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Especialista explica como tipo específico de ômega 3 age na saúde do cérebro

A relação entre o consumo de ômega 3 e a saúde do coração está bem documentada por pesquisadores de vários países do mundo. Além deste benefício, também está comprovado por pesquisas científicas que o nutriente tem papel fundamental na saúde e desenvolvimento do cérebro, desde que ele tenha alta concentração de DHA (ácido docosahexaenoico), um ácido graxo específico do tipo ômega 3.

“O ômega 3 DHA é um forte aliado da saúde cerebral que pode e deve fazer parte da nossa rotina”, afirma Maria Inês Harris, consultora científica de OmegaPURE. “Ele é seguro e essencial para todas as idades, principalmente quando falamos do desenvolvimento cerebral e da visão das crianças”.

OmegaPURE DHA é o suplemento com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega 3 DHA já registradas no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPURE apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas. A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico, impedindo refluxo com odor de peixe – uma queixa bastante comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. Além disso, as cápsulas de tamanho reduzido são de fácil deglutição, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

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E como esse nutriente específico age no cérebro, impulsionando o seu desenvolvimento? A consultora explica: “As células do nosso cérebro são envoltas por uma espécie de ‘capa’ chamada bainha de mielina, que ajuda a promover o adequado funcionamento das sinapses (quando um neurônio se comunica com o outro). O DHA atua justamente no desenvolvimento da bainha de mielina, estimulando as sinapses. Quanto mais sinapses nosso cérebro fizer, melhor o desenvolvimento cerebral”.

Gestação

O DHA atua na proteção das células nervosas do nosso cérebro. Por isso, ele tem forte papel quando essas células nervosas estão se formando ou se desenvolvendo. “Durante a gravidez, a ingestão de ômega 3 DHA vai ajudar na construção do tubo neural do bebê, que mais tarde se transformará em cérebro. As células nervosas também são responsáveis pela formação da retina, então, o consumo de DHA também ajuda a desenvolver melhor a visão em bebês”, afirma.

Crianças e adolescentes

Como o desenvolvimento do cérebro continua até por volta dos 20 anos de idade, o consumo de DHA continua sendo recomendado durante todo esse período de desenvolvimento. “Nas crianças, o DHA também ajuda na acuidade visual. Em adolescentes, o DHA pode ajudar a reduzir a impulsividade e agressividade, uma vez que atua na área frontal do cérebro, que controla impulsos”, continua Maria Inês.

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Adultos e Idosos

Terminado o processo de desenvolvimento cerebral, o DHA começa a assumir outra função importantíssima: o de prevenir doenças neurológicas, como o Alzheimer e Parkinson. “Pessoas com desordens neurodegenerativas apresentam deficiências em ácidos graxos poli-insaturados. A suplementação com DHA reduz comprovadamente o risco de incapacitação de idosos. E a suplementação é especialmente benéfica no início do Alzheimer, enquanto o dano cerebral ainda é pequeno”, afirma a especialista.

Dieta ou Suplementação?

Uma das maneiras de se ingerir o Ômega 3 com DHA é consumindo peixes de água fria. Porém, é sabido que o brasileiro consome pouco peixe, em média 9 quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde, são 12 quilos. Além disso, é bem comum que o alimento saudável passe de mocinho a vilão, caso o peixe esteja contaminado com metais pesados. Por isso, uma boa saída é a suplementação.

Fonte: Biobalance Nutracêuticos

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Baixo consumo de alimentos ricos em cálcio aumenta casos de osteoporose

Segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, com mais de 50 anos, sofrerá uma fratura devido à fragilidade óssea. No Brasil, estima-se que a osteoporose acometa cerca de 10 milhões de pessoas.

Relacionada ao envelhecimento, a doença atinge 25% das mulheres brasileiras acima de 50 anos e que já passaram pela menopausa. Por outro lado, 10% dos homens sofrem do problema, sendo a principal faixa etária a partir dos 65 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Considerada silenciosa, grave e progressiva, a doença só costuma ser percebida quando o paciente sofre uma fratura, geralmente no punho, na coluna ou no quadril. “Em alguns casos, uma leve queda pode fraturar o colo do fêmur (quadril), incapacitando a pessoa de andar. Por isso, a recomendação é se prevenir, especialmente pelo consumo de quantidades adequadas de cálcio, adequação de vitamina D, prática de atividade física e evitando fatores de risco para esta doença”, esclarece a ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro.

