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Assistência Veterinária para pets e clube de descontos para tutores

O consumidor que adquire produtos da marca recebe 85% de desconto na mensalidade

Os tutores de pets sabem que não podem descuidar da saúde dos animais. Cuidados com higiene e alimentação, além de exames periódicos e vacinas são essenciais, mas se não forem programados pesam no orçamento.

A PetMais, empresa focada na saúde e bem estar dos animais, realizou uma pesquisa e percebeu que os donos de pets, investem mais em acessórios e produtos para o dia a dia ao invés do cuidado na saúde. E, quando acontece um imprevisto, os gastos são altos e comprometem o orçamento de todos da família. Pensando nisso, a marca criou o Master Premium, uma assistência 24 horas com preço justo e que pode fazer parte da compra mensal dos animais de estimação.

O plano tem o custo de R$ 34,99 mensais e o beneficiário conta com Internação e Cirurgia Emergencial, Assistência Veterinária Emergencial, Serviço Funerário, Implantação de Chip, Aplicação de Vacinas em Domicilio, Agendamento de Serviços Veterinários, Rede de Descontos, Envio de ração a Domicilio, Orientação Veterinária por Telefone, Hospedagem e Transporte do Pet. São mais de mil redes credenciadas em todo Brasil.

O Master Premium chega com uma facilidade para os consumidores da PetMais, o cliente que adquirir o produto da marca, pode se tornar beneficiário por apenas R$ 4,99 no mês de sua compra, recebendo desconto de 85%.

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Ilustração: AndreSantanaMS/Pixabay

“Percebemos que em termos de acessórios e produtos para higiene, o mercado pet oferece grande variedade. Mas, quando se trata de opções para facilitar o cuidado com a saúde do animal, o mercado ainda é falho. Temos excelentes profissionais no Brasil, mas falta simplificar esse serviço, e foi exatamente isso que pensamos quando criamos o Master Premium, uma rede credenciada com médicos veterinários de qualidade e preço justo”, declara Odir Filho, diretor da PetMais.

Para facilitar a compra, o Master Premium será comercializado nos Pet Shops e os produtos da PetMais trará a informação sobre o desconto. O cliente recebe um voucher com código promocional e as instruções para se cadastrar.

Informações: Master Premium

 

É possível ter o corpo modelado sem cirurgia plástica

O processo de congelamento controlado é uma alternativa segura e eficaz para acabar com as gorduras localizadas

Uma das épocas mais esperadas do ano chegou e a correria para entrar em forma é uma realidade. Nessa hora, muitas pessoas recorrem a dietas malucas, exageram na academia ou até mesmo se submetem a procedimentos cirúrgicos para eliminar aquelas gordurinhas resistentes, sem saber que já existe um método não invasivo e eficiente com essa finalidade. O CoolSculpting é um tratamento que modela o corpo e elimina as células de gordura por meio do resfriamento controlado.

O cirurgião plástico Rodrigo Duprat esclarece que CoolSculpting é uma ótima opção para o verão, afinal, é excelente para eliminar a gordura localizada de forma segura, rápida e sem cirurgias. “Outra vantagem, é que não requer muito cuidado pós-operatório como cintas e drenagens recomendados no caso da lipoaspiração, por exemplo”, declara.

Segundo Duprat o procedimento também é um incentivo para aqueles que não fazem exercícios no dia a dia. Ao notar os resultados, que começam a surgir logo após a primeira semana, os pacientes se abrem para novos cuidados e adotam um estilo de vida mais saudável para manter o visual. Apesar das células de gordura serem eliminadas após o tratamento, se o paciente permanecer sedentário e ganhar peso, pode ocorrer uma perda do resultado.

Sobre a segurança do procedimento, a máquina congela a gordura com muita precisão, calculando a temperatura certa para não queimar a pele. “Em geral, a gordura é levada a uma temperatura de -10ºC, gerando uma deformação na parede das células e fazendo com que o corpo a elimine em até 90 dias”, esclarece o médico. Normalmente, em uma única sessão é possível diminuir entre 25% e 30% da gordura da região tratada.

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O profissional treinado para realizar CoolScupting deve analisar cada paciente individualmente e indicar as melhores condições para o tratamento. Duprat esclarece que se não houver nenhuma mancha ou algum roxo após a realização do procedimento, não há problema nenhum em curtir o verão e tomar sol.

O procedimento não é indicado para pacientes com pouca gordura na região, onde não é possível acoplar o aparelho, gestantes, mulheres em período de aleitamento, menores de 18 anos, pessoas cardíacas, pacientes com hérnia no local a ser tratado, alergia ao frio e irritação na pele.

Fonte: Allergan

As causas mais frequentes das alergias crônicas

Sabe aquela alergia que já parece de estimação, que você trata, trata e que continua aparecendo? Pois as causas dela podem ser bem mais profundas do que você imagina. E só curando essas causas é que ela tende a desaparecer.

