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Dos naturais aos convencionais: as diferenças entre os tipos de cosméticos

Busca por produtos naturais desperta cada vez mais interesse, mas ainda há dúvidas sobre como distinguir cosméticos verdadeiramente naturais dos convencionais

Se por um lado as pessoas estão mais conscientes sobre a própria saúde e a saúde do planeta, por outro lado ainda há um longo caminho a percorrer para que todos possam tomar melhores decisões sobre os produtos que consomem. Apesar do aumento da procura por marcas naturais e ecologicamente responsáveis, ainda há uma carência de informações que permitem identificar prontamente quais produtos são, efetivamente, aquilo que dizem ser na rotulagem.

Para evitar levar “gato por lebre”, o primeiro passo é identificar os tipos de cosméticos disponíveis no mercado: natural, orgânico, pseudonatural e convencional. Entender a diferença conceitual entre cada um deles é importante, por exemplo, para reconhecer produtos que parecem ser naturais, apesar de apresentarem esses ingredientes em pequena porcentagem.

oleo de cartamo

“Todos os cosméticos são compostos por cinco classes (tipos) de ingredientes: base, fragrância, aditivo, conservante e princípio-ativo. Cada um desses itens tem uma função específica na formulação do produto”, explica a dermatologista Patrícia Silveira, especializada em cosméticos naturais.

Desta forma, um produto é considerado “natural” quando todas as classes de ingredientes são formadas por itens advindos da natureza (vegetal, mineral ou animal), sem que tenham perdido suas propriedades originais no processo de fabricação. Os orgânicos possuem ingredientes naturais advindos de culturas orgânicas e biodinâmicas.

Por isso, todo cosmético orgânico possui ingredientes naturais em sua composição, mas nem todo cosmético natural possui ingredientes orgânicos. “Podemos usar como exemplo o morango. Todo morango é natural, mas nem sempre é orgânico. A mesma analogia se aplica aos ingredientes naturais utilizados nos cosméticos”, explica a dermatologista.

De acordo com Patrícia, nas formulações com ingredientes naturais e orgânicos, todos os conservantes, corantes e fragrâncias são de origem natural. Por exemplo, os óleos essenciais, muito utilizados nestes produtos, são conhecidos pela sua capacidade aromatizante, mas também atuam na conservação do produto e, muitas vezes, como princípio-ativo, devido às propriedades antioxidantes que possuem.

Os cosméticos pseudonaturais, por sua vez, embora frequentemente estejam posicionados como naturais, têm apenas algumas das classes de produtos – normalmente o princípio-ativo – com itens naturais. “As demais são formadas por elementos sintéticos, geralmente derivados do petróleo”, explica a especialista.

Por fim, produtos convencionais são integralmente formulados com ingredientes artificiais. Nesses, o uso de parabenos e outros conservantes, como glicóis, BHT (hidroxitolueno butilado) e EDTA (ácido etilenodiamino tetra-acético), são frequentes.

cosmetico creme

Estudos recentes publicados em periódicos internacionais de grande relevância (como Journal of Pharmacy and Pharmacology, Environmental Medicine, Institute of Pharmacology Polish Academy of Sciences e Polish Archive of Internal Medicine) mostram que essas substâncias são tóxicas para o organismo, podendo causar reações alérgicas e outros problemas à saúde.

Saber diferenciar os cosméticos é importante por várias razões. A primeira, e mais óbvia, é que produtos naturais e orgânicos são biodegradáveis e seu uso gera menor – ou nenhum – impacto ao meio ambiente. Outro motivo é que a pele, maior órgão do corpo, sente a diferença e sofre com as consequências da escolha do que é aplicado nela.

“Os cosméticos naturais possuem uma formulação mais suave, com ativos anti-inflamatórios, calmantes, e ricos em antioxidantes naturais presentes em inúmeros extratos e óleos vegetais. Além disso, abusa da biodisponibilidade (que diz respeito ao percentual de aproveitamento, pelo organismo, de uma substância), com ingredientes que atuam de maneira mais sinérgica, promovendo benefícios reais. Considerando que de 60% a 70% do que passamos na pele é absorvido e cai na corrente sanguínea, é fundamental sabermos o que aplicamos nela”, destaca a dermatologista.

De acordo com a médica, ativos derivados do petróleo não apresentam boa penetração na pele e não têm gordura rica em substâncias antioxidantes e regeneradoras. “Em compensação, os óleos vegetais são ricos em vitamina E e têm uma ótima penetração. Por isso, promovem uma hidratação mais eficaz, levando os benefícios antioxidantes dos ácidos graxos às camadas mais profundas da pele, deixando-a mais saudável, com maior elasticidade e resistência”.

cosmeticos naturais veganicos organicos

Diferenciar as várias opções de cosméticos pode ser um desafio. O primeiro passo é procurar por certificações que atestem a origem de produtos naturais e orgânicos. Os principais são o Natrue, IBD, Ecocert e USDA. Além disso, decifrar a indigesta lista de ingredientes é fundamental para reconhecer quais sãos os principais itens sintéticos, compostos principalmente por derivados do petróleo.

