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Toda mãe cervejeira merece ser presenteada com um growler

A mulher é mais do que bem-vinda no universo cervejeiro. Atualmente, não há uma função que ela não ocupe. Estão na produção de insumos, na fábrica, na distribuição, no escritório, na sala de aula, no evento e na mesa do bar com um copo gelado ao lado.

Pode-se dizer que elas estão retomando um posto que sempre foi delas, isso porque por muitos anos a produção da cerveja era responsabilidade das mulheres. Enquanto os homens saíam para caçar ou para guerrear, eram elas que preparavam a bebida para toda família.

Na América do Norte e na Europa, elas produziam cervejas artesanais para acompanhar os alimentos e para vender. O domínio feminino só diminuiu no final do século 18 quando a produção de cerveja em larga escala se tornou um negócio rentável e foi assumido pelos homens.

Ao longo dos anos, a mulher retoma sua notoriedade no mundo cervejeiro. Ela começa a consumir e entender muito sobre o produto e, em alguns lares, passa a ser decisora final sobre as compras da família. Com as mudanças nos hábitos da sociedade, observou-se um crescimento da participação feminina no consumo de cerveja artesanal. Do final do século XX aos dias atuais, a mulher vem ganhando mais espaço, seja como profissional do ramo ou como exigente consumidora.

O growler é a forma mais sustentável de beber chope
O growler é a forma mais sustentável de beber chope

 

Para as mamães cervejeiras, o growler é o presente perfeito para o Dia das Mães. Bonito e prático, esse utensílio cervejeiro possibilita o consumo de chope fresco onde, quando e com quem quiser. Ele nada mais é do que um garrafão retornável próprio para chope, que consegue conservar a bebida por até 30 dias. Basta ir em uma Growler Station e encher o frasco com a sua craft beer preferida.

A My Growler ainda traz a possiblidade de você customizar o seu growler. Afinal, toda mãe merece um presente exclusivo, não é mesmo? Seja uma imagem, um personagem ou até mesmo uma frase, o momento de beber uma boa cerveja gelada vai ser muito mais prazeroso por ter a personalidade dela no utensílio.

Consumir cerveja em growler é sustentável e mais econômico. Afinal, não são utilizadas embalagens descartáveis como latas, garrafas, tampinhas, rótulos e tudo mais necessário para que a garrafa industrial chega até a prateleira do supermercado, como processos industriais de envase e pasteurização e logística. Desta forma, diminui a poluição do planeta.

O growler também pode fazer parte da decoração
O growler também pode fazer parte da decoração

Gostou da dica? Adquira seu growler no e-commerce da My Growler. Além dos diferentes modelos e personalização, você encontra acessórios e equipamentos para tornar o consumo em growler ainda mais fácil. Aproveite e brinde o Dia das Mães com um delicioso chope. Cheers!

 

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La Loba é primeira empresa de moda vegana no país a receber o selo Vegan Society

Marca comemora também as conquistas dos selos PETA, CO² Neutro e EuReciclo que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental. Além de ser uma das indicada ao Prêmio EcoEra.

Com coleções em edições limitadas, a La Loba, marca pioneira na produção de bolsas veganas no Brasil, se propõe a uma nova forma de fazer moda, com peças sofisticas que unem materiais alternativos e livres de crueldade, com temáticas místicas e atemporais. E em 2018, comemora a conquistas de importantes selos que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental.

Durante mais de um ano, a La Loba passou pelo processo de avaliação para adquirir o selo de registro Vegan Society, organização que criou e registrou o termo veganismo em 1944, em Birmingham (UK), e que foi introduzida no mercado em 1990, como padrão internacionalmente reconhecido no mundo todo para produtos e serviços veganos. “Foi um processo longo e ​por tudo isso, me sinto orgulhosa e muito, mas muito feliz”, comemora Kaline.

