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Paella vegetariana: opção saudável e deliciosa para o almoço do Dia das Mães

O Dia das Mães é um momento muito especial e merece uma celebração à altura para as nossas homenageadas do mês. Pensando nisso e com a preocupação, cada vez mais crescente, de oferecer aos consumidores refeições completas e saudáveis, a Korin apresenta uma receita prática e muito saborosa para quem deseja preparar uma refeição vegetariana no almoço do Dia das Mães: uma Paella Vegetariana com ingredientes orgânicos, muito fáceis de encontrar. Uma parceria entre a Korin e a culinarista Angela Festa que é sucesso garantido para este 13 de maio.

Paella Vegetariana Especial

Ingredientes

3 colheres de sopa de azeite
1 dente de alho
1 cebola média picada
1 cenoura média picada
1 abobrinha picada em cubos
1 xícara de chá de ervilhas frescas
½ pimentão verde em tiras
½ pimentão vermelho em tiras
½ pimentão amarelo em tiras
2 xícaras de chá de arroz integral Korin cozido
1 xícara de chá de grão de bico cozido
Sal e açafrão a gosto.

Modo de Preparo

Aqueça o azeite em uma paellera. Em seguida, acrescente o alho e a cebola. Refogue até a mistura ficar transparente. Adicione a cenoura, a abobrinha e as ervilhas. Tampe e deixe cozinhar por 5 minutos. Junte os pimentões, mexendo bem. Coloque o sal e o açafrão. Adicione o arroz e os grãos de bico, mexendo para ficar bem quente. Enfeite com os pimentões. Se desejar, coloque um ramo de salsinha no centro da paellera. Sirva.

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Rendimento: 8 porções
Nível de Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 40 minutos

Fonte: Korin

 

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Livro Flor de Sal apresenta releitura vegana e sem glúten de receitas clássicas

Autora faz parte da geração de jovens preocupados com uma alimentação saudável e consciente, e acredita que comer é um ato revolucionário

“Precisamos rever nossas escolhas, nos reconectar com a origem do que consumimos nos responsabilizar pelo impacto da sua trajetória e nos preocupar com o destino final de nossos produtos depois de utilizados. Comer é um ato político, social, histórico, geográfico, religioso, econômico e cultural e, portanto, revolucionário, sim (e muito)”

Foto de Iuri Poletti
Foto: Iuri Poletti

Idealizado por Gabi Mahamud, Flor de Sal é um verdadeiro achado para quem quer reproduzir receitas sem glúten e sem ingredientes de origem animal. A obra reúne mais de 60 sugestões que vão agradar tanto ao paladar tanto de veganos quanto de quem sofre de alguma alergia a glúten ou intolerância a ovos, leite e outros laticínios. Além disso, a autora deu preferência para ingredientes nacionais e acessíveis de forma a tornar as receitas fáceis de reproduzir por todos.

Com sugestões para todas as ocasiões, o segredo da Gabi é combinar sabor e memórias afetivas em pratos saudáveis (e algumas gordices também!). São tortas, massas, salgadinhos, doces, bolos, lanches e bebidas, além de versões vegetais de maionese, requeijão e queijo. Sempre com bom humor e simplicidade, o livro ainda traz dicas contra o desperdício e técnicas para trazer um toque contemporâneo à comidinha caseira.

Para encher o estômago e os olhos, cada capítulo é ilustrado com aquarelas desenvolvidas pela própria autora. Os leitores ainda contam com conteúdo digital que pode ser acessado por meio de QR Codes que indicam variações na receita ou mostram etapas do preparo através de imagens.

Gabi não é apenas uma ótima cozinheira, ela acredita que podemos ser agentes de transformação do mundo por meio da alimentação.

Sobre a autora

Gabi-Mahamud-Flor-de-Sal

Gabi Mahamud é arquiteta de formação, cozinheira por paixão e ativista por convicção. Quando criança, queria ser presidente e mudar o mundo; mais tarde, encontrou no urbanismo um jeito de melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas ainda não era suficiente.

Foi na culinária que encontrou a sua vocação. Criou o blog Flor de Sal em 2016, onde compartilha receitas para uma alimentação natural e consciente, sem produtos de origem animal, preparadas com ingredientes locais e orgânicos. Dessa forma, ela ensina seus milhares de seguidores a combater o desperdício de alimentos e a ter mais consciência na hora de consumir.

