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Startup cria travesseiro adaptável às diferentes formas de dormir

Analisando os comportamentos dos brasileiros, Zissou estrutura produto com camadas individuais para se moldar ao conforto de cada usuário

Ao estudar as preferências dos brasileiros na hora de dormir, a startup do sono Zissou, que trouxe para o país um novo modelo de comercialização de colchões com a tecnologia bed in a box, identificou que cada pessoa tem um jeito particular de utilizar seu travesseiro.

Diferentemente do colchão, em que há um padrão de conforto e suporte, o uso deste produto varia conforme seu consumidor – que decide a altura, nível de conforto, resposta, entre outros aspectos. Para isso, a empresa idealizou um conceito interativo: com três camadas independentes, o travesseiro Zissou é adaptável a todas as formas de dormir.

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“Os estudos de linguagem corporal mostram que a nossa forma de dormir é tão diversa quanto o nosso comportamento. Por exemplo, quem dorme à direita, tende a ser uma pessoa entusiasmada e criativa. Já à esquerda, se demonstra mais sensível. Se a pessoa deita de barriga para baixo, tende a ser mais organizada e assumir as decisões em processos de liderança. Por isso, pensamos em um produto que englobasse a diversidade do sono”, explica Andreas Burmeister, co-fundador da Zissou.

O travesseiro Zissou é composto por uma capa de algodão com fibra siliconizada e três camadas de viscoelástico de memória responsiva, com formas e alturas diferentes. Dentro da capa é possível colocar até duas camadas, decididas por quem irá utilizar o produto. A camada adicional pode ser apoiada entre as pernas, utilizada como travesseiro extra por usuários que preferem dormir com um produto mais alto na cabeça ou até como travesseiro portátil para viagens de carro e avião.

“É um conforto que cada um define da sua maneira. Assim como o segmento de colchões, o mercado de travesseiros oferece inúmeras fórmulas e composições, mas sem explicar às pessoas as características e benefícios de cada um. Nós pensamos em um produto único e com versatilidade para que as pessoas possam experimentar e perceber as suas preferências ao dormir”, complementa Burmeister.

Concepção do travesseiro envolveu estudos e cocriação

Para a idealização do travesseiro, foram conduzidos diversos worshops focados no comportamento do consumidor. “Por meio deles que confirmamos as teorias de sono: descobrimos que cada pessoa tem uma conexão diferente com o produto que utiliza. Este público sente que seus modos de uso também são únicos, variando desde a quantidade de travesseiros na cama, as percepções de conforto e resposta, posições de preferência, até outros aspectos pessoais”, detalha Ilan Vasserman, cofundador da Zissou.

A concepção do produto envolveu quatro etapas diferentes. A primeira foi a realização de workshops com diferentes públicos com o objetivo de entender o que compõe o sono perfeito para cada pessoa. Após os resultados, houve a mobilização de engenheiros de produto brasileiros e americanos para o desenvolvimento de protópitos.

Com diferentes composições desenvolvidas, foram realizados novos workshops, dessa vez voltados à experimentação e primeiras percepções, que auxiliaram na definição da composição ideal. Por fim o processo produtivo foi otimizado aplicando tecnologia e controle de qualidade.

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“Nós percebemos que analisar um travesseiro não é uma coisa imediata, exige tempo e identificação da pessoa com o produto. Por isso, decidimos oferecer 100 dias de experimentação, assim como fazemos para o Colchão Zissou. Se a pessoa não gostar, retiramos o produto e devolvemos o dinheiro. Nossa prioridade é oferecer uma experiência de sono única e inesquecível “, complementa Amit Eisler, cofundador da empresa.

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Os interessados poderão adquirir o travesseiro Zissou no site da marca ou na Casa Zissou, espaço conceito da marca localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo.

