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Saiba como as frutas auxiliam na saúde dos cães

Provavelmente os tutores já pensaram em dar frutas como petisco para os cães, mas é importante lembrar que não são todas as frutas que fazem bem para seu amigo, apenas algumas possuem propriedades benéficas para a dieta dos cães.

O médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, explica que em hipótese alguma a alimentação do cachorro pode se basear apenas em frutas, pois ele precisa de uma nutrição balanceada com proteínas de qualidade e fibras em níveis ajustados.

“Para atender o paladar dos cães que gostam de frutas, existem rações no mercado pet como a Naturalis, que além de possuir formulação 100% natural, também conta com sabores, vitaminas, sais minerais e os nutrientes da maçã e do mamão, que são poderosos aliados para manter o cão sempre bem-alimentado e saudável”, indica.

A ração com frutas também pode ser uma ótima opção para cães que não sentem atração pela ração comum, pois a ração com frutas possui um odor diferenciado e mais atrativo para o olfato canino. “Além das frutas, Naturalis possui em sua composição verduras, carne, ingredientes integrais, e é livre de conservantes artificiais e corantes para o cão crescer com vitalidade e energia, resultando saúde e a longevidade do animal”, complementa Machado.

O médico veterinário da Naturalis apontou os benefícios da maçã e do mamão para os cães, confira:

cachorro comendo maça

Maçã para cachorro – contém vitaminas B, C e E, rica em probióticos e é uma ótima fonte de fibras para favorecer a função intestinal, possui baixo valor calórico e contribui para manter a imunidade alta e regula a glicemia dos pets.

Mamão para cachorro – assim como a maçã, é fonte de fibras e possui um sabor que agrada muito os cães. Ajuda a melhorar a digestão e possui vitaminas A e C, cálcio e potássio.

Fonte: Naturalis

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Proteste alerta para alimentos falsamente saudáveis

Associação afirma que embora certos alimentos pareçam ser saudáveis, nem todos fazem bem à saúde

Anunciados como alimentos que ajudam na redução do peso, produtos industrializados, como barrinhas de cereal, peito de peru, suco de caixinha e biscoito água e sal, podem conter açúcar, sódio e gordura em excesso. Optar por esses alimentos ditos “milagrosos”, mesmo nas suas versões diet e light, pode ser um erro para o consumidor que quer emagrecer ou busca melhorar a sua alimentação.

Embora sejam práticos e aparentem ser “saudáveis”, não são todos que fazem bem à saúde. Adotar uma dieta balanceada é a melhor forma para quem quer eliminar o excesso de peso. De acordo com o Guia Alimentar da População Brasileira, a melhor opção é preferir os alimentos in natura ou minimamente processados.

Por isso, a Proteste, Associação de Consumidores, alerta os consumidores para limitar o consumo de produtos ultraprocessados apenas para situações de emergência. E, nessas situações, na hora de comprá-los, é preciso prestar atenção aos rótulos. Fique atento! A lista de ingredientes está em ordem decrescente, ou seja, o primeiro item está presente em maior quantidade.

Conheça, a seguir, os alimentos considerados “falsos saudáveis”:

Barrinha de cereal

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Fáceis de carregar, muita gente acha que elas são ricas em fibras (responsáveis pelo bom funcionamento do intestino e pela saciedade), mas, na verdade, algumas trazem teores abaixo do esperado, além de serem ricas em sódio e açúcar. Em teste realizado pela Associação de Defesa do Consumidor, com barras de cereal, foram identificados conservantes que podem aumentar a quantidade de lipídios e gorduras no sangue, dificultando a absorção das vitaminas A e D pelo organismo, o que pode causar urticária e dermatite.

Sopas Instantâneas

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Embora práticas, elas são pouco nutritivas e, em geral, ricas em sódio e aditivos químicos. O excesso de sódio atua como fator de risco para o desenvolvimento ou agravamento da hipertensão arterial.

Suco de caixinha

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Foto: Dvir/Morguefile

A maioria desses produtos possui quase a mesma quantidade de açúcar dos refrigerantes. Também chamados de néctares de frutas, eles também contêm bem menos frutas do que o esperado para um suco.

Peito de peru

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Foto: John Henrys

Apesar de ser associado à alimentação saudável, o peito de peru é um embutido e, é rico em sódio e outros aditivos, como: corantes e conservantes. Uma porção de 40 g (duas fatias, em média) pode apresentar até 500 mg de sódio, o que representa 1/4 do valor diário recomendado. Além disso, o produto pode conter, de acordo com estudo realizado anteriormente pela Proteste, substâncias químicas, como nitritos e nitratos (relacionadas ao aumento do risco de câncer).