A partir de então, muitas outras portas se abriram, inclusive as de um food truck cheio de boas intenções, o Good Truck. O projeto – apadrinhado pela renomada chef paranaense Manu Buffara – recolhe frutas, legumes e verduras que seriam descartados por fornecedores e prepara refeições saudáveis para pessoas carentes. Em agosto de 2017, Gabi foi convidada a apresentar o projeto no Unleash Lab, iniciativa da ONU voltada para o desenvolvimento de projetos na área da sustentabilidade, realizado em Copenhague, Dinamarca. Gabi também é membro do Global Shapers e do movimento Slow Food.

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Título: Flor de Sal – O livro de receitas do blog para uma alimentação mais natural e consciente
Autor: Gabi Mahamud
Editora: Alaúde
Formato: 16 X 22 cm
Nº de Páginas: 144
Acabamento: brochura, miolo colorido
Preço: R$ 35,00

Vegetariano há 25 anos, jornalista analisa a relação cruel entre humanos e animais

O jornalista Matthew Scully é vegetariano há 25 anos e no livro “Domínio”, que chega às livrarias este mês, pela Civilização Brasileira, narra algumas das lições que aprendeu ao longo desse tempo no que diz respeito às relações entre seres humanos e animais. Em mais de 500 páginas, e sob o subtítulo “O poder do ser humano, o sofrimento dos animais e um pedido de misericórdia”, o autor faz um apelo ao leitor ao explicar as razões pelas quais é preciso tratar os animais com mais consideração e sem crueldade.

Os argumentos de Scully são essencialmente morais – e ele defende que se perde um tanto da nossa humanidade ao não tratar os bichos com o devido respeito. Mas ele também recheia seu apelo com informações, dados e pesquisas. Para ilustrar seu discurso, ele descreve, por exemplo, o funcionamento dos “ranchos de safári”, locais onde animais são criados apenas para serem caçados – e onde paga-se muito dinheiro por essa “diversão”. Scully narra também o teor de uma das conferências anuais da Comissão Baleeira Internacional, cujo foco está em desenvolver métodos mais letais de obter “recursos marinhos vivos”.

Os trechos mais impressionantes, no entanto, são os que ele relata o cotidiano das fazendas industriais. Ali, os animais são tratados como meros produtos e podem passar a vida inteira em condições precárias de encarceramento, sem jamais chegar a ver a luz do sol ou ter contato com um ser humano. Tão assustadoras quando as descrições são algumas das declarações de administradores deste tipo de negócio, citadas pelo autor. Eles argumentam, inclusive, que os animais gostam do confinamento e que têm uma vida melhor do que se estivessem ao ar livre.

Scully cita ainda as pesquisas que detectaram emoções e temperamento em animais – como, por exemplo, as da celebrada pesquisadora Temple Grandin, cuja vida foi até transformada em minissérie – ; e as fazendas menores e orgânicas, que operam de forma mais humana em relação aos bichos.

Trechos

“Quando 250 mil pássaros estão espremidos num viveiro e incapazes até de esticar suas asas; quando mais de um milhão de porcos sobrevive em apenas uma área de chiqueiros, sem jamais pisar em algum lugar a céu aberto; quando a cada ano dez milhões de criaturas seguem para o abate sem ter contato com a menor demonstração de bondade humana – é tempo de repensar preceitos antigos e perguntar o que estamos fazendo e o que nos move.”

“Cerca de 80 milhões dos 95 milhões de porcos abatidos por ano nos Estados Unidos são da pecuária intensiva, segundo o Conselho Nacional de Produtores de Suínos. São criados em fazendas de confinamento em massa e em nenhum momento durante sua vida veem a terra de verdade ou o sol. Geneticamente modificados por máquinas, inseminados por máquinas, alimentados por máquinas, arrebanhados, monitorados, eletrocutados, golpeados, limpados, cortados e empacotados por máquinas – eles mesmos tratados como máquinas, do “nascimento ao bacon” –, essas criaturas, quando comidas, raramente foram tocadas por humanos.”

