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Pet envenenado: atendimento de emergência em clínicas veterinárias

Saber lidar com um animal envenenado é de suma importância para todos os tutores. Infelizmente, o envenenamento de pets não é uma ocorrência incomum

O cães não estão suscetíveis apenas à maldade de alguns humanos, que podem cometer essa crueldade propositalmente, mas também aos perigos que se encontram dentro de nossa própria casa.

Além do envenenamento causado por venenos, como os normalmente utilizados contra roedores e baratas, os animais podem se intoxicar com produtos de limpeza, medicamentos (tanto humanos como veterinários), alimentos e, até mesmo, plantas aparentemente inofensivas. Por essa razão, é necessário mantê-los longe do alcance deles.

Quais sintomas um animal envenenado pode apresentar?

cachorro deitado doente

Os sintomas podem variar de acordo com o porte do animal, a via de envenenamento (tópica ou oral) e a substância causadora da intoxicação. No entanto, é importante ficar alerta para os seguintes sinais:

=salivação excessiva; vômitos e diarreias que podem ou não conter sangue;
=pupilas dilatadas ou muito contraídas, tremores, paralisias, convulsões, dificuldade de movimentação e desorientação; apatia;
=dor; febre; sangramentos; sede excessiva; micção excessiva;
=dificuldade de respiração; tosse; alteração na cor das mucosas (língua azulada por exemplo);
=inchaços e vermelhidão na pele.

Como agir em casos de envenenamento?

gato no veterinario pixabay
Pixabay

O primeiro passo é, sem dúvidas, acionar um veterinário o quanto antes. A agilidade no atendimento faz toda a diferença nesses casos.

Lembre-se de não oferecer nenhum tipo de alimento ou água para o animal, pois algumas substâncias podem potencializar o efeito do veneno em vez de retardá-lo. Caso a intoxicação tenha ocorrido por via tópica, é importante lavar o local com muita água à temperatura ambiente e eliminar o agente do corpo do cão.

Se o veneno for identificável, guarde o frasco e leve-o consigo ao veterinário. Caso esteja se comunicando por telefone com o médico responsável, informe a ele qual foi a substância causadora, para que o antídoto correto seja administrado o mais rápido possível.

É muito importante manter a calma em caso de envenenamento, e não colocar a própria saúde em risco. Portanto, usar luvas para evitar o contato direto com a substância, remover o animal do local da intoxicação etc, enquanto o contato com o médico veterinário é realizado, é de grande importância.

Como funciona o atendimento emergencial?

veterinario olho oftalmo

O diagnóstico de envenenamento é baseado nos sinais clínicos, no histórico do animal e em alguns testes laboratoriais, como exames de sangue e de urina. O médico veterinário avaliará os parâmetros anteriormente descritos como: estado de consciência, frequências respiratória e cardíaca, diâmetro pupilar, temperatura corporal e pressão arterial,

Como muitas vezes o agente causador não é conhecido, o tratamento emergencial consiste, primeiramente, na estabilização dos sinais vitais do animal.

Nessa fase, as funções respiratórias e cardíacas são controladas com a administração de oxigênio e de fluidos. Outros procedimentos feitos incluem: indução do vômito, utilização de carvão ativado, lavagem gástrica e aumento da metabolização, para que tudo seja excretado rapidamente.

Quando o veneno é conhecido, o antídoto é dado. Em casos de intoxicação tópica, a higienização correta do local é feita.

É importante ressaltar que nenhum destes procedimentos deve ser realizado pelo tutor em casa sem orientação do médico veterinário, afirma Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Em seguida, caso seja necessário, o animal será monitorado e medicado. Exames posteriores podem ser requisitados para avaliar o estado geral de saúde do pet, e a internação pode ser recomendada em alguns casos.

Os cães são animais curiosos, exploradores e que adoram brincar com objetos diferentes, o que os torna alvos mais comuns do envenenamento.

Os gatos, devido sua natureza mais “reclusa” costumam ser intoxicados por seus tutores, que, inadvertidamente, administram medicamentos, ou mantem plantas tóxicas em casa. Mais uma vez, é importante consultar o médico veterinário quando houver dúvidas neste tópicos.

cachorro e gato

Mantenha os perigos longe dos cães e gatos! Em caso de suspeita de envenenamento, corra imediatamente para um veterinário. A rapidez pode fazer toda a diferença entre a vida e a morte.

Fonte: Vet Quality 

 

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Fungos podem causar sérios problemas aos animais de estimação

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

 

Animais domésticos, como cães e gatos são frequentemente afetados por micro-organismos, principalmente fungos. O que muita gente não sabe é que esses fungos são muito comuns.

