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Dicas para adotar um pet da maneira mais adequada

Adotar um pet é coisa séria, estar ciente das necessidades e particularidades do animal é importante para esse processo

Para quem gosta de animais de estimação, adotar é, com certeza, um momento de muita alegria e emoção. Os pets são tão amorosos e trazem tanta felicidade para as nossas vidas que fica fácil esquecer os problemas quando estamos com eles.

Mas, adotar é compromisso sério, requer disposição para as mudanças que acontecerão na casa, na rotina, nas tarefas e responsabilidades. Há detalhes importantes que devem ser lembrados nessa fase inicial e que podem gerar dúvidas.

Para que esse momento de adaptação aconteça da melhor maneira possível, é aconselhável estar atento a alguns pontos relacionados a seguir:

Saúde

gato no veterinario pixabay

Ao adotar um pet, faça uma visita ao veterinário para checar se está tudo certo com sua saúde e siga as orientações do profissional para mantê-lo sempre saudável. Além disso, certifique-se de que ele está protegido contra parasitas como pulgas, principalmente se já houver outros animais na casa, pois essa pode ser uma fonte de doença que se espalhará por toda a família. Mantenha sempre esse cuidado para o bem-estar do seu cão ou gato.

Paciência

puppy cachorro filhote

Seja filhote ou adulto, um ambiente novo deixa qualquer um apreensivo e desconfiado, inclusive o tutor. Por isso, esse é um ingrediente essencial na fase de adaptação. Mantenha a calma e tenha muita paciência para ensiná-lo sobre o local em que ele irá dormir ou fazer as necessidades.

Regras e rotina

gato brinquedo pelucia pixabay

Sem dúvidas, a chegada de um novo membro em casa é pura alegria, mas os tutores não podem deixar a empolgação e o pet controlarem tudo. Para manter a ordem na casa e ajudá-lo nesses primeiros contatos, é importante estabelecer algumas regras para que ele saiba obedecer aos seus comandos e a convivência torne-se tranquila e agradável. Aqui, a paciência também é primordial.

“Briga de irmão”

cachorros brincando

Se você já tiver outro animal de estimação, o período de adaptação pode ser redobrado, afinal ambos precisarão de tempo para se conhecer e aceitarem a presença um do outro no mesmo ambiente, dividir carinho e atenção. É necessário garantir que cada um tenha seu espaço, seus próprios brinquedos, potes para alimentação e demais objetos.

E claro, muito amor

labrador cachorro gato preto

Não existe receita de sucesso sem amor envolvido. Brinque com seu pet, não deixe de demonstrar carinho e preste atenção às suas necessidades. Assim, a amizade e companheirismo estarão garantidos para a vida toda!

Fonte: Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal)

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Saiba quais são as vacinas que ajudam a proteger o seu gato

Entenda a importância da prevenção dos felinos contra doenças como raiva, leucemia viral e enfermidades do complexo respiratório

Tão importante quanto a higiene e a alimentação do animal de estimação, seguir um calendário vacinal completo e efetivo pode garantir a saúde e a longevidade do seu gato, além de impedir a disseminação de doenças como a raiva para os seres humanos, ou ainda aquelas que podem deixar sequelas aos animais, como a leucemia felina.

A partir do segundo mês de vida, e logo após o desmame, os gatos já devem começar a ser vacinados. É importante lembrar que o filhote precisa ser avaliado pelo médico veterinário, pois antes de iniciar a vacinação ele deve estar desparasitado, ou seja, sem vermes e parasitas externos.

Segundo a veterinária e gerente de produto da Zoetis, Fabiana Avelar, as vacinas devem ser aplicadas em filhotes e adultos, respeitando as pausas entre as doses de bula para um efeito eficaz. “A vacinação deve ser feita anualmente. A prevenção é um dos principais caminhos para o bem-estar do animal, por isso a Zoetis tem o compromisso de levar para os tutores soluções que ajudem a melhorar o dia a dia dos animais e a prevenir problemas que possam comprometer a saúde do seu gato”.

gato veterinario pixabay
Foto: Pixabay

Confira algumas doenças que acometem os bichanos e como preveni-las:

Complexo respiratório felino

Associação de problemas típicos com sintomas parecidos aos de uma gripe: tosse, espirros, secreção nasal e ocular. Quando não tratados corretamente, podem levar a uma infecção nos pulmões e até óbito em poucos dias.

“As vacinas Felocell CVR e Felocell CVR-C, da Zoetis, protegem de diversos males do complexo respiratório felino, como a rinotraqueíte, a calicivirose, além da panleucopenia, que é uma doença gastrointestinal. Felocell CVR-C também protege contra a clamidiose, uma doença viral que afeta principalmente os olhos e pode levar à conjuntivite”, afirma Fabiana.