O autor

Matthew Scully é jornalista. Foi editor literário da National Review e colaborou para o New York Times, Wall Street Journal, Washington Post, Los Angeles Times, Atlantic Monthly, entre outros. Este é seu primeiro livro publicado no Brasil.

Scully

Domínio (Dominion)
Matthew Scully
Tradutora: Catharina Epprecht
Páginas: 546
Preço: R$ 79,90
Editora: Civilização Brasileira | Grupo Editorial Record

Legumes Vira-Latas: nabo, rabanete e acelga de uma maneira que você nunca viu

De vira-lata eles não têm nada. Nabo, rabanete e acelga de uma maneira que você nunca viu

Alguns legumes são desvalorizados e há quem torça o nariz para eles à mesa ou na feira. Para acabar com o estigma de vira-lata do nabo, rabanete, acelga, entre outros, a cozinheira britânica Anna Jones, autora do livro “Um jeito moderno de comer”, lançamento da Editora Alaúde, dá dicas para transformá-los em surpreendentes pratos.

livro moderno de comer

Confira abaixo as dicas para começar a incluir de uma nova maneira esses legumes na lista do supermercado.

Nabo

nabos pixabay
Pixabay

Vai bem com…
tomilho, alecrim, louro, alho, salsinha, agrião, cenouras, alho-poró, queijo cheddar, batatas, queijos azuis

– Na salada: se desejar uma salada original, corte o mininabo em fatias finas e tempere com limão siciliano e azeite.

– Na sopa: descasque e prepare uma sopa com ele, mais alho-poró, tomilho e louro, finalize com salsinha e gorgonzola.

– Assado: descasque e corte em pedaços iguais, asse com sal, pimenta-do-reino, azeite, alho e limão-siciliano por 45 minutos a 180 ˚C.

Picles: corte em fatias finas e deixe curtir com vinho branco, vinagre, sementes de erva-doce e um bom jato de mel.

*Dica: os nabos mais velhos precisam ser descascados, os mais novos podem ser comidos com casca e crus.

Acelga

acelga organic facts
Foto: Organic Facts

Vai bem com…
feijão branco, lentilha, massas, alho, tomilho, limão-siciliano, cominho, noz-moscada, vinagre, tahine, queijo parmesão

– Salteado: separe talos e folhas – salteie os talos com alho e azeite por 3 minutos, junte as folhas, tempere e sirva.

– Sopa: adicione a qualquer sopa, mais para o final do cozimento, como faria com o espinafre – os talos precisam de mais tempo do que as folhas.

– Apenas os talos: corte em pedaços de 8 cm de comprimento, branqueie por 4 minutos então tempere com 2 colheres (sopa) de tahine e suco de ½ limão-siciliano.

– Frituras: junte as folhas e talos branqueados com as sobras de purê e forme pequenos croquetes, fritando-os de ambos os lados – sirva com iogurte e limão-siciliano.

*Dica: Os talos e folhas precisam ser preparados separadamente, pois as folhas cozinham mais rapidamente

Rabanete

legumes

Vai bem com…
pão, manteiga, sal, tomilho, vinagre, gergelim, pimentadedo-de-moça, soja, sementes

– Salada: misture fatias finas de rabanetes, nabos e cenouras e tempere com limão-siciliano, endro ou cebolinha.

– Em um prato de primavera: acrescente alguns rabanetes cortados em quatro nos últimos minutos de cozimento de ervilhas, tempere com azeite e sirva com hortelã, sal e pimenta-do-reino.

– Com salada de repolho: misture-os a com uma salada de repolho, maçã e cenoura, finalize com limão e coentro.

– Utilizando as folhas: salteie as folhas com alho, sal e pimenta-do-reino e junte azeite de oliva para valorizar cada bocado.

*Dica: escolha os rabanetes menores. Eles serão mais adocicados.

