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Restaurante Djapa oferece “rodízio japonês vegetariano de verdade”

Versão veggie do premiado rodízio japonês em Moema é mais econômica e traz criações exclusivas, como niguiri de shiitake, “sashimis” de frutas e legumes e diversos pratos com tofu

O restaurante Djapa, em Moema, oferece o “rodízio japonês vegetariano de verdade”. Até hoje, os restaurantes apenas eliminavam os itens com carne e peixe para oferecer uma opção vegetariana adaptada. O Djapa criou diversos pratos exclusivos para compor os 20 itens, sem contar as variações de sushi e as oito opções de sobremesa, com um menu próprio e preço diferenciado. Há ainda uma versão executiva (no almoço, de segunda a sexta, exceto feriados).

Dos pratos exclusivos, destaque para o guioza de legumes, carpaccio de abobrinha, niguiri de shiitake, sushi com edamame (grãos de soja verde), dyo crocante com cenoura, “sashimis” de manga, mamão e cenoura e robata (espetinho grelhado com legumes e pimentões). Para suprir a proteína animal, o restaurante preparou diversas opções com tofu, como hiyayakko (tofu gelado coberto com temperos como gengibre), robata de tofu, teppan (grelhado na chapa), ceviche e empanado servido com molho agridoce. Conhecido como queijo de soja, o tofu, que não tem glúten e é pouco calórico, absorve os diversos tipos de tempero facilmente, aumentando a diversidade de sabores.

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“Temos percebido um crescimento gradual de clientes vegetarianos”, afirma o sócio-proprietário José Miguel Hallage. “A comida japonesa já é saudável, mas vai ficar ainda mais com a nosso rodízio vegetariano”.

O restaurante Djapa é conhecido por lançar novidades. Desde o seu lançamento há três anos, foi um dos pioneiros a implantar o rodízio semelhante às churrascarias, em que os pratos circulam à vontade pela mesa. Entre seus mais de 40 pratos do rodízio tradicional, destaca-se por incluir ostras frescas e gratinadas à vontade.

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Djapa: Rua Gaivota, 168 – Moema – São Paulo. Horário de funcionamento: Segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sexta, das 12h às 15h e das 19h às 24h; sábado, das 12h às 24h; domingo, das 12h às 22h30

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Pizza: receitas saudáveis que estão bombando para você celebrar

Pizza é um dos pratos favoritos dos brasileiros. Com a chegada do Dia Nacional da Pizza (10 de julho), não há nada melhor do que chamar os amigos para uma “pizzada” em casa. Se os seus convidados estão em uma dieta restritiva, não se preocupe. Desde pizzas com massa sem glúten até com recheio vegan, a Pinterest tem incontáveis possibilidade para uma deliciosa receita de pizza saudável para que todo mundo possa se divertir na festa.

No Brasil, Pinterest tem visto pizzas saudáveis como uma tendência significativa, com aumento de 425% no número de ideias salvas sobre o assunto a cada ano. Com 15 bilhões de ideias de comida e bebida, Pinterest é a fonte ideal para descobrir pizzas deliciosas e saudáveis que você deveria experimentar sem se sentir culpado.

Dez receitas saudáveis de pizza que estão bombando agora no Pinterest:

pizza de frigideira

Sem glúten

Couve-flor

Integral

Low Carb

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Vegan

Inhame

Abóbora

Arroz

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Biomassa de banana verde

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Batata doce

Fonte: Pinterest

Benefícios do vegetarianismo e veganismo atraem cada vez mais brasileiros

Preocupados com a relação entre dieta e saúde, os brasileiros estão mais interessados em levar uma vida mais leve e isso tem, de certa forma, atraído mais consumidores para causas sustentáveis – é o que revela uma pesquisa realizada recentemente pelo portal Use Orgânico –especializado em “cosméticos verdes”.

No levantamento, a empresa descobriu que, embora poucos brasileiros se declarem vegetarianos ou veganos, a grande maioria se diz simpatizante de causas como a defesa dos animas e do meio ambiente, questões que levam muitos deles a repensarem suas formas de consumo, seja de alimentos ou de cosméticos.

Mas, essa tendência não é motivada apenas pelo “engajamento social”, na realidade, a maioria desses indivíduos está mais preocupada com o impacto que determinadas escolhas possam ter na saúde e, na busca por alternativas mais qualificadas, acabam incorporando, ainda que parcialmente, práticas desses movimentos na dieta e no estilo de vida.

