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Suvinil e Elephant Parade levam elefantes para as ruas do Rio de Janeiro

Exposição chama atenção para risco de extinção dos elefantes.

Depois de passar por 26 cidades em 17 países, a Elephant Parade chegou às ruas da cidade do Rio de Janeiro ontem (1º/11). Com 66 estátuas customizadas por grandes artistas nacionais, esta será uma das maiores exposições de arte ao ar livre da história da cidade.

As esculturas, no tamanho real de um bebê elefante, ao final da exposição serão leiloadas e parte da quantia arrecadada será destinada a filantropia local, projetos de preservação dos elefantes e aos artistas participantes.

A participação da Suvinil na Elephant Parade faz parte do projeto Suvinil Além da Cor, que tem como objetivo apoiar iniciativas que tragam benefícios à sociedade, transformando por meio das cores a vida das pessoas que possuem uma relação com um espaço ou bem público.

“Por meio do projeto Suvinil Além da Cor, damos cor e vida ao transformar a relação das pessoas com diferentes ambientes, seja investindo em um museu, colorindo os muros das casas de uma comunidade, ou chamando a atenção das pessoas para uma causa social, como a da Elephant Parade”, comenta Rafael Conejo, gerente de Comunicação e Marca da Suvinil.

Entre as 66 estátuas que colorirão os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, oito são uma homenagem da Suvinil para a cidade maravilhosa. As obras Elephant in WonderLand (Rogério Fernandes), Que seja doce (Érica Morais), Steampunk (Ricardo Dantas), Fantástico (Renan Cristian), Suhki (Babi Wrobel), Jasmim Manga (Flow), Ô abre alas, que eu quero brincar (Levi Cintra) e Tributo a Van Gogh (Dionéia Israel Fraga), poderão ser visitadas nas seguintes localidades:

• Bondinho Pão de Açúcar – Av. Pasteur, 520 – Urca
• Av. Vieira Souto X Esquina com Farm de Amoedo – Ipanema
• BarraShopping – Av. das Américas , 4.666 – Barra da Tijuca
• Yndu Lounge – Av. do Pepê, s/nº – Barra da Tijuca
• Av. Atlântica, 1702 – próximo ao Belmond Copacabana Palace – Copacabana
• Praça Jornalista Mario Filho, s/nº (esquina com Rua Olegário Maciel) – Barra da Tijuca
• Praça Mauá nº1 – próximo ao AcquaRio – Centro
• Av. Lúcio Costa, nº 6849 (próximo ao Apha Barra) – Barra da Tijuca

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Cada uma delas conta uma história e retrata uma realidade. Pintadas por artistas convidados pela Suvinil, os elefantes estarão nas ruas até o dia 29 de novembro.

As outras obras estarão nos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro como o Pão de Açúcar, as Orlas da Zona Sul e Barra da Tijuca, o Centro Histórico, a Praça Mauá, o Parque Laje e o Jardim Botânico.

Elephant Parade
Data: de 1º a 29 de novembro
Acesse o site e descubra o mapa da manada

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Conheça a plataforma on-line com todo o histórico de intervenções promovidas pelo Suvinil: Além da Cor.

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Tiffany & Co. apresenta nova coleção de joias Save the Wild

Desde o seu lançamento em 2017, a Tiffany continua com sua promessa de 100% de lucros e uma doação total de US$ 4 milhões em apoio à conservação da vida selvagem até janeiro de 2020

A Tiffany & Co. revela sua coleção Tiffany Save the Wild com novos modelos. A coleção expandiu para incluir leões e rinocerontes, além de elefantes, tudo em apoio à Wildlife Conservation Network e seus inovadores fundos de crise para salvar animais selvagens africanos ameaçados de extinção.

Como parte do compromisso contínuo da Tiffany com a sustentabilidade e conservação, 100% dos lucros da Coleção Tiffany Save the Wild apoiarão a proteção das respectivas espécies ameaçadas de extinção: o elefante, o rinoceronte e o leão. A Tiffany & Co. é particularmente dedicada ao bem-estar do continente africano, onde obtém muitos dos diamantes e pedras preciosas e operam oficinas de lapidação e polimento de diamante.