Receita de waffle vegetariano com harmonização de vinhos

A Wine.com.br ensina a fazer uma receita deliciosa e, ainda por cima, indica dois vinhos para harmonizar. Confira abaixo:

Waffle vegetariano

Ingredientes para o waffle

• 3 ovos (claras e gemas separadas)
• 2 colheres (sopa) de manteiga derretida, em temperatura ambiente
• 1 colher (sopa) de açúcar refinado
• 1 xícara (chá) de farinha de trigo
• 1 xícara (chá) de leite
• 1 colher (sobremesa) de fermento químico em pó
• Sal e pimenta-do-reino a gosto
• Noz-moscada a gosto
• Manteiga para untar

Ingredientes para o recheio

• 300 g de tofu escorrido*
• 100 g de tomate seco escorrido e picado
• 100 g de tomate seco inteiro e escorrido
• 1 cebola-roxa cortada em fatias
• 150 g de queijo cheddar fatiado
• Azeite, manteiga, sal e pimenta-do-reino a gosto
• Folhas de manjericão
• Gergelim branco torrado e gergelim preto torrado a gosto
• Broto de trevo a gosto

Preparo do Waffle

1. Bata as claras em neve.
2. Em um liquidificador, coloque as gemas, a manteiga, o açúcar, a farinha de trigo, o leite, o fermento e os temperos.
3. Bata até virar uma mistura homogênea.
4. Com uma colher, misture a massa às claras em neve.
5. Deixe a massa descansar na geladeira por 30 minutos.
6. Unte com manteiga o aparelho de waffle.
7. Despeje a massa e deixe até dourar dos dois lados.
8. Assim que retirar o waffle do aparelho, coloque o queijo cheddar por cima para que ele derreta.
9. Depois, é só colocar o recheio, seguindo o passo a passo a seguir.

Preparo do recheio

1. Refogue a cebola na manteiga, com sal e pimenta-do-reino, apenas o suficiente para tirar a acidez.
2. Misture o tofu com o tomate seco picado, as folhas de manjericão, o gergelim, o azeite, o sal e um pouco de pimenta-do-reino.
3. Monte os sanduíches, usando os waffles como se fossem os pães, e recheando com a mistura de tofu, a cebola, o tomate seco inteiro e o broto de trevo.
*Dica: pressione o tofu inteiro entre as mãos para escorrer bem o soro.

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Rendimento: 4 porções. Preparo: 45 minutos + tempo de descanso. Nível de dificuldade: baixo.

Harmoniza com:

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Genio Español D.O.P. Jumilla Garnacha 2016
O tomate seco da receita combina com o sabor frutado do vinho. Este tinto possui um peso no paladar que é compatível com o prato.

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Altivo Classic Mendoza Cabernet Sauvignon 2016
A boa acidez deste tinto é ideal para equilibrar a untuosidade do queijo e da manteiga. As folhas de manjericão do prato combinam com as notas vegetais do vinho.

Fonte: Wine.com.br

22ª São Paulo Restaurant Week: conheça casas com pratos vegetarianos

São Paulo é a segunda cidade com maior número de restaurantes da América Latina e recebe mais uma edição da São Paulo Restaurant Week. Neste ano, o maior evento gastronômico de São Paulo e um dos mais importantes da América Latina, traz como tema a gastronomia internacional. Está é a 22ª edição realizada em São Paulo e acontece até o dia 22 de abril.

Antenados no gosto de seu público, alguns restaurantes oferecem opções vegetarianas e, até mesmo, veganas no Menu Week. “Estamos muito contentes em poder democratizar a boa culinária na cidade com preços acessíveis e, assim, trazer um cardápio variado e que atenda também esse público vegano e vegetariano, com uma boa culinária, pois a busca por restaurantes com esse tipo de culinária tem crescido cada vez mais”, conta Fernando Reis, idealizador e responsável geral pelo festival no Brasil.

Confira a seleção de restaurantes com opções de vegetarianas e veganas na 22ª RW SP:

• Arabia
• Banana Verde
• Bananeira
• Brado

base bistro bar Figo assado, queijo azul, nozes e folhas baby ao vinagrete de framboesa
Figo assado, queijo azul, nozes e folhas baby ao vinagrete de framboesa do Base Bistrô Bar

• Base Bistrô & Bar
• Bistro da enoteca
• Café Journal
• Cantina Zé Gomes
• DoRo Gastronomia
• Italy – Market Place
• Obá
• Emiliano
• Estação Leopoldina

salada de shitake kony
Salada de Shitake do Kony

• Kony
• La Madre Gourmet
• La Paella express
• La Piadina Cucina Italiana
• Serafina Itaim
• Serafina JK

tantra cheescake chocolate cardamomo e café
Cheesecake de chocolate com cardamomo e café do Tantra Tatuapé

