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Ômega 3 ajuda a prevenir doenças de alto risco para as mulheres

Mulheres e homens são suscetíveis a determinadas doenças de maneiras diferentes. Segundo a Associação Americana de Alzheimer (Alzheimer’s Association), o risco estimado de desenvolver a doença de Alzheimer aos 65 anos é de 17,2% para mulheres e de 9,1% para homens.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atesta que a cada homem com depressão, duas mulheres sofrem da patologia. Já a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular revela que a proteção feminina contra a aterosclerose, relacionada à produção do estrogênio, é perdida com a chegada da menopausa.

“A ciência já comprovou que o consumo de ômega 3, nutriente recomendado por nutricionistas e médicos, pode beneficiar a população feminina na prevenção e controle de doenças. Os ácidos graxos poli-insaturados ômega 3 previnem o acúmulo de gorduras saturadas no fígado, no sistema vascular e no tecido adiposo, exercendo uma função cardioprotetora, também reduzem processos inflamatórios no organismo, beneficiando o metabolismo e ainda atuam como neuronutrientes, adiando e amenizando processos neurodegenerativos”, afirma Maria Inês Harris, consultora científica da Biobalance.

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Além destes males, no âmbito das condições que atingem exclusivamente a população feminina, como tensão pré-menstrual (TPM), problemas gestacionais e câncer de endométrio, pesquisas recentes demonstram que os ácidos graxos ômega 3 EPA (eicosapentaenóico) e DHA (docosahexaenóico) colaboram para a prevenção e controle dos fatores precursores dessas doenças.

Um estudo publicado pela Universidade de Navarra, por exemplo, mostrou que a ingestão de ômega 3 colabora para a manutenção do peso e prevenção da obesidade, um dos fatores de risco para o câncer endometrial. Outro trabalho, realizado com um grupo de gestantes que recebeu suplementação com Omega-3 DHA e que foi publicado na revista médica Obstetrics and Gynecology, revelou a redução em até 20% nos níveis de um hormônio relacionado ao estresse, o cortisol.

Além desse dado, segundo os pesquisadores, o aumento no aporte de ômega 3 DHA na corrente sanguínea de futuras mães, vem acompanhado de uma série de benefícios para a saúde das mesmas e de seus bebês, entre eles a diminuição do risco de um parto prematuro.

De acordo com outro trabalho, publicado no jornal Complementary Therapies in Medicine, o uso do lipídio em cápsulas pode diminuir tanto os sintomas físicos da TPM como os psíquicos, tais como como ansiedade, irritação, dificuldade de concentração, insônia, depressão, entre outros. Ele atua diretamente na função metabólica, inclusive a hormonal, melhorando-a. Assim, é possível observar uma diminuição do quadro depressivo e nos níveis de estresse das mulheres que utilizam o suplemento, com resultados que aumentam progressivamente conforme a duração do tratamento.

OmegaPURE e OmegaPURE DHA são os suplementos com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega 3 já registrados no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPURE apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas. A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico, porque impede refluxo com odor de peixe – uma queixa bastante comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. As cápsulas de tamanho reduzido são de fácil deglutição, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

Biobalance Natural Immune Support

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A linha Biobalance visa promover saúde e bem-estar, por meio de produtos inovadores, naturais e de alta qualidade, que tenham por finalidade estimular as defesas naturais e o equilíbrio fisiológico do corpo humano. Suas linhas, encontradas nas grandes redes de farmácias, abarcam OmegaPURE e OmegaPURE DHA que têm a maior concentração de ômega-3 na menor cápsula do mercado, e EctoPURE, cremes calmantes de uso tópico que auxiliam na redução de processos inflamatórios da pele, sem o uso de corticoides.

Informações: Neutraceuticals – SAC: sac@biobalance-nutraceuticals.com ou 0800-771-8438

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Médicos alertam sobre importância da vitamina D

Entre as carências da população brasileira, a insuficiência de vitamina D predomina em homens e mulheres entre 19 e 59 anos. O dado foi apresentado na última pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelou também uma das principais causas desse problema: a falta de exposição à luz solar. Fundamental para o bom funcionamento do organismo, a vitamina D, que na verdade é um hormônio chamado colecalciferol, é produzida pela própria pele, mas pode ser encontrada em alimentos e suplementos.

O sol é o grande responsável pela produção e absorção de vitamina D no corpo humano. Vinte minutos, entre 10 e 17 horas, três vezes na semana, já são suficientes para aumentar e potencializar a vitamina. “Quanto maior a área exposta, maior a produção”, indica a chefe do serviço de endocrinologia do Hospital de Clínicas do Paraná e vice-presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso), Victoria Borba.

E ela complementa: “Apesar de existirem alimentos que contém vitamina D, como carnes, peixes, ovo, leite etc., e suplementos, a melhor forma é a produzida pelo nosso próprio corpo. Por meio da exposição solar, pelos raios ultravioletas, ocorre a transformação da pré-vitamina D, que desencadeia a produção de vitamina D por ativação de enzimas específicas. Parte da vitamina D produzida fica guardada principalmente no fígado e é utilizada quando precisamos”.

