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Três maneiras de medicar o seu gato

Quem nunca viu aquela piada na internet em que o marido chega para a mulher e diz: “Dei o remédio para o gato. Agora, você pode me levar para o pronto-socorro?”. E a imagem dele todo arranhado e com a roupa rasgada? É exagero, mas muita gente tem dificuldades em medicar os felinos.

E agora, o veterinário do seu gato receitou um remédio e você está com dificuldades de fornecer? Calma, para deixar todo tutores bem tranquilos, dizemos que não é impossível fazer isso sozinho e em casa.

É verdade que os gatos apelam para a desobediência nesse momento, pois é de sua natureza serem desconfiados e ter aquela patinha atrás com atitudes consideradas suspeitas.

Pensando nos tutores, o médico veterinário da Max Cat e Gerente Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, fez uma lista mostrando como dar a medicamentação para seu felino!

1 – Remédio Líquidos e/ou Xaropes
Introduza o remédio com a ajuda de uma seringa própria para o felino. É importante medir a quantidade receitada pelo veterinário, pois assim você evita que ocorram intoxicações e outros acidentes com o seu gato. Pegue-o no colo, faça bastante carinho e deixe um petisco sempre à vista, assim você fará com que seu pet associe o remédio a uma recompensa positiva ao final de todo o processo. Mantenha sempre o diálogo com seu pet e, quando ele estiver tranquio, puxe o lábio dele e apoie o bico da seringa. Pressione lentamente a seringa para que o peludo não engasgue e para que o animal ingira o líquido de forma gradativa. Evite que o felino tenha reações físicas, pois é perigoso machucar o pescoço ao tentar escapar. Outra dica é embrulhá-lo em uma coberta para que fique bem confortável e evite que você seja arranhada com as garras do gato.

gato remedio

2 – Medicamentos Sólidos
Dar um remédio em forma de comprimo para um gato não é tão amistoso como acontece com um cão, pois os felinos são mais ariscos. Uma dica é misturar o comprimido em algum alimento que o gato goste muito, por exemplo um petisco mais macio ou até mesmo Max Cat Patê. Dê um pedaço sem o remédio, depois ofereça o pedaço com o comprimido escondido e por último dê outro sem nada. Espere e certifique-se de que o pet engoliu tudo.

Outra forma é pegá-lo de costas para você, colocá-lo entre suas pernas, segurar a cabeça e colocar o medicamento bem mais do que a metade da língua – segure a boca para que ele engula. Essa é uma maneira interessante e que evita que o felino fique exaltado e machuque você sem querer, pois quando o gato não encara o tutor é menos provável que ele fique estabanado e/ou agressivo.

Para facilitar mais ainda, no mercado existem os aplicadores de comprimidos, eles introduzem o remédio diretamente na garganta sem que o pet sinta o gosto da medicamentação.

total max car salmão

3 – Remédios Pastosos
Os remédios em pasta têm sido os mais indicados para os felinos, sendo também a forma mais tranquila de fornecer a medicação para o peludo. A pasta pode ser passada nas patinhas, pois instintivamente, o gato tende a lamber. Outro ponto bem estratégico é no focinho. Nesses casos, a única preocupação é verificar se o pet lambeu toda a pasta e não deixar que a medicação caia sem antes ele ter lambido completamente.

Total Max Cat ProductShot Salmão

Fonte: Total Alimentos

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Cuidados na medicação dos pets

A administração do medicamento de forma adequada potencializa o sucesso do tratamento

No Dia dos Namorados, a DrogaVET coloca em pauta o amor dos tutores pelos pets, seus eternos e fiéis companheiros. Líder na manipulação de medicamentos veterinários no país, a empresa aponta o porquê é importante administrar o remédio de forma correta e sem estresse aos animais de estimação, incluindo, nesse processo, desde a hora certa, a quantidade da dose, a conservação do remédio, a forma mais adequada e o sabor. Tudo para tornar o ato um momento importante e único de total demonstração de amor à saúde do PET.