Além de cuidar da prevenção à saúde, fique sempre atento a qualquer anormalidade no comportamento do seu gato. Caso note algo diferente, procure o médico veterinário.

Leucemia Felina

Doença infecciosa que enfraquece o sistema imunológico do animal, deixando-o mais exposto a outras enfermidades e infecções que podem ser fatais. Conhecida também pela sigla FeLV (vírus da leucemia felina), a doença é causada por um vírus que predispõe o animal a desenvolver tumores (leucemia ou linfomas) ou doenças degenerativas.

A leucemia é incurável e silenciosa. Em muitos casos, acomete os gatos sem apresentar sintomas iniciais. Uma das formas de transmissão é por meio do contato com animais infectados, principalmente com a troca de secreções corporais como saliva, lágrima, urina e fezes. A lambedura é a principal via de transmissão. O vírus também pode ser transmitido durante a amamentação.

“A prevenção é extremamente importante para garantir a saúde do animal. A vacina Fel-O-Vax LV-k IV + Calicivax (quíntupla felina) da Zoetis é indicada para animais que não apresentam a doença, prevenindo que eles sejam infectados. Antes de vacinar, é importante fazer o teste para saber se o animal já é portador da doença. Caso seja, a vacina acaba sendo ineficaz”, orienta Fabiana.

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Foto: Cityofchicago

Programa de Proteção Garantida*

A iniciativa, pioneira da Zoetis, assegura o resultado da vacina aplicada durante todo o período do seu efeito. Pelo Programa Proteção Garantida, se um animal for vacinado contra determinada doença e posteriormente for diagnosticado com o mesmo problema, a Zoetis dará o suporte necessário para o médico veterinário responsável pelo animal, incluindo a realização dos exames laboratoriais e custeio das despesas relacionadas ao tratamento (internações e medicações), nos casos de comprovação de falha da vacina participante e de acordo com o regulamento do programa.

O serviço oferece maior segurança ao médico veterinário que, além de ter suporte e orientação sobre o uso das vacinas Zoetis, conta com toda a assistência técnica necessária nos casos de falha vacinal**. Para mais informações, o veterinário deve procurar o SAC da empresa (0800 011 19 19) ou acessar o site, clicando aqui.

“O programa Proteção Garantida é mais uma forma da Zoetis apoiar os veterinários, trazendo mais segurança e confiança na hora de vacinar os animais. Além disto, promove o diálogo com o tutor e a conscientização da vacinação para prevenir importantes doenças, muitas delas zoonoses, garantindo longevidade e bem-estar ao animal”, finaliza Fabiana Avelar, gerente de produto da Zoetis.

*programa destinado única e exclusivamente para médicos veterinários.
** Por falha vacinal entende-se a ausência de resposta esperada à vacinação de um indivíduo, em comparação ao proposto na bula das vacinas.

Fonte: Zoetis

Por que é importante se proteger contra a gripe todos os anos?

A gripe (influenza) é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, sendo mais grave do que um resfriado comum, podendo levar a complicações médicas sérias.3,4,13 A doença pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade, sendo facilmente transmitida através da tosse, espirro e contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.

A gripe é causada, principalmente, por quatro cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria). E, como esses vírus estão em constante mudança de um ano para outro, novas vacinas precisam ser produzidas anualmente e por isso é importante se vacinar contra a gripe todos os anos. Anualmente, a composição das vacinas de gripe é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Para 2018, a OMS anunciou que houve modificação na cepa A H3N2.

Atualmente, os Estados Unidos e a Europa passam por um dos mais intensos surtos de gripe com altas taxas de casos confirmados e hospitalizações. De outubro de 2017 a 3 de março de 2018, os EUA tiveram 24.664 hospitalizações confirmadas por Gripe (Influenza). Já na Europa, desde outubro de 2017, foram confirmados 20.312 casos de gripe e 11.434 hospitalizações.

No Brasil, conforme dados do Ministério da Saúde, o número total de casos confirmados de influenza até o final de outubro de 2017 foi de 2.412, sendo pacientes com uma mediana de idade de 45 anos – faixa etária que não é contemplada pela vacina oferecida no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Dentre os casos de influenza, tivemos predomínio para o vírus influenza A (H3N2) com 64,5% e influenza B com 25,4%, sendo assim responsáveis por quase 90% dos casos. O estado com maior número de óbitos por influenza foi São Paulo, com 35,8% dos registros.

