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Renner lança 130 peças com matérias-primas sustentáveis

Mostrando-se atenta à importância de construir uma moda responsável, a Renner se engajou no objetivo de entregar aos clientes produtos e serviços sustentáveis. Nesse sentido, a varejista desenvolveu junto a fornecedores peças confeccionadas com componentes menos impactantes ao meio ambiente para incorporar às suas coleções.

Desde setembro, as lojas recebem produtos femininos, masculinos e infantis com tags explicativas indicando o uso de duas matérias-primas sustentáveis: o fio reciclado e o liocel. As tags descrevem as características dessas matérias-primas.

No total, são 130 modelos diferentes distribuídos nos departamentos feminino, masculino e infantil. Em volume, a quantidade de peças feitas com matérias-primas sustentáveis em 2017 chega a 500 mil. Os produtos estão disponíveis tanto nas lojas físicas como no e-commerce.

No feminino há vestidos, blusas e calças, por exemplo. No masculino, bermudas, camisetas e regatas. Já no infantil, as peças incluem vestidos, batas, camisas e shorts.

Fio reciclado: matéria-prima originada da reciclagem de material têxtil e/ou PET para a criação de um novo tecido. Segue o princípio de economia circular, em que os resíduos têxteis são desfibrados e recolocados no processo produtivo.

Liocel: fibra celulósica, de origem renovável, extraída da polpa de madeiras certificadas, adotando processos mais eficientes na utilização de recursos naturais e menos impactantes.

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Estratégia 

A iniciativa da varejista de desenvolver roupas com matérias-primas menos impactantes ao meio ambiente está ligada ao plano estratégico de sustentabilidade da Lojas Renner e envolve uma série de outras ações.

Dentro do conceito de fechamento de ciclo da economia circular, as cortinas dos provadores convencionais e as sacolas que auxiliam os clientes durante sua experiência de compra na Renner passam a ser substituídas por modelos fabricados com fio reciclado, reaproveitando resíduos têxteis gerados por fornecedores.

Além disso, a companhia está associada à Better Cotton Initiative (BCI), organização internacional que promove melhores práticas na produção de algodão, certificando as propriedades rurais e a cadeia de fornecimento nos requisitos de responsabilidade socioambiental. A previsão é de que este ano pelo menos 5% do total do algodão usado nas peças da Renner será certificado pela BCI. Em 2018, este número aumentará para 15%.

calça em liocel
Calça em liocel

Os avanços da Lojas Renner no campo da sustentabilidade representam um processo de transição para a economia circular, que é regenerativa, restaurativa e pretende manter constantemente produtos e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor. As ações nesse sentido são desenvolvidas em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e também com a Ellen MacArthur Foundation, com o propósito de construir soluções sustentáveis dentro do setor de vestuário.

 

 

 

 

 

 

 

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Crise hídrica volta a ser ameaça e limpeza a seco é boa alternativa

Com a falta de chuva e os termômetros registrando temperaturas cada vez mais altas, o “fantasma” da crise hídrica volta a preocupar comunidades de todo o país. A água continua, portanto, um bem a ser preservado, especialmente na limpeza de ambientes institucionais e domésticos.

A Abralimp (Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional) é um centro de referência em informações sobre sustentabilidade, mecanização, processos e equipamentos na limpeza. De acordo com o diretor da Câmara Setorial de Fabricantes de Máquinas, Antônio Luis Francisco, as indústrias e distribuidoras têm investido em inovações para aumento de eficiência e produtividade na limpeza. “Ambientes mais limpos garantem saúde, satisfação de clientes e qualidade de vida aos usuários”, diz.

Ele listou algumas dicas sobre o uso de máquinas e equipamentos de limpeza para manter os ambientes de uso coletivo mais saudáveis. São elas:

– Para os ambientes onde há grande circulação de pessoas: são indicadas as lavadoras automáticas de pisos, pois além do chão úmido dificultar a manutenção da limpeza, o cheiro de certos produtos também pode ocasionar irritação aos alérgicos. Com o uso das máquinas é possível otimizar este processo, pois o ambiente é lavado e os resíduos aspirados simultaneamente em uma única operação, garantindo também grande economia de água.

