Arquivo da categoria: vacina

Viagem de férias: saiba quais vacinas você deve tomar

As férias chegaram para muitos e, com isso, as pessoas já começam a planejar viagens que podem ser tanto para o litoral ou regiões interioranas do país, quanto para destinos fora das fronteiras brasileiras. Porém, antes de listar os locais que serão visitados, comprar as passagens, fazer as reservas de hotéis e organizar as malas, é também muito importante verificar se a carteira de vacinação está em dia e ainda se informar quanto as vacinas exigidas para a entrada em países estrangeiros.

Essa preocupação com a imunização vacinal para as viagens, se mostra ainda mais necessária quando são observados dados recentes do Conselho Europeu de Assessoria em Saúde de Viagem, que apontam que 40% das pessoas que vão visitar outros locais, chegam a procurar orientação médica somente momentos antes do embarque no avião ou de começar a percorrer a estrada. O documento também mostra que 20% das pessoas só marcam consultas com profissionais da saúde quando falta menos de 14 dias para a viagem, e menos de 10% possuem a carteirinha de vacinação atualizada.

De acordo com a farmacêutica e sócia-administradora da clínica de vacinação Maximune, Manuella Duarte, o mais indicado é que antes de viajar, as pessoas procurem pela orientação médica com mais ou menos um mês de antecedência, para que assim sejam tomadas as doses das vacinas que estão faltando na carteirinha. Essa antecipação é importante, pois, algumas das vacinas levam semanas para gerar a proteção almejada, por isso, as mesmas devem ser tomadas ao menos 15 dias antes da viagem.

“Já para as pessoas que irão viajar ou fazer conexões em países que exijam a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), é recomendado que verifiquem nos sites da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Organização Mundial da Saúde (OMS), quais vacinas são indicadas para a visitação do país de destino”, aconselha.

Exigido em cerca de 135 países, o certificado pode ser emitido e retirado nos Centros de Orientação para Saúde do Viajante da Anvisa, unidades credenciadas do Sistema Único de Saúde (SUS) e em clínicas particulares credenciadas.

“A nossa clínica também oferece a certificação e o acompanhamento quanto as vacinas, mas hoje contamos com uma nova tecnologia que pode amenizar o sofrimento de pessoas com ‘aicmofobia’ ou fobia de agulhas. A inovação se trata de um sistema de injeção sem agulha, que até então não existia em Belo Horizonte. Proporcionando maior segurança, agilidade e menor desconforto ao ato de vacinação, o dispositivo foi desenvolvido para aplicações de vários medicamentos e vacinas de forma intramuscular ou subcutânea. O equipamento, por meio de um jato fino e em alta velocidade, penetra a pele e injeta o medicamento ou vacina no corpo em poucos segundos”, ressalta a farmacêutica.

buzzy.png

Segundo Manuella, a imunização vacinal para a realização de viagens pode evitar a contaminação e disseminação de doenças endêmicas e contagiosas, além de impedir eventuais transtornos, como por exemplo, a não concessão do carimbo do passaporte, que dá direito a entrada de viajantes em várias nações ao redor do mundo.

“Para a prevenção de doenças que não são epidêmicas, mas que apresentam um alto número de casos em determinadas regiões, é aconselhável que além das imunizações obrigatórias, as pessoas também procurem se informar sobre as vacinas que são recomendadas para a prevenção de enfermidades presentes em áreas de risco”, diz.

Atualmente, entre as imunizações mais exigidas para as viagens internacionais está a vacina contra a febre amarela, que é obrigatória para a entrada em países como o Afeganistão, África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bahamas, Bolívia, China, Colômbia, Cuba, Índia, Venezuela, Paraguai e dentre muitas outras nações pertencentes a América do Sul e ao continente africano.

Já no grupo das vacinas que são recomendadas para viagens ao exterior estão as imunizações contra a Hepatite A e Febre Tifoide, que se direcionam a pessoas que irão visitar países asiáticos, africanos e cidades litorâneas. Estas vacinas são indicadas, principalmente, para viagens a locais sem saneamento básico adequado.

A vacina contra a Meningite Meningocócica é necessária para viagens ao interior da África, Índia e áreas do Oriente Médio. Por fim, para quem deseja viajar para alguns países europeus como Itália, Portugal, Romênia e Ucrânia, é importante que se imunizem contra o sarampo.

vacina-portal-brasil
Foto: Portal Brasil

Para quem não vai sair do país, mas quer explorar as belezas do litoral brasileiro, é prudente se imunizar com as vacinas contra a Febre Amarela, Febre Tifoide, Hepatites A e B, Poliomielite, Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite Meningocócica, Sarampo, Caxumba, Rubéola, Varicela e Tuberculose.