“Aqui, no Brasil, o vírus da gripe circula o ano todo, não apenas no inverno e é muito importante a conscientização da população sobre a importância da imunização todos os anos. Uma pesquisa recente da GSK revelou que mais de 60% dos adultos brasileiros não estão com a vacinação em dia. E isso se comprova pelos casos confirmados em pessoas acima de 45 anos. Mesmo essa faixa etária não sendo contemplada no Programa Nacional de Imunizações, é importante que procurem se vacinar. As pessoas devem checar se fazem parte dos grupos de risco que podem se vacinar nos postos de saúde. Caso contrário, devem procurar as vacinas na rede privada”, afirma Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK.

Vacinas trivalente e tetravalente

H1N1

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a imunização é a forma de prevenção mais efetiva contra a gripe e, para isso, existem dois tipos de vacinas contra a gripe: a trivalente e a tetravalente.

A vacina trivalente protege contra três cepas do vírus influenza. Para 2018, a OMS definiu a composição da vacina com duas cepas de influenza A (H1N1 e H3N2) e uma linhagem de influenza B (Yamagata). Ela é oferecida gratuitamente pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) nos postos de saúde para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, indígenas, pessoas acima de 60 anos e professores das escolas públicas e privadas.

A vacina tetravalente está disponível na rede privada e possui proteção contra quatro diferentes cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria), o que significa 1 linhagem B a mais que as vacinas trivalentes. Sabe-se que as linhagens B foram responsáveis por quase 30% dos casos de gripe no ano de 2017.

Todos os anos, a OMS recomenda as três cepas de influenza para as vacinas trivalentes e recomenda a linhagem B adicional que deve ser incluída nas vacinas tetravalentes. Porém, é possível ocorrer um “mismatch” ou incompatibilidade de B, quando a cepa presente nas vacinas trivalentes, é significativamente diferente da linhagem que circula no ambiente.

A partir da campanha de 2018, a vacina influenza tetravalente da GSK, a Fluarix Tetra, estará disponível na rede privada para indivíduos a partir de 6 meses de idade.

A Anvisa aprovou, em 26 de fevereiro deste ano, a ampliação de uso desta vacina para indivíduos a partir de 6 meses de idade.

Diferenças entre gripe e resfriado

A gripe e o resfriado são doenças respiratórias, mas são causados ​​por diferentes vírus. Em geral, a gripe é pior do que o resfriado comum, e os sintomas são mais intensos. As pessoas com resfriado são mais propensas a apresentar sintomas como nariz escorrendo ou entupido. Os resfriados geralmente não levam a complicações de saúde, como pneumonia, infecções bacterianas ou hospitalizações. A gripe pode ter complicações associadas muito graves. Os sintomas da gripe podem incluir febre alta ou sensação de febre/calafrios, tosse, dor de garganta, nariz entupido, dores musculares ou corporais, dores de cabeça, fadiga (cansaço), sendo uma doença potencialmente fatal.

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Foto: Milton Michida / Governo do Estado de S. Paulo

Febre Amarela e Gripe

Devido ao surto de Febre Amarela no país, é importante esclarecer para a população a possibilidade de imunização concomitante, ou em datas próximas, com as vacinas de Gripe (inativada) e Febre Amarela (atenuada):

1. Atualmente não existem estudos que avaliaram especificamente a possível interferência na resposta imune entre as vacinas de Febre Amarela e Gripe (Influenza).

2. Não existem evidências de que a administração concomitante da vacina de Febre Amarela com vacinas inativadas produza interferências nas respostas imunes e na segurança das vacinas, sendo elas aplicadas simultaneamente ou com qualquer intervalo e/ou ordem entre as administrações. 

3. Estudos clínicos limitados demonstraram que a resposta imunológica gerada pela vacina de Febre Amarela não é inibida pela administração de outras vacinas simultaneamente ou com intervalos de 1 dia a 1 mês.

Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras entidades de saúde não exigem um período mínimo de intervalo entre as doses e não contraindicam a administração de vacinas inativadas simultaneamente ou em qualquer momento antes ou após a vacinação contra Febre Amarela.

Fonte: GSK

Vacinas indispensáveis para proteger pets e tutores

Imunização preserva não apenas a saúde dos animais, mas toda a família de doenças que podem ser transmitidas por eles para os humanos

Nos últimos anos, os animais de estimação conquistaram mais espaço dentro de casa e passaram a ser vistos como membros da família. Essa mudança de comportamento gerou mais proximidade e afeto, mas também mais responsabilidades. Além de reforçar os cuidados com a higiene dos pets e com a limpeza da casa, os tutores precisam ficar mais atentos à saúde deles, o que inclui as vacinas. Doenças como raiva, giardíase e leptospirose, por exemplo, podem ser contraídas por animais e transmitidas para os seus donos. Respeitar o calendário de vacinação é a forma mais eficaz de prevenção, protegendo os pets e a família.

