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Estudo mostra que homens desejam viver mais que mulheres

Desejo por viver muda de acordo com hábitos e saúde; dores prejudicam o comportamento social e reduzem a ambição por longevidade

Uma pesquisa realizada entre setembro e outubro de 2017 revelou que os homens desejam viver mais que as mulheres. Intitulada “Saúde e qualidade de vida: a relação com os pés, tornozelos e joelhos”, a consulta mostra ao longo de suas 64 páginas que o desejo por longevidade muda também de acordo com os hábitos, a saúde e a própria idade.

O levantamento mostra que o homem brasileiro deseja viver em média 90 anos e 10 meses. Já a mulher, afirma querer viver 88 anos e 7 meses. Somente 24% dos homens e 16% das mulheres desejam viver por mais de 100 anos.

“Por meio de um método chamado regressão múltipla, conseguimos concluir a estreita relação de bons hábitos com a longevidade” afirma o octagenário Thomas Case, um dos autores do estudo, que lista os resultados mais alarmantes:

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Banco de imagens/Google

1. Fumantes apresentam um desejo por longevidade quase 5 anos menor que os não fumantes. Na amostra, 8,9% dos homens e 7,4% das mulheres fumam.

2. Os que consomem bebidas alcoólicas não querem viver tanto quanto aqueles que não bebem. Para cada dia da semana que a pessoa tem o hábito de beber, o desejo de vida diminui em 4 meses.

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Foto: Shutterstock

3. Pessoas que fazem exercícios aeróbicos todos os dias querem viver 4 anos mais que os que não fazem essas atividades.

4. Pessoas que consideram sua saúde excelente desejam viver 40 anos mais do que aquelas com saúde ruim.

5. Quanto mais velha, mais a pessoa quer viver. Cada ano de vida, aumenta o desejo de longevidade em quatro meses.

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6. Dores nos pés prejudicam a expectativa por longevidade. Os participantes da pesquisa apontaram redução em aproximadamente quatro meses para cada nível de dor a mais.

“A dor nos pés prejudica a saúde, a atividade física e o comportamento social. Isso tudo se traduz em menos desejo por viver. O exercício físico é um grande aliado da nossa saúde e influencia positivamente no nosso próprio desejo de viver. A dor, por outro lado, prejudica a qualidade de vida e a ambição pela vida longa!” conclui Case.

O desejo de viver mais está intimamente relacionado com o que o ser humano faz no dia a dia. Comportamentos não saudáveis são traduzidos em menos expectativa por longevidade, enquanto bons hábitos refletem não só mais desejo como também em mais longevidade real.

A consulta foi realizada com 3.316 brasileiros e traz ainda dados sobre doenças crônicas e também características dos pés, tornozelos e joelhos da amostra. O estudo completo e dicas de prevenção e alívio de dores estão disponíveis ao público no site da Pés Sem Dor  e a pesquisa completa pode ser lida aqui.

Fonte: Pés Sem Dor 

 

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Depressão e estresse: os ladrões da libido feminina

Para um dos maiores estudiosos da mente humana da história, Sigmund Freud, a libido é a força motriz da vida sexual. Para ele, inclusive, o desejo sexual é o que nos motiva e nos dá forças para nossas tarefas diárias. Porém, para uma boa parcela das brasileiras, incluindo as mais jovens, nada anda mais em baixa do que a libido. Segundo o estudo Mosaico 2.0, do Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (SP), uma em cada três entrevistadas tem dificuldade em se interessar pelo sexo.

De acordo com psicóloga e neuropsicóloga, Carolina Marques, cofundadora da Estar Saúde Mental, atualmente a falta de desejo sexual atinge mulheres e homens. Entretanto, a mulher apresenta algumas peculiaridades que faz com que a prevalência da queda ou da ausência da libido seja mais alta nelas do que neles.

Montanha-russa hormonal

“As mulheres são marcadas pela oscilação dos hormônios sexuais durante toda a vida. Além das mudanças hormonais típicas do ciclo menstrual, há aquelas que ocorrem durante a gravidez, no pós-parto e na menopausa. Até mesmo o anticoncepcional, dependendo do tipo, pode reduzir a libido”, explica Carolina.