A importância do cálcio na prevenção da osteoporose

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Para prevenir a doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a IOF recomendam o consumo diário de pelo menos 1 grama de cálcio. Entretanto, a quantidade varia conforme a idade ou o período pelo qual a pessoa está passando.

De acordo com a especialista, na infância, quando a atenção está voltada para a taxa de aquisição óssea, a criança precisa ingerir entre 0,7 e 1 g/dia. Durante a adolescência, que é marcada pelo crescimento e mineralização dos ossos, a necessidade sobe para 1,3 g/dia.

Mulheres na 20ª semana de gestação precisam ingerir entre 1,5 e 2,0 g/dia de cálcio, enquanto na lactação o valor indicado é de 1,5 g/dia. Já na menopausa e terceira idade, quantidade diária de cálcio recomendada é de 1,2 g/dia.

Suplementação reforça quantidade ideal do mineral

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Não basta ter uma dieta com alimentos ricos em cálcio, como leite e seus derivados: é preciso reduzir o consumo de substâncias que facilitam a eliminação do mineral pela urina, como sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Praticar atividades físicas ao ar livre, especialmente sob o sol, ajuda na sintetização da vitamina D e facilita a fixação do cálcio.

A médica aponta também a ingestão de suplementos de cálcio, especialmente quando há déficit do mineral no organismo. “O consumo de alimentos ricos em cálcio pela população brasileira é baixo, não atingindo nem metade da recomendação diária recomendada, por isso a suplementação é importante, especialmente a partir do período da menopausa”, pontua.

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Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché Laboratórios Farmacêuticos

Nutricionista desvenda mitos e verdades sobre Whey Protein

Suplemento indispensável na rotina dos praticantes de atividades físicas e atletas, o Whey Protein é uma fonte de proteínas com baixo conteúdo de carboidratos e gorduras. No mercado há opções com diferentes rendimentos, sabores e preços, e, na hora de escolher um produto, a nutricionista Carol Mota, especialista de HND, marca de performance e bem-estar do Grupo Hinode, recomenda atenção ao rótulo do produto.

“É importante avaliar os ingredientes utilizados e as concentrações dos nutrientes, como carboidrato, gordura, sódio e, principalmente, proteína por porção”, afirma. Além disso, Mota destaca que há muitos mitos em torno da suplementação. Confira abaixo os mais comuns:

Apenas para ganho de massa muscular.

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Shutterstock

Mito. Além deste benefício, os aminoácidos essenciais presentes promovem uma ação imunológica, antimicrobiana e antiviral. Sendo assim, o suplemento também pode ser consumido por indivíduos com sistema imunológico debilitado.

Existe uma quantidade ideal de consumo.

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Bolo de Whey

Verdade. A quantidade a ser consumida dependerá das condições do indivíduo. É preciso levar em consideração a quantidade de proteína já consumida na dieta, a prática de atividade física ou não, além dos objetivos, por exemplo, aumento de massa muscular.

Garantia de ganho de massa muscular.

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Mito. A ingestão de proteínas em uma dieta é importante para o ganho de massa, entretanto não é o único fator. É preciso considerar o balanceamento adequado da dieta, entre proteínas, carboidratos e gorduras, além das vitaminas e minerais que são essenciais para as funções metabólicas, sem esquecer da prática adequada de atividade física.

Pode engordar

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Verdade. Todo alimento que contém calorias promove o ganho de peso se o consumo for maior que o gasto. Dessa forma, é imprescindível levar em consideração a dieta habitual e a prática de atividade física.

É preciso praticar atividade física ou esporte.

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Mito. O uso de suplementos também é recomendado para indivíduos que não conseguem atingir as recomendações alimentares de proteína, carboidrato, gordura, entre outros, por meio de uma dieta convencional.

Veganos devem ficar atentos.

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Verdade. O whey protein é um suplemento composto em sua maior parte pela proteína extraída do soro do leite. Entretanto, o mercado oferece cada vez mais suplementos proteicos de origem vegetal provenientes, por exemplo, da soja, ervilha e arroz.

Fonte: Hinode

 

Suplemento auxilia no tratamento de síndrome que causa infertilidade nas mulheres

A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é uma desordem endócrina que atinge cerca de 15% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo e é uma das principais causadoras da infertilidade. “Durante o processo de ovulação, é normal o aparecimento de cistos, que fazem parte do funcionamento dos ovários e desaparecem a cada ciclo menstrual.

