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Entrevista de emprego: como enfatizar pontos fortes, se diferenciar e sair do óbvio

Você está participando de um processo de seleção para uma vaga que deseja muito. Entre os candidatos, alguns com perfis muito parecidos com o seu. Claro, vocês foram escolhidos pelo currículo para concorrer ao mesmo cargo. Por isso, o importante é focar no que você tem de diferente para oferecer.

“Costumamos falar que há o hard skill e o soft skill. São termos em inglês que acabamos adotando por aqui. O primeiro diz respeito às habilidades técnicas, experiência e estudo, o que se aprende na busca pelo conhecimento. Já a segunda, soft skill, são as habilidades comportamentais e competências subjetivas que você desenvolve”, explica o coach Edson de Moraes, formado pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF – International Coach Federation.

Ele afirma que é muito comum quando o recrutador pergunta ao candidato quais suas qualidades, este responder o que já está no currículo ou no perfil do Linkedin. E alerta: “É comum, um ficar enfeitando o currículo e o outro enfeitando a vaga. E isso vira um namoro de pássaros que resultará em três meses de paixão. Começará com o ‘oba, oba’ e terminará no ‘êpa, êpa’, resultando no fim do encantamento”.

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Moraes aconselha o candidato a falar sobre suas habilidades fora do profissional, além de pesquisar o que a empresa está buscando em um candidato para aquela vaga.

O que citar

Alguns pontos positivos que as pessoas, por nervosismo ou por não darem importância, acabam não mencionando:

– aptidão de lidar com problemas complexos;

– criatividade;

– capacidade de trabalhar bem em grupo;

– pensamento crítico;

– flexibilidade cognitiva.

Algumas pessoas, principalmente quando buscam o primeiro emprego, não acham relevante comentar que fizeram parte de um time que praticava determinado esporte. Que participavam do teatro e da produção de peças no colégio ou faculdade. Que cantavam no coral da universidade. Que trabalharam como babás ou cuidadores. Que fizeram trabalho voluntário em abrigos de animais ou casas que cuidam de idosos ou que saiam à noite distribuindo sopas e cobertores para os sem-teto.

“Esse tipo de comportamento passa ao entrevistador abnegação, sensibilidade, preocupação com o próximo e capacidade de atuar em grupos. E qual a importância disso para o cargo? A mensagem é que se trata de alguém sensível, que pode unir o time, levar o grupo a um propósito final. Isso passa seus valores e crenças. E muitas empresas não têm valores, mas estão buscando por eles. E isso será seu diferencial”, ensina Moraes.

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Já para os mais experientes, cuidado ao mencionar o motivo pelo qual saiu de empresas anteriores. Não faça críticas, pois estará passando uma mensagem muito negativa. “Fale de você, e sempre do seu ponto de vista. Não fale mal do lugar ou de pessoas onde trabalhou, pois, no fundo, isso falará mais sobre você que do lugar”, finaliza o coach.

Fonte: Edson Moraes é sócio do Espaço Meio – Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos

 

 

 

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O estresse pode ser um bom amigo por Lucas Medola*

Antes de partir para a vitória (afinal, era quase sempre o desfecho de suas aparições nas pistas pelo mundo afora), Usain Bolt dava sinais de estresse. Sim, apesar do que o semblante bem-humorado pudesse suscitar nos milhões de espectadores que sempre o acompanharam, o maior velocista de todos os tempos ficava estressado antes do tiro de largada – mesmo depois de oito medalhas de ouro olímpicas. E tinha de ser assim. Mas na dose certa.

Acredite, o estresse não é necessariamente um inimigo – nem nas raias do atletismo nem nas raias da vida corporativa. Ele é uma defesa natural aos estímulos externos e também essencial para o conjunto de ações conhecidas como “instinto de sobrevivência”. Diante de uma situação de perigo, por exemplo, produzimos adrenalina e cortisol, substâncias que nos deixam em situação de alerta, prontos para reagir, independentemente do cenário no qual estamos inseridos.

No mundo corporativo, o estresse está presente em boa parte do tempo dos executivos – mais do que isso, parece fazer parte de nosso job description, tratado quase como um status dos cargos de chefia. Só que isso pode gerar diversos problemas de saúde, dentre os quais quadros de hipertensão, cardíacos, ansiedade e insônia (em casos extremos, até quadros de depressão) – só para citar os mais comuns.

