Arquivo da categoria: sustentabilidade

Campanha ambiental mescla animais a cenário de devastação e poluição

Peça publicitária de marca de roupas polemiza com o slogan ‘A natureza não pode se adaptar a tudo’.

Contrariando o cientista francës Antoine Lavoisier (1743-1794) que tornou célebre a frase “Da natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, a ideia da campanha é engajar o público pela preservação ambiental.

Os anúncios assinados pela agência Avalanche Vitória para a marca de roupa Origens estão sendo veiculados em revistas e jornais no Espírito Santo. Ao todo, 3 anúncios foram criados com o seguinte slogan “A natureza não pode se adaptar a tudo”.

Em uma das imagens, vemos um pelicano sozinho em uma praia com muito lixo ao seu redor. Em destaque junto ao belo animal, um saco de lixo forma a bolsa do seu bico. Essa bolsa é geralmente usada pelo animal para capturar presas e drenar a água.

As lojas da marca Origens estão localizadas no Espírito Santo, estado cortado pelo importante Rio Doce. Até hoje, esse rio sofre com a morte de peixes e animais silvestres na região – principal resquício do maior desastre natural brasileiro. A tragédia foi ocasionada pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, por uma mineradora em novembro de 2015.

A campanha reforça o engajamento da empresa com a natureza. Engajamento que vai além do discurso, como, por exemplo, parte das vendas, de algumas coleções, que são revertidas para apoiar projetos de preservação da natureza.

“Queremos passar a ideia de que ações humanas negativas interferem diretamente no meio ambiente e que, muitas vezes em função delas, algumas espécies podem não resistir”, diz Ricardo Montenegro, diretor de criação responsável pelas peças.

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Fonte: Origens

 

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Toda mãe cervejeira merece ser presenteada com um growler

A mulher é mais do que bem-vinda no universo cervejeiro. Atualmente, não há uma função que ela não ocupe. Estão na produção de insumos, na fábrica, na distribuição, no escritório, na sala de aula, no evento e na mesa do bar com um copo gelado ao lado.

Pode-se dizer que elas estão retomando um posto que sempre foi delas, isso porque por muitos anos a produção da cerveja era responsabilidade das mulheres. Enquanto os homens saíam para caçar ou para guerrear, eram elas que preparavam a bebida para toda família.

Na América do Norte e na Europa, elas produziam cervejas artesanais para acompanhar os alimentos e para vender. O domínio feminino só diminuiu no final do século 18 quando a produção de cerveja em larga escala se tornou um negócio rentável e foi assumido pelos homens.

Ao longo dos anos, a mulher retoma sua notoriedade no mundo cervejeiro. Ela começa a consumir e entender muito sobre o produto e, em alguns lares, passa a ser decisora final sobre as compras da família. Com as mudanças nos hábitos da sociedade, observou-se um crescimento da participação feminina no consumo de cerveja artesanal. Do final do século XX aos dias atuais, a mulher vem ganhando mais espaço, seja como profissional do ramo ou como exigente consumidora.

O growler é a forma mais sustentável de beber chope
O growler é a forma mais sustentável de beber chope

 

Para as mamães cervejeiras, o growler é o presente perfeito para o Dia das Mães. Bonito e prático, esse utensílio cervejeiro possibilita o consumo de chope fresco onde, quando e com quem quiser. Ele nada mais é do que um garrafão retornável próprio para chope, que consegue conservar a bebida por até 30 dias. Basta ir em uma Growler Station e encher o frasco com a sua craft beer preferida.

A My Growler ainda traz a possiblidade de você customizar o seu growler. Afinal, toda mãe merece um presente exclusivo, não é mesmo? Seja uma imagem, um personagem ou até mesmo uma frase, o momento de beber uma boa cerveja gelada vai ser muito mais prazeroso por ter a personalidade dela no utensílio.