A SOP interfere neste processo de ovulação devido ao desequilíbrio hormonal, fazendo com que estes cistos permaneçam ali e modifiquem a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes maior que o tamanho normal”, explica a farmacêutica Luisa Saldanha, diretora técnica da Pharmapele.

Segundo a especialista, as causas da SOP ainda não são totalmente conhecidas. Porém, acredita-se que alguns fatores como a genética e, principalmente, a resistência insulínica tem relação com a origem do distúrbio, pois levam ao desequilíbrio hormonal.

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, assim como a gravidade da doença. A falta de ovulação, a menstruação anormal e altos níveis de hormônios masculinos são os principais sinais da síndrome. Porém, outros sintomas como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, a formação de acne e o ganho de peso também podem indicar a presença do distúrbio”, afirma. “Além disso, em casos mais graves, podem surgir complicações a longo prazo como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer do endométrio.”

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O diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais como o ultrassom ginecológico e a verificação dos níveis de hormônios através do exame de sangue. Já para o tratamento da SOP, manter uma dieta leve e balanceada acompanhada da prática de exercícios físicos é fundamental para a melhora da resistência insulínica, fertilidade e a regulagem da ovulação.

“A parte medicamentosa do tratamento consiste no controle dos sintomas e complicações. Por isso, são receitados anticoncepcionais para regular o ciclo menstrual, indutores de menstruação para ajudar no processo de ovulação, hipoglicemiantes para controlar a resistência insulínica, além de medicamentos para reverter o quadro de infertilidade”, destaca a farmacêutica.

Recentemente, estudos descobriram que uma molécula que nosso corpo produz a partir da glicose chamada de inositol também pode melhorar os sintomas associados com a síndrome dos ovários policísticos, especialmente os inositóis Mio-inositol (MI) e D-Chiro Inositol (DCI).

“Baixos níveis de DCI foram observados em pessoas com resistência à insulina e SOP, dando suporte a teoria de que estes pacientes experimentam uma severa desregulação do metabolismo de inositol. Por isso, a administração de ambas as isoformas do inositol é um tratamento simples e seguro que age sobre a modulação da insulina, melhorando assim a função ovulatória e diminuindo as concentrações de andrógenos”, explica a especialista.

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Pixabay

De acordo com Luisa Saldanha, outros ativos também podem ser suplementados junto com o tratamento medicamentoso convencional para otimiza-lo e diminuir a ocorrência de efeitos colaterais. Por exemplo, a suplementação da Coenzima Q10 reduz o stress oxidativo e melhora a ovulação. Já o Extrato de feno-grego (50%) favorece a redução dos cistos e o retorno do ciclo menstrual normal.

“É importante que antes de tomar qualquer medicamento você consulte um médico. Cabe a ele a avaliação do melhor tratamento, levando sempre em conta fatores como os sintomas, as complicações e a pretensão da paciente de engravidar ou não”, finaliza.

Fonte: Pharmapele é uma rede de farmácias de manipulação, com 30 anos de experiência em medicamentos personalizados e cosméticos de tratamento

Suplementos para SII: o que funciona?

As fibras, probióticos, prebióticos e outros produtos aliviam a síndrome do intestino irritável?

A síndrome do intestino irritável (SII) está entre as doenças intestinais mais comuns e uma das mais difíceis de tratar. Nenhum remédio único funciona para todos, e há poucos medicamentos criados exclusivamente para os sintomas da SII, que incluem dor abdominal, cólicas, inchaço, diarreia e/ou constipação.

“Eu vejo desta maneira: eu não tenho muitas coisas boas na medicina convencional para oferecer, então o que eu tenho é no campo da terapia natural”, diz Tieraona Low Dog, clínica e professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Arizona.

Mas isso não significa que todos os remédios naturais apresentados como eficazes para a SII funcionem e, em alguns casos, os resultados da pesquisa tenham sido mistos. O que realmente funciona? Veja o que os especialistas dizem.

Probioticos 

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Probióticos são microrganismos que suplementam as bactérias naturais do intestino, ajudando a “equilibrar” a flora intestinal. Por que os probióticos parecem funcionar ainda é um mistério, mas alguns estudos sugerem que os suplementos probióticos, especialmente aqueles com predominância de Bifidobacterium infantis, aliviam os sintomas da SII, como dor abdominal, inchaço e irregularidade do movimento intestinal

Lawrence Schiller, gastroenterologista em Dallas, diz que está confortável recomendando suplementos probióticos para pacientes, porque não causam nenhum dano e parecem ajudar alguns deles.

