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Vinho: uma boa pedida para acompanhar os jogos na Copa do Mundo

Alternativa é tão saborosa e interessante quanto um copo de cerveja

Estamos vivendo as emoções da Copa do Mundo de 2018 e é possível observar uma movimentação intensa dos brasileiros que começam a imaginar o que farão durante os dias que prometem dar uma emoção a mais ao país. E um dos detalhes que nunca podem faltar é a tradicional cervejinha, muito apreciada pelos brasileiros. Mas, e que tal inovar nesta edição do torneio e fazer um pouco diferente? Os vinhos estão aí para isso e são, com certeza, uma excelente alternativa.

Para se ter uma ideia, as opções da bebida são tantas que é preciso foco para não se perder em meio aos mais variados sabores, teores alcoólicos e até mesmo o que pode ser o acompanhamento perfeito durante o torneio mundial. Sabe-se que, para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os meses de junho e julho são o período de inverno, ou seja, a pedida são os vinhos tintos.

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Pensando nessas combinações incríveis e interessantes, Joca Ururahy, da House of Wine, loja de vinhos e espumantes, preparou uma seleção com alguns rótulos que valem a pena a degustação durante a primeira rodada dos jogos do Brasil e de outras partidas interessantes durante a Copa. Sem contar que é possível fazer um verdadeiro “embate” entre o Brasil e seus adversários também no quesito “qual o melhor vinho”.

Como alguns jogos já foram realizados, confira os que estão chegando:

Brasil x Costa Rica – Sexta-feira, 22/06 – 9 horas

No segundo embate do Brasil durante a Copa, o horário do jogo é bem cedo, às 9 horas. Mas isso não significa que o brasileiro não possa degustar uma bebida logo de manhã. Muito pelo contrário. Se estiver tranquilo no trabalho, por exemplo, é possível ter mais liberdade para degustar uma bebida como o vinho ou champanhe, em doses moderadas, e nunca se esquecendo de tomar um bom e reforçado café da manhã antes.

Aqui, quem sai ganhando é o Brasil. A Costa Rica ainda é uma pequena produtora de vinhos, que começa a dar os seus primeiros passos. Só a título de curiosidade, o país abriu a sua primeira vinícola apenas em 2012, ou seja, o ramo das bebidas ainda é muito novo por lá. Melhor apostar em quem produz muito bem e é destaque mundialmente: Brasil.

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Comece bem o dia degustando um bom Don Guerino Espumante Moscatel, um espumante doce e que por ser levinho e de teor alcoólico médio, 8%, pode ser a pedida certa para acompanhar o jogo da seleção e torcer ainda com mais animação. Para acompanhar, pequenos sanduíches de frango, salmão ou atum farão do momento ainda mais gostoso.

Brasil x Sérvia – Quarta-feira, 27/06 às 15 horas

Para o último jogo da primeira rodada da Copa, a melhor ideia aqui é comemorar. Tudo porque imaginamos que a seleção brasileira estará na primeira colocação do Grupo. Então, é hora de aproveitar o momento, reunir amigos e fazer uma verdadeira festa.

O melhor de tudo é o horário: o jogo contra a Sérvia cai no período da tarde, às 15 horas, sendo perfeito para começar uma maratona de degustação. E adivinhe quem ganha mais uma vez a batalha das taças de vinho nesse combate? Brasil. A Sérvia é até uma boa produtora da bebida, e que vem fazendo isso há séculos, mas por conta de todos os problemas políticos pelos quais ainda passa, a exportação fica bem complicada.

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Portanto, o jogo pede a combinação de um bom Don Guerino Espumante Brut Rosé, bem gelado, com um acompanhamento de iscas de peixe, bolinhos de bacalhau, pastéis de camarão e tudo o que puder ser servido com frutos do mar. Se o que você quiser mesmo é uma boa garrafa de vinho tinto, aposte no Don Guerino Tannat Reserva, um brasileiro que promete surpreender a todos os paladares.

Outro jogo  que vale a pena acompanhar de perto

Mas não só de Brasil vive a Copa, não é mesmo? E, para dar um gostinho a mais, os vinhos mais uma vez entram em campo fazendo do momento a ocasião ideal para conhecer ainda mais sabores do mundo todo.

Argentina x Croácia – Quinta-feira, 21/06 – 15h

Nossos hermanos não deixam nada a desejar nesta disputa. E, pelo horário do jogo, melhor ainda contar com a ajuda de um delicioso vinho tinto argentino, que, inclusive, se destaca no cenário mundial da bebida e é reconhecidamente um dos produtores mais importantes da América do Sul.

