter desconforto e dor durante as relações sexuais. Isso pode ter um efeito poderoso nas relações sexuais.

Qualidade de vida

Ir ao banheiro frequentemente, sentir dor e desconforto geral podem tornar mais difícil para você trabalhar, ou mesmo fazer atividades em casa e em situações sociais. Muitas mulheres com a síndrome relatam sentimentos de depressão ou isolamento.

CASAL VENDO O MAR.png

Sintomas em homens

Estudos mostram que os homens nos países ocidentais são menos propensos do que as mulheres a relatar os sintomas da SII. Isso, infelizmente, resultou na falta de dados úteis.

Alguns pesquisadores sugerem que, devido a diferenças hormonais, o intestino masculino pode ser menos sensível aos sintomas da SII. Outros pensam que os homens simplesmente evitam procurar ajuda para tratar o problema.

Qualidade de vida

Como as mulheres, homens com SII podem enfrentar problemas com a intimidade sexual. Homens com a síndrome também podem enfrentar dificuldades em cumprir suas obrigações trabalhistas, domésticas e sociais. Eles também são mais propensos a sofrer de depressão.

Panorama

A síndrome do intestino irritável afeta homens e mulheres de maneiras semelhantes. Ainda não está claro se as mulheres experimentam mais surtos durante a menstruação e a gravidez. Também não está claro se os homens evitam notificar seus médicos sobre essa condição. Mais pesquisas precisam ser feitas sobre este transtorno e como ele afeta homens e mulheres.

Fonte: HealthLine

Mês da Mulher: cuidados com a saúde vão além dos exames ginecológicos

Especialista explica a importância dos cuidados com a saúde emocional e também da alimentação para manter um bom funcionamento de todo o corpo

O conceito de saúde definido pela Organização Mundial da Saúde é: um estado de completo bem estar físico, mental e social e não somente a ausência de enfermidades. Muitas mulheres acreditam que o cuidado com a saúde envolve apenas a visita ao ginecologista uma vez por ano para realizar os exames preventivos, que são de suma importância, porém não garantem sozinhos longevidade ou qualidade de vida.

A maior parte das pessoas ao pensar em saúde e qualidade de vida se esquece, por exemplo, da saúde mental e emocional. Segundo Cíntia Pereira, ginecologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a visita ao ginecologista envolve aspectos que vão muito além da ginecologia em si e que se refletem na sua saúde física, emocional e em suas relações familiares, no trabalho e na sociedade como um todo.

“Uma pessoa com saúde emocional debilitada pode comprometer vários setores da sua vida: tem dificuldade em manter relacionamentos, desempenhar funções no trabalho e, até mesmo, cuidar dos filhos. Esse abalo emocional pode também prejudicar a saúde física da mulher colaborando para o surgimento de doenças alérgicas, infecciosas, autoimunes e até o câncer, além de favorecer comportamentos de risco como o sedentarismo, a qualidade nutricional ruim, o abuso de álcool, cigarro e drogas”, afirma a médica.

ginecologista medico ucla

Um estudo sobre saúde mental divulgado pela OMS em 2011 apontou que depressão é uma questão grave de saúde pública em todas as regiões do mundo. O estudo, conduzido em 30 países revelou que a ocorrência de transtornos mentais é duas vezes maior em mulheres. No Brasil, a pesquisa foi realizada no estado de São Paulo e apontou que 20% das mulheres apresentam episódios depressivos pelo menos uma vez ao longo da vida.

“Uma das justificativas para isso seria o acúmulo de responsabilidades sociais e expectativas no papel feminino que se intensificaram no último século, e embora representem conquistas importantes, trouxe ao universo feminino um desdobramento entre o passado e o contemporâneo num acúmulo de tarefas e expectativas que muitas vezes a levam a um colapso emocional”, explica a ginecologista.

Já a ansiedade, segundo a OMS, atinge 1 a cada 3 pessoas no mundo, o que representa 4% da população global. Entre as mulheres, 42% sofrem desse transtorno, que é definido pela Organização como sentimento constante de preocupação, de incapacidade, frustração e medo, pode manifestar-se fisicamente com náuseas, taquicardia ou “aperto” no peito, dor no estômago, problemas no sono, dificuldade de manter a concentração, entre outros.

A especialista explica ainda que a observação desses transtornos de natureza mental também deve ser avaliada na conversa com o ginecologista, que muitas vezes é o único veículo de comunicação dessa mulher e que pode, assim, indicar cuidados que vão muito além dos exames periódicos.