“Já existem alguns aplicativos, como o EWG’s Healthy Living, que têm como objetivo ajudar a reconhecer a origem dos componentes de muitos produtos”, orienta Patrícia.

Fonte: Weleda

 

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Linha biO2 Protein ganha novos sabores

A biO2, marca de alimentos naturais, orgânicos e veganos, amplia a linha biO2 Protein com uma série de novidades e inovações. A linha lançada há três anos, foi a primeira linha de barras de proteínas vegetais do Brasil (à base de proteína de arroz e ervilha), e após conquistar muitos consumidores, a marca investe em diferentes sabores e formatos.

Agora a linha biO2 Protein possui, além dos sabores tradicionais: baunilha e alfarroba, mais dois novos sabores: açaí com banana, e cacau com maca peruana. Estão disponíveis nas versões: barras de 40g, pó em potes de 300g e 908g (novo pote maior lançado a pedido dos heavy users), e a grande inovação: biO2 Protein Shake, a primeira bebida proteica vegana do Brasil pronta o consumo, em embalagens Tetra Pak de 330 ml.

Os shakes, que também contam com a proteína da chia, são uma opção já muito conhecida nos USA. O produto que leva apenas ingredientes naturais, contém açúcar mascavo orgânico em quantidade mínima para adoçar e agradar com equilíbrio à todos. Os sabores iguais aos das barras apresentam-se com mais intensidade nesta versão. A alfarroba, uma vagem original da Espanha, que pela primeira vez no mundo é utilizada neste formato, tem um resultado inusitado. Com o sabor característico entre cacau e o café, o shake é surpreendente.

O novo sabor Açaí e Banana, misturado às proteínas, ganharam textura, cor e sabor de maneira jamais encontrada antes. Aqui encontramos o real e verdadeiro sabor destes ingredientes: o sabor leve e terroso do açaí com aroma natural de banana, diferente do tradicional açaí em bowls que leva adição de muito açúcar.

Já o sabor Cacau e Maca Peruana – uma combinação de alimentos sagrados, podem facilmente substituir os tradicionais achocolatados e trazem muito mais nutrientes e funcionalidades como compostos antioxidantes, vitaminas e minerais. O tradicional sabor Baunilha é uma opção mais neutra e leve ao paladar, podendo até ser utilizado em receitas batido com frutas, matchá, entre outros. O equilíbrio em apresentar 20 g de proteínas com apenas 147 Kcal (sabor baunilha) é um dos grandes destaques desta inovação.

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Uma grande vantagem desta inovação é sua portabilidade, facilitando assim a ingestão adequada de proteínas ao longo do dia, que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 10 a 35% do consumo energético diário total. Logo, este produto é destinado para todas as pessoas e, assim como as barras, podem ser consumidos durante o dia todo, como um lanche intermediário, complementando o café da manhã ou até mesmo após as atividades físicas.

Já as proteínas em pó podem ser utilizadas para enriquecer receitas e preparar shakes rápidos e nutritivos. Hábito dos americanos, esses shakes proteicos batidos no café da manhã vão ganhando espaço e tornando-se cada vez mais comuns no Brasil. Para os veganos é uma maneira prática de garantir parte da ingestão de proteínas logo pela manhã. A biO2, através dos canais de mídia, incentiva a preparação através de receitas e dicas.

Proteínas vegetais

Proteína, assim como o carboidrato, é um nutriente essencial à vida. Ela é responsável pela construção muscular e desempenha diversas funções estruturais, regulatórias e de transporte. As proteínas são compostas por um conjunto de aminoácidos essenciais que são encontrados no reino vegetal. Por isso é seguro afirmar que as proteínas vegetais são completas e bem absorvidas pelo corpo. A combinação das proteínas de arroz e ervilha, utilizada na linha biO2 Protein, oferecem um excelente perfil de aminoácidos, garantindo proteínas de alta qualidade, boa digestibilidade, fácil absorção, além de serem hipoalergênicas. Tendência mundial, a busca por proteínas vegetais vêm crescendo a cada ano e a prospecção para 2018 é que haja um aumento de 40% neste mercado.

Uso por atletas

Estudos mostram resultados semelhantes entre o uso de suplementos proteicos de origem animal e vegetal, e como prova disto todos os atletas biO2 (André Nader, Bruno Lemes, Felipe Camargo, Guilly Brandão, Magali Garnier, Marcela Witt e Pedro Oliva) utilizam a linha biO2 Protein no seu dia a dia e são destaques em suas modalidades.

Saudável

Além de melhor para o planeta, uma dieta plant-based é também a melhor opção para a saúde das pessoas. Esse modelo de alimentação é adequado durante todas as fases da vida, proporcionando benefícios à saúde devido ao seu caráter protetor. Por ser rica em fibras, antioxidantes, compostos bioativos, vitaminas, minerais e possuir baixo teor de gordura saturada, atua comprovadamente na prevenção e tratamento de doenças como aterosclerose, diabetes tipo II, hipertensão e obesidade, além de reduzir os marcadores inflamatórios.