A questão, aqui como em qualquer instância da vida (tanto a pessoal quanto a profissional), é bom senso. Ou seja, também é preciso estabelecer momentos dedicados à desaceleração durante o expediente, momentos em que você precisa relaxar, a despeito do turbilhão que possa estar ocorrendo à sua volta. Não é simples, claro, mas esse autocontrole fará com que você consiga atravessar os desafios mais rapidamente, de forma mais estruturada, sem emoção, e de modo mais saudável.

É fundamental também incluir na sua rotina, não apenas diária, mas durante as férias, alguma atividade que te gere prazer (pode ser física ou não), bem-estar e o famoso “desligar do mundo”. Esses momentos são essenciais para a saúde mental e física, além de parte do processo que leva ao sucesso profissional.

Mas não se acalme tanto assim! É o estresse na medida correta que pode fazer a diferença entre fracasso e sucesso.

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Um dos fatores mais interessantes do “bom” estresse (ou estresse controlado) é que ele melhora o desempenho intelectual e a capacidade da memória. Há estudos que garantem até uma facilidade maior de aprendizado em homens e mulheres que vivem com nível de estresse controlado. Para um executivo que depende de seus neurônios a cada segundo de seu dia de trabalho, trata-se de uma notícia e tanto. Isso porque o estresse é capaz de estimular a produção das chamadas proteínas regenerativas, que favorecem o surgimento de novas conexões cerebrais.

Segundo consta, pesquisadores alemães da Universidade de Freiburg descobriram que o estresse pode ser também um motivador de novas amizades. O estudo demonstrou que pessoas expostas a situações estressantes tendem a socializar com mais facilidade, compartilhando suas ideias e experiências.

Sem falar nos benefícios ao sistema imunológico (o estresse, em níveis saudáveis, leva o corpo a produzir anticorpos com maior velocidade e mantém o indivíduo em estado de alerta). Entretanto se você ultrapassa essa medida, as funções de seu corpo sofrem. Motivo? A adrenalina se junta ao cortisol, “fabricando” uma mistura tóxica no organismo, capaz de causar lapsos de memória, taquicardia, pressão alta, alergias, tensão muscular, irritação sem motivo aparente, falta de concentração e até… medo.

Ao perceber sinais de que está se aproximando de seu limite, pare o que estiver fazendo – sim, permita-se uma pausa. Afinal, como diria o filósofo William James, “a maior arma contra o estresse é nossa habilidade de escolher um pensamento ao invés de outro”. Portanto, respire ou exercite-se, ouça uma música ou leia o capítulo de um livro que não tenha nada a ver com o que você está fazendo, dê uma “volta” pelas redes sociais (sem compromisso) ou jogue online por 10 minutos. Aposte nisso no ambiente de trabalho, mantenha seu índice de estresse na coleira e você colherá bons resultados.

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Foto: Erik van Leeuwen/Wikipedia

Os especialistas são unânimes: momentos de hiperatividade devem ser sempre curtos, jamais duradouros. Como o jamaicano Usain Bolt costumava demorar menos de 10 segundos (nos 100 metros rasos, sua prova mais forte) para cruzar a linha de chegada e abocanhar a medalha de ouro – de novo e de novo e de novo! -, a teoria parece mesmo fazer sentido.

*Lucas Medola é CFO do PayPal para a América Latina

Como lidar com a síndrome do intestino irritável no ambiente de trabalho

A Síndrome do intestino irritável (SII) é especialmente difícil para as pessoas no ambiente de trabalho, mas existem maneiras de lidar. Mesmo quando está se preparando para ir trabalhar pode ser um momento difícil para pessoas com alguns tipos de SII.

Não é incomum que os portadores da síndrome tenham de quatro a cinco evacuações antes de sair de casa, diz Jeffrey Roberts, presidente e fundador da IBS Self Help and Support Group. O grupo tem 60.000 membros ativos on-line, bem como reuniões presenciais nos EUA, no Canadá e em outros países.

“Temos visto pessoas que pararam de trabalhar porque não conseguem se preparar de manhã, sair e terem aquela sensação desconfortável de ter que lidar com os sintomas”, diz Roberts. Deixar o mundo do trabalho é apenas uma das coisas que as pessoas com a síndrome fazem por causa de sua desordem. Sofrem muitas vezes com faltas ou atrasos ​​não só em relação ao emprego, mas na escola e em outras atividades.