Enquanto isso, a Croácia é também um país produtor de vinho, e isso provavelmente poucos brasileiros sabem. Rótulos como o Merlot e o Pinot Noir são os grandes carros chefe dos croatas, consumidores assíduos da bebida, muito admirada também pelos americanos e ingleses. Mas, como eles não são tão apreciados e conhecidos no Brasil, vai ser um pouco difícil achar uma garrafa por aqui.

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Portanto, abasteça a mesa de frente para a telinha com uma boa garrafa de vinho argentino, principalmente os que vêm de Mendonza, região importantíssima produtora da bebida. Para quem puder, um bom churrasco é o acompanhamento ideal.

Fonte: House of Wine

 

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Como abrir e armazenar o vinho em casa

Sommelier ensina a cuidar do vinho em casa e afirma: “não é preciso ter uma adega climatizada”

Adega climatizada, taças sofisticadas e preços altos são coisas que não precisam estar associadas ao vinho. O sommelier Rodrigo Bertin, criador do projeto Vinho Mais, explica que armazenar vinho em casa pode ser muito mais simples e barato. “Tem gente que acha que precisa de adega climatizada, mas isso é um mito”, explica.

Antes de explicar sobre a melhor forma de manter as garrafas de vinho em casa, Bertin conta que a temperatura ideal varia de 6ºC para vinhos brancos ou rosé a 15ºC para vinhos tintos. “Os tintos com uvas Pinot Noir, Merlot ou Gamay, menos encorpados, podem ser consumidos com um pouco menos de temperatura”, conta.

Um cantinho escuro para guardar

O sommelier ensina que as garrafas de vinho devem ser armazenadas em um local arejado e sem oscilação de temperatura: “O mais importante é deixá-las em local que não receba muita luz natural ou artificial, justamente para evitar que esquentem”. Aqui, vale a regra de ouro conhecida pela maioria das pessoas: manter as garrafas deitadas. “É importante que a rolha fique sempre úmida para não ressecar e se desmanchar quando for aberta”, destaca o especialista.

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Os cuidados mais específicos com o vinho devem ocorrer depois que a garrafa foi aberta. “Antes mesmo de abrir, caso ela tenha sido armazenada à temperatura ambiente, é importante levar à geladeira”, explica o especialista. “O vinho tinto se resfria o suficiente após 20 minutos na geladeira, mas o vinho branco, rosé ou espumante pode permanecer por uma hora refrigerando, ou então 20 a 30 minutos no congelador, com muito cuidado para que não congele”, ensina.

Depois do brinde

É depois de retirar a rolha que surgem as dúvidas. “Muita gente acha que o vinho não pode ser armazenado depois de aberto e que a garrafa deve ser completamente consumida, mas isso não é verdade”, explica Bertin, aliviando para aqueles que não querem desperdício, mas também não desejam beber demais.

“O problema é que muita gente acha que a garrafa vai sobreviver por mais de uma semana, sendo que ele vai oxidar neste tempo”, alerta. “O vinho não estraga de um dia para o outro, mas não dura tanto”.

vinho

Após abrir a garrafa e consumir uma ou duas taças, Rodrigo Bertin sugere recolocar a garrafa na geladeira, desta vez em pé. “O segredo é reduzir ao máximo a superfície de contato do vinho com o oxigênio, para não oxidar tão rápido”, explica, justificando que a garrafa deitada aumentaria o contato do líquido com o ar. Se isso for feito, a bebida permanece boa para consumo por mais dois ou três dias. “Os mais alcoólicos e encorpados duram mais que os leves”, explica.

Dois segredos para o vinho durar mais

Se esses poucos dias não são suficientes, o sommelier ensina dois truques que podem aumentar a vida útil da bebida. “O primeiro é passar o vinho restante da garrafa grande, de 750ml, para uma menor, de 375ml, e guardar na geladeira da mesma forma, em pé e com a rolha bem colocada”. Assim, o processo de oxidação será retardado por mais um ou dois dias.

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A tática mais eficiente, no entanto, é utilizar uma bomba a vácuo para reduzir ao máximo o contato do vinho com o ar externo. “É um acessório fácil de ser encontrado que funciona como uma tampa especial para a garrafa”. O sommelier destaca que os vinhos mais encorpados permanecem bons para consumo por mais uma semana se for utilizada a bomba a vácuo. “Considere cinco ou seis dias em caso dos vinhos mais suaves e menos alcoólicos”.