A criadora da marca, Kaline Demarchi, explica que esse selo é essencial para o crescimento da La Loba. “Somos a primeira empresa de moda nacional a ter seus produtos registrado pela Vegan Society. Esperamos ​que este reconhecimento nos traga ainda mais força, a fim de continuarmos vivenciando e propagando o nosso sonho de ressignificar o ‘Mercado da Moda’, tornando-o mais consciente através de práticas que respeitem todo o ciclo de consumo, todas as pessoas envolvidas, e em especial os animais e o Planeta, pois estes têm sido ​os mais prejudicados pelos hábitos tão antigos e tão disseminados em nossa sociedade. Queremos mudança, e acreditamos que ela possa realmente acontecer, como já está acontecendo”.

O selo vegano está registado na Europa, EUA, Canadá, Austrália e Índia e usado no mundo inteiro em mais de dezoito mil produtos.

La Loba - Bolsa vegana saco preta estampada R$27900 www laloba com br

Outra conquista superimportante para a La Loba foi o certificado do PETA, a maior ONG em defesa dos animais no mundo, com mais de 6,4 milhões de membros e apoiadores. O selo garante que a empresa está o cumprindo várias normas para assegurar a não utilização de matéria-prima de origem animal em seus produtos. Para conquistar a certificação, a marca passou por um rigoroso processo que examina vários aspectos para comprovar que a marca é vegana e apresentar declarações de matérias-primas totalmente isentas de origem animal.

Preocupada com o processo de descarte de suas embalagens, a La Loba trará nas tags da marca o selo Eu Reciclo, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma marca engajada com o reaproveitamento e promoção de um destino ambientalmente adequada de resíduos, processo semelhante à compensação de carbono.

As tags que acompanham as bolsas são desenvolvidas com papel semente, para que sejam plantadas e cultivadas. As embalagens são feitas de material reciclado, em parceria com a ONG Idesam, de Manaus (AM), que confere o selo Carbono Neutro. Ao final de cada ciclo, é realizada a compensação do CO² emitido no processo de produção da marca, mediante o plantio de árvores na floresta Amazônica, beneficiando, assim, a comunidade ribeirinha da região e o meio ambiente como um todo.

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“Os selos certificam ​e de certa forma reconhecem ​o nosso trabalho, ​servindo como ​um grande incentivo para que cada vez mais pessoas ​​possam conhece​-​lo e se identificar com ele. Acreditamos que além de criar produtos livres de crueldade, também devemos cuidar d​o ​Planeta, ​e foi ​por ​essa razão que, desde o início​, sempre buscamos parceiros ​conscientes ​e ​práticas capazes de gerar impactos positivos no meio em que atuamos. Plantar ​árvores no Amazonas, zerar o carbono ​emitido com a nossa atividade, reciclar nossas embalagens, criar tags com papel semente​,​ são algumas das ações que priorizamos​. E claro, fazemos ​tudo ​com muito amor​, pois acreditamos que daí vem a nossa força”, finaliza a criadora.

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A La Loba também foi uma das marcas indicadas ao Prêmio EcoEra deste ano, idealizado pela especialista em consumo consciente Chiara Gadaleta com o objetivo de analisar os mercados de moda, beleza e design com indicadores de sustentabilidade.

Informações: La Loba

 

Joias feitas com pedras preciosas e materiais descartados como pó de tijolo

A designer de joias Silvia Blumberg realiza um trabalho bastante inusitado, baseado em tudo o que vivenciou no período em que trabalhava como assistente social. Capaz de transformar lixo em luxo, Silvia tem um trabalho que chama a atenção na cena do design de joias: o uso de materiais não convencionais como pó de madeira, cimento, pó de tijolo, papel e vidro aliados à prata, ao ouro e a outras pedras preciosas, para criar suas peças. E o resultado é sempre exuberante.

