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O passeio é do cachorro, e não do tutor

A famosa “voltinha” pode até ser um alívio para os tutores, mas não deixa de ser estressante para os animais se alguns cuidados básicos não forem seguidos

 

Ao caminhar pelos bairros de São Paulo é comum vermos pessoas passeando com os cães, seja tutor, dogwalker, ou, até mesmo, um zelador dos prédios da redondeza, que busca uma grana extra. O passeio, aparentemente simples, esconde cuidados que, se não realizados, transforma o momento que deveria ser divertido, em uma ocasião estressante para o animal. Por isso, é preciso ter em mente que este momento é do animal e não da pessoa que o leva. Para proporcionar uma recreação prazerosa, Carolina Rocha, veterinária e fundadora da PetAnjo, separou algumas dicas:

mulher cachorro passeio caminhada

Escolha uma rota tranquila: tente procurar um caminho mais arborizado e sem muito tumulto. Os episódios mais estressantes para os animais são: aproximação de outros cães, pessoas desconhecidas querendo fazer carinho, que sejam impedidos de farejar e fazer necessidades, barulho de skate, bicicleta, moto e crianças correndo. Evite essas situações;

Prestar atenção aos sinais corporais: medo, ansiedade, agressão, latidos, brincadeiras e temperatura corporal, principalmente em animais com focinhos curto;

cachorro na grama

Verifique o ambiente: todo animal é curioso, por isso, atenção aos objetos e restos de alimentos que estão no chão. Machucados como cortes e abrasões também ocorrem, é preciso estar atento ao espaço;

cachorros brincando

Animais soltos na rua: atenção também precisa estar voltada para outros animais abandonados ou sem guia. Ao perceber isso,  vire para o outro lado do cão, mude de sentido fazendo com que ele ignore o outro animal;

dachshund cachorro pixabay
Foto: Pixabay

Coleira: é importante verificar o estado da coleira e guia, e evitar puxões. Os animais precisam de espaço para cheirar e ter estímulos diferentes;

A02JAA Man walking dog

Tempo: todo cachorro, independente da raça, precisa ter pelo menos 30 minutos de passeios diários. Além de estimulação física, a caminhada traz benefícios mentais; Antes de sair para o passeio, mostre ao cachorro que ele está indo para algo divertido, mas calmo. Sempre dar um tom focado antes mesmo da caminhada. Isso evita ansiedade, reatividade e latidos do cão.

Além de todos esses cuidados, os tutores precisam ter consciência da importância de colocar seus cães nas mãos de profissionais que entendam do assunto. Saber que passear com o cachorro não é apenas colocá-lo para ir olhar a rua, pois situações que ocorrem durante essas caminhadas podem acabar causando um trauma ao animal e, muitas vezes, acidentes.

Fonte: Pet Anjo

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Anhanguera realiza Desfile de Moda Pet em São Bernardo

Evento aberto ao público tem como objetivo incentivar a adoção e a posse responsável dos animais do Centro de Controle e Zoonoses

A Anhanguera de São Bernardo – unidade ABC promove na próxima terça-feira (25), às 19h, Desfile de Moda com animais de estimação do Centro de Controle e Zoonoses de São Bernardo do Campo. A iniciativa dos cursos de Medicina Veterinária e Design de Moda, em parceria com a Prefeitura Municipal tem como principal objetivo conscientizar sobre a adoção responsável dos animais.

“O Centro de Controle de Zoonoses de São Bernardo tem sido nosso parceiro em eventos sociais, como campanhas de vacinação e atendimento especializado. Temos a intenção de mostrar para a comunidade que o Centro tem diversos animais que são recolhidos e podem ser adotados”, informa o coordenador do curso de Medicina Veterinária, Tiago Marcelo Oliveira. Os alunos do curso também reforçarão o tema com dinâmicas sobre a importância da posse responsável e a responsabilidade que é adotar um animal.

Na passarela, os bichinhos vestidos com bandanas confeccionadas pelo curso de Design de Moda vão desfilar no saguão na unidade. “Os alunos utilizaram como temática para desenvolvimento das peças as profissões dos cursos oferecidos na Unidade. Os pets desfilarão com bandanas customizadas e caracterizadas por logotipos de cada profissão, sendo que pretendemos que os próprios alunos desfilem com os animais”, explica a coordenadora do curso Fabíola Mastelini.

O evento será aberto ao público. Quem tiver interesse em adotar um dos animais vai receber orientações e será encaminhado ao Centro de Controle e Zoonoses de São Bernardo localizado na Av. Dr. Rudge Ramos, 1740.

cachorro terno fantasia pixabay
Pixabay

Anhanguera ABC | Desfile Pet
Local: Anhanguera de São Bernardo – unidade ABC
Endereço: Avenida Dr. Rudge Ramos, 1418

Informações: (11) 4365-3349

Alexandre Rossi e Estopinha dão dicas de comportamento animal

Evento gratuito faz parte do Bravecto Day, que acontece no dia 23 de setembro, a partir das 11 horas

Neste domingo, 23 de setembro, a partir das 11 horas, será realizado na Cobasi Tamboré, em Alphaville Industrial, Barueri – SP, o Bravecto Day. Durante o evento, os presentes podem aproveitar gratuitamente um dia inteiro de atrações para a família e seus animais, com barraca de pipoca e algodão doce, fotógrafo e caricaturista.

