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Petz oferece nova vacina contra o verme do coração em cães

Medicamento previne a dirofilariose, doença transmitida por mosquito e provocada por um verme que se aloja no coração do pet; a incidência é maior no litoral, mas há casos também em outras regiões

Quando começa a esquentar o tempo, as famílias viajam mais com os pets para a praia. Mas é justamente nesta época mais quente que aumentam os casos de dirofilariose, uma doença provocada por um verme que se aloja no coração dos pets, transmitida por mosquito nas regiões litorâneas. Para proteger os bichinhos de estimação, a Petz oferece uma nova vacina que previne contra o parasita dirofilária, causador da doença.

“O melhor remédio é a prevenção. Basta uma dose por ano, para proteger os bichinhos de estimação. Apesar de a doença também afetar os gatos, o medicamento é indicado apenas para cães a partir de nove meses de idade”, explica o veterinário da Petz Felipi Bruno Espada. Antes, a única forma de prevenção era a aplicação mensal de vermífugos ou de medicamentos específicos para dirofilariose. A incidência da doença é maior no litoral, mas há casos também em outras regiões.

Sinais

Apatia, tosse, falta de ar, perda de peso, cansaço e dificuldade para se exercitar são alguns dos sinais da doença, que vem se espalhando de forma silenciosa. “Pode ser detectada com um simples teste de sangue e, caso seja diagnosticada cedo, as chances de recuperação são maiores”, explica o veterinário. Quando instalada, a dirofilariose reduz expectativa de vida, pode deixar sequelas graves e até matar por insuficiência cardíaca súbita.

Cuidados com o coração do pet cachorro

Como tratar

O tratamento é voltado para acabar com as microfilárias (vermes jovens), evitando que novos parasitas cheguem à fase adulta e, com isso, se reproduzam e ocupem mais espaço no coração e nos vasos sanguíneos no pet. “É importante, além da prevenção, fazer check-up antes e depois das viagens, para obter informações com os veterinários sobre a melhor forma de proteger e tratar dos pets”, orienta o veterinário.

Fonte: Petz

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Hoje é o ‘Dia D’ para atualizar carteira de vacinação de crianças e adolescentes

Postos fixos ficarão abertos das 8 às 17 horas; Campanha de Multivacinação de SP disponibiliza vacinas contra 18 tipos de doenças

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realiza neste sábado, 16 de setembro, o ‘Dia D’ da Campanha Estadual de Multivacinação de crianças e adolescentes até 15 anos.

Estarão disponíveis doses contra 18 tipos de doença, entre as quais tuberculose, rotavírus, paralisia infantil, febre amarela, sarampo e HPV. O objetivo é colocar em dia a caderneta de vacinação de cerca de 9,8 milhões de paulistas que compõem o público-alvo (dados regionais abaixo).

A campanha continuará até 22 de setembro e os profissionais dos postos de vacinação atuarão para conferir e atualizar as cadernetas dos menores de 15 anos e aplicar as doses em atraso de acordo com cada faixa etária, caso seja necessário.

Neste sábado, das 8 às 17 horas, 314,7 mil profissionais estarão distribuídos em 5,1 mil postos fixos e volantes em todo o Estado de São Paulo. Também serão mobilizados, em parceria com as prefeituras do Estado, 1.749 carros, 17 ônibus, três barcos, um trem e outros 13 tipos de veículos.

“O ‘Dia D’ é mais uma oportunidade para que os pais ou responsáveis se programem para levar as crianças e adolescentes aos postos de vacinação. Aproveitamos essa data para reforçar a importância da imunização para proteger esse público contra as doenças e complicações”, afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

Em situações de perda da caderneta de vacinação, a recomendação é de que os pais ou responsáveis compareçam ao mesmo posto de saúde onde vacinaram as crianças anteriormente, para que seja possível consultar quais doses já foram aplicadas na ficha de registro arquivada na unidade.