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Depois de lançar a coleção em 2017 como parte da campanha #KnotOnMyPlanet, a Tiffany já mais que dobrou seu compromisso original, com US$ 2 milhões arrecadados a partir de abril de 2018 para apoiar os melhores investimentos em redução da demanda de combate à caça, combate ao tráfico e marfim . Como resultado, o Fundo de Crise de Elefantes da Rede de Conservação da Vida Selvagem, junto com seus parceiros, fez lobby com sucesso pelo fechamento do comércio doméstico de marfim na China e em Hong Kong.

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A Tiffany se compromete ainda com uma doação mínima adicional de US$ 2 milhões até 31 de janeiro de 2020. Com esses novos encantos, a Tiffany continua seus esforços para aumentar a conscientização pública e contribuir com os recursos financeiros necessários para proteger a fauna ameaçada e seus ecossistemas ameaçados.

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“Por mais de 180 anos, a Tiffany & Co. tem se inspirado na beleza do mundo natural – por isso, acreditamos que temos um imperativo moral para protegê-lo”, disse Anisa Kamadoli Costa, diretora de sustentabilidade da Tiffany & Co. “ Por isso, estamos especialmente entusiasmados por poder dar o nosso apoio aos esforços de conservação da vida selvagem através do importante trabalho da Wildlife Conservation Network ”.

De proteção ao ecossistemas marinhos do mundo a realocação de rinocerontes negros para portos seguros em Botsuana, Tiffany tem sido uma defensora de longa data da conservação da vida selvagem em todo o mundo. Em colaboração com a Aliança de Tráfico de Animais Selvagens dos EUA em 2016, a marca juntou-se a uma coligação de 16 empresas que estão empenhadas em impedir a procura de produtos ilegais da vida selvagem.

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Desde a sua criação em 2000, a Tiffany & Co. Foundation concedeu mais de US$ 70 milhões em subsídios focados em esforços de conservação, incluindo conservação de corais e marinhos, e mineração responsável. A missão da Fundação de preservar as paisagens e marinhas mais valorizadas do mundo alinha-se perfeitamente com o compromisso complementar da Tiffany com a conservação.

Com a Save the Wild Collection, a Tiffany & Co. está criando novos financiamentos significativos através de suas vendas de produtos corporativos para criar um futuro positivo para espécies ameaçadas de extinção.

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“Com mais da metade da vida selvagem perdida nos últimos 50 anos e menos de 1% da filantropia para conservar o mundo natural, o planeta precisa da liderança criativa e insuperável da Tiffany & Co.”, disse Jeffrey Parrish, vice presidente de Conservação na Wildlife Conservation Network. “Estamos orgulhosos de garantir que 100% do apoio da Tiffany vá para as melhores ideias de qualquer instituição para salvar essas espécies”.

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Disponível em prata de lei e ouro rosa 18k, os mais novos encantos da Coleção Tiffany Save the Wild podem ser comprados nas lojas e online a partir deste mês. Uma edição especial do broche de diamante elefante estará disponível apenas na loja principal da Fifth Avenue.

Informações: Tiffany & Co.

Depois de Nova York, “Bichos do Brasil” retorna a São Paulo

Exposição gratuita é patrocinada pelo Centro Britânico e explora a riqueza da fauna brasileira, explicando sobre animais silvestres conhecidos e desconhecidos em português e inglês

A exposição gratuita Wild Brazil – Bichos do Brasil retorna à cidade de São Paulo, no Centro Britânico Idiomas, no bairro da Pompeia (Rua Caraíbas, 957 – São Paulo – SP). Serão 27 obras, incluindo telas, lenços, bolsas e bloco de construção. A mostra retrata animais da fauna brasileira, como tamanduá bandeira, tatu-bola, anta, peixe-boi, quati, ouriço e paca, entre outros, e tem o patrocínio do Centro Britânico Idiomas. As obras são da artista plástica Walkiria Barone, que representará a riqueza da fauna brasileira com sua arte atraente e colorida, possibilitando ao público conhecer ou relembrar diferentes espécies de animais do Brasil.

A mostra já esteve na cidade de Nova York, tanto na estação de trem da cidade quanto no parque suspenso High Line Park (2014). De volta ao Brasil, serão 27 obras expostas e 11 delas estarão acompanhadas de uma ficha técnica em inglês e português, além de seus nomes científicos para que o público conheça mais sobre as espécies. A exposição ocorre até 11 de outubro, de segunda a quinta-feira, das 8h30 às 20 horas, sexta-feira das 8h às 17 horas e aos sábados das 8h30 às 11h30, comemorando o mês do “Spring Time”, chegada da Primavera do Brasil, a unidade está com agenda de eventos sobre a flora e da fauna brasileira.