Um estudo divulgado na revista PLOS Pathogens, publicação científica americana, abordou a esporotricose, uma das doenças mais graves causadas por fungo e que atinge principalmente gatos. Segundo a revista, o aumento do número de casos da doença aumentou no Brasil, e o fungo se mostra presente na epiderme, na derme, no colágeno, nos músculos e até nos ossos dos animais. Além disso, ele pode acometer até mesmo  os órgãos internos, agravando o quadro clínico do animal.

Grande parte dos fungos dos animais pode ser transmitido para humanos, o que pode provocar doenças chamadas de dermatofitoses ou micoses. Os sinais comumente apresentados por cães e gatos acometidos por fungos são: queda de pelo, prurido, descamação e lesões na pele e até mesmo processo inflamatório da região afetada, ocasionando perda da qualidade de vida.

gato esporotricose Foto Isabella Dib Gremião
Gato com esporotricose – Foto: Isabella Dig Gremião

Esses microrganismos podem ser encontrados em carpetes, almofadas, travesseiros, cama, e se alimentam de tecidos mortos, como a pele.

A veterinária Bruna Ronchezi, que trabalha como clínica na Provet em São Manuel, interior do Estado de São Paulo, alerta sobre os efeitos prejudiciais dos fungos em animais: “Dos atendimentos dermatológicos realizados por mim, um a cada cinco animais apresenta doença fúngica, associada ou não a outras afecções de pele. Além disso, as afecções causadas por fungos podem ser transmitidas aos humanos, ao que se dá o nome de zoonoses”.

Além de fungos, os animais podem sofrer com doenças respiratórias, assim como os humanos, devido à alta umidade relativa do ar. Para sobrevivência e proliferação de fungos é necessário que a umidade esteja acima de 70%, o que agrava bronquites, asmas e outras doenças em cães e gatos.

Mas afinal a grande pergunta é: como prevenir meu melhor amigo deste desconforto?

O excesso de umidade é prejudicial tanto aos humanos quanto aos animais. Hoje em dia, é muito comum animais tomarem banhos em pet shop, mas é importante notar que nem sempre saem de lá com o pelo totalmente seco, regiões mais úmidas como orelhas, cauda, face e barriga não ficam 100% secos.

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Para prevenção, o controle de umidade no ambiente do animal é importantíssimo. O desumidificador de ar é indicado, pois mede e retira do ar somente a umidade em excesso, garantindo um ar de qualidade e evitando a proliferação e sobrevivência dos fungos.

Com o controle da umidade, você previne que os fungos voltem a interferir na qualidade de vida do seu companheiro. Lembre-se: caso seu animal esteja com fungos, procure por um veterinário para o tratamento adequado.

Fonte: Thermomatic

 

Chegada do frio exige mais cuidados com os animais de estimação

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas do tema pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou começar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

Nas estações mais frias do ano as pessoas mudam naturalmente seus hábitos, passam a se cuidar mais para manterem-se aquecidas e assim evitar doenças. Mas muita gente esquece – ou desconhece – que estas mesmas preocupações devem se estender aos animais de estimação.

O médico veterinário Luciano Granemann e Silva, diretor da Clínica e Hospital 24 horas Cão.com, de Florianópolis, explica que o primeiro cuidado é manter as vacinas em dia (devido à queda na imunidade), inclusive a da gripe. Além disso, é preciso ficar atento a questões como ingestão de água, alimentação, local de dormir, aquecimento corpóreo, passeios na rua, banho, tosa, entre outros.

“São atitudes simples, mas que podem evitar sofrimentos desnecessários e enfermidades nos cães e gatos como problemas nos rins devido à redução no consumo de água ou dores nas articulações por causa do frio. Da mesma forma, aumenta a incidência de alergias e doenças respiratórias, como rinite, bronquite, pneumonia e asma, sendo essa última mais comum em gatos”, afirma Luciano.

Se for percebido algum sintoma, o correto é procurar o quanto antes um profissional veterinário para fazer uma avaliação e repassar as orientações necessárias, antes que o quadro se agrave.

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“A atenção deve ser ainda maior com os animais de pelo curto, raças pequenas, filhotes e idosos, pois estão mais propensos aos efeitos da queda de temperatura”, alerta o médico veterinário. Segundo ele, todos os anos, nesta mesma época, ocorre aumento no número de atendimentos de enfermidades relativas ao frio na clínica Cão.com. “Mais de 50% dos casos que recebemos têm esta característica”, afirma.

Para evitar problemas com seus pets no inverno, Luciano dá algumas dicas de prevenção e cuidados básicos:

15 Dicas para cuidar do seu pet no inverno

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1 – Como identificar se está com frio – o primeiro passo para garantir o conforto e a saúde de cães e gatos no inverno é saber identificar se estão com frio. Para isto basta observar o comportamento deles, se estão procurando locais para se aquecer como: a base do fogão, o cantinho do motor da geladeira, as pernas dos seus tutores ou subindo no sofá e na cama.