Para que os tutores possam melhorar essa prática e, consequentemente, a qualidade de vida dos animais, a médica veterinária da DrogaVET, Andressa Felisbino, elenca abaixo os principais cuidados a serem tomados durante diversos tipos de tratamento:

-Medicamentos: além de seguir à risca a receita do veterinário, deve-se evitar o uso de remédios de consumo humano, que podem causar intoxicação no animal e piorar o estado de saúde dele. “Como a maioria dos pets são resistentes a medicações, as fórmulas manipuladas da DrogaVET são feitas na dose correta para o peso e o tempo de tratamento de cada caso, sem desperdício, e ainda nos sabores preferidos dos animais para facilitar a administração”, explica a especialista. A eficácia do tratamento aumenta, principalmente nos casos de animais que precisam de medicação contínua para controlar doenças cardíacas e articulares.

remédios

-Armazenamento e dosagem: acondicionar corretamente o remédio, em local fresco ou geladeira –dependendo do composto-, estar atento à validade e certificar-se de que o animal ingeriu toda a dose são outras medidas cautelares que devem ser tomadas. “A prática antiga de quebrar o comprimido ao meio pode comprometer a saúde do animal, pois na quebra a dosagem correta pode se perder. Além disso, o contrário também pode ocorrer e, no caso da superdosagem, há o risco de intoxicação, levando a sintomas como vômitos, depressão, excitação, diarreia e problemas neurológicos”, detalha a especialista.

-Administração: um dos macetes para facilitar a administração do remédio com a agilidade que o momento exige, é deixar tudo preparado antes de pegar o pet para medicá-lo. “Permitir que ele cheire para, depois, introduzir o medicamento diretamente na língua ou garganta –se for um biscoito medicamentoso, por exemplo. Fechar a boca do pet e massagear seu focinho também contribui para facilitar a deglutição. Comemorar junto ao animal quando o remédio for ingerido corretamente, como se fosse um prêmio, também ajudará na administração das próximas doses”, pontua Andressa.

cachorro remédio melvin quaresma
Foto: Melvin Quaresma

-Observação às recomendações médicas: cada tipo de enfermidade exige restrições aos pets, que devem ser controladas pelos proprietários como, por exemplo, animais com problemas nas articulações ou fraturas ósseas não podem ser deixados em locais de piso escorregadio, escadas e próximos a móveis nos quais eles podem subir e pular. Já para os pets com doenças dermatológicas recomenda-se o uso de protetor solar e evitar a exposição ao sol.

“Em linhas gerais, cuidar dos pets e zelar pela saúde deles é o ato de demonstração de amor e carinho mais importante que o proprietário pode realizar”, comenta a veterinária da DrogaVET. “Levando em consideração todos os cuidados listados acima, esse amor será incondicional, pautado por um relacionamento de confiança que só o amor animal reverbera”, finaliza Andressa.

Fonte: DrogaVET

Remédios para pets no sabor chocolate

Medicações de uso veterinário manipulado no sabor chocolate agradam aos pets, principalmente aos cães, e contribuem para um tratamento sem estresse

Donos de pets sabem o quanto os animais adoram determinados alimentos destinados ao consumo humano. Alguns bichinhos, por exemplo, são loucos por chocolate, porém a tradicional iguaria é nociva à saúde animal. Pensando em alinhar a vontade dos pets pelo doce com o tratamento de doenças, a DrogaVET incluiu em seu cardápio medicamentos com sabor chocolate, facilitando a administração para os proprietários e potencializando o tratamento dos pets.

Em seu laboratório, a DrogaVET produz os remédios na medida certa para cada animal, adicionando flavorizantes, que simulam diferentes gostos, entre eles, o chocolate, sendo isentos de glicose e cacau -substâncias tóxicas para os pets devido à presença de teobromina em suas composições-. Deste modo, os medicamentos podem ser ministrados em cães, gatos e silvestres, sem comprometer o tratamento e tornando o consumo mais agradável ao paladar dos bichinhos.

