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Domno Importadora traz para o Brasil novo rótulo da Casas Del Bosque

Gran Reserva Riesling, da vinícola chilena, já está disponível no portfólio da importadora e em todo o Brasil

A Domno Importadora amplia seu portfólio com o novo rótulo Gran Reserva Riesling da Casas Del Bosque. A vinícola é uma das mais prestigiadas do Chile e está localizada a menos de 70km de Santiago, no Valle de Casablanca. Seu principal destaque está na excelente produção de vinhos brancos, Chardonnay e Sauvignon Blanc, devido à temperatura fria da região.

A vinícola, inaugurada em 1993 pela família Cúneo, possui um diferencial no manuseio das uvas que resulta na alta qualidade e delicadeza no tratamento das videiras. O que antes era um pequeno cultivo, agora é um vasto território de 235 hectares, dedicado à produção de rótulos únicos cheios de elegância e frescor.

O Gran Reserva Riesling surpreende até os degustadores mais experientes. O vinho é elaborado com uvas provenientes de um terroir único, onde terras profundas e arenosas são contempladas por fragmentos de argila negra. A fermentação ocorre de forma espontânea pelas leveduras naturalmente presentes na uva, culminando em um vinho branco que foge das regras, transmitindo força e energia de maneira harmônica e de muito bom tom.

Antes da finalização, é utilizada uma pequena quantidade de vinho Late Harvest, para aumentar a complexidade do produto. A bebida apresenta uma coloração amarelo-palha, límpido e brilhante, unido a um sabor denso e viscoso, com acidez guarnecida pelo corpo volumoso. Seus aromas remetem a casca de limão e pêssego, além de uma delicada nota de geleia de marmelo advinda do corte com o Late Harvest.

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A Domno apresenta o Gran Reserva Riesling, rótulo ideal para harmonizar com bacalhau às natas, massa ao molho pesto e queijos maduros.

Os produtos Casas Del Bosque serão vendidos nas lojas especializadas de todo o País e pelo e-commerce da Famiglia Valduga.

Informações: Domno

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Dia dos Pais: el Carbón presenteia com vinho tinto espanhol Pata Negra

Neste domingo (12), quem almoçar ou jantar na casa localizada no rooftop do Jardim Pamplona Shopping e pedir uma garrafa de vinho tinto espanhol Pata Negra, receberá outra de presente

O el Carbón, casa com gastronomia mediterrânea comandada pelo chef e sócio Marcelo Martino, oferecerá uma garrafa de vinho Pata Negra de cortesia para todos os que pedirem uma para degustar na casa durante o almoço e jantar de Dia Dos Pais. Para acompanhar, a sugestão será Paleta de cordeiro com favas vermelhas, purê de cará, farofa de castanhas e minilegumes (R$ 79,00) feita no forno de cocção a carvão, um diferencial que torna os pratos mais leves e saborosos.

Com menu democrático, que vai das tapas até pratos mais elaborados, passando por sanduíches e hambúrgueres, o el Carbón é uma opção completa para toda a família. Além da sugestão do chef para a data, o restaurante oferece “ensalatas” como Salada de abóbora grelhada, creme de ricota, jamon serrano, sálvia e vinagrete de melado de cana (R$ 37/R$ 49), Pupunha com queijo de cabra no carvão, mix de folhas com molho de mostarda e mel (R$ 39/R$ 55) e Salada de grãos com rosbife, miniagrião ao molho de tamarindo (R$ 37/R$ 49).

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Costela de porco com purê de mandioca, farofa de biju e pimenta biquinho confitada

Entre as opções quentes, outros destaques são costela de porco com purê de mandioca, farofa de biju e pimenta biquinho confitada (R$ 59), vacío, fraldinha no carvão, molho chimi churri, mix de folhas, batata e alho assados (R$ 69) e ancho ao molho de gorgonzola e batatas rústicas (R$ 79). Além disso, a casa ainda está com dois novos pratos de inverno, que vão durar somente na estação: Gaspacho de Tomate Quente com Cogumelo (R$ 25/R$ 45) e o Creme de Grão de Bico com linguiça artesanal (R$ 29/R$ 49).

