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Receita de waffle vegetariano com harmonização de vinhos

A Wine.com.br ensina a fazer uma receita deliciosa e, ainda por cima, indica dois vinhos para harmonizar. Confira abaixo:

Waffle vegetariano

Ingredientes para o waffle

• 3 ovos (claras e gemas separadas)
• 2 colheres (sopa) de manteiga derretida, em temperatura ambiente
• 1 colher (sopa) de açúcar refinado
• 1 xícara (chá) de farinha de trigo
• 1 xícara (chá) de leite
• 1 colher (sobremesa) de fermento químico em pó
• Sal e pimenta-do-reino a gosto
• Noz-moscada a gosto
• Manteiga para untar

Ingredientes para o recheio

• 300 g de tofu escorrido*
• 100 g de tomate seco escorrido e picado
• 100 g de tomate seco inteiro e escorrido
• 1 cebola-roxa cortada em fatias
• 150 g de queijo cheddar fatiado
• Azeite, manteiga, sal e pimenta-do-reino a gosto
• Folhas de manjericão
• Gergelim branco torrado e gergelim preto torrado a gosto
• Broto de trevo a gosto

Preparo do Waffle

1. Bata as claras em neve.
2. Em um liquidificador, coloque as gemas, a manteiga, o açúcar, a farinha de trigo, o leite, o fermento e os temperos.
3. Bata até virar uma mistura homogênea.
4. Com uma colher, misture a massa às claras em neve.
5. Deixe a massa descansar na geladeira por 30 minutos.
6. Unte com manteiga o aparelho de waffle.
7. Despeje a massa e deixe até dourar dos dois lados.
8. Assim que retirar o waffle do aparelho, coloque o queijo cheddar por cima para que ele derreta.
9. Depois, é só colocar o recheio, seguindo o passo a passo a seguir.

Preparo do recheio

1. Refogue a cebola na manteiga, com sal e pimenta-do-reino, apenas o suficiente para tirar a acidez.
2. Misture o tofu com o tomate seco picado, as folhas de manjericão, o gergelim, o azeite, o sal e um pouco de pimenta-do-reino.
3. Monte os sanduíches, usando os waffles como se fossem os pães, e recheando com a mistura de tofu, a cebola, o tomate seco inteiro e o broto de trevo.
*Dica: pressione o tofu inteiro entre as mãos para escorrer bem o soro.

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Rendimento: 4 porções. Preparo: 45 minutos + tempo de descanso. Nível de dificuldade: baixo.

Harmoniza com:

wine_waffle vegetariano_GENIO ESPAÑOL D.O.P

Genio Español D.O.P. Jumilla Garnacha 2016
O tomate seco da receita combina com o sabor frutado do vinho. Este tinto possui um peso no paladar que é compatível com o prato.

wine_waffle vegetariano_ALTIVO CLASSIC MENDOZA

Altivo Classic Mendoza Cabernet Sauvignon 2016
A boa acidez deste tinto é ideal para equilibrar a untuosidade do queijo e da manteiga. As folhas de manjericão do prato combinam com as notas vegetais do vinho.

Fonte: Wine.com.br

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Receita de Maminha ao Molho de Cerveja

Uma ótima opção para surpreender amigos e familiares pelo paladar é a Maminha ao Molho de Cerveja. O chef da CampCarne, Henrique Silva, aposta no prato com purê de batatas e aspargos como acompanhamento. Confira a receita e deixe todos com gostinho de quero mais:

Maminha ao Molho de Cerveja

Ingredientes

– 1 maminha com aproximadamente 1,2 kg
– 1 lata de cerveja preta da sua preferência
– 1 colher (sopa) de açúcar
– 2 cebolas cortadas ao meio
– 5 dentes de alho picados
– 3 folhas de louro
– 100ml de molho shoyu
– 150g de cogumelos Paris
– Pimenta-do-reino a gosto
– 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
– Sal a gosto
– Farinha de trigo para engrossar o molho

Modo de preparar

Maminha

Em uma panela coloque o azeite, o açúcar, as cebolas e a maminha. Com o fogo alto, vá virando a peça até que ela esteja bem dourada. Passe para uma panela de pressão e acrescente o restante dos ingredientes completando com água fervendo até que cubra a carne. Deixe cozinhar por cerca de 1 hora, abra e veja se atingiu a textura desejada. Assim que esfriar, fatie.

