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Dicas para viajar com seu pet sem estresse

Este mês temos o Sete de Setembro e o começo da primavera. A temperatura aumenta e logo surge a vontade de organizar uma viagem para a família toda sair de casa e curtir os dias de sol e os feriados que ainda temos até o ano acabar.

Embora o planejamento seja uma delícia, é essencial que algumas preocupações não sejam deixadas de lado, a fim de evitar qualquer imprevisto e acidentes. E esses cuidados devem ser redobrados se o seu animalzinho de estimação estiver nos planos de viagem, pois existem várias decisões e medidas a serem tomadas para garantir total conforto e o mínimo estresse ao seu amiguinho.

No intuito de te ajudar nessa tarefa, o médico veterinário da marca Max, Marcello Machado, listou alguns cuidados essenciais antes de cair na estrada. Confira:

Transporte de pets

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O primeiro passo para planejar sua viagem com seu melhor amigo, é pensar em qual tipo de transporte irá usar e o que deve fazer para incluir animalzinho nessa viagem.

Para viajar de carro com seus pets, faça uma espécie de treinamento, acostumando os bichinhos a andarem de carro. Algumas lições básicas de adestramento também podem ajudar a manter seu fofuxo tranquilo durante a viagem e distraí-lo. Além disso, com algumas técnicas poderá respeitar o local designado a ele e pedir para sair para um passeio em caso de necessidade.

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Não se esqueça de levar os brinquedos que ele mais gosta e, principalmente, da segurança: cães devem usar cintos de segurança e os gatinhos precisam ser transportados em caixas apropriadas.

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Cachorros grandes podem viajar no porta-malas, desde que tenham rede de proteção. Jamais deixe-o sem esses cuidados. Além de você receber uma multa, o seu cão ainda corre perigo.

Hospedagem

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Busque um hotel ‘pet friendly’, ou seja, onde é permitida a entrada de animais de estimação. É importante entrar em contato antes para saber quais são as exigências, como, por exemplo, os atestados de vacinação e tratamentos contra pulgas e carrapatos.

Vacinação

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Foto: Cityofchicago

Fique atento à carteirinha de vacinação do seu bichinho. Todas as doses devem estar em dia para que ele não corra riscos. É importante também buscar contatos de veterinários que atendam no lugar onde irá, assim, estará preparado caso ocorra algum imprevisto.

Não esqueça de levar o atestado de vacinação, os remédios que ele costuma tomar e os medicamentos para casos de emergência.

Alimentação e água

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Planeje paradas a cada duas ou três horas e tenha bastante água. Afinal, os cães sofrem mais com o calor do que nós e precisam ficar hidratados. Leve também uma quantidade suficiente da ração que ele está acostumado a comer para os dias que ficarão longe de casa.

Seguindo estas dicas, o sucesso da sua viagem será garantido. Agora é só aproveitar e tirar várias fotos com o seu amigão.

Fonte: Total Alimentos

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Raiva: o que é e como prevenir

Especialistas explicam como evitar a doença que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC)

Muito se fala sobre a raiva, uma doença grave que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC), mas dificilmente encontramos pessoas que realmente sabem como ela é transmitida, quais são seus sintomas e como prevenir.

Transmitida por meio da saliva de animais infectados, que pode entrar em nosso corpo por meio de uma mordida ou até mesmo após lambedura de uma lesão já existente na pele, o vírus pode viajar até o cérebro humano, causando inchaço ou inflamação.

“O tempo entre a transmissão e o aparecimento da infecção pela raiva é de, em média, 45 dias. os principais sintomas são febre, babar em excesso, dor ou sensibilidade exagerada no local da mordida, excitabilidade, perda de sensibilidade ou força em uma área do corpo, espasmos musculares, agitação, ansiedade, dificuldade de engolir e até mesmo convulsões”, explica Marianna Lago, infectologista do Docway.

Segundo a especialista, caso uma pessoa seja mordida por um animal desconhecido é importante manter a calma e obter o máximo de informações sobre ele. Isso vai facilitar muito o tratamento. A ferida deve ser limpa com sabão e água e um médico deve ser procurado para que sejam realizadas as medidas necessárias. “Se houver risco de raiva, o paciente receberá uma série de vacinas preventivas”, explica a especialista.