Além de lidar com a montanha-russa hormonal, as mulheres têm duas vezes mais risco de desenvolver o estresse, a ansiedade e a depressão, transtornos que mexem muito com o desejo sexual. “Aliado a esses dois fatores, precisamos levar em conta que a mulher moderna, em geral, trabalha fora, cuida dos filhos e do lar, numa tripla jornada exaustiva. Portanto, a chance de pensar em sexo no final do dia, pode ser realmente mínima”, conta a especialista.

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Como a depressão afeta o sexo

A depressão afeta 11,5 milhões de brasileiros, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo o Brasil o país com maior prevalência da doença na América Latina e nas Américas só perde mesmo para os Estados Unidos. Um dos sintomas da depressão é justamente a queda ou a perda da libido.

“A depressão afeta o funcionamento normal da mente e isso se reflete na vontade de fazer sexo de várias maneiras. Uma delas é que para despertar o desejo sexual precisamos usar a imaginação, ter fantasias, ideias ou lembranças. Além disso, exige uma disponibilidade para a estimulação dos sentidos, do contato com o outro. Mas, as pessoas deprimidas tendem a se isolar socialmente e ficar mais apáticas, o que também impacta na libido. Sem contar que o efeito colateral mais comum de vários antidepressivos é justamente a perda da libido ou a dificuldade de se atingir o orgasmo”, explica Carolina.

Estresse crônico afeta sexualidade

Outro fator que pode detonar a vida sexual é o estresse, presente em 70% da população economicamente ativa no Brasil. Um estudo mostrou que o aumento dos níveis do cortisol, o hormônio do estresse, interfere na resposta sexual das mulheres.

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Sexo alivia o estresse

Os motivos para a baixa da libido, como vimos, são quase óbvios. Porém, a pergunta que fica é: será que tem solução? “Uma vida sexual saudável é um dos pilares da qualidade de vida. Mas, a sexualidade é muito individual. Há pessoas que não sentem necessidade ou falta de manter relações sexuais e convivem muito bem com isso. Já para quem gosta de sexo e enfrenta problemas nessa área, o ideal é procurar ajuda”, comenta Carolina.

Descartados os problemas físicos, a psicoterapia pode ajudar muito a recuperar o desejo sexual e ter mais alegria debaixo dos lençóis. Carolina explica que para recuperar a libido é preciso identificar o que a está afetando, como depressão, estresse, insônia, cansaço, pós-parto etc. A partir disso, é possível tratar a condição e melhorar a sexualidade.

Além do tratamento por meio da psicoterapia, por exemplo, é bom lembrar que o sexo é uma ótima maneira de relaxar, já que libera neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer. Então, depois de um dia estressante, fazer sexo pode ser, sim, uma boa ideia.

Fonte: Estar Saúde Mental

Obesidade atinge mais mulheres e pode desencadear doenças graves e crônicas

Diabetes; infertilidade; ansiedade; depressão; problemas cardiovasculares; cânceres; e o aumento da pressão arterial são algumas das possíveis consequências do sobrepeso, que atinge mais da metade da população feminina (53,8%), e principalmente da obesidade, que está presente em 19,6% das mulheres brasileiras.

De acordo com o médico e diretor do Instituto Mineiro de Obesidade (IMO), Leonardo Salles, é importante que quando se deseja tratar o peso é justamente, não tratar somente o peso, pois esse é apenas um sintoma do problema.

“Temos que discutir a síndrome da obesidade, debatendo suas causas, que acabam por levar ao ganho de peso. Independente da técnica utilizada para a perda de peso, o fundamental é abordar a obesidade como síndrome que é, abordando seus fatores desencadeantes, com boa psicoterapia, reeducação alimentar, incorporando a atividade física no dia a dia, e aceitando a necessidade da mudança de estilo de vida”, afirma.

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Foto: Xenia/Morguefile

Conforme uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Verhum, mulheres obesas submetidas à fertilização in vitro tiveram uma taxa de abortamento espontâneo de 66,6%, contra 17,8% entre aquelas que tinham sobrepeso e 13,8% entre as que estavam no peso normal.

Segundo Leonardo Salles, no âmbito da fertilidade feminina, a obesidade além de dificultar a gravidez natural ou por técnicas de reprodução assistida, também provoca o aumento das possibilidades de aborto, prematuridade, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, infecções pós-parto e a geração de filhos com propensão a obesidade.

