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Seu pet sente dores? Entenda como funciona a Fisioterapia Veterinária

A Fisioterapia Veterinária engloba várias técnicas de manipulação, aparelhos (agentes físicos) e exercícios terapêuticos que tem como objetivo restabelecer alguma função do corpo, como alterações musculares, articulares, ósseas e neurológicas.

Ela é indicada quando um bichinho passa por cirurgia ortopédica, para acelerar a recuperação da área afetada, ou também quando o animal tem dor ou perda muscular por uma doença crônica, como a artrose da displasia coxofemoral, por exemplo.

Existem os casos ainda em que é indicada para animais com hérnia de disco ou alterações na coluna, onde a fisio auxilia na dor e estimula a parte neurológica, por meio de exercícios terapêuticos.

Todos os animais podem aproveitar os benefícios dessa prática, inclusive os atletas, para melhorar o desempenho, ou obesos, para auxiliar na perda de peso.

A fisioterapia é muito mais do que só estímulo corporal, ela também atua na mente e desenvolvimento dos bichinhos, ajudando a tornar suas vidas mais felizes.

Esta é a nova especialidade oferecida pelo BadiLab Diagnósticos Veterinários, que fica na Água Branca, em São Paulo.

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Fonte: BadiLab

 

 

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Setembro Lilás: mês de combate e prevenção do câncer em animais

Prevenção e combate ao câncer. Nos últimos anos a doença se tornou uma das mais temidas. Segundo o INC (Instituto Nacional do Câncer) a previsão é que surjam cerca de 596 mil novos casos da doença neste ano no país, no entanto, o que muitos desconhecem é que a relação entre homens e animais vai além da amizade e afeto. E enfermidades, como o câncer, têm se tornado cada vez mais frequentes também em nossos amigos de quatro patas.

Por isso, a Fórmula Animal, especializada em oferecer medicamentos manipulados a animais em formas e sabores diferenciados, promove a ação Setembro Lilás, que tem como objetivo diminuir os diagnósticos da doença em animais, prolongando sua qualidade de vida, enfatizando aos donos a importância de levar o bichinho ao veterinário para consultas de rotina.

A novidade para a campanha 2017 é que a Fórmula Animal irá disponibilizar durante o mês de setembro cursos ao vivo em sua página do Facebook, abordando informações e novidades sobre o câncer nos animais com profissionais renomados da área veterinária para falar sobre o tema.

O calendário engloba as palestras do Dr. Paulo Jark, mestre em Clínica Médica com enfoque em Oncologia Veterinária (UNESP – Jaboticabal-SP), Professor de Clínica Médica de Pequenos Animais da Universidade Brasil e membro da Comissão Científica da Sociedade Latino Americana de Oncologia Veterinária – SLOVET, que ministra, ao vivo, o Webinar sobre Tumores Mamários, uma das principais causas de câncer nos animais, voltado para veterinários.

Durante a conferência ele irá abordar temas como causa, prevenção, tratamento adequado, substâncias mais utilizadas no tratamento desse tipo de doença, entre outros assuntos. Com o objetivo de esclarecer dúvidas, tanto para veterinários como tutores dos pets, Anderson Rodrigues, médico veterinário (Universidade Norte do Paraná) com especialização em clínica médica e cirúrgica de pequenos animais (UNOPAR) e mestre em cirurgia e anestesiologia veterinária (UNIFRAN), comanda as palestras 4 sintomas que seu pet apresenta que podem diagnosticar o câncer animal e 5 passos para prevenir o câncer no seu pet.

Por meio de transmissões, ao vivo pela fanpage da Fórmula Animal, o veterinário foca em questões sobre a doença, sintomas, além de prevenção, de maneira didática e objetiva respondendo a pergunta dos internautas.

“Temos que propagar a cultura sobre a conscientização dos riscos e da importância para evitar esse tipo de enfermidade, especialmente em pets idosos que são mais propensos a terem algum tipo de tumor de mama, pele ou linfoma. Caso seja detectado em estágio inicial, ele pode ter uma vida longa, com excelente qualidade, podendo até mesmo chegar à cura. Desta forma, esperamos mostrar para as pessoas que ainda desconhecem a importância da prevenção levem seus bichinhos para realizar check-ups, garantindo assim sua saúde”, ressalta Renata Piazera, farmacêutica da rede.

