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Extrato de aspargo auxilia na qualidade do sono

Segundo a Associação Mundial de Medicina do Sono, a insônia é uma epidemia global que ameaça a saúde e a qualidade de vida de até 45% da população mundial. De acordo com a instituição, o mundo está vivendo uma epidemia de restrição do sono. O Instituto Brasileiro do Sono registra que mais de 51 milhões de brasileiros acima dos 18 anos tem dificuldades para dormir e pelo menos 1,5 milhão só dorme com o auxilio de medicamentos. Os distúrbios são um fator de risco para transtornos mentais, como depressão, ansiedade e até suicídio.

Pensando nisso, a Idealfarma, pioneira na fabricação e distribuição de ingredientes nutracêuticos, fitoterápicos, cápsulas gelatinosas e suplementos alimentares, lançou Etas, um fitoquímico constituído por uma enzima tratada de aspargo que atua na produção de melatonina. Essa enzima induz a produção da proteína de choque térmico HSP70, que apresenta diversas funções fisiológicas e importante ação adaptogênica.

Essas proteínas protegem o organismo contra o estresse físico e mental, reduzem a fadiga e equilibram o sistema nervoso autônomo, proporcionando uma melhora na qualidade do sono e do repouso. “As proteínas HSP70 são bastante estudadas e amplamente distribuídas no nosso organismo. Estão presentes na pele, trato digestivo, fígado e rins. Estudos recentes demonstraram que elas possuem atividade anti-inflamatória, que confere funções citoprotetoras contra vários tipos de estresses”, explica Daniela Müller, farmacêutica da Idealfarma.

O produto foi testado num estudo realizado com 14 voluntários saudáveis divididos em dois grupos, um com placebo e um com Etas. Administrou-se 300mg/dia ao longo de uma semana. Comparou-se a expressão de RNAm HSP70 em leucócitos antes e depois do tratamento. Os resultados demonstraram um aumento em aproximadamente três vezes nos níveis de RNAm HSP70, além de redução nos níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Ou seja, Etas melhorou o sono e ainda auxiliou o sistema nervoso dos usuários.

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Além desses benefícios, a suplementação pode ser considerada uma alternativa natural aos tratamentos convencionais. De acordo com pesquisadores do Centro de Medicina Preventiva da Califórnia, a ingestão de medicamentos para dormir pode aumentar em cinco vezes o risco de morte precoce e em 35% o risco de desenvolver algum tipo de câncer.

O estudo mostrou que pacientes que tomavam remédios constantemente para dormir tinham 4,6 mais probabilidades de morrer durante um período de dois anos e meio, em relação àqueles que não usavam os medicamentos. “Mesmo que os motivos não estejam elucidados, entende-se que a utilização de ingredientes e ativos naturais é sempre um caminho mais seguro”, finaliza a farmacêutica.

Produto: Etas
Indicação: qualidade do sono
Onde encontrar: farmácias de manipulação

Informações: Idealfarma

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O que você come à noite pode atrapalhar o emagrecimento?

Quem luta contra a balança com certeza já ouviu centenas de “regras” na hora de montar o cardápio. “Comer a cada 3 horas, apostar nas saladas, reduzir a ingestão de doces”… Estes são apenas alguns dos mandamentos que norteiam o emagrecimento. Porém, é comum que muitas pessoas, mesmo fazendo dieta ao longo do dia, não resistam e acabem “escorregando” na refeição noturna. Seria este, portanto, o motivo dos quilinhos a mais?

Uma refeição farta no final do dia tem mais chances de acabar se transformando na temida barriguinha do que um almoço generoso? No meio de tanta informação, é realmente difícil identificar quais alimentos são mais adequados para momentos específicos do dia. Porém, com o auxilio dos nutrientes certos na hora adequada é possível beneficiar a perda de peso sem comprometer o prazer à mesa. Quer saber como o jantar influencia sobre essa questão? Saiba mais agora:

Jantar ou não?

Certamente você já ouviu a famigerada frase “tome café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um plebeu”. É fato que o desjejum é considerado, inclusive por médicos, uma das refeições mais importantes do dia. Porém, seria esse um indício de que estamos mais propensos a engordar durante o jantar? Muitos acreditam que o grande culpado é o metabolismo que, durante o sono, tende a diminuir o ritmo. Porém, isso é o suficiente para condenar a refeição noturna?