• Tantra Mongolian Grill – Tatuapé
• Tantra Mongolian Grill – Vila Olimpia
• Tantra Mongolian Grill – Pinheiros

A 22ª edição da SP Restaurant Week manterá a opção de Menu Premium, com restaurantes de chefs renomados para quem quer vivenciar uma experiência gastronômica ainda mais sofisticada, mas também a preços democráticos. Os valores são fixos, para o Menu Tradicional, o almoço é R$ 46,90 e no jantar R$ 58,90. Já para o Menu Premium, que é necessário fazer reserva pelo site do evento, o almoço sai por R$ 68, e para o jantar R$ 89.

Além disso, os consumidores podem fazer o bem doando R$ 1 no valor final da conta e todo dinheiro arrecadado será doado para Fundação Cafu. Outra forma de ajudar é doando as notas fiscais sem CPF para a APAE SP – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, através do aplicativo da Nota Fiscal Paulista. Mais que um evento de gastronomia, a Restaurant Week já se consolidou como evento de transformação na área social.

A cervejaria Petra é a patrocinadora oficial do evento e apresenta um menu de Cerveja Especiais, artesanais puro malte para harmonizar com os pratos. Para não perder a oportunidade de conferir toda essa experiência, as reservas podem ser feitas pelo site.

Serviço:
O que: 22ª edição da São Paulo Restaurant Week
Quando: De 30 de março a 22 de abril
Tema: Gastronomia Internacional
Valores:
Menu Week- R$ 46,90 o almoço e R$ 58,90 o jantar
Menu Premium – R$ 68,00 o almoço e R$ 89,00 o jantar – Somente com reserva

Domingo tem Festival de Gastronomia Vegana na Avenida Paulista

Um circuito gastronômico com falafel, samosa, cheesecake, bolos, comida árabe, do Congo, da Índia, do Japão e tantos outros locais, além dos quitutes brasileiros como a coxinha de jaca verde, sorvetes com frutas tropicais, sucos diversos e até alimentos para animais: são muitas iguarias neste festival para provar sem dor na consciência, pois apenas plantas fazem parte das preparações.

Além da alimentação no local para consumo imediato ou para viagem, como leites, manteigas e queijos todos oriundos de vegetais, haverá expositores de outros setores como cosmético, higiene, artesanato, decoração, vestuário, calçados, acessórios e itens para pets.

Um evento para toda a família, com abertura antecipada às 10h para yoga e meditação com Cláudio Duarte; das 14h às 15h30 a nutricionista vegana Andressa Roehrig Volpe palestra sobre “Os benefícios da dieta 100% vegetariana”; e para as crianças haverá às 17h narração de histórias com o tema “O Casarão das Gatas” com Marcya Harco, vegana idealizadora e organizadora do Projeto PAZ.

Marcya Harco contadora de histórias infantis
Marcya Harco contadora de histórias infantis

Em 2018 o Encontro Vegano JMA completa quatro anos, ocorrendo gratuitamente ao público pelo Estado de São Paulo, com cerca de 80 mil visitantes ao longo das edições e mais de 500 empreendedores envolvidos, tornando-se referência no Veganismo com acessibilidade a todos, onde o público conhece ser possível um estilo de vida sem nenhuma forma de violência, baseando-se na ética e respeito aos animais, aos humanos e ao planeta.

Acompanhando o crescimento do Veganismo no Brasil e no mundo, o evento reúne em sua curadoria expositores qualificados em bens e serviços veganos, ou seja, isentos de exploração animal, produzidos através de ingredientes e matéria-prima sem origem animal e também não testados em animais.

O espaço sempre conta com abertura antecipada para a atividade de yoga e meditação, e presença de ONGs e protetores de animais independentes que recebem doações de ração, medicamentos, fraldas, jornais, tapetes higiênicos, cobertores e outros itens para ajudá-los nos resgates.

cartaz

Festival de Gastronomia Vegana JMA J’adore mes amis
Av. Paulista, 735 – Clube Homs – São Paulo (próximo ao metrô Brigadeiro)
Dia 8 de abril – domingo
12h às 20h
Yoga e meditação às 10h
Entrada franca, atividades gratuitas
Programação

Cinco impactos da alimentação vegetariana na saúde

Em 31 de março foi comemorado o Dia Nacional da Saúde e Nutrição, data que tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos.