A especialista aponta ainda algumas dicas sobre como minimizar o diagnóstico nos animais:

1. Uso de protetor solar
Para prevenir um possível surgimento de câncer de pele é recomendado aplicar protetor solar, principalmente em animais de pelagem clara, como Boxer, Dogo Argentino, Bull Terrier e Pit Bull. E em gatos brancos ou albinos, além de, é claro, evitar exposições prolongadas ao sol. A ocorrência de tumores é maior em regiões que são menos pigmentadas e possuem pouco pelo, como região abdominal, orelha e focinho.

2. Realizar exames de diagnóstico em fêmeas
Recomenda-se realizar um exame de palpação de mamas em cadelas e gatas para controlar e evitar o surgimento de tumores mamários. Todas as mamas devem ser palpadas cuidadosamente, inclusive o espaço existente entre elas. Vale lembrar que as cadelas possuem cinco pares de mamas e as gatas quatro pares. Ao localizar um nódulo é necessário procurar imediatamente um veterinário de confiança para realização de exames complementares e início do tratamento.

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3. Castração Precoce
As fêmeas castradas antes de um ano de idade têm chance reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. Além disso, a retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os seis anos de idade.

4. Fique atento à dieta do animal
A falta de nutrientes significa baixo teor de antioxidantes na dieta e esses componentes são responsáveis por prevenir o aparecimento de tumores. Por isso, a recomendação é alimentar os animais com ração própria para cães e gatos de boa qualidade, rica em ômegas 3 e 6 e outros antioxidantes, evitando oferecer restos de alimentos. A obesidade também é um risco para diabetes e doenças cardíacas.

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5. Cuidado na hora da reprodução*
Alguns tutores têm como hábito colocar seu bichinho para se reproduzir. Nesses casos é recomendado levar o pet ao veterinário para um check-up do sistema reprodutivo, assim como o parceiro dele. É recomendado evitar o cruzamento de animais domiciliados com animais de rua já que o contato sexual favorece o aparecimento de Tumor Venéreo Transmissível (TVT).

6. Pratique atividades físicas
Realizar atividades físicas leves ou moderadas diariamente com o animal, seja corrida ou caminhada, diminui os sintomas de estresse e o risco de desencadear o aparecimento de tumores nos órgãos.

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7. Sintomas
Os sintomas variam de acordo com o tipo de tumor e o estágio da doença. Entretanto, é preciso ficar atento em relação a sinais de emagrecimento, dificuldade ao se alimentar e/ou beber, cansaço em excesso, sangramentos sem motivo aparente e problemas ao urinar e defecar. Também é preciso considerar a possibilidade de câncer quando ferimentos cutâneos ou de mucosas não cicatrizam, mesmo diante de tratamento.

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Foto: Pixabay

8. Tratamento
Em alguns casos, a quimioterapia é o tratamento mais eficaz já que danifica as células cancerígenas que se multiplicam rapidamente, embora, ele seja agressivo ao paciente. No entanto, dependendo do estágio da doença e do tipo de câncer ele pode ser combatido pelo meio cirúrgico ou medicamentoso. Nesse caso, é importante tomar alguns cuidados ao manusear a medicação, como a utilização de luvas para administrar o medicamento e recolhimento dos dejetos evitando contato com os compostos.

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Programação
Data: 14 de setembro (quinta)
Serviço – Live – 4 sintomas que seu pet apresenta que podem diagnosticar o câncer animal
Horário: 12h30
Link: https://www.facebook.com/formulanimal/
Palestrante: Dr. Anderson Rodrigues, médico veterinário.

Data: 21 de setembro (quinta)
Serviço – Live – 5 passos para prevenir o câncer no seu pet
Horário: 12h30
Link: https://www.facebook.com/formulanimal/
Palestrante: Dr. Anderson Rodrigues, médico veterinário.

Fonte: Fórmula Animal Farmácia de Manipulação Veterinária

Hospitais veterinários da UNIP atendem a preços populares em São Paulo

Com consulta por até R$ 40, os serviços variam de exames laboratoriais e de imagens a cirurgias, em quatro unidades, localizadas na capital e no interior de São Paulo. Em 2016, foram realizados 21.098 atendimentos

Aliar ensino, pesquisa e extensão à responsabilidade social é uma prática realizada, por excelência, na Universidade Paulista – UNIP. Isso acontece no oferecimento de serviços à comunidade, como os quatro hospitais veterinários no Estado de São Paulo – Capital (Rod. Anchieta, km 12), Bauru, Campinas e São José dos Campos. O atendimento não é gratuito, mas a preços populares.