As vacinas são aplicadas, geralmente, em cinco doses durante 28 dias. A maioria dos pacientes também recebe um tratamento chamado imunoglobulina humana para raiva (HRIG). “Ele é administrado no dia do acidente, se a probabilidade do animal apresentar raiva for muito alta”, detalha Marianna.

Mesmo não existindo um tratamento efetivo conhecido para raiva, a vacina antirrábica ainda é a melhor maneira de se prevenir o contágio. “E mesmo nessa situação delicada, se possível, entre em contato com o controle de animais para que aquele animal seja capturado de forma segura e caso haja suspeita de raiva, ele possa ficar em observação e receber o tratamento adequado”, aconselha.

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Pixabay

Os animais e a raiva

Quanto aos animais que transmitem a doença, Jueli Berger, veterinária da EsalPet, explica que qualquer mamífero pode ser infectado pela raiva, que afeta o sistema nervoso central e pode levar o animal a óbito em apenas alguns dias após a contaminação. Mas os principais transmissores são animais silvestres como morcegos, gambás e macacos, além de cães, gatos, bovinos, suínos, caprinos, ovinos e equídeos.

Segundo Jueli, nos animais a doença tem um período de incubação que pode variar de 15 dias a dois meses e pode se manifestar de duas formar: a furiosa e a muda. “A furiosa, que é a mais comum, apresenta três fases de sintomas”, detalha a especialista. Na primeira, que costuma durar cerca de três dias, o animal contaminado apresenta mudança de comportamento, esconde-se em locais escuros, não obedece e tem momentos de agitação.

Na segunda fase, o pet começa a se mostrar extremamente agressivo, mordendo e atacando, e sendo comum, inclusive, a automutilação, além de apresentar salivação intensa e latido rouco devido à paralisia dos músculos de deglutição e das cordas vocais causados pela doença. Na fase final, o animal tem convulsões generalizadas, falta de coordenação motora e paralisia do tronco e membros que geralmente após 48 horas evolui para óbito.

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Já na forma muda, o animal se torna melancólico e calmo demais, esconde-se em locais escuros, não come, não late, não responde aos chamados do dono e, também, apresenta paralisia gradativa dos músculos. “A melhor maneira de prevenção é a imunização adequada. Animais domésticos devem receber uma dose anual da vacina, para que não corram riscos”, completa a veterinária.

 

Campanha de vacinação contra raiva começa segunda-feira (20) em São Paulo

Obrigatória para cães e gatos, vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença; serão mais de 1.900 postos na cidade

A Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos no município de São Paulo terá início na próxima segunda-feira (20) e se estenderá até o dia 2 de setembro. Serão mais de 1.900 postos de atendimento distribuídos pela cidade – entre fixos e volantes –, que funcionarão entre 10 e 16 horas, para vacinar os animais de estimação da população. Vale reforçar que a imunização anual é a mais eficaz e importante medida de prevenção e controle da doença.

O serviço, ofertado pela Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ), da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, é gratuito e obrigatório para cães e gatos, conforme a lei municipal 13.131/01. O proprietário do animal deve se atentar quanto ao transporte correto: no caso, cães na coleira e guia e gatos em caixas de transporte apropriadas (ou similar), para evitar fugas e/ou acidentes.

Todos os animais com mais de três meses devem ser vacinados, exceto os doentes (diarreia, secreção ocular ou nasal, falta de apetite, convalescentes de cirurgias ou outras enfermidades). Para cadelas prenhes, apesar de não haver contraindicação, a orientação é de que o tutor busque pela vacina fora da campanha, devido ao risco no transporte e no manejo. Bichos no cio também podem causar transtornos nos postos volantes; por isso, é indicado que se procure por um dos postos fixos de vacinação.

Sobre a doença

A raiva é uma doença transmissível, caracterizada pelo contágio direto; ou seja, pela mordida, arranhões ou lambedura de cães, gatos ou outros mamíferos, como, por exemplo, morcegos infectados.

O proprietário deverá identificar, no comprovante de vacinação, os dados do animal, como o nome e nº do Registro Geral Animal (RGA). É importante destacar que somente adultos com condições de conter os animais devem conduzi-los ao local de vacinação, para evitar possíveis transtornos.

A relação completa de postos, com local e data da vacinação, pode ser obtida clicando aqui ou pelo telefone 156.