Saúde: o maior motivador

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Foto: Shutterstock

Segundo a pesquisa, que ouviu mais de 1.500 participantes de todas as regiões do país, 47% dos brasileiros acreditam que um estilo de vida saudável consiste, principalmente, numa dieta balanceada, que priorize ingredientes naturais. E não se trata só de dieta: um produto com o apelo “natural” também é muito mais atraente para este público.

Segundo a Use Orgânico, é justamente essa concepção que pode explicar outro dado peculiar: embora 82% dos participantes se declarem onívoros, ou seja, consumidores de alimentos e produtos de origem animal, 65% se diz simpatizante de movimentos como o vegetarianismo, o veganismo e o consumo consciente. Para a empresa, ainda que algumas dessas filosofias preconizem mudanças que vão além da dieta, são os benefícios proporcionados por uma alimentação mais natural que levam os consumidores a se interessarem por produtos de origem orgânica e/ou exclusivamente vegetal.

Benefícios de uma alimentação mais “verde”

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Sem entrar no mérito filosófico de cada movimento, adotar uma dieta vegetariana ou vegana pode, de fato, trazer inúmeros benefícios à saúde – é o que afirma o nutrólogo Pedro Vieira de Goes Neto. Segundo o especialista “Diversos estudos já apontam que dietas que priorizam o consumo de vegetais diminuem consideravelmente o risco de doenças, especialmente as cardíacas. E não se trata unicamente da exclusão da carne: mesmo os indivíduos que consomem proteína animal com frequência moderada percebem melhorias consideráveis no organismo quando passam a investir num cardápio mais verde e natural”.

Para Neto, é comum que as pessoas se tornem mais “abertas” a esses movimentos quando precisam rever a dieta e acabam descobrindo o quanto os vegetais podem influenciar positivamente no peso e na saúde.

Controle do colesterol: um dos fatores que fazem a alimentação vegetariana tão benéfica é o alto teor de fibras dos vegetais. Por natureza, as fibras ajudam a reduzir a absorção de colesterol no organismo, o que diminui também o risco de doenças coronárias e vasculares.

Prevenção e controle do diabetes: outro ponto positivo de uma alimentação rica em vegetais, especialmente de hortaliças e legumes frescos, é que as fibras também retardam a digestão, o que faz com que a liberação de glicose e de insulina seja mais controlada. Esse tipo de alimentação é favorável tanto na prevenção quanto no tratamento da diabetes.

Melhor digestão: para muitas pessoas, consumir laticínios e proteínas animais pode gerar grande desconforto intestinal. Isso porque, além de provocarem mais alergias e intolerâncias alimentares, esses alimentos são, por natureza, difíceis de serem digeridos. Justamente por essa razão, indivíduos que se alimentam majoritariamente de vegetais percebem uma melhora significativa na digestão e, até mesmo, no humor.

Conscientização maior: seja por questões de saúde ou filosóficas (como o bem-estar animal, por exemplo) pessoas que priorizam ou seguem unicamente uma dieta vegetariana costumam procurar mais informações sobre os alimentos. “Esses indivíduos precisam diversificar e até combinar vegetais para alcançar o aporte de proteínas necessárias para o organismo. Por isso, acabam se preocupando mais com a qualidade e procedência do que comem.” – afirma Neto.

Longevidade: frutas, legumes e verduras não são apenas as principais fontes de vitaminas da natureza, os vegetais também são famosos por suas propriedades antioxidantes. Essa característica faz com que a dieta vegetariana combata, naturalmente, o envelhecimento precoce. Isso porque essas moléculas neutralizam a ação dos radicais livres – substâncias ligadas ao surgimento de quadros inflamatórios no organismo e de diversas doenças crônicas.

Orgânicos: um passo além

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Essa conscientização com a dieta também explica a boa reputação dos orgânicos no país. Segundo a pesquisa, 64% dos brasileiros acreditam, mesmo que jamais tenham consumido, que produtos de origem orgânica são melhores que os convencionais. Essa percepção vem, justamente, de outra preocupação crescente: a utilização de agrotóxicos e conservantes no cultivo e no processamento dos alimentos. Por não utilizarem essas e outras substâncias prejudiciais em toda cadeia de produção, os orgânicos são bem vistos pela maioria da população e podem representar tanto um pontapé inicial para um novo estilo de vida, quanto um passo além para quem já segue o vegetarianismo.