Os hospitais veterinários da UNIP têm ampla e moderna estrutura para o cuidado de animais de pequeno a grande porte. As consultas, visando o atendimento clínico, laboratorial e até cirúrgico (ambulatorial), podem ser marcadas pessoalmente ou por telefone. No caso de urgências (animal com dor) e emergências (risco de morte), o dono do animal pode ir direto ao Pronto Atendimento do Hospital.

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Em 2016, foram realizados 21.098 atendimentos. A iniciativa caracteriza-se pelo uso responsável de uma prática profissional baseada em conhecimentos acadêmicos, na qual os próprios alunos fazem os atendimentos sob a orientação de coordenadores.

Como a procura é grande, dependendo do caso, pode haver fila de espera, mas todos são atendidos. Os interessados devem fazer cadastro, triagem e aguardar chamada. Exceção é feita em quadros de urgência.

Endereços:

Hospital Veterinário UNIP Anchieta (SP)
Endereço: Rua Francisco Bautista, 300 – km 12 da Via Anchieta
Dias e horários de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h.
Valor da consulta: R$ 40,00
Telefone: (11) 2332-1300

Hospital Veterinário UNIP Bauru
Endereço: Rua Luiz Levorato – Quadra 2 – Chácaras Bauruenses
Dias e horários de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h.
Valor da consulta: R$ 40,00
Telefone: (14) 3312-7000

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Reprodução Facebook – Campinas

Hospital Veterinário UNIP Campinas
Endereço: Av. Comendador Enzo Ferrari, 280 – Swift
Dias e horários de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h.
Valor da consulta: R$ 30,00
Telefone: (19) 3776-4000

Hospital Veterinário UNIP São José dos Campos
Endereço: Rodovia Presidente Dutra, km 157,5 – Pista Sul
Dias e horários de atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h.
Valor da consulta: R$ 30,00 (pequenos animais) e R$ 50,00 (grandes animais)
Telefone: (12) 2136-9000

100% Pet agora também em Jundiaí

Nova loja tem 486 m² e oferece atendimento diferenciado, além de café, veterinário, banho e tosa e eventos de adoção

Dia 29 de julho a 100% Pet chegou a Jundiaí. Rede de franquias com base em Campinas (SP), com lojas especializadas que oferecem alimentos, produtos, medicamentos, além de Centro de Estética Pet, tudo com atendimento diferenciado.

Ampla e espaçosa, a loja oferece produtos e medicamentos para pets, atendimento veterinário, serviço diferenciado de banho e tosa. Nele, o cliente pode acompanhar – através da estrutura envidraçada – todo o procedimento, garantindo tranquilidade e bem-estar aos donos e animais. A nova loja também conta com o atendimento e atenção constante dos proprietários e equipe de profissionais altamente qualificados.

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Carinho e cuidado

Preocupada com a adoção consciente e bem-estar dos animais, a loja trabalhará em parceria com duas ONGs regionais – a SOS Protege e o Projeto Pracinha dos Dogs. Serão feitos diversos eventos e feiras de adoção em parceria com as ONGs, permitindo maior aproximação do público com as organizações e a chance dos animais encontrarem novos lares.

Para Maria Aparecida de Lima Garcia Mendes de Almeida, Luiz Henrique Garcia Mendes de Almeida e Grace Daros Mendes de Almeida, proprietários da nova loja, a Rede tem tudo o que eles procuravam em um empreendimento. Segundo eles, “Quando descobrimos uma franquia que falava a nossa língua, que não explora animais, que não admite a exploração de fêmeas como meras reprodutoras de bebês vendáveis, que tem lojas lindas, atendimento amigável, gentil e alegre, resolvemos investir”.

Outro fator decisivo na escolha foi a atenção e acompanhamento do proprietário da franquia e sua equipe: “Todos os nossos encontros foram com os proprietários, diretos e sinceros, e tivemos toda ajuda e esclarecimento de que necessitávamos. Ricardo participou conosco de cada reunião, instruiu-nos na escolha do ponto mais adequado, deu-nos todas as respostas aa cada dúvida que surgia. Tem sido uma grande parceria”.

100% PET

Serviços

Na 100% Pet, os clientes encontram serviços, produtos, alimentos e medicamentos pet, em um ambiente único, amplo e extremamente agradável. Além de café, atendimento veterinário e serviço de Banho e Tosa, os clientes encontram atendimento especializado que garante os melhores cuidado para seu animal.