Mas Schiller é cético em relação aos produtos no mercado. Ele diz que a maioria dos estudos de probióticos e SII não diferencia entre cepas bacterianas e doses, um enigma para o consumidor que é confrontado com prateleiras cheias de iogurtes com probióticos e leite no mercado.

“As chances de ir à loja e encontrar algo viável e eficaz são muito distantes”, diz ele. “A melhor evidência para probióticos é com alguns dos produtos de combinação e alguns que contêm bifidobacterium, não acidophilus ou lactobacillus”.

Prebióticos 

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Os prebióticos são ingredientes alimentares não digeríveis que estimulam o crescimento e a atividade de microrganismos no intestino. São naturalmente encontrados em muitos alimentos, como aveia e outros cereais integrais, e muitas frutas e legumes, incluindo alcachofras, aspargos, cebolas e bananas.

Estudos clínicos têm sido pequenos e poucos, e os resultados são mistos. Um estudo mostrou que pacientes com a síndrome que receberam uma combinação de probióticos e prebióticos tiveram uma melhora significativa na dor abdominal, inchaço e constipação; outro estudo mostrou que os prebióticos não fizeram efeito.

Suplementos para SII: o que funciona?

As fibras, probióticos, prebióticos e outros produtos aliviam a síndrome do intestino irritável?

Suplementos de fibra 

Pesquisas sobre o papel dos suplementos de fibras no tratamento de sintomas da SII são conflitantes: alguns não encontraram benefícios; algumas descobertas que adicionar fibras à dieta causam inchaço e gases, e um punhado de informações de que fibras solúveis ajudam pacientes com SII com constipação e diarreia.

Um estudo recente descobriu que o psyllium (fibra natural solúvel derivada das sementes de uma planta denominada Plantago ovata) fornece alívio significativo da dor para pacientes da SII com constipação e/ou diarreia. Outro descobriu que o psyllium tem efeito limitado sobre a constipação e dor abdominal.

Schiller diz que alguns de seus pacientes com SII obtêm alívio da diarreia e da constipação com produtos contendo psyllium, seja na forma de pó, comprimidos, barras de café da manhã ou biscoitos. Não há diferença em sua segurança ou eficácia, diz ele.

semente de psyllium
Semente de psyllium

Tieraona muitas vezes prescreve psyllium para constipação, e se o problema se agravar, o que pode ocorrer até que o corpo tenha o suficiente e água, ela adiciona citrato de magnésio à mistura para neutralizar o efeito inicial de constipação. A médica também recomenda cascas de sementes de psyllium em pó que podem ser misturadas com líquido. “Eu também gosto de psyllium por causa de seus benefícios cardiovasculares. Qualquer boa fibra que você pode obter, eu indico”.

A goma guar*, uma fibra solúvel que engrossa os alimentos, mostra alguma promessa para os sintomas da SII. David Rakel, da Universidade de Wisconsin School of Saúde Pública e Medicina, diz que recomenda suplementos para pacientes para ajudar na digestão.

Policarbonila de cálcio, que é outra fibra solúvel, pode ajudar com diarreia, constipação, dor abdominal e inchaço, de acordo com alguns estudos. Schiller diz que os suplementos de policarbofila de cálcio endurecem e suavizam as fezes, tornando-se um complemento eficaz para a diarreia leve e constipação relacionada à SII.
Suplementos de ervas 
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Foto: Maria Mas/Morguefile

O óleo de hortelã pode diminuir os sintomas da diarreia ao diminuir o tempo de trânsito fecal. A pesquisa é bastante sólida sobre o assunto, com um grupo de pesquisadores concluindo que o óleo de hortelã é mais eficaz e benigno do que drogas para espasmo gastrointestinal e pode ser uma primeira escolha para pacientes com SII com constipação leve ou diarreia.

“O óleo de hortelã tem uma pesquisa melhor do que muitos produtos farmacêuticos para a SII”, diz Rakel. Para pacientes com a síndrome que não toleram hortelã, uma combinação de camomila e pectina funciona bem”, diz Tieraona. “A camomila ajuda a relaxar os músculos do cólon”, diz Rakel.