Fonte: Maximune

 

Anúncios

Descubra o que é preciso para viajar com seu bichinho de estimação

Saiba que documentos você precisa para não ter problemas na hora de embarcar com seu pet

O transporte de animais de estimação precisa ser bem planejado para evitar problemas na hora de sair de férias. As regras para viagens nacionais são diferentes das internacionais, que ainda podem variar de país para país.

Os pets podem transportar doenças que afetam tanto outros animais quanto seres humanos. Podem, ainda, levar parasitas de uma região a outra, provocando alterações na realidade sanitária local, causando prejuízos à agricultura.

Para as viagens nacionais, a documentação é simples. “Para transportar o animal em território nacional basta o atestado sanitário ou o passaporte para cães e gatos atualizado pelo veterinário do pet e a carteira de vacinação antirrábica.”, afirma o auditor fiscal federal agropecuário Luiz Carlos de Souza.

O atestado sanitário pode ser emitido pelo veterinário do animal, e o passaporte pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As companhias aéreas podem apresentar exigências específicas quanto ao tamanho e material da caixa de transporte do animal. Para saber mais, confira as regras junto à companhia de escolha.

Quando a viagem é para o exterior, existem mais exigências e elas podem variar de país para país, sendo determinadas pelas autoridades de cada local.

cachorro-mala

Os países do Mercosul admitem o trânsito de animais com o Passaporte para Cães e Gatos. O documento, que contém todas as informações do animal, precisa estar devidamente atualizado e legalizado, bem como as vacinas do pet e tratamentos contra parasitas. O Uruguai exige ainda um laudo com resultado negativo para leishmaniose e microchip de identificação. Para saber todos os detalhes para obtenção do passaporte, clique aqui. O documento é válido apenas para cães e gatos.

Para viagens aos países da União Europeia, o tutor precisa implantar o microchip de identificação no pet e, em seguida, vaciná-lo contra raiva. Passados trinta dias da vacinação, deve procurar um veterinário para fazer o exame de sorologia e enviar o material a um dos cinco laboratórios credenciados a fazer esse tipo de exame no Brasil. Eles ficam em São Paulo, Recife e Belo Horizonte. Para conferir a lista de laboratórios credenciados pela União Europeia em todo o mundo, clique aqui.

Três meses após a coleta do sangue para a sorologia, o dono deve procurar um posto do Vigiagro com o laudo, atestado sanitário e carteira de vacinação atualizada para fazer a solicitação do Certificado Veterinário Internacional (CVI). “É importante ficar atento porque nem sempre três meses correspondem, necessariamente, a 90 dias, já que nem todos os meses têm a mesma quantidade de dias, e isso pode causar dificuldades ao tentar entrar em alguns países europeus”, afirma Luiz.

passaporte travelling-with-pets-pet-friendly-holidays

Por exemplo, se a coleta for feita no dia 15 de janeiro, a ida ao posto do Vigiagro deve ocorrer a partir do dia 15 de abril. “Já recebemos reclamações de autoridades europeias por permitir viagens de animais que tinham 90 dias, mas não 3 meses. Ocorreu com Portugal, recentemente, por exemplo” afirma o auditor fiscal federal agropecuário.

O Japão também exige a sorologia para a emissão do CVI. O prazo mínimo exigido pelo país é de 180 dias entre a sorologia e a entrada do animal em território japonês. Além disso, é necessário entrar em contato com as autoridades locais pelo menos 40 dias antes da viagem.

Para o Canadá, basta levar atestado sanitário que comprove bom estado de saúde do animal e os comprovantes de vacinação antirrábica até o posto da Vigilância Agropecuária Internacional para emissão do CVI. É recomendável que, ainda assim, isso seja feito com antecedência de pelo menos uma semana para evitar quaisquer transtornos.

Para os Estado Unidos, o procedimento é ainda mais simples. O CVI pode ser obtido online, não sendo necessário levar os documentos até o posto do Vigiagro. Para obter o CVI para os Estados Unidos, clique aqui.

Cão_veterinário

Para que o animal retorne ao Brasil, é necessário um CVI emitido pelo país de procedência ou o passaporte para cães e gatos, desde que tenha sido legalizado por um auditor fiscal federal agropecuário médico veterinário em um posto do Vigiagro antes da saída do Brasil e desde que o retorno ocorra no prazo máximo de 60 dias.

Se o bicho de estimação não for um cão ou gato, é necessário, para sair e retornar ao Brasil, entrar em contato com o Setor de Saúde Animal da Superintendência Federal de Agricultura do seu Estado, pois os procedimentos são específicos para cada espécie de animal e destino da viagem.

cachorro gato viagem
Foto: Alberta Animal Services

Para mais informações, acesse o site do Mapa aqui, ou procure o posto de Vigiagro mais perto.