 

Cerimonialista fala como harmonizar bolo e espumante no casamento

Todo mundo adora brindes de casamento: eles são muito bonitos e emocionantes. E, para tornar esse momento ainda mais inesquecível, nada melhor do que ter um espumante que harmonize bem com o cardápio e, principalmente, com o bolo.

Porém, essa é uma combinação que gera muitas dúvidas entre os casais. A cerimonialista Shalimar Catramby, que está a frente da equipe da casa de festas Casuarinas há mais de 10 anos, explica que harmonizar o espumante com o bolo é uma tradição bem antiga e que ajuda a deixar o cardápio mais coerente.

“Existe um monte de teorias para explicar porque determinados sabores combinam mais com outros, mas no que diz respeito a espumantes e bolos fazer essa combinação é bem simples. Quanto mais doce o bolo, mais o espumante parecerá seco. Partindo daí, fica bem fácil escolher tanto o sabor do bolo quanto a opção de espumante que será servido no evento”, explica Shalimar.

Ela conta que o espumante do tipo brut é a opção mais popular para casamentos, pois apesar de seco, ainda tem um pouco de açúcar, o que agrada a maioria das pessoas. “Eles ficam ótimos com praticamente todo tipo de bolo, mas combinam especialmente bem com sabores frutados e menos doces”.

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A cerimonialista conta que os espumantes tipo demi-sec também são opções populares para casamentos. “Eles têm uma boa quantidade de açúcar, harmonizando bem não só com bolo e doces, como também com a maioria dos cardápios. É comum oferecer um demi-sec quando a festa é do estilo bolo com espumante”.

Já os espumantes extra-brut ou nature são os mais secos, não tendo praticamente nada de açúcar. Essa ausência de doçura faz com que esses espumantes não combinem muito bem com doces em geral. “Em geral, apesar de elegantes, eles não deixam a boca com um sabor agradável quando combinados com bolo”.

Shalimar lembra que há também o espumante moscatel, o mais doce de todos, o que o faz combinar muito bem com todo tipo de bolo de casamento. “O espumante moscatel faz muito sucesso, principalmente entre as mulheres, devido a sua doçura. Porém, é também esse motivo que faz muita gente evitá-lo. Portanto, é bom pensar bem antes de optar por este tipo de bebida”.

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Foto: Casuarinas Casa de Festas

A cerimonialista finaliza lembrando que pode ser uma boa ideia fazer a prova do bolo junto com alguns sabores de espumante antes de se decidir. “Dessa forma, fica bem mais fácil saber o que fica mais saboroso, evitando desperdícios tanto de bolo quanto de bebidas na festa”.

Fonte: Casuarinas Casa de Festas

 

Sommelier dá dicas de harmonização para a Páscoa

Um dos pratos mais emblemáticos da Páscoa é o bacalhau. Versátil, o peixe dessalgado pode ser combinado a diversos ingredientes e para cada receita, um vinho diferente. E para ajudar na escolha, o sommelier executivo da Grand Cru, Massimo Leoncini, elegeu os melhores vinhos para nessa harmonização.

“O bacalhau é melhor harmonizado com um vinho branco. Dependendo dos ingredientes, variamos a potência do vinho entre leves e encorpados. Para quem não abre mão de um bom vinho tinto, dá para apreciar o prato com uma opção mais leve”, explica Leoncini.

Veja abaixo as sugestões:

Bacalhau

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Bacalhau à moda portuguesa
A receita leva bacalhau dessalgado com batatas, cebola, alho, ovo e azeitona. A sugestão é o Meio Queijo Douro Tinto 2014 (R$ 69,00)

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Bacalhau confit
A receita é feita com lombo de bacalhau dessalgado em confit de azeite, acompanhada por tomate, cebola e ervas frescas. A escolha é o Van Zellers Alentejano Tinto 2015 (R$ 64,00).

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Bacalhau à lagareiro
A receita é feita com a posta de bacalhau passada em ovo e farinha e cozido. Normalmente acompanha batatas aos murros, cebola e brócolis. A sugestão é o Adega Guimarães Vinho Verde (R$ 59,00)

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Bacalhau às natas
A receita é feita com bacalhau dessalgado com batatas cortadas em pequenos cubos fritas, cebola e ervas frescas e finalizada no molho bechamel, natas, farinha de pão e queijo ralado. Para esse prato, o melhor é o Van Zellers Douro Branco 2015 (R$ 99,00).

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Bacalhau à brás
A receita é feita com bacalhau dessalgado, cebola, alho, azeite, ervas frescas, ovo e finalizada com batata palha. A sugestão é o Churchill’s Estate Douro Branco 2016 (R$ 123,00).