Antes de começar a trabalhar com criações sustentáveis, Silvia já desenhava joias, sempre utilizando a brasilidade a favor de sua arte. A designer ganhou diversos prêmios na área do design, participou da Feninjer (Feira Nacional da Indústria de Joias, Relógios e Afins), e teve suas joias exportadas para países como Estados Unidos, Canadá, Panamá e Israel. Em 2005 e 2006, participou do curso de Moda e Gestão ministrado em parceria entre a Azov e a UniverCidade, onde desenvolveu ainda mais suas habilidades com grandes nomes como Lu Catoira (fundadora do Senai Cetiqt) e Paula Acioli (Coordenadora de Moda da FGV).

O seu trabalho sustentável teve início em 2008, logo após a ocorrência das enchentes que castigaram Santa Catarina, região Sul do país. A destruição e o desamparo da população tocaram a designer e fizeram nascer nela o desejo de produzir um trabalho mais sustentável, com mais respeito à natureza.

Silvia começou a estudar o meio ambiente e introduzir materiais que seriam descartados em suas criações. Sua primeira experimentação foi com resíduos da construção civil, como cimento e raspas de tijolo. Depois passou a incorporar elementos da própria natureza, como bagaço de cana, asas de besouros, pedaços de chifres – todos recolhidos de forma natural, no solo. A própria prata que utiliza nas peças é fruto de reciclagem de radiografias.

A linha descartável de Silvia recebeu prêmios, rendeu convites para feiras e eventos, além da aparição de suas joias em programas de televisão de diversas emissoras.

As joias desenhadas por Silvia não lembram em nada produtos artesanais, pelo contrário. As joias possuem design arrojado, contemporâneo e elegante, com curvas, ângulos, e formas elaborados, combinados com pedras incrustadas, que se tornam um diferencial em suas coleções ecológicas. São anéis com detalhes em cimento tingido, brincos coloridos por sumos de vegetais, braceletes com areia da praia, colares com pó de madeira – os materiais mais inusitados – e descartáveis – ganham vida nas mãos da designer.

Por conta de seu trabalho diferenciado, Silvia recebeu diversos prêmios e convites para participações em eventos nacionais e internacionais. Em 2001 foi finalista nas Américas do American Facet Award – concurso promovido pela Signity – e ficou entre as 20 joias mais belas, em 2002 ganhou o segundo lugar no Prêmio IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais) com o colar Mata Atlântica, na categoria Joias Artesanais, em 2012 recebeu do Sebrae o prêmio de Brasilidade e Sustentabilidade, entregue durante o Fashion Rio como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido com produtos com menor impacto ambiental e em 2014 participou do Encontro Latino Americano de Design, na Universidade de Palermo, em Buenos Aires. No mesmo ano foi incluída no comitê da moda da América Latina.

Silvia Blumberg_resíduo de tijolo

Joias com pó de tijolo

Em 2010, quando participou de uma exposição no RioCentro, Silvia montou estande ao lado de uma empresa que produz tijolos no estado do Rio de Janeiro. Interessada em aprender sobre mateiras primas, procurou saber mais sobre o uso deste material nas obras e os problemas que atingem os tijolos danificados. Estudou as dificuldades do trabalho com tijolo e seu transporte e decidiu aprimorar seu trabalho, passando de joias com pedaços de tijolo para joias com o pó do tijolo.

Naquele ano firmou parceria com a empresa de engenharia BEMZ – dos sócios Eric Blumberg e Marcel Felipe Zilberman, jovens formados pela PUC que estão adotando práticas sustentáveis na construção civil. Eles coletam os materiais e disponibilizam para a produção das peças da designer, que desenha brincos, colares e pulseiras utilizando resíduos do tijolo. É a primeira parceria entre uma empresa de construção civil e uma joalheria em prol da sustentabilidade.