Molho

Passe o caldo da carne por uma peneira e acrescente a farinha de trigo aos poucos até obter um molho consistente e aveludado. Adicione a lata de cerveja preta e os cogumelos. Deixe cozinhar por uns 5 minutos e sirva sobre a carne.

maminha ao molho de cerveja.jpg

Fonte: CampCarne

 

Os gatilhos da síndrome do intestino irritável e como evitá-los

Quando você conhece as coisas que podem fazer com que seus sintomas de SII se manifestem, os chamados gatilhos, você pode fazer um plano para evitá-los. Dessa forma, pode trabalhar para manter os problemas como constipação, diarreia, dor de barriga e inchaço no nível mínimo.

A síndrome do Intestino Irritável é diferente para todos, mas acompanhar como você reage aos gatilhos dos sintomas mais comuns pode ajudar a aprender a evitá-los.

1. Fatores desencadeantes de constipação na SII

Alguns alimentos podem piorar a constipação relacionada à SII, incluindo:

=Pães e cereais feitos com grãos refinados (não inteiros)
=Alimentos processados, como chips e biscoitos
=Café, refrigerantes e álcool
=Dietas de alta proteína
=Produtos lácteos, especialmente queijo

Melhores escolhas de dieta para a constipação:

mirtilo blueberrie morango framboesa frutas vermelhas

=Aumente gradualmente o consumo de fibras em 2 a 3 gramas por dia até comer 25 (para mulheres) ou 38 (para homens) gramas por dia. Boas fontes incluem pão integral e cereais, feijão, frutas e legumes.
=Coma uma quantidade moderada de alimentos que contenham sorbitol, como ameixas secas e suco de ameixa.
=Beba muita água pura todos os dias.
=Experimente linhaça moída. Você pode polvilhar em saladas e legumes cozidos.

2. Fatores desencadeantes de diarreia na SII

Os alimentos que podem piorar a diarreia relacionada à síndrome para algumas pessoas incluem:

=Excesso de fibra, especialmente o tipo insolúvel que encontramos na casca de frutas e legumes
=Alimentos e bebidas com chocolate, álcool, cafeína, frutose ou sorbitol
=Refrigerantes
=Grandes refeições
=Alimentos fritos e gordurosos
=Produtos lácteos, especialmente em pessoas que não conseguem digerir a lactose do açúcar do leite, a chamada intolerância à lactose
=Alimentos com trigo para pessoas que são alérgicas ou têm uma reação ruim ao glúten

Melhores escolhas de dieta para diarreia:

aveia haaijk
Foto: Haaijk/Pixabay

=Coma uma quantidade moderada de fibra solúvel. Adiciona volume a suas fezes. Boas fontes são pães integrais, aveia, cevada, arroz integral, massa integral, frutas (não a casca) e frutas secas.
=Não coma alimentos em temperaturas opostas, como água gelada e sopa quente, na mesma refeição.
=Fique longe de brócolis, cebola e repolho. Eles causam gases, o que pode fazer você se sentir pior.
=Coma porções menores.
=Beba água uma hora antes ou depois das refeições, não enquanto você comer.
=Converse com seu médico ou nutricionista se você acha que pode ter uma alergia ao trigo.
=Para aliviar os sintomas de inchaço e gases, tente evitar alimentos gasosos, como feijão, couve de Bruxelas, germe de trigo, passas e aipo.

3. Estresse e ansiedade, gatilhos da SII

Estresse e ansiedade podem piorar os sintomas da SII. As preocupações podem vir de muitas fontes, incluindo:

=Trabalho
=Trânsito/transporte
=Problemas em casa
=Problemas financeiros
=Uma sensação de que as coisas estão fora de controle

Como gerenciar o estresse:

homem fone de ouvido musica philly
Foto: Philly

-Tenha hábitos saudáveis. Mantenha uma dieta bem equilibrada que funcione para a SII. Faça exercícios regulares e durma o suficiente.
-Faça algo divertido quantas vezes você puder. Ouça música, leia, faça compras ou caminhe.
-Aprenda maneiras melhores de se acalmar com a terapia comportamental. Existem alguns tipos: terapia de relaxamento, biofeedback, hipnoterapia, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia.
-Se você se sentir à vontade, converse com familiares, amigos íntimos, seu chefe ou colegas de trabalho sobre a síndrome. Quando eles sabem o que está acontecendo, podem apoiá-lo e entender melhor como isso afeta você.

