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Especialista ensina como economizar energia elétrica no inverno

O aumento no valor da conta nesta época do ano é de, em média, 30% ou mais, devido ao uso de chuveiro, aquecedor, máquina de lavar-louças e torneira aquecida

O inverno é o período em que a conta de energia elétrica costuma aumentar, por conta do uso do chuveiro em potência máxima, um dos aparelhos que mais consome energia em uma casa, entre outros eletrodomésticos, como aquecedor, geladeira, ferro de passar roupas, lava-louça, máquina de secar roupa, torneira elétrica, entre outros.

Segundo o CEO e especialista em eficiência energética da W-Energy, Wagner Cunha Carvalho, o chuveiro elétrico é um vilão neste período, pois consome, em média, 30% a mais de energia que nos dias quentes. “O cuidado com o uso do chuveiro elétrico precisa ser dobrado, pois além do alto consumo de energia, também há o desperdício de água, já que o tempo do banho costuma ser maior. Isso sem falar no uso de torneiras aquecidas, máquina de secar roupas e aquecedores”, explica.

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No Brasil temos uma média de consumo, por pessoa, de 180 litros de água por dia, sendo que a indicação é de cerca de 110 litros/dia. “Passamos por uma recente crise hídrica e por isso o recurso merece toda atenção também nos dias mais frios. Banhos muito longos, uso demasiado da máquina de lavar roupas ou louças, ainda mais com o uso de água quente, afetam o setor”, relembra Wagner.

A Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz no mês de junho (2018) terão bandeira tarifária vermelha no patamar 2, o maior entre as faixas tarifárias. Isso significa uma cobrança extra de cinco reais a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, outra razão para a economia. Segundo a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e a redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

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Foto: Mensatic/Morguefile

Outra dica importante é estar atento às luzes dos ambientes, equipamentos de uso intermitente em tomadas, que interferem no consumo de energia e na eficácia de outros aparelhos. Na escala de maior gasto, estão o ar-condicionado – na função quente ou fria – e a geladeira, que no total do consumo de uma casa representa 30%, o chuveiro elétrico 25%, a iluminação 20%, aparelho de televisão 10%, o ferro elétrico 6%, máquina de lavar 5% e todos os demais, como micro-ondas, roteadores, etc., 4%.

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“Um ponto esquecido é o tipo de iluminação do ambiente. Lâmpadas decorativas podem consumir bastante energia sem percebermos. A tecnologia LED (Light Emitter Diode), hoje em dia, é uma das mais eficientes e contribui muito para redução do consumo. As famílias que viajarem neste período do inverno devem desligar o maior número possível de aparelhos e colocar a geladeira em potência baixa, pois mesmo na opção de stand by, apresentam consumo”, finaliza o especialista.

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Fonte: Wagner Cunha Carvalho é administrador de empresas, especialista em Sustentabilidade – Eficiência Energética e Hídrica. É diretor de relacionamentos e negócios da empresa W-Energy e possui larga experiência em gerenciamento de grandes projetos nos segmentos comerciais, Industriais, Saúde e de Infraestrutura. Membro do Instituto para a valorização da Educação e da Pesquisa no Estado de São Paulo (Ivepesp)

 

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Empresas curitibanas lançam tênis com solado de malte

Idealizado pela Öus Brasil em parceria com a Whatafuck Hamburgueria, o Ueno Whatatauck Imperial é uma opção descolada e sustentável para quem busca um calçado exclusivo

Sustentabilidade e inovação definem um tênis especial que leva em sua composição malte de cerveja. Isso mesmo. Chamado de Ueno Whatafuck Imperial, o calçado leva os resíduos do bagaço de malte da cerveja produzida pela Whatafuck Hamburgueria, de Curitiba (PR). Incrível, não é? Este é o primeiro calçado feito desta maneira, onde o bagaço é coletado após a produção da bebida e mesclado com o látex para a criação do solado.

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O produto inédito, que leva os resíduos da produção de cerveja, é uma parceria entre as marcas curitibanas Whatafuck Hamburgueria e Öus Brasil, uma das principais referências nacionais na produção independente de calçados. “Pegamos o resto do bagaço do malte e misturamos com o látex para criar um solado com tingimento natural”, explica o gerente de design de produto da Öus Brasil, Anthony Nathan.