Mais do que o cardápio

Em tempos nos quais a indústria da beleza explora massivamente o apelo natural – uma característica valorizada por 48% dos brasileiros – procurar por produtos orgânicos é uma garantia de não levar “gato por lebre”. Isso porque um produto que usa, em sua fórmula, um ingrediente natural, nem sempre é mais saudável ou atende os princípios do veganismo.

cosmeticos naturais veganicos organicos

Já os cosméticos e maquiagens orgânicas possuem maior transparência a respeito da fórmula e do uso, ou não, de itens de origem animal. Esses cosméticos possuem, inclusive, informações claras que facilitam a vida daqueles que querem alternativas veganas, livre de agrotóxicos e naturais. Dentre os adeptos dessa classe de cosméticos, a maior motivação é, justamente, o favorecimento da saúde. Veja os benefícios:

Menor risco de alergia: boa parte do que passamos sobre a pele é absorvido pelo organismo, o que, no caso dos cosméticos convencionais, pode ser um desencadeante de alergias. Como as fórmulas orgânicas seguem regras específicas quanto ao uso de ingredientes e boa parte deles são de origem natural, o risco de alguma reação cutânea é reduzida.

Mais eficazes: nosso corpo se adapta melhor aos ativos naturais do que aos sintéticos. Isso porque nossa pele e couro cabeludo precisam dos nutrientes presentes nos vegetais para se manter saudáveis. Isso significa que cosméticos orgânicos podem promover uma hidratação mais intensa e favorecer, naturalmente, diversos aspectos de beleza.

Mais saudáveis: menos agressivos, são melhor aproveitados pelo organismo e previnem contra o ressecamento e descamação da pele. Mas, o mais relevante é que por excluir os conservantes, agrotóxicos e metais pesados comumente presentes nos produtos convencionais, os orgânicos evitam o acúmulo de substâncias nocivas no organismo, compostos que, a longo prazo, podem causar grandes prejuízos à saúde. É justamente por isso que, independente do engajamento, cada vez mais pessoas aderem aos cosméticos orgânicos.

Mudança planejada

Para finalizar, Neto aconselha que quem deseja abraçar algum desses estilos de vida procure, antes de tudo, orientação “Qualquer pessoa, consuma carne ou não, precisa procurar um médico regularmente para saber seu estado nutricional, especialmente se deseja fazer mudanças profundas na alimentação. Para que a dieta realmente proporcione mais saúde e não cause prejuízos à nutrição, é fundamental ter acompanhamento médico.”

Fonte: Use Orgânico

Copa do Mundo: desvende a cultura dos participantes com a culinária vegetariana

Com o Namu Cursos, é possível conhecer mais sobre outros lugares e ainda servir pratos bonitos durante os jogos

Além da emoção dos jogos, a Copa do Mundo é uma ótima oportunidade para conhecer a cultura dos países integrantes. Que tal começar pela culinária? Com temperos e sabores distintos, cada lugar tem suas especificidades na cozinha. É o que mostra o curso Volta ao mundo com a culinária vegetariana da chef Natália Werutsky em parceria com o Namu Cursos, primeira plataforma de cursos online voltada para uma vida equilibrada. As aulas mostram pratos clássicos de nove países em versões vegetarianas e suas histórias.

Aqui, o Namu convida você e seus amigos para saborear três pratos, ensinados no curso, de países participantes da Copa: a Paella, da Espanha, a Frittata, do México, a Salada Brazuca, do Brasil (afinal, nossa seleção não poderia ficar de fora dessa!).

Expanda seus horizontes e aumente a diversão na hora dos jogos! Confira as opções abaixo.