A exposição tem um caráter informativo e propõe um diálogo com o público no sentido da conscientização para a preservação das espécies, principalmente aquelas que correm o risco de extinção.  “A ação de incentivo à cultura é parte de nossos valores. A artista leva para outros países um pouco da nossa biodiversidade e, assim, outras pessoas nos conhecem também. Para isso, a artista precisa do segundo idioma para contar histórias tão ricas e só é possível com a língua inglesa”, explica Monique Svolkin, gerente de marketing do Centro Britânico Idiomas.

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Agenda
Exposição gratuita Wild Brazil – Bichos do Brasil
Data: até 11/10
Horários: Segunda a quinta, das 8h30 às 20h | Sexta das 8h às 17h| Sábado das 8h30 às 11h30
Local: Rua Caraíbas, 957 – São Paulo (SP)

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Itens da exposição
A exposição contará com 13 pinturas: Ouriço, Jacaré de Papo Amarelo, Capivara, Preguiça, Lobo Guará, Quati, Tatu Bola, Anta, Peixe Boi, Veado Mateiro, Mico Leão, Tamanduá e Onça Pintada.
Serão 11 pinturas com fichas técnicas: Matamatá, Arraia do Xingu, Galo da Serra, Peixe Serra, Tamanduá, Tatu 15Kg, Preguiça de coleira, Olingo, Lagartinho, Cobra Cega, Caracol. Um bloco de cimento, uma jaqueta de couro, uma sacola do Centro Britânico e vários lenços pintados.

Walkiria Barone

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Artista plástica formada pela FAAP, trabalha com arte e educação e tem um trabalho constante de pintura e pesquisa de novos suportes. Realiza exposições desde 1990 e atua em diversas séries/técnicas/temas em vários espaços. A série Bichos do Brasil surgiu em 2010. Na área da educação coordena projetos inovadores na Escola de Artes para crianças e na A Casa Imaginária.

Centro Britânico

Fundada em 1969, o Centro Britânico é uma escola especializada no ensino de idiomas de forma consistente, eficiente e diferenciada, através de constante reciclagem de métodos, treinamento de funcionários e adequação da infraestrutura às exigências do mercado.

Com mais de 45 anos de atuação, o Centro Britânico vem realizando o sonho de seus alunos que é torna-los proficientes em um idioma Os cursos seguem o nivelamento do Quadro Comum Europeu (padrão internacionalmente reconhecido para descrever a proficiência em um idioma), o que garante que o aluno avançado do Centro Britânico seja avançado no mundo todo, produzindo um reflexo direto no índice de aprovação nos exames internacionais: 92%. A instituição é homologada e chancelada por Cambridge Assessment como centro preparatório e aplicador de exames internacionais no Brasil. Desde 2008 atua no sistema de franquias e, atualmente, conta com 30 unidades espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná oferecendo aulas de inglês internacional, espanhol, alemão, italiano, francês e português para estrangeiros.

Mostra: celebridades viram animais silvestres em prol da fauna brasileira

Sophie Charlotte, Paloma Bernardi, Luisa Sonza e Derrick Green estão entre as estrelas que participam da exposição fotográfica “Somos Todos Silvrestres”.

Em cartaz no Santana Parque Shopping a partir de 24 de agosto, a atração é uma parceria com a ONG Ampara Animal e faz um alerta para as espécies de animais brasileiros que estão ameaçadas de extinção.

A atriz Sophie Charlotte na pele de onça
A atriz Sophie Charlotte na pele de uma onça

O maquiador Alisson Rodrigues representou na pele de cada famoso um animal como por exemplo a arara azul, tartaruga marinha, onça pintada, macaco, iguana, pantera negra, coruja, mico-leão dourado entre outros.

“Somos um shopping totalmente a favor das causas animais. Apoiar esta mostra é fundamental para que os nossos clientes e visitantes se atentem para a triste realidade da nossa fauna”, explica o gerente de marketing Marcos Maltez.

As imagens, captadas pelo fotógrafo Jacques Dequeker, além de ser um material totalmente artístico, faz um apelo à reflexão do desequilíbrio que acomete nosso planeta.