Preços sugeridos:
biO2 Protein Bar 40 g – R$ 7,00/cada
biO2 Protein Pó 300 g – R$ 70,00/cada
biO2 Protein Pó 908 g – R$ 180,00/cada
biO2 Protein Shake 330 ml – R$ 9,90/cada

Informações: bi02

Giuliana Flores ensina a criar um jardim sustentável

O jardim sustentável é um projeto novo no paisagismo. A ideia é utilizar espécies nativas e recursos que não agridam o meio ambiente e que possam ser implantados em áreas verdes urbanas (públicas, particulares, condomínios e empresas). Optar por esse tipo de jardinagem é uma forma de reservar um tempo para a natureza e conservá-la.

Já os convencionais são construídos apenas com objetivo estético. A intenção é disponibilizar uma área bonita, sem levar em consideração a economia dos recursos necessários para seu cultivo, a procedência dos materiais utilizados, adaptação das plantas ao local, entre outros detalhes.

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O projeto no caso de um jardim sustentável também leva em conta a estética, mas o importante é oferecer um bom ambiente às plantas e menores impactos possíveis ao meio ambiente. Ao mesmo tempo, a maioria dos materiais utilizados em sua estrutura é reciclada ou reaproveitada, e há a economia de recursos naturais.

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Principais características

O solo é utilizado de forma racional, as técnicas de conservação da fertilidade e estrutura são pensadas para reduzir os impactos negativos ao meio ambiente. A escolha da vegetação leva em conta a identidade da flora local e a capacidade das espécies de reter água da chuva (o que evita alagamentos e outros problemas).

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Por serem compostos por vegetações adaptadas ao local, os jardins sustentáveis exigem pouca manutenção. Essa característica também proporciona mais vida longa ao projeto paisagista. A utilização de materiais orgânicos, reciclados e reutilizados oferecem um manejo mais simples, além da visita constante de pássaros, borboletas e outros insetos.

Faça o seu próprio jardim

Engana-se quem considera os jardins sustentáveis projetos viáveis apenas para espaços grandes. Se você gosta de jardinagem e vive em áreas urbanas, em locais reduzidos, pode também cultivar esse pedaço da natureza. Para isso, escolha as plantas nativas ou adaptáveis à região, solo e clima da sua região.

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Foto: MarkusSpiske/Pixabay

Você pode cultivar as espécies em vasos reciclados, pneus, garrafas PET, embalagens, deixando o ambiente mais charmoso e criativo. Os materiais também podem ser reutilizados para cuidar do seu cantinho. Reaproveite a água da chuva para regar as suas plantas, pense em um método de irrigação eficiente e que possibilite o armazenamento do líquido. Vale de tudo para gastar o mínimo de recursos energéticos e produzir o mínimo de resíduos.

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Foto: Dieneves/Pixabay
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Foto: Sirgreen/Pixabay

 

Fonte: Giuliana Flores

 

Spa do Renaissance Hotel: renovado e com tratamentos veganos, orgânicos e naturais

Experiências sensoriais, terapias exclusivas, produtos veganos e orgânicos são algumas das novidades do The Spa at Renaissance, refúgio urbano dedicado ao bem-estar. Localizado no Renaissance São Paulo Hotel, as instalações e o menu de tratamentos foram cuidadosamente redesenhados com o objetivo de aproximar a natureza da agitada vida urbana, trabalhando corpo, mente e alma de forma conjunta, em busca de equilíbrio e bem-estar.

A escolha de novos produtos, voltados para o conceito de vida natural e consumo sustentável, ajuda a estimular o crescimento de micro produtores e a reforçar o novo conceito do SPA. Dentre as marcas disponíveis estão a Simple Organic, que conta com produtos de beleza e maquiagem 100% orgânicas, a Souvie, com cosméticos orgânicos totalmente naturais e certificados, produzidos na própria fazenda no interior de São Paulo e a Terral, que produz sabonetes e hidratantes com óleos orgânicos, manteigas e extratos vegetais.

“O menu foi totalmente renovado e conta com terapias exclusivas desenhadas em conjunto com a experiente equipe de terapeutas do SPA”, conta Grasiela Piccirillo, gerente do Spa e Fitness do hotel. “O spa oferece agora banhos de imersão relaxantes, energizantes e revitalizantes com sais, óleos essenciais e ervas naturais colhidas diretamente do nosso jardim”, completa.

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Dentre as terapias, um dos destaques é o The Spa Experience, que utiliza produtos totalmente orgânicos e veganos e possui o abacate como base. Óleo de coco, murumuru, melado de cana e açúcar são utilizados em conjunto em uma esfoliação por todo o corpo, que proporciona hidratação profunda e emoliência, conferindo luminosidade, maciez e elasticidade à pele. Para finalizar, o cliente recebe uma massagem nutritiva e relaxante.