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Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 20 de agosto a 2 de setembro de 2018
Horário de funcionamento dos postos: das 10h às 16h
Informações: Prefeitura/Covisa ou pelo telefone 156

Doação de sangue deve ser feita antes da vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo será realizada pelo Ministério da Saúde a partir do dia 6 de agosto com o objetivo de imunizar a população diante do aparecimento de casos da doença no Brasil. A orientação é para que todas as crianças, adolescentes e adultos de até 29 anos recebam duas doses da vacina e adultos com idade entre 30 e 49 anos recebam uma dose.

As vacinas são impeditivos temporários para a doação de sangue – o tempo varia entre 48 horas e cinco anos. No caso do sarampo, o período de espera é de 30 dias. Por isso, o Time do Sangue faz um apelo para que os voluntários doem sangue antes da imunização. “Os hemocentros não podem ficar tanto tempo sem receber doações, especialmente nesta época do ano em que os estoques costumam estar abaixo do ideal. Por esse motivo, recomendamos que os voluntários façam as suas doações antes da campanha de vacinação”, alerta Juliana Aguiar, diretora da startup.

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Pixabay

Sobre o Time do Sangue

Time do Sangue é uma startup do bem, que tem o objetivo de facilitar o processo de doação de sangue por meio do agendamento via aplicativo. O Time do Sangue conecta hemocentros e doadores e pode, inclusive, ser utilizado em campanhas de doação para atender demandas de emergência. Para o usuário, o diferencial é que o app significa uma melhoria no atendimento, evitando filas de espera.

Criado em 2017, o Time do Sangue está disponível gratuitamente para as plataformas IOS e Android. Por meio do app, o usuário tem acesso a informações pertinentes e recebe lembretes para que possa voltar a doar sangue assim que possível. Já os hemocentros têm a possibilidade de conhecer a demanda de doação e preparar seus colaboradores para receber os doadores de acordo com os horários de agendamento. O Time do Sangue tem como missão atingir os níveis ideais de doação no Brasil, tornando a doação de sangue um hábito.

Dicas para adotar um pet da maneira mais adequada

Adotar um pet é coisa séria, estar ciente das necessidades e particularidades do animal é importante para esse processo

Para quem gosta de animais de estimação, adotar é, com certeza, um momento de muita alegria e emoção. Os pets são tão amorosos e trazem tanta felicidade para as nossas vidas que fica fácil esquecer os problemas quando estamos com eles.

Mas, adotar é compromisso sério, requer disposição para as mudanças que acontecerão na casa, na rotina, nas tarefas e responsabilidades. Há detalhes importantes que devem ser lembrados nessa fase inicial e que podem gerar dúvidas.

Para que esse momento de adaptação aconteça da melhor maneira possível, é aconselhável estar atento a alguns pontos relacionados a seguir:

Saúde

gato no veterinario pixabay

Ao adotar um pet, faça uma visita ao veterinário para checar se está tudo certo com sua saúde e siga as orientações do profissional para mantê-lo sempre saudável. Além disso, certifique-se de que ele está protegido contra parasitas como pulgas, principalmente se já houver outros animais na casa, pois essa pode ser uma fonte de doença que se espalhará por toda a família. Mantenha sempre esse cuidado para o bem-estar do seu cão ou gato.

Paciência

puppy cachorro filhote

Seja filhote ou adulto, um ambiente novo deixa qualquer um apreensivo e desconfiado, inclusive o tutor. Por isso, esse é um ingrediente essencial na fase de adaptação. Mantenha a calma e tenha muita paciência para ensiná-lo sobre o local em que ele irá dormir ou fazer as necessidades.

Regras e rotina

gato brinquedo pelucia pixabay

Sem dúvidas, a chegada de um novo membro em casa é pura alegria, mas os tutores não podem deixar a empolgação e o pet controlarem tudo. Para manter a ordem na casa e ajudá-lo nesses primeiros contatos, é importante estabelecer algumas regras para que ele saiba obedecer aos seus comandos e a convivência torne-se tranquila e agradável. Aqui, a paciência também é primordial.

“Briga de irmão”

cachorros brincando

Se você já tiver outro animal de estimação, o período de adaptação pode ser redobrado, afinal ambos precisarão de tempo para se conhecer e aceitarem a presença um do outro no mesmo ambiente, dividir carinho e atenção. É necessário garantir que cada um tenha seu espaço, seus próprios brinquedos, potes para alimentação e demais objetos.