Fonte: Auditores Fiscais Federais Agropecuários

Férias & feriados: proteja a saúde do seu pet antes e durante a viagem

Passeios para o litoral demandam ainda mais atenção pelo risco de dirofilariose, conhecida como doença do verme do coração

Quem pretende viajar com o animal de estimação no feriados ou férias  deve ficar atento a alguns cuidados. A começar pela escolha do deslocamento. Em viagens de carro, os bichinhos devem ficar dentro de caixas de transporte e usar o cinto de segurança adaptado. Neste caso, não é apenas a proteção do seu melhor amigo que está em jogo. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, transportar animais no banco da frente, à esquerda do motorista ou entre os braços e pernas é considerado infração média e pode gerar multa.

Para uma viagem ainda mais confortável e sem estresse, planeje pausas a cada 2 a 3 horas. “Fazer paradas regulares é importante para o animal se hidratar, se movimentar e fazer suas necessidades. Ficar muito tempo sentado e com vontade de urinar, por exemplo, pode ser estressante tanto para cães quanto para gatos”, orienta o veterinário Alexandre Merlo, Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada para Animais de Companhia da Zoetis.

O destino escolhido também é motivo de alerta. Em cidades litorâneas, a combinação entre calor e tempo úmido favorece a proliferação de mosquitos transmissores da dirofilariose, que é uma doença parasitária provocada por vermes que se alojam, principalmente, nas artérias que saem do coração dos cães. As altas temperaturas são ideais para que as fêmeas de algumas espécies dos gêneros Culex e Aedes se reproduzam.

cachorro-praia-alvimann
Foto: Alvimann/Morguefile

Cerca de 20% dos cães das regiões litorâneas da Bahia estão acometidos pela enfermidade, que chega a atingir 60% dos animais no litoral do Rio de Janeiro. Já em Recife, 36,7% dos cães podem estar infectados. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Zoetis e conduzida pela veterinária Norma Labarthe, em conjunto com os maiores especialistas sobre o tema no Brasil, incluindo reconhecidas universidades brasileiras.

“Em regiões de clima quente e úmido, a incidência de dirofilariose é maior. Por isso, recomendamos a prevenção, que pode ser feita por meio do ProHeart SR-12, uma injeção com dose única que mantém o animal protegido por 12 meses”, conta Merlo. Com tecnologia inédita no mercado, o produto pode ser incorporado ao calendário anual de prevenção de doenças dos cães a partir dos seis meses de idade.

A dirofilariose pode levar à morte caso não seja tratada. Por essa razão, a prevenção é importante mesmo que o animal não viva em regiões litorâneas.

vacina gatos

Assim como os seres humanos, os animais devem estar com a carteira de vacinação em dia, antes de encarar uma viagem. “Algumas doenças virais, como a parvovirose e a cinomose em cães e a rinotraqueíte e calicivirose em gatos, são de fácil transmissão”, alerta o Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada para Animais de Companhia da Zoetis.

Os tutores também devem ficar atentos ao chamado enjoo do movimento. O mal faz com que o cão vomite e sinta desconforto durante viagens de carro ou avião. “Para estes casos, indicamos o Cerenia. O medicamento evita o incômodo e previne o vômito por até 12 horas”, afirma o veterinário.

Fonte: Zoetis – Atendimento ao consumidor Zoetis – 0800 011 19 19

Dicas para viajar com seu pet sem estresse

Este mês temos o Sete de Setembro e o começo da primavera. A temperatura aumenta e logo surge a vontade de organizar uma viagem para a família toda sair de casa e curtir os dias de sol e os feriados que ainda temos até o ano acabar.

Embora o planejamento seja uma delícia, é essencial que algumas preocupações não sejam deixadas de lado, a fim de evitar qualquer imprevisto e acidentes. E esses cuidados devem ser redobrados se o seu animalzinho de estimação estiver nos planos de viagem, pois existem várias decisões e medidas a serem tomadas para garantir total conforto e o mínimo estresse ao seu amiguinho.

No intuito de te ajudar nessa tarefa, o médico veterinário da marca Max, Marcello Machado, listou alguns cuidados essenciais antes de cair na estrada. Confira:

Transporte de pets

out_5-dicas-para-levar-o-gato-no-carro-com-seguranca-770x514

O primeiro passo para planejar sua viagem com seu melhor amigo, é pensar em qual tipo de transporte irá usar e o que deve fazer para incluir animalzinho nessa viagem.