Paella

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Ingredientes
– 1 xícara de chá de arroz-cateto integral cru
– 2+1/4 xícaras de chá de caldo de legumes quente
– 1 dente de alho
– 1 xícara de chá mix de cogumelos: shitake, champignon e shimeji branco
– 1 xícara de chá mix de pimentão vermelho, amarelo e cambuci
– 1/2 xícara de chá de vagem picada
– 1 cenoura em cubos
– 1/2 xícara de chá de ervilha fresca
– 1 pimenta vermelha fatiada
– 1/2 xícara de chá de tomate cereja
– 1/2 xícara de chá de alho-poró fatiado
– 1 colher de sopa de açafrão
– 4 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
– 1 colher de chá de sal marinho
– 1/2 colher de chá de suco de limão
– 1/2 xícara de chá de salsinha picada para finalização

Modo de preparo
Deixe o arroz de molho por 24h. Enxague e escorra o arroz. Em uma panela, toste o arroz até secar. Acrescente 2 xícaras de chá de caldo de legumes. Cozinhe por uns 15 minutos, até ficar al dente. Reserve. Tire as sementes dos pimentões e das pimentas. Fatie tudo em tiras finas. Corte os tomates cerejas ao meio e reserve. Corte as vagens em rodelas e a cenoura em cubos pequenos. Branqueie a vagem, a cenoura e a ervilha fresca (branquear é colocar os legumes em água quente por alguns minutos, e, depois colocar no gelo para parar o cozimento). Reserve. Em uma frigideira antiaderente, coloque azeite e açafrão. Refogue os pimentões e o alho-poró por uns 2 minutos até ficar ligeiramente macios. Acrescente os cogumelos, a cenoura, a vagem, e a ervilha.
Adicione o alho, a pimenta vermelha e o cambuci. Refogue mais uns 2 minutos para pegar o sabor. Acrescente o arroz, ¼ xícara de chá de caldo de legumes, os tomates, e o sal. Refogue por mais uns 2 minutos. Desligue o fogo, regue com azeite. Finalize com o suco de limão e salsinha. Sirva imediatamente.

Frittata

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Ingredientes
– 4 ovos caipiras e orgânicos
– 1 pitada de pimenta do reino
– 1/4 xícara de chá de folhas de espinafre fresco
– 1/2 colher de chá de sal marinho
– 1 colher de chá de azeite
– 2 colheres de sopa de shimeji
– 2 colheres de sopa de tomate picado
– 2 colheres de sopa de mussarela de búfala

Modo de preparo
Preaqueça o forno a 180ºC. Em uma vasilha pequena, bata os ovos com o sal e a pimenta. Reserve. Em uma frigideira antiaderente, refogue o shimeji por 1 minuto no azeite. Acrescente os ovos. Logo depois, coloque o tomate, o espinafre e a mussarela de búfala. Deixe no fogo por uns 2 minutos. Leve a frigideira ao forno por uns 10 minutos, até que fique firme dourado e assado. Sirva imediatamente.

Salada Brazuca

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Ingredientes
– 1 abacate em cubos
– 1/2 cenoura ralada
– 1/2 pimentão vermelho fatiado e refogado
– 1/8 repolho roxo fatiado
– 1/2 tomate grande em cubos
– 2 xícaras de chá de folhas verdes
– Vinagrete balsâmico

Modo de preparo
Coloque os ingredientes, menos as folhas em uma vasilha, e misture-os com o vinagrete balsâmico. Colocar as folhas e servir.

Sobre o Namu Cursos

É a primeira plataforma de cursos online voltada totalmente para uma vida equilibrada e bem estar. Através do computador, celular ou tablete os clientes podem aprender e praticar yoga, pilates e culinária saudável a qualquer hora do dia e da noite em qualquer lugar do Brasil e do mundo com excelentes professores.

 

 

Quase Vegetariano: para quem quer adotar alimentação com menos carne

Uma pesquisa realizada pelo Ibope em parceria com a Sociedade Vegetariana Brasileira apontou que 14% da população – quase 30 milhões de pessoas – se declaram vegetarianas. Esse índice surpreendente aponta que cada vez mais pessoas buscam uma alimentação mais sustentável. O livro Quase Vegetariano chega justamente para quem quer diminuir o consumo de carne e aumentar o consumo de verduras, legumes, grãos e cereais.

Com mais de 100 receitas, a obra ricamente ilustrada é indicada para todo mundo que quer comer bem, desde o vegetariano de carteirinha até os chamados “flexitarianos”, pessoas que são vegetarianas na maior parte do tempo, mas comem um pouquinho de carne de vez em quando.

O livro ainda traz receitas caseiras para caldos, leite de avelã, iogurte de castanhas e maionese de amêndoas – todas com dicas para variar o sabor – e também ensina como utilizar talos e folhas, combinar temperos e especiarias, aproveitar as sobras, incrementar saladas e diversificar o preparo dos legumes.