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Paleta de cordeiro com favas vermelhas, purê de cará, farofa de castanhas e minilegumes

Para finalizar, o el Carbón oferece sobremesas como Brownie com calda Toffee e sorvete de caramelo com flor de sal (R$ 25), Torta de Santiago com sorvete de pannacota (R$ 25) e Cheesecake de abóbora, coco queimado, sorvete e calda de cachaça (R$ 25).

el Carbón: Rooftop (4º andar) do Jardim Pamplona Shopping – Rua Pamplona, 1704, Jardim Paulista – Horário de Funcionamento: domingos das 12h às 22h

Vinho Caperucita: inspirado na clássica história da Chapeuzinho Vermelho

Era uma vez… Caperucita. Aposto que você já conhece esse clássico conto infantil. Mas se engana quem pensa que ele retrata apenas a história de uma menina que atravessa a floresta para visitar a avó e acaba escapando da armadilha de um lobo malvado. Chapeuzinho Vermelho transmite muito mais. Não é à toa que a história foi ilustrada em um rótulo de vinho. Produzido na região de Valência, na Espanha, o rótulo “Caperucita” chega pela primeira vez ao Brasil.

A iniciativa é uma parceria da Evino, um dos maiores e-commerces e aplicativos de vinho do país, com a vinícola espanhola Torre Oria, uma das mais prestigiadas dentro da Comunidade Valenciana. Vale citar que a Evino tem o objetivo de investir na constante reformulação de seu portfólio e na chegada de vinhos exclusivos ao Brasil.

O storytelling temático do vinho investe em um remake original. O rótulo do produto traz um lobo com uma roupa e capuz vermelho – o que, além de trazer a história de Chapeuzinho Vermelho à tona, lembra também a série La Casa de Papel, onde os protagonistas se vestem com um macacão vermelho de capuz.

Sinônimo de alegria, união e fábulas, o vinho é feito de uma verdadeira história que, ao final da última dose, alguém sempre pede para contar outra vez. A união das uvas Tempranillo e Syrah se traduz em goles saborosos. E não há Lobo Mau para te impedir de beber.

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De coloração vermelho-rubi com reflexos violáceos, o rótulo traz notas de especiarias e frutas negras, como ameixa madura e amora. Na harmonização, pizzas variadas, tábua de queijos e embutidos são destaques para esse vinho de corpo médio, saboroso e equilibrado.

“Temos como estratégia trazer ao Brasil rótulos diferenciados e com histórias fantásticas. Acredito que o bom humor, a descontração e o inusitado é sempre um diferencial forte para o mercado. O consumo de vinhos já deixou de ser considerado algo sério. Hoje em dia esse hábito faz parte da rotina dos brasileiros. Por conta disso, investimos no Caperucita. É para provar se divertindo”, pontua Elaine Ishibashi, CBO da Evino.

O vinho Caperucita, exclusivo e inédito da Evino no Brasil, está disponível para vendas no site e aplicativo da Evino por apenas R$ 29,90. Vale lembrar que o rótulo está sujeito a disponibilidade de estoque.

Informações: Evino

Drinques elaborados com vinho

Uma ótima pedida para quem quer inovar e se aventurar por novos sabores são os vinhos brancos e rosés, que podem ser consumidos sozinhos ou em coquetéis. Até mesmo a tradicional caipirinha ganha mais leveza e frescor quando preparada com vinho.

“As caipirinhas de morango e uva rubi ficam ótimas com o rosé enquanto as de abacaxi, uva Itália e lichia harmonizam com o branco”, diz Paulo Amalfi, gerente de Marketing de Reservado Concha y Toro.

Outras boas opções, especialmente para acompanhar os dias quentes são as sangrias, espanholas e ponches, que são elaborados à base de vinho e frutas. Além dos coquetéis, a bebida – que é uma das mais populares do mundo –, pode ser consumida sozinha ou com uma pedra de gelo.

Embora as marcas foquem nos brancos e rosés durante o verão, Amalfi ressalta que não há regras para o consumo do vinho. “A dica principal é consumir o que gosta sem se prender a normas”.

A marca Reservado Concha y Toro possui algumas receitas exclusivas de drinques com vinhos assinadas por Rafael Pizanti, referência na coquetelaria brasileira. Confira:

Red Carpet

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Ingredientes

100 ml de vinho tinto
20 ml de xarope de açúcar
10 ml de suco de grapefruit
8 morangos

Modo de preparo

Macerar em uma coqueteleira o morango com o xarope e o suco. Adicionar o vinho e bater com muito gelo. Fazer coagem simples em um copo Long Drink com muito gelo. Adicionar gelo britado por cima e decorar com um morango cortado ao meio, com o cabinho. Servir com canudo.

Sugestão: servir em copo Long Drink
Casablanca

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Ingredientes

70 ml de vinho sauvignon blanc
30 ml de vodca
10 ml de licor de laranja
10 ml xarope de capim santo
1 Kiwi

Modo de preparo

Juntar todos os ingredientes em uma coqueteleira e bater com muito gelo. Fazer coagem simples para o long drink com muito gelo, além de adicionar gelo britado por cima. Finalizar com uma fatia de gengibre e um ramo de Capim Santo.
Servir com canudo.

