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Consultora dá dicas de maquiagem para o trabalho

O ano de 2018 está no início e novas oportunidades se vislumbram em todos os âmbitos, inclusive no ambiente corporativo. Para começar o novo período com o pé direito, que tal aprender alguns truques de maquiagem para evitar exageros?

Segundo pesquisa da consultoria Robert Half, com 1.775 diretores de Recursos Humanos de 19 países, sendo 100 brasileiros, 22% dos participantes no Brasil disseram que uma boa aparência influencia bastante, enquanto para 45% influencia significativamente e para 41% influencia pelo menos um pouco.

Diante desses dados, a consultora de maquiagem Vanessa Fernandes afirma que menos é mais na hora se maquiar para trabalhar. Veja as dicas a seguir:

Evite erros

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O olho muito preto não é indicado no ambiente de trabalho, pois ao longo do dia há a tendência de a maquiagem escorrer, o que remete à aparência de cansaço. Evite carregar no contorno do rosto em excesso e sombras muito brilhosas. Se você é adepta do olho delineado gatinho, não exagere no tamanho do risco. E não esqueça: sempre que se maquiar correndo, dê uma conferida no espelho, para evitar marcas de bases e rímel craquelado.

Medo de exagerar

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Segundo a consultora, é comum muitas mulheres irem ao trabalho de cara lavada, justamente por medo de acentuar demais a make. Mas na medida certa não há porque temer, pois a maquiagem usada com parcimônia levanta qualquer look e passa a impressão de pele saudável.

Como preparar a pele

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Ao preparar a pele para o trabalho, evite as bases, que são muito espessas para o dia. Aposte em produtos como BB cream e CC cream, que têm uma textura leve e já vêm com fator de proteção em sua fórmula. Mesmo de dia, aproveite para se beneficiar das vantagens do pó (use com pincel e tire o excesso antes de usá-lo). O produto vai ajudar a tirar o brilho e deixar um efeito mate na pele.

Noite de sono maldormida

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Ao passar uma noite maldormida, no dia seguinte aposte em correção da pele apenas com o corretivo, que vai amenizar as olheiras. Não use lápis preto para não pesar; use curvex antes e passe rímel apenas na parte de cima, deixando o olhar bem vívido. Use um pouco de iluminador no canto interno dos olhos, que deixa o look mais aberto.

Olhos

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Uma forma de não deixar over é adotar nos olhos um lápis marrom ou nude na linha d’água, que dá mais leveza do que o produto preto. Outra ótima alternativa é adotar um look esfumado discreto, que dá um ar de elegância.

Peles maduras

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A pele madura exige mais hidratação, uma boa dica é misturar hidratante com a base; evite carregar muito nos olhos, aposte em looks esfumados. Outra alternativa é usar primer com efeito de peeling, que dá uma leve esticadinha no rosto.

Blush e batom

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Os blushes dão um de saúde no rosto, porém não exagere. Os que puxam para os tons de pêssego e rosados são bastante indicados. Em peles morenas e negras, as melhores nuances são bronzes e avermelhados. Nos lábios, o bom senso é a palavra-chave, pois algumas empresas preferem cores mais discretas, como nudes ou rosados. Por serem mais clássicos, os vermelho e vinho são ótimas opções em ambientes corporativos mais descontraídos.

Fonte: Vanessa Fernandes é maquiadora profissional e expert na arte da beleza há três anos, prestando consultoria e cursos para mulheres no ambiente corporativo

 

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Como encontrar os melhores profissionais para as festas de fim de ano

CEO do GetNinjas lista dicas para contratar prestadores de serviços qualificados

As festas de final de ano estão chegando, e com a correria do dia a dia contar com o auxílio de bons profissionais de serviço otimiza o tempo e ajuda a ter sucesso na hora de receber familiares e amigos. Usar a internet para fazer essa contratação tem sido uma estratégia cada mais vez mais utilizada.

Os consumidores brasileiros estão mais confiantes em comprar pela rede. Segundo pesquisa da Conversion, cerca de 78% dos consumidores online consideram seguro comprar pela internet. Pensando nisso, Eduardo L’Hotellier, CEO do GetNinjas, plataforma de contratação de serviços, separou algumas dicas para fazer esse mapeamento e não precisar contar com a sorte. Confira:

Use a internet

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A indicação ainda é um modo muito utilizado para quem quer contratar um prestador de serviço, mas muitos cobram valores muito altos e já estão com a agenda lotada no final do ano. Por isso, a internet se torna, cada vez mais, uma ótima opção para encontrar esses profissionais.