Outro destaque do menu é o Ritual das Pindas. Originária das antigas terapias orientais, as pindas chinesas levam sais e ervas medicinais que contém propriedades tanto relaxantes como estimulantes. Proporcionam relaxamento físico e mental, elevação do estado de consciência, aumentam a concentração e a conexão com o interior, favorecendo o equilíbrio energético. A terapia é realizada alternando manobras relaxantes com o uso das pindas, seguida de uma esfoliação com sais e ervas medicinais e finalizada com um banho de ofurô.

Outra novidade foram as três novas massagens assinadas pela terapeuta Renata França que foram incluídas no menu. Além disso, seis jornadas, que são opções de Day SPA, foram criadas para proporcionar uma experiência sensorial completa. A Jornada Detox, por exemplo, inclui ritual de chegada com chá quente composto por um blend de ervas relaxantes e, na sequência, o tratamento corporal Rain Forest Body Wrap, que consiste em uma esfoliação com sais do Himalaia, aplicação de argila nativa da Amazônia, seguida por drenagem linfática. A jornada inclui ainda tratamento facial Détoxifiant Visage by Mary Cohr e suco detox. Trata-se de uma jornada completa de desintoxicação, regeneração, nutrição e conexão com a natureza.

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O The Spa está localizado em um andar wellness, composto por um completo e moderno fitness center (um dos maiores da América Latina dentro de hotel), piscina climatizada e o Bytes, espaço com um conceito de “comida de verdade”, com opções saudáveis, veganas, vegetarianas, sem lactose, gluten free, sugar free etc. O novo menu, assinado pela chef healthy lifestyle Rafaella Ramalho em parceria com o chef executivo do hotel Gayber Silveira, traz um buffet completo de café da manhã e almoço, além de sobremesas deliciosas feitas com frutas frescas, xylitol – um açúcar natural extraído da beterraba – e sem o uso de conservantes. “O brigadeiro funcional e o bolo de pote de matcha são os doces mais pedidos do Bytes. Smoothies, sucos energizantes, suchás e açaís também fazem parte do nosso novo cardápio, que agrada quem busca uma vida mais saudável”, afirma Silveira.

Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Santos, 2.233 – Jardins – São Paulo – SP

Suplicy Café dá dicas de acessórios, produtos e receitas

Para comemorar o Dia do Café, o Suplicy Cafés Especiais dá dicas de acessórios, produtos e receita para os amantes da bebida. Além disso, nas lojas da marca, estão disponíveis diferentes métodos de extração e mais de seis variedades de grãos a escolha do cliente – entre eles o descafeinado e orgânico.

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Os preços variam entre R$ 6,50 – o espresso pequeno – , até R$ 22,00 – shippon. Além disso, nas unidades Flagship e Café do Farol, são vendidos os cold brew (R$ 8,00) e cold brew nitro (R$ 10,00) – cafés extraídos a frio. Confira as dicas de produtos e receita:

Dicas de produtos:

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1 – Suplicy orgânico: preço – R$ 25,90 – Grãos de espécie 100% arábica da variedade Icatú Precoce da Fazenda Camocim, localizada em Domingos Martins nas montanhas do Espírito Santo.

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2 – Canecas temáticas de cerâmica (360 ml)– R$ 19,90 cada – Nas cores brancas ou pretas, trazem na parte exterior frases divertidas para quem adora café, entre elas: “Dormindo pouco e Sonhando muito”, “Me julguem, sou apaixonado por café” e também “Sem café eu não vivo”.

Receita: Orange Coffee (R$ 18,00)

coffee orange

Ingredientes
150 ml Cold Brew Suplicy Cafés
5 a 6 pedras de gelo de suco pasteurizado de laranja
Capim limão a gosto

Modo de preparo
Em uma coqueteleira coloque o gelo de laranja, o Cold Brew Suplicy Cafés e o capim limão e bata. Num copo long drink adicione 10 ml de suco de laranja pasteurizado e com cuidado despeje a bebida da coqueteleira no copo. Decore com capim limão ou laranja.

Tempo de montagem: 5 minutos
Rendimento: 200 ml

Informações: Suplicy Cafés Especiais

Brasileiros consideram cuidado com beleza tão importante quanto com saúde

Itens com apelo “natural” ganham público, no entanto muitos consumidores deixam passar despercebidas substâncias nocivas à saúde

A onda de produtos mais saudáveis e naturais nunca esteve tão em alta. Mesmo com a crise e inflação acima da média, pesquisas do setor afirmam que os consumidores continuam investindo em itens dessa linha. O tema é, inclusive, pauta de diversos estudos atuais acerca dos benefícios da matéria prima natural, seja na dieta ou em produtos de higiene pessoal e cosméticos.

Afinal, esses ingredientes já não são mais restritos apenas à mesa dos brasileiros há algum tempo. Eles integram a fórmula de diversos produtos do dia a dia e invadem cada vez mais as prateleiras de lojas e supermercados para atender essa demanda.