Gelatina

gelatina

É um alimento ultraprocessado e contém açúcares, conservantes, aromatizantes e corantes. Por isso, o consumo de gelatina, sobretudo entre as crianças, pode levar ao desenvolvimento de alergias, hiperatividade, déficit de atenção, asma, problemas gástricos, diversos tipos de câncer (como o de bexiga), entre outras.

Cereais matinais

muesli cereal matinal alexas fotos pixabay

Mesmo sendo uma boa fonte de energia, a maioria traz alto teor de açúcar e de sódio. Por isso, o consumo de cereais nessas versões não é recomendado para crianças e deve ser evitado pelos adultos.

Biscoitos água e sal

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Eles, em geral, combinam trigo branco, gordura hidrogenada, açúcar, sal e aditivos químicos. Usados para substituir o pão nas dietas, os biscoitos água e sal precisam ser consumidos com moderação. Há até marcas que devem ser evitadas, porque ainda trazem gordura trans (que não tem o consumo recomendado pela Organização Mundial da Saúde).

Bisnaguinhas

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Presença unânime nas lancheiras infantis, elas trazem nos ingredientes farinha branca, gordura hidrogenada (relacionada com aumento de colesterol e obesidade), açúcar, sal e aditivos e, em alguns casos, até gorduras trans. Também é um alimento pobre em fibras.

Fonte: Proteste

Mindful Eating: alimentação consciente

Técnica, que alia meditação à boa alimentação e emagrecimento, propõe autoconhecimento e vivência do presente no ato da nutrição, experimentando sabores, texturas e aromas

A alimentação é um ato instintivo e caracterizado, sob o ponto de vista biológico, como a simples ingestão de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. Entretanto, a relação humana com a comida ultrapassa a mera satisfação de uma necessidade. “Comer virou sinônimo de deleite e emoção: traz conforto, bem-estar e, muitas vezes, até culpa”, articula o médico e nutrólogo Lucas Penchel.

Estabelecer uma relação saudável com a comida é a proposta do Mindful Eating que, em tradução livre, significa alimentação consciente. A prática – que não é uma dieta – está presente em todos os programas das técnicas meditativas orientais como o mindfulness. Este se caracteriza por estado mental de atenção plena, onde se controla a capacidade de concentração em atividades, experiências e sensações do presente.

De acordo com médico, o ato de se alimentar conscientemente é um processo educativo que, além de poder ajudar a sanar desordens alimentares como a compulsão, induz o indivíduo a fazer escolhas saudáveis que sejam prazerosas e satisfaçam suas necessidades físicas e psicológicas. Ele dá algumas dicas de Mindful Eating para quem deseja despertar o alimentar consciente:

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. Esteja no presente: primeira fase do processo – com ou sem comida –, consiste em perceber pensamentos, sensações e sentimentos. A respiração funciona como âncora para vivenciar o agora;

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. Entre em sintonia com seu corpo: o corpo fala por sinais. Observá-los ajuda a diferenciar a fome fisiológica da emocional. A barriga ronca ou você está ansioso? Sintonize-se com você mesmo;

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Pixabay

. Saboreie: perceba o aroma e a textura. Ouça os sons e diferencie sabores. A consciência do que estamos comendo consente percepções mais aguçadas que relacionam enorme prazer ao ato;

Pesquisa AccorHotels - alimentação saudável

. Viva o momento: quando for se alimentar, esteja completamente presente somente nisto. Desligue-se das distrações – celular, TV, jornal, computador, entre outros – e evite multitarefas. Isto ajuda a prestar atenção na comida;

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. Se aceite sem julgamentos: dialogue consigo mesmo com compaixão, gentileza e ternura. Críticas ficam registradas em forma de energia negativa no corpo. Evite regras severas e dieta milagrosas. Ouça o seu corpo. O processo é gradual. Fique atento ao dia a dia e aprenderá cada vez mais os sinais que ele dá;

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. Abra o coração e conduza as transformações: quando for abordado por pensamentos incômodos, não brigue com eles. Direcione-os, gentilmente, para a prática e o intuito de mudar sua relação com mente, corpo e alimentos.

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Fonte: Lucas Penchel é médico generalista (Unifenas – BH). Membro do International Colleges for the Advancement of Nutrology. Membro da American Society for Nutrition. Membro da Sociedade Brasileira de Fisiologia. Membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte. Membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia. Membro da Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento. Membro da Associação Brasileira do Estudo sobre Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

Geleias de frutas oferecem vários benefícios

Do café da manhã ao lanche da tarde, geleias da Troppo! Artesanal são sempre bem-vindas. Mesmo porque são feitas sem conservantes e corantes, e ainda com frutas de cada estação. São ótimas sugestões para quem quer uma opção doce mais saudável e está procurando variadas combinações.