Plataformas consolidadas

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Existem diversos sites e aplicativos que já possuem a confiança do mercado. No GetNinjas, por exemplo, há mais de 200 tipos de serviços disponíveis, realizados por profissionais que são diariamente avaliados pelos clientes.

Observe o perfil
Verifique se o prestador possui uma foto profissional no perfil, a descrição do serviço e, principalmente, as avaliações feitas por clientes anteriores e a geral – classificada por estrelas. “Um profissional pode ter mais de 50 avaliações, mas nem todas são positivas, por isso é importante ler com atenção”, explica Eduardo.

Converse com o prestador de serviço

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É importante alinhar todas as expectativas. O que o cliente espera do profissional, quantas horas e qual o tipo de serviço? É preciso ter certeza de que o prestador e o cliente estão em sinergia sobre o que será feito no dia do evento. Se precisar de nota fiscal, verifique se o profissional possui CNPJ ou MEI.

Peça referências
Se ainda estiver em dúvida, peça referências ao profissional ou a alguém que já tenha tido alguma experiência com ele.

Não deixe para última hora

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Começar a fazer essa busca duas semanas antes da festa é o ideal para dar tempo de analisar todas as questão. Porém, caso não consiga, procure contratar o profissional melhor avaliado dentro do aplicativo.

Informações: GetNinjas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O 13º salário e as suas finanças: como não ficar no vermelho, por Edson Moraes*

Em geral, a chegada do final do ano traz angústia e preocupação aos empresários e alívio aos assalariados. De um lado, as despesas com o pagamento de décimo terceiro, férias – pior se forem coletivas –, e a perspectiva de redução nas vendas nos primeiros meses do ano seguinte preocupam os primeiros assim como a receita extra agrada aos segundos.

Em ambos os casos, a solução está no planejamento financeiro. No caso das empresas, a criação de uma provisão efetiva ao longo do ano, além daquela efetuada na contabilidade, garante que o fluxo de caixa não seja afetado com as despesas adicionais do final do exercício fiscal, resolvendo qualquer desequilíbrio.

Uma consultoria especializada pode ajudar a equalizar esta questão e resolver o problema da gestão financeira, principalmente em empresas com produtos ou serviços que sofrem com a sazonalidade, em que as despesas certamente seguirão implacáveis e ocorrerão todos os meses, mas as receitas, nem sempre.

No caso dos assalariados, receber o décimo terceiro salário e as férias pode se tornar um evento com sentimentos ambivalentes no tempo. Inicialmente, um alívio, tanto para aqueles que têm dívidas acumuladas e podem usar a receita extra para quitá-las, quanto para os que não as têm, casos raros atualmente. Num segundo momento, pode ser uma angústia.

Explico: o risco está em utilizar inadequadamente a renda adicional e perceber, durante o período de festas ou de férias, que há mais dias que dinheiro até o próximo crédito. Ao receber salário, décimo terceiro e férias em dezembro, o pagamento do mês seguinte só virá em meados de fevereiro, quase 60 dias após ter recebido o líquido de férias. Aquela sensação boa de ter recebido “muito dinheiro de uma vez” será substituída pela angústia de perceber que o tempo é mais longo que as necessidades. Muitas vezes, é nesse momento que novas dívidas se iniciam, com a resolução ocorrendo somente no final do ano, repetindo-se o ciclo aparentemente infindável de angústia e juros.

O segredo, qualquer que seja a situação, é pensar em um prazo mais longo. Comece identificando todas as despesas que terá até que o próximo crédito de salário ocorra e reserve o valor necessário para quitá-las. A partir daí, pense em como gastar o que sobrar, caso sobre. Se ainda faltar, procure divertir-se em casa, com amigos próximos e em programas alternativos ou gratuitos. Use a criatividade. Geralmente é mais barato.

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Pensando um pouco mais longe, para se ter muito dinheiro no bolso e saúde prá dar e vender no ano que vai nascer, procure se organizar a partir de agora. Conheça, estime e acompanhe periodicamente suas receitas e despesas. Isto é essencial para qualquer planejamento, seja para a gestão financeira do dia a dia ou para atingir objetivos de médio ou longo prazo, como sair em viagem, permitir que algum filho ou filha, ou você mesmo, curse uma boa universidade, no Brasil ou no exterior, ou comprar um imóvel.

Deixar que receitas e, principalmente, despesas sigam sem acompanhamento e controle faz com que a perspectiva de um futuro financeiro fique à mercê da sorte. Conhecer e gerir sua vida financeira certamente permitirá ajustes ao longo do período e garantirá a geração de reserva para atingir seus planos.