Conforme explica a nutricionista Sinara Menezes, embora isso realmente aconteça, não é o ponto mais relevante quando se trata do ganho de peso: “Até mesmo porque o corpo continua queimando energia para manter a respiração, o batimento cardíaco, a secreção de hormônios e centenas de outras atividades durante o sono. O problema está mais relacionado à qualidade do sono e, principalmente, ao balanço energético, que é a soma de tudo que foi consumido no dia menos o que foi gasto no mesmo período”.

De acordo com a profissional da Nature Center, devemos considerar a alimentação ao longo do dia como uma poupança: “Se começamos o dia, por exemplo, com um saldo zerado, mas com o passar das horas depositamos mil e, posteriormente, gastamos apenas 800, ao final ficamos com uma poupança de 200. Não importa se esse ‘depósito’ foi feito pela manhã, à tarde ou à noite. No organismo, funciona dessa forma, se não ‘gastamos’ o saldo de 24 horas, acabamos com um depósito energético, principalmente em forma de gordura”.

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

Embora a ciência não tenha uma resposta conclusiva sobre a relação peso e sono, algumas fatos são unanimidade entre os profissionais: a qualidade e a quantidade da alimentação antes de dormir. Estudos têm apontado que os níveis de melatonina, também conhecido como hormônio do sono, tem relação significante com o balanço energético. Curiosamente, seu pico de liberação só ocorre durante a noite, quando estamos em repouso absoluto.

Pesquisas evidenciaram que quando a melatonina encontra-se em baixa no organismo existe uma predisposição a comer mais, fora de hora e ainda armazenar mais gordura do que o normal. Coincidentemente, o período no qual o corpo baixa, naturalmente, a produção do hormônio é precisamente durante o dia, quando comemos mais e “estocamos” energia. E o que isso tem a ver com o jantar?

O principal estímulo para a produção desse hormônio é a escuridão natural, ou seja, o “cair da noite”. Ao final do dia o corpo passa a produzir melatonina, alcançando seu pico de secreção no meio da madrugada. Refeições exageradas ou muito próximas da hora de dormir podem atrapalhar o sono, provocando o despertar do indivíduo ao longo da noite e, consequente, afetando a atividade do hormônio.

Para se ter uma ideia da sensibilidade desse processo, até mesmo a luz da TV ou do celular pode prejudicar esse ciclo. Isso sem contar que uma noite mal dormida pode gerar o desequilíbrio de outros hormônios que, igualmente, podem afetar o peso, como é o caso do hormônio do crescimento (gH) e da leptina, o hormônio da saciedade.

Portanto, conforme explica a nutricionista “um prato com uma quantidade x de calorias terá o mesmo valor energético no almoço ou no jantar, a diferença é o quanto esses alimentos vão impactar no sono e, principalmente, qual a qualidade dessa refeição. Dependendo dos alimentos ingeridos, o processo de emagrecimento pode ser sabotado ou beneficiado”.

Carboidrato à noite, pode?

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Nesse momento, entra em questão outro grande mito do emagrecimento: “comer carboidrato a noite engorda”. Esse conceito é tão difundido que não é difícil ver pessoas recusando qualquer lanchinho após as 18 horas por medo de que o alimento consumido vai se tornar, imediatamente, uma gordurinha localizada.

Porém, Sinara esclarece: “É preciso entender que nosso organismo não funciona de forma tão cronometrada: os carboidratos são tão importantes à noite quanto pela manhã. A diferença é que, como a maioria das pessoas costuma diminuir o nível de atividade ao fim do dia, deve-se também diminuir a quantidade desses alimentos no prato, principalmente perto da hora de dormir. Ainda assim, a forma como eles vão compor o cardápio depende do estilo de vida de cada indivíduo”.

A profissional pontua que pessoas que treinam à noite, por exemplo, podem precisar de porções iguais ou até maiores do que as consumidas durante o almoço, pois demandam mais energia neste momento do dia.

“Para qualquer pessoa, o grande segredo é o equilíbrio e a qualidade destes carboidratos. Se eles forem bem distribuídos ao longo do dia e, principalmente, forem consumidos por meio de fontes saudáveis, como legumes, verduras, grãos e cereais integrais, certamente darão energia e, até mesmo, beneficiarão a boa forma. Agora, se grande parte da alimentação for composta por carboidratos refinados como massas brancas, farináceos, doces e produtos industrializados, certamente haverá o ganho de peso, não importa se eles foram consumidos às 8 da manhã ou da noite”.