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De acordo com a médica, a vitamina D é importante para segurar o cálcio nos ossos e mantê-los firmes. Fraqueza muscular, dores articulares e fadiga são alguns dos sintomas que podem ser apresentados pela ausência da vitamina.

“A falta dele acarreta em perda de absorção de cálcio pelo intestino, o que desencadeia uma reação do organismo para manter o cálcio do sangue normal. Assim, há um aumento do hormônio chamado PTH, que retira o cálcio do osso para equilibrar novamente o cálcio sérico, mas acaba levando à perda óssea e osteoporose”, explica.

Doenças autoimunes, inflamatórias e neurodegenerativas também podem aparecer quando há um déficit da vitamina no corpo. “Outro problema associado à falta de vitamina D é a perda de força muscular, levando a quedas, o que é extremamente perigoso, principalmente, para idosos, uma vez que aumenta muito o risco de fraturas”, diz Victoria.

Estudos já identificam a vitamina D como uma forma de prevenção a diversos tipos de câncer, como o de próstata, mamário, ovariano, etc. A médica alerta: “Cada caso deve ser estudado e analisado com atenção”.

Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional Paraná (SBEM-PR), Silmara Leite, diabéticos e obesos apresentam maior deficiência de vitamina D: “Com a reposição de vitamina, podemos notar melhora na firmeza do osso e na massa magra”.

Os valores ideais da vitamina D no organismo são diferentes para bebês, crianças, adultos, grávidas e idosos. “Estudos recentes mostram uma alta prevalência de deficiência de vitamina D em gestantes e recém-nascidos, associada a parto prematuro. As crianças nascem pequenas para a idade gestacional, além de consequências na própria gestação. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes mantenham níveis adequados da vitamina D e, para isso, é recomendado o uso de suplementos, de acordo com a recomendação médica”, explica Victoria.

Atletas também têm tendência a fazer mais reposição, pois, com treinos excessivos, muitas vezes apresentam deficiência de vitaminas e, com a reposição, conseguem resultados melhores. A única restrição é com relação à vitamina D injetável. Victoria explica que a prática envolve quantidades acima do recomendado e já foi proibida nos Estados Unidos. Em excesso, a vitamina D pode acarretar problemas como intoxicação, que leva à desidratação, insuficiência renal e alterações cardíacas graves.

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Imagem: Nursing.com

“A reposição deve ser feita, na maioria das vezes, por cápsulas. Hoje, as gelatinosas apresentam boa absorção. Em situações especiais, em que existem problemas de deglutição e em crianças, podem ser usadas gotas. Formulações injetáveis, além de serem dolorosas, não estão disponíveis comercialmente e não são recomendadas. Estas formulações só teriam indicação em pacientes com síndromes disabsortivas graves”, conclui a médica.

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Paraná 

Mitos e verdades sobre o ômega 3

Todos os peixes são ricos em ômega 3? Gestantes precisam incluí-lo na dieta? A alimentação consegue suprir as necessidades do nutriente? Confira as respostas para essas e outras dúvidas

Quando se fala em gordura, é comum associá-la a algo negativo, como a gordura corporal, problemas no coração e obesidade. Aliás, gordura é um nome genérico usado em referência aos lipídeos, nutrientes essenciais para manutenção do bom funcionamento do organismo, devendo fazer parte do cardápio.

Por isso, vale conhecer os tipos de gordura e escolher as mais benéficas. Os ácidos graxos poli-insaturados da série ômega 3, por exemplo, auxiliam na saúde do coração, além de serem importantes durante a gravidez.

A gerente nutricionista do Núcleo Médico Científico do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Anna Lacerda, esclarece os principais benefícios dessa “gordura do bem” e explica alguns mitos sobre o nutriente, ajudando a compreender a importância de inseri-lo na dieta alimentar.

Existe mais de um tipo de ômega 3?

Verdade: os principais representantes do ômega 3 são: ácido docosahexaenoico (DHA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido alfa-linolênico (ALA).

Todos os peixes são ricos em ômega 3?

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Pixabay

Mito: a concentração de ômega 3 varia de acordo com a temperatura da água onde os peixes marinhos habitam. Aqueles que vivem em ambientes frios tendem a acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, principalmente ômega 3, como o arenque, a sardinha, o salmão e o atum, entre outros.

O organismo humano não consegue produzir ômega 3?

Verdade: necessários em determinados processos biológicos, os ácidos graxos da série Ômega 3 devem ser adquiridos por meio da dieta alimentar, uma vez que os seres humanos não são capazes de produzi-los. Aliás, eles são denominados essenciais justamente por isso.

O único benefício do ômega 3 é a saúde cardiovascular?

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Mito: o principal benefício desse ácido graxo está relacionado ao coração, atuando na redução de triglicerídeos. Porém, por conter EPA e DHA, ele também está associado à melhora da sensibilidade à insulina e risco de diabetes tipo 2; ajuda no tratamento da depressão, aumentando a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina; e ameniza os sintomas da artrite reumatoide, bloqueando as enzimas responsáveis pela inflamação.