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Falta de sono pode prejudicar controle dos movimentos do corpo

“Jetlag social” causado por privação de sono no dia a dia pode provocar problemas de atenção em tarefas simples

Por Júlio Bernardes – Editorias: Ciências/Jornal da USP

 

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Obrigações sociais reduzem os períodos de sono, o que pode levar a problemas de atenção e concentração, além de mudanças abruptas nos horários de dormir e sonolência, fenômeno que é conhecido como “jetlag social”- Foto: Faisal Akram via Wikimedia Commons/CC 

A falta de sono no dia a dia também pode causar problemas de atenção e concentração em pessoas aparentemente saudáveis, fenômeno conhecido como “jetlag social”, comprova pesquisa com participação da Escola Politécnica (Poli) da USP. Em testes realizados com estudantes, o desempenho em tarefas simples que exigem controle dos movimentos do corpo era melhor às segundas-feiras, após as horas de sono compensadas no final de semana. A descoberta pode ajudar a entender quais as áreas do cérebro são afetadas pela privação de sono, comprometendo o controle corporal.

O professor Arturo Forner Cordero, que coordenou a pesquisa, conta que o Laboratório de Biomecatrônica da Poli estuda a modelagem do controle motor humano para a aplicação em robôs e exoesqueletos. “Para isso, são realizadas experiências de controle motor, como, por exemplo, simular tarefas de aprendizado, controle dos movimentos das mãos, em caminhadas e de postura”, diz. “Esses testes costumam ser realizados com alunos de graduação. Em determinados períodos, como no final dos semestres letivos, porém, o desempenho dos estudantes era ruim e não havia ideia do motivo.”

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Um dos experimentos realizados em pessoas com restrição de sono realizados na Poli é um teste de aprendizagem no qual é preciso apontar alvos projetados por um computador com o dedo – Foto: Cedida pelo pesquisador

Os pesquisadores realizaram um experimento com alunos do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, em Barbacena. “Os estudantes utilizaram durante nove dias um actímetro, um relógio de pulso que mede a atividade física e distingue os períodos de sono, repouso, vigília e atividade, os quais são registrados em um gráfico”, explica o pesquisador Guilherme Umemura, que integrou o grupo de estudos. “Também foram aplicados questionários sobre hábitos diários, para complementar a avaliação sobre restrições de sono.”

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Na sequência acima, etapas da realização do teste de aprendizagem realizado no Laboratório de Biomecatrônica da Poli – Foto: Cedida pelo pesquisador

Nas sextas e segundas-feiras foram realizados testes de controle postural. “Os participantes eram instruídos a ficarem em cima de uma plataforma e eram submetidos a vários desafios estáticos e dinâmicos, como abrir e fechar os olhos”, diz Umemura. “O corpo humano, quando está em pé, nunca está totalmente parado, ele se movimenta em várias direções, e isso envolve mecanismos de controle do cérebro, como os da visão e da audição, por isso é importante o controle postural”, explica o professor.

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Os experimentos mostraram que o desempenho no controle postural era melhor na segunda-feira, depois do final de semana. “Acredita-se que as obrigações sociais reduzem os períodos de sono, o que pode levar a problemas de atenção e concentração, além de mudanças abruptas nos horários de dormir e sonolência. Esse fenômeno é chamado de ‘jetlag social’”, aponta Umemura.

“Nos finais de semana, em geral há uma compensação das horas de sono e, coincidentemente, o desempenho nos testes era melhor”, ressalta o pesquisador. “As comparações entre as respostas dos questionários e os gráficos de atividade e repouso revelaram uma diferença de aproximadamente duas horas entre o tempo de sono considerado ideal pelos alunos e a quantidade de sono apurada nos gráficos.”

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Actímetro (à esquerda), aparelho em formato de relógio de pulso que registra os períodos de sono, repouso, vigília e atividade ao longo do dia, os quais são mostrados em um gráfico (à direita) – Imagem: Cedida pelo pesquisador

De acordo com o professor, a hipótese para explicar o problema é que as áreas do cérebro mais sensíveis à privação do sono são as responsáveis pela cognição e pela integração sensorial. “Essas áreas são o córtex pré-frontal, responsável pela cognição e o planejamento motor; o tálamo, que da integração sensorial, que teria sua atividade diminuída”, descreve, “e o cerebelo, que faz o controle em tempo real do movimento; em resumo, todos esses processos possivelmente estão envolvidos no déficit motor.”