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Exposição Somos Todos Silvestres
Período: de 24 de Agosto a 16 de setembro
Local: 2º Piso do Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 – Santana – São Paulo – SP
Entrada gratuita
Mais informações: (11) 2238-3002 ou WhatsApp: (11) 94595-8270

Corrupção Verde: aqui começa a prática criminosa que contaminou o país

Por Clóvis Borges e Caetano Fischer Ranzi*

A existência de um bem que possa ser usurpado de maneira ilícita, gerando lucro para quem busca vantagens fora de preceitos legais ou em detrimento de terceiros, representa a fórmula que garantiu uma exploração descontrolada sobre o patrimônio natural brasileiro ao longo dos últimos séculos.

A exploração sem limites do período em que éramos ligados a Portugal já aponta para a existência de uma cultura pragmática de busca pelo enriquecimento a qualquer custo. Com vistas, inclusive, a buscar o desfrute desses ganhos em outras paragens, muito distantes do Novo Mundo.

Os ciclos econômicos que se seguiram à época do descobrimento foram eminentemente extrativistas espoliativos. Tanto que o final desses ciclos, reiteradamente, deu-se pela exaustão desses produtos, ocasionada pela exploração desenfreada. Seguiram as práticas agrícolas e de pecuária, subsequentes à devastação da vegetação nativa. Sempre em busca do uso máximo do território, desrespeitando encostas, beiras de rios ou mesmo a existência de remanescentes naturais em alguma proporção nas regiões exploradas.

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A prática de troca de favores entre o privado e o público para obtenção de permissões para avanços exacerbados no uso da natureza foi, portanto, a maneira como uma significativa fração de nossa sociedade acumulou vantagens e enriqueceu indevidamente em nosso país. E, em boa parte, esse entendimento de ajustar acordos ilícitos para garantir vantagens continua em plena atividade.

O ciclo da madeira no sul do Brasil, ocorrido em décadas passadas, gerou um grupo de famílias abastadas que até hoje desfruta do resultado da empreitada destruidora que assumiu ser a maneira de desenvolver suas atividades, sempre com um aval conivente dos governantes. Mudam os negócios, pelo fim da madeira nativa, mas fica a origem dúbia e o péssimo exemplo de como esse processo de geração de riquezas foi executado.

Somente há poucas décadas, as leis ambientais começaram a ser estabelecidas em nosso país. E não foi a falta de inteligência e de qualidade que impediu a nossa passagem para uma condição mais iluminada. O exímio contexto estabelecido pelo Código Florestal de 1965 – talvez o maior marco de evolução na compreensão do interesse público sobre a propriedade privada – nunca obteve um entendimento pleno de parte da sociedade. Falou mais alto a garantia de impunidade e a expectativa de ganho maior, em detrimento do resto da sociedade.

O descompasso entre o que o Código Florestal preconizava e o arrebatador descompromisso leviano da sociedade rural em cumprir o que se estabeleceu como limite ao uso da terra, gerou o verdadeiro desmonte desse arcabouço legal , em 2012. E que foi vergonhosamente referendado pelo Supremo Tribunal Federal em 2018. O poder quase ilimitado de grupos setoriais, que avança na estruturação de uma legislação de conveniências, é uma das maiores e mais perversas demonstrações de corrupção que podemos oferecer nos dias atuais, contaminando todas as esferas de poder.

Portanto, a corrupção endêmica e amplamente espalhada em nosso meio, pode-se afirmar, começa com práticas ilícitas envolvendo a sina de destruição da natureza, com amplas e variadas modalidades. E continua muito ativa na forma de excessos conscientes e negociados em troca de vantagens. São atividades de mineração, silvicultura, pecuária, agricultura, implantação de indústrias e até ações envolvendo infinitas iniciativas mais pontuais.

Como uma farsa programada para não atender à sua missão primordial, delimita-se um complexo de estruturas frágeis e suscetíveis a todo o tipo de pressões, chamadas formalmente de órgãos ambientais. É de conhecimento amplo a prática de licenciamentos ilícitos, facilitados para o atendimento aos amigos do rei. Uma moeda de troca na forma de favores políticos e repasses de recursos sem procedência. Evidencia-se a garantia para campanhas eleitorais ou postos estratégicos em estruturas de governo para os elementos coniventes com o crime.

O desenvolvimento a qualquer custo, assim pontuado como uma forma de exploração que não atende ao respeito aos limites da natureza, ou mesmo aos preceitos estabelecidos em lei, é uma atividade intimamente ligada à corrupção. Gera resultados econômicos abusivos e imorais. E consolida um comportamento que, nos dias de hoje, todos percebemos, tomou conta da nação.