Gestantes precisam incluir o ômega 3 na dieta?

Verdade: além de contribuir na redução do risco de nascimento de crianças prematuras e abaixo do peso, o ácido graxo participa na formação de neurônios, no crescimento e desenvolvimento do cérebro e no fortalecimento da retina dos bebês. Isso ocorre graças ao DHA, um dos representantes da série ômega 3.

A alimentação consegue suprir as necessidades de ômega 3?

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Mito: o consumo de peixes pela população brasileira é baixo, atingindo em média, cerca de 9 kg/habitante/ano, sendo que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e a Organização Mundial da Saúde recomendam 12 kg/habitante/ano. Além disso, nem todos os peixes contêm as mesmas quantidades de ômega 3: de acordo com um estudo publicado pelos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, os peixes brasileiros e o salmão de cativeiro apresentam baixos teores dessa gordura. Portanto, a suplementação torna-se necessária para atingir os níveis ideais de ômega 3 no organismo, aproveitando todos os seus benefícios para a saúde. Vale destacar que especialistas recomendam o consumo de até 1 g de ômega 3 ao dia.

Todas as suplementações de ômega 3 são iguais?

Mito: a concentração adequada de ômega 3 (DHA e EPA) nos suplementos é importante para que se consuma a quantidade ideal do nutriente. No entanto, como a concentração nos suplementos disponíveis no mercado brasileiro varia, é preciso estar atento à quantidade de DHA e EPA na formulação de uma única cápsula. Por isso, não deixe de ler as informações nas embalagens e lembre-se de que é preciso tomar a suplementação diariamente.

Suplementações

Proepa Uni é um nutracêutico com 90% de ômega 3 concentrado EPA (500 mg) e DHA (400 mg) em apenas uma cápsula gelatinosa ao dia, auxiliando na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos.

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Já Proepa Gesta possui concentração de DHA de 250 mg atendendo a recomendação do nutriente para as gestantes. Sua administração é recomendada também durante a amamentação, já que o nutriente será ingerido pelo bebê por meio do leite, e para mulheres que planejam engravidar, para que possam ter reservas adequadas do nutriente.

O consumo de ácidos graxos ômega 3 auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

Fonte: Aché

 

Saiba quando os pets precisam de suplemento

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou passar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse neste assunto, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

Por causa de tratamento, doença ou em alguma fase da vida, quando os nutrientes das rações não são suficientes para suprir as necessidades dos pets, os complementos alimentares podem entrar em ação. “Há vários tipos de suplementos que são usados desde o desenvolvimento, quando o pet ainda é filhote, até em algumas patologias depois de velhinho”, afirma o veterinário da Petz Felipi Bruno Espada.

Mas ele adverte: apenas o veterinário pode orientar que suplemento deve ser dado ou não. Acrescentar vitaminas ou suplementos desnecessários à dieta do pet pode causar desequilíbrio e prejudicar a saúde.

“É preciso entender o estilo de vida, saber como está a saúde do pet, para indicar o tipo de alimentação e o que é legal suplementar ou não”, explica Espada. Os produtos são encontrados em cápsulas, em pó ou na formulação da ração. No caso dos gatos, tem inclusive em pasta, para colocar nas patinhas e eles lamberem.

Reposição de nutrientes

Os suplementos são selecionados para garantir a reposição de nutrientes e ajudam em diferentes funções do corpo: mantém o sistema imune forte, a visão funcionando bem, aliviam dores em juntas e quadril, melhoram a digestão e a pelagem, auxiliam sistema cardíaco e combatem a alergia, por exemplo.

Filhotes, grávidas ou lactantes muitas vezes necessitam de suplementos para atender necessidades únicas dessas fases. “Assim como nos humanos, os cães têm apresentando muitas alterações cardíacas. Para esses casos, os suplementos ajudam a diminuir inflamação dos vasos e a minimizar sintomas causados por problemas cardíacos.”

A ação dos suplementos

Condroprotetores – favorecem a hidratação e nutrição da cartilagem articular. Indicados nos casos de problemas ósseos e articulares, pois ajudam a prevenir artropatias.

Vitamina A – fundamental para as células da pele e dos folículos capilares dos pets.

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Biotina – vitaminas do complexo B ajudam a promover um crescimento saudável de tecidos. A deficiência é mais comum em filhotes que apresentam crescimento acelerado, causando pelos frágeis, pele ressecada e perda da coloração normal da pelagem.

Vitamina C – com ação antioxidante, fortalece o sistema imunológico.

Vitamina E – antioxidante e protege as células contra os radicais livres.

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Ômega 3 e Ômega 6 – auxiliam na elasticidade da pele, no brilho da pelagem e em toda a nutrição dos animais. O ômega 3 é importante também no tratamento de doenças cardiovasculares – diminuição de arritmias, por exemplo.

Zinco – antioxidante, combate radicais e age retardando o envelhecimento celular. Ajuda na prevenção de coceiras, inflamações e até infecções causadas por fungos e bactérias.