Ajustando os ponteiros

Se, basicamente, não existe diferença na quantidade de calorias consumidas de dia ou de noite o mesmo valeria para o tipo de alimento? Quando se trata de nutrientes, não. Se o plano for eliminar os quilinhos a mais, alguns podem ser mais benéficos em determinados horário do dia. Da mesma forma, algumas substâncias podem não ser tão bem-vindas quando se aproxima a hora de ir pra cama. Porém, com uma combinação estratégica é possível aproveitar o melhor de cada alimento, regular o sono e ainda destravar o metabolismo. Veja quais nutrientes são mais adequados no almoço e no jantar:

Para o dia

Reserve este período para potencializar o metabolismo e o gasto de energia. Aposte nos alimentos e chás termogênicos. Sinara explica: “Substâncias ricas em cafeína, além de melhorarem a disposição o estado de atenção, aumentam o gasto calórico. Por isso, um cafezinho é a melhor maneira de começar o dia, além de ser estimulante, também contribui para o raciocínio”.

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Mas isso não é tudo, ela acrescenta: “O potássio é fundamental para manter os níveis de glicose estáveis, ajudando no aproveitamento da energia. Justamente por isso, frutas como a banana são indispensáveis tanto no café da manhã como nos lanches intermediários, assim como os legumes, vegetais e hortaliças. Esses carboidratos complexos são ricos em diversas vitaminas e fibras que, por sua vez, propiciam maior saciedade e uma digestão mais tranquila”. Porém, com uma ressalva: “Para obter as fibras, deve-se consumi-los, sempre que possível, com cascas, folhas e talos”.

Para a noite

Aquela sensação reconfortante ao tomar um copo de leite quente antes de dormir não é mera impressão: fontes de triptofano, leite e derivados realmente ajudam o corpo relaxar. Isso porque, assim como a serotonina, este aminoácido auxilia na secreção da melatonina, o tal hormônio do sono. Porém, para aqueles que não toleram bem alimentos lácteos a dica é apostar num cardápio rico em vitaminas do complexo B, em especial a Niacina (B3), a Piridoxina (B6) e a Cobalamina (B12) – todas precursoras dos neurotransmissores responsáveis por uma boa noite de sono.

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Foto: Pixabay

Com exceção da vitamina B12, cujas fontes estão majoritariamente em proteínas animais (carnes, ovos, leite e derivados), os demais nutrientes podem ser obtidos a partir de fontes vegetais como a banana, o abacate, a aveia, o gérmen de trigo e as oleaginosas como nozes e amendoim. E quando se trata da perda de peso vale apostar no cromo, um mineral que ajuda a controlar aquela vontade de comer carboidratos, especialmente doces, a principal tentação após o jantar. Onde encontrá-lo? Cereais integrais, na maçã, nos brócolis e, até mesmo no vinho, que também pode ajudar a relaxar após um dia cheio de trabalho (obviamente, com moderação para não sabotar o sono e a dieta).

Para finalizar, a nutricionista ressalta que é importante não fazer refeições pesadas durante a noite, bem como não consumir nada estimulante depois das 16 horas. Além disso, não adianta pular todas as refeições e atacar um prato generoso ao final do dia: “Quando ficamos muito tempo sem comer, nosso metabolismo desacelera, pois entende que está passando por uma ‘privação’, assim ele passa a armazenar mais do que gastar”, finaliza Sinara.

No final, colocando “na balança” o que vale mesmo é o equilíbrio: com as escolhas certas, é possível jantar sem medo e sem afetar a boa forma.

Fonte: Nature Center

 

Dormir mal pode consumir seu cérebro

Se você não gosta de perder tempo dormindo, um alerta: privação de sono pode contribuir para a autodestruição do cérebro. Ao menos é o que sugere um experimento com camundongos feito na Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, e na Universidade Politécnica de Marche, Itália.

O trabalho indica que deixar o sono de lado causa um aumento na atividade dos astrócitos, células do cérebro responsáveis por remover conexões (sinapses) desnecessárias e tornar os circuitos mais eficientes (Journal of Neuroscience, 24 de maio). Essa faxina cerebral ocorre normalmente durante o sono. No estudo, quando os animais dormiam o suficiente, foi constatado que 6% das sinapses foram removidas. Esse nível de limpeza é considerado saudável. O índice subia para 8% quando os camundongos eram mantidos acordados por mais oito horas e 13,5% se a privação de sono se tornava crônica e drástica e se prolongava por cinco dias seguidos.

