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Dúvidas sobre vinho e harmonização? Equipe do SAC da Evino resolve

O Serviço ao Atendimento ao Consumidor (SAC) da Evino, um dos maiores e-commerces e aplicativos de vinhos do Brasil, tem feito sucesso entre os clientes por oferecer informações sobre tipos de vinhos, uvas e harmonização de rótulos. Os colaboradores do SAC são capacitados com o objetivo de oferecerem uma experiência de compra completa ao consumidor.

Para isso, em 2017, a Evino, por meio de seu time de sommelières, criou um formato de treinamento sobre vinhos exclusivo para o time de atendimento ao cliente. Ele conta com três módulos, totalizando 25 horas de curso.

O primeiro módulo abrange conhecimentos básicos sobre vinho, desde o vinhedo (ou seja, como o vinho é produzido) até a taça (como fazer uma degustação técnica). “Eles aprendem a diferenciar as características dos vinhos, desde a cor, aromas e características como corpo, acidez e tanino, um dos componentes mais importantes do vinho”, explica Natália Cacioli, integrante do time de sommelières da Evino.

A segunda etapa tem como foco as principais regiões produtoras de vinho, principalmente nos países do velho mundo. Nele, os colaboradores aprendem, por exemplo, quais uvas são usadas na produção de um Bordeaux e qual é o estilo desse vinho, além de fazer correlações com outros tipos de rótulos, com o objetivo de fazer indicações para os clientes. O terceiro módulo aprofunda nas características dos diferentes tipos de uva e em noções de serviço e harmonização.

“Em todas as aulas trazemos situações do dia a dia do SAC para que possamos, juntos, formular respostas e pensar na melhor forma de endereçar os questionamentos dos consumidores que estão com dúvidas”, reforça Natália. Todo o conteúdo teórico é colocado na prática com degustações de cerca de quatro rótulos.

 

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“Capacitar a equipe é uma das diretrizes para continuar aumentando a satisfação dos nossos colaboradores e possibilitar que eles se relacionem de forma fluida, objetiva e personalizada. O cliente precisa ser cuidado”, diz Diogo Justino da Silva, gerente de atendimento da Evino.

Recentemente, a Evino conquistou o selo RA1000 do Reclame Aqui, que avalia a companhia de acordo com o compromisso com o pós-venda, elevando o grau de confiança em sua marca, produtos e serviços. Para conquistar o selo é preciso atingir um índice de resposta igual ou superior a 90%, índice de solução igual ou superior a 90%, média de avaliações registradas pelo consumidor igual ou superior a 7 e apresentar índice de novos negócios igual ou superior a 70%. A empresa também conta com o nível máximo de satisfação segundo o Ebit, por meio do selo diamante.

Informações: Evino

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Vinho é a bebida alcoólica preferida dos brasileiros na melhor idade

As razões para o sucesso do vinho são inúmeras: cultura, prazer e sofisticação são apenas algumas qualidades associadas à bebida que acompanha o homem desde os tempos mais remotos. Atualmente, no entanto, outro diferencial chama ainda mais atenção: sua ação sobre saúde.

Diversos estudos e pesquisas, apontam o potencial protetor sobre o sistema cardiovascular e atuação preventiva contra outras doenças, o que já é motivo mais que suficiente para os apreciadores comemorarem, e eles são muitos. Segundo uma pesquisa especializada, a bebida que ganhou o status de amiga do coração, também conquistou o paladar dos brasileiros, especialmente na melhor idade, e, atualmente, ocupa o topo na lista de consumo.

Contudo, os especialistas alertam: as evidências científicas não são uma carta branca para o exagero, pois, para alcançar estes benefícios é preciso moderação. E as recomendações não param por aí, é preciso ter atenção na escolha do rótulo para que a bebida seja uma aliada da saúde.

Amadurecimento do consumo

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Que o vinho é uma das bebidas mais apreciadas em todo o mundo, não restam dúvidas, mas na mesa dos brasileiros ele ainda vem conquistando seu espaço. Com uma média per capta de apenas dois litros por ano, o consumo no país está bem atrás de seus vizinhos chilenos e argentinos. No entanto, uma pesquisa recente mostra que esse cenário está começando a mudar.

O estudo exclusivo, realizado pela Banca do Ramon, um dos empórios mais tradicionais do Mercado Municipal de São Paulo, ouviu 1.360 pessoas de todas as regiões do país a fim de obter uma perspectiva da relação dos brasileiros com a alimentação e seus hábitos de consumo, e constatou que o vinho ganha a preferência quando se trata de bebidas alcoólicas.

O levantamento “Do essencial ao Gourmet” contou com uma amostra composta, em sua maioria, por pessoas da melhor idade – 56% acima dos 50 anos; 20% na faixa etária entre 41 e 50; e 24% com menos de 40 anos – e revela que a grande maioria dos participantes consome bebidas alcoólicas (79%), sendo que 33,2% deles o fazem com regularidade. De acordo com os dados, entre esse universo, o vinho é, disparado, a bebida mais apreciada (64,5%). E não para por aí, pois ele é também a principal pedida na hora de presentear (79,6%).

Segundo o estudo, mais da metade dos entrevistados revela a preferência por rótulos de origem importada e isso também se estende às outras bebidas, tanto que a cachaça, tradicional pinga brasileira, ocupa a ultima posição no ranking do consumo, no entanto, o mais curioso é que, embora a agua ardente nacional seja pouco apreciada por esses indivíduos, a intenção de presentear com ela supera o consumo.

Hábito saudável

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Para a nutricionista Juliana Tomandl, essa preferência dos brasileiros pode ser muito positiva, independentemente da idade, mas antes do consumo desenfreado é preciso se atentar para alguns detalhes importantes. De acordo com a especialista, além da moderação, que é a regra principal, o consumidor também deve saber que nem todo vinho traz os mesmos benefícios para a saúde, alguns se destacam quando o objetivo é fortalecer o organismo, mas outros não são tão saudáveis quanto parecem.

“As pessoas acreditam que todos os vinhos encontrados no supermercado são produtos que que vão contribuir para a saúde, no entanto, nem todos os rótulos podem ser considerados bons para o organismo do ponto de vista nutricional. Isso porque nos processos industriais muitos químicos, aditivos e conservantes são utilizados para padronizar e aumentar a conservação da bebida, desde o cultivo da uva, até o engarrafamento. E o uso dessas substâncias impactam a saúde” – afirma a consultora da Banca do Ramon.

De acordo com a nutricionista, as vantagens da bebida são provenientes da matéria prima: a uva. A fruta possui diversas propriedades terapêuticas graças a sua concentração de polifenóis. A produção desses compostos vegetais é estimulada como resultado de um processo de defesa natural da videira, que acontece diante de agressões externas, como exposição solar e pestes.

Dentre eles, Juliana explica que o que mais se destaca é o resveratrol: “Algumas pesquisas indicam que a substância possui propriedades antienvelhecimento, que protegem o cérebro e estimulam a digestão. Além disso, ela também tem potencial para regular o colesterol e diminuir o acúmulo de coágulos nos vasos sanguíneos.

Essa substância é responsável pela coloração escura da uva, mas isso não quer dizer que quanto mais tinto o vinho, melhor, pois o processo de fabricação também é determinante para qualidade. Por isso, para quem deseja incorporar a bebida como um hábito saudável, a dica é optar por rótulos com intervenções químicas mínimas, especialmente os secos que contém menos açúcar, além disso é importante observar o teor alcoólico, que não deve ser muito alto.

Entrave econômico

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O Brasil possui uma indústria sólida, além de regiões como a Serra Gaúcha, de grande tradição vinícola, mas, mesmo assim, o setor sofre com a constante alta dos impostos nacionais, uma das maiores barreiras para a popularização da bebida e expansão do consumo em um país onde o preço está, erroneamente, associado à qualidade do produto. Para se ter ideia, no mercado brasileiro a composição do preço final do vinho é, em maior parte, formada por tributos.

A alta carga de impostos torna os rótulos mais custosos antes mesmo de chegarem à nossa mesa. Dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostram que a fatia direcionada ao governo soma 54.73% sobre o preço de uma garrafa nacional e até 74.73% do custo final de um vinho importado. Por isso, para fugir dos preços elevados, o consumo brasileiro é composto, em geral, por vinhos de baixa qualidade, que, segundo a especialista, não favorecem a saúde.

Inverno favorece o consumo

Casal degustando vinhos em casa típica, Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

O vinho, claro, pode ser apreciado em qualquer época do ano. Porém, se há uma temporada ideal para apreciar essa bebida com certeza é a estação mais fria do ano: o inverno. Sua chegada é propícia, no mês festivo em que acontecem as tradicionais festas juninas e arraiais pelo país inteiro. Embora a bebida possa, e deva, ser apreciada durante o ano todo, as baixas temperaturas são convidativas para degustar um bom rótulo.

Os motivos são muitos: além da questão cultural, fatores como harmonização e sensação de aquecimento – devido à sua função vasodilatadora – contribuem para essa associação. Nessa época do ano o vinho é ainda mais requisitado, já que é o ingrediente principal do famoso “quentão”, preparado com cravo, gengibre, canela e frutas.

Segundo a nutricionista o teor alcoólico da bebida é baixo graças à redução do seu preparo no fogo. A dica para uma versão mais saudável é substituir o açúcar refinado pelo mascavo, demerara ou, até mesmo, stevia e xilitol, que são adoçantes naturais.

Fonte: Banca do Ramon

Harmonizar vinhos com hambúrguer é uma aposta interessante

O consumo de vinhos tem aumentado no Brasil e consequentemente as apostas de harmonização também. Muito já falamos de harmonização de vinhos com outras iguarias, como churrasco e chocolate. Mas por que não hambúrguer?

Considerada uma das carnes mais populares em todo mundo, teria sido criada na Alemanha, na cidade de Hamburgo, eis a origem de seu nome. Evino propõe um brinde especial àqueles que já mantêm esse hábito e convida quem ainda não conhece a provar.

Traditional restaurant atmosphere with ham pizza and burger with chips in the background

Você sabia que o vinho tem alguns atributos que outras bebidas não possuem e, por isso, propicia harmonizações e experiências mais interessantes? De acordo Lana Ruff, sommelière da Evino, os vinhos têm ácidos que ajudam a dar estrutura e longevidade à bebida.

Fresh homemade burger on wooden serving board with onion rings
Fresh homemade burger on wooden serving board with onion rings and glass of red wine. White background, selective focus

“São esses ácidos que tornam o vinho excitante ao paladar e compensam o peso de comidas gordurosas na boca, pois conseguem cortar esse efeito da gordura”, pontua Lana.

Traditional plate of chips and burger sandwich

A primeira dica para essa harmonização é buscar vinhos com mais acidez, ou seja, que fazem a gente salivar mais. Outra característica que auxilia o casamento do vinho com o hambúrguer é o tanino – conhecida como aquela substância que dá a sensação de adstringência e seca a nossa saliva. Ele garante ao vinho peso e textura e o ajuda a não desaparecer diante de alimentos fortes e robustos. É o caso do ZioBaffa Toscana e de alguns outros rótulos da linha “El Escocês Volante” como En Sus Trece, Es Lo Que Hay e Papa Luna.

hamburguer vegano

“Outro caminho é prestar atenção aos aromas e sabores de cada rótulo. Uma harmonização clássica é a de receitas com cogumelos e vinhos da uva Pinot Noir, como o Langevin Pinot Noir 2016, que muitas vezes entrega aromas de terra e cogumelo. Neste caso a dica vai para os vegetarianos e simpatizantes: um hambúrguer de shitake e shimeji casa perfeitamente com a ocasião,” finaliza.

Fonte: ( evino )

Três dicas para quem está começando a degustar vinhos

O vinho é uma das bebidas mais antigas e populares do mundo, no entanto, algumas pessoas ainda não possuem o hábito de apreciá-la por culpa da aura de elitismo que se criou em torno dela ou por pensar ser necessário se tornar um especialista primeiro.

O sommelier da Decanter, Sidney Lucas, ressalta que não é necessário ser um especialista em degustação para apreciar um bom vinho. “É preciso estar disposto a conhecer novas sensações, desfrutando o que a bebida tem de melhor: o sabor”, ressalta.

Para conhecer e dar os primeiros passos no mundo do vinho, veja as principais dicas de Lucas:

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1. Comece a beber sem preconceitos: experiente o branco, o tinto, o rosé, vá do suave ao seco. Desta forma, começará a identificar qual é o estilo de vinho que mais lhe agrada. E acredite, tem para todos os gostos.

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Pexels

2. Pesquise: ao gostar de algum vinho que tenha experimentado, busque algumas informações a respeito da região, da uva utilizada e sobre o produtor. Assim, você terá muito conhecimento a médio prazo.

vinho

3. Degustação: a degustação envolve o sentido visual, o olfativo e o gustativo. Observe a intensidade da cor, sinta o aroma da bebida, e por último, beba e deixe o líquido passar por toda boca, para que consiga sentir todos sabores.

Prova de vinhos no Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo

“Não é preciso de muita coisa para começar a apreciar o que o vinho tem de melhor, basta ter uma boa companhia e um vinho que agrade o seu paladar”, finaliza Lucas.

Fonte: Decanter

Evino faz Black Friday com até 70% de desconto durante o mês de novembro

A Evino está com toda a operação a postos para a Black Friday 2018. Além das promoções, que vão durar todo o mês de novembro com descontos de até 70%, o portfólio disponível será 50% maior do que no ano anterior com mais de 450 rótulos.

Só no dia 23 de novembro, data oficial da Black Friday, a expectativa da companhia é vender 63 mil litros, o equivalente a meio milhão de taças de vinho. Além disso, para dar suporte ao período de grande demanda de expedições, o time operacional ganhou reforço – foram contratados 50 colaboradores temporários para o Centro de Distribuição, no Espírito Santo.

“No dia oficial da Black Friday, chegamos a vender dez vezes mais que um dia normal. Nossa preparação de estoque para a data começa cerca de seis meses antes”, explica Ari Gorenstein, Co-CEO da Evino. Durante todas as semanas de novembro a empresa fará promoções com rótulos inéditos ao consumidor.

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A companhia, com sede em SP, conta com um Centro de Distribuição (CD) de 6 mil m² no município de Serra, no Espírito Santo, com armazenagem média de 1 milhão de garrafas. A Evino tem 250 funcionários e faturou R$ 254 milhões em 2017.

Informações: Evino

 

 

Guia Adega 2019 elege espumantes e vinhos da Casa Valduga como melhores do país

Cinco rótulos da vinícola gaúcha foram eleitos os melhores em sua categoria

A Casa Valduga comemora mais uma conquista: cinco rótulos da vinícola foram eleitos os melhores do país pela nova edição do Guia Adega. A publicação é considerada uma das principais referências para o mercado nacional de vinhos, sendo o maior guia brasileiro do setor. A nova edição do Guia Adega avaliou mais de 400 rótulos, de 70 vinícolas brasileiras.

O rótulo Sur Lie, foi considerado o melhor nature do Brasil, o melhor espumante e o melhor do ano, com notáveis 93 pontos. O espumante 130 Brut Rosé foi escolhido como o melhor espumante rosé e melhor espumante brut, com 92 pontos. Já o Casa Valduga 130 Blanc Noir foi nomeado o melhor em sua categoria, obtendo 92 pontos.

Entre os vinhos, o destaque dos tintos ficou com o Casa Valduga Terroir Identidade Pinot Noir, considerado o melhor Pinot Noir, com 90 pontos. Já o destaque dos brancos ficou com o Casa Valduga Terroir Exclusivo Viognier, que também alcançou 90 pontos.

No total 19 rótulos da vinícola Casa Valduga foram pontuados no Guia Adega 2019.

Conheça alguns dos rótulos premiados da Casa Valduga no Guia Adega 2019:

Casa Valduga Sur Lie

Sur Lie_Casa Valduga

O Casa Valduga Sur Lie é um espumante em sua forma mais bruta, sem dégorgement e, consequentemente, sem dosagem pós-dégorgement de licor de expedição. Por não passar por este afinamento, a autólise das leveduras ocorre enquanto a garrafa permanece fechada. Esse é o grande diferencial deste exemplar, ele continua envelhecendo por tempo indeterminado e a decisão de interromper esse processo é única e exclusiva do consumidor, que decidirá o tempo de maturação da bebida, para apreciá-la conforme sua preferência.

Casa Valduga 130 Brut Rosé

Casa Valduga_130 Brut Rosé

Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, por meio do método champenoise, o espumante é mantido durante 36 meses em autólise de leveduras. Luminoso, possui coloração salmão, com perlage fino e delicado, formando uma coroa generosa. O bouquet é expressivo, denotando frutas confitadas e licor de cereja. Ao longo da degustação as notas de sua maturação revelam amêndoas e brioche. Sua cremosidade e elegância são destacados no paladar, com a acidez suculenta, combinada com o retrogosto evidenciado pelos toques amanteigados.

Casa Valduga 130 Blanc de Noir

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Elaborado exclusivamente com uvas Pinot Noir de safras especiais, pelo método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração amarelo palha profundo e um delicado perlage. O bouquet mostra-se autêntico e complexo, com notas de amora e framboesa em perfeita harmonia com as nuances de frutas secas e o delicado toque de flores escuras. A intensidade da Pinot Noir resulta em um espumante robusto, com excelente cremosidade e frescor.

Casa Valduga Terroir Identidade Pinot Noir

Terroir Identidade Pinot Noir_sem safra

O Casa Valduga Identidade Pinot Noir é um vinho tinto que tem a verdadeira expressão desse tipo de uva. O rótulo apresenta um resultado leve e fresco, no qual as características varietais são ainda mais evidentes em seu retrogosto essencialmente frutado. O seu aroma lembra frutas maduras como cereja e morango, aliados a marmelo e notas atribuídas pelo carvalho, como anis, tabaco e um leve toque mentolado.

Todos os produtos Casa Valduga podem ser adquiridos pelo e-commerce da marca.

Grand Cru realiza degustação exclusiva de ícones europeus

Grand Cru realizará uma degustação exclusiva com os vinhos mais icônicos do Velho Mundo. O evento será no dia 25 de outubro, no novo Lounge da loja Bela Cintra, em uma noite descontraída ao som de Jazz.

Para a data serão oferecidas 30 vagas, e serão degustados rótulos de várias regiões da Europa. Ao chegar na Grand Cru, o participante vai receber uma taça do Champagne Billecart Salmon Brut Réserve e um caderno de degustação com formato de passaporte, que dará direito a uma dose de degustação de 75 ml de cada um dos vinhos à disposição.

Os outros 11 vinhos – um branco, oito tintos e dois vinhos de sobremesa – vão estar à disposição para degustação nas estações ao redor que vai contar com a participação do time de sommeliers especializados nos vinhos ícones.

O valor da entrada inclui um par de taças Riedel Vinum XL Cabernet Sauvignon e os vinhos degustados vão estar com uma condição especial para compra durante o evento.

Confira abaixo os vinhos a serem degustados no evento:

França

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Billecart Salmon Brut Réserve – Champagne, França – Preço: R$ 454,90

Le Clarence Haut Brion 2009 – Bordeaux, França – Preço: R$ 2.199,00

Château Figeac 2009 – St-Émilion, Bordeaux, França – Preço: R$ 2.699,00

Château Haut-Brion 2006 – Pessac-Léognan, Bordeaux, França – Pontuação: 96 RP e 94 WS – Preço: R$ 4.599,00

Delas Frères Condrieu Clos Boucher 2007 – Condrieu, Rhône, França – Pontuação: 90 RP e 92 WS – Preço: R$ 599,00

La Nerthe Châteauneuf-du-Pape Cuvée des Cadettes 2009 – Châteauneuf-du-Pape, Rhône, França – Pontuação: 94 RP e 16 JR – Preço: R$ 844,90

Domaine d’Eugénie Echezeaux Rouge 2011 – Vosne-Romanée, Borgonha, França
Pontuação: 93 RP e 92 ST – Preço: R$ 1.149,00

Domaine Chandon de Briailles Corton Bressandes Grand Cru 2003 – Corton, Borgonha, França – Preço: R$ 1.260,00

Domaine Weinbach Riesling Cuvée Sainte Catherine 2009 – Alsácia, França – Preço: R$ 554,00

Domaine Weinbach Gewürztraminer Altenbourg Sélection de Grain Nobles 2005
Alsácia, França – Pontuação: 92 RP – Preço: R$ 1.749,00

Espanha

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Vega Sicilia Único 2006 – Ribera del Duero, Espanha – Pontuação: 98 RP + 96 WE – Preço: R$ 3.999,00

Itália

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Ornellaia Bolgheri Superiore DOC 2012 – Bolgheri, Toscana, Itália – Pontuação: 94 RP e 97 JS – Preço: R$ 2.280,00

Experiência: Ícones do Velho Mundo – 25 de outubro
Grand Cru Bela Cintra – Rua Bela Cintra, 1799
Dia 25 de outubro, quinta-feira, a partir das 19h30
Valor: R$ 2.499,00 em até seis de R$ 416,50 sem juros – para comprar, clique aqui
Lotação: 30 lugares

Conheça as dez maiores mentiras já contadas sobre o vinho

Material especial preparado pela Evino tem como objetivo desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e verdades sobre o universo da bebida

As maravilhas do universo do vinho são quase equivalentes às lorotas que o povo espalha por aí. Com o passar do tempo, foram criados muitos rituais e mitos que transformaram o feliz momento de aproveitar uma taça de vinho num acumulado de regras que, na maior parte dos casos, são dispensáveis ou simplesmente desnecessárias. Isso faz com que muitas pessoas se afastem da bebida medo de passar vergonha ou por achá-la complicada demais.

Já pensou que pecado perder a chance de provar um bom vinho porque um dia alguém te falou uma besteira? Para desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e as verdades sobre o universo da bebida, a Evino, um dos maiores e-commerces de vinho do Brasil, identificou alguns tabus conhecidos pela população e reuniu um material especial com dicas da sommelière Natália Cacioli.

1. Quanto mais velho o vinho, melhor.

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Provavelmente você já ouviu aquela frase “assim como o vinho, fico melhor com o passar dos anos”. Algumas pessoas, de fato, melhoram, já outras viram vinagre. Brincadeiras à parte, a maior parte da produção de vinho é pensada para atender à demanda de consumo imediato. São vinhos de safras mais recentes (de até cinco anos), frutados, macios, fáceis de beber. Uma parcela bem pequena de vinhos é feita para envelhecer, como os famosos Barolo, Brunello de Montalcino ou um Pinot Noir de um grande produtor da Borgonha. São vinhos bem caros e que precisam de um longo tempo de amadurecimento para atingir seu ápice. Esses vinhos encarecem com o passar dos anos e tem quem ganhe dinheiro com isso. Portanto, se você está interessado em beber e não em investir, pode ficar com os vinhos mais jovens sem medo de ser feliz.

2. Se a garrafa é pesada, o vinho é bom

vinho tinto taças shutterstock

Se a garrafa é pesada é porque o vidro é mais espesso. Ou seja, foi gasto mais material e a garrafa é, consequentemente, mais cara. Vinhos de guarda usam garrafas espessas para reduzir a incidência de luz (sim, isso influencia o processo de envelhecimento) e para ter uma garrafa mais resistente, já que o vinho ficará guardado por muito tempo. Para vinhos de consumo imediato a espessura da garrafa faz alguma diferença? Não. O produtor pode escolher uma garrafa mais simples para reduzir o custo final do produto. E se gostamos de vinho mais barato? Ah sim, gostamos muito.

3. O fundo da garrafa côncavo indica qualidade. Esse furo deve ser usado para colocar o dedo na hora de servir

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Pixabay

Mesma história da garrafa pesada. Sinceramente? Não sei de onde saiu o mito do fundo côncavo – mas ele existe. Já perguntei para diversos produtores de Itália, Chile e Argentina o que isso significa e todos eles me disseram: nada. É apenas uma característica da linha de produção, mas seguramente não é para colocar o dedo. Ao segurar a garrafa por ali, ela pode escapar da mão e fazer um estrago. Segure com firmeza, pelo corpo da garrafa, mesmo. Isso não é suficiente para fazer o vinho esquentar, como algumas pessoas justificam.

4. Se o vinho é fechado com rosca ou rolha sintética ele não presta

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Foto: NHPR

Dá para escrever uma tese de mestrado sobre esse assunto. Cortiça é um material natural, retirado de uma árvore chamada Sobreiro, presente principalmente em Portugal e que precisa de 25 anos para estar pronta para a primeira extração da cortiça. Ou seja, é um recurso caro e finito. Mas e o que isso tem a ver com o vinho? A cortiça é um tipo de material que permite uma pequena troca de oxigênio entre o líquido na garrafa e o ambiente externo, processo importante para vinhos de guarda. Se você comprou o vinho e vai tomá-lo hoje ou semana que vem, a cortiça não faz diferença. Rolhas sintéticas e tampas de rosca são mais sustentáveis e baratas. E já falamos que gostamos de vinho barato?

5. Vinho meio-seco é doce e não é bom

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Vinho meio-seco não é doce ou mais-ou-menos-doce. A nomenclatura não ajuda – mas a verdade é que os vinhos etiquetados como meio-seco têm, na maioria dos casos, a mesma percepção em boca de um vinho seco. Mas por que isso acontece? Por uma questão de legislação. Quem define se o vinho será etiquetado como “seco” ou “meio-seco” no Brasil é o Ministério da Agricultura. Aqui, a legislação leva em conta apenas a quantidade de açúcar residual, enquanto que, na Europa, é feita uma relação entre açúcar e acidez. Isso faz com que muitos vinhos considerados “secos” na Europa sejam classificados como “meio-secos” no Brasil.

6. Vinho tinto é mais complexo que vinho branco

vinho

São estilos diferentes mas cada um com suas maravilhas e momentos. A principal diferença do vinho tinto para o vinho branco é que o primeiro tem propriedades que vêm da casca da uva: cor e tanino – aquela sensação de adstringência que “seca” a boca. Tanino é um conservante natural e, por isso, é um fator importante para a longevidade do vinho. Os brancos se destacam pela refrescância (tecnicamente chamada de acidez) e, apesar de serem vinhos majoritariamente feitos para consumo rápido, alguns têm grande potencial de guarda. E mais: a vida é mais feliz acompanhada dos deliciosos aromas de um vinho branco.

7. Vinhos com mais de 13% (ou coloque o número de sua preferência aqui) de álcool são superiores

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Foto: Vinhosegins

Tem muita gente que usa o teor alcoólico como indicativo de qualidade, mas sem entender de onde vem esse número. O álcool é resultado da fermentação, que tem origem na transformação do açúcar das uvas pelas leveduras. Ou seja, quanto mais açúcar tem o fruto, maior o potencial alcoólico daquele vinho. Lembrando que o açúcar é da uva – não há adição. Regiões quentes produzem frutos com maior concentração de açúcar e, portanto, seus vinhos têm mais álcool. Vinho tintos variam, normalmente, entre 12% e 15%, enquanto os brancos ficam, na maior parte dos casos, entre 10% e 13%. Mas o fato é que a percepção do álcool na boca depende de muitos outros fatores, que vão além do número estampado no rótulo.

8. Vinho tinto é com carne vermelha e vinho branco é com peixe

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Harmonização é muito pessoal. Existem orientações básicas, mas não regras. Vinhos tintos têm taninos (aquela sensação de adstringência) e a gordura ajuda a disfarçar essa sensação, daí a harmonização com carnes vermelhas. Já vinhos brancos e rosés costumam ser mais leves, por isso normalmente são indicados para carnes brancas e outros pratos igualmente leves. Agora imagine um frango à parmegiana: fritura, queijo, molho vermelho – um tinto vai cair muito bem. Outra situação: pleno verão brasileiro, churrasco à beira da piscina e, em vez de um Malbec encorpadão, que tal um espumante geladinho? Resumindo: harmonização não é ciência exata e você pode comer/beber o que tiver vontade.

9. No restaurante o garçom coloca um pouco de vinho na taça para você analisá-lo e decidir se gostou

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Na verdade, a proposta desse ritual em restaurantes é verificar se o vinho tem algum defeito. A degustação é feita rapidamente e não há necessidade (na verdade pega mal) de ficar cinco minutos analisando o vinho e dissertando sobre aromas e sabores. Se você não se sente confortável para fazer essa avaliação, peça ao sommelier do restaurante – faz parte da função dele. E mais: a etiqueta não manda servir o vinho para degustação ao homem da mesa e sim para quem fez o pedido.

10. Vinho rosé é feito da mistura de branco com tinto

vinho rose kaboompics pixabay
Foto: Kaboompics/Pixabay

Mito. Rosé, na verdade, é um vinho produzido com uvas tintas. Durante a vinificação, o mosto das uvas (ou seja, o suco antes de ser fermentado) fica em contato com as cascas por um breve período para extrair apenas um pouco de cor e aromas.

Fonte: Evino

 

 

Workshop sobre vinho espanhol na Decanter Itaim

Um dos fundadores da Eno Cultura, Paulo Brammer – instituição de vinhos eleita a educadora do ano 2017 pela WSET (Wine & Spirit Education Trust) – ministra workshop “Jerez” em São Paulo. O curso será na Decanter Itaim, no dia 17 de outubro, quarta-feira.

O vinho Jerez também conhecido como Xerez em português, ou Sherry em inglês, é o vinho de uma denominação de origem espanhola, da região de Andaluzia. São vinhos brancos e fortificados, com um método de produção bastante peculiar, que pode resultar em estilos distintos e uma grande variação de aromas, intensidade e sucrosidade.

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Com um teor alcoólico que varia normalmente entre 15% e 22%, um elemento central que afeta o estilo do Jerez é o tipo de envelhecimento, que pode ser totalmente “biológico” (evitando o contato com o oxigênio) ou com graus diferentes de oxidação. Estes processos diferentes de envelhecimento darão origem a estilos diferentes de Jerez: Fino e Manzanilla, Amontillado, Palo Cortado, Oloroso etc.

Além disso, há os estilos que já são doces (Pedro Ximénez e Moscatel) e os que são originalmente secos, mas são transformados em doces (medium, pale cream e cream). Este workshop será uma grande oportunidade para mergulhar neste universo do Jerez, entendendo suas diferenças e degustando belos rótulos!

Workshop & Recepção com finger food e espumantes

Paulo Brammer eno cultura
Paulo Brammer da Eno Cultura

Workshop: Jerez
Local: Decanter Itaim, 838 – Itaim Bibi / SP
Endereço: Rua Joaquim Floriano,
Horário: 19h00 às 21h30
Investimento: R$ 295,00
Inscrições – sujeita à disponibilidade de vagas

Informações: ENO

Chandon apresenta drinque tendência para amantes das borbulhas

O Bubbles Chandon, criado pelo Help! Bar, exalta ainda mais as borbulhas delicadas originais da Chandon e já é a escolha perfeita para o brinde.

Além de delicioso, o drinque tem um preparo rápido e fácil, confira:

Bubbles Chandon

100ml Chandon Brut;
1 drops Flavorizado (Cranberry/ Bitter Angustura/ Vanilla/ Violeta);
Twist de Siciliano (opcional).

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Fonte: Chandon