Cat at veterinarian

“O sabor chocolate é um dos mais preferidos dos pets e ele pode ser combinado com vários princípios ativos, como, por exemplo: o antibiótico cefalexina, destinado ao tratamento de dermatite, e o benazepril, para disfunções cardíacas. Podendo ser aplicado tanto em xaropes e biscoitos medicamentosos – com mais saída para os cães –, quanto em pastas orais – voltadas mais para os gatos –”, revela a veterinária da DrogaVET, Andressa Felisbino.

Estudos da empresa revelam que as chances de tratamento eficazes aumentam, dado a dois principais fatores: o processo de medicação sem stress e a fórmula conter a dose ideal. Associado a esse índice está também a economia de até 30% na comparação com o medicamento convencional.

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As receitas veterinárias podem ser enviadas às unidades DrogaVET via telefone, email ou site e é possível obter o remédio manipulado em até 24 horas após a solicitação do pedido. “Com a medicação adequada para as necessidades do paciente animal e no sabor preferido do pet, é possível otimizar o tratamento e recuperar a qualidade de vida dos animais sem sofrimento”, finaliza Andressa.

Informações: DrogaVET

Microcápsulas: opção de tratamento para animais de pequeno porte

Menor cápsula do mercado é ideal para tratamentos de dose unitária para cães e gatos

Quem já tentou medicar um cachorro ou gato, por mais amorosos que eles possam ser, sabe o quanto isso pode ser difícil! Muitas piadas rolam na web, como aquela do marido chegando para a mulher e dizendo: “Pronto, já dei o remédio do gato. Pode me levar ao hospital agora”. Para o espanto dela ao vê-lo todo machucado e sangrando.

Piadas à parte, cuidar de um bichinho doente não é tarefa fácil. Além de fragilizados, alguns pets podem ficar agressivos, principalmente, na hora de tomar o remédio. Para auxiliar os tutores nesse momento, a Fórmula Animal Farmácia de Manipulação Veterinária está sempre em busca de inovações para diminuir o sofrimento dos animais de estimação. Além dos produtos para cães, gatos e aves, como biscoitos medicamentosos, pastas orais, cápsulas, xaropes e pomadas, a empresa agora oferece outra novidade: cápsula 5, também conhecida como microcápsula, a menor do mercado.

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“As cápsulas são formas farmacêuticas orais utilizadas para medicar os animais e possuem diversos tamanhos, designados arbitrariamente por algarismos. Quanto maior este número, menor a capacidade volumétrica do item. Os tamanhos vão de 5 a 00. Nossa microcápsula permite incorporar um volume entre 0,12 a 0,13 ml de ativos. Por conta disso, normalmente o medicamento é indicado para uma dose unitária e é ideal para animais de pequeno porte já que ele facilita a deglutinação e mascara o odor e sabor do fármaco”‘ afirma Renata Piazera, farmacêutica da rede.

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Ilustração: VernonHillsAH

A microcápsula pode ser utilizada no combate a demodicose, popularmente conhecida como sarna, hipotireoidismo, insuficiência cardíaca congestiva em cães e insuficiência renal crônica em gatos. “O conforto animal é prioridade da Fórmula Animal e nosso objetivo é diminuir o sofrimento dos pets em todas as situações e facilitar tanto a recuperação do bichinho quanto o trabalho dos donos e profissionais”, finaliza Renata.

Informações: Fórmula Animal

Banco de Remédios, alternativa para quem precisa de medicamentos sem custo, tem pontos de coleta em SP

O Banco de Remédios, associação de ajuda humanitária que atua há mais de 10 anos no Estado do Rio Grande do Sul, acaba de ampliar sua atuação para a cidade de São Paulo, onde passará a ter dois pontos para doação de medicamentos. O serviço visa oferecer uma alternativa aos pacientes que precisam de medicamentos mas não tem recursos financeiros para adquiri-los. Hoje, a entidade já atende mais de 3.000 usuários cadastrados, e que se beneficiam deste serviço.