“Foram necessárias quase meia tonelada de malte úmido para a produção dos tênis. Foi um trabalho bem manual, mas com um resultado incrível, a cara da nossa marca”, reforça Daniel Mocellin, sócio da rede Whatafuck. “Desde o início do projeto do Whatafuck, buscamos alternativas para rentabilizar nosso negócio. Nossa marca se transformou em algo muito valorizado pelos curitibanos e, por meio de parcerias exclusivas, conseguimos expandir nossos negócios com itens que têm feito a cabeça do nosso público. Hoje, o Whatafuck é muito mais do que uma hamburgueria, é um estilo de vida”, complementa.

O tênis é produzido na cor nobuck bege, coloração que mais se aproxima da cor da cerveja Whatafucking Beer, desenvolvida pela hamburgueria. O forro e a palmilha do calçado têm a aplicação do rótulo da garrafa e o valor é de R$ 379,00. O tênis pode ser encontrado na Whata Store, loja da rede Whatafuck na cidade de Curitiba, e no site da Öus Brasil, com entrega em todo país. A numeração vai do 37 ao 43.

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O Ueno faz parte da minicoleção do colab entre as marcas, que inclui também o tênis Tenente Whatafuck O.E, inspirado no hambúrguer vegetariano da casa, produzido sem nenhuma matéria prima de origem animal, e a Camisa Whatafuck.

Informações: ÖUS

 

Nuxe patrocina o Louvre e seu projeto Proteja as Abelhas

A famosa marca farmacêutica francesa, reconhecida por seus cosméticos ultrassensoriais de origem natural, juntou forças com o maior museu do mundo para apoiar um projeto que reflete sua preocupação com o desenvolvimento sustentável: o Proteja as Abelhas.

Por muitos anos, Nuxe tem dado passos para proteger essa espécie, cada vez mais ameaçada. As abelhas representam um elo essencial para a manutenção da biodiversidade, graças ao seu trabalho de polinização. Seu desaparecimento acarretaria consequências dramáticas para o meio ambiente. Essa preocupação é compartilhada pelo Louvre, que possui 23 hectares de jardins que servem de céu verde no coração da capital francesa e como um refúgio para as abelhas.

Consequentemente, pela primeira vez, o Louvre abriu as portas do Jardin Raffet, a poucos passos da ponte Pont des Arts, para criar, desde maio de 2018 e com apoio da Nuxe, um campo de flores de 1.250 m² e seis colmeias para abelhas coletoras de pólen. Um apicultor será designado exclusivamente para este projeto. A primeira colheita de mel está prevista para ocorrer no verão de 2018.

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Semana do Meio Ambiente tem palestras, workshops, feira de troca e espetáculo musical

A Semana Nacional do Meio Ambiente começou em 1º de junho e vai até 5 de junho, quando se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU, esta iniciativa visa incluir a sociedade na discussão de pautas que tratem da preservação do patrimônio natural do Brasil.

Para abrir com chave de ouro, a empresa Eloin – Educação pela Experimentação, realiza no dia 5 de junho uma sessão única e exclusiva do espetáculo superpremiado, Os Recicláveis – O musical ♻, uma adaptação da obra do autor Toni Brandão. Somente para escolas e convidados.

Já nos dias 9 e 10 de junho, das 10 às 16h, acontecerá uma superfeira de troca em parceria com o Canto do Escambo. O objetivo é estimular a prática da troca, a economia solidária, e também, uma tentativa de substituir o lucro, o acúmulo e a competição por solidariedade e cooperação.

“Vamos repensar a nossa relação com o que consumimos”, frisa Carla Plannerer (Relacionamento & Marketing Eloin).

Feira de Trocas

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Os interessados devem se inscrever pelo telefone: (11) 2941-7255 ou via e-mail: relacionamento@eloin.com até o dia 7 de junho. O pagamento será feito na entrada. (R$ 10,00)

Os Recicláveis – O musical
As escolas interessadas deverão entrar em contato com a equipe Eloin no tel: (11) 2941-7255 ou via e-mail: relacionamento@eloin.com

Eloin

Nascida do sonho da educadora Elisabete da Cruz, a Eloin é uma consultoria de roteiros pedagógicos personalizados e conteúdos educativos, criada com o propósito de transformar ideias em experiências enriquecedoras. Com uma equipe multidisciplinar, tornou-se referência entre clientes e parceiros com atuação em São Paulo e outros Estados brasileiros. Única no mercado de criação e elaboração de projetos que complementam os conteúdos didáticos curriculares

Campanha ambiental mescla animais a cenário de devastação e poluição

Peça publicitária de marca de roupas polemiza com o slogan ‘A natureza não pode se adaptar a tudo’.