– “Limpeza a seco”: é uma ótima opção para a retirada das partículas sólidas como pó e poeiras de superfícies em geral. Com a utilização de aspiradores, ela pode ser feita em paredes, pisos, tetos, móveis e equipamentos. Toda a ação de limpeza se inicia pela retirada de pó, poeira e outras partículas sólidas, responsáveis pela proliferação de microrganismos que causam alergias e doenças respiratórias.

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– Lavar o carro a seco: também já é um método utilizado em vários locais, com opção de redução de utilização de água, onde o custo é menor do que uma lavagem tradicional.

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Foto: Sun Cline Cleaning

– Limpeza de carpetes (grandes acumuladores de poeira e ácaros): são indicados os aspiradores de pó com filtros absolutos (HEPA), que permitem alcançar o grau de 99,99% de retenção de partículas de 03 mícron, possibilitando que o ar aspirado seja devolvido ao ambiente mais limpo, sendo ideal para prevenir doenças crônicas.

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Foto: Karcher

– Manutenção de ambientes internos específicos (como banheiros e cozinhas): as lavadoras sanitizadoras e limpadoras a vapor são as mais indicadas, pois mantêm os ambientes limpos com a utilização mínima de produtos químicos.

– É preciso dimensionar qual equipamento possui capacidade adequada para cada necessidade: é importante, ainda, garantir uma mão de obra adequada para operar o equipamento, para que haja melhor aproveitamento das funções e a maximização dos resultados. Por fim, deve haver um planejamento para a manutenção preventiva e corretiva, sempre exigindo peças originais e técnicos capacitados pelo fabricante.

– Captação de água: outra solução sustentável que vem sendo adotada são sistemas de captação de água de chuva para utilização na limpeza e lavagem de áreas comuns, além do reaproveitamento desta água para os vasos sanitários.

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Pinterest

Segundo Miguel Sinkunas, diretor da Câmara Setorias de Químicos da Abralimp, a escolha certa de produtos químicos é de extrema importância para a redução do uso de água. Por isso, é preciso dimensionar corretamente o uso dos produtos saneantes pela:

Qualidade:

– A escolha do melhor produto pode resultar em economia do produto em si, tempo e energia, pois será necessário menor esforço mecânico.
– Nunca deve se utilizar solventes para limpeza, a menos que seja a única opção.

Quantidade:

– Diluição e quantidade utilizada mais adequada.
– Nunca diluir mais produto que o necessário à aplicação.
– Aproveitar ao máximo o produto empregado. Por exemplo:

 

a) Na remoção de cera em pisos, é possível reaproveitar a solução mais que uma vez antes de descartá-la.
b) Quando se dispõe de tempo, pode-se utilizar menores concentrações com maior tempo de ação.

Para evitar desperdícios dos produtos de limpeza:

– Onde for possível, optar pela limpeza a seco. O ideal é usar produtos químicos especiais que evitam a utilização de grandes volumes de água, além de não haver necessidade de contaminar efluentes.

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Foto: Runyonrental

– Somente usar produtos muito espumantes se houver real necessidade, evitando assim desperdício de água para enxágue. Não é a espuma que limpa.

– A utilização de dosadores e diluidores sempre leva à redução no consumo de produtos químicos, porque elimina o desperdício na medida das soluções. Normalmente, operadores tendem a errar para mais, além de fatores como derramamentos e outras variáveis.

– O uso de pulverizadores, desde os mais simples até os costais, regulam melhor a quantidade de produto aplicado, principalmente nas superfícies verticais.

– Em limpeza pesada, alguns tipos especiais de pulverizadores favorecem a penetração em detalhes e o tempo de contato para ação do produto.

Fonte: Abralimp

 

 

Linha Leite de Amêndoas e Mel da The Body Shop ganha novos produtos

Complementando o ritual de cuidados da linha Leite de Amêndoas e Mel, a The Body Shop, marca ativista de cosméticos naturais, lança no Brasil os novos produtos Leite de Banho e Loção Hidratante Corporal, desenvolvidos especialmente para aqueles que têm pele sensível, condição que já representa cerca de 60% da população mundial.

Enriquecidos com mel da Floresta Tropical Sheka, da Etiópia, e óleo de amêndoas orgânico da Espanha, os produtos são formulados para proteger e acalmar as peles ressecadas e delicadas, promovendo hidratação suave para aqueles que têm tendência à vermelhidão ou irritação, frequentemente causada por mudanças de tempo repentinas, exposição ao sol, stress e poluição.