Forner Cordero alerta que é surpreendente encontrar problemas de controle postural em pessoas jovens e saudáveis, mas que não percebem a privação de sono. “Este não foi um estudo em que as pessoas ficam sem dormir, elas pensam que estão dormindo bem, mas a diferença no controle postural é significativa”, ressalta. “Também não são pessoas com restrições declaradas de sono, como trabalhadores de turnos. O estresse na qualidade e na quantidade do sono possivelmente traz malefícios ainda piores, como o aumento do risco de quedas, acidentes laborais e de trânsito.”

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Equipamento utilizado em testes de controle postural – Foto: Cedida pelo pesquisador

O estudo é descrito no artigo Social jetlag impairs balance control. Escrito por Guilherme Silva Umemura, João Pedro Pinho, Bruno da Silva Brandão Gonçalves, Fabianne Furtado e Arturo Forner Cordero, o texto foi publicado na revista Scientific Reports em 21 de junho. Além dos testes relatados no estudos, outros experimentos para avaliar desempenho motor e aprendizagem em pessoas com restrições de sono estão em andamento.

Fonte: Jornal da USP

 

É normal sentir mais sono durante o inverno?

No inverno, estação mais fria do ano, é comum sentirmos mais sono. Isso tem a ver com a diminuição da luminosidade, já que os dias são mais curtos e as noites mais longas. A melatonina, hormônio que induz ao sono, é estimulada pela escuridão. Como escurece mais rápido nesta estação, há uma maior produção de melatonina.

No inverno, aumenta também o mau humor, porque a produção de serotonina é menor. A substância é responsável por regular o sono, enxaqueca e a saciedade. A diminuição de exercícios físicos nesta época do ano reduz a produção desta substância.

Além disso, no clima frio, a temperatura do corpo fica mais baixa, o metabolismo fica menos acelerado e, agasalhados no conforto do lar, é normal sentir mais sono e vontade de ficar na cama. Para produzir mais calor, o corpo também precisa de mais fonte de energia, por isso as pessoas acabam ingerindo comidas mais pesadas para suprir essa necessidade, fator que também aumenta o sono.

Para a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, mesmo com essas alterações, não significa que precisamos de mais horas dormindo. “O conforto da cama faz com que as pessoas sintam vontade de ficar mais tempo deitadas, é uma sensação de aconchego, mas não há necessidade biológica. A qualidade do descanso continua sendo mais importante do que a quantidade”, explica.

Abaixo, a especialista lista algumas dicas para ajudar a manter o padrão sem comprometer o sono durante o inverno. Confira:

• Atenção à postura

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Foto: C_Scott/Pìxabay

A postura correta ao dormir, associada ao uso do travesseiro correto, é imprescindível para um repouso de qualidade.

• Ambiente escuro

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Mantenha o ambiente escuro. A claridade interfere na produção da melatonina. Evite atividades que atrapalhem um sono profundo, como assistir TV deitado na cama, utilizar o computador ou ficar horas no celular. A luminosidade emitida por esses aparelhos também pode interferir na qualidade do sono.

• Exposição solar

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A dica é tomar sol pela manhã, para aumentar a produção de serotonina.

• Alimentos leves

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Alimente-se até três horas antes de ir para a cama e dê preferência a alimentos leves.

• Atividades relaxantes

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Pixabay

Até três ou quatro horas antes de deitar faça alguns movimentos tranquilos de alongamento, eles ajudam a aquecer e relaxar a musculatura.

Fonte: Duoflex

Dicas para “desenvelhecer” antes de chegar à terceira idade

Para chegar à terceira idade com saúde e disposição, a sugestão é a de começar a pensar nela aos 30 anos. “Para ter qualidade de vida após os 60 anos ,precisamos nos preparar com antecedência quando estamos no auge do nosso vigor, já que a proposta é a de manter a vitalidade e a saúde física e mental no nível mais alto possível durante toda essa fase”, afirma Daniel Alan Costa, naturopata especialista em bases de Medicina Integrativas do Hospital Albert Einstein.