As receitas estão divididas em capítulos como:

· Quase vegetariano: receitas que dão mais destaques a vegetais e levam pouca carne branca – a maioria aves –, com algumas sugestões de substituição para obter opções vegetarianas ou veganas

· Para os pescetarianos: receitas com peixes e frutos do mar, com algumas opções de substituição

· Segunda sem carne: receitas que usualmente levam carne, mas no livro foram preparadas só com vegetais

· Vegetariano todo dia: receitas que levam ovo, leite e/ou queijos

· Vegano todo dia: só receitas vegetarianas estritas, inclusive com 5 opções de doces

Quase Vegetariano traz pratos que privilegiam ingredientes frescos e naturais, combinando-os em preparações modernas e criativas – nelas, os vegetais são o centro das atrações e carnes brancas (como aves, peixes e frutos do mar) são coadjuvantes.

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Título: Quase Vegetariano
Subtítulo: Receitas criativas para quem quer comer menos carne e mais vegetais
Editora: Alaúde
Formato: 21,5 x 26,7 cm
Nº de Páginas: 240
Acabamento: brochura com orelhas, miolo colorido
Preço: R$ 69,90

 

Linha biO2 Protein ganha novos sabores

A biO2, marca de alimentos naturais, orgânicos e veganos, amplia a linha biO2 Protein com uma série de novidades e inovações. A linha lançada há três anos, foi a primeira linha de barras de proteínas vegetais do Brasil (à base de proteína de arroz e ervilha), e após conquistar muitos consumidores, a marca investe em diferentes sabores e formatos.

Agora a linha biO2 Protein possui, além dos sabores tradicionais: baunilha e alfarroba, mais dois novos sabores: açaí com banana, e cacau com maca peruana. Estão disponíveis nas versões: barras de 40g, pó em potes de 300g e 908g (novo pote maior lançado a pedido dos heavy users), e a grande inovação: biO2 Protein Shake, a primeira bebida proteica vegana do Brasil pronta o consumo, em embalagens Tetra Pak de 330 ml.

Os shakes, que também contam com a proteína da chia, são uma opção já muito conhecida nos USA. O produto que leva apenas ingredientes naturais, contém açúcar mascavo orgânico em quantidade mínima para adoçar e agradar com equilíbrio à todos. Os sabores iguais aos das barras apresentam-se com mais intensidade nesta versão. A alfarroba, uma vagem original da Espanha, que pela primeira vez no mundo é utilizada neste formato, tem um resultado inusitado. Com o sabor característico entre cacau e o café, o shake é surpreendente.

O novo sabor Açaí e Banana, misturado às proteínas, ganharam textura, cor e sabor de maneira jamais encontrada antes. Aqui encontramos o real e verdadeiro sabor destes ingredientes: o sabor leve e terroso do açaí com aroma natural de banana, diferente do tradicional açaí em bowls que leva adição de muito açúcar.

Já o sabor Cacau e Maca Peruana – uma combinação de alimentos sagrados, podem facilmente substituir os tradicionais achocolatados e trazem muito mais nutrientes e funcionalidades como compostos antioxidantes, vitaminas e minerais. O tradicional sabor Baunilha é uma opção mais neutra e leve ao paladar, podendo até ser utilizado em receitas batido com frutas, matchá, entre outros. O equilíbrio em apresentar 20 g de proteínas com apenas 147 Kcal (sabor baunilha) é um dos grandes destaques desta inovação.

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Uma grande vantagem desta inovação é sua portabilidade, facilitando assim a ingestão adequada de proteínas ao longo do dia, que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 10 a 35% do consumo energético diário total. Logo, este produto é destinado para todas as pessoas e, assim como as barras, podem ser consumidos durante o dia todo, como um lanche intermediário, complementando o café da manhã ou até mesmo após as atividades físicas.

Já as proteínas em pó podem ser utilizadas para enriquecer receitas e preparar shakes rápidos e nutritivos. Hábito dos americanos, esses shakes proteicos batidos no café da manhã vão ganhando espaço e tornando-se cada vez mais comuns no Brasil. Para os veganos é uma maneira prática de garantir parte da ingestão de proteínas logo pela manhã. A biO2, através dos canais de mídia, incentiva a preparação através de receitas e dicas.