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Foto: Portal Brasil

Público-alvo da Campanha Estadual de Multivacinação:

REGIÃO PÚBLICO ESTIMADO
CAPITAL e GRANDE SP 4.789.703
ARAÇATUBA 153.129
ARARAQUARA 203.977
BARRETOS 91.092
BAURU   377.522
CAMPINAS 928.149
FRANCA 157.765
MARÍLIA 235.717
PIRACICABA 324.408
PRES PRUDENTE 161.614
REGISTRO 77.939
RIBEIRÃO PRETO      306.128
BAIXADA SANTISTA 405.176
SÃO JOÃO DA BOA VISTA 171.000
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 303.069
SOROCABA 567.324
VALE DO PARAÍBA 554.854
TOTAL 9.808.566

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Guarulhos: campanha de vacinação contra raiva e evento de adoção

Amanhã, sábado, 16 de setembro, das 11 às 15 horas, o Shopping Pátio Guarulhos terá a campanha de vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos. A ação será realizada pela Prefeitura de Guarulhos no piso térreo do centro de compras e ainda terá outros eventos paralelos.

Profissionais e estudantes do curso de veterinária da UNG -Universidade de Guarulhos- estarão durante todo o período no shopping conversando com o visitante para conscientização sobre a importância das vacinas aos animais, além de outros cuidados que garantem a saúde e bem-estar dos pets e toda a família.

E àqueles que quiserem levar um novo amiguinho pra casa, a ONG Deixe Viver estará no Shopping Pátio Guarulhos com cães e gatos para adoção. Os interessados precisam ser maiores de 18 anos; apresentar documentos como RG, CPF e comprovante de residência, e colaborar com R$ 60,00 como doação para a instituição.

A gerente de marketing do shopping, Claudia Campos, lembra que “para a vacinação contra raiva, o animal precisa estar em bom estado de saúde, senão não poderá receber a dose da vacina”.

cachorro e gato brincando

Vacinação contra Raiva no Shopping Pátio Guarulhos
Dia: 16 de setembro de 2017
Horários: das 11h às 15h
Visitação gratuita
Local: Piso térreo
Endereço: Avenida Rosa Molina Pannochia, 331, Vila Rio, esquina com a avenida Benjamin Harris Hannicut, Guarulhos
Estacionamento gratuito

Raiva já matou 1.001 animais e fez duas vítimas humanas

Variante transmitida por morcegos não causa os sintomas clássicos, tendo a paralisia como principal característica

A raiva é uma zoonose letal tanto para animais quanto para seres humanos, mas que pode ser prevenida com as orientações e o trabalho do médico-veterinário. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foram confirmados no Brasil em 2016 um total de 1.001 casos em animais. Entretanto, foi alcançada uma cobertura vacinal em cães e gatos de apenas 25% em todo o país.

Para a prevenção da doença, a principal medida é a vacinação anual dos animais. Nesta época do ano muitos municípios realizam campanhas de combate a doença. Caso seu município não realize a imunização de forma gratuita, procure um médico-veterinário.

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Foto: Cityofchicago

“De uma forma geral, a raiva tem como principais sintomas clínicos a encefalite, alterações no sistema nervoso central, mudanças de comportamento, paralisia, dentre outros”, explica Luciana Hardt Gomes, primeira diretora técnica médica-veterinária do Instituto Pasteur e membro da Comissão de Saúde Pública Veterinária do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP).

Nos últimos anos a variante canina do vírus, que acomete os animais de agressividade, não tem sido isolada em animais. Entretanto, está sendo cada vez mais comum o número de casos em cães e gatos por variante transmitida por morcegos, que faz com que os animais não apresentem os sintomas comuns da doença, mas, sim, uma paralisia. Por isso, é preciso ressaltar ainda mais a guarda responsável.

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Pixabay

“As principais ações são manter os animais domiciliados o máximo possível e, quando houverem saídas, evitar deixá-los sem supervisão. E a qualquer sinal de abatimento ou paralisia é essencial procurar um médico-veterinário”, aponta Luciana.