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Cobre – auxilia na manutenção da cor da pelagem, prevenindo a queda dos pelos e os mantendo macios e brilhantes.

Ferro – auxilia na recuperação de pets com algum tipo de anemia.

Fonte: Petz

Especialista explica como tipo específico de ômega 3 age na saúde do cérebro

A relação entre o consumo de ômega 3 e a saúde do coração está bem documentada por pesquisadores de vários países do mundo. Além deste benefício, também está comprovado por pesquisas científicas que o nutriente tem papel fundamental na saúde e desenvolvimento do cérebro, desde que ele tenha alta concentração de DHA (ácido docosahexaenoico), um ácido graxo específico do tipo ômega 3.

“O ômega 3 DHA é um forte aliado da saúde cerebral que pode e deve fazer parte da nossa rotina”, afirma Maria Inês Harris, consultora científica de OmegaPURE. “Ele é seguro e essencial para todas as idades, principalmente quando falamos do desenvolvimento cerebral e da visão das crianças”.

OmegaPURE DHA é o suplemento com a maior concentração e alta pureza de ácidos graxos ômega 3 DHA já registradas no Brasil. Além do teor superior a 90%, a linha OmegaPURE apresenta zero colesterol, zero gorduras saturadas e zero gorduras monoinsaturadas. A tecnologia gastrorresistente, aplicada à menor cápsula do mercado, assegura um maior conforto gástrico, impedindo refluxo com odor de peixe – uma queixa bastante comum de quem consome ômega 3 em cápsulas convencionais. Além disso, as cápsulas de tamanho reduzido são de fácil deglutição, permitindo seu consumo de forma confortável também por crianças e idosos.

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E como esse nutriente específico age no cérebro, impulsionando o seu desenvolvimento? A consultora explica: “As células do nosso cérebro são envoltas por uma espécie de ‘capa’ chamada bainha de mielina, que ajuda a promover o adequado funcionamento das sinapses (quando um neurônio se comunica com o outro). O DHA atua justamente no desenvolvimento da bainha de mielina, estimulando as sinapses. Quanto mais sinapses nosso cérebro fizer, melhor o desenvolvimento cerebral”.

Gestação

O DHA atua na proteção das células nervosas do nosso cérebro. Por isso, ele tem forte papel quando essas células nervosas estão se formando ou se desenvolvendo. “Durante a gravidez, a ingestão de ômega 3 DHA vai ajudar na construção do tubo neural do bebê, que mais tarde se transformará em cérebro. As células nervosas também são responsáveis pela formação da retina, então, o consumo de DHA também ajuda a desenvolver melhor a visão em bebês”, afirma.

Crianças e adolescentes

Como o desenvolvimento do cérebro continua até por volta dos 20 anos de idade, o consumo de DHA continua sendo recomendado durante todo esse período de desenvolvimento. “Nas crianças, o DHA também ajuda na acuidade visual. Em adolescentes, o DHA pode ajudar a reduzir a impulsividade e agressividade, uma vez que atua na área frontal do cérebro, que controla impulsos”, continua Maria Inês.

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Adultos e Idosos

Terminado o processo de desenvolvimento cerebral, o DHA começa a assumir outra função importantíssima: o de prevenir doenças neurológicas, como o Alzheimer e Parkinson. “Pessoas com desordens neurodegenerativas apresentam deficiências em ácidos graxos poli-insaturados. A suplementação com DHA reduz comprovadamente o risco de incapacitação de idosos. E a suplementação é especialmente benéfica no início do Alzheimer, enquanto o dano cerebral ainda é pequeno”, afirma a especialista.

Dieta ou Suplementação?

Uma das maneiras de se ingerir o Ômega 3 com DHA é consumindo peixes de água fria. Porém, é sabido que o brasileiro consome pouco peixe, em média 9 quilos de pescado por ano, quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde, são 12 quilos. Além disso, é bem comum que o alimento saudável passe de mocinho a vilão, caso o peixe esteja contaminado com metais pesados. Por isso, uma boa saída é a suplementação.

Fonte: Biobalance Nutracêuticos

Baixo consumo de alimentos ricos em cálcio aumenta casos de osteoporose

Segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, com mais de 50 anos, sofrerá uma fratura devido à fragilidade óssea. No Brasil, estima-se que a osteoporose acometa cerca de 10 milhões de pessoas.

Relacionada ao envelhecimento, a doença atinge 25% das mulheres brasileiras acima de 50 anos e que já passaram pela menopausa. Por outro lado, 10% dos homens sofrem do problema, sendo a principal faixa etária a partir dos 65 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Considerada silenciosa, grave e progressiva, a doença só costuma ser percebida quando o paciente sofre uma fratura, geralmente no punho, na coluna ou no quadril. “Em alguns casos, uma leve queda pode fraturar o colo do fêmur (quadril), incapacitando a pessoa de andar. Por isso, a recomendação é se prevenir, especialmente pelo consumo de quantidades adequadas de cálcio, adequação de vitamina D, prática de atividade física e evitando fatores de risco para esta doença”, esclarece a ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Adriana Orcesi Pedro.