O fato é que os brasileiros estão cada vez mais preocupados com a saúde, por isso estão atentos desde a composição do cardápio até os itens de cuidados com a beleza. É o que demonstra a pesquisa “A percepção dos consumidores brasileiros sobre cosméticos sustentáveis”, realizada pelo portal especializado Use Orgânico.

De acordo com o levantamento, 82,5% dos participantes se preocupam com a qualidade dos produtos usados no rosto, corpo ou cabelo tanto quanto dos alimentos que ingerem. A maioria dos consumidores ainda afirma conferir o rótulo e a fórmula desses itens, além de dar preferência àqueles que possuem ingredientes naturais, mas será que isso é o bastante? Segundo os especialistas há alguns outros cuidados que devem ser observados para garantir a qualidade e acertar na escolha do produto mais saudável.

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Sobre o estudo

Segundo o levantamento, que ouviu 1.517 pessoas de todas as regiões do país, a grande maioria dos entrevistados diz se preocupar com a qualidade dos produtos que passa no corpo tanto quanto se preocupa com a alimentação. Da mesma forma, quase 80% dos consumidores afirmam que, ao comprar um cosmético, avaliam quais componentes estão presentes na fórmula, e 74.4% deles priorizam o uso de ingredientes naturais, seja na alimentação ou nos produtos.

Quando se trata especificamente de cosméticos, fica evidente que o apelo “natural” tem grande peso na escolha desse consumidor: para 48% dos entrevistados um produto de beleza é mais atrativo quando possui uma composição com ingredientes naturais, essa característica se sobressai, inclusive, dos produtos clinicamente testados, considerados em segundo lugar pelos consumidores, juntamente com a redução de aditivos químicos.

Onde está a pegadinha?

Toda essa preocupação sobre o impacto das escolhas da dieta e produtos de higiene e beleza se reflete nos hábitos e tendências de consumo, fato que já é percebido pelo mercado. De acordo com o levantamento “Power Natural: vivendo intensamente, mas com saúde” realizado pelo Google, a busca pelo termo “natural” cresceu 70% nos últimos 5 anos, à frente, inclusive da procura pela palavra “saudável” que aumentou 55% no mesmo período.

Essa tendência de comportamento tem mobilizado diversas marcas que, para atender essa demanda, precisam se reinventar e tornar os produtos mais atrativos a esse público. Mas como? Valorizando a matéria prima natural, o que para muitos consumidores significa sinônimo de saudável, no entanto, especialistas afirmam que, na prática, não é exatamente assim que acontece. Por mais que o princípio ativo do produto seja um ingrediente natural, há outros componentes que podem reduzir seu potencial saudável e, até mesmo, torná-lo nocivo à saúde. Por isso não basta confiar em qualquer produto “natureba”, é preciso ficar de olho também na composição.

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Atenção redobrada

Segundo a médica Maria Clara Couto, há substâncias de alta toxicidade nos cosméticos convencionais e, mesmo aqueles que se dizem naturais, não estão livres desses elementos: “Apesar da maioria das pessoas se sentir mais segura ao adquirir um produto com apelo natural, há outros componentes que merecem uma atenção especial. Pois, embora o produto use um ativo confiável, pode conter em sua fórmula outras substâncias, como os derivados do petróleo, corantes e aromatizantes sintéticos, conservantes artificiais, dentre outras coisas, que podem colocar tudo a perder. O ideal é verificar a lista de ingredientes e, nesses casos, vale aquela velha premissa: menos é mais, ou seja, quanto menos itens industrializados na fórmula, melhor” – afirma a especialista em dermatologia.

Cuidado com os agrotóxicos

Mesmo com essa precaução, segundo a consultora da Use Orgânico, os produtos naturais ainda não estão livres dos temidos agrotóxicos. “Engana-se quem pensa que esses vilões só estão presentes em nossos pratos. Eles estão em frutas, verduras, carnes, leite, bebidas, produtos industrializados e em quase tudo o que compramos no supermercado”.

O Brasil carrega o amargo posto de ser o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, para se ter ideia, por ano é consumido o equivalente a mais de 7 litros de agrotóxicos por pessoa, e, segundo estudos, a contaminação pode atingir, até mesmo, o leite materno.

MULHER BELEZA ESPELHO BATOM

Couto afirma que: “A regra para os produtos classificados como naturais é de que eles podem conter no máximo 5% de componentes artificiais, no entanto, seus ingredientes de origem natural não são necessariamente isentos de agrotóxicos, pesticidas e adubos químicos durante o cultivo, portanto, mesmo que o produto esteja livre de elementos sintéticos, como os corantes e fragrâncias, ainda assim podem conter essas substâncias nocivas. Diferente dos orgânicos, que além de possuírem os ativos naturais, as matérias-primas usadas não levam agrotóxicos no seu cultivo.” – explica a especialista.

Além disso, estudos realizados pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e Ministério da Saúde – Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam os malefícios que os agrotóxicos podem causar, como problemas neurológicos, motores e mentais, distúrbios de comportamento, problemas na produção de hormônios sexuais, infertilidade, má formação fetal, aborto e, até mesmo, diversos tipos de câncer.