Suplementos vitamínicos

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Foto: Jeltovski

Existem poucos estudos, se houver, que mostram um benefício para os pacientes com SII de suplementos vitamínicos. “Nenhuma vitamina que eu conheça demonstrou ser de benefício terapêutico na síndrome do intestino irritável”, diz Rakel.

Já Schiller diz que uma dieta balanceada deve fornecer os nutrientes de que o corpo precisa.

Fonte: WebMD Feature Revisado por Louise Chang

*fibra extraída da semente da planta de guar, cuja espécie é Cyamopsis tetragonolobus, uma leguminosa bastante resistente que cresce em regiões árida

 

L-glutamina ajuda a melhorar a SII?

A L-glutamina é um aminoácido não-essencial normalmente chamado simplesmente de glutamina. É produzida pelo corpo e também é encontrada nos alimentos. O corpo requer 20 aminoácidos essenciais e não essenciais que trabalham para criar várias proteínas. Ser capaz de obter proteínas adequadas é fundamental para a saúde das pessoas.

Normalmente, uma pessoa produz bastante L-glutamina para satisfazer todas as necessidades do corpo. No entanto, às vezes há um déficit levando a uma deficiência, ou pode haver benefícios no aumento da ingestão de L-glutamina por razões de saúde.

Isso funciona para Síndrome do Intestino Irritável?

A L-glutamina dá suporte à saúde intestinal e pode ajudar no controle da SII. Uma pessoa precisa de proteínas suficientes para o corpo funcionar de forma otimizada, e os aminoácidos são os blocos de construção básicos das proteínas. A L-glutamina é o aminoácido mais abundante no organismo e que dá suporte à saúde intestinal. A L-glutamina pode funcionar para aqueles com a síndrome por causa desse papel.

Os tecidos encontrados no intestino usam L-glutamina como fonte de combustível para funcionar no melhor dos casos. A L-glutamina também é pensada para ajudar a manter barreiras adequadas dentro do intestino.

Deficiência de L-glutamina
L-glutamina
Algumas das razões pelas quais uma pessoa pode sofrer deficiência de L-glutamina são:

-choque ou estresse extremo
-trauma
– infecções
-exercício intenso
-radioterapia
-quimioterapia
-distúrbios imunológicos, como HIV ou AIDS
-distúrbios gastrointestinais crônicos, como doença de Crohn, esofagite eosinofílica (EOE) ou doença inflamatória intestinal
-falta de L-glutamina na dieta

A L-glutamina ajuda as pessoas com a SII trabalhando para proteger a mucosa do esôfago e dos intestinos. A membrana mucosa bloqueia a infiltração bacteriana durante a digestão. Também pode aumentar a atividade das células imunes no intestino, ajudando a prevenir infecções e inflamações, além de aliviar o tecido intestinal.

Como a L-glutamina é usada para a produção de energia, ela pode suportar a redução dos espasmos intestinais. Pessoas com SII relacionadas ao estresse também podem achar que aumentar a ingestão de L-glutamina reduz os sintomas. Este benefício se deve ao corpo liberar cortisol quando está estressado, o que pode diminuir os níveis de L-glutamina armazenados no tecido muscular.

Efeitos colaterais

Enquanto a suplementação de L-glutamina geralmente é considerada segura para a maioria das pessoas, há algumas que deveriam evitá-la.  Aquelas com doença renal, doença hepática ou síndrome de Reye, uma condição grave que pode causar inchaço no fígado e no cérebro, devem evitar tomar suplementos de L-glutamina.

Alguns estudos mostram que certos tipos de células tumorais alimentam a L-glutamina e se multiplicam. Assim, as pessoas com câncer ou  que apresentam alto risco para a doença, podem ser aconselhadas a evitar os suplementos.

Há pessoas que têm uma reação alérgica à L-glutamina. Se isso ocorrer, elas podem experimentar:

-náusea
-vômito
-dor nas articulações
-urticária

É necessária uma atenção médica imediata se qualquer uma das reações acima ocorrer depois de alguém ter tomado suplementos de L-glutamina.

Uma pessoa pode mudar sua dieta para aumentar a L-glutamina. Boas fontes podem ser encontradas em certos alimentos, incluindo:


frango picante
-frango
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-peixe
espinafre
-espinafre
vegan tofu
-tofu

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Pinterest

-beterraba

Certificar-se de que as diretrizes de dosagem recomendadas são seguidas é crucial. Tomar demasiada L-glutamina em forma de suplemento também pode resultar em efeitos colaterais adversos. Assim, consulte sempre seu médico ou nutricionista.