Os custos com os cuidados da SII 

O custo direto e indireto da síndrome do intestino irritável nos EUA foi estimado em cerca de US$ 1,5 bilhão por ano. Os números sozinhos são surpreendentes. E os números não podem sequer começar a quantificar o custo do sofrimento humano e os danos aos relacionamentos.

Dê-se tempo para se preparar 

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Foto: JanFidler/Morguefile

Para reduzir sua própria perda econômica em potencial, Roberts sugere que a pessoa tenha tempo para se preparar para o trabalho. Ele próprio tem SII e se dá pelo menos duas horas para se aprontar de manhã. Uma vez no trabalho, ele faz o melhor que pode para lidar com os sintomas.

“Eu enfrento as adversidades”, diz Roberts. “Minha síndrome é bastante severa. Eu me trato com alguns medicamentos, mas também lido com o problema, percebendo que vou ter alguns momentos ruins e também vou ter os bons.”

Diga a alguém no trabalho que você tem SII

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Pexels

Algo que pode ajudar é você falar com um colega de trabalho confiável ou simpático ou com o chefe sobre a síndrome. “A maioria das pessoas apoia muito”, diz Lynn Jacks, fundadora de um grupo de apoio do SII na Summit, New Jersey. Ela sugere ser honesta com seu supervisor. Deixe ele saber que você tem SII sem dar muitos detalhes pessoais. Isso pode significar explicar a SII e seus sintomas.

“Também é importante informar ao seu gerente que, embora nem sempre tenha controle sobre os sintomas da SII, você é um trabalhador dedicado e lidará com a situação de acordo”, diz Roberts. Deixe-o saber que os sintomas podem forçá-lo a sair de uma reunião ou ir ao banheiro com frequência, mas que você será capaz de fazer o seu trabalho depois que a dor e o desconforto diminuírem.

Se o seu supervisor não for simpático, você pode pedir ao seu médico que escreva uma nota explicando que a SII é uma doença real e que certos sintomas podem ocorrer.

Considere um tratamento para prevenir a SII

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Uma vez que os sintomas da SII aumentam no trabalho, pouco pode ser feito a não ser suportar o desconforto e a dor. Respiração profunda e a caminhada podem ajudar durante episódios de dor.

Mas especialistas dizem que a melhor maneira de lidar com a doença no trabalho é tentar evitar os sintomas. Seu médico pode prescrever medicamentos para preveni-los. Algumas drogas podem levar algumas semanas para ter efeito total.

Lynn sugere exercícios regulares. “Exercitar-se frequentemente libera a tensão”, diz. Além disso, ela observa que a atividade física pode ajudar a tonificar os músculos do intestino.

Já Roberts recomenda a terapia comportamental, que pode incluir hipnoterapia, psicoterapia e técnicas de relaxamento. Outras estratégias que podem ajudar a prevenir os surtos de sintomas da SII no trabalho incluem:

=Mudanças na sua dieta

=Gerenciamento de estresse

=Acupuntura e outras terapias alternativas

Converse com um médico sobre quais estratégias de prevenção e tratamento da síndrome podem funcionar melhor para você.

Referência médica WebMD revisada por Jennifer Robinson, MD

Entrevista de emprego: como sair de situações complicadas com elegância

É muito comum ouvirmos especialistas indicando como um candidato deve se comportar na hora de uma entrevista de emprego. Geralmente são as mesmas recomendações: ir vestido de forma adequada à vaga pleiteada, ser educado, risonho, simpático. Para as mulheres, sempre falam para não exagerar na maquiagem e não extrapolar no uso do perfume, o que vale também para os homens.

Mas e como sair daquelas perguntas muito comuns sem cair no clichê ou obviedade? Exemplo? A clássica: qual seu ponto fraco? A maioria das pessoas costuma falar que é ser perfeccionista.

Então, como responder sem queimar a largada, sem cair no óbvio e sem parecer que está provocando o entrevistador? “Poderia falar, de forma elegante, que seria melhor perguntar aos seus amigos, que o conhecem melhor. Outra possibilidade é falar, por exemplo: pontualidade. Inverter os papeis e perguntar: ‘para o posto que vou ocupar, não ser pontual é algo grave?’”, aconselha o executive coach Edson de Moraes, formado pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF – International Coach Federation e sócio do Espaço Meio.

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Porém, é só entrarmos em grupos de profissionais no Facebook para nos depararmos com desabafos de pessoas que passaram por situações constrangedoras. Um exemplo: uma moça que tem a certeza de que não foi contratada por ter dito que tem uma doença psiquiátrica. Nesses casos, vale a pena se abrir?