Como acertar na escolha

Para não errar, a dica é ficar de olho no rótulo. Segundo José Youssef, diretor comercial da Use Orgânico, ainda não há uma regulamentação no Brasil para cosméticos naturais, por isso, muitos fabricantes utilizam o termo indiscriminadamente. Já outros seguem as exigências internacionais estabelecidas pela principal associação de certificadoras europeias Cosmetic Organic Standard (Cosmos), portanto são mais confiáveis. Mas, para garantir um produto natural, livre de aditivos químicos e substâncias nocivas à saúde, o ideal é investir nos orgânicos.

cosmético validade rotulo

“Esses produtos respeitam uma série de normas para se encaixar na categoria, por isso são certificados por agências regulamentadoras reconhecidas internacionalmente como a EcoCert (francesa), o IBD (Instituto Biodinâmico – brasileiro), e a SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), o que garante sua qualidade e traz segurança ao consumidor” – explica o especialista.

Fonte: Use Orgânico

Sem fins lucrativos, espaço em São Paulo quer facilitar acesso a alimentos orgânicos

Baseado na economia solidária, associação de mulheres planeja espaço integrado e democrático, onde seja possível obter produtos orgânicos e veganos a preços acessíveis

Quem disse que alimentos orgânicos e produzidos de forma ética precisam ser restritos apenas à camada da população com melhor poder aquisitivo? Para provar que é possível facilitar o acesso a frutas, verduras, legumes e outros alimentos produzidos sem o uso de agrotóxicos e sem crueldade animal, uma associação sem fins lucrativos de São Paulo quer abrir um espaço onde possa oferecer preços mais baixos do que os cobrados no mercado tradicional.

O espaço, chamado de Projeto Vegânica, está sendo planejado para funcionar próximo ao metrô do Butantã, na região oeste da cidade. No país considerado o maior consumidor mundial de agrotóxicos, além de ser um lugar para se praticar uma forma diferente de consumo, mais consciente, o principal propósito da iniciativa é tornar mais democrático o consumo de produtos orgânicos, ainda inacessíveis para a maioria da população.

Segundo uma pesquisa do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), realizada entre abril e maio de 2017, apenas 15% da população afirmou consumir alimentos orgânicos regularmente. Dos 85% que não o fazem, 41% citaram os preços como o principal motivo que impede o acesso a esses tipos de alimentos.

“Acreditamos que um mundo melhor, somos nós que fazemos. E queremos fazer a nossa parte. Por isso, estamos montando uma proposta em que todos – nós, os produtores, consumidores, os animais e o meio ambiente – são beneficiados”, explica Stela Silva, uma das idealizadoras da proposta.

Para tornar os preços mais acessíveis, o Projeto Vegânica fará parcerias com pequenos produtores, microempreendedores ou com quem tenha serviços a oferecer. A proposta é cobrar pelos produtos o mesmo preço pago a esses fornecedores (incluindo, quando houver, taxa de frete ou tributos interestaduais), acrescido de um percentual fixo para garantir a manutenção do local.

“Com esse formato, que não visa o lucro, poderemos oferecer um preço menor do que é cobrado no comércio tradicional. Queremos fortalecer a economia local, atuar em um modelo mercadão, com espaços integrados, onde cada um leva sua sacola de compras, as pessoas se encontram, conversam, as crianças brincam, e onde a sustentabilidade seja aplicada em sua totalidade”, acrescenta Stela.

Com experiência no comércio de produtos orgânicos e veganos, a empreendedora se uniu a Ilza Lima e Sílvia Sakuma e, juntas, fundaram uma associação sem fins lucrativos, o Instituto Vegânica. No começo de 2018, elas começaram a movimentar e reunir uma rede de pessoas alinhadas com conceitos como economia solidária, sustentabilidade, alimentação consciente e colaboração. A ideia é somar todo tipo de ajuda, inclusive de consumidores que poderão se beneficiar do Espaço, para colocar o projeto em prática ainda no primeiro semestre de 2018.

“Um negócio baseado apenas no lucro não faz mais sentido em um mundo tão desigual. Queremos criar conexões positivas, envolver produtores, consumidores, microempreendedores e contribuir para inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo. Quem sabe, em um futuro próximo, cada região de São Paulo e de outras cidades Brasil afora possam ter um lugar assim”, explica Silvia Sakuma.

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Produtos e serviços em troca de apoio

Para conseguir juntar o investimento inicial necessário para a abertura do espaço, o Projeto está oferecendo cursos, produtos e serviços em troca de apoio. Entre os cursos oferecidos estão o de produção de cosméticos naturais, de manutenção de bicicletas, de tratamento capilar sem o uso de ingredientes químicos, de produção de alimentos em pequenos espaços, de produtos de limpeza naturais, de bordado, de produção de brotos e outros.