Viver sem alergia é um sonho, certo? Errado! Segundo o fisioterapeuta com foco em saúde integrativa Sergio Bastos Jr, é possível viver com menos reações alérgicas e até zerar a doença, e essa realidade está mais perto do seu alcance do que você imagina. “Geralmente, as causas das alergias crônicas estão muito mais relacionadas ao histórico emocional da pessoa do que a um processo clínico. E encontrar essas causas, e ajudar a eliminá-las, pode ser a melhor forma de levar a uma realidade saudável”, explica o especialista.

Segundo ele, as alergias, no geral, estão ligadas a conflitos de separação, ao medo de se separar de quem é importante para você. Entretanto, alergias em diferentes partes do corpo e com diferentes sintomas podem ter diferentes causas: “para entender de onde vem a alergia, é preciso trilhar o caminho do conflito, entender qual é a causa primordial e a quem ou a que situações ela está conectada. Aí, sim, é possível gerar um tratamento que tenda a fazer os sintomas desaparecerem. Muitas vezes, por completo”, enfatiza.

O médico revela que casos específicos de alergias podem ter causas diferentes, embora sempre conectadas ao conflito de separação:

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Rinite – relacionada à ideia de farejar o perigo;

Brônquios – vontade de gritar e espantar o perigo;

Pulmão – muito relacionada ao medo da morte;

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Dermatite – relaciona a contato-separação de alguém com que tenho contato físico e me separei ou quero me separar, mas não tenho coragem. Geralmente, a dermatite, nesse último caso, aparece onde eu tenho mais contato com a pessoa.

“Para entendermos a complexidade das conexões da alergia, podemos citar exemplos de pessoas que têm rinite em um determinado local, por exemplo, a casa dos pais, mas não têm em outros locais que, em um primeiro momento, poderiam ser acusados de grandes causadores de alegrias. Uma casa com poeira, por exemplo, tapetes, cortinas, que poderiam causar uma rinite fortíssima, mas onde isso não acontece. Podemos presumir que a causa não está ali, mas na casa dos pais. O problema não são os ácaros, mas, sim, o conflito”, explica o fisioterapeuta.

E é preciso entender, em casos como esses, se o medo é da separação dos próprios pais, de ser separado, de ser julgado e de, portanto, ser considerado diferente (o que seria uma separação).

“As possibilidades são muitas e, ao mesmo tempo, únicas, porque conectadas com a realidade da pessoa. Por isso, o tratamento precisa ser personalizado, especial e pode, sim, reverter até os casos mais graves de alergias”, finaliza Sergio.

Fonte: Biointegral Saúde

Inverno não dispensa protetor solar

Atualmente, segundo dados do INCA, o câncer de pele é os mais prevalentes entre a população brasileira, correspondendo a 30% de todos os diagnósticos de tumores malignos

Os cânceres de pele são os mais incidentes no Brasil, representando cerca de 30% de todos os casos da doença – um número que chega a 165 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). Por isso, o verão é marcado por intensas campanhas de conscientização sobre a doença, mas isso não significa que as estações mais frias do ano não representam risco para a pele.

Em geral, as pessoas tendem a relacionar o câncer de pele exclusivamente ao melanoma. Contudo, 95% dos casos de tumores cutâneos identificados no Brasil são classificados como não melanoma, um índice que está diretamente relacionado à constante exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol. O sol durante o inverno, apesar de parecer mais “fraco”, continua emitindo radiação, que possui um efeito cumulativo na pele.

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De acordo com Bernardo Garicochea, oncologista e especialista em genética da unidade do Grupo Oncoclínicas em São Paulo – Centro Paulista de Oncologia (CPO) -, é importante a avaliação frequente de um dermatologista para acompanhamento das lesões cutâneas. “As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce”.

Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância. Vale lembrar que, mesmo áreas não expostas diretamente ao sol e menos visíveis – como o couro cabeludo – podem apresentar manchas suspeitas.

Imunoterapia e o melanoma

O melanoma é o tipo de câncer que apresenta o maior número de mutações genéticas no DNA do tumor. Essas mutações podem confundir o sistema imunológico do paciente e dificultar a ação de terapias tradicionais. Por isso, a imunoterapia é uma das grandes aliadas no tratamento da doença.

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“A Imunoterapia é o tratamento que promove a estimulação do sistema imunológico por meio do uso de substâncias modificadoras da resposta biológica. Em resumo, trata-se de um grupo de drogas que, ao invés de mirar o câncer, ajuda as nossas defesas a detectá-lo e agredi-lo”, explica Garicochea. De acordo com ele, 3% dos melanomas são hereditários. O especialista do Grupo Oncoclínicas indica alguns pontos de atenção que podem indicar propensão à doença:

=Pessoas que possuem uma grande quantidade de pintas escuras espalhadas pelo corpo;
=Incidência de melanoma em algum parente muito jovem (menos de 35 anos);
=Mais de dois casos de melanoma na família (em qualquer idade).