Aliás, o planejamento financeiro só faz sentido se houver objetivos a se buscar. Trace metas que sejam significativas e as transforme em números para que os seus resultados sejam possíveis de mensuração e acompanhamento. Uma vez que dinheiro é um meio e não um fim, se não tivermos objetivos, para que teremos uma poupança? Será que a ausência de desejos realizáveis faz com que se poupe tão pouco neste país?

*Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI (Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Formado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/SP. É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos.

 

Novos tempos exigem novas respostas, por Marcelo Pimenta*

O mundo vem mudando cada vez mais rápido de forma acelerada. Novos modelos de negócios se impõem àquilo que antes era certeza. E 2017 foi o ano que a Netflix superou em faturamento todas as empresas de TV a cabo nos Estados Unidos.

Foi também nesse ano que a IBM investiu pesado no Watson, plataforma de inteligência artificial que mais do que faturava toda a divisão de computadores. E veja que a inteligência artificial está em redes como a Wise Up, Ragazzo,

Burguer King, Starbucks abrem novas lojas no Brasil, enquanto os velhos comércios padecem. Você está trabalhando para reinventar seu negócio? Esta validando uma maneira única de atender um segmento específico de cliente?

Cuidado, se você não esta fazendo algo realmente diferenciado, corre o risco de ser superado por um novo modelo de negócio (como o Uber fez com os táxis) ou, pior, ver o seu negócio evaporar como aconteceu com as fábricas de telex, as locadoras de vídeo, as lojas multimarcas de roupas (caso você não saiba, elas estão desaparecendo).

Se você está esperando um sinal, esse pode ser um. E se você é daquelas pessoas que esperam um motivo para mudar, aproveite para fazer em 2018 um planejamento criativo, diferente. Esqueça o computador. Reúna as pessoas para ficarem em volta de uma mesa ou em volta de um canvas de modelo de negócio.

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Como podem inovar nos negócios? Fazer mais sendo produtivo? Mais lucrativo? Fazer diferente? Chame os responsáveis, todos os gerentes e supervisores, e os reúna em um ambiente agradável. Junte mesas, cadeiras, post-its e utilize as ferramentas visuais para melhor planejar.

Quer avaliar o cenário? Construa uma matriz SWOT. Quer comparar (e permitir-se pensar em inovar) nos atributos do seu produto e serviço? Faça uma matriz de valor no modelo do oceano azul. Quer oferecer algo diferente? Utilize o canvas do modelo de negócio para inovar.

Quer construir uma experiência extraordinária para seu cliente? Construa a jornada do consumidor e melhore os momentos de verdade dele. Quer pensar formas criativas de cortar custos? Gere ideias malucas com o Scamper.

Existe quase uma centena de ferramentas que vem sendo utilizadas pelos melhores empresários para construir de forma colaborativa, estratégica e vencedora.

Você pode conhecer algumas e acessar referências importantes gratuitamente em publicações como Ferramentas Visuais para Estrategistas, disponível aqui. Ou o toolkit de ferramentas da MJV, disponível aqui e também o kit de Ferramentas da THNK, traduzido recentemente pela Polifonia e disponível aqui.

Na Bíblia está escrito: quem pariu Mateus que o embale. De que forma podemos aproveitar esse ensinamento hoje? Você quer uma meta atingível? Faça com que os gerentes se comprometam com os objetivos. Algo como quem pariu a meta que a alcance. E um ótimo planejamento criativo para 2018.

*Marcelo Pimenta. É liderança do ecossistema de inovação e empreendedorismo, palestrante e professor da ESPM e co-fundador dos Protagonistas.

Reforma da Previdência: como a tecnologia também irá afetá-la

Uma das reformas mais aguardadas por todos os setores da sociedade é a da previdência. Por ser um tema que importa a cada um, tanto a empresários quanto a trabalhadores, o assunto está sempre nas rodas de conversa. Porém, muita desinformação tem sido propagada, seja por questões ideológicas ou por puro desconhecimento.

“A discussão sobre a reforma da previdência parte de premissas incompletas e que fazem com que o projeto em tramitação no Congresso, uma vez aprovado, tenha data de validade vencida. O argumento sobre ‘a conta que não fecha’ encontra razões facilmente mapeadas pelo IBGE, que projeta um crescimento até 2030 de 6,9% da população em idade ativa e de 70,6% dos cidadãos acima de 65 anos”, afirma o consultor de estratégia e coach Edson Moraes, do Espaço Meio.