Confira algumas peças:

 

Informações: Silvia Blumberg

 

L’Occitane en Provence e L’Occitane au Brésil promovem sustentabilidade

Projeto de descarte de embalagens terá a participação de mais de 22 lojas do Grupo

A L’Occitane en Provence e a L’Occitane au Brésil, marcas do Grupo francês L’Occitane, apoiadas em seus pilares de responsabilidade social e respeito com o meio ambiente, reforçam a iniciativa do Projeto Descarte e Reciclagem em parceria com a TerraCycle, visando contribuir ainda mais com o ecossistema, além de garantir o descarte correto e a reciclagem das embalagens dos seus produtos.

O Programa está em vigor desde 2014 em todas as lojas do Grupo na França. No Brasil, a parceria teve início em outubro de 2015 e, desde então, cerca de 15 mil embalagens de cosméticos foram coletadas e encaminhadas à reciclagem.

No Brasil, desde fevereiro deste ano, 22 lojas do Grupo L’Occitane fazem parte do projeto: 12 lojas da marca L’Occitane en Provence e 10 lojas da marca L’Occitane au Brésil.

O cliente que participar da ação com o descarte de embalagens vazias de produtos* nas lojas participantes, receberá um voucher, e cada embalagem descartada dará direito a um carimbo. A cada 5 carimbos marcados, ou seja, cinco embalagens vazias retornadas às lojas participantes, o cliente ganhará um icônico Creme de Mãos 30ml da respectiva marca, com fragrância sujeita a disponibilidade de estoque.

Da marca L’Occitane en Provence, participam no estado de São Paulo as lojas do Shopping Pátio Paulista, MorumbiShopping, Shopping Iguatemi São Paulo, Shopping Anália Franco e Shopping Piracicaba; no Rio de Janeiro, no Shopping Leblon; em Brasília, no Brasília Shopping; no Paraná, no Catuí Shopping Maringá; Rio Grande do Sul, no Iguatemi Porto Alegre; em Minas Gerais, no Boulevard Shopping BH; em Santa Catarina, no Joinville Garten Shopping e em Recife, no Plaza Shopping Casa Forte.

Já L’Occitane au Brésil tem lojas participantes na capital paulista e na capital carioca. Em São Paulo, as trocas podem ser feitas no MorumbiShopping, Shopping Pátio Higienópolis, Shopping Ibirapuera, Shopping Metrô Santa Cruz, Shopping Pátio Paulista, Shopping Iguatemi São Paulo, Shopping Villa Lobos e na Rua Oscar Freire. No Rio de Janeiro, o BarraShopping e o Shopping Leblon são os pontos participantes.

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*Promoção válida apenas para frascos (exceto em tamanho viagem, Sabonete em Barra, Bálsamo Labial e Cubo Efervescente) e não para cartuchos, enquanto durarem os estoques. Promoção não cumulativa com as demais promoções da loja. Válida 1 (uma) promoção por CPF.

 

Grupo ajuda causa ambiental e ONG de animais doando esponjas

Voluntários na cidade de Ibirubá (RS) coletam esponjas e acumulam pontos na Brigada Scotch-Brite, revertidos depois em renda para instituição que ajuda animais

O Programa Nacional De Reciclagem de Esponjas da Scotch-Brite, desenvolvido em parceria com a TerraCycle, incentiva a reciclagem de esponjas de limpeza em todo o país. E as boas ações do projeto não acabam por aí, um exemplo é o grupo de voluntários Juntos Somos Mais, de Ibirubá, no Rio Grande do Sul, que coleta esponjas para reverter a renda arrecadada à ONG de animais.

Os voluntários recolhem esponjas usadas para enviá-las ao Programa Nacional De Reciclagem de Esponjas da Scotch-Brite pelo correio. A cada esponja enviada para a reciclagem R$ 0,02 são doados para uma escola ou uma organização sem fins lucrativos escolhida pelos participantes.

No caso do Juntos Somos Mais a doação é para a ONG “MiAuJuda”, que atende animais em situação de risco, no canil e em casas de passagem. São auxiliados em torno de 450 animais, entre cachorros e gatos. Desde 2015, foram arrecadados em torno de 34 kg do material e mais de 4 mil unidades.