A data ganha destaque em um cenário em que, cada vez mais, as pessoas buscam ter um estilo de vida mais saudável. “O perfil alimentício do brasileiro vem mudando a cada ano e, com isso, a escolha pelo consumo de alimentos saudáveis e que possuam mais nutrientes segue em crescimento”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom.

“Neste contexto, uma das maneiras de se ter mais saúde ao escolher o que comer é optar por uma dieta vegetariana que, quando praticada com acompanhamento de profissionais e um cardápio equilibrado, traz inúmeros benefícios ao corpo”, completa.

Mesmo com acesso a tantas informações sobre o assunto, muitas pessoas ainda ficam com receio de mudar a alimentação. Para auxiliar, a consultora da Superbom lista alguns impactos positivos dessa mudança no cardápio.

Contribui para o emagrecimento

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Devido à grande quantidade de vegetais consumidos, geralmente a dieta vegetariana é menos calórica. Também há redução no consumo de gorduras, principalmente, a gordura saturada encontrada em produtos de origem animal. “Cada grama de gordura equivale a nove calorias, assim, ocorre uma redução significativa no consumo final de calorias diárias”, comenta a especialista.

Diminui o colesterol

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De acordo com a nutricionista, alimentos de origem animal possuem gordura saturada em sua composição, que é um dos principais fatores para o aumento do colesterol ruim no sangue. Sem controle, esse aumento pode acarretar em doenças cardiovasculares.

Reduz a possibilidade de desenvolver doenças

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Foto: Shutterstock

Uma pesquisa publicada em 2016 no Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que se todas as pessoas adotassem o vegetarianismo, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. De acordo com os idealizadores do estudo, o número está relacionado com a menor incidência de doenças como diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas a dietas que incluam alimentos de origem animal.

Melhora o aproveitamento das proteínas

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Foto: Jerzy Gorecki

Diferente do que muitas pessoas acreditam, o excesso de proteína animal não é benéfico, pois ela pode se transformar em gordura e liberar resíduos tóxicos. “Já a proteína vegetal, é melhor absorvida pelo organismo e contribui para a prevenção de doenças crônicas. No entanto, é necessário acompanhamento para verificar qual é a quantidade adequada deste nutriente, que varia de acordo com a necessidade calórica de cada um”, comenta Cyntia.

Aumenta a imunidade

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Os trilhões de micro-organismos que vivem dentro do corpo são, cada vez mais, reconhecidos como cruciais para a saúde em geral: não só eles ajudam a digerir os alimentos, mas também produzem nutrientes e fortalecem o sistema imunológico. “Uma alimentação isenta de alimentos cárneos contribui para manter nossa flora intestinal em melhor funcionamento e colabora para que os micro-organismos trabalhem com mais eficácia”, pontua a consultora.

Fonte: Superbom

Bem Brasil indica receita para o almoço de Páscoa

Uma das tradições da Páscoa é reunir a família e amigos para um almoço caprichado e especial. Para aquelas pessoas que querem dar um toque refinado à mesa, mas ainda não sabem qual receita preparar, a Bem Brasil Alimentos selecionou uma opção prática e saborosa para inovar na ocasião e surpreender os convidados: Quiche de Batata com Brócolis.

A receita vale também para a Sexta-Feira Santa, dia em que os católicos não consomem carne, ou para vegetarianos.

Confira os ingredientes e o passo a passo do prato abaixo:

Quiche de Batata com Brócolis

Ingredientes

600 g de batatas Bem Brasil corte 9 x 18 ondulada com casca
2 xícaras (chá) de brócolis cozidos al dente e temperados com alho
100g de salame picado (cerca de 10 fatias)
200g de queijo provolone picado
1 caixinha de creme de leite (200ml)
1 xícara (chá) de leite (200ml)
5 ovos
Pimenta do reino moída na hora
1 colher (café) de noz moscada ralada
1 colher (café) de sal
1 colher (chá) de orégano
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Unte e enfarinhe o fundo de uma fôrma redonda com aro removível (20cm). Pincele margarina na lateral (para colar as batatas). Com as batatas forre o fundo e a lateral da fôrma , espalhe o brócolis, o salame e o provolone e reserve. Misture o creme de leite com os ovos, com a pimenta, a noz moscada, o sal e o orégano. Despeje sobre o brócolis e salpique com o queijo parmesão. Asse no forno preaquecido na temperatura 180ºC até dourar acentuadamente.

