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Asma X Rinite: apesar dos sintomas diferentes, doenças possuem mesmos gatilhos

Uma pesquisa realizada pelo Ibope apontou que 44% dos brasileiros convivem com doenças respiratórias¹. Entre elas, a asma e a rinite parecem ser as mais comuns e fazem parte da rotina de milhares de brasileiros por meio de crises que, por causarem falta de ar e espirros persistentes, atrapalham tarefas diárias e geram visitas ao médico, como aponta o Datasus. Segundo o departamento, a asma chega a ser a terceira causa de hospitalização pelo SUS em algumas faixas etárias².

A asma é uma doença comum das vias aéreas causada pela inflamação dos brônquios. A doença não tem cura e provoca sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, sensação de aperto do peito, chiado e tosse². Já a rinite alérgica é uma inflamação do nariz causada por alergias respiratórias que podem variar de causa. Entre os sintomas estão espirros persistentes, obstrução nasal, coriza e coceira no nariz, que também podem ser acompanhados de coceiras nos olhos, garganta e ouvidos³.

Embora seus sintomas sejam diferentes, a asma e a rinite possuem gatilhos em comum. Conheça algumas das principais causas de crises:

acaro - wikilmages pixabay
Wikilmages/Pixabay

Ácaros, fungos e pólen – podem provocar crises de rinite porque estressam o sistema respiratório como um todo e, consequentemente, causam reações alérgicas. Já os asmáticos, sofrem com o aparecimento de sintomas, pois passam por um processo de aumento da inflamação dos brônquios. Os ácaros são comuns em locais com acúmulo de poeira, como colchões, travesseiros e carpetes; os fungos, comuns principalmente no fim do verão e outono, crescem em locais escuros e úmidos; já o pólen se torna mais intenso na primavera²,³.

gato e cachorros na cama

Animais de estimação – a pelagem dos animais é o principal vilão. Por si só provocam reações alérgicas, mas também contribuem para o acúmulo de ácaros. O que diferencia é que o grau e a frequência da exposição podem causar mais ou menos crises e também influenciar na intensidade delas².

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Banco de imagens/Google

Fumaça de cigarro e poluição – mesmo que o paciente com asma ou rinite não fume, o contato com a fumaça que sai da ponta do cigarro, bem como aquela dissipada no ar de grandes metrópoles, é suficiente para provocar crises e aumentar a gravidade e frequência delas².

Por serem manifestações de uma mesma doença, a alergia respiratória, é comum o aparecimento de sintomas tanto da asma quanto da rinite de forma simultânea. Por isso é preciso estar atento para saber diferenciar as doenças³.

“Tanto a asma quanto a rinite são doenças crônicas que não têm cura. Algumas características que podem ajudar a identificar se a pessoa está tendo uma crise de asma ou de rinite são o chiado no peito e retrações intercostais, ou seja, a pele entre as costas repuxa durante a respiração”, explica o pneumologista Clystenes Odyr. “Já a rinite, embora possa produzir sintomas similares, desenvolve mais reações como espirros e coceira no sistema respiratório”, completa.

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O melhor a fazer é evitar o contato com esses gatilhos. Ácaros, fungos e pólen podem ser controlados com a limpeza e arejamento adequado do ambiente, bem como pela exclusão de tapetes, carpetes e objetos que favoreçam o acúmulo de poeira². Quanto aos animais de estimação, restrinja o contato a ambientes abertos e ventilados, evite dormir com os cães ou gatos na cama².

“O tabagismo é extremamente desencorajado para pacientes que convivem com essas doenças por motivos claros, já que o hábito sobrecarrega ainda mais o sistema respiratório. Já no caso da poluição, evite as janelas abertas no trânsito intenso e procure frequentar locais mais arborizados sempre que possível”, reforça o especialista.

Vale lembrar que manter a hidratação em dia, praticar atividades físicas regularmente e, mais importante, fazer o controle dessas doenças com o auxílio de um especialista, são medidas essenciais para manter a qualidade de vida².

Saiba mais sobre a asma

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Desenvolvida pela Chiesi, grupo farmacêutico que oferece soluções terapêuticas de ponta para o tratamento dos variados níveis de asma, a Campanha Você Sem Asma traz informações e conteúdos relevantes, compartilha dicas de controle da doença para que o paciente “dê um chega para lá na asma”. O espaço também oferece informações sobre a obtenção de medicamentos para asma de maneira gratuita via Farmácia Popular. Saiba mais por meio dos canais – website, fanpage e twitter.

Referências
1. https://veja.abril.com.br/saude/44-dos-brasileiros-sofrem-com-problemas-respiratorios/
2. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
3. Associação Brasileira de Alergia e Imunologia

Fonte: Grupo Chiesi

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Cuidados com a higiene da casa evitam problemas respiratórios

Quando as temperaturas caem e o ar se mantém seco, o sistema respiratório é agressivamente prejudicado, sobretudo em ambientes fechados. Uma das doenças mais frequentes nesses casos é a rinite alérgica. Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), o principal alérgeno, no Brasil, é o ácaro da poeira domiciliar, responsável por cerca de 80% das alergias respiratórias.

A dúvida para muitas pessoas é, justamente, como evitar esse mal, principalmente em períodos de baixas temperaturas, como nas épocas de outono e inverno. Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da rede Quality Lavanderia, indica algumas precauções simples no cuidado com o lar:

O principal local para começar a se precaver é com o quarto. Os colchões, travesseiros e almofadas devem ser devidamente higienizados e trocados a cada cinco anos. As cortinas precisam ser lavadas a cada seis meses, enquanto as roupas de cama podem ser trocadas uma vez por semana. Recomenda-se usar aspirador e pano úmido em vez de vassouras, que espalham o pó por todo o ambiente.

mulher limpeza tapete

No frio, os primeiros itens que saem dos armários após longos meses sem uso são os cobertores e edredons, nesse caso, ainda antes do uso, é indicado a higienização das peças. Com isso, retira-se o possível odor de mofo e mantém a peça mais apropriada para uso.

roupa de cama cobertor the sweethome

Com os tapetes, outro item muito usado nessas épocas, a higienização deve ocorrer a cada seis meses, pois acumula número elevado de fungos e bactérias. Cada tipo de material do tapete, seja corda, algodão ou seda, necessita de um método diferente na limpeza para evitar o desgaste dos fios e manter a durabilidade da peça. A manutenção pode ser feita semanalmente, com o aspirador de pó. Já, os tapetes de banheiro, por conta da umidade, devem ser lavados semanalmente.

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Com outros itens como poltronas, sofás e almofadas, tendem a acumular poeira, por isso devem ser higienizados adequadamente e com um período de tempo ideal, dessa forma, evita-se a proliferação de bactérias causadas pela poeira. As poltronas e sofás devem ser limpos, pelo menos, uma vez ao ano. Indica-se utilizar o aspirador de pó uma vez por mês para a manutenção. Já as capas das almofadas podem ser lavadas a cada dois meses. Se tiver pets em casa, deve-se usar o aspirador de pó duas vezes por semana em tapetes, por conta do acúmulo de pelos.

almofadas estampadas

“Dessa forma, com pequenos cuidados, é possível manter a casa devidamente higienizada e livre do ácaro causador das alergias respiratórias”, ressalta Monteiro.

Fonte: Quality Lavanderia

Dicas de higienização para sobreviver ao tempo seco

A vinda do tempo seco estimula as doenças respiratórias, como rinite, sinusite e bronquite, entre outras. Para um ambiente mais úmido muitos optam pelo uso dos umidificadores, porém, aí mora o perigo. De acordo com a sócia proprietária da Natureza & Limpeza, Ana Paula Barcena, o excesso de umidificação no local pode ocasionar a proliferação de ácaros e bactérias.

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De acordo com a empresária, a higienização com produtos biodegradáveis é a melhor escolha, pois “o serviço deixa a casa limpa, com ar fresco e livre de ácaros e bactérias, contribuindo com o meio ambiente, além de gastar no máximo cinco litros de água”.

Neste caso de tempo úmido é indicada a limpeza de sofá, pufe, cadeiras, poltronas, carpetes, cortinas, edredom e colchões. Ela elimina ácaros, fungos e bactérias, além de poder ser realizada a impermeabilização, que também contribui para uma maior proteção dos estofados.

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“Pensando em aliviar a sensação de secura no ambiente, muitas vezes nos esquecemos que a falta de limpeza em nossos estofados pode colaborar para mais dificuldades respiratórias do que apenas o tempo seco. A higienização a parte colabora para a saúde de todos da casa”, finaliza Ana.

Fonte: Natureza & Limpeza

 

Olhos também sofrem nesta época do ano

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Com este tempo seco típico do inverno e as mudanças bruscas na temperatura, lembramos de cuidar da pele, do cabelo e de nos hidratar. Ao sair de casa, tentamos evitar lugares muito cheios e horários em que a umidade relativa do ar não esteja tão baixa. Porém, quase todos se esquecem dos olhos, que são muito afetados pelo clima.

O oftalmologista Kleyton Barella explica que o inverno é caracterizado pelo clima frio e a queda da temperatura, e que isso pode levar o aumento da incidência de doenças oculares como a conjuntivite, blefarite, olho seco e alergias, conhecidas como doenças na superfície ocular. “O ideal é que façamos a prevenção para cada uma das doenças mais comuns nessa época do ano”, explica.

Para prevenir as doenças oculares típicas do inverno, confira as dicas a seguir:
Conjuntivite: inflamação na conjuntiva (membrana transparente que recobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra). Para preveni-la é importante manter as janelas abertas e as mãos sempre higienizadas, não compartilhar toalhas ou outros itens que possam ser colocados nos olhos e evitar a manipulação ocular desnecessária (ou seja, coçar demais os olhos), explica Barella.
Blefarite: inflamação não contagiosa na região das pálpebras que se caracteriza pelo excesso de um óleo produzido por uma glândula localizada na pálpebra, o que cria uma condição favorável para o aparecimento e crescimento de bactérias. Para evitar a produção excessiva desse óleo, o ideal é ter uma dieta balanceada, sem excesso de gorduras, alimentos condimentados, enlatados e álcool. Além disso, é importante higienizar diariamente os olhos com produtos indicados pelo seu oftalmologista.
Síndrome dos olhos secos: anomalia na produção e qualidade da lágrima, pode provocar o ressecamento da córnea, conjuntiva e superfície dos olhos. Para prevenir esse quadro, é sempre importante usar óculos em ambientes de sol ou vento (com proteção UVA e UVB), além de lubrificantes oculares, caso seja receitado pelo seu médico.
Alergias: um dos grandes vilões dos alérgicos é o ácaro. Por isso, antes da chegada do inverno, lave e seque roupas e acessórios que ficaram muito tempo guardados, como blusas, casacos, cachecóis entre outros. Além disso, evite coçar os olhos e mantenha as janelas abertas o máximo que conseguir. O importante é que, ao apresentar sintomas de alguma dessas doenças, como ardência, coceira, sensação de corpo estranho ou areia nos olhos, o paciente procure um médico oftalmologista, para que se inicie o tratamento correto. “O importante é que as pessoas procurem atendimento especializado e não se automediquem ou utilizem colírios sem prescrição médica, o que pode comprometer o quadro clínico e dificultar o tratamento como um todo”, finaliza o médico.

Fonte: Hatsu