As 16 horas, Alexandre Rossi e Estopinha promovem gratuitamente uma palestra com dicas sobre comportamento animal, correção de comportamentos inadequados e demonstração de alguns truques. O público ainda terá acesso a informações sobre proteção adequada contra pulgas e carrapatos e poderá tirar algumas de suas dúvidas com o Alexandre, além de conhecer e interagir com a cadelinha Estopinha.

Bravecto Day é resultado da parceria da Cobasi e da empresa MSD Saúde Animal.

alexandre rossi e estopinha

Serviço – Bravecto Day
Realização: Cobasi e MSD Saúde Animal
Local: Cobasi Tamboré Alameda Araguaia
Endereço: Alameda Araguaia, 3023, Alphaville Industrial, Barueri – SP
Data: 23/09
Horário: A partir das 11 horas
Palestra com Alexandre e Estopinha Rossi: 16 horas
Evento gratuito. Classificação livre. Sujeito a lotação do espaço.

Morumbi Town Shopping recebe evento de adoção de pets

Com o apoio da Ampara Animal, empreendimento recebe mais de 10 animais à espera de um novo lar

A chegada de um pet é sempre motivo de muita alegria para muitas famílias. Um novo companheiro, sendo um gatinho ou cachorrinho, é um momento marcante e inesquecível. Por isso, o Morumbi Town Shopping – empreendimento localizado na Zona Sul de São Paulo – em parceria com a Ampara Animal, realiza uma nova edição de um evento para promover a adoção de animais.

O evento levará mais de 10 pets ao empreendimento, entre eles gatos e cachorros que estão à espera de um novo lar. Para adotar um animalzinho é necessário ter mais de 18 anos e portar documento com foto e comprovante de residência, além de passar por uma triagem, que avalia questões ligadas ao perfil familiar, rotina do adotante, histórico com animais, segurança e necessidades do animal. Também é necessário ter uma forma segura de transportar o pet.

Para a adoção de gatos, os novos donos deverão morar em apartamentos ou casas com telas de proteção, o que dificulta a rota de fuga dos bichanos. Os interessados por cães e gatos deverão pagar uma taxa de R$ 100,00, que serão revertidas para os cuidados com os outros bichinhos mantidos pela organização. Cada adotante levará para casa um kit da Pedigree e MID para que possa ter todo o suporte inicial para o bem estar de seu mais novo companheiro.

“Esta será a terceira vez que realizamos uma Feira de Adoção no Morumbi Town Shopping. Nós reforçamos o compromisso em ser um empreendimento pet friendly com cada vez mais atrações que incluam os pets no nosso dia a dia. Nosso objetivo é que os cães e gatos que aqui estarão disponíveis para adoção muito em breve retornem, mas acompanhados de um novo tutor, para curtir um passeio pelo Shopping em família”, comenta Gabriel Lima, Coordenador de Marketing do Morumbi Town Shopping.

A Fundação Ampara Animal trabalha, desde 2010, ativamente na transformação da realidade em que se encontram os cães e gatos rejeitados e abandonados no Brasil. Para isso, busca conscientizar a população a respeito de suas necessidades e cuidados, fornecendo informações sobre bem-estar animal e guarda responsável. A organização tem como meta o controle populacional de animais por meio da esterilização, a ser realizada principalmente em comunidades carentes, onde vivem muitos deles desamparados e vítimas de maus-tratos.

cachorro para adoção morumbi.JPG

“Evento de adoção”
Data: 22 de setembro
Horário: das 11h às 16h
Local: Morumbi Town Shopping – Piso G2
Endereço: Av. Giovanni Gronchi, 5930 – Vila Andrade, São Paulo/SP

Diagnóstico precoce de Alzheimer garante bem-estar aos pets

Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais bichinhos de estimação apresentam a degeneração cognitiva, doença que causa mudança no comportamento

Os pets estão vivendo mais e enfrentam os riscos de doenças crônicas e degenerativas. A síndrome da disfunção cognitiva é um dos problemas que têm sido frequentes entre os cãezinhos idosos. Assim como o Alzheimer nos humanos, a doença é caracterizada pelo envelhecimento das células do cérebro.

“Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida aos bichinhos de estimação”, afirma a veterinária Carolina Dias Jimenez, especialista em neurologia da Petz.

Por isso, o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, comemorado hoje, 21 de setembro, é importante também para alertar sobre os riscos nos bichinhos de estimação. Com o envelhecimento, ocorre a deposição de uma proteína chamada amiloide nos neurônios e em todo tecido cerebral, que causa a morte gradual das células.

Sinais

cachorro deitado doente

A doença se manifesta geralmente a partir dos dez anos, com a desorientação (envolve momentos de agitação e/ou de sonolência), redução de atividade física, mudanças no padrão do sono, perda de memória visual e alteração nos hábitos de higiene. “Eles começam a olhar para o nada, se perdem atrás de móveis, não reconhecem o dono, dormem mais tempo durante o dia e, à noite, ficam zanzando pela casa compulsivamente”, explica a veterinária.

Com a evolução do problema, eles passam a não saber mais como beber água ou comer, não conseguem mais deglutir, podem parar de andar, perder a atividade locomotora, com uma série de consequências à saúde.

Tratamento

Cão_veterinário

Além do acompanhamento veterinário, o tratamento é feito com antioxidantes, que vão retardar o envelhecimento celular e, consequentemente, a liberação da substância amiloide. Também é usada medicação que aumenta a vascularização no cérebro, melhorando o seu funcionamento. “É uma doença degenerativa, como no ser humano. O acompanhamento veterinário poderá retardar os sintomas e minimizar os efeitos, mas vai continuar evoluindo”, esclarece Carolina.

Quando o animal começa com os sinais neurológicos, é importante fazer uma ressonância magnética ou algum outro tipo de exame mais apurado para excluir problemas como tumor cerebral, que tem tratamento oposto ao Alzheimer. Mas o diagnóstico é clínico, pois nenhum exame mostra as alterações.

Prevenção

Além de ter uma alimentação equilibrada e praticar atividades físicas frequentemente, a indicação é começar com antioxidantes e vitaminas o mais precoce possível, por exemplo, a partir dos 8 anos. Outra opção são rações ricas em antioxidantes que auxiliam no combate aos radicais livres e, por sua vez, combatem o envelhecimento.

Normalmente, as raças pequenas como Yorkshire, Maltês e schnauzer são mais predispostas à doença, principalmente porque a expectativa de vida delas é maior. Para que o pet fique bem, no entanto, a compreensão e atenção dos donos são ótimos tratamentos. Veja abaixo algumas dicas da veterinária.

1 – Não deixar o pet sozinho por longos períodos, já que eles podem ficar confusos ao se enfiarem em lugares restritos da casa e não conseguirem sair, como embaixo de móveis, atrás de portas.

cachorro dormindo cama coberto

2 – Eles vão dormir por mais tempo. Isso acontece não só pela doença, como pelo envelhecimento. O ideal é levá-los mesmo dormindo para fazer as necessidades ou recorrer às fraldas descartáveis (mas nem todos se adaptam).

cachorro idoso

3 – Se possível, deixar o espaço livre onde eles ficam para que possam caminhar, quando desejarem, sem acidentes. Manter a caminha higienizada e respeitar a lentidão nos momentos de passeio.

cachorro comendo

4 – Como podem ocorrer também mudanças no apetite do pet, que troca o dia pela noite, deixe a ração disponível e a água por tempo indeterminado. Converse com o veterinário para indicar opções pastosas para facilitar a mastigação do cão.

veterinarian dogs

5 – Faça check-up e acompanhamento veterinário de seis em seis meses para garantir bem-estar e controlar os efeitos da doença.

Fonte: Petz

Chevrolet lança acessórios para o transporte de pets

Linha é composta por cadeirinha, capa de proteção para banco, guia retrátil, extensor de cinto de segurança, bolsa de passeio e caixa transportadora; itens chegam como uma das novidades da gama de acessórios do Novo Spin, mas são compatíveis também com outros modelos Chevrolet

A Chevrolet está lançando uma linha de acessórios originais específicos para o transporte de cachorros e gatos. Entre os itens estão cadeirinha, capa de proteção para bancos, guia retrátil, guia para ser conectada ao feche do de cinto de segurança, bolsa de passeio e caixa transportadora.

Os acessórios visam maior conforto e proteção dos animais durante as viagens e, consequentemente, a maior segurança dos demais ocupantes, além do cumprimento das legislações de trânsito.

O número de pets no Brasil é cada vez maior. Somente a população de cachorros soma 52 milhões – superior a de crianças (45 milhões), de acordo com o IBGE. Animais de estimação ganharam status de membro da família e, cada vez mais, acompanham seus tutores em pequenos passeios e viagens de carro.

“Os acessórios foram desenvolvidos para atender crescente demanda por mais conforto e proteção dos animais no veículo, até por exigências legais, o que também cria uma nova oportunidade de negócio para a empresa”, justifica Alexandre Wiering, gerente de acessórios da Chevrolet.

De acordo com a legislação de trânsito, guiar com o pet no colo ou entre as pernas é passível de penalização. Já deixá-los soltos no veículo pode ser arriscado, principalmente porque podem distrair o motorista.

A linha de acessórios originais Chevrolet para pets foca nos tutores de cachorro e gatos que buscam fazer passeios com seu animal de estimação. Os itens chegam como uma das novidades da gama de acessórios do Novo Spin, mas são compatíveis também com outros modelos Chevrolet e até de outras marcas.

Conheça os produtos disponíveis:

– Caixa rígida para transporteAcessórios originais Chevrolet específicos para PETsAcessórios originais Chevrolet específicos para PETsA caixa é uma das maneiras mais seguras de transportar seu pet dentro do carro e deve ser posicionada em locais arejados e que não permitam seu deslocamento, como sobre o assoalho, atrás do banco do carona. O acessório, disponível nos tamanhos M e G, possui trava na porta e certificação IATA (International Air Transport Association).

– Cadeirinha para pets

Acessórios originais Chevrolet específicos para PETs
O cesto cria uma área determinada para o animal viajar, evitando marcas, arranhões e pelos pelo veículo. É ideal para filhotes, animais leves e pequenos, que devem estar devidamente presos ao cinto de segurança por meio de uma guia específica. Por ser aberta na parte superior, a cadeirinha evita a sensação de confinamento e permite que o animal faça movimentos durante o trajeto.

– Capa impermeável para banco*
A capa se adapta a diferentes ajustes dos bancos e evita que o animal caia do assento em manobras. Além disso, a capa é impermeável e traz uma abertura para poder prender a guia específica do animal ao cinto de segurança do veículo.

– Guia com conexão para o feche do cinto de segurança

Acessórios originais Chevrolet específicos para PETs

Acessórios originais Chevrolet específicos para PETs
Feita de nylon, a guia permite prender o animal ao feche do cinto de segurança e sua coleira, evitando que ele circule inapropriadamente pelo interior do automóvel ou tente pular pela janela. A guia pode ser regulada e permite que o animal viaje sentado ou deitado no banco, garantindo assim uma viagem mais confortável.

– Guia retrátil de passeio

Acessórios originais Chevrolet específicos para PETs
O guia retrátil é indicado para variados tamanhos e raças de cachorro sendo ideal para um passeio ao ar livre em segurança com o tutor. A regulagem da fita pode ser ajustada de acordo com a situação ou local e dá liberdade de movimentação ao animal.

*foto não disponível

Fonte: Chevrolet

Petz cria espaço especial e permanente para adoção de gatinhos

Nova loja da Ricardo Jafet oferece recinto permanente com felinos em parceria com a ONG Adote um Gatinho

A Petz criou um espaço permanente que abriga gatinhos para adoção na loja Ricardo Jafet, em São Paulo. Em um recinto todo envidraçado, com acessórios, brinquedos e alimentação, os felinos podem ser vistos, interagir e conquistar uma nova família. O projeto é em parceria com a ONG Adote um Gatinho, que cuida de todo o processo de adoção.

Cinco gatinhos ficam no local e, à medida que vão para um novo lar, são substituídos. Para adotá-los, o interessado deve morar em apartamentos totalmente telados ou em casas que não tenham algum ponto de fuga. A ONG agenda uma vistoria na casa do candidato e, estando tudo certo, ele pode retirar o gatinho na Petz, munido de caixa de transporte e RG.

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Todos os felinos são castrados, vacinados e vermifugados. Na Petz, eles ganham uma orientação veterinária gratuita e os adotantes podem tirar todas as dúvidas sobre a saúde dos bichanos. “A parceria é importante porque dá visibilidade aos gatos. A ideia é que cada vez mais eles possam ser adotados e ganhar uma nova família”, afirma Susan Yamamoto, uma das fundadoras da ONG.

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Adote Petz

“É mais uma proposta da Petz para potencializar as adoções. Queremos incentivar a posse responsável e uma nova chance para os animais”, explica a veterinária Giulliana Tessari, coordenadora do Adote Petz, que registrou 5.198 adoções no ano passado, em eventos realizados nos fins de semana nas lojas da rede de pet shops, em parceria com 18 ONGs. Desde o início do projeto, em 2007, esse número já passou de 30 mil.

A estimativa para 2018 é aumentar as adoções. Para isso, o número de ONGs parceiras dobrou. Uma das maiores preocupações é com o abandono, que aumenta no período de festas, feriados e férias.

Seis dicas para a posse responsável:

1 – Gatos podem viver mais de 12 anos, por isso, levar um pet para casa é um compromisso para a vida toda.

2 – É importante saber se a família mora em um lugar que aceite bichinhos, se há espaço para o pet viver com o mínimo de conforto, se alguém é alérgico à pelagem etc.

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3 – A casa deve ser estruturada para receber o pet, com proteção de tomadas, cuidados ao acesso a produtos de limpeza e plantas tóxicas, incluindo arranhadores para gatos e rede nas janelas, além de um cantinho confortável para ele descansar e se adaptar ao local.

4 – Os gatos se adaptam melhor às horas em que os donos estão fora de casa, porque dormem mais de 10 horas por dia. Mas também precisam de atenção e cuidados.

5 – Ter um gato envolve gastos com saúde e bem-estar. Os pets vão precisar de visitas semestrais ao veterinário, carteira de vacinação em dia e uma boa ração, além de petiscos, brinquedos, acessórios e produtos de higiene.

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6 – Também é preciso pensar em formas de abrigar o pet quando a família for viajar. Avaliar se o orçamento permite pagar um hotel ou se há conhecidos que possam cuidar dos pets.

Sobre a Adote um Gatinho

As jornalistas Susan Yamamoto e Juliana Bussab criaram a ONG Adote Um Gatinho, que desenvolve a proposta de encontrar um lar para gatos abandonados, de forma voluntária. Em 15 anos de trabalho, por meio de um site de adoção, elas já entregaram mais de 11 mil felinos. Hoje a ONG conta com a colaboração de 60 voluntários e abriga 400 gatos, que foram ou estão sendo tratados e aguardam um lar seguro.

Por seu trabalho sério e organizado, o projeto ganhou prestígio e já conquistou o Prêmio Shelter of the Week oferecido pela SPCA Internacional – organização inglesa que teve início em 1824, com a intenção de proteger cavalos de corrida dos maus tratos que recebiam. Anos depois da fundação a instituição se instalou nos Estados Unidos, ampliou a rede de proteção e o número de ações e, em 2007, criado o prêmio Shelter of the Week.

Snacks MeuDog: alimentação vegana para cães

A gaúcha de Estância Velha, BF Foods, é uma empresa especializada em petiscos para cães e gatos. Com o foco em priorizar a qualidade de vida dos bichinhos e aliar uma alimentação parecida com a de seus tutores, adeptos de uma dieta natural ou vegana, apresentam ao mercado um produto diferenciado para a nutrição de pets: a linha exclusiva MeuDog Premium. Os petiscos desse segmento são compostos por farinha natural de frutas e vegetais com 0% de proteína animal. Sem corantes é ideal também para os animais que possuem alguma alergia ou restrição alimentar.

A proteína texturizada de soja é um dos principais componentes dos snacks MeuDog Premium. Esse diferencial garante o alto nível de proteína, sem sair do padrão vegano. Possuem vitaminas que ajudam a prevenir os sinais de envelhecimento, retiradas da cenoura, beterraba, espinafre, laranja, mamão, açaí, guaraná, entre outros. Apresenta três opções: Vegetais, Care Energy e Frutas, para agradar a todos os paladares.

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A BF Foods tem outras linhas de petiscos igualmente desenvolvidas com ingredientes selecionados. A MeuDog Standard possui bifinhos que podem ser consumidos desde os cães filhotes até os seniores, pois têm uma textura macia, de fácil mastigação. Na composição se destacam as fibras e ômega 3 e 6. São apresentados nos sabores carne, frango e bacon.

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Exclusivamente para os gatos, a BF Foods apresenta os petiscos DeCat. Com sabor peixe, eles auxiliam na eliminação das bolas de pelo e proporcionam mais brilho à pelagem dos felinos. O alimento também é rico em ômega 3 e 6, vitaminas, minerais e fibras.

Neste ano a BF Foods teve a direção assumida por Cristiano Pletsch, que trouxe a experiência de dez anos, adquirida com a marca GostOSSO, que já produzia ossos, palitos e outros petiscos para cães. Hoje, as duas marcas estão unificadas e têm como princípio o carinho entre humano e seu bichinho. Para Pletsch, a preocupação com a alimentação e saúde do animal reflete na relação de companheirismo entre eles “mais que um agrado, um gesto de amor”, comenta ele.

Informações: BF Foods

 

Você deve deixar seu gato dormir na cama com você?

Há pontos bons e ruins em compartilhar seu espaço de dormir com seu companheiro felino. Especialistas em saúde analisam o que você deve considerar

gatos na cama

Dizem que os cães são os melhores amigos do homem, mas quem diz isso claramente nunca teve uma companhia felina sólida. Enquanto cada gato é diferente, eles têm algumas características comuns. Além de poder escalar qualquer objeto com habilidades de supergatinho, podem se infiltrar em nossos corações, trazendo conforto e alegria para qualquer um que decida adotá-los.

Isso pode incluir o aconchego na cama à noite. Enquanto alguns gatos podem não estar interessados, outros querem estar o mais próximo possível de suas contrapartes humanas. E muitos humanos parecem preferir assim.

Na verdade, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos estimam que cerca de 50% dos tutores nos Estados Unidos permitem que seus animais durmam na cama com eles.