O novo Leite de Banho pode ser usado na banheira para criar um banho cremoso e nutritivo, proporcionando um momento de alívio e relaxamento completo. Sua fórmula hidratante ajuda a restaurar a umidade, reduzindo os efeitos da sensibilidade. Para completar o ritual de beleza, hidrate o corpo com a Loção Hidratante Corporal Leite de Amêndoas e Mel, que acalma e repara com fórmula que respeita a barreira de umidade natural da pele, aliviando o desconforto e hidratando por até 48 horas.

Para formular os produtos da linha, a The Body Shop obtém o óleo de amêndoas orgânico de agricultores locais por meio do programa de Comércio com Comunidades. Conhecidas há tempos por suas propriedades hidratantes, as sementes são colhidas manualmente e cuidadosamente processadas para a retirada do mais puro leite e óleo de amêndoas, garantindo a qualidade absoluta. Por meio do programa Comércio com Comunidades, a The Body Shop oferece bons preços e práticas comerciais favoráveis aos produtores e cooperativas rurais, visando criar independência financeira e renda extra aos agricultores.

Conheça a linha completa:

Leite de Banho Leite de Amêndoas e Mel – R$  99,00

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Este leite de banho cremoso limpa suavemente, acalma e reduz a sensação de repuxamento e ressecamento. Livre de corantes, óleos minerais e petrolato, o produto é formulado para respeitar a barreira de umidade natural da pele e pH, além de ser 100% vegetariano e 100% livre de crueldade. Como usar: regue na banheira para criar bolhas cremosas. Em seguida, descanse e relaxe para uma pele macia e sedosa. Não usar no rosto.

Loção Hidratante Corporal Leite de Amêndoas e Mel – R$ 85,00

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Loção hidratante que acalma e repara a pele, aliviando a sensação de desconforto. Com rápida absorção na pele, promove hidratação por até 48 horas. Livre de corantes, óleos minerais e petrolato, o produto é formulado para respeitar a barreira de umidade natural da pele e pH, além de ser 100% vegetariano e 100% livre de crueldade. Como usar: massageie até ser absorvido pela pele.

Shower Cream Leite de Amêndoas e Mel – R$ 45,00

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Limpa a pele sem agredir, acalma e reduz a sensação de pele esticada, sensível e seca. Tem textura suave, delicada e cremosa. Livre de corantes, óleos minerais e petrolato, o produto é formulado para respeitar a barreira de umidade natural da pele e pH, além de ser 100% vegetariano e 100% livre de crueldade. Como usar: aplique usando as mãos ou uma esponja de banho para fazer mais espuma.

Esfoliante Corporal Leite de Amêndoas e Mel – R$ 99,00

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Com fórmula suave, o produto limpa e esfolia, removendo as células mortas com a ajuda de partículas esfoliantes (cascas esmagadas de amêndoas). Livre de corantes, óleos minerais e petrolato, o produto é formulado para respeitar a barreira de umidade natural da pele e pH, além de ser 100% vegetariano e 100% livre de crueldade. Como usar: delicadamente esfregue removendo a camada de células mortas da pele, deixando-a com sensação suave e macia.

Body Butter Leite de Amêndoas e Mel – R$ 69,00

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Nosso produto icônico com uma textura única, que conforta e protege a pele sensível e seca. Oferece até 48 horas de hidratação intensa. Livre de corantes, óleos minerais e petrolato, o produto é formulado para respeitar a barreira de umidade natural da pele e pH, além de ser 100% vegetariano e 100% livre de crueldade. Como usar: massageie até ser absorvido pela pele.

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Informações: The Body Shop

Programa Nacional de Reciclagem coleta mais de 670 mil esponjas

No Dia do Consumo Consciente, programa da Scotch-BriteMR celebra marca de 5,5 toneladas de resíduos coletados; iniciativa é considerada pioneira no mundo

No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Consumo Consciente criado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 2009. Alguns dos seus objetivos são estimular a reflexão sobre o descarte correto dos produtos e a reciclagem. Nessa data, o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite celebra o marco de 670 mil esponjas de limpeza doméstica coletadas para a reciclagem, o equivalente a 5,5 mil toneladas de material que será reaproveitado.