Moraes frisa que outro aspecto delicado do tema é que não há garantia alguma de que pessoas de 50 anos encontrem emprego e contribuam por mais quinze anos. As empresas não declaram, mas sabemos que há preconceito na contratação de pessoas nesta faixa etária. “Contudo, as pessoas a favor ou contra a reforma esquecem-se, inocente ou propositalmente, de um aspecto que tornará os números ainda mais cruéis. A produção industrial e os serviços estão sendo transformados pela automação, pela robótica e pela inteligência artificial, aumentando a produção na mesma intensidade da redução do emprego para as pessoas em idade ativa, afetando todas as faixas etárias”, lembra.

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Para ele, os profissionais do futuro, não tão distante, precisam se preparar para trabalhar ao lado de sistemas, de robôs e de chatbots, não somente em atividades com mão de obra intensiva e rotinas repetitivas, mas em uma ampla gama de atividades ligadas aos serviços, tais como rotinas de advogados, de médicos e de professores. Profissões inimagináveis hoje serão criadas e a relação com o trabalho será transformada.

Além disso, a saída para a previdência deverá passar por uma reforma tributária ampla, na qual a tecnologia que substituirá a mão de obra deverá colaborar na manutenção de pessoas sem empregos. O governo deverá administrar políticas públicas que garantam um programa de renda mínima para a população e o modelo atual de previdência pública deverá ser adaptado a um sistema misto e opcional.

Um dos grandes desafios que Moraes enxerga é como preparar as próximas gerações para o futuro: “A escola precisará educar os jovens em temas como gestão financeira e empreendedorismo. Em um mundo com carência de empregos, a geração de renda poderá ser realizada por outros caminhos além da carteira assinada. As pessoas precisarão aprender a gerir seus recursos de forma independente, em uma atitude madura e responsável, cuidando cada um de sua própria previdência e se desvinculando dessa relação de dependência do governo”.

Fonte: Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos.

 

 

“100 Dias Para Mudar” para quem deseja ativar o melhor potencial de si mesmo

O X.five, marca pertencente ao Grupo Bridge com foco no individuo, lança o livro “100 Dias Para Mudar – e ativar o potencial para liderar a sua vida através do X.Five”, de Magele Valdo, psicóloga que atua desde 2005 no Grupo e, atualmente, responde pela gerência do X.five.

O lançamento acontece nesta sexta-feira, dia 10, às 19 horas, na Livraria da Vila da Alameda Lorena, 1731. O Grupo Bridge, reconhecido por soluções em desenvolvimento humano para empresas e organizações, lançou no último ano o programa X.five,   totalmente voltado para o desenvolvimento do indivíduo, independentemente de sua possível vinculação a alguma empresa.

Com foco no autoconhecimento e autodesenvolvimento, a proposta do livro abrange um ciclo, de 100 dias, que auxilia o indivíduo a se conhecer melhor e a montar um plano de desenvolvimento para se destacar em projetos pessoais e carreiras, baseado em cinco eixos: o físico (nosso corpo), o conhecimento (nossa mente), emocional (nossos sentimentos), o relacional (nossos vínculos) e o transcendental (nossos valores e propósitos).

Magele Valdo revela que a motivação para escrever o livro surgiu da necessidade de registrar o modelo do X.five para quem já o conhecia, como uma forma de se aprofundar no conhecimento. “Ao escrever o livro, fui sendo seduzida por um leitor imaginário que nada sabe sobre o assunto, mas que tem o desejo de entender porque já tentou algumas vezes mudar e não conseguiu. Fui escrevendo os conceitos, os exemplos e as dicas para este leitor”, revela a autora.

Ela conta também que a atual motivação com o obra é impactar as pessoas que querem mudar com um forte desejo de contribuir, mostrando um caminho. Para Magele, a expectativa com relação ao lançamento do livro no mercado é que o público reconheça que o livro é um meio, não um fim.

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“O que está escrito nele pode fazer toda a diferença na vida das pessoas. Cada um precisa fazer a sua parte, desenhar o seu plano e buscar o que precisa para se desenvolver. O livro não é uma teoria de autoajuda, ele é uma bússola. Sem a determinação do explorador, a bússola não leva a lugar nenhum”, completa a escritora.

Segundo a autora, o livro é voltado para todos os que querem se desenvolver e alcançar um novo patamar em suas vidas, seja com foco no papel profissional ou em outro papel. Todos os que querem conhecer um novo caminho para conquistar as mudanças que desejam. Todos os que querem liderar a própria vida.