Uma das geleias queridinhas para acompanhar o bolo é a de laranja com gengibre. Os benefícios feitos por essa combinação são incríveis, como combate a depressão, atua como calmante natural, ajuda o estômago a processar melhor os nutrientes, o gengibre é antioxidante e ainda ajuda no emagrecimento. Então, nada melhor do que um acompanhamento assim para um lanche da tarde.

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Já as propriedades da jabuticaba ajudam na elasticidade da pele e combate às rugas. Por isso a geleia de jabuticaba com manjericão é uma alternativa para quem está à procura de algo mais benéfico. Além do mais, o manjericão melhora o sistema imunológico, a pele também, a visão e ainda alivia o estresse.

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Agora, imagina um bolo com duas frutas, uma que ajuda no controle da pressão alta e a outra que é um ótimo calmante natural. Assim, a geleia de manga com maracujá, não só vai bem com o bolo, como também com queijo, torradas e até peixes.

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E, também para ajudar a baixar a pressão, temos a banana, que é rica em potássio e perfeita para isso. Ela também ajuda a normalizar tudo no intestino. Que tal uma geleia de banana com rum, então?

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Tudo junto e misturado. A geleia tropical traz frutas como manga, goiaba vermelha, papaia e maracujá. Dúvidas que ela é rica em vitaminas?

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Não só harmonizadas com bolo, essas geleias podem ser servidas com iogurtes, pães, queijos e torradas. É para engrandecer o café da manhã ou o lanche da tarde, e ter o sabor da fruta de verdade.

Informações: Troppo! Artesanal

 

 

Alimentação pode acelerar ou retardar o processo de envelhecimento da pele

Não é só a ingestão de gorduras, açúcares e muito sódio que está no centro da questão. Dietas restritivas, veganas e vegetarianas também podem acelerar o processo de envelhecimento da pele, como mostra Congresso Americano de Dermatologia

Provavelmente, a expressão “você é o que você come” já passou pelos seus ouvidos alguma vez na vida. Geralmente designada para repreender quem só ingere comidas altamente gordurosas ou ricas em açúcar – e que aceleram o envelhecimento da pele, essa frase deve ser vista com uma nova amplitude. Pelo menos é o que mostra o Congresso Americano de Dermatologia, realizado em fevereiro nos Estados Unidos.

“Dietas restritivas e desbalanceadas, com baixas ingestões de proteínas, vitaminas e carboidratos podem afetar negativamente a pele, na medida em que não fornece nutrientes essenciais. Por outro lado, o excesso de proteína, por exemplo é capaz de conduzir a um envelhecimento ainda mais agressivo”, conta a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Ela explica abaixo a importância dos macro e micronutrientes para a pele e fala sobre as dietas:

Proteínas

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Biologicamente, são polímeros compostos de aminoácidos. “Eles são construtores e reparadores, então ajudam no equilíbrio da pele com relação a conferir hidratação, luminosidade e renovação celular. Sem proteínas, não conseguimos fazer síntese de colágeno e elastina, o que é vital para ter uma pele firme e combater a flacidez. Além de proteínas, ingira também Vitamina C, pois ela é essencial também para a síntese de colágeno”, afirma a médica.

Mas atenção às doses: no geral, é indicado o consumo de 20 a 30g por refeição (café da manhã, almoço e janta). “Por outro lado, o consumo excessivo de proteína pode levar a um envelhecimento mais agressivo por meio da estimulação da via mTor, que está envolvida na regulação de diversas funções celulares, mas quando altamente estimulada pode destruir as vias de reparo necessárias para a longevidade saudável”, argumenta a médica.

Além disso, o consumo abundante de proteínas sinaliza às células uma necessidade de reproduzir, diferenciar e crescer por meio de reguladores como insulina, leptina e IGF. “As células são tipicamente configuradas para crescer ou reparar danos. Com a via mTor estimulada, há um aumento nos ciclos de crescimento celular e uma inibição dos processos de reparação necessários para a longevidade saudável”, explica.