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Por conta da pouca cobertura vacinal, quase 415 mil pessoas receberam atendimento profilático pós-exposição após terem sido agredidas por animais não vacinados contra a raiva. Mesmo assim, duas pessoas morreram em decorrência da doença, somente no primeiro semestre de 2017.

“Se uma pessoa for agredida por um animal contaminado, a primeira ação a ser tomada é lavar a ferida com água e sabão. Depois, imprescindivelmente, seguir para o atendimento médico”, aconselha a médica-veterinária. O tratamento ainda é experimental. Há apenas um caso no Brasil em que houve a cura da raiva humana, sendo igualmente rara no mundo todo.

Fonte: CRMV-SP

Campanha de Vacinação Antirrábica começa no domingo em São Paulo

Serão mais de dois mil postos de vacinação no município; cães e gatos com mais de três meses de idade devem receber vacina

A Campanha de Vacinação contra a Raiva para cães e gatos no município de São Paulo será lançada no próximo domingo (20) durante o SPAnimal, evento que acontecerá das 9 às 13 horas, na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu. O evento, uma confraternização entre famílias e seus pets, vai oferecer serviços voltados para o bem-estar dos animais de estimação.

Além da vacinação antirrábica, haverá orientações sobre guarda responsável, emissão de Registro Geral Animal (RGA) e microchipagem. Os cachorros poderão participar também de um grande passeio com 1,5 km de distância pela avenida Pacaembu, das 10 às 11 horas. O evento faz parte do lançamento do SPAnimal, uma política pública voltada à promoção da saúde e proteção animal. Para isso, a iniciativa buscará incentivar o convívio saudável da população paulistana e criar um legado para a cidade no aprimoramento de ações voltadas aos bichos.

Início

Na próxima segunda-feira (21), a campanha terá início nos mais de dois mil postos volantes e fixos de vacinação – um deles é no próprio Centro de Controle de Zoonoses (CCZ-SP).

Na ação, que vai até o dia 3 de setembro, serão oferecidas um milhão doses da vacina. A expectativa é imunizar ao menos 900 mil cães e gatos.

O serviço é gratuito e o proprietário precisa transportar seu animal doméstico de forma adequada: cães na coleira e guia e gatos em caixas de transporte apropriadas (ou similar), para evitar fugas e incidentes.

A raiva é uma doença transmissível, caracterizada pelo contágio direto, ou seja, por meio de mordida, arranhões ou lambedura de cães, gatos ou morcegos infectados. “A adesão da população à campanha é importante para que a raiva permaneça sob controle. Desde 1981 não há registro de caso de raiva humana no município”, explica a veterinária do CCZ-SP, Maria Cristina Novo Campos Mendes.

Todos os cães e gatos com mais de três meses de idade devem receber a vacina – inclusive as fêmeas que estiverem amamentando, prenhas ou no cio -; as exceções sãos os doentes (com diarreia, secreção ocular ou nasal, sem apetite, convalescentes de cirurgias ou outras enfermidades).

A vacinação é a medida mais importante para a prevenção e controle da doença. Outras práticas também são importantes, tais como:

· Manter o animal domiciliado e levá-lo para passear somente com coleira e guia, evitando contato com outros animais desconhecidos;

· Não mexer em cães e gatos desconhecidos para evitar um possível ataque;

· Ao ser mordido ou arranhado por um cão ou gato, lave bem o local com água e sabão e procure orientação médica na unidade de saúde mais próxima;

· Em especial para os felinos, deve-se cuidar para que não saiam à noite para locais abertos; o que evita o contato com morcegos.

A aplicação da vacina é gratuita e obrigatória para cães e gatos, conforme lei municipal nº 13.131/01. As seringas e agulhas são descartáveis e a relação completa dos postos, com local e data da vacinação, pode ser obtida clicando aqui ou pelo telefone 156. Os postos funcionarão das 9 às 17 horas.

Recomendações para o dia da vacinação

· Todos os cães devem estar com coleira e guia. A focinheira é obrigatória em animais bravos;

· Gatos são mais assustados. Portanto, devem ser levados em caixas de transporte ou similar, evitando fugas ou acidentes;

· Somente adultos com condições de conter os animais devem conduzi-los ao local de vacinação.

