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Excesso de açúcar aumenta em 23% os casos de depressão, diz estudo

Segundo o psiquiatra e pesquisador do Programa de Transtornos afetivos (GRUDA) do Hospital das Clínicas da USP, Diego Tavares, excesso de açúcar pode levar à depressão porque reduz os níveis do chamado fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF) que auxilia na manutenção do funcionamento do sistema nervoso.

A comprovação veio de um estudo que foi publicado no final do mês de julho deste ano que mostrou que as dietas com alto teor de açúcar, por exemplo com refrigerantes e doces, podem estar associadas a um maior risco de problemas cerebrais como ansiedade e depressão. A pesquisa foi feita na Universidade de Londres, Reino Unido e foi publicada na revista científica internacional Scientific Reports.

“Os resultados mostram efeito adverso de longo prazo na saúde mental dos homens, ligado ao excessivo consumo de açúcar proveniente de alimentos e bebidas doces. Altos níveis de consumo de açúcar já haviam sido relacionados a uma prevalência mais alta de depressão em diversos estudos anteriores. No entanto, até agora, cientistas não sabiam se a ocorrência do problema mental desencadeava um consumo maior de açúcar, ou se os doces é que levavam à depressão”, explica o psiquiatra.

Para descobrir se a voracidade por açúcar é causa ou consequência dos problemas mentais, os cientistas analisaram os dados de 8.087 homens britânicos com idades entre 39 e 83 anos, analisados por 22 anos. As descobertas foram feitas com base em questionários sobre a dieta e a saúde mental de participantes. Para um terço dos homens – aqueles com maior consumo de açúcar -, houve um aumento de 23% na ocorrência de problemas mentais após cinco anos, independentemente de obesidade, comportamentos relacionados à saúde, do restante da dieta e de fatores sociodemográficos. O fato de os sujeitos da pesquisa terem sido homens auxilia a entender que os resultados não foram influenciados pelo sexo, já que o sexo feminino tem maior incidência de depressão e ansiedade devido a fatores hormonais.

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O consumo de açúcar foi medido por 15 itens que incluem refrigerantes, sucos industrializados, doces, bolos, biscoitos e açúcar adicionado ao café. Para homens, foi considerado alto consumo uma quantidade maior que 67 gramas por dia e, para mulheres, acima de 50. A Organização Mundial da Saúde recomenda uso máximo de 50 gramas por dia e aponta que o ideal é não passar dos 25.

Um estudo americano de 2015, exclusivamente com mulheres, também encontrou associação entre alto consumo de açúcar e depressão, mostrando que os resultados não se restringem ao sexo masculino.

“Há várias explicações biológicas plausíveis para a associação. A principal delas é que o açúcar reduz os níveis do chamado fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF, na sigla em inglês), que ajuda no desenvolvimento de tecidos cerebrais. Quando o BDNF cai costuma ocorrer uma atrofia do hipocampo, área do cérebro que além da memória também regula o estado de humor”, finaliza Tavares.

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Fonte: Diego Tavares é graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FMB-UNESP) em 2010 e residência médica em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HC-FMUSP) em 2013. Psiquiatra Pesquisador do Programa de Transtornos Afetivos (GRUDA) e do Serviço Interdisciplinar de Neuromodulação e Estimulação Magnética Transcraniana (SIN-EMT) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HC-FMUSP) e coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos Afetivos do ABC (PRTOAB)

 

 

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Alimentos ajudam a controlar as taxas de glicose no sangue

O diabetes é considerado uma das principais Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) e pode desencadear outras enfermidades como doenças cardiovasculares, renais, problemas na retina (retinopatia diabética), que podem ocasionar catarata e glaucoma.

Em abril de 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um relatório global sobre a incidência de diabetes. Segundo a entidade, entre 1980 e 2014, a quantidade de diabéticos quadruplicou, atingindo 422 milhões de pessoas, sobretudo, em países em desenvolvimento. Esse aumento é acompanhado pelo crescimento da incidência da obesidade e sobrepeso na população.

Já a Pesquisa Vigitel 2016, divulgada pelo Ministério da Saúde, aponta que a quantidade de brasileiros diabéticos aumentou 61,8% entre 2006 e 2016, sendo a maior incidência entre pessoas acima de 65 anos, que representa 27,2%.

O diabetes tipo I ocorre quando o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente, e pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens. Já o diabetes tipo II, comum em adultos com mais de 40 anos, ocorre, sobretudo, por causa de maus hábitos alimentares associados ao sedentarismo. Por isso, a melhor forma de se prevenir o diabetes é alinhar a prática de atividades físicas com a alimentação saudável.

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Muita gente pensa que o açúcar está presente apenas em alimentos e bebidas adocicadas, por isso evitam o consumo desse tipo de produto, mas se esquece de se policiar ao ingerir outros tipos de alimentos, como massas, que são fontes de carboidratos, que por sua vez se transformam em glicose no processo digestivo.