Moraes aconselha a ser sincero, mas a responder o que for questionado e a não falar voluntariamente. “O que interessa a essa pessoa perguntar sobre isso, se você estiver se medicando, se tratando? Porém, se perguntarem, responda a verdade. Exemplos: ‘Sim, tenho uma doença psiquiátrica, mas eu tomo remédio, faço terapia e estou bem’; ‘Fui contaminado pelo vírus HIV, faço tratamento e isso não me impede de ter uma vida normal’.

O especialista aconselha a não levantar bandeira sobre o problema, mas não omitir. Ou seja, de novo, responda o que for questionado. Porém, ele lança uma questão: “Se fizerem esse tipo de pergunta, sobre saúde, gênero, política, situação financeira e temas afins, acredito que valha a pena você também se questionar se gostaria de trabalhar em uma empresa assim”.

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Dizer não

Outra situação: uma pessoa se candidata a uma vaga, mas o contratante fica sob sigilo. Só na última fase do processo de seleção, após testes e entrevistas, fica sabendo que se trata de uma empresa de tabaco, da indústria bélica, ou é um frigorífico ou confecção que utiliza pele animal. E pelas suas crenças e valores, após a descoberta, precisa dizer que não tem interesse na vaga. Como sair bem dessa situação?

Moraes diz que na cultura ocidental as pessoas vão ao processo de seleção e veem o entrevistador como alguém que está lhe fazendo um favor, não como se essa relação fosse uma troca. No caso acima, é cabível comentar com o recrutador que você não foi informado sobre o ramo de atuação do contratante. O que também pode ser feito é você se adiantar quando o nome da empresa não for dito. Comente as suas restrições. Assim, nenhum dos lados perderá tempo.

“As pessoas não têm coragem de falar não, pois se sentem rejeitadas. Elas sempre esperam por alguma recompensa. Outros pensam que falar não é uma barreira que fechará portas. Porém, é preciso lembrar que se trata de um contrato de trabalho e que ele não será eterno. Assim, voltamos ao que é realmente importante, seus valores e crenças, isso vai determinar tudo”, finaliza Moraes.

Fonte: Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. 

 

Conheça profissões que podem ser aperfeiçoadas enquanto se está no trânsito

O morador de São Paulo perde, em média, 45 dias por ano parado no trânsito, de acordo com uma pesquisa sobre Mobilidade Urbana realizada pelo Ibope em 2016. O paulistano gasta, em média, quatro horas no transporte público diariamente, entre ônibus, metrô e trens da CPTM. Com o auxílio da tecnologia, é possível usar as mais de 20 horas semanais no trânsito para aprender uma nova profissão, por exemplo.

A eduK, startup brasileira especializada em cursos on-line que tem como objetivo de fomentar o empreendedorismo no Brasil, possui cursos que auxiliam no desenvolvimento de habilidades profissionais em diversas áreas, como gastronomia, fotografia, artesanato, beleza e negócios, que podem ser acessados pelo computador ou smartphone.

Atualmente, a maior parte do público da eduK é feminino, tem faixa etária média de 40 anos e reside na região sudeste, que é responsável por 33,6% do empreendedorismo em território nacional, de acordo com a pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM). O levantamento aponta ainda que 42,9% dos empreendedores do país abrem seus negócios por necessidade. Para preparar as pessoas para este cenário inovador de investimentos e negócios aliados àquilo que elas mais amam fazer, listamos abaixo os cursos mais procurados pelos paulistanos e que podem ser assistidos durante essas horas no trânsito:

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Bolos confeitados – com maior número de aprovação por aqueles que assistem às aulas de gastronomia, o curso é ministrado pelo confeiteiro Eduardo Beltrame, tem duração média de oito horas e ensina a preparar massas e recheios, assim como fazer as montagens e as decorações. Em seu conteúdo conta com técnicas e dicas para deixar o bolo perfeito para receber diferentes tipos de coberturas, além do destaque voltado para as diversas metodologias de decoração.

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Tortas doces – mais um curso eduK por Eduardo Beltrame, que é um dos experts mais famosos da startup, com duração média de seis horas, tem o objetivo de ampliar os horizontes de quem já tem habilidades com confeitaria, ensinando a fazer novas tortas por meio de técnicas e combinações exclusivas de ingredientes para criar o seu diferencial utilizando frutas, amêndoas e até sorvetes em recheios artesanais e receitas de renome. São nove tipos de tortas, com sabores nacionais e internacionais. Dentre as receitas ensinadas, estão torta de chocolate com caju, a torta de sorvete de frutas tropicais, a torta mineira de café com queijo, a torta de ricota com limão e a torta Balerine cremosa de dedo-de-moça.