4. Drogas que podem desencadear SII

Algumas drogas podem desencadear constipação ou diarreia. Pessoas com a síndrome podem ter problemas com:

  • Antibióticos
  • Alguns antidepressivos
  • Remédios feitos com sorbitol, como xarope para tosse

Como escolher melhores medicamentos:

THERAPEUTIQUE FEMMEWOMAN  TAKING MEDICATION
FreegreatPicutes

Converse com seu médico sobre a mudança para uma droga que não fará com que seus sintomas aumentem. Mas pergunte antes de parar de tomar seus remédios.
Escolha antidepressivos com sabedoria. Os mais antigos, chamados antidepressivos tricíclicos, podem causar constipação. Os convencionais, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem) e a sertralina (Zoloft), podem causar diarreia. Trabalhe com o seu médico para encontrar o caminho certo.

5. Gatilhos da menstruação na SII

Mulheres com a síndrome tendem a ter os sintomas piorados durante a menstruação. Não há muito o que fazer para evitar isso, mas você pode aliviar a dor e o desconforto durante esse período do mês.

Como se sentir melhor:

Pense em tomar pílulas anticoncepcionais. Elas podem tornar as menstruações mais regulares. Mas podem causar efeitos colaterais, como dores de estômago, vômitos, cólicas estomacais ou inchaço, diarreia e constipação. Trabalhe com o seu médico para encontrar algo que funcione sem causar outros problemas. Trate a TPM grave. Algumas drogas que tratam a depressão podem ajudar, como a fluoxetina (Prozac, Sarafem), a paroxetina (Paxil) e a sertralina (Zoloft).

6. Outros gatilhos

-Comer enquanto você trabalha ou dirige
-Comer muito rapidamente
-Goma de mascar
-Exercício insuficiente

O que fazer:

Stocksy mulher exercicio inverno

-Corte as distrações enquanto você come.

-Tente fazer pelo menos 30 minutos de exercício por dia. Pode ajudar a prevenir a constipação e aliviar o estresse.

-Além disso, certifique-se de conversar com seu médico sobre todas as suas opções de tratamento para a síndrome com constipação e/ou com diarreia.

Referência Médica WebMD Revisado por Minesh Khatri, MD em 25 de março de 2018

Pátio SP tem sugestões de petiscos de peixes e frutos do mar para a semana santa

Na semana santa, muitas pessoas não comem carne vermelha. Quem for ao Pátio SP – bar localizado na Vila Madalena – para passar algumas horas descontraídas, não precisa se preocupar, irá encontrar várias opções de petiscos. Peixe e frutos do mar são os mais procurados nesta época.

Entre as sugestões do cardápio estão Tirinhas crocantes de Saint Peter (R$ 37,90), Bolinho de bacalhau genuíno português (8 un – R$ 34,90) e Lula crocante (R$ 36,90) para petiscar.

tirinhas crocantes de saint peter.png

Se der “aquela” fome de não querer dividir, a sugestão é o Filé de salmão ao toque de ervas – acompanha purê de mandioquinha e broto de alfafa (R$ 39,90).

filé se salmão

O bar estará aberto todos os dias, normalmente.

Patio SP Bar – Rua Mourato Coelho, 1.272, Vila Madalena, São Paulo

Fotos: Wellington Nemeth

Veja diferenças dos sintomas do infarto em homens e em mulheres

Estresse, idade elevada, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, tabagismo, sedentarismo, alimentação rica em gordura. Estes são alguns dos principais fatores que predispõe a um infarto agudo do miocárdio. Historicamente os homens dominam os casos de infarto. Entretanto, tem crescido a incidência do mal entre as mulheres – que também entraram no ritmo alucinante da vida moderna -, e se tornaram, também, alvos mais fáceis do problema.