Para facilitar a coleta, a equipe espalhou Eco Pontos pela cidade de Ibirubá, em escolas, mercados, empresas. Segundo a idealizadora do Juntos Somos Mais, Mari Ribeiro, a ideia da coleta surgiu depois que viu uma postagem em uma rede social comentando sobre o destino correto para esponjas de cozinha. Ela afirma ter ficado empolgada com a ação após se informar mais. “Fiz meu cadastro e fiquei imensamente feliz por poder ajudar o meio ambiente e também reverter um valor para uma Instituição sem fins lucrativos”, conta.

Como participar

Para participar gratuitamente do Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR, basta se cadastrar no site, juntar a quantidade mínima de esponjas (500 gramas) para o envio e imprimir uma etiqueta pré-paga dos Correios na página do programa.

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Sobre o Programa Nacional de Reciclagem Scotch- Brite

O Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite, desenvolvido em parceria com a TerraCycle, celebra o marco de mais de 700 mil esponjas de limpeza doméstica coletadas para a reciclagem em 3 anos, o equivalente a 6 toneladas de material que serão reaproveitadas.

A iniciativa é a única no mundo a oferecer um novo destino para esponjas de limpeza doméstica, transformando os resíduos em matéria-prima para fabricar novos produtos como baldes, vasos, lixeiras e pás de lixo, entre outros. Além de oferecer uma solução ambientalmente adequada, o programa oferece aos consumidores a oportunidade de se engajarem em uma causa social.

Ao longo de quase três anos, a ação é resultado do engajamento e mobilização de cerca de 5 mil participantes, distribuídos em aproximadamente 700 times de coleta em todo o país. O estado de São Paulo foi o responsável pelo maior número de esponjas coletadas no período, superando a marca de 240 mil unidades. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado que mais enviou esponjas para a reciclagem: 110 mil unidades, seguido por Santa Catarina (97 mil) e Paraná (79 mil).

“O desafio é grande, pois o primeiro passo é a conscientização dos consumidores em separar a esponja usada e enviá-la ao programa pelos Correios, ao invés de descartá-la no lixo doméstico”, explica Emerson Mota, Gerente da Scotch-Brite para Divisão de Cuidados com o Lar da 3M do Brasil. Para conferir o processo de reciclagem completo acesse este vídeo.

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Programa Nacional de Reciclagem coleta mais de 670 mil esponjas

No Dia do Consumo Consciente, programa da Scotch-BriteMR celebra marca de 5,5 toneladas de resíduos coletados; iniciativa é considerada pioneira no mundo

No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Consumo Consciente criado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 2009. Alguns dos seus objetivos são estimular a reflexão sobre o descarte correto dos produtos e a reciclagem. Nessa data, o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite celebra o marco de 670 mil esponjas de limpeza doméstica coletadas para a reciclagem, o equivalente a 5,5 mil toneladas de material que será reaproveitado.

Desenvolvido pela 3M em parceria com a TerraCycle, a iniciativa é a única no mundo a oferecer um novo destino para esponjas de limpeza doméstica usadas. A iniciativa transforma os resíduos em matéria-prima para fabricar novos produtos como baldes, vasos, lixeiras e pás de lixo, entre outros.

Além de oferecer uma solução ambientalmente adequada, o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR oferece aos consumidores a oportunidade de se engajarem em uma causa social. Isso porque a cada esponja enviada para a reciclagem R$ 0,02 são doados para uma escola ou uma organização sem fins lucrativos escolhida pelos participantes.

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Ao longo de quase três anos, a ação é resultado do engajamento e mobilização de cerca de 600 mil participantes, distribuídos em aproximadamente 4 mil times de coleta em todo o País. Com a arrecadação do material, juntas as instituições indicadas pelos consumidores receberam mais de R$19 mil. O estado de São Paulo foi o responsável pelo maior número de esponjas coletadas no período, superando a marca de 200 mil unidades. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado que mais enviou esponjas para a reciclagem: 88 mil unidades, seguido por Santa Catarina (77 mil) e Paraná (66,5 mil).