Nessa época do ano, o grande alerta é para a imunização contra a gripe, tanto em humanos quanto em cães, para que o organismo tenha tempo de produzir anticorpos até a chegada do inverno, estação do ano onde a incidência da doença é maior. Porém, existem outras vacinas importantes para garantir a saúde de cães e gatos.

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Segundo o médico-veterinário Luciano Granemann e Silva, proprietário da Clínica e Hospital Veterinário 24h Cão.Com, elas são classificadas em “obrigatórias” e “recomendadas”. O calendário de vacinação que orienta os médicos-veterinários no Brasil segue o protocolo do Comitê Latino Americano de Vacunologia em Animales de Compañia (Colavac), de 2016, publicado naquele ano na Revista Clínica Veterinária, Ano XXI, número 124, setembro/outubro.

“A antirrábica e a polivalente, que imuniza os animais contra sete doenças consideradas graves, são as duas obrigatórias desse calendário, tanto para cães quanto para gatos, e devem ser aplicadas no primeiro ano de vida, conforme orientação do fabricante, e depois ter reforços anuais”, afirma. Já, a contra a gripe, embora não obrigatória, está entre as recomendadas para preservar a saúde e o bem-estar dos cães. Os gatos, entretanto, não necessitam dessa imunização.

Outras três que fortalecem o controle de doenças infecciosas nos pets são: giárdia, Leishmaniose e ProHeart, sendo esta para prevenir o Dirofilaria immitis, verme do coração. “É preciso estar atento a incidências, surtos e outras manifestações de determinadas doenças na região onde o animal vive, o que consequentemente o expõe a um maior risco”, aconselha.

Segundo Luciano, “em 18 anos de profissão, não houve um registro sequer de doenças infectocontagiosas em animais imunizados anualmente na clínica”. Em 2017, a clínica Cão.Com aplicou 1.573 doses, sendo 191 contra a gripe. Para 2018, a expectativa é um aumento de 20% devido a maior conscientização dos tutores quanto a importância da prevenção.

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Vacinas éticas

Luciano alerta para os cuidados na hora de escolher o estabelecimento onde a substância é administrada. A sugestão é que seja sempre aplicada por um médico-veterinário. Outro ponto importante é o tipo. “Nós só aplicamos vacinas éticas, que são inovadoras, produzidas por laboratórios de ponta que as estudam a fundo e publicam artigos sobre elas. Elas são vendidas apenas para médicos-veterinários, o que confere maior segurança aos tutores e seus pets”, explica.

É importante também se informar sobre a forma como são armazenadas. “São organismos vivos muito sensíveis a variações. A indicação dos laboratórios é que sejam conservadas entre 2ºC e 6ºC e que não fiquem mais do que 30 minutos fora dessa condição”, afirma Luciano. A Cão.Com tem duas geladeiras específicas para o armazenamento de vacinas biológicas.

Fonte: Cão.Com – Rua Madre Benvenuta,1.642, Santa Mônica / Travessa Stodieck, 52, Centro – Florianópolis. 
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Vacinação contra febre amarela em estações do Metrô segue nesta quarta e quinta-feira

Ação começou nesta segunda-feira (16) e se estende até esta quinta-feira (19) com o objetivo de ampliar cobertura vacinal na cidade de São Paulo; cerca de 5 mil pessoas foram vacinadas nestes dois dias

Oito estações do Metrô de São Paulo recebem nesta quarta-feira (18) postos volantes para reforçar a campanha de vacinação contra a febre amarela no município. A ação é uma estratégia da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) para ampliar a cobertura vacinal na capital, atualmente em torno de 54,2%.

As equipes de saúde farão atendimento nestas quarta e quinta-feira (19) nas estações Vila Prudente, Sacomã, Penha, Tatuapé, Ana Rosa, Campo Limpo e Capão Redondo do Metropolitano. Nesta quarta, a dose da vacina também estará disponível em posto volante na estação Clínicas (Linha 2-Verde).

Na última segunda-feira (16), nove estações – todas citadas acima e a estação Sé do Metrô – ofereceram a vacinação, com um resultado surpreendente: mais de 4,3 mil pessoas vacinadas. Nesta terça, a vacinação se concentrou nas estações Campo Limpo e Capão Redondo, com um saldo de mais de 630 doses aplicadas.