A loja oferece a Jundiaí um novo ambiente, projetado para cuidar e melhor atender clientes e seus animais, com o máximo de segurança, carinho e qualidade.

Loja Norte-Sul

100% Pet – Rua Barão de Teffé, 933 – Funcionamento: de segunda a sábado das 9h às 20h

 

Aumentam casos de leishmaniose visceral e veterinários orientam sobre cuidados

As cidades do estado de São Paulo têm registrado um alto índice de leishmaniose visceral canina nos últimos anos. Apenas na região de Presidente Prudente já são mais de 140 casos em animais confirmados da doença em 2017. Em Votuporanga, outros 135 cães foram diagnosticados com leishmaniose visceral nos primeiros seis meses do ano. O cenário visto em São Paulo se estende pelo país, que responde por 90% dos casos da América Latina.

Em 2016, o Ministério da Saúde recebeu 3.626 notificações de casos de leishmaniose visceral em humanos e 275 mortes foram registradas em todo o país. Somente no Estado de São Paulo, foram 119 pessoas atingidas pela doença e 11 óbitos. Neste ano já foram pelo menos sete mortes no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

A transmissão da leishmaniose visceral canina ocorre pela picada do mosquito-palha e afeta principalmente cães, gatos e humanos. É uma doença que leva ao óbito em até 90% dos casos não tratados e, até recentemente, cães infectados pela doença eram submetidos à eutanásia, por serem hospedeiros do vetor.

Com este panorama, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) vem, em sua missão de destacar o papel do médico-veterinário na promoção da saúde única, orientar à sociedade quanto às formas de diagnosticar, prevenir e tratar esta doença infecciosa que é considerada uma das seis mais graves em todo o mundo.

“Os médicos-veterinários têm grande responsabilidade na vigilância, no controle, na prevenção e na notificação de casos da leishmaniose visceral. O profissional deve sempre orientar os tutores e estar alerta a qualquer manifestação da doença. A leishmaniose é uma doença de notificação compulsória dada sua relevância para a saúde única, que envolve a saúde humana, ambiental e animal. Essa zoonose precisa estar sempre bem monitorada para o bem-estar da sociedade” afirma o presidente do CRMV-SP, Mário Eduardo Pulga.

Transmissão

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Foto: Wikipedia

A leishmaniose visceral canina não é transmitida pelo contato direto entre animais domésticos e o ser humano. É necessário que o flebótomo Lutzomyia spp, conhecido como “mosquito-palha”, pique um animal infectado e em seguida um humano, ocasião em que transmite o protozoário. O ‘palha’ se reproduz em ambiente escuro e rico em matéria orgânica.

Sintomas

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A leishmaniose visceral nos seres humanos ataca principalmente o sistema imunológico, causando insuficiência renal crônica, emagrecimento, atrofia muscular, febre, artrite e diarreia. Nos animais, observa-se queda de pelos, descamação cutânea e presença de ulcerações localizadas ou difusas, além de uma generalizada letargia e emagrecimento.

Diagnóstico

A forma mais segura de diagnóstico da LVC é o teste rápido DPP (Dual Path Platform. Bio-Manguinhos/Fiocruz). É este o método mais simples e mais utilizado nas clínicas veterinárias, sendo a técnica rápida e pouco traumática.

Tratamento

No ano de 2017, os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Saúde aprovaram a comercialização do primeiro medicamento para tratamento da leishmaniose visceral canina: o MilteforanTM, desenvolvido pela Virbac. A droga não cura a doença, mas promove uma grande diminuição na carga parasitária presente no sangue do animal, reduzindo o desenvolvimento das enfermidades características. Este tratamento, entretanto, requer monitoramento periódico de um médico-veterinário e deverá ser administrado até o fim da vida do animal, assim como devem ser mantidas obrigatoriamente as medidas preventivas.

Prevenção

Para evitar a infecção pela leishmaniose visceral canina, os médicos-veterinários recomendam a adoção de algumas medidas por parte dos donos de cães e gatos.

Coleiras repelentes

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As coleiras com substâncias repelentes são a medida mais eficiente para não-contaminação com a zoonose. A deltametrina é o elemento químico recomendado pela Organização Mundial da Saúde para impedir o contato dos animais com o mosquito transmissor.