SPAnimal
Data: 20 de agosto de 2017
Horário: das 9h às 13h
Concentração: Praça Charles Miller, na Avenida Pacaembu, em frente ao estádio

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Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 21 de agosto a 3 de setembro
Horário de funcionamento dos postos: das 9h às 17h

Domingo: Pacaembu recebe atividades para famílias e animais de estimação

Evento acontece em 20 de agosto, das 9h às 13h, e marcaa campanha de vacinação contra a raiva no município

A Prefeitura de São Paulo realiza no dia 20 de agosto uma grande confraternização entre famílias e animais de estimação. O evento acontece das 9 às 13 horas na Praça Charles Miller, na Zona Oeste da cidade, e o espaço terá diferentes serviços voltados para o bem-estar dos animais. As ações marcam a campanha de vacinação contra a raiva no município.

Além da vacinação antirrábica, serão oferecidas orientações sobre guarda responsável, emissão de RGA e microchipagem. Os cachorros poderão participar também de um grande passeio com 1,5 km de distância pela avenida Pacaembu, que será realizado das 10 às 11 horas.

Cães do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) participarão do evento e da caminhada, para que o público possa conhecê-los e também estimular a adoção e a posse responsável dos animais. A presença desses cães também marca o lançamento de um novo site que irá ajudar a divulgação dos animais disponíveis para adoção no CCZ. A adoção deles e de outros bichos pode ser feita apenas no próprio CCZ, localizado na Rua Santa Eulália, 86, em Santana, na Zona Norte.

Haverá também food trucks para alimentação do público, serão disponibilizados bebedouro para cães, displays com saquinhos “cata-caca”, área de descanso e ambulâncias para pets em casos de emergência. O evento conta com a participação das secretarias da Saúde, Esportes e Lazer e o apoio da São Paulo Turismo.

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Serviço evento Pacaembu:
Data: 20 de agosto de 2017
Horário: das 9h às 13h
Concentração: Praça Charles Miller
Percurso do passeio: Em direção à Avenida Pacaembu, até a Rua Dr. Veiga Filho
Vacina Antirrábica, emissão do RGA e microchipagem: grátis

SPAnimal

O evento faz parte do programa Saúde e Proteção Animal, uma política pública voltada à promoção da saúde e proteção animal. Para isso, a iniciativa busca incentivar o convívio saudável da população paulistana e criar um legado para a cidade no aprimoramento de ações voltadas aos animais.

De acordo com uma pesquisa feita pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/USP) em 2016, 44,3% dos domicílios brasileiros possuem ao menos um cão e 17,7% ao menos um gato. Na cidade de São Paulo, o número corresponde a mais de três milhões de residências, uma proporção de cerca de um animal para cada 4 habitantes.

Vacinação Antirrábica

O evento será marcado pela campanha de vacinação antirrábica 2017, que será aplicada gratuitamente no município. Cães e gatos devem ser vacinados a partir dos 3 meses de idade e apenas os animais doentes não podem receber a dose. Este é o principal meio de prevenção contra a raiva, sendo a principal ferramenta para prevenir a doença em humanos. Embora a raiva de cães e gatos esteja controlada no município, isso não isenta que os animais sejam vacinados uma vez por ano.

Para serem efetivas, as campanhas de vacinação contra a raiva devem alcançar uma cobertura de pelo menos 70% dos cães vacinados. Como os gatos também são importantes fontes de infecção para humanos, eles também devem ser vacinados nas campanhas. Devido a seu hábito caçador, os felinos estão particularmente expostos ao contato com morcegos, que podem transmitir a raiva. A Prefeitura de São Paulo realiza anualmente a Campanha de Vacinação Contra a Raiva de Cães e Gatos, com o objetivo de manter a doença controlada. Entretanto, desde 2010 o número de animais vacinados na campanha vem diminuindo.