Consumir cerveja em growler é sustentável e mais econômico. Afinal, não são utilizadas embalagens descartáveis como latas, garrafas, tampinhas, rótulos e tudo mais necessário para que a garrafa industrial chega até a prateleira do supermercado, como processos industriais de envase e pasteurização e logística. Desta forma, diminui a poluição do planeta.

O growler também pode fazer parte da decoração
O growler também pode fazer parte da decoração

Gostou da dica? Adquira seu growler no e-commerce da My Growler. Além dos diferentes modelos e personalização, você encontra acessórios e equipamentos para tornar o consumo em growler ainda mais fácil. Aproveite e brinde o Dia das Mães com um delicioso chope. Cheers!

 

Giuliana Flores ensina a criar um jardim sustentável

O jardim sustentável é um projeto novo no paisagismo. A ideia é utilizar espécies nativas e recursos que não agridam o meio ambiente e que possam ser implantados em áreas verdes urbanas (públicas, particulares, condomínios e empresas). Optar por esse tipo de jardinagem é uma forma de reservar um tempo para a natureza e conservá-la.

Já os convencionais são construídos apenas com objetivo estético. A intenção é disponibilizar uma área bonita, sem levar em consideração a economia dos recursos necessários para seu cultivo, a procedência dos materiais utilizados, adaptação das plantas ao local, entre outros detalhes.

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O projeto no caso de um jardim sustentável também leva em conta a estética, mas o importante é oferecer um bom ambiente às plantas e menores impactos possíveis ao meio ambiente. Ao mesmo tempo, a maioria dos materiais utilizados em sua estrutura é reciclada ou reaproveitada, e há a economia de recursos naturais.

jardim semente congerdesign pixabay

Principais características

O solo é utilizado de forma racional, as técnicas de conservação da fertilidade e estrutura são pensadas para reduzir os impactos negativos ao meio ambiente. A escolha da vegetação leva em conta a identidade da flora local e a capacidade das espécies de reter água da chuva (o que evita alagamentos e outros problemas).

jardim vertival luis gopa pixabay

Por serem compostos por vegetações adaptadas ao local, os jardins sustentáveis exigem pouca manutenção. Essa característica também proporciona mais vida longa ao projeto paisagista. A utilização de materiais orgânicos, reciclados e reutilizados oferecem um manejo mais simples, além da visita constante de pássaros, borboletas e outros insetos.

Faça o seu próprio jardim

Engana-se quem considera os jardins sustentáveis projetos viáveis apenas para espaços grandes. Se você gosta de jardinagem e vive em áreas urbanas, em locais reduzidos, pode também cultivar esse pedaço da natureza. Para isso, escolha as plantas nativas ou adaptáveis à região, solo e clima da sua região.

jardim sustentável markusspiske pixabay
Foto: MarkusSpiske/Pixabay

Você pode cultivar as espécies em vasos reciclados, pneus, garrafas PET, embalagens, deixando o ambiente mais charmoso e criativo. Os materiais também podem ser reutilizados para cuidar do seu cantinho. Reaproveite a água da chuva para regar as suas plantas, pense em um método de irrigação eficiente e que possibilite o armazenamento do líquido. Vale de tudo para gastar o mínimo de recursos energéticos e produzir o mínimo de resíduos.

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Foto: Dieneves/Pixabay
jardim vertical ervas sirgreen pixabay
Foto: Sirgreen/Pixabay

 

Fonte: Giuliana Flores

 

La Loba é primeira empresa de moda vegana no país a receber o selo Vegan Society

Marca comemora também as conquistas dos selos PETA, CO² Neutro e EuReciclo que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental. Além de ser uma das indicada ao Prêmio EcoEra.

Com coleções em edições limitadas, a La Loba, marca pioneira na produção de bolsas veganas no Brasil, se propõe a uma nova forma de fazer moda, com peças sofisticas que unem materiais alternativos e livres de crueldade, com temáticas místicas e atemporais. E em 2018, comemora a conquistas de importantes selos que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental.

