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Controle de horário das refeições contribui para reduzir risco de câncer de mama

Estudo conduzido nos Estados Unidos indica que restringir período de consumo de alimentos entre a população feminina pós-menopausa com sobrepeso é mais eficaz na prevenção de tumores do que dietas baseadas no controle de calorias

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama atinge 1,5 milhão de mulheres ao redor do mundo todos os anos. E mesmo com os avanços nas tecnologias para detecção precoce e tratamento da doença, esse ainda é o tipo de tumor mais incidente e uma das causas mais comuns de morte entre essa parcela da população global.

Um novo estudo conduzido nos EUA e apresentado durante o encontro anual da Sociedade Americana de Endocrinologia (Endo 2019) tenta agora lançar luz sobre medidas eficazes de prevenção que poderiam ajudar a frear um dos fatores evitáveis de risco relacionados aos tumores mamários: o excesso de peso.

cancer de mama

A análise mostrou que restringir os horários das refeições, permitindo a ingestão de alimentos dentro de um período de oito horas diárias, ajudaria a acelerar o metabolismo corporal e, com isso, reduzir drasticamente o sobrepeso e a possibilidade de surgimento do câncer de mama entre mulheres no período pós-menopausa. Essa seria ainda uma alternativa mais eficaz do que as dietas baseadas no corte de calorias.

A pesquisa inicialmente avaliou o comportamento de ratos obesos submetidos à limitação no horário de acesso à comida. O efeito ‘antitumor’ dessa medida seria justificada pela redução nos níveis de insulina no sangue, promovendo uma resposta efetiva tanto para a prevenção quanto para melhores respostas ao tratamento do câncer de mama, afirmou o pesquisador que liderou a análise, Manasi Das, da Universidade da Califórnia (Estados Unidos).

Para o oncologista Daniel Gimenes, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, ainda é cedo, contudo, para assegurar a eficácia desse tipo de medida, já que ainda não há registro de resultados do teste em humanos.

“Apesar de ainda tratarmos como uma hipótese, é fato que existem diferentes maneiras pelas quais a obesidade pode aumentar os riscos de câncer em mulheres. Essa nova pesquisa mostra que, assim como outros cientistas já vinham apontado, estabelecer uma janela de tempo reduzida para o consumo de alimentos é efetivo para manter os níveis de insulina do corpo baixos. Quando isso ocorre, as nossas células de gordura começam a queimar seu estoque de açúcar como fonte de energia. Assim começa a acontecer a perda de peso”, contextualiza.

Mas o especialista é enfático em afirmar que mais do que pensar em períodos adequados para o consumo de refeições, é imperativo o desenvolvimento de políticas públicas focadas em orientar a sociedade sobre hábitos alimentares pouco saudáveis, como ingestão de gorduras, açúcares e produtos industrializados em excesso.

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“Fast Food, salgadinhos de pacote, embutidos, refrigerantes e ultraprocessados em geral são os responsáveis pelo aumento da incidência de sobrepeso e obesidade entre a população nos mais diversos países, inclusive o nosso. Estes sim fatores que sabidamente elevam os riscos de incidência de câncer e devem ser diretamente evitados em todas as fases da vida e independentemente do gênero”, explica Gimenes.

75% da população mundial ignora relação entre sobrepeso e risco de desenvolver câncer

Uma outra pesquisa, realizada no final de 2016 pelo Cancer Research UK, do Reino Unido, constatou que três em quatro pessoas desconhecem a relação entre o excesso de peso e o diagnóstico de ao menos dez tipos de câncer: esôfago, vesícula, fígado, pâncreas, rins, intestino, útero, ovário, mama e próstata.

O estudo destaca ainda que indivíduos de origem socioeconômica mais baixa e homens, em especial, representam a maior parte entre aqueles que desconhecem os riscos aumentados de desenvolver tumores em decorrência da obesidade e que este mesmo grupo tem o maior número de pessoas obesas.

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Foto: Xenia/Morguefile

No Brasil, segundo os dados mais recentes do IBGE, quase 60% da população está acima do peso. Considerando-se apenas os impactos na incidência de câncer, estimativas do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), indicam que pelo menos 15 mil dos casos de câncer registrados por ano no país – uma fatia que representa 3,8% do total – poderiam ser evitados a partir de medidas voltadas ao combate ao sobrepeso e à obesidade. Destes, 10 mil atingiriam mulheres e os outros 5 mil homens.

E essa é uma realidade que tende a evoluir de forma negativa: até 2025 serão 29 mil novos casos de câncer causados pelo excesso de peso (4,6% do total) segundo o estudo epidemiológico, feito em colaboração com a Harvard University (Estados Unidos) e publicado em 2018.