Chocolate

“Para harmonizar o chocolate, é preciso prestar atenção na quantidade de gordura proveniente da manteiga de cacau e do leite. Para equilibrar essa balança, precisamos de um Vinho do Porto ou de sobremesa que seja encorpado, ou seja, um vinho que tenha força para quebrar a gordura no paladar” ressalta Massimo. Veja abaixo os vinhos escolhidos.

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Chocolate ao leite
Vinho do Porto Tinto Churchill’s Ruby Reserva (R$ 134,00)

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Chocolate meio amargo
Vinho Tinto San Marzano Passito 11 Filari Primitivo Manduria Dolce 2014 500 Ml (R$ 149,00)

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Chocolate amargo
Vinho Do Porto Tinto Churchill’s Tawny 10 Anos 500 Ml (R$ 259,00)

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Chocolate branco
Vinho Do Porto Branco Churchill’s Dry White 10 Anos 500 Ml (R$ 189,00)

Fonte: Grand Cru

Gran Reserva Blend Series #1 da Viña Tarapacá

Vinícola apresenta profundo estudo de solo realizado em Fundo El Rosario, que tem permitido potencializar a marca de vinhos Gran Reserva mais vendida no Chile

Visionária e pioneira, a chilena Viña Tarapacá realizou um estudo consistente no mapeamento e escavação de 373 poços em seus 611 hectares plantados para dissecar a estrutura dos solos e, a partir desse aprofundado conhecimento, manejar o vinhedo de forma a extrair as mais expressivas e diferenciadas características das uvas.

“Graças ao estudo fomos capazes de identificar sete séries de solos na região de Fundo El Rosario, todos de origem vulcânica, profundidade média e pedras angulares em sua maioria. Destes sete tipos de solo, cinco são particularmente adequados para a produção de uvas de alta qualidade: Piedmont, Mansel, El Mirador, El Ciruelo e Los Cardenales, atualmente destinados à elaboração da linha Gran Reserva”, comenta Sebastián Ruiz, enólogo-chefe da marca.

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O primeiro resultado deste trabalho chegou ao Brasil em setembro. De produção limitada, o novo Gran Reserva Blend Series #1 homenageia os melhores solos do Fundo El Rosario e combina a essência de uvas Cabernet Sauvignon da série de solos Piedmont e Syrah da série Mansel, com vinificação separada das uvas provenientes dos diferentes perfis de solo.

“É um vinho com perfil de fruta madura, expressivo e complexo, com destacadas notas de amora e ameixa. O envelhecimento em barricas foi de 12 meses, o que entrega aromas sutis de especiarias como pimenta preta, cravo e baunilha. No paladar tem volume médio, boa estrutura e final persistente devido à mineralidade dos nossos solos. É um vinho aromático, fresco e saboroso, que expressa as características únicas de clima e solo do Fundo El Rosario”, aponta Ruiz.

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Recomenda-se harmonizar o Gran Reserva Blend Series #1 com queijos duros como o Manchego, risoto de funghi, massas bem condimentadas, carnes brancas, vermelhas e de caça, além de acompanhar perfeitamente peixes gordurosos como atum e albacora. Preço médio para consumidor final: R$ 130,00.

Pesquisa

Realizada por especialistas em terroir, a pesquisa em Fundo El Rosario determinou os distintos perfis de solo presentes no vinhedo, assim como a riqueza, clima e biodiversidade do local. Entre os resultados encontrados, destacam-se as particularidades que tornam a Tarapacá um verdadeiro “Clos Natural”* rodeado pelo Rio Maipo e por parte da Cordilheira dos Andes, que se estende como escudo por toda a propriedade, localizada no Vale do Maipo, origem dos melhores Cabernet Sauvignon do Chile.

(*) Clos é um termo da viticultura francesa usado para denominar um terroir rodeado por muros de concreto construídos para preservar o vinhedo.

Informações: Viña Tarapacá

Um roteiro de volta ao mundo especial para enófilos

Contornar o globo conhecendo os mais fantásticos vinhedos e provando rótulos incríveis é uma experiência inesquecível – e simples

Dar a volta ao mundo é um sonho para muitos. O roteiro perfeito dessa aventura para os amantes de vinho com certeza inclui as cidades nas quais são produzidos os rótulos mais desejados. Ao contrário do que se imagina, embarcar nessa jornada pode ser muito simples.

Planejando a viagem

A passagem de volta ao mundo, conhecida como RTW (Round The World), é um bilhete com vários voos comprados de uma só vez. Esse bilhete único liga os trechos que permitem que o viajante contorne o planeta, saindo e retornando de um mesmo lugar. O passageiro pode customizar o roteiro, escolhendo os países e lugares que deseja conhecer, de acordo com interesses específicos (neste caso os vinhos, é claro!).

