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Nutricionista ensina como substituir o sódio sem perder o sabor dos alimentos

Um dos temperos mais utilizados em todo o mundo, o sal também é um dos principais agentes causadores de alguns problemas de saúde. Por isso, há sempre campanhas de conscientização de consumo com moderação. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é que a ingestão de sódio por dia não ultrapasse 2g (uma colher de café rasa). No Brasil, a média é mais do que o dobro: 4,7g/dia.

“O paladar do brasileiro já é tendencioso para comidas mais salgadas. Só que, com o tempo, os prejuízos do grande consumo de sódio são diagnosticados, como pressão alta e problemas renais, que afetam, principalmente, os idosos”, explica Milena Maffei Volpini, coordenadora de nutrição da Cora Residencial Senior.

O estudo “Heart Disease and Stroke Statistics” (Estatísticas sobre Doenças Cardíacas e Infartos), da American Heart Association, apontou que durante os anos de 2001 e 2011, a taxa de morte por hipertensão, aumentou 13,2% nos mais de 190 países pesquisados. O consumo excessivo de sal é prejudicial em qualquer idade, mas os riscos são maiores nas pessoas idosas, pois se trata da faixa etária em que há um número maior de doenças clínicas. Segundo a OMS, a hipertensão arterial atinge 30% da população adulta brasileira. Na terceira idade, este número passa para 50%.

Conscientização

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De acordo com um levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), pouco mais de 20% dos hipertensos controlam adequadamente a hipertensão arterial. E este controle, de acordo com Milena, não deve ser apenas com medicações, mas também a conscientização do uso adequado do sal e uma alimentação correta ajudam a amenizar os índices de pressão.

“O aumento do consumo de sal na terceira idade é compreensível, já que, ao passar dos anos, perdemos a sensibilidade aos sabores. Para dar mais gosto a comida sem aumentar o sal, o ideal é preparar temperos naturais”, afirma Milena.

Na Cora, além das famílias já terem indicações médicas sobre o consumo de sal, as nutricionistas sempre acompanham as refeições oferecidas e, por meio das avaliações nutricionais que são feitas, realizam orientações nutricionais individuais de acordo com a necessidade de cada residente. Outra estratégia da Cora é não disponibilizar saleiros nas mesas, assim, não incentiva os residentes a adicionarem mais sal nas preparações.

Existem alguns temperos que podem substituir o sal, como pimenta, orégano, noz moscada, louro, limão, gengibre, coentro, cebolinha, cominho, canela, alecrim e alho, mas é preciso ficar atento, já que alguns destes condimentos podem trazer outros problemas para saúde.

“Se o idoso apresentar gastrite, por exemplo, pode haver uma irritação no trato gastrointestinal. E sempre há o risco de algum tipo de alergia. Por isso, é preciso sempre verificar qual tipo de tempero que pode ser utilizado em cada refeição”, alerta Milena.

Dicas da nutricionista

sal de ervas
· Nunca deixar o saleiro a mesa;
· Utilizar temperos naturais e ervas secas e frescas para temperar;
· Fazer sal de ervas;
· Evitar produtos enlatados e embutidos;
· Preferir o consumo de queijos brancos aos amarelos.

Bouquet garni (conjunto de ervas aromáticas para temperar pratos e molhos)

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Foto: HGTV

Ingredientes:
1 folha de alho-poró
1 folha de louro
1 ramo de alecrim
1 ramo de tomilho
5 ramos de salsinha

Modo de preparo:
Enrole a folha de alho-poró ao redor do louro, do alecrim, do tomilho e dos ramos de salsinha. Amarre com um barbante culinário, formando um bouquet, e acrescente em sua preparação. Após o término do cozimento, retire o bouquet.

Sal de ervas

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Pinterest

Ingredientes:
10 g de alecrim
25 g de manjericão
15 g de orégano
10 g de salsinha
100 g de sal marinho

Modo de preparo:
Bata os ingredientes no liquidificador. Guarde em pote de vidro bem fechado. Utilize no lugar do sal comum.