Fonte: Centro Paulista de Oncologia – CPO

Como surgem as brotoejas e como preveni-las

Pediatra explica que o problema pode ocorrer em crianças e até mesmo em adultos, após condições que causam sudorese excessiva

A brotoeja, também chamada de miliária, ocorre por obstrução das glândulas sudoríparas, glândulas responsáveis pela produção do suor, com ruptura e extravasamento de suor na pele.

“São como pequenas bolinhas com conteúdo líquido em seu interior. Podem ser de coloração clara (cristalina), vermelha (rubra) ou amarelada (pustulosa), lembrando que a cor depende da profundidade em que ocorreu a obstrução e ruptura dos ductos sudoríparos”, afirma Natasha Slhessarenko, pediatra que integra o corpo clínico do Lavoisier Laboratório e Imagem, reforçando que as miliárias cristalinas e rubras são as mais comuns e mais superficiais. As brotoejas costumam aparecer em áreas onde há grande concentração de glândulas sudoríparas, como face, pescoço e tronco.

A médica explica que as brotoejas ocorrem em crianças e até mesmo em adultos, após condições que causam sudorese excessiva, como, por exemplo, uso de agasalhos ou roupas em excesso, exercícios físicos, exposição ao sol e febre. “O uso de pomadas, bronzeadores, protetores solares, óleos, cremes e repelentes podem obstruir os poros e predispor ao aparecimento do problema”, diz a pediatra.

Brotoeja - Foto The Humming Notes
Brotoeja – Foto: The Humming Notes

Abaixo, Natasha aponta algumas medidas para se prevenir das brotoejas:

·Dê preferência às roupas de algodão, mais leves, frescas e adequadas ao clima;

·Evite água muito quente durante o banho;

·Tome banhos frequentes, sempre que possível;

·Evite a exposição ao sol e o uso de cremes, pomadas, bronzeadores, repelentes, protetores e óleos;

·O uso de pasta d’ água pode ajudar, entretanto, o médico deverá sempre ser consultado para saber que medicação é mais apropriada para o caso.

Fonte: Lavoisier

Hoje é o Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral: conheça para prevenir

Quando o assunto é Acidente Vascular Cerebral (AVC), doença que leva a óbito mais de 100 mil pessoas por ano no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, segundos fazem toda a diferença. Estima-se que neste ano a incidência será de 18 milhões de casos no mundo, e em 2030 de 23 milhões. Cerca de 50% dos sobreviventes ficam com sequelas graves. O problema pode surgir em qualquer idade, embora a maioria dos casos ocorra após os 40 anos. Reconhecer e tratar o AVC são grandes desafios atuais no país e no mundo.

Em prol ao Dia Mundial do AVC, celebrado nesta quinta-feira (29), o HCor Neuro promove, das 11h30 às 12h30, no Auditório 1 do HCor, palestra gratuita à população sobre o tema, com o neurologista clínico Eli Faria Evaristo. O encontro tem o objetivo de esclarecer ao público o que é o AVC e os tipos existentes, a importância do diagnóstico rápido, fatores de risco mais importantes, como prevenir a doença e dar dicas dos procedimentos que devem ser adotados, quando uma pessoa está sofrendo um AVC em casa.

Para o neurologista, é possível prevenir um AVC, já que a maioria dos fatores de risco para o quadro clínico pode ser evitada facilmente. “É possível reduzir os riscos da doença por meio do tratamento adequado da hipertensão, diabetes, sedentarismo, colesterol, doenças cardíacas e do tabagismo”, orienta.

Como reconhecer
Alteração de equilíbrio, coordenação e modo de andar;
Confusão, alteração de fala ou compreensão;
Alteração na visão, dor de cabeça súbita, intensa e sem causa aparente;
Tontura, perda de consciência, seguida ou não de paralisia em um lado do corpo.

Tipos
Em 80% dos casos, o AVC é isquêmico (quando há o entupimento de um vaso sanguíneo); enquanto que o AVC hemorrágico (quando se rompe um vaso no cérebro) ocorre em 20% dos casos;

Fatores de risco
Hipertensão arterial;
Tabagismo: fumantes têm três vezes mais risco de AVC isquêmico;
Doenças cardíacas: o controle de doenças cardiovasculares é uma das grandes maneiras de prevenir o “ataque cerebral”;
Obesidade: esta aumenta o risco de AVC em 50% a 100%;
Abuso de bebida alcoólica: mais de duas bebidas alcoólicas por dia dobra a chance de AVC;
Estresse crônico aumenta a incidência de AVC, principalmente o isquêmico.

Informações: HCor