“O fator principal que influencia na infertilidade da mulher obesa é o excesso de estrogênio (hormônio sexual feminino). A produção deste hormônio está diretamente associada a gordura corporal, e o seu excesso causa um desequilíbrio hormonal que pode impedir a ovulação, e por consequência a diminuição das chances de gravidez e instalação da infertilidade”, explica.

Outra doença que já foi associada aos homens, mas que atualmente está se sobressaindo dentre as mulheres é o diabetes. Cerca de 9,9% das mulheres brasileiras declarou ter diabetes em 2016, contra 7,8% dos homens, segundo uma pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

Geralmente, o diabetes afeta pessoas com menos anos de estudo e acima dos 55 anos. As mulheres com mais de 35 anos com obesidade abdominal, hipertensão arterial e triglicérides elevados são o público com maior risco de desenvolver a doença.

Leonardo Salles esclarece que a obesidade abdominal ocorre entre pessoas com circunferência da cintura acima de 88 cm, no caso das mulheres, e de 102 cm, nos homens. “E este tipo de obesidade em mulheres também podem desenvolver o diabetes gestacional, desencadeado por alterações no metabolismo materno e agravada pelo ganho de peso excessivo durante a gestação, idade materna avançada e quadro de hipertensão arterial. Na maioria dos casos, o diabetes gestacional desaparece após o nascimento do bebê, mas a condição aumenta as chances de a mulher desenvolver doenças cardiovasculares e a probabilidade de apresentar a doença após a menopausa”, aponta.

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Pixabay

Ainda segundo dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), houve um crescimento na quantidade de mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC) entre as mulheres de 2010 a 2015. A quantidade de óbitos por AVC é praticamente igual entre os sexos, sendo 50.251 de homens e 50 252 de mulheres em 2015. Mas a diferença é que há uma tendência de queda na porcentagem de casos dentre os homens e o oposto está acontecendo com as mulheres.

Por fim, uma pesquisa da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, constatou que o sobrepeso e a obesidade são causadores dos principais cânceres que atingem a população feminina, são eles: câncer de colo do útero, endométrio, mama, útero e ovário.

Informações: Instituto Mineiro de Obesidade (IMO) 

 

Vivência Mulher oferece um dia para se reconectar com a essência feminina

Projeto possibilita que as mulheres tenham um dia dedicado exclusivamente para elas e sem culpa

Mulheres contemporâneas vivem a mil por hora. Desempenham os mais diversos papéis em casa, no trabalho, socialmente. Cuidam de todos e muitas vezes se esquecem de cuidar de si mesmas.

Pensando nisto, a especialista em relações interpessoais e consultora de imagem Débora Loureiro criou o projeto “Vivência Mulher“ cuja primeira edição acontece no sábado, 11 de novembro, em Ibiúna, a apenas 50 minutos de São Paulo.

A ideia é que o grupo, de até 25 mulheres, tenha a oportunidade de se cuidar em um local agradável e com profissionais especializados em diversos assuntos do universo feminino, com foco na autoestima, para que todas as participantes se sintam conectadas consigo mesmas, em um processo de autoconhecimento em meio à natureza.

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É um grupo de Sagrado Feminino? De certa forma é uma vivência do Sagrado Feminino ao reunir apenas mulheres, em meio à natureza para falar de assuntos que permeiam a vida feminina. Mas não é apenas isso. No encontro serão trabalhados temas como feminismo, feminino, autoestima, imagem pessoal e estilo por meio de atividades ao ar livre, meditação, massagem indiana, relaxamento, dinâmicas e outras ferramentas comportamentais.

Café da manhã, almoço e piquenique estão incluídos no pacote que custa R$ 200,00 fora as taxas de conveniência para comprar online clicando aqui.

Sobre Débora Loureiro

Debora Loureiro - foto Chris Ceneviva
Foto: Chris Ceneviva

É diretora do Instituto Loureiro Desenvolvimento Humano, atua há mais de 17 anos na área de relacionamentos interpessoais, é também consultora de imagem e estilo e especialista em marketing pessoal e negócios. Débora atua pelo empoderamento feminino há bastante tempo por acreditar que as mulheres precisam se reconectar com o poder do feminino principalmente em tempos conturbados como o atual.