Desenvolvido pela 3M em parceria com a TerraCycle, a iniciativa é a única no mundo a oferecer um novo destino para esponjas de limpeza doméstica usadas. A iniciativa transforma os resíduos em matéria-prima para fabricar novos produtos como baldes, vasos, lixeiras e pás de lixo, entre outros.

Além de oferecer uma solução ambientalmente adequada, o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR oferece aos consumidores a oportunidade de se engajarem em uma causa social. Isso porque a cada esponja enviada para a reciclagem R$ 0,02 são doados para uma escola ou uma organização sem fins lucrativos escolhida pelos participantes.

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Ao longo de quase três anos, a ação é resultado do engajamento e mobilização de cerca de 600 mil participantes, distribuídos em aproximadamente 4 mil times de coleta em todo o País. Com a arrecadação do material, juntas as instituições indicadas pelos consumidores receberam mais de R$19 mil. O estado de São Paulo foi o responsável pelo maior número de esponjas coletadas no período, superando a marca de 200 mil unidades. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado que mais enviou esponjas para a reciclagem: 88 mil unidades, seguido por Santa Catarina (77 mil) e Paraná (66,5 mil).

Do total de esponjas produzidas apenas 1 a 1,5% são recicladas, mas para os criadores da iniciativa a conscientização do consumidor é o principal fator. “O desafio é grande, pois o primeiro passo é a conscientização dos consumidores em separar a esponja usada e enviar ao programa pelos Correios, ao invés de descarta no lixo doméstico. Contamos com a participação e colaboração dos consumidores para tornar esse projeto vivo ”, explica Emerson Mota, Gerente de Marca para Divisão de Cuidados com o Lar da 3M do Brasil. Confira o processo de reciclagem completo neste vídeo.

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Como participar

Para participar gratuitamente do Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR, basta se cadastrar neste site, juntar a quantidade mínima de esponjas (500 gramas) para o envio e imprimir uma etiqueta pré-paga dos Correios na página do programa.

 

Simple Organic conquista o selo “Eu Reciclo”

Marca de cosméticos orgânicos, veganos e naturais dá mais um passo na compensação pós-consumo com a reciclagem de suas embalagens com responsabilidade social

A Simple Organic, marca de cosméticos brasileira orgânica, vegana e natural, levanta mais uma bandeira: a de ser uma empresa preocupada com o processo de descarte de suas embalagens.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o Brasil deve reduzir a massa destinada a aterros sanitários em 45% até 2031 e empresas produtoras de bens de consumo precisam se adequar e contribuir com a cadeia de reciclagem.

A Simple Organic é uma das que investem na causa da logística reversa e adota o selo “Eu Reciclo”, provando seu engajamento para minimizar a produção de lixo. Embora já não utilizasse embalagens individuais secundárias como as previstas pela Anvisa -, optando pelo desenvolvimento de saquinhos sustentáveis que podem ser usados de diversas maneiras, inclusive como nécessaire -, a label de beleza indie passa a integrar o rol de empresas comprometidas com a sociedade e com a conservação do meio ambiente.

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Dessa forma, a Simple Organic trará nos rótulos de todos os frascos e invólucros da marca o selo “Eu Reciclo”, que assegura que a empresa compensa no pós-consumo a quantidade de lixo produzido, esquema semelhante à compensação de carbono. Com ele estampado, o consumidor terá ciência sobre o compromisso da marca e a certeza de que está adquirindo um produto de uma brand engajada com o reaproveitamento e/ou promoção de um destino final ambientalmente adequada de resíduos.

“Investimos para que cada produto que sai da nossa linha de produção seja ‘anulado’ como lixo no processo de reciclagem”, celebra Patricia Lima, fundadora da Simple Organic sobre mais essa conquista da marca que foi a primeira em seu segmento de atuação a se preocupar com a questão do descarte das embalagens e a buscar alternativas para transformar o “lixo” em uma ação de impacto social positivo.

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Como funciona na prática

A New Hope Ecotech, empresa que fornece a chancela “Eu Reciclo”, faz uma conexão entre marcas engajadas e recicladores, estimulando a formalização da cadeira. Assim, tudo o que a Simple Organic produz de embalagem é mensurado e este número final é compensado por meio da reciclagem em alguma cooperativa parceira da Instituição emissora do selo “Eu Reciclo”.