Perfil da autora

Magele Valdo é formada em Psicologia e pós-graduada em Psicologia do Desenvolvimento e em Psicodrama com especialização em Sócio Psicodrama e Ciências Comportamentais. Possui experiência de 12 anos em orientação de carreira e psicologia organizacional. No Grupo Bridge, ela é gestora do X.five (frente voltada ao desenvolvimento individual), especialista em inovação e líder da Incubadora. Responsável pelo desenvolvimento de novos negócios inovadores e escalonáveis. É reconhecida pelos colegas por seu perfil iconoclasta, aquela com habilidade de romper paradigmas, criar e fazer diferente sempre, e por sua capacidade de aprofundar e dar consistência conceitual às ciências do desenvolvimento humano.

O livro está disponível para comercialização no site (clique aqui) e custa R$ 37,90.

 

 

Espaço Meio realiza workshop “(Re)Começar aos 50”

Objetivo é trabalhar, com pessoas dessa faixa etária, as dimensões que influenciam na elaboração de seus planos para o futuro

Algumas fases da vida costumam chegar trazendo muitos questionamentos, anseios, receios e expectativas. E os 50 anos talvez sejam aqueles que chegam trazendo mais dúvidas. A pessoa se questiona se ainda terá tempo de fazer o que gostaria, se fez as opções certas quando mais jovem, se está muito velha para isso ou nova para aquilo. Fica na dúvida se ainda é interessante para o mercado de trabalho, se deveria investir em uma outra carreira ou se vale a pena se tornar empreendedor nesta fase da vida.

Diante de tantas dúvidas tão comuns, o espaço meio resolveu organizar um workshop sobre a “virada dos 50”. O objetivo é trabalhar, com um grupo limitado de pessoas desta faixa etária, as dimensões que influenciam na elaboração de seus planos para o futuro.

“Dizem que idade é uma questão de opinião, pois pode mudar de acordo com o ponto de vista e o momento da vida de cada pessoa. Há bem pouco tempo, completar 50 anos significava iniciar a velhice. Hoje, pode ser uma data de transformações desejadas, planejadas e muito bem vividas. Passou a ser comum chegar aos 50 com uma grande disposição para realizar aquela aventura adiada há tempos, cursar outra faculdade, desenvolver um negócio, iniciar uma nova carreira, um novo romance e até ter filhos”, afirma um dos sócios do espaço meio, Edson Moraes.

“Para isto, é preciso se conhecer e reconhecer. Como estão meu corpo, minha mente, meus sentimentos, meus desejos e minha carreira? De onde parto e para onde irei?”, completa a também sócia Miriam Elias.

Para tentar jogar um pouco de luz sobre essas questões, que costumam surgir e tirar o sono de muita gente, as palestras abordarão não apenas o tema trabalho, mas também corpo, mente e sentimentos.

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Confira a programação:

9:00 às 9:30 Welcome Coffee
Abertura – Objetivos do workshop

9:30 às 11:00 Corpo
O corpo, seus mistérios e transformações
Dr. Ling Tung Yang – Médico Cirurgião Geral e Acupunturista

11:00 às 12:30 Mente
A meditação como um caminho para o autoconhecimento
Khalis Chacel – Biólogo Molecular e especialista em Técnicas de Regressão e Renascimento

12:30 às 14:00 Almoço

14:00 às 15:30 Sentimento
Como está minha vida afetiva, espiritual, sexual, comunitária?
“Olhar para fora e complementar o seu todo”
Gisela Turchetti – Executiva de Marketing e Psicanalista

15:30 às 16:45 Carreira
Transformações na carreira e novas oportunidades no trabalho
Edson S. Moraes – Consultor de Estratégia e Coach Executivo

16:45 às 18:00 O Mapa da Vida
Wrap-up & Avaliação
Miriam Elias – Mentora especializada em Serviços Odontológicos e Neurocoach

Data / Horário: sábado, 21 de outubro de 2017 – das 9h00 às 18h00
Local: Turma do Bem – Rua Sousa Ramos, 311 – Vila Mariana / SP
Investimento: R$ 350,00 (café da manhã e almoço inclusos)
Inscrições / Informações: Angela Rinaldi (11) 99993-2290 – contato@espacomeio.com.br
Organização: espaço meio 

 

Saiba ler o futuro que alguns estão escrevendo agora*

As principais consultorias globais do mercado produzem, periodicamente, relatórios nos quais profetizam o futuro. São técnicos, analistas, acadêmicos e futuristas que se debruçam sobre os principais assuntos em discussão no mundo, as pesquisas em curso nas universidades e as necessidades da sociedade e, a partir dessas discussões, mapeiam as grandes tendências globais em diversos mercados e segmentos, arriscando seus palpites sobre o futuro no médio prazo. Dez anos, em média.