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Doces para festas – ministrado pela cake designer Mika Sakihama, o curso tem duração média de oito horas e ensina a preparar doces para diversos eventos, desde reuniões corporativas às festas infantis. O passo a passo traz também as orientações necessárias com o perfil de cada tipo de evento. Dentre os doces ensinados estão pirulitos enfeitados, popcakes, biscoitos, pães de mel, chocolates, minicupcakes, docinhos, minibolos e donuts.

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Fotografia – o fotógrafo Jaiel Prado conduz o curso, que tem duração média de oito horas e tem foco nas três principais áreas de atuação de fotógrafos, ensaios, eventos e produtos e ensina as técnicas de fotografia aliadas às estratégias de mercado de cada um dos campos.

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Artesanatos com feltro – ministrado pela artesã Débora Radtke, o curso tem duração média de 4 horas e ensina a confeccionar produtos com feltro para decoração infantil com diversas técnicas aplicadas para manter a delicadeza e o acabamento impecável de cada um dos seus produtos finais. O curso ensina desde a estruturação com enchimento manta pack até a aplicação inversa em ponto reto para inicial do nome do bebê.

Informações: eduK

 

Dicas de como usar as tendências de verão nos looks de trabalho

O black’n white do escritório e a formalidade das roupas para trabalhar podem ganhar um ar mais cool e bem verão, com algumas dicas fáceis, e aproveitando as peças já compradas nesta estação.

Quem está trabalhando em pleno verão pode ficar inspirado pelas fotos cheias de cor que circulam pelo Instagram. Mas é possível usar as trends da estação em pleno escritório? Dá, sim! O Paraíso Feminino, primeiro buscador de moda segmentado ao público feminino, apresenta um caminho sem volta para inserir as tendências do verão no look de trabalho. Um estímulo para encarar a rotina diária do escritório com mais estilo.

Cropped wide leg jumpsuit Cityshop na FARFETCH de R$1.710,00 por R$835,00
Cropped wide leg jumpsuit Cityshop na Farfetch 
Brinco de Prata Gota Zircônia Ametista Base Rendada Anzol na LUMAÊ por R$99,00
Brinco de Prata Gota Zircônia Ametista Base Rendada Anzol na Lumaê 

Ultra Violet foi a cor escolhida pela Pantone em 2018, e a produção office pode se beneficiar da energia e criatividade deste tom. “O macacão violeta em alfaiataria é uma peça prática do verão, e se adapta facilmente ao ambiente de trabalho quando usado com acessórios como cinto de couro e bolsa estruturada. Para trazer mais sofisticação, sobreponha um blazer acinturado. As mulheres mais discretas podem usar a cor somente em pontos estratégicos, como lenços ou brincos”, diz a fundadora do site, Rachel Toyama, que também é personal stylist e consultora de imagem.

Saia Transpassada Maxi na AMARO por R$199,90
Saia Transpassada Maxi na Amaro

A famosa saia secretária ou lápis é atualizada na hora quando incorporada com os babados, um dos hits mais fortes dessa estação. Os babados tiram a seriedade da peça, deixando o look com um ar mais leve, como pede o verão. Deve-se ter apenas atenção na escolha da modelagem, por exemplo, e mulheres de quadris largos devem evitar os babados nesta região.

Anabela Amarração Estampada na CARMEN STEFFENS de R$299,90 por R$209,93
Anabela Amarração Estampada na Carmen Sreffens 

As estampas tropicais podem e devem ser levadas para o look de trabalho. Em ambientes que exigem muita formalidade, as peças estampadas devem ser combinadas com outras de cores neutras. “Mas, se o seu job permite, a dica é fazer uma combinação das estampas de verão com estampas clássicas, como listras, poás ou xadrez”, finaliza Rachel.