Durante mais de um ano, a La Loba passou pelo processo de avaliação para adquirir o selo de registro Vegan Society, organização que criou e registrou o termo veganismo em 1944, em Birmingham (UK), e que foi introduzida no mercado em 1990, como padrão internacionalmente reconhecido no mundo todo para produtos e serviços veganos. “Foi um processo longo e ​por tudo isso, me sinto orgulhosa e muito, mas muito feliz”, comemora Kaline.

A criadora da marca, Kaline Demarchi, explica que esse selo é essencial para o crescimento da La Loba. “Somos a primeira empresa de moda nacional a ter seus produtos registrado pela Vegan Society. Esperamos ​que este reconhecimento nos traga ainda mais força, a fim de continuarmos vivenciando e propagando o nosso sonho de ressignificar o ‘Mercado da Moda’, tornando-o mais consciente através de práticas que respeitem todo o ciclo de consumo, todas as pessoas envolvidas, e em especial os animais e o Planeta, pois estes têm sido ​os mais prejudicados pelos hábitos tão antigos e tão disseminados em nossa sociedade. Queremos mudança, e acreditamos que ela possa realmente acontecer, como já está acontecendo”.

O selo vegano está registado na Europa, EUA, Canadá, Austrália e Índia e usado no mundo inteiro em mais de dezoito mil produtos.

La Loba - Bolsa vegana saco preta estampada R$27900 www laloba com br

Outra conquista superimportante para a La Loba foi o certificado do PETA, a maior ONG em defesa dos animais no mundo, com mais de 6,4 milhões de membros e apoiadores. O selo garante que a empresa está o cumprindo várias normas para assegurar a não utilização de matéria-prima de origem animal em seus produtos. Para conquistar a certificação, a marca passou por um rigoroso processo que examina vários aspectos para comprovar que a marca é vegana e apresentar declarações de matérias-primas totalmente isentas de origem animal.

Preocupada com o processo de descarte de suas embalagens, a La Loba trará nas tags da marca o selo Eu Reciclo, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma marca engajada com o reaproveitamento e promoção de um destino ambientalmente adequada de resíduos, processo semelhante à compensação de carbono.

As tags que acompanham as bolsas são desenvolvidas com papel semente, para que sejam plantadas e cultivadas. As embalagens são feitas de material reciclado, em parceria com a ONG Idesam, de Manaus (AM), que confere o selo Carbono Neutro. Ao final de cada ciclo, é realizada a compensação do CO² emitido no processo de produção da marca, mediante o plantio de árvores na floresta Amazônica, beneficiando, assim, a comunidade ribeirinha da região e o meio ambiente como um todo.

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“Os selos certificam ​e de certa forma reconhecem ​o nosso trabalho, ​servindo como ​um grande incentivo para que cada vez mais pessoas ​​possam conhece​-​lo e se identificar com ele. Acreditamos que além de criar produtos livres de crueldade, também devemos cuidar d​o ​Planeta, ​e foi ​por ​essa razão que, desde o início​, sempre buscamos parceiros ​conscientes ​e ​práticas capazes de gerar impactos positivos no meio em que atuamos. Plantar ​árvores no Amazonas, zerar o carbono ​emitido com a nossa atividade, reciclar nossas embalagens, criar tags com papel semente​,​ são algumas das ações que priorizamos​. E claro, fazemos ​tudo ​com muito amor​, pois acreditamos que daí vem a nossa força”, finaliza a criadora.

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A La Loba também foi uma das marcas indicadas ao Prêmio EcoEra deste ano, idealizado pela especialista em consumo consciente Chiara Gadaleta com o objetivo de analisar os mercados de moda, beleza e design com indicadores de sustentabilidade.

Informações: La Loba

 

Série Expert da L’Oréal Professionnel ganha embalagens sustentáveis

A cada dois segundos, um xampu de Série Expert é vendido em todo o mundo. No Brasil desde 2000, a linha se tornou líder em tratamento capilar profissional. Para celebrar seus 18 anos no país e mostrar a cabeleireiros e consumidoras que está cada vez mais conectada com o futuro, Série Expert acaba de ganhar novas embalagens muito especiais.