Carboidratos (açúcar)

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Foto: Pixabay

Apesar de importante para conferir energia ao corpo, o carboidrato em excesso pode interagir com as proteínas e gorduras para causar os AGEs (Agentes avançados de glicação) que alteram as estruturas e funções do colágeno e elastina, causando desordens na pele, com aparecimento de rugas, flacidez e manchas. “A glicose em excesso pode causar desregulação dos genes pró-longevidade e aumentar a concentração de methylglyoxal, um tipo de AGE”, afirma a médica.

Gorduras

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O tipo de gordura é o mais importante para colher benefícios ou problemas. Elas são divididas basicamente em saturadas (encontrada principalmente em carnes vermelhas, elas aumentam o colesterol ruim) e insaturadas (de origem vegetal e peixes, diminui o colesterol ruim). “Enquanto níveis elevados de gorduras saturadas podem inibir a atividade da SIRT1 (proteína que estimula à longevidade celular) levando a uma vida útil celular reduzida, altas doses de gordura poli-insaturada podem: ativar mecanismos de reparação em células, conduzindo à longevidade; e diminuir a proporção de mau colesterol em comparação ao bom”, afirma a médica.

“E tudo isso reflete na pele, que sofre menos com os radicais livres, principalmente quando a boa gordura é usada como fonte de energia, pois ela causa menos estresse oxidativo ao corpo do que consumir carboidrato”, explica. “No caso da pele seca, a ingestão de alimentos ricos em ômegas como castanhas, abacates e azeite de oliva ajuda a formar a boa membra hidrolipídica , que vai ajudar na proteção e fortalecimento dessa pele contra os agressores ambientais, ao mesmo tempo em que também confere luminosidade”, completa a médica.

Vitaminas

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Micronutrientes essenciais que o organismo não consegue produzir sozinho em quantidades suficientes, as vitaminas podem ser solúveis em água ou em óleo (gordura). “Uma das mais importantes é a nicotinamida, que pode melhorar a hidratação da pele, diminuir a hiperpigmentação e ajudar no controle da acne por seu papel anti-inflamatório”, afirma a médica. Carnes magras, leveduras, leites, ovos e legumes fornecem essa vitamina, que tem importante papel no metabolismo energético e na reparação do DNA. “A Vitamina C é uma referência em antioxidantes e também deve ser consumida, e a Vitamina A é importante para a renovação celular, sendo indicada para rejuvenescimento e acne”, explica.

Minerais

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Um dos mais importantes minerais para a pele é o selênio, segundo Thais. “Ele é necessário para a produção de glutationa, que ajuda a proteger contra os radicais livres, melhora a elasticidade da pele, fortalece cabelos e unhas e colabora contra infecções”, diz a médica. A castanha e a noz são grandes fontes de selênio.

Água

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Fundamental para o transporte de nutrientes e a hidratação do organismo como um todo, a ingestão ideal de água por dia melhora a circulação com melhora expressiva na pele. “Beber bastante líquido como água e água de coco ajuda a eliminar as toxinas, diminuindo o edema e reavivando a pele”, conta.

Antioxidantes

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Micronutriente que neutraliza os radicais livres (que causam estresse oxidativo, dano celular e processos de inflamação crônica), os antioxidantes são a chave biológica para o metabolismo mitocondrial e o bom funcionamento celular. “Quando em deficiência, o organismo fica susceptível a doenças de pele e envelhecimento precoce. A ingestão de antioxidantes é uma forma inteligente de fortalecer a pele e todos os órgãos do corpo no combate aos agressores que reduzem a longevidade celular”, diz. A suplementação com Polypodium leucotomos, que contém uma série de polifenois antioxidantes, é uma das mais importantes, segundo estudos, pois a substância pode reduzir os danos solares, prevenindo o fotoenvelhecimento e diminuindo o risco de câncer de pele

Sobre dietas

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Várias dietas foram analisadas durante o Congresso Americano, de forma que a dieta mediterrânea, focada em peixes, vegetais e mix de nozes, oferece uma série de benefícios para a saúde como um todo, muito em virtude das boas gorduras, das proteínas e demais nutrientes.

“Com relação às dietas vegetariana e vegana, elas precisam ser bem planejadas para fornecer os nutrientes essenciais e, principalmente, aminoácidos. Os mais comuns perdidos em dietas desse tipo são: lisina, metionina, triptofano e fenilalanina. Por isso, é necessário ficar de olho em como ingerir essas substâncias”, explica a médica.

“A lisina está disponível em lentilhas, germe do trigo e pistache; a metionina pode ser encontrada no abacate, nas nozes e aveia; o triptofano está no espinafra, aspargos e amêndoas; e a fenilalanina está presente em grãos integrais, grão de bico, amendoins e nozes”, finaliza.