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Incorporamos na pele esse comportamento, na forma de uma cultura institucionalizada, crônica e patológica. De nada importa o prejuízo coletivizado, nem a perda irreversível de recursos que poderiam ser usados de maneira contínua. Agimos em apoio cego em prol da destruição da natureza por meio de ações sem nenhuma coerência estratégica, impostas a partir de atos inconsequentes e criminosos.

Somos hoje, de fato, uma sociedade de corruptos. Um povo que cultua um profundo e irresponsável descompromisso com o futuro de todas as gerações que nos seguirão logo mais, por tratar a natureza como um bem descartável e que é visto como simples forma de usura. Depois de tantas Marianas, o que ainda precisamos viver para que uma virada aconteça? Ou estamos diante de uma condição inexorável que assume a mediocridade como uma sina sem volta?

*Clóvis Borges é diretor-executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza
*Caetano Fischer Ranzi é psicólogo e Mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento

Nuxe patrocina o Louvre e seu projeto Proteja as Abelhas

A famosa marca farmacêutica francesa, reconhecida por seus cosméticos ultrassensoriais de origem natural, juntou forças com o maior museu do mundo para apoiar um projeto que reflete sua preocupação com o desenvolvimento sustentável: o Proteja as Abelhas.

Por muitos anos, Nuxe tem dado passos para proteger essa espécie, cada vez mais ameaçada. As abelhas representam um elo essencial para a manutenção da biodiversidade, graças ao seu trabalho de polinização. Seu desaparecimento acarretaria consequências dramáticas para o meio ambiente. Essa preocupação é compartilhada pelo Louvre, que possui 23 hectares de jardins que servem de céu verde no coração da capital francesa e como um refúgio para as abelhas.

Consequentemente, pela primeira vez, o Louvre abriu as portas do Jardin Raffet, a poucos passos da ponte Pont des Arts, para criar, desde maio de 2018 e com apoio da Nuxe, um campo de flores de 1.250 m² e seis colmeias para abelhas coletoras de pólen. Um apicultor será designado exclusivamente para este projeto. A primeira colheita de mel está prevista para ocorrer no verão de 2018.

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Dos naturais aos convencionais: as diferenças entre os tipos de cosméticos

Busca por produtos naturais desperta cada vez mais interesse, mas ainda há dúvidas sobre como distinguir cosméticos verdadeiramente naturais dos convencionais

Se por um lado as pessoas estão mais conscientes sobre a própria saúde e a saúde do planeta, por outro lado ainda há um longo caminho a percorrer para que todos possam tomar melhores decisões sobre os produtos que consomem. Apesar do aumento da procura por marcas naturais e ecologicamente responsáveis, ainda há uma carência de informações que permitem identificar prontamente quais produtos são, efetivamente, aquilo que dizem ser na rotulagem.

Para evitar levar “gato por lebre”, o primeiro passo é identificar os tipos de cosméticos disponíveis no mercado: natural, orgânico, pseudonatural e convencional. Entender a diferença conceitual entre cada um deles é importante, por exemplo, para reconhecer produtos que parecem ser naturais, apesar de apresentarem esses ingredientes em pequena porcentagem.

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“Todos os cosméticos são compostos por cinco classes (tipos) de ingredientes: base, fragrância, aditivo, conservante e princípio-ativo. Cada um desses itens tem uma função específica na formulação do produto”, explica a dermatologista Patrícia Silveira, especializada em cosméticos naturais.

Desta forma, um produto é considerado “natural” quando todas as classes de ingredientes são formadas por itens advindos da natureza (vegetal, mineral ou animal), sem que tenham perdido suas propriedades originais no processo de fabricação. Os orgânicos possuem ingredientes naturais advindos de culturas orgânicas e biodinâmicas.

Por isso, todo cosmético orgânico possui ingredientes naturais em sua composição, mas nem todo cosmético natural possui ingredientes orgânicos. “Podemos usar como exemplo o morango. Todo morango é natural, mas nem sempre é orgânico. A mesma analogia se aplica aos ingredientes naturais utilizados nos cosméticos”, explica a dermatologista.

De acordo com Patrícia, nas formulações com ingredientes naturais e orgânicos, todos os conservantes, corantes e fragrâncias são de origem natural. Por exemplo, os óleos essenciais, muito utilizados nestes produtos, são conhecidos pela sua capacidade aromatizante, mas também atuam na conservação do produto e, muitas vezes, como princípio-ativo, devido às propriedades antioxidantes que possuem.