A nutricionista da Grings Alimentos Saudáveis, Marília Zielinski, dá algumas dicas simples de reeducação alimentar para ter refeições mais nutritivas e saudáveis, e que podem ser adotadas tanto por quem deseja controlar ou reduzir os índices glicêmicos. Confira abaixo:

Prefira açúcares menos processados e mais naturais, como o açúcar de coco, que dentre todos os tipos, tem menor índice glicêmico e é uma opção para os diabéticos. O mascavo e o demerara também são mais nutritivos do que o refinado, contudo, não são tão indicados para quem deseja controlar a quantidade de glicose no sangue.

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Opte pelas farinhas integrais em detrimento da farinha branca, pois concentram maior quantidade de fibras, dão mais saciedade, contribuem para o funcionamento do intestino, além de preservarem vitaminas e minerais antioxidantes. As prateleiras dos supermercados já trazem opções como a já tradicional de trigo, fonte rica de proteína, ferro, magnésio, zinco, fósforo, manganês, selênio, vitaminas E e do complexo B. Outra opção para quem quer investir nos integrais, é a farinha de sorgo, rica em fósforo, manganês e selênio.

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Foto: Bella Napoli

Prefira as massas integrais, pois são fontes de fibras, mas ainda devem ser ingeridas com moderação por conter carboidratos.

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Dê preferência ao arroz integral para as refeições diárias. Essa simples troca proporciona inúmeros benefícios, principalmente com relação ao controle das taxas de açúcar no sangue e redução da gordura abdominal. Quanto mais fibras ingeridas, menor é a quantidade de glicose e lipídios absorvidos pelo organismo. Algumas marcas agregam um mix de grãos, como linhaça, gergelim, quinoa etc, deixando a refeição ainda mais saudável e nutritiva.

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Foto: Jules -Stonesoup

Inserir grãos integrais na alimentação diária como chia, linhaça, quinoa, amaranto, sorgo, aveia, entre outros, contribui para aumentar a saciedade e o consumo de fibras, e também diminui a ingestão e absorção de carboidratos nas refeições, além de conter vitaminas e minerais que contribuem para um bom funcionamento do metabolismo do açúcar no organismo.

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Frutas com sementes de chia – Foto: Milza/Morguefile

Fonte: Grings Alimentos

Adoçante: mocinho ou vilão?

Vivemos um período em que a busca pela perda de peso é constante, e uma das estratégias mais usadas é a troca do açúcar refinado pelo adoçante. Mas será que ele realmente faz bem a nossa saúde? Segundo a nutricionista Aline Quissak, especializada nas áreas de Oncologia, Síndrome Metabólica, Psicologia da Nutrição e Nutrição Esportiva, precisamos analisar alguns pontos importantes antes de tomarmos decisões.

O primeiro deles é o porquê do açúcar refinado fazer mal à saúde. Segundo a especialista, por três motivos: 1) é uma caloria vazia, ou seja, o corpo não utiliza ele como energia para as atividades diárias, por isso, ele é facilmente transformado em gordura pelo corpo, principalmente abdominal. 2) contém compostos químicos artificiais, que foram utilizados no processo de refinamento para deixá-lo branquinho, retirando assim todos os nutrientes, vitaminas e minerais originários da cana. 3) por ser açúcar puro, o corpo tem muito trabalho para “limpá-lo” como toxina do corpo, então a produção de hormônios aumenta na tentativa de expulsar esse açúcar ou utilizá-lo de alguma forma para não acumular, o problema é que isso causa um desequilíbrio no corpo, já que exige muito trabalho para algo que ele não irá utilizar.

Até aí tudo bem, mas qual é problema do adoçante? Afinal, ele não tem açúcar, não é refinado, e não tem calorias? Alguns especialistas afirmam que o problema está no adoçante artificial, que pode causar problemas como gases, irritação estomacal e até câncer. Mas que os chamados adoçantes naturais, como stevia e xilitol, não apresentam tais características.

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E é aí que está o problema, segundo a nutricionista. Quando consumimos um brigadeiro, por exemplo, e sentimos o sabor doce, há um sinal químico enviado para o cérebro reconhecendo esse sabor. Automaticamente o cérebro relaciona doce com alta caloria, enviando outro sinal químico para o estômago dizendo: “Prepare-se para a produção de enzimas digestivas porque existem altas calorias para você digerir”. Quando o brigadeiro chega ao estômago começa todo o processo de digestão e depois de absorção no intestino.

Agora, e se eu consumir um produto com adoçante? O mesmo sinal químico acontece, já que minha língua também vai reconhecer o sabor doce, certo? “O problema está aí, o adoçante não tem calorias, ou seja, quando o doce chega ao estômago, ele não tem o que digerir, só que ele estava esperando essas calorias chegarem, e isso acaba por gerar alguns males de saúde”, explica a especialista.

Efeitos do adoçante

O consumo de adoçantes pode causar doenças como gastrite e úlcera, já que são liberadas muitas enzima e ácidos, que não são utilizados pelo corpo. Além de desencadear uma compulsão alimentar e, principalmente, o aumento da vontade de ingestão de doces.

“Quando o estômago percebe que não recebeu as calorias que estava esperando, ele retorna o sinal químico para o cérebro dizendo que aquela caloria não veio e pede por ela, e isso é traduzido pelo cérebro como ‘fome’. Na tentativa de suprir essa necessidade, o corpo age por impulso, requisitando energia rápida. E qual a forma de energia rápida? Açúcar. Por isso, sentimos esta vontade exagerada de comer doces e massas”, completa.