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“Ajudamos a natureza e também os cooperados, que muitas vezes são empresas familiares pequenas e que vivem deste trabalho. Assim revertemos para o programa o valor integral equivalente para as cooperativas associadas reciclarem a mesma quantidade de material que produzimos”, destaca a empresária.

The Beauty Box lança toalha demaquilante sustentável

No fim de setembro chegou a todas as lojas da The Beauty Box um novo produto de beleza: o The Make Up Remover, uma toalha demaquilante sustentável. A novidade é de sua marca própria, a Produtinhos da Beauty, e tem como propósito colaborar com o meio ambiente, isto é, contribui para a redução de algodões e lenços que são descartados para remover a maquiagem.

A toalha pode ser reutilizável inúmeras vezes, pois quando sujar, pode ser lavada na máquina, sem preocupações de danos em seu material. Além disso, pode ser usada para a remoção de qualquer tipo de maquiagem, principalmente aquelas que são à prova d’água – seja nos olhos, rosto ou boca. O tecido é preparado para não irritar a pele.

O produto está à venda por R$ 49,90 em todas as lojas físicas no Brasil e também pelo e-commerce da marca que entrega para todo o país. Confira abaixo as dicas de uso:

toalha

Lave a toalha antes do primeiro uso.
Molhe a toalha com água fria ou morna. Com água morna sai ainda mais fácil.
Passe a tolha no rosto todo, fazendo movimento circulares e removendo a maquiagem.
Após o uso, retire o excesso de água e pendure para secagem.
Lave com sabão sempre que achar necessário.

Informações: The Beauty Box

quem disse, berenice? incentiva o descarte responsável de embalagens

Para engajar e conscientizar sobre o descarte correto e responsável de embalagens de maquiagem antigas, a marca quem disse, berenice? promove uma ação especial do projeto retorna berê: até o dia 16 de novembro, levando 3 embalagens vazias de produtos da marca em qualquer uma de suas lojas, a cliente troca por um batom líquido mate uvali ou roxoli novinho.

Para participar da ação temporária,  a consumidora deve acessar o site do projeto, verificar quais são as embalagens participantes, realizar o cadastro, gerar seu código e escolher uma das mais de 200 lojas quem disse, berenice? espalhadas pelo Brasil pra trocar o código gerado pelo batom.

Todas as embalagens recolhidas no retorna berê são doadas pra cooperativas de reciclagem espalhadas pelo Brasil inteiro, transformadas em matéria-prima e inseridas em outros ciclos produtivos.

A ação especial vai até o dia 16 de novembro. O cadastro, regulamento e demais detalhes estão disponíveis no site Retorna Berê.

Sobre o projeto:

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Lançado em 2016, o Retorna Berê tem como objetivo engajar as consumidoras a encaminharem para reciclarem as embalagens dos seus produtos de maquiagem adquiridos nas lojas da marca ou e-commerce e, de quebra, ganhar um batom cremoso. É uma forma da marca incentivar a redução do impacto ambiental causado pelo descarte inadequado de materiais. Para participar, basta se cadastrar no site do projeto, juntar embalagens vazias e se dirigir até uma loja física de quem disse, berenice?.

Informações: SAC quem disse, berenice? 0800 726 6482

 

 

Morada da Floresta oferece a possibilidade de ter uma horta em casa

O Horta Fácil é ideal para lugares com pouco espaço e possui um sistema inovador para quem sempre esquece de regar as plantas

Para quem não conhece, a Morada da Floresta é um laboratório de permacultura viva, no qual se pratica a culinária vegetariana, consumo consciente, e há sistemas de captação de água da chuva, utilização de energia solar, cultivo de horta e compostagem de resíduos, com o intuito de proporcionar mudanças que amenizem os impactos causados ao meio ambiente.

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Pensando nisto, lá são oferecidas soluções socioambientais, cursos, produtos, serviços e são desenvolvidos projetos que incentivam práticas sustentáveis cotidianas. Um deles é o Kit Horta Fácil, um suporte para horta vertical auto irrigável. Feito com material reciclado, é perfeito para lugares com pouco espaço, pois tem aproximadamente 94 cm de altura e 49 cm de largura, além do sistema de rodízio que facilita o seu deslocamento. Outra vantagem é a sua tecnologia, que garante a umidade certa da terra por até 14 dias, o que é ideal para quem costuma não ter tempo – ou até mesmo esquece – de regar as plantas.