Então se você é jovem, siga as dicas do especialista para ter uma velhice com qualidade, adotando um estilo de vida natural que pode preservar e muito a saúde.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

1-) Pratique exercícios físicos todos os dias. Você conhece as práticas corpóreas orientais? Tai Chi Chuan, Yoga, Qi Gong, Lian Gong entre outras são excelentes para o corpo e para a mente. O governo chinês tem um programa nacional destas práticas e com isto reduziu drasticamente os gastos com saúde. Outra opção é a musculação, sempre com a orientação de um profissional capacitado. Depois dos 30 anos a perda de massa muscular se intensifica, chegando a 40%.

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2-) Não fume e evite a ingestão de carne, pois ambos liberam substâncias produtoras de envelhecimento precoce.

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3-) Durma cedo e bem, pois o hormônio do crescimento atinge seu pico de produção antes da meia-noite.

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4-) Dê preferência aos alimentos que contêm antioxidantes naturais que previnem doenças, rugas e flacidez, como os carboidratos integrais, frutas e verduras.

Depositphotos casal praia biliondigital

5-) Revitalize suas células sempre que possível: tome sol diariamente nas primeiras horas da manhã, ande descalço sobre a grama molhada de orvalho, vá a praia andar na areia e na beira do mar sempre que possível, banhe-se nas águas de uma cachoeira, caminhe em um parque arborizado e respire profundamente, abuse do repouso para restabelecer as células, pois elas amam um repouso restaurador, valorize a amizade, o sorriso, o abraço, a gratidão, a alegria, pois tudo isso produz endorfina, hormônio capaz de reenergizar as células de defesa.

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Foto: Cohdra/Morguefile

6-) Mantenha a curiosidade intelectual aprendendo uma nova atividade para conservar a mente lúcida e alerta. Viaje, estude um novo idioma, faça algo que nunca fez, abuse das palavras cruzadas pois assim a mente permanece jovem e o cérebro bem irrigado.

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Foto: Pinterest

7-) Aprenda a meditar. A meditação, comprovada cientificamente, diminui a ansiedade, aumenta a estabilidade emocional, a criatividade, a alegria, desenvolve a intuição, diminui a pressão arterial, diminui qualquer tensão relacionada com a dor, como dores de cabeça, musculares, articulares, aumenta a produção de serotonina, melhorando o humor e o comportamento e melhora o sistema imunológico.

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Ilustração: Prawny/Morguefile

😎 Pratique o voluntariado. Já foi comprovado, por meio de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que quem faz trabalho voluntário é mais feliz e apresenta uma carga de stress muito menor em relação a quem não é adepto a prática. Além disso, foi comprovado que as pessoas que se dedicam ao voluntariado vivem em média quatro anos a mais. Isso porque ocorre a liberação de endorfinas que provocam em todo o corpo a sensação de prazer.

Fonte: Daniel Alan Costa é especialista em Bases de Medicina Integrativa do Albert Einstein, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e coordenador geral dos cursos do Sol Instituto Terapêutico/ INESP
 

Dor nas costas pode estar ligada à SII?

Pessoas com síndrome do intestino irritável (SII), por vezes, relatam sintomas que parecem não estar relacionados ao problema. Um sintoma frequentemente mencionado e, aparentemente não relacionado, é a dor lombar, especialmente durante a noite.

Isso pode ser uma dor não relacionada, ou pode ser uma “dor referida”.  Dor referida  é sentida em outro lugar que não o local de origem. No caso da SII, essa dor vem do intestino. Muitas vezes, devido a constipação, gases ou inchaço.

Tratamento para dor SII

Não existe um tratamento único e definitivo para a SII ou para a dor relacionada a ela. O tratamento é diferente para todos e você deve trabalhar com seu médico para encontrar a melhor maneira de aliviar sua dor. É provável que seja necessária uma combinação de medicação e terapias complementares.

Medicamentos que aliviam a constipação e gases podem aliviar sua dor nas costas no processo. Certos probióticos também se mostraram eficazes para aliviar o inchaço e dor. Eles estão disponíveis em pós, comprimidos e em certos alimentos como iogurte.