Proteínas vegetais

Proteína, assim como o carboidrato, é um nutriente essencial à vida. Ela é responsável pela construção muscular e desempenha diversas funções estruturais, regulatórias e de transporte. As proteínas são compostas por um conjunto de aminoácidos essenciais que são encontrados no reino vegetal. Por isso é seguro afirmar que as proteínas vegetais são completas e bem absorvidas pelo corpo. A combinação das proteínas de arroz e ervilha, utilizada na linha biO2 Protein, oferecem um excelente perfil de aminoácidos, garantindo proteínas de alta qualidade, boa digestibilidade, fácil absorção, além de serem hipoalergênicas. Tendência mundial, a busca por proteínas vegetais vêm crescendo a cada ano e a prospecção para 2018 é que haja um aumento de 40% neste mercado.

Uso por atletas

Estudos mostram resultados semelhantes entre o uso de suplementos proteicos de origem animal e vegetal, e como prova disto todos os atletas biO2 (André Nader, Bruno Lemes, Felipe Camargo, Guilly Brandão, Magali Garnier, Marcela Witt e Pedro Oliva) utilizam a linha biO2 Protein no seu dia a dia e são destaques em suas modalidades.

Saudável

Além de melhor para o planeta, uma dieta plant-based é também a melhor opção para a saúde das pessoas. Esse modelo de alimentação é adequado durante todas as fases da vida, proporcionando benefícios à saúde devido ao seu caráter protetor. Por ser rica em fibras, antioxidantes, compostos bioativos, vitaminas, minerais e possuir baixo teor de gordura saturada, atua comprovadamente na prevenção e tratamento de doenças como aterosclerose, diabetes tipo II, hipertensão e obesidade, além de reduzir os marcadores inflamatórios.

Preços sugeridos:
biO2 Protein Bar 40 g – R$ 7,00/cada
biO2 Protein Pó 300 g – R$ 70,00/cada
biO2 Protein Pó 908 g – R$ 180,00/cada
biO2 Protein Shake 330 ml – R$ 9,90/cada

Informações: bi02

Busger oferece hambúrguer inspirado na cozinha oriental para vegetarianos

Preparado com Shitake, Shimeji e um toque de cogumelo Paris, burger é alternativa saborosa para quem não quer degustar carne bovina, mas tem vontade de saborear um lanche suculento

Muito saborosos, os cogumelos, especialmente os tipos shitake e shimeji, são reconhecidos pelo uso frequente na culinária asiática, especialmente na japonesa. Por ser um ingrediente absolutamente versátil, aceita uma variedade interessante de preparos, como na manteiga, no vapor, na composição de um molho ou como recheio. Essa característica dos cogumelos é essencial para atender a proposta do Busger, rede de hamburguerias que tem suas cozinhas a bordo de ônibus antigos, que busca inovar no menu periodicamente a fim de conquistar os paladares mais exigentes.

De acordo com Rodrigo Arjonas, que é sócio-diretor da marca, os clientes vinham pedindo por mais uma opção de burger que não levasse carne vermelha na composição – até então o Busger contava apenas com o Falafel como opção. “Comecei a pesquisar possibilidades que fossem saborosas e que combinadas com os ingredientes certos, resultariam em um burger extremamente rico em sabor e suculência e que atendesse o desejo de quem busca uma opção vegetariana. Foi quando pensei nos cogumelos e nasceu o Shimeji Burger”, conta.

Arjonas conta que o Shimeji Burger é composto por um hambúrguer de 180g que combina shitake, shimeji e cogumelo Paris, acompanhados por uma suave maionese de wasabi, cebola caramelizada e queijo emental, além da salada, feita com alface americana e tomate. Tudo isso é servido em um macio pão de brioche.

“O resultado é incrível. Temos certeza que vai conquistar boa parte dos frequentadores do Busger, sendo eles vegetarianos ou não”, avalia o executivo.

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O Shimeji Burger pode ser encontrado em todas as unidades da rede Busger ao valor de R$ 26,00. No combo com Fritas Crunch, o preço é de R$ 35,00.