Fonte: Cora

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Dicas para alimentação saudável isenta de carne animal

Em primeiro de outubro comemoramos o Dia Mundial do Vegetarianismo, hábito alimentar que exclui a ingestão de todos os tipos de carne animal. De acordo com pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, em abril deste ano 14% da população brasileira declarou-se vegetariana, enquanto 60% afirmaram ter interesse em consumir produtos veganos se tiverem o mesmo valor dos itens que já estão habituados a comprar.

Com o objetivo de ajudar pessoas que estão reduzindo o consumo de carne animal, Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, elenca dicas importantes para manter uma alimentação saudável sem proteínas de origem animal:

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=Acompanhamento nutricional: para os que estão reduzindo ou eliminando todos os tipos de carne animal do cardápio e estão inseguros quanto à alimentação, a especialista aconselha o acompanhamento com nutricionista, profissional capacitado para avaliar e orientar cada paciente.

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=Substituições: ao diminuir o consumo de carne animal é necessário substituí-la por alimentos que ofereçam propriedades nutritivas semelhantes como leguminosas, cereais integrais, soja, quinoa e chia, para evitar deficiência de nutrientes que acarretam em problemas de saúde. “Feijões, ervilhas, lentilhas e verduras de folhas mais escuras são ricos em ferro, por isso é muito importante incluí-las no cardápio vegetariano”, indica.

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=Benefícios para saúde: o vegetarianismo, quando adotado de forma saudável, é muito benéfico para a saúde, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares e outras como obesidade, diabetes, pressão alta e alguns tipos de câncer, doenças associadas diretamente a hábitos alimentares ruins.

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Foto: Stocksnap/Pixabay

=Alimentação orgânica e caseira: outra dica da nutricionista para os que buscam a redução do consumo de proteína de origem animal é elaborar a própria refeição, pelo menos uma vez por semana. “Quando preparamos o que vamos consumir passamos a entender melhor o que se adequa ao nosso paladar e a compor um prato com quantidade certa de proteína, carboidrato, vitaminas e sais minerais, facilitando as escolhas alimentares também”, argumenta.

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=Faixa etária: por fim, Cyntia Maureen pontua que qualquer pessoa pode adotar o vegetarianismo, desde que as necessidades nutricionais correspondentes a cada faixa etária sejam supridas pelo novo hábito alimentar.

Fonte: Superbom

Confira alguns alimentos que queimam a gordura da barriga

Se há uma questão estética que incomoda tanto mulheres quanto homens é aquela barriguinha saliente. Pois a nutricionista Paula Castilho fez uma lista com alimentos que ajudam a eliminar essa gordura acumulada na barriga.

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Aveia: ao comê-la irá fornecer ao seu corpo altas quantidades de fibras, o que reduz a possibilidade de baixos níveis de açúcar no sangue. Começando o dia com grão de aveia inteiro vai ajudar a evitar aquele petiscar no meio da manhã.

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Legumes: vegetais crus são uma grande fonte de fibras e antioxidantes, e comer vegetais encherá o seu estômago sem aumentar a ingestão calórica. Comer uma variedade de vegetais (especialmente folhas) irá fornecer o seu corpo com nutrientes essenciais, tais como: cálcio, proteínas, magnésio, ferro, potássio, vitamina C, vitamina A e vitamina B.

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Pixabay

Chá verde: é, sem dúvida, o grande aliado das dietas para emagrecimento. É um queimador de gorduras fantástico, porque acelera o metabolismo e a cafeína que contém também contribui para queimar mais calorias sem atividades.

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Foto: Pippalou/Morguefile

Cereais integrais: substituir alimentos de farinha branca com alimentos integrais vai aumentar os nutrientes de que você está recebendo a partir de seu alimento. Grãos integrais fornece seu corpo com fibra, ácido fólico, vitamina e e magnésio, que ajuda na batalha contra as gorduras da barriga.