“A obesidade é a segunda maior causa evitável da doença, perdendo apenas para o tabagismo. E além do câncer, vale lembrar que problemas como diabetes, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e doenças cardiovasculares podem ser evitadas a partir de medidas simples para controle desse excesso de quilos”, comenta Gimenes.

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O oncologista do CPO reforça que manter uma alimentação equilibrada é a chave para a diminuição da progressão dos casos de câncer. “A dieta saudável é aquela que o indivíduo tem a orientação de um nutricionista ou nutrólogo e que tenha um cardápio composto de alimentos integrais, frutas, verduras, proteínas de carne branca, além de limitar o consumo de carne vermelha, carnes defumadas e processadas e a ingestão de bebidas alcoólicas”, finaliza o especialista.

Fonte: Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas

Hábitos, alimentos e sedentarismo são fatores de risco para os pets

Os animais estão obesos. É o que revela a última pesquisa divulgada mundialmente, da Mars Petcare: 59% dos cães e 52% dos gatos se encontram nessa condição. Segundo os dados, o excesso de peso pode afetar as funções cardiopulmonares, locomoção, acarretar doenças no órgão reprodutor, aumentar a predisposição a diabetes e a incidência de transtornos cutâneos.

O número de casos da doença cresce nos animais pelos mesmos motivos que tem aumentado nos seres humanos, sedentarismo e má alimentação. Muitos tutores acreditam que ao oferecer guloseimas como chocolate, pão, entre outros alimentos tipicamente humanos aos pets, estão entregando amor e carinho ao seu animal.

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Porém, a médica veterinária do Hospital Veterinário Cão Bernardo, Carolina Ferreira, afirma que a prática é extremamente prejudicial. “Além do risco de infecção, o bicho não precisa desse alimento, que é nosso. Muitas substâncias, inclusive, não são totalmente digeridas pelo organismo deles, portanto, não podem ser dadas”, afirma.

Há ainda os pets que são mais propensos a engordar, os mais velhos e também os castrados, todos exigem cuidados redobrados. Assim como raças mais inclinadas a obesidade, como Beagle, Pug, Bulldog inglês, Labrador, Cocker, Rottweiler, Terra Nova, Boxer, Pastor Alemão e Shih Tzu. No caso dos gatos, os mistos ou mestiços têm maior chance de desenvolver a doença.

Carolina ainda orienta como escolher a ração ideal para o pet: “O ideal é conversar com o especialista que cuida do animal para avaliar qual a melhor ração, porque há opções especiais para cães que já se enquadram no quadro de obesidade”. É preciso analisar as necessidades do animal para escolher a alimentação mais adequada para a idade e o porte.

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Outra opção para ajudar no controle de peso é fracionar a refeição, o pet precisa se alimentar de duas a quatro vezes por dia. Os vilões da obesidade são os petiscos extras, por isso, a dica é não consumir alimentos na frente do bichinho. “É preciso evitar alimentar o pet toda vez que comemos, a nossa dieta não é igual a dele. É interessante ter um horário e um padrão de refeições por dia”, finaliza a médica.

Fonte: Hospital Veterinário Cão Bernardo

Coloque o seu ‘pet’ para se exercitar

Especialista dá dicas de como o tutor pode auxiliar na manutenção do peso dos animais

O verão não é apenas uma boa época para a prática de atividade física para as pessoas, mas também para os nossos animais de companhia, principalmente os que precisam manter ou perder peso. Para a professora do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera de Niterói, Ursula Raquel da Silva, não é incomum nos dias de hoje observar cães e gatos obesos em função de um manejo inadequado e da falta de tempo de seus tutores para eventuais atividades físicas e brincadeiras.

“É de fundamental importância que o tutor venha a zelar pelo controle do peso em seus animais, pois existem várias doenças metabólicas que se desenvolvem pela obesidade”, afirma a professora.

A docente explica que para os cães, os passeios devem se tornar uma rotina diária, onde o animal pode ser levado a dois ou três passeios curtos por dia, e a duração de cada um pode ser aumentada gradualmente à medida que o cão se acostume ao exercício e que a perda de peso comece a ocorrer.

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“As caminhadas são muito adequadas para os animais de menor porte. O tempo pode variar, mas o limite máximo é de 45 minutos, normalmente iniciando com 20 minutos. É sempre importante levar recipiente com água, sacos para recolher as fezes e focinheira para cães de grande porte. Não esquecendo que em dias de muito calor, deve-se evitar os horários mais quentes, com risco inclusive de ocorrer queimaduras nos coxins”, ensina.

cachorro com frisbee

Cat with ball of yarn

Outra atividade bastante indicada é o lançamento de objetos, que une exercício e brincadeira, e é de grande auxílio para queimar calorias. “É importante analisar sempre um tempo apropriado para não sobrecarregar o “pet”. Esse tipo de atividade poderá ser realizada tanto para cães como para gatos, que gostam muito, por exemplo, de perseguir bolinhas de pingue-pongue”, destaca Ursula.