Para viajar de carro com seus pets, faça uma espécie de treinamento, acostumando os bichinhos a andarem de carro. Algumas lições básicas de adestramento também podem ajudar a manter seu fofuxo tranquilo durante a viagem e distraí-lo. Além disso, com algumas técnicas poderá respeitar o local designado a ele e pedir para sair para um passeio em caso de necessidade.

cachorro no carro segurança hiperzoo

Não se esqueça de levar os brinquedos que ele mais gosta e, principalmente, da segurança: cães devem usar cintos de segurança e os gatinhos precisam ser transportados em caixas apropriadas.

cachorro viagem carro porta malas

Cachorros grandes podem viajar no porta-malas, desde que tenham rede de proteção. Jamais deixe-o sem esses cuidados. Além de você receber uma multa, o seu cão ainda corre perigo.

Hospedagem

cachorro bolsa oculos viagem

Busque um hotel ‘pet friendly’, ou seja, onde é permitida a entrada de animais de estimação. É importante entrar em contato antes para saber quais são as exigências, como, por exemplo, os atestados de vacinação e tratamentos contra pulgas e carrapatos.

Vacinação

vacina gato cityofchicago.org
Foto: Cityofchicago

Fique atento à carteirinha de vacinação do seu bichinho. Todas as doses devem estar em dia para que ele não corra riscos. É importante também buscar contatos de veterinários que atendam no lugar onde irá, assim, estará preparado caso ocorra algum imprevisto.

Não esqueça de levar o atestado de vacinação, os remédios que ele costuma tomar e os medicamentos para casos de emergência.

Alimentação e água

cachoro-gato-viagem

Planeje paradas a cada duas ou três horas e tenha bastante água. Afinal, os cães sofrem mais com o calor do que nós e precisam ficar hidratados. Leve também uma quantidade suficiente da ração que ele está acostumado a comer para os dias que ficarão longe de casa.

Seguindo estas dicas, o sucesso da sua viagem será garantido. Agora é só aproveitar e tirar várias fotos com o seu amigão.

Fonte: Total Alimentos

Raiva: o que é e como prevenir

Especialistas explicam como evitar a doença que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC)

Muito se fala sobre a raiva, uma doença grave que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC), mas dificilmente encontramos pessoas que realmente sabem como ela é transmitida, quais são seus sintomas e como prevenir.

Transmitida por meio da saliva de animais infectados, que pode entrar em nosso corpo por meio de uma mordida ou até mesmo após lambedura de uma lesão já existente na pele, o vírus pode viajar até o cérebro humano, causando inchaço ou inflamação.

“O tempo entre a transmissão e o aparecimento da infecção pela raiva é de, em média, 45 dias. os principais sintomas são febre, babar em excesso, dor ou sensibilidade exagerada no local da mordida, excitabilidade, perda de sensibilidade ou força em uma área do corpo, espasmos musculares, agitação, ansiedade, dificuldade de engolir e até mesmo convulsões”, explica Marianna Lago, infectologista do Docway.

Segundo a especialista, caso uma pessoa seja mordida por um animal desconhecido é importante manter a calma e obter o máximo de informações sobre ele. Isso vai facilitar muito o tratamento. A ferida deve ser limpa com sabão e água e um médico deve ser procurado para que sejam realizadas as medidas necessárias. “Se houver risco de raiva, o paciente receberá uma série de vacinas preventivas”, explica a especialista.

As vacinas são aplicadas, geralmente, em cinco doses durante 28 dias. A maioria dos pacientes também recebe um tratamento chamado imunoglobulina humana para raiva (HRIG). “Ele é administrado no dia do acidente, se a probabilidade do animal apresentar raiva for muito alta”, detalha Marianna.

Mesmo não existindo um tratamento efetivo conhecido para raiva, a vacina antirrábica ainda é a melhor maneira de se prevenir o contágio. “E mesmo nessa situação delicada, se possível, entre em contato com o controle de animais para que aquele animal seja capturado de forma segura e caso haja suspeita de raiva, ele possa ficar em observação e receber o tratamento adequado”, aconselha.

morcego pixabay
Pixabay

Os animais e a raiva

Quanto aos animais que transmitem a doença, Jueli Berger, veterinária da EsalPet, explica que qualquer mamífero pode ser infectado pela raiva, que afeta o sistema nervoso central e pode levar o animal a óbito em apenas alguns dias após a contaminação. Mas os principais transmissores são animais silvestres como morcegos, gambás e macacos, além de cães, gatos, bovinos, suínos, caprinos, ovinos e equídeos.