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Ovos: aumentar a ingestão de proteínas é uma maneira fácil de queimar gordura do estômago, e os ovos têm uma elevada quantidade de proteína. Os ovos também fornecem seu corpo com outros nutrientes, como a vitamina b12, que ajuda a liberar as células de gordura.

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Vitamina C: alimentos como o brócolis, os pimentões, o kiwi, o limão e a toranja, entre outros, têm uma grande quantidade de vitaminas C que contribui no processamento das gorduras e, dessa forma, também perdemos peso mais rápido.

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Azeite: gorduras saudáveis são uma parte essencial na queima de gordura da barriga, o azeite de oliva fornece ao corpo o tipo bom, a “gordura monoinsaturada.” Adicione um pouco de azeite sobre os legumes e salada e terá, além de muito sabor, a queima de gordura ao mesmo tempo.

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Nozes: uma outra fonte de gorduras boas, apesar que você precisa ter cuidado para não consumir demais, porque são ricas em calorias. Comer nozes irá lhe fornecer proteína para queima de gordura, bem como fibras, vitaminas e minerais.

Fonte: Paula Castilho- Nutricionista – Sabor Integral Consultoria em Nutrição

Especialista ensina como digerir completamente a refeição

As dicas básicas são sempre “mastigue devagar” e nunca “deite-se antes de completar a digestão”, mas para que o foco digestivo funcione normalmente, é preciso também repensar em hábitos que vão muito além disso, como, por exemplo, o que o corpo está ingerindo.

Uma das principais consultoras em spas do mundo, certificada pelo The Chopra Center e idealizadora do tratamento Detox Power, Renata de Abreu ensina que, de acordo com os ensinamentos da Medicina Ayurveda, a qualidade e o tipo de alimento e o ambiente em que comemos influenciam na capacidade de digestão do organismo.

Confira abaixo algumas sugestões da especialista para manter um hábito saudável de vida e melhoras no dia a dia.

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=Todos os alimentos devem ser preparados na hora, nutritivos e apetitosos;
=Alimentos enlatados e sobras devem ser minimizados;
=Coma alimentos leves e fáceis de digerir, como arroz, sopas e lentilhas;

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=Dê preferência a vegetais recém-cozidos no vapor ou levemente sauté;
=Evite alimentos fritos;
=Evite alimentos e bebidas gelados;
=Reduza ou elimine a ingestão de produtos lácteos;
=Evite alimentos e bebidas fermentados. Isso inclui vinagre, condimentos em conserva e queijo;
=Evite álcool, maconha e outros produtos químicos recreativos;
=Reduza ao máximo possível o uso de óleos na comida;

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=Coma grãos mais leves como cevada ou arroz basmati;
=Minimize os açúcares refinados. Pequenas quantidades de mel podem ser usadas, mas não cozinhe ela;
=A maioria das nozes, que são oleosas, pesadas e salgadas devem ser evitadas. No entanto, girassol sem sal, sementes de abóbora, linho ou gergelim podem ser ingeridas tranquilamente;

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=Favoreça a ingestão de carne branca de peru ou frango, caso não consiga eliminar totalmente produtos de origem animal. Evite carnes vermelhas, principalmente carne de porco e bovina;
=Beba água quente com gengibre fresco fatiado com frequência, ao longo do dia;

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 Foto: Visual Hunt/CC

=Não coma até estar definitivamente com fome, não coma demais, e não coma até que a refeição anterior tenha sido totalmente digerida (de três a seis horas).

Detox Power

A técnica do Detox Power, criada por Renata de Abreu, reúne quatro (04) terapias Ayurvedas muito poderosas para promover a desintoxicação com foco na digestão e na correta eliminação, promovendo a desinflamação dos tecidos que ocorre pela permanência de toxinas no corpo. Renata de Abreu, por sua vez, é empresária e instrutora certificada pelo The Chopra Center, escola do renomado médico e escritor indiano, radicado nos Estados Unidos, Deepak Chopra.