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No kit também vem um conjunto de sementes para plantio consorciado, que é quando elas se beneficiam mutuamente por serem plantadas juntas, e uma aula virtual de hortas, que irá facilitar todo o processo de montagem do sistema, com explicações de qual o melhor lugar para instalação e como preparar o solo, entre outros. Além de tudo o que contempla o kit, a Morada da Floresta ainda envia dois brindes, uma apostila de hortas e uma cartilha de plantio.

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A Horta Vertical é perfeita para receber o húmus de minhoca e o composto líquido proveniente das composteiras, pois vão dar melhores resultados e manter as plantas mais saudáveis. Entre os muitos benefícios que ela traz estão: alimentos orgânicos, frescos, saborosos e saudáveis, a economia de água e de compra de hortaliças a longo prazo e, por conta do seu design, a prevenção do mosquito da dengue.

Informações: Morada da Floresta

 

Compartilhamento é alternativa para o Dia Mundial Sem Carro

Nesta sexta-feira (22), é comemorado o Dia Mundial Sem Carro. Além de deixar o trânsito mais fluído e menos estressante, não usar o veículo tem impacto direto na qualidade de vida da população. Ir de bicicleta, a pé ou de transporte coletivo são algumas alternativas para quem vai deixar o automóvel em casa.

Outra opção são os serviços de compartilhamento de carros, que facilitam o acesso a veículos e desestimulam a aquisição desse bem nos casos em que se faz um uso pontual do automóvel. Pensando nisso, a Zazcar, primeira empresa de carsharing da América Latina, separou cinco itens, sobre como o compartilhamento de carros pode trazer benefícios para as cidades:

1. Melhora no trânsito

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Pixabay

A diminuição da quantidade de carros nas vias deixa o trânsito mais fluído e menos estressante, impactando positivamente na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população. A relação entre estes dois itens já foi comprovada: em cidades onde o tempo de deslocamento é pequeno e o período gasto no congestionamento é mínimo as pessoas vivem melhor. Estudos sobre carsharing apontam que cada carro compartilhado retira, em média, 13 carros particulares da rua. Apesar do carro compartilhado ser usado por mais tempo e mais vezes durante um único dia do que um carro normal, as pessoas que passam a utilizar estes veículos se tornam usuários “multimodais”, ou seja, elas passam a usar outras formas de transporte que não seja o carro, como, por exemplo, metrô, ônibus ou bicicleta, ao invés de utilizar quase que exclusivamente um carro particular.

2. Redução da poluição do ar

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Pixabay

Outro efeito direto e já observado em cidades que estimulam a redução do número de carros é o impacto positivo na qualidade do ar. Os veículos são um dos principais causadores da poluição nos centros urbanos, pois as substâncias emitidas na queima do combustível são nocivas ao meio ambiente e à saúde. O monóxido de carbono é tóxico e pode provocar até alterações do sistema nervoso central, enquanto os outros gases presentes na fumaça dos carros podem causar danos aos pulmões e a outros órgãos do aparelho respiratório.

3. Diminuição da área de estacionamento

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Pixabay

Os carros não “lotam” somente as ruas, eles também ocupam muitos outros espaços da cidade que poderiam ser aproveitados para outros fins. 25% da área construída na cidade é vaga de estacionamento. Uma cidade “construída” para os carros e não para as pessoas claramente não atende às necessidades dos seus habitantes. Nesse sentido, o compartilhamento de veículos também pode ser importante: além de reduzir o número de novas aquisições, os carros já em circulação acabam tendo mais uso, o que minimiza o tempo que eles ficam parados, demandando assim menos espaço de estacionamento.

4. Cria laços de amizades

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Pixabay

Os sistemas de compartilhamento também ajudam na retomada do conceito de “comunidade” e no fortalecimento do espírito coletivo, deixado um pouco de lado nas últimas décadas. Através desses serviços, são criadas redes de troca e colaboração que podem ser muito benéficas para os participantes e também para o lugar onde eles vivem: juntos, são mais fortes e podem pensar em melhorias concretas para a rua, o bairro ou a cidade onde vivem.