Barreiras físicas

Revestir janelas e portas de canis ou viveiros com redes e telas é outra medida preventiva com boa efetividade. Como o inseto se alimenta no período noturno, em regiões quentes e com incidência de leishmaniose, é recomendável guardar os animais em seus refúgios após o fim de tarde.

Limpeza de locais abertos

Como o mosquito-palha se reproduz em locais com matéria orgânica, é preciso manter quintais limpos e evitar o acúmulo de lixo e água parada. A higiene é uma das melhores medidas de prevenção contra a Leishmaniose. Terrenos abandonados e locais com muitas árvores e sem manutenção devem ser evitados pelos tutores.

Exames periódicos

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Todas as medidas acima devem ser acompanhadas de consultas regulares ao médico-veterinário. Somente este profissional está capacitado para identificar os sintomas e promover o tratamento recomendado.

Fonte: Rodrigo Mainardi é membro da Comissão de Clínicos de pequenos animais do CRMV-SP

Clínica Escola de Medicina Veterinária fornece serviço a baixo custo

A Clínica Escola de Medicina Veterinária da Universidade UNG recebe agendamentos para consultas na área de clínica médica e cirúrgica de animais de pequeno, médio e grande porte, inclusive silvestres, por preços acessíveis. O valor cobrado é destinado exclusivamente para a manutenção e reposição de suprimentos da Clínica.

Os atendimentos são realizados por profissionais formados: alunos de pós-graduação e docentes da Universidade, enquanto estudantes da graduação acompanham os procedimentos como estagiários. “A equipe é multidisciplinar, composta por profissionais que atuam em diversas especialidades, permitindo dar o suporte necessário para o tratamento adequado ao paciente”, diz a coordenadora do curso de Medicina Veterinária e responsável pela Clínica Escola, Angélica do Rocio Carvalho Silva.

Além das consultas, a clínica também dispõe de exames laboratoriais e de imagem para os pacientes que necessitarem. Entre eles, estão exames de patologia clínica, como sangue, urina, fezes, e histopatológicos, que verificam a presença de doenças através da análise de um tecido celular. Mecanismos de averiguação que, para a coordenadora são um diferencial, porque “facilitam o fechamento de diagnóstico e acompanhamento dos casos, visando a rápida recuperação do paciente”. Não são realizados exames por solicitações externas, o serviço é exclusivo para animais em tratamento na clínica.

Interessados devem agendar com antecedência, pessoalmente ou por telefone. Casos emergenciais serão analisados pela equipe e se detectado quadro de emergência, haverá atendimento em condições de encaixe. Consulta sem agendamento é permitida apenas para animais de pequeno porte, entre 8h30 e 14 horas, sujeito à espera e pelo dobro do valor da consulta. Para animais de porte grande é necessário contato prévio, para verificar a possibilidade de internação, não podendo haver encaixe.

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O horário de atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h30. A Clínica Escola Veterinária está localizada no Prédio H do campus Guarulhos-Dutra, com entrada pela Rua Anthon Philips, 446 – Vila Herminia. Para outras informações, ligue para (11) 2423-7601.

SERVIÇO
Clínica Escola Veterinária Universidade UNG
Local: Prédio H da Unidade Guarulhos – Dutra
Endereço: Rua Anthon Philips, 446 – Vila Herminia, Guarulhos
Atendimento: de Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h30;
Agendamento: (11) 2423-7601

Viagem com os pets: como reduzir o estresse e facilitar a adaptação*

E julho chegou, tempo das férias do meio do ano. Viajar é sempre bom, mas a experiência é ainda melhor se estivermos em boas companhias. E para quem tem cães ou gatos em casa, a parceria do amigo de quatro patas é fundamental em todas as horas, ainda mais em um lugar distante.

Alguns têm receio de sair de férias com os pets, preferindo deixá-los em um hotel próprio ou sob os cuidados de alguém de confiança. Tudo para evitar “situações de estresse”. O raciocínio de preservar os animais é totalmente correto, porém, com algumas precauções, é possível mudar de ambiente e causar o mínimo possível de desconforto, levando seu amigo com você nas viagens.

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A primeira preocupação deve ser com o transporte. Se a viagem for de avião, é importante planejar vacinas e providenciar os atestados de saúde e segurança exigidos pelas companhias aéreas. Nesses casos, cada uma delas tem a sua cartilha e vale conferir os antecedentes desses vôos – há histórias lamentáveis de animais perdidos ou maltratados por empresas de aviação e por isso é essencial se informar antes de comprar as passagens. Se o destino for outro país, é provável que existam regras de quarentena e necessidade de uma série de exames. Um processo muito longo e desgastante só pode ser feito se for inevitável, pensando na saúde do pet.