De acordo com um estudo do American Heart Association, 45% dos ataques do coração são silenciosos e descobertos somente depois, quando um paciente realiza exames de rotina. Além de dor no peito e formigamento no braço esquerdo e pescoço, náusea e até vômito, outras características podem indicar um infarto como dores nas costas, suor frio e, em casos extremos, o desmaio.

Para o cardiologista e coordenador do Programa de Infarto Agudo do Miocárdio, Leopoldo Piegas, a falta de ar, queimação no estômago sem relação com alimentos e incômodo no peito que aparece após a prática de exercícios e desaparece ao descansar, também são sintomas comuns que podem indicar problemas no coração.

“É importante lembrar que, quando se trata de doenças do coração, a falta de informação pode ser fatal. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a cada dois minutos morre uma pessoa devido a uma enfermidade cardiovascular, e não saber quando se trata de um infarto, diminui a chance de sobrevivência”, esclarece.

Diferença entre homens e mulheres: o infarto não atinge igualmente homens e mulheres. Os sintomas e até mesmo as faixas etárias mais atingidas são diferentes. “O pico de incidência costuma ser em homens com mais de 45 anos e mulheres após os 55 anos, no período da menopausa”.

Infarto em homens

homem infarto dor peito geralt pixabay

A dor do infarto geralmente é percebida como uma pressão no peito. Não é possível localizar com um dedo. A dor pode ser acompanhada de suor sem estar sentindo calor, o “suor frio”, dor em braços, dor na boca do estômago e até dor na mandíbula. Tonturas e desmaios durante a dor podem acontecer.

Infarto em mulheres

mulher infarte

Os sintomas de infarto em mulheres variam mais. As dores podem ser descritas como queimação e pontadas em região do peito. As dores em mulheres geralmente são subvalorizadas, pois classicamente, antes da menopausa, elas têm menos chance de infarto do que os homens da mesma idade. Atualmente as mulheres fumam, bebem, tem trabalhos estressantes e se exercitam pouco. Usam anticoncepcionais, que associados a alguns outros fatores de risco, como dieta inadequada e sedentarismo, aumentam as chances de trombose e infarto.

E quando ele chega? O principal sinal do infarto é a dor aguda no peito, que perdura por mais de 20 minutos e se irradia para o braço ou ombro esquerdo. Além da terrível sensação de que algo aperta o coração, a pessoa pode sentir dores e desconforto em toda a região torácica, assim como falta de ar, fadiga, azia, suor excessivo, dor nas costas e no pescoço.

“Isso acontece porque os órgãos e tecidos do corpo são interligados e interdependentes. O músculo cardíaco não funciona sozinho. Ele precisa de uma boa oxigenação promovida pelos pulmões, da pressão sanguínea (ou bombeamento de sangue) eficiente e constante e, ainda, de um sistema circulatório sadio, livre de placas de gordura ou coágulos que impeçam a chegada do sangue e do oxigênio aos diversos órgãos”, explica o cardiologista.

Fique atento aos sinais:

 

Cansaço extremo e sem causa aparente
Tonturas, vertigens
Náuseas
Perda de apetite
VômitosDesmaios
Desconforto no peito
Fraqueza
Problemas de sono
Dores nos braços, ombros e costas
Dor de estômago

É útil lembrar que é necessário pelo menos seis destes sinais para que se suspeite de um possível aviso de infarto. Sintomas isolados não devem ser motivo de alarme.

Tratamento: o tratamento para homens e mulheres é o mesmo. “Após o diagnóstico, se o quadro for agudo, a recomendação é rapidamente desobstruir a artéria responsável em ambiente hospitalar mecanicamente (cateterismo e stent) ou com medicamentos injetados em veia periférica capazes de desobstruir o coagulo (trombólise). A angioplastia, tratamento preferencial, segue-se ao cateterismo sempre que disponível. Este permite localizar onde está a obstrução e tratar de uma forma pontual e bem localizada. Neste procedimento, é colocado um ‘stent’, um alicerce de metal por dentro da obstrução, para evitar que se feche novamente”, orienta o cardiologista.

Fonte: HCor

 

 

Imaginarium apresenta ação promocional para a Páscoa

Imaginarium desenvolve ação promocional para as vendas de Páscoa. Na compra de uma das três almofadas ‘Petit Gatô’, o cliente ganha uma lata exclusiva de pipoca sabor chocolate. A promoção é válida até o dia 1º de abril, apenas nas lojas físicas da marca ou enquanto durarem os estoques.

peti gato imaginarium.png

Todos os produtos podem ser encontrados nas lojas físicas e e-commerce da Imaginarium.