A prática, além de obrigatória por lei, é o fator de maior relevância para garantir a manutenção de controle da raiva nas populações de cães e gatos e, por consequência, para a população humana. Na hora de vacinar, o ideal é que seja apresentada a carteira de vacinação do animal. Cães bravos devem usar focinheira. Água e alimentação devem ser oferecidas normalmente.

Registro Geral Animal (RGA)

Durante o evento, os tutores de cães e gatos também poderão fazer gratuitamente o Registro Geral Animal (RGA). Para isso, deverá apresentar:
– CPF;
– RG;
– Atestado de vacina contra raiva emitido e assinado por médico veterinário ou comprovante do Centro de Controle de Zoonoses do município expedido nos 12 meses anteriores ao RGA.

Na capital paulista, ele é gratuito e obrigatório pela Lei Municipal 13.131/2001 para todos os cães e gatos que residam no município. O número do RGA é único e permanente.

Em caso de perda ou extravio da plaqueta, a segunda via deve ser providenciada no CCZ ou em um dos estabelecimentos veterinários credenciados, mantendo-se o mesmo número do RGA anterior.

Para maior segurança do animal, recomenda-se também o uso de uma identificação na coleira contendo nome e telefone do proprietário, pois assim as chances de encontrar um animal perdido aumentam. O documento também pode ser feito no CCZ ou em um dos estabelecimentos veterinários credenciados pela Prefeitura, sempre gratuito.

Microchipagem

Durante o evento, alguns animais também poderão receber microchip gratuitamente. Microchipar cães e gatos, assim como colocar uma plaquinha de identificação nas coleiras deles, aumenta muito as chances de encontrá-lo. Para implantar o microchip, basta apresentar o RGA do animal.

Na microchipagem, um microchip eletrônico, pouco maior que um grão de arroz, é inserido por baixo da pele do pescoço do animal. Por meio de um scanner, é possível visualizar os dados do animal e do proprietário, como nomes, telefones e outras informações.

O microchip é aplicado por uma agulha, causando o mesmo desconforto de uma injeção. Vale lembrar que este microchip não substitui a placa de identificação. Uma coleira com identificação legível e atualizada ainda é a melhor forma de reencontrar seu pet, pois permite que uma pessoa comum que o encontre entre em contato imediatamente com você.

Adoção

O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) tem cerca de 300 animais, entre cães e gatos, disponíveis para adoção. São diversos animais Sem Raça Definida (SRD), de pelagem curta e longa, filhotes, adultos e idosos, de todas as cores e alguns portadores de deficiências físicas.

Os animais disponíveis para adoção no CCZ são vacinados, castrados, microchipados, tratados contra pulga e carrapato, vermifugados e avaliados rotineiramente quanto ao seu comportamento. Além das feiras e festas, o serviço de adoção de animais acontece diariamente, desde 1984, com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância da adoção de cães e gatos.

Para adotar, o interessado deve ir ao CCZ de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, ou aos sábados, das 9h às 15h, exceto aos feriados. É necessário apresentar CPF, RG, comprovante de residência e levar coleira ou caixa de transporte (para os gatos). Também é preciso pagar no local a taxa municipal referente à adoção, que é de R$ 21,00.

Os interessados passam por uma entrevista, feita por funcionários do setor de adoção, para apresentar animais que tenham o perfil ideal para cada família. Após a aprovação, os adotantes recebem também informações sobre guarda responsável e demais orientações sobre o animal. No ato da adoção, o animal será registrado em nome do adotante, que deve ser maior de idade.

Serviço adoção no CCZ:
Dias e horários: De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9 às 15 horas
Local: Sede do CCZ – Rua Santa Eulália, 86 – Santana
Para mais informações: 3397-8900

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Guarda Responsável

Antes de acolher um animal, tenha em mente que ele não é um brinquedo. Ele viverá cerca de 12 anos ou mais e durante todo esse tempo necessitará dos seus cuidados, independente das mudanças que aconteçam na sua vida neste período. Certifique-se também que você é responsável pelo animal mesmo durante o período de férias e feriados.