Como todos trechos são decididos com antecedência, no momento da confirmação do bilhete, o pacote sai bem mais econômico do que comprar várias passagens para todos os países do roteiro. O custo vai depender do itinerário traçado, do número de paradas e das companhias aéreas escolhidas.

Só para se ter um exemplo, a oneworld – principal aliança de companhias aéreas da América Latina, possui a tarifa “Global Explorer”, que permite percorrer todos os seis continentes (incluindo o de origem do viajante), enquanto a tarifa “oneword Explorer” é mais flexível, calculada a partir das distâncias entre um ponto e outro.

Se a viagem passa pelos aeroportos das principais capitais do mundo ou utiliza poucos trechos, tem um custo menor. Um bilhete com 16 trechos (o número máximo permitido no pacote da empresa) sai em torno de 5 mil dólares.

Outro detalhe importante do bilhete de volta ao mundo é que as datas dos voos podem ser alteradas sem cobrança, desde que haja disponibilidade. Ou seja, depois da partida, dá para deixar os voos subsequentes em aberto, o que permite customizar ainda mais o percurso, à medida em que for avançando. Quanto à duração da aventura, a única regra é que ela deve durar no mínimo dez dias e no máximo um ano.

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Vamos para onde?

As possibilidades de roteiros incríveis para enófilos são inúmeras. Selecionamos uma jornada com paradas em três continentes e a garantia de um verdadeiro mergulho nos sabores marcantes de diferentes rótulos, sem perder paisagens exuberantes de tirar o fôlego.

América do Sul

Chile

Uvas antes da colheita no inverno do Vale do Maipo
Uvas antes da colheita no inverno do Vale do Maipo

O Chile tornou-se uma máquina de produzir vinhos de todos os tipos – são, em média, 13 milhões de hectolitros por ano. O país sofre três grandes influências que definem as três principais áreas de vinhedos: o Oceano Pacífico, região chamada de Costa; a planície central, conhecida como Entre Cordilheiras e a mais próxima da principal cordilheira, não por acaso conhecida como Andes. No país a natureza mostra toda sua beleza em plantações que, em alguns casos, remontam a séculos atrás. Mas não se trata apenas de visitar vinícolas e plantações rurais: o que mais impressiona no Chile é que o turista pode entrar no mundo da vinicultura saindo apenas alguns minutos da capital do país. Sim, de Santiago até a mais próxima região produtora, o vale do Maipo, aos pés da cordilheira dos Andes, são apenas alguns quilômetros.

Argentina

Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo
Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo

Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo
A sofisticação da região “norteña” impressiona. A cidade de Mendoza tem mais de cinco séculos de vinicultura. Tanto tempo assim foi suficiente para colocá-la entre as grandes regiões produtoras de vinho do planeta. Graças ao solo e clima perfeitos, Mendoza é um dos principais destinos do vinho na Argentina. A cidade conta com uma infraestrutura incrível para receber turistas de todas as partes. Das mais de mil adegas existentes, cerca de 100 oferecem visitas guiadas que podem ser incluídas no roteiro. A rota do vinho em Mendoza é dividida em três principais destinos: Maipú, Valle de Uco e Luján de Cuyo e oferece uma experiência imperdível.

Europa

França

Região de Bordeaux em momento próximo à colheita
Região de Bordeaux em momento próximo à colheita

O vinho está inserido no cotidiano do povo francês e é motivo de orgulho e prestígio internacional. Estima-se que a fabricação esteja acima dos 46 milhões de hectolitros — cada hectolitro equivale a 100 litros de vinho. De Borgonha a Champanhe, a França tem mais de 15 regiões vitivinícolas e dezenas de denominações de origem. As uvas do país oferecem uma imensidão de aromas, cores e sabores aos enófilos mais exigentes. Tintos, brancos, rosés e espumantes — especialmente os champanhes — têm lugar garantido em terras francesas. Bordeaux é a zona de vitivinicultura mais importante do país, sendo responsável por rótulos míticos — os dos châteaux (como são chamadas as vinícolas por lá) da região do Médoc têm preços excepcionalmente altos, que podem passar de 500 euros. Apesar disso, o apelo turístico é mais inclinado para Champagne, que recebe visitantes de todo o mundo.