E claro, muito amor

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Não existe receita de sucesso sem amor envolvido. Brinque com seu pet, não deixe de demonstrar carinho e preste atenção às suas necessidades. Assim, a amizade e companheirismo estarão garantidos para a vida toda!

Fonte: Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal)

Saiba quais são as vacinas que ajudam a proteger o seu gato

Entenda a importância da prevenção dos felinos contra doenças como raiva, leucemia viral e enfermidades do complexo respiratório

Tão importante quanto a higiene e a alimentação do animal de estimação, seguir um calendário vacinal completo e efetivo pode garantir a saúde e a longevidade do seu gato, além de impedir a disseminação de doenças como a raiva para os seres humanos, ou ainda aquelas que podem deixar sequelas aos animais, como a leucemia felina.

A partir do segundo mês de vida, e logo após o desmame, os gatos já devem começar a ser vacinados. É importante lembrar que o filhote precisa ser avaliado pelo médico veterinário, pois antes de iniciar a vacinação ele deve estar desparasitado, ou seja, sem vermes e parasitas externos.

Segundo a veterinária e gerente de produto da Zoetis, Fabiana Avelar, as vacinas devem ser aplicadas em filhotes e adultos, respeitando as pausas entre as doses de bula para um efeito eficaz. “A vacinação deve ser feita anualmente. A prevenção é um dos principais caminhos para o bem-estar do animal, por isso a Zoetis tem o compromisso de levar para os tutores soluções que ajudem a melhorar o dia a dia dos animais e a prevenir problemas que possam comprometer a saúde do seu gato”.

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Foto: Pixabay

Confira algumas doenças que acometem os bichanos e como preveni-las:

Complexo respiratório felino

Associação de problemas típicos com sintomas parecidos aos de uma gripe: tosse, espirros, secreção nasal e ocular. Quando não tratados corretamente, podem levar a uma infecção nos pulmões e até óbito em poucos dias.

“As vacinas Felocell CVR e Felocell CVR-C, da Zoetis, protegem de diversos males do complexo respiratório felino, como a rinotraqueíte, a calicivirose, além da panleucopenia, que é uma doença gastrointestinal. Felocell CVR-C também protege contra a clamidiose, uma doença viral que afeta principalmente os olhos e pode levar à conjuntivite”, afirma Fabiana.

Além de cuidar da prevenção à saúde, fique sempre atento a qualquer anormalidade no comportamento do seu gato. Caso note algo diferente, procure o médico veterinário.

Leucemia Felina

Doença infecciosa que enfraquece o sistema imunológico do animal, deixando-o mais exposto a outras enfermidades e infecções que podem ser fatais. Conhecida também pela sigla FeLV (vírus da leucemia felina), a doença é causada por um vírus que predispõe o animal a desenvolver tumores (leucemia ou linfomas) ou doenças degenerativas.

A leucemia é incurável e silenciosa. Em muitos casos, acomete os gatos sem apresentar sintomas iniciais. Uma das formas de transmissão é por meio do contato com animais infectados, principalmente com a troca de secreções corporais como saliva, lágrima, urina e fezes. A lambedura é a principal via de transmissão. O vírus também pode ser transmitido durante a amamentação.

“A prevenção é extremamente importante para garantir a saúde do animal. A vacina Fel-O-Vax LV-k IV + Calicivax (quíntupla felina) da Zoetis é indicada para animais que não apresentam a doença, prevenindo que eles sejam infectados. Antes de vacinar, é importante fazer o teste para saber se o animal já é portador da doença. Caso seja, a vacina acaba sendo ineficaz”, orienta Fabiana.

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Foto: Cityofchicago

Programa de Proteção Garantida*

A iniciativa, pioneira da Zoetis, assegura o resultado da vacina aplicada durante todo o período do seu efeito. Pelo Programa Proteção Garantida, se um animal for vacinado contra determinada doença e posteriormente for diagnosticado com o mesmo problema, a Zoetis dará o suporte necessário para o médico veterinário responsável pelo animal, incluindo a realização dos exames laboratoriais e custeio das despesas relacionadas ao tratamento (internações e medicações), nos casos de comprovação de falha da vacina participante e de acordo com o regulamento do programa.

O serviço oferece maior segurança ao médico veterinário que, além de ter suporte e orientação sobre o uso das vacinas Zoetis, conta com toda a assistência técnica necessária nos casos de falha vacinal**. Para mais informações, o veterinário deve procurar o SAC da empresa (0800 011 19 19) ou acessar o site, clicando aqui.