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Privação de sono altera atividade dos astrócitos (em verde e azul) e pode ser prejudicial ao cérebro

A conclusão geral do estudo é de que a faxina exagerada de sinapses em razão de um período estendido de vigília pode causar danos cerebrais. Outros trabalhos já apontaram malefícios decorrentes da privação crônica de sono no funcionamento de outras células, como as micróglias, responsáveis pelo sistema de defesa imunológica do cérebro. Dormir pouco faria com que as micróglias alterassem seu regime de trabalho, um distúrbio que poderia estar associado ao desenvolvimento de demências, como a doença de Alzheimer.

Fonte: Revista Fapesp

Sono reparador melhora funções fisiológicas e pode ajudar a emagrecer

Estudo inédito aponta relação de quantidade e qualidade de horas dormidas com o desempenho metabólico de quem faz exercícios ou está tentando perder peso

Uma pesquisa da universidade britânica King’s College London, recentemente divulgada, revelou um novo malefício de dormir pouco ou mal. Menos de sete horas de descanso por noite tendem a aumentar o apetite das pessoas, atrapalhando o processo metabólico de emagrecimento ou manutenção de peso.

Os voluntários do estudo que tiveram o sono interrompido diversas vezes em uma mesma noite comeram mais do que o habitual e escolheram alimentos menos saudáveis no café da manhã. A razão disso, segundo os pesquisadores, é que uma noite de sono interrompido afeta hormônios relacionados à fome. Além disso, a pesquisa sugere que, quando exposto à comida em um estado de privação do sono, há uma ativação maior em áreas do cérebro do indivíduo, associadas com recompensa, fazendo com que alimentos ricos em açúcar e gordura sejam escolhidos.

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Para quem pratica exercícios físicos durante o dia, o sono reparador também pode ser benéfico. Após os efeitos que as atividades impõem ao corpo, é necessário um período de recuperação. E é particularmente durante o sono que os efeitos do treinamento se dão. “Quem visa o aumento de massa muscular, se beneficia do aumento de produção do GH (hormônio do crescimento), que ocorre quando estamos dormindo, após um dia de treinamento”, explica Sandro Matas, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

Benefícios diversos

Dormir bem aumenta a disposição, capacidade de concentração, estimula a memória e o bom humor – e esses são apenas os benefícios imediatos. Em longo prazo, o sono de qualidade ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e até mesmo câncer. “Durante o sono, nosso organismo realiza diversos processos importantes, que participam e influenciam a síntese de hormônios, funções neurológicas e emocionais”, comenta o médico. “O sono reparador também facilita a aprendizagem de novos conceitos, evita irritabilidade e alguns tipos de dores de cabeça.”

Algumas pessoas, mesmo dormindo oito horas ou mais, se queixam de acordar cansadas e indispostas. Segundo Matas, isso pode acontecer por dois motivos. “Existem indivíduos que precisam de mais de oito horas para ter um sono reparador, podendo chegar até a doze. Outra possibilidade é alguma doença ou condição que atrapalha o descanso, como, por exemplo, a apneia obstrutiva.” O tempo ideal depende da idade e do ritmo biológico de cada indivíduo. Entretanto, menos de cinco horas pode ser prejudicial.

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Vilões do sono

Os principais problemas relacionados ao sono, segundo o especialista, se dão por conta de hábitos e ambientes. “O lugar no qual repousamos deve ser higiênico, ou seja, escuro e sem interferências sonoras, de forma a permitir um sono sem interrupções e sustos. Também é importante evitar alguns costumes considerados ruins, como fazer uma refeição muito pesada antes de ir deitar-se, consumir produtos ricos em cafeína e açúcar, fumar ou consumir bebidas alcoólicas.”

Dentre as consequências neurológicas da falta de sono, estão os problemas de memória, além de piora ou aparecimento de dor de cabeça. “Existem trabalhos que mostram associação direta de distúrbios respiratórios no sono, com aumento da incidência de acidentes vasculares cerebrais e cardíacos, como insuficiência cardíaca e até mesmo infarto agudo do miocárdio”, explica o neurologista.

dor de cabeça

Matas reforça que, em alguns casos, é necessário buscar ajuda médica. “Quem estiver sempre indisposto, com sonolência diurna, além de roncar durante a noite, precisa consultar um especialista. Caso diagnosticado com alguma enfermidade que prejudica a qualidade do sono, o tratamento médico poderá ajudar”.