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Vacina tríplice viral – Foto: Bernardo Portella – Ascom – Bio-Manguinhos

“É importante reforçar que a vacina está disponível em mais de 460 pontos. A ação nas estações do Metrô é uma estratégia extra para facilitar ainda mais a adesão da população”, explica o secretário municipal da Saúde, Wilson Pollara. A meta é imunizar 95% da população até 30 de maio, data prevista para o término da campanha de vacinação.

Assim como acontece nos postos de saúde, o usuário precisa levar documento de identificação para receber a dose nos postos volantes no Metrô. Importante: é necessário aguardar ao menos 10 dias após receber a dose para frequentar áreas consideradas de risco para transmissão da doença.

A SMS reforça o pedido para que os munícipes que ainda não receberam a dose procurem uma unidade para se proteger da doença. Até quarta-feira (11), 6.340.952 pessoas foram vacinadas na capital, o que representa 54,2% do público-alvo.

A zona Norte segue a região com a melhor cobertura vacinal, com 85,5% de moradores vacinados. Em seguida, estão as regiões Sul (66,6%), Oeste (52,8%), Leste (37,7%), Sudeste (37%) e, por fim, o Centro, com apenas 17% da meta.

Até o momento, foram confirmados 12 casos autóctones (ou seja, adquiridos no próprio município de residência) de febre amarela na capital paulista, sendo que sete evoluíram para óbito. É importante ressaltar que todos os casos registrados são de febre amarela silvestre. Não há ocorrência de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.

É importante lembrar que a vacina contra a febre amarela não é indicada para crianças menores de 9 meses de idade, gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pacientes com imunodepressão de qualquer natureza, com neoplasia (câncer), com HIV, em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores) e submetidos a transplante de órgãos. Em caso de dúvida, é importante consultar o médico antes de se vacinar.

Mulheres amamentando crianças com até seis meses de idade e gestantes que são residentes das áreas de risco devem ser vacinadas, após avaliação do médico do pré-natal. Depois de receber a vacina, a lactante deve suspender a amamentação por 10 dias.

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Foto: Portal Brasil

Serviço:
Postos volantes em estações do Metrô
Horário: das 10h às 18h
Quarta-feira (18/4): Metrô Clínicas, Vila Prudente, Sacomã, Penha, Tatuapé, Ana Rosa, Campo Limpo, Capão Redondo
Quinta-feira (19/4): Metrô Vila Prudente, Sacomã, Penha, Tatuapé, Ana Rosa, Campo Limpo, Capão Redondo

 

Mutação no vírus da gripe obriga pessoas a tomarem vacina todos os anos

A chegada dos meses mais frios provoca um aumento no número de pacientes que procura os consultórios com sintomas de doenças alérgicas e respiratórias. Os dias mais secos e com temperaturas baixas do outono-inverno agravam os quadros de doenças crônicas como asma, bronquite, rinite e sinusite.

A gripe, causada pelo vírus influenza, é a doença mais comum nesse período e se caracteriza pela infecção no sistema respiratório. O que diferencia a gripe das outras viroses respiratórias é o fato dela ter um grupo diferente de vírus, e o influenza é o mais conhecido. Esse tipo de vírus atinge o pulmão e costuma sofrer mutações a cada ano, podendo ficar mais ou menos agressivo para as pessoas.

mulher gripe doente cama

“Por conta dessas modificações do vírus Influenza, a vacina precisa ser reformulada a cada ano, com base na maior prevalência da circulação viral do ano anterior. Com isso, para evitar a doença, é fundamental que as pessoas tomem uma nova dose da vacina anualmente”, afirma a pediatra Renata Scatena, diretora da Casa Crescer, clínica que reúne várias especialidades para atendimento infantil.

Um surto de gripe se espalhou pelo mundo. Nos Estados Unidos, a doença atingiu praticamente todos estados no início do inverno, com um total de 47 mil casos confirmados. 20 crianças morreram, a maioria delas não estava imunizada. No Brasil, o estado de Goiás foi o mais atingido com 44 casos confirmados e três mortes. As campanhas de vacinação já começaram no país nas clínicas particulares. Na rede pública é possível tomar a vacina Trivalente que cobre as duas cepas de influenza A (H1N1 H3N2) e uma cepa do Influenza B. Nas clínicas de vacinação, está disponível a vacina Tetravalente que cobre as duas cepas de influenza A (H1N1 H3N2) e duas cepas de influenza B.

“A vacina da gripe é extremamente segura, não tem nenhuma contraindicação. Ela pode ser administrada junto com outras vacinas do calendário de vacinação, no mesmo dia, e é um mito falar que a vacina da gripe deixa a pessoa com a doença. Ela é composta por vírus inativado, ou seja, partículas virais incapazes de causarem a doença”, afirma Renata.