Não bastasse o design contemporâneo e feminino, em cores intensas, todos os frascos são sustentáveis, produzidos com um plástico proveniente da cana-de-açúcar brasileira, fonte 100% renovável. Além disso, o novo formato das embalagens para uso em casa traz mais economia para as consumidoras ao concentrar maior quantidade de produto sem aumento proporcional do preço final. Com o ecodesign, há uma economia de 13% de plástico em cada embalagem e 9 toneladas de plástico ao ano. Além disso, há 0% de combustível fóssil na produção dos frascos.

Shampoo – de 250 ml para 300 ml (ou seja: + 20% de produto por apenas 10% de acréscimo no preço)

Condicionador – de 150 ml para 200 ml (ou seja: + 33% de produto por apenas 10% de acréscimo no preço)

ARL_Masque_500mlVitamino_Masque_500ml_3Pós-Química_MASKLiss_Masque_500ml

Máscara – de 200 ml para 250 ml (ou seja: + 25% e produto por apenas 10% de acréscimo no preço)

Informações: L’Oréal Professionell

 

Joias feitas com pedras preciosas e materiais descartados como pó de tijolo

A designer de joias Silvia Blumberg realiza um trabalho bastante inusitado, baseado em tudo o que vivenciou no período em que trabalhava como assistente social. Capaz de transformar lixo em luxo, Silvia tem um trabalho que chama a atenção na cena do design de joias: o uso de materiais não convencionais como pó de madeira, cimento, pó de tijolo, papel e vidro aliados à prata, ao ouro e a outras pedras preciosas, para criar suas peças. E o resultado é sempre exuberante.

Antes de começar a trabalhar com criações sustentáveis, Silvia já desenhava joias, sempre utilizando a brasilidade a favor de sua arte. A designer ganhou diversos prêmios na área do design, participou da Feninjer (Feira Nacional da Indústria de Joias, Relógios e Afins), e teve suas joias exportadas para países como Estados Unidos, Canadá, Panamá e Israel. Em 2005 e 2006, participou do curso de Moda e Gestão ministrado em parceria entre a Azov e a UniverCidade, onde desenvolveu ainda mais suas habilidades com grandes nomes como Lu Catoira (fundadora do Senai Cetiqt) e Paula Acioli (Coordenadora de Moda da FGV).

O seu trabalho sustentável teve início em 2008, logo após a ocorrência das enchentes que castigaram Santa Catarina, região Sul do país. A destruição e o desamparo da população tocaram a designer e fizeram nascer nela o desejo de produzir um trabalho mais sustentável, com mais respeito à natureza.

Silvia começou a estudar o meio ambiente e introduzir materiais que seriam descartados em suas criações. Sua primeira experimentação foi com resíduos da construção civil, como cimento e raspas de tijolo. Depois passou a incorporar elementos da própria natureza, como bagaço de cana, asas de besouros, pedaços de chifres – todos recolhidos de forma natural, no solo. A própria prata que utiliza nas peças é fruto de reciclagem de radiografias.

A linha descartável de Silvia recebeu prêmios, rendeu convites para feiras e eventos, além da aparição de suas joias em programas de televisão de diversas emissoras.

As joias desenhadas por Silvia não lembram em nada produtos artesanais, pelo contrário. As joias possuem design arrojado, contemporâneo e elegante, com curvas, ângulos, e formas elaborados, combinados com pedras incrustadas, que se tornam um diferencial em suas coleções ecológicas. São anéis com detalhes em cimento tingido, brincos coloridos por sumos de vegetais, braceletes com areia da praia, colares com pó de madeira – os materiais mais inusitados – e descartáveis – ganham vida nas mãos da designer.