A importância do cálcio na prevenção da osteoporose

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Para prevenir a doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a IOF recomendam o consumo diário de pelo menos 1 grama de cálcio. Entretanto, a quantidade varia conforme a idade ou o período pelo qual a pessoa está passando.

De acordo com a especialista, na infância, quando a atenção está voltada para a taxa de aquisição óssea, a criança precisa ingerir entre 0,7 e 1 g/dia. Durante a adolescência, que é marcada pelo crescimento e mineralização dos ossos, a necessidade sobe para 1,3 g/dia.

Mulheres na 20ª semana de gestação precisam ingerir entre 1,5 e 2,0 g/dia de cálcio, enquanto na lactação o valor indicado é de 1,5 g/dia. Já na menopausa e terceira idade, quantidade diária de cálcio recomendada é de 1,2 g/dia.

Suplementação reforça quantidade ideal do mineral

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Não basta ter uma dieta com alimentos ricos em cálcio, como leite e seus derivados: é preciso reduzir o consumo de substâncias que facilitam a eliminação do mineral pela urina, como sódio, açúcar, cafeína, ácido fosfórico (utilizado em bebidas gasosas), gordura e proteína animal em excesso. Praticar atividades físicas ao ar livre, especialmente sob o sol, ajuda na sintetização da vitamina D e facilita a fixação do cálcio.

A médica aponta também a ingestão de suplementos de cálcio, especialmente quando há déficit do mineral no organismo. “O consumo de alimentos ricos em cálcio pela população brasileira é baixo, não atingindo nem metade da recomendação diária recomendada, por isso a suplementação é importante, especialmente a partir do período da menopausa”, pontua.

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Para auxiliar na suplementação diária de cálcio e vitamina D, o Aché Laboratórios Farmacêuticos apresenta o nutracêutico Inelatte. Único do mercado em tabletes mastigáveis com 50% do cálcio diário (na versão Zero açúcar) e exclusiva fórmula com minerais do leite e TADS (tecnologia que garante alta e rápida dissolução), é indicado para complementar a ingestão do mineral, auxiliando na prevenção da perda de massa óssea de forma prática, eficaz e saborosa. Disponível nas versões Chocolate, Chocolate Zero açúcar e Cappuccino Zero açúcar.

Fonte: Aché Laboratórios Farmacêuticos

Nutricionista desvenda mitos e verdades sobre Whey Protein

Suplemento indispensável na rotina dos praticantes de atividades físicas e atletas, o Whey Protein é uma fonte de proteínas com baixo conteúdo de carboidratos e gorduras. No mercado há opções com diferentes rendimentos, sabores e preços, e, na hora de escolher um produto, a nutricionista Carol Mota, especialista de HND, marca de performance e bem-estar do Grupo Hinode, recomenda atenção ao rótulo do produto.

“É importante avaliar os ingredientes utilizados e as concentrações dos nutrientes, como carboidrato, gordura, sódio e, principalmente, proteína por porção”, afirma. Além disso, Mota destaca que há muitos mitos em torno da suplementação. Confira abaixo os mais comuns:

Apenas para ganho de massa muscular.

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Mito. Além deste benefício, os aminoácidos essenciais presentes promovem uma ação imunológica, antimicrobiana e antiviral. Sendo assim, o suplemento também pode ser consumido por indivíduos com sistema imunológico debilitado.

Existe uma quantidade ideal de consumo.

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Bolo de Whey

Verdade. A quantidade a ser consumida dependerá das condições do indivíduo. É preciso levar em consideração a quantidade de proteína já consumida na dieta, a prática de atividade física ou não, além dos objetivos, por exemplo, aumento de massa muscular.

Garantia de ganho de massa muscular.

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Mito. A ingestão de proteínas em uma dieta é importante para o ganho de massa, entretanto não é o único fator. É preciso considerar o balanceamento adequado da dieta, entre proteínas, carboidratos e gorduras, além das vitaminas e minerais que são essenciais para as funções metabólicas, sem esquecer da prática adequada de atividade física.

Pode engordar

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Verdade. Todo alimento que contém calorias promove o ganho de peso se o consumo for maior que o gasto. Dessa forma, é imprescindível levar em consideração a dieta habitual e a prática de atividade física.

É preciso praticar atividade física ou esporte.

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Mito. O uso de suplementos também é recomendado para indivíduos que não conseguem atingir as recomendações alimentares de proteína, carboidrato, gordura, entre outros, por meio de uma dieta convencional.

Veganos devem ficar atentos.

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Verdade. O whey protein é um suplemento composto em sua maior parte pela proteína extraída do soro do leite. Entretanto, o mercado oferece cada vez mais suplementos proteicos de origem vegetal provenientes, por exemplo, da soja, ervilha e arroz.

Fonte: Hinode

 

Suplemento auxilia no tratamento de síndrome que causa infertilidade nas mulheres

A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é uma desordem endócrina que atinge cerca de 15% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo e é uma das principais causadoras da infertilidade. “Durante o processo de ovulação, é normal o aparecimento de cistos, que fazem parte do funcionamento dos ovários e desaparecem a cada ciclo menstrual.