Prefira sempre adotar a comprar um animal. A adoção contribui para que animais que aguardam por uma família consigam um lar, diminuindo também os animais que vagam pelas ruas, sem segurança. Na hora da escolha, é importante certificar que o animal tenha as características de comportamento e de tamanho condizentes com o espaço que você dispõe. Evite dar animais como presente, já que muitas vezes a família não está preparada para receber um bichinho.

Ao ser responsável pela guarda de um animal você deve garantir assistência veterinária sempre que necessário. Mantenha a vacinação em dia. O medicamento contra a raiva no município acontece anualmente e é obrigatória a partir dos quatro meses de idade. Para evitar o abandono e a superpopulação de cães e gatos, providencie a castração dos animais, seja ele macho ou fêmea. Você também deve proporcionar uma alimentação adequada e água fresca. É importante sempre mantê-lo em condições de higiene.

Os animais devem ter um espaço adequado, com abrigo do sol, da chuva e do vento. Zele para que ele não fuja de sua casa, providenciando portões e redes de proteção, mas nunca prenda nenhum deles com correntes, cordas ou aparatos similares. Passeie com o animal para que ele se exercite, sempre preso à coleira e guia para evitar fugas, atropelamentos e ataques a outros animais. O passeio deve ser evitado em horário de sol forte, pois o contato com o solo quente pode causar desconforto e até queimaduras.

Fonte: SPTuris

 

 

 

 

Animais bem nutridos respondem melhor à vacinação

 

Agosto é tradicionalmente um mês de vacinação de cães e gatos, graças à campanha anual de prevenção à raiva em todo o país. Então é também uma boa ocasião para esclarecer que alguns fatores interferem bastante na resposta no animal às vacinas, tais como idade, doenças preexistentes e estado nutricional. É comprovado: animais bem nutridos apresentam uma resposta mais adequada às vacinas de modo geral.

Segundo a médica veterinária da PremieR Pet, Keila Regina de Godoy, a atenção com o sistema imunológico dos animais de estimação deve ser redobrada nos primeiros meses de vida e também na idade madura. Consequentemente, a alimentação ganha uma importância ainda maior nessas fases.

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Foto: Doglistener

“Filhotes com apenas alguns dias de vida possuem um sistema imunológico ainda imaturo, enquanto nos idosos algumas células de defesa tornam-se menos ativas, o que pode deixá-los mais vulneráveis a diversas doenças, além de mais susceptíveis a infecções”, esclarece.

Também devem receber especial cuidado com a alimentação os animais que têm sua imunidade prejudicada, como os gatos portadores do vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV).

gato comendo

“A alimentação é a principal responsável pelo fornecimento adequado dos nutrientes que servem de base para o bom desenvolvimento do sistema imune, pela multiplicação das células de defesa e pela formação de outras substâncias importantes para a imunidade. E em casos de desnutrição, o primeiro sistema do organismo afetado é justamente o sistema imunológico”, aponta a especialista.

Fica evidente, portanto, a importância de um suporte nutricional adequado durante toda a vida dos animais de estimação. Sem esse cuidado, muitas vezes não é possível atingir o resultado esperado com as vacinações, dada toda a relação entre a nutrição e o sistema imunológico. Um alimento adequado para a faixa etária, o porte, a raça, o nível de atividade física, bem como as condições fisiológicas e corporais é fundamental para garantir a boa imunidade e a saúde geral dos cães e gatos.

Fonte: Premier Pet

 

Veterinária orienta sobre vacinação contra a gripe em cães e gatos

Rede de pet shop registra aumento de casos e alerta sobre a importância da imunização

A vacina contra a gripe para os pets é importante para a prevenção de doenças, principalmente no outono e inverno, quando a incidência de problemas respiratórios cresce. A Petz tem registrado aumento nos casos e alerta para a importância da imunização.

“Há duas formas de vacina para os cães: a intranasal, que pinga uma gotinha no nariz do pet; e a injetável, aplicada embaixo da pele. Ambas têm a mesma eficácia”, afirma a veterinária Gabriela Bianchi, da Petz. Nos gatos, a proteção é feita com a vacina v4, que previne também contra panleucopenia, calicivirose e clamidiose.