Contrariando o cientista francës Antoine Lavoisier (1743-1794) que tornou célebre a frase “Da natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, a ideia da campanha é engajar o público pela preservação ambiental.

Os anúncios assinados pela agência Avalanche Vitória para a marca de roupa Origens estão sendo veiculados em revistas e jornais no Espírito Santo. Ao todo, 3 anúncios foram criados com o seguinte slogan “A natureza não pode se adaptar a tudo”.

Em uma das imagens, vemos um pelicano sozinho em uma praia com muito lixo ao seu redor. Em destaque junto ao belo animal, um saco de lixo forma a bolsa do seu bico. Essa bolsa é geralmente usada pelo animal para capturar presas e drenar a água.

As lojas da marca Origens estão localizadas no Espírito Santo, estado cortado pelo importante Rio Doce. Até hoje, esse rio sofre com a morte de peixes e animais silvestres na região – principal resquício do maior desastre natural brasileiro. A tragédia foi ocasionada pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, por uma mineradora em novembro de 2015.

A campanha reforça o engajamento da empresa com a natureza. Engajamento que vai além do discurso, como, por exemplo, parte das vendas, de algumas coleções, que são revertidas para apoiar projetos de preservação da natureza.

“Queremos passar a ideia de que ações humanas negativas interferem diretamente no meio ambiente e que, muitas vezes em função delas, algumas espécies podem não resistir”, diz Ricardo Montenegro, diretor de criação responsável pelas peças.

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Fonte: Origens

 

Toda mãe cervejeira merece ser presenteada com um growler

A mulher é mais do que bem-vinda no universo cervejeiro. Atualmente, não há uma função que ela não ocupe. Estão na produção de insumos, na fábrica, na distribuição, no escritório, na sala de aula, no evento e na mesa do bar com um copo gelado ao lado.

Pode-se dizer que elas estão retomando um posto que sempre foi delas, isso porque por muitos anos a produção da cerveja era responsabilidade das mulheres. Enquanto os homens saíam para caçar ou para guerrear, eram elas que preparavam a bebida para toda família.

Na América do Norte e na Europa, elas produziam cervejas artesanais para acompanhar os alimentos e para vender. O domínio feminino só diminuiu no final do século 18 quando a produção de cerveja em larga escala se tornou um negócio rentável e foi assumido pelos homens.

Ao longo dos anos, a mulher retoma sua notoriedade no mundo cervejeiro. Ela começa a consumir e entender muito sobre o produto e, em alguns lares, passa a ser decisora final sobre as compras da família. Com as mudanças nos hábitos da sociedade, observou-se um crescimento da participação feminina no consumo de cerveja artesanal. Do final do século XX aos dias atuais, a mulher vem ganhando mais espaço, seja como profissional do ramo ou como exigente consumidora.

O growler é a forma mais sustentável de beber chope
O growler é a forma mais sustentável de beber chope

 

Para as mamães cervejeiras, o growler é o presente perfeito para o Dia das Mães. Bonito e prático, esse utensílio cervejeiro possibilita o consumo de chope fresco onde, quando e com quem quiser. Ele nada mais é do que um garrafão retornável próprio para chope, que consegue conservar a bebida por até 30 dias. Basta ir em uma Growler Station e encher o frasco com a sua craft beer preferida.

A My Growler ainda traz a possiblidade de você customizar o seu growler. Afinal, toda mãe merece um presente exclusivo, não é mesmo? Seja uma imagem, um personagem ou até mesmo uma frase, o momento de beber uma boa cerveja gelada vai ser muito mais prazeroso por ter a personalidade dela no utensílio.

Consumir cerveja em growler é sustentável e mais econômico. Afinal, não são utilizadas embalagens descartáveis como latas, garrafas, tampinhas, rótulos e tudo mais necessário para que a garrafa industrial chega até a prateleira do supermercado, como processos industriais de envase e pasteurização e logística. Desta forma, diminui a poluição do planeta.