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De uma maneira geral, os gatos preferem as atividades dentro de casa, com brinquedos próprios. “Escolha sempre brinquedos resistentes, livres de peças pequenas que possam ser engolidas e descarte qualquer brinquedo quebrado. Escolha jogos que direcionem a energia brincalhona de seu gato para outros focos que não você. Por exemplo, caixas de papelão com buracos recortados, lençóis velhos, uma varinha com tiras de papel penduradas na ponta ou uma simples bolinha de papel, tudo pode virar brincadeira! Colocar algum alimento seco dentro de caixas com pequenos buracos também vai estimular e entreter seu gatinho por um bom tempo”, afirma Ursula.

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A professora da Anhanguera complementa que no verão existem várias atividades físicas desenvolvidas na água, como natação, hidroesteira, Stand Up Paddle etc. “É importante manter a vigilância durante todo o tempo que o animal estiver na água e, caso ele não se sinta confortável, não é adequado colocá-lo a força na água, sendo melhor optar por outro exercício (como ocorre mais frequentemente com alguns gatos). Além disso, deve-se ter muito cuidado com a pelagem e os ouvidos, evitando o aparecimento de alguns problemas dermatológicos”, ressalta.

Ursula finaliza explicando que, caso o animal apresente obesidade, o indicado é que ele passe por uma consulta com o médico veterinário a fim de verificar as condições de saúde e com isso, desenvolver um plano de atividades físicas que poderão ser realizadas. “Os exercícios físicos em animais obesos e com problemas de saúde podem acarretar problemas ósseos, musculares, cardíacos e, até, provocar mais malefícios que benefícios”.

Fonte: Anhanguera

Café verde é coadjuvante no combate ao sobrepeso e à obesidade

Considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, a obesidade deve atingir, em 2025, mais de 700 milhões de adultos, enquanto 2,3 bilhões de pessoas estarão com sobrepeso. Além disso, estima-se que o número de crianças com sobrepeso e obesidade chegue a 75 milhões. No Brasil, o cenário é igualmente preocupante. Segundo o Ministério da Saúde, na última década, a quantidade de obesos aumentou em 60%, e a de indivíduos com sobrepeso cresceu 26,3%.

Em 2006, 11,8% da população brasileira era obesa. Em 2016, esse número passou para 18,9%. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que 58,2% das mulheres e 55,2% dos homens estão acima do peso. Esses números alarmantes são decorrentes, principalmente, de fatores econômicos, ambientais e genéticos.

O que é obesidade?

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) mostram que há aumento significativo do excesso de peso de jovens com idade entre 18 e 24 anos (30,3%) e superior a 50% para pessoas de 25 a 44 anos.

Mas, afinal, o como podemos definir obesidade? “É uma doença crônica na qual fatores de predisposição genética se somam a gatilhos ambientais, resultando em ganho de peso corporal com maior percentual de gordura”, resume a endocrinologista Vânia Assaly. Ela explica que, atualmente, o Índice de Massa Corporal (IMC) tem sido questionado, pois nem sempre representa o percentual de gordura de um indivíduo nem define o padrão de risco associado à ocorrência de doenças crônicas relacionadas à obesidade.

Porém, para muitas pessoas, a obesidade é delimitada justamente por meio do IMC: um indivíduo com IMC entre 25 a 29,95 é considerado em sobrepeso; igual ou maior que 30, é determinado como obeso e, quando o valor é superior a 40, classificado com obesidade mórbida. Para calcular, basta dividir o peso pela altura ao quadrado (peso dividido por altura x altura).

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Pixabay

Ambiente como fator determinante da obesidade: estilo de vida moderno

De acordo com a endocrinologista, o estilo de vida moderno impacta diretamente nos hábitos alimentares. “As pessoas têm menos tempo para fazer as refeições e, muitas vezes, acabam optando por alimentos de rápido preparo, com maior oferta calórica e pobres em nutrientes essenciais”. Além disso, ao adotar uma dieta pouco diversificada, industrializada e processada, o risco de obesidade aumenta.

A mudança comportamental no mundo moderno faz com que as pessoas vivam apressadas, deixando de mastigar os alimentos, de dormir e de praticar exercícios físicos. Dra. Vânia relata que o sedentarismo é o novo tabagismo, sendo fator determinante para o aumento da obesidade. “Desde a infância, passamos grande parte do nosso dia em frente ao computador e assistindo TV, sem ter o exercício como um aliado natural do gasto energético. Além destes fatores, a tensão e o estresse acumulados modificam o eixo hormonal e geram alterações do ritmo biológico”. Consequência disso é um ciclo de fadiga e excesso de apetite, no qual se busca recompensas por meio de alimentos altamente calóricos.