Em geral, esses relatórios acertam os seus prognósticos, reforçando o “dilema de Tostines”, no qual “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais”?

No caso das previsões das consultorias, a correlação existente entre causa e efeito é muito forte, uma vez que é difícil saber ao certo o que é fato gerador e o que é consequência. Afinal, o futuro se concretiza porque houve uma previsão acertada realizada por visionários ou ele ocorreu por conta dos trabalhos de consultoria que recomendaram que se seguisse aquilo que havia sido previsto e estava descrito nos trabalhos? Nunca saberemos e pouco importa saber, mas é certo que escrever o futuro é sempre mais interessante do que ficar à mercê dos acontecimentos.

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Para os próximos anos, as principais consultorias do mercado preveem, dentre diversas outras apostas, que:

· A automação, a robótica e a inteligência artificial serão intensificadas, permitindo interações simples e inteligentes, resultando em valor em cada conexão executada e facilitando a interação de clientes com marcas na mesma velocidade em que diminuirão a capacidade de empregabilidade das pessoas. Prepare-se para trabalhar ao lado de sistemas, robôs, chatbots e outros equipamentos mimetizados;

· Novos padrões e regras serão desenhados para funcionar em indústrias transformadas de acordo com as demandas da economia digital. O que isso significará, não se sabe. As regras ainda serão escritas;

· As plataformas operacionais das empresas deverão ser substituídas por ecossistemas robustos baseados em trabalho de equipes muitas vezes contratadas e organizadas de acordo com as demandas. Será uma grande transformação no emprego, pois o vínculo de trabalho temporário e por competências se intensificará. Em outras palavras, prepare-se para trabalhar a partir de projetos de curta duração;

· As pessoas deverão ser capacitadas para lidar com os ecossistemas na forma de parcerias. Não fará sentido a visão de cliente e fornecedor. As transformações nas relações internas deverão ser estendidas aos demais participantes externos. Ao ajudar as pessoas a alcançar seus objetivos, todos se ajudarão, mutuamente, a definir um lugar mais nobre na evolução da sociedade. A relação entre pessoas e os resultados, sejam financeiros ou sociais, serão mais expressivos. Portanto, amplie sua conexão com o mundo (literalmente), desenvolva um método de estudo continuado e prepare-se para, mesmo sendo um técnico, conectar-se a pessoas e seus ecossistemas.

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Este panorama permite observar que tanto os profissionais de hoje quanto as gerações que se formarão nos próximos anos e que buscam empreender ou trabalhar no terceiro setor, no governo ou nas corporações, deverão se preparar para desenvolver habilidades de adaptação e aprendizado contínuos, inclusive a capacidade de pensar diferente. Os mais vividos se lembrarão do profeta Raul Seixas, em Metamorfose Ambulante: “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Pois assim será o futuro, um lugar onde a mediocridade significará fazer o básico, pensar o mínimo e estar fora do mercado, qualquer que ele seja. Seja flexível e muito bom naquilo que se propuser a fazer.

Outro aspecto muito delicado será o crescimento da população nas grandes cidades, fato que deverá aumentar a concorrência por trabalho, ampliar o consumo de energia e água, complicar muito a mobilidade, aumentar a falta de segurança e gerar mais crises sociais, principalmente pela redução da classe média, afetada pela escalada da automação e pelo desemprego. O trabalho estará em qualquer lugar do mundo. Prepare-se para trabalhar anywhere e para concorrer com pessoas e máquinas de todas as partes do globo.

Estabelecer propósitos, desenvolver valores, manter-se atualizado, preparar-se para novas formas de pensar e abrir-se para maneiras não convencionais e flexíveis de desenvolvimento profissional serão o caminho para a inclusão e a manutenção da capacidade de trabalho em um futuro (muito) próximo. Trabalhar em algo que faça a diferença talvez faça mais sentido que desenvolver uma carreira.

Espero que este panorama não seja tão complicado como aparenta e que eu possa, no futuro, cantar: “Eu vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes / Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante”.

*Edson Moraes é sócio do Espaço Meio, Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). Formado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/SP. É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos

 

Empreender: uma saída para o desemprego? por Edson Moraes*

Diversas pessoas procuram no coaching uma forma de se organizar, externa e internamente, para encararem o processo de desenvolvimento de um negócio. Empreender é o desejo de uma considerável porção de profissionais que trabalha empregada em empresas. Com o índice de desemprego nas alturas e uma leva de pessoas disponíveis em um mercado com oportunidades reduzidas, muitos aproveitam a contingência, traduzida como oportunidade, para abrir um negócio próprio, seja individualmente ou com alguns sócios, muitas vezes familiares ou amigos que deixaram a mesma empresa e que sentem a mesma dificuldade no processo de recolocação.