Fonte: Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia

 

Saiba quais são os sucos que ajudam a prevenir doenças no outono & inverno

O consumo de sucos naturais durante o outono & inverno também é muito importante para manter o corpo hidratado. Mesmo que nesse período seja comum sentir menos sede, a nutricionista da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Sizele Rodrigues, que atua no Centro de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cesans), explica que a boa hidratação é fundamental para evitar doenças típicas da estação, como as gripes.

As frutas utilizadas no preparo da bebida são ingredientes capazes de promover bem estar em todas as fases da vida, bem como prevenir problemas na saúde. “Outro elemento importantíssimo é a água, que atua em todos os processos metabólicos do organismo, controlando a temperatura corporal, estimulando o trânsito intestinal e auxiliando na eliminação de toxinas por meio da urina e transpiração”, explicou a nutricionista.

Conheça algumas frutas que podem ser encontradas nesta época e que, se incluidas no cardápio, podem trazer benefícios à saúde. Lembrando que, as frutas na sua fase de colheita tem maior valor nutricional e preço mais acessível.

Banana

banana

· Rica em vitamina A e C

· Favorece a renovação celular

· Auxilia na formação e manutenção de ossos e dentes

· Contribui para a contração dos músculos

Morango, maçã, caqui, melancia, tomate, goiaba vermelha e framboesa

morangos no pote

· Contêm antioxidantes que previnem a degeneração de células

· Auxiliam na circulação sanguínea

Laranja, acerola, mamão e manga

manga

· São cardioprotetores

· Beneficiam os cabelos, unhas e olhos

· Fortalecem o sistema imunológico

Uva e ameixa

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· Contêm antioxidantes com atividade anti-inflamatória

· Fortalecem o sistema imunológico

Você pode baixar gratuitamente o Manual de Sucos da Secretaria (clicando aqui) e confira receitas saborosas e nutritivas.

Por Larissa Vidal – Assessoria de Comunicação Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

 

Consumidores comprariam mais produtos zero lactose se houvesse mais oferta

Pesquisa, desenvolvida pela Novozymes em parceria com a MindMiners, retrata os desejos dos consumidores por novos produtos

Atualmente, cerca de 70% da população mundial possui algum grau de intolerância à lactose. Esse crescimento movimentou diversos mercados a se adaptarem para atender esse público, com isso, os produtos lácteos com lactose reduzida estão em expansão. Líder no mercado de enzimas, a Novozymes no Brasil apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o mercado de produtos zero lactose “Um relato da percepção do consumidor”.

Em 2016, aproximadamente, 2.700 mil toneladas de produtos com lactose reduzida foram vendidas em todo o mundo segundo dados da Euromonitor. A América Latina (AL), por exemplo, foi responsável por uma quantidade expressiva, algo em torno de 29% deste total. Esse mercado também representou, naquele ano, 6,1 bilhões de dólares em vendas. De 2012 a 2016, 12% dos produtos lácteos vendidos da AL resultaram em 12% do volume, em toneladas, produzidos, refletindo em 11% do faturamento das empresas do setor.

No contexto global, a Finlândia lidera o consumo per capita, com 107,5, seguida pela Suécia (16,8), Noruega (15,9), Itália (9,6), Espanha (8,3), Austrália (5,4), Alemanha (4,9), Colômbia (4,8), Áustria (3,8) e México (3,6). O Brasil aparece em 26º lugar, com 0,40 USD per capita.

No Brasil, uma grande quantidade de lançamentos de produtos 0% lactose é oferecida pelo mercado. O ano de 2016 é o que mais se destacou em lançamentos de produtos, encabeçando a lista estão os queijos, representando aumento de 115% das novidades do mercado, os iogurtes (91%), leites (72%), e outros produtos, como creme, sorvete, alimentos infantis, bebidas energéticas, bebidas lácteas, achocolatado, manteiga, doce de leite (53%) etc.

A pesquisa

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Em parceria com a empresa MindMiners, a Novozymes entrevistou 500 pessoas no período de 13 a 15/12/2017, com 20 perguntas, por meio de um aplicativo, com 58,4% de participação feminina e 41,6% masculina. Aproximadamente 30% dos participantes representam a classe B2, 23% na C1, 18% na B1, 15% na A e 14% na C2. Cinquenta e sete por cento deles possuem ensino superior, 40% ensino médio e 3% o ensino fundamental, com idades entre 18 e 41 anos.

Dos participantes, 61% afirmam consumir produtos 0% lactose, pois buscam por produtos mais saudáveis. Já outros 55% deles consideram que os produtos auxiliam na redução do desconforto gástrico e outros 52% consideram a menor formação de gases intestinais como um fator decisivo para a opção de produtos zero lactose.