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2 – Alimentação – para manter a saúde dos pets nos meses frios uma boa alimentação é fundamental. É preciso que se alimentem com mais frequência, criando um lanchinho extra, principalmente nos horários em que está mais frio. Existem formas de estimular o apetite deles, como oferecer alimentos mais apetitosos e com texturas. Alguns bichinhos preferem comidas secas e duras, outros gostam de mais úmidas. Então a dica é conhecer bem o gosto do seu pet e caprichar no cardápio.

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3 – Roupas e caminha – dentro de casa os cães geralmente não necessitam de roupas. Mas no caso dos mais friorentos e com pelo curto, podem-se usar casaquinhos e jaquetinhas, que deixam eles ainda mais charmosos. E muitos deles adoram! Evite peças de lã e dê preferências para as 100% algodão. Opte por tecidos leves e modelos confortáveis. Mas se o cão se sentir incomodado, melhor não usar. Já a caminha deve ser isolada do piso frio.

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Foto: Eastday

4 – Aquecedor – se for usar aquecedor é preciso tomar algumas precauções. Em espaços muito pequenos existe o risco dos animais se queimarem. Atenção também à umidade porque o aquecedor tende a ressecar bastante o ambiente, o que é prejudicial à saúde dos bichinhos.

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Pixabay

5 – Passeios – os passeios devem ser mantidos mesmo no inverno. Mas evite os horários mais frios e dias de chuva e vento. Cuidado também com os dias ensolarados, quando não dever ser esquecido o protetor solar caso seu animal costume fazer uso (principalmente cães de pele clara).

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6 – Locais fechados – evite ficar com o seu pet em locais fechados e com pouca ventilação, onde haja outros animais, pois existe o risco de contaminação.

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7 – Água – um dos principais problemas do inverno é que os animais reduzem a ingestão de água, o que pode causar desidratação. A saída então é incentivar o consumo, trocando a água com mais frequência e colocando os recipientes próximos ao local onde dormem. Os animais também devem praticar mais atividades físicas, o que estimula naturalmente a ingestão de água. Outra dica é adicionar líquido à ração ou optar por alimentos específicos para isto. No caso de gatos, vale à pena investir numa fonte.

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8 – Vacinas e vitaminas – uma boa forma de prevenção é a vacina contra a gripe, que deve ser tomada de preferência entre os meses de março e abril, antes da chegada do inverno. Quanto às vitaminas, normalmente não são necessárias, mas é uma tendência de mercado e tem crescido bastante esta demanda. Mas só devem ser utilizadas com orientação veterinária, pois o excesso pode ser prejudicial.

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9 – Tosa – o indicado é manter a pelagem do animal mais alta, pois é uma proteção natural contra o frio. A tosa deve ser feita no início do outono para durar todo o inverno, bastando nos meses seguintes aparar e escovar os pelos. Faça apenas a tosa higiênica.

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10 – Dormir com tutor – muitos tutores não resistem ao aconchego de dormir com seu pet nos dias frios, mas este hábito não é recomendado por uma questão de educação, hierarquia e controle social. Mas se o animal estiver bem cuidado, com as vacinas e vermífugo em dia, e não tiver problemas de pele ou outra doença contagiosa, tudo bem.

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11 – Banhos – banhos em excesso retiram a proteção natural da pele dos animais. Por isso, a recomendação é que tomem banho de uma a duas vezes por mês, no máximo. Isto vale tanto para cães como para gatos (mas se o felino não for acostumado a tomar banho, não é recomendável). Mas é preciso ficar atento à temperatura da água e do secador, que não pode ser muito elevada. E deve-se esperar pelo menos 20 minutos para o animal ir para a rua, para evitar choque térmico.

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Warren Photographic

12 – Sintomas da gripe – fique de olho no seu animalzinho e atento a qualquer sintoma de gripe. Os principais são: tosse, espirro, abatimento, dificuldade respiratória, corrimento no olho ou nariz e alteração na respiração.

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13 – Alergias e doenças de pele – espirros em cães e gatos e nariz escorrendo podem ser sinais de alergias. A recomendação é que donos observem se esses sintomas não estão associados a alguma mudança recente na casa, como uma coberta, tapete ou roupinha nova. Em alguns casos, eliminando a causa, os sintomas logo desaparecem. É importante também manter a casa ventilada e livre de umidade. O ressecamento da pele é outro problema comum, cujos sintomas são coceiras em diferentes partes do corpo e lambidas nas patas.

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14 – Cães idosos e filhotes – estes são os dois grupos de maior risco de enfermidades no inverno porque têm capacidade menor de conservar a temperatura – e no caso dos filhotes, gastam energia muito rápido. Por isso, com eles todos os cuidados citados acima devem ser redobrados.