Outubro Rosa: confira 15 alimentos que previnem o câncer de mama

De acordo com a nutricionista funcional e oncológica Michelle Mendes, da Aliança Instituto de Oncologia, um dos fatores de risco para a doença é a má alimentação

Movimento realizado mundialmente, o Outubro Rosa visa conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, tipo mais comum entre as mulheres, no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), o câncer de mama responde por quase 30% dos diagnósticos registrados anualmente. O Inca estimou 59.700 novos casos só para este ano.

outubro rosa mulheres laço

O câncer pode ser causado por diversos fatores, seja genético, endócrino ou até comportamental, como explica a nutricionista funcional e oncológica Michelle Mendes, da Aliança Instituto de Oncologia. Ela aponta que um dos agravantes da doença é a má alimentação, que ocasiona muitas vezes, o sobrepeso e a obesidade.

De acordo com a especialista além de contribuir para a manutenção do peso e a prevenção da doença, alimentos naturais como frutas e verduras possuem fibras, vitaminas, minerais e diversos fitoquímicos que podem atuar no combate aos radicais livres, protegendo o DNA. “É importante fazer a ingestão destes alimentos diariamente”, ressalta.

Já o consumo regular de alimentos gordurosos, salgados e enlatados pode favorecer o aparecimento da doença. Michelle aconselha evitar frituras, carnes com gordura aparente e embutidos, como linguiças, salsichas, salames, presuntos, entre outros.

A nutricionista separou algumas dicas de alimentos que ajudam na prevenção do câncer de mama. Confira:

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Foto: Max Straeten

=Frutas vermelhas – como framboesa e amora, contêm antocianinas que retardam o crescimento de células pré-malignas.

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Foto: Café Fernando

=Romã – contêm ácido elágico, um antioxidante que ajuda a inibir a enzima aromatase, responsável pela produção de estrogênio e fundamental para o surgimento de células cancerígenas.

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=Melancia, Morango e Tomate – são frutas ricas em licopeno que protege as células do nosso organismo contra os radicais livres, além de ser também responsável por estimular o sistema imunológico.

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Uvas Pinot Noir – Pixabay

=Uva – rica em flavonoides que podem retardar o crescimento de células malignas no organismo.

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Foto: Scarletina/Morguefile

=Cenoura – rica em carotenoides, que atuam no combate aos radicais livres. Acerola, abóbora e manga são outras boas fontes desse nutriente.

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=Brócolis – contém sulforafano, molécula capaz de aumentar o número de enzimas protetoras presentes no tecido mamário.

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Imagem: CandleScience

=Soja – rica em fitoestrógenos que atuam como protetores contra o câncer de mama.

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Foto: CreativeCommons

=Ervas e especiarias – como pimenta preta, curry, salsa, manjericão, orégano e açafrão são ricos em antioxidantes que possuem ação anti-inflamatória auxiliando na prevenção do câncer de mama.

chá verde
=Chá-verde – contém antioxidantes chamados catequinas, que podem ajudar a prevenir o câncer.

linhaça
=Linhaça –  fonte de lignana, um fitoestrógeno de ação relacionada à prevenção de câncer de mama.

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=Cogumelos – contém antioxidantes que auxiliam na prevenção da doença.

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=Gorduras boas – azeite de oliva, abacate e castanhas são gorduras boas com propriedades anticancerígenas.

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Foto: Morguefile/Szafirek

=Substitua –  a farinha branca, o arroz branco e o açúcar são gatilhos para mudanças hormonais que podem provocar o crescimento de células cancerígenas. Sempre que possível troque esses alimentos por suas versões integrais.

 

Dia do Vegetarianismo: como funciona a transição até se tornar vegetariano

Nesta segunda-feira (1°) é comemorado o Dia do Vegetarianismo. São mais de de 30 milhões de adeptos dessa alimentação no Brasil, de acordo com a pesquisa do Ibope – o que equivale a duas vezes o número de habitantes da cidade de São Paulo. E esse número não para de crescer. A quantidade de vegetarianos no Brasil quase dobrou nos últimos seis anos.

Apesar de parecer complicada, a transição para a nutrição sem carne não é tão dolorosa quanto parece ser. A introdução de certos alimentos e o acompanhamento profissional são um dos passos primordiais.