A realização periódica de exames preventivos e o acompanhamento médico são ferramentas importantes na detecção e tratamento de diversas doenças, de forma segura e precoce. As três unidades da Rede São Camilo dispõem do serviço de check-up, com recursos e capacidade para realizar todos os exames complementares. O serviço é composto por neurologista, cardiologista, ginecologista, urologista e outros.

Fonte: Hospitais São Camilo

 

Os três pilares para a longevidade, saúde e equilíbrio

Cardiologista Marcelo Bertolami ajuda a entender quais atitudes tomar para manter um estilo de vida equilibrado

Para ter melhor qualidade de vida é preciso aliar alimentação equilibrada a exercícios físicos, certo? Sim. Mas, além disso, outro fator fundamental para um estilo de vida saudável às vezes é esquecido: uma boa noite de sono.

Segundo estudo divulgado*, “a privação parcial do sono causa mudanças significativas em dois importantes mecanismos de regulação da função cardiovascular, que têm grande impacto no desenvolvimento de doenças do coração”. Quem dorme menos que 5 horas por dia tem um risco maior de apresentar algum problema relacionado ao órgão, segundo o estudo.

Para o cardiologista Marcelo Bertolami, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, os chamados “Pilares da Longevidade” devem fazer parte da rotina de todos. “Praticar esporte, se exercitar, ter uma alimentação equilibrada e dormir a quantidade certa para o seu organismo é indispensável para quem busca melhorar a qualidade de vida”.

A alimentação equilibrada fornece ao corpo os nutrientes importantes para o melhor desempenho nos exercícios físicos. E além disso, o descanso adequado também deve ser considerado para o bem estar individual: “Muitas pessoas passam diariamente por situações estressantes e não percebem. Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho e outras causas podem desencadear reações no organismo. Sem dúvida, é muito importante descansar bem à noite para a mente estar boa no dia seguinte”, completou.

Por isso, concentre-se em melhorar cada um destes três pilares e anote as dicas de Bertolami, assim você estará um passo a frente para desfrutar de um estilo de vida saudável!

Exercite-se!

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Depositphotos

O sedentarismo tem sido considerado um grande problema de saúde pública por também poder ter implicações na saúde do coração. Portanto, pratique exercícios físicos! O que inclui andar na rua, subir escada, fazer trabalhos físicos domésticos, fazer práticas físicas de lazer. Lembre-se: procure sempre a orientação de um profissional especializado.

Durma bem!

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É cada vez mais comum em nossa sociedade pessoas se privarem parcialmente do sono durante a semana, tentando recuperá-lo nos fins de semana. Essa prática pode fazer mal à saúde, causando irritabilidade e dificuldade de concentração. Por isso, para que seu dia seja mais produtivo, você precisa de uma quantidade adequada de sono. Uma noite mal dormida pode afetar negativamente a sua saúde e atrapalhar a busca por um estilo de vida saudável.

Foco na alimentação!

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Uma alimentação balanceada traz diversos benefícios para a saúde. Aumentar a variedade de frutas, verduras e legumes nas refeições ajuda a sair da monotonia e deixa qualquer prato mais colorido e nutritivo. Por fim, não é preciso restringir nenhum tipo de alimento do dia a dia, inclusive as gorduras! Com moderação, as gorduras boas exercem um papel importante na saúde, inclusive na saúde do coração! Elas estão presentes em peixes, castanhas, além de óleos vegetais e produtos feitos à base deles. Para quem tem colesterol elevado, o consumo de fitoesteróis, presentes em alguns cremes vegetais, também pode ser uma estratégia para manter o colesterol dentro dos parâmetros adequados, por meio da alimentação.

Referência: Detoni, Josilene Lopes. Efeitos da privação parcial do sono no endotélio venoso e no controle autonômico em voluntários saudáveis. São Paulo, 2008.

Síndrome ligada à vontade incontrolável de mexer as pernas atrapalha o sono

Angiologista e cirurgiã vascular explica os sintomas e as consequências da síndrome das pernas inquietas. Muitas questões podem estar relacionadas com a condição, que pode afetar de 5 a 10% da população alguma vez na vida

Dificuldade para dormir, péssima qualidade de sono, cansaço, aflição, agonia, dor e formigamento nas pernas e braços. Esses são sintomas da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI): “Nessa condição, a pessoa tem uma vontade incontrolável de mexer as pernas e acaba movendo involuntariamente. Normalmente esse movimento ocorre principalmente quando a pessoa está dormindo, atrapalhando a qualidade do sono”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. “Como a síndrome faz com que a pessoa fique em constante movimento durante a noite, isso afeta a boa qualidade do sono e o paciente tende a ficar cansado durante o dia”, acrescenta.