Por conta de seu trabalho diferenciado, Silvia recebeu diversos prêmios e convites para participações em eventos nacionais e internacionais. Em 2001 foi finalista nas Américas do American Facet Award – concurso promovido pela Signity – e ficou entre as 20 joias mais belas, em 2002 ganhou o segundo lugar no Prêmio IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais) com o colar Mata Atlântica, na categoria Joias Artesanais, em 2012 recebeu do Sebrae o prêmio de Brasilidade e Sustentabilidade, entregue durante o Fashion Rio como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido com produtos com menor impacto ambiental e em 2014 participou do Encontro Latino Americano de Design, na Universidade de Palermo, em Buenos Aires. No mesmo ano foi incluída no comitê da moda da América Latina.

Silvia Blumberg_resíduo de tijolo

Joias com pó de tijolo

Em 2010, quando participou de uma exposição no RioCentro, Silvia montou estande ao lado de uma empresa que produz tijolos no estado do Rio de Janeiro. Interessada em aprender sobre mateiras primas, procurou saber mais sobre o uso deste material nas obras e os problemas que atingem os tijolos danificados. Estudou as dificuldades do trabalho com tijolo e seu transporte e decidiu aprimorar seu trabalho, passando de joias com pedaços de tijolo para joias com o pó do tijolo.

Naquele ano firmou parceria com a empresa de engenharia BEMZ – dos sócios Eric Blumberg e Marcel Felipe Zilberman, jovens formados pela PUC que estão adotando práticas sustentáveis na construção civil. Eles coletam os materiais e disponibilizam para a produção das peças da designer, que desenha brincos, colares e pulseiras utilizando resíduos do tijolo. É a primeira parceria entre uma empresa de construção civil e uma joalheria em prol da sustentabilidade.

Confira algumas peças:

 

Informações: Silvia Blumberg

 

L’Occitane en Provence e L’Occitane au Brésil promovem sustentabilidade

Projeto de descarte de embalagens terá a participação de mais de 22 lojas do Grupo

A L’Occitane en Provence e a L’Occitane au Brésil, marcas do Grupo francês L’Occitane, apoiadas em seus pilares de responsabilidade social e respeito com o meio ambiente, reforçam a iniciativa do Projeto Descarte e Reciclagem em parceria com a TerraCycle, visando contribuir ainda mais com o ecossistema, além de garantir o descarte correto e a reciclagem das embalagens dos seus produtos.

O Programa está em vigor desde 2014 em todas as lojas do Grupo na França. No Brasil, a parceria teve início em outubro de 2015 e, desde então, cerca de 15 mil embalagens de cosméticos foram coletadas e encaminhadas à reciclagem.

No Brasil, desde fevereiro deste ano, 22 lojas do Grupo L’Occitane fazem parte do projeto: 12 lojas da marca L’Occitane en Provence e 10 lojas da marca L’Occitane au Brésil.

O cliente que participar da ação com o descarte de embalagens vazias de produtos* nas lojas participantes, receberá um voucher, e cada embalagem descartada dará direito a um carimbo. A cada 5 carimbos marcados, ou seja, cinco embalagens vazias retornadas às lojas participantes, o cliente ganhará um icônico Creme de Mãos 30ml da respectiva marca, com fragrância sujeita a disponibilidade de estoque.

Da marca L’Occitane en Provence, participam no estado de São Paulo as lojas do Shopping Pátio Paulista, MorumbiShopping, Shopping Iguatemi São Paulo, Shopping Anália Franco e Shopping Piracicaba; no Rio de Janeiro, no Shopping Leblon; em Brasília, no Brasília Shopping; no Paraná, no Catuí Shopping Maringá; Rio Grande do Sul, no Iguatemi Porto Alegre; em Minas Gerais, no Boulevard Shopping BH; em Santa Catarina, no Joinville Garten Shopping e em Recife, no Plaza Shopping Casa Forte.

Já L’Occitane au Brésil tem lojas participantes na capital paulista e na capital carioca. Em São Paulo, as trocas podem ser feitas no MorumbiShopping, Shopping Pátio Higienópolis, Shopping Ibirapuera, Shopping Metrô Santa Cruz, Shopping Pátio Paulista, Shopping Iguatemi São Paulo, Shopping Villa Lobos e na Rua Oscar Freire. No Rio de Janeiro, o BarraShopping e o Shopping Leblon são os pontos participantes.