Verifique com seu médico antes de adicionar suplementos dietéticos sem prescrição na sua rotina diária. Alguns suplementos podem piorar as coisas, enquanto outros podem interagir com outros medicamentos.

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Tratamentos complementares que podem ajudar a combater a dor incluem:

-Técnicas de relaxamento: respiração profunda, respiração abdominal, relaxamento muscular progressivo e exercícios de visualização podem ajudar a reduzir o estresse e a fadiga e melhorar seu humor.
-Terapia cognitivo-comportamental: alguns estudos mostram que isso pode ajudar a mudar o humor e os hábitos negativos. Pode reduzir o estresse e aliviar os sintomas físicos também.
-Acupuntura: pode ser usada para relaxar espasmos musculares, o que pode aliviar sua dor nas costas.
-Meditação, massagem e hipnoterapia: qualquer uma dessas práticas pode ajudar a relaxar os músculos e reduzir a dor.
-Exercício regular: opções como Tai Chi e yoga podem ajudar.

Dor nas costas e sono

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A dor lombar pode ser especialmente problemática quando você está tentando dormir. Você pode melhorar suas chances de conseguir uma boa noite de sono criando uma rotina.

Siga estas dicas para começar:

=Consiga um tempo de relaxamento antes de ir para a cama. Não vá para a cama direto, após alguma atividade.
=Evite comer alimentos pesados ou beber cafeína por pelo menos quatro horas antes da hora que planeja ir para a cama.
=Vá para a cama mais ou menos na mesma hora todas as noites e levante-se na mesma hora todas as manhãs.
=Use sua cama apenas para duas coisas: sono e sexo. Isso significa não trabalhar, comer ou assistir televisão.
=Faça um pouco de exercício todos os dias.

Para ter uma rotina de sono, você pode treinar seu corpo para ser mais receptivo ao sono.

Se mesmo assim sua dor nas costas continuar mantendo você acordado, apesar de seus melhores esforços, fale com seu médico sobre medicamentos e outros tratamentos que podem ajudar.

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Se você tiver dores nas costas junto com a síndrome do intestino irritável, não pressuponha que elas estão relacionadas. Marque uma consulta para avaliar sua dor nas costas pelo seu médico. Você precisa saber exatamente com o que está lidando e quais opções de tratamento estão disponíveis.

Fonte:HealthLine

Cardiologista do HCor dá dicas de cuidados com o coração durante o verão

Para evitar problemas cardíacos nessa época do ano, é importante consumir alimentos saudáveis, beber muita água e evitar o consumo de gorduras e sal em excesso

Com a chegada do verão e dos dias quentes, aumenta a vontade de sair da rotina e realizar atividades ao ar livre. Longas caminhadas na praia e o abuso de comidas e bebidas podem aumentar as chances de algum problema cardíaco ou vascular, especialmente em pessoas com maior risco cardiovascular como idosos, hipertensos, obesos, tabagistas e diabéticos.

De acordo com o cardiologista e clínico geral do HCor (Hospital do Coração), Abrão Cury, as pessoas que fazem parte do grupo de risco não podem fazer exercícios físicos sem uma avaliação médica prévia, assim como não devem abusar da alimentação. “É recomendado cautela também com as comidas típicas do período de férias na praia, como por exemplo, os frutos do mar, que têm alto teor de colesterol, principal fator desencadeante da aterosclerose”, explica.

Outra recomendação importante é feita para pacientes que usam medicamentos. “No verão, o calor e a umidade aumentam a perda de água e sais minerais através da transpiração e da respiração. Para evitar a desidratação, é preciso ingerir bastante líquido. Atenção deve ser redobrada em pessoas idosas e que fazem uso de diuréticos”, salienta.

Pessoas hipertensas, que precisam controlar a pressão com frequência, devem ficar atentas à tendência natural do corpo de baixar a pressão no calor. Como a pressão atmosférica na praia já é baixa, o uso de vasodilatadores pode acentuar essa queda, causando hipotensão. Uma reavaliação médica antes do período de férias no verão pode indicar a necessidade ou não de alterar a dosagem dos medicamentos.