A SOP interfere neste processo de ovulação devido ao desequilíbrio hormonal, fazendo com que estes cistos permaneçam ali e modifiquem a estrutura ovariana, tornando o órgão até três vezes maior que o tamanho normal”, explica a farmacêutica Luisa Saldanha, diretora técnica da Pharmapele.

Segundo a especialista, as causas da SOP ainda não são totalmente conhecidas. Porém, acredita-se que alguns fatores como a genética e, principalmente, a resistência insulínica tem relação com a origem do distúrbio, pois levam ao desequilíbrio hormonal.

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, assim como a gravidade da doença. A falta de ovulação, a menstruação anormal e altos níveis de hormônios masculinos são os principais sinais da síndrome. Porém, outros sintomas como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, a formação de acne e o ganho de peso também podem indicar a presença do distúrbio”, afirma. “Além disso, em casos mais graves, podem surgir complicações a longo prazo como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer do endométrio.”

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O diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais como o ultrassom ginecológico e a verificação dos níveis de hormônios através do exame de sangue. Já para o tratamento da SOP, manter uma dieta leve e balanceada acompanhada da prática de exercícios físicos é fundamental para a melhora da resistência insulínica, fertilidade e a regulagem da ovulação.

“A parte medicamentosa do tratamento consiste no controle dos sintomas e complicações. Por isso, são receitados anticoncepcionais para regular o ciclo menstrual, indutores de menstruação para ajudar no processo de ovulação, hipoglicemiantes para controlar a resistência insulínica, além de medicamentos para reverter o quadro de infertilidade”, destaca a farmacêutica.

Recentemente, estudos descobriram que uma molécula que nosso corpo produz a partir da glicose chamada de inositol também pode melhorar os sintomas associados com a síndrome dos ovários policísticos, especialmente os inositóis Mio-inositol (MI) e D-Chiro Inositol (DCI).

“Baixos níveis de DCI foram observados em pessoas com resistência à insulina e SOP, dando suporte a teoria de que estes pacientes experimentam uma severa desregulação do metabolismo de inositol. Por isso, a administração de ambas as isoformas do inositol é um tratamento simples e seguro que age sobre a modulação da insulina, melhorando assim a função ovulatória e diminuindo as concentrações de andrógenos”, explica a especialista.

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De acordo com Luisa Saldanha, outros ativos também podem ser suplementados junto com o tratamento medicamentoso convencional para otimiza-lo e diminuir a ocorrência de efeitos colaterais. Por exemplo, a suplementação da Coenzima Q10 reduz o stress oxidativo e melhora a ovulação. Já o Extrato de feno-grego (50%) favorece a redução dos cistos e o retorno do ciclo menstrual normal.

“É importante que antes de tomar qualquer medicamento você consulte um médico. Cabe a ele a avaliação do melhor tratamento, levando sempre em conta fatores como os sintomas, as complicações e a pretensão da paciente de engravidar ou não”, finaliza.

Fonte: Pharmapele é uma rede de farmácias de manipulação, com 30 anos de experiência em medicamentos personalizados e cosméticos de tratamento

Suplementos para SII: o que funciona?

As fibras, probióticos, prebióticos e outros produtos aliviam a síndrome do intestino irritável?

A síndrome do intestino irritável (SII) está entre as doenças intestinais mais comuns e uma das mais difíceis de tratar. Nenhum remédio único funciona para todos, e há poucos medicamentos criados exclusivamente para os sintomas da SII, que incluem dor abdominal, cólicas, inchaço, diarreia e/ou constipação.

“Eu vejo desta maneira: eu não tenho muitas coisas boas na medicina convencional para oferecer, então o que eu tenho é no campo da terapia natural”, diz Tieraona Low Dog, clínica e professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Arizona.

Mas isso não significa que todos os remédios naturais apresentados como eficazes para a SII funcionem e, em alguns casos, os resultados da pesquisa tenham sido mistos. O que realmente funciona? Veja o que os especialistas dizem.

Probioticos 

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Probióticos são microrganismos que suplementam as bactérias naturais do intestino, ajudando a “equilibrar” a flora intestinal. Por que os probióticos parecem funcionar ainda é um mistério, mas alguns estudos sugerem que os suplementos probióticos, especialmente aqueles com predominância de Bifidobacterium infantis, aliviam os sintomas da SII, como dor abdominal, inchaço e irregularidade do movimento intestinal

Lawrence Schiller, gastroenterologista em Dallas, diz que está confortável recomendando suplementos probióticos para pacientes, porque não causam nenhum dano e parecem ajudar alguns deles.

Mas Schiller é cético em relação aos produtos no mercado. Ele diz que a maioria dos estudos de probióticos e SII não diferencia entre cepas bacterianas e doses, um enigma para o consumidor que é confrontado com prateleiras cheias de iogurtes com probióticos e leite no mercado.