Do total de esponjas produzidas apenas 1 a 1,5% são recicladas, mas para os criadores da iniciativa a conscientização do consumidor é o principal fator. “O desafio é grande, pois o primeiro passo é a conscientização dos consumidores em separar a esponja usada e enviar ao programa pelos Correios, ao invés de descarta no lixo doméstico. Contamos com a participação e colaboração dos consumidores para tornar esse projeto vivo ”, explica Emerson Mota, Gerente de Marca para Divisão de Cuidados com o Lar da 3M do Brasil. Confira o processo de reciclagem completo neste vídeo.

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Como participar

Para participar gratuitamente do Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR, basta se cadastrar neste site, juntar a quantidade mínima de esponjas (500 gramas) para o envio e imprimir uma etiqueta pré-paga dos Correios na página do programa.

 

Transforme roupas que não usa em caminhas para seu pet

Tratar os pets como parte da família exige afeto. Já pensou, então, em dar a eles uma nova cama usando aquela peça de roupa que está guardada no fundo do armário, mas que a gente não tem coragem de desapegar?  Mais do que isso, dar a ele uma peça bonita, única e cheia de sentimentos. A Arranjos Express faz isso para você e para seu bichinho.

A Arranjo Express, uma marca europeia de soluções em costura, comprova que não é preciso gastar dinheiro com peças novas. A rede portuguesa é especialista em reformar, customizar e realmente transformas roupas que já temos. Além de não gastar dinheiro, você evita consumir sem necessidade.

Veja alguns exemplos:

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Informações: Arranjos Express

 

 

 

Simple Organic conquista o selo “Eu Reciclo”

Marca de cosméticos orgânicos, veganos e naturais dá mais um passo na compensação pós-consumo com a reciclagem de suas embalagens com responsabilidade social

A Simple Organic, marca de cosméticos brasileira orgânica, vegana e natural, levanta mais uma bandeira: a de ser uma empresa preocupada com o processo de descarte de suas embalagens.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Brasil deve reduzir a massa destinada a aterros sanitários em 45% até 2031 e empresas produtoras de bens de consumo precisam se adequar e contribuir com a cadeia de reciclagem.

A Simple Organic é uma das que investem na causa da logística reversa e adota o selo “Eu Reciclo”, provando seu engajamento para minimizar a produção de lixo. Embora já não utilizasse embalagens individuais secundárias como as previstas pela Anvisa -, optando pelo desenvolvimento de saquinhos sustentáveis que podem ser usados de diversas maneiras, inclusive como nécessaire -, a label de beleza indie passa a integrar o rol de empresas comprometidas com a sociedade e com a conservação do meio ambiente.

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Dessa forma, a Simple Organic trará nos rótulos de todos os frascos e invólucros da marca o selo “Eu Reciclo”, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido, esquema semelhante à compensação de carbono. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma brand engajada com o reaproveitamento e/ou promoção de um destino final ambientalmente adequada de resíduos.

“Investimos para que cada produto que sai da nossa linha de produção seja ‘anulado’ como lixo no processo de reciclagem”, celebra Patricia Lima, fundadora da Simple Organic sobre mais essa conquista da marca que foi a primeira em seu segmento de atuação a se preocupar com a questão do descarte das embalagens e a buscar alternativas para transformar o “lixo” em uma ação de impacto social positivo.

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Como funciona na prática

A New Hope Ecotech, empresa que fornece a chancela “Eu Reciclo”, faz uma conexão entre marcas engajadas e recicladores, estimulando a formalização da cadeira. Assim, tudo o que a Simple Organic produz de embalagem é mensurado e este número final é compensado por meio da reciclagem em alguma cooperativa parceira da Instituição emissora do selo “Eu Reciclo”.