O verão chegou! Cuide bem do seu coração:

Para muitas pessoas o verão é a estação do ano mais aguardada. As roupas leves, programações ao ar livre e viagens à praia fazem deste período o favorito de muita gente. No entanto, o calor provoca mudanças no nosso corpo e é preciso ficar mais atento especialmente com o coração, que requer mais cuidados durante esse período de altas temperaturas.

Conforme o corpo perde líquido por meio da transpiração e da respiração e não tem reposição, os vasos sanguíneos vão se fechando para manter a pressão arterial dentro do ideal. E, consequentemente, o sangue fica mais grosso e a frequência cardíaca aumenta. Em dias de alta temperatura, o organismo precisa fazer muito esforço para se manter funcionando e isso acelera o ritmo dos batimentos do coração, pois o órgão precisa compensar a necessidade maior de energia”, alerta Cury.

Já para os “atletas de verão”, aqueles que começam a praticar um esporte com intensidade só nessa época do ano e ficam muito tempo expostos ao sol, a atenção deve ser redobrada. “O esforço frequente deve ter acompanhamento médico, uma vez que pode levar ao desenvolvimento de problemas cardíacos e até morte súbita. Portanto, para evitar problemas cardíacos nesta época do ano, é importante consumir alimentos saudáveis, beber muita água e evitar o consumo de gorduras e sal em excesso”, recomenda o cardiologista do HCor.

Dicas de cuidados com o coração durante o verão:

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=Tomar uma vez por dia chá verde, que tem componentes que ajudam o metabolismo;

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=O verão é uma boa época para o consumo de peixes que são ricos em proteínas e têm baixas calorias. Os mais indicados são o salmão, truta e bacalhau porque estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares;

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=Beber bastante água durante os treinos na academia. Se possível a cada 20 minutos de exercícios físicos;

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=Para recuperar a energia após os exercícios físicos tomar vitaminas de frutas, água de coco e sucos naturais;

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

=Ter pelo menos seis horas de descanso todas as noites;

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=Praticar exercícios físicos pelo menos duas vezes por semana. As caminhadas podem ser antes ou após o expediente do trabalho.

Fonte: HCor

 

Cuidados para não estragar as festas de final de ano

Especialista dá dicas para as pessoas que querem se divertir sem descuidar da saúde

O Natal e o Ano Novo estão chegando, com eles inúmeras comemorações, viagens e alegria, mas isso não quer dizer que podemos exagerar e descuidar da saúde. Por isso, é importante tomar alguns cuidados para não acabar com as comemorações de final de ano. Para aproveitar as festas sem correr riscos, Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, elencou algumas dicas bem importantes:

1) Beba muita água

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Foto: Kamdora

Durante essa época do ano, com os dias normalmente mais quentes, o cuidado com a hidratação deve ser redobrado, já que o corpo elimina naturalmente mais líquidos e sais minerais do nosso organismo. Por esse motivo, a ingestão de água é tão importante. Mas se você é daqueles que não consegue tomar água com facilidade, o Dr. Aier dá outra dica: uma boa opção para os dias de calor é a água de coco, que, além de conter baixo número de calorias, tem uma composição natural semelhante à do soro fisiológico, hidratando o organismo com mais eficácia.

2) Cuidado com o que você come

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Outro sintoma comum nos dias de calor é a falta de fome, porém é muito importante que a pessoa se alimente para não correr riscos. O melhor jeito para driblar o problema é consumir alimentos leves e de fácil digestão, entre eles saladas, frutas, legumes e carnes magras. É importante tomar cuidado com os petiscos e sobremesas, que são naturalmente mais pesados e de difícil digestão.

3) Mantenha sua rotina e horários

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Foto: Dieter Robbins/Pixabay

É muito comum que nessa época do ano as pessoas abram mão da sua rotina e dos seus horários, acordando mais tarde e programando atividades ao longo do dia que não fazem parte do seu dia a dia, o que acaba afetando diretamente a saúde. Se você consegue manter o controle, sair da rotina pode não trazer consequências, mas existe pessoas que, quando saem do ritmo normal, acabam exagerando. É importante descansar e se divertir, mas estabelecer horários mais próximos aos do seu dia a dia evitam maiores riscos.