Segundo Jueli, nos animais a doença tem um período de incubação que pode variar de 15 dias a dois meses e pode se manifestar de duas formar: a furiosa e a muda. “A furiosa, que é a mais comum, apresenta três fases de sintomas”, detalha a especialista. Na primeira, que costuma durar cerca de três dias, o animal contaminado apresenta mudança de comportamento, esconde-se em locais escuros, não obedece e tem momentos de agitação.

Na segunda fase, o pet começa a se mostrar extremamente agressivo, mordendo e atacando, e sendo comum, inclusive, a automutilação, além de apresentar salivação intensa e latido rouco devido à paralisia dos músculos de deglutição e das cordas vocais causados pela doença. Na fase final, o animal tem convulsões generalizadas, falta de coordenação motora e paralisia do tronco e membros que geralmente após 48 horas evolui para óbito.

cachorro lindo

Já na forma muda, o animal se torna melancólico e calmo demais, esconde-se em locais escuros, não come, não late, não responde aos chamados do dono e, também, apresenta paralisia gradativa dos músculos. “A melhor maneira de prevenção é a imunização adequada. Animais domésticos devem receber uma dose anual da vacina, para que não corram riscos”, completa a veterinária.

 

Campanha de vacinação contra raiva começa segunda-feira (20) em São Paulo

Obrigatória para cães e gatos, vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença; serão mais de 1.900 postos na cidade

A Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos no município de São Paulo terá início na próxima segunda-feira (20) e se estenderá até o dia 2 de setembro. Serão mais de 1.900 postos de atendimento distribuídos pela cidade – entre fixos e volantes –, que funcionarão entre 10 e 16 horas, para vacinar os animais de estimação da população. Vale reforçar que a imunização anual é a mais eficaz e importante medida de prevenção e controle da doença.

O serviço, ofertado pela Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ), da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, é gratuito e obrigatório para cães e gatos, conforme a lei municipal 13.131/01. O proprietário do animal deve se atentar quanto ao transporte correto: no caso, cães na coleira e guia e gatos em caixas de transporte apropriadas (ou similar), para evitar fugas e/ou acidentes.

Todos os animais com mais de três meses devem ser vacinados, exceto os doentes (diarreia, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, convalescentes de cirurgias ou outras enfermidades). Para cadelas prenhes, apesar de não haver contraindicação, a orientação é de que o tutor busque pela vacina fora da campanha, devido ao risco no transporte e no manejo. Bichos no cio também podem causar transtornos nos postos volantes; por isso, é indicado que se procure por um dos postos fixos de vacinação.

Sobre a doença

A raiva é uma doença transmissível, caracterizada pelo contágio direto; ou seja, pela mordida, arranhões ou lambedura de cães, gatos ou outros mamíferos, como, por exemplo, morcegos infectados.

O proprietário deverá identificar, no comprovante de vacinação, os dados do animal, como o nome e nº do Registro Geral Animal (RGA). É importante destacar que somente adultos com condições de conter os animais devem conduzi-los ao local de vacinação, para evitar possíveis transtornos.

A relação completa de postos, com local e data da vacinação, pode ser obtida clicando aqui ou pelo telefone 156.

Folhetos Postos permanentes Raiva_ALTERADO-2

Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 20 de agosto a 2 de setembro de 2018
Horário de funcionamento dos postos: das 10h às 16h
Informações: Prefeitura/Covisa ou pelo telefone 156

Doação de sangue deve ser feita antes da vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo será realizada pelo Ministério da Saúde a partir do dia 6 de agosto com o objetivo de imunizar a população diante do aparecimento de casos da doença no Brasil. A orientação é para que todas as crianças, adolescentes e adultos de até 29 anos recebam duas doses da vacina e adultos com idade entre 30 e 49 anos recebam uma dose.

As vacinas são impeditivos temporários para a doação de sangue – o tempo varia entre 48 horas e cinco anos. No caso do sarampo, o período de espera é de 30 dias. Por isso, o Time do Sangue faz um apelo para que os voluntários doem sangue antes da imunização. “Os hemocentros não podem ficar tanto tempo sem receber doações, especialmente nesta época do ano em que os estoques costumam estar abaixo do ideal. Por esse motivo, recomendamos que os voluntários façam as suas doações antes da campanha de vacinação”, alerta Juliana Aguiar, diretora da startup.

doação de sangue pixabay
Pixabay

Sobre o Time do Sangue

Time do Sangue é uma startup do bem, que tem o objetivo de facilitar o processo de doação de sangue por meio do agendamento via aplicativo. O Time do Sangue conecta hemocentros e doadores e pode, inclusive, ser utilizado em campanhas de doação para atender demandas de emergência. Para o usuário, o diferencial é que o app significa uma melhoria no atendimento, evitando filas de espera.