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“Ajudamos a natureza e também os cooperados, que muitas vezes são empresas familiares pequenas e que vivem deste trabalho. Assim revertemos para o programa o valor integral equivalente para as cooperativas associadas reciclarem a mesma quantidade de material que produzimos”, destaca a empresária.

Repassa: consumo sustentável e economia colaborativa

Idealizado a partir dos objetivos do publicitário e empresário Tadeu Almeida em gerar impacto positivo na sociedade e na natureza, o Repassa chegou ao mercado como uma nova tendência, baseado nos verdadeiros conceitos de sustentabilidade, projetos sociais e qualidade. E também para trazer a acessibilidade necessária ao produto, vendedor e comprador. O mercado brasileiro de roupas usadas em excelente estado é muito grande e é aonde a empresa busca ser referência.

Além de tudo, o uso de roupas de segunda mão é uma tendência cada vez mais forte em todo mundo, já que agrega um importante valor: o consumo consciente, avesso ao ritmo descartável que chegamos hoje. Segundo o Ibope, existem mais de R$ 50 bilhões em roupas paradas no guarda-roupa das pessoas, que não usam 60% das roupas que têm. Mas, esse mercado está em forte crescimento, pois cada vez mais as pessoas compram peças gentilmente usadas e entendem melhor o conceito de utilidade do que se consome, e passam a acumular menos coisas.

“A indústria da moda é a segunda mais poluente do mundo e a forma mais eficiente de diminuir esse impacto é dando mais ciclos de vida para as nossas roupas. Afinal, uma peça gentilmente usada, é tão boa, bonita e útil quanto uma nova, mas é até 90% mais barata e muito mais exclusiva”, diz Tadeu.

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Só que muitas pessoas doam as peças que não usam mais, e por mais que estejam em excelentes condições, para um projeto social é muito melhor receber uma doação em dinheiro, que será usado diretamente em sua causa, do que em peças de roupa. Assim, o empresário juntou essas informações e definiu a missão da empresa: repassar o bem através das peças de roupa que não são mais usadas. “Na era da conexão, do compartilhamento, a gente repassa o tempo todo, mas só coisa boa, em que a gente acredita, então, o nome veio bem a calhar”, completa.

A versão beta da plataforma foi desenvolvida em 2015. Quem queria vender, fotografava e cadastrava as peças no site, e quando eram vendidas, os vendedores eram avisados e as enviavam pelos correios para quem comprou. A aceitação dos usuários foi ótima, mas nesse momento foi constatado que a maioria das pessoas não tem tempo nem paciência para fazer todo o trabalho que dá para vender algo pela internet.

Foi aí que o Repassa desenvolveu a Sacola do Bem, uma forma muito mais fácil de vender roupas pela internet sem ter trabalho algum. O cliente pede a Sacola do Bem pelo site no valor de R$ 14,99, recebe-a em casa e a enche com as peças que amou, mas não usa mais, e a envia de volta.

Com experiência, bom gosto e cuidados especiais na seleção das peças, a equipe do site faz todo o trabalho de curadoria e certificação, fotografia, cadastro, armazenamento e envio. O cliente não tem que fazer mais nada e recebe 60% do valor das vendas.

No momento em que pedem a sua sacola, os clientes também podem fazer um Repasse Solidário, escolhendo uma porcentagem de suas vendas para doar para uma das ONGs parceiras como Graacc, Fundação Abrinq, Mães da Sé e Saúde Criança.

Desde essa mudança no modelo da empresa, as compras também se multiplicaram, pois os compradores se sentem mais seguros ao verem fotos profissionais publicadas, ao saberem que a peça passou pela avaliação de profissionais treinados antes de ir para o ar e em saberem que as peças estão fisicamente com a equipe do Repassa e que vão recebê-las, além de poder devolvê-las sem custo algum.

