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Cuidados básicos para manter a saúde da voz nos dias mais frios

A fonoaudióloga Ana Lúcia Durán, da clínica Zambotti & Durán da capital paulista, fala que durante o inverno a incidência de gripes, resfriados, alergias e problemas respiratórios em geral, podem causar danos à saúde vocal e a comum rouquidão – que mesmo parecendo inofensiva pode atrapalhar e muito a qualidade de vida.

A especialista conta que qualquer alteração no timbre e na forma de colocar a voz, tosse, pigarro ou rouquidão frequente são sinais de que algo não está bem e é preciso investigar. “As alterações da voz podem ser sinais de doenças, como lesões por esforço e até mesmo o câncer de laringe. Os sintomas podem piorar durante o inverno”, diz Ana.

Algumas dicas da fonoaudióloga podem ajudar a manter-se livre do problema. Confira:

1. Priorizar a alimentação rica em fibras e proteínas que ajudam na saúde em geral e também favorecem o trato vocal;

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2. Consumir muita água – mesmo sem a mesma sede comum no verão;

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3. Não gritar;

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Foto: FreeGreatPictures

4. Falar pausadamente, coordenando adequadamente a respiração;

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5. Evitar falar sussurrando pois exige um grande esforço e é muito prejudicial à voz;

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6. Evitar bebidas gasosas;

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Foto: Arker

7. Comer maçã diariamente pois suas propriedades adstringentes contribuem para fazer a “limpeza” das pregas vocais;

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8. Manter ar condicionado limpo e livre de ácaros mesmo para usá-los nas altas temperaturas para aquecer o ambiente;

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9. Evitar ainda o uso abusivo dos aquecedores: o aparelho compromete a respiração e resseca as vias respiratórias e assim, é preciso fazer um esforço muito maior com as pregas vocais para produzir o mesmo som que seria emitido sem tanta dificuldade em um ambiente livre do aquecedor;

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Foto: C. Giraldez / Morguefile

10. Não permanecer com os cabelos molhados após o banho. O aquece e esfria do corpo após o banho quente é muito prejudicial à saúde vocal se os cabelos estiverem molhados. Abuse do secador de cabelo nesta época;

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Foto: FreeGreatPictures

11. Não fumar.

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Fonte: Ana Lúcia Durán é fonoaudióloga clínica (graduada pela EPM/UNIFESP) e educacional (responsável pelo projeto oficina de linguagem do colégio Cermac/ vencedor do PNGE – Prêmio Nacional de Gestão Educacional/2015), pós graduada em psicomotricidade e sócia da clínica Zambotti & Durán

 

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Caia na folia, mas cuidado com a voz

Otorrinolaringologista do Hospital CEMA esclarece que gritar ou cantar em altos decibéis prejudica o aparelho fonológico e, por isso, deve ser evitado

Acompanhar o bloco na rua, vibrar com o desfile da escola do coração no Sambódromo ou se divertir com os bailes do salão. É praticamente impossível experimentar uma dessas emoções sem liberar a voz, cantando bem alto. Mas é aí que mora o perigo. De acordo com o otorrinolaringologista do Hospital CEMA, Cícero Matsuyama, o uso excessivo do aparelho vocal de forma inadequada, seja gritando, cantando ou falando muito, pode ser muito prejudicial para a voz. Tanto do ponto de vista de intensidade vocal quanto no uso por períodos prolongados, os excessos devem ser monitorados por profissionais especializados.

“Temos como exemplo um maratonista: uma pessoa comum não habituada a trajetos longos não consegue correr 42 km de uma hora para outra. Essa pessoa necessita de um médico especialista em medicina desportiva e de um fisioterapeuta. Assim também funciona com a voz”, compara o especialista. Todo profissional da voz necessita de um acompanhamento de um otorrinolaringologista e, eventualmente, também de um fonoaudiólogo para transtornos funcionais.

O médico esclarece que as principais alterações que ocorrem na voz são, principalmente, da qualidade do som emitido pelas cordas vocais, que podem variar desde uma simples rouquidão até a afonia, que é a ausência completa da voz. As causas podem estar relacionadas a doenças inflamatórias, infecciosas, tensionais (emocionais) ou neuromotoras (degenerações neurais, acidente vascular cerebral).

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Entre outras causas que influenciam na voz estão o tabagismo, a alimentação, a ingestão de líquidos e a poluição. Além de causar o aumento da frequência do surgimento de lesões tumorais, o fumo causa lesões inflamatórias graves que deixam a voz rude e áspera e, mesmo com a parada do hábito, pode permanecer por um período prolongado. Pessoas que já possuem predisposição para inflamações devem evitar alimentos e líquidos em temperaturas muito baixas, pois a ingestão de gelado pode gerar um processo inflamatório no aparelho vocal, causando rouquidão e dor à deglutição.

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O tempo seco e os agentes presentes na poluição das grandes cidades podem causar inflamações e, como consequência, rouquidão, dor de garganta e tosse seca. No inverno, o fato das pessoas ficarem em ambientes mais fechados e sem ventilação adequada e utilizarem roupas que facilita a disseminação das doenças sazonais, que quando afetam o sistema respiratório, podem ocasionar problemas relacionados à voz.

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Assim, a recomendação é aproveitar ao máximo os dias de folia, mas tendo sempre o cuidado de ingerir bastante água (para hidratar o corpo e a garganta) e expor com cuidado a voz.

Fonte: CEMA

Hábitos comuns no verão que trazem prejuízos para a voz

Nesta época do ano, vivendo em um país tropical como o nosso, é comum que alguns hábitos se tornem recorrentes para suportar ou minimizar as altas temperaturas. A fonoaudióloga Ana Lúcia Duran, da clínica Zambotti & Duran, da capital paulista, conta que a ingestão de líquidos muito gelados e sorvetes é um dos costumes que geram polêmica, principalmente quando se trata da saúde da voz, mas não é mito!

“O gelado provoca vasoconstrição, ou seja, diminui o fluxo sanguíneo na região e pode provocar rouquidão e dor na garganta, principalmente se o organismo estiver mais fragilizado, com propensão a quadros virais”, fala.

A dica para evitar prejuízos à saúde é “climatizar” o líquido gelado ou sorvete na boca por alguns segundos antes de engolir, evitando assim o choque térmico na região da laringe. E atenção esta orientação vale também para “cervejinha estupidamente gelada”.

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Outro hábito bastante frequente nesta época é o uso de ar condicionado e ventiladores. “No caso do ar condicionado o prejuízo acontece em função da diminuição da umidade do ar, causando ressecamento nas mucosas e edema de pregas vocais (rouquidão) principalmente nos indivíduos com propensão aos quadros alérgicos (rinite), portanto é importante o uso do umidificador em ambientes onde há exposição prolongada ao ar condicionado. Vale lembrar que a higienização dos aparelhos de ar condicionado, seja de uso doméstico, nas empresas ou nos veículos deve ocorrer pelo menos uma vez ao ano”, comenta Ana Lúcia que ainda completa, dizendo que “os ventiladores devem estar preferencialmente a 1 metro do chão e circulando o ar para cima, evitando assim que o vento seja direcionado ao corpo quente e prejudique a saúde respiratória, causando resfriados, coriza e por vezes alteração no sistema de ressonância da voz (hiponasalidade)”.

A especialista lembra ainda algumas dicas básicas que ajudam a manter a saúde da voz no verão:

– As pás dos ventiladores devem estar sempre limpas para que os ácaros da poeira não sejam espalhados pelo ambiente;

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– Evitar andar descalço;

– Não sair com cabelos molhados;

– Evitar tomar banho muito frio;

– Manter o organismo bem hidratado;

– Fazer uma alimentação leve e saudável (evite gorduras e excesso de condimentos, invista nas frutas, verduras e sucos).

Fonte: Ana Lúcia Duran é fonoaudióloga clínica (graduada pela EPM/UNIFESP) e educacional (responsável pelo projeto oficina de linguagem do colégio Cermac/ vencedor do PNGE – Prêmio Nacional de Gestão Educacional/2015), pós graduada em psicomotricidade.

Campanha Nacional da Voz recebe dublador Wendel Bezerra

Com o slogan “Afine sua saúde. Cuide da sua voz!”, evento alerta para as doenças que afetam o aparelho fonador e aborda a importância da saúde vocal

Hoje, 16, o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, receberá a 18ª Campanha Nacional da Voz. O evento faz parte das comemorações do Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril, e promoverá atividades educativas e intervenções culturais gratuitas para a população alertando sobre os cuidados com a saúde vocal e o aparelho fonador.

No local, o público poderá assistir e participar de um workshop com o dublador Wendel Bezerra, às 12h, que falará sobre sua carreira e o mercado de trabalho do dublador no Brasil. Personagens famosos como Bob Esponja, o vampiro Edward Cullen, Goku e Jackie Chan são uma pequena amostra do imenso trabalho dele. Além disso, serão realizadas apresentações de flash mob com dez artistas cantando um mix de sucessos no estilo a capella.

O evento contará ainda com uma cabine acústica interativa, das 9h às 17h, onde serão executadas atividades lúdicas dando a oportunidade de conhecimento sobre a importância da voz, como narrar lances de uma partida de futebol, cantar no karaokê e dar notícias no estilo do rádio. Também poderão participar de uma batalha de beat box com a presença de oito beatboxers competindo entre si, às 15h.

Reconhecida internacionalmente, a campanha é promovida desde 2003 pela Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV) em parceria com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF). Pelo sétimo ano consecutivo, tem a coordenação do médico Gustavo Korn. “Por meio de ações de orientação e conscientização, promovemos uma sensibilização permanente em relação aos cuidados com a voz. A iniciativa tem por finalidade reforçar essa mensagem constantemente. Cada ano da nossa campanha é um tijolo na grande construção do que estamos fazendo”, destaca o otorrinolaringologista.

A voz é a principal ferramenta da comunicação humana, mas nem sempre os problemas que ela pode apresentar são levados a sério. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de laringe representa cerca de 25% dos tumores malignos que acometem a região da cabeça e pescoço e 2% de todas as doenças malignas. A estimativa do INCA é que, em 2016, sejam registrados 7.350 novos casos, sendo 6.360 em homens e 990 em mulheres.

A Campanha Nacional da Voz também conta com o patrocínio de Strepsils, marca especialista em dor de garganta e única pastilha que contém flurbiprofeno, princípio ativo que combina a ação anti-inflamatória com analgésica. “É com muita satisfação que apoiamos essa iniciativa através da parceria com a ABORL-CCF/ABLV que demonstra claramente o quanto é essencial manter a saúde da garganta em dia”, explica Marisa Cazassa, gerente da marca pela RB, comercializadora da marca no Brasil.

Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV)

Serviço:
18ª Campanha Nacional da Voz
Data: 16 de abril de 2016
Local: Parque do Ibirapuera (Arena da Ponte de Ferro)
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana, São Paulo – SP
Horário: das 9h às 17h

Fonte: Strepsils

PUC-Campinas: Faculdade de Fonoaudiologia realiza Mutirão da Saúde no Dia Mundial da Voz

Hoje, dia 16 de abril, é comemorado o Dia Mundial da Voz. A Direção da Faculdade de Fonoaudiologia da PUC-Campinas em parceria com seus docentes, Profª Drª Iara Bittante de Oliveira, Profa. Me. Maria Teresa Pereira Cavalheiro e a Diretora do curso Profª Me. Luciana Furtado Seacero Granja, organizarão ações na comunidade visando informar, prevenir e orientar quanto às alterações vocais da população.

Os alunos do curso de Fonoaudiologia participarão das ações do Mutirão da Saúde e nas Unidades Básicas de Saúde, além de entrega de materiais no Campus II (Av. John Boyd Dunlop – s/nº – Jd. Ipaussurama – Campinas/SP) e na Clínica de Fonoaudiologia. O Mutirão este ano acontece na Paróquia São José (Rua 15 de Novembro, nº 327) localizada no Centro da cidade de Elias Fausto, cerca de 45 km de Campinas.

O objetivo das atividades é promover a conscientização da população sobre a importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como, realizar conscientização de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos.

12 dicas para manter a saúde da voz

Veja a importância de preservar as cordas vocais e manter o aparelho fonador saudável

A preocupação com a voz é quase que exclusividade de cantores, professores e outros profissionais que a utilizam diariamente. Mas, deveria ser de todos. Além de ser o mais importante meio de comunicação entre as pessoas, a voz retrata as emoções e a personalidade. Apesar da sua importância, são poucas as pessoas que, no dia a dia, mantém os cuidados básicos com a “saúde vocal”. Pelo contrário, muitos, até adotam hábitos nocivos que a comprometem e que prejudicam todo o aparelho fonador.

As cordas vocais, por exemplo, estão sujeitas a uma série de enfermidades que podem causar dor, aspereza e rouquidão. Tudo isso dificulta a fala ou altera o timbre e o tom de voz. “Sentir com frequência qualquer incômodo na garganta ou no momento de falar pode ser um sinal de que algo está errado com a saúde”, adverte Talita Poli Biason, gerente médica do Aché.

Ao emitir sons, as cordas vocais sofrem, normalmente, um atrito natural. No entanto, em situações de uso incorreto da voz esse atrito pode estar exacerbado e ocorrer a formação de nódulos, popularmente conhecidos como calos das cordas vocais “O aparecimento do nódulo de cordas vocais pode, em alguns casos, vir acompanhado de rouquidão ou desconforto ao falar, porém o mais comum é a pessoa não apresentar nenhum sintoma e continuar com o uso incorreto da voz o que agravar o quadro”, explica.

Já os pólipos (pequenos nódulos) de cordas vocais, podem ser consequência do uso incorreto da voz ou da utilização de substância irritativas, como bebidas alcoólicas e cigarro; os pólipos, em geral, são mais graves que os calos. “A maneira mais comum de tratar o pólipo é por meio de cirurgia, por isso é extremamente importante compreender que deve-se cuidar da voz para evitar esse tipo de situação”, ressalta a médica.

Confira abaixo algumas dicas para manter o aparelho fonador sempre saudável:

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§ Comer maçã: A fruta tem ação adstringente e pode auxiliar na limpeza da boca e da garganta.

§ Não forçar a garganta (pigarrear): O ato de forçar a garganta ou pigarrear para retirar a secreção tem efeito negativo. Nessa situação, o melhor é beber água e deglutir algumas vezes.

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§ Não fumar: O cigarro é muito prejudicial para as cordas vocais. As substâncias presentes no cigarro causam irritação direta na mucosa da região das cordas vocais, além de aumentar o pigarro e tosse. O tabagismo aumenta, também, a chance de desenvolver câncer de laringe e pulmão.

§ Usar colutório: para processos dolorosos e inflamatórios da boca e garganta, podem ser feitos gargarejos com colutório. No mercado existem marcas com propriedades anti-inflamatória, analgésica e anestésica. Se os sintomas persistirem é importante procurar um médico.

§ Evitar uso do álcool: Bebidas alcoólicas irritam as vias respiratórias e alteram a qualidade da voz.

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§ Evitar café: A cafeína e a temperatura quente do café podem prejudicar as cordas vocais. A cafeína favorece o refluxo do conteúdo ácido do estômago para a garganta, causando irritação.

§ Boa articulação ao falar: Articular bem a boca ao falar faz com que as pessoas compreendam o que é dito sem a necessidade de falar mais alto ou gritar para ser entendido.

§ Não gritar ou sussurrar: Gritos e sussurros forçam a voz. Com o tempo, podem aparecer lesões, como nódulos, nas cordas vocais.

§ Não ter respiração oral: Respirar pela boca, deixa a garganta seca e exige esforço maior para falar.

§ Manter a hidratação: Beber bastante água lubrifica toda a região da garganta. O ideal é tomar um copo d´água a cada duas horas.

§ Evitar ar condicionado: O ar condicionado deixa o ar do ambiente mais seco. A redução da umidade do ar causa o ressecamento do trato vocal.Com isso, é preciso fazer mais esforço para falar.

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§ Evitar condimentos: Alimentos condimentados como pimenta e mostarda podem irritar a garganta.

Fonte: Flogoral 

Voz: conheça alguns inimigos e saiba como evitá-los

Embora estejamos na plenitude da era digital, na qual as informações circulam o mundo todo por meio da internet em questão de segundos, a voz continua sendo e sempre será o principal instrumento de comunicação entre as pessoas. Por isso é preciso adotar alguns cuidados para mantê-la em perfeito estado. A gerente médica da unidade MIP de Aché, Talita Poli Biason, alerta sobre alguns perigos corriqueiros, mas que podem prejudicar e muito a saúde de sua voz. Confira!

GRITOS E SUSSURROS

Em certos momentos, a voz é usada como um instrumento para extravasar sentimentos. Já em outros, a usamos com a intenção de guardar segredos. Com isso, os gritos e sussurros fazem parte da rotina de todos. É preciso tomar cuidado com o excesso dos hábitos, pois ambos provocam um esforço demasiado das cordas vocais e podem provocar lesões.

O FUMO

As substâncias químicas presentes no cigarro são, de forma geral, prejudiciais à saúde. No entanto, além dos males para a saúde como um todo, o cigarro causa irritação direta na cavidade oral e região das cordas vocais. O tabagismo provoca sintomas como pigarros e tosses, causam incômodo e prejudicam o funcionamento adequado do aparelho fonador. O hábito de fumar também aumenta o risco de desenvolvimento de câncer de laringe.

EXCESSO DE ÁLCOOL

O velho ditado já diz: tudo em excesso é prejudicial. Isso ocorre com quem exagera no consumo do álcool, comprometendo o trato vocal. O álcool, principalmente os destilados (pinga, vodca e uísque), é um irritativo de toda a laringe (local em que se encontram as pregas vocais). Outro mal é a potencialização do refluxo gastroesofágico em indivíduos predispostos – as substâncias presentes no estômago voltam pelo esôfago. Os ácidos presentes nessa composição são prejudiciais para as cordas vocais.

FALTA DE REPOUSO

Nas atividades físicas, quando músculos são exigidos é preciso repouso para recuperá-los. Com a voz acontece a mesma coisa. Quando começa a falhar, é preciso descansar as cordas vocais e ficar em silêncio. Boas horas de sono podem ser aliadas. Muitos acham que essa cautela só dever ser adotada por cantores, locutores, professores e demais pessoas que usam a voz profissionalmente, mas isso é um grande equivoco. Repousar a voz é uma boa prática para todos!

Fonte: Ache