Secreção nasal e ocular, espirros, tosse, prostração, diminuição de apetite e até febre são os principais sinais. “Mas a gripe pode se agravar e fazer com que o pet desenvolva pneumonia e dificuldade respiratória”, explica Gabriela.

Para evitar o transtorno, a veterinária orienta que os pets devem ser vacinados ainda filhotes, a partir de três semanas no caso dos cães, e oito semanas no caso dos gatos. Nos mais velhos, o reforço deve ser feito anualmente. Por não terem ainda o sistema imunológico desenvolvido, os pequenos são mais vulneráveis a infecções virais e bacterianas.

O mesmo acontece com os idosos, que, em muitos casos, já têm outras doenças associadas e são mais debilitados. Vale lembrar que tanto filhotes quanto idosos (a partir de 7 anos) fazem parte do grupo de pets mais suscetíveis à gripe.

Nos cães

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A gripe canina, também chamada de tosse dos canis ou traqueobronquite infecciosa canina, é transmitida por meio de vírus pelo ar, secreções respiratórias, contato direito com o cão infectado e objetos contaminados. Ela pode ser causada pelo vírus da Parainfluenza, pela bactéria Bordetella bronchiseptica ou ainda pela combinação dos dois tipos de agentes – e não é transmitida para os seres humanos ou outras espécies.

Nos felinos

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A rinotraqueíte felina é transmitida entre os próprios gatos. Uma das complicações da doença é que, como a mucosa da boca se enche de aftas (lesões ulcerativas), o pet pode parar de comer e beber por causa da dor, debilitando seu organismo. O tratamento inclui antibióticos e terapia de suporte, como hidratação durante internação e nutrição complementar.

Dicas de prevenção

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Foto: Morguefile/Elemenoperica

Os pets devem ser protegidos do frio, em áreas cobertas. É importante que tenham à disposição casinhas, cobertores, mantas e até as tradicionais roupinhas. Quem dá banho nos cães e gatos em casa deve tomar cuidado com a friagem e, de acordo com a veterinária, o ideal seria realizar o processo no pet shop – onde tanto a pele como a pelagem do pet são secas de forma adequada.

Além da imunização contra gripe, também é fundamental estar em dia com outras vacinas, como a antirrábica, V8 ou V10 (polivalente), contra giárdia e leptospirose.

Fonte: Petz

 

 

 

Fique atento: cães também ficam gripados

Altamente contagiosa, a gripe canina pode ser prevenida por meio da vacinação e cuidados básicos na rotina do animal

A Tosse dos Canis, tecnicamente chamada de Traqueobronquite Infecciosa Canina, nada mais é que uma gripe que acomete os cães. Diferentemente dos humanos, que ficam mais propícios a pegar resfriados no inverno, a gripe canina pode ocorrer em todas as estações do ano, é transmitida pelo ar ou por meio do contato direto com outros cães e contagia rapidamente animais de todas as idades. Por isso, a prevenção é importante para garantir a saúde do seu melhor amigo.

“O cachorro pode pegar a doença em um simples passeio de rotina, então é importante ficar atento aos sintomas: normalmente começam com uma tosse, seca, forte e persistente, que pode ser agravada após algum esforço físico, causando dificuldades respiratórias e ânsia de vômito. O animal pode aparentar que está engasgado. Outros indícios podem ser febre, perda de apetite e apatia. Ao notar estes sinais, o recomendável é levar o cão ao veterinário”, explica Fabiana Avelar, Gerente de Produtos da Zoetis.

A prevenção da gripe canina vai desde cuidados em casa até vacinas. “O tutor deve tomar alguns cuidados como evitar deixar o cão em locais frios, mantê-lo em um ambiente coberto e sem correntes de vento, acomodá-lo em camas ou casas e, ainda, oferecer mantas. Além disso, é importante vaciná-lo”, conta Fabiana.