Quando o percurso é realizado de automóvel, o conforto é igualmente uma questão delicada (inclusive, uma pesquisa feita no Reino Unido indicou que 89% dos motoristas aceitariam comprar carros adaptados para seus pets). O bichinho deve contar com uma caixa de transporte e estar sempre protegido por um cinto de segurança, afinal ver cães ou gatos soltos, com a cabeça para fora de um carro, é até bonitinho, mas aumenta o risco de acidentes e representa uma infração de trânsito. Além desses cuidados, é recomendável que se faça uma parada a cada duas horas para descanso. Mas, pelo risco de enjoos, água e alimentos devem ser oferecidos com moderação – o ideal é fazer um planejamento para que o animal não consuma nada algumas horas antes de sair de casa até a chegada ao destino.

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Ao chegar ao destino, a alimentação normal deve ser retomada. Uma boa dica para ajudar na adaptação é espalhar brinquedos e objetos conhecidos, a fim de passar uma sensação maior de segurança. O ambiente pouco familiar tende a causar ansiedade e pode levar a possíveis problemas gastrointestinais, como diarreias. Pensando nisso, a mala ideal para confortar o pet deve conter também itens como: comedouro próprio; vasilha para água própria; roupas e mantas; protetor solar e bags para coletar fezes; entre outros artigos específicos para cada raça.

Cães ou gatos podem se irritar muito saindo de casa, mas não devemos, de forma alguma, medicá-los com calmantes sem a orientação de um médico veterinário. Para deixá-los mais tranquilos, uma boa opção é caminhar com eles algumas horas antes, um hábito que sempre ajuda a relaxar o animal. A própria caixa de transporte pode ser encarada como uma experiência menos traumática se os pets forem acostumados com elas desde novo.

Felinos, com maior frequência, tendem a ficar agitados quando mudam de rotina ou chegam a um lugar novo. Para amenizar o sofrimento, existe no mercado a opção de feromônio de ambiente, um produto concebido para esse tipo de situação. Outra possibilidade é levar objetos com o cheiro do animal ou, ainda, esfregar suavemente uma toalhinha em todo o rosto do gatinho, para em seguida, passar nos objetos, móveis e paredes.

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Por último, mas não menos importante, um alerta deve ser feito: algumas regiões do Brasil são endêmicas de dirofilariose (doença conhecida como “verme do coração”, que pode levar o pet à morte). Se esse for o caso do seu destino de viagem, é preciso providenciar uma medicação prévia. Afinal cada pequeno detalhe deve ser levado em conta para assegurar que nossos amigos também aproveitarão – sem traumas – esse momento especial.

*Mariana Martins é especialista da Magnus, uma das principais fabricantes de alimentos para cães e gatos do país

Diagnóstico precoce é fundamental para prevenir ou tratar câncer em pets

Também é muito importante a conscientização dos tutores sobre a relevância de exames periódicos com médicos veterinários

A oncologista veterinária Aline Iara Franciosi do Hospital Veterinário Intensiva (HVI), de Curitiba, recomenda aos tutores de animais de estimação que, por existir diferentes fatores envolvidos no surgimento de neoplasias em cães e gatos, a prevenção é a melhor maneira de evitar o câncer.

De acordo com ela, o diagnóstico precoce é fundamental. A castração de fêmeas antes do primeiro cio e o cuidado com a exposição ao sol nos horários com incidência maior de radiação também são cuidados importantes para prevenir o câncer de mama e de pele.

Segundo a veterinária, assim como a oncologia em seres humanos enfrenta o desafio do diagnóstico tardio do câncer, “em animais passamos pelas mesmas dificuldades”, coloca. Principalmente porque os animais não relatam dor, mal-estar ou outros sinais de que estão doentes. “Então o diagnóstico é mais difícil e, em muitos casos, quando apresentam algum sinal clínico já estão com a doença em estágio avançado, não sendo possível mais a cura, somente tratamento paliativo”, assinala.