Na cidade de São Paulo, a coleta dos medicamentos primeiramente será feita na OAB/SP Subseção de Santana/SP, através de ações itinerantes, tais como; universidades, parques, hospitais, entre outros, todos previamente divulgados. “É uma iniciativa pioneira e muito importante para São Paulo, onde milhares de pacientes enfrentam dificuldades para comprar remédios”, comenta a advogada especializada em Saúde, Claudia Nakano, que é porta-voz do projeto em São Paulo e Presidente da Comissão de Saúde Pública e Suplementar da OAB/SP-Subseção de Santana/SP.

Packs of pills

Criado por Damaso Macmillan, 64, que tomou a iniciativa após passar por um transplante de rim há alguns anos e enfrentar dificuldades para conseguir medicamentos caros, o Banco de Remédios classifica e redistribui remédios não mais utilizados, tendo o controle com a data de validade e sua conservação preservada. Depois de passar pelo transplante, ele notou que muitos pacientes como ele deixavam sobrar comprimidos nas cartelas e que ainda estavam em boas condições de uso. A partir daí, passou a reunir as sobras de medicamentos, como uma farmácia informal gratuita. Foi daí que surgiu o Banco de Remédios. “O principal objetivo do banco, além de ajudar quem precisa de tratamento médico, é evitar o desperdício de medicamentos”, explica o fundador e presidente. “O prazo para a entrega do remédio solicitado é de 3 dias úteis a partir do pedido. Como temos usuários espalhados por todos o país, como nos estados de São Paulo, Amapá e Acre, o medicamento é enviado pelo Correio”, diz Macmillan.

O Banco de Remédios é uma instituição de ajuda humanitária, autônoma, privada e sem vínculos governamentais e partidários, mantida única e exclusivamente pelos seus associados. A formação dos estoques, classificação, verificação do conteúdo e do prazo de validade são feitos por profissionais colaboradores das áreas médica, farmacêutica, sociólogos, administradores, advogados, publicitários, entre outros. O estoque inclui mais de 7.000 medicamentos dos mais variados tipos, desde analgésicos e pílulas anticoncepcionais até medicamentos para doenças crônicas, como: renais, cardíacas, autoimunes, câncer e diabetes. Para poder receber remédios na entidade, é necessário que o interessado se associe, é preciso apresentar receita médica, se cadastrar na associação e contribuir com a entidade mensalmente com R$ 40,00, que serve para sustentabilidade da organização.

Todos os medicamentos coletados são enviados para a sede do Banco de Remédios, em Porto Alegre, onde é realizada triagem e checagem de prazo de validade e outros aspectos. Após esse procedimento, os remédios são encaminhados via correio para os mais de 3.000 usuários cadastrados de todo o Brasil. Para receber medicamentos, é preciso entrar em contato com o Banco de Remédios para se cadastrar.

Como doar para o Banco de Remédios:

Através dos Correios via Caixa Postal:
Banco de Remédios – Caixa Postal 11520 – Porto Alegre – RS – CEP 90870-001

Através das ações sociais itinerantes OAB – 125ª Subseção de Santana/SP:
Rua Victório Primon, 372 – Casa Verde – São Paulo – SP – CEP 02550-050
Telefone: (11) 3966-0619 / (11) 3857-2298 – E-mail: santana@oabsp.org.br

Comissão da Saúde Pública e Suplementar OAB – 125ª Subseção de Santana/SP:
Rua Duarte de Azevedo, 284, Conj. 83 – Santana – São Paulo – SP – CEP 02036-021

Através do Banco de Remédios:
Rua Siqueira Campos, 1184 – cj. 510 – Centro Histórico – Porto Alegre (RS) – CEP 90010-001 – Telefone: (51) 3026-7552

Sobre o Banco de Remédios

Banco de Remédios é uma associação privada de ajuda humanitária, que estabelece ações para captação de medicamentos doados, novos e em desuso e repassados aos mais necessitados.