Ao ter que se adaptar a essa nova forma de alimentação, a transição deve ser lenta, já que o corpo e organismo são os primeiros a notar as mudanças na rotina. A nutricionista que atende pelo GetNinjas, Clara Gameiro, explica que deve ser cautelosa e programada, já que, muitas vezes, o consumo de alimentos deve ser acompanhado de vitaminas.

nutritionista e paciente

“Cada pessoa que escolher se tornar vegetariana adotará, junto ao nutricionista, a melhor forma de fazer essa transição de acordo com as limitações do paciente. Não existe um protocolo padronizado , mas, sim, o desejo, a motivação e a ideologia para essa decisão”, explica.

Para os iniciantes, é importante saber que uma alimentação equilibrada contém quantidades adequadas de macro e micronutrientes. Quando se retira essas fontes nutritivas específicas, é ideal fazer uma adequação com outras substâncias. As carnes são ricas em proteínas e, por isso, é necessária a ingestão de vegetais ricos em proteína para criar uma compensação desse macronutriente.

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“Cereais e leguminosas são boas opções de fontes de proteína e são imprescindíveis na dieta vegetariana. Assim como os legumes, frutas e verduras que contêm quantidades menores de proteínas, mas são ricos em vitaminas e minerais. Cada alimento possui uma particularidade e, por isso, é importante diversificar os alimentos na dieta”, completa Clara.

Fonte: GetNinjas

Dia Mundial do Coração: nutricionista dá dicas de alimentação

No mês de setembro é celebrado o Dia Mundial do Coração e um dos objetivos é alertar a população sobre as doenças que colocam em risco a saúde cardiovascular, além de orientar como preveni-las por meio de uma alimentação saudável e balanceada

Em todo o mundo, estima-se que as doenças cardíacas representam a primeira causa de morte. Uma verdadeira epidemia cardiovascular vem sendo gradativamente instalada nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Uma das melhores formas de evitar o aumento dessas doenças é por meio da prevenção, incluindo o hábito da alimentação saudável.

De acordo com a nutricionista do Clinic Check-up HCor, Maria Fernanda Vischi D´Ottavio, uma alimentação equilibrada e saudável pode ajudar na redução do colesterol e da hipertensão.

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Pixabay

“Não só o controle da ingestão de gorduras nocivas, como, por exemplo, das carnes gordurosas (costela, cupim, picanha, maminha e pernil), mas também o aumento do consumo de fibras solúveis encontradas no farelo de aveia, frutas, feijões, grão de bico, lentilha e ervilha colaboram para o controle do colesterol. Além das fibras aumentarem a saciedade, elas auxiliam na redução da ingestão calórica e, consequentemente, do peso corporal”, orienta.

Em relação à hipertensão, é importante controlar o excesso de sódio na dieta. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para evitar o aumento da pressão arterial.

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“Evite a adição de sal aos alimentos. Os temperos naturais como ervas aromáticas, alho e cebola são considerados ótimas opções. Cuidado com molhos e caldos prontos, bem como os produtos industrializados, enlatados, congelados e embutidos. O consumo do álcool também deve ser controlado, pois ele tem efeito sobre os triglicérides sanguíneos e sobre a pressão arterial, sendo prejudicial à saúde do coração”, esclarece a nutricionista.

Excesso de sal e os cuidados com o coração: o sal está presente entre os nutrientes que aumentam os fatores de risco como a hipertensão, quando consumido em quantidades excessivas. “Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carnes magras e derivados de leite desnatados são boas opções para manter o peso e controlar os fatores de risco”, alerta a nutricionista do HCor.

Sinal vermelho para a gordura saturada e a trans

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Getty Images

A gordura trans é prejudicial ao coração. Ela tem como característica aumentar o colesterol ruim e diminuir o colesterol bom no sangue. A principal fonte na dieta é a gordura vegetal hidrogenada. “Utilizada no preparo de sorvetes, chocolates, pães recheados, sobremesas cremosas, biscoitos recheados, alimentos com consistência crocante (nuggets, croissants, tortas), bolos industrializados, margarinas e alguns alimentos produzidos em redes de fast-foods, esses alimentos também são ricos em gorduras saturadas. O consumo em excesso está associado ao acúmulo de placas de gordura nas artérias, o que dificulta a passagem do sangue e aumenta, assim, os riscos de infartos e AVC”, explica.