“As chances de ir à loja e encontrar algo viável e eficaz são muito distantes”, diz ele. “A melhor evidência para probióticos é com alguns dos produtos de combinação e alguns que contêm bifidobacterium, não acidophilus ou lactobacillus”.

Prebióticos 

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Os prebióticos são ingredientes alimentares não digeríveis que estimulam o crescimento e a atividade de microrganismos no intestino. São naturalmente encontrados em muitos alimentos, como aveia e outros cereais integrais, e muitas frutas e legumes, incluindo alcachofras, aspargos, cebolas e bananas.

Estudos clínicos têm sido pequenos e poucos, e os resultados são mistos. Um estudo mostrou que pacientes com a síndrome que receberam uma combinação de probióticos e prebióticos tiveram uma melhora significativa na dor abdominal, inchaço e constipação; outro estudo mostrou que os prebióticos não fizeram efeito.

Suplementos para SII: o que funciona?

As fibras, probióticos, prebióticos e outros produtos aliviam a síndrome do intestino irritável?

Suplementos de fibra 

Pesquisas sobre o papel dos suplementos de fibras no tratamento de sintomas da SII são conflitantes: alguns não encontraram benefícios; algumas descobertas que adicionar fibras à dieta causam inchaço e gases, e um punhado de informações de que fibras solúveis ajudam pacientes com SII com constipação e diarreia.

Um estudo recente descobriu que o psyllium (fibra natural solúvel derivada das sementes de uma planta denominada Plantago ovata) fornece alívio significativo da dor para pacientes da SII com constipação e/ou diarreia. Outro descobriu que o psyllium tem efeito limitado sobre a constipação e dor abdominal.

Schiller diz que alguns de seus pacientes com SII obtêm alívio da diarreia e da constipação com produtos contendo psyllium, seja na forma de pó, comprimidos, barras de café da manhã ou biscoitos. Não há diferença em sua segurança ou eficácia, diz ele.

semente de psyllium
Semente de psyllium

Tieraona muitas vezes prescreve psyllium para constipação, e se o problema se agravar, o que pode ocorrer até que o corpo tenha o suficiente e água, ela adiciona citrato de magnésio à mistura para neutralizar o efeito inicial de constipação. A médica também recomenda cascas de sementes de psyllium em pó que podem ser misturadas com líquido. “Eu também gosto de psyllium por causa de seus benefícios cardiovasculares. Qualquer boa fibra que você pode obter, eu indico”.

A goma guar*, uma fibra solúvel que engrossa os alimentos, mostra alguma promessa para os sintomas da SII. David Rakel, da Universidade de Wisconsin School of Saúde Pública e Medicina, diz que recomenda suplementos para pacientes para ajudar na digestão.

Policarbonila de cálcio, que é outra fibra solúvel, pode ajudar com diarreia, constipação, dor abdominal e inchaço, de acordo com alguns estudos. Schiller diz que os suplementos de policarbofila de cálcio endurecem e suavizam as fezes, tornando-se um complemento eficaz para a diarreia leve e constipação relacionada à SII.
Suplementos de ervas 
hortelã
Foto: Maria Mas/Morguefile

O óleo de hortelã pode diminuir os sintomas da diarreia ao diminuir o tempo de trânsito fecal. A pesquisa é bastante sólida sobre o assunto, com um grupo de pesquisadores concluindo que o óleo de hortelã é mais eficaz e benigno do que drogas para espasmo gastrointestinal e pode ser uma primeira escolha para pacientes com SII com constipação leve ou diarreia.

“O óleo de hortelã tem uma pesquisa melhor do que muitos produtos farmacêuticos para a SII”, diz Rakel. Para pacientes com a síndrome que não toleram hortelã, uma combinação de camomila e pectina funciona bem”, diz Tieraona. “A camomila ajuda a relaxar os músculos do cólon”, diz Rakel.

Suplementos vitamínicos

suplementos vitaminas Jeltovski
Foto: Jeltovski

Existem poucos estudos, se houver, que mostram um benefício para os pacientes com SII de suplementos vitamínicos. “Nenhuma vitamina que eu conheça demonstrou ser de benefício terapêutico na síndrome do intestino irritável”, diz Rakel.

Já Schiller diz que uma dieta balanceada deve fornecer os nutrientes de que o corpo precisa.

Fonte: WebMD Feature Revisado por Louise Chang

*fibra extraída da semente da planta de guar, cuja espécie é Cyamopsis tetragonolobus, uma leguminosa bastante resistente que cresce em regiões árida

 

L-glutamina ajuda a melhorar a SII?

A L-glutamina é um aminoácido não-essencial normalmente chamado simplesmente de glutamina. É produzida pelo corpo e também é encontrada nos alimentos. O corpo requer 20 aminoácidos essenciais e não essenciais que trabalham para criar várias proteínas. Ser capaz de obter proteínas adequadas é fundamental para a saúde das pessoas.

Normalmente, uma pessoa produz bastante L-glutamina para satisfazer todas as necessidades do corpo. No entanto, às vezes há um déficit levando a uma deficiência, ou pode haver benefícios no aumento da ingestão de L-glutamina por razões de saúde.