Alimentação e Atividade Física

Outro aspecto de grande importância na abordagem da saúde da mulher é seu estado nutricional e a realização de atividades físicas. Em uma visita ao ginecologista, o médico pode fazer o diagnóstico de distúrbios alimentares, como obesidade, anorexia ou bulimia ou mesmo comportamentos nutricionais, que se refletem no perfil metabólico e agravam doenças como diabetes, cardiopatias, hipertensão e hipercolesterolemia.

menopausa mulher bicicleta

Mais uma vez, cabe ao especialista um olhar atento. “As pacientes que passam no Hospital São Camilo com a equipe de ginecologista recebem não só a orientação para uma boa dieta rica em frutas, vegetais, leguminosos, peixes, fibras, vitaminas, sais minerais, antioxidantes, beber água, mas também são aconselhadas a mudar a atitude alimentar podendo receber um atendimento multidisciplinar com diversos especialistas, como nutricionista, nutrólogo, cardiologista, geriatra ou mesmo um psiquiatra”, explica Cíntia.

A atividade física também faz parte das atitudes que são necessárias para que a mulher mantenha sua saúde em dia como um todo garantindo uma melhor qualidade de vida e longevidade maior. No mundo contemporâneo onde desde muito jovens as mulheres assumem uma rede de compromissos entre trabalho, estudo, família e entretenimento, é comum ouvir o discurso que justifica a vida sedentária: “a falta de tempo”.

“Nos últimos anos, as pesquisas médicas apontam que boa parte da falta de saúde tem relação íntima com a falta de atividade física. Podemos observar que pessoas ativas são mais autoconfiantes, menos deprimidas e estressadas, apresentam maior vigor físico resistindo mais às doenças, mantém um peso dentro da normalidade e apresentam uma pressão arterial e frequência cardíaca em níveis mais baixos que uma pessoa sedentária. Além disso, pessoa ativa tem maior volume de oxigênio pulmonar, o que facilita suportar atividades de longa duração com mais facilidade, melhora a postura e combate os maus hábitos como cigarro, álcool e outras drogas”.

Desde junho de 2016, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo passou a contar nas Unidades Pompeia e Santana com o Centro de Saúde da Mulher, dedicado ao serviço de Ginecologia, suas subespecialidades e exames de diagnóstico.

medico e paciente uc health
Foto: UC Health

O maior diferencial do serviço é atender todos os tipos de patologias ginecológicas em uma abordagem integral da saúde da mulher, desde a prevenção, diagnóstico e cirurgias de patologias benignas, até casos como oncologia mamária, pélvica e miomatose uterina (tumores não cancerosos no útero que surgem na fase reprodutiva da mulher), além de poder contar com toda a rede de especialistas – como nutricionistas, ortopedistas, endocrinologistas, neurologistas, cardiologistas, entre outros – do Hospital, que trabalham de forma multidisciplinar e integrada.

O atendimento ambulatorial às pacientes com horário marcado ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 13h.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

Mulheres bebem de graça nesse domingo em ação promocional do Zé Delivery*

*Quero pedir desculpas por esta nota que publiquei originalmente no sábado à tarde, pois não sei se alguma mulher que a leu resolveu participar. Falo isso porque eu mesma tentei, ontem, logo que o relógio marcou 14 horas eu entrei no site e comecei a me cadastrar. Até que chegou em uma parte na qual eu precisava aguardar um código que seria enviando ao meu celular por SMS. Pois é, estou aguardando o tal código até agora. Isso porque eu clicava em “reenviar” e nada. Resolvi, então, baixar o aplicativo em meu celular. Consegui, mas na hora de fazer o pedido, que tinha de ser da cerveja Corona, não havia esta marca.

Publiquei confiando no conteúdo e, infelizmente, ao menos para mim, a promoção mostrou-se ou inexistente ou muito mal feita. Portanto, desculpem novamente. Espero que isso não ocorra novamente com outras marcas. Se isso aconteceu com você também, me escreva. 

O “Zé Delivery”, serviço de entrega de bebidas, vai fazer a festa da mulherada nesse domingo (11), em parceria com a cerveja Corona. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Zé vai entregar um pack com 6 longnecks para todas as usuárias que fizerem novos cadastros no aplicativo ou no site da marca. Os pedidos devem ser realizados entre às 14 e às 17 horas (ou até o término do estoque de 1.000 packs), sendo válidos exclusivamente para a cidade de São Paulo.

Para participar da ação é necessário baixar o aplicativo do “Zé Delivery” (disponível para iOS e Android), inserir o endereço ou CEP e pedir um pack de longneck Corona. Também é possível efetuar o pedido pelo site. Depois de realizar o cadastro, basta que a usuária insira o cupom #ZEMEUCRUSH dentro do horário da promoção para ter a sua bebida entregue em até uma hora, geladinha e sem custo.