*Endereços Busger*
Chácara Klabin – Rua Vergueiro, 3950
Vila Madalena – Rua Heitor Penteado, 1529
Santana – Rua Dr. César, 658
São Bernardo – Avenida Kennedy, 782
Santo André – Rua das Goiabeiras, 400
V. Clementino – Rua Borges Lagoa, 1050
Higienópolis – Av. Angélica, 699

Paella vegetariana: opção saudável e deliciosa para o almoço do Dia das Mães

O Dia das Mães é um momento muito especial e merece uma celebração à altura para as nossas homenageadas do mês. Pensando nisso e com a preocupação, cada vez mais crescente, de oferecer aos consumidores refeições completas e saudáveis, a Korin apresenta uma receita prática e muito saborosa para quem deseja preparar uma refeição vegetariana no almoço do Dia das Mães: uma Paella Vegetariana com ingredientes orgânicos, muito fáceis de encontrar. Uma parceria entre a Korin e a culinarista Angela Festa que é sucesso garantido para este 13 de maio.

Paella Vegetariana Especial

Ingredientes

3 colheres de sopa de azeite
1 dente de alho
1 cebola média picada
1 cenoura média picada
1 abobrinha picada em cubos
1 xícara de chá de ervilhas frescas
½ pimentão verde em tiras
½ pimentão vermelho em tiras
½ pimentão amarelo em tiras
2 xícaras de chá de arroz integral Korin cozido
1 xícara de chá de grão de bico cozido
Sal e açafrão a gosto.

Modo de Preparo

Aqueça o azeite em uma paellera. Em seguida, acrescente o alho e a cebola. Refogue até a mistura ficar transparente. Adicione a cenoura, a abobrinha e as ervilhas. Tampe e deixe cozinhar por 5 minutos. Junte os pimentões, mexendo bem. Coloque o sal e o açafrão. Adicione o arroz e os grãos de bico, mexendo para ficar bem quente. Enfeite com os pimentões. Se desejar, coloque um ramo de salsinha no centro da paellera. Sirva.

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Rendimento: 8 porções
Nível de Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 40 minutos

Fonte: Korin

 

Livro Flor de Sal apresenta releitura vegana e sem glúten de receitas clássicas

Autora faz parte da geração de jovens preocupados com uma alimentação saudável e consciente, e acredita que comer é um ato revolucionário

“Precisamos rever nossas escolhas, nos reconectar com a origem do que consumimos nos responsabilizar pelo impacto da sua trajetória e nos preocupar com o destino final de nossos produtos depois de utilizados. Comer é um ato político, social, histórico, geográfico, religioso, econômico e cultural e, portanto, revolucionário, sim (e muito)”

Foto de Iuri Poletti
Foto: Iuri Poletti

Idealizado por Gabi Mahamud, Flor de Sal é um verdadeiro achado para quem quer reproduzir receitas sem glúten e sem ingredientes de origem animal. A obra reúne mais de 60 sugestões que vão agradar tanto ao paladar tanto de veganos quanto de quem sofre de alguma alergia a glúten ou intolerância a ovos, leite e outros laticínios. Além disso, a autora deu preferência para ingredientes nacionais e acessíveis de forma a tornar as receitas fáceis de reproduzir por todos.

Com sugestões para todas as ocasiões, o segredo da Gabi é combinar sabor e memórias afetivas em pratos saudáveis (e algumas gordices também!). São tortas, massas, salgadinhos, doces, bolos, lanches e bebidas, além de versões vegetais de maionese, requeijão e queijo. Sempre com bom humor e simplicidade, o livro ainda traz dicas contra o desperdício e técnicas para trazer um toque contemporâneo à comidinha caseira.

Para encher o estômago e os olhos, cada capítulo é ilustrado com aquarelas desenvolvidas pela própria autora. Os leitores ainda contam com conteúdo digital que pode ser acessado por meio de QR Codes que indicam variações na receita ou mostram etapas do preparo através de imagens.

Gabi não é apenas uma ótima cozinheira, ela acredita que podemos ser agentes de transformação do mundo por meio da alimentação.

Sobre a autora

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Gabi Mahamud é arquiteta de formação, cozinheira por paixão e ativista por convicção. Quando criança, queria ser presidente e mudar o mundo; mais tarde, encontrou no urbanismo um jeito de melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas ainda não era suficiente.

Foi na culinária que encontrou a sua vocação. Criou o blog Flor de Sal em 2016, onde compartilha receitas para uma alimentação natural e consciente, sem produtos de origem animal, preparadas com ingredientes locais e orgânicos. Dessa forma, ela ensina seus milhares de seguidores a combater o desperdício de alimentos e a ter mais consciência na hora de consumir.