O growler também pode fazer parte da decoração
O growler também pode fazer parte da decoração

Gostou da dica? Adquira seu growler no e-commerce da My Growler. Além dos diferentes modelos e personalização, você encontra acessórios e equipamentos para tornar o consumo em growler ainda mais fácil. Aproveite e brinde o Dia das Mães com um delicioso chope. Cheers!

 

Giuliana Flores ensina a criar um jardim sustentável

O jardim sustentável é um projeto novo no paisagismo. A ideia é utilizar espécies nativas e recursos que não agridam o meio ambiente e que possam ser implantados em áreas verdes urbanas (públicas, particulares, condomínios e empresas). Optar por esse tipo de jardinagem é uma forma de reservar um tempo para a natureza e conservá-la.

Já os convencionais são construídos apenas com objetivo estético. A intenção é disponibilizar uma área bonita, sem levar em consideração a economia dos recursos necessários para seu cultivo, a procedência dos materiais utilizados, adaptação das plantas ao local, entre outros detalhes.

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O projeto no caso de um jardim sustentável também leva em conta a estética, mas o importante é oferecer um bom ambiente às plantas e menores impactos possíveis ao meio ambiente. Ao mesmo tempo, a maioria dos materiais utilizados em sua estrutura é reciclada ou reaproveitada, e há a economia de recursos naturais.

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Principais características

O solo é utilizado de forma racional, as técnicas de conservação da fertilidade e estrutura são pensadas para reduzir os impactos negativos ao meio ambiente. A escolha da vegetação leva em conta a identidade da flora local e a capacidade das espécies de reter água da chuva (o que evita alagamentos e outros problemas).

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Por serem compostos por vegetações adaptadas ao local, os jardins sustentáveis exigem pouca manutenção. Essa característica também proporciona mais vida longa ao projeto paisagista. A utilização de materiais orgânicos, reciclados e reutilizados oferecem um manejo mais simples, além da visita constante de pássaros, borboletas e outros insetos.

Faça o seu próprio jardim

Engana-se quem considera os jardins sustentáveis projetos viáveis apenas para espaços grandes. Se você gosta de jardinagem e vive em áreas urbanas, em locais reduzidos, pode também cultivar esse pedaço da natureza. Para isso, escolha as plantas nativas ou adaptáveis à região, solo e clima da sua região.

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Foto: MarkusSpiske/Pixabay

Você pode cultivar as espécies em vasos reciclados, pneus, garrafas PET, embalagens, deixando o ambiente mais charmoso e criativo. Os materiais também podem ser reutilizados para cuidar do seu cantinho. Reaproveite a água da chuva para regar as suas plantas, pense em um método de irrigação eficiente e que possibilite o armazenamento do líquido. Vale de tudo para gastar o mínimo de recursos energéticos e produzir o mínimo de resíduos.

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Foto: Dieneves/Pixabay
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Foto: Sirgreen/Pixabay

 

Fonte: Giuliana Flores

 

La Loba é primeira empresa de moda vegana no país a receber o selo Vegan Society

Marca comemora também as conquistas dos selos PETA, CO² Neutro e EuReciclo que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental. Além de ser uma das indicada ao Prêmio EcoEra.

Com coleções em edições limitadas, a La Loba, marca pioneira na produção de bolsas veganas no Brasil, se propõe a uma nova forma de fazer moda, com peças sofisticas que unem materiais alternativos e livres de crueldade, com temáticas místicas e atemporais. E em 2018, comemora a conquistas de importantes selos que reforçam comprometimento da marca com valores como ética, transparência e responsabilidade socioambiental.

Durante mais de um ano, a La Loba passou pelo processo de avaliação para adquirir o selo de registro Vegan Society, organização que criou e registrou o termo veganismo em 1944, em Birmingham (UK), e que foi introduzida no mercado em 1990, como padrão internacionalmente reconhecido no mundo todo para produtos e serviços veganos. “Foi um processo longo e ​por tudo isso, me sinto orgulhosa e muito, mas muito feliz”, comemora Kaline.

A criadora da marca, Kaline Demarchi, explica que esse selo é essencial para o crescimento da La Loba. “Somos a primeira empresa de moda nacional a ter seus produtos registrado pela Vegan Society. Esperamos ​que este reconhecimento nos traga ainda mais força, a fim de continuarmos vivenciando e propagando o nosso sonho de ressignificar o ‘Mercado da Moda’, tornando-o mais consciente através de práticas que respeitem todo o ciclo de consumo, todas as pessoas envolvidas, e em especial os animais e o Planeta, pois estes têm sido ​os mais prejudicados pelos hábitos tão antigos e tão disseminados em nossa sociedade. Queremos mudança, e acreditamos que ela possa realmente acontecer, como já está acontecendo”.