Portugal

Loja no Vale do douro oferece diversos rótulos
Loja no Vale do Douro oferece diversos rótulos

É impossível falar de Portugal e não lembrar da extensa variedade de vinhos. Afinal, são mais de 250 castas de uvas que proporcionam ampla oferta de todos os tipos. Os roteiros incluem não somente as adegas, vinhas e caves portuguesas, mas também uma viagem cultural pelas tradições e costumes das regiões, quintas e casarões históricos. No fim do verão, há também o período da colheita e de celebrações típicas. No Norte, o Vale do Douro é a grande referência em produção vinícola e naturalmente possui uma tradição em receber turistas, sobretudo o Alto Douro Vinhateiro, Patrimônio Mundial da Unesco, onde se produz o famoso vinho do Porto.

Prova de vinho no Vale do Douro
Prova de vinho no Vale do Douro

A Rota dos Vinhos Verdes, na região do Minho, também é destaque turístico. Além de descobrir as origens e sabores da milenar cultura vinícola, quem optar por esse roteiro poderá aproveitar praias, montanhas, vales e rios, além de uma paisagem única onde o verde, que dá nome ao vinho, é a cor dominante. Outro grande ponto enoturístico de Portugal é o Alentejo, no Sul do país, onde se encontram vários dos principais produtores nacionais. A vinha corre ao longo de extensas planícies e acompanha olivais e florestas.

Itália

Turista passeia por vinícolas na região de Toscana
Turista passeia por vinícolas na região de Toscana

A Itália é parada obrigatória para apreciadores de vinho. Entre todas as regiões do país, a Toscana se destaca pela importância na produção da bebida. Um dos pontos imperdíveis é Laticastelli, próximo a Siena. Construído em um castelo, o hotel organiza tours e degustações em vilarejos medievais intactos, que abrigam vinícolas produtoras dos melhores vinhos da região e ainda são verdadeiras joias históricas. Outro tesouro escondido é a cidadezinha de Chianti, que produz o tinto seco de mesmo nome, elaborado com as valorizadas uvas Sangiovese.

A bela Chianti
A bela Chianti

O vilarejo, entre Siena e Florença, é um verdadeiro espetáculo à parte, por apresentar uma sucessão de colinas e vinhedos num tom verde-jade, único no mundo. Há ainda a região produtora de Montalcino, que por si só já vale a visita: foi declarada Paisagem Cultural Patrimônio Mundial da Unesco. As possibilidades de tours e degustações seguem por Asciano e Pienza, encantando qualquer enófilo.

África

África do Sul

Barris na produção de vinho sul-africana
Barris na produção de vinho sul-africana

A África do Sul é um convite para um “safári” em cerca de 100 mil hectares de vinhedos distribuídos em aproximadamente 340 adegas e propriedades. O país traz em seus vinhos uma mistura do contemporâneo com o tradicional, conquistando muitos paladares. A rota dos vinhos tem na região de Franchhoek um de seus mais exuberantes pontos. É ali que está a vinícola Plaisir de Merle, uma das maiores do país, com 974 hectares e diversas variedades de vinhos tintos, brancos e espumantes.

Horizonte de Franchhoek, na África do Sul
Horizonte de Franchhoek, na África do Sul

Outra parada obrigatória é a vinícola The House Of JC Le Roux, principal fabricante de espumantes da África do Sul, localizada no coração do Vale Devon. Perto dalí fica também a bela vinícola Neethlingshof, que oferece diversas opções de harmonizações aos visitantes e sabores fantásticos.

Fonte: OneWorld

 

 

Do tender ao panetone: veja dicas de harmonização para as ceias de final de ano

Para celebrar as festas de fim de ano, a Mundovino indica as melhores opções de harmonização para os tradicionais – e deliciosos – pratos de Natal e Ano Novo, em um guia que vai ajudar até os iniciantes no mundo do vinho a fazer bonito e ganhar o título de sommelier da ceia.

“Nestas ocasiões tão especiais é muito comum ficar em dúvida sobre o melhor vinho para harmonizar com esse ou aquele prato, principalmente nos cardápios de final de ano. Todos querem impressionar e, para acertar, nada melhor do que ter à mão ideias e sugestões que vão agradar a todos os paladares e combinar com os principais pratos que compõem as ceias de final de ano”, comenta Carlos Migues, diretor da Mundovino. Lembrando que as sugestões servem para facilitar na hora da escolha do vinho, mas a melhor harmonização será sempre ao gosto do freguês.

Confira as combinações do Guia de Harmonização Mundovino para surpreender com bom gosto nas festas de final de ano. As dicas serão ainda mais proveitosas porque os vinhos indicados podem ser comprados facinho, facinho pela internet, direto na loja online da Mundovino.