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*Promoção válida apenas para frascos (exceto em tamanho viagem, Sabonete em Barra, Bálsamo Labial e Cubo Efervescente) e não para cartuchos, enquanto durarem os estoques. Promoção não cumulativa com as demais promoções da loja. Válida 1 (uma) promoção por CPF.

 

Dia Mundial da Água: SOS Mata Atlântica analisa qualidade da água em 102 municípios

Apenas 4% dos 294 pontos monitorados em rios da Mata Atlântica têm qualidade boa e 20% estão impróprios para uso; resultado preocupa especialistas; Tietê, São Francisco, Iguaçu, Capibaribe, Parnaíba, Sinos e Doce são alguns dos grandes rios brasileiros monitorados pelo estudo
Na semana em que o Brasil sedia o Fórum Mundial da Água, a Fundação SOS Mata Atlântica apresenta um panorama sobre a qualidade da água de 230 rios, córregos e lagos do bioma. Apenas 4,1% (12) dos 294 pontos de coleta avaliados possuem qualidade de água boa, enquanto 75,5% (222) estão em situação regular e 20,4% (60) com qualidade ruim ou péssima. Isso significa que em 96% dos pontos monitorados a qualidade da água não é boa e está longe do que a sociedade quer para os rios. Nenhum dos pontos analisados foi avaliado como ótimo.

O levantamento foi realizado em 102 municípios dos 17 estados da Mata Atlântica, além do Distrito Federal, entre março de 2017 e fevereiro de 2018. Os dados foram obtidos por meio de coletas e análises mensais de água realizadas por 3,5 mil voluntários do programa “Observando os Rios”, com supervisão técnica da Fundação SOS Mata Atlântica. O projeto tem patrocínio da Ypê e Coca-Cola Brasil e o estudo completo, com a lista dos rios avaliados, está disponível clicando aqui.

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“Os resultados apontam a fragilidade da condição ambiental dos principais rios da Mata Atlântica e a urgência de incluir a água na agenda estratégica do Brasil. Rios e águas contaminados são reflexo da ausência de saneamento ambiental, gestão e governança”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora do estudo e especialista em Água da Fundação SOS Mata Atlântica.

Segundo Malu, a qualidade da água doce superficial é muito suscetível às condições ambientais, às variações e impactos do clima, aos usos do solo e às atividades econômicas existentes na bacia hidrográfica. Sendo assim, a água está diretamente ligada à conservação da Mata Atlântica, à sustentabilidade dos ecossistemas, à saúde e atividades econômicas da população que vive no bioma.

Para Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, esse levantamento é uma contribuição da sociedade, representada pelos voluntários do projeto, ao aprimoramento de políticas públicas que impactam na gestão da água limpa para todos. “Ao reconhecer os rios como espelhos da qualidade ambiental das cidades, regiões hidrográficas e países, conseguimos identificar rapidamente os valores da sua comunidade, a condição de saúde na bacia e de desenvolvimento“, completa.

Comparativo 2017-2018

O estudo comparou os resultados do monitoramento de 188 pontos fixos de coletas, distribuídos por 11 estados – Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo –, além do Distrito Federal. Foram consideradas as médias dos indicadores mensais do ciclo 2017 (março de 2016 a fevereiro de 2017) e do ciclo 2018 (março de 2017 a fevereiro de 2018).

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“A qualidade da água dos rios das bacias da Mata Atlântica permaneceu estável nesse ciclo de pouca chuva e não houve evolução significativa dos indicadores em relação ao ciclo anterior”, ressalta Malu Ribeiro.

O destaque para os dados positivos na evolução dos indicadores comparativos é a estabilidade dos níveis de qualidade de água boa em 5 pontos de monitoramento. Todos localizados em áreas protegidas da Mata Atlântica. Já em 16 pontos de coleta sem proteção de mata nativa os dados demonstraram impacto significativo, com perda de qualidade da água.