Como fator para não consumir produtos tradicionais com lactose, 27% deles a consideram prejudicial à saúde e outros 37% têm alguém na família que é intolerante. Dos 500 participantes, 42% é intolerante à lactose e 27% deles acreditam na melhor qualidade dos produtos sem lactose.

Já os meios de informação sobre intolerância à lactose, o Google está com 59,6% entre os participantes, os médicos representam 58,8%, revistas de saúde e nutrição (35,4%), amigos (27,8%), Facebook/Instagram (18,4%). Entre as palavras mais pesquisadas por eles estão “produtos, alimentos, sintomas, lactose, saúde, causas, efeitos, leite, intolerância e medicamentos”.

Entre os produtos lácteos mais consumidos no país estão o iogurte, com 72,2%, leite longa vida (68%), sorvete (66,4%), manteiga (66,4%), leite condensado (61%), creme de leite (60,4%), leite em pó (56,2%), queijo mozarela e prato (52,8%), bebidas lácteas como achocolatados (45,8%), queijo minas (42,4%), outros queijos (37,4%), sobremesas lácteas (26,4%), leite pasteurizado (16,2%).

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Relacionado também ao consumo, 37% dos participantes disseram estar dispostos a pagar mais por produtos 0% lactose em relação aos produtos lácteos em geral, indo de 10% a 40% a mais, representando 16% dos entrevistados.

Depois do primeiro consumo, a experiência positiva com os produtos 0% lactose geraram um grau de satisfação de 34% entre os entrevistados que, nessa média, afirmam que aumentaram o consumo para 50%.

Sobre a facilidade de encontrar produtos 0% lactose nos supermercados, leite em pó (37,6%), queijo minas (24,8%) e queijo mozarela e prato (27%) sempre encontram. Mas os iogurtes zero lactose são os mais encontrados e consumidores (50%). 21,4% dos participantes consumiriam sorvetes 0% lactose se encontrassem com mais facilidade. O mesmo vale para as sobremesas lácteas como petit suisse.

Oportunidades para novos produtos 0% lactose

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Os participantes questionados reforçaram que aumentariam seus consumos se houver uma maior variedade de produtos disponíveis de alguns lácteos, como iogurte (67,4%), sorvete (60%), leite condensado e manteiga (61,8%).

Aproximadamente 75,4% dos entrevistados afirmam serem influenciados com frequência – ou sempre – pela confiança que têm na marca. Outros 72,2% se preocupam com a garantia de que o produto é realmente 0% lactose e 72% também disseram atentar-se ao sabor do leite.

Outras questões, como versões desnatado ou semidesnatado não são a prioridade desse público e apenas 27,6% presta atenção na disponibilidade da versão pasteurizada do leite.

O preço é o que mais influencia na hora da escolha da marca do leite 0% lactose consumido (44,4%). E entre as características que mais desagradam os consumidores participantes estão o sabor diferente do leite padrão (47,6%), cor ligeiramente escura (38,0%), sabor adocicado (29,2%).

Entre os desejos dos consumidores estão produtos com redução de açúcares (65,6%), fortificado em cálcio (57,0%), sem aditivos (53,8%), fortificados com vitaminas e minerais (51,2%), com ômega 3 (50,4%), com fibras (48,0%), com alto conteúdo de proteína (47,8%), fórmula especial para mulheres (29,6%), fórmula especial para homens (20,8%), fórmula especial para adolescentes (19,4%).

Fonte: Novozymes

 

Aprenda como controlar a fome entre as principais refeições

Os beliscos diários fazem parte dos hábitos alimentares de muitas pessoas, mas é preciso tomar cuidado com esse costume que pode contribuir para o ganho de peso por representar calorias a mais no fim do dia. Uma boa estratégia para evitar as guloseimas é combinar alimentos fontes de carboidrato e proteínas, que ajudam a manter a energia de maneira prolongada e aumentar a sensação de saciedade.