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A médica dá orientações sobre alguns cuidados que precisam ser tomados para tratamento e prevenção da doença. As grávidas devem procurar o obstetra que está cuidando da gestação para que ele dê o tratamento específico. Já as crianças, se estiverem doentes, devem evitar locais fechados, como creches e berçários, e ficar em casa, em repouso.

“A gripe deve ser tratada com antitérmico e hidratação, a criança deve higienizar as mãos com álcool em gel, e fazer a lavagem nasal com soro fisiológico pelo menos duas vezes por dia. É fundamental evitar os locais fechados por causa do risco de propagação do vírus”, conclui a pediatra.

Fonte: Renata Scatena é médica graduada pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, com residência em Pediatria e especialização em Terapia Intensiva Pediátrica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Tem o título de especialista pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Associação de Medicina Intensiva Brasileira – AMIB e atualmente, é diretora clínica da Casa Crescer, um espaço novo em São Paulo que tem o objetivo de cuidar da saúde das crianças de forma integrada, sendo ela orgânica, social, cultural, psíquica e emocional

Hoje é dia de vacinação contra febre amarela no Parque do Ibirapuera

Aplicação de doses da vacina acontecerá entre 10 e 16 horas e faz parte da programação da Virada da Saúde

Os frequentadores do Parque do Ibirapuera, na Vila Mariana, que ainda não se vacinaram contra a febre amarela poderão receber a dose neste sábado (7), durante a abertura da quarta edição da Virada da Saúde. A atividade fará parte da ação promovida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo e acontecerá na Arena de Eventos, ao lado do Museu Afro Brasil (portão 10), das 10 às 16 horas. Para receber a dose, é preciso levar documento de identificação com foto e, se possível, carteira de vacinação e cartão SUS.

Além da ação no parque, a campanha de imunização contra a doença segue neste sábado em cerca de 80 postos de saúde, que estarão de plantão para atender à demanda. As unidades de plantão e seus respectivos horários de atendimento podem ser acessados aqui.

Durante a semana, a dose é aplicada em todos os postos da capital paulista. O usuário pode localizar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência mais próxima de seu endereço por meio da ferramenta Busca Saúde. A campanha de imunização, que começou em setembro do ano passado, se estenderá até 30 de maio.

“Além das atividades esportivas e de lazer, quem ainda não tomou a dose da vacina, deve aproveitar este sábado e se prevenir contra a doença”, declara Lígia Nerger, gerente de imunização da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa).

A SMS reforça que a vacina contra a febre amarela não é indicada para crianças menores de 9 meses de idade, gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e pacientes com imunodepressão de qualquer natureza, com neoplasia (câncer), com HIV, em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores) e submetidos a transplante de órgãos. Em caso de dúvida, é importante consultar o médico antes de se vacinar.

Mulheres amamentando crianças com até seis meses de idade e gestantes que são residentes das áreas de risco devem ser vacinadas, após avaliação do médico do pré-natal. Depois de receber a vacina, a lactante deve suspender a amamentação por 10 dias.

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Foto: Bernardo Portella / Arca Fiocruz

Vacinação contra Febre Amarela na Virada da Saúde
Quando: sábado (7), das 9h às 16h
Onde: Parque do Ibirapuera, portão 10
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana

A importância de vacinar os animais de estimação

Assim como os humanos, os bichinhos de estimação estão suscetíveis a dezenas de doenças que podem ser facilmente prevenidas com algumas vacinas de reforço anual.
A imunização deve ser iniciada o quanto antes, logo quando o pet é filhote ou assim que é adotado na fase adulta.

O que são vacinas?

Vacinas são imunizações permanentes ou temporárias contra doenças bacterianas, virais, entre outras. Sua função é auxiliar na criação de anticorpos pelo organismo, para que o sistema imunológico esteja preparado para combater doenças antes de o indivíduo entrar em contato com os micro-organismos causadores. Entenda melhor a virose em cães.

Sua matéria-prima é o próprio organismo causador da enfermidade, mas de uma forma enfraquecida ou inativada. Com isso, ocorre uma reação imunológica do corpo que recebe essa quantidade de vírus ou bactéria e são criadas defesas específicas para combater esse respectivo agente infeccioso.

Qual a importância da vacinação para pets?

Em cães, a vacina previne doenças como:

cinomose;
coronavirose;
hepatite infecciosa;
leishmaniose visceral;
leptospirose;
parvovirose;
parainfluenza e Adenovírus Tipo 2;
raiva.

Já em gatos, as principais doenças são:

calicivirose;
clamidiose;
leucemia viral felina (FeLV);
panleucopenia felina;
raiva;
rinotraqueíte.