4) Cuidado com a conservação dos alimentos

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No verão, os alimentos podem perecer mais rapidamente. Por isso, quando for comprar os alimentos para as festas, entre eles frutas, verduras e legumes, é bom verificar o seu estado geral. Evite alimentos que estiverem amassados, batidos e manchados. Cuidado também ao armazenar, já que o consumo de alimentos deteriorados ou mal conservados pode levar a intoxicações alimentares, estragando a sua festa.

5) Cuidado com aquela cervejinha a mais

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Especialmente nas festas de final de ano, bebidas alcoólicas são consumidas com maior frequência. O problema é que além das bebidas alcoólicas serem calóricas, quando ingeridas em grandes quantidades, podem levar à desidratação, já que o álcool “retira” a água das células, agindo como um diurético. Uma dica para quem quer aproveitar as festas sem exageros é intercalar a bebida alcoólica com o consumo de água, ajudando o organismo a manter-se hidratado.

6) Divirta-se, mas sem descuidar da saúde!

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Nada melhor que aproveitar a vida. Com tantas comemorações, comidas e bebidas gostosas, fica muito difícil resistir. Devemos, sim, nos divertir e aproveitar esses eventos, mas o equilíbrio é fundamental para que 2018 comece como todos queremos: com o pé direito.

Fonte: Docway

 

 

Horário de verão pode influenciar também na dieta

Os dez primeiros dias depois que o horário de verão entra em vigor são fundamentais para que a alimentação também acerte os ponteiros. Ana Luisa Vilela, especialista em emagrecimento e nutróloga de São Paulo, esclarece que o desequilíbrio no organismo durante esses dias pode afetar os hábitos alimentares e influenciar também nos ponteiros da balança.

”Mesmo sem fome, é preciso manter os horários das principais refeições. Pode adiantar meia hora, não mais do que isso”, orienta a médica.

Já que o sono – um dos principais aliados do controle alimentar – é o mais afetado pela mudança de horário, consequentemente a produção natural de hormônios no corpo também sofre transformações.

Para driblar os efeitos do novo horário,  Ana Luisa dá algumas orientações para essa readaptação:

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· Consuma ainda mais líquidos para auxiliar na hidratação desses dias mais quentes;

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· Tente manter os horários das refeições na primeira semana mesmo sem fome, e então nos próximos dias o organismo já estará adaptado;

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· As carnes magras são sempre boas opções, principalmente à noite;

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· Aproveite o calor para consumir alimentos leves e in natura, como frutas, verduras e legumes;

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· Coma de três em três horas para evitar a fome excessiva.

Fonte: Slim Form

Cuidar do sono é a melhor saída para se acostumar com horário de verão

Especialista alerta para os maus hábitos que podem prejudicar o processo de adaptação do organismo

Começou ontem (15), à meia noite, o horário brasileiro de verão, que se estenderá até o dia 17 de fevereiro. Com a chegada do período – marcado pelos dias mais longos – alguns cuidados com a saúde devem ser tomados para amenizar o impacto da mudança de horário no organismo, que normalmente sofre com a alteração por pelo menos uma semana.

Dentre as precauções que devem ser tomadas, a médica Aliciane Mota, do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL) defende que o ideal seria que a adaptação começasse uma semana antes, mas nos casos nos quais isso não foi possível, a recomendação é tentar manter a regularidade na hora de dormir e até mesmo de comer, mesmo que não haja apetite.

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A médica também sugere que a alimentação se baseie em refeições leves com alimentos de elevada carga hídrica e grande ingestão de líquidos. “Devemos optar sempre por uma alimentação mais leve e caprichar na ingestão de líquido. Pois com os dias mais longos e a alta exposição à luz solar, nosso corpo sofre mais com a desidratação e acaba nos deixando bem mais cansados”.