Criado em 2017, o Time do Sangue está disponível gratuitamente para as plataformas IOS e Android. Por meio do app, o usuário tem acesso a informações pertinentes e recebe lembretes para que possa voltar a doar sangue assim que possível. Já os hemocentros têm a possibilidade de conhecer a demanda de doação e preparar seus colaboradores para receber os doadores de acordo com os horários de agendamento. O Time do Sangue tem como missão atingir os níveis ideais de doação no Brasil, tornando a doação de sangue um hábito.

Dicas para adotar um pet da maneira mais adequada

Adotar um pet é coisa séria, estar ciente das necessidades e particularidades do animal é importante para esse processo

Para quem gosta de animais de estimação, adotar é, com certeza, um momento de muita alegria e emoção. Os pets são tão amorosos e trazem tanta felicidade para as nossas vidas que fica fácil esquecer os problemas quando estamos com eles.

Mas, adotar é compromisso sério, requer disposição para as mudanças que acontecerão na casa, na rotina, nas tarefas e responsabilidades. Há detalhes importantes que devem ser lembrados nessa fase inicial e que podem gerar dúvidas.

Para que esse momento de adaptação aconteça da melhor maneira possível, é aconselhável estar atento a alguns pontos relacionados a seguir:

Saúde

gato no veterinario pixabay

Ao adotar um pet, faça uma visita ao veterinário para checar se está tudo certo com sua saúde e siga as orientações do profissional para mantê-lo sempre saudável. Além disso, certifique-se de que ele está protegido contra parasitas como pulgas, principalmente se já houver outros animais na casa, pois essa pode ser uma fonte de doença que se espalhará por toda a família. Mantenha sempre esse cuidado para o bem-estar do seu cão ou gato.

Paciência

puppy cachorro filhote

Seja filhote ou adulto, um ambiente novo deixa qualquer um apreensivo e desconfiado, inclusive o tutor. Por isso, esse é um ingrediente essencial na fase de adaptação. Mantenha a calma e tenha muita paciência para ensiná-lo sobre o local em que ele irá dormir ou fazer as necessidades.

Regras e rotina

gato brinquedo pelucia pixabay

Sem dúvidas, a chegada de um novo membro em casa é pura alegria, mas os tutores não podem deixar a empolgação e o pet controlarem tudo. Para manter a ordem na casa e ajudá-lo nesses primeiros contatos, é importante estabelecer algumas regras para que ele saiba obedecer aos seus comandos e a convivência torne-se tranquila e agradável. Aqui, a paciência também é primordial.

“Briga de irmão”

cachorros brincando

Se você já tiver outro animal de estimação, o período de adaptação pode ser redobrado, afinal ambos precisarão de tempo para se conhecer e aceitarem a presença um do outro no mesmo ambiente, dividir carinho e atenção. É necessário garantir que cada um tenha seu espaço, seus próprios brinquedos, potes para alimentação e demais objetos.

E claro, muito amor

labrador cachorro gato preto

Não existe receita de sucesso sem amor envolvido. Brinque com seu pet, não deixe de demonstrar carinho e preste atenção às suas necessidades. Assim, a amizade e companheirismo estarão garantidos para a vida toda!

Fonte: Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal)

Saiba quais são as vacinas que ajudam a proteger o seu gato

Entenda a importância da prevenção dos felinos contra doenças como raiva, leucemia viral e enfermidades do complexo respiratório

Tão importante quanto a higiene e a alimentação do animal de estimação, seguir um calendário vacinal completo e efetivo pode garantir a saúde e a longevidade do seu gato, além de impedir a disseminação de doenças como a raiva para os seres humanos, ou ainda aquelas que podem deixar sequelas aos animais, como a leucemia felina.

A partir do segundo mês de vida, e logo após o desmame, os gatos já devem começar a ser vacinados. É importante lembrar que o filhote precisa ser avaliado pelo médico veterinário, pois antes de iniciar a vacinação ele deve estar desparasitado, ou seja, sem vermes e parasitas externos.

Segundo a veterinária e gerente de produto da Zoetis, Fabiana Avelar, as vacinas devem ser aplicadas em filhotes e adultos, respeitando as pausas entre as doses de bula para um efeito eficaz. “A vacinação deve ser feita anualmente. A prevenção é um dos principais caminhos para o bem-estar do animal, por isso a Zoetis tem o compromisso de levar para os tutores soluções que ajudem a melhorar o dia a dia dos animais e a prevenir problemas que possam comprometer a saúde do seu gato”.

gato veterinario pixabay
Foto: Pixabay

Confira algumas doenças que acometem os bichanos e como preveni-las:

Complexo respiratório felino

Associação de problemas típicos com sintomas parecidos aos de uma gripe: tosse, espirros, secreção nasal e ocular. Quando não tratados corretamente, podem levar a uma infecção nos pulmões e até óbito em poucos dias.