Pesquisa realizada pelo Sebrae no final de 2016 e respondida por mais de 6.600 empreendedores, a partir da pergunta “Na sua opinião, atualmente, qual o principal ‘benefício’ para se tornar empresário(a)?”, apurou que os dois principais benefícios citados pelos entrevistados estão associados ao lado financeiro, sendo “manter a renda” (31%) e “ter independência financeira” (26%) as principais respostas escolhidas. Outras opções, como “conciliar trabalho e família” (22%) e “se realizar como empreendedor” (15%) aparecem com menor relevância.

Números como os apresentados acima demonstram que muitas pessoas anteriormente empregadas não empreendem por perceberem alguma demanda do mercado ou por imaginarem ter uma proposta de valor associada a um produto ou serviço, quesitos necessários para se abrir um negócio, mas buscam “comprar seu salário”, principalmente em um momento no qual o emprego está diminuto.

O Sebrae apura que o número de empreendimentos aumenta em momentos de retração da economia, o que evita uma maior estagnação do país. Sem empreendedores de pequeno porte, o número de desocupados seria ainda maior. Mas esquecem de avaliar que esse aumento nem sempre acontece por desejo de empreender, mas pela falta de opções.

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Abrir uma empresa, seja em qualquer setor, requer um plano de negócios detalhado, fruto de muita pesquisa, análise e planejamento, buscando oferecer algo de valor ou atender a uma necessidade percebida do mercado. A jornalista Claudia Giudice, no livro “A Vida Sem Crachá”, aponta como lição aprendida a disposição para trabalhar. Ela diz que “o negócio próprio, pequeno ou grande, prospera quando o seu criador está por perto, investindo seu dinheiro e energia. Foi assim com Steve Jobs, Bill Gates e segue sendo com Mark Zuckerberg, que até hoje pega no pesado, trabalhando para melhorar as funcionalidades do Facebook. Esse é o caminho”. Simples assim.

Um plano de negócios deve contemplar a descrição da oferta dos produtos e serviços, o diferencial estratégico, a análise de mercado e da concorrência, a avaliação da capacidade de delivery, a estratégia de marketing, a avaliação de investimentos e as projeções financeiras. Apesar de Claudia Giudice declarar em seu livro que não elaborou um plano de negócios para os planos que se seguiram à perda do emprego, ela afirma que posteriormente compreendeu que correu muito perigo por não ter se planejado adequadamente. Hoje ela publica um blog e administra uma pousada na Bahia.

Um empreendedor deve possuir características e competências específicas, como atitude positiva, resiliência, habilidades de comunicação, conhecimento do negócio, capacidade de observação do mercado, de seus concorrentes e das necessidades de seus clientes e uma disposição para planejar o futuro de seu negócio, cuidando da avaliação contínua do contexto onde a oferta está inserida, pois a estagnação comprometerá a continuidade do empreendimento.

Como nem todos possuem todas as competências, desenvolvê-las ou delegá-las é parte da maturidade requerida para o desenvolvimento do negócio. Competências não desenvolvidas podem ser trabalhadas no coaching, mas a delegação requer assertividade na escolha de funcionários ou sócios.

Caso haja o desejo de empreender em você, faça contas. Busque investidores e reserve parte de seu capital para a gestão financeira da família, permitindo foco no negócio e não nas contas domésticas a pagar no mês seguinte. Comprometer suas reservas, incluindo o pacote de rescisão e o FGTS, somente aumentará a ansiedade pelo resultado do negócio, algo que pode demorar a acontecer. Como muitos relevam a importância do planejamento, o andamento da empresa corre sérios riscos. E a poupança da família toda investida no negócio vai embora junto com as chances de algum resultado.

Desde o início de julho, microempreendedores individuais podem negociar débitos tributários com o governo federal em até 120 meses. No mês de agosto, por dia, mais de 1.000 microempresários pediram parcelamento de dívidas. Quanto destas dividas não seria evitado por algum planejamento?

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Ao elaborar seu plano de negócio, calcule o investimento e o prazo de retorno, avaliando previamente a viabilidade econômica de sua ideia de negócio e invista tempo e dinheiro em pesquisa. Conhecer o mercado, clientes potenciais, concorrentes e tendências, repito, é fundamental para a estruturação de qualquer negócio. Caso não esteja seguro, guarde seu dinheiro e continue pesquisando. Gostar de pizza não significa que abrir uma pizzaria dará o resultado esperado, mesmo que você se farte de comer o que gosta todos os dias.