Outros suplementos para SII

Outros suplementos que podem ser benéficos para quem sofre com a SII incluem enzimas digestivas. Elas podem ajudar o corpo a quebrar alimentos em moléculas menores para que possam ser absorvidos com mais facilidade.

Exemplos de enzimas digestivas que uma pessoa com SII pode tomar incluem:

-Amilase: essa enzima ajuda a quebrar os açúcares complexos nos alimentos.
-Pepsina: as proteínas encontradas em carnes, ovos e produtos lácteos são simplificadas pela pepsina.
-Lipase: as moléculas de gorduras complexas são quebradas com lipase.
-Lactase: esta enzima quebra a lactose.
-Tripsina: divide várias proteínas para formar aminoácidos.

Qual é o consenso científico geral

Atualmente, não há pesquisas científicas suficientes para provar que a L-glutamina melhora os sintomas da SII. No entanto, uma revisão recente enfatiza a teoria de que a L-glutamina é benéfica para a permeabilidade intestinal e pode ajudar a prevenir toxinas indesejadas que entram no sistema digestivo.

Isso poderia apontar para a ideia de que a L-glutamina pode ajudar a melhorar a síndrome do intestino irritável, já que a condição é pensada para ocorrer devido à permeabilidade intestinal comprometida.

  
Atenção!
Mais pesquisas são necessárias para provar que a L-glutamina pode ajudar as pessoas com SII. Ela é considerada um suplemento seguro e está disponível para compra on-line. Ao consultar um médico e garantir que as diretrizes de dosagem sejam seguidas, uma pessoa pode evitar quaisquer efeitos colaterais adversos, e benefícios positivos, como uma redução nos sintomas da SII.
Fonte: MedicalNewsToday

Suplemento alimentar de proteína isolada de arroz

A Schraiber acaba de lançar um suplemento alimentar de proteína isolada de arroz, que oferece nutrientes retirados diretamente desse cereal. Esse produto é o único do mercado brasileiro que traz as certificações Kosher BKA e Vegan PETA, que asseguram a ausência de ingredientes de origem animal.

A proteína isolada do arroz possui elevado valor biológico, por oferecer uma boa quantidade de aminoácidos essenciais por dose. Ela tem sido uma opção utilizada, cada vez mais, por pessoas que praticam exercícios físicos com frequência por potencializar o desempenho esportivo e o ganho de massa muscular. Essa proteína também é uma ótima aliada na alimentação de vegetarianos, veganos e pessoas com intolerância ao glúten e à lactose.

A Schraiber recomenda consumir uma porção diária de 3 colheres de sopa da proteína isolada de arroz em 200 ml de água. Ela pode ser acrescida também a receitas de pães, bolos, shakes, panquecas, entre outras preparações.

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Preço sugerido: R$ 38,00

Informações: Schraiber – SAC nacional: 0800 12 4522 / SAC São Paulo: 11 4184 4522

 

Goji berry e cranberry na lista de alimentos funcionais

Os alimentos funcionais oferecem mais que nutrientes. Estudos e pesquisas avaliam as propriedades que oferecem à saúde e ao bem-estar, ajudando a prevenir indisposições, a partir do consumo contínuo. Benefícios desses alimentos também estão presentes nos suplementos. Conheça a sugestões da Schraiber:

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Cápsulas de Goji berry Schraiber:  goji berry é uma fruta rica em antioxidantes, uma excelente fonte de vitaminas, flavonoides, aminoácidos, minerais e fibras – com destaque para a alta concentração de Vitamina C. Este produto apresenta uma combinação exclusiva de substâncias e nutrientes: goji berry com picolinato de cromo, minerais quelato (zinco e selênio) e vitaminas C, A e E, que ajudam no equilíbrio do organismo, na sensação de bem-estar e na ação contra os radicais livres. Preço médio: R$ 42,50 – cada frasco com 60 unidades.

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Cápsulas de Cranberry Schraiber: o cranberry (Vaccinium macrocarpunum) é rico em flavonoides, um poderoso antioxidante, que protege o organismo das ações danosas dos radicais livres e auxilia na diminuição do colesterol total e do LDL Colesterol, que prejudica o organismo. É também fonte de fibra, manganês, vitamina C, K e E. contribui para retardar o envelhecimento precoce, prevenir infecções urinárias e diminuir o colesterol ruim. Essas cápsulas são enriquecidas com picolinato de cromo, minerais quelatos, vitaminas E e A. (Preço médio: R$ 55,00).