Esse Zé sabe como ser fofo, né meninas?

Corona.jpg

“Zé Delivery”

Serviço de entrega de bebidas disponível na região da grande São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Além de entregar as cervejas mais conhecidas no mercado, o aplicativo também oferece cervejas artesanais. A parceria com diversos pontos de venda da cidade garante preços super competitivos e rapidez na entrega”.

 

Magazine Luiza vai “meter a colher em briga de marido e mulher”

“Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”. O Magazine Luiza vai desafiar o ditado popular nesta época em que se comemorada o Dia Internacional da Mulher. O Magalu venderá — em suas 860 lojas físicas e no site magalu.com — uma colher especial com os dizeres: “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

Cada colher custará R$ 1,80, uma referência ao número de denúncia para casos de violência contra as mulheres, o Ligue 180. O valor arrecadado com a venda, ao final da campanha, será revertido a duas entidades: Instituto Patrícia Galvão, uma organização social que desde 2001 trabalha pela garantia do direito das mulheres de viver sem violência, e a rede colaborativa Mete a Colher, que funciona por meio de um aplicativo mobile, que conecta mulheres vítimas de violência com outras que podem oferecer apoio.

“Denunciar é sempre um grande desafio”, diz Ilca Sierra, diretora de marketing multicanal do Magalu. “Por isso, a empresa, que já tem um histórico de engajamento nessa luta, considera de grande importância promover campanhas que incentivem mulheres e homens a dar esse grande passo”. A ação é assinada pela agência David.

Há oito meses, o Magalu lançou uma iniciativa interna para reduzir os casos de violência contra a mulher entre suas mais de 11 000 funcionárias. Elas têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncia – monitorado diretamente por Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração – cuja função é apoiar as funcionárias expostas a esse tipo de violência.

Dados publicados pelo portal G1 mostram que o Brasil registrou 4.473 assassinatos de mulheres em 2017, um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior — o que significa uma mulher morta a cada duas horas no país.

“O envolvimento e a contribuição das empresas no enfrentamento da violência contra as mulheres são extremamente importantes. Essa campanha mostra que esse é um problema de todos: das empresas, como o Magazine Luiza, e da sociedade”, diz Jacira Melo, diretora do Instituto Patrícia Galvão.

magalu

Como a tecnologia está dando poder às mulheres

Aplicativos e plataformas auxiliam nesta profissionalização

São diversas as desigualdades existentes no mercado de trabalho e uma das mais evidentes está ligada à questão de gênero. Salários mais baixos para as mulheres, homens ocupando os cargos mais altos e divisão de tarefas. Ao longo dos anos, esse cenário vem mudando. Nas últimas décadas, cada vez mais as mulheres estão se profissionalizando e ganhando mais espaço, inclusive em aplicativos de economia compartilhada. Algumas startups, novas empresas inovadoras de tecnologia, são responsáveis por essa transformação histórica.

getninjas

O maior aplicativo para contratação de serviços da América Latina, o GetNinjas, possui números animadores em relação às mulheres. Segundo pesquisas realizadas por eles com uma base de 3 mil profissionais, em 2018, 56% dos profissionais cadastrados na plataforma são mulheres, dentre essas 42% ganham cerca de 1 a 3 salários mínimos por conta da plataforma. O estudo também apontou que elas realizam mais serviços que os homens. Cadastrada no Getninjas desde 2015, Manuela Marques é arquiteta e diz que conheceu a plataforma numa pesquisa sobre sites em que poderia anunciar seu trabalho. “A demanda faz com que a gente busque melhorar e se profissionalizar cada vez mais”, comenta a paulistana.

eduk

A startup brasileira especializada em cursos on-line que auxiliam no desenvolvimento de habilidades profissionais, eduK, faz parte da profissionalização de diversas mulheres que se especializam e descobrem novas habilidades na plataforma, com o objetivo de empreender e viver do próprio negócio. Essa aproximação com público feminino no geral, faz com que 90% das inscrições na plataforma sejam feitas por elas.

singu

O mercado de beleza, área majoritariamente feminina, foi outro setor tradicional da economia impactado pela tecnologia. O aplicativo Singu, que conecta clientes a profissionais de beleza e bem-estar para serviços delivery, é responsável por empoderar mulheres ao permitir que elas multipliquem sua renda em até 3 vezes. São cerca de 2.300 profissionais cadastradas na plataforma, a manicure Débora da Costa é uma delas, que começou a atender pela Singu após um caso de machismo sofrido na empresa em que trabalhava. “Eu encaminhava meus currículos e vendia brigadeiros quando uma amiga me apresentou a Singu. No ínicio, mal tinha dinheiro para o transporte e material. No segundo mês de trabalho já fiz um acordo e paguei todas as contas atrasadas”.