“O programa Proteção Garantida é mais uma forma da Zoetis apoiar os veterinários, trazendo mais segurança e confiança na hora de vacinar os animais. Além disto, promove o diálogo com o tutor e a conscientização da vacinação para prevenir importantes doenças, muitas delas zoonoses, garantindo longevidade e bem-estar ao animal”, finaliza Fabiana Avelar, gerente de produto da Zoetis.

*programa destinado única e exclusivamente para médicos veterinários.
** Por falha vacinal entende-se a ausência de resposta esperada à vacinação de um indivíduo, em comparação ao proposto na bula das vacinas.

Fonte: Zoetis

Por que é importante se proteger contra a gripe todos os anos?

A gripe (influenza) é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, sendo mais grave do que um resfriado comum, podendo levar a complicações médicas sérias.3,4,13 A doença pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade, sendo facilmente transmitida através da tosse, espirro e contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.

A gripe é causada, principalmente, por quatro cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria). E, como esses vírus estão em constante mudança de um ano para outro, novas vacinas precisam ser produzidas anualmente e por isso é importante se vacinar contra a gripe todos os anos. Anualmente, a composição das vacinas de gripe é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Para 2018, a OMS anunciou que houve modificação na cepa A H3N2.

Atualmente, os Estados Unidos e a Europa passam por um dos mais intensos surtos de gripe com altas taxas de casos confirmados e hospitalizações. De outubro de 2017 a 3 de março de 2018, os EUA tiveram 24.664 hospitalizações confirmadas por Gripe (Influenza). Já na Europa, desde outubro de 2017, foram confirmados 20.312 casos de gripe e 11.434 hospitalizações.

No Brasil, conforme dados do Ministério da Saúde, o número total de casos confirmados de influenza até o final de outubro de 2017 foi de 2.412, sendo pacientes com uma mediana de idade de 45 anos – faixa etária que não é contemplada pela vacina oferecida no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Dentre os casos de influenza, tivemos predomínio para o vírus influenza A (H3N2) com 64,5% e influenza B com 25,4%, sendo assim responsáveis por quase 90% dos casos. O estado com maior número de óbitos por influenza foi São Paulo, com 35,8% dos registros.

“Aqui, no Brasil, o vírus da gripe circula o ano todo, não apenas no inverno e é muito importante a conscientização da população sobre a importância da imunização todos os anos. Uma pesquisa recente da GSK revelou que mais de 60% dos adultos brasileiros não estão com a vacinação em dia. E isso se comprova pelos casos confirmados em pessoas acima de 45 anos. Mesmo essa faixa etária não sendo contemplada no Programa Nacional de Imunizações, é importante que procurem se vacinar. As pessoas devem checar se fazem parte dos grupos de risco que podem se vacinar nos postos de saúde. Caso contrário, devem procurar as vacinas na rede privada”, afirma Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK.

Vacinas trivalente e tetravalente

H1N1

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a imunização é a forma de prevenção mais efetiva contra a gripe e, para isso, existem dois tipos de vacinas contra a gripe: a trivalente e a tetravalente.

A vacina trivalente protege contra três cepas do vírus influenza. Para 2018, a OMS definiu a composição da vacina com duas cepas de influenza A (H1N1 e H3N2) e uma linhagem de influenza B (Yamagata). Ela é oferecida gratuitamente pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) nos postos de saúde para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, indígenas, pessoas acima de 60 anos e professores das escolas públicas e privadas.

A vacina tetravalente está disponível na rede privada e possui proteção contra quatro diferentes cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria), o que significa 1 linhagem B a mais que as vacinas trivalentes. Sabe-se que as linhagens B foram responsáveis por quase 30% dos casos de gripe no ano de 2017.

Todos os anos, a OMS recomenda as três cepas de influenza para as vacinas trivalentes e recomenda a linhagem B adicional que deve ser incluída nas vacinas tetravalentes. Porém, é possível ocorrer um “mismatch” ou incompatibilidade de B, quando a cepa presente nas vacinas trivalentes, é significativamente diferente da linhagem que circula no ambiente.

A partir da campanha de 2018, a vacina influenza tetravalente da GSK, a Fluarix Tetra, estará disponível na rede privada para indivíduos a partir de 6 meses de idade.