Assim, é possível manter esses lanches menores sem precisar se preocupar com a balança no fim do mês. A nutricionista Beatriz Botequio, da Equilibrium Consultoria e consultora do Sabe Portal recomenda algumas mudanças de hábito que contribuem para para diminuir a vontade de comer petiscos:

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Pixabay

1. Mastigue bem: reserve pelo menos 20 minutos para o café da manhã, almoço e jantar – e mastigue bem os alimentos. Esse tempo é o suficiente para o cérebro receber a mensagem que o corpo já está satisfeito;

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2. Distribua as calorias: caso a sua fome seja maior em determinado período do dia, programe-se nesse momento para consumir mais calorias. Por exemplo, se você sente mais fome no meio do dia, concentre uma porcentagem maior de calorias no almoço;

café da manhã

3. Não pule o café da manhã: capriche nesta hora, pois irá te ajudar a não exagerar nas próximas refeições.

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4. O essencial é manter sua alimentação equilibrada consumindo todos os grupos alimentares, reservar tempo suficiente para as refeições e planejá-las. A organização e disciplina serão os aliados na hora de perder aqueles quilinhos indesejáveis.

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5. Opções de lanches intermediários que podem ajudar a controlar a fome entre as refeições principais:

Pão integral  

queijo cottage e tomate;

 

Biscoito integral patê de hommus;
Granola com cereais frutas e iogurte;
Pão de forma queijo branco
Frutas oleaginosas (castanhas, amêndoa, nozes).

 

Dia Nacional da Nutrição: que tal repensar o hábito de tomar refrigerante?

31 de março comemora-se o Dia Nacional da Nutrição*

Você sabia que quando você consome uma lata de refrigerante, precisa fazer 50 minutos de atividade física para gastar as calorias ingeridas? Se você parou para ler esse texto é porque provavelmente o refrigerante, ou sucos adoçados artificialmente fazem parte da sua vida. De acordo com o Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, divulgado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o refrigerante ocupa o sexto lugar na lista dos 20 alimentos mais consumidos por adolescentes brasileiros.

Você já parou para pensar o quão mal isso pode fazer para a saúde? O refrigerante é considerado o pior líquido do mundo para consumo. Profissionais de saúde afirmam que ao beber um copo de 200 ml precisa é preciso beber 32 copos de água para reequilibrar o pH do corpo. Uma lata de refrigerante contém 320 ml e cerca de oito colheres de chá de açúcar. Isto equivale a 11 vezes mais do que se deve consumir diariamente.

Os refrigerantes à base de cola possuem em sua composição uma substância chamada ácido fosfórico, que é utilizada para dar sabor e aumentar a vida útil da bebida, mas também pode causar envelhecimento precoce, além de reagir com o cálcio dos ossos e dentes, causando problemas derivados da deficiência deste mineral. Ele também possui outra substância, conhecida como caramelo IV, que é comprovadamente cancerígena.

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Foto: Mitaukano/Pixabay

Além de conter esses e outros ingredientes e substâncias tóxicas, há evidências de que pode colaborar para causar diabetes, doenças cardiovasculares, cárie, gastrite, insônia, hipertensão, infertilidade, entre outros problemas. Refrigerantes em lata contêm um agravante a mais, pois as latas de alumínio são revestidas por uma substância química chamada bisfenol, que interfere no funcionamento de hormônios humanos.

Por esses motivos é importante ficarmos sempre atentos, pois uma bebida que hoje é saborosa e prática, amanhã poderá ter um sabor bem amargo para o seu organismo. Substitua suas bebidas por sucos naturais, água de coco ou água mineral. Crie um hábito com potencial de salvar sua vida.

*Amanda Frizeri; Antônio Otávio; Drielle Arpini; Erik Guerra; Guilherme Nascimento; Lavínia Reis; Lucas Ramos; Márcia Capato; Marcos Vinícius; Pâmela do Rosário; Regimeri Gaigher; Stella Braga; Suelen Betcher; Thiago Manfredi são estudantes do curso de Nutrição da Faculdade Pitágoras de Guarapari, e Vítor Fernandes Bersot é coordenador do curso na unidade. Este artigo foi elaborado para fins acadêmicos na disciplina Educação Alimentar e Nutricional.

 

Nutricionista do HCor dá dicas para uma Páscoa saudável

Na lista de Páscoa não pode faltar o chocolate e nem o bacalhau, para preparar o menu tradicional de comemoração desta data tão especial; mas é preciso ter cuidados durante a compra e conservação, e o consumo sem exageros

 

A Páscoa é um período em que muitas pessoas acabam exagerando na alimentação, com refeições mais calóricas e o consumo exagerado de chocolates. No entanto, é possível preparar receitas deliciosas e saudáveis para comemorar a Páscoa sem excessos. Na lista da Páscoa não pode faltar o chocolate e nem o bacalhau, para preparar o menu tradicional de comemoração desta data tão especial.