Entre os produtos ofertados para quem apoiar o Projeto estão cestas de orgânicos, almoços veganos, kits de produtos de beleza naturais, mapas astrológicos e outros. Também estão sendo oferecidas palestras e aulas sobre alimentação saudável, minimalismo, saúde e medicina homeopática, upcycling, planejamento de uma vida sustentável, empreendedorismo feminino, yoga para adultos, gestantes e crianças, além de outros. Valores e demais informações sobre os cursos, produtos e palestras podem ser conferidos neste link.

Projeto já existe em versão itinerante

O modelo de economia do Projeto Vegânica planejado pelas três mulheres já vem sendo posto em prática com sucesso em um evento itinerante, chamado Expo Vegânica, realizado na capital paulista desde 2016. A última edição ocorreu no último dia 3 de fevereiro, no Centro Cultural Butantã.

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Foto: Orgânicos vendidos na última edição do ExpoVegânica, em fevereiro de 2018. Foto: Divulgação

“Nesse formato, o Vegânica conseguiu auxiliar microempreendedores a escoarem suas produções de maneira efetiva, possibilitando preços mais acessíveis ao público que passava pelo evento. Nossa proposta é dar continuidade a esse modelo, mas agora em um local fixo, e agregando várias iniciativas voltadas para o fortalecimento de uma rede de economia solidária” destaca Stela Silva.

Além do Expo Vegânica, o Projeto chega para se unir a outras duas iniciativas já instaladas na cidade de São Paulo e que também têm o propósito de democratizar o acesso a alimentos produzidos sem agrotóxicos. São eles: o Instituto Chão, localizado na Vila Madalena, e o Instituto Feira Livre, no centro da cidade.

Informações: Projeto Vegânica

 

 

 

 

Easy Organic Food Solutions: novidade inteiramente orgânica

Sob o comando de Fernando Pupo, o Easy Organic Food Solutions, nasceu do desejo de se alimentar de forma prática e saudável, mas sem abrir mão do sabor. Formado em direito pela FMU, e cursos de especialização em Empreendedorismo e Marketing pela FGV/SP, ele adotou um estilo de vida saudável e ligado à natureza. Além disso, sua paixão pelo surf o fez viajar pelo mundo vivenciando diferentes experiências além de conhecer novas culturas e suas peculiaridades gastronômicas.

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Localizada na rua Mourato Coelho, o Easy tem como proposta desmistificar a alimentação orgânica. Em um ambiente acolhedor e com bastante verde, as mesas iluminadas com luz natural, dão à casa uma atmosfera aconchegante e descontraída.

Ao entrar, além das mesas, também há geladeiras “Grab’n Go” com lanches rápidos, Sucos Prensados, Suco Verde, Kombucha, Doces, Salgados, Saladas, Salada de Frutas e Iogurte prontos para levar. No Empório encontramos todos os ingredientes que são usados na elaboração dos pratos do cardápio e do Grab’n Go, de produtores parceiros e certificados com selo orgânico.

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A preparação dos pratos pode ser acompanhada por todos os clientes uma vez que a Cozinha do Easy ,comandada pelo chef Gabriel Medina Ximenes, segue o conceito aberto.

Por acreditar nos benefícios dos produtos orgânicos para a saúde o cardápio foi totalmente elaborado com ingredientes da mais conceituada procedência. E, para contemplar todos os gostos e sabores, foram trazidos para os pratos, as carnes e frangos da Korin, além dos peixes que são de pesca sustentável ou selvagens.

“Trabalhamos com produtos 100% orgânicos e certificados, respeitamos os ciclos de produção da natureza utilizando ingredientes da estação e privilegiamos a agricultura familiar que colocam em primeiro lugar o bem-estar social e a preservação do meio ambiente”, explica o sócio Fernando Pupo.

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Serviço:
Easy Organic Food Solutions – Rua Mourato Coelho, 1.223, Vila Madalena, São Paulo – Horário de Funcionamento: segunda a sexta – das 8h às 18h. Sábados e domingos – das 8h às 14h. Carnaval – fechado de sábado, 10, a terça, 13

6º Organic Food Fest oferece alta gastronomia orgânica

Festival reúne casas em São Paulo e Rio de Janeiro com receitas sustentáveis e livres de agrotóxicos a preços acessíveis. Apresentadoras de TV e chefs renomadas como Bela Gil e Tati Lund são destaques desta edição

Saúde, sabor, frescor. Essa é a proposta da 6ª edição do Organic Food Fest, que começou no dia 19 de janeiro e vai até dia 4 de fevereiro de 2018 e que conta com 23 restaurantes badalados do eixo Rio-SP, reunindo mais de 100 receitas inéditas e sustentáveis.

O festival é o único gastronômico à base de orgânicos do Brasil com a proposta de incentivar uma alimentação saudável e um consumo sustentável. Para criar uma verdadeira opção sensorial e gustativa, os chefs precisarão criar um menu-degustação exclusivo em 3 tempos com, pelo menos, metade dos ingredientes de origem orgânica, proveniência agroecológica ou de pequenos produtores. Os menus terão o preço fixo de R$ 55,00 no almoço ou R$ 88,00 no jantar (por pessoa), dependendo da escolha da casa. Bebidas e 10% de serviço à parte.