Alguma dessas doenças — como a cinomose — possuem taxas de contágio e de mortalidade altíssimas e, inclusive, algumas são zoonoses — como a raiva — e, portanto, podem passar para os seres humanos.

Como a imunização deve ser feita?

O correto é sempre checar com o médico veterinário para ele passar o protocolo adequado para o animal, já que não se pode vacinar animais com a saúde debilitada, ou que estejam passando por estresse, afirma o veterinário Cauê Toscano do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Em cachorros, as principais vacinas são as polivalentes, que podem cobrir 8 (V8), 10 (V10) ou 11 (V11) doenças. Elas incluem doenças como cinomose, coronavirose, hepatite infecciosa, parvovirose, leptospirose (de 2 a 5 tipos), parainfluenza e adenovírus tipo 2.

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Em cães filhotes recomenda-se que a vacinação seja assim:

6 a 8 semanas de vida — primeira dose da Polivalente;
10 a 12 semanas — segunda dose da Polivalente;
14 a 16 semanas — terceira dose da Polivalente;
a partir de 120 dias de vida — primeira dose da vacina anti-rábica;
o reforço deverá ser anual para a Polivalente e para a anti-rábica;

Em adultos ou cães que nunca foram vacinados:

mais de 12 semanas de vida — primeira dose da Polivalente e da vacina anti-rábica;
21 a 30 dias após a primeira dose da polivalente, aplicar a segunda dose;
o reforço de ambas vacinas será anual.

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Foto: Pixabay

Em gatos filhotes o esquema de vacinação é assim:

60 dias de vida — primeira dose da Múltipla;
90 dias de vida — segunda dose da Múltipla;
120 dias de vida — primeira dose da anti-rábica;
o reforço das duas será todo ano.

Em gatos adultos ou que não foram vacinados ainda:

mais de 120 dias de vida — primeira dose da Múltipla e da anti-rábica;
21 a 30 dias após a primeira dose — aplicar a segunda dose da Múltipla;
o reforço deverá ser anual para ambas.
A vacina Múltipla dos gatos inclui doenças como Rinotraqueíte, Clamidiose (Tríplice, Quádrupla e Quíntupla), Calicivirose, Panleucopenia e Leucemia Felina.

Confira a carteira de vacinas de seu cão ou gato e agende uma consulta com o veterinário o quanto antes para deixar tudo em dia.

Fonte: Vet Quality

Saúde alerta sobre vacinação contra febre amarela antes do feriado de Páscoa

Paulistas com viagens programadas para locais de risco ou com vacinação em curso devem tomar se imunizar com dez dias de antecedência

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo alerta as pessoas que ainda não se vacinaram contra febre amarela, mas que pretendem viajar no feriado de Páscoa para locais com recomendação da vacina ou ações de imunização em curso, para que compareçam aos serviços de saúde próximos de suas residências antes de se deslocarem. A finalidade é orientar e proteger a população.

O feriado tem início, oficialmente, na chamada “Sexta-feira Santa”, 30 de março, até o domingo de Páscoa, 1º de abril. Aos viajantes, a orientação é para que tomem a vacina com dez dias de antecedência, tempo necessário para o organismo produzir os anticorpos contra a febre amarela.

Atualmente, 575 dos 645 municípios paulistas têm vacinação em curso (confira clicando aqui). Isso porque as áreas com indicação da vacina foram gradativamente ampliadas, desde o início de 2016, com a intensificação das ações de enfrentamento da febre amarela no Estado pela Secretaria, por meio de monitoramento dos corredores ecológicos, vigilância epidemiológica e vacinação. A orientação também vale para pessoas que se deslocarão para outros locais do país com vacinação recomendada pelo Ministério da Saúde, clique aqui para conferir.

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Atualmente, em conjunto com os municípios, está sendo realizado um monitoramento para identificar os não imunizados durante a campanha de vacinação contra febre amarela, realizada entre 25 e 16 março. Cada Prefeitura desenvolverá a iniciativa que considerar mais apropriada para alcançar essas pessoas. A cidade de São Paulo, por exemplo, decidiu disponibilizar a vacina nas 466 salas de vacinação espalhadas por todo o território da capital, até o final de maio. A vacinação continuará ocorrendo com a dose fracionada e padrão, conforme a indicação para cada pessoa.

Balanço da pasta aponta que neste ano, até o momento, 7,2 milhões de pessoas em todo o Estado foram vacinadas contra a febre amarela. O número é praticamente equivalente às 7,4 milhões de doses aplicadas ao longo de todo o ano de 2017.