doghero

Na Dog Hero não é diferente. Na plataforma que conecta donos de cães a anfitriões com o objetivo de encontrar um lar para o pet, no Brasil, 80% dos cadastrados no aplicativo são mulheres, um total aproximado de 14.000. Considerada a anfitriã que mais faturou no mês de fevereiro, Sandra Moura, ganhou aproximadamente 7 mil reais cuidando diariamente de no máximo três cães. “Antes trabalhava com confeitaria, mas com a Dog Hero reconquistei minha cidadania como profissional e estou 100% satisfeita”.

influu.jpg

A influu, ecossistema de profissionalização de influenciadores, também possui a maioria de cadastros femininos. “O empoderamento feminino começa com a complementaridade entre os homens e mulheres. Deve sempre haver um equilíbrio entre ambos. Acredito que todos devem ser tratados igualmente, com as mesmas oportunidades e salários”, comenta Talita Lombardi, COO da influu.

 

Igualdade salarial entre homens e mulheres: tema (ainda) polêmico em pleno 2018*

Sempre que o Dia Internacional da Mulher se aproxima, aproveito para fazer um balanço do ano que passou – e também da vida.

Sei bem o quanto nos custa, como mulheres, cada conquista. E também o quanto ainda temos para conquistar, apenas para nos equipararmos em direitos a nossos pares masculinos. A batalha diária é mesmo árdua, mas estou longe de encampar slogans como “o homem é uma fêmea imperfeita”, por exemplo. Elizabeth Gould Davis, a célebre autora do também célebre O Primeiro Sexo, tem importância fundamental na luta feminista, com certeza, mas nossos inimigos, creio, não são os homens.

O que temos de mudar (aliás, isso já deveria ter acontecido) é a consciência da própria mulher, consciência de que pode ser o que quiser, escolher o próprio caminho, ser feliz consigo mesma. Esse talvez seja o maior desafio, porque estamos lidando com a autoestima, tão minada ao longo dos séculos.

Claro, não podemos dizer que nada mudou nos últimos anos. Hoje é possível detectar uma série de evoluções na vida das brasileiras. Basta lembrarmos da Lei Maria da Penha, de 2006, que já salvou a vida de milhares de mulheres desde então (e que precisa ser ainda mais intransigente no combate à violência doméstica); e também da mais recente lei que fez do feminicídio um crime qualificado de homicídio, com pena de 12 a 30 anos, e o incluiu no rol dos crimes hediondos, em 2015.

São ações essenciais como essas que devemos comemorar, assim como cada polegada conquistada no decorrer dos anos.

executiva - M. Connors

Mas também precisamos investir mais tempo e dedicação a uma questão que não poderia (ainda) ser tema polêmico, a estampar capas de revista ou editoriais de jornais mundo afora. Refiro-me ao atual estágio da desigualdade salarial nas empresas. Segundo o Fórum Econômico Mundial, em um prognóstico que considero bastante perturbador, a remuneração de homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo só será a mesma em… 2095.

Não sei você, leitora, mas não gosto da opção de ter de viver mais 77 anos (na esperança, muito reduzida, de ainda estar por aqui palpitando) para finalmente ver transformado em realidade um cenário que não faz sentido já nos dias atuais.

Afinal, já há exemplos importantes no mundo de que é possível, sim, superar essa barreira. O mais impressionante é o da Islândia, onde, desde o início de 2018, vigora uma lei pioneira que obriga as empresas a pagarem salários iguais a homens e mulheres no desempenho das mesmas funções.

De acordo com a lei, que foi aprovada em junho do ano passado e entrou em vigor em janeiro de 2018, todas as empresas com mais de 25 funcionários terão de provar que não praticam diferenças salariais de gênero.

Na Alemanha, onde a disparidade salarial entre homens e mulheres bate os 20% – valor idêntico na Áustria e na Hungria, com a Estônia em estratosféricos 30% e a Eslovênia com a melhor performance da UE, com 10% -, uma nova lei também já obriga as empresas a informarem suas funcionárias sobre o salário de seus colegas homens em cargos idênticos. Uma saia-justa muito bem-vinda.