“As vacinas Felocell CVR e Felocell CVR-C, da Zoetis, protegem de diversos males do complexo respiratório felino, como a rinotraqueíte, a calicivirose, além da panleucopenia, que é uma doença gastrointestinal. Felocell CVR-C também protege contra a clamidiose, uma doença viral que afeta principalmente os olhos e pode levar à conjuntivite”, afirma Fabiana.

Além de cuidar da prevenção à saúde, fique sempre atento a qualquer anormalidade no comportamento do seu gato. Caso note algo diferente, procure o médico veterinário.

Leucemia Felina

Doença infecciosa que enfraquece o sistema imunológico do animal, deixando-o mais exposto a outras enfermidades e infecções que podem ser fatais. Conhecida também pela sigla FeLV (vírus da leucemia felina), a doença é causada por um vírus que predispõe o animal a desenvolver tumores (leucemia ou linfomas) ou doenças degenerativas.

A leucemia é incurável e silenciosa. Em muitos casos, acomete os gatos sem apresentar sintomas iniciais. Uma das formas de transmissão é por meio do contato com animais infectados, principalmente com a troca de secreções corporais como saliva, lágrima, urina e fezes. A lambedura é a principal via de transmissão. O vírus também pode ser transmitido durante a amamentação.

“A prevenção é extremamente importante para garantir a saúde do animal. A vacina Fel-O-Vax LV-k IV + Calicivax (quíntupla felina) da Zoetis é indicada para animais que não apresentam a doença, prevenindo que eles sejam infectados. Antes de vacinar, é importante fazer o teste para saber se o animal já é portador da doença. Caso seja, a vacina acaba sendo ineficaz”, orienta Fabiana.

vacina gato cityofchicago.org
Foto: Cityofchicago

Programa de Proteção Garantida*

A iniciativa, pioneira da Zoetis, assegura o resultado da vacina aplicada durante todo o período do seu efeito. Pelo Programa Proteção Garantida, se um animal for vacinado contra determinada doença e posteriormente for diagnosticado com o mesmo problema, a Zoetis dará o suporte necessário para o médico veterinário responsável pelo animal, incluindo a realização dos exames laboratoriais e custeio das despesas relacionadas ao tratamento (internações e medicações), nos casos de comprovação de falha da vacina participante e de acordo com o regulamento do programa.

O serviço oferece maior segurança ao médico veterinário que, além de ter suporte e orientação sobre o uso das vacinas Zoetis, conta com toda a assistência técnica necessária nos casos de falha vacinal**. Para mais informações, o veterinário deve procurar o SAC da empresa (0800 011 19 19) ou acessar o site, clicando aqui.

“O programa Proteção Garantida é mais uma forma da Zoetis apoiar os veterinários, trazendo mais segurança e confiança na hora de vacinar os animais. Além disto, promove o diálogo com o tutor e a conscientização da vacinação para prevenir importantes doenças, muitas delas zoonoses, garantindo longevidade e bem-estar ao animal”, finaliza Fabiana Avelar, gerente de produto da Zoetis.

*programa destinado única e exclusivamente para médicos veterinários.
** Por falha vacinal entende-se a ausência de resposta esperada à vacinação de um indivíduo, em comparação ao proposto na bula das vacinas.

Fonte: Zoetis

Por que é importante se proteger contra a gripe todos os anos?

A gripe (influenza) é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, sendo mais grave do que um resfriado comum, podendo levar a complicações médicas sérias.3,4,13 A doença pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade, sendo facilmente transmitida através da tosse, espirro e contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.

A gripe é causada, principalmente, por quatro cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria). E, como esses vírus estão em constante mudança de um ano para outro, novas vacinas precisam ser produzidas anualmente e por isso é importante se vacinar contra a gripe todos os anos. Anualmente, a composição das vacinas de gripe é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Para 2018, a OMS anunciou que houve modificação na cepa A H3N2.

Atualmente, os Estados Unidos e a Europa passam por um dos mais intensos surtos de gripe com altas taxas de casos confirmados e hospitalizações. De outubro de 2017 a 3 de março de 2018, os EUA tiveram 24.664 hospitalizações confirmadas por Gripe (Influenza). Já na Europa, desde outubro de 2017, foram confirmados 20.312 casos de gripe e 11.434 hospitalizações.