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15 – Cães de guarda – estes, ao contrário, são mais resistentes ao frio, mas mesmo assim precisam de um lugar para ficar abrigados das baixas temperaturas, da chuva e do vento. O ideal é uma casinha de madeira, com chão elevado e protegida da chuva e correntes de ar. Eles não costumam gostar de colchonetes, que tendem a destruir e dormir no chão.

Fonte: Clínica e Hospital 24 horas Cão.com

Médicos-veterinários dão dicas para prevenir a gripe em pets

 

Grandes variações de temperatura e baixa umidade do ar, situações frequentes no outono e também no inverno, fazem com que a incidência de doenças respiratórias em cães aumente nesta época do ano.

Por isso, é importante manter os pets aquecidos e abrigados, especialmente nos dias mais frios, como sugere o médico-veterinário Rodrigo Mainardi, presidente da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP). “É interessante manter os animais em áreas cobertas e longe de corredores de vento, para tentar amenizar as mudanças bruscas de temperatura.”

Deixar os cães em lugares fechados, onde não há circulação de ar, ou em locais com grande concentração de animais, como creches, canis e abrigos, também favorece a transmissão de viroses, explica a médica-veterinária Rosangela Gebara, membro da Comissão Técnica do Bem-Estar Animal do CRMV-SP.

“Quase todos os cães são suscetíveis à infecção da gripe canina e a doença tende a se espalhar mais facilmente entre os animais que ficam alojados em um mesmo local” observa a médica-veterinária.

Há dois tipos do vírus Influenza A que causam gripe em cães – o H3N8 e o H3N2. “Esses vírus causam a doença em cães, mas não em seres humanos” enfatiza Rosangela. A gripe canina pode ser transmitida por meio de tosse e espirros de cães infectados e também por cães não infectados que entraram em contato com objetos contaminados.

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Sintomas

Mainardi explica que, como na gripe humana, coriza, tosse seca e apatia são os primeiros sintomas observados nos animais gripados. Mas eles também podem apresentar espirros, febre e falta de apetite. “Como muitas doenças graves nos cães também são virais e possuem esses mesmos sinais, assim que o tutor perceber os sintomas é recomendável a visita ao médico-veterinário”, orienta.

Rosangela ressalta que a maioria dos cães melhora após duas ou três semanas. “Dependendo da gravidade dos sintomas e do status imunitário do animal, ou seja, se for um animal muito jovem, idoso, com a imunidade baixa ou com alguma outra doença concomitante, a gripe pode piorar”, diz. Nesse caso, o animal pode ter uma infecção bacteriana secundária e desenvolver uma pneumonia, que pode se agravar e levar o animal à morte se não for tratada.

Cuidados

Se o cão estiver com gripe é importante mantê-lo bem hidratado, disponibilizando água fresca em diversos pontos da casa. A médica-veterinária também recomenda reforçar a alimentação. “Animais gripados necessitam de um maior aporte calórico para enfrentar a infecção, portanto devemos oferecer alimentos mais palatáveis e em maior frequência e quantidade.”

Também é importante evitar ao máximo dar banhos no animal doente. Se for realmente necessário, o mais indicado é dar banhos rápidos, com água morna, lembrando de secar bem o pelo do animal.

Quanto aos passeios, deve-se seguir a rotina do animal, evitando, no entanto, exercícios muito intensos, passeios na chuva ou nas horas do dia em que a temperatura esteja muito baixa. “Os passeios diários, seguindo o ritmo do cão, são benéficos e não devem ser cortados, só se for por recomendação médica-veterinária” diz Rosangela.

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Para Mainardi, os cuidados variam de animal para animal, por isso é importante que o tutor siga as orientações do profissional que acompanha o pet. “Em alguns casos o médico-veterinário pode prescrever anti-inflamatórios e/ou xaropes com anti-histamínicos para melhorar os sintomas da tosse e coriza” esclarece Rosangela.

Roupas, assim como caminhas, casinhas, potes de água e de comida não devem ser compartilhados com outros animais enquanto o cão estiver doente. “Como em toda gripe, a transmissão é fácil e rápida, portanto o isolamento do animal também é recomendado” complementa Mainardi.

Prevenção

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Existem vacinas que protegem contra o vírus da parainfluenza canina. Essas vacinas devem ser aplicadas, de forma preventiva, em filhotes a partir das oito semanas de vida e repetidas anualmente, seguindo sempre a recomendação do fabricante e do médico-veterinário. Geralmente são vacinas de aplicação intranasal e que protegem também contra Adenovírus Canino Tipo 2 e Bordetella bronchiseptica, uma bactéria que pode causar bronquite.