Isso funciona para Síndrome do Intestino Irritável?

A L-glutamina dá suporte à saúde intestinal e pode ajudar no controle da SII. Uma pessoa precisa de proteínas suficientes para o corpo funcionar de forma otimizada, e os aminoácidos são os blocos de construção básicos das proteínas. A L-glutamina é o aminoácido mais abundante no organismo e que dá suporte à saúde intestinal. A L-glutamina pode funcionar para aqueles com a síndrome por causa desse papel.

Os tecidos encontrados no intestino usam L-glutamina como fonte de combustível para funcionar no melhor dos casos. A L-glutamina também é pensada para ajudar a manter barreiras adequadas dentro do intestino.

Deficiência de L-glutamina
L-glutamina
Algumas das razões pelas quais uma pessoa pode sofrer deficiência de L-glutamina são:

-choque ou estresse extremo
-trauma
– infecções
-exercício intenso
-radioterapia
-quimioterapia
-distúrbios imunológicos, como HIV ou AIDS
-distúrbios gastrointestinais crônicos, como doença de Crohn, esofagite eosinofílica (EOE) ou doença inflamatória intestinal
-falta de L-glutamina na dieta

A L-glutamina ajuda as pessoas com a SII trabalhando para proteger a mucosa do esôfago e dos intestinos. A membrana mucosa bloqueia a infiltração bacteriana durante a digestão. Também pode aumentar a atividade das células imunes no intestino, ajudando a prevenir infecções e inflamações, além de aliviar o tecido intestinal.

Como a L-glutamina é usada para a produção de energia, ela pode suportar a redução dos espasmos intestinais. Pessoas com SII relacionadas ao estresse também podem achar que aumentar a ingestão de L-glutamina reduz os sintomas. Este benefício se deve ao corpo liberar cortisol quando está estressado, o que pode diminuir os níveis de L-glutamina armazenados no tecido muscular.

Efeitos colaterais

Enquanto a suplementação de L-glutamina geralmente é considerada segura para a maioria das pessoas, há algumas que deveriam evitá-la.  Aquelas com doença renal, doença hepática ou síndrome de Reye, uma condição grave que pode causar inchaço no fígado e no cérebro, devem evitar tomar suplementos de L-glutamina.

Alguns estudos mostram que certos tipos de células tumorais alimentam a L-glutamina e se multiplicam. Assim, as pessoas com câncer ou  que apresentam alto risco para a doença, podem ser aconselhadas a evitar os suplementos.

Há pessoas que têm uma reação alérgica à L-glutamina. Se isso ocorrer, elas podem experimentar:

-náusea
-vômito
-dor nas articulações
-urticária

É necessária uma atenção médica imediata se qualquer uma das reações acima ocorrer depois de alguém ter tomado suplementos de L-glutamina.

Uma pessoa pode mudar sua dieta para aumentar a L-glutamina. Boas fontes podem ser encontradas em certos alimentos, incluindo:


frango picante
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-peixe
espinafre
-espinafre
vegan tofu
-tofu

suco de uva beterraba pinterest
Pinterest

-beterraba

Certificar-se de que as diretrizes de dosagem recomendadas são seguidas é crucial. Tomar demasiada L-glutamina em forma de suplemento também pode resultar em efeitos colaterais adversos. Assim, consulte sempre seu médico ou nutricionista.

Outros suplementos para SII

Outros suplementos que podem ser benéficos para quem sofre com a SII incluem enzimas digestivas. Elas podem ajudar o corpo a quebrar alimentos em moléculas menores para que possam ser absorvidos com mais facilidade.

Exemplos de enzimas digestivas que uma pessoa com SII pode tomar incluem:

-Amilase: essa enzima ajuda a quebrar os açúcares complexos nos alimentos.
-Pepsina: as proteínas encontradas em carnes, ovos e produtos lácteos são simplificadas pela pepsina.
-Lipase: as moléculas de gorduras complexas são quebradas com lipase.
-Lactase: esta enzima quebra a lactose.
-Tripsina: divide várias proteínas para formar aminoácidos.

Qual é o consenso científico geral

Atualmente, não há pesquisas científicas suficientes para provar que a L-glutamina melhora os sintomas da SII. No entanto, uma revisão recente enfatiza a teoria de que a L-glutamina é benéfica para a permeabilidade intestinal e pode ajudar a prevenir toxinas indesejadas que entram no sistema digestivo.

Isso poderia apontar para a ideia de que a L-glutamina pode ajudar a melhorar a síndrome do intestino irritável, já que a condição é pensada para ocorrer devido à permeabilidade intestinal comprometida.

  
Atenção!
Mais pesquisas são necessárias para provar que a L-glutamina pode ajudar as pessoas com SII. Ela é considerada um suplemento seguro e está disponível para compra on-line. Ao consultar um médico e garantir que as diretrizes de dosagem sejam seguidas, uma pessoa pode evitar quaisquer efeitos colaterais adversos, e benefícios positivos, como uma redução nos sintomas da SII.
Fonte: MedicalNewsToday