 

Pesquisa: mulheres acima de 60 anos consideram a beleza importante

Estudo da REDS destaca a relação das consumidoras seniores brasileiras com a beleza e os produtos cosméticos

Sim, este blog é voltado para mulheres na faixa dos cinquenta anos, mas falamos de assuntos interessantes para várias idades. E por que não saber como pensam as mulheres que estão com 60 anos agora? Idade que estaremos em alguns anos ou uma década.

População que mais cresceu na última década, segundo dados do IBGE, as pessoas acima de 60 anos até 2050 vão representar 1/3 da população brasileira. E longe do que os estigmas e preconceitos dizem, esse público, em especial o feminino, ainda se preocupa bastante com os cuidados para o corpo.

Para 83% das 382 mulheres entrevistadas na pesquisa Beleza na Melhor Idade, desenvolvida pela REDS em parceria com o Mundo do Marketing e a eCGlobal, a beleza é importante, mas somente 44% estão satisfeitas com sua aparência, revelando enorme potencial a ser explorado junto a esse público.

Dentre as 56% das entrevistadas insatisfeitas, o rosto (50%) e o cabelo (43%) são as partes do corpo com as quais mais se preocupam. Outro fator de atenção é o peso, pois 74% afirmam estar fora da forma que consideram a ideal. Dentro da divisão demográfica a Classe A e a região Sul ficam mais apreensivas com o rosto, enquanto a C e as outras regiões do país com os cabelos.

Práticas de saúde e beleza

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O uso de produtos de higiene pessoal e beleza/ cosméticos específicos é o principal hábito para cuidar da aparência adotado pelas entrevistadas, com 78% seguido por uma alimentação equilibrada (55%), procedimentos no cabelo e frequentar manicure, ambos tem 43%.

Entre as entrevistadas que fazem algum tipo de procedimento no cabelo, a tintura/coloração (84%) e a hidratação/massagem nos cabelos (77%) são as formas de tratamento mais comuns. Para as que realizam procedimentos no rosto (22%), a limpeza de pele facial (82%) e a esfoliação facial (69%) são as ações mais comuns. Nas mulheres que optam por tratamentos corporais (10%), a massagem relaxante (55%) e a limpeza de pele corporal (50%) se destacam.

Produtos específicos

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Além da grande maioria das entrevistadas utilizarem cosméticos, a aderência a produtos específicos para mulheres acima de 60 anos também é grande (64%), com 9 em cada 10 considerando importante ter produtos / cosméticos específicos para sua idade. Contudo, apenas 6 em cada 10 entrevistadas acreditam que esses produtos são melhores ou muito melhores que os produtos / cosméticos em geral.

Comunicação e divulgação

Atualmente a comunicação de cosméticos para mulheres seniores as motiva pouco, com apenas um terço delas declarando serem impactadas positivamente, e 59% não se sentindo representadas nas propagandas.

“Mais do que apenas desenvolver ou lançar produtos específicos, a indústria tem a oportunidade de fomentar a beleza da mulher da terceira idade”, ressalta Karina Milaré, diretora da REDS.

Ao buscar informações sobre cosméticos e tratamentos de beleza, os catálogos de produtos (Avon, Natura, entre outros) e a internet (sites, blogs, redes sociais) são os mais utilizados, ambos com 47%. Dentro da web, os sites das marcas (60%) e o Google/sites de busca (58%) têm mais procuras.

Impressões sobre as marcas

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Quando perguntadas quais marcas mais atendem as mulheres da terceira idade no quesito cabelo, L’Oréal, Natura e Pantene, nessa ordem, foram as mais lembradas. Nos produtos de beleza e cosméticos para pele, o pódio ficou com Natura, Avon e O Boticário.

“O mercado, embora comece a perceber sua importância, ainda está engatinhando na forma de comunicar-se e conectar-se com esse público, pois os estereótipos não definem mais estas mulheres, sedentas por ofertas de produtos voltados para suas especificidades, mas que não as reduzam simplesmente a mulheres de terceira idade”, destaca Karina.

Preocupações e cuidados com rosto, corpo e cabelo

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Em grande parte as entrevistadas da pesquisa mostraram estarem satisfeitas com o rosto, corpo e cabelo, sendo o rosto a parte que gera maior insatisfação com 29%.

Ainda sobre o rosto, os problemas relatados com mais frequência são as linhas de expressão (67%), rugas (44%) e flacidez (38%). Na divisão demográfica, as mulheres da classe AB, de 55 a 59 anos mencionam, em média, um número maior de problemas nessa região.