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Pixabay

A Zoetis possui duas opções de vacinas para evitar a Tosse dos Canis: BronchiGuard e a Bronchi-Shield III.

“A BronchiGuard é uma vacina injetável, que pode ser adotada nos programas vacinais. O cão pode ser protegido ainda filhote, a partir da 8ª semana de vida, sendo a primeira vacinação composta de duas doses, com intervalo de duas a quatro semanas. Essa proteção deve ser reforçada anualmente, em dose única. Monovalente, a vacina age contra o principal agente causador da gripe canina, a bactéria Bordetella bronchiseptica. A outra opção que oferecemos é a Bronchi-Shield III: vacina intranasal, composta por três agentes envolvidos na gripe canina e que dispensa o uso de agulhas, ideal para a vacinação de filhotes. É indolor e uma alternativa excelente quando uma rápida proteção é necessária ao animal. Protege contra Adenovírus Canino Tipo 2, o vírus da Parainfluenza Canina e também da Bordetella bronchiseptica”, afirma Fabiana.

A vacinação precoce, a partir dos dois meses de idade, evita que o animal se contamine antes de ter contato com os agentes causadores da enfermidade. Mas é importante imunizar também os cães jovens e adultos, pois a vacinação é uma aliada importante para proteger o animal da gripe o ano todo. Em qualquer situação é recomendável consultar o médico veterinário para manter o cão saudável.

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Foto: Doglistener

Programa de Proteção Garantida*

A iniciativa, pioneira da Zoetis, destinada única e exclusivamente para médicos veterinários, assegura o resultado da vacina aplicada durante todo o período do seu efeito. Dentro do Programa Proteção Garantida, se um animal for vacinado contra determinada doença e posteriormente for diagnosticado com a mesma doença, a Zoetis dará o suporte necessário para o médico veterinário responsável pelo animal, incluindo a realização dos exames laboratoriais e custeio das despesas relacionadas ao tratamento (internações e medicações) nos casos de comprovação de falha da vacina participante e de acordo com o regulamento do programa.

O serviço oferece maior segurança ao médico veterinário que, além de poder acessar suporte e orientação sobre o uso das vacinas Zoetis, conta com toda a assistência técnica necessária nos casos de falha vacinal (ausência de resposta esperada à vacinação de um indivíduo, em comparação ao proposto na bula das vacinas).

Para mais informações sobre o programa, o veterinário deve procurar o SAC da empresa – 0800 011 19 19 ou acessar o site.

SP alerta sobre vacinação contra a febre amarela antes do Carnaval

Dose deve ser tomada 10 dias antes de viagens a áreas consideradas de risco

Com a proximidade do Carnaval, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo orienta os foliões que viajarão durante o feriado a se vacinarem contra a febre amarela, caso o destino seja em áreas de risco para a doença. A vacina deve ser tomada com 10 dias de antecedência à viagem para regiões silvestres, rurais, de mata e ribeirinhas.

Atualmente, a imunização é destinada especificamente para quem mora ou viaja para áreas de risco (confira aqui os municípios recomendados pelo Ministério da Saúde para vacinação)

A vacina pode ser aplicada a partir de nove meses de idade. Para as crianças, é necessária uma dose de reforço aos quatro anos. Adultos e crianças com idade superior a cinco anos já vacinados também precisam tomar um reforço único, dez anos após a primeira dose.

A imunização não está indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até seis meses e pessoas imunodeprimidas, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (portadores de Lúpus, por exemplo). Em caso de dúvida, é importante consultar o médico.

No Estado de São Paulo, a vacina está indicada para moradores de 455 cidades.

Esses municípios estão situados no território abrangido por regiões: Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Araçatuba, Jales, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bauru, Marília, Assis, Botucatu, Itapeva, São João da Boa Vista e parte de Sorocaba.

mosquito

A vacina contra a febre amarela é elaborada com o vírus vivo atenuado e tem eficácia superior a 90%.

“É importante destacar que a vacina está indicada apenas para quem precisa, ou seja, quem mora ou vai se deslocar para as áreas de risco”, orienta Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo