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Programa Nacional de Reciclagem coleta mais de 670 mil esponjas

No Dia do Consumo Consciente, programa da Scotch-BriteMR celebra marca de 5,5 toneladas de resíduos coletados; iniciativa é considerada pioneira no mundo

No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Consumo Consciente criado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 2009. Alguns dos seus objetivos são estimular a reflexão sobre o descarte correto dos produtos e a reciclagem. Nessa data, o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite celebra o marco de 670 mil esponjas de limpeza doméstica coletadas para a reciclagem, o equivalente a 5,5 mil toneladas de material que será reaproveitado.

Desenvolvido pela 3M em parceria com a TerraCycle, a iniciativa é a única no mundo a oferecer um novo destino para esponjas de limpeza doméstica usadas. A iniciativa transforma os resíduos em matéria-prima para fabricar novos produtos como baldes, vasos, lixeiras e pás de lixo, entre outros.

Além de oferecer uma solução ambientalmente adequada, o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR oferece aos consumidores a oportunidade de se engajarem em uma causa social. Isso porque a cada esponja enviada para a reciclagem R$ 0,02 são doados para uma escola ou uma organização sem fins lucrativos escolhida pelos participantes.

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Ao longo de quase três anos, a ação é resultado do engajamento e mobilização de cerca de 600 mil participantes, distribuídos em aproximadamente 4 mil times de coleta em todo o País. Com a arrecadação do material, juntas as instituições indicadas pelos consumidores receberam mais de R$19 mil. O estado de São Paulo foi o responsável pelo maior número de esponjas coletadas no período, superando a marca de 200 mil unidades. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado que mais enviou esponjas para a reciclagem: 88 mil unidades, seguido por Santa Catarina (77 mil) e Paraná (66,5 mil).

Do total de esponjas produzidas apenas 1 a 1,5% são recicladas, mas para os criadores da iniciativa a conscientização do consumidor é o principal fator. “O desafio é grande, pois o primeiro passo é a conscientização dos consumidores em separar a esponja usada e enviar ao programa pelos Correios, ao invés de descarta no lixo doméstico. Contamos com a participação e colaboração dos consumidores para tornar esse projeto vivo ”, explica Emerson Mota, Gerente de Marca para Divisão de Cuidados com o Lar da 3M do Brasil. Confira o processo de reciclagem completo neste vídeo.

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Como participar

Para participar gratuitamente do Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR, basta se cadastrar neste site, juntar a quantidade mínima de esponjas (500 gramas) para o envio e imprimir uma etiqueta pré-paga dos Correios na página do programa.

 

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Transforme roupas que não usa em caminhas para seu pet

Tratar os pets como parte da família exige afeto. Já pensou, então, em dar a eles uma nova cama usando aquela peça de roupa que está guardada no fundo do armário, mas que a gente não tem coragem de desapegar?  Mais do que isso, dar a ele uma peça bonita, única e cheia de sentimentos. A Arranjos Express faz isso para você e para seu bichinho.

A Arranjo Express, uma marca europeia de soluções em costura, comprova que não é preciso gastar dinheiro com peças novas. A rede portuguesa é especialista em reformar, customizar e realmente transformas roupas que já temos. Além de não gastar dinheiro, você evita consumir sem necessidade.

Veja alguns exemplos:

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Informações: Arranjos Express

 

 

 

Simple Organic conquista o selo “Eu Reciclo”

Marca de cosméticos orgânicos, veganos e naturais dá mais um passo na compensação pós-consumo com a reciclagem de suas embalagens com responsabilidade social

A Simple Organic, marca de cosméticos brasileira orgânica, vegana e natural, levanta mais uma bandeira: a de ser uma empresa preocupada com o processo de descarte de suas embalagens.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Brasil deve reduzir a massa destinada a aterros sanitários em 45% até 2031 e empresas produtoras de bens de consumo precisam se adequar e contribuir com a cadeia de reciclagem.

A Simple Organic é uma das que investem na causa da logística reversa e adota o selo “Eu Reciclo”, provando seu engajamento para minimizar a produção de lixo. Embora já não utilizasse embalagens individuais secundárias como as previstas pela Anvisa -, optando pelo desenvolvimento de saquinhos sustentáveis que podem ser usados de diversas maneiras, inclusive como nécessaire -, a label de beleza indie passa a integrar o rol de empresas comprometidas com a sociedade e com a conservação do meio ambiente.

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Dessa forma, a Simple Organic trará nos rótulos de todos os frascos e invólucros da marca o selo “Eu Reciclo”, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido, esquema semelhante à compensação de carbono. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma brand engajada com o reaproveitamento e/ou promoção de um destino final ambientalmente adequada de resíduos.

“Investimos para que cada produto que sai da nossa linha de produção seja ‘anulado’ como lixo no processo de reciclagem”, celebra Patricia Lima, fundadora da Simple Organic sobre mais essa conquista da marca que foi a primeira em seu segmento de atuação a se preocupar com a questão do descarte das embalagens e a buscar alternativas para transformar o “lixo” em uma ação de impacto social positivo.

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Como funciona na prática

A New Hope Ecotech, empresa que fornece a chancela “Eu Reciclo”, faz uma conexão entre marcas engajadas e recicladores, estimulando a formalização da cadeira. Assim, tudo o que a Simple Organic produz de embalagem é mensurado e este número final é compensado por meio da reciclagem em alguma cooperativa parceira da Instituição emissora do selo “Eu Reciclo”.

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“Ajudamos a natureza e também os cooperados, que muitas vezes são empresas familiares pequenas e que vivem deste trabalho. Assim revertemos para o programa o valor integral equivalente para as cooperativas associadas reciclarem a mesma quantidade de material que produzimos”, destaca a empresária.

Repassa: consumo sustentável e economia colaborativa

Idealizado a partir dos objetivos do publicitário e empresário Tadeu Almeida em gerar impacto positivo na sociedade e na natureza, o Repassa chegou ao mercado como uma nova tendência, baseado nos verdadeiros conceitos de sustentabilidade, projetos sociais e qualidade. E também para trazer a acessibilidade necessária ao produto, vendedor e comprador. O mercado brasileiro de roupas usadas em excelente estado é muito grande e é aonde a empresa busca ser referência.

Além de tudo, o uso de roupas de segunda mão é uma tendência cada vez mais forte em todo mundo, já que agrega um importante valor: o consumo consciente, avesso ao ritmo descartável que chegamos hoje. Segundo o Ibope, existem mais de R$ 50 bilhões em roupas paradas no guarda-roupa das pessoas, que não usam 60% das roupas que têm. Mas, esse mercado está em forte crescimento, pois cada vez mais as pessoas compram peças gentilmente usadas e entendem melhor o conceito de utilidade do que se consome, e passam a acumular menos coisas.

“A indústria da moda é a segunda mais poluente do mundo e a forma mais eficiente de diminuir esse impacto é dando mais ciclos de vida para as nossas roupas. Afinal, uma peça gentilmente usada, é tão boa, bonita e útil quanto uma nova, mas é até 90% mais barata e muito mais exclusiva”, diz Tadeu.

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Só que muitas pessoas doam as peças que não usam mais, e por mais que estejam em excelentes condições, para um projeto social é muito melhor receber uma doação em dinheiro, que será usado diretamente em sua causa, do que em peças de roupa. Assim, o empresário juntou essas informações e definiu a missão da empresa: repassar o bem através das peças de roupa que não são mais usadas. “Na era da conexão, do compartilhamento, a gente repassa o tempo todo, mas só coisa boa, em que a gente acredita, então, o nome veio bem a calhar”, completa.

A versão beta da plataforma foi desenvolvida em 2015. Quem queria vender, fotografava e cadastrava as peças no site, e quando eram vendidas, os vendedores eram avisados e as enviavam pelos correios para quem comprou. A aceitação dos usuários foi ótima, mas nesse momento foi constatado que a maioria das pessoas não tem tempo nem paciência para fazer todo o trabalho que dá para vender algo pela internet.

Foi aí que o Repassa desenvolveu a Sacola do Bem, uma forma muito mais fácil de vender roupas pela internet sem ter trabalho algum. O cliente pede a Sacola do Bem pelo site no valor de R$ 14,99, recebe-a em casa e a enche com as peças que amou, mas não usa mais, e a envia de volta.

Com experiência, bom gosto e cuidados especiais na seleção das peças, a equipe do site faz todo o trabalho de curadoria e certificação, fotografia, cadastro, armazenamento e envio. O cliente não tem que fazer mais nada e recebe 60% do valor das vendas.

No momento em que pedem a sua sacola, os clientes também podem fazer um Repasse Solidário, escolhendo uma porcentagem de suas vendas para doar para uma das ONGs parceiras como Graacc, Fundação Abrinq, Mães da Sé e Saúde Criança.

Desde essa mudança no modelo da empresa, as compras também se multiplicaram, pois os compradores se sentem mais seguros ao verem fotos profissionais publicadas, ao saberem que a peça passou pela avaliação de profissionais treinados antes de ir para o ar e em saberem que as peças estão fisicamente com a equipe do Repassa e que vão recebê-las, além de poder devolvê-las sem custo algum.

Como a empresa assume todo o processo, também consegue anunciar produtos melhores, com fotos e descrições melhores, além de preços mais competitivos. Isso faz com que os compradores se sintam mais seguros para comprar e achem ofertas mais interessantes. O resultado é que todo mundo fica feliz: quem vende, quem compra e quem doa.

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“Muitas clientes entram em contato com a gente agradecendo e dizendo que vão divulgar para todas as suas amigas. Adoramos quando isso acontece e como achamos que toda boa ação deve ser retribuída, desenvolvemos uma forma justa de remunerar cada recomendação que um cliente faz de forma recorrente e em vários níveis de conexão” explica Tadeu.

O principal público do empreendimento é o feminino, de 20 a 40 anos, da classe A até a C. Normalmente, pessoas com maior poder aquisitivo vendem no site e quem quer economizar em peças de grandes marcas em excelente estado, compram. O público é bem dividido e com a consciência do consumo cada vez mais em alta, o nível de renda importa cada vez menos.

A empresa tem muito interesse em expandir no segmento masculino, que não tem tantas opções e, esse público, preocupa-se casa vez mais com o visual. Também estão nos planos a expansão no segmento kids, em que as peças são perdidas muito rápido, tendo sido usadas poucas vezes.

O Repassa ainda conta com a parceria de influenciadoras como Paty Scaringela, Lu Taboada e Luiza Sobral, que têm uma vitrine solidária dentro do site. Elas se aproximam de seus seguidores, que podem ter o que foi delas, ganham dinheiro no processo e ainda ajudam ONGs incríveis, passando valores de solidariedade e sustentabilidade.

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Por último, foi desenvolvido também um algoritmo de recomendação inteligente de peças, que envia sugestões por e-mail das roupas que podem ser interessantes para os seus usuários.

A empresa cresceu 420% desde o início do ano e a meta é crescer três vezes mais até o final de 2017. Outra meta do Repassa é estruturar pontos físicos de coleta e entrega de Sacolas do Bem, em que também serão expostos alguns produtos em destaque para venda.

Curso gratuito ensina a fabricar cestos de jornal e incentiva o descarte de materiais

Dar o destino correto aos materiais recicláveis por meio da coleta seletiva e ainda transformá-los em peças decorativas ou fonte de renda. É isso que vai ensinar o minicurso gratuito de fabricação de cestos de jornal promovido pelo Centro de Educação para a Sustentabilidade (CES) Alphaville, em Santana de Parnaíba, no dia 22 de julho (sábado). Ministrada pela facilitadora Rosi Ribeiro, a aula terá a duração de quatro horas e contará com conteúdo teórico e prático.

“O CES Alphaville é um espaço de convivência, troca de conhecimentos e educação para a sustentabilidade”, disse Fernanda Toledo, gerente de sustentabilidade da Fundação Alphaville. “Promovemos ações que geram o fortalecimento individual e coletivo dos moradores locais, ensinando técnicas para o aprimoramento de habilidades e contribuindo para o fortalecimento pessoal dos participantes e de seus territórios”, afirmou.

A agenda do centro prevê atividades gratuitas focadas na educação ambiental e sustentabilidade integral. Os interessados em participar do minicurso sobre fabricação de cestos de jornal podem se inscrever gratuitamente até o dia 18 de julho pelo e-mail: contato.cesalphaville@gmail.com ou pelo telefone: (11) 4153-3618.

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Serviço:
Minicurso: Fabricação de cestos de jornal (CES Alphavillhe)
Data: 22 de julho (sábado)
Horário: Das 09h às 13h
Local: CES Alphaville – Al. Miquelangelo, 12 – Alphaville Burle Marx- Santana de Parnaíba – SP – CEP 06539-390
Inscrições: Até o dia 18 de julho pelo e-mail: contato.cesalphaville@gmail.com ou pelo telefone (11) 4153-3618.

 

A importância da reciclagem das bitucas de cigarro

Rede de Hospitais São Camilo coletou 48 kg de bitucas nos últimos sete meses, deixando de contaminar aproximadamente 60 mil litros de água

 

As bitucas de cigarro, apesar de parecerem inofensivas, são o lixo mais comum do mundo e responsáveis por poluírem o meio ambiente, entupir as redes fluviais das cidades, gerar incêndios e o principal: poluir litros de água.

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo tem como uma de suas metas de responsabilidade social, conscientizar, incentivar e organizar o descarte correto dos resíduos de cigarro em suas dependências e arredores. Nos últimos sete meses, por exemplo, os impactos ao meio ambiente foram minimizados de forma expressiva: nesse período foram coletados 48 kg de bitucas que deixaram de contaminar aproximadamente 60 mil litros de água.

Só em São Paulo, segundo a organização social “Rede Papel Bituca”, são jogadas no chão, diariamente, 34 milhões de pontas de cigarro, o que corresponde a 1,7 milhões de maços, que poderiam encher um apartamento de 70 metros quadrados. Para Marisa Coutinho, gerente de hotelaria da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo e uma das responsáveis pelo projeto, esses são números alarmantes.

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“Os trabalhos de combate ao tabaco não devem se restringir apenas à conscientização da saúde, mas também da responsabilidade individual nesse processo de descarte, que pode ser nocivo para a saúde e para o ambiente coletivo”, afirma a gerente.

Como as bitucas de cigarro são classificadas como lixo tóxico Classe 1 (a mesma categoria dos resíduos hospitalares), pois carregam mais de 8 mil substâncias tóxicas somente no filtro, o projeto conta com parceria da Poiato Recicla, a primeira estação de coleta e reciclagem de resíduos de cigarro do Brasil. Os resíduos recolhidos são submetidos a um processo de reciclagem no qual são transformados em massa celulósica utilizando tecnologia 100% nacional desenvolvida pela UnB – Universidade de Brasília.

Para Marisa, a colaboração da população, clientes e funcionários da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é o grande segredo para os bons resultados do projeto. “O sucesso do programa se dá pela colaboração dos usuários, preservando a limpeza do ambiente e a saúde de todos”.

Fonte: Hospital São Camilo

 

 

Joaquina Brasil: paixão por moda e upcycling

A Joaquina Brasil é uma marca lançada em 2016 com estilo tropical e recheada de peças vibrantes, cheias de cores, sensações e texturas. A marca é pautada pelo conceito upcycling – reaproveitamento de materiais já existentes sem submetê-los a processos químicos e físicos, aliando o consumo consciente à moda.

Roberta Negrini, fundadora da marca, comemora a concretização de um ideal materializado. “Nossa criatividade e amor pela moda nos motivou a explorar alternativas compatíveis com o nosso desejo de trabalhar a favor do meio ambiente e da sociedade como um todo”, explica Roberta. Indo na contramão do processo de produção das marcas guiadas pelo fast-fashion, a Joaquina Brasil cria as peças de suas coleções a partir dos tecidos que tem em mãos, que seriam desperdiçados pelas grandes confecções. Isso exige uma equipe de pesquisa focada na curadoria de tecidos nobres, afinal, a qualidade é um item importantíssimo para a marca.

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Além das roupas exclusivas todas feitas à mão por pequenas costureiras e artesãs mulheres, a marca também conta com a linha HOME, com peças de decoração handmade produzidas com os retalhos que sobram da confecção. Tudo muito colorido e cheio de vida, afinal, roupa ecofriendly não precisa ser roupa ecochata e superconceitual.

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Roberta Negrini destaca que a sustentabilidade é algo que faz parte do dia a dia da Joaquina Brasil: “Reaproveitar o que já foi produzido e descartado é a nossa maneira de contribuir para um mercado mais justo. Temos como missão a democratização da moda consciente, sem cobrar ou lucrar de maneira exagerada em nossas peças, abrindo assim oportunidade para que as pessoas possam optar por um consumo que se preocupa com toda a cadeia produtiva. A Joaquina Brasil nasceu na cidade de São Paulo mas nós amamos mesmo é o nosso país”. As coleções são leves, cheias de bossa e sempre alinhadas com as tendências do mundo fashion com estampas e modelagens que são a cara do Brasil.

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“Acreditamos que é possível sim unir o consumo consciente com a paixão pela moda e com isso viver uma vida mais equilibrada. Apoiamos a mão de obra local para aquecer o mercado das pequenas produtoras e todas as nossas peças são exclusivas, feitas a mão e em edição limitada! Somos engajadas no viés social da produção de roupas e temos como parte de nossa essência parcerias com projetos sociais inclusivos. Aliamos em nossas peças a durabilidade, originalidade e transparência de custo, afinal, a revolução que tanto buscamos no externo começa mesmo é dentro do nosso próprio negócio”, finaliza a empreendedora.

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Concurso de reciclagem premia participantes e doa a entidades carentes

Na defesa do equilíbrio entre economia e natureza por meio de práticas de sustentabilidade, a Faber-Castell traz a quinta edição de “Faxina nos Armários”, ação que tem como objetivo principal o incentivo à reciclagem dos instrumentos de escrita não mais utilizados. Com o fim do ano letivo, em vez de jogá-los fora, a iniciativa convida alunos de todo o Brasil a mobilizar parentes, amigos, professores e demais interessados em coletar e reciclar o maior número possível dos seguintes materiais: lápis, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca-textos, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco, quebrados ou em desuso, independente da marca.

A campanha irá premiar os dez participantes que enviarem o maior número desses itens à TerraCycle, empresa responsável pela gestão do programa, durante os meses de fevereiro a maio de 2017.

Entre os diversos prêmios, serão distribuídos 55 mil pontos bônus que valem doações a escolas ou entidades de caridade. Todos os itens coletados serão encaminhados a um fluxo de logística reversa que transforma os resíduos em matéria-prima introduzida na estrutura de novos produtos – como lixeiras, pás de lixo, vasos para plantas, entre outros.

A campanha surgiu pela primeira vez em 2013, fruto do interesse em reforçar o compromisso com o meio ambiente durante o período de fim do ano letivo, no qual há sensível aumento do descarte desses produtos. “Faxina nos Armários” faz parte do Programa Nacional de Instrumentos de Escrita Faber-Castell, programa contínuo de coleta e reciclagem de materiais de escrita, firmado desde 2012 com a TerraCycle.

Entre os vencedores das edições passadas, estão escolas e instituições sem fins lucrativos, mas vale frisar que qualquer um pode participar, de forma totalmente gratuita. Só em 2016, o programa mobilizou a coleta de mais de 230 mil instrumentos de escrita, o que ressalta o interesse dos consumidores por iniciativas de estímulo ao consumo consciente.

Como participar? Basta se inscrever no Programa Nacional de Reciclagem de Instrumentos de Escrita Faber-Castell no site da TerraCycle. Alunos, pais, professores e demais interessados devem juntar os materiais de escrita e levá-los para suas escolas no início do ano letivo.

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Importante: somente os materiais recebidos dentro do período de duração de “Faxina nos Armários” – 1° de fevereiro a 31 de maio de 2017 – concorrerão às premiações. Assim, para garantir sua participação, não deixe de observar o prazo de 3 a 5 semanas – contados da data de postagem – para o recebimento da remessa pela TerraCycle.

Lembrando que o programa permanece vigente mesmo após o término da ação, com a pontuação regular de R$ 0,02 por unidade (12gr).

Sobre a Faber-Castell

Líder mundial na produção de EcoLápis de madeira plantada, a história da Faber-Castell se confunde com a própria criação do lápis. Fundada em 1761 na Alemanha, hoje a empresa possui escritórios em mais de 100 países. No Brasil, onde está presente desde 1930, três fábricas (São Carlos-SP, Prata-MG e Manaus-AM) e 9.600 hectares de floresta cultivada (também em Prata-MG) são as responsáveis pela produção de 1,9 bilhão de EcoLápis por ano. Com mais de 70 mil postos de venda no Brasil, exporta também para mais de 70 países. Seu portfólio inclui: EcoLápis de cor e de grafite, giz de cera, tintas escolares, canetinhas hidrográficas, apontadores, borrachas, canetas, lapiseiras, kits criativos, produtos artísticos, instrumentos e acessórios de luxo para a escrita. Seu projeto de plantio e seus EcoLápis são certificados pelo FSC (Forest Stewardship Council). Em 2004, o processo produtivo da Faber-Castell também recebeu o certificado ISO 14001, conquistando nova certificação em 2010.

Em 2012, a empresa estabeleceu uma parceria com a TerraCycle e lançou a Brigada Faber-Castell, responsável pela transformação de instrumentos de escrita em matéria-prima reciclada, o que não só evita o uso de material virgem, como oferece um descarte adequado de resíduos no meio ambiente. O consumidor pode ajudar se inscrevendo gratuitamente no Programa Nacional de Reciclagem de Instrumentos de Escrita Faber-Castell, por meio do site aqui.

Sobre a TerraCycle

TerraCycle é líder global em soluções ambientais para resíduos de difícil reciclabilidade e responsável por transformar, nos 21 países onde atua, mais de 2 mil toneladas de lixo/mês em matéria-prima para gerar novos produtos, como baldes, vasos, bancos, entre outros. Por meio de seus programas de reciclagem, a TerraCycle engaja globalmente mais de 60 milhões de consumidores, verdadeiros protagonistas desta transformação socioambiental, que não só viabiliza o descarte ambientalmente correto de resíduos, como também promove doações a instituições sem fins lucrativos escolhidas pelos próprios participantes. De esponjas de limpeza doméstica a fraldas usadas, até hoje a TerraCycle não encontrou nada que não pudesse ser reciclado. No Brasil, mais de 30 milhões de itens pré e pós-consumo já foram reciclados e mais de 500 mil reais doados a escolas e entidades de caridade. Em 2015, a TerraCycle foi eleita uma das 11 pequenas empresas com maior potencial de fazer a diferença na economia verde e inclusiva, com publicação no Guia de Inovação para Sustentabilidade em MPE, edição especial da Revista Página 22 (Número 99, Nov/Dez 2015), em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces), da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Atualmente, tem parcerias no Brasil com marcas como Faber-Castell, Avon, Colgate-Palmolive, L’Occitane e 3M (Scotch-Brite).

 

12 dicas para tornar as festas de fim de ano mais sustentáveis

Fim de ano é ótimo momento para reflexões. Pensar sobre nossos hábitos de consumo e estilo de vida pode trazer muitos benefícios

Com o fim do ano se aproximando e a poucos dias do Natal, chega também a tradicional corrida às lojas para as compras dos mais diversos presentes, lembranças, enfeites e, claro, da ceia! No entanto, você já parou para avaliar os impactos de tudo o que é consumido neste período? Já parou para pensar que o excesso de consumo e o desperdício causam inúmeros efeitos na sociedade, na natureza e no seu bolso?

Além de usar recursos naturais e humanos, tudo o que consumimos gera gases de efeito estufa que provocam o aquecimento global. É o caso de aparelhos eletrônicos, de roupas e de móveis, apenas para citar alguns entre inúmeros exemplos cujas produções emitem gases poluentes. Por isso, é muito importante refletirmos antes de comprar. “O fim do ano é uma excelente oportunidade para reflexões!

É um momento para traçar metas e pensar em tudo o que nos proporciona bem-estar e alegrias. Planejar o futuro é fundamental, e para isso é preciso mudar o nosso estilo de vida hoje”, lembra Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu. Um estilo de vida mais sustentável citado pelo executivo sugere que as pessoas revalorizem a vivência, a experiência e as emoções em oposição aos bens materiais.

Essa tendência já foi apontada em uma pesquisa realizada pelo Instituto Akatu em 2012. “Para você, o que é felicidade?” Essa foi uma das perguntas que o Akatu fez a 800 brasileiros de todas as regiões do país. Os resultados da pesquisa mostraram que os entrevistados – independentemente de fatores como classe social ou faixa etária – associam sua felicidade muito mais ao bem-estar físico e emocional e à convivência social do que aos aspectos financeiros e à posse de bens.

“Aqui no Instituto Akatu, sugerimos tirar o foco de comprar, dar ou receber presentes e valorizar o ato de estar junto das pessoas que são importantes para nós. Não se trata de consumir ou não. O consumo é uma parte necessária da vida. O importante é dar uma maior importância para o que nos faz bem e não para as coisas”, explica Helio.

Abaixo, o Instituto Akatu preparou uma lista com 12 dicas para tornar suas festas de fim de ano mais sustentáveis. A primeira delas é que “para não comprar por impulso, é preciso analisar, em cada compra, se o produto ou serviço é de fato necessário”.

Outras dicas:

Presentes:
· Presentear amigos e familiares é prazeroso, porém, o valor do presente pode estar muito mais relacionado à sua criatividade e significado do que ao preço;
· Dê para os outros seus objetos ociosos (livros, objetos de decoração etc.);
· Faça seus próprios presentes ou compre produtos artesanais feitos por comunidades, cooperativas ou instituições do terceiro setor e, sempre que possível, opte por objetos feitos com matéria-prima reciclada;
· Compre presentes usados em lojas do tipo brechó ou troque usando feiras, sites ou aplicativos;
· Já fez sua lista de compras? Agora é hora de pesquisar os fabricantes de produtos que sejam ambientalmente responsáveis. Informe-se sobre as empresas das quais vai comprar. Valorize as que comprovadamente praticam a responsabilidade socioambiental.

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Foto: Laura Musikanski/Morguefile

Alimentos:
· Dê preferência a alimentos cultivados na sua região ou em local próximo, reduzindo assim o custo de transporte e o desperdício, além de usar frutas, legumes e verduras orgânicos e da época;
· Planeje-se e compre a quantidade de alimentos que será consumida, exageros acarretam desperdícios.

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Foto: Alvimann/Morguefile

Decoração / Embalagens:
· As embalagens também merecem uma atenção especial. Cerca de 30% de todo o lixo produzido no Brasil é formado por embalagens e isso causa grande impacto ao meio ambiente. Opte por embalagens mais simples e que possam ser reutilizadas. Na hora do descarte, encaminhe o material para reciclagem;
· Use enfeites artesanais ou feitos a partir de materiais reciclados. Após as festas, guarde os enfeites com cuidado e reutilize-os no próximo ano.

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Bolso:
· Independentemente dos descontos anunciados, é importante o consumidor planejar a compra e comparar os preços. Em época de dinheiro curto no bolso e crise, nada melhor do que economizar, mas o essencial é não se levar pelos anúncios de desconto e pelo impulso de compra sem necessidade;
· Faça as contas antes de ir às compras. planeje, estabeleça um limite de gastos e não o ultrapasse. O fim de ano é um dos períodos do ano em que o consumidor mais entra no vermelho, por gastar além do que deveria. Reserve uma parte do 13º para os pagamentos de início de ano, como IPVA.

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Foto: Gamerzero/Morguefile

Fonte: Akatu

Unesp Jaboticabal coleta e recicla esponjas que não teriam destino correto

O time de coleta da universidade já mobilizou milhares de pessoas e possui 40 urnas coletoras espalhadas pela cidade, através de uma parceria com a TerraCycle, uma empresa especializada em resíduos de difícil reciclabilidade. Todo dinheiro arrecadado com a reciclagem dessas esponjas será revertido para o Lar Acolhedor São Vicente de Paulo.

Através de uma publicação no Facebook, a funcionária do Crebio (Centro de Recursos Biológicos e Biologia Genônica) da Unesp, Renata Dozzi Tezza, conheceu o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite (3M) em uma parceria com a empresa TerraCycle. Ela acreditava que essas esponjas, seriam recicladas juntamente aos resíduos comuns, mas se enganou. Quando descartadas no lixo, elas são destinadas à aterros sanitários ou processos de incineramento, que acabam poluindo o meio ambiente com a liberação de metano e outros elementos tóxicos.

Em março de 2015, Renata decidiu aderir ao programa de coleta de esponjas e começou a mobilizar pessoas próximas, como vizinhos, colegas de trabalho e alunos da universidade. A empresa júnior, Jabunesp Recicla, que tem como objetivo implementar programas de reciclagem no campus de Jaboticabal, decidiu colaborar com o time com a montagem de urnas coletoras para os resíduos, e então uma grande corrente de apoio foi surgindo. A Funep (Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Extensão), que já faz a coleta de vários materiais na universidade, colaborou com a criação de um site de divulgação do programa de reciclagem, do qual ficou ativo durante um ano, e desenvolveu um folder informativo para as urnas coletoras de esponjas.

No começo, a participação nesse programa era restrito somente à faculdade, porém, com o seu sucesso e popularização, ele foi aberto ao público em geral da cidade e hoje conta com 40 pontos públicos de coleta, sendo que a maioria deles partiu por conta própria da população de uma forma orgânica. Cada um desses pontos fica responsável por levar os resíduos coletados até a universidade, para que o envio para a TerraCycle seja feito. Para participar desse programa e ajudar o time de Jaboticabal a coletar mais esponjas, confira os locais disponíveis no mapa clicando aqui.

Após a coleta, esses resíduos são transformados em matéria-prima para outros produtos a partir da reciclagem. O lixo é coletado através do Programa Nacional de Reciclagem, que paga aproximadamente R$ 0,02 por cada esponja. Todo o valor arrecadado é depois repassado para escolas ou instituições sem fins lucrativos de todo o Brasil, o time da UNESP Jaboticabal escolheu o Lar Acolhedor São Vicente de Paulo, um dos principais asilos da cidade, que atende mais de 60 idosos.

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Sobre a TerraCycle

A TerraCycle é líder global em soluções ambientais para resíduos de difícil reciclabilidade e responsável por transformar, nos 21 países onde atua, mais de 2 mil toneladas de lixo/mês em matéria-prima que gera novos produtos – como baldes, vasos, bancos, entre outros. Por meio de programas de reciclagem, a TerraCycle engaja globalmente mais de 60 milhões de consumidores, verdadeiros protagonistas desta transformação socioambiental que não só viabiliza o descarte ambientalmente correto de resíduos, como também promove doações a instituições sem fins lucrativos escolhidas pelos próprios participantes.

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De esponjas de limpeza doméstica a fraldas usadas, até hoje a TerraCycle não encontrou nada que não pudesse ser reciclado. No Brasil, cerca de 30 milhões de itens pré e pós-consumo já foram reciclados e, aproximadamente, 450 mil reais doados a escolas e entidades de caridade. Em 2015, foi eleita uma das 11 pequenas empresas com maior potencial de fazer a diferença na economia verde e inclusiva, com publicação no Guia de Inovação para Sustentabilidade em MPE, edição especial da Revista Página 22 (Número 99, Nov/Dez 2015), em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces), da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Atualmente, tem parcerias no Brasil com marcas como Faber-Castell, Avon, Colgate-Palmolive, L’Occitane, L’Oréal (Garnier) e 3M (Scotch-Brite).