A Anvisa aprovou, em 26 de fevereiro deste ano, a ampliação de uso desta vacina para indivíduos a partir de 6 meses de idade.

Diferenças entre gripe e resfriado

A gripe e o resfriado são doenças respiratórias, mas são causados ​​por diferentes vírus. Em geral, a gripe é pior do que o resfriado comum, e os sintomas são mais intensos. As pessoas com resfriado são mais propensas a apresentar sintomas como nariz escorrendo ou entupido. Os resfriados geralmente não levam a complicações de saúde, como pneumonia, infecções bacterianas ou hospitalizações. A gripe pode ter complicações associadas muito graves. Os sintomas da gripe podem incluir febre alta ou sensação de febre/calafrios, tosse, dor de garganta, nariz entupido, dores musculares ou corporais, dores de cabeça, fadiga (cansaço), sendo uma doença potencialmente fatal.

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Foto: Milton Michida / Governo do Estado de S. Paulo

Febre Amarela e Gripe

Devido ao surto de Febre Amarela no país, é importante esclarecer para a população a possibilidade de imunização concomitante, ou em datas próximas, com as vacinas de Gripe (inativada) e Febre Amarela (atenuada):

1. Atualmente não existem estudos que avaliaram especificamente a possível interferência na resposta imune entre as vacinas de Febre Amarela e Gripe (Influenza).

2. Não existem evidências de que a administração concomitante da vacina de Febre Amarela com vacinas inativadas produza interferências nas respostas imunes e na segurança das vacinas, sendo elas aplicadas simultaneamente ou com qualquer intervalo e/ou ordem entre as administrações. 

3. Estudos clínicos limitados demonstraram que a resposta imunológica gerada pela vacina de Febre Amarela não é inibida pela administração de outras vacinas simultaneamente ou com intervalos de 1 dia a 1 mês.

Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras entidades de saúde não exigem um período mínimo de intervalo entre as doses e não contraindicam a administração de vacinas inativadas simultaneamente ou em qualquer momento antes ou após a vacinação contra Febre Amarela.

Fonte: GSK

Vacinas indispensáveis para proteger pets e tutores

Imunização preserva não apenas a saúde dos animais, mas toda a família de doenças que podem ser transmitidas por eles para os humanos

Nos últimos anos, os animais de estimação conquistaram mais espaço dentro de casa e passaram a ser vistos como membros da família. Essa mudança de comportamento gerou mais proximidade e afeto, mas também mais responsabilidades. Além de reforçar os cuidados com a higiene dos pets e com a limpeza da casa, os tutores precisam ficar mais atentos à saúde deles, o que inclui as vacinas. Doenças como raiva, giardíase e leptospirose, por exemplo, podem ser contraídas por animais e transmitidas para os seus donos. Respeitar o calendário de vacinação é a forma mais eficaz de prevenção, protegendo os pets e a família.

Nessa época do ano, o grande alerta é para a imunização contra a gripe, tanto em humanos quanto em cães, para que o organismo tenha tempo de produzir anticorpos até a chegada do inverno, estação do ano onde a incidência da doença é maior. Porém, existem outras vacinas importantes para garantir a saúde de cães e gatos.

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Segundo o médico-veterinário Luciano Granemann e Silva, proprietário da Clínica e Hospital Veterinário 24h Cão.Com, elas são classificadas em “obrigatórias” e “recomendadas”. O calendário de vacinação que orienta os médicos-veterinários no Brasil segue o protocolo do Comitê Latino Americano de Vacunologia em Animales de Compañia (Colavac), de 2016, publicado naquele ano na Revista Clínica Veterinária, Ano XXI, número 124, setembro/outubro.

“A antirrábica e a polivalente, que imuniza os animais contra sete doenças consideradas graves, são as duas obrigatórias desse calendário, tanto para cães quanto para gatos, e devem ser aplicadas no primeiro ano de vida, conforme orientação do fabricante, e depois ter reforços anuais”, afirma. Já, a contra a gripe, embora não obrigatória, está entre as recomendadas para preservar a saúde e o bem-estar dos cães. Os gatos, entretanto, não necessitam dessa imunização.

Outras três que fortalecem o controle de doenças infecciosas nos pets são: giárdia, Leishmaniose e ProHeart, sendo esta para prevenir o Dirofilaria immitis, verme do coração. “É preciso estar atento a incidências, surtos e outras manifestações de determinadas doenças na região onde o animal vive, o que consequentemente o expõe a um maior risco”, aconselha.