Sugestão: servir em copo Long Drink

Madame Zam

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Ingredientes

100 ml de vinho espumante Concha y Toro
30 ml de vodca
20 ml de xarope de gengibre
10 ml de suco de limão siciliano

Modo de preparo

Em uma taça de vinho tinto, colocar a vodca, o xarope de gengibre e o suco do limão. Colocar gelo até a borda e completar com o vinho espumante, mexendo bem. Decorar com um gomo de limão siciliano e uma fatia de gengibre. Servir sem canudo.

Sobre o Reservado

O conceito Reservado de Concha y Toro foi pioneiro e criado especialmente para o Brasil; atualmente, é sinônimo de categoria. Os vinhos Reservado provêm de uvas especialmente selecionadas de diferentes vinhedos do Valle Central do Chile, que foram reservadas pelo enólogo e destinadas a uma linha de alta produção e qualidade para consumo imediato.

Com preço acessível, é a opção de entrada para novos consumidores de vinho, perfeita para ser incorporada ao cotidiano de apreciadores da bebida harmonizada em almoços e jantares, em ambiente familiar ou social. Reservado de Concha y Toro se caracteriza por sua intensa expressão frutada e textura delicada. É um vinho versátil que acompanha bem variados tipos de comidas.

Fonte:  Concha y Toro

Vinho: uma boa pedida para acompanhar os jogos na Copa do Mundo

Alternativa é tão saborosa e interessante quanto um copo de cerveja

Estamos vivendo as emoções da Copa do Mundo de 2018 e é possível observar uma movimentação intensa dos brasileiros que começam a imaginar o que farão durante os dias que prometem dar uma emoção a mais ao país. E um dos detalhes que nunca podem faltar é a tradicional cervejinha, muito apreciada pelos brasileiros. Mas, e que tal inovar nesta edição do torneio e fazer um pouco diferente? Os vinhos estão aí para isso e são, com certeza, uma excelente alternativa.

Para se ter uma ideia, as opções da bebida são tantas que é preciso foco para não se perder em meio aos mais variados sabores, teores alcoólicos e até mesmo o que pode ser o acompanhamento perfeito durante o torneio mundial. Sabe-se que, para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os meses de junho e julho são o período de inverno, ou seja, a pedida são os vinhos tintos.

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Pensando nessas combinações incríveis e interessantes, Joca Ururahy, da House of Wine, loja de vinhos e espumantes, preparou uma seleção com alguns rótulos que valem a pena a degustação durante a primeira rodada dos jogos do Brasil e de outras partidas interessantes durante a Copa. Sem contar que é possível fazer um verdadeiro “embate” entre o Brasil e seus adversários também no quesito “qual o melhor vinho”.

Como alguns jogos já foram realizados, confira os que estão chegando:

Brasil x Costa Rica – Sexta-feira, 22/06 – 9 horas

No segundo embate do Brasil durante a Copa, o horário do jogo é bem cedo, às 9 horas. Mas isso não significa que o brasileiro não possa degustar uma bebida logo de manhã. Muito pelo contrário. Se estiver tranquilo no trabalho, por exemplo, é possível ter mais liberdade para degustar uma bebida como o vinho ou champanhe, em doses moderadas, e nunca se esquecendo de tomar um bom e reforçado café da manhã antes.

Aqui, quem sai ganhando é o Brasil. A Costa Rica ainda é uma pequena produtora de vinhos, que começa a dar os seus primeiros passos. Só a título de curiosidade, o país abriu a sua primeira vinícola apenas em 2012, ou seja, o ramo das bebidas ainda é muito novo por lá. Melhor apostar em quem produz muito bem e é destaque mundialmente: Brasil.

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Comece bem o dia degustando um bom Don Guerino Espumante Moscatel, um espumante doce e que por ser levinho e de teor alcoólico médio, 8%, pode ser a pedida certa para acompanhar o jogo da seleção e torcer ainda com mais animação. Para acompanhar, pequenos sanduíches de frango, salmão ou atum farão do momento ainda mais gostoso.

Brasil x Sérvia – Quarta-feira, 27/06 às 15 horas

Para o último jogo da primeira rodada da Copa, a melhor ideia aqui é comemorar. Tudo porque imaginamos que a seleção brasileira estará na primeira colocação do Grupo. Então, é hora de aproveitar o momento, reunir amigos e fazer uma verdadeira festa.