“As vacinas só devem ser aplicadas por um médico-veterinário e somente em animais saudáveis. Não se deve vacinar animais enfermos, subnutridos, parasitados ou sob condições de estresse”, alerta a médica-veterinária.

Outras medidas podem contribuir para evitar que o animal fique gripado:

• evitar passeios em dias muito frios;
• não deixar o cão dormir ao relento, protegendo-o de correntes de ar e intempéries;
• colocar cobertores nas casinhas e roupas para mantê-los aquecidos nos dias frios. Os tutores devem priorizar o uso de roupinhas confortáveis e que não restrinjam a movimentação do animal;
• manter o cão bem hidratado;
• oferecer uma quantidade maior de alimentos e que sejam mais agradáveis ao paladar, a fim de manter a imunidade do animal.

Fonte: CRMV-SP

Medicina Veterinária da FAM usará animal sintético em aulas

O processo seletivo da FAM para o segundo semestre está a todo vapor. O curso de Medicina Veterinária está disponível para os alunos que pretendem ingressar na carreira. E o futuro veterinário tem desconto de 15% no primeiro semestre.

Porém, o grande diferencial da FAM está nas aulas práticas em relação à maioria das concorrentes: o uso de um cachorro sintético. Este é o primeiro modelo no país, o sistema vascular do “cachorro” possui uma bomba controlada eletronicamente que simula os batimentos cardíacos do animal.

Tudo parece tão real no laboratório que o animal até sangra durante os procedimentos. O microprocessador que controla a frequência dos batimentos pode ser acionado e modificado via Wi-Fi, a partir de um aplicativo no tablet à disposição dos alunos. É importante destacar que, o modelo sintético, em diversas ocasiões, é melhor para se estudar do que um cadáver real.

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Uma opção ética para alunos que não querem usar animais durante os estudos, uma tendência que vem crescendo no mundo.

No segundo semestre, o aluno conta com outras novidades dentro do escopo de cursos como: música, farmácia e engenharia de transportes. Caso o aluno chegar à FAM transferido de outra faculdade, a instituição oferece até 50% de desconto na mensalidade.

Informações: FAM

Alimentação natural x industrializada: qual é a melhor para o seu pet?

A alimentação natural para cães e gatos é um tema que divide opiniões. Existem aqueles que são contra os alimentos industrializados. Por outro lado, alguns acreditam que a alimentação natural não oferece a quantidade e o equilíbrio de nutrientes necessários para a manutenção da saúde do animal.

Respeitar as necessidades específicas de cada espécie, em termos nutricionais, deve ser sempre a prioridade dos tutores, de acordo com o médico-veterinário Yves Miceli de Carvalho, mestre em Nutrição Animal pela Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Comissão Técnica de Nutrição Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).

Para os tutores, o conceito de alimentação natural para cães e gatos está relacionado a alimentos frescos, sem conservantes, aditivos químicos, corantes ou estabilizantes.  Carvalho explica, no entanto, que a definição correta do termo “natural” refere-se a “ingredientes que são derivados ou extraídos diretamente de plantas ou de animais”.

Para o presidente da Comissão Técnica de Nutrição Animal do CRMV-SP, ambas formas de alimentação têm seus pontos positivos e negativos. “Tanto a alimentação natural quanto a industrial podem trazer benefícios ou não, o importante é o bom senso do tutor e do profissional que faz o acompanhamento do animal.”

Prós e contras da alimentação natural

• Prós:
– ingredientes selecionados pelo tutor;
– alimento preparado pelo tutor;
– ingredientes frescos.

• Contras:
– o perfil nutricional deve ser coerente com as necessidades específicas de cada espécie;
– dificuldade de equilíbrio da fórmula;
– falta de análises laboratoriais de suporte à formulação, para comprovar os níveis nutricionais adequados e garantir a segurança alimentar e o controle de qualidade;
– cuidados com o armazenamento;
– não há uma legislação que dê suporte e fiscalize;
– não há embasamento técnico, científico e comprobatório;
– dificuldade em oferecer a dose correta, o que pode gerar déficit ou excedente nutricional, podendo agravar o quadro geral e comprometer a saúde do animal.

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Prós e contras da alimentação industrializada

• Prós:
– embasamento técnico e científico com comprovações em testes de campo e laboratório;
– ajustes dos níveis nutricionais e de acordo com a legislação;
– garantia do fabricante caso o animal venha a adoecer e for comprovado que o alimento foi o causador do distúrbio, exceto com produtos vendidos abertos e\ou a granel;
– categorias e segmentos de alimentos de acordo com: faixa etária, estado fisiológico, de saúde, atividade física, animais doentes\convalescentes.

• Contras:
– ingredientes industrializados;
– uso de conservantes (naturais/artificiais);
– uso de flavorizantes e aromatizantes (naturais/artificiais).