Sinal verde para as “gorduras saudáveis”

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Existem alguns alimentos que possuem gorduras que exercem um papel contrário. Eles agem na redução dos níveis de colesterol e dos triglicérides. “Entre eles se destacam os ácidos graxos poli-insaturados (ômega-3), que são encontrados em óleo vegetais como soja, canola e linhaça e em peixes de águas frias como a sardinha. Neste grupo de gorduras saudáveis também temos os ácidos graxos poli-insaturados (ômega-6), que estão nos óleos vegetais de soja, milho e girassol, além do ômega 9 encontrados em castanhas, nozes, amêndoas e amendoim. Entretanto estes alimentos devem ser consumidos com moderação, devido ao alto valor calórico”, aconselha.

Fonte: HCor

Mini, nova linha de doces da Flormel inova com embalagem on the go

Flormel expande seu portfólio com o lançamento dos chocolates Minis. A nova linha de sobremesas chega ao mercado em duas versões: minibombom de coco e minibombom de amendoim, ambos cobertos com chocolate ao leite. Ambos são adoçados com taumatina 100% natural, possuem zero adição de açúcares e corantes artificiais e levam coco e amendoim de verdade.

Os doces da linha Mini celebram o sucesso da tradicional cocada e do pé de moleque, mas agora com uma proposta diferente. “É a primeira vez que trabalhamos com o produto no formato mini. A linha tem muito sabor e alto valor nutricional – é uma escolha mais saudável se comparada às opções tradicionais do mercado que possuem altíssima quantidade de açúcar”, sinaliza Alexandra Casoni, diretora geral da Flormel.

A linha Mini é ideal para quem busca praticidade e sabor e está cada vez mais interessado por produtos com melhor qualidade nutricional. “Os minibombons podem ir na mochila do cursinho, na bolsa para o escritório e na lancheira para as aulas”, complementa Alexandra. Com o lançamento, a Flormel dá mais um passo na tendência on the go apresentando embalagens que permitem o consumo da sobremesa a qualquer hora do dia.

Os produtos Flormel não têm restrições e podem ser consumidos por crianças, adultos, idosos, diabéticos, intolerantes à glúten e celíacos.

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Minibombom com amendoim: 36% amendoim, zero adição de açúcares, sem glúten, sem adoçantes artificiais e fonte de fibras.

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Minibombom com coco: 63% coco, zero adição de açúcares, sem glúten, sem adoçantes artificiais, fonte de fibras, coco in natura.

Preço: R$ 9,90 cada

Informações: Flormel

Margarina ou manteiga: saiba qual a opção mais saudável

Manteiga ou margarina? Com certeza a dúvida já passou pela sua cabeça, seja na hora de preparar uma receita, tomar café da manhã ou comprar os produtos no mercado. Apesar de serem igualmente saborosas, as duas possuem grandes diferenças no que diz respeito a sua origem e valores nutricionais.

Para ajudar a entender melhor, Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro), explicou cada uma delas. Confira:

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Foto: Doornekamph / Pixabay

– Margarina: “É um produto feito a partir do óleo vegetal, que passa por um processo chamado hidrogenação que o transforma de líquido em sólido por meio da adição de hidrogênio. Nesse processo, uma parte das gorduras insaturadas do óleo se transforma em gordura trans. Ou seja, a margarina é uma gordura criada artificialmente que conta com conservantes e componentes em sua composição que aumentam os riscos de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e as chances do desenvolvimento de diabetes tipo 2.”