Peru e leitão: as carnes desses clássicos de fim de ano têm suculência e sabores atenuados, que precisam de vinhos elegantes, frescos e taninos suaves no paladar. Por isso, quem escolheu prepará-las pode apostar nos seguintes vinhos:

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– Invisible Man (R$ 139,00): vinho tinto – aromas de frutas vermelhas e toque floral. Notas de tostados, caramelo e especiarias. Acidez integrada e frescor equilibrado.

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– Habla La Tierra (R$ 98,00): vinho tinto – mescla aromas de folhas de tomate, anis e flor de camomila. Para o paladar é fresco, encorpado e vivaz. Tem estrutura fina e equilibrada.

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– Cavalls (R$ 98,00): vinho tinto – aromas de frutas vermelhas e, no paladar, apresenta notas balsâmicas e minerais, que proporcionam uma experiência fresca e sedosa.

 

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– Casa del Rojo (R$ 147,00): vinho tinto – notas balsâmicas, de frutas vermelhas maduras e azeitonas negras. Encorpado e com taninos equilibrados.

Pernil e Tender: para acompanhar a carne nobre do tender, ou a suculência do pernil, os vinhos mais encorpados e potentes podem ser a escolha certa:

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– Maquinon (R$ 172,00): vinho tinto – notas minerais intensas e equilibradas, acompanhadas pela fruta madura da uva e os delicados toques de torra. Redondo e encorpado.

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– MMM Macho Man (R$ 139,00): vinho tinto – tem aroma de frutas vermelhas típicas da variedade. Acidez equilibrada e taninos maduros.

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– Alexander vs The Ham Factory (R$ 220,00): vinho tinto – apresenta notas de especiarias das barricas de carvalho.

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– Habla del Silencio (R$ 167,00): vinho tinto – toques de cereja, amora, menta e pimenta. É fresco e encorpado, com notas de fruta e bombom de licor de cereja.

Bacalhau, Moqueca E Peru: Se a ideia é apostar nos sabores acentuados do bacalhau e da moqueca, ou na ‘gordurinha’ suculenta do peru, é bom incluir estes rótulos com acidez e frescor no menu:

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– El Gordo del Circo (R$ 139,00): vinho branco – combina aromas característicos de frutas verdes, maçã, pêra e frutas tropicais como abacaxi, com fundo de ervas frescas.
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– Habla de Ti (R$ 158,00): vinho branco – aroma característico da uva, toques de manga e folhas de tomate. É fresco e agradável, com longa persistência de frutas tropicais.

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– La Marimorena (R$ 149,00): vinho branco – o clássico Albariño apresenta aromas minerais, de ervas aromáticas, cítricos e frutas. É refrescante e possui acidez equilibrada.

Rabanada e Panetone: Para fechar a ceia com os doces tradicionais da época, nada melhor do que abrir um cava catalão com frescor e personalidade como esse. O vinho também é alternativa perfeita para acompanhar petiscos com queijos azuis, como o roquefort, rolinhos de salmão com cream cheese ou uma pasta de Homus bem condimentada:

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– Moltó Negre (R$ 171,00): espumante – delicado e frutado, traz, na formação de suas finas borbulhas, aromas integrados de amora e pão tostado.

Fonte: Mundovino Brasil

Vinho Anubis Cabernet Sauvignon 2015

A Divinho comemora 3 anos com uma nova loja em Pinheiros. Em um ambiente climatizado e temperatura controlada, os mais de 400 rótulos são tratados com respeito. Com uma seleção de vinhos e destilados feita de forma extremamente criteriosa, oferece desde vinhos cobiçados e raros, assinados por produtores renomados, e difíceis de encontrar, clássicos tintos, brancos, espumantes entre outros classificados como “boas compras”, pois têm qualidade muito superior àquela que o preço da garrafa sugere.

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E a Divinho sugere o Anubis Cabernet Sauvignon 2015: com cor rubi profunda, aroma de boa intensidade e complexidade, com saliência para os frutos vermelhos e pretos, ligeiros espargos e alcachofras, notas de especiarias a pimenta e noz moscada e uma madeira bem integrada. Na boca tem um ataque volumoso, acidez viva e equilibrada, taninos polidos de boa qualidade, notas de frutos pretos e um final longo e harmonioso.

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País: Argentina
Tipo: tinto
Produtor: domínio del Plata I Susana Balbo
Uva: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 14,1%
Volume da garrafa: 750ml
Temperatura de serviço: 16° a 18°C
Em Promoção: de R$ 59,90 por R$ 32,90
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Região: Mendonza

Vinificação tradicional com controle de temperatura. Harmonização: Ideal para acompanhar pratos de carne, mas sendo um vinho muito gastronômico poderá inclusive acompanhar carnes brancas ou peixe assado no forno.