De acordo com a médica, de 5 a 10% da população experimenta o desconforto da síndrome alguma vez na vida, sendo que aproximadamente 30% dos casos de SPI têm causa hereditária. “Nos outros 70% dos casos, não existe causa conhecida. Quando a síndrome tem predisposição genética, frequentemente os sintomas são mais severos e mais difíceis de responder ao tratamento”, conta Aline. “Este distúrbio é mais comum em indivíduos mais velhos, mas pode ocorrer em todas as idades e em homens e mulheres.”

Dormir bem é essencial para ter um dia produtivo

Algumas situações, segundo a angiologista, parecem estar relacionadas aos sintomas, como: deficiência de ferro, problemas vasculares nas pernas, neuropatias, distúrbios musculares, problemas renais, alcoolismo e deficiências de vitaminas e sais minerais. “Outras coisas que podem desencadear a síndrome são o início ou a suspensão de certos medicamentos, consumo de cafeína, fumo, fadiga, temperaturas altas, ou períodos longos de exposição ao frio”, acrescenta.

Diagnóstico e tratamento

“Na grande maioria dos casos, a queixa é tão característica que a história clinica já faz o diagnóstico, mas não é incomum que esses pacientes sejam andarilhos de consultas médicas como vasculares, ortopedistas, reumatologistas; a queixa muitas vezes é tachada como stress, condição psicológica, entre outros”, comenta. “Um primeiro passo no tratamento é determinar se condições relacionadas (como deficiência de ferro, diabetes, artrite, uso de antidepressivos) estão contribuindo para os sintomas e para os movimentos”. A médica enfatiza que o diagnóstico adequado e o tratamento destas condições podem aliviar os sintomas da síndrome. “Mas, ainda assim há pacientes que persistem com o distúrbio de movimento mesmo após o tratamento das condições relacionadas”, explica.

Aline ressalta que algumas atitudes como banho quente, massagens nas pernas, aplicação de calor, bolsa de gelo, analgésicos, exercícios físicos regulares e eliminação da cafeína são medidas usadas para aliviar os sintomas. “Mas quando essas medidas não são suficientes, a SPI pode ser tratada com medicamentos que aumentam dopamina no cérebro, drogas que mexem nos canais de cálcio, opioides (que podem causar vício se usados em grandes quantidades) e benzodiazepinas (categoria que engloba alguns relaxantes musculares e remédios para dormir). “Ao longo dos anos, a SPI pode surgir e desaparecer sem uma causa óbvia”, finaliza a médica.

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Fonte: Cirurgiã vascular e angiologista, Aline Lamaita é formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. 

Qualidade de vida começa com uma boa noite de sono

40% da população apresenta algum tipo de distúrbio

“Uma noite maldormida pode comprometer o desempenho das atividades diárias, pois é responsável por causar dificuldade de concentração, alterações da memória e do humor, entre outros sintomas”, afirma a médica neurologista Ester London, especialista em sono do Hospital VITA. Durante o repouso o organismo volta à condição na qual iniciou o dia, é nesse período que acontece o relaxamento muscular, redução da pressão arterial, dos batimentos cardíacos e da produção de urina.

É também o momento de consolidação da memória e do controle da temperatura corporal. Além disso, diversos hormônios são influenciados pelo sono, como a insulina, que controla a glicose no sangue, a leptina, responsável pela saciedade, a grelina, responsável por estimular o apetite, e a somatotrofina, que age no crescimento.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono, como insônia, terror noturno, apneia e sonambulismo. Essas alterações podem ser identificadas com o auxílio de uma análise chamada de polissonografia. O exame também é indicado para diagnosticar a apneia, roncos, ranger de dentes (bruxismo), fibromialgia, entre outros transtornos.

A polissonografia é realizada no Laboratório do Sono, no qual é reproduzido o ambiente de um quarto, onde o paciente passa a noite e tem o sono monitorado por um técnico, por câmeras e eletrodos que servem para medir as atividades cardíaca e cerebral, ronco, movimentos e oxigenação. A partir dos resultados, o médico tem as informações necessárias para tratar o problema da pessoa.