Os cosméticos pseudonaturais, por sua vez, embora frequentemente estejam posicionados como naturais, têm apenas algumas das classes de produtos – normalmente o princípio-ativo – com itens naturais. “As demais são formadas por elementos sintéticos, geralmente derivados do petróleo”, explica a especialista.

Por fim, produtos convencionais são integralmente formulados com ingredientes artificiais. Nesses, o uso de parabenos e outros conservantes, como glicóis, BHT (hidroxitolueno butilado) e EDTA (ácido etilenodiamino tetra-acético), são frequentes.

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Estudos recentes publicados em periódicos internacionais de grande relevância (como Journal of Pharmacy and Pharmacology, Environmental Medicine, Institute of Pharmacology Polish Academy of Sciences e Polish Archive of Internal Medicine) mostram que essas substâncias são tóxicas para o organismo, podendo causar reações alérgicas e outros problemas à saúde.

Saber diferenciar os cosméticos é importante por várias razões. A primeira, e mais óbvia, é que produtos naturais e orgânicos são biodegradáveis e seu uso gera menor – ou nenhum – impacto ao meio ambiente. Outro motivo é que a pele, maior órgão do corpo, sente a diferença e sofre com as consequências da escolha do que é aplicado nela.

“Os cosméticos naturais possuem uma formulação mais suave, com ativos anti-inflamatórios, calmantes, e ricos em antioxidantes naturais presentes em inúmeros extratos e óleos vegetais. Além disso, abusa da biodisponibilidade (que diz respeito ao percentual de aproveitamento, pelo organismo, de uma substância), com ingredientes que atuam de maneira mais sinérgica, promovendo benefícios reais. Considerando que de 60% a 70% do que passamos na pele é absorvido e cai na corrente sanguínea, é fundamental sabermos o que aplicamos nela”, destaca a dermatologista.

De acordo com a médica, ativos derivados do petróleo não apresentam boa penetração na pele e não têm gordura rica em substâncias antioxidantes e regeneradoras. “Em compensação, os óleos vegetais são ricos em vitamina E e têm uma ótima penetração. Por isso, promovem uma hidratação mais eficaz, levando os benefícios antioxidantes dos ácidos graxos às camadas mais profundas da pele, deixando-a mais saudável, com maior elasticidade e resistência”.

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Diferenciar as várias opções de cosméticos pode ser um desafio. O primeiro passo é procurar por certificações que atestem a origem de produtos naturais e orgânicos. Os principais são o Natrue, IBD, Ecocert e USDA. Além disso, decifrar a indigesta lista de ingredientes é fundamental para reconhecer quais sãos os principais itens sintéticos, compostos principalmente por derivados do petróleo.

“Já existem alguns aplicativos, como o EWG’s Healthy Living, que têm como objetivo ajudar a reconhecer a origem dos componentes de muitos produtos”, orienta Patrícia.

Fonte: Weleda

 

Semana do Meio Ambiente tem palestras, workshops, feira de troca e espetáculo musical

A Semana Nacional do Meio Ambiente começou em 1º de junho e vai até 5 de junho, quando se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU, esta iniciativa visa incluir a sociedade na discussão de pautas que tratem da preservação do patrimônio natural do Brasil.

Para abrir com chave de ouro, a empresa Eloin – Educação pela Experimentação, realiza no dia 5 de junho uma sessão única e exclusiva do espetáculo superpremiado, Os Recicláveis – O musical ♻, uma adaptação da obra do autor Toni Brandão. Somente para escolas e convidados.

Já nos dias 9 e 10 de junho, das 10 às 16h, acontecerá uma superfeira de troca em parceria com o Canto do Escambo. O objetivo é estimular a prática da troca, a economia solidária, e também, uma tentativa de substituir o lucro, o acúmulo e a competição por solidariedade e cooperação.

“Vamos repensar a nossa relação com o que consumimos”, frisa Carla Plannerer (Relacionamento & Marketing Eloin).