O selo vegano está registado na Europa, EUA, Canadá, Austrália e Índia e usado no mundo inteiro em mais de dezoito mil produtos.

La Loba - Bolsa vegana saco preta estampada R$27900 www laloba com br

Outra conquista superimportante para a La Loba foi o certificado do PETA, a maior ONG em defesa dos animais no mundo, com mais de 6,4 milhões de membros e apoiadores. O selo garante que a empresa está o cumprindo várias normas para assegurar a não utilização de matéria-prima de origem animal em seus produtos. Para conquistar a certificação, a marca passou por um rigoroso processo que examina vários aspectos para comprovar que a marca é vegana e apresentar declarações de matérias-primas totalmente isentas de origem animal.

Preocupada com o processo de descarte de suas embalagens, a La Loba trará nas tags da marca o selo Eu Reciclo, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma marca engajada com o reaproveitamento e promoção de um destino ambientalmente adequada de resíduos, processo semelhante à compensação de carbono.

As tags que acompanham as bolsas são desenvolvidas com papel semente, para que sejam plantadas e cultivadas. As embalagens são feitas de material reciclado, em parceria com a ONG Idesam, de Manaus (AM), que confere o selo Carbono Neutro. Ao final de cada ciclo, é realizada a compensação do CO² emitido no processo de produção da marca, mediante o plantio de árvores na floresta Amazônica, beneficiando, assim, a comunidade ribeirinha da região e o meio ambiente como um todo.

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“Os selos certificam ​e de certa forma reconhecem ​o nosso trabalho, ​servindo como ​um grande incentivo para que cada vez mais pessoas ​​possam conhece​-​lo e se identificar com ele. Acreditamos que além de criar produtos livres de crueldade, também devemos cuidar d​o ​Planeta, ​e foi ​por ​essa razão que, desde o início​, sempre buscamos parceiros ​conscientes ​e ​práticas capazes de gerar impactos positivos no meio em que atuamos. Plantar ​árvores no Amazonas, zerar o carbono ​emitido com a nossa atividade, reciclar nossas embalagens, criar tags com papel semente​,​ são algumas das ações que priorizamos​. E claro, fazemos ​tudo ​com muito amor​, pois acreditamos que daí vem a nossa força”, finaliza a criadora.

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A La Loba também foi uma das marcas indicadas ao Prêmio EcoEra deste ano, idealizado pela especialista em consumo consciente Chiara Gadaleta com o objetivo de analisar os mercados de moda, beleza e design com indicadores de sustentabilidade.

Informações: La Loba

 

Série Expert da L’Oréal Professionnel ganha embalagens sustentáveis

A cada dois segundos, um xampu de Série Expert é vendido em todo o mundo. No Brasil desde 2000, a linha se tornou líder em tratamento capilar profissional. Para celebrar seus 18 anos no país e mostrar a cabeleireiros e consumidoras que está cada vez mais conectada com o futuro, Série Expert acaba de ganhar novas embalagens muito especiais.

Não bastasse o design contemporâneo e feminino, em cores intensas, todos os frascos são sustentáveis, produzidos com um plástico proveniente da cana-de-açúcar brasileira, fonte 100% renovável. Além disso, o novo formato das embalagens para uso em casa traz mais economia para as consumidoras ao concentrar maior quantidade de produto sem aumento proporcional do preço final. Com o ecodesign, há uma economia de 13% de plástico em cada embalagem e 9 toneladas de plástico ao ano. Além disso, há 0% de combustível fóssil na produção dos frascos.

Shampoo – de 250 ml para 300 ml (ou seja: + 20% de produto por apenas 10% de acréscimo no preço)

Condicionador – de 150 ml para 200 ml (ou seja: + 33% de produto por apenas 10% de acréscimo no preço)

ARL_Masque_500mlVitamino_Masque_500ml_3Pós-Química_MASKLiss_Masque_500ml

Máscara – de 200 ml para 250 ml (ou seja: + 25% e produto por apenas 10% de acréscimo no preço)

Informações: L’Oréal Professionell

 

Joias feitas com pedras preciosas e materiais descartados como pó de tijolo

A designer de joias Silvia Blumberg realiza um trabalho bastante inusitado, baseado em tudo o que vivenciou no período em que trabalhava como assistente social. Capaz de transformar lixo em luxo, Silvia tem um trabalho que chama a atenção na cena do design de joias: o uso de materiais não convencionais como pó de madeira, cimento, pó de tijolo, papel e vidro aliados à prata, ao ouro e a outras pedras preciosas, para criar suas peças. E o resultado é sempre exuberante.