Segundo a médica, mudar alguns hábitos já é um bom caminho para melhorar a qualidade do sono. Confira as dicas:

– Procure deitar e levantar no mesmo horário todos os dias;

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

– Desligue os eletrônicos (celular, tablet, computador) pelo menos 1 hora antes da hora de dormir;

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– Leia um livro e/ou escute uma música suave para relaxar;

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Foto: Dianne Hope/Morguefile

– Tome um leite morno/quente ou chá de ervas;

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Foto: chamomileteaonline

– À noite, prefira refeições leves;

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– A temperatura do quarto deve ser suave também (no máximo, 22 º C);

Dormir bem é essencial para ter um dia produtivo

– Vista um pijama confortável;

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– Roupa de cama limpa também ajuda a dormir bem;

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– Evite atividades físicas perto da hora de dormir, prefira os alongamentos e relaxamentos;

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Foto: FreeGreatPicture

– Evite ingerir bebida alcoólica ou com cafeína à noite;

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Foto: Iván Melenchón / Morguefile

– O sono é induzido pelo relaxamento e a falta de luz, então relaxe e deixe o quarto escuro para seu cérebro liberar a melatonina;

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– Se acordar durante a noite e não voltar a conciliar no sono, pegue um livro para ler, isso ajuda.

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Foto: GaborfromHngary/Morguefile

 

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Drª Ester London neurologista especialista em sono – Foto Rafael Danielewicz

Fonte: Hospital VITA

Médico orienta como adaptar o corpo ao fim do horário de verão

Atrasar o relógio em uma hora pode causar alterações na qualidade do sono e no funcionamento natural do organismo

Com o fim do horário de verão, à meia noite do último sábado (18), os relógios foram atrasados uma hora. Brasileiros residentes das regiões sul, sudeste e centro-oeste, nas quais vigora o horário de verão, sentem os reflexos da mudança nos hábitos cotidianos. Segundo especialistas, esta alteração no relógio afeta diretamente a qualidade do sono e o funcionamento natural do organismo.

“Sabe-se que o organismo sofre mais quando adiantamos uma hora do que quando atrasamos uma hora, pois estamos propensos a permanecer mais tempos acordados a noite que de acordar mais cedo, porém isso não é uma regra”, atesta o médico clínico geral Sergio Pontes, da Aliança Instituto de Oncologia.

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Para evitar a perda de sono e a dificuldade de deitar no horário normal após esta mudança, é importante seguir algumas dicas. “Há pessoas que sentem muito pouco essas alterações de horário. Geralmente as mais sensíveis são os idosos e as mulheres por características individuais”, enfatiza Pontes. De acordo com o especialista, não existe uma definição ideal para um bom sono, mas existem hábitos que podem facilitar essa adaptação.

– Evite a desidratação pois a água também ajuda na disponibilidade de energia e evita o cansaço;

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– No período da noite, evite atividades exageradas como exercícios intensos e leitura longa;

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Foto: GaborfromHngary/Morguefile

– Atividades físicas leves, como caminhada e alongamento, podem ajudar com um efeito relaxante;

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Foto: Gabor / Morguefile

– Próximo à hora de dormir, evite ingerir alimentos pesados e com estimulantes, como café, chocolate, chá preto e chá verde;

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– Na hora de deitar deixe o ambiente no quarto bem escuro, silencioso, com boa temperatura e confortável;

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– Evite assistir TV ou usar celular e computador no quarto de dormir;

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– Esta vale para o fim da próxima edição do horário de verão: dias antes da mudança tente dormir 10 minutos mais cedo, gradativamente, para que o organismo não sinta a alteração abrupta de 1h.

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Além das alterações consideradas normais, caso surjam outros sinais e sintomas como ronco, insônia, apneia e sonolência excessiva diurna, além de hipertensão e arritmia, é importante procurar um médico do sono para uma avaliação adequada.

Fonte: Aliança Instituto de Oncologia

Ronco: livro pretende difundir a importância de dormir bem

Obra de Alberto Remesar é instrumento fundamental para compreender distúrbios do sono, ainda pouco conhecidos pela medicina e população

A maioria das pessoas conhece pelo menos uma pessoa que ronca. Mas e a solução deste problema, alguém conhece? Muitos cutucam seus parceiros durante a noite ou trocam de quarto. Segundo o doutor Alberto Remesar, especialista em medicina do sono e autor da obra O ronco e o Cutucão da Minha Mulher, publicado pela editora Pandorga, revela que essas atitudes não são eficientes.