Blusa Decote Ombro a Ombro e Amarração Listrada na POSTHAUS de R$119,99 por R$79,99
Blusa Decote Ombro a Ombro e Amarração Listrada na Posthaus 
Blusa Crepe Babado Laura na AMISSIMA por R$109,95
Blusa Crepe Babado Laura na Amissima 
Calça Pantacourt de Sarja com Faixa na AMARO de R$169,90 por R$139,90
Calça Pantacourt de Sarja com Faixa na Amaro 

O Paraíso Feminino reúne e melhor da moda a um clique de distância, são 300 lojas virtuais, mais 450 mil produtos e 5 mil marcas em um mesmo lugar. O Paraíso Feminino não realiza venda de nenhum produto, mas faz a interligação entre as consumidoras e as lojas virtuais além de disponibilizar um caderno com todas as dicas e tendências fashion.

Fonte: Paraíso Feminino

 

Consultora dá dicas de maquiagem para o trabalho

O ano de 2018 está no início e novas oportunidades se vislumbram em todos os âmbitos, inclusive no ambiente corporativo. Para começar o novo período com o pé direito, que tal aprender alguns truques de maquiagem para evitar exageros?

Segundo pesquisa da consultoria Robert Half, com 1.775 diretores de Recursos Humanos de 19 países, sendo 100 brasileiros, 22% dos participantes no Brasil disseram que uma boa aparência influencia bastante, enquanto para 45% influencia significativamente e para 41% influencia pelo menos um pouco.

Diante desses dados, a consultora de maquiagem Vanessa Fernandes afirma que menos é mais na hora se maquiar para trabalhar. Veja as dicas a seguir:

Evite erros

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O olho muito preto não é indicado no ambiente de trabalho, pois ao longo do dia há a tendência de a maquiagem escorrer, o que remete à aparência de cansaço. Evite carregar no contorno do rosto em excesso e sombras muito brilhosas. Se você é adepta do olho delineado gatinho, não exagere no tamanho do risco. E não esqueça: sempre que se maquiar correndo, dê uma conferida no espelho, para evitar marcas de bases e rímel craquelado.

Medo de exagerar

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Segundo a consultora, é comum muitas mulheres irem ao trabalho de cara lavada, justamente por medo de acentuar demais a make. Mas na medida certa não há porque temer, pois a maquiagem usada com parcimônia levanta qualquer look e passa a impressão de pele saudável.

Como preparar a pele

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Ao preparar a pele para o trabalho, evite as bases, que são muito espessas para o dia. Aposte em produtos como BB cream e CC cream, que têm uma textura leve e já vêm com fator de proteção em sua fórmula. Mesmo de dia, aproveite para se beneficiar das vantagens do pó (use com pincel e tire o excesso antes de usá-lo). O produto vai ajudar a tirar o brilho e deixar um efeito mate na pele.

Noite de sono maldormida

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Ao passar uma noite maldormida, no dia seguinte aposte em correção da pele apenas com o corretivo, que vai amenizar as olheiras. Não use lápis preto para não pesar; use curvex antes e passe rímel apenas na parte de cima, deixando o olhar bem vívido. Use um pouco de iluminador no canto interno dos olhos, que deixa o look mais aberto.

Olhos

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Uma forma de não deixar over é adotar nos olhos um lápis marrom ou nude na linha d’água, que dá mais leveza do que o produto preto. Outra ótima alternativa é adotar um look esfumado discreto, que dá um ar de elegância.

Peles maduras

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A pele madura exige mais hidratação, uma boa dica é misturar hidratante com a base; evite carregar muito nos olhos, aposte em looks esfumados. Outra alternativa é usar primer com efeito de peeling, que dá uma leve esticadinha no rosto.

Blush e batom

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Os blushes dão um de saúde no rosto, porém não exagere. Os que puxam para os tons de pêssego e rosados são bastante indicados. Em peles morenas e negras, as melhores nuances são bronzes e avermelhados. Nos lábios, o bom senso é a palavra-chave, pois algumas empresas preferem cores mais discretas, como nudes ou rosados. Por serem mais clássicos, os vermelho e vinho são ótimas opções em ambientes corporativos mais descontraídos.

Fonte: Vanessa Fernandes é maquiadora profissional e expert na arte da beleza há três anos, prestando consultoria e cursos para mulheres no ambiente corporativo

 

Como encontrar os melhores profissionais para as festas de fim de ano

CEO do GetNinjas lista dicas para contratar prestadores de serviços qualificados

As festas de final de ano estão chegando, e com a correria do dia a dia contar com o auxílio de bons profissionais de serviço otimiza o tempo e ajuda a ter sucesso na hora de receber familiares e amigos. Usar a internet para fazer essa contratação tem sido uma estratégia cada mais vez mais utilizada.