QUICHE DE BATATA COM BROCOLIS_Alta_Bem Brasil Alimentos

Rendimento: 12 porções
Tempo de Preparo: 45 minutos
Grau de dificuldade: fácil

Fonte: Bem Brasil

Obra feminista-vegetariana relaciona consumo de carne com violência contra mulher

A política sexual da carne relaciona o consumo de carne e a matança de animais com a violência contra a mulher; Carol J. Adams aborda a semelhança entre o abuso de mulheres e a exploração dos animais em uma sociedade patriarcal

A Editora Alaúde lança a segunda edição, revista e ampliada, do best-seller A política sexual da carne, no qual a autora Carol J. Adams apresenta as estreitas ligações entre os movimentos sociais feministas e as práticas vegetarianas, temas que têm conquistado cada vez mais a atenção e o interesse do público em geral. Na obra, Carol mostra que, ao compreendermos a existência dos pontos de intersecção entre a forma com que as sociedades patriarcais tratam a mulher e os animais, perceberemos também que combater a violência praticada contra esses dois grupos é o único caminho para uma sociedade mais igualitária.

A nova edição traz um posfácio comemorativo do 25º aniversário de lançamento da obra com imagens de propagandas e outras ilustrações, muitas delas enviadas por antigos leitores da obra, que ajudam a sustentar a ideia defendida por Carol, à qual é impossível ficar indiferente!

O livro leva o leitor a avaliar situações comuns no dia a dia que mascaram certos preconceitos contra a mulher e contra o corpo feminino. Fazer associações entre a masculinidade e o consumo de carne e reforçar a tese de que verduras e legumes, considerados “sem graça”, seriam comida de mulher são, para Carol, formas clássicas utilizadas pela sociedade patriarcal para subjugar mulheres e animais.

Amparada por pesquisas de renomados estudiosos sobre o tema, entre eles a feminista e também vegetariana Agnes Ryan, a autora desenvolve ampla discussão sobre o que exatamente vem a ser a política sexual da carne. Segundo a estudiosa, trata-se de um comportamento que reúne todas e quaisquer atitudes que, direta ou indiretamente, animalizam mulheres e, ao mesmo tempo, sexualizam e efeminam os animais. Ainda de acordo com Carol, tal cultura também resulta na forma arrogante com a qual os homens costumam encarar sua necessidade de comer carne.

Para a autora, a dominância masculina é exatamente um dos pontos-chave das questões ligadas a um comportamento que estimula o culto à carne de forma geral. “Em todo o mundo, ser homem é algo que está ligado a identidades que os próprios homens reivindicam ou negam. Os questionamentos são diversos: como se comporta um homem ‘verdadeiro’? O que ele faz ou não? O que ele come? Há, por exemplo, um mito de que um homem ‘de verdade’ não come quiche. Não se trata de uma questão de privilégio; é uma questão de simbolismo. Em parte, a masculinidade é construída por uma cultura que incentiva o consumo de carne e pelo controle masculino em relação a outros corpos”, argumenta a autora.

Obra referência para a compreensão das influências da sociedade patriarcal no comportamento humano, A política sexual da carne instiga e provoca o leitor a refletir e a considerar que a relação entre a matança de animais e a violência contra a mulher estão mais intrinsecamente ligadas do que se imagina.

Sobre a autora

Carol J. Adams é ativista, autora também de The Pornography of Meat e Living Among Meat Eaters, inéditos no Brasil. Palestrante de renome nos Estados Unidos e na Europa, já foi convidada a falar em mais de cem universidades sobre a teoria crítica apresentada neste A política sexual da carne, em palestras atualizadas constantemente para incluir representações culturais contemporâneas.

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Título: A política sexual da carne
Autor: Carol J. Adams
Editora: Alaúde
Formato: 14 x 21 cm
Nº de Páginas: 352
Acabamento: brochura
Preço: R$ 44,90