Bill Fish, cofundador da Tuck.com, diz que, sem dúvida, há pontos positivos em permitir que seu gato fique na cama todas as noites, inclusive dando a ambos uma sensação de segurança, emocional e fisicamente. “Ter um convidado na cama com você também reduz o estresse, bem como traz calor e conforto”, diz ele.

“Quando você sente a respiração rítmica do seu gato, isso o acalma e ajuda você a dormir mais rapidamente”. Mas se o seu gato não dorme calmamente durante a noite é outra questão. Eles podem interromper o seu sono e trazer uma série de outros riscos para a saúde em sua cama também.

Como os gatos podem afetar seu sono

gato na cama com mulher getty
Getty Images

Steve Weinberg, fundador do 911 VETS, afirma que pode ser agradável e confortável ter seu gato dormindo em uma cama com você – alguns literalmente em sua cabeça –  potencialmente acalma a ansiedade e terrores noturnos.

“A desvantagem é que os gatos são animais noturnos”, diz ele. “O dorminhoco humano pode ter seu sono interrompido nas primeiras horas da noite ou ser acordado muito cedo”. Por causa disso, Weinberg diz que dormir com um gato pode ser contraproducente para os padrões típicos de sono e vigília de uma pessoa.

“Muitos gatos gostam de brincar e arranhar ou até mesmo morder os pés humanos movendo-se sob as cobertas”, disse ele. “Há outros problemas, como alergia a pelo de gato ou, se as pulgas não estão sob controle, o ser humano pode receber picadas.”

Os gatos também podem querer aconchegar-se a bebês – assumindo seus próprios papéis de cuidadores da casa -, mas especialistas dizem que os gatos não devem passar a noite com os menores.

Jennifer Maniet, médica veterinária da Petplan Pet Insurance, diz que não é seguro os gatos dormirem com bebês, pois há o risco de sufocar um bebê acidentalmente dormindo no peito ou no rosto.

“Se o gato está assustado ou com medo, o bebê pode ser mordido, arranhado ou pisado quando o gato tentar correr ou pular”, diz ela. “Arranhões e mordidas de gatos podem transmitir doenças a um bebê”. Você pode consultar seu veterinário para encontrar maneiras de manter os gatos fora do berço, diz a veterinária.

Depois, há a questão de saber se o gato compartilha a cama com outros animais além dos humanos. Alguns felinos não se importam, mas outros podem vê-los como uma ameaça, e isso pode criar um caos indesejado no quarto.

“Ter gatos em sua cama também pode promover a dominância”, conta Fish. “Eles começam a sentir que é o território deles e podem ficar agitados se alguém mais entrar na cama”.

Gatos que vivem dentro e fora de casa

gato himalaio

Enquanto alguns gatos estão perfeitamente contentes em nunca sair de casa e reinar supremamente sobre seus reinos internos, outros gatos vivem vidas duelo-dentro-fora. Isso pode representar ameaças diferentes.

Jennifer diz que os gatos ao ar livre estão expostos a mais portadores de doenças. Isso inclui outros felinos, gatos ferais, presas, vermes, pulgas, carrapatos, mosquitos e uma infinidade de outros insetos.

“Todos esses portadores têm o potencial de transmitir doenças como vírus, bactérias, parasitas e muitas outras infecções”, disse. “Também é importante notar que a caixa de areia de gatos em ambientes fechados podem apresentar um risco de doenças para os seres humanos no lar”.

Que tipos de doenças? Vermes gastrointestinais, giardíase, micose, toxoplasmose, peste – sim, a peste – e infecção por hantavírus, diz a veterinária. Isto por causa do que os alérgenos típicos de pelos de animais podem criar.

Durante os meses de verão, quando os carrapatos e outros parasitas são mais ativos, os profissionais do setor recomendam que você verifique regularmente a pele e o pelo do seu gato quanto a possíveis caronistas que espalham doença. Isso é bom para a saúde tanto felina quanto humana.

A melhor maneira de reduzir os riscos de contrair esses riscos à saúde do seu gato, recomenda o CDC, é que os tutores de animais levem seus gatos regularmente ao veterinário para que estejam atualizados sobre suas imunizações.

O que considerar quando acariciar um gato

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Embora a natureza independente de um gato possa fazer parecer que ele faz o que quiser, muitos de nossos familiares peludos gostam de um abraço. Maniet diz que há algumas coisas a considerar antes de fazermos isso.

Primeiro, novamente, o risco é relativamente baixo de transmissão de doenças. Uma maneira de ajudar a mitigar isso é conversar com seus médicos humanos, incluindo pediatras.

“Adultos e crianças com um sistema imunológico comprometido devido a certas doenças humanas podem estar em maior risco de contrair doenças de animais”, afirma Jennifer. Mas, não importa o seu estado de saúde, existem alguns sinais infalíveis de que o gato deve ser deixado sozinho, pois pode estar tendo seus próprios problemas.

“Não se aconchegue ao seu amigo peludo se ele estiver mostrando algum sinal de doença, como queda de pelo, erupções cutâneas, espirros, tosse, letargia, vômito ou diarreia, para citar alguns”, disse ela.

Em casos como esses, leve seu gato ao veterinário e certifique-se de que ele tenha um atestado de saúde antes de levar seu animal ao quarto.

“Sempre mantenha os cuidados com seu animal de estimação atualizados conforme indicado pelo seu veterinário para determinar o estado geral de saúde e para garantir que ele permaneça livre de doenças”, aconselha a veterinária.

Independentemente de serem gatos internos ou externos, há muitos momentos especiais que podem ser vividos com nossos familiares peludos. Estar ciente dos riscos que podem advir do compartilhamento de nossas camas com eles pode nos ajudar a evitar riscos à saúde e a garantir momentos de ronronar com nossos felinos favoritos.

Fonte: HealthLine

Nota da redação: Nunca deixe seu gato dar “voltinhas”, pois as chances dele contrair doenças, se machucar, brigar, sofrer maus-tratos, ser envenenado, se perder, ser roubado ou atropelado são enormes. Também leve-o frequentemente ao veterinário. Tomando esses cuidados, não há porque temer dividir o espaço com seu bichano.

Salvar

Por que a perda do animal de estimação pode ser tão difícil de suportar?

Para algumas pessoas, a morte de um animal de estimação pode ser mais difícil do que a perda de um parente. Aqui está o porquê.

Quem disse que os diamantes são o melhor amigo de uma garota nunca possuiu um cachorro ou gato. Se você já perdeu um amado animal de estimação, sabe o quanto esse velho ditado é verdadeiro.

De cães a gatos, de canários a lagartos, nós humanos formamos ligações inquebráveis com nossos amigos peludos, emplumados e escamados. De certa forma, quase todos os pets são animais de terapia. Eles podem não ter certificados ou usar coletes especiais que lhes dão status de assento autorizado em aviões, mas eles melhoram muito nossas vidas de várias maneiras.

Numerosos estudos mostraram evidências de que os animais de estimação não apenas proporcionam companhia e trazem alegria, mas também ajudam as pessoas a se recuperarem ou lidarem melhor com uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, câncer e distúrbios mentais.

E quando um animal de estimação morre, pode ser uma experiência emocionalmente devastadora que pode ter um impacto negativo em nossa saúde mental e física.

cachorro foto saudade getty images
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Na verdade, o New England Journal of Medicine relata que uma mulher de 61 anos começou a sentir fortes dores no peito após a morte de seu cão. Ela foi internada no pronto-socorro, onde os médicos a diagnosticaram com Cardiomiopatia Takotsubo – também conhecida como “síndrome do coração partido” – uma condição com sintomas que imitam um ataque cardíaco.

Depois de ser tratada com medicamentos, ela finalmente se recuperou, mas a morte de seu Yorkshire Terrier literalmente quebrou seu coração. A perda de um animal de estimação pode ser tão difícil quanto perder uma pessoa – ou, em alguns casos, até pior.

Pesquisadores descobriram que o apoio social é essencial para a recuperação durante o processo de luto. No entanto, enquanto outros são rápidos em ajudar a confortar uma pessoa que está sofrendo com a perda de outra pessoa, a atitude da sociedade em relação à perda de pet é muito diferente.

As pessoas geralmente não recebem apoio suficiente após a morte de um animal de estimação, o que pode aumentar o sofrimento emocional e levar a sentimentos de vergonha e isolamento. Isso pode ser particularmente difícil para as crianças que estão experimentando a perda de um animal de estimação pela primeira vez.

A perda de animais de estimação pode ser especialmente difícil para as crianças

gato-e-menina

Leah Carson, agora uma jovem adulta, lembra seu primeiro animal de estimação. Era uma cachorra mix de Golden Retriever chamada Sandy.

“Nós crescemos juntas e ela fez tudo com a nossa família. Lembro-me de brincar na neve, fazer caminhadas e [momentos doces como] Sandy me seguindo até o meu quarto quando cheguei da escola ”, diz Leah.  “Quando eu tinha 11 anos de idade, Sandy teve câncer e nós tivemos que colocá-la para dormir. Eu chorei uma tonelada. Eu estava tão triste e confusa. Foi a primeira vez que perdi alguém que amava. Depois, houve muito silêncio em sua ausência”.

As memórias que Leah tem de Sandy são ao mesmo tempo animadoras e dolorosas, especialmente para aqueles que experimentaram pessoalmente uma perda semelhante em uma idade jovem.

Roxanne Hawn, autora de “Heart Dog: Surviving the Loss of Your Canine Soul Mate” (coração de cachorro: sobrevivendo à perda de sua alma gêmea canina, em tradução livre) entende que as crianças são especialmente vulneráveis ​​a mal-entendidos e luto após a morte de um animal de estimação. Ela aponta que há uma variedade de maneiras pelas quais pais e adultos podem ajudar as crianças durante o processo de luto.