5. Incentivo a uma cidade mais viva

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Amsterdam- Foto: Pixabay

Você já se perguntou por que costumamos gostar tanto das cidades europeias? Com certeza, um dos fatores que chamam a atenção de um brasileiro é a presença de pessoas na rua, a vivacidade desses lugares. É evidente que se tratam de realidades bem diferentes ao comparar São Paulo com Amsterdam, por exemplo, mas também é verdade que quem possui um veículo acaba por utilizá-lo bem mais do que o necessário, o que restringe ainda mais o seu contato com a cidade e com as outras pessoas. O compartilhamento de carros auxilia na construção de uma cidade com menos veículos e onde estes sejam usados de forma compartilhada.

Fonte: Zazcar

 

Dia da Árvore: o que podemos fazer para combater o desmatamento?*

Hoje, 21 de setembro, é comemorado o Dia da Árvore. Mais que um motivo para celebração, a data é uma oportunidade para avaliarmos a questão do desmatamento e como podemos agir para minimizar os impactos ambientais ao longo dos próximos anos. Isso não quer dizer que algumas medidas positivas não existam, mas, sim, que devem ser sempre replicadas.

Para entender melhor a importância dessas medidas positivas, vale uma análise sobre a Amazônia Legal. Após cinco anos consecutivos de crescimento, a área registrou uma expressiva queda de 21% no desmatamento, entre agosto de 2016 e julho de 2017. A análise mostra que todos os estados registraram redução, mas o Pará foi o que conseguiu um desempenho melhor: obteve uma queda de 31% no número absoluto de quilômetros quadrados desmatados, além de uma redução de 28,8% para 25% na proporção total da Amazônia Legal afetada.

Ao avaliar os fatores que contribuíram para o desempenho positivo do estado, identificamos que, além de investimentos em novas tecnologias e ferramentas de gestão por parte do governo, o setor privado e a sociedade também passaram a apostar mais em ações que estimulam a valorização das florestas em pé.

Nesse sentido, podemos destacar o trabalho de empresas que apostam em parcerias com comunidades de diferentes biomas do Brasil (principalmente o amazônico) e que, por meio de treinamentos e capacitações, ensinam que é possível extrair frutos e sementes da biodiversidade sem agredir o meio ambiente – tudo isso com a geração de uma fonte de renda extra.

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Foto: Picography/Pixabay

Esse é um modelo de negócios que pode ser replicado em diferentes setores da economia, pois, atualmente, grande parte dos produtos deriva, em algum grau, da transformação de matérias-primas originadas na natureza. A proposta é que, por meio da conservação dos recursos naturais, o país tenha condições de ampliar o valor do patrimônio genético e de contribuir para desaceleração do aquecimento global.

Para exemplificar a eficiência dessa iniciativa, a Beraca promoveu um estudo sobre o serviço ecossistêmico de regulação global em áreas de extrativismo de andiroba, murumuru, açaí e pracaxi destinado às indústrias de beleza, cuidados pessoais e farmacêutica. A análise identificou que foi possível evitar a emissão de 1.400 ton CO² e ainda apoiar a regeneração de 2.350 hectares de floresta de um único fornecedor da matéria-prima, o que equivale a R$ 180 mil em estoque de carbono gerado.

Além disso, outro estudo, realizado em parceria entre a Beraca, a Universidade de São Paulo (USP) e a Columbia University, de Nova York, concluiu que, em um município do Pará com histórico de atividade madeireira ilegal, a cada R$ 1,5 investido no extrativismo sustentável, são retirados R$ 3,6 da mão de obra de serrarias ilegais.

Diante desses números, é possível notar que começamos a caminhar na direção correta, porém ainda temos que fazer muito para que o desmatamento seja cada vez menor em nosso país. Ao replicar modelos positivos de manutenção das florestas, transformamos as áreas verdes em uma perpétua fonte de renda, capaz de contribuir com a saúde do planeta e restaurar a dignidade das comunidades locais. O primeiro passo é enxergar que qualquer espécie viva depende das árvores para garantir a sua sobrevivência.

* Érica Pereira atua na área de Sustentabilidade da Beraca, líder global no fornecimento de ingredientes naturais provenientes da biodiversidade brasileira para as indústrias de cosméticos, produtos farmacêuticos e cuidados pessoais