Informações: Schraiber – SAC nacional: 0800 12 4522 – SAC São Paulo: 11 4184 4522

 

Uso diário do óleo de cártamo promove mais saúde

Consumo do óleo pode diminuir o colesterol ruim e a gordura corporal, promover o ganho de massa magra, além de outros benefícios

O óleo de cártamo, extraído das sementes dessa planta, é um produto natural com diversos benefícios. O consumo diário de suplementos naturais dessa substância ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e formação de radicais livres que promovem o envelhecimento celular, auxilia na perda de peso e prevenção de diabetes tipo dois, entre outros.

Isso porque o óleo de cártamo é rico em ômega 6 e ômega 9, ácidos graxos fundamentais na prevenção de doenças cardiovasculares, e em vitamina E, que previne a formação de radicais livres, responsáveis pela ocorrência de alguns cânceres, o envelhecimento celular e a aterosclerose.

Para quem busca a perda de peso, o óleo de cártamo também pode ser um poderoso aliado por acelerar o metabolismo e promover o ganho de massa muscular.

Pensando em quer consumir o óleo de cártamo de forma prática, a Liteé Farma do Brasil disponibiliza no mercado um suplemento em cápsulas que faz parte de sua linha de nutricosméticos. De acordo com Helaine de Lima, responsável técnica da Liteé, além dos benefícios já conhecidos do combate ao colesterol e de sua ação antioxidante, o óleo de cártamo tem outras utilidades.

“O óleo promove uma sensação maior de saciedade, já que ele retarda o esvaziamento gástrico. Além disso, o óleo de cártamo tem vitamina A e K em sua composição que combate os radicais livres e melhora a coagulação do sangue respectivamente”, conta Helaine, acrescentando: “É importante reforçar que a suplementação do óleo de cártamo, assim outros nutricosméticos, suplementos ou vitaminas, deve ser feita de maneira contínua para que seus benefícios possam ser notados”.

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O Óleo de Cártamo da Liteé Farma do Brasil é encontrado em frascos com 60 cápsulas gelatinosas de 1000mg fáceis de engolir e o consumo recomendado é de até 4 cápsulas ao dia.

Informações: Liteé

 

Suplemento proteico sob medida para a saúde feminina

Atualmente, os suplementos são famosos e muito utilizados pelos praticantes de exercícios físicos e atletas. A ciência comprova que eles têm outros benefícios para a saúde de qualquer pessoa que tenha vontade de consumi-los, como suprir as necessidades de nutrientes e contribuir para o adequado funcionamento do organismo, consequentemente, promovendo equilíbrio, bem-estar, vitalidade e longevidade.

O Balance Whey Mulher é um alimento proteico formulado com proteínas do soro do leite, whey protein, e com peptídeos de colágeno que favorece a manutenção da saúde da pele. Sua excelente combinação oferece várias vantagens à saúde da mulher como um todo, como a melhora da composição corporal, por conter 18,4g de whey protein 3W, principalmente na forma isolada, que corresponde a 32% da ingestão diária recomendada de proteína. Auxilia na perda de gordura corporal e no controle da saciedade.

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Já os 9g de peptídeos de colágeno na porção, favorecem o aumento da síntese de colágeno que atua na hidratação e uniformidade da pele, melhorando, também, a elasticidade e firmeza, sendo ainda sua ação intensificada pela adição dos micronutrientes zinco e vitaminas C e E, antioxidantes que, igualmente, atuam na redução dos radicais livres, compostos responsáveis pelo envelhecimento celular.

O Balance Whey Mulher está disponível no mercado em dois sabores, Cacau Belga e Baunilha. Não possui em sua composição glúten, maltodextrina, conservantes, aromas, adoçantes e corantes artificiais. Outro diferencial é não conter adição de açúcares, sendo produzido com stévia adoçante natural que não proporciona malefícios ao organismo.

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“De rápida e fácil digestão, este suplemento desempenha, ainda, um importante papel na saúde óssea da mulher por conter cálcio, magnésio e vitamina D, que atuam favorecendo o desenvolvimento da massa óssea e menor incidência de fraturas na velhice, comum em mulheres nas fases do ciclo menstrual e menopausa”, explica Natália Dourado, nutricionista da marca.

Informações: Sanavita