*Edson Moraes é sócio do Espaço MeioExecutive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University. Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e Fundação Getúlio Vargas). É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF. Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos

Home office e filhos: dicas para mães que trabalham em casa

Arquiteta explica como enfrentar os desafios do home office para ter maior rendimento e evitar dores físicas de algo inadequado no local

 

O Home Office é considerado a função mais desejada na prática do empreendedorismo. Segundo o IBGE, cerca de 12 milhões de brasileiros incluídos na PEA (População Economicamente Ativa) já trabalham em home office. A principal busca por essa alternativa de trabalho é pela otimização de custos, valorização da qualidade de vida ou mesmo pela flexibilidade de horário com a presença dos filhos. Porém, diante dos inúmeros benefícios de se trabalhar em casa, também surgem os desafios.

De acordo com a arquiteta especialista em ambiente de trabalho Priscilla Bencke, com tantas atividades durante o dia, é importante definir um horário específico para o trabalho. E mesmo com poucas horas, é fundamental que seja um momento 100% focado ao trabalho. “Para se ter um home office eficiente é importante detalhar questões-chave na busca pela produtividade e pelo desenvolvimento desse espaço dentro de casa”, evidencia a especialista.

1 – Privacidade e distrações domésticas: as famosas distrações podem acompanhar constantemente vários cômodos da casa e para evitar essa falta de privacidade Priscilla indica que haja um local mais reservado para trabalhar, de preferência em espaços específicos somente para o trabalho. “Caso não seja possível, opte por integrá-lo com algum outro local, mas com pouca circulação de pessoas”, considera a especialista.

– Adquira apenas uma agenda: a aquisição de várias pode comprometer seus compromissos e horários.

– Desfaça as informalidades: é importante passar uma imagem profissional para que a família compreenda a necessidade maior de privacidade.

mulher trabalho computador home office

2 – Organização: estabeleça um local isolado de incômodos externos como os ruídos e, ao mesmo tempo, exclusivo para a vida profissional. “Essa é uma tarefa fundamental para quem procura desenvolver suas atividades da melhor forma”, afirma Priscilla Bencke.

– Invista em materiais que absorvam o som como tapetes, cortinas e painéis de tecido. “Se for possível combine com a família de ser interrompida somente em casos de emergência”, recomenda Priscilla.

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– Para economizar espaço: adquira prateleiras ou pastas para armazenar documentos e equipamentos que ocupam muito espaço. Além disso, deixe na mesa somente o essencial, organize de forma adequada e evite o mínimo possível de objetos.

– Vestimentas e postura adequada: enxergue o home office da mesma forma como se estivesse em um escritório. Para isso, adote um visual “formal” e invista em uma cadeira ergonômica e saudável.

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– Decore o ambiente: uma das maiores vantagens do home office é a liberdade para personalizar e ambientar, diferentemente do que em escritórios. “Invista em cores, objetos de escritório decorativos, aromatizadores, vegetação e dê preferência para trabalhar próximo à janela”, sugere a arquiteta. Pesquisas indicam que a luz natural contribui para a sensação de bem estar.

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3 – Mantenha contatos: a melhor forma de desenvolver-se no campo profissional é compartilhando ideias.

– Procure por grupos com ideias semelhantes: expor projetos profissionais para outras pessoas da mesma área pode contribuir com ideias mais inovadoras e criativas.

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

– Participe de grupos de coworking: nesses grupos é possível encontrar e debater ideias especialmente pensadas para o trabalho autônomo. Além disso, atribui muito networking (rede de contatos) com pessoas de diversas áreas.

– Acompanhe eventos e palestras: conheça outros profissionais da mesma área e busque a oportunidade de acompanhar conhecimentos enriquecedores.

Fonte: Priscilla Bencke é especialista em projetos para Ambientes de Trabalho, consultora internacional de Qualidade em Escritórios, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e pós-graduada em Arquitetura de Interiores pela UniRitter Laureate International Universities. É responsável pela Bencke Arquitetura e atua nas áreas de consultoria, projeto e execução para empresas que buscam a produtividade através do bem estar e qualidade de vida aos colaboradores. Fundadora do conceito Qualidade Corporativa: Smart Workplaces, sendo a organizadora da agenda de eventos em São Paulo e Porto Alegre sobre a arquitetura e neurociência.