Banco de Remédios Associação de Ajuda Humanitária Saúde Sem Fronteiras – Telefone: (51) 3226-7552

Sobre Claudia Nakano

Advogada especializada no Direito à Saúde, Claudia Nakano é Presidente da Comissão de Saúde Pública e Suplementar da OAB subseção de Santana/SP e membro das Comissões de Direito do Consumidor, Saúde, Planos de Saúde e Odontológico da OAB, subseção de Santana/SP. Sócia e fundadora do escritório Nakano Advogados Associados, é pós-graduada em Direito Civil e Processual Civil e em Direito Médico, Hospitalar e Odontológico pela EPD – Escola Paulista de Direito.

Saiba como diminuir efeitos colaterais dos corticoides

Alergista dá dicas para minimizar reações causadas pelo uso dos medicamentos

Encontrados em anti-inflamatórios, na forma de pomadas, comprimidos, sprays e injetáveis, os corticoides são substâncias sintéticas, semelhantes aos hormônios cortisol e aldosterona, usados para o combate e tratamento de reações alérgicas como urticária, asma e rinite. O uso prolongado do medicamento pode gerar efeitos colaterais, como o ganho de peso, conforme alerta o médico alergista Diener Frozi.

“Isso acontece porque os corticoides prejudicam a função da insulina, aumentando as taxas de açúcar no sangue, fazendo com que o organismo passe a acumular gordura. Outras complicações relacionadas ao uso recorrente do medicamento estão relacionadas ao desenvolvimento de estrias, inchaço, retenção de líquidos, pele com tendência a acne, além de possíveis alterações renais e hepáticas”, explica o especialista que é responsável pelo projeto “Viva Sem Alergia”, em Duque de Caxias, cidade da Baixada Fluminense.

Para minimizar os impactos indesejáveis desse tipo de medicamento, Doutor Frozi orienta os pacientes a realizar uma bateria de exames, antes de iniciar uma atividade física, acompanhada por dieta com restrição de sal. “Recomendo controlar a ingestão de gorduras, embutidos, refrigerantes e aumentar o consumo de líquidos, bem como a prática de esportes. É importante esclarecer que os efeitos se agravam com a utilização contínua, o uso esporádico, como para tratar crises agudas, oferece menos riscos”, afirma.

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Sobre o Viva Sem Alergia

O projeto social Viva Sem Alergia atende pacientes da Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com objetivo de tratamento, controle e prevenção de alergias e doenças imunológicas. Na unidade de saúde localizada em Duque de Caxias, os pacientes realizam exames gratuitamente, como o teste cutâneo para detectar os alérgenos aos quais são mais suscetíveis. Em caso de diagnóstico confirmado de asma, o tratamento é iniciado com kits alérgicos com broncodilatadores em forma de sprays inalatórios, as conhecidas “bombinhas”, distribuídas sem custo. A oferta é possível graças a parcerias com instituições como a Cruz Vermelha de São Gonçalo.

Aplicativo ajuda usuários a economizar na compra de remédios

HelpRemédios já está disponível na cidade de Curitiba, e deve ser lançado em outras cidades brasileiras nos próximos meses

Que tal pesquisar preços de medicamentos, comparar as opções em farmácias diferentes e, ainda por cima, receber o pedido onde você estiver? Agora isso é possível graças ao recém-lançado aplicativo HelpRemédios, pioneiro no Brasil, que ajuda o usuário a comprar medicamentos mais baratos, comparando preços e garantindo a economia em um período de crise.

Idealizado pelo paranaense Daniel Ropelatto, profissional que atuou por mais de 12 anos na indústria farmacêutica, o HelpRemédios, disponível nas plataformas iOS e Android, faz com que os usuários pesquisem e encontrem medicamentos com as melhores opções de preço. Trabalhando com a localização das farmácias, o aplicativo disponibiliza opções mais próximas, possibilitando que o usuário retire o medicamento no balcão da farmácia escolhida ou receba onde estiver.