Segundo Luciano, “em 18 anos de profissão, não houve um registro sequer de doenças infectocontagiosas em animais imunizados anualmente na clínica”. Em 2017, a clínica Cão.Com aplicou 1.573 doses, sendo 191 contra a gripe. Para 2018, a expectativa é um aumento de 20% devido a maior conscientização dos tutores quanto a importância da prevenção.

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Vacinas éticas

Luciano alerta para os cuidados na hora de escolher o estabelecimento onde a substância é administrada. A sugestão é que seja sempre aplicada por um médico-veterinário. Outro ponto importante é o tipo. “Nós só aplicamos vacinas éticas, que são inovadoras, produzidas por laboratórios de ponta que as estudam a fundo e publicam artigos sobre elas. Elas são vendidas apenas para médicos-veterinários, o que confere maior segurança aos tutores e seus pets”, explica.

É importante também se informar sobre a forma como são armazenadas. “São organismos vivos muito sensíveis a variações. A indicação dos laboratórios é que sejam conservadas entre 2ºC e 6ºC e que não fiquem mais do que 30 minutos fora dessa condição”, afirma Luciano. A Cão.Com tem duas geladeiras específicas para o armazenamento de vacinas biológicas.

Fonte: Cão.Com – Rua Madre Benvenuta,1.642, Santa Mônica / Travessa Stodieck, 52, Centro – Florianópolis. 
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Vacinação contra febre amarela em estações do Metrô segue nesta quarta e quinta-feira

Ação começou nesta segunda-feira (16) e se estende até esta quinta-feira (19) com o objetivo de ampliar cobertura vacinal na cidade de São Paulo; cerca de 5 mil pessoas foram vacinadas nestes dois dias

Oito estações do Metrô de São Paulo recebem nesta quarta-feira (18) postos volantes para reforçar a campanha de vacinação contra a febre amarela no município. A ação é uma estratégia da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) para ampliar a cobertura vacinal na capital, atualmente em torno de 54,2%.

As equipes de saúde farão atendimento nestas quarta e quinta-feira (19) nas estações Vila Prudente, Sacomã, Penha, Tatuapé, Ana Rosa, Campo Limpo e Capão Redondo do Metropolitano. Nesta quarta, a dose da vacina também estará disponível em posto volante na estação Clínicas (Linha 2-Verde).

Na última segunda-feira (16), nove estações – todas citadas acima e a estação Sé do Metrô – ofereceram a vacinação, com um resultado surpreendente: mais de 4,3 mil pessoas vacinadas. Nesta terça, a vacinação se concentrou nas estações Campo Limpo e Capão Redondo, com um saldo de mais de 630 doses aplicadas.

Vacina tríplice viral - Bernardo Portella - Ascom - Bio-Manguinhos
Vacina tríplice viral – Foto: Bernardo Portella – Ascom – Bio-Manguinhos

“É importante reforçar que a vacina está disponível em mais de 460 pontos. A ação nas estações do Metrô é uma estratégia extra para facilitar ainda mais a adesão da população”, explica o secretário municipal da Saúde, Wilson Pollara. A meta é imunizar 95% da população até 30 de maio, data prevista para o término da campanha de vacinação.

Assim como acontece nos postos de saúde, o usuário precisa levar documento de identificação para receber a dose nos postos volantes no Metrô. Importante: é necessário aguardar ao menos 10 dias após receber a dose para frequentar áreas consideradas de risco para transmissão da doença.

A SMS reforça o pedido para que os munícipes que ainda não receberam a dose procurem uma unidade para se proteger da doença. Até quarta-feira (11), 6.340.952 pessoas foram vacinadas na capital, o que representa 54,2% do público-alvo.

A zona Norte segue a região com a melhor cobertura vacinal, com 85,5% de moradores vacinados. Em seguida, estão as regiões Sul (66,6%), Oeste (52,8%), Leste (37,7%), Sudeste (37%) e, por fim, o Centro, com apenas 17% da meta.

Até o momento, foram confirmados 12 casos autóctones (ou seja, adquiridos no próprio município de residência) de febre amarela na capital paulista, sendo que sete evoluíram para óbito. É importante ressaltar que todos os casos registrados são de febre amarela silvestre. Não há ocorrência de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.