No Reino Unido, as empresas com mais de 250 trabalhadores têm, a partir deste ano, de tornar públicas as desigualdades salariais. E, na Espanha, trava-se uma batalha parlamentar por uma lei que obrigue a essa mesma transparência.

Em qualquer latitude, é questão, pura e simples, de se fazer justiça. Levando-se em consideração que, no Brasil, as mulheres são maioria em cursos de graduação, mestrado e doutorado desde o começo desta década (de acordo com dados recentes do Capes), creio que podemos cobrar, já na próxima década, a inversão da balança de empregos entre eles e elas.

As mulheres, no mundo inteiro, estão cada vez mais preparadas, intelectual e emocionalmente, para alcançar o sucesso pessoal e profissional – isso é um fato. O exemplo mais insólito talvez seja a Universidade de Oxford, que, em 2017, admitiu mais mulheres do que homens em seus cursos de graduação pela primeira vez em seus mais de 800 anos de existência.

Então, por que as mulheres continuam a receber menos? No Brasil, elas ganham cerca de 75% do salário dos homens na mesma função. São números do Pnad, que mudaram muito pouco nos últimos anos.

mulher executiva

Não, não vou citar a badalada capacidade multifuncional das mulheres, nem a tão festejada sensibilidade feminina. Isso não significa que estou negando as duas qualidades, muito pelo contrário, só não acho que é preciso enaltecer características inatas para provar que merecemos o que há muito já fazemos por merecer.

Não somos melhores do que ninguém e não deve ser esse o objeto da discussão. O que queremos é, apenas, respeito pela verdade dos fatos, pela verdade que estamos escrevendo há décadas.

Como diria Gloria Steinem, famosa jornalista e ativista pelos direitos femininos, “a verdade te libertará, mas, primeiro, ela vai te enfurecer”. É preciso buscar essa liberdade todos os dias, evitando apenas que a fúria bloqueie a nossa capacidade de ação e reação.

Um feliz Dia Internacional da Mulher para todas nós!

*Paula Paschoal é diretora geral do PayPal Brasil. A empresa, com sede em San Jose, na Califórnia, estabeleceu, em 2016, que mulheres e homens em cargos idênticos recebam o mesmo salário

 

Bares e restaurantes oferecem drinques no Dia Internacional da Mulher

Instituído entre o final do século XIX e o início do século XX, ao longo do tempo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se uma data comemorativa, e há alguns anos, fixou-se no Brasil. E, pensando em homenagear a todas as clientes, o Timo Cucina oferecerá um Bellini para todas aquelas que frequentarem a casa durante o almoço e o jantar nesta data.

timo.jpg

Para acompanhar o drinque, o Chef da casa, Marcelo Martino, recomenda como entrada a Salada “Pera i Gorgonzola”: mix de folhas, pêra com gorgonzola, molho de logurte, hortelã e nozes carameladas. (Pequena: R$ 38,00 / Grande: R$ 41,00). Como massa, o Chef sugere a pasta “Linguini Calamari”: Massa italiana, lulas alho e óleo, abobrinha, molho negro. (R$ 57,00). E, como opção de carne, “Stracotto al Timo”: Carne assada no vinho tinto, tomilho com gnochi de batatas. (R$ 63,00). Para finalizar, a sugestão de sobremesa é “Cartas para Julieta”: Toille de pecorino recheados com mousse de cream cheese, pétalas de goiaba confitadas e castanhas de barú. (R$ 19,00).

 

Timo Cucina – Endereço – Rooftop (4º andar) do Jardim Pamplona Shopping – Rua Pamplona, 1704, Jardim Paulista

bellini.jpg

No Dia Internacional da Mulher, comemorado amanhã, 8 de março, as homenageadas ganham “welcome drink” no High Line Bar, até às 21 horas. Todas as clientes que forem ao bar nessa data, poderão degustar, por conta da casa, o drinque Bellini (R$ 32,90), feito com purê de pêssego e espumante.

O High Line Bar abre a partir de 18 horas e, após às 21 horas, DJs agitam o rooftop, para deixar a noite em clima de comemoração. As entradas vão de R$ 15,00 a R$ 25,00.

High Line Bar – Rua Girassol, 144 – Vila Madalena – São Paulo

martini

Já o Vila Seu Justino promete “welcome drink” de espumante Martini para todas as clientes. Além disso, o bar promete entrada VIP até 20 horas e atrações musicais com destaque para os grandes sucessos de vocalistas femininas do samba, funk e sertanejo. O valor da entrada a partir das 20 horas é R$ 25,00. E, após às 22 horas, R$ 30,00.

Vila Seu Justino – Rua Harmonia, 77 – Vila Madalena – São Paulo