Nos produtos de maquiagem utilizados para o rosto, apesar de conhecerem uma grande variedade, as entrevistadas utilizam os mais básicos, como o batom (71%), lápis para os olhos (48%) e máscara para os cílios/rímel (43%). Dentro dos cosméticos de tratamento, diferente das mulheres mais jovens, elas priorizam o uso de produtos de cuidado específicos para a área e/ou problema que querem tratar, como antienvelhecimento/anti-idade (61%), hidratante específico para o rosto (56%) e protetor solar facial (47%). Na limpeza facial os mais utilizados são o tônico ou loção adstringente (30%), leite de rosas (23%) e sabonete específico para o rosto (21%).

Para o corpo, o acúmulo de gordura/gordura localizada e a flacidez, ambos com 54%, são as queixas mais comuns, seguido por vasinhos/ varizes/ veias aparentes com 40%. Dentre os produtos mais usados nessa região os destaques ficam para o hidratante corporal (80%), protetor solar corporal (63%) e hidratante específico para as mãos (49%). Na limpeza da pele, os itens mais comuns são o desodorante para as axilas (68%) e o sabonete corporal (54%).

No cabelo, os fios brancos e a queda são as maiores preocupações. Contudo, outros problemas como ressecamento, frizz e fios danificados também incomodam as mulheres maduras.

Metodologia: a pesquisa Beleza na Melhor Idade desenvolvida pela REDS, em parceria com o Mundo do Marketing e a eCGlobal, foi realizada em duas etapas, com 382 mulheres, acima de 55 anos nas classes A,B e C de todas as regiões do país. Na primeira fase quantitativa as mulheres preencheram um questionário estruturado e participaram de entrevistas de autopreenchimento por meio de um painel online. A segunda fase, qualitativa, promoveu discussões e atividades interativas, além de um fórum online e um chat inteligente.

Aqui, uma galeria com mulheres maravilhosas que estão na faixa dos 60 anos:

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Stevie Nicks In Concert - Los Angeles, CA

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Fonte: REDS

Menopausa x libido: como driblar a falta de desejo sexual

A menopausa é um período desafiador na vida da mulher. Além das mudanças físicas que são próprias da idade madura, as alterações orgânicas e hormonais podem causar desconfortos, ressecamentos, unhas quebradiças, ganho de peso, ondas de calor e o campeão de dúvidas nos consultórios: diminuição da libido. Não tem como escapar, a menopausa é um estágio natural na vida da mulher que traz incertezas quanto ao futuro da vida sexual.

Para o médico ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior, o primeiro passo para não se deixar abater nesse período é buscar informações. “Deixar as crendices de lado e buscar informações junto com o seu médico é o primeiro passo. Mas sim, a menopausa diminui a libido. A causa principal para isso acontecer está na diminuição da lubrificação vaginal”, explica.

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Isso não significa o fim da atividade sexual. “Quando o corpo dá sinais de que algo está errado a medicina corre atrás e descobre mecanismos para driblar as falhas. Se o pâncreas falha, repõe-se insulina, por exemplo. Por que não repor o hormônio quando o ovário falha? A questão está mais ligada ao tabu do que à medicina propriamente dita”, comenta o médico.

Não se pode descartar fatores como alimentação saudável e atividade física para minimizar os sintomas da menopausa. “Não é o início da decadência. A reposição hoje pode ser feita por diversos métodos: spray, pílula, gel vaginal, adesivos. É só buscar o mais indicado para cada mulher e dar vasão à imaginação”, afirma o especialista.

O casal entra junto na menopausa, e não apenas a mulher. Nessa fase o homem acompanha lado a lado essa mudança feminina e precisa também aprender sobre as mudanças que ocorrem.

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“A libido é realmente uma das queixas mais frequentes, mas a redescoberta do sexo pelo casal, uma atenção maior às preliminares, novas fantasias sexuais e maior liberdade durante o sexo são fatores que compensam a falta natural dos hormônios sexuais femininos. Por isso, além da reposição hormonal, o uso de cremes vaginais é fundamental para esse novo estado sexual, que fará com que o casal, mesmo com anos de menopausa, ainda tenha uma libido satisfatória e atividade sexual prazerosa”, concluiu Floresti.