 

Cinco fatos que você precisa saber sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Com mais de um décimo da população mundial que vive com síndrome do intestino irritável e muitos mais não diagnosticados, é hora de chamar a atenção para essa condição, que causa desconforto abdominal, dor ou ambos para muitos.

Síndrome do intestino irritável (SII) é uma doença gastrointestinal generalizada que afeta cerca de 12% da população dos Estados Unidos. Para os afetados, pode ser um grande fardo. Os principais sintomas da SII incluem, entre outras coisas, dor abdominal, cãibras, excesso de gases, inchaço e uma alteração nos hábitos intestinais.

Os gatilhos comuns são alterações hormonais, alimentação e estresse, mas a síndrome afeta a todos de maneira diferente. Para algumas pessoas, a SII pode ser debilitante, enquanto outras têm apenas sintomas leves ou moderados.

Atualmente, ninguém sabe o que causa o problema. Como resultado, o diagnóstico pode ser desafiador e as opções de tratamento estão longe de ser satisfatórias. Embora existam certas coisas que são conhecidas por aumentar o risco de desenvolver a síndrome – como ser mulher, ter um membro da família com SII e ter menos de 45 anos – a pesquisa está apenas lentamente começando a levantar o nevoeiro que envolve a doença.

Neste artigo, investigamos as recentes descobertas de pesquisas e apresentamos os cinco fatos mais importantes sobre a SII.

1. Apenas metade dos pacientes com SII procura atendimento médico

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Foto: Is-Med.com

Em todo o mundo, uma média de 11,2% das pessoas vive com a síndrome, explica o professor Paul Enck, que é chefe de pesquisa do Departamento de Medicina Psicossomática e Psicoterapia do Hospital Universitário Tübingen, na Alemanha, em artigo na Nature Reviews Disease Primers.

No entanto, essa média é distorcida devido à falta de dados disponíveis para muitos países da África e da Ásia. De fato, a taxa da SII em países individuais varia enormemente; por volta de 1% a 45%.

No extremo superior da escala estão o México, com 40%, a Islândia, com 30,9% e o Paquistão, com 30,5%, enquanto o Canadá fica em algum lugar no meio, com 15,7%.  Apesar dos milhões de pessoas afetadas, apenas cerca de metade das pessoas com sintomas  vão ao médico para obter ajuda.

“A maioria desses pacientes consultará inicialmente os médicos da atenção primária, e os fatores que conduzem essa consulta são a gravidade dos sintomas, especialmente a dor, a ocorrência de ocorrências de alarme e preocupações de que os sinais possam indicar uma doença grave subjacente – por exemplo, câncer”, afirma Enck.

Philip S. Schoenfeld – diretor do Programa de Treinamento de Epidemiologia GI da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, em Ann Arbor – explica em um artigo publicado na revista Gastroenterology & Hepatology que os pacientes costumam esperar cerca de quatro anos antes da síndrome ser diagnosticada. “[…] O tratamento continua insatisfatório para a maioria dos pacientes”, acrescenta.

2. SII está ligada ao cérebro

cerebro

Estima-se que 20% das pessoas afetadas pela SII também apresentem sintomas de outros distúrbios gastrointestinais. A lista inclui dispepsia funcional, azia, DRGE (doença do refluxo gastroesofágico), diarreia, incontinência e constipação, segundo Enck.

Não pára por aí. As síndromes não gastrintestinais, como bexiga hiperativa, TPM, disfunção sexual, síndrome da fadiga crônica (SFC), enxaqueca e distúrbios alimentares, entre outras, também andam de mãos dadas com a SII.

Enck explica ainda que as pessoas com a síndrome também apresentam taxas mais altas de condições psiquiátricas, como ansiedade, depressão e neuroticismo*, do que pessoas sem SII.

Mas por que um distúrbio gastrointestinal estaria ligado ao cérebro?

Nossos cérebros e entranhas estão intrinsecamente ligados. O cérebro influencia o movimento dos alimentos pelo trato gastrointestinal, do sistema imunológico e da composição do microbioma intestinal. Por outro lado, mudanças no intestino estão ligadas a mudanças na estrutura do cérebro.