O melhor de tudo é o horário: o jogo contra a Sérvia cai no período da tarde, às 15 horas, sendo perfeito para começar uma maratona de degustação. E adivinhe quem ganha mais uma vez a batalha das taças de vinho nesse combate? Brasil. A Sérvia é até uma boa produtora da bebida, e que vem fazendo isso há séculos, mas por conta de todos os problemas políticos pelos quais ainda passa, a exportação fica bem complicada.

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Portanto, o jogo pede a combinação de um bom Don Guerino Espumante Brut Rosé, bem gelado, com um acompanhamento de iscas de peixe, bolinhos de bacalhau, pastéis de camarão e tudo o que puder ser servido com frutos do mar. Se o que você quiser mesmo é uma boa garrafa de vinho tinto, aposte no Don Guerino Tannat Reserva, um brasileiro que promete surpreender a todos os paladares.

Outro jogo  que vale a pena acompanhar de perto

Mas não só de Brasil vive a Copa, não é mesmo? E, para dar um gostinho a mais, os vinhos mais uma vez entram em campo fazendo do momento a ocasião ideal para conhecer ainda mais sabores do mundo todo.

Argentina x Croácia – Quinta-feira, 21/06 – 15h

Nossos hermanos não deixam nada a desejar nesta disputa. E, pelo horário do jogo, melhor ainda contar com a ajuda de um delicioso vinho tinto argentino, que, inclusive, se destaca no cenário mundial da bebida e é reconhecidamente um dos produtores mais importantes da América do Sul.

Enquanto isso, a Croácia é também um país produtor de vinho, e isso provavelmente poucos brasileiros sabem. Rótulos como o Merlot e o Pinot Noir são os grandes carros chefe dos croatas, consumidores assíduos da bebida, muito admirada também pelos americanos e ingleses. Mas, como eles não são tão apreciados e conhecidos no Brasil, vai ser um pouco difícil achar uma garrafa por aqui.

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Portanto, abasteça a mesa de frente para a telinha com uma boa garrafa de vinho argentino, principalmente os que vêm de Mendonza, região importantíssima produtora da bebida. Para quem puder, um bom churrasco é o acompanhamento ideal.

Fonte: House of Wine

 

Como abrir e armazenar o vinho em casa

Sommelier ensina a cuidar do vinho em casa e afirma: “não é preciso ter uma adega climatizada”

Adega climatizada, taças sofisticadas e preços altos são coisas que não precisam estar associadas ao vinho. O sommelier Rodrigo Bertin, criador do projeto Vinho Mais, explica que armazenar vinho em casa pode ser muito mais simples e barato. “Tem gente que acha que precisa de adega climatizada, mas isso é um mito”, explica.

Antes de explicar sobre a melhor forma de manter as garrafas de vinho em casa, Bertin conta que a temperatura ideal varia de 6ºC para vinhos brancos ou rosé a 15ºC para vinhos tintos. “Os tintos com uvas Pinot Noir, Merlot ou Gamay, menos encorpados, podem ser consumidos com um pouco menos de temperatura”, conta.

Um cantinho escuro para guardar

O sommelier ensina que as garrafas de vinho devem ser armazenadas em um local arejado e sem oscilação de temperatura: “O mais importante é deixá-las em local que não receba muita luz natural ou artificial, justamente para evitar que esquentem”. Aqui, vale a regra de ouro conhecida pela maioria das pessoas: manter as garrafas deitadas. “É importante que a rolha fique sempre úmida para não ressecar e se desmanchar quando for aberta”, destaca o especialista.

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Os cuidados mais específicos com o vinho devem ocorrer depois que a garrafa foi aberta. “Antes mesmo de abrir, caso ela tenha sido armazenada à temperatura ambiente, é importante levar à geladeira”, explica o especialista. “O vinho tinto se resfria o suficiente após 20 minutos na geladeira, mas o vinho branco, rosé ou espumante pode permanecer por uma hora refrigerando, ou então 20 a 30 minutos no congelador, com muito cuidado para que não congele”, ensina.

Depois do brinde

É depois de retirar a rolha que surgem as dúvidas. “Muita gente acha que o vinho não pode ser armazenado depois de aberto e que a garrafa deve ser completamente consumida, mas isso não é verdade”, explica Bertin, aliviando para aqueles que não querem desperdício, mas também não desejam beber demais.

“O problema é que muita gente acha que a garrafa vai sobreviver por mais de uma semana, sendo que ele vai oxidar neste tempo”, alerta. “O vinho não estraga de um dia para o outro, mas não dura tanto”.

vinho

Após abrir a garrafa e consumir uma ou duas taças, Rodrigo Bertin sugere recolocar a garrafa na geladeira, desta vez em pé. “O segredo é reduzir ao máximo a superfície de contato do vinho com o oxigênio, para não oxidar tão rápido”, explica, justificando que a garrafa deitada aumentaria o contato do líquido com o ar. Se isso for feito, a bebida permanece boa para consumo por mais dois ou três dias. “Os mais alcoólicos e encorpados duram mais que os leves”, explica.