A partir de então, muitas outras portas se abriram, inclusive as de um food truck cheio de boas intenções, o Good Truck. O projeto – apadrinhado pela renomada chef paranaense Manu Buffara – recolhe frutas, legumes e verduras que seriam descartados por fornecedores e prepara refeições saudáveis para pessoas carentes. Em agosto de 2017, Gabi foi convidada a apresentar o projeto no Unleash Lab, iniciativa da ONU voltada para o desenvolvimento de projetos na área da sustentabilidade, realizado em Copenhague, Dinamarca. Gabi também é membro do Global Shapers e do movimento Slow Food.

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Título: Flor de Sal – O livro de receitas do blog para uma alimentação mais natural e consciente
Autor: Gabi Mahamud
Editora: Alaúde
Formato: 16 X 22 cm
Nº de Páginas: 144
Acabamento: brochura, miolo colorido
Preço: R$ 35,00

Vegetariano há 25 anos, jornalista analisa a relação cruel entre humanos e animais

O jornalista Matthew Scully é vegetariano há 25 anos e no livro “Domínio”, que chega às livrarias este mês, pela Civilização Brasileira, narra algumas das lições que aprendeu ao longo desse tempo no que diz respeito às relações entre seres humanos e animais. Em mais de 500 páginas, e sob o subtítulo “O poder do ser humano, o sofrimento dos animais e um pedido de misericórdia”, o autor faz um apelo ao leitor ao explicar as razões pelas quais é preciso tratar os animais com mais consideração e sem crueldade.

Os argumentos de Scully são essencialmente morais – e ele defende que se perde um tanto da nossa humanidade ao não tratar os bichos com o devido respeito. Mas ele também recheia seu apelo com informações, dados e pesquisas. Para ilustrar seu discurso, ele descreve, por exemplo, o funcionamento dos “ranchos de safári”, locais onde animais são criados apenas para serem caçados – e onde paga-se muito dinheiro por essa “diversão”. Scully narra também o teor de uma das conferências anuais da Comissão Baleeira Internacional, cujo foco está em desenvolver métodos mais letais de obter “recursos marinhos vivos”.

Os trechos mais impressionantes, no entanto, são os que ele relata o cotidiano das fazendas industriais. Ali, os animais são tratados como meros produtos e podem passar a vida inteira em condições precárias de encarceramento, sem jamais chegar a ver a luz do sol ou ter contato com um ser humano. Tão assustadoras quando as descrições são algumas das declarações de administradores deste tipo de negócio, citadas pelo autor. Eles argumentam, inclusive, que os animais gostam do confinamento e que têm uma vida melhor do que se estivessem ao ar livre.

Scully cita ainda as pesquisas que detectaram emoções e temperamento em animais – como, por exemplo, as da celebrada pesquisadora Temple Grandin, cuja vida foi até transformada em minissérie – ; e as fazendas menores e orgânicas, que operam de forma mais humana em relação aos bichos.

Trechos

“Quando 250 mil pássaros estão espremidos num viveiro e incapazes até de esticar suas asas; quando mais de um milhão de porcos sobrevive em apenas uma área de chiqueiros, sem jamais pisar em algum lugar a céu aberto; quando a cada ano dez milhões de criaturas seguem para o abate sem ter contato com a menor demonstração de bondade humana – é tempo de repensar preceitos antigos e perguntar o que estamos fazendo e o que nos move.”

“Cerca de 80 milhões dos 95 milhões de porcos abatidos por ano nos Estados Unidos são da pecuária intensiva, segundo o Conselho Nacional de Produtores de Suínos. São criados em fazendas de confinamento em massa e em nenhum momento durante sua vida veem a terra de verdade ou o sol. Geneticamente modificados por máquinas, inseminados por máquinas, alimentados por máquinas, arrebanhados, monitorados, eletrocutados, golpeados, limpados, cortados e empacotados por máquinas – eles mesmos tratados como máquinas, do “nascimento ao bacon” –, essas criaturas, quando comidas, raramente foram tocadas por humanos.”

O autor

Matthew Scully é jornalista. Foi editor literário da National Review e colaborou para o New York Times, Wall Street Journal, Washington Post, Los Angeles Times, Atlantic Monthly, entre outros. Este é seu primeiro livro publicado no Brasil.

Scully

Domínio (Dominion)
Matthew Scully
Tradutora: Catharina Epprecht
Páginas: 546
Preço: R$ 79,90
Editora: Civilização Brasileira | Grupo Editorial Record