Extrato de café verde, uma opção natural

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Diante desse cenário, nutracêuticos à base de café verde têm sido uma opção natural para o combate ao excesso de peso. Rico em ácido clorogênico, substância que auxilia na redução dos níveis de glicose no sangue e impede o organismo de utilizar o açúcar dos alimentos como fonte de energia, o produto obriga o organismo a retirar a energia do próprio estoque de gordura. Ao evitar o acúmulo de gordura localizada, atua como coadjuvante no tratamento de diabetes tipo 2 e no emagrecimento progressivo, sem prejudicar a qualidade do sono.

O Aché Laboratórios reconhece os benefícios do extrato de café verde e apresenta o nutracêutico Svelim. Produzido a partir do extrato purificado de café verde com alta concentração de ácido clorogênico, picolinato de cromo e óleo de cártamo, o produto age no metabolismo e ajuda a manter a boa forma com baixo teor de cafeína.

Fonte: Aché Laboratórios Farmacêuticos

Nova pesquisa aponta os riscos da obesidade para a saúde dos pets

Para manter o peso saudável, os tutores não devem ceder ao comportamento “pedinte” por alimento e monitorar a quantidade diária fornecida ao pet

Uma nova pesquisa internacional, realizada com tutores de animais de estimação do Brasil, China, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, revelou que:

o 54% dos tutores de gatos e cães sempre ou muitas vezes cedem aos apelos dos pets e oferecem mais alimento quando eles “pedem” por isso
o 22% dos tutores de gatos e cães muitas vezes oferecem alimento em excesso aos seus animais de estimação para mantê-los felizes
o Apenas 20% sempre medem a quantidade de alimento que oferecem aos pets
o 87% dos entrevistados oferecem a quantidade que eles acham que o animal precisa em cada refeição

Há uma compreensão notavelmente pequena da quantidade correta de alimento que os gatos e os cães precisam ou o que eles devem ou não devem comer e a maioria dos tutores não fazem ideia se o seu animal de estimação está acima do peso ou não.

As estimativas sugerem que 59% dos cães e 52% dos gatos em todo o mundo estão acima do peso. No entanto, na pesquisa, apenas 24% dos tutores de cães descrevem seu animal de estimação com excesso de peso. No entanto, quando perguntado se o gato ou o cão exibiam algum dos sinais de excesso de peso, 64% indicaram que seu pet , atualmente, tem pelo menos um sinal de excesso de peso como, por exemplo, não ser possível sentir as costelas ou ter afrouxado a coleira.

O forte vínculo emocional entre os tutores e seus animais de estimação pode ser parte do problema. Muitos tutores expressam carinho por meio da alimentação, o que pode facilmente levar o pet a consumir mais calorias do que ele precisa.

Na pesquisa, 59% dos tutores de cães e gatos disseram que se sentem recompensados ​​ao alimentar seu animal de estimação e 77% disseram que seu animal fica feliz quando oferecem alimento a ele. Infelizmente, muitos tutores não estão plenamente conscientes sobre as consequências do excesso de alimentação ao animal de estimação. Ainda, foi identificada na pesquisa que 61% dos entrevistados desconheciam que os animais com excesso de peso podem ser suscetíveis a diabetes e doenças ortopédicas e, consequentemente, a redução da qualidade de vida em 53%, ao risco de doença cardíaca em 53% e a um tempo de vida mais curto para 51%.

Os resultados dessa pesquisa foram anunciados durante o Congresso Royal Canin sobre Controle de Peso, que ocorreu no Reino Unido em 21 e 22 de fevereiro.

cachorro e gato comendo

“Como os seres humanos, os pets precisam estar com um peso saudável”, destacou Alex German, Professor de Medicina Veterinária da Universidade de Liverpool, no Reino Unido. “Esta é uma questão muito complexa, que exige compreensão e empenho tanto dos tutores quanto dos Médicos-Veterinários”.

Muitas pessoas monitoram seu próprio peso regularmente, porém 40% não sabem o quanto seu gato ou cão pesam e 22% dizem que seu animal de estimação nunca foi pesado. Do total de entrevistados, 72% disseram que seu Médico-Veterinário havia falado com eles sobre os benefícios emocionais da prática de exercícios e de uma alimentação saudável.