Além de tudo isso, o pH do adoçante não é compatível com o intestino, matando as bactérias boas, responsáveis pela absorção de cálcio, ferro, produção de imunidade, hormônios do emagrecimento e geração de gases. Devido a isso, é comum pessoas que consomem uma grande quantidade de produtos diet, adoçante sendo ele natural ou não, com uma barriga característica: um inchaço característico de gordura acumulada centralmente. E para completar a lista, o consumo diário de adoçante diminui a imunidade, causando problemas como com rinite, sinusite, gripes e resfriados com maior frequência.

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Por isso, para Aline, é importante estar atento ao que estamos consumindo, quais os benefícios reais, que determinados alimentos e bebidas trazem para o nosso corpo e como eles são absorvidos pelo nosso organismo. Reduzir calorias, pode até emagrecer, mas com consequências. O melhor caminho para conseguirmos atingir nossos objetivos, é o equilíbrio.

“A alimentação é fundamental para nossa vida, e a melhor maneira de cuidarmos do peso e da saúde é mantendo uma alimentação equilibrada. Precisamos conhecer os alimentos e entender o que estamos ingerindo, para, a partir daí, escolhermos quais alimentos devem entrar em nossa dieta. É melhor comer de forma equilibrada e dar preferência ao açúcar de melhor qualidade, que trará os nutrientes adequados ao corpo, do que simplesmente substitui-lo por algo que a princípio pode parecer saudável, mas a longo prazo terá consequências graves”- finaliza a profissional.

5 questões para entender a relação entre açúcar e envelhecimento da pele

Você já está cansada de ouvir falar dos perigos que vêm de fora: sol, poluição, baixas temperaturas… Mas há algo que destrói a pele por dentro: o açúcar. Entenda como ele reage com o colágeno e potencializa o envelhecimento cutâneo

Se a sua alimentação é rica em açúcar e carboidratos, isso se reflete no colesterol, pode provocar Alzheimer (segundo estudos recentes) e também envelhecer a sua pele. “O consumo em demasia de carboidratos e açúcares pode desencadear o processo de glicação, em que as moléculas de glicose se unem às proteínas de elastina e colágeno — substâncias responsáveis pela firmeza da pele. O açúcar faz com que as proteínas se quebrem, o que aumenta o processo de envelhecimento da pele e a flacidez”, afirma a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Para ficar tudo bem claro, a dermatologista explica de maneira clara essa relação entre açúcar e envelhecimento cutâneo:

Como e por que a pele envelhece? Elastina e colágeno são substâncias responsáveis pela firmeza da pele. “Eles deixam a pele mais esticada, mais firme. É o que uma pessoa jovem tem em excesso e, a partir dos 25 anos, vamos perdendo. Aliado a isso, essa desestabilização provocada pela glicação dessas células, que é a quebra de elastina e colágeno, faz com que a pele perca sua sustentação, como um arcabouço que vai se quebrando. A glicação, portanto, faz com que a pele perca colágeno e elastina, resultando em rugas e flacidez”, explica a médica.

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Foto: Pixabay

Mas é só isso? Não para por aí: “O processo de glicação age principalmente nas linhas de expressão e flacidez. Mas produz, sim, rugas e pode piorar as manchas pelo processo de oxidação celular”, alerta a médica.

Quando devo me preocupar? “A glicação normalmente existe em todas as pessoas, mas há um processo de excesso de glicação quando a alimentação é hipercalórica e hiperglicêmica. Ou seja, pessoas que ingerem alimentos ricos em açúcares e gordura aceleram o processo de envelhecimento e glicação”, conta.

O que é possível fazer para me proteger? “Os estudos mais recentes mostram que cremes antioxidantes, com ingredientes como a molécula Alistin, fazem com que se combata esses radicais livres e o processo de glicação, portanto ajudando muito a combater o processo de envelhecimento causado pela glicação. Além disso, o que pode frear a glicação é uma dieta bem orientada, restrita, de baixo índice glicêmico e o uso de antioxidantes e antiglicantes por via oral. Então os nutracêuticos como Glycoxil conseguem bloquear a produção de radicais livres e desligam o açúcar excedente do colágeno, ajudando no processo de envelhecimento também”, argumenta.

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Foto: Shutterstock

Como tratar os efeitos? O que há de mais recente para combater a flacidez e rugas é ThermiTight, um procedimento minimamente invasivo conhecido como “radiofrequência injetável”. “A radiofrequência monopolar aplicada internamente promove aquecimento nos tecidos subcutâneos, promovendo estímulo ao novo colágeno, com consequente firmeza e skin tightening”, acrescenta a médica. O procedimento é feito em uma sessão e já está disponível na Clínica Thais Pepe.