Fonte: Elvio Floresti Junior é ginecologista e obstetra formado pela Escola Paulista de Medicina desde 1984. Possui título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e título de especialista em colposcopia. Além disso, é especializado em histerectomia vaginal sem prolapso uterino (sem necessidade de corte abdominal) e está atualizado com as últimas técnicas cirúrgicas como sling vaginal.

 

Alimentação ajuda a combater sintomas da menopausa

A menopausa é um processo natural do organismo da mulher, no qual encerra-se o ciclo menstrual e ovulatório. Não há uma idade exata para o processo se iniciar, variando de mulher para mulher. Mas em média, ela ocorre entre os 40 e 55 anos. Segundo Talitha Melo, ginecologista da Clínica Penchel, que fica em Belo Horizonte, neste período, alguns sintomas característicos do climatério – período de transição para a menopausa – podem ser notados.

“Fluxo menstrual espaçado e irregular, ressecamento vaginal, intensas e repentinas ondas de calor, suor excessivo, insônia, diminuição da libido, cansaço e alterações de humor são as indicações mais claras que a menopausa está se aproximando”, afirma.

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“O estrogênio é um hormônio feminino responsável pelas características da mulher. Ele atua na multiplicação das células dos tecidos mamários e reprodutores, determina a distribuição da gordura corporal, prepara o corpo para uma gravidez e influência no comportamento. A falta dele, que acontece a partir do climatério, acentua os sintomas da menopausa”, completa a médica.

Aliados naturais, alimentos ricos em isoflavonas, betacaroteno, vitaminas C e E, zinco, selênio, manganês, ácidos graxos insaturados, bem como antioxidantes são indicados à dieta da mulher como forma de prevenir e/ou tratar os sintomas.

De acordo com Lucas Penchel, médico, nutrólogo e diretor da Clínica Penchel, as marcas mais graves causadas pelo período da menopausa são a perda da proteção relativa às doenças coronárias e o aumento do risco de osteoporose. Entretanto, a qualidade de vida da mulher também é muito afetada.

“A menopausa ocasiona sinais e sintomas depressivos, baixo rendimento cognitivo, queda drástica no desejo sexual, ganho de peso, metabolismo lento, perda de massa muscular e flacidez, entre outros”, afirma o médico.

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Sendo assim, o indicado é a reposição, de alguma maneira, dos hormônios que o corpo para de produzir. “A soja e seus derivados possuem uma substância chamada isoflavona. A estrutura deste elemento é semelhante ao hormônio estrogênio. Ao ingerir os alimentos à base de soja, o organismo reconhece como o hormônio produzido naturalmente e age como tal. Desta forma, reduz os efeitos causados pela sua deficiência na menopausa”, explica Penchel.

O médico ainda comenta que, em alguns casos, não se pode abrir mão da reposição hormonal. “As reposições podem ser realizadas por meio de gel, adesivo, chip ou até hormônio sintético em cápsula. Entretanto é necessária uma avaliação médica e laboratorial para descartar possíveis contraindicações de acordo com cada caso”. Outra substância importante de ser reposta é o selênio, encontrado na castanha-do-pará; forte fonte oxidante para o organismo.castanha do brasil

Fonte: Clínica Penchel

Passo a passo com dicas de maquiagem para mulheres maduras

Posto novamente um passo a passo que fiz em setembro atendendo a pedidos, para quem não viu…

 

Atendi os pedidos de leitoras que sugeriram matérias sobre looks para mulheres na faixa dos 50 anos, já falei sobre moda e dei dicas de peças e tal. Agora, é a vez de falar de maquiagem. Eu confesso que não sou uma grande maquiadora, eu faço sempre o básico. Portanto, convidei minha irmã mais nova, Nathalia Julia, que é maquiadora para fazer um passo a passo ensinando uma make mais caprichada, tanto para o dia quanto para a noite.

Eu misturei várias marcas, mas dei preferência aos itens mais acessíveis. Primeiro, porque quero que se alguém se interessar por algum produto, consiga comprá-lo. E, em segundo, mostrar que podemos fazer algo bom e bonito sem gastar uma fábula. Espero que apreciem e que as dicas sejam uteis.

A primeira coisa, claro, é limpar bem o rosto. Para isso, usei o gel facial toning cleanserGold Dynamics Recover da Jafra. Agora, a maquiagem em si:

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1 – A primeira coisa que fiz foi aplicar o Avon Renew Smart Repair Sérum Maximizador da Juventude para dar um up no rosto.