A grande questão que permanece é qual parte do corpo é a galinha e qual é o ovo? “Embora os achados de [pesquisa] identificaram alterações cerebrais relevantes à doença em pacientes com SII, estudos mecanísticos e longitudinais são necessários para determinar a causalidade entre esses fatores”, afirma o médico.

3. Gastroenterite pode levar à SII

intestino figado corpo elionas2 pixabay

Guy E. Boeckxstaens – do Centro de Pesquisa Translacional para Desordens Gastrointestinais da Universidade de Leuven, na Bélgica – explica em um recente artigo da Scientific Reports que “até 36% dos pacientes com gastroenterite podem desenvolver SII pós-infecciosa (SII-PI)”.

Para seu estudo, o professor Boeckxstaens e seus colegas examinaram os intestinos de indivíduos com PI-SII, que desenvolveram a doença após serem expostos à água potável contaminada.

Com base em trabalhos anteriores de outros pesquisadores, a equipe esperava encontrar baixos níveis de inflamação – um remanescente da luta contra a gastroenterite e pensado para ser a causa da dor – em seus sujeitos de estudo.

“Para nossa surpresa, não encontramos evidências de inflamação de baixo grau no intestino desses pacientes”, afirmou Boeckxstaens.

“No entanto”, acrescentou o professor, “encontramos evidências claras de sensibilização neuronal em pacientes com SII-PI e de mudança do microambiente intestinal para um estado pró-nociceptivo (estimulação de um nervo que provoca manifestação de dor ou reflexo evidente)“.

A equipe especula que a dor em curso experimentada por indivíduos com SII-PI se deve à sensibilização dos nervos da dor no ambiente intestinal. Essa descoberta não apenas fornece uma resposta para a questão de como a dor se desenvolve, mas também sugere uma nova maneira de tratar a doença, conclui o professor Boeckxstaens: “[…] o bloqueio do receptor de histamina pode representar um novo tratamento analgésico para esses pacientes”.

4. O microbioma intestinal está firmemente implicado

microbiota intestino SII

Como os pesquisadores estão chegando ao fundo dos trilhões de microrganismos que vivem em nossos intestinos, estamos cada vez mais começando a apreciar o papel que os passageiros microbianos desempenham na saúde.

No início de 2017, informamos que os pesquisadores transplantaram bactérias intestinais de pessoas com SII em camundongos. Como resultado, os ratos desenvolveram sintomas de SII. Curiosamente, os ratos que receberam micróbios de pessoas com SII e ansiedade também apresentaram sintomas comportamentais semelhantes aos da ansiedade.

Em um estudo separado, os pesquisadores analisaram a composição de micro-organismos dos intestinos de pessoas com SFC, algumas das quais também tinham IBS e outras não.

Eles encontraram perfis microbianos distintos que lhes permitiram distinguir esses dois conjuntos de indivíduos de indivíduos controle sem Síndrome da Fadiga Crônica e Síndrome do Intestino Irritável.

Uma maior compreensão de como a composição dos microrganismos no intestino contribui para a fisiopatologia da SII nos ajudará a entender melhor a condição e permitir que os cientistas desenvolvam terapias especificamente desenvolvidas para melhorar a saúde intestinal.

No entanto, como Enck aponta, “a assinatura microbiológica (em termos de espécies presentes) é muito estável”. Assim, fazer alterações drásticas em nosso microbioma pode ser um desafio, mas mudanças na dieta certamente podem melhorar os sintomas em algumas pessoas com SII.

Porém, parece que algumas de nossas suposições sobre comida e SII estão erradas.

5. Certos alimentos são culpados desnecessariamente

trigo quibe

A comida é um gatilho muito comum dos sintomas da SII, mas a razão para esse fenômeno permanece um mistério. Os pesquisadores especulam que uma resposta fisiológica exagerada à ingestão de alimentos pelo intestino, compostos alimentares que levam a sintomas psicológicos, ou uma interação entre alimentos e o microbioma intestinal é a culpada.

No entanto, a síndrome se manifesta de forma diferente em cada pessoa, e os alimentos nas listas “sim-não” tendem a variar. Além disso, o fato de um determinado item alimentar ter sido incriminado não significa necessariamente que realmente cause sintomas.