Feira de Trocas

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Os interessados devem se inscrever pelo telefone: (11) 2941-7255 ou via e-mail: relacionamento@eloin.com até o dia 7 de junho. O pagamento será feito na entrada. (R$ 10,00)

Os Recicláveis – O musical
As escolas interessadas deverão entrar em contato com a equipe Eloin no tel: (11) 2941-7255 ou via e-mail: relacionamento@eloin.com

Eloin

Nascida do sonho da educadora Elisabete da Cruz, a Eloin é uma consultoria de roteiros pedagógicos personalizados e conteúdos educativos, criada com o propósito de transformar ideias em experiências enriquecedoras. Com uma equipe multidisciplinar, tornou-se referência entre clientes e parceiros com atuação em São Paulo e outros Estados brasileiros. Única no mercado de criação e elaboração de projetos que complementam os conteúdos didáticos curriculares

Edição especial de escova Curaprox com parte das vendas revertida à SOS Mata Atlântica

A Curaprox lançou edição especial SOS Mata Atlântica de sua escova 5460 UltraSoft. Com embalagem duo, as escovas trazem nas cerdas um desenho de árvore e são resultantes de uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica. Parte da renda do produto será revertida à organização que atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica.

A edição especial conta com duas escovas 5460, uma de cabo verde e uma de cabo branco, ambas com desenho de árvores nas cerdas. O cirurgião-dentista Hugo Lewgoy, doutor pela USP, explica que a escova da Curaprox favorece a angulação correta durante o ato da escovação, que no caso deve ser em um ângulo de 45° (metade das cerdas apoiada sobre a coroa dental e metade apoiada sobre a margem gengival). “Além disso, a escova CS 5460 Ultra Soft traz 5460 cerdas ultramacias que não machucam a gengiva durante a limpeza dos dentes, promovendo uma escovação efetiva e atraumática”, explica.

O cirurgião-dentista enfatiza que o ideal é sempre optar por escovas que contenham grande quantidade de cerdas e que sejam macias, o que promove maior eficiência na escovação. “Muitas vezes, o consumidor crê que as cerdas duras higienizarão mais os dentes. Muito pelo contrário. Costumo dizer que é como se pegássemos uma vassoura com cerdas duras e varrêssemos um chão com piso branco e brilhante. Certamente, ao longo do tempo, ele perderá o brilho e surgirão alguns riscos”, finaliza.

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Para Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, a edição especial também tem caráter educativo, pois ao adquirir a escova o consumidor tem a oportunidade não só de apoiar as iniciativas da Fundação, mas também de repensar seus hábitos.

“Um produto que conta com a preocupação ambiental pode provocar essa reflexão nas pessoas. Na embalagem destacamos, por exemplo, como o uso de um copo d’água durante a escovação pode economizar mais de 11,5 litros de água numa casa ou 79 litros em apartamento”, diz ela. Uma das causas trabalhadas pela Fundação SOS Mata Atlântica é a Água Limpa, um elemento da natureza essencial à vida, mas cada vez mais escasso e distante.

Fonte: Curaprox

 

Campanha ambiental mescla animais a cenário de devastação e poluição

Peça publicitária de marca de roupas polemiza com o slogan ‘A natureza não pode se adaptar a tudo’.

Contrariando o cientista francës Antoine Lavoisier (1743-1794) que tornou célebre a frase “Da natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, a ideia da campanha é engajar o público pela preservação ambiental.

Os anúncios assinados pela agência Avalanche Vitória para a marca de roupa Origens estão sendo veiculados em revistas e jornais no Espírito Santo. Ao todo, 3 anúncios foram criados com o seguinte slogan “A natureza não pode se adaptar a tudo”.

Em uma das imagens, vemos um pelicano sozinho em uma praia com muito lixo ao seu redor. Em destaque junto ao belo animal, um saco de lixo forma a bolsa do seu bico. Essa bolsa é geralmente usada pelo animal para capturar presas e drenar a água.

As lojas da marca Origens estão localizadas no Espírito Santo, estado cortado pelo importante Rio Doce. Até hoje, esse rio sofre com a morte de peixes e animais silvestres na região – principal resquício do maior desastre natural brasileiro. A tragédia foi ocasionada pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, por uma mineradora em novembro de 2015.

A campanha reforça o engajamento da empresa com a natureza. Engajamento que vai além do discurso, como, por exemplo, parte das vendas, de algumas coleções, que são revertidas para apoiar projetos de preservação da natureza.

“Queremos passar a ideia de que ações humanas negativas interferem diretamente no meio ambiente e que, muitas vezes em função delas, algumas espécies podem não resistir”, diz Ricardo Montenegro, diretor de criação responsável pelas peças.

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Fonte: Origens