Aliciane alerta para o uso de medicamentos para dormir durante o período, pois impedem que a fase profunda do sono ocorra, deixando o usuário mais cansado no dia seguinte. “Certas medicações fazem com que a pessoa durma com maior facilidade e por mais tempo durante a noite, mas é neste momento em que ocorrem os picos de sono que acabam sendo reprimidos pelo medicamento, atrapalhando a fase profunda do sono”, alerta a médica.

Outros cuidados que devem ser tomados antes de dormir incluem evitar alimentos estimulantes como refrigerantes, chocolates, comidas pesadas e que contenham cafeína, e procurar não praticar exercícios físicos nas três horas que antecedem o sono, pois eles retardam sua chegada e estimulam o organismo.

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Cuidados com as crianças

É normal que os efeitos do horário de verão afetem mais as crianças que tendem a sofrer mais no processo de adaptação. Segundo a Aliciane Mota, uma saída é que os pais tentem ser mais firmes na regularidade dos hábitos dos filhos.

Já sobre a alimentação, a médica defende que é normal que elas tenham problemas no início. “É interessante deixar que a criança coma até um pouco mais do que o normal ou do que gosta. Isso evita que ela fique tanto tempo sem comer”, sugere a médica.

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Foto: Masterfile

Fonte: Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL)

 

Extrato de aspargo auxilia na qualidade do sono

Segundo a Associação Mundial de Medicina do Sono, a insônia é uma epidemia global que ameaça a saúde e a qualidade de vida de até 45% da população mundial. De acordo com a instituição, o mundo está vivendo uma epidemia de restrição do sono. O Instituto Brasileiro do Sono registra que mais de 51 milhões de brasileiros acima dos 18 anos tem dificuldades para dormir e pelo menos 1,5 milhão só dorme com o auxilio de medicamentos. Os distúrbios são um fator de risco para transtornos mentais, como depressão, ansiedade e até suicídio.

Pensando nisso, a Idealfarma, pioneira na fabricação e distribuição de ingredientes nutracêuticos, fitoterápicos, cápsulas gelatinosas e suplementos alimentares, lançou Etas, um fitoquímico constituído por uma enzima tratada de aspargo que atua na produção de melatonina. Essa enzima induz a produção da proteína de choque térmico HSP70, que apresenta diversas funções fisiológicas e importante ação adaptogênica.

Essas proteínas protegem o organismo contra o estresse físico e mental, reduzem a fadiga e equilibram o sistema nervoso autônomo, proporcionando uma melhora na qualidade do sono e do repouso. “As proteínas HSP70 são bastante estudadas e amplamente distribuídas no nosso organismo. Estão presentes na pele, trato digestivo, fígado e rins. Estudos recentes demonstraram que elas possuem atividade anti-inflamatória, que confere funções citoprotetoras contra vários tipos de estresses”, explica Daniela Müller, farmacêutica da Idealfarma.

O produto foi testado num estudo realizado com 14 voluntários saudáveis divididos em dois grupos, um com placebo e um com Etas. Administrou-se 300mg/dia ao longo de uma semana. Comparou-se a expressão de RNAm HSP70 em leucócitos antes e depois do tratamento. Os resultados demonstraram um aumento em aproximadamente três vezes nos níveis de RNAm HSP70, além de redução nos níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Ou seja, Etas melhorou o sono e ainda auxiliou o sistema nervoso dos usuários.

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Além desses benefícios, a suplementação pode ser considerada uma alternativa natural aos tratamentos convencionais. De acordo com pesquisadores do Centro de Medicina Preventiva da Califórnia, a ingestão de medicamentos para dormir pode aumentar em cinco vezes o risco de morte precoce e em 35% o risco de desenvolver algum tipo de câncer.

O estudo mostrou que pacientes que tomavam remédios constantemente para dormir tinham 4,6 mais probabilidades de morrer durante um período de dois anos e meio, em relação àqueles que não usavam os medicamentos. “Mesmo que os motivos não estejam elucidados, entende-se que a utilização de ingredientes e ativos naturais é sempre um caminho mais seguro”, finaliza a farmacêutica.

Produto: Etas
Indicação: qualidade do sono
Onde encontrar: farmácias de manipulação

Informações: Idealfarma