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Foto: Vetstreet

Como saber se a alimentação do pet está adequada?

A melhor nutrição, segundo Carvalho, está diretamente ligada ao equilíbrio dos nutrientes e tem que ser adequada para cada indivíduo, de acordo com suas necessidades. “Somente o profissional médico-veterinário pode fazer um diagnóstico clínico do animal e orientar o tutor sobre o tipo de dieta mais correta, com base nas condições de saúde, idade, porte, peso, atividade física, raça e espécie.”

Além da avaliação de um médico-veterinário, alguns sinais podem indicar se o pet está tendo acesso a uma nutrição adequada. A alimentação está equilibrada quando o animal está na faixa de peso ideal, apresenta pele e pelagem saudáveis, tem o comportamento compatível com sua espécie. Por outro lado, a redução da vitalidade, a descamação da pele, a pelagem opaca, o emagrecimento ou o sobrepeso podem ser indicativos de que há algo de errado com o alimento que está sendo oferecido.

O médico-veterinário faz um alerta para os tutores que optam por alimentar seus pets por conta própria: “Não podemos ir atrás de modismos, pois, com a humanização dos pets, erros nutricionais graves estão acontecendo, gerando prejuízos para o bem-estar e a saúde dos animais.” Ele reforça, ainda, que os gatos são mais sensíveis a erros nutricionais que os cães e, por isso, a atenção deve ser redobrada.

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Há certos alimentos e ingredientes que, inclusive, apesar de serem considerados comuns na alimentação dos seres humanos, podem ser tóxicos ou de difícil digestão pelos animais. Devem ser evitados, portanto, temperos e condimentos, carnes cruas, carnes, especialmente de aves, com ossos, assim como algumas frutas, vegetais e legumes.

De acordo com o presidente da Comissão Técnica, de maneira geral os vegetais não são bem digeridos pelos pets. “Esses alimentos concentram muitos açúcares que o animal não tem a mesma capacidade do ser humano para digerir, especialmente os gatos, por serem carnívoros.”

No que diz respeito aos legumes, não são estritamente proibidos. A orientação de Carvalho é evitar oferecê-los. Mas, se for servi-los, que seja uma pequena porção de legumes cozidos sem tempero. “O cozimento ajuda a quebrar as partículas que o sistema digestório do animal tem dificuldade em romper”, diz o médico-veterinário.

Ele lembra a importância de não acrescentar alho e cebola – principalmente se forem crus, pois ambos podem causar anemia – ou tomate, que contém tomatina, substância que causa alterações no sistema nervoso dos gatos e pode ser fatal.

Com as frutas, uma vez que não cabe cozimentos, é preciso ainda mais atenção. Nessa categoria de alimento, uma das que possuem maior índice de açúcar é a uva, em especial a passa. No caso da ameixa deve-se ter cuidado com o caroço, que contém cianeto, considerado tóxico para os cães e gatos. As sementes da maçã também são nocivas à saúde de ambas as espécies.

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Foto: LifeWithCats

Entre as castanhas, Carvalho alerta para as possíveis alterações no sistema nervoso que podem ser provocadas pelo consumo de nozes e macadâmia. O mesmo risco se dá com o chocolate, por causa da substância teobromina.

Portanto, o tutor que for preparar o alimento em casa deve, primeiramente, buscar orientações e o acompanhamento de um médico-veterinário. Também é preciso verificar as bases nutricionais indicadas para a espécie, tendo um cuidado especial com a escolha e a qualidade dos ingredientes, “com a ressalva de que cães e gatos não se alimentam de ingredientes, mas dos nutrientes específicos que os ingredientes contêm” pontua o especialista.

Fonte: CRMV-SP

Por que os cães precisam de check-ups periódicos?

A grande maioria dos tutores leva os cães em consultas somente quando os animais apresentam algum problema de saúde. Porém, visitas regulares podem ser extremamente benéficas para os amigos de quatro patas. O ideal é que ele passe pelo veterinário, pelo menos, uma vez por ano.

Os check-ups são muito importantes, pois podem revelar doenças graves, ainda em estágios iniciais, possibilitando seu tratamento e até mesmo a cura. Em muitos casos, os cães só apresentam sinais nas fases mais avançadas das enfermidades, quando pode ser tarde demais para serem tratadas.

“Em algumas situações, os animais não apresentam qualquer mudança de comportamento ou sintoma, e isso faz com que o tutor acredite que está tudo bem. O veterinário está apto a identificar alguns sinais que podem passar despercebidos em casa”, explica Ricardo Cabral, médico veterinário da Virbac, especialista em saúde animal. A vacinação e vermifugação também são práticas de enorme importância na prevenção e manutenção da saúde de cães e gatos, e que devem ser aplicadas periodicamente.