“Para minimizar ou evitar essas situações, ela costuma se deitar antes ou ele muda para outro quarto. Infelizmente, nenhuma dessas soluções resolve a situação”, diz o especialista.

Dormir mal, segundo o autor, pode trazer consequências prejudiciais à saúde e diminuir a qualidade de vida do indivíduo. O Ronco e o Cutucão da Minha Mulher pretende difundir a importância de dormir bem e propagar o conhecimento sobre os distúrbios durante o sono. Além de conter alertas para identificar a presença da apneia, o histórico e as causas da doença.

Sobre o autor

Alberto Remesar, formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Residência Médica em Psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da UFRJ. Mestre em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ. Doutor em Ciências pelo Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Participou do grupo do estudo do sono liderado pelo Dr. Sergio Tufik (Psicobiologia/UNIFESP) durante dez anos. Trabalhou para a Secretaria Municipal da Saúde da Prefeitura de São Paulo como médico psiquiatra na década de 1990. Desde então, atua na mesma área na Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, no Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos. Atualmente, mora com a família na cidade de São José dos Campos, onde construiu sua clínica especializada em tratamentos dos distúrbios do sono e dos transtornos psiquiátricos, além da realização de exames de polissonografia.

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O ronco e o cutucão da minha mulher
Autor:  Alberto Jorge Remesar Lopez
Editora: Pandorga
Formato: 16x23cm
Páginas: 302
Preço: R$ 34,90

 

A tomada de atitudes éticas tem relação com o sono

Segundo pesquisadores americanos, nossa postura ética está ligada ao período que dormimos e acordamos. Psicoterapeuta comenta o assunto

Você já imaginou que o sono pode ter influência direta na sua capacidade de ser mais ético ou não? Pois foi isso que um estudo realizado com 200 pessoas, por psicólogos das universidades de Johns Hopkins, Washington, Georgetown e Harvard nos Estados Unidos identificou. O grupo de trabalho examinou a relação entre a tomada de decisão ética e o cronotipo de algumas pessoas – quando os indivíduos são mais propensos a querer dormir ou então quando têm mais energia -, basicamente o relógio interno de cada um. Segundo o estudo, indivíduos com hábitos de sono diferentes, como dormir e acordar mais cedo ou ir para cama e levantar mais tarde teriam horários do dia específicos no qual a predisposição a ser honesto é maior.

A ética individual está sujeita às pressões do dia a dia. “Quando estamos descansados, relaxados e com as energias renovadas, temos controle maior, por exemplo, sob a tentação de mentir ou de enganar outras pessoas e em cada pessoa isso ocorre em períodos diferentes do dia, de acordo com o sono”, comenta a psicoterapeuta do Núcleo do Renascimento, Maura de Albanesi. Aquelas pessoas que por hábito dormem e acordam cedo, tem no período da manhã, a fase de maior atenção, autocontrole e discernimento.

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Diferente dos indivíduos que preferem dormir e acordar mais tarde, onde ocorre uma inversão.

Entretanto, mesmo levando em consideração o cronotipo das pessoas, a possibilidade de ser antiético ou não está sujeita, principalmente, à qualidade do sono. “Dormir e acordar mais cedo ou tarde não é necessariamente uma garantia de que se dorme bem. O mau sono compromete nossa capacidade de tomar atitudes corretas, de fazer escolhas, coloca em risco nosso autocontrole, deixando-nos mais irritados, sem paciência. Ou seja, é a qualidade do sono que favorece esse lado antiético”, explica a psicoterapeuta.

Durma bem, independente do seu cronotipo

Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, problemas relacionados ao sono são decorrentes de ansiedade, quadro depressivo e até problemas neurológicos e em muitos casos podem ser solucionados de maneira simples. “Se a ausência do sono for algo recorrente, é importante procurar ajuda de um especialista. Além disso, tentar evitar certos costumes que favoreçam a insônia como uso em excesso de computadores, tablets e celulares, alimentação equilibrada e fugir de situações de tensão que prejudicam o sono”, finaliza Maura.

Fonte: Maura de Albanesi é Psicoterapeuta, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística e Psicoterapia Transpessoal, além de possuir Mestrado em Psicologia e Religião pela PUC.