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​Se tutor perceber mudança de comportamento é bom levar para uma consulta com veterinário

É muito importante a conscientização dos donos de pets sobre a relevância de exames periódicos e de diagnóstico precoce da patologia, destaca Aline. “O acompanhamento do clínico é essencial desde os primeiros meses de vida do animal, quando os tutores recebem orientações sobre vacinação, alimentação e cuidados gerais”, explica.

Esse acompanhamento a partir dos sete anos de idade é fundamental porque a probabilidade de surgir uma neoplasia é muito maior, afirma. “Então é importante que não seja feita só a vacinação anual, mas um bom exame clínico, com exames de sangue e, dependendo do caso, exames de imagem também para avaliação geral. Muitos casos que tratei tiveram bons resultados por ter sido feito o diagnóstico precoce”, destaca.

Oncologista veterinária Aline Iara Franciosi, do Hospital Veterinário Intensiva
Oncologista veterinária Aline Iara Franciosi, do Hospital Veterinário Intensiva

Aline afirma que o tratamento adequado traz benefícios tanto na qualidade de vida do animal como no aumento de sua expectativa de vida. Com o tratamento adequado será possível ter o controle e, muitas vezes, até a cura do paciente. Mesmo quando curar não é possível, conhecendo-se o comportamento da neoplasia conseguimos melhorar muito a qualidade de vida. De acordo com a veterinária, existem regiões que são mais comuns haver neoplasias, outras em que são acometidos por tipos mais agressivos, mas em qualquer área que possua células vivas pode surgir um câncer.

A médica explica que entre as fêmeas, as neoplasias mamárias são as mais comuns. “Mas o câncer de pele (mastocitoma, hemangiossarcoma, carcinoma de células escamosas) pode desenvolver em machos e em fêmeas. Outro tipo de neoplasia, o tumor venérea transmissível, é contagioso e associado a animais não castrados porque a transmissão ocorre pelo contato sexual”, salienta.

“O diagnóstico precoce pode ser um achado quando fazemos um exame de rotina para avaliação geral e encontramos alguma alteração, mesmo o paciente ainda apresentando alteração clínica. Muitas vezes um tutor cuidadoso percebe um aumento de volume palpável ou nota alguma mudança de comportamento e leva o animal para avaliação, permitindo também o diagnóstico precoce. Quando surge um nódulo palpável pequeno ou mesmo uma alteração inespecífica, sempre recomendo diagnosticar a causa porque é nesse momento que podemos fazer o diagnóstico precoce”, descreve a médica.

De acordo com Aline, todas as neoplasias estão associadas a mutações genéticas que fazem com que as células se multipliquem desordenadamente. “Essas mutações têm maior chance de acontecer à medida que os animais envelhecem e seu sistema imune passa a não funcionar tão bem. Animais jovens podem ter neoplasias, mas elas são muito mais comuns em idosos, a partir de 7 anos”, esclarece. Alguns tipos de câncer têm grande influência do fator hereditário, que está associado a genes defeituosos transmitidos pelos pais, e podem ser observados em neoplasias associadas a determinadas raças. O mastocitoma é muito comum na raça labrador retriever, exemplifica.

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Animais jovens podem ter neoplasias, mas elas são muito mais comuns em idosos, a partir de 7 anos

Aline detalha que os sinais clínicos variam muito de acordo com o local e tipo de neoplasia presente. Muitas vezes os animais não têm mudança de comportamento, mas é possível ver ou palpar um aumento volume em pele ou subcutâneo. Inapetência ou diminuição do apetite, perda de peso e apatia são sinais comuns em estágios avançados do câncer. Dor e coceira podem ser sinais de câncer e devem ser investigados, completa.

A oncologista acentua que o HVI tem registrado um aumento em diagnóstico precoce. “Além de profissionais competentes e qualificados, o hospital tem uma estrutura adequada para a realização de procedimentos, muitas vezes cirurgias extensas que necessitam de muito cuidado no trans e pós-operatório. Há também internamento e UTI para suporte e controle da dor em tratamento seguro de neoplasias agressivas.

Fonte: Hospital Veterinário Intensiva

 

Cinco aplicativos indispensáveis no mundo pet

Aplicativos tornam mais simples a vida de quem está sempre a procura dos melhores serviços para seu pet

No Brasil, a quantidade de pets vem crescendo a cada ano, hoje já são 52 milhões de animais de estimação no país. Outro número interessante, é o divulgado pela Cheetah Mobile, que mostra que os brasileiros são os que mais consomem aplicativos para smartphone, cada um utiliza cerca de 30 apps por mês. Diante de tais proporções, o mercado de apps que facilitam a busca de serviços para pets vêm crescendo a cada dia.