Os consumidores brasileiros estão mais confiantes em comprar pela rede. Segundo pesquisa da Conversion, cerca de 78% dos consumidores online consideram seguro comprar pela internet. Pensando nisso, Eduardo L’Hotellier, CEO do GetNinjas, plataforma de contratação de serviços, separou algumas dicas para fazer esse mapeamento e não precisar contar com a sorte. Confira:

Use a internet

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A indicação ainda é um modo muito utilizado para quem quer contratar um prestador de serviço, mas muitos cobram valores muito altos e já estão com a agenda lotada no final do ano. Por isso, a internet se torna, cada vez mais, uma ótima opção para encontrar esses profissionais.

Plataformas consolidadas

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Existem diversos sites e aplicativos que já possuem a confiança do mercado. No GetNinjas, por exemplo, há mais de 200 tipos de serviços disponíveis, realizados por profissionais que são diariamente avaliados pelos clientes.

Observe o perfil
Verifique se o prestador possui uma foto profissional no perfil, a descrição do serviço e, principalmente, as avaliações feitas por clientes anteriores e a geral – classificada por estrelas. “Um profissional pode ter mais de 50 avaliações, mas nem todas são positivas, por isso é importante ler com atenção”, explica Eduardo.

Converse com o prestador de serviço

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É importante alinhar todas as expectativas. O que o cliente espera do profissional, quantas horas e qual o tipo de serviço? É preciso ter certeza de que o prestador e o cliente estão em sinergia sobre o que será feito no dia do evento. Se precisar de nota fiscal, verifique se o profissional possui CNPJ ou MEI.

Peça referências
Se ainda estiver em dúvida, peça referências ao profissional ou a alguém que já tenha tido alguma experiência com ele.

Não deixe para última hora

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Começar a fazer essa busca duas semanas antes da festa é o ideal para dar tempo de analisar todas as questão. Porém, caso não consiga, procure contratar o profissional melhor avaliado dentro do aplicativo.

Informações: GetNinjas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O 13º salário e as suas finanças: como não ficar no vermelho, por Edson Moraes*

Em geral, a chegada do final do ano traz angústia e preocupação aos empresários e alívio aos assalariados. De um lado, as despesas com o pagamento de décimo terceiro, férias – pior se forem coletivas –, e a perspectiva de redução nas vendas nos primeiros meses do ano seguinte preocupam os primeiros assim como a receita extra agrada aos segundos.

Em ambos os casos, a solução está no planejamento financeiro. No caso das empresas, a criação de uma provisão efetiva ao longo do ano, além daquela efetuada na contabilidade, garante que o fluxo de caixa não seja afetado com as despesas adicionais do final do exercício fiscal, resolvendo qualquer desequilíbrio.

Uma consultoria especializada pode ajudar a equalizar esta questão e resolver o problema da gestão financeira, principalmente em empresas com produtos ou serviços que sofrem com a sazonalidade, em que as despesas certamente seguirão implacáveis e ocorrerão todos os meses, mas as receitas, nem sempre.

No caso dos assalariados, receber o décimo terceiro salário e as férias pode se tornar um evento com sentimentos ambivalentes no tempo. Inicialmente, um alívio, tanto para aqueles que têm dívidas acumuladas e podem usar a receita extra para quitá-las, quanto para os que não as têm, casos raros atualmente. Num segundo momento, pode ser uma angústia.

Explico: o risco está em utilizar inadequadamente a renda adicional e perceber, durante o período de festas ou de férias, que há mais dias que dinheiro até o próximo crédito. Ao receber salário, décimo terceiro e férias em dezembro, o pagamento do mês seguinte só virá em meados de fevereiro, quase 60 dias após ter recebido o líquido de férias. Aquela sensação boa de ter recebido “muito dinheiro de uma vez” será substituída pela angústia de perceber que o tempo é mais longo que as necessidades. Muitas vezes, é nesse momento que novas dívidas se iniciam, com a resolução ocorrendo somente no final do ano, repetindo-se o ciclo aparentemente infindável de angústia e juros.

O segredo, qualquer que seja a situação, é pensar em um prazo mais longo. Comece identificando todas as despesas que terá até que o próximo crédito de salário ocorra e reserve o valor necessário para quitá-las. A partir daí, pense em como gastar o que sobrar, caso sobre. Se ainda faltar, procure divertir-se em casa, com amigos próximos e em programas alternativos ou gratuitos. Use a criatividade. Geralmente é mais barato.