“Embora os pacientes com a síndrome prontamente incriminem itens alimentares específicos como aqueles que são especialmente propensos a precipitar sintomas, apenas 11%-27% deles são corretamente identificados quando confirmados em estudos formais cegos de provocação alimentar.” Paul Enck

Isso realmente turvou as águas para os afetados pelo SII. Mas há esperança; mais pesquisas significa uma melhor compreensão de quais alimentos evitar.

“Apesar das limitações dos levantamentos alimentares e da fraca reprodutibilidade das intolerâncias alimentares relatadas, alguns alimentos são relatados como mais problemáticos: trigo, frutas e vegetais”, explica o Prof. Enck.

Viver com o SII certamente pode ser desafiador, se você já recebeu um diagnóstico médico ou está apenas começando sua jornada para descobrir o que pode estar causando sintomas semelhantes aos da SII.

Para mais informações sobre como mudar sua dieta e outras dicas práticas para a vida com SII, confira nosso artigo, “Como lidar com a síndrome do intestino irritável”.

*Neuroticismo é a tendência para experimentar emoções negativas, como raiva, ansiedade ou depressão. Por vezes é chamada de instabilidade emocional. Aqueles com um grau elevado de neuroticismo são emocionalmente reativos e vulneráveis ao estresse. (Wikipedia)

Fonte: MedicalNewsToday

 

Especialista ensina formas de como obter novas experiências sensoriais com saquê

Celso Ishiy revela como apreciar a tradicional bebida japonesa, utilizando técnicas antigas

Talvez não faça muito sentido falar em saquê quente em um país tropical. Mesmo no Japão, o hábito está em extinção. No entanto, com as constantes variações de temperatura, é possível aproveitar para nos surpreender com novas experiências sensoriais, inclusive enriquecer o repertório com técnicas antigas de apreciação.

Antigamente, os japoneses aqueciam o saquê para disfarçar a baixa qualidade da bebida e esquentar o corpo, um hábito semelhante aos dos russos com a vodca. Hoje, apenas os mais velhos mantém essa tradição. Os jovens preferem o saquê gelado. De qualquer maneira, o kanzake (saquê quente) é uma maneira de degustar a bebida. Normalmente, o saquê quente pode ser harmonizado com pratos quentes.

saque

Para ajudar os apreciadores a ampliar o universo de uma das bebidas mais tradicionais do mundo, Celso Ishiy, um dos maiores especialistas e diretor da Tradbras, empresa focada na importação e exportação de produtos da cultura oriental, ensina como aproveitar toda a versatilidade do saquê. Confira:

Como esquentar o seu saquê

-Coloque a bebida dentro do tokkuri, a garrafa de cerâmica com o “pescoço” apertado, em banho maria. Com fundo côncavo, o tokkuri permite sentir a temperatura interna.

-O pescoço pequeno da garrafa dificulta a evaporação e ajuda a conservar a temperatura. Hoje, a maioria das garrafas também pode ser aquecida diretamente em banho maria. Muitos rótulos já trazem a indicação da melhor temperatura para aquecimento.

-Esquente por três ou quatro minutos, dependendo da preferência. -Lembre-se de que há alteração do aroma e sabor. Se quiser precisão, existem termômetros especiais para medir a temperatura da bebida. É importante lembrar que deve-se evitar aquecer em microondas ou utilizar o maçarico de cozinha, pois a evaporação rápida do álcool reduz a qualidade da bebida.

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Saquês quentes:

Terminologia e características
– Tobirikan (acima de 55oC) – os aromas são acentuados e o saquê torna-se muito seco
– Atsukan (ao redor de 50oC) – Acentuam-se os aromas e o sabor seco é mais agradável
– Jokan (ao redor de 45oC) – Aromas e sabores brandos, mas persistentes
– Nurukan (ao redor de 40oC) – Os aromas e sabores são expandidos
– Hitohadakan (ao redor de 35oC) – Bom aroma de arroz e koji. Fresco ao paladar
– Hinatakan (ao redor de 30oC) – Ressaltam-se os aromas e um sabor mais harmonioso

Sobre Celso Ishiy

É sommelier de saquê e um dos principais especialistas no assunto no Brasil. Fez diversos cursos no Japão, entre eles o Sake Professional Course, ministrado por John Gauntner, o principal especialista estrangeiro em saquê. Para conhecer o processo de produção em detalhes, trabalhou em diversas fábricas de saquê no Japão.
A convite da Jetro (Japan External Trade Organization), órgão do governo japonês para desenvolvimento do comércio entre os países, conheceu mais fabricantes em diversas províncias.