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2 – Em seguida, foi aplicado o primer, que ajuda a diminuir os poros e fixar a maquiagem. Usei o Prep Prime Matte da SD MAKE•UP.

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3 – Rosto preparado para receber a maquiagem.

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4 – A escolhida foi a base líquida Avon True Color; de preferência, aplique-a com pincel duo fiber, para uma cobertura leve.

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5 – Se alguma área ainda precisar de correção (normalmente manchas ou olheiras), aplicar o corretivo apenas onde for necessário, evitando, assim, o exagero na cobertura da pele. Usamos a famosa minipaleta da Kryolan. Em seguida, veio o pó translúcidoTranslucent Powder, também Kryolan.

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Obs.: na hora de aplicar o pó, dê preferência àqueles que vêm soltos na embalagem. Translúcidos são ótimas opções. Aplique somente na área T (testa e nariz), na qual a pele costuma ficar oleosa. Cobrir o rosto com pó não é uma boa opção, pois acabaria destacando qualquer ruguinha.

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6- Para o dia, escolha uma sombra clara, isso ajudará a iluminar o olhar e fixar o delineador. Usamos o Quarteto de Sombras True Color Cappuccino da Avon (na foto, os tons 1, 2 e 3 são indicados).

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7- Iluminador e contorno: as áreas a serem iluminadas são o topo das maçãs do rosto, logo abaixo das sobrancelhas e um ponto de luz no canto interior de cada olho. Aqui, o produto escolhido foi o Pó Iluminador e Bronzeador Aviva da Jequiti. Outra opção para contorno facial é usar tons de corretivos, claros e escuros, ao invés do pó. Como não são cintilantes é a melhor alternativa para usar durante o dia. Uma opção é a Glam Contour & Correct Palette SD Make.UP.

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7.1 – Para dar um ar saudável, escolha um blush rosa claro, salmão ou alaranjado, ou seja, a cor que mais combinar com seu tom de pele. Aplique levemente. Para saber exatamente onde passar, dê um sorriso e pincele justamente nas maçãs do rosto que “subiram” quando sorriu. Lembre-se de que um blush forte e aplicado abaixo das maçãs, da orelha para o nariz, é algo artificial e  meio anos 1980. O blush usado aqui foi o Pink Swoon da M.A.C.

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8- Ao aplicar o delineador, o usado foi o Avon ColorTrend, procure começar uma linha fina da metade do olho e vá engrossando até a parte externa. Não desça muito a linha, mesmo que isso acompanhe seu formato de olho, senão, pode acabar resultando em um “olho caído”.

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9 – Veja na foto que o delineado, após chegar perto do canto externo do olho, já está como o famoso “rabinho” para cima. Uma forma fácil de levantar o olhar. Aplique a máscara, quantas camadas preferir. Mas aí vai a dica: de nada adianta passar camadas seguidas sem esperar a máscara secar. Se quiser caprichar, espere um intervalo a cada aplicação. A máscara escolhida foi Mark Big & Style da Avon.

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10 – Para preencher as sobrancelhas, escolha um produto que combine com seu tom de pele e cabelo, pode ser até uma sombra marrom opaca. É mais natural que lápis. Para levantar o olhar, capriche na metade superior da sobrancelha, deixando a metade debaixo mais clara. Dessa forma, sua sobrancelha parecerá mais arqueada. Usamos o Corretivo Duo para sobrancelhas da SD MAKE.UP. Depois, aplique o batom, que pode ser num tom vermelho suave, afinal, delineador e batom vermelho é uma combinação clássica, para qualquer idade e etnia. O escolhido foi o Batom Matte Jequiti Ellas Vermelho Luxo.

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Pronto, espero que gostem, mas é claro que podem escolher outras cores. Seguimos na direção da opção mais clássica. Agora, algumas mudanças para fazermos a maquiagem para a noite.

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Para transformar o look para noite, utilizamos cílios postiços. Além de darem um grande destaque aos olhos, eles também dão a impressão de um delineado mais pesado.

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Na parte inferior, dos olhos, passamos lápis preto (Kryolan) dentro da linha d’água e uma sombra escura (preta com glitter) na parte externa, esfumada suavemente (Quad Shadow From Natural to Drama SD MAKE.UP).