Especificamente na campanha, realizada em distritos da capital e em mais 53 cidades, foram vacinadas 5,2 milhões de pessoas, o que representa 56,6% do público-alvo formado por 9,2 milhões de paulistas. Cerca de 96% foram imunizados com a dose fracionada. As localidades abrangidas na campanha foram definidas por critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) e Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) em locais de concentração de mata.

Nesse ano, o SUS passou a disponibilizar neste ano a dose fracionada da vacina, conforme diretriz do Ministério da Saúde. O frasco convencionalmente utilizado na rede pública pode ser subdividido em até cinco partes, sendo aplicado assim 0,1 mL da vacina. Estudos evidenciam que a vacina fracionada tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. As carteiras de vacinação receberam um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

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Foto: Bernardo Portella / Arca Fiocruz

Além disso, está mantido o uso da dose padrão para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina e grávidas residentes em áreas de risco.

Devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

 

 

Adotou um filhote? Conheça as vacinas que cães e gatos precisam tomar

Seguir um calendário vacinal completo e efetivo é fundamental para garantir a saúde e a longevidade do animal de estimação, além de impedir a disseminação de doenças como a raiva, a leptospirose ou a giardíase em seres humanos. Vaciná-los preventivamente também evita doenças que podem deixar sequelas nos animais como, por exemplo, a leucemia felina.

Há três tipos de classificação de vacinas: essenciais, complementares (ou não essenciais) e não recomendadas (Tabela 1). “As essenciais devem ser aplicadas em todos os cães e gatos, indiferentemente de raça, tamanho ou idade, pois são vacinas que, em geral, previnem doenças fatais, de grande incidência ou com potencial de passarem aos seres humanos (zoonoses)”, explica o médico veterinário e Gerente Técnico e de Pesquisa Aplicada para Animais de Companhia da Zoetis, Alexandre Merlo.

“As vacinas complementares são indicadas de acordo com a avaliação comportamental do animal, região em que vive e outros fatores, seguindo os critérios do médico veterinário. Já as não recomendadas são, principalmente, aquelas que apresentam poucos estudos clínicos sobre sua eficácia ou que protegem contra doenças pouco relevantes”, complementa.

Alexandre lembra que, na composição de um produto, podem existir componentes vacinais essenciais e não essenciais, por isso é importante consultar sempre o médico veterinário.

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Quando vacinar?

Cães e gatos devem ser vacinados nas primeiras seis a oito semanas de vida. As vacinas são repetidas a cada três a quatro semanas, até que o animal tenha 16 semanas ou um pouco mais. É muito importante respeitar as recomendações da bula das vacinas na hora de adotar um protocolo vacinal, o qual pode ser individualizado pelo médico veterinário.

Uma parte integrante da vacinação dos filhotes de cães e gatos é a vacina de “reforço”, que é tradicionalmente aplicada aos 12 meses de idade ou 12 meses após a última vacina da série primária. O principal objetivo é assegurar a proteção imunológica do animal.

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Foto: Pixabay

“A vacinação em filhotes é de suma importância para que cresçam saudáveis e evitem certas doenças na fase adulta. A vacinação deve ter reforço anual e ser sempre orientada pelo médico veterinário. A prevenção é um dos principais caminhos para o bem-estar do animal”, salienta Alexandre Merlo.

Confira algumas doenças que acometem cães e gatos e saiba como preveni-las:

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Proteção Garantida

Para oferecer maior tranquilidade aos médicos veterinários, a Zoetis possui o programa Proteção Garantida. De acordo com o programa, caso um animal tenha sido vacinado contra determinada doença, utilizando os produtos da empresa, e posteriormente for diagnosticado com a mesma doença, a Zoetis dará o suporte necessário para ao médico veterinário responsável pelo animal, a realização dos exames laboratoriais e despesas relacionadas ao tratamento (internações e medicações) nos casos devidamente comprovados e de acordo com o regulamento do programa*.

Conforme conta Fabiana Avelar, Gerente de Produto de Animais de Companhia da Zoetis, o programa Proteção Garantida é mais uma forma da Zoetis apoiar os veterinários, trazendo mais segurança e confiança na hora da vacinação. “Com esse programa, nosso objetivo é oferecer vacinas de qualidade e também tranquilidade ao profissional veterinário em relação aos animais de estimação sob os seus cuidados, os quais sabemos que são considerados membros de tantas famílias. Além disto, o programa promove o diálogo com o proprietário e a conscientização da vacinação para prevenir importantes doenças, muitas delas zoonoses que podem contagiar as pessoas, garantindo longevidade e bem estar aos animais.”

*Todas as informações se encontram no regulamento do programa. O programa é destinado única e exclusivamente aos médicos veterinários.

Fonte: Zoetis