Como a empresa assume todo o processo, também consegue anunciar produtos melhores, com fotos e descrições melhores, além de preços mais competitivos. Isso faz com que os compradores se sintam mais seguros para comprar e achem ofertas mais interessantes. O resultado é que todo mundo fica feliz: quem vende, quem compra e quem doa.

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“Muitas clientes entram em contato com a gente agradecendo e dizendo que vão divulgar para todas as suas amigas. Adoramos quando isso acontece e como achamos que toda boa ação deve ser retribuída, desenvolvemos uma forma justa de remunerar cada recomendação que um cliente faz de forma recorrente e em vários níveis de conexão” explica Tadeu.

O principal público do empreendimento é o feminino, de 20 a 40 anos, da classe A até a C. Normalmente, pessoas com maior poder aquisitivo vendem no site e quem quer economizar em peças de grandes marcas em excelente estado, compram. O público é bem dividido e com a consciência do consumo cada vez mais em alta, o nível de renda importa cada vez menos.

A empresa tem muito interesse em expandir no segmento masculino, que não tem tantas opções e, esse público, preocupa-se casa vez mais com o visual. Também estão nos planos a expansão no segmento kids, em que as peças são perdidas muito rápido, tendo sido usadas poucas vezes.

O Repassa ainda conta com a parceria de influenciadoras como Paty Scaringela, Lu Taboada e Luiza Sobral, que têm uma vitrine solidária dentro do site. Elas se aproximam de seus seguidores, que podem ter o que foi delas, ganham dinheiro no processo e ainda ajudam ONGs incríveis, passando valores de solidariedade e sustentabilidade.

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Por último, foi desenvolvido também um algoritmo de recomendação inteligente de peças, que envia sugestões por e-mail das roupas que podem ser interessantes para os seus usuários.

A empresa cresceu 420% desde o início do ano e a meta é crescer três vezes mais até o final de 2017. Outra meta do Repassa é estruturar pontos físicos de coleta e entrega de Sacolas do Bem, em que também serão expostos alguns produtos em destaque para venda.

Curso gratuito ensina a fabricar cestos de jornal e incentiva o descarte de materiais

Dar o destino correto aos materiais recicláveis por meio da coleta seletiva e ainda transformá-los em peças decorativas ou fonte de renda. É isso que vai ensinar o minicurso gratuito de fabricação de cestos de jornal promovido pelo Centro de Educação para a Sustentabilidade (CES) Alphaville, em Santana de Parnaíba, no dia 22 de julho (sábado). Ministrada pela facilitadora Rosi Ribeiro, a aula terá a duração de quatro horas e contará com conteúdo teórico e prático.

“O CES Alphaville é um espaço de convivência, troca de conhecimentos e educação para a sustentabilidade”, disse Fernanda Toledo, gerente de sustentabilidade da Fundação Alphaville. “Promovemos ações que geram o fortalecimento individual e coletivo dos moradores locais, ensinando técnicas para o aprimoramento de habilidades e contribuindo para o fortalecimento pessoal dos participantes e de seus territórios”, afirmou.

A agenda do centro prevê atividades gratuitas focadas na educação ambiental e sustentabilidade integral. Os interessados em participar do minicurso sobre fabricação de cestos de jornal podem se inscrever gratuitamente até o dia 18 de julho pelo e-mail: contato.cesalphaville@gmail.com ou pelo telefone: (11) 4153-3618.

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Serviço:
Minicurso: Fabricação de cestos de jornal (CES Alphavillhe)
Data: 22 de julho (sábado)
Horário: Das 09h às 13h
Local: CES Alphaville – Al. Miquelangelo, 12 – Alphaville Burle Marx- Santana de Parnaíba – SP – CEP 06539-390
Inscrições: Até o dia 18 de julho pelo e-mail: contato.cesalphaville@gmail.com ou pelo telefone (11) 4153-3618.