Outra constatação apontou que 67% dos tutores de cães e gatos gostariam que seu Médico-Veterinário os aconselhasse mais ativamente sobre o peso do animal de estimação e 82% gostariam de ter diretrizes mais claras sobre peso ideal e conselhos para mantê-los aptos e saudáveis.

“Nossa pesquisa mostra que os tutores de animais de estimação estão abertos a receber mais orientações sobre como manter seus gatos e cães em forma e saudáveis”, comentou Sandra McCune, Líder Científica de Interação Humano-Animal na Mars Petcare. “O foco do nosso trabalho em Waltham é cada vez mais encontrar maneiras de levar conhecimento aos tutores de como manter seus animais saudáveis e felizes”.

Alimentação específica

A escolha de um alimento adequado deve ser cuidadosa, já que a alimentação é uma das principais causas do sobrepeso. É fundamental buscar a orientação de um Médico-Veterinário, que avaliará uma série de fatores para definir a dieta mais precisa para o pet. Hoje, é possível encontrar no mercado um vasto portfólio de alimentos, com opções que atendem as necessidades nutricionais de cães e gatos com tendência ao ganho de peso ou já em tratamento contra a obesidade.

Amostragem da pesquisa

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A pesquisa foi realizada entre janeiro e fevereiro de 2018. A amostragem foi de 5.309 tutores de cães e gatos responsáveis pela saúde e bem-estar de seus animais de estimação. Total de respondentes: Brasil = 1.068 / China = 1.036 / Rússia = 1.111 / Reino Unido = 1.023 / Estados Unidos = 1.071).

Fonte: Mars

 

Obesidade atinge mais mulheres e pode desencadear doenças graves e crônicas

Diabetes; infertilidade; ansiedade; depressão; problemas cardiovasculares; cânceres; e o aumento da pressão arterial são algumas das possíveis consequências do sobrepeso, que atinge mais da metade da população feminina (53,8%), e principalmente da obesidade, que está presente em 19,6% das mulheres brasileiras.

De acordo com o médico e diretor do Instituto Mineiro de Obesidade (IMO), Leonardo Salles, é importante que quando se deseja tratar o peso é justamente, não tratar somente o peso, pois esse é apenas um sintoma do problema.

“Temos que discutir a síndrome da obesidade, debatendo suas causas, que acabam por levar ao ganho de peso. Independente da técnica utilizada para a perda de peso, o fundamental é abordar a obesidade como síndrome que é, abordando seus fatores desencadeantes, com boa psicoterapia, reeducação alimentar, incorporando a atividade física no dia a dia, e aceitando a necessidade da mudança de estilo de vida”, afirma.

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Foto: Xenia/Morguefile

Conforme uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Verhum, mulheres obesas submetidas à fertilização in vitro tiveram uma taxa de abortamento espontâneo de 66,6%, contra 17,8% entre aquelas que tinham sobrepeso e 13,8% entre as que estavam no peso normal.

Segundo Leonardo Salles, no âmbito da fertilidade feminina, a obesidade além de dificultar a gravidez natural ou por técnicas de reprodução assistida, também provoca o aumento das possibilidades de aborto, prematuridade, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, infecções pós-parto e a geração de filhos com propensão a obesidade.

“O fator principal que influencia na infertilidade da mulher obesa é o excesso de estrogênio (hormônio sexual feminino). A produção deste hormônio está diretamente associada a gordura corporal, e o seu excesso causa um desequilíbrio hormonal que pode impedir a ovulação, e por consequência a diminuição das chances de gravidez e instalação da infertilidade”, explica.

Outra doença que já foi associada aos homens, mas que atualmente está se sobressaindo dentre as mulheres é o diabetes. Cerca de 9,9% das mulheres brasileiras declarou ter diabetes em 2016, contra 7,8% dos homens, segundo uma pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde.

Geralmente, o diabetes afeta pessoas com menos anos de estudo e acima dos 55 anos. As mulheres com mais de 35 anos com obesidade abdominal, hipertensão arterial e triglicérides elevados são o público com maior risco de desenvolver a doença.

Leonardo Salles esclarece que a obesidade abdominal ocorre entre pessoas com circunferência da cintura acima de 88 cm, no caso das mulheres, e de 102 cm, nos homens. “E este tipo de obesidade em mulheres também podem desenvolver o diabetes gestacional, desencadeado por alterações no metabolismo materno e agravada pelo ganho de peso excessivo durante a gestação, idade materna avançada e quadro de hipertensão arterial. Na maioria dos casos, o diabetes gestacional desaparece após o nascimento do bebê, mas a condição aumenta as chances de a mulher desenvolver doenças cardiovasculares e a probabilidade de apresentar a doença após a menopausa”, aponta.

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Ainda segundo dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), houve um crescimento na quantidade de mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC) entre as mulheres de 2010 a 2015. A quantidade de óbitos por AVC é praticamente igual entre os sexos, sendo 50.251 de homens e 50 252 de mulheres em 2015. Mas a diferença é que há uma tendência de queda na porcentagem de casos dentre os homens e o oposto está acontecendo com as mulheres.

Por fim, uma pesquisa da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde, e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, constatou que o sobrepeso e a obesidade são causadores dos principais cânceres que atingem a população feminina, são eles: câncer de colo do útero, endométrio, mama, útero e ovário.

Informações: Instituto Mineiro de Obesidade (IMO) 

 

Nutricionista do HCor dá dicas para combater obesidade infantil

Alimentos coloridos, apresentação dos pratos, bom exemplo da família e até conhecer o modo de preparo das refeições são algumas das estratégias para incentivar hábitos saudáveis na dieta das crianças

O sobrepeso e a obesidade vêm ganhando destaque no cenário epidemiológico mundial, não só em função da sua prevalência crescente, mas, principalmente, por estarem associados a uma série de danos à saúde. Estudos recentes mostram que a obesidade é o terceiro problema de saúde pública que mais demanda gastos da economia brasileira, estando à frente até do tabagismo. Estima-se que os gastos giram em torno de R$ 110 bilhões, o que equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Outra característica marcante, é o crescimento da obesidade no grupo de crianças e adolescentes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 15% das crianças brasileiras com idade entre cinco e nove anos têm obesidade atualmente. Mudanças no padrão da alimentação e da atividade física, em conjunto com fatores biológicos, comportamentais e ambientais favorecem esse aumento.

Para crianças e adolescentes, são exemplos desses fatores as condições e situações dos ambientes escolares, familiar e social. Destacam-se ainda as características presentes na gestação e no início da vida, como o estado nutricional materno prévio à gestação, o fumo durante a gravidez e alimentação na infância.

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A gerente de Nutrição do HCor (Hospital do Coração), Rosana Perim, alerta: “não se trata apenas de uma questão estética. Crianças obesas têm mais chances de serem adultos obesos e, consequentemente, de apresentarem as complicações de saúde ligadas ao excesso de peso, como infarto, AVC, diabetes e síndrome metabólica. Só as complicações cardiovasculares em adultos já representam sozinhas a principal causa de morte no país, com mais de 29% do total de óbitos”, esclarece a nutricionista.

Portanto, cuidar da alimentação é algo que deve ser feito sempre. Quando a criança é educada seguindo um estilo de vida saudável, ela tem mais chances de seguir esse exemplo pelo resto da vida. Mas como dar um bom exemplo, diante de tantos apelos por alimentos industrializados e ultraprocessados?

A nutricionista do HCor explica que é preciso criar truques para tornar a alimentação saudável mais atraente. “A dica é apostar nas cores dos alimentos, experimentar novas preparações e transformar as refeições em momentos agradáveis junto à família. Comer com moderação e sem proibições é perfeitamente possível, desde que haja orientação dos especialistas”, ressalta Rosana.

Desde cedo, a criança deve ser incentivada a fazer de cinco a seis refeições por dia como café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e um pequeno lanche antes de dormir, beber bastante água e evitar o consumo de alimentos como salgadinhos, doces, sanduíches, refrigerantes e sucos industrializados.

“Entre as ações que os pais podem fazer para incentivar a ingestão de alimentos saudáveis é tentar deixar as preparações apetitosas para o consumo, incluindo desde frutas frescas, salada de frutas, gelatina, bolos integrais, bolo de cenoura, biscoitos caseiros integrais, sucos naturais e água de coco”, sugere a profissional.

Dicas da nutricionista do HCor para incentivar hábitos saudáveis aos pequenos:

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Depositphotos

Alimentos coloridos: aposte em cores variadas para tornar o prato mais atraente. A apresentação dos alimentos é uma das formas de aumentar o apetite da criança.

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Foto: The Yummy Mummy Club

Transforme em brincadeira: envolva a criança na escolha e no preparo dos alimentos, e transforme isso em algo atraente para ela. Além de conhecer mais sobre os alimentos e suas funções no organismo. Exemplo: leve a criança ao sacolão, mercado e feira para ajudá-la nas compras de frutas, verduras e legumes, permitindo que ela mostre as suas preferências.

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Refeição em família: é importante que os pais façam as refeições junto de seus filhos. A criança observa tudo que os pais estão fazendo e tenta copiar. Não adianta fazer a criança comer algo que você mesmo não consome.

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Importância da alimentação: na medida do possível, explique para a criança a função dos alimentos, bem como a importância de cada grupo alimentar.

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Insistir com as novidades: sempre que possível introduza novos alimentos nas refeições dos pequenos. Nem sempre a criança concorda em comer uma preparação que lhe é oferecida pela primeira vez, mas é importante insistir e explicar a importância dos nutrientes presentes para a saúde.

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Autonomia: deixar a criança controlar o quanto comer. Não forçar! Respeite a sensação de saciedade da criança. Mas atenção: fique de olho nas quantidades consumidas, pois o excesso é o grande vilão da obesidade.

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Foto: The Yummy Mummy Club

Respeito: respeite a decisão da criança se ela não quiser comer naquele momento, mais tarde ela irá procurar você para se alimentar. Nessa hora ofereça sempre que possível preparações saudáveis.

Fonte: HCor

OMS alerta: obesidade infantil aumentou 10 vezes nos últimos 40 anos

Os números são alarmantes. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, há 124 milhões de crianças obesas no mundo. Em 1975 eram 11 milhões. No Brasil, cerca de 50% das crianças estão acima do peso. Há 40 anos era uma criança obesa a cada 100, hoje são 10 meninas e 8 meninos. Números que mostram a extensão dessa realidade, crianças com tendências a serem adultos obesos.

Ainda de acordo com a OMS, a obesidade já é considerada como doença, e os reflexos são: elevação dos níveis de colesterol, desencadeando doenças coronarianas e levando à morte prematura; diabetes tipo 2 com suas sérias complicações; desgastes ósseos; problemas de auto-estima e até depressão, uma outra “epidemia mundial”.

Segundo Fabiano Lago, endocrinologista do Spa Estância do Lago e um dos especialistas mais conceituados em emagrecimento no país, a criança obesa sofre preconceito e bullying, tende a se isolar, ter baixa autoestima, muitas vezes descontando a tristeza na comida. Ela deixa de praticar esportes, de sair e, como sedentária, só faz aumentar ainda mais o peso.

Outro dado importante é que a criança magra até os 7 anos não será necessariamente um adulto magro e vice-versa. O pequeno com sobrepeso pode não ser um adulto obeso. “Na puberdade é quando se determina a estrutura física básica que carregamos o resto da vida”, comenta o endocrinologista.

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O médico explica que o ideal é fazer com que as crianças estejam no peso saudável até os 11 ou 12 anos, início da puberdade. “Nessa fase do estirão do crescimento, os hormônios estão orquestrados para a multiplicação celular. Se ao entrar na puberdade a criança permanecer com excesso de peso, os hormônios fazem com que ela multiplique muito o número das células de gordura, levando à temida obesidade hiperplásica, ou seja, promovendo um excesso de bilhões de células de gordura, aumentando muito o risco de obesidade mórbida na vida adulta”.

Lago indica maneiras especiais para tratar a criança e o jovem obeso e ressalta a importância do envolvimento de toda a família. “Eu me torno amigo dos meus pequenos pacientes em fase de reeducação alimentar, e não alguém que impõe um sofrimento. Os pais precisam estar engajados no tratamento, evitando o termo dieta, falando em alimentação saudável para toda a família, mudando apenas um hábito por consulta, facilitando assim o processo de mudança”.

Diminuindo um pouco o uso de vídeogames, o hábito de ficar horas em redes sociais e celulares, e estimulando a prática de exercícios prazerosos e de forma lúdica, é possível alcançar excelentes resultados, segundo Lago.

Fonte: Spa Estância do Lago

Seis passos para mudar hábitos alimentares e combater obesidade

Ontem, 11 de outubro, foi comemorado o Dia Mundial da Obesidade, data escolhida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para intensificar a conscientização e a prevenção sobre o assunto. No Brasil, nos últimos dez anos, a obesidade cresceu de 11,8% para 18,9% – o que deixou a comunidade médica e a indústria alimentícia com o alerta ligado para os riscos à saúde de um peso muito acima do recomendável.

Engana-se quem acredita que para se evitar o sobrepeso sejam necessárias apenas mudanças radicais na sua rotina. Pequenas modificações nos hábitos alimentares já se tornam grandes aliadas. A nutricionista Bianca Naves listou seis estratégias práticas que auxiliam no controle de peso, e reforçam a motivação para se ter hábitos de vida saudáveis.

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Aumente o Fracionamento das refeições – comer de três em três horas ou fazer de 3 a 5 refeições no dia, ajudam a controlar o nível da fome, evita comer demais nas refeições seguintes melhoraram o comportamento cognitivo e até o humor, Além disso é muito importante o praticar a alimentação com “mindfullness”, termo que expressa a atenção plena no momento de comer, degustando e saboreando os alimentos pois vão auxiliar nas ativação de mecanismos de saciedade e reduzir a chance de comer além da quantidade necessária.