Vale a pena aproveitar o período e consumir mais peixes, pois são inúmeros os benefícios à saúde. Segundo a gerente de Nutrição do HCor (Hospital do Coração), Rosana Perim, os peixes possuem proteínas de fácil digestão, e com uma valor nutritivo superior ao das carnes vermelhas. Além disso, são ricos em substâncias que o corpo não produz, como o ômega 3 – um aliado do coração.

O bacalhau, a grande atração do almoço, pode ser desfiado, servido em postas ou em lascas. O cuidado começa no pré-preparo. Um dessalgue correto é o primeiro passo para o sucesso da receita. “É preciso que se tomem alguns cuidados durante o dessalgue do bacalhau, principalmente para os hipertensos. A recomendação é deixar o peixe por mais tempo de molho, e fazer as trocas mais frequentes de água”, recomenda a nutricionista.

Outra dica saudável é preparar o bacalhau regado com muito azeite de oliva, rico em gordura monoinsaturada, a mais benéfica para o coração, e também contém substâncias antioxidantes que impedem a ação dos radicais livres, que provocam a oxidação do colesterol, o acúmulo de placas de gorduras nos vasos sanguíneos e também o envelhecimento das células.

“Para aqueles que não apreciam o bacalhau, mas são amantes de peixes, não faltam boas opções, como pescada, salmão, linguado, sardinha, que são ricos em ômega 3. Por isso, é hora de aproveitar essa tradição e usufruir desses deliciosos e saudáveis alimentos e, principalmente, criar opções de prepará-los e servi-los à mesa de forma impecável”, recomenda Rosana.

Cuidados com a compra e conservação

peixe olhos venda gillenger pixabay

Normalmente não há diferença de qualidade entre peixes frescos e congelados, mas alguns cuidados com a conservação e o transporte do alimento devem ser observados pelo consumidor. “Na hora da compra é importante verificar o brilho dos olhos, a cor e o odor do pescado. Sua consistência deve ser firme e a carne não deve afundar ao sofrer a pressão dos dedos. O ideal é adquirir produtos de estabelecimentos certificados pelos órgãos fiscalizadores”, explica.

Quando optar pela compra do pescado congelado, é importante ficar atento para que o produto não descongele durante o seu transporte. “Caso isso aconteça, o ideal é que o peixe não volte para o congelador e, sim, que seja preparado para consumo”, aconselha.

E como resistir aos chocolates?

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Saborosos, porém com alto teor de açúcar, gordura e muitas calorias, o chocolate deve ser consumido com moderação, para não prejudicar a saúde. A grande maioria é composta de manteiga de cacau, massa de cacau, sacarose (um tipo de açúcar) e aromatizantes.

Quando consumido em quantidade moderada fornece vitaminas, sais minerais e flavonoides (substâncias antioxidantes, presentes principalmente no chocolate amargo, que retardam o envelhecimento e contribuem para a redução dos riscos de doenças cardiovasculares), além de impedir que o mau colesterol (LDL) se acumule no sangue.

“O chocolate amargo é o mais recomendado. Os benefícios dependem da quantidade de flavonoides presente no chocolate, o que varia de acordo com o tipo de produto. Nos chocolates tipo amargo ou preto, com mais de 70% de cacau, as quantidades de flavonoides são maiores. Por isso são os mais indicados. Lembre-se quando consumido na medida certa, ou seja, 30 gramas ao dia, os benefícios ultrapassam os malefícios”, aconselha Rosana Perim.

Chocolates sem exageros

chocolate amargo cacau elsenaju

O chocolate é um alimento nutritivo e não precisa ser excluído da dieta alimentar. Porém, também é rico em gorduras e deve ser consumido com moderação. Ele contém substâncias que estimulam a produção de serotonina, hormônio que atua no sistema nervoso central, e proporciona a sensação de relaxamento e prazer.

“Além disso, o cacau contém teobromina e flavonoides, que favorecem a diurese e estimulam o sistema nervoso central e o músculo cardíaco, contribuindo para o bom funcionamento do coração e prevenindo a hipertensão arterial”, esclarece.

Mesmo proporcionando benefícios à saúde, o chocolate deve ser consumido sem exageros. Não há uma quantidade mínima recomendada, pois o valor calórico depende do tipo do ovo de Páscoa. O campeão em calorias é o chocolate branco, além dos chocolates ao leite com oleaginosas, nozes ou castanhas.

Em média, 100 gramas de chocolate têm cerca de 560 calorias. Já o meio amargo é o que conta com menores índices de caloria: cerca de 475 a cada 100 gramas. “O ideal é observar a quantidade de cacau, de gordura e açúcares nos rótulos dos ovos de Páscoa”, finaliza a nutricionista do HCor.

Fonte: HCor