Dois segredos para o vinho durar mais

Se esses poucos dias não são suficientes, o sommelier ensina dois truques que podem aumentar a vida útil da bebida. “O primeiro é passar o vinho restante da garrafa grande, de 750ml, para uma menor, de 375ml, e guardar na geladeira da mesma forma, em pé e com a rolha bem colocada”. Assim, o processo de oxidação será retardado por mais um ou dois dias.

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A tática mais eficiente, no entanto, é utilizar uma bomba a vácuo para reduzir ao máximo o contato do vinho com o ar externo. “É um acessório fácil de ser encontrado que funciona como uma tampa especial para a garrafa”. O sommelier destaca que os vinhos mais encorpados permanecem bons para consumo por mais uma semana se for utilizada a bomba a vácuo. “Considere cinco ou seis dias em caso dos vinhos mais suaves e menos alcoólicos”.

 

Cerimonialista fala como harmonizar bolo e espumante no casamento

Todo mundo adora brindes de casamento: eles são muito bonitos e emocionantes. E, para tornar esse momento ainda mais inesquecível, nada melhor do que ter um espumante que harmonize bem com o cardápio e, principalmente, com o bolo.

Porém, essa é uma combinação que gera muitas dúvidas entre os casais. A cerimonialista Shalimar Catramby, que está a frente da equipe da casa de festas Casuarinas há mais de 10 anos, explica que harmonizar o espumante com o bolo é uma tradição bem antiga e que ajuda a deixar o cardápio mais coerente.

“Existe um monte de teorias para explicar porque determinados sabores combinam mais com outros, mas no que diz respeito a espumantes e bolos fazer essa combinação é bem simples. Quanto mais doce o bolo, mais o espumante parecerá seco. Partindo daí, fica bem fácil escolher tanto o sabor do bolo quanto a opção de espumante que será servido no evento”, explica Shalimar.

Ela conta que o espumante do tipo brut é a opção mais popular para casamentos, pois apesar de seco, ainda tem um pouco de açúcar, o que agrada a maioria das pessoas. “Eles ficam ótimos com praticamente todo tipo de bolo, mas combinam especialmente bem com sabores frutados e menos doces”.

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A cerimonialista conta que os espumantes tipo demi-sec também são opções populares para casamentos. “Eles têm uma boa quantidade de açúcar, harmonizando bem não só com bolo e doces, como também com a maioria dos cardápios. É comum oferecer um demi-sec quando a festa é do estilo bolo com espumante”.

Já os espumantes extra-brut ou nature são os mais secos, não tendo praticamente nada de açúcar. Essa ausência de doçura faz com que esses espumantes não combinem muito bem com doces em geral. “Em geral, apesar de elegantes, eles não deixam a boca com um sabor agradável quando combinados com bolo”.

Shalimar lembra que há também o espumante moscatel, o mais doce de todos, o que o faz combinar muito bem com todo tipo de bolo de casamento. “O espumante moscatel faz muito sucesso, principalmente entre as mulheres, devido a sua doçura. Porém, é também esse motivo que faz muita gente evitá-lo. Portanto, é bom pensar bem antes de optar por este tipo de bebida”.

Festa de casamento
Foto: Casuarinas Casa de Festas

A cerimonialista finaliza lembrando que pode ser uma boa ideia fazer a prova do bolo junto com alguns sabores de espumante antes de se decidir. “Dessa forma, fica bem mais fácil saber o que fica mais saboroso, evitando desperdícios tanto de bolo quanto de bebidas na festa”.

Fonte: Casuarinas Casa de Festas

 

Sommelier dá dicas de harmonização para a Páscoa

Um dos pratos mais emblemáticos da Páscoa é o bacalhau. Versátil, o peixe dessalgado pode ser combinado a diversos ingredientes e para cada receita, um vinho diferente. E para ajudar na escolha, o sommelier executivo da Grand Cru, Massimo Leoncini, elegeu os melhores vinhos para nessa harmonização.

“O bacalhau é melhor harmonizado com um vinho branco. Dependendo dos ingredientes, variamos a potência do vinho entre leves e encorpados. Para quem não abre mão de um bom vinho tinto, dá para apreciar o prato com uma opção mais leve”, explica Leoncini.