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Além de manter a saúde do seu pet, a familiaridade dos cães com o ambiente do consultório torna a relação com o médico veterinário mais fácil. Esses locais costumam ser estranhos aos animais, com sons, odores e pessoas desconhecidas, deixando os cães agitados e, muitas vezes, com comportamento agressivo. Se ele for levado a consultas periodicamente, ficará mais calmo durante as avaliações.

Fonte: Virbac

Vacina de gotinha ou injetável protege os pets contra a gripe

Assim como a campanha de vacinação contra gripe para as pessoas, a imunização de cães e gatos é fundamental para a prevenção da doença. Os cães podem contrair a traqueobronquite infecciosa canina e os gatos, a rinotraqueite. Ambas, se não tratadas no começo, podem levar a complicações respiratórias mais graves. Por isso, a prevenção é a melhor proteção.

“Para os cães, há duas formas de vacina: a intranasal, que pinga uma gotinha no nariz do pet; e a injetável, aplicada embaixo da pele. Ambas têm a mesma eficácia e devem ser aplicadas todos anos”, afirma o veterinário Felipe Chaguri, da Petz. Nos gatos, a proteção é feita com a vacina v4 anualmente, que previne também contra panleucopenia, calicivirose e clamidiose.

Indicações

Para os filhotes, a vacina de gripe deve ser aplicada junto com a segunda dose da vacina múltipla, com aproximadamente 80 dias de vida, e é feita duas vezes, com intervalo de 21 a 30 dias. Após a segunda dose, só é necessário o reforço anual.

Para os gatos, a imunização contra é feita junto com a vacina múltipla felina, com três doses em filhotes a partir dos 45 dias de vida e com reforço anual. Em pets idosos, que estejam bem de saúde, basta somente o reforço anual.

O veterinário explica que o efeito se dá de 7 a 15 dias após a aplicação, quando o sistema imune se adapta e protege o animal por um ano, até o próximo reforço. A única contraindicação é para pacientes debilitados, imunossuprimidos ou com doença crônica.

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Foto: Doglistener

Transmissão

A gripe canina, também chamada de tosse dos canis ou traqueobronquite infecciosa canina, é transmitida por meio de vírus pelo ar, secreções respiratórias, contato direito com o cão infectado e objetos contaminados. Não transmite para o ser humano e para outras espécies. Ela pode ser causada pelo vírus da Para influenza, pela bactéria Bordetella bronchiseptica ou ainda pela combinação dos dois tipos de agentes. Os sinais são tosse persistente, espirros, secreção nasal e ocular, febre, prostração e falta de apetite. A rinotraqueíte felina é transmitida entre os próprios.

Os dois casos são tratados com antibióticos e tratamento da imunidade, além de serem realizados exames como hemograma e raio X de tórax, pois os problemas podem evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia, se não forem tratados adequadamente.

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Foto: Cityofchicago

Como evitar

Além da vacinação em dia e das visitas periódicas ao veterinário, é importante também ter alguns cuidados para manter a imunidade do pet em alta. ”No outono e inverno, vale colocar umidificadores pela casa por causa do ar seco; evitar passeios em dias muito frios ou logo após o banho; colocar mais potes de água pelos ambientes para aumentar a oferta de hidratação; dar alimentos úmidos como sachês específicos e cobertores para o pet ficar sempre aquecido”, explica o veterinário.

Fonte: Petz

Inflamação gastrointestinal em cães

A inflamação gastrointestinal em cães também é conhecida como gastroenterite canina e pode ser desencadeada por infecções, alimentação inadequada com alimentos mal conservados, água contaminada, plantas tóxicas e contato com outros animais doentes. Trata-se de um problema que atinge as mucosas intestinais e estomacais, causando muito incômodo e dor ao cão.

“A gastroenterite não é uma doença grave, mas deve ser tratada para evitar que o quadro se agrave e leve a complicações. Para o diagnóstico, é fundamental ir ao veterinário, que fará exames clínicos e laboratoriais no animal para, então, indicar os cuidados necessários para a sua recuperação”, orienta o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

Sintomas da inflamação gastrointestinal

É importante que observe o comportamento do cão para notar algum indício de que há algo fora do normal. Veja quais os sintomas mais comuns desse distúrbio gastrointestinal:

• vômitos frequentes;
• dor abdominal;
• diarreia;
• cachorro não quer comer nem beber água;
• apatia.

cachorro doente abatido deitado

Como escolher qual a melhor ração para inflamação gastrointestinal em cães

Um dos cuidados importantes para evitar a inflamação no intestino e no estômago é controlar a alimentação. “Não permita que o cão tenha acesso a outros alimentos sem ser ração para cães. O sistema digestivo dos cães precisa contar com alimentos especificamente preparados para eles. Assim, pode-se garantir que terão todas as suas necessidades nutricionais atendidas sem nenhum tipo de agressão ao seu organismo”, explica o médico veterinário.