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Pensando um pouco mais longe, para se ter muito dinheiro no bolso e saúde prá dar e vender no ano que vai nascer, procure se organizar a partir de agora. Conheça, estime e acompanhe periodicamente suas receitas e despesas. Isto é essencial para qualquer planejamento, seja para a gestão financeira do dia a dia ou para atingir objetivos de médio ou longo prazo, como sair em viagem, permitir que algum filho ou filha, ou você mesmo, curse uma boa universidade, no Brasil ou no exterior, ou comprar um imóvel.

Deixar que receitas e, principalmente, despesas sigam sem acompanhamento e controle faz com que a perspectiva de um futuro financeiro fique à mercê da sorte. Conhecer e gerir sua vida financeira certamente permitirá ajustes ao longo do período e garantirá a geração de reserva para atingir seus planos.

Aliás, o planejamento financeiro só faz sentido se houver objetivos a se buscar. Trace metas que sejam significativas e as transforme em números para que os seus resultados sejam possíveis de mensuração e acompanhamento. Uma vez que dinheiro é um meio e não um fim, se não tivermos objetivos, para que teremos uma poupança? Será que a ausência de desejos realizáveis faz com que se poupe tão pouco neste país?

*Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI (Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Formado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/SP. É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos.

 

Novos tempos exigem novas respostas, por Marcelo Pimenta*

O mundo vem mudando cada vez mais rápido de forma acelerada. Novos modelos de negócios se impõem àquilo que antes era certeza. E 2017 foi o ano que a Netflix superou em faturamento todas as empresas de TV a cabo nos Estados Unidos.

Foi também nesse ano que a IBM investiu pesado no Watson, plataforma de inteligência artificial que mais do que faturava toda a divisão de computadores. E veja que a inteligência artificial está em redes como a Wise Up, Ragazzo,

Burguer King, Starbucks abrem novas lojas no Brasil, enquanto os velhos comércios padecem. Você está trabalhando para reinventar seu negócio? Esta validando uma maneira única de atender um segmento específico de cliente?

Cuidado, se você não esta fazendo algo realmente diferenciado, corre o risco de ser superado por um novo modelo de negócio (como o Uber fez com os táxis) ou, pior, ver o seu negócio evaporar como aconteceu com as fábricas de telex, as locadoras de vídeo, as lojas multimarcas de roupas (caso você não saiba, elas estão desaparecendo).

Se você está esperando um sinal, esse pode ser um. E se você é daquelas pessoas que esperam um motivo para mudar, aproveite para fazer em 2018 um planejamento criativo, diferente. Esqueça o computador. Reúna as pessoas para ficarem em volta de uma mesa ou em volta de um canvas de modelo de negócio.

empreendedor peq

Como podem inovar nos negócios? Fazer mais sendo produtivo? Mais lucrativo? Fazer diferente? Chame os responsáveis, todos os gerentes e supervisores, e os reúna em um ambiente agradável. Junte mesas, cadeiras, post-its e utilize as ferramentas visuais para melhor planejar.

Quer avaliar o cenário? Construa uma matriz SWOT. Quer comparar (e permitir-se pensar em inovar) nos atributos do seu produto e serviço? Faça uma matriz de valor no modelo do oceano azul. Quer oferecer algo diferente? Utilize o canvas do modelo de negócio para inovar.

Quer construir uma experiência extraordinária para seu cliente? Construa a jornada do consumidor e melhore os momentos de verdade dele. Quer pensar formas criativas de cortar custos? Gere ideias malucas com o Scamper.

Existe quase uma centena de ferramentas que vem sendo utilizadas pelos melhores empresários para construir de forma colaborativa, estratégica e vencedora.

Você pode conhecer algumas e acessar referências importantes gratuitamente em publicações como Ferramentas Visuais para Estrategistas, disponível aqui. Ou o toolkit de ferramentas da MJV, disponível aqui e também o kit de Ferramentas da THNK, traduzido recentemente pela Polifonia e disponível aqui.

Na Bíblia está escrito: quem pariu Mateus que o embale. De que forma podemos aproveitar esse ensinamento hoje? Você quer uma meta atingível? Faça com que os gerentes se comprometam com os objetivos. Algo como quem pariu a meta que a alcance. E um ótimo planejamento criativo para 2018.

*Marcelo Pimenta. É liderança do ecossistema de inovação e empreendedorismo, palestrante e professor da ESPM e co-fundador dos Protagonistas.