Fonte: Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

 

Nutricionista dá dicas para consumir açúcar de maneira equilibrada

Bom senso é a palavra-chave quando se pensa em açúcar dentro de uma rotina alimentar saudável

Para muitas pessoas, cortar aquele docinho depois do almoço é um desafio. Isso não precisa se tornar um sacrifício para levar uma vida saudável. De acordo com a nutricionista Marcia Daskal, o açúcar é um ingrediente que pode fazer parte do cardápio, desde que seja consumido de maneira consciente e balanceada: “O ingrediente com certeza torna a vida mais gostosa, mas é preciso utilizá-lo sem exageros. Tem uma conta simples: quem gasta mais calorias, pode consumir mais”, explica.

É sabido que o conceito de vida saudável é uma questão de equilíbrio, sendo aplicado em todas as facetas do cotidiano. Quando se trata de hábitos alimentares são muitos os mitos, em sua maioria baseados em dietas restritivas. Para o preparador físico Marcio Atalla, “qualquer dieta que tenha muitas restrições, como cortar permanentemente um ingrediente, não faz bem à saúde. A limitação leva à compulsão podendo, inclusive, acarretar algum tipo de distúrbio alimentar. O ideal é ter uma alimentação diversificada e variada”, salienta.

Ainda se tratando de açúcar, Marcia Daskal dá algumas dicas práticas de consumo e alimentação sem precisar retirá-lo do cardápio:

-Coma porções pequenas de doces – doce não serve para matar a fome. Por isso, não é necessário comer um monte. Você já se sente satisfeito com um pouquinho.

Churros doces - crédito Divulgação

-Coma devagar – o sabor é sentido apenas na boca, então, não há vantagem em comer rápido. Além disso, o indivíduo acaba comendo mais quando come rápido e não aproveita o gosto e sensação proporcionados pelo alimento. É importante dar tempo para o corpo entender a quantidade de comida que está sendo ingerida e saiba pedir o quanto é realmente necessário.

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-Escolha quando comer açúcar – em produtos como pão, bolo, sucos, iogurtes, mostarda, molho de tomate etc., às vezes, sem perceber estamos comendo o açúcar. Dessa forma, experimente o suco, o café e a fruta antes de adoçar. Deixe o açúcar para os extras. Assim, sobra mais espaço para consumir o açúcar que escolhemos comer.

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-Prefira ter uma alimentação aliada às atividades físicas – o corpo usa as calorias vindas de todos os alimentos para a manutenção do seu metabolismo. Quando excede, ele armazena. Caminhar, usar as escadas em vez do elevador, descer um ponto antes do ônibus, estacionar o carro um pouco mais longe, entrar no mar, dançar, andar de bicicleta – são todas formas de gastar energia.

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-Prefira comprar avulsos – dê preferência a comprar doces por unidade e não necessariamente uma caixa inteira, pois evita o estímulo ao consumo exagerado. Muitas vezes, uma boa saída é dividir a sobremesa com alguém.

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-Em buffets de sobremesas – escolha qual quer comer e experimente um pouquinho para ver se vale mesmo a pena. Quantas vezes comemos e achamos que nem estava tão bom?

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-Preste atenção nos alimentos – estar atento na composição do que se ingere (não calorias, mas os ingredientes que vão naquele prato ou produto).

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-Experimente coisas novas – uma alimentação diversificada é essencial! Cada alimento possui propriedades, vitaminas e benefícios diferentes que podem e devem ser explorados.

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-Cozinhe em casa – você não precisa saber fazer muita coisa, mas pode arriscar. Uma omelete pode ser um jantar melhor do que uma lasanha congelada. Juntar alguns vegetais coloridos pode dar uma salada deliciosa. Experimente!

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-Saiba que no dia seguinte pode comer de novo – no final, se consumido com sensatez e equilíbrio, não há motivo para não consumir o que gosta.

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Fonte: Doce Equilíbrio

Mundo Verde oferece livros de receitas saudáveis sem glúten, açúcar e lactose

O Mundo Verde está oferecendo gratuitamente para seus clientes três livros de receitas especiais elaboradas pela equipe de nutricionistas da rede. O consumidor leva para casa um dos livros da coleção Mundo de Receitas, nas compras acima de R$ 50,00.

Alexandra Jakob Santos, diretora de Marketing do Mundo Verde, explica que a iniciativa faz parte da Promoção Ano Verde da marca, que ficará vigente do dia 1º a 31 de dezembro de 2016, nas mais de 380 lojas em todo o Brasil.

“Cada vez mais queremos que o Mundo Verde seja um parceiro de nossos consumidores em busca de uma alimentação saudável e balanceada. Com os livros, damos mais um passo nesse sentido”.

Os três volumes da Coleção Mundo de Receitas, que são colecionáveis, contam com 23 receitas cada um: Sem Glutén, para celíacos (ou para quem faz dieta sem essa proteína, presente em alimentos como trigo, cevada ou centeio); Sem Açúcar, para diabéticos (ou qualquer um que queira diminuir os níveis de açúcar no sangue); e Sem Lactose, açúcar presente no leite que pode causar intolerância em algumas pessoas – o que, segundo dados de 2013, da Agência Brasil atinge 40% da população no Brasil.

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Além dos livros, a cada R$ 50,00 em compras, o consumidor receberá um número da sorte, junto com o cupom fiscal da compra, e poderá se cadastrar no site da promoção e concorrer a um ano de nutricionista, personal trainer e compras no Mundo Verde. O sorteio acontecerá no dia 4/01 pela Loteria Federal.

Veja algumas receitas:

Sem glúten: Crepioca proteica

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Ingredientes

· 1 ovo orgânico
· 2 colheres de sopa de Goma de Tapioca Mundo Verde Seleção
· 2 colheres de sopa de Quinoa em Flocos Mundo Verde Seleção
· Queijo minas e cottage a gosto para o recheio

Modo de fazer

Bata ligeiramente o ovo, acrescente a tapioca e a quinoa, e misture bem. Aqueça uma frigideira antiaderente e despeje a massa. Espere assar de um lado, vire, coloque o recheio e feche. Sirva em seguida. Rende 1 porção de 480kcal.

Sem açúcar: Mousse de cacau com gengibre

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Ingredientes

· 1 abacate maduro
· 1 banana d’água madura
· 60g de chocolate 55% de Cacau Mundo Verde Seleção
· ½ xícara de chá de bebida de castanha
· Gengibre ralado a gosto

Modo de fazer

Em um liquidificador, coloque a polpa de abacate e a banana, e bata bem. Adicione a bebida de castanha, o chocolate derretido em banho-maria e o gengibre, bata novamente. Transfira a mistura para uma tigela, cubra e leve à geladeira por 30 minutos. Rende 6 porções de 84kcal cada.

Sem lactose: Pudim de chia com manga

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Ingredientes

· ¼ de xícara de chá de Sementes de Chia Mundo Verde Seleção
· 1 xícara de chá de leite de coco
· ½ xícara de chá de bebida de castanhas sem adição de açúcar
· 1 xicara de chá de manga picada

Modo de fazer

Misture todos os ingredientes e coloque em um pote de vidro com tampa. Leve à geladeira e deixe de um dia para o outro ou por pelo menos 4h. Rende 2 porções de 259kcal cada.

Fonte: Mundo Verde

Goma de mascar para afastar as cáries

Adoçante xilitol impede o desenvolvimento da bactéria causadora da cárie

O adoçante natural conhecido como xilitol, presente em algumas marcas de goma de mascar, ajuda no combate às cáries, pois estimula a salivação e equilibra o pH da boca, impedindo o desenvolvimento de bactérias. A recomendação é da dentista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção) Gisele Nunes, que explica a atuação da substância na boca. “Como o xilitol não é metabolizado pelos micro-organismos da flora bucal, a bactéria causadora da cárie não consegue se desenvolver e não produz os ácidos responsáveis pela degradação do esmalte dental”, explica.

Outra vantagem do xilitol é ter o mesmo poder adoçante do açúcar com menos calorias. Ao entrar em contato com a saliva, as características químicas do xilitol proporcionam uma sensação de frescor e fazem com que a sua utilização seja explorada pelas indústrias de balas, pastilhas e gomas de mascar.

A mastigação estimula a salivação, que por sua vez ajuda a equilibrar do pH da cavidade bucal – ambientes ácidos, com pH baixo, são propícios à formação de cáries. Além disso, o consumo de gomas com xilitol possibilita a remineralização do esmalte, contribuindo para reverter o quadro de cáries recém-formadas.

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Foto: Scientifit

As gomas com xilitol podem ajudar na manutenção da saúde bucal, mas os hábitos de higiene, como escovar os dentes após todas as refeições e utilizar fio dental, continuam sendo imprescindíveis. “Depois de fazer uma refeição, se a pessoa não tem por perto uma escova de dente, mascar um chiclete sem açúcar contribui para a higiene bucal. Outra técnica que pode ser utilizada nessas horas é fazer um bochecho vigoroso”, recomenda a dentista do Seconci-SP. “Mas, insisto, nenhum desses hábitos substituem a boa higiene bucal”.

Para ajudar a prevenir as cáries, a dentista do Seconci-SP dá outras dicas de saúde bucal:

1.Café com açúcar: o recomendável é tomar a bebida sem adoçá-la ou com adoçantes artificiais, porém se a pessoa tiver o hábito de colocar açúcar, o indicado é beber o café logo após as refeições, antes de escovar os dentes, e não tomar vários durante o dia.

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2.Alimentos ricos em fibra: cereais, legumes, frutas, grãos, verduras são ricos em fibra e deixa o PH da boca alcalino, o que dificulta o desenvolvimento da bactéria causadora da cárie.

3.Sacarose: é um tipo de açúcar oriundo da cana-de-açúcar, que baixa o PH da boca contribuindo para o aparecimento da cárie. A recomendação é sempre escovar os dentes após consumir estes açúcares.

4.Pouca pasta de dente: uma pequena quantidade de dentifrício, equivalente a uma ervilha, é suficiente para fazer a escovação. Muita espuma não é sinônimo de mais limpeza.

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Foto: JanFidler/Morguefile

5.Primeira visita no dentista: as crianças devem ter o primeiro contato a partir dos três anos. Desta forma, ela começa a criar uma relação de confiança com o profissional, além de se familiarizar com o ambiente do consultório. Caso contrário, se a consulta vier ligada à dor, pode se estabelecer um trauma.

6.Rotina de consultas de um adulto: o ideal é agendar uma visita ao dentista uma vez por ano, porém pessoas com problemas bucais corriqueiros devem ir a cada seis meses.

dentista

Fonte: Seconci

Você sabe o quanto tem de açúcar naquela bolacha doce preferida?

Segundo pesquisadores do Centro de Pesquisa em Alimentos (Food Research Center – FoRC), em uma medida geral, duas bolachas ou biscoitos doces equivalem a duas colheres de sopa de açúcar. Um pacote inteiro, normalmente com dez unidades, contém o equivalente a dez colheres de sopa de açúcar.

Apesar da praticidade na hora de fazer um lanchinho, o fato é que as bolachas ou biscoitos contêm quantidades exageradas de açúcar refinado. E o consumo exagerado de açúcar está relacionado à obesidade e ao diabetes. Além disso, a quantidade de carboidrato de um pacote de bolacha ou biscoito é equivalente a CINCO pães franceses. Você comeria cinco pãezinhos no seu lanchinho?

Outro problema é a qualidade da gordura presente nessas guloseimas. A maioria das bolachas ou biscoitos contém gordura trans, associada a diversas doenças do coração. E mesmo quando o rótulo indica “zero gordura trans”, não se engane: isso se refere a uma porção de apenas dois biscoitos e meio. Se avaliarmos o rótulo direitinho, vamos ver que existe um outro componente, a gordura hidrogenada, o que prova que existe, sim, gordura trans na bolacha. Só que, para uma porção de dois biscoitos e meio, ela acaba rotulada como ‘zero’.

biscoitos natalinos

O que nos leva a crer que o nome, aqui, não importa muito. Mas, a título de curiosidade, do ponto de vista etimológico, a palavra “biscoito” entrou primeiro na língua portuguesa, embora os dois termos sejam equivalentes no tocante à legislação e ao modo de produção desse alimento, largamente consumido no Brasil.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados, cada brasileiro consumiu, em 2015, pouco mais de 6 quilos de biscoitos e/ou bolachas. Somos o quarto maior produtor mundial, atrás de China, EUA e Índia.

Portanto, se quer um conselho, o ideal é variar no lanchinho. Bolacha e/ou biscoito devem ser consumidos com moderação e jamais devem se constituir a principal fonte de carboidratos de sua dieta. Muito menos da dieta das crianças.

Fonte: Alimentos Sem Mitos

Açúcar: qual a forma mais saudável de substituir este item na dieta?

Entenda porque reduzir seu consumo é tão importante para a saúde e boa forma

Brigadeiro, quindim, pudim de leite… o cardápio do brasileiro é recheado de tentações dignas de um manjar dos deuses. Com tantas delícias, encarar a dieta muitas vezes é um sacrifício. Isso porque, além de apetitosas, nossas receitas também são conhecidas pelo acentuado sabor açucarado. Tamanha “doçura” preocupa muito além da boa forma: entidades de saúde alertam que o alto consumo de sacarose pela população é um fator de risco para complicações como hipertensão, alterações metabólicas e, sobretudo, diabetes.

Logo, reduzir o consumo não é apenas uma questão estética: é um fator de prevenção de diversas doenças. Porém, no dia-a-dia, algumas dúvidas podem surgir quanto a forma mais adequada e mais saudável de substituir o açúcar refinado – restrições alimentares, condições de saúde e até mesmo o paladar pode implicar diretamente na escolha.

Precisamos de açúcar?

A sacarose, mais conhecida como açúcar de mesa, é sem dúvidas o tipo mais popular e de maior consumo em todo o mundo. Porém, o ingrediente não possui nenhuma característica funcional no organismo. De acordo com a nutricionista Sinara Menezes da Nature Center, o alimento é classificado como uma caloria vazia, pois não entrega benefícios ao corpo: “Apesar de ser extraída de um produto natural, os processos químicos responsáveis por refinar e deixar o açúcar com a aparência branca removem todos os nutrientes presentes na cana, logo o produto final não entrega nenhum nutriente”. E esta não é a única desvantagem: “O açúcar é um carboidrato simples de altíssimo índice glicêmico, capaz de propiciar o ganho de peso e outras disfunções metabólicas quando consumido em excesso” – complementa.

Diante de tal afirmação muitos podem se perguntar: mas nosso organismo não precisa de glicose? A confusão entre açúcar e glicose é bastante comum – a glicose é, de fato, o combustível do organismo, porém, esse composto é um monossacarídeo obtido principalmente através da metabolização de diversos alimentos – ou seja, quando comemos, nosso organismo vai quebrar as estruturas do que foi ingerido até chegar nas moléculas mais simples e obter a glicose. Já a sacarose é um dissacarídeo composto de duas estruturas simples – a frutose e a glicose. O grande problema é que, devido a essa estrutura simples, a sacarose não exige muito esforço do organismo na sua digestão. Logo, o açúcar é absorvido de forma muito rápida pelo organismo e é justamente aí que mora o perigo.

Açúcar x Saúde

A ingestão do açúcar e de outros carboidratos simples elevam consideravelmente a concentração glicêmica, exigindo mais do pâncreas. Sempre que nos alimentamos, o órgão libera insulina – um hormônio responsável por levar a glicose para dentro das células afim de que ela seja usada como energia. Quando esses picos glicêmicos se tornam frequentes, o organismo pode desenvolver resistência à insulina, fazendo com que o organismo não aproveite a glicose de forma adequada, aumentando sua concentração no sangue e ocasionando a temida diabetes.

Outro ponto relevante é que o consumo exagerado de açúcar propicia o ganho de peso, uma vez que o excesso de glicose é armazenado pelo corpo em forma de tecido adiposo, ou seja, gordura. Considerando-se que a obesidade está relacionada a problemas diversos como o aumento do colesterol, triglicerídeos, hipertensão e até mesmo doenças cardiovasculares, o controle da ingestão do açúcar é fundamental não somente pela questão estética.

mulher comendo doce

Doce vício

O crescente consumo não está ligado somente ao seu sabor agradável, estudos também relacionam o hábito à fatores psicológicos. Isso porque o alimento estimula a produção de substâncias atuantes no centro de recompensa do cérebro “sua ingestão influencia na produção de neurotransmissores como a serotonina e dopamina – ligados à sensação de prazer e bem estar” – explica a nutricionista.

Essa é a razão pela qual nos sentimos mais tentados a consumir alimentos açucarados quando estamos deprimidos. Pesquisas indicam, inclusive, que os efeitos do açúcar no cérebro são similares ao de substâncias que causam dependência. Logo, dizer que o alimento é viciante não é mero exagero – para algumas pessoas deixar de consumir açúcar pode ser, de fato, um grande desafio.

É preciso eliminar?

Salvo em casos de diabetes e outras situações de saúde onde o consumo é realmente restrito, não é necessário excluir totalmente o açúcar da dieta. Além de ser uma tarefa praticamente impossível, deve-se considerar que não nos alimentamos somente para nutrir o corpo – as refeições também devem ser prazerosas.

A palavra de ordem é moderação, algo que os brasileiros não estão praticando: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estamos consumindo 50% mais açúcar do que o considerado seguro pela instituição (50 gr/dia). Diminuir seu consumo seja pela questão estética ou por saúde, só trará benefícios ao organismo: além de contribuir para o emagrecimento, o consumo moderado diminui o risco do diabetes e outros males relacionados à obesidade.

Alternativas para o açúcar refinado:

Existem outras qualidades mais saudáveis de açúcar que fogem da categoria “caloria vazia”. Ainda assim, a nutricionista alerta que, salvo o pouco conhecido “açúcar de coco”, todos possuem alto índice glicêmico, logo, também devem ser consumidos com moderação:

-Açúcar mascavo: como primeiro subproduto extraído da cana, esta qualidade conserva alguns nutrientes da planta como o cálcio, ferro, potássio e demais sais minerais. Por sofrer menos processos químicos, sua coloração é mais escura, sua textura mais arenosa e seu sabor semelhante ao da cana de açúcar.

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-Açúcar demerara: este açúcar passa por um leve processo de refinamento, porém sem aditivos químicos. Por isso, preserva parte do valor nutricional da cana e, ao mesmo tempo, possui textura um pouco mais refinada e clara em comparação ao mascavo.

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-Açúcar orgânico: por não sofrer nenhum tipo de aditivo químico desde o plantio à industrialização, esta qualidade também é nutritiva e possui poder adoçante próximo ao do açúcar refinado. Porém, devido sua característica artesanal, possui valor mais elevado em comparação com os demais.

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-Açúcar de coco: este tipo de açúcar ainda é pouco conhecido, porém, é uma boa aposta por possuir baixo índice glicêmico. Feito à base de coco, possui sabor residual do fruto e menor potencial adoçante em relação aos demais.

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Adoçante é uma boa aposta?

Ainda que muitas pessoas acreditem fazer uma boa troca ao substituir o açúcar pelo adoçante, principalmente durante a dieta, a medida não é tão saudável quanto se imagina. A questão é realmente polêmica, porém, quando se trata de saúde, a nutricionista aponta que a medida mais inteligente é apostar na alimentação mais natural possível, evitando produtos industrializados como o adoçante.

“Pessoas saudáveis e que não necessitam de dietas especiais, não precisam fazer o uso de adoçantes. Sua ingestão só é necessária para pacientes que precisam restringir o açúcar da alimentação como o caso do diabetes. Basta mudar os hábitos alimentares, comendo produtos in natura, como sucos de frutas. Mudar este hábito pode demandar tempo e dedicação, porém é a escolha mais saudável”, afirma Sinara.

Mesmo o stevia, adoçante à base da planta, ou o açúcar light, que possui em sua composição 50% de adoçante, devem ser utilizados somente por quem tem restrição total ao consumo de açúcar. Ainda que esses produtos sejam amplamente comercializados e consumidos, a profissional aponta que os riscos envolvidos na ingestão a longo prazo de qualquer produto químico deve ser considerado.

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Reduzindo a ingestão de açúcar

-Reeduque seu paladar: nosso paladar é capaz de se adaptar as mudanças do cardápio: “Não é preciso mudar bruscamente. Para que se torne um hábito, o ideal é reduzir gradativamente a ingestão do açúcar refinado ou substituí-lo por opções mais saudáveis até que o paladar se acostume” – aconselha Sinara;

Chá de Mate e Matcha
-Descubra outras formas de adoçar: o uso de frutas maduras como a banana e a maçã também são alternativas. Outra dica é apostar em condimentos naturais, ervas e especiarias para realçar o sabor dos alimentos;

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Foto: Grafixar/Morguefile

-Fuja dos industrializados: alimentos como pães, refrigerantes, chás e sucos prontos possuem alta concentração de açúcar. E isso não se limita aos produtos de sabor doce: molhos de tomate, catchups e diversos temperos industrializados são ricos do ingrediente. Por isso a próxima dica também é indispensável:
-Leia o rótulo dos alimentos: a indústria alimentícia muitas vezes usa nomenclaturas variadas para que o açúcar passe despercebido, sendo que muitas vezes mais de um tipo é utilizado. Fique atento a ingredientes como: maltodextrina, maltose, dextrose, xaropes, glucoses, lactose, melados e néctares. E a nutricionista enfatiza: “açúcar invertido também é açúcar”.

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-Aposte no cromo: o picolinato de cromo é um mineral presente em diversos alimentos como o brócolis, a banana e o feijão. Estudos indicam que a substância é capaz de tornar a produção da insulina mais eficaz, sendo que sua suplementação em pacientes com diabetes tem sido amplamente pesquisada. Além disso, o cromo aumenta a saciedade e reduz a compulsão por doces, beneficiando a dieta.

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-Relaxe: atividades que promovem o bem-estar estimulam a liberação da serotonina e, ao mesmo tempo, combatem a ação do cortisol – hormônio do stress. Esse vilão está ligado ao sentimento de depressão que aumenta a tentação por doces. Praticar exercícios físicos é uma ótima forma de estimular a serotonina e controlar o nível do cortisol;

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-Seja moderado: não adianta substituir o refinado por outro “mais saudável” e usar o dobro na hora de adoçar. Lembre-se, qualquer açúcar possui alto índice glicêmico e quando em excesso, pode acarretar em ganho de peso e problemas de saúde Se você não consegue se adaptar ao outros, apenas reduza a ingestão do açúcar branco;

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-Tenha uma alimentação equilibrada: alimentar-se de 3 em 3 horas e fazer refeições balanceadas mantem o organismo saciado e nutrido. Muitas vezes, a carência nutricional pode estar relacionada a compulsão por açúcar. Por isso, esteja sempre atento aos sinais do corpo e consulte um nutricionista para assegurar uma dieta rica e adequada ao seu perfil.

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Fonte: Nature Center

Açúcar de Coco e Sorgo em grãos e farinha

Grings Alimentos Saudáveis está de olho nas tendências em alimentos saudáveis e trouxe duas novidades ao mercado. A primeira, o Açúcar de Coco Grings que é um produto 100% natural produzido sem adição de químicos que pode substituir outros açúcares em uso culinário e consumo in natura.

Possui baixo índice glicêmico, ou seja, sua absorção é mais lenta na corrente sanguínea, o que torna seu consumo vantajoso para indivíduos com restrição de ingestão de açúcares. Seu processo de extração é feito a partir das flores da palma de coco, cujo néctar é retirado e aquecido em uma caldeira, transformando-se em um caramelo espesso.

Após este processo, o produto é triturado em pequenos cristais, resultando no chamado açúcar de coco. De sabor semelhante ao açúcar tradicional, seus cristais se dissolvem facilmente.

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Com o mesmo poder de dulçor, o açúcar de coco pode substituir outros açúcares em uso culinário e consumo in natura, adoçando cafés, sucos e até sobremesas. Ele possui a mesma quantidade de calorias e carboidratos do açúcar comum, porém, por ser natural, é mais saudável e indicado para quem busca fazer uma alimentação balanceada.

A marca também aposta em mais uma novidade que chega ao Brasil: o Sorgo. São duas formas de utilizá-lo, em grãos e em farinha, provando que é um grão versátil.

O Sorgo é originário da África e da Índia e, devido suas propriedades nutricionais, é base da alimentação de diversas culturas espalhadas pelo mundo. O cereal possui um sabor marcante e agradável, e por ser naturalmente isento de glúten, sua procura tem aumentado muito por celíacos e pessoas que restringem a proteína da dieta. Após anos de pesquisas, descobriu-se que seu consumo na alimentação humana traz inúmeros benefícios à saúde.

O Sorgo Grings é especialmente cultivado para o consumo humano, obedecendo a rigorosos critérios de qualidade, saudabilidade, sustentabilidade e rastreabilidade para oferecer sempre os melhores grãos. É um grão especial com tanino, poderoso antioxidante, muito presente em uvas e vinhos, que ajuda a combater doenças cardiovasculares e certos tipos de cânceres.

Os grãos de sorgo cozidos podem ser consumidos junto ou substituindo o arroz ou em saladas, sopas, cozidos, receitas de pães, biscoitos, barras de cereais e até mesmo com pipocas.

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A Farinha de Sorgo Integral Grings é feita através da moagem dos grãos do sorgo integral. Muito versátil no preparo, ela proporciona textura macia e leve às receitas, com sabor suave e agradável.

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Informações: Grings