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Divinho: Rua Teodoro Sampaio, 2550 – LJ 06 – PinheirosHorário: de segunda a sexta das 10h às 18h30 / sábado das 10h às 16h

Doña Luz Empanadas incrementa cardápio e inclui receitas chilenas

Restobar ainda conta com promoção as quartas e quintas para agradar o paladar e o bolso

Assim como o Brasil, o Chile possui uma rica gastronomia com inúmeras opções originadas por diferentes regiões. As mais populares acabam sendo difundidas no resto do mundo, como as empanadas e os lanches Chacarero, Lomito e Completo; mas desde o início do mês, as tradicionais Sopaipilla e Chorrillana podem ser encontradas no restobar Doña Luz Empandas, no Ipiranga, em São Paulo.

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A Sopaipilla pode ser consumida na versão doce ou salgada, a primeira é servida com calda quentinha de chancaca, um tipo de rapadura do país e presença garantida nas mesas de chá da tarde, enquanto a salgada acompanha molho pebre, que lembra o nosso vinagrete. A massinha frita é feita à base de abóbora e tem um sabor indescritível.

Já a Chorrillana é uma ótima opção para aqueles que gostam de conhecer novas culturas, mas que não dispensam aquela boa e velha porção. O generoso prato é composto por batata frita, ovo, calabresa, tiras de contra filé e queijo, ideal para ser saboreada com os amigos.

Além destas novidades, a Doña Luz Empanadas oferece mais um bom motivo para frequentar o espaço, às quartas e quintas o restobar oferece um completo combo com 4 empanadas (qualquer sabor) e duas taças de um autêntico vinho chileno por apenas R$ 50,00.

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Doña Luz Empanadas – Rua Costa Aguiar, 1425, Iporanga – Horário de Funcionamento: terça a sexta das 16h às 23h45; sábado das 12h às 23h45 e aos domingos e feriados das 12h às 18h

 

Geleia artesanal de Cabernet Sauvignon

O maior cuidado no desenvolvimento da geleia foi para conseguir o sabor da clássica bebida com menos açúcar e um bom ponto geleificado

Dois amantes de vinho e apreciadores da harmonização da bebida com queijos se encontram. O resultado? A geleia de vinho Cabernet Sauvignon. Considerada o carro chefe da Troppo! Artesanal, se tornou em pouco tempo a “queridinha” dos clientes. Entre degustações e eventos ficou evidente que o produto, entre tantos de altíssima qualidade, virou preferido por ser diferente e muito saboroso.

Desde o início do desenvolvimento da geleia, a maior preocupação era em manter o sabor e a cor do vinho sem restringir a quem não consumisse álcool. Se tornou então “Uma brincadeira lúdica de “geleificar” uma bebida que combina muito com queijos onde o resultado que conseguimos foi surpreendente”, conta Lucas Pelisoli, um dos proprietários da Troppo! Artesanal.

O processo de desenvolvimento da geleia de vinho Cabernet Sauvignon começou na escolha do vinho que seria utilizado. A ideia era escolher um vinho com a uva que mais agradasse a todos os tipos de gostos. Também foi levado em conta o processo de geleificação, pois manter a cor viva característica do vinho e o sabor era prioridade.

“Fizemos diversos testes com diferentes tipos de vinho, alguns agradavam no sabor, porém a cor ficava fraca. Outros tinham uma bela coloração, mas o sabor não ficava do jeito que queríamos. Foi então que de todos os testes, o vinho Cabernet Sauvignon mais nos agradou em questão de cor e sabor. A partir da escolha começamos a testar o dulçor e o ponto. Foram muitos testes até atingirmos o resultado que temos hoje” conta Lucas.

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Ao todo, o processo de pesquisa, testes e criação durou oito meses. A maior dificuldade foi acertar o vinho e o ponto da geleia. Conseguir o sabor da clássica bebida com menos açúcar e um bom ponto geleificado foi o maior desafio da dupla. “Tomamos muito cuidado com a adição de açúcar, pois tínhamos medo de adoçar demais e o sabor do vinho perder as características, ou seja, do açúcar “mascarar” o sabor. Hoje conseguimos um produto com o sabor do vinho, sem álcool e com baixo açúcar”.

A geleia de vinho Cabernet Sauvignon harmoniza perfeitamente com queijos em geral, pode acompanhar carnes vermelhas e fica surpreendente na cobertura de cheesecakes ou em uma panna cotta de iogurte.

Informações: Troppo!