As chefs e apresentadoras do canal GNT, Bela Gil, dos hotéis Best Western, e Tati Lund, do.Org Bistrô, grandes defensoras da culinária natural e da cozinha de qualidade na mesa de todos, são destaques nesta edição e participam com menus exclusivos no Rio de Janeiro. Em São Paulo, as casas Antonietta Cucina, Banana Verde, Bar da Dona Onça, Clos, Comedoro, Condessa Bistrô, Félix Bistrot, Jacarandá, La Piadina, Le Bou Bistrô, Mercearia do Conde, Nambu, Obá Restaurante, Solo, Taka Daru Izakaya e Tavares Restaurante são alguns dos participantes desta edição, que vão adaptar ou ampliar seus menus de base orgânica para atender às regras do festival.

No Rio de Janeiro, participam: Bottega Del Vino, Duo Trattoria, Mensateria, .Org Bistrô, os restaurantes Da Bela e o Zazá Bistrô. Para ser orgânico, o produto não pode ter recebido adubo químico, agrotóxico, hormônio, antibiótico, insumo geneticamente modificado, radiação ou qualquer aditivo sintético. Na maioria dos casos, em edições anteriores, os chefs bateram as metas mínimas e conseguiram apresentar pratos de 80 a 100% orgânicos.

A 6ª edição do Organic Food Fest tem o patrocínio da Korin, empresa brasileira de produtos orgânicos e sustentáveis, especialmente carnes, Direto da Serra, Feira Biodinâmica e Terra Frutas. O apoio é de Associação de Agricultura Orgânica (AAO), Idec, FinoCoco, Poder da Terra e Zucca e o apoio de mídia de Band FM, Elemidia, Itaú Cinemas e Kallas.

Criado pelo empresário alemão Matthias Börner, grande entusiasta do mercado de orgânicos, o festival visa disseminar o uso de alimentos orgânicos na alta gastronomia e fomentar o setor no Brasil. Alimentos orgânicos fazem bem à saúde por serem mais completos nutricionalmente, mais saborosos e ricos em minerais como ferro, selênio e potássio do que os convencionais.

Pessoas com alergias e intolerâncias alimentares também têm se beneficiado de dietas de origem orgânica. Eles são benéficos à saúde também de quem os produz e manipula, por não haver risco de intoxicação. “A produção dos orgânicos respeita princípios, como proteção da biodiversidade, condições dignas de trabalho e o manejo correto da água e do solo. Substituir a alimentação convencional pela orgânica é iniciar uma revolução sustentável.

Na Europa, até cidades com apenas 50 mil habitantes possuem supermercados inteiramente orgânicos”, explica Börner, idealizador do evento. Convencido de que o mundo todo pode se alimentar de forma saudável, Matthias gostaria de ver o Brasil entre os países líderes de consumo de orgânicos – já que hoje possui um rótulo vergonhoso: campeão mundial no uso de agrotóxicos. Iniciativa para promover uma alimentação saudável e um consumo sustentável. Sabor sem veneno.

Informações: Organic Food Fest

Produtos naturais, orgânicos e veganos para os cachos

A Surya Brasil líder de mercado em produtos naturais , orgânicos e veganos  lançou este ano a tão esperada Linha Cacheou! – Natural Poo, composta por quatro produtos para cabelos cacheados ou crespos: shampoo , condicionador, que também é  co-wash, creme para pentear e gel modelador de cachos.

Os produtos foram desenvolvidos com a técnica “pouco shampoo e sem shampoo “ e toda a linha é composta pelo óleo de pequi, também conhecido como “ouro do cerrado”, por ter propriedades naturais que garantem a definição dos cachos e a redução de frizz.

Com alto poder de hidratação, a Cacheou! é livre de sulfatos e óleo mineral, que impedem uma hidratação mais profunda do cabelo. Além disso, é composta por óleos de coco, babaçu e dos exclusivos ativos marinhos Keramare e Nori, que proporcionam brilho e deixam os cachos mais maleáveis. Não contém: BHT, EDTA, Óleo Mineral, Silicones, Fragrâncias e Corantes Sintéticos, Parabenos, Sulfato e Sal.

Assim como todos os produtos Surya Brasil, a linha Cacheou! Natural Poo é natural, orgânica e vegana , sem testes em animais e também não possui produtos de origem animal em sua composição.

“Dica para as cacheadas” – a mistura de Ativador de cachos + Gel modelador é ótima para modelar e proteger os fios.

Para quem usa o secador para tirar a umidade dos cabelos os cachos permanecem bonitos, fortes, brilhantes e sem frizz mesmo com o calor do aparelho.

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Preços

Cacheou! Shampoo 200 ml – Preço: R$ 26,00
Cacheou! Condicionador 200 ml – Preço:R$ 27,95
Cacheou! Ativador de Cachos 250 ml – Preço:R$ 31,20
Cacheou! Gel Modelador de Cachos 250 ml – Preço:R$ 28,60

Informações: Surya – SAC: 08007707411