“Poucas pessoas percebem, mas a variação do preço dos remédios no país é absurda. De acordo com uma pesquisa recente do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade, no caso dos medicamentos genéricos, essa diferença supera a casa dos 5.000%. Um medicamento que custa menos de R$ 1 em algumas farmácias pode custar mais de R$ 20 em outras. Com o HelpRemédios, os usuários terão a oportunidade de encontrar os melhores preços para os medicamentos que estão precisando. Em um momento de crise, nada melhor que economizar um pouco, ainda mais quando tratamos de gastos com a saúde, que são indispensáveis”, comenta Daniel Ropelatto.

Daniel Ropelatto (Help Remedios)
Daniel Ropelatto – Foto: Priscilla Fiedler

O HelpRemédios permite, também, que o consumidor faça uma análise completa sobre cada um dos medicamentos cadastrados no sistema, levantando o nome do fabricante, o princípio ativo, o preço máximo que pode ser vendido pelas farmácias e as suas apresentações. Outra facilidade proposta pela ferramenta é de que o medicamento seja pago diretamente no aplicativo, via cartão de crédito. “Nós acreditamos que cuidar da saúde não precisa ser tão complicado. Queremos ajudar as pessoas a tratarem seus problemas, sejam eles agudos ou crônicos, com comodidade e conveniência”, explica Ropelatto.

Democratização da saúde

Além dos benefícios aos usuários, o aplicativo faz com que farmácias dos mais variados portes ofereçam seus produtos e divulguem seus serviços por meio do aplicativo. “O HelpRemédios é um aplicativo democrático, sem exclusividade para as grandes redes. Dessa maneira, mantemos o nosso foco principal, que é oferecer os melhores preços aos nossos usuários, e permitimos que farmácias de todos os portes possam se cadastrar em nossa ferramenta”, completa o idealizador do HelpRemédios.

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Informações: HelpRemédios

Venda de medicamentos sem receita tem novas regras

Resolução da Anvisa vigora desde o dia 3 e foi elaborada com base em consulta pública

Novos critérios que devem ser atendidos por medicamentos classificados como isentos de prescrição médica foram publicados na edição do dia 3 de agosto último no Diário Oficial da União. Tais medicamentos podem ser vendidos diretamente ao consumidor, sem receita.

A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) traz novas regras e fixa sete critérios para que o medicamento seja registrado como isento de prescrição.

Os critérios dizem respeito ao tempo mínimo de comercialização; perfil de segurança; indicação para tratamento de doenças não graves; indicação de uso por curto período; ser manejável pelo paciente; baixo potencial de risco em situações de mau uso ou abuso; e não apresentar potencial de dependência.

A proposta de texto para a resolução passou por consulta pública no ano passado, e cidadãos, representantes da sociedade civil e do setor regulador, puderam enviar contribuições.

O texto publicado no Diário Oficial da União foi aprovado pela Anvisa em julho e substitui a resolução anterior (138/2003), que não previa a possibilidade de atualização da lista de medicamentos isentos de prescrição. De acordo com a Anvisa, isso impossibilitou que medicamentos que têm perfil de segurança e uso compatíveis com a venda sem prescrição fossem incorporados à categoria de venda.

A resolução traz ainda as orientações para que as farmacêuticas possam solicitar o enquadramento e reenquadramento de medicamentos na lista dos isentos de prescrição.

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Foto: Morguifile/Starblue

Para que o medicamento possa ser registrado como isento de receita, serão avaliados os seguintes parâmetros:

-Tempo de comercialização;
-Perfil de segurança;
-Indicação para tratamento de doenças não graves;
-Indicação de uso por curto período;
-Ser manejável pelo paciente;
-Baixo potencial de risco em situações de mau uso ou abuso;
-Não apresentar potencial de dependência.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil e da Anvisa