“Eu sugiro participar de projetos memoriais para focar sua dor e a tristeza de seus filhos de maneiras produtivas”, diz ela, acrescentando: “É melhor abraçar a dor por meio da ação do que ignorá-la.”

Roxanne diz que o luto como família pode ajudar as crianças a processar melhor a perda, e sugere atividades nas quais cada membro da família pode participar quando sentir a necessidade.

“Peça a todos que escrevam quantas lembranças felizes puderem em pedaços coloridos de papel e coloquem todos esses bons pensamentos em uma tigela bonita”, diz ela, oferecendo um exemplo. “Sempre que alguém experimentar um surto de pesar, pode pegar um desses pedaços de papel e, pelo menos por um instante, lembrar de um momento mais feliz. As crianças que ainda não sabem escrever ou soletrar podem contribuir com desenhos de seus animais de estimação. ”

Ela também sugere permitir que as crianças mantenham alguma lembrança de um animal de estimação com elas, como uma coleira ou um brinquedo favorito – especialmente durante os dias imediatamente após a perda -, pois isso pode ajudar.

A idade não facilita

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Com uma vida inteira de experiências, os idosos podem parecer estar melhor equipados para lidar com a perda de um animal de estimação, mas o oposto geralmente é verdadeiro.

“Perder um animal de estimação é extremamente difícil para os idosos. É mais do que o sofrimento normal ”, diz Lisa Frankel, PhD, psicoterapeuta de Los Angeles. “Os idosos já lidaram com tantas perdas: amigos, família, estrutura de vida, esperança, contato físico, comunidade”.

Ela acrescenta: “Animais de estimação, especialmente cães, dão a eles um propósito, companheirismo, uma razão para se exercitar e socializar. Quando um cachorro morre, tudo isso se vai”.

Na prática, Lisa trabalha com muitos pacientes que estão sofrendo de profunda tristeza pela perda de um animal de estimação. Ela aponta como sentimentos de culpa e vergonha muitas vezes podem complicar o processo de luto. Ela cita exemplos de pessoas que perderam seu animal de estimação quando atacaram coiotes ou porque foram atropelados por um carro, elas dizem que sentem que poderiam ter feito mais para salvar seu animal de estimação. Além disso, ela aponta outros que tomaram a difícil decisão de sacrificar o animal de estimação e que são assombrados pela decisão.

Ela insiste que as pessoas que perderam um animal de estimação nessas circunstâncias sejam compassivas e perdoem a si mesmas, além de passar tempo com outras pessoas que entendam seus sentimentos. Ela também sugere organizações como grupos de apoio a luto de animais de estimação, o que pode ser um grande conforto para alguns.

“A terapia individual pode ser útil também”, diz Lisa. “Muitas pessoas têm dificuldade em se abrir em grupos e se saem melhor com o aconselhamento individual. Se a terapia desencadear outras perdas ou traumas, essas perdas também podem ter que ser analisadas. O sofrimento que é realmente debilitante ou dura excepcionalmente por muito tempo pode ser complicado pela associação a outras perdas e traumas. A terapia individual pode ser realmente importante para entender essa conexão e trabalhar com ela.”

Como lidar

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Ilustração: LoveThisPic

Embora nenhuma abordagem ao enfrentamento funcione para todas as pessoas que perderam um animal de estimação, há muitas opções e recursos disponíveis para ajudar.

Além das sugestões oferecidas por Lisa, ela também recomenda dois livros, “How to ROAR: Pet Loss Grief Recovery” (como rugir: a recuperação do sofrimento da perda do animal de estimação) de Robin Jean Brown, e “The Loss of a Pet: A Guide to Coping with the Grieving Process When a Pet Dies” (a perda de um animal de estimação: um guia para lidar com o processo de luto quando um animal de estimação morre”) por Wallace Sife, fundador da Association for Pet Loss and Bereavement. Nenhum deles publicado no Brasil.

O blog Pet Loss Help publicou uma extensa lista de recursos de luto que inclui várias linhas diretas de suporte para perda de animais de estimação e informações sobre grupos de apoio em diferentes estados nos Estados Unidos, além de recursos online adicionais.

Você deveria adotar outro animal de estimação?

abrigo animais
Foto: Hamia

Nunca haverá outro animal de estimação como o que você perdeu, e o pensamento de adotar outro pode parecer desleal, mas não é. Animais de estimação enriquecem nossas vidas e nós, por outro lado, enriquecemos às deles.

Há muito a ganhar permitindo-se amar novamente e os tutores de animais de estimação têm muito amor para dar. Adotar um novo animal de estimação pode ser exatamente o que o médico pediu para ajudar a consertar um coração partido.

Fonte: HealthLine