Tendo isso em vista, selecionamos uma lista de 5 apps no mundo pet para encontrar os melhores serviços e produtos direto do seu celular, sem precisar sair de casa:

 

  • Pet Anjo

 

A Pet Anjo, único marketplace de serviços pet do Brasil com Certificações Internacionais acabou de lançar a nova versão do seu app para iOS e Android. Através do app você consegue encontrar profissionais treinados e capacitados pertinho de sua casa para prestar serviços ao seu animal de estimação. Entre os serviços que a empresa oferece estão Dog Walker, Pet Sitter, Hospedagem Familiar, Day Care e Banho e Tosa em Domicílio. Os valores desses serviços são bem atrativos, começando a partir de R$15,00. Ah, e todos esses serviços incluem um Seguro Veterinário de até R$5.000,00 e suporte 24 horas durante os 7 dias na semana! Tudo isso pode estar à alguns metros de você, basta baixar o App e encontrar o “Anjo” (profissional da equipe) mais próximo à sua casa.

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  1.  AuFood

A AuFood foi desenvolvida pensando em facilitar a vida dos donos e manter seu  pet consumindo sempre a melhor ração para seu porte e necessidades nutritivas. Com uma dinâmica simples, basta cadastrar seu pet, para receber a indicação da ração ideal para ele, finalizar a compra, e fazer o pagamento pelo próprio app e o produto será entregue na sua casa, num período de até 3 horas. Através do plano de assinatura, a refeição do seu pet será entregue todos os meses, garantindo assim praticidade e evitando imprevistos.

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Reprodução Facebook
  1.  EaseTV

A EaseTV lança o primeiro canal via streaming para pets, que funciona em qualquer dispositivo via acesso a internet ou ao aplicativo. Foi idealizado principalmente pensando nos pets que sofrem com a rotina agitada de seus tutores, ficando muito tempo sozinhos. A inovação vêm com o objetivo de de entretê-los e deixá-los mais tranquilos enquanto estão sozinhos.        

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  1. Vet Smart CG

É claro que com saúde não se brinca, e nada dispensa a visita ao veterinário, mas o Vet Smart é um aplicativo que permite consultar a dosagem do remédio prescrito ao seu pet de acordo com a posologia e idade, leitura de bulas, informações sobre doenças, e outros detalhes que podem ser úteis antes ou após a consulta com seu veterinário de confiança.

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  1.  Au.dote

Infelizmente, o número de cães e gatos abandonados cresce a cada dia, e é para ajudar a diminuir essa triste estatística que existem os apps como o Au.dote, ele mapeia ONGs que disponham de animais para adoção mais próximas de você, facilitando assim seu encontro com seu novo melhor amigo. Como adoção é uma coisa séria, as instituições cadastradas fornecem todas as informações sobre os animais.

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Veterinária  alerta sobre a importância do check up para cães aos seis anos

Nessa fase começa a velhice canina que requer mais cuidados para o envelhecimento saudável do pet

Se você de tempos em tempos tem que realizar alguns exames com o seu cachorrinho não poderia ser diferente, além dos cuidados do dia a dia que incluem visitas frequentes ao veterinário e vacinação em dia. Os donos dos peludinhos devem ficar atentos ao check up detalhado que deve ser realizado quando o animal fizer seis anos. Nessa idade, os cães passam a ser considerados idosos, se comparamos ao ser humanos seria como se atingissem cerca de 50 anos.

Segundo a veterinária e fundadora da Clinicão Monique Rodrigues é necessário que sejam realizados exames clínicos gerais também com avaliação odontológica, cardíaca e exames de sangue.

“Todos esses exames se fazem importantes porque aos seis anos ja se considera que o cão esteja entrando no terço final da evolução e, nessa fase, são comuns problemas dentários e gengivites, alterações cardíacas, diabetes, problemas hormonais, e obesidade”, esclarece a veterinária.

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Monique alerta também que tanto a obesidade e a osteoartrite – dores no quadril, ombros e cotovelos, problemas de joelho e coluna – podem, inclusive, ser percebidas a partir de algumas limitações de mobilidade do animal, quanto os cânceres de mama, próstata e testículo, que ocorrem mais em animais não castrados, se tornam grandes agravantes após os seis anos.

 

Fonte: Clinicão