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Como os olhos já estão caprichados, um batom nude ou rose (Shiseido Perfect Rouge BE740), serve como finalização.

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Fonte: Nathalia Julia – Contatos WhatsApp: 11-99653-3387 no horário comercial

Paula Toller apresenta “Como Eu Quero”

O show inédito passará por São Paulo e Porto Alegre com um repertório composto de grandes sucessos da cantora e também interpretações de canções dos Mutantes, Charlie Brown Jr e Stevie Wonder

Paula Toller apresenta seu novo trabalho “Como Eu Quero” e dá ao público a oportunidade de assistir à consagrada cantora e compositora numa apresentação inédita. Depois de viajar com o show Transbordada e de protagonizar a turnê Rock Brasil para mais de um milhão de pessoas, agora Paula apresenta seu repertório de forma mais essencial, numa performance tête-a-tête com o público.

O show passará por São Paulo, no dia 10 de novembro, no Teatro Bradesco, às 21 horas e Porto Alegre, no dia 8 de dezembro, no Teatro do Bourbon Country, no mesmo horário. Os ingressos já estão à venda.

A seleção contempla toda a sua carreira solo e no Kid Abelha. Além das próprias músicas, Paula também apresenta “Ando Meio Desligado”, dos Mutantes; “Céu Azul” do Charlie Brown Jr, numa interpretação delicada e emocionante; além de uma versão para “Don’t You Worry ‘Bout a Thing”, de Stevie Wonder, que virou “Deixa a Vibe te Levar”.

Como não poderia ser diferente em um show de uma hitmaker, grandes sucessos compõem o setlist e o espectador poderá ouvir, entre outras, “Como eu quero”, “Nada Sei”, “Fixação” e “Grand’Hotel” interpretadas por Toller com o auxílio luxuoso do lendário produtor Liminha, nos arranjos e violão, além dos excelentes: Gustavo Camardella (violão), Pedro Augusto (teclados), Pedro Dias (baixo) e Adal Fonseca (bateria). A cenografia tem concepção do multifacetado Batman Zavarese. E a luz é assinada por Samuel Bets.

Foto: Leo Aversa
Foto: Leo Aversa

Sobre Paula Toller

A carreira de Paula Toller, hoje com incríveis 55 anos, se confunde com a da banda Kid Abelha, um dos maiores fenômenos da música nacional, com nove milhões de discos vendidos em 35 anos, uma enorme coleção de hits e discos de ouro, platina e diamante. A banda encerrou suas atividades em pleno sucesso, e Paula segue seduzindo os fãs brasileiros com sua voz inconfundível em uma bem-sucedida carreira solo, shows de alto nível e ótimas letras, além de muitos prêmios.

Classificação: Livre
Duração: 90min

São Paulo
10 de novembro
Sexta-feira, às 21 horas
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo) – Vendas: Ingresso Rápido

Porto Alegre
8 de dezembro
Sexta-feira, às 21 horas
Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80 / 2º andar – Shopping Bourbon Country) – Vendas: Opus Promoções

Molico lança fórmula especial pensando na mulher brasileira

O leite em pó da marca passa a ter 80% mais cálcio, além de ser o único da categoria com magnésio e vitaminas do complexo B

Segundo dados da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar, 2008/2009) existe uma prevalência de inadequação no consumo de vitaminas e minerais pelas mulheres brasileiras. Dentre eles: 99% não consome a quantidade diária recomendada de cálcio, 100% possui inadequação no consumo de Vitamina D, além do baixo consumo de Magnésio com 91%, Vitamina A com 72% e Ferro com 26,5%.

Pensando nisso, a Molico investiu na melhoria de sua fórmula para auxiliar a suprir as necessidades nutricionais da mulher brasileira. Essa nova combinação de vitaminas e minerais pode estar relacionada com vários benefícios. Como, por exemplo, cálcio, vitamina D e Magnésio são importantes na produção e manutenção dos ossos, contribuindo para a prevenção da osteoporose; as vitaminas A e C têm um papel relevante para o bom funcionamento do sistema imunológico – pois a presença do ferro, associado com a vitamina C melhora sua absorção, e juntamente com as vitaminas do Complexo B contribuem para proporcionar energia e disposição que toda mulher moderna deseja.

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Informações: Molico