É importante lembrar que a vacina contra a febre amarela não é indicada para crianças menores de 9 meses de idade, gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pacientes com imunodepressão de qualquer natureza, com neoplasia (câncer), com HIV, em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores) e submetidos a transplante de órgãos. Em caso de dúvida, é importante consultar o médico antes de se vacinar.

Mulheres amamentando crianças com até seis meses de idade e gestantes que são residentes das áreas de risco devem ser vacinadas, após avaliação do médico do pré-natal. Depois de receber a vacina, a lactante deve suspender a amamentação por 10 dias.

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Foto: Portal Brasil

Serviço:
Postos volantes em estações do Metrô
Horário: das 10h às 18h
Quarta-feira (18/4): Metrô Clínicas, Vila Prudente, Sacomã, Penha, Tatuapé, Ana Rosa, Campo Limpo, Capão Redondo
Quinta-feira (19/4): Metrô Vila Prudente, Sacomã, Penha, Tatuapé, Ana Rosa, Campo Limpo, Capão Redondo

 

Mutação no vírus da gripe obriga pessoas a tomarem vacina todos os anos

A chegada dos meses mais frios provoca um aumento no número de pacientes que procura os consultórios com sintomas de doenças alérgicas e respiratórias. Os dias mais secos e com temperaturas baixas do outono-inverno agravam os quadros de doenças crônicas como asma, bronquite, rinite e sinusite.

A gripe, causada pelo vírus influenza, é a doença mais comum nesse período e se caracteriza pela infecção no sistema respiratório. O que diferencia a gripe das outras viroses respiratórias é o fato dela ter um grupo diferente de vírus, e o influenza é o mais conhecido. Esse tipo de vírus atinge o pulmão e costuma sofrer mutações a cada ano, podendo ficar mais ou menos agressivo para as pessoas.

mulher gripe doente cama

“Por conta dessas modificações do vírus Influenza, a vacina precisa ser reformulada a cada ano, com base na maior prevalência da circulação viral do ano anterior. Com isso, para evitar a doença, é fundamental que as pessoas tomem uma nova dose da vacina anualmente”, afirma a pediatra Renata Scatena, diretora da Casa Crescer, clínica que reúne várias especialidades para atendimento infantil.

Um surto de gripe se espalhou pelo mundo. Nos Estados Unidos, a doença atingiu praticamente todos estados no início do inverno, com um total de 47 mil casos confirmados. 20 crianças morreram, a maioria delas não estava imunizada. No Brasil, o estado de Goiás foi o mais atingido com 44 casos confirmados e três mortes. As campanhas de vacinação já começaram no país nas clínicas particulares. Na rede pública é possível tomar a vacina Trivalente que cobre as duas cepas de influenza A (H1N1 H3N2) e uma cepa do Influenza B. Nas clínicas de vacinação, está disponível a vacina Tetravalente que cobre as duas cepas de influenza A (H1N1 H3N2) e duas cepas de influenza B.

“A vacina da gripe é extremamente segura, não tem nenhuma contraindicação. Ela pode ser administrada junto com outras vacinas do calendário de vacinação, no mesmo dia, e é um mito falar que a vacina da gripe deixa a pessoa com a doença. Ela é composta por vírus inativado, ou seja, partículas virais incapazes de causarem a doença”, afirma Renata.

vacina

A médica dá orientações sobre alguns cuidados que precisam ser tomados para tratamento e prevenção da doença. As grávidas devem procurar o obstetra que está cuidando da gestação para que ele dê o tratamento específico. Já as crianças, se estiverem doentes, devem evitar locais fechados, como creches e berçários, e ficar em casa, em repouso.

“A gripe deve ser tratada com antitérmico e hidratação, a criança deve higienizar as mãos com álcool em gel, e fazer a lavagem nasal com soro fisiológico pelo menos duas vezes por dia. É fundamental evitar os locais fechados por causa do risco de propagação do vírus”, conclui a pediatra.

Fonte: Renata Scatena é médica graduada pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, com residência em Pediatria e especialização em Terapia Intensiva Pediátrica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Tem o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Associação de Medicina Intensiva Brasileira – AMIB e atualmente, é diretora clínica da Casa Crescer, um espaço novo em São Paulo que tem o objetivo de cuidar da saúde das crianças de forma integrada, sendo ela orgânica, social, cultural, psíquica e emocional