Antes de começar a trabalhar com criações sustentáveis, Silvia já desenhava joias, sempre utilizando a brasilidade a favor de sua arte. A designer ganhou diversos prêmios na área do design, participou da Feninjer (Feira Nacional da Indústria de Joias, Relógios e Afins), e teve suas joias exportadas para países como Estados Unidos, Canadá, Panamá e Israel. Em 2005 e 2006, participou do curso de Moda e Gestão ministrado em parceria entre a Azov e a UniverCidade, onde desenvolveu ainda mais suas habilidades com grandes nomes como Lu Catoira (fundadora do Senai Cetiqt) e Paula Acioli (Coordenadora de Moda da FGV).

O seu trabalho sustentável teve início em 2008, logo após a ocorrência das enchentes que castigaram Santa Catarina, região Sul do país. A destruição e o desamparo da população tocaram a designer e fizeram nascer nela o desejo de produzir um trabalho mais sustentável, com mais respeito à natureza.

Silvia começou a estudar o meio ambiente e introduzir materiais que seriam descartados em suas criações. Sua primeira experimentação foi com resíduos da construção civil, como cimento e raspas de tijolo. Depois passou a incorporar elementos da própria natureza, como bagaço de cana, asas de besouros, pedaços de chifres – todos recolhidos de forma natural, no solo. A própria prata que utiliza nas peças é fruto de reciclagem de radiografias.

A linha descartável de Silvia recebeu prêmios, rendeu convites para feiras e eventos, além da aparição de suas joias em programas de televisão de diversas emissoras.

As joias desenhadas por Silvia não lembram em nada produtos artesanais, pelo contrário. As joias possuem design arrojado, contemporâneo e elegante, com curvas, ângulos, e formas elaborados, combinados com pedras incrustadas, que se tornam um diferencial em suas coleções ecológicas. São anéis com detalhes em cimento tingido, brincos coloridos por sumos de vegetais, braceletes com areia da praia, colares com pó de madeira – os materiais mais inusitados – e descartáveis – ganham vida nas mãos da designer.

Por conta de seu trabalho diferenciado, Silvia recebeu diversos prêmios e convites para participações em eventos nacionais e internacionais. Em 2001 foi finalista nas Américas do American Facet Award – concurso promovido pela Signity – e ficou entre as 20 joias mais belas, em 2002 ganhou o segundo lugar no Prêmio IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais) com o colar Mata Atlântica, na categoria Joias Artesanais, em 2012 recebeu do Sebrae o prêmio de Brasilidade e Sustentabilidade, entregue durante o Fashion Rio como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido com produtos com menor impacto ambiental e em 2014 participou do Encontro Latino Americano de Design, na Universidade de Palermo, em Buenos Aires. No mesmo ano foi incluída no comitê da moda da América Latina.

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Joias com pó de tijolo

Em 2010, quando participou de uma exposição no RioCentro, Silvia montou estande ao lado de uma empresa que produz tijolos no estado do Rio de Janeiro. Interessada em aprender sobre mateiras primas, procurou saber mais sobre o uso deste material nas obras e os problemas que atingem os tijolos danificados. Estudou as dificuldades do trabalho com tijolo e seu transporte e decidiu aprimorar seu trabalho, passando de joias com pedaços de tijolo para joias com o pó do tijolo.

Naquele ano firmou parceria com a empresa de engenharia BEMZ – dos sócios Eric Blumberg e Marcel Felipe Zilberman, jovens formados pela PUC que estão adotando práticas sustentáveis na construção civil. Eles coletam os materiais e disponibilizam para a produção das peças da designer, que desenha brincos, colares e pulseiras utilizando resíduos do tijolo. É a primeira parceria entre uma empresa de construção civil e uma joalheria em prol da sustentabilidade.

Confira algumas peças:

 

Informações: Silvia Blumberg