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Aumente o consumo de fibras – pessoas que apresentam adequado consumo de fibras apresentam menor risco no desenvolvimento de doenças do coração, pressão alta, obesidade, diabetes e câncer de cólon. O aumento na ingestão de fibras reduz os níveis de colesterol no sangue, melhora a glicemia e auxilia no controle do peso corporal. Alimentos ricos em fibras que podem fazer parte do seu dia a dia são as frutas, verduras e cereais integrais (como a aveia e outros grãos integrais).

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Substituir parcialmente as gorduras saturadas pelas gorduras boas (mono ou poli-insaturadas) – a substituição do tipo de gordura que você consome no dia a dia ajuda na prevenção de doenças do coração e na redução do peso. Alguns exemplos de alimentos que podem oferecer fonte de gorduras boas são: o salmão, cremes vegetais, oleaginosas, óleos vegetais (como soja, canola e girassol).

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Consumir alimentos com fitoesteróis – eles auxiliam na redução da absorção do colesterol ruim e podem ser encontrados naturalmente nos vegetais e também em alguns alimentos enriquecidos como os cremes vegetais.

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Retirar o sal da mesa – essa atitude super simples é uma grande aliada no combate à obesidade. Fazer o consumo de sal de forma mais consciente, provando o sabor antes de adicionar mias sal à sua comida após o preparo da mesma auxilia você a levar uma vida mais saudável e uma alimentação mais equilibrada.

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Realizar atividades físicas regularmente – exercícios físicos ao menos três vezes por semana também ajudam a manter a saúde do coração em dia e auxiliam na redução de peso.

Fonte: Becel

Extrato produzido a partir de laranjas brasileiras é novidade contra obesidade

Não é de hoje que a obesidade tem atingido índices alarmantes no país. Contudo, cada vez mais a indústria farmacêutica tem se desenvolvido para apresentar alternativas eficazes para a prevenção e o tratamento desse mal. Agora, quem apresenta a novidade é a Idealfarma que lançou recentemente o Sinecitrus, um extrato 100% vegetal produzido a partir dos frutos de quatro diferentes tipos de laranjas brasileiras.

Se tratando de doenças crônicas, a obesidade tem sido reconhecida como o maior problema de saúde pública mundial, cuja prevalência é crescente. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50% da população brasileira está acima do peso, ou seja, na faixa de sobrepeso e obesidade. Mas, felizmente, estudos recentes tem demonstrado que a prevenção de algumas desordens metabólicas pode ser possível com modificações na dieta e estilo de vida.

E, no que diz respeito ao controle do peso corporal, a introdução de agentes derivados de plantas tem apresentado considerável efeito positivo sobre o metabolismo, reduzindo ainda os riscos da administração das drogas antiobesidade conhecidas, cuja maioria está relacionada a sérios efeitos colaterais, como alteração da pressão arterial e enxaquecas.

Dentro desse contexto que o Sinecitrus se destaca como um poderoso aliado contra a obesidade. São diversas as evidências científicas que apresentam o papel das laranjas como mediadoras das respostas inflamatórias, apontando o papel modulador dos seus compostos bioativos, como os flavonoides, na prevenção e no tratamento de doenças crônicas mediadas por processos inflamatórios.

“Ao unir em sua composição quatro tipos de laranjas brasileiras, incluindo a laranja amarga e a laranja moro, conhecida pelo seu tom mais avermelhado, o Sinecitrus se apresenta ao mercado com uma excelente alternativa ao controle de peso, por aumentar a saciedade e reduzir a adiposidade visceral e o tecido adiposo subcutâneo”, explica Daniela Ferraz, farmacêutica da marca.

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Por se tratar de um extrato vegetal seco, cuja técnica de obtenção ocorre por spray drying, esse composto tem todas as características tecnológicas adequadas para um produto com maior qualidade. Dentre seus principais efeitos estão a redução da gordura corporal e dos níveis de colesterol e triglicerídeos, a melhora da sensibilidade à insulina, a diminuição da quantidade de calorias ingeridas diariamente e a aceleração do metabolismo e do gasto calórico em repouso. Isso sem contar sua potente atividade antioxidante e anti-inflamatória que possibilita uma ação direcionada aos múltiplos mecanismos ativos na obesidade.

Apesar de ter chegado agora ao mercado, uma das principais vantagens do Sinecitrus é a sua facilidade de acesso, visto que está disponível em diversas farmácias de manipulação espalhadas pelo país. Assim, todos que sofrem ou desejam prevenir a obesidade e a diabetes podem usufruir de seus benefícios. Se esse é o seu caso, basta consultar seu nutricionista ou farmacêutico.

Informações: Idealfarma