No Brasil, conforme dados do Ministério da Saúde, o número total de casos confirmados de influenza até o final de outubro de 2017 foi de 2.412, sendo pacientes com uma mediana de idade de 45 anos – faixa etária que não é contemplada pela vacina oferecida no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Dentre os casos de influenza, tivemos predomínio para o vírus influenza A (H3N2) com 64,5% e influenza B com 25,4%, sendo assim responsáveis por quase 90% dos casos. O estado com maior número de óbitos por influenza foi São Paulo, com 35,8% dos registros.

“Aqui, no Brasil, o vírus da gripe circula o ano todo, não apenas no inverno e é muito importante a conscientização da população sobre a importância da imunização todos os anos. Uma pesquisa recente da GSK revelou que mais de 60% dos adultos brasileiros não estão com a vacinação em dia. E isso se comprova pelos casos confirmados em pessoas acima de 45 anos. Mesmo essa faixa etária não sendo contemplada no Programa Nacional de Imunizações, é importante que procurem se vacinar. As pessoas devem checar se fazem parte dos grupos de risco que podem se vacinar nos postos de saúde. Caso contrário, devem procurar as vacinas na rede privada”, afirma Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK.

Vacinas trivalente e tetravalente

H1N1

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a imunização é a forma de prevenção mais efetiva contra a gripe e, para isso, existem dois tipos de vacinas contra a gripe: a trivalente e a tetravalente.

A vacina trivalente protege contra três cepas do vírus influenza. Para 2018, a OMS definiu a composição da vacina com duas cepas de influenza A (H1N1 e H3N2) e uma linhagem de influenza B (Yamagata). Ela é oferecida gratuitamente pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) nos postos de saúde para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, indígenas, pessoas acima de 60 anos e professores das escolas públicas e privadas.

A vacina tetravalente está disponível na rede privada e possui proteção contra quatro diferentes cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria), o que significa 1 linhagem B a mais que as vacinas trivalentes. Sabe-se que as linhagens B foram responsáveis por quase 30% dos casos de gripe no ano de 2017.

Todos os anos, a OMS recomenda as três cepas de influenza para as vacinas trivalentes e recomenda a linhagem B adicional que deve ser incluída nas vacinas tetravalentes. Porém, é possível ocorrer um “mismatch” ou incompatibilidade de B, quando a cepa presente nas vacinas trivalentes, é significativamente diferente da linhagem que circula no ambiente.

A partir da campanha de 2018, a vacina influenza tetravalente da GSK, a Fluarix Tetra, estará disponível na rede privada para indivíduos a partir de 6 meses de idade.

A Anvisa aprovou, em 26 de fevereiro deste ano, a ampliação de uso desta vacina para indivíduos a partir de 6 meses de idade.

Diferenças entre gripe e resfriado

A gripe e o resfriado são doenças respiratórias, mas são causados ​​por diferentes vírus. Em geral, a gripe é pior do que o resfriado comum, e os sintomas são mais intensos. As pessoas com resfriado são mais propensas a apresentar sintomas como nariz escorrendo ou entupido. Os resfriados geralmente não levam a complicações de saúde, como pneumonia, infecções bacterianas ou hospitalizações. A gripe pode ter complicações associadas muito graves. Os sintomas da gripe podem incluir febre alta ou sensação de febre/calafrios, tosse, dor de garganta, nariz entupido, dores musculares ou corporais, dores de cabeça, fadiga (cansaço), sendo uma doença potencialmente fatal.

vacina gripe milton michida gov sp
Foto: Milton Michida / Governo do Estado de S. Paulo

Febre Amarela e Gripe

Devido ao surto de Febre Amarela no país, é importante esclarecer para a população a possibilidade de imunização concomitante, ou em datas próximas, com as vacinas de Gripe (inativada) e Febre Amarela (atenuada):

1. Atualmente não existem estudos que avaliaram especificamente a possível interferência na resposta imune entre as vacinas de Febre Amarela e Gripe (Influenza).

2. Não existem evidências de que a administração concomitante da vacina de Febre Amarela com vacinas inativadas produza interferências nas respostas imunes e na segurança das vacinas, sendo elas aplicadas simultaneamente ou com qualquer intervalo e/ou ordem entre as administrações. 

3. Estudos clínicos limitados demonstraram que a resposta imunológica gerada pela vacina de Febre Amarela não é inibida pela administração de outras vacinas simultaneamente ou com intervalos de 1 dia a 1 mês.

Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras entidades de saúde não exigem um período mínimo de intervalo entre as doses e não contraindicam a administração de vacinas inativadas simultaneamente ou em qualquer momento antes ou após a vacinação contra Febre Amarela.

Fonte: GSK