“Ainda estamos distantes do que a sociedade necessita para segurança, mas conseguimos diminuir de 7 pontos com qualidade péssima em 2015 para 1 neste ano. No entanto, para que os indicadores reunidos nesse estudo possam se traduzir em metas progressivas de qualidade da água nos milhares de rios e mananciais das nossas bacias hidrográficas, é fundamental que a Política Nacional de Recursos Hídricos seja implementada em todo território nacional, de forma descentralizada e participativa, e que a norma que trata do enquadramento dos corpos d’água seja aprimorada, excluindo os rios de classe 4 da legislação brasileira“, conclui.

A classe 4 na prática permite a existência de rios mortos por ser extremamente permissiva em relação a poluentes e mantém muitos em condição de qualidade péssima ou ruim, indisponíveis para usos.

Sobre o Observando os Rios

O programa surgiu em 1991, com uma campanha que reuniu 1,2 milhão de assinaturas em prol da recuperação do Rio Tietê e originou o primeiro projeto de monitoramento da qualidade da água por voluntários, o “Observando o Tietê”. Para agregar outras bacias hidrográficas, a iniciativa foi ampliada e passou a se chamar “Observando os Rios”. Nessa fase, com o patrocínio da Ypê e Coca-Cola Brasil, o projeto conta com 3,5 mil voluntários que monitoram 230 rios nos 17 estados da Mata Atlântica 17 estados do bioma Mata Atlântica – Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo –, e Distrito Federal.

Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira. Atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica por meio do monitoramento do bioma, produção de estudos, projetos demonstrativos, diálogo com setores públicos e privados, aprimoramento da legislação ambiental, comunicação e engajamento da sociedade em prol da recuperação da floresta, da valorização dos parques e reservas, de água limpa e da proteção do mar. Os projetos e campanhas da ONG dependem da ajuda de pessoas e empresas para continuar a existir. Saiba como você pode ajudar visitando o site, clique aqui.

Energia Solar: o que é energia fotovoltaica e como ela funciona?

A energia solar é um tipo de energia sustentável, pois é inesgotável e reaproveitável, além de não produzir poluentes, ainda que seja preciso cuidado na fabricação dos equipamentos necessários para sua captação.

Existem dois tipos de sistemas, o heliotérmico e o fotovoltaico. Neste infográfico, o site Engegrid explica para você agora, o que é energia fotovoltaica e como é possível economizar muito na conta de luz da sua casa, mostrando como a mesma funciona.

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Domingo é dia de plantar uma árvore em São Paulo e ajudar o planeta

Todo mundo está convidado a colocar a mão na terra e participar do II Plantio Global no próximo domingo, 18 de março, a partir das 9 horas, em São Paulo. A edição paulistana da iniciativa mundial será realizada pelo Instituto Biológico, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em parceria com a Prefeitura Municipal, na extensão da Avenida Dante Pazzanese, na Vila Mariana.

O Plantio Global é uma iniciativa comunitária e participativa de caráter pedagógico pela valorização das árvores e dos seus benefícios para a humanidade (e outras formas de vida). Isso é feito com a experiência do plantio simultâneo de mudas arbóreas e trocas de conhecimento que a reunião proporciona.

Mais do que um número de árvores plantadas, o propósito é agregar sensibilização, conscientização e educação ambiental para a população, realizando o plantio coletivo em diversos pontos do mundo – sempre pela preservação da natureza e reflexão sobre o efeito dos atos humanos na vida terrestre.

Todos podem participar, seja comparecendo e ajudando em um dos eventos de plantio ou criando sua própria iniciativa na sua comunidade. A ação colabora na concretização e localização de todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Se quiser replicar esta ação, use as hashtags e poste suas experiências nas redes sociais: #plantioglobal #plantaciónmundial #globalplanting

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Informações: Tel.: (11) 5087-1701

Por Hélio Filho