Ministrou treinamentos, cursos e palestras sobre o tema em instituições como Fundação Japão, ABB (Associação Brasileira de Bartenders) e evento “Japão à Brasileira”, organizado pela Prefeitura de São Paulo. Elabora cardápios de saquê e ministra treinamentos para restaurantes e empórios. Além disso, é um dos diretores da Treadbras, empresa focada na importação e exportação de produtos da cultura oriental.

Fonte: Tradbras

Azeite de oliva saudável é extravirgem de verdade

Muito se ouve a respeito dos benefícios proporcionados pelo consumo regular do azeite de oliva, mas o que realmente importa é saber que, para ser efetivamente saudável, este ingrediente tão presente no dia-a-dia dos brasileiros deve ter uma característica indispensável: ser verdadeiramente extravirgem.

Para receber a certificação que atesta sua pureza e qualidade, no entanto, o produto deve seguir padrões rigorosos – da plantação ao engarrafamento – como já acontece entre os produtores do azeite de oliva do Chile, que utilizam um sistema de produção no qual a azeitona é colhida e o azeite é extraído em menos de 12 horas.

Além disso, a colheita é estrategicamente definida para acontecer no momento em que as frutas alcançam seu estado de maturação ideal, dando origem a produtos altamente selecionados, 100% extravirgens e livres de fraudes, seguindo protocolos internacionais de segurança alimentar.

A partir daí, chegam à mesa dos consumidores azeites de oliva chilenos verdadeiramente extravirgens, frescos, com equilíbrio entre seus matizes picantes e amargos, além, claro, dos benefícios que um bom azeite traz para a saúde.

Todos estão relacionados aos polifenóis, ácidos graxos naturais encontrados em plantas medicinais e matérias-primas de alta qualidade, como as azeitonas utilizadas na produção dos azeites de oliva extravirgens, que concentram diferentes vitaminas (A, D, K e E) e oferecem uma série de vantagens para o organismo humano:

azeite na salada

– Coração: o consumo regular do azeite extravirgem, rico em gorduras monoinsaturadas, estimula a eliminação do colesterol ruim (LDL) no organismo, enquanto contribui para a elevação dos níveis de HDL, a versão “do bem” dessa gordura, o que reduz a pressão arterial e ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

– Pele: por concentrar alta quantidade de polifenóis – um azeite verdadeiramente extravirgem reúne mais de 30 tipos destes antioxidantes –, o “ouro líquido” é ótimo para auxiliar na vitalidade da pele, atuando contra o envelhecimento e o consequente aparecimento de rugas.

– Articulações e músculos: os azeites extravirgens também são ricos em oleocanthal, substância antioxidante que possui ação anti-inflamatória e ajuda a combater as mais diversas dores físicas.

– Ossos e circulação: a presença de doses consideráveis de vitamina K torna o consumo do azeite chileno um verdadeiro aliado para manter ossos saudáveis e auxiliar no processo de coagulação do sangue.

“Ciente de que o consumidor brasileiro exige produtos saudáveis ​​e está sempre à procura de uma boa relação custo-qualidade, a indústria chilena oferece um produto de altíssima qualidade: o Azeite de Oliva Extravirgem do Chile. Usado corretamente, ele entrega propriedades saudáveis e alternativas culinárias surpreendentes​​”, explica Gabriela Moglia, gerente da ChileOliva, associação que representa os produtores de azeites chilenos.

azeite

ChileOliva

Os principais produtores estão agrupados na Associação ChileOliva, com 37 empresas associadas, que concentram mais de 93% de participação na indústria. Atualmente, o Chile possui por volta de 24 mil hectares plantadas e 30 moinhos que produzem mais de 17 mil toneladas de azeite de oliva extravirgem. A colheita acontece nos meses de maio, junho e julho.