A alimentação dos cães também é uma questão importante durante a recuperação da doença. Em geral, quando o problema é diagnosticado, recomenda-se uma restrição alimentar com o objetivo de aliviar a inflamação e não sobrecarregar o sistema digestivo.

cachorro no veterinario salsicha

“Para que essa recuperação aconteça sem que o cão deixe de se alimentar, a melhor ração é Equilíbrio Veterinary Intestinal que é desenvolvida com proteína vegetal hidrolisada – um ingrediente de alta digestibilidade. Além disso, essa ração para cães é enriquecida com FOS e MOS, prebióticos que ajudam a recuperar e manter a saúde intestinal”, indica Machado.

É importante ressaltar que a alimentação dos cães com essa ração deve ser feita conforme a recomendação de um veterinário, sempre respeitando o período de tratamento e as porções adequadas.

Fonte: Total Alimentos

A importância de vacinar os animais de estimação

Assim como os humanos, os bichinhos de estimação estão suscetíveis a dezenas de doenças que podem ser facilmente prevenidas com algumas vacinas de reforço anual.
A imunização deve ser iniciada o quanto antes, logo quando o pet é filhote ou assim que é adotado na fase adulta.

O que são vacinas?

Vacinas são imunizações permanentes ou temporárias contra doenças bacterianas, virais, entre outras. Sua função é auxiliar na criação de anticorpos pelo organismo, para que o sistema imunológico esteja preparado para combater doenças antes de o indivíduo entrar em contato com os micro-organismos causadores. Entenda melhor a virose em cães.

Sua matéria-prima é o próprio organismo causador da enfermidade, mas de uma forma enfraquecida ou inativada. Com isso, ocorre uma reação imunológica do corpo que recebe essa quantidade de vírus ou bactéria e são criadas defesas específicas para combater esse respectivo agente infeccioso.

Qual a importância da vacinação para pets?

Em cães, a vacina previne doenças como:

cinomose;
coronavirose;
hepatite infecciosa;
leishmaniose visceral;
leptospirose;
parvovirose;
parainfluenza e Adenovírus Tipo 2;
raiva.

Já em gatos, as principais doenças são:

calicivirose;
clamidiose;
leucemia viral felina (FeLV);
panleucopenia felina;
raiva;
rinotraqueíte.

Alguma dessas doenças — como a cinomose — possuem taxas de contágio e de mortalidade altíssimas e, inclusive, algumas são zoonoses — como a raiva — e, portanto, podem passar para os seres humanos.

Como a imunização deve ser feita?

O correto é sempre checar com o médico veterinário para ele passar o protocolo adequado para o animal, já que não se pode vacinar animais com a saúde debilitada, ou que estejam passando por estresse, afirma o veterinário Cauê Toscano do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Em cachorros, as principais vacinas são as polivalentes, que podem cobrir 8 (V8), 10 (V10) ou 11 (V11) doenças. Elas incluem doenças como cinomose, coronavirose, hepatite infecciosa, parvovirose, leptospirose (de 2 a 5 tipos), parainfluenza e adenovírus tipo 2.

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Em cães filhotes recomenda-se que a vacinação seja assim:

6 a 8 semanas de vida — primeira dose da Polivalente;
10 a 12 semanas — segunda dose da Polivalente;
14 a 16 semanas — terceira dose da Polivalente;
a partir de 120 dias de vida — primeira dose da vacina anti-rábica;
o reforço deverá ser anual para a Polivalente e para a anti-rábica;

Em adultos ou cães que nunca foram vacinados:

mais de 12 semanas de vida — primeira dose da Polivalente e da vacina anti-rábica;
21 a 30 dias após a primeira dose da polivalente, aplicar a segunda dose;
o reforço de ambas vacinas será anual.

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Foto: Pixabay

Em gatos filhotes o esquema de vacinação é assim:

60 dias de vida — primeira dose da Múltipla;
90 dias de vida — segunda dose da Múltipla;
120 dias de vida — primeira dose da anti-rábica;
o reforço das duas será todo ano.

Em gatos adultos ou que não foram vacinados ainda:

mais de 120 dias de vida — primeira dose da Múltipla e da anti-rábica;
21 a 30 dias após a primeira dose — aplicar a segunda dose da Múltipla;
o reforço deverá ser anual para ambas.
A vacina Múltipla dos gatos inclui doenças como Rinotraqueíte, Clamidiose (Tríplice, Quádrupla e Quíntupla), Calicivirose, Panleucopenia e Leucemia Felina.

Confira a carteira de vacinas de seu cão ou gato e agende uma consulta com o veterinário o quanto antes para deixar tudo em dia.

Fonte: Vet Quality