Veja abaixo as sugestões:

Bacalhau

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Bacalhau à moda portuguesa
A receita leva bacalhau dessalgado com batatas, cebola, alho, ovo e azeitona. A sugestão é o Meio Queijo Douro Tinto 2014 (R$ 69,00)

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Bacalhau confit
A receita é feita com lombo de bacalhau dessalgado em confit de azeite, acompanhada por tomate, cebola e ervas frescas. A escolha é o Van Zellers Alentejano Tinto 2015 (R$ 64,00).

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Bacalhau à lagareiro
A receita é feita com a posta de bacalhau passada em ovo e farinha e cozido. Normalmente acompanha batatas aos murros, cebola e brócolis. A sugestão é o Adega Guimarães Vinho Verde (R$ 59,00)

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Bacalhau às natas
A receita é feita com bacalhau dessalgado com batatas cortadas em pequenos cubos fritas, cebola e ervas frescas e finalizada no molho bechamel, natas, farinha de pão e queijo ralado. Para esse prato, o melhor é o Van Zellers Douro Branco 2015 (R$ 99,00).

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Bacalhau à brás
A receita é feita com bacalhau dessalgado, cebola, alho, azeite, ervas frescas, ovo e finalizada com batata palha. A sugestão é o Churchill’s Estate Douro Branco 2016 (R$ 123,00).

Chocolate

“Para harmonizar o chocolate, é preciso prestar atenção na quantidade de gordura proveniente da manteiga de cacau e do leite. Para equilibrar essa balança, precisamos de um Vinho do Porto ou de sobremesa que seja encorpado, ou seja, um vinho que tenha força para quebrar a gordura no paladar” ressalta Massimo. Veja abaixo os vinhos escolhidos.

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Chocolate ao leite
Vinho do Porto Tinto Churchill’s Ruby Reserva (R$ 134,00)

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Chocolate meio amargo
Vinho Tinto San Marzano Passito 11 Filari Primitivo Manduria Dolce 2014 500 Ml (R$ 149,00)

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Chocolate amargo
Vinho Do Porto Tinto Churchill’s Tawny 10 Anos 500 Ml (R$ 259,00)

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Chocolate branco
Vinho Do Porto Branco Churchill’s Dry White 10 Anos 500 Ml (R$ 189,00)

Fonte: Grand Cru

Gran Reserva Blend Series #1 da Viña Tarapacá

Vinícola apresenta profundo estudo de solo realizado em Fundo El Rosario, que tem permitido potencializar a marca de vinhos Gran Reserva mais vendida no Chile

Visionária e pioneira, a chilena Viña Tarapacá realizou um estudo consistente no mapeamento e escavação de 373 poços em seus 611 hectares plantados para dissecar a estrutura dos solos e, a partir desse aprofundado conhecimento, manejar o vinhedo de forma a extrair as mais expressivas e diferenciadas características das uvas.

“Graças ao estudo fomos capazes de identificar sete séries de solos na região de Fundo El Rosario, todos de origem vulcânica, profundidade média e pedras angulares em sua maioria. Destes sete tipos de solo, cinco são particularmente adequados para a produção de uvas de alta qualidade: Piedmont, Mansel, El Mirador, El Ciruelo e Los Cardenales, atualmente destinados à elaboração da linha Gran Reserva”, comenta Sebastián Ruiz, enólogo-chefe da marca.

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O primeiro resultado deste trabalho chegou ao Brasil em setembro. De produção limitada, o novo Gran Reserva Blend Series #1 homenageia os melhores solos do Fundo El Rosario e combina a essência de uvas Cabernet Sauvignon da série de solos Piedmont e Syrah da série Mansel, com vinificação separada das uvas provenientes dos diferentes perfis de solo.

“É um vinho com perfil de fruta madura, expressivo e complexo, com destacadas notas de amora e ameixa. O envelhecimento em barricas foi de 12 meses, o que entrega aromas sutis de especiarias como pimenta preta, cravo e baunilha. No paladar tem volume médio, boa estrutura e final persistente devido à mineralidade dos nossos solos. É um vinho aromático, fresco e saboroso, que expressa as características únicas de clima e solo do Fundo El Rosario”, aponta Ruiz.

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Recomenda-se harmonizar o Gran Reserva Blend Series #1 com queijos duros como o Manchego, risoto de funghi, massas bem condimentadas, carnes brancas, vermelhas e de caça, além de acompanhar perfeitamente peixes gordurosos como atum e albacora. Preço médio para consumidor final: R$ 130,00.

Pesquisa

Realizada por especialistas em terroir, a pesquisa em Fundo El Rosario determinou os distintos perfis de solo presentes no vinhedo, assim como a riqueza, clima e biodiversidade do local. Entre os resultados encontrados, destacam-se as particularidades que tornam a Tarapacá um verdadeiro “Clos Natural”* rodeado pelo Rio Maipo e por parte da Cordilheira dos Andes, que se estende como escudo por toda a propriedade, localizada no Vale do Maipo, origem dos melhores Cabernet Sauvignon do Chile.

(*) Clos é um termo da viticultura francesa usado para denominar um terroir rodeado por muros de concreto construídos para preservar o vinhedo.

Informações: Viña Tarapacá

Um roteiro de volta ao mundo especial para enófilos

Contornar o globo conhecendo os mais fantásticos vinhedos e provando rótulos incríveis é uma experiência inesquecível – e simples

Dar a volta ao mundo é um sonho para muitos. O roteiro perfeito dessa aventura para os amantes de vinho com certeza inclui as cidades nas quais são produzidos os rótulos mais desejados. Ao contrário do que se imagina, embarcar nessa jornada pode ser muito simples.

Planejando a viagem

A passagem de volta ao mundo, conhecida como RTW (Round The World), é um bilhete com vários voos comprados de uma só vez. Esse bilhete único liga os trechos que permitem que o viajante contorne o planeta, saindo e retornando de um mesmo lugar. O passageiro pode customizar o roteiro, escolhendo os países e lugares que deseja conhecer, de acordo com interesses específicos (neste caso os vinhos, é claro!).

Como todos trechos são decididos com antecedência, no momento da confirmação do bilhete, o pacote sai bem mais econômico do que comprar várias passagens para todos os países do roteiro. O custo vai depender do itinerário traçado, do número de paradas e das companhias aéreas escolhidas.

Só para se ter um exemplo, a oneworld – principal aliança de companhias aéreas da América Latina, possui a tarifa “Global Explorer”, que permite percorrer todos os seis continentes (incluindo o de origem do viajante), enquanto a tarifa “oneword Explorer” é mais flexível, calculada a partir das distâncias entre um ponto e outro.

Se a viagem passa pelos aeroportos das principais capitais do mundo ou utiliza poucos trechos, tem um custo menor. Um bilhete com 16 trechos (o número máximo permitido no pacote da empresa) sai em torno de 5 mil dólares.

Outro detalhe importante do bilhete de volta ao mundo é que as datas dos voos podem ser alteradas sem cobrança, desde que haja disponibilidade. Ou seja, depois da partida, dá para deixar os voos subsequentes em aberto, o que permite customizar ainda mais o percurso, à medida em que for avançando. Quanto à duração da aventura, a única regra é que ela deve durar no mínimo dez dias e no máximo um ano.

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Vamos para onde?

As possibilidades de roteiros incríveis para enófilos são inúmeras. Selecionamos uma jornada com paradas em três continentes e a garantia de um verdadeiro mergulho nos sabores marcantes de diferentes rótulos, sem perder paisagens exuberantes de tirar o fôlego.

América do Sul

Chile

Uvas antes da colheita no inverno do Vale do Maipo
Uvas antes da colheita no inverno do Vale do Maipo

O Chile tornou-se uma máquina de produzir vinhos de todos os tipos – são, em média, 13 milhões de hectolitros por ano. O país sofre três grandes influências que definem as três principais áreas de vinhedos: o Oceano Pacífico, região chamada de Costa; a planície central, conhecida como Entre Cordilheiras e a mais próxima da principal cordilheira, não por acaso conhecida como Andes. No país a natureza mostra toda sua beleza em plantações que, em alguns casos, remontam a séculos atrás. Mas não se trata apenas de visitar vinícolas e plantações rurais: o que mais impressiona no Chile é que o turista pode entrar no mundo da vinicultura saindo apenas alguns minutos da capital do país. Sim, de Santiago até a mais próxima região produtora, o vale do Maipo, aos pés da cordilheira dos Andes, são apenas alguns quilômetros.

Argentina

Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo
Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo

Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo
A sofisticação da região “norteña” impressiona. A cidade de Mendoza tem mais de cinco séculos de vinicultura. Tanto tempo assim foi suficiente para colocá-la entre as grandes regiões produtoras de vinho do planeta. Graças ao solo e clima perfeitos, Mendoza é um dos principais destinos do vinho na Argentina. A cidade conta com uma infraestrutura incrível para receber turistas de todas as partes. Das mais de mil adegas existentes, cerca de 100 oferecem visitas guiadas que podem ser incluídas no roteiro. A rota do vinho em Mendoza é dividida em três principais destinos: Maipú, Valle de Uco e Luján de Cuyo e oferece uma experiência imperdível.

Europa

França

Região de Bordeaux em momento próximo à colheita
Região de Bordeaux em momento próximo à colheita

O vinho está inserido no cotidiano do povo francês e é motivo de orgulho e prestígio internacional. Estima-se que a fabricação esteja acima dos 46 milhões de hectolitros — cada hectolitro equivale a 100 litros de vinho. De Borgonha a Champanhe, a França tem mais de 15 regiões vitivinícolas e dezenas de denominações de origem. As uvas do país oferecem uma imensidão de aromas, cores e sabores aos enófilos mais exigentes. Tintos, brancos, rosés e espumantes — especialmente os champanhes — têm lugar garantido em terras francesas. Bordeaux é a zona de vitivinicultura mais importante do país, sendo responsável por rótulos míticos — os dos châteaux (como são chamadas as vinícolas por lá) da região do Médoc têm preços excepcionalmente altos, que podem passar de 500 euros. Apesar disso, o apelo turístico é mais inclinado para Champagne, que recebe visitantes de todo o mundo.

Portugal

Loja no Vale do douro oferece diversos rótulos
Loja no Vale do Douro oferece diversos rótulos

É impossível falar de Portugal e não lembrar da extensa variedade de vinhos. Afinal, são mais de 250 castas de uvas que proporcionam ampla oferta de todos os tipos. Os roteiros incluem não somente as adegas, vinhas e caves portuguesas, mas também uma viagem cultural pelas tradições e costumes das regiões, quintas e casarões históricos. No fim do verão, há também o período da colheita e de celebrações típicas. No Norte, o Vale do Douro é a grande referência em produção vinícola e naturalmente possui uma tradição em receber turistas, sobretudo o Alto Douro Vinhateiro, Patrimônio Mundial da Unesco, onde se produz o famoso vinho do Porto.

Prova de vinho no Vale do Douro
Prova de vinho no Vale do Douro

A Rota dos Vinhos Verdes, na região do Minho, também é destaque turístico. Além de descobrir as origens e sabores da milenar cultura vinícola, quem optar por esse roteiro poderá aproveitar praias, montanhas, vales e rios, além de uma paisagem única onde o verde, que dá nome ao vinho, é a cor dominante. Outro grande ponto enoturístico de Portugal é o Alentejo, no Sul do país, onde se encontram vários dos principais produtores nacionais. A vinha corre ao longo de extensas planícies e acompanha olivais e florestas.

Itália

Turista passeia por vinícolas na região de Toscana
Turista passeia por vinícolas na região de Toscana

A Itália é parada obrigatória para apreciadores de vinho. Entre todas as regiões do país, a Toscana se destaca pela importância na produção da bebida. Um dos pontos imperdíveis é Laticastelli, próximo a Siena. Construído em um castelo, o hotel organiza tours e degustações em vilarejos medievais intactos, que abrigam vinícolas produtoras dos melhores vinhos da região e ainda são verdadeiras joias históricas. Outro tesouro escondido é a cidadezinha de Chianti, que produz o tinto seco de mesmo nome, elaborado com as valorizadas uvas Sangiovese.

A bela Chianti
A bela Chianti

O vilarejo, entre Siena e Florença, é um verdadeiro espetáculo à parte, por apresentar uma sucessão de colinas e vinhedos num tom verde-jade, único no mundo. Há ainda a região produtora de Montalcino, que por si só já vale a visita: foi declarada Paisagem Cultural Patrimônio Mundial da Unesco. As possibilidades de tours e degustações seguem por Asciano e Pienza, encantando qualquer enófilo.

África

África do Sul

Barris na produção de vinho sul-africana
Barris na produção de vinho sul-africana

A África do Sul é um convite para um “safári” em cerca de 100 mil hectares de vinhedos distribuídos em aproximadamente 340 adegas e propriedades. O país traz em seus vinhos uma mistura do contemporâneo com o tradicional, conquistando muitos paladares. A rota dos vinhos tem na região de Franchhoek um de seus mais exuberantes pontos. É ali que está a vinícola Plaisir de Merle, uma das maiores do país, com 974 hectares e diversas variedades de vinhos tintos, brancos e espumantes.

Horizonte de Franchhoek, na África do Sul
Horizonte de Franchhoek, na África do Sul

Outra parada obrigatória é a vinícola The House Of JC Le Roux, principal fabricante de espumantes da África do Sul, localizada no coração do Vale Devon. Perto dalí fica também a bela vinícola Neethlingshof, que oferece diversas opções de harmonizações aos visitantes e sabores fantásticos.

Fonte: OneWorld