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Pixabay

– Manteiga: “Já a manteiga é um produto de origem animal derivado do leite. É obtida por meio da nata do leite batida que se transforma em um creme de leite com soro e glóbulos de gordura. A parte líquida é então retirada e o que sobra, ou seja, a parte gordurosa, é a manteiga. Por ser composto exclusivamente da gordura retirada do leite, a manteiga é rica em gorduras saturadas e colesterol.”

Mas afinal, qual a melhor? De acordo com Renata, por serem compostas basicamente de gorduras, tanto a manteiga como a margarina são calóricas, então resta analisar quais os tipos de gorduras presentes em cada uma delas. “Primeiro é preciso entender que nem sempre gorduras são ruins para o corpo, já que nosso organismo precisa delas para absorver as vitaminas A, B e K, por exemplo”, destaca a médica.

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“Mas, as gorduras diferenciam-se entre si. Por ser de origem animal, a gordura saturada, presente na manteiga, é melhor reconhecida pelo nosso corpo e logo é digerida com mais facilidade. O que não quer dizer que seja 100% saudável, pois esse tipo de gordura aumenta tanto o colesterol ruim quanto o bom, além de existir o risco de se acumular nas paredes das artérias, favorecendo doenças cardíacas, como o infarto. Já a gordura trans, que compõe a margarina, é mais difícil de ser reconhecida e digerida pelo organismo por ser de origem vegetal e quimicamente alterada, o que aumenta as chances de ficar acumulada nos vasos sanguíneos e órgãos importantes”, completa.

Resumindo, a manteiga é a opção mais saudável por ser produzida de forma natural e ser melhor digerida pelo organismo. Apesar disso, ela deve ser consumida com moderação, de preferência seguindo a medida recomendada, que é de uma colher de chá por dia.

Fonte: Renata Domingues é médica especializada em Nutrologia, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro) e diretora responsável pela Clínica Adah. Pós-graduada em Nutrologia Médica e em Ciência da Fisiologia Humana e Longevidade Saudável, é membro da World Society of Interdisciplinary of Anti-Aging Medicine (WOSIAM).

Pitaya ajuda a emagrecer de forma saudável; veja receitas com a fruta

Se você está de dieta e procurando novos sabores para complementar sua alimentação, deveria dar uma chance para a pitaya. Apesar de estranha, ela, que também é conhecida como fruta-dragão, tem sabor adocicado e é uma grande aliada na perda de peso de forma saudável, pois também ajuda a controlar o colesterol e a glicemia.

“Devido a sua alta propriedade antioxidante, a pitaya ajuda a combater radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento precoce. Além disso, a fruta é ideal para ser consumida após o exercício físico, já que possui componentes que agem na modulação da dor”, afirma Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro).

Com polpa suculenta e sabor suave, a pitaya é uma ótima opção para ser consumida in natura, em sucos ou na forma de picolé. Para ajudar você a introduzir a fruta na sua alimentação, a especialista recomendou duas receitas práticas e saborosas. Confira:

Suco de pitaya

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Foto: JuiceBear

Ingredientes
– 300ml de água de coco
– 1 pitaya
– Folhas de hortelã a gosto

Modo de preparo
Bata tudo em um liquidificador e sirva em um copo com gelo. Caso prefira um suco mais grosso, congele a pitaya antes de bater. O ideal é que o suco seja tomado logo após o preparo para que não perca a Vitamina C.

Shake de pitaya

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Ingredientes
– 300ml de água de coco
– 1 pitaya
– 1 colher (sopa) de aveia
– 1 colher (sopa) de linhaça

Modo de preparo
Bata tudo em um liquidificar e sirva em um copo com gelo. A vantagem desta opção é que o ômega 3 da linhaça potencializa os benefícios da pitaya, além de ajudar na recuperação de possíveis lesões causadas pela atividade física.

*fotos meramente ilustrativas

Fonte: Renata Domingues é médica especializada em Nutrologia, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro) e diretora responsável pela Clínica Adah. Pós-graduada em Nutrologia Médica e em Ciência da Fisiologia Humana e Longevidade Saudável, a